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A primeira coisa que chama a atenção nesses primeiros 5 versículos do Salmo 103 é o uso de superlativos: (expressões que intensificam o sentido)• TUDO O QUE HÁ em mim bendiga o seu santo nome. • Não se esqueça DE NEM UM SÓ de seus benefícios.Quem escreveu esse Salmo foi Davi e, nele, Davi convoca a si mesmo para ser grato a Deus!Tudo o que há em mim, diz Davi, bendiga o santo nome de Deus e tudo o que Deus fez e faz precisa ser lembrado!Gratidão é em essência levar a nós mesmos a uma postura em que tudo o que há em nós bendiga a Deus e onde nossa memória está atenta a tudo que Deus fez e faz!Somos seres comunicantes! Fomos feitos para nos relacionar, para não vivermos sós e naturalmente nos tornamos pessoas que buscam várias formas de comunicação.Conversamos com pessoas, conversamos com Deus pela oração, mas o Salmo 103 nos desafia a conversar com a gente mesmo. Davi estabelece um diálogo com sua própria alma, ele fala pra si mesmo: “Bendiga, minha alma, o Senhor”E vai mais além... ele convida todo o seu ser para bendizer o santo Nome do Senhor e à não esquecer de nenhum só de seus benefícios!E eu creio que aqui está algo que precisamos aprender a fazer!Falamos com Deus, falamos com pessoas, mas precisamos também chamar a nossa própria atenção! A gente precisa se conversar!Vivemos em um tempo em que reclamar se tornou quase automático e agradecer, muitas vezes, raro e opcional. Somos rápidos para lembrar do que falta e lentos para reconhecer o que já recebemos. A tendência é a gente se tornar pessoas que se queixam, que são descontentes, insatisfeitas, murmuradoras, mas Deus deseja que sejamos sempre gratos!Davi não estava falando com o público; ele estava falando consigo mesmo. Ele entende que a GRATIDÃO não nasce espontaneamente — ela PRECISA SER CULTIVADA. E precisa ser uma ordem que vem de dentro de nós!Este salmo nos ensina que uma vida de gratidão e louvor começa QUANDO DECIDIMOS LEMBRAR. Lembrar quem Deus é, lembrar do que Ele fez e lembrar de como Ele tem sido fiel ao longo da nossa história. Gratidão não é emoção passageira, não é um surto de reconhecimento, é disciplina espiritual.#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #gratitude #gratidão
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Diretor farmacêutico e treinador de futebol, Bruno Vilarinho fala sobre a humildade cultural necessária para dirigir equipas com gente de 20 países europeus e africanosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ministrada em 16/11/2025
Em Barber Shop Chronicles, o dramaturgo nigeriano-britânico Inua Ellams transforma as barbearias africanas e afro-europeias em verdadeiros teatros do dia-a-dia. De Lagos a Londres, de Kinshasa a Acra, esses barbershops tornam-se bancos de escola onde se aprende a ser homem, confessionários onde se depositam raivas e ternuras, praças públicas onde a palavra circula como uma bola de futebol. A peça esteve em cena no MC93 – Maison de la Culture de Seine-Saint-Denis, em Bobigny, um dos centros teatrais mais importantes da região parisiense. Há lugares onde se corta o cabelo — e outros onde se refaz o mundo. Em Barber Shop Chronicles, o texto é ritmado, cheio de humor e de humanidade. Fala-se de identidade, de masculinidade, de diáspora — mas também de música, de cumplicidade e de alegria partilhada entre homens africanos. Na peça, a barbearia torna-se um espaço de palavra, quase um refúgio. Entre os 12 intérpretes, o actor José Mavà, franco-angolano, dá corpo a várias vozes. RFI: Para si, o que é que um barber shop revela do íntimo masculino, sobretudo em culturas africanas onde, tantas vezes, falar de si é um gesto contido? José Mavà: Vejo os barber shop como um sítio para refúgio, sim. Refúgio esse que muitas vezes não conseguimos encontrar em espaços convencionais e públicos. Existe este lugar e espaço para sermos completamente vulneráveis. O barber shop pode ser um confessionário, a nossa psiquiatria. Podemos aprender filosofia e até mesmo religião numa barber shop ! É interessante como tudo converge dentro deste