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Du lundi au vendredi, retrouvez en podcast la chronique de Laurent Gerra sur l'antenne de RTL, il y a 10 ans. Le 27 février 2016, Laurent Gerra imitait Jacques Chirac, Nicolas Sarkozy, Valéry Giscard d'Estaing, Lambert Wilson, Dave et Michel PolnareffHébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Dans l'émission du 26 février, Marc-Antoine Le Bret a imité Nicolas Sarkozy, Julien Lepers, Jean-Marie Bigard, Adil Rami et Roselyne Bachelot. Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Toute cette semaine, le podcast « L'Heure du Monde » interroge les notions de droit qui peuplent les chroniques judiciaires, secouent les débats médiatiques et servent parfois d'étendards politiques. Avec l'aide des avocates pénalistes Margaux Durand-Poincloux et Lorraine Papart, nous explorons ces expressions qui évoluent au fil des affaires et de leurs répercutions médiatiques.Dans ce troisième épisode, plongée dans les débats sur la présomption d'innocence. A entendre certaines prises de position, le respect de la présomption d'innocence serait une obligation autant pour les journalistes que pour les juges. Alors comment expliquer cette confusion, entre le médiatique et le judiciaire ? Que penser de l'expression « tribunal médiatique » ? Le principe de la présomption d'innocence est-il vraiment en danger ?Pour commencer, Franck Johannès, grand reporter au Monde, nous raconte l'affaire du financement libyen de la campagne de Nicolas Sarkozy. L'ancien président s'estime victime d'un complot, fomenté par un supposé « tribunal médiatique ».Un épisode d'Adélaïde Tenaglia. Réalisation : Quentin Tenaud. Présentation et rédaction en chef : Adèle Ponticelli. Nous remercions Franck Johannès pour sa relecture. Dans cet épisode : extrait d'une prise de parole de Nicolas Sarkozy, le 25 septembre 2025 ; d'une interview de Marie Dosé sur France Inter, le 8 février 2025 ; du journal de France 3, le 18 mai 2003.Cet épisode a été publié le 25 février 2026.« Les mots de la justice » est un hors-série de « L'Heure du Monde » en cinq épisodes, diffusés du 23 au 27 février. Demain, dans le quatrième épisode, nous nous demanderons si les responsables politiques sont des justiciables comme les autres.---Abonnez-vous au Monde : https://abo.lemonde.fr/podcastEt réservez vos places pour la soirée des 5 ans de "L'Heure du Monde" : https://ateliers.lemonde.fr/lheure-du-monde/174 Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Ecoutez RTL Midi avec Hortense Crépin du 23 février 2026.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
A Transparência Internacional divulgou recentemente o Índice de Percepção da Corrupção 2025, que coloca a Dinamarca no topo da tabela, com 89 pontos, e o Sudão do Sul na última posição, com apenas nove. A França surge com 66 pontos, numa escala de 0 a 100, o valor mais baixo de sempre desde a criação do índice, em 1995. A descida ocorre após três casos de corrupção de grande impacto mediático que marcaram a actualidade francesa. Para Adriano do Vale, professor de Economia na universidade Poitiers e autor da obra "A Independência dos Bancos Centrais à luz da história, do pensamento e das práticas", o resultado reflecte a percepção que os próprios franceses têm do estado do país. A França surge com 66 pontos, numa escala de 0 a 100, o valor mais baixo de sempre desde a criação do índice, em 1995. Como é que se explica esta tendência? O índice produzido pela Transparência Internacional é, antes de mais, um índice de percepção, que tem como base sondagens, inquéritos de certa forma semelhantes a outros inquéritos e sondagens de opinião. Ou seja, aqui reúnem-se dados sobre a maneira como as populações percepcionam e compreendem estes fenómenos. Daí que a evolução que se regista para a França se deva à maneira como os franceses percepcionam a corrupção no seu país. E isso deve-se apenas a uma questão de percepção, o que tem muito a ver, claro, com a opinião pública, com a opinião publicada e com os acontecimentos recentes em França. A Transparência Internacional cita os escândalos políticos ligados ao ex-Presidente Nicolas Sarkozy, que foi preso 20 dias em Outubro, depois de ter sido considerado culpado de solicitar ilegalmente fundos ao ex-líder líbio Muammar Kadhafi. E um outro caso ainda em julgamento: a líder da extrema-direita, Marine Le Pen, e outros membros do Partido Nacional, que foram considerados culpados, em Março, por desvio de fundos do Parlamento Europeu. De que forma é que estes casos mancham a imagem da França no Índice de Percepção da Corrupção? Em ambos os casos, trata-se de aspectos financeiros, mas que dizem respeito, antes de mais, à vontade dos políticos de acumular poder, de se manterem no poder e de reforçarem as suas posições. Ou seja, uma dinâmica bem interna à política que, apesar de tudo, envolve aspectos que podem ser conotados como sendo de corrupção. No caso do ex-Presidente Sarkozy, neste dossiê líbio, prende-se com a campanha eleitoral, com a vontade de ser eleito e com a necessidade, pelo menos do ponto de vista do candidato, de ter o maior número de recursos, sabendo, claro, que os recursos empregues numa campanha estão relacionados com os resultados eleitorais a obter. E, na altura, ao que se pôde averiguar, houve dinheiro da parte de Kadhafi, da Líbia, que veio para a campanha de Sarkozy. E aqui o que se passa é que estamos a falar de um país e de um líder que eram considerados persona non grata e que estiveram envolvidos, segundo o que foi averiguado, em actividades terroristas. Depois há ainda o caso de Marine Le Pen… No caso de Marine Le Pen, estamos a falar de um outro tipo de benefício: não o de ser eleita, mas, claro, o de acumular poder, de ter vantagem para o partido. Estamos a falar de fundos europeus desviados. Vamos esperar pela decisão final, mas, por enquanto, é essa a leitura da Justiça francesa. Fundos europeus que vêm das contribuições do Estado -porque, sublinhamos, o orçamento europeu é essencialmente composto por contribuições dos Estados -e, neste caso, o partido terá organizado um sistema em que o dinheiro que era dado para os assistentes parlamentares estava a ser, quase na íntegra, canalizado unicamente para a actividade da Frente Nacional em França, segundo a leitura da Justiça. Ou seja, há aqui uma zona algo cinzenta. Nem sempre é fácil definir o que é a actividade francesa de um partido e o que é a actividade europeia de um partido. Mas, neste caso, segundo o ponto de vista da Justiça, não há dúvidas de que essa linha foi transposta, porque esses assistentes parlamentares não trabalhavam para causas europeias. Em Maio, o Senado francês publicou um relatório onde revelou que o Governo encobriu fraudes contra consumidores perpetradas pela gigante alimentar Nestlé, permitindo à empresa utilizar tratamentos proibidos para produzir águas minerais naturais, incluindo a Perrier. Aqui estamos perante um caso que é mais de captura de interesses? Sem dúvida. Aqui, contrariamente aos dois casos anteriores, em que, por mais que haja uma potencialidade de corrupção no caso de Sarkozy e uma dinâmica bem política no outro caso, estamos perante uma interface entre o político e os interesses privados, nomeadamente empresariais. E aqui a análise muda de perspectiva e torna-se claramente uma análise do âmbito da corrupção ou do conflito de interesses. A corrupção é definida, nomeadamente no direito francês, como um processo ou comportamento pelo qual são solicitadas, aceites ou recebidas ofertas, promessas, donativos ou presentes com vista a uma contrapartida, consistente na obtenção de um acto, favor ou vantagem. Ou seja, a corrupção pressupõe uma relação. Neste caso, sendo ainda necessário esclarecer certos aspectos, com ou sem contrapartidas directas, verifica-se a capacidade de interesses privados fazerem valer os seus objectivos, muitas vezes influenciando a não aplicação de normas ou a aprovação de determinadas regulações. O conflito de interesses é uma noção um pouco mais subtil, mas a fronteira aqui também não é fácil de estabelecer. O conflito de interesses é aquele caso em que se pode suspeitar que alguém que tenha um cargo público não esteja a servir o interesse geral, mas sim o seu próprio interesse ou o interesse de um terceiro. E aqui entramos numa zona em que, à partida, não é necessariamente uma mala de dinheiro. A contrapartida pode ser, por exemplo, uma nomeação futura para o sector privado, depois do exercício do cargo público, uma reconversão no sector que foi regulado. Uma facilitação para que determinada pessoa obtenha um cargo? Com certeza. Ou, por exemplo, o facto de Durão Barroso, após ter sido presidente da Comissão Europeia, ter ido para a Goldman Sachs Europa gerou uma grande controvérsia nesse sentido, quanto à reconversão do detentor de cargo público após esse mesmo período de mandato. Pode-se questionar até que ponto esse detentor de cargo público foi íntegro, foi independente. Pode ter havido um pacto de corrupção implícito que tenha estado na base de uma promessa de emprego futuro. E depois o que é que se passa? Há uma troca de favores, de endereços, de contactos, do conhecimento da máquina legislativa, da máquina política, de acesso, etc. E é esse tipo de troca de favores que está em causa. Além disso, chega-se ainda à conclusão de que há falta de recursos e de liderança na luta contra a corrupção. De que forma é que a transparência da vida pública e a regulação económica podem ser importantes na luta contra a corrupção? Estamos a falar aqui da qualidade das políticas públicas. E estamos a falar não só da qualidade no sentido de elas serem eficazes, de atingirem os objectivos que se propõem, sejam eles o desenvolvimento económico, a coesão social e territorial, a luta contra as desigualdades ou a preservação do ambiente. Estamos a falar de atingir os objectivos, ou seja, trata-se da questão da eficácia. Estamos a falar também da questão da eficiência: atingir esses objectivos com o menor custo, com boa gestão dos dinheiros públicos, dos fundos públicos, com qualidade das instituições. Mas eu diria mais: a questão da legitimidade. É aí que a questão se torna mesmo difícil e complicada neste momento para a Europa. Ou seja, quando falta legitimidade à política e às instituições, a democracia está enfraquecida. E aqui combinam-se vários aspectos. Um é o sentimento de impotência, que vem muitas vezes da ideia de que há muita supranacionalidade. No caso europeu, por exemplo, há certos aspectos que não estão na mão dos políticos, nomeadamente em termos de política económica. Faltam ferramentas, mas, no entanto, esses políticos são responsabilizados pelos resultados económicos perante as suas populações. Noutros casos, temos agências independentes, como, por exemplo, o Banco Central Europeu, que é ao mesmo tempo supranacional e independente, mas também uma série de agências a nível nacional que levam à diluição das responsabilidades e dos poderes, o que também não favorece a eficácia da acção pública. Estes comportamentos podem justificar esta estagnação na Europa relativamente à queda dos índices de corrupção? Eu falava da percepção que os franceses têm da política. Vimos há dias um instituto de sondagens a mostrar que só 22% dos franceses têm confiança na política. E estabelecemos a questão do sentimento de impotência: por um lado, as forças da mundialização, a integração económica, as agências independentes, uma democracia que é esvaziada, no fundo, do seu poder e da sua capacidade de transformar a vida real. E depois este sentimento de que a política está ao serviço de certos interesses pessoais, de que os políticos não só governam para si mesmos, em certos casos, mas também governa para servir interesses particulares. E a questão dessa captura pelos interesses privados.
Een jaar geleden gaf bijna niemand nog iets om Emmanuel Macron. Massaal zoemden de geruchten dat hij vervroegd zou moeten aftreden. En nu staat hij weer helemaal overeind en neemt de Veiligheidsconferentie in München op sleeptouw met zijn gedurfde en concrete ambitie voor een onafhankelijk en geopolitiek volwassen Europa. Het kabinet-Jetten kan daar in zijn regeringsverklaring niet omheen. Jaap Jansen en PG Kroeger schetsen het adembenemende parcours van Macron van zijn diepste nederlaag in juni 2024 via een reeks onverwachte experimenten en successen, onverwachte meevallers en toeslaan op het juiste moment naar een renaissance die niemand voor mogelijk hield. Wat belooft zijn laatste jaar als president? Wie volgt hem op? *** Deze aflevering is mede mogelijk gemaakt met donaties van luisteraars die we hiervoor hartelijk danken. Word ook vriend van de show! Heb je belangstelling om in onze podcast te adverteren of ons te sponsoren? Zend ons een mailtje en wij zoeken contact. *** De eerste gok na de verpletterende nederlaag bij de Europese verkiezingen van 2024 was de ontbinding van de Assemblée Nationale en vervroegde parlementsverkiezingen. "Suïcidale!" riepen de commentatoren. Een diep verdeelde Kamer en een wankele middencoalitie à la Rob Jetten was het resultaat. Macron experimenteerde daarin met oude rotten als premier - Michel Barnier, François Bayrou - en met begrotingsvoorstellen die uiteindelijk als compromis nog aangenomen werden ook. Zijn laatste troefkaart - de nieuwe premier Sébastien Lecornu – wist links te splijten en kon de extreme flanken vernederen. Intussen profiteerde Macrons reputatie van een reeks meevallers. De Olympiade in Parijs gaf de gramstorige Fransen ineens onverwacht veel goede zin. De her-inwijding van de Notre Dame was een wereldwijd bewonderd feest dat bewees dat Macron had woord gehouden met zijn belofte de iconische kathedraal te redden en in nieuwe glorie te herstellen. De herverkiezing van Donald Trump maakte hem als anti-Angelsaksische Europese Gaullist weer buitengewoon relevant. Macron is een Baron von Munchhausen die zich aan zijn eigen haren het moeras uit trok. Zijn optreden in München onderstreepte een unieke rol dankzij zijn voorstel - afgestemd met Friedrich Merz - de omvorming van de nucleaire Force de Frappe tot een Europese kernmacht op korte termijn voor te leggen ‘aan enkele andere Europese leiders’. Zijn focus op geopolitiek en Europa bevrijdt hem van bemoeienis met de binnenlandse strijd in zijn laatste jaar in het Élysée. Want iedereen is nu bezig met de vraag 'wie en wat straks?’