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Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas do Distrito Federal para compor essa “mesa” de diálogos.Heloisa Lyra BulcãoCenógrafa e figurinista, desde 1982, com atuação em teatro, dança, cinema e exposições. É pesquisadora e professora independente, com 2 pós-doutorados em educação (UERJ/CNPq e UERJ/Faperj) e doutorado em artes cênicas (UNIRIO). Autora dos livros Luiz Carlos Ripper para além da cenografia (FAPERJ, 2014) - indicado a prêmios APTR e Questão de Crítica - e Luiz Carlos Ripper: poesia e subversão (FUNARTE, 2016). Foi uma das curadoras da exposição brasileira na Quadrienal de Praga 2023, que recebeu o prêmio de Melhor Trabalho em Equipe na Mostra dos Países e Regiões. Maria CarmenÉ cenógrafa e figurinista há 53 anos, formada pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Criou cenários e figurinos para mais de 100 peças teatrais e megaespetáculos de rua. Trabalhou no Rio com Aderbal Freire F.º, Cecil Thiré e Domingos de Oliveira, organizou o Departamento de Figurino da TVE e traduziu o livro "Espaço–Teatro" de Bepi Pastore. Especializou-se em arquitetura cênica na Itália, revitalizando 33 teatros históricos. Em Brasília, fundou o NAC, coordenou cursos do ESTEC, projetou o Teatro Goldoni e fundou o Atelier Cenográfico. Atuou como Coordenadora de Difusão Cultural da FUNARTE (2007-2009). Maíra CarvalhoÉ diretora de arte, produtora e pesquisadora desde 2002. Em seu currículo, tem cerca de cinquenta produções de conteúdo audiovisual, dentre longas-metragens, séries, telefilmes, curtas, além de dezenas de produções publicitárias, espetáculos teatrais e cenografias de eventos. Em maio de 2025, foi agraciada com a Sigla da Associação Brasileira de Cinematografia, assinando a partir de então como Maíra Carvalho, ABC.De 2006 a 2015, foi professora de audiovisual e direção de arte em faculdades do DF. É graduada em História e Mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília, especialista em História e Estética do Cinema pela Universidad de Valladolid (Espanha) e em História da Arte pela Faculdade Dulcina de Moraes.É sócia criadora da produtora Quartinho Direções Artísticas e sócia da BRADA (Coletivo de Diretoras de Arte do Brasil) e da API (Associação das Produtoras Independentes) da ABC (Associação Brasileira de Cinematografia).Cyntia CarlaFigurinista, diretora, professora, circense, atriz, cenógrafa e maquiadora. É professora efetiva na UnB- Universidade de Brasília, lecionando disciplinas em diferentes áreas com ênfase em maquiagem e figurino. Graduou-se como bacharel em artes cênicas e é mestra na linha de pesquisa poéticas contemporâneas com a dissertação “O Livro de Lilitt: a construção de um corpo performático”, ambos pela UnB – Universidade de Brasília. Doutora pela Universidade de Lisboa - Doutoramento em Artes (Artes Performativas e da Imagem em Movimento), com a tese “De Ponta-cabeça: Percursos Feministas No Circo”. Como figurinista, cenógrafa e maquiadora atuou principalmente na cidade da Brasília assinando mais de 60 projetos incluindo; dança, cinema, circo, teatro e ópera. Foi integrante e membro fundadora do grupo de teatro-circo “Trupe de Argonautas” no Brasil e do grupo Soul Circus Almada em Portugal.Roustang CarrilhoÉ multiartista, Mestre em Artes Cênicas pela UnB e Técnico em Canto Popular pela Escola de Música de Brasília. Referência como cenógrafo e figurinista no Distrito Federal, reúne mais de 25 anos de atuação em projetos de dança, música, cinema e teatro. Sua pesquisa articula estética, performance e processos colaborativos de criação.Atua também como diretor de palco e ator. Integra a Andaime Cia. de Teatro (desde 2008) e o Coletivo Antônia (desde 2010). Realizou trabalhos em Portugal, Nova York, Chile, México e Praga.