espaço. Todas as conversas convergem e conseguimos, da mesma forma, ter uma certa dualidade entre o sério e o brincar. RFI: Sente-se esta dualidade ao longo das duas horas desta peça? José Mavà: Sim, certamente. É algo que tentamos sempre partilhar. Lá está, um barber shop é também um local de partilha. RFI: Houve partilha na escrita da dramaturgia, entre os 12 intérpretes em cena e com o dramaturgo? José Mavà: Sim. A versão francesa desta peça foi readaptada para uma realidade francófona e foi feita pelo Junior Mthombeni. Ele é residente na Bélgica e simplesmente pegou no texto original de Inua Ellams. Obviamente que houve adaptações porque deparámo-nos com outras brincadeiras pelo meio, outras nuances, outros ritmos e dinâmicas. Mas a dramaturgia não foi partilhado unicamente pelos directores. Encontrámos sempre uma forma de estarmos na horizontal. Foi uma porta aberta para partilharmos aquilo que sabemos fazer melhor e com isso criar esta adaptação em conjunto que é a Barber Shop Chronicles. RFI: Esta peça tem viajado desde o início de Outubro, como é que tem sido a recepção do público, entre diferentes espaços, na Bélgica, aqui em França? José Mavà: Conseguimos medir isso através do feedback que temos no final. Obviamente que o nosso trabalho enquanto actores é entregar a mensagem e contar a história. Não nos prendemos apenas às reações. Porque cada pessoa digere a informação à sua maneira, não é? Mas devo dizer que todos os sítios são diferentes. Até mesmo cada sessão é diferente, porque é um espectáculo vivo, orgânico, onde procuramos também novas formas de contar a história. Então cada representação é diferente devido ao público, mas nós também nos tornamos diferentes... Isso também dá uma certa magia ao espectáculo. RFI: O José é angolano e esta peça viaja por várias cidades europeias. Falamos de seis pontos geográficos diferentes. Como é que a sua própria história se inscreve nesta geografia da diáspora africana? É curioso que me faça esta pergunta porque é algo que me questiona desde o início. De que forma é que eu, enquanto descendente de pais angolanos e congoleses, tenho essa cultura em mim? Como é que me insiro nesta realidade? E como é que eu moldo esta masculinidade para poder interpretar as personagens que interpreto? E a verdade é que, tendo em conta que todos nós somos homens negros em palco e uma mulher negra, conseguimos então partilhar as mesmas histórias. Chegamos a um ponto no ensaio em realizamos: "o que tu sentes é o que eu sinto, eu também já tive essa experiência antes", então não senti uma alienação. Porque um homem negro é um homem negro e no final do dia é isso que acontece, não é? RFI: Somos o que somos. Este texto joga-se com línguas, com sotaques, com ritmos. Como é que trabalhou essa musicalidade? José Mavà: Trabalhei essa musicalidade com os meus colegas. O elenco é composto por várias nacionalidades: do Senegal, dos Camarões, da Costa do Marfim. Então, o apoio dos meus amigos, dos irmãos e das irmãs que tenho aqui, foi incrível. Houve investimento de todos para que existisse esse grau de rigor e de veracidade nas coisas de que falamos. Depois depende muito das abordagens, não é? Quando eu olho para uma personagem do Senegal, de que forma é que me consigo relacionar com o Senegal? O que torna esta peça rica é também a diferença que existe não só na identidade de cada pessoa, mas também na multiplicidade de culturas que existem no continente africano. E é basicamente nisso que nos fincamos muito. RFI: É isso que gostaria que o público levasse consigo, além, claro, do espetáculo e do que está em cena? José Mavà: Sim, eu gostaria muito que o público nos visse enquanto seres humanos. Somos seres humanos antes de sermos negros. RFI: Ainda há muito trabalho a fazer quanto a isso. José Mavà: Estamos a caminhar... E é essencial que este tipo de trabalho exista. Para que possamos devolver o orgulho e ressignificar a identidade africana, mas também para mostrar que somos humanos. Temos histórias que são universais e pelas quais toda a gente passou, num certo momento. RFI: Quanto à questão do olhar sobre