. Allereerst de achterban van Marine le Pen. Zij staren in een afgrond. Verdedigen zij haar corruptie te lang, dan zijn zij finaal besmet. Dumpen ze haar plotsklaps, dan is burgeroorlog op radicaalrechts onvermijdelijk. Kroonprins Jordan Bardella zit klem en zwabbert. De linkerzijde is verdeeld. Via 'primaries' wil men elan en publiciteit verwerven. Zou de succesvolle Europees lijsttrekker Raphaël Glucksmann die wedstrijd opnieuw weten te winnen? Scheidt radicaal-links onder Jean-Luc Mélenchon zich dan weer af? Macrons beweging is versplinterd en krijgt voornamelijk nog steun van de burgerij van 60 jaar en ouder. Eén kandidaat uit die kring staat niettemin klaar en fier overeind. Oud-premier Edouard Philippe wil graag, maar zal de Rob Jetten der Fransen hem de loef afsnijden? Gabriel Attal is jong genoeg om nu nog te verliezen, maar zijn eerzucht is niet gering. Klassiek, fatsoenlijk rechts ziet kansen bij al deze verdeeldheid. Ruraal, katholiek, bourgeois-suburb en conservatief Frankrijk kan les Républicains weer laten winnen, zoals met Charles de Gaulle, Jacques Chirac en Nicolas Sarkozy bewezen werd. Hun nieuwe partijchef, de 65-jarige Bruno Retailleau, heeft zich formeel gekandideerd. Zijn law & order en behoudend katholieke profiel past bij zijn partij, maar zijn euroscepsis en weinig charismatisch optreden roepen weinig weerklank op. Zou hij in de peilingen blijven steken en afbladderen, dan kon wel eens een veel jongere, even conservatief-katholieke, maar veel dynamischer kandidaat à la Attal zich kunnen presenteren. François-Xavier Bellamy heeft veel ervaring in Europa, is een welbespraakt filosoof. Hij kan Bardella verbaal aan en Glucksmann intellectueel in de ogen kijken. Komt er na Macron een nieuwe jonge generatie aan het roer? *** Verder luisteren Macron en zijn politiek 492 – Macrons Europese atoombom https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/74f5b1d5-4824-482a-a504-704904c8b021 419 - Europa kán sterven - Emmanuel Macrons visie op onze toekomst https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/329dfa50-7d58-4642-b29f-febc346d5a3f 284 - Quatorze Juillet: komt onder Macron een einde aan De Gaulles Vijfde Republiek? https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/5b8ac743-7ba2-44a8-b9b9-55356d361817 Macron herleeft 505 - Donald Trump, een ramp voor Bardella en radicaal-rechts in Europa https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/f0fb8fa8-3cae-401c-8d71-ab5ef4db7f23 484 - Hoe Trump de Europeanen in elkaars armen drijft https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/c725d191-aa05-46ff-946f-de0d951a94ab 427 - Europa wordt een grootmacht en daar moeten we het over hebben https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/84273d61-0203-4764-b876-79a25695bed1 Franse politiek 534 - Nicolas Sarkozy en andere presidenten waar een luchtje aan zit https://omny.fm/shows/betrouwbare-bronnen/534-franse-schandalen-nicolas-sarkozy-en-andere-presidenten-waar-een-luchtje-aan-kleeft 339 – De geopolitiek van de 19e eeuw is terug. De eeuw van Bismarck https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/375b5051-04c8-4181-b31e-56436dfda193 124 - Jacques Delors https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/76440368-b14d-4e31-8f95-fe5c9ee88830 35 - Charles De Gaulle https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/533c3469-6307-4bd8-94fe-5887c342860b 28 - De relatie Nederland-Frankrijk https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/82efc404-4f59-4446-9a04-07c0fd012ed3 *** Tijdlijn 00:00:00 – Deel 1 00:28:40 – Deel 2 00:53:20 – Deel 3 01:22:46 – EindeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Du lundi au vendredi, retrouvez en podcast la chronique de Laurent Gerra sur l'antenne de RTL, il y a 10 ans. Le 12 février 2016, Laurent Gerra imitait Nicolas Sarkozy, François Hollande, Chevallier et Laspalès, Dominique Strauss-Kahn et Jean-Pierre Coffe. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
durée : 00:24:59 - Journal de 18h - Bruno Retailleau rejoint la liste des candidats déclarés à l'élection présidentielle. L'ancien ministre de l'Intérieur défend une candidature axée sur "la fierté française", avec l'espoir de ramener la droite républicaine à l'Elysée, 15 ans après Nicolas Sarkozy.
durée : 00:24:59 - Journal de 18h - Bruno Retailleau rejoint la liste des candidats déclarés à l'élection présidentielle. L'ancien ministre de l'Intérieur défend une candidature axée sur "la fierté française", avec l'espoir de ramener la droite républicaine à l'Élysée, quinze ans après Nicolas Sarkozy.
Since 2015, Lauren Collins, staff writer for the New Yorker, has called Paris home. The author of When in French: Love in a Second Language, Lauren moved from Switzerland to France with her French husband and continues to write for the New Yorker, following in their tradition (which includes writers such as A. J. Liebling, Anthony Bourdain, Calvin Trillin, John McPhee, and Adam Gopnick) of outstanding food writing and reporting on food-related topics.Her articles have ranged from subjects such as the controversial French tacos, spelled with an “s,” even though it's just one; Les Grands Buffets, the all-you-can-eat buffet restaurant that's the hardest reservation in France (in my experience trying, it's the hardest in the world); and the elusive El Mordjene Algerian hazelnut spread, a cult favorite that's nicknamed “beige gold,” which was banned in France.Lauren has also written on the wonders of Japan's fake foods, as well as “Where should I go?” a service that provides Americans and other visitors with “insider” French experiences, such as fulfilling the request of a client who wanted to be invited to a party in a French person's home.Recently Lauren reviewed the just-published memoir of former Président Nicolas Sarkozy's brief time in prison, titled How Nicolas Sarkozy Survived Twenty Days Behind Bars, a book that received a mixed reception in France. In her newsletter Lettre Recommandée, she titled her story The Rush Job Memoir That's Topping the French Charts. Oh, and she got to meet Omar Sy!In the podcast, we discuss how these stories came to be, as well as how things have changed in France since Lauren's moved here, and what it's like being a journalist in France. As I do with Paris-based guests on my podcast, I asked Lauren to share some of her favorite addresses in the city for dining, which she was happy to do.Lauren's recommendations are Le Récamier, Le Soufflé, Chez Carrie, Enni Udon, Magnolia, La Joie, and Rosario, as well as Finkstuebel in Strasbourg. In the podcast, she explains why they are her favorites.Enjoy listening in!-David* Follow Lauren Collins on Instagram* Subscribe to Lauren's newsletter, Lettre Recommandée* Read Lauren's articles in The New Yorker This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit davidlebovitz.substack.com/subscribe
Du lundi au vendredi, retrouvez en podcast la chronique de Laurent Gerra sur l'antenne de RTL, il y a 10 ans. Le 6 février 2016, Laurent Gerra imitait François Hollande, Nicolas Hulot, Nicolas Sarkozy et Philippe de Villiers. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Dans l'émission du 5 février, Marc-Antoine Le Bret a imité Jack Lang, François Bayrou, Nicolas Sarkozy ou encore Nelson Monfort ! Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Aujourd'hui, Emmanuel de Villiers, entrepreneur, Bruno Poncet, cheminot, et Zohra Bitan, fonctionnaire, débattent de l'actualité autour d'Alain Marschall et Olivier Truchot.