Use o cupom ICONOGRAFIA para garantir até 30%OFFhttps://creators.insiderstore.com.br/ICONOGRAFIA#insiderstore Siga nosso canal de CORTES: https://www.youtube.com/@IconografiadaHistoria-cortesAJUDE-NOS A MANTER O CANAL ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA: Considere apoiar nosso trabalho, participar de sorteios e garantir acesso ao nosso grupo de Whatsapp exclusivo: https://bit.ly/apoiaoidhSe preferir, faz um PIX: https://bit.ly/PIXidhSiga ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialSiga o JOEL PAVIOTTI: https://bit.ly/joelpaviottiApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Adriana de PaulaRevisão: Adriana de PaulaCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Eduardo GoesDireção: Fernando Zeneratto / Joel Paviotti
Há vidas que parecem um plano. E há vidas que são um teste de stress constante. A do Carlos já foi as duas e pagou o preço por cada decisão difícil que tomou.Empreendedor, gestor, mentor, e alguém que já viveu o lado bom e o lado negro de criar negócios, liderar equipas e tomar decisões que mudam vidas. O Carlos tem aquela característica rara: fala dos seus erros com a mesma clareza com que fala dos seus sucessos.Neste episódio, entramos nas escolhas que o fizeram crescer, nas que quase o partiram, e nas que ainda hoje lhe lembram quem não quer voltar a ser. Falamos de dívidas emocionais, de decisões que correram mal, de assumir fragilidades quando todos esperam força, e do que é que verdadeiramente vale a pena construir: empresas, relações ou a própria identidade.Mas aqui está o ponto mais importante:o Carlos reinventou-se. Criou negócios “boring” que hoje lhe dão liberdade financeira, encontrou tempo, o bem mais escasso, e redefiniu o que significa ter sucesso. Hoje está mais alinhado, mais leve e, acima de tudo, mais feliz.Se gostas de conversas fáceis e previsíveis, este episódio não é para ti. Se queres perceber como alguém transforma quedas em direção, dúvidas em clareza e reinvenção em qualidade de vida… então entra no carro.Um podcast de Rodrigo Alfaiate.
O Propósito da Criação: 3 Fatos Essenciais sobre a Origem do MundoGénesis não é apenas história; é a nossa identidade. Moisés revelou a verdade sobre quem é Deus e porque existimos.1. Deus é o Criador Exclusivo:• Ele é eterno ("Eu Sou o que Sou") e transcendente (distinto da Sua criação).• Criou tudo do nada (ex nihilo), apenas pela força da Sua Palavra.• Atenção: Ele não é a natureza; a natureza aponta para Ele!2. Jesus Estava Lá e Sustenta Tudo:• O Novo Testamento revela que Jesus (o Verbo) foi o agente ativo na Criação.• Tudo foi criado por meio Dele e para Ele. Se a criação ainda subsiste e faz sentido, é porque Ele a sustenta (Colossenses 1:17).3. O Propósito Máximo é a Glória de Deus:• Deus não precisava de criar, mas o fez pela Sua graça, com um objetivo.• Desde os céus até à mais pequena criatura, tudo proclama a Sua glória.• O Nosso Papel: Fomos criados para representá-Lo, cultivando e guardando a Sua obra. Só encontramos o sentido pleno da vida ao cumprirmos este propósito.
Heverton Anunciação e Universidade do Consumidor te inspiram a inovar na relação empresa e clientes
Por que o mundo da cobrança é tão odiado, mas tão necessário? Existe experiência eficiente para cobrar? https://youtube.com/shorts/NJ0LC-hzdB0?feature=share
Tem um filme que me marcou muito!Dois homens, já na fase mais experiente da vida, descobrem que estão com câncer. E, diante da finitude, os dois decidem escrever uma pequena lista de coisas que ainda querem viver antes de partir.Em uma das cenas mais marcantes, eles encaram o Everest. Claro, não chegam até o topo. O corpo não deixa. Mas chegam até onde é possível, e ali, naquele pedaço de gelo e silêncio, entendem algo enorme: a vida é curta demais para ser adiada.E é ali que um deles, interpretado pelo Morgan Freeman, conta uma antiga lenda egípcia sobre o momento de entrar no céu.Segundo essa lenda, na porta do céu existe um anjo com uma balança.De um lado, ele coloca os dias em que fomos tristes… e os dias em que fizemos alguém triste.Do outro, os dias em que fomos felizes… e os dias em que fizemos alguém feliz.Só entra no céu quem faz a balança pender para o lado da felicidade.E talvez esse seja o maior propósito de vida que existe:acordar todos os dias e perguntar a nós mesmos: estou criando mais dias felizes ou mais dias tristes?Estou fazendo mais pessoas felizes… ou mais pessoas tristes?Porque, no fim das contas, viver é isso.É desequilibrar a balança, sempre, para o lado da felicidade.