a masculinidade... Pouco se fala de masculinidade e aqui vocês são 11 em palco, e com uma mulher. E a peça acaba precisamente com um diálogo entre um homem e uma mulher. Que mensagem pretendem passar? Que na masculinidade existem mais fragilidades do que se pensa? José Mavà: Quero deixar isso ao critério de quem vê a peça. Mas é algo que pensámos bastante, a forma como a masculinidade é vista... Como disse no início, existem poucos espaços para que o homem, ou a energia masculina possa ser vulnerável. Talvez porque a sociedade tem já definidas as formas como um homem deve ser. Um homem deve ser forte. O homem tem que ser trabalhador. O homem tem que ser o provedor. Mas no final do dia acho que a pergunta é: quem somos nós? RFI: Um homem também pode ser sensível? José Mavà: Claro... Aliás, acho que é a sensibilidade que move, que faz avançar as coisas e a forma como deixamos que estas questões ou dúvidas, medos ou angústias, nos toquem. Estas questões fazem-me sentir sensível. E como é que respondo a essa sensibilidade? E voltamos à mesma pergunta: quem sou eu, quando sinto esta sensibilidade?
Nesta segunda parte da conversa do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a dramaturga, encenadora, atriz, professora, antropóloga, e diretora artística do Teatro do Vestido, Joana Craveiro conta mais sobre as duas viagens que fez até à Cisjordânia ocupada, na Palestina, as histórias que recolheu e os vários horrores do ‘apartheid’ que testemunhou naquele território invadido por Israel. E revela os espetáculos que irá levar a cena a partir das imagens, relatos e impressões que trouxe consigo da Palestina e outros que dizem respeito a uma certa mitologia da nossa própria História e passado. E depois fala do tanto que andou até aqui chegar, revela algumas das músicas que a acompanham, lê vários textos que a atravessam e deixa inúmeras sugestões culturais. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sermão para o XIII Domingo depois de PentecostesPadre Luiz F. Pasquotto, IBP.07/09/2025Capela Nossa Senhora das Dores, Brasília.
Tanya 5 Elul Cap 10 Parte 5 -Por não sermos íntegros precisamos atrair a bondade infinita de Dus
Episódio com o tema "O privilégio de sermos cristãos". Apresentação: Itamir Neves. Texto Bíblico: 1 Pedro 1.1-12 Neste episódio vamos refletir sobre o grande privilégio de sermos cristãos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Feliz é a pessoa que acha a sabedoria e que consegue compreender as coisas, pois isso é melhor do que a prata e tem mais valor do que o ouro.” Provérbios 3:13-14 NTLH Sabia que você pode já ser feliz e nem sabe?O efeito comparativo entre as pessoas, nunca foram tão grande como nos dias atuais. A utilização das redes sociais, fazem com que muitos, a todo momento, se comparem com a vida aparente e perfeita, que todos parecem ter na internet. Com isso, o estado de insatisfação se torna cada vez mais permanente na vida daqueles que se comparam, com aqueles que parecem ser uma vitrine na internet. Sempre encontraremos alguém em situação melhor que a nossa, como também sempre encontraremos alguém em situação pior, o grande ponto, é qual lado vamos escolheremos olhar, o lado da gratidão ou da insatisfação. Ser feliz, não está no ter e nem no fazer, mas simplesmente no ser, quem realmente é, que independe de qualquer tipo de comparação. A sabedoria do homem para ser feliz, está em compreender em quem realmente é, dando valor ao que de fato tem valor. Deus nos criou para Sermos seu filho amado, que buscam sonhos, que é grato pela vida e que enxergam o presente com uma oportunidade de ser feliz. Pensamento do dia: O que faz você ser feliz? Oração: Senhor nos ajude a ter sabedoria, para termos a felicidade de viver como seu filho.Em nome de Jesus, Amém!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo #VoceéFeliz#SejaSabio#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
O SUFICIENTE PARA SERMOS RESTAURADOS. - 20/07/2025 (ENCONTRO DE DOMINGO) - BISPO GERSON CARDOZO
Acho que vou abrir um clube de pessoas que estão sempre com nostalgia dos anos 2000. Quem se junta?
A partir de agora, você pode ter suas dúvidas profissionais respondidas semanalmente no quadro PitStop do Caroneiro. Mande seu drama, dúvida ou pneu furado para esse WhatsApp! a Thais escolherá os melhores todas as semanas para gravar um episódio._______________________________Neste episódio do PitStop do Caroneiro, Thais responde à dúvida do Gabriel, um advogado apaixonado pela profissão, mas que sente que precisa moldar sua personalidade para ser aceito no ambiente jurídico — conservador. Se você também sente que está se apagando para caber, esse episódio é um convite para se reconectar com sua verdade — com estratégia, rede de apoio e coragem.
Na pessoa de Deus, encontramos um Pai: provedor e protetor. Ao mesmo tempo, manifestamos as características desse Pai Santo em nossas vidas.Esse post encontra-se no:TEOmídia Blog - uma preciosa fonte de edificaçãoConfira também:TEOmídia - plataforma gratuita de vídeosTEOmídia Rádio - 24 horas no arTEOmídia Cast - disponível no seu serviço de streaming de música e podcast.Post do TEOmídia Blog recomendado! Tudo passa! A Palavra do Senhor não passará! - https://www.buzzsprout.com/652504/episodes/16302839Podcasts recomendados! Tati e Elas 38 - Masculinidade Segundo as Escrituras - David Willy - https://www.youtube.com/live/JSzykyJGkjA?si=X6AI0JhloHZ2pLIA Vida Pura 26 - Chefes de Família SEM Masculinidade Bíblica - https://www.buzzsprout.com/2251396/episodes/14672019
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Hoje, em nossa reunião das 10hs, fomos ministrados pelos nossos pastores @cleberbarros e @cristhianebarros1Reis 19:12Deus não muda Sua essência, mas a maneira com a qual opera nos homens. Não podemos ser uma geração triunfalista, mas devemos depender totalmente de Deus. Necessário é, pagarmos um preço por aquilo que tem valor!Andar com Yeshua, exige renúncia e sacrifício. Nunca julgue seu irmão, ao invés disso, louve ao SENHOR; pois precisamos aprender a andar em família! Ezequiel 36:26Primeiro DEUS trata nosso coração e emoção, para depois, tratar o nosso espírito. Deus nos perde quando perde o nosso coração. Só há lucidez em nosso espírito, quando despertamos naquilo que precisamos cooperar com o Reino de Deus. O Espírito de Deus, não é empartido com todos! O verdadeiro Evangelho nos cura e liberta, e insere em nós temor. João 14:26O Espírito Santo, quando está em nós, nos valida, e aquilo que professamos, gera vida! Algumas situações são testes do Senhor, para ver se realmente estamos libertos, e se Ele pode nos aprovar. Quando pratico o pecado sem sentir temor, significa que o Espírito Santo, já não age em mim. Pentecostes revela o quanto crescemos, que é quando não trabalho por mim e sim por algo maior! Isto, é o sinal da presença do Espírito Santo em mim, pois estou evidenciando os outros e não a mim mesma, servindo à todos e em todo o tempo! João 16:7-15O Espírito Santo veio após Yeshua ascender ao céus, para convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo, e em Pentecostes, o Espírito Santo vem morar em nós. Que possamos ser aprovados, para sermos habilitados em Shavuot! Vamos juntos!
Estamos inseridos em uma geração autossuficiente. Isso tem levado as pessoas a serem egoístas, egocêntricas e ligadas em status a qualquer custo. Será que temos seguido o caminho deles ou temos seguido na contramão? É sábio seguir os conselhos de homens e mulheres que realmente transmitem Cristo. Pois, diferente do que o mundo diz sobre seguir sozinho e segundo sua própria vontade, a Bíblia nos guia a ser como ovelhas que dependem de um pastor.
Como sermos bons em um Mundo mau
Romanos 12: 1 - 5
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Por que sermos Amigos de Deus | Ap. Wissam Halawi
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
“Todas as vezes que vocês fizeram isso a um desses meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que o fizeram.”
#279 | O Poder se Sermos Filhos | Pr. Heber Teo
#278 | O Poder se Sermos Filhos | Pr. Lucas Teo
Aprofunde sua devoção a Deus em fiel.in/devocionalAlegria em não sermos DeusVersículo do dia: Tributai ao SENHOR, ó famílias dos povos, tributai ao SENHOR glória e força. (Salmo 96.7)Aqui está o que eu penso ser um pouco do que está incluído em uma experiência completa do que o salmista solicita quando diz: “Tributai [ou seja, dai] ao Senhor força”.Primeiro, pela graça divina, atentamos para Deus e vemos que ele é forte. Prestamos atenção à sua força. Então, admitimos a grandeza da sua força. Nós damos a devida consideração ao seu valor.Percebemos que a sua força é maravilhosa. Porém, o que torna esta admiração um tipo de “tributo” de louvor é que estamos especialmente alegres pela grandeza da força ser dele e não nossa.Nós sentimos uma profunda adequação no fato de que ele é infinitamente forte e nós não somos. Adoramos o fato de que isso seja assim. Não invejamos a Deus por sua força. Não somos cobiçosos do seu poder. Estamos cheios de alegria que toda força seja dele.Tudo em nós se alegra em sair e contemplar esse poder, como se tivéssemos chegado à celebração da vitória de um corredor de longa distância que havia nos derrotado na corrida, e perceber ser nossa maior alegria admirar sua força, em vez de nos ressentirmos pela derrota.Encontramos o sentido mais profundo na vida quando nossos corações voluntariamente admiram o poder de Deus, ao invés de nos voltarmos para nos gloriarmos — ou mesmo pensarmos — em nossa própria força. Nós descobrimos algo irresistível: É profundamente satisfatório não ser Deus, e abandonar todos os pensamentos ou desejos de ser Deus.Ao contemplarmos o poder de Deus, surge em nós uma percepção de que Deus criou o universo para isso: Para que pudéssemos ter a experiência supremamente gratificante de não sermos Deus, mas para admirarmos a divindade de Deus — a força de Deus. Nisso se estabelece sobre nós uma satisfação cheia de paz que a admiração do infinito é o fim último de todas as coisas.Nós trememos diante da menor tentação de reivindicar qualquer poder como vindo de nós mesmos. Deus nos fez fracos para nos proteger disso: “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2Coríntios 4.7).Oh, que amor é esse, que Deus nos proteja de substituir as alturas eternas de admirar a sua força pela tentativa fútil de nos vangloriarmos na nossa!--Devocional Alegria Inabalável, por John Piper | Editora Fiel.Conteúdo oferecido em parceria entre Desiring God e Ministério Fiel.
“Feliz é a pessoa que acha a sabedoria e que consegue compreender as coisas, pois isso é melhor do que a prata e tem mais valor do que o ouro.” Provérbios 3:13-14 NTLH Sabia que você pode já ser feliz e nem sabe?O efeito comparativo entre as pessoas, nunca foram tão grande como nos dias atuais. A utilização das redes sociais, fazem com que muitos, a todo momento, se comparem com a vida aparente e perfeita, que todos parecem ter na internet. Com isso, o estado de insatisfação se torna cada vez mais permanente na vida daqueles que se comparam, com aqueles que parecem ser uma vitrine na internet. Sempre encontraremos alguém em situação melhor que a nossa, como também sempre encontraremos alguém em situação pior, o grande ponto, é qual lado vamos escolheremos olhar, o lado da gratidão ou da insatisfação. Ser feliz, não está no ter e nem no fazer, mas simplesmente no ser, quem realmente é, que independe de qualquer tipo de comparação. A sabedoria do homem para ser feliz, está em compreender em quem realmente é, dando valor ao que de fato tem valor. Deus nos criou para Sermos seu filho amado, que buscam sonhos, que é grato pela vida e que enxergam o presente com uma oportunidade de ser feliz. Pensamento do dia: O que faz você ser feliz? Oração: Senhor nos ajude a ter sabedoria, para termos a felicidade de viver como seu filho.Em nome de Jesus, Amém!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo #VoceéFeliz#SejaSabio#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
O PODER DE SERMOS FILHOS DE DEUS - PR BILL by A Igreja
Datafolha: 69% dizem preferir a democracia no Brasil; eram 79% em 2022 https://www1.folha.uol.com.br/poder/2024/12/datafolha-69-dizem-preferir-a-democracia-no-brasil-eram-79-em-2022.shtml O que pensam brasileiros em risco de deportação que apoiam Trump: ‘Acho que ele fará uma boa limpa' https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3z1d0qxn5o is it true that republicans in US say they live in a republic, not in a democracy? https://www.perplexity.ai/search/is-it-true-that-republicans-in-4kdtud3iS_u_pi55kgMJog (via ChatGPT) Charlemagne's Cultural and ... Read more The post como sermos humanos… segundo ChatGPT, os segredos da vida em grupo, Carlos Magno e a invenção da Europa appeared first on radinho de pilha.
Assim como os discípulos pediram a Jesus que os ensinassem a orar, nós clamamos que o Espírito Santo nos ensine a "em TUDO dar graças" (1 Tess 5:18).
uma linda partilha desde o lugar interno certo - o do Coração, com Amor
Funciona mais ou menos assim: se está solteira, não pode exigir muito para não correr o risco de ficar sozinha pra sempre. Se está casada, precisa “suportar” todas as adversidades porque é assim que as relações funcionam e (Deus me livre!) ficar sozinha ou ( ainda pior!) separada. Em todas, precisa se preparar para ser "a escolhida" de alguém. Essa lógica que coloca o relacionamento amoroso no centro das nossas vidas tira muito o foco de tantas outras coisas que podemos viver e experimentar. E disso já falamos aqui. Mas, culturalmente, quais as consequências desse nosso desejo (consciente ou não) de ser a escolhida? Para este episódio, contamos com a presença luxuosa da professora Adriana Ventura (@adrianaventuraoficial), autora do livro As Relações Monogâmicas só Existem na Cabeça da Mulher Apaixonada. Sentiu, só pelo título, que veio aí um papo profundo e daqueles, né? ------------------ APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda ----- O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda. Vamos conversar? Larissa Guerra: @larissavguerra Marina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Como abrir os portões dos céus Rosh Hashaná 5785 --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/rabino-ilan/support
Mais um episódio do Junia na Lata e hoje vamos falar sobre como podemos lidar melhor com as nossas emoções, desafios e sermos pessoas melhores. Compartilho mais sobre inteligência emocional e a importância de sermos pessoas melhores, enxergando aquilo que precisamos melhorar e avançar. Vem comigo!! Não se esqueça de compartilhar e me contar aqui o que você achou.
Mensagem do culto das 10h de domingo (04/08), da Família Jesuscopy, ministrada por Diogo Dantas. Nos siga no instagram: www.instagram.com/familiajesu... Baixe nosso app na Play Store (bityli.com/celularesandroid) ou App Store (bityli.com/iphones : Família Jesuscopy INSCRIÇÃO PARA CAMPUS ONLINE: forms.gle/QrYrdrCs7utLt2Lh6 OUTROS LINKS: Familia Jesuscopy - linktr.ee/familiajesuscopyon QUERO OFERTAR - linktr.ee/familiajesuscopyon
Já Se Faz Tarde
Data: 12/05/2024 Pregador: Paulo Pedro Luvumba Mais informações sobre a Igreja Antioquia: https://linktr.ee/antioquia
Na segunda parte desta conversa, a poeta e historiadora Ana Paula Tavares começa por responder a uma pergunta colocada pelo amigo e escritor angolano Ondjaki. Se pudesse fazer uma pergunta a um dos seus mortos, que pergunta seria? E a quem faria essa pergunta? E, já agora, tem algum grande arrependimento? Há ainda espaço para ouvir alguns poemas de Paula Tavares, para conhecer as músicas que a acompanham e descobrir o que a idade lhe tem ensinado. Que sonhos Ana Paula Tavares ainda tem por cumprir e a que livros e poemas regressa sempre? Escutem-na com tempo. E poesia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Culto de casais // 2a segunda-feira do mês (fevereiro)
"Mas recebereis o Poder do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e SER-ME-EIS TESTEMUNHAS, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da Terra." Atos 1:8
A partir de vários textos do antigo e novo testamento + post que vi no instagram, vamos refletir sobre o processo de sermos melhores a cada dia.
Na segunda parte deste episódio, Diana Niepce abre o livro “Anda, Diana”, um diário de auto-ficção onde narra de forma crua e íntima, e com um humor bastante mordaz, o que passou nos tempos que se seguiram ao seu acidente de 2014. E, ao afirmar-se como um “corpo político”, revela o que espera destas legislativas de 10 de março e o que importa lembrar, melhorar e celebrar nestes 50 anos da nossa democracia. Diana partilha ainda as músicas que a acompanham na vida, na dança ou no duche, e fala de amor, sexo e humor. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esse tema é muito bem-vindo nos tempos atuais, quando há tantas forças que nos levam na direção contrária à da autenticidade. A gente bem sabe como são fortes as pressões para que nos encaixemos em determinados padrões de comportamento, de modo de vida, de estética, de consumo, de sucesso. E tem ainda a questão da comparação social, que sempre existiu, mas se intensificou enormemente com a internet e as redes sociais. Nesse cenário, é possivel ser uma pessoa autêntica? Do que precisamos para isso? Um curso para você encontrar o seu centro no turbilhão da vida:https://www.reginagiannetti.com.br/voce-mais-centradoLivros citados neste episódio:"O mito do normal", de Gabor Maté"O caminho da individuação", de Murray Stein Episódios relacionados: 88. Persona - Como nos apresentamos ao mundo 90. O efeito sombra em nossa vida | Parte 1 91. O efeito sombra em nossa vida | Parte 2 92. O efeito sombra em nossa vida | Parte 3 100. Reflexões sobre o propósito 101. O ego não é um inimigo | Parte 1 102. O ego não é um inimigo | Parte 2 127. Uma jornada de cura interior 140. O curador interno Um curso para você encontrar o seu centro no turbilhão da vida:https://www.reginagiannetti.com.br/voce-mais-centradoSou autora do podcast Autoconsciente, que fala de vida interior para você entender melhor sua mente e emoções. Os vídeos deste canal retratam situações que todos nós vivemos: emoções difíceis, inseguranças, ansiedade, stress, problemas de relacionamento, dificuldades da vida que não sabemos como enfrentar.... Aqui, esses assuntos são tratados de uma forma esclarecedora e acolhedora, com muita empatia. Como costumo dizer, minha intenção é que ao terminar um episódio você se sinta melhor do que quando começou.Acompanhe-me no Instagram pelo perfil @regina.giannetti
Debate da Musical com Pr. Sezar Cavalcante em 16-01-24 Tema: Precisamos do arrependimento para sermos perdoados? Convidados: Pr. Fabiano Faia x Pr. Adriano Nunes http://fmmusical.com.br/
É Coach, Formadora Certificada, e Facilitadora em Projetos Europeus no âmbito da aprendizagem não formal (Learning by Doing).Gosta de desafiar as pessoas a entrar dentro de si e refletir, permitirem-se a ter momentos de pausa, de alinhamento com a sua essência e potencial, com o que é realmente importante para cada um de nós.Diz que é uma aventureira por natureza, gosta de desafios, viajar, correr junto ao mar, de abraçar novas oportunidades, de se lançar no desconhecido em busca de novas experiências.Espero que goste de andar de Caravana que eu neste passeio estou concentrada para lhe roubar tudo o que sabe sobre o que é preciso para sermos felizes.Comigo, Elisabete Reis.Podem seguir a Elisabete Reis: https://www.instagram.com/elisabetereis_coach/Produção e Agenciamento: Draft Media https://www.draftmediaagency.comMerchandising N'A Caravana: https://loja.ritaferroalvim.com/Obrigada a todos meus patronos por me permitirem fazer o que gosto e beneficiarem e acreditarem nos meus projetos. Um agradecimento especial aos patronos Premium: Rossana Oliveira, Mónica Albuquerque, Raquel Garcia, Sofia Salgueiro, Sofia Custódio, Patrícia Francisco, Priscilla, Maria Granel, Margarida Marques, Ana Moura, Rita Teixeira, Ana Reboredo, Rita Cabral, Tânia Nunes, Rita Nobre Luz, Leila Mateus, Bernardo Alvim, Joana Gordalina Figueiredo, Mónica Albuquerque, Rita Pais, Silvia, Raquel Garcia, Mariana Neves, Madalena Beirão, Rita Dantas, Ana Rita Barreiros, Maria Castel-Branco, Filipa Côrte-Real, Margarida Miguel Gomes, Rita Mendes, Rita Fijan Fung, Luísa Serpa Pimentel, Rita P, Mónica Canhoto, Daniela Teixeira, Maria Gaia, Sara Fraga, Cláudia Fonseca, Olga Sakellarides, Rafaela Matos, Ana Ramos, Isabel Duarte, Joana Sotelino, Ana Telles da Silva, Carolina Tomé, Patrícia Dias, Raquel Pirraca, Luisa Almeida, Filipa Roldão, Inês Cancela, Carina Oliveira, Maria Correia de Sá.
Aqui você encontra, em nossos programas, os bastidores do poder e análises exclusivas. Assine o combo O Antagonista + Crusoé https://bit.ly/assineoantagonista Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Você pode entrar em contato conosco pelo e-mail: assinante@oantagonista.com Confira mais notícias em nosso site: https://oantagonista.uol.com.br/ https://crusoe.uol.com.br/ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
O presidente do NOVO, Eduardo Ribeiro, participou hoje do Meio-dia em Brasília para falar sobre as recentes polêmicas envolvendo o partido que nasceu combatendo o uso do fundo partidário e hoje usa em algumas campanhas. Aqui você encontra, em nossos programas, os bastidores do poder e análises exclusivas. Assine o combo O Antagonista + Crusoé https://bit.ly/assineoantagonista Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Você pode entrar em contato conosco pelo e-mail: assinante@oantagonista.com Confira mais notícias em nosso site: https://oantagonista.uol.com.br/ https://crusoe.uol.com.br/ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Por Pr. Douglas Branco. https://bbcst.net/R8449N | 1 João 3:1 #alternativa
No 3.º Domingo do Advento, a Igreja coloca-nos diante da alegria de saber que o Senhor está próximo. Mas está próximo porque Ele mesmo quis livremente vir ao encontro de nossa miséria, para nos libertar da escravidão e nos restituir a liberdade de filhos muito amados. Nesta meditação para o domingo “Gaudete”, Padre Paulo Ricardo reflete sobre estas duas liberdades: a divina, que escolheu morrer por nós, escravos, justamente para redimir a nossa, da qual havíamos abusado pelo pecado. É dessa redenção que nasce a verdadeira alegria cristã.