Dans l'émission du 5 février, Marc-Antoine Le Bret a imité Jack Lang, François Bayrou, Nicolas Sarkozy ou encore Nelson Monfort ! Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTLHébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
durée : 00:15:13 - Journal de 8 h - Parmi les personnalités françaises qui apparaissent dans les documents de l'affaire Epstein figure Olivier Colom, ex-conseiller diplomatique de Nicolas Sarkozy. Avec l'homme d'affaires américain - mort avant d'avoir pu être jugé pour crimes sexuels - ils échangeaient des emails racistes et sexistes.
durée : 00:15:13 - Journal de 8 h - Parmi les personnalités françaises qui apparaissent dans les documents de l'affaire Epstein figure Olivier Colom, ex-conseiller diplomatique de Nicolas Sarkozy. Avec l'homme d'affaires américain - mort avant d'avoir pu être jugé pour crimes sexuels - ils échangeaient des emails racistes et sexistes.
durée : 00:15:13 - Journal de 8 h - Parmi les personnalités françaises qui apparaissent dans les documents de l'affaire Epstein figure Olivier Colom, ex-conseiller diplomatique de Nicolas Sarkozy. Avec l'homme d'affaires américain - mort avant d'avoir pu être jugé pour crimes sexuels - ils échangeaient des emails racistes et sexistes.
Du lundi au vendredi, retrouvez en podcast la chronique de Laurent Gerra sur l'antenne de RTL, il y a 10 ans. Le 30 janvier 2016, Laurent Gerra imitait Nicolas Sarkozy, Alain Juppé, Laurent Delahousse, Jean-Pierre Pernaut. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Dans l'émission du 27 janvier, Marc-Antoine Le Bret a imité Nicolas Sarkozy, Paul Mirabel, Jeff Tuche et Jean-Claude Van Damme. Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Dans l'émission du 27 janvier, Marc-Antoine Le Bret a imité Nicolas Sarkozy, Paul Mirabel, Jeff Tuche et Jean-Claude Van Damme. Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Du lundi au vendredi, retrouvez en podcast la chronique de Laurent Gerra sur l'antenne de RTL, il y a 10 ans. Le 26 janvier 2016, Laurent Gerra imitait Dave, Nicolas Sarkozy, Marine Le Pen, Marie d'Herbais, Jean-Marie Le Pen, Bertrand Delanoë.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
On l'entend partout sans forcément connaître ses racines. L'expression « union des droites » qui décrit une volonté de rapprochement entre la droite classique et l'extrême droite est une formulation issue du lexique ultra-conservateur. Pensé dans les années 70, le concept trouve de plus en plus de soutiens à droite, notamment Eric Ciotti ou Nicolas Sarkozy. En reprenant les thèmes et les idées de l'extrême droite lorsqu'il était au pouvoir, l'ancien président a contribué à brouiller les limites entre droite et extrême droite. Les élections municipales qui se tiendront au mois de mars pourraient marquer un tournant dans la mise en pratique de ce concept longtemps resté marginal aujourd'hui en passe de devenir réalité. Dans cet épisode de Code Source, on revient sur la signification de cette formule décriée et la tendance politique qu'elle décrit avec Quentin Laurent et Alexandre Sulzer.Écoutez Code source sur toutes les plates-formes audio : Apple Podcast (iPhone, iPad), Amazon Music, Podcast Addict ou Castbox, Deezer, Spotify.Crédits. Direction de la rédaction : Pierre Chausse - Rédacteur en chef : Jules Lavie - Reporter : Barbara Gouy - Production : Thibault Lambert, Clara Garnier-Amouroux et Clémentine Spiler - Réalisation et mixage : Julien Montcouquiol - Musiques : François Clos, Audio Network - Archives : INA. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
durée : 00:02:31 - L'Humeur du matin par Guillaume Erner - par : Guillaume Erner - Emmanuel Macron porte désormais des Ray-Ban miroir façon Top Gun. Le voilà qui rejoint le club très fermé des dirigeants en Ray-Ban, dans une filiation directe avec Nicolas Sarkozy. - réalisation : Félicie Faugère
Du lundi au vendredi, retrouvez en podcast la chronique de Laurent Gerra sur l'antenne de RTL, il y a 10 ans. Le 20 janvier 2016, Laurent Gerra imitait Nicolas Sarkozy, Robert Hossein, Dave, les frères Bogdanov, Valéry Giscard d'Estaing et Dominique Strauss-Kahn.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Vous aimez notre peau de caste ? Soutenez-nous ! https://www.lenouvelespritpublic.fr/abonnementUne émission de Philippe Meyer, enregistrée en public à Sciences Po Paris le 16 janvier 2026.Avec cette semaine :Antoine Foucher, consultant, spécialiste des questions sociales, auteur de Sortir du travail qui ne paie plus.Nicole Gnesotto, vice-présidente de l'Institut Jacques Delors.Marc-Olivier Padis, directeur des études de la fondation Terra Nova.Michaela Wiegel, correspondante à Paris de la Frankfurter Allgemeine Zeitung.DE QUOI LE MERCOSUR EST-IL DEVENU LE SYMBOLE ?Après plus de vingt-six ans de négociations, l'accord de libre-échange entre l'Union européenne et quatre pays du Mercosur (Argentine, Brésil, Paraguay, Uruguay) a été approuvé à Bruxelles par les États membres de l'UE à la majorité qualifiée, le 9 janvier. La France s'y est opposée, avec la Pologne, la Hongrie, l'Autriche et l'Irlande. La présidente de la Commission, Ursula von der Leyen, a paraphé samedi le traité au Paraguay. L'accord Mercosur, n'est pas un accord agricole mais un accord global où l'UE a beaucoup à gagner dans le secteur des biens industriels et des services actuellement très protégé, tandis que certains pays craignent la concurrence dans les domaines agricoles les plus sensibles de l'UE : le bœuf, la volaille et le sucre.Le débat franco-français sur le Mercosur reflète des intérêts divergents et s'inscrit dans une crise plus large de l'agriculture française. Parmi les pro-Mercosur la filière des vins et des spiritueux, l'un des piliers de la puissance française agricole à l'export avec 15,6 milliards d'euros expédiés en 2024. Avec eux, les producteurs et industriels du lait, qui trouvent des avantages à l'accord. En tête des adversaires, les éleveurs de bovins, de volaille et les betteraviers. Première puissance agricole de l'UE, la France est enlisée dans une « colère des agriculteurs » qui revient par vagues incessantes. Pourtant, l'International Trade Center indique qu'« en 2024, la France a exporté 7 milliards d'euros de marchandises vers les pays du Mercosur, soit environ 1,2% des exportations totales, et a importé un peu plus de 3 milliards d'euros de marchandises, soit environ 0,5% des importations totales. » Toutefois, si l'impact macroéconomique de ce traité avec le Mercosur ne devrait pas peser très fort, il est éminemment symbolique.Pour Jean-Luc Demarty, ancien Directeur général du Commerce extérieur de la Commission européenne, « en réalité le Mercosur est devenu le bouc émissaire des problèmes de compétitivité de l'agriculture française, qui se jouent essentiellement à l'intérieur de l'UE. Entre 2010 et 2024 », constate-t-il, « le revenu agricole ne progresse que de 15% en France contre 77% en moyenne européenne, 170% en Italie, 86% en Pologne et 79% en Espagne. » Selon lui, les chiffres montrent sans ambigüité que « cette situation est imputable à la politique agricole et économique nationale, du Grenelle de l'environnement de Nicolas Sarkozy à l'agroécologie de François Hollande poursuivie souvent en pire par Emmanuel Macron ». Excès de normes, surtransposition de normes européennes souvent déjà excessives, bureaucratie, impossibilité de construire ou d'agrandir des bâtiments d'élevage, fiscalité plus élevée, priorité aux exploitations trop petites et limitation de leur taille, coût du travail en particulier pour les fruits et l'abattage, sont en cause.Dans un monde où Donald Trump se retire de 66 organisations internationales et déclenche une guerre commerciale avec le reste du globe, l'alliance euro-sud-américaine prend une importance géopolitique cruciale.QUI AUX CÔTÉS DE L'IRAN ? La contestation, déclenchée le 28 décembre par les commerçants du grand bazar de Téhéran en raison de la chute vertigineuse du rial, qui a perdu en un an plus de la moitié de sa valeur face au dollar, s'est rapidement étendue à tout le pays et a pris une tournure politique, avec des appels à la chute de la République islamique. L'économie iranienne est minée par les sanctions internationales, ainsi que par des années de mauvaise gouvernance et de corruption endémique. Le dossier nucléaire est dans l'impasse : les négociations sont à l'arrêt depuis plusieurs mois, privant Téhéran de toute perspective de levée des sanctions. Après des menaces répétées de Donald Trump d'intervenir militairement si la répression du mouvement de contestation en Iran se poursuivait – une répression qui aurait fait des centaines voire des milliers de morts selon les ONG -, le régime iranien a riposté lundi en faisant descendre dans les rues des milliers de ses partisans dans la capitale. Selon l'analyste iranien Hamzeh Safavi, une partie des élites du pays réfléchit aux moyens de réorienter le pouvoir vers une ligne plus modérée.Le président américain a promis son aide aux manifestants, mais Washington hésite sur les moyens et l'objectif même d'une intervention. Lundi, la Maison Blanche avait affirmé que la possibilité de frappes aériennes pour mettre fin à la répression était toujours sur la table, mais que la diplomatie demeurait « la première option ». Mardi, le président américain a annoncé le gel de tout contact bilatéral et décrété la mise en place de taxes douanières punitives de 25% contre tout pays commerçant avec l'Iran. Une mesure susceptible de frapper notamment la Chine, principal partenaire commercial de Téhéran. La Chine défendra « résolument » ses intérêts, a répondu Pékin.En Israël, le 5 janvier, la presse a annoncé la validation, par le premier ministre, Benyamin Nétanyahou, et son cabinet de sécurité, d'une opération contre l'Iran baptisée « Iron Strike ». Toutefois, l'État hébreu cherche à éviter toute déclaration qui pourrait offrir au régime des mollahs l'ennemi extérieur dont il a besoin pour se ressouder.L'Union européenne est pour l'instant restée dans le registre de la condamnation évoquant cependant de possibles « nouvelles sanctions » contre Téhéran. Emmanuel Macron, l'Allemand Friedrich Merz et le Britannique Keir Starmer ont appelé les dirigeants iraniens à la « retenue ». Le chancelier est allé un peu plus loin lundi en « condamnant fermement la violence » du régime.Allié de Téhéran, Moscou poursuit sa coopération, notamment militaire, avec Téhéran, mais veille à ne pas sacrifier son rapprochement avec l'Amérique de Donald Trump sur l'autel d'un soutien plus poussé à la République islamique aux abois. En juin dernier déjà, pendant la « guerre des Douze-Jours » entre Israël et l'Iran, Téhéran avait appelé à la rescousse Moscou, qui s'était contenté de bonnes paroles. Cette retenue semble toujours à l'œuvre, côté russe.Chaque semaine, Philippe Meyer anime une conversation d'analyse politique, argumentée et courtoise, sur des thèmes nationaux et internationaux liés à l'actualité. Pour en savoir plus : www.lenouvelespritpublic.frHébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Du lundi au vendredi, retrouvez en podcast la chronique de Laurent Gerra sur l'antenne de RTL, il y a 10 ans. Le 16 janvier 2016, Laurent Gerra imitait Manuel Valls, Nicolas Sarkozy, François Hollande, John Rambo et Jean-Pierre Coffe. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
De jongste premier in onze historie, de eerste vanuit D66. Toch Rob Jetten al een hele tijd een vaste waarde in politiek Den Haag. Jaap Jansen en PG Kroeger verkennen Jettens komende premierschap. Wat neemt hij mee aan ervaring en mentaliteit? Welke risico's bedreigen zijn welslagen? Welke pluspunten en waarschuwingen kan hij ontlenen aan zijn voorgangers in het ambt? Hoe zorgt hij voor profiel in Europa? En werkt hij tijdig aan een opvolger? *** Deze aflevering is mede mogelijk gemaakt met donaties van luisteraars die we hiervoor hartelijk danken. Word ook vriend van de show! Heb je belangstelling om in onze podcast te adverteren of ons te sponsoren? Zend ons een mailtje en wij zoeken contact. *** De grootste inschattingsfout die men kan maken is de veronderstelling dat Jetten een groentje is, een jonkie. Zijn politiek bestuurlijk cv is steviger dan dat van zijn voorgangers Jan Peter Balkenende en Mark Rutte bij hun aantreden. Zijn politieke loopbaan heeft hem door alle wateren gewassen. Van triomfen tot fiasco's, van internationale crises tot lef in campagnes en debatten. Zijn pragmatisme, lenigheid en 'Wille zur Macht' kun je maar beter niet onderschatten. Jettens grootste pluspunt bij zijn start is zijn directe voorganger Dick Schoof. In elk opzicht is hij de contrastfiguur tegenover deze ijdele en onhandige ambtenaar op jaren. Al delen ze wel de hardloophobby. Hij is bovendien ook een jeugdig contrast ten opzichte van zijn voorganger als D66-aanvoerder, Sigrid Kaag. Dit zal hem in Europa en de NAVO direct goed van pas komen. Zeker als Bontenbal en Klaver zo verstandig zijn hem in hun Europese families van EVP en S&D een goede, gedegen entree te gunnen. Zulk krediet helpt bij wederzijds vertrouwen. Grote uitdaging zal zijn hoe het hem lukt zijn partij de rol van leidende club in coalitie en Kamer te laten pakken. D66 begon immers als anti-partij tegen het establishment en de polder en verkeerde regelmatig in politieke doodsnood. Jetten zal hier allereerst zelf zijn partij op sleeptouw moeten nemen, geholpen door een krachtige partijvoorzitter en een 'chief whip'. Rolmodellen uit de D66-historie heeft Jetten voor zijn nieuwe functie niet. Voor de cruciale kenmerken van een succesvol premierschap en leiderschap kan hij van voorgangers uit alle politieke tradities veel leren. Soms onverwachte lessen. Verrassen bij je start kan hij afkijken van de liberaal Johan Rudolf Thorbecke en de christendemocraat Ruud Lubbers. Ver vooruit durven kijken kan hij leren van socialist Willem Drees en partijloze premier Pieter Cort van der Linden. Bij Dries van Agt, Balkenende en Rutte kan hij opdoen hoe essentieel het is dat hij snel een maatje vindt op het hoogste niveau in Europa. Wie zal zijn 'Mutti' worden (Angela Merkel voor Rutte)? De extraverte 'Sarko' (Nicolas Sarkozy voor Balkenende)? Of zijn 'Macher’ in de strijd zoals Helmut Schmidt voor Van Agt? Crisisbestendigheid hoeft Jetten niet te leren. Als jong minister werd hij meteen in het diepe gegooid door Poetins oorlog en de gevolgen daarvan voor energie, economie en welvaart. Joop den Uyl, Van Agt en Rutte kan hij als voorbeelden nemen op dat terrein. Zij moesten een oliecrisis, terreuraanslagen en een pandemie het hoofdbieden. Cruciaal is dat burgers in een nieuwe premier merken dat hij geen diva is. Ingetogenheid, toewijding en werklust worden gewaardeerd. Piet de Jong, Lubbers en Drees zijn hier exemplarisch. De eenvoudige humor van De Jong zou voor Jetten een prachtige kers op de taart zijn. Blijf als premier maar liever weg bij klatergoud en 'talkshows'. Vermijd de gêne van 'Ome Joop' in de André van Duin Show of Rutte in VI. Belangrijk zijn de lessen van voorgangers voor twee essentiële relaties. Ten eerste die met het Koningshuis. Drees en Den Uyl laten zien hoe wezenlijk het is respectvol en loyaal te zijn, maar altijd alert dat hún problemen of uitglijers niet de jouwe worden. Lubbers en Balkenende moesten meemaken dat je hier al snel ook zelf in perikelen terecht kunt komen. En op dankbaarheid hoeft een premier nooit te rekenen. De tweede essentiële relatie is die met jezelf. Een premier kan ongemerkt vereenzamen. Thorbecke en Lubbers zijn daar aangrijpende voorbeelden van. Ook voor Jetten zal in dat opzicht de vraag zijn: wie is mijn Jan de Koning? En: verken ik tijdig mijn opvolging? Rutte en Den Uyl zijn daarbij waarschuwingen uit eerdere periodes. Welke risico's zal premier Jetten onder ogen moeten zien? Allereerst die van elke minderheidsconstructie. De maakt immers gedogers oppermachtig. Jetten gaat nu doen wat Pieter Omtzigt wilde. Beseft hij dit? Realiseert hij zich dat Jesse Klaver en Joost Eerdmans - als ze zich goede machiavellisten tonen - elkaar het balletje zullen toespelen om de premier maximaal te laten zweten? In de nieuwe coalitie is één partij Jettens grootste onzekerheidsfactor. Het CDA. De kleinste partij in het verbond staat tegenover een dominant liberaal blok. Bontenbal ziet zichzelf als een winnaar. Die winst zal hij willen verzilveren, ten koste dus van de paars-seculiere ideologie waarin VVD en D66 al eerder hebben samengewerkt. Het CDA kon daarom zich weleens profileren als nadrukkelijk sociale factor tegenover de liberalen en als rem bij al te gretige hervormingen in de medisch-ethische sfeer. Rob Jetten zal zich hoe dan ook Michael Corleone’s motto eigen moeten maken: Keep your friends close, but your enemies closer. *** Verder lezen PG Kroeger – Tand des Tijds *** Verder kijken Kijk in de Ziel, de Premiers *** Verder luisteren Jetten in Betrouwbare Bronnen 369 - Rob Jetten wil een ideeënstrijd rond het midden en een lossere verhouding tussen Kamer en kabinet https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/6c04c7bb-7d1d-4ad4-9e18-39750951de37 27 - Rob Jetten (D66) wil muren slopen https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/65595e06-8398-41d3-ba4a-38318beca665 Jetten en zijn partij 12 - Troost voor Rob Jetten https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/d7db8e77-5a8b-4f87-88f6-a193f8512554 161 - Hans van Mierlo, een politieke popster https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/971dca8a-af1b-4e9e-88c6-df5df95d49d2 Rolmodellen en waarschuwingen 550 - Dick Schoof, een premier om van te leren https://omny.fm/shows/betrouwbare-bronnen/550-dick-schoof-een-premier-om-van-te-leren?in_playlist=podcast 461 - Ruud Lubbers zag het een slag anders https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/c2c97419-89bc-4f85-8316-58d1bee4efcf 64 - Wim Kok, een leven op eigen kracht - gesprek met biograaf Marnix Krop https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/44962077-a973-4459-969c-812d1efac686 401 - Adieu Dries! https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/fde60cff-8fff-4be3-8a12-f8ba3ad9446e 274 - Thorbecke, denker en doener https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/9fe72827-e9eb-4e1c-b370-f19c520e353a 351 - Politiek als hartstocht: drie jonge bewindslieden uit het kabinet-Den Uyl vijftig jaar later https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/4503ee74-f481-4818-a08e-8c0711561424 443 – Negen premiers en een explosief Oranjehuis https://art19.com/shows/betrouwbare-bronnen/episodes/9913cb5e-ccb4-4c9c-8b4a-811736125db *** Tijdlijn 00:00:00 – Deel 1 00:41:55 – Deel 2 01:09:32 – Deel 3 01:49:10 – Einde See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dans l'émission du 15 janvier, Marc-Antoine Le Bret a imité Emmanuel Macron, Nicolas Sarkozy, Jean-Marc Morandini, Arielle Dombasle et Jean-Alphonse Richard. Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Il vient de prendre la direction du PNF, le Parquet national financier, rouage essentiel dans la lutte contre la fraude financière, et au cœur d'une vague de critiques inédites depuis la condamnation de Nicolas Sarkozy en septembre dernier dans l'affaire des financements libyens. Pascal Prache est l'invité de RTL Matin. Ecoutez L'invité RTL de 7h40 avec Thomas Sotto du 12 janvier 2026.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
“La France n'est pas prête pour la dureté et la durée de la guerre”.Depuis 10 ans, le Général Pierre de Villiers alerte sur la nécessité d'augmenter le budget de défense de notre pays.Il dresse aujourd'hui le portrait d'une France faible, fragile, qui en cas de guerre serait incapable de faire face à l'armée d'un État de puissance.Cette conviction, partagée par une partie de l'échiquier politique, est chiffrée, factuelle mais surtout basée sur toute son expérience. Celle d'un homme qui a dédié sa vie à la défense, passé plus de 40 années dans l'armée, et gravi les échelons un à un jusqu'à endosser le prestigieux uniforme de Chef d'État-major des Armées.Fin stratège, Pierre de Villiers a mené des hommes dans les situations les plus extrêmes : lors d'opérations majeures partout dans le monde, dans la lutte antiterroriste et sur tous les fronts où la France est engagée.En 2017, son désaccord avec le président Emmanuel Macron sur l'évolution du budget de l'armée le pousse à démissionner de son poste.Depuis, à travers plusieurs livres best-sellers et ses interventions médiatiques, il alerte sur la situation géopolitique et explique pourquoi nous devrions porter le budget de défense à 100 milliards d'euros par an d'ici 2035.Pierre assure qu'une réforme de l'État est désormais indispensable pour y parvenir.Dans cet épisode, le général Pierre de Villiers se livre sur ses convictions :Ce que dit l'état actuel de l'armée Française sur notre capacité de défensePourquoi il souhaite le retour du septennat et du service militaireCe que l'on doit vraiment attendre de l'EuropePourquoi réintégrer plus de responsabilité dans l'exercice du pouvoir est indispensable pour redresser le paysUn échange franc avec un homme dont la lucidité sur le monde éclaire autant qu'elle effraie.Vous pouvez contacter l'agence Les Rois Mages si vous souhaitez faire intervenir le général de Villiers dans votre entreprise ou organisation.“Pour le succès des armes de la France” est disponible dans toutes les bonnes librairies ou juste ici : https://amzn.to/4pp2jeCTIMELINE:00:00:00 : “Nous sommes à un point de bascule au niveau mondial”00:16:14 : Doit-on s'inquiéter de l'état actuel de l'armée française ?00:27:00 : Vers le retour du service militaire00:34:21 : “Nous n'avons plus de grands stratèges, que des petits tacticiens”00:43:38 : Retrouver la fierté qui mène aux grandes victoires00:55:07 : Un budget de défense à 100 milliards par an d'ici 203501:06:00 : La paix ramollit l'homme01:13:21 : “Il faudra une rupture d'autorité pour que les choses changent”01:23:37 : La place de la religion et de la spiritualité dans l'armée01:30:41 : Les hommes font-ils toujours la guerre ?01:39:51 : Le mythe d'une défense européenne01:52:38 : “Vous pouvez emmener des gens loin, vite, fort, à condition d'être clair”02:04:11 : Rester au contact de la réalité, à tout prixLes anciens épisodes de GDIY mentionnés : #401 - Emmanuel Macron - Président de la République - Les décisions les plus lourdes se prennent seulNous avons parlé de :Nick Houghton, ancien chef d'état-major des armées britanniqueLes accords de Lancaster co-construits par Pierre et NickÉtat des lieux du parc de matériels militaires françaisLes grandes orientations de la programmation militaire jusqu'en 2030L'adoption de la hausse de 6,7 milliards d'euros du budget de la défense par le Sénat en décembre 2025Les “dividendes de la paix” de Laurent FabiusLe général Georgelin, en charge de la reconstruction de Notre-DameLe Livre blanc sur la sécurité et la défense de Nicolas Sarkozy (2008)Article 5 de l'OTANLe char Renault FT 17 qui a fait basculer la guerreOVNI CapitalPodcast OVNI avec Daniel Nef, fondateur de RIFTQu'est-ce que la BITD (Base Industrielle et Technologique de Défense)Les recommandations de lecture :Pour le succès des armes de la France - Pierre de VilliersHeureux les artisans de Paix ! - Pierre de VilliersParoles d'honneur : Lettres à la jeunesse - Pierre de VilliersQu'est-ce qu'un chef ? - Pierre de VilliersServir - Pierre de VilliersQuand la Chine s'éveillera... Le monde tremblera - Alain PeyrefitteLa médiacratie - François-Henri de VirieuVers la guerre ? - Sébastien LecornuL'art de la guerre - Sun TzuLe déclin du courage - Alexandre SoljenitsyneLe mage du Kremlin - Giuliano da EmpoliLe rôle social de l'Officier - Hubert LyauteyVous souhaitez sponsoriser Génération Do It Yourself ou nous proposer un partenariat ?Contactez mon label Orso Media via ce formulaire.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Ce vendredi 9 janvier 2026, Laurent Gerra a imité Enrico Macias, Nicolas Sarkozy, Jean Lassalle et André Manoukian. Tous les jours, retrouvez le meilleur de Laurent Gerra en podcast sur RTL.fr, l'application et toutes vos plateformes.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Ce jeudi 8 janvier 2026, Laurent Gerra a imité Nicolas Sarkozy, Michel Houellebecq, Eddy Mitchell, Julien Lepers et Patrick Sébastien Tous les jours, retrouvez le meilleur de Laurent Gerra en podcast sur RTL.fr, l'application et toutes vos plateformes. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Dans l'émission du 5 janvier, Marc-Antoine Le Bret a imité Nicolas Sarkozy, Jeff Tuche, Chantal Ladesou, Patrick Sébastien, Jean Lassalle et Fabrizio Bucella. Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Du lundi au vendredi, retrouvez en podcast la chronique de Laurent Gerra sur l'antenne de RTL, il y a 10 ans. Le 5 janvier 2016, Laurent Gerra imitait Nicolas Sarkozy, Haroun Tazieff ou encore Gérard Holtz.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Le maire de Béziers, Robert Ménard est resté pour écouter les blagues de l'humoriste. Et le livre de Nicolas Sarkozy, « Le journal d'un prisonnier » cartonne dans les librairies. Ecoutez L'oeil de Philippe Caverivière du 01 janvier 2026.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Du lundi au vendredi, retrouvez en podcast la chronique de Laurent Gerra sur l'antenne de RTL, il y a 10 ans. Le 30 décembre 2015, Laurent Gerra imitait Pierre Bellemare, Jack Lang ou encore Nicolas Sarkozy.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Du lundi au vendredi, retrouvez en podcast la chronique de Laurent Gerra sur l'antenne de RTL, il y a 10 ans. Le 24 décembre 2015, Laurent Gerra imitait Nicolas Sarkozy, Jean-Pierre Coffe ou encore Dick Rivers.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Dans l'émission du 22 décembre, Marc-Antoine Le Bret a imité Denis Brogniart, François Hollande, Vincent Cassel, Nicolas Sarkozy et Jean-Marie Bigard. Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Voici l'essentiel sur le nouveau livre de Nicolas Sarkozy, Le Journal d'un prisonnier. Here is the essential information about Nicolas Sarkozy's new book, Le Journal d'un prisonnier (The Diary of a Prisoner).Ce bouquin qui raconte son tout récent séjour en prison est devenu un phénomène d'édition quasi instantané. This book, which recounts his very recent stay in prison, has become an almost instantaneous publishing phenomenon.Les chiffres de vente sont juste incroyables. The sales figures are simply incredible.On parle de près de 100 000 exemplaires vendus en même pas une semaine. We are talking about nearly 100,000 copies sold in less than a week.Ça l'a propulsé directement au numéro 1 des ventes et son éditeur Fayard qualifie ce succès de phénoménal. That propelled it straight to number 1 in sales, and his publisher Fayard describes this success as phenomenal.Le livre, c'est le récit de ses 3 semaines de détention à la prison de la Santé à Paris. The book is the account of his 3 weeks of detention at La Santé prison in Paris.Petit rappel, il a été incarcéré suite à sa condamnation dans ce qu'on appelle l'affaire libyenne. A small reminder, he was incarcerated following his conviction in what is called the Libyan affair.Le timing est parfaitement millimétré. The timing is perfectly measured.L'ouvrage est sorti le 10 décembre, soit à peine 1 mois après sa libération. The book was released on December 10th, barely a month after his release.Et Nicolas Sarkozy lui-même soutient les ventes avec une grosse campagne de dédicaces un peu partout en France. And Nicolas Sarkozy himself supports sales with a big book signing campaign all over France. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Dans l'émission du 18 décembre, Marc-Antoine Le Bret a imité Roselyne Bachelot, Michel Cymes, Nicolas Sarkozy et Jean-Marie Bigard. Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Le retour d'Hector Obalk, Laurent Ruquier qui s'en va en pleine émission, Nicolas Sarkozy bientôt de retour en prison... Retrouvez dans ce podcast le meilleur de l'émission du jeudi 18 décembre 2025. Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Dans l'émission du 16 décembre, Marc-Antoine Le Bret a imité Nicolas Sarkozy, Guillaume Pley, Didier Deschamps, Patrick Bruel, Renaud et Raphael Mezrahi, . Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Les aventures de Jeanfi Janssens en avion, Bob l'Eponge qui débarque dans le studio, Nicolas Sarkozy en interview... Retrouvez dans ce podcast le meilleur de l'émission du mardi 16 décembre 2025. Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Dans l'émission du 15 décembre, Marc-Antoine Le Bret a imité Nicolas Sarkozy, Marine Le Pen, Laeticia Hallyday, Jean Lassalle et Adil Rami. Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
US forces have seized an oil tanker off the coast of Venezuela amid escalating tensions. President Trump said it was done for "very good reason" but Caracas accused Washington of "blatant theft" and "international piracy". Also: María Corina Machado arrives in Norway for her Nobel Peace Prize; the latest on Ukraine peace talks; we hear from Palestinians as severe storms hit Gaza; scientists shed light on the discovery of fire; Nicolas Sarkozy's new book on his experience in prison; Italian cuisine gets the UNESCO stamp of approval; film critics are panned in the digital age; and would you hand over your social media history for a trip to the US?The Global News Podcast brings you the breaking news you need to hear, as it happens. Listen for the latest headlines and current affairs from around the world. Politics, economics, climate, business, technology, health – we cover it all with expert analysis and insight. Get the news that matters, delivered twice a day on weekdays and daily at weekends, plus special bonus episodes reacting to urgent breaking stories. Follow or subscribe now and never miss a moment. Get in touch: globalpodcast@bbc.co.uk
Dans l'émission du 11 décembre, Marc-Antoine Le Bret a imité Emmanuel Macron, François Hollande, Nicolas Sarkozy, Gilbert Montagné, Marine Le Pen, Stéphane Marie et Jean Lassalle. Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Le retour de Laurence Boccolini, la blague ratée de Laurent Ruquier, les dédicaces du livre de Nicolas Sarkozy... Retrouvez dans ce podcast le meilleur de l'émission du jeudi 11 décembre 2025. Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Dans l'émission du 8 décembre, Marc-Antoine Le Bret a imité Didier Deschamps, Nicolas Sarkozy, Laeticia Hallyday, Edouard Baer et Jean-Marie Bigard. Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Will the recent deadly fire at a housing complex in Hong Kong - and the angry response to it - have an impact on today's elections to the Legislative Council? Also on the programme: a failed coup attempt in the west African country of Benin; we'll be in Syria - a year on from the ousting of the Assad regime - and the prison diaries of Nicolas Sarkozy - written after a mere three weeks behind bars.(Image: A voter checks on the candidates at a polling station in Tai Po during the Legislative Council general election in Hong Kong on December 7, 2025. Credit: Reuters/Lam Yik)
The BBC says it will respond in due course to a threat of legal action over a documentary which misrepresented a speech made by President Trump. The BBC chairman apologised for an "error of judgement" over an edit of comments Mr Trump made to his supporters who stormed the Capitol building in January 2021. Also: the Syrian president, Ahmed al-Sharaa, is in the US to hold talks with President Trump. The BBC has been speaking to minority groups in Syria who say he's failing to protect them. A court in Paris has granted the former French president, Nicolas Sarkozy, early release from jail, just weeks after he started a five-year sentence. The Cop30 summit opens in Brazil, as the host insists the summit must lead to implementation of critical climate change measures. The former South Korean president, Yoon Suk Yeol,is facing new charges, related to his decision to declare emergency martial law in December, 2024. And: A cyber-criminal who spent almost 10 years on the FBI's most wanted list has been speaking to the BBC, in an exclusive interview from prison.The Global News Podcast brings you the breaking news you need to hear, as it happens. Listen for the latest headlines and current affairs from around the world. Politics, economics, climate, business, technology, health – we cover it all with expert analysis and insight. Get the news that matters, delivered twice a day on weekdays and daily at weekends, plus special bonus episodes reacting to urgent breaking stories. Follow or subscribe now and never miss a moment. Get in touch: globalpodcast@bbc.co.uk