Tem um filme que me marcou muito!Dois homens, já na fase mais experiente da vida, descobrem que estão com câncer. E, diante da finitude, os dois decidem escrever uma pequena lista de coisas que ainda querem viver antes de partir.Em uma das cenas mais marcantes, eles encaram o Everest. Claro, não chegam até o topo. O corpo não deixa. Mas chegam até onde é possível, e ali, naquele pedaço de gelo e silêncio, entendem algo enorme: a vida é curta demais para ser adiada.E é ali que um deles, interpretado pelo Morgan Freeman, conta uma antiga lenda egípcia sobre o momento de entrar no céu.Segundo essa lenda, na porta do céu existe um anjo com uma balança.De um lado, ele coloca os dias em que fomos tristes… e os dias em que fizemos alguém triste.Do outro, os dias em que fomos felizes… e os dias em que fizemos alguém feliz.Só entra no céu quem faz a balança pender para o lado da felicidade.E talvez esse seja o maior propósito de vida que existe:acordar todos os dias e perguntar a nós mesmos: estou criando mais dias felizes ou mais dias tristes?Estou fazendo mais pessoas felizes… ou mais pessoas tristes?Porque, no fim das contas, viver é isso.É desequilibrar a balança, sempre, para o lado da felicidade.
Se procuras uma conversa que te abra os olhos, te provoque e te dê as ferramentas certas para construíres um futuro melhor, quer seja um negócio, uma ideia ou simplesmente uma nova forma de olhar para o mundo, este episódio é para ti.Sentei-me com o Miguel Pina Martins, fundador da Science4You, um dos empreendedores mais marcantes do país, alguém que começou com pouco mais de mil euros e transformou curiosidade, ambição e resiliência numa empresa que hoje já vendeu mais de 150 milhões de €, mas acima de tudo, impacta milhões de crianças e famílias. Mas este episódio vai muito além da história de um caso de sucesso.Falámos sobre a infância, sobre como os traços que trazemos desde pequenos que moldam ou limitam aquilo que nos tornamos. Falámos sobre errar sem medo, sobre falhar sem vergonha e sobre o enorme prejuízo de crescermos numa cultura que associa arriscar a irresponsabilidade. O Miguel trouxe-nos uma visão crua e real da economia portuguesa e do porquê de existir tão pouco espírito empreendedor. Mas não paramos por aqui! Fomos às bases: o ensino, o networking, a política, os programas de incentivo ao investimento e os erros mais comuns de quem está a começar.Este episódio é um guia sem filtros sobre aquilo que ninguém te conta quando decides criar algo teu. Uma conversa prática, inspiradora e transformadora com o incrível Miguel Pina Martins. ENJOY
Episódio do dia 25/11/2025, com o tema " Deus criou o mal?" Apresentação: Itamir Neves, André Castilho e Renata Burjato. Pergunta do dia: Deus criou o mal mas isso não é incompatível com sua bondade ? Redes Sociais Instagram: @rtmbrasil@itabeti@acastilhortm Site: www.rtmbrasil.org.br WhatsApp da RTM - (11) 97418-1456See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi proibida de gerir negócios, viu a sua empresa falir duas vezes, passou por guerras e até teve de vender clandestinamente o seu champanhe. Mas conseguiu dar a volta e criar aquela que é hoje uma das maiores marcas de champanhe do mundo. Conheça a sua história incrível.
Aprenda como escalar um e-commerce com vendas diárias nas redes sociais com Breno Koscky | Kiwicast Ele é especialista em e-commerce e social commerce, com mais de 25 anos de experiência, R$ 8 milhões faturados no digital e mais de 20 mil alunos formados. Com uma operação enxuta e automatizada que faz 6 dígitos todos os meses, ele compartilha neste episódio os bastidores da sua estratégia para vender produtos físicos todos os dias usando as redes sociais. ------------------- O que você vai aprender: - O que é social commerce e como aproveitar esse mercado- Ele criou o Método Bazar Secreto que gera vendasdiárias- Como vender produtos físicos no TikTok e Kwai- O que é estratégia de webnário? Ele é especialista noassunto!- Como se posicionar nas redes sociais para vender todosos dias E muito mais!Aprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
A RTP entrevistou sete candidatos presidenciais à mesma hora. Quais foram mais e menos vistos? Um ranking surpreendente. Sombras e virtudes no duelo entre Marques Mendes e Gouveia e Melo. E ainda a criação do subsídio de refeição e o polémico aumento dos 10 cêntimos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
StoryTalks Café é um podcast sobre comunicação e negócios, apresentado por Bruno Scartozzoni e Paulo Ferreira.Nesse episódio conversamos Felipe Aversa, que conta como criou o império Churrascada.O programa também está disponível em formato vídeo, no nosso canal do YouTube: www.youtube.com/@storytalkscafeEsse é um projeto da StoryTalks, consultoria de narrativa e expressão.
A MULHER QUE CRIOU UM CULTO E ROUBAVA CRIANÇAS | Caso Anne Hamilton #539
Esse é nosso quadro chamado Executive Talks, focado no Igor conversar com executivos fodas de grandes empresas pra que ele se torne um CEO melhor. Nesse episódio, recebemos Alexandre Abramo, que é diretor de desenvolvimento de mercado da HOTMART.
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Diretamente dos Estados Unidos, eu entrevistei Mike Muhney, ele criou o conceito e primeiro software de CRM do Mundo.Assista a integra desta minha entrevista em nosso canal do youtube.. Esta e outras centenas de debates riquíssimos. https://youtube.com/live/j4h2BU_6SFg #atendimentoaocliente #experienciadocliente #inovação #customerexperience #callcenter #crm #ciênciadedados #satisfaçãodocliente #jornadadocliente #consumidor #ouvidoria #marketing #empreendedorismo #vendas #sucessodoocliente
Você não vai apenas entender como a base da democracia americana está sendo abalada, mas como esse movimento impacta o mundo inteiro, inclusive o Brasil. Porque se a liberdade cair nos Estados Unidos…ela cai no mundo inteiro. __________ Liberdade de expressão em xeque: este vídeo investiga como universidades, políticas de DEI, big techs e ambientes acadêmicos nos EUA influenciaram uma cultura de tolerância seletiva e novas formas de censura. A partir de relatos, dados e entrevistas, conectamos mudanças de postura histórica (ACLU, esquerda liberal), a ascensão de teorias acadêmicas (Marcuse, “tolerância repressiva”), o papel de departamentos de Estado/Inteligência, e os efeitos práticos no campus: protestos, disinvites, códigos de fala, “safe spaces” e queda de tolerância ao debate. Também discutimos a percepção de assimetria na aplicação de regras e como isso respinga no Brasil — inclusive no apoio (ou não) à liberdade de expressão.
Neste ano em que são assinalados os 50 anos das independências de Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e de Angola, debruçamo-nos sobre a reflexão que estas celebrações têm ocasionado ao longo das diversas iniciativas que têm sido organizadas nestes últimos meses em Portugal e nos países de África Lusófona. Estas comemorações coincidem, em Portugal, com um momento político de crescente crispação à direita, nomeadamente com a nova lei de nacionalidade que torna mais complexo o acesso à cidadania portuguesa, enquanto nos países de África Lusófona, o balanço dos últimos 50 anos é feito de contrastes, entre as narrativas dominantes e o surgimento de olhares críticos. Foi sobre este momento particular que conