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Commune in Occitanie, France

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sete

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Latest podcast episodes about sete

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo
Depois de sete anos silêncio, a mídia desperta para os exageros de Moraes

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 5:23


Alexandre Garcia comenta os exageros de Alexandre de Moraes na colocação de tornozeleiras e o despertar da mídia para os exageros do juíz.

JORNAL DA RECORD
25/02/2026 | 3ª Edição: Desembargador reverte absolvição e condena homem e mãe por estupro de menina em Indianópolis (MG)

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 3:57


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Depois de absolver um homem acusado de estuprar uma menina de 12 anos, o desembargador Magid Nauef Lauar, do Tribunal de Justiça de Minas, acolheu um recurso do Ministério Público e decidiu pela condenação. Além disso, o desembargador determinou a prisão imediata do homem, que tem 35 anos. A mãe da menina também foi condenada, por ser conivente com o crime. Os dois pegaram mais de nove anos de prisão. O caso aconteceu em Indianópolis, no triângulo mineiro, em 2024. Há duas semanas eles tinham sido absolvidos. O caso repercutiu e o MP de Minas recorreu da decisão. E ainda: Sete suspeitos de quadrilha de roubo a caixas eletrônicos são presos no Rio de Janeiro.

CartolaCast
Cartolacast #273 - Com apenas sete jogos válidos, rodada #4 é desafiadora para os cartoleiros

CartolaCast

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 38:22


Rafael Sarchis apresenta o papo, com os comentários de Cassius Leitão, da equipe do Cartola, e de Cami Campos, influenciadora oficial do game. O meio de semana reserva confrontos de muito equilíbrio. Neymar e Vitor Roque aparecem bem cotados nas famosas dicas por posição. O mercado fecha nesta quarta (25), às 18h59 (de Brasília). Dá o play!

COOL BUENO
Cool Bueno S07E23 - Come farsi passare la sete col prosciutto

COOL BUENO

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 107:12


Quella in cui la redazione ospita Federico Pasquini e con lui, come tradizione di fine anno, si lancia nei bilanci di quello che è stato l'anno appena finito, non solo per i Dolphins, di quello che sono stati i quattro anni di Mike McDaniel e di quello che potrebbe essere il prossimo futuro, con l'ennesimo cambio di scenario, la grave situazione salariale e le prime mosse già avvenute sul roster

Palavra do Dia
Palavra do dia - Mc 8,14-21 - 17/02/26

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 3:55


Naquele tempo, 14 Os discípulos tinham se esquecido de levar pães. Tinham consigo na barca apenas um pão. 15 Então Jesus os advertiu: "Prestai atenção e tomai cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes". 16 Os discípulos diziam entre si: "É porque não temos pão". 17 Mas Jesus percebeu e perguntou-lhes: "Por que discutis sobre a falta de pão? Ainda não entendeis e nem compreendeis? Vós tendes o coração endurecido? 18 Tendo olhos, vós não vedes, e tendo ouvidos, não ouvis? Não vos lembrais 19 de quando reparti cinco pães para cinco mil pessoas? Quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços?" Eles responderam: "Doze". 20 Jesus perguntou: E quando reparti sete pães com quatro mil pessoas, quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços? Eles responderam: "Sete". 21 Jesus disse: "E vós ainda não compreendeis?"

Resumão Diário
JN: STF tem dia de tensão depois de vazamento de trechos da reunião que afastou Toffoli; sete escolas desfilam no primeiro dia do Grupo Especial em SP

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 5:31


O ministro André Mendonça se reuniu com os investigadores do caso Master. Durante duas horas, o novo relator e a Polícia Federal trataram do inquérito que investiga o banco de Daniel Vorcaro. No Supremo, a sexta-feira foi tensa depois da divulgação de trechos da reunião a portas fechadas de ontem. Dias Toffoli se manifestou e negou ter gravado ou vazado a conversa entre ministros. Em Manaus, o naufrágio de uma lancha deixou dois mortos e sete desaparecidos. Nossos repórteres mostraram como se proteger no carnaval de roubos e golpes com cartões e celulares. Sete escolas desfilam no primeiro dia do Grupo Especial, em São Paulo. E, no Rio, Ney Matogrosso vai ser homenageado pela primeira vez na Marquês de Sapucaí.

Palavra do Dia
Palavra do dia - Mc 8,1-10 - 14/02/26

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 4:48


Naqueles dias, havia de novo uma grande multidão e não tinha o que comer. Jesus chamou os discípulos e disse: 2 "Tenho compaixão dessa multidão, porque já faz três dias que está comigo e não têm nada para comer. 3 Se eu os mandar para casa sem comer, vão desmaiar pelo caminho, porque muitos deles vieram de longe". 4 Os discípulos disseram: "Como poderia alguém saciá-los de pão aqui no deserto?" 5 Jesus perguntou-lhes: "Quantos pães tendes?" Eles responderam: "Sete". 6 Jesus mandou que a multidão se sentasse no chão. Depois, pegou os sete pães, e deu graças, partiu-os e ia dando aos seus discípulos, para que os distribuíssem. E eles os distribuíam ao povo. 7 Tinham também alguns peixinhos. Depois de pronunciar a bênção sobre eles, mandou que os distribuíssem também. 8 Comeram e ficaram satisfeitos, e recolheram sete cestos com os pedaços que sobraram. 9 Eram quatro mil, mais ou menos. E Jesus os despediu. 10 Subindo logo na barca com seus discípulos, Jesus foi para a região de Dalmanuta.

Homilias - IVE
”Pedir as coisas importantes”

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 3:20


Homilia Padre Antônio Gonzalez, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 8,1-10Naqueles dias, havia de novo uma grande multidãoe não tinha o que comer.Jesus chamou os discípulos e disse:"Tenho compaixão dessa multidão,porque já faz três dias que está comigoe não têm nada para comer.Se eu os mandar para casa sem comer,vão desmaiar pelo caminho,porque muitos deles vieram de longe".Os discípulos disseram:"Como poderia alguém saciá-los de pão aqui no deserto?"Jesus perguntou-lhes: "Quantos pães tendes?"Eles responderam: "Sete".Jesus mandou que a multidão se sentasse no chão.Depois, pegou os sete pães, e deu graças,partiu-os e ia dando aos seus discípulos,para que os distribuíssem.E eles os distribuíam ao povo.Tinham também alguns peixinhos.Depois de pronunciar a bênção sobre eles,mandou que os distribuíssem também.Comeram e ficaram satisfeitos,e recolheram sete cestos com os pedaços que sobraram.Eram quatro mil, mais ou menos.E Jesus os despediu.Subindo logo na barca com seus discípulos,Jesus foi para a região de Dalmanuta.Palavra da Salvação.

Oxigênio
#213 – Curupira: da floresta à COP30

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 42:54


O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi.  ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará.  Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade.  Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial.  Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos.  Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso.  Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e  desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem.  Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos.  Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso.  Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar.  Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso  Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro  na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa  para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho,  para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói.   Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo.   Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas  de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele  retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia.  Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza.  Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida.  Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia.   Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias.  Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira?  Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta.  Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta.  Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária.  Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro?   Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia.  Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza.  Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto,  não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta.  Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia?  Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza.  Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável.  Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi.  A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau. 

JORNAL DA RECORD NEWS
Senadores pedem documentos sigilosos do Banco Master à PF; Sobe para sete o número de alunos que passaram mal após aula de natação em academia em SP

JORNAL DA RECORD NEWS

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 50:42


Confira no Jornal da Record News desta quarta-feira (11): sobe para sete o número de alunos que passaram mal após aula de natação em academia em São Paulo. Dentre as vítimas, está a professora Juliana Basseto, de 27 anos, que teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. Senadores pedem documentos sigilosos do Banco Master à Polícia Federal. A solicitação será levada ao presidente da Corte, Edson Fachin. E mais: Irã se recusa a negociar programa nuclear com Israel.

Buteco da Oficina
Falar Morghulis #27 - O CAVALEIRO DOS SETE REINOS (Episódio 04)

Buteco da Oficina

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 83:44


EAE, SEUS GEEKS JULGADOS PELOS SETE! Graças ao Superbowl, tivemos um novo episódio lançado antecipadamente e, consequentemente, um novo Falar Morghulis para comentar todos os detalhes. Nessa reta final, chegamos na preparação do combate que pode definir o futuro de Dunk e Egg. Será que os Sete serão justos com nosso cavaleiro andante?Elenco: Marcos Veloso (⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@eumarcosveloso⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠) e Vittoria Cunha (⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@ttfcunha⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠)REDES SOCIAIS DA OFICINAInstagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@oficinageekreal⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitch: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠OficinaGeekReal⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@OficinaGeekreal⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Oficina Geek⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@OficinaGeekreal⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Este episódio foi editado por Marcos Veloso (⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@eumarcosveloso⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠)

Canal Ser Flamengo
Sete anos da tragédia do Ninho do Urubu: ato no Maracanã relembra vítimas e cobra responsabilização

Canal Ser Flamengo

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 2:29


Neste domingo, 8 de fevereiro, a tragédia do Ninho do Urubu completa sete anos. Antes do jogo no Maracanã, o coletivo Flamengo da Gente organiza um adesivaço e um ato de memória em homenagem aos dez jovens mortos no incêndio de 2019.Neste vídeo, contextualizamos o episódio, explicamos a mobilização dos torcedores, o papel do coletivo na preservação da memória e relembramos que, sete anos depois, ninguém foi responsabilizado pela tragédia. Memória, homenagem e cobrança caminham juntas.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?:        CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠serfla⁠me⁠ngo.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TWITTER I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠BlogSerFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠INSTAGRAM I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@BlogSe⁠rFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #MeninosDoNinho

Moto1Pro y EnduroPro Podcast
El lado oscuro de VALENTINO ROSSI

Moto1Pro y EnduroPro Podcast

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 17:01


Valentino Rossi, "The Doctor", es indiscutiblemente el piloto más carismático e influyente de la historia del motociclismo. Su leyenda se ha cimentado sobre victorias épicas, celebraciones icónicas y un color amarillo que inundó las gradas de todo el mundo. Sin embargo, detrás de esa fachada de simpatía inagotable, se escondía uno de los competidores más feroces y calculadores que han pisado un circuito, un manipulador de la psicología y, si es necesario, un depredador implacable. El ascenso de Rossi en la categoría de 500 estuvo marcado por su rivalidad con Max Biaggi. Valentino entendió muy temprano que para reinar necesitaba un antagonista. No se limitó a competir contra Biaggi; buscó polarizar a la afición y desestabilizar emocionalmente a su rival. El Gran Premio de Suzuka en 2001 fue el punto de no retorno. Tras un incidente donde Biaggi le sacó el codo en plena recta, Rossi respondió con un adelantamiento por fuera y una peineta en plena curva, soltando el manillar a máxima velocidad. Aquel gesto no fue un simple arrebato; fue una declaración de superioridad absoluta. Luego llegó el altercado físico en las escaleras del podio de Montmeló. Pero para entonces, Rossi ya había ganado la batalla mediática: Biaggi estaba desquiciado, y Valentino era intocable. Uno de los movimientos más fríos y brillantes de Rossi no ocurrió en una pista, sino en un despacho. En la transición de 2003 a 2004, cuando decidió abandonar Honda para fichar por Yamaha, Rossi ejecutó una operación quirúrgica de ingeniería humana. Sabía que Honda tenía la mejor moto, la RC211V, y para vencerla necesitaba dejarla "sin cerebro". No se fue solo. Exigió que todo su núcleo de confianza -Jeremy Burgess, Alex Briggs, Bernard Ansiau y el resto de sus mecánicos- abandonara HRC con él. De un plumazo, dejó a la fábrica más poderosa del mundo sumida en una crisis técnica que tardó años en resolver. Con Yamaha a sus pies, el siguiente objetivo fue Sete Gibernau. En 2004, tras una sanción en Qatar que Rossi atribuyó a una denuncia del equipo de Sete, la rivalidad se volvió personal y destructiva. Se cuenta que Valentino sentenció en el paddock que Sete no volvería a ganar nunca más. El poder de Rossi iba mucho más allá del propio circuito, alcanzaba a los proveedores. En la era previa al neumático monomarca, su influencia sobre Michelin era colosal. Se hablaba de los "Special Saturday Night": neumáticos diseñados específicamente tras los cronometrados del sábado, fabricados en Francia y enviados en jet privado para que Rossi los tuviera el domingo por la mañana. Cuando el equilibrio de poder cambió y Bridgestone se mostró superior con Stoner, Rossi lanzó un órdago a Yamaha y a Dorna: "O me dais Bridgestone, o me planteo mi futuro". Su peso en el negocio era tal que se rompieron contratos y normas no escritas para satisfacer sus demandas. En 2008, el enemigo entró en su propia casa con el fichaje de Jorge Lorenzo. La respuesta de Rossi fue puramente territorial: levantó un muro físico en el box de Yamaha. Aunque se escudó en la confidencialidad de los neumáticos, la realidad era que Rossi quería aislar al joven talento mallorquín… que acabó ganándole en 201, pese al muro. En su etapa en Ducati (2011-2012) mostró otra faceta de su lado oscuro: la gestión del fracaso. Cuando los resultados con la Desmosedici no llegaron, Rossi no dudó en señalar públicamente las carencias del proyecto técnico liderado por Filippo Preziosi. El capítulo más oscuro y polémico llegó en 2015. Al verse amenazado por la velocidad de Marc Márquez, Rossi intentó usar su vieja táctica de guerra psicológica en la rueda de prensa de Sepang, acusando al español de favorecer a Lorenzo. Pero esta vez, el rival era de su misma estirpe. La tensión desembocó en la famosa curva 14 de Sepang, donde Rossi arrinconó a Márquez hasta que se produjo el contacto y la caída del 93. Fue un acto de impotencia de un campeón que veía cómo su décimo título se escapaba y que decidió llevar la lucha al límite físico y ético. La fractura social y deportiva que provocó aquel incidente todavía persiste hoy. Incluso tras su retirada, el control de Rossi sobre el paddock no ha desaparecido; se ha transformado. A través de la VR46 Academy y su equipo de competición, ha creado un ecosistema donde forma, gestiona y controla a los nuevos talentos italianos. Se ha convertido en una figura de poder que influye en fichajes, patrocinios y equipos en todas las categorías. Valentino Rossi es, sin lugar a dudas, uno de los mayores genios que ha dado el deporte. Pero su grandeza no se explica solo a través de su talento sobre la moto.

Bola Branca - Renascença V+ - Videocast
Vídeo. "Em 2019 também estávamos sete pontos atrás do Porto": Florentino ainda acredita num Benfica campeão

Bola Branca - Renascença V+ - Videocast

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 1:35


Vídeo. "Em 2019 também estávamos sete pontos atrás do Porto": Florentino ainda acredita num Benfica campeão

Filosorréia
O Nazismo

Filosorréia

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 38:54


Sete aspectos que nos ajudam a entender a ascensão do nazismo

Fever Pitch
Liga? Não Gostamos do Tom Dela

Fever Pitch

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 47:44


Sete jogos sem ganhar em 20 jornadas. Pontos perdidos com 4(!) equipas do 13º lugar para baixo! Falta poder de fogo ao Benfica? De onde vieram os golos ao Real Madrid e Nápoles?Mistérios.

Literatura | Com Luanna Bernardes
Mistério dos Sete Relógios

Literatura | Com Luanna Bernardes

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 1:36


Luanna Bernardes fala sobre o livro "Mistério dos Sete Relógios", da Agatha Christie.

Resumo da Sichá em Português
Volume 26, Yitrô 3

Resumo da Sichá em Português

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 2:47


Sete do Sinai

Podcasts do Portal Deviante
As Sete Insígnias Guaxomon (RPGuaxa #209)

Podcasts do Portal Deviante

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026


As Cartas Guaxomon viraram febre entre crianças, adolescentes e adultos, e o clima de empolgação só aumenta com a chegada do primeiro torneio nacional, que acontecerá na Escola Técnica Marechal Luís Edivaldo Correa. Mesmo com as provas se aproximando, alunos de todo o país, e até do exterior, estão focados no grande evento do fim de semana, sonhando com o prêmio em dinheiro e com a chance de competir usando seus próprios decks. Tema do Episódio: Anime, Aventura, Escola Ajude esse projeto Apoia-se: https://apoia.se/rpguaxa Se quiser fazer uma pequena contribuição aleatória, nosso PIX é rpguaxa@gmail.com Contatos: E-MAIL: rpguaxa@gmail.com BlueSky do RPGuaxa: https://bsky.app/profile/rpguaxa.bsky.social Instagram do Guaxa: https://instagram.com/rpguaxa BlueSky do Guaxa: https://bsky.app/profile/marceloguaxinim.bsky.social Instagram do Guaxa: https://instagram.com/marceloguaxinim Assine o Feed! http://deviante.com.br/podcasts/rpguaxa/feed/ Se não esta achando no seu agregador cole esse link lá que ele acha! Assine o Feed! Expediente: Produção, Narração e Edição Final: Marcelo Guaxinim. Edição: Rafael Zorzal Jogadores do Episódio: Rafael Telerman, Jean e Mari Silvestre. Música: “Ancient Winds” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ QUEM APOIA ESSE PROJETO: Agata Sofia, Aldo Caccavo, Aledson C. Carvalho, Alexandre Dotto, Alexandre Duarte, Alexandre Lopes Acioli Olegario, Alice Azevedo Gomes, Allan Felipe Rocha Penoni , Allan Outsuki, Allen da Costa Araujo, Amanda Cristina da Silva Martins, ANA BEATRIZ RIBEIRO, Ana Paula Ruhe, Anderson Key Saito, Andre Bomfim , Andrey Andrade de Lima, Anthony Mikail Cuco, ANTONIO CARLOS , Ariane Thiele , Arthur Accioly Pereira , Augusto Cesar de Sant’Ana Rodrigues , Beatriz Valério, Boanerge Phoenix-Draco Jerônimo, Breno Resende , BRUNA PLANK , Bruno Ishimoto , Bruno Saito , Bryan Macêdo de Brito , Caio Guilherme Dutra , Caio Lourencio , CALISTA JUBILEE (A HISTORIADORA) , CaroIina Martins , Carolina Lopes Perez, Cassiano Simões , Christian Alef Almeida Silva , Clecius Alexandre Duran , Cristiano Souza , Daniel Gracias dos Santos Vieira , Danielle Golebiowski Ren , Davi Mascote Domingues , David Koltun , David Picoli Dorigon , Débora Mazetto , Diego Martins , Diego Ribeiro , Dimas Sewaybricker , Domenica Mendes , DOUGLAS FERREIRA NAZARETH , Eder Felipe Moreira da Silva , Edinam Luis , Edson José de Oliveira Neto , Eduardo Dias Defreyn , Eduardo Railton A S Silva , Ejoyce Nogueira Braga , Elcio Cezario Sanches Junior , Elisnei Menezes de Oliveira , Esron Dtamar da Silva , Eugênio Luiz , Evandro Alves Torquato Filho , Evandro Rafael Saracino , Everton Torres , Ewylla Sayonara de Almeida Santos , Fabíola Belo do Nascimento , Felipe Augusto de Oliveira , Felipe Corá , Felipe Nelli , Felipe Santana da Silva , Felipe Viana Alves, FILIPE MOTA , Filipe Peduzzi , Fran Aquino , Francisca Edyr Xavier , GABRIEL BALARDINO BOGADO FARIA , Gabriella Almenteiro Ventura , Gilles de Azevedo , Giovanna Ryss , Guilherme Luiz Klug , Gustavo Assi , GUSTAVO GUIDOLIM LOPES , Gustavo Martinez , Gustavo Pires , Heitor Alencar Moraes , Heloisa Saraiva Frank , Henrico Reis Barbosa, Henrique Dairiki da Silva , Hugo de Araújo Araújo , Hygor Lisboa , Ibrahim Mattus Neto , Ike Bunny , Iuriy Makohim Kozelinski , Izabela Vitoria Gonzaga de Moura, Jean Gustavo da Silva Macedo , Jessica Loyana Teles , Jéssica Mendes , João Fernando Mari , JOÃO PEDRO , JOÃO VITOR BISPO GALVÃO , JONATAN LACERDA ROSANTE , Jonathas Barreto Pessoa Silva , Jorge Marcos dos Santos Silva, José Garcia Ribas Filho, José Carlos Lisbôa Recarey Eiras , José Luiz Muniz Florentino , JOSE SERGIO SILVA , JUNIOR CARVALHO , JuuLenah, Karol Moura , Kempes Jacinto , Lauriene Renata de Moura , Leandro Menezes de Sousa , Leiz Nunes , LEONARDO SOUZA , Leonidas Lopes Filho , LUCAS COQUENÃO, Luckas Taleikis Prilip , Luis Edvaldo Correa , Luis Felipe Brito Herdy , Luiz Carlos , Luiz Guilherme Rizzatto Zucchi , Maíra Carneiro Silva , MARCEL MONTEIRO DE OLIVEIRA, marcela porcaro rausch , Marcelo Albuquerque , Marcelo Duarte Machado , Marcelo Santana do Amaral , Marcos Nascimento , Marcos Werley Neves Ferreira , Mariana Bocorny, Mariana Rodrigues , Mariane Domingos Silvestre , Marina Melo Pires , Matheus Ferreira , Mattheus Belo , Mauro Vasconcellos , Maxwell Rocha Santos , MAYSA SIGOLI , Michelle Mantovani, Moisés Almeida , Moises Ferreira Dias , MW-PLAYS , Natalia Blinke , Naus do Arquivo , Nicolas Francelino , Nicolas Vieira Lima , Nina Peta, Patrick Buchmann , PAULA E D PIVA , PEDRO CASTRO MARTINS , Pedro Henrique Barboza Alves , PEDRO LEANDRO LOPES DA SILVA , Pedro Lucas Mendes Peron , Pipoca , Press Start Cast , Priscila Franco de Oliveira , Rafael 47 , Rafael Alves Corradi , Rafael Antonio Batistela Macedo , Rafael Antonio Da Rosa , Rafael da Rocha , Rafael de Souza Garcia , Rafael Pereira , Rafael Silva Andrade , RAFAELA MALECHESK , RAFAELA RANGEL , Raphael do Nascimento Prado , RAQUEL ARAUJO DA SILVA , Rebel Bia , Renato Bordenousky Filho , Renato Campos , Rhanyere da Mata , Ricardo Maggessi , Ricardo Nespoli , RICARDO RODRIGUES , Richard Valdi Regis Rocha , Roberto Rodrigues , Roberto Vieira Rezende , Rodrigo Basso , Rodrigo Figueiredo , Rodrigo Miranda , Rodrigo Prestes , Rodrigo Soares Azevedo , Rodrigo Tiago Mendonça , Sandro D Annunciação , SARA PEREIRA DA SILVA BARBOZA , Stefanye mantovan , Stenio Vinicios de Medeiros , Tahlla Slade , Taissa Muniz Almeida , Tania de Arruda Fernandes , Tarinê Cortina Poeta Castilho da Silva , Tati Kafka Ricarto , Thais Jucá Avelar , Thalita Cecilier , Thamires Castro , THIAGO BRUNO DE SOUSA SILVA , Thiago de Souza , Thiago Kesley de Barros Silva , Victor Hugo Marques Stoppa, Victor Manoel Mondaini de Souza Sena Sampaio , VICTOR PESSOA , VINÍCIUS BATISTA, VINICIUS DEGRECCI MENDES DA SILVA, Vinícius S. 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Realidades Paralelas do Guaxinim - RPGuaxa
As Sete Insígnias Guaxomon (RPGuaxa #209)

Realidades Paralelas do Guaxinim - RPGuaxa

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 72:07


As Cartas Guaxomon viraram febre entre crianças, adolescentes e adultos, e o clima de empolgação só aumenta com a chegada do primeiro torneio nacional, que acontecerá na Escola Técnica Marechal Luís Edivaldo Correa. Mesmo com as provas se aproximando, alunos de todo o país, e até do exterior, estão focados no grande evento do fim de semana, sonhando com o prêmio em dinheiro e com a chance de competir usando seus próprios decks. Tema do Episódio: Anime, Aventura, Escola Ajude esse projeto Apoia-se: https://apoia.se/rpguaxa Se quiser fazer uma pequena contribuição aleatória, nosso PIX é rpguaxa@gmail.com Contatos: E-MAIL: rpguaxa@gmail.com BlueSky do RPGuaxa: https://bsky.app/profile/rpguaxa.bsky.social Instagram do Guaxa: https://instagram.com/rpguaxa BlueSky do Guaxa: https://bsky.app/profile/marceloguaxinim.bsky.social Instagram do Guaxa: https://instagram.com/marceloguaxinim Assine o Feed! http://deviante.com.br/podcasts/rpguaxa/feed/ Se não esta achando no seu agregador cole esse link lá que ele acha! Assine o Feed! Expediente: Produção, Narração e Edição Final: Marcelo Guaxinim. Edição: Rafael Zorzal Jogadores do Episódio: Rafael Telerman, Jean e Mari Silvestre. Música: "Ancient Winds" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Expresso da Manhã
O excremento do diabo, uma história em que se destacam sete irmãs, os Estados Unidos e a Venezuela 

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 24:32


A história da extração do petróleo começou no século XIX e o mercado foi dominado por um oligopólio de sete empresas norte-americanas, durante um século. Na década de 60 do século XX, Pérez Alfonso, um ministro Venezuelano que tinha estudado nos EUA, desenhou a partilha dos lucros das grandes empresas globais com os países onde está o petróleo. E foi ele também que teve a ideia de criar a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). Porque hoje é domingo, espreitamos a revista do Expresso e lá encontramos a história contada por Miguel Prado: “O admirável mundo negro do petróleo”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Programa Brasil de Fato MG
Brumadinho: sete anos sem justiça - Visões Populares Entrevista

Programa Brasil de Fato MG

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 33:40


Em 25 de janeiro de 2019, o rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão matou 272 pessoas e destruiu a bacia do Rio Paraopeba. Passados sete anos, ninguém foi responsabilizado pelos homicídios ou crimes socioambientais. Neste marco, o Visões Populares Entrevista conversa com Maria Regina da Silva, mãe de Priscila Elen Silva, uma das vítimas do crime, e vice-presidenta da Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos pelo Rompimento da Barragem Mina Córrego do Feijão em Brumadinho (Avabrum).“As pessoas que perderam uma casa constroem outra, mas eu não consigo ter Priscila de volta. Nada do que nós fizermos vai trazer nossos familiares de volta. Essa dor, que permanece em nós, se transformou em força de luta”, ressalta. Confira a entrevista na íntegra:

Jorge Borges
As redes sociais não são seguras para os jovens: as sete linhas de evidência que provam o impacto na saúde mental

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 15:41


Sobre o ensaio para o World Happiness Report 2026 que investiga se as redes sociais prejudicam a saúde mental dos jovens. Os autores, Jonathan Haidt e Zachary Rausch, apresentam sete linhas de evidência que indicam uma correlação direta entre o uso intensivo de plataformas e o aumento de patologias como a depressão e a ansiedade. O texto destaca testemunhos de adolescentes e pais, além de documentos internos de empresas como a Meta e o TikTok, que admitem o caráter viciante e perigoso dos seus produtos. Argumenta-se que a migração da vida social para o ambiente digital na década de 2010 provocou uma crise de bem-estar a nível populacional, e não apenas casos isolados. O relatório conclui que estas plataformas são produtos de consumo perigosos, justificando intervenções políticas urgentes, como a restrição de acesso até aos dezasseis anos. Esta análise procura responder tanto à segurança individual do produto quanto às tendências históricas de declínio da felicidade na Geração Z.

30:MIN - Literatura - Ano 7
567: Sete livros, sete pecados capitais

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 83:19


Neste episódio, Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon investigam como as narrativas literárias se relacionam com os pecados católicos. Os dois partem da definição clássica dos sete pecados capitais, traçando uma rota que passa pela estrutura moral da Divina Comédia, de Dante, encosta em Katábasis, de Kuang, e depois indicam um livro que discute sobre cada um dos pecados.Então, aperta o play e conta pra gente: qual seria sua lista de livros para pecados capitais?---Livros citadosFrankenstein, ou O Prometeu Moderno, de Mary ShelleyO retrato de Dorian Gray, de Oscar WildeTetralogia Napolitana, de Elena FerranteO Talentoso Ripley, de Patricia HighsmithViúva de Ferro, de Xiran Jay ZhaoO cobrador, de Rubem FonsecaO Bem Amado, de Dias GomesA morte e a morte de Quincas Berro D'Água, de Jorge AmadoParábola do Filho PródigoUm conto de Natal, de Charles DickensO Hobbit, de J.R.R. TolkienA Fantástica Fábrica de Chocolate, de Roald DahlJoão e MariaLuxúria, de Raven LeilaniO Amante de Lady Chatterley, de D.H. LawrenceO Perfume: história de um assassino, de Patrick Süskind---Links⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o 30:MIN⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga a gente nas redes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Já apoia? Acesse suas recompensas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira todos os títulos do clube!

Life Sentences Podcast
French Wave

Life Sentences Podcast

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 32:55


American film critic Carrie Rickey has written the first biography of celebrated French cinema pioneer, Agnes Varda. Varda was born in Belgium but found her creative community in the southern French port town of Sete, which cemented her love for the beach and for many other things that would reappear in her films, especially the ordinary lives of working people. She once said that if you opened her up, you would find beaches inside her. After studying art she became a photographer, tutored by Georges Brassaï. When she turned her attention to film, she became the only female member of the so called Nouvelle Vague or New Wave in French cinema, alongside Francois Truffaut, Jean Luc Godard, Alain Resnais and Eric Rohmer. Defying categorisation she made both feature films and documentaries, zig zagging between the two, following her curiosity wherever it led for more than sixty years. Her marriage to fellow film-maker Jacques Demy was unconventional in that both were bi-sexual, but their love was enduring. Varda received an honorary Oscar and an honorary Palme D’Or at the Cannes Film Festival. She died in 2019 at the age of 90, of cancer. She remains a revered figure in world cinema, admired by directors and audiences alike, more popular than in her lifetime. Biographer Carrie Rickey is an American film critic met Varda on several occasions informally at film festivals but never discussed the possibility of writing her biography. Her book A Complicated Passion: The Life and Work of Agnes Varda was written without the co-operation of Varda’s family but with the help of many of her collaborators and friends.See omnystudio.com/listener for privacy information.

positivaMente Consciente Podcast
" O Caibalion : As Sete Leis Universais e a Alquimia Mental "

positivaMente Consciente Podcast

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 13:04


" Neste episódio do positivaMente Consciente , você será conduzido por uma jornada sem precendentes através das Sete Leis Herméticas descritas no Caibalion. Este não é apenas um estudo teórico, é uma experiência imersiva de transmutação mental. Narrado por Antônio Carlos "

Effetto notte le notizie in 60 minuti
Crans-Montana, il padre di Chiara Costanzo: "Abbiamo sete di verità"

Effetto notte le notizie in 60 minuti

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026


Oggi a Milano, Roma e Bologna i funerali di cinque delle sei vittime del tragico incendio nel locale a Crans-Montana. Chiediamo a Mattia Sacchi, giornalista del Corriere del Ticino come stiano procedendo le indagini. Omicidio del capotreno a Bologna: il presunto omicida aveva ricevuto un ordine di allontanamento, ma allora perché si trovava ancora sul suolo italiano? Cerchiamo di capirlo insieme a Paolo Bonetti, docente di diritto costituzionale all'Università di Milano Bicocca e membro dell'Associazione per gli studi giuridici sull'immigrazione (ASGI). Gli Stati Uniti hanno sequestrato una petroliera russa, che secondo gli statunitensi faceva parte della "flotta fantasma". Con noi per parlarne Roberto Virzo, Professore ordinario di Diritto internazionale presso l'Università di Messina e professore a contratto alla LUISS Guido Carli.

Helfimed
Ep. 361 - A Venezuela e o Túnel das Sete Cidades

Helfimed

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 22:09


Hoje falo sobre a Venezuela, sobre comédia à antiga e sobre o Túnel das Sete Cidades.00:00 - Introdução02:07 - Trump e a Venezuela14:38 - Comédia a voltar17:21 - Túnel das Sete Cidades21:37 - Conclusão

WGospel.com
A vida é muito curta!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jan 1, 2026 5:10


TEMPO DE REFLETIR 01631 – 1 de janeiro de 2026 Salmo 90:10 – Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta. Eu e você temos pelo menos uma coisa em comum: Deus nos deu exatamente o mesmo espaço de tempo cada dia. Cada um de nós recebe 24 horas por dia para viver. Isto é igual para todos. Segundo a Bíblia, nosso tempo médio de vida é de 70 anos. Em alguns casos, pode chegar a 80, ou até mais, dependendo do vigor físico. Moisés, o provável autor deste salmo, viveu 120 anos (Dt 34:7), e seu irmão Arão, 123 (Nm 33:39). Mas esses podem ter sido casos excepcionais. Ainda assim, é muito pouco, se comparado com a idade que os patriarcas atingiam: Adão, 930 anos; Sete, 912; Jarede, 962. E o campeão de todos, Matusalém, viveu 969 anos. Quase um milênio! Hoje, a nossa vida está reduzida a menos de um décimo disso. Mas o que o salmista está realmente querendo nos ensinar, através deste texto, é que, mesmo que você viva 80 anos ou mais, a vida é curta, se comparada com a eternidade. No fim do verso 10, do Salmo 90, seu autor diz: “Porque tudo passa rapidamente, e nós voamos.” Davi diz a mesma coisa com outras palavras: “O homem é como um sopro; os seus dias, como a sombra que passa” (Sl 144:4). E o apóstolo Pedro, citando Isaías, diz: “Pois toda carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor” (1Pe 1:24; ver Is 40:6, 7). Estas são maneiras diferentes de dizer que a vida do homem é transitória. Que estamos aqui por pouco tempo. Diante dessa realidade, o grande desafio que temos é o de usar sabiamente o curto espaço de tempo que Deus nos concede. É isso que diz o Salmo 90:12: “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio.” E que sabedoria será essa, na qual devemos aplicar nosso coração? Sem dúvida alguma, é aquela que nos leva a utilizar nossa vida como preparativo para a vida eterna. Esta vida deve ser a escola que nos educa para a eternidade. Esta é a mensagem central deste salmo. Ao compreendermos que a vida é um sopro que logo se extingue, devemos aplicar cada minuto naquilo que realmente tem valor – o preparo para a eternidade. Faremos isto, no decorrer deste ano? Ore comigo: Pai, sabemos que o tempo voa. Passa muito rápido! E as vezes não sabemos aproveitar cada dia que nos ofereces. Por favor, Senhor, ensina-nos a contar os nossos dias! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Nova Acrópole Palestras Filosóficas
#705 - COMO ALIMENTAR NOSSOS "SETE CORPOS" - Laís Marques da Nova Acrópole em Teresina-PI

Nova Acrópole Palestras Filosóficas

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 27:24


Segundo a tradição oriental, temos, não um mas sete corpos ou veículos. E assim como, para manter a boa saúde, precisamos nutrir o corpo físico com comida física, temos que alimentar bem nossos corpos sutis, para usufruir de uma Saúde Integral. A professora e voluntária de Nova Acrópole de Teresina, no Piauí, Laís Marques, enumera alguns detalhes sobre a necessária nutrição, nas outras dimensões das quais participamos.

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Seu Jorge baila - 19/12/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 60:05


Del disco del brasileño Seu Jorge 'Baile à la baiana' las canciones 'Sete prazeres', 'Sábado à noite', 'Sim mais', 'Gente boa se atraí' y 'Mudou tudo'. Del disco del italiano Nicola Conte 'Love and revolution' las canciones 'Quiet down' y 'Shiva' -con la voz de Melanie Charles, 'The hapiness tree' -con la de Veronica Harcsa-, 'Do you feel like I feel' y 'Ghana' -con Gregory Porter-, 'Here' y 'Love from the sun' -con José James- y 'Black spirits -con Nailah Porter-.Escuchar audio

Livros que amamos - histórias para crianças
Série Religiões: Salá em segredo

Livros que amamos - histórias para crianças

Play Episode Listen Later Dec 13, 2025 11:16


Esse mês eu vou trazer 9 livros que vão levar vcs a um passeio por aspectos de algumas das religiões com mais praticantes no mundo e no Brasil: catolicismo, protestantismo (evangélicos), judaísmo, islamismo, hinduísmo, budismo, espiritismo, além das religiões afro-brasileiras candomblé e umbanda. Atualmente, mais do que nunca, o mundo precisa de tolerância, empatia e respeito a diversidade religiosa. Continuando o especial desse mês de dezembro, hoje nosso passeio pelas religiões do mundo mergulha no islamismo, a segunda maior religião do mundo, com o livro "Salat in Secret", ou "Salá em segredo", escrito por Jamilah Thompkins-Bigelow, ilustrado por Hatem Aly e ainda não publicado no Brasil, por isso eu traduzi e adaptei especialmente pra esse episodio. O Salá refere-se às cinco orações públicas que cada muçulmano deve realizar diariamente, voltado para Meca, e é um dos Cinco Pilares do Islamismo. Os salás devem ser efetuadas em árabe, mesmo que o crente não conheça a língua, embora as súplicas (dua) possam ser feitas em outro idioma. As orações devem ser feitas em momentos concretos do dia, que não correspondem a horas, mas sim a etapas do curso do Sol. Consistem na recitação de um conjunto de versículos do Alcorão, num ciclo de posições (em pé, curvado, de joelhos, prostrado e sentado) a que se chama de rakca (ou genuflexão); o número de genuflexões varia de acordo com a oração do dia. Nesta bela história sobre comunidade, família e aceitação, um menino chamado Muhammad recebe um tapete especial para o salá no seu sétimo aniversário. Sete é a idade em que as crianças muçulmanas são incentivadas a rezar, e Muhammad está determinado a fazer todas as cinco orações diárias na hora certa. Mas uma das orações ocorre durante o horário escolar — e ele está preocupado em ser visto rezando na escola. Seu pai estaciona sua caminhonete para rezar em locais públicos, e as pessoas ficam olhando e zombando dele. Será que o mesmo acontecerá com Muhammad? No final, com a ajuda de sua professora, ele encontra o lugar perfeito para rezar. "Salat in Secret", de dois criadores muçulmanos altamente aclamados, é um olhar comovente e empoderador sobre uma faceta importante do Islã que muitas crianças praticantes apreciam, mas podem ter medo de compartilhar. Para acompanhar a história juntamente com as ilustrações do livro, compre o livro aqui:⁠ https://amzn.to/3LSYmAYEsse livro trouxe um aspecto do islamismo, seguido pelos muçulmanos, que é a segunda maior religião do mundo. O islamismo, assim como o judaísmo e o cristianismo, é uma religião monoteísta, ou seja, os muçulmanos acreditam na existência de apenas um Deus que é chamado por eles de Allah. Seu livro sagrado é o Alcorão e os muçulmanos acreditam que três cidades são sagradas: Medina, Meca e Jerusalém.  Fiquem ligados que daqui a 3 dias sai mais um episodio, dessa vez sobre a umbanda, não percam! Se vc gostou, compartilhe com seus amigos e me siga nas redes sociais! ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/bookswelove_livrosqueamamos/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Resumão Diário
Quando Bacellar será solto? Veja os próximos passos após Alerj aprovar revogação da prisão; DF tem sete foragidos na lista de mais procurados do Ministério da Justiça; saiba quem são

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 4:30


Quando Bacellar será solto? Veja os próximos passos após Alerj aprovar revogação da prisão. DF tem sete foragidos na lista de mais procurados do Ministério da Justiça; saiba quem são. Família de traficante Peixão é detida pela PRF tentando fugir do país com fortuna em joias; mulher e filhos seguiam para a Bolívia. Ciclone deve passar pelo RS causando temporais, granizo e ventos de 100 km/h; 'perigo extremo', diz Climatempo. 13º salário: segunda parcela do pagamento cai um dia antes em 2025; saiba motivo e calcule valores.

AFPT podden
#386. Slik maksimerer du muskelveksten med smart øvelsesutvalg

AFPT podden

Play Episode Listen Later Dec 7, 2025 55:18


Stian tar deg gjennom øvelsesutvalg for muskelvekst, og hvorfor valget av øvelse faktisk kan endre resultatet. Med Pareto-prinsippet i bakhodet forklarer han hva som gir størst utbytte – belastning, bevegelsesomfang, stabilitet og hvor lett det er å legge til vekt – og hvordan du kombinerer øvelser for hele kroppen. Eksempler fra skuldre, bryst, lår og legger gir konkrete progresjonsforslag. Dagens episode er for de ekstra interesserte - her går vi dypt til verks! .

Notícias Agrícolas - Podcasts
Alerta devido a grandes acumulados de chuvas nos próximos sete dias

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 47:35


Áreas de MT, GO, TO, MG e ES devem receber entre 100mm e 200mm no período de uma semana

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Bianca Gismonti, la hija de Egberto - 02/12/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 59:36


'Gismonti 70' es el título del disco de la pianista Bianca Gismonti en el que toca obras de su padre, Egberto Gismonti, como 'Sete anéis', 'Palhaço', 'Sanfona', 'Agua e vinho' o 'Don Quixote'/'Auto retrato'. Canciones de Djavan ('Océano', 'Azul'', 'Capim', 'Beiral') y de Guinga ('Saci') en el disco 'Ventoèla' de la cantante Tatiana Valle y el guitarrista Alberto Capelli. Cierran Gaia Wilmer y Jaques Morelenbaum con 'Queixa' de Caetano Veloso. Escuchar audio

Noticiário Nacional
2h Operação Safra. Sete suspeitos sabem medidas coação no sábado

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 7:09


JORNAL DA RECORD
25/11/2025 | 3ª Edição: Operação em São Paulo combate fabricantes e influenciadores que estimulam a soltura de balões

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 2:52


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Fabricantes de balões e influenciadores digitais foram alvo de uma operação do Ministério Público e da Polícia Militar Ambiental de São Paulo. O objetivo da polícia é desarticular a estrutura da atividade criminosa e evitar a soltura de balões. Foram cumpridos 31 mandados de busca e apreensão na capital e na Grande São Paulo. Os agentes apreenderam 37 balões, 34 explosivos e outros materiais usados na produção; 10 veículos também foram apreendidos. A Justiça determinou a suspensão de contas em redes sociais, usadas pelos suspeitos, para promover e lucrar com a venda de balões. As investigações começaram há seis meses. E ainda: Sete pessoas ficam feridas em incêndio no Ministério da Igualdade Racial em Brasília (DF).

JORNAL DA RECORD
25/11/2025 | 2ª Edição: Moraes determina cumprimento das penas dos sete condenados por envolvimento na trama golpista

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 3:43


Confira nesta edição do JR 24 Horas: O ministro Alexandre de Moraes determinou o cumprimento das penas dos sete condenados por envolvimento na trama golpista. Com o chamado trânsito em julgado, não cabem mais recursos para os condenados. Os generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministros do governo de Jair Bolsonaro, vão ficar presos no Comando Militar do Planalto. O ministro Alexandre de Moraes também declarou o fim do processo do ex-presidente Jair Bolsonaro, Anderson Torres e Alexandre Ramagem, que está fora do país e é considerado foragido. Bolsonaro vai seguir preso na sede da Polícia Federal, onde recebeu visitas separadas dos filhos Flávio e Carlos nesta terça-feira (25). E ainda: Sobe para 11 o número de cidades em emergência por causa da chuva em Santa Catarina.

SBS Portuguese - SBS em Português
Notícias da Austrália e do Mundo | Segunda-feira, 10 de novembro

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 7:14


COP30: O que esperar da Conferência do Clima que começa hoje em Belém? Impasse nas negociações sobre as alterações ao apoio destinado a crianças com autismo. Sete pessoas morreram e centenas estão desaparecidas após um barco com cerca de 300 passageiros ter naufragado perto da fronteira entre a Tailândia e a Malásia. John Laws, locutor controverso da rádio australiana, morreu este domingo, aos 90 anos.

Kellen Severo Podcast
782. #3em1Agro - 10/11/25

Kellen Severo Podcast

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 2:40


#3em1Agro - confira os destaques desta segunda-feira (10/11/25):➡️ Eleição 2026: Tarcísio é considerado principal nome da direita. ➡️ Sete em cada dez brasileiros não sabem o que é a COP30. ➡️ Preço do diesel tem potencial de subir no Brasil. Saiba qual a estimativa da Abicom!➡️ Relatório do USDA pode surpreender mercado nesta semana. Saiba a razão.

Genial Podcast
Mendonça de Barros, na Conversa com Zé Márcio: "Ajuste fiscal é 'muito pouco provável' c/ reeleição"

Genial Podcast

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 38:50


Na Conversa com Zé Márcio, o economista-chefe da Genial Investimentos, José Márcio Camargo, recebe José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados, para uma análise afiada dos impasses econômicos que desafiam Brasil e mundo. A escalada tarifária nos EUA, o risco de bolha nas gigantes de tecnologia e os dilemas do FED se cruzam com a queda da inflação brasileira, puxada pela supersafra, e o alerta fiscal em ano pré-eleitoral. Um episódio para quem quer entender o que está por trás dos números.DIRETO AO PONTO0:00 — Cartão Black Genial Investimentos0:44 — Apresentação e boas-vindas1:03 — Revisão da política comercial de Trump e do cenário internacional2:49 — Reação do mercado e risco de reajuste dos ativos (Magníficas Sete)4:11 — O impacto do aumento de tarifas na inflação americana6:02 — Contradições na economia dos EUA e o dilema do Fed8:15 — Risco de bolha financeira e ciclos tecnológicos10:22 — Inflação e crescimento: o efeito contraintuitivo das tarifas12:26 — O impulso do setor de tecnologia e o repasse tardio da inflação13:45 — Inflação estrutural e a dificuldade do Banco Central americano15:51 — Sustentabilidade dos valuations do setor de tecnologia (Asset Heavy Status)17:41 — Consequências da desvalorização do dólar para o Brasil19:43 — Fatores de queda da inflação brasileira (externos e internos)21:41 — O efeito da supersafra agrícola na desinflação24:40 — Decisão do Copom e o debate: queda de juros em janeiro ou março?26:42 — Aperto financeiro nas empresas e a crise de RJs no agronegócio28:17 — A grande preocupação com a política fiscal expansionista31:31 — Programas fiscais para 2024 e antecipação da sucessão presidencial33:36 — Cenário pós-eleitoral: dívida elevada e o improvável ajuste fiscal38:04 — Encerramento e agradecimentos

JORNAL DA RECORD
04/11/2025 | 3ª Edição: Mais de 30 suspeitos são presos, na Bahia e no Ceará, em operação contra o Comando Vermelho

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 3:55


Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Polícia Civil prendeu 37 suspeitos de integrar o Comando Vermelho na Bahia e no Ceará. Um homem foi baleado e morreu após resistir a abordagem dos agentes na periferia de Salvador (BA). Outros 37 suspeitos foram presos nos dois estados. E ainda: Sete chefes do Comando Vermelho serão transferidos para presídios federais.

Histórias para ouvir lavando louça
Não cuidei da saúde e infartei durante minhas férias

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Oct 29, 2025 7:46


Vanderlei e a esposa tinham planejado alguns dias de descanso em Fortaleza, mas, no meio de um passeio na praia, ele começou a se sentir muito mal. A vista escureceu, a respiração faltou e a dor no peito se tornou insuportável. A cada passo, ele sentia como se o pulmão fosse esmagado.A esposa correu em busca de ajuda, mas ouviu que ali só havia um pequeno posto de saúde. O hospital mais próximo ficava a quase três horas de distância de onde os dois estavam. No caminho, o braço esquerdo de Vanderlei começou a doer como se estivesse sendo atravessado por um ferro em brasa. O medo maior, no entanto, não era da morte. Era da esposa voltar para casa com ele em um caixão.No hospital, veio a confirmação: Vanderlei tinha sofrido um infarto. As artérias estavam quase totalmente obstruídas. Ele precisou passar por uma cirurgia de cateterismo às pressas. Foram mais de vinte dias internado, entre fisioterapias dolorosas, crises de choro e a sensação constante de que poderia não resistir. Tudo isso longe de casa, já que os dois estavam em Fortaleza, mas moram em São Paulo.O que o manteve de pé foi a presença da esposa. Ele não deixava que ela saísse nem por alguns minutos. Era a mão dela segurando a sua que lhe dava força para enfrentar cada procedimento, cada medo, cada madrugada gelada na UTI de hospital.Sete anos depois, Vanderlei ainda se emociona ao lembrar do que viveu. O infarto deixou cicatrizes físicas e emocionais, mas também mudou como ele enxerga a vida. Hoje, agradece por estar vivo e por ter sua esposa ao lado quando tudo parecia terminar. Ao olhar para trás, Vanderlei vê o quanto negligenciou sua saúde, sem ter uma rotina com alimentação saudável, exercícios e acompanhamento médico, e faz um alerta: saúde em primeiro lugar sempre!A história do Vanderlei é uma parceria do Histórias de ter.a.pia com a Novartis para a campanha #OVilãoDoSeuCoração para conscientização dos perigos do colesterol ruim.Saiba mais sobre o Vilão do Coração em saude.novartis.com.br/vilaodocoracao/#OVilaoDoSeuCoracao #SaúdeCardiovascular #Prevenção #ControleDoColesterol #CuideDoSeuCoração #PubliNovartis BR-36281

Café Belgrado
AS SETE COISAS MAIS NBA DESTE INÍCIO DE TEMPORADA

Café Belgrado

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 93:35


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Choses à Savoir ÉCONOMIE
Pourquoi la Tour Eiffel est-elle dans le rouge ?

Choses à Savoir ÉCONOMIE

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 2:26


Symbole mondial de Paris, la tour Eiffel attire toujours les foules : 6,3 millions de visiteurs en 2024, soit presque son niveau d'avant-crise. Pourtant, derrière cette fréquentation flatteuse, les comptes du monument sont dans le rouge. Selon un rapport de la Chambre régionale des comptes d'Île-de-France, la Société d'exploitation de la tour Eiffel (SETE) affiche des pertes cumulées de 305 millions d'euros entre 2020 et 2024.Des années de crise et un manque à gagner colossalLa pandémie de 2020 a marqué le début de cette descente financière. Les fermetures liées au Covid-19 ont fait plonger les recettes : 52 millions d'euros perdus en 2020, puis 43,8 millions en 2021. Même après la reprise, la fréquentation est restée en dessous des prévisions : 10,6 millions de visiteurs de moins que prévu sur quatre ans, soit 155 millions d'euros envolés rien que sur la billetterie.Un monument qui coûte de plus en plus cherAu-delà du manque de visiteurs, l'entretien du monument s'avère un gouffre financier. La dernière campagne de peinture, qui devait protéger la structure contre la corrosion, a pris 14 ans de retard, entraînant une dégradation accrue du métal et des surcoûts considérables. L'architecte Boris Weliachew explique que la mise en conformité avec les nouvelles normes sur le plomb a encore alourdi la facture.Autre source d'explosion budgétaire : le remplacement de l'ascenseur Nord. Le coût du chantier a « presque doublé » après la découverte de multiples erreurs de conception. Et ces travaux sont indispensables : entre 2016 et 2018, près de 17 % des jours d'ouverture ont été affectés par des pannes ou interruptions.Des coûts salariaux en forte hausseLe rapport épingle aussi la gestion du personnel. Depuis 2020, la masse salariale a grimpé de 31 %, et le salaire moyen de 17 %. La SETE maintient par ailleurs de nombreux postes de caissiers, alors que la vente de billets en ligne s'est généralisée. Les rapporteurs dénoncent un système de primes généreuses, parfois déconnectées des performances réelles.Le président de la SETE se défend : selon lui, la présence humaine reste nécessaire pour fluidifier les files d'attente et améliorer l'expérience des visiteurs.Pour tenter d'enrayer les pertes, la Mairie de Paris a validé en juin 2024 une augmentation de 29 % du prix des billets. L'objectif : générer 139 millions d'euros supplémentaires d'ici 2031, date de fin de la concession.Mais cette mesure suffira-t-elle ? Entre entretien titanesque, coûts de personnel et fréquentation incertaine, la Dame de fer reste, plus que jamais, fragile économiquement malgré son éclat touristique. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.

Martinho Lutero Semblano
Martinho Lutero Semblano - Ló e sete grandes erros na vida ministerial (Conselho, 2025)

Martinho Lutero Semblano

Play Episode Listen Later Oct 20, 2025 38:18


Livro disponível em martinholutero.org/livros. Instagram: @martinholutero

ONU News
Agência Internacional sobre Câncer alerta para riscos do consumo de álcool moderado

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 1:48


Sete tipos da doença estão associados à bebiba que provoca quase 4% de todos os novos casos de câncer no mundo; homens são responsáveis por 78% dessa carga de doenças.

Jogabilidade (Games)
Vértice #487: Hollow Knight: Silksong, 007 First Light, Jogos com Sete e mais!

Jogabilidade (Games)

Play Episode Listen Later Sep 10, 2025 172:58


Nesta semana, mergulhamos em Hollow Knight: Silksong, compartilhando o impacto do lançamento e nossas aventuras iniciais. Também comentamos as novidades de 007: First Light, o segundo cancelamento de Perfect Darkm, o rumores do número sete no Nintendo Direct de setembro e mais! 00:08:08: State of Play de 007 First Light 00:21:00: Jogo do Wolverine será mostrado em breve? 00:30:55: Take Two tentou reviver o projeto de Perfect Dark 00:36:08: Nintendo Direct ainda em SETEmbro? 00:49:44: Hollow Knight: Silksong derrubou todas as lojas online 01:10:21: Hollow Knight: Silksong sofreu review bombing na China 01:24:04: Hollow Knight: Silksong 02:36:54: Perguntas dos ouvintes Contribua | Twitter | YouTube | Twitch | Contato

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Discovering the Southwest of France: Tips and Tales for Travelers, Episode 554

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Play Episode Listen Later Jul 13, 2025 60:49 Transcription Available


In Discovering the Southwest of France: Tips and Tales for Travelers, host Annie Sargent talks with Catherine McMillan about her recent road trip through some of the most beautiful and underrated parts of France. Catherine traveled by car and took her time exploring the Southwest of France. She shares her experience driving from Bordeaux to Arcachon, Cap Ferret, Bayonne, Saint-Jean-de-Luz, Espelette, Sare, Lacanau, and more. Her trip focused on slower travel, scenic drives, good food, and authentic experiences. Annie and Catherine talk about why the Southwest stands out from other parts of France. They share practical tips on navigating small towns, finding great local markets, and making the most of regional specialties. If you're curious about the Basque Country, the Dordogne, or other places tourists sometimes miss, this episode is for you. They also talk about local museums, seasonal travel advice, and why renting a car can be the best way to explore rural France. This episode is full of smart advice and personal stories to help you plan your own French road trip. Subscribe to the Join Us in France Travel Podcast for weekly episodes about travel tips, cultural insights, and unforgettable destinations in France. Whether you're planning your first visit or your tenth, Annie helps you travel smarter and deeper in France. Table of Contents for this Episode [00:00:15] Introduction [00:00:32] Today on the podcast [00:00:55] Podcast supporters [00:01:25] Magazine segment [00:02:21] Annie and Catherine [00:03:42] Planning the Trip: From Consultation to Gratitude [00:05:16] Trip Timeline and Destinations [00:05:58] Renting a Car [00:07:21] Exploring the Southwest of France [00:08:21] Walking Through History: Medieval Villages and Cathar Country [00:10:31] Discovering Plus Beaux Villages [00:17:10]  Musée du Foie Gras [00:17:36] Unique Experiences: Craftsmen and Local Artisans [00:19:39] Gloves Making Experience [00:21:20]  Weaving Basque Fabrics [00:23:31] Unusual and Lesser-Known Museums [00:23:49] Museum of the Oyster [00:24:30] Musee du Tabac [00:25:18]  The Musee de la Mer in Sete [00:26:07]  Vézuna Museum [00:27:04] La Maison Forte de Reignac: A Must-See Historical Site [00:28:43] Exploring a Historic Maison Forte [00:29:42] Discovering the Charm of Bayonne [00:30:43] The Vibrant Les Halles Markets [00:32:11] Adventures in the Basque Country [00:34:56] Aveyron [00:35:39] booking.com [00:37:03] Find Out Where You Can Park Before You Get There [00:38:16] Hiking in the Hautes-Pyrénées [00:40:25] A Visit to Notre-Dame [00:42:20] Reflections on Traveling in France [00:43:59] Mistakes to Avoid [00:45:05] Phone access [00:46:42] The trains in the area [00:50:41] Final Thoughts and Farewell [00:51:29] Thank you Patrons [00:52:36] VoiceMap Reviews [00:53:18] Podcast Listeners Discounts for VoiceMap Tours [00:54:21] Fireworks in Paris [00:54:59] The Bayeux Tapestry Going on Loan [00:55:41] Notre-Dame de Paris Is VERY Popular [00:58:22] Next Week on the Podcast [00:58:41] Copyright More Episodes about the going off the beaten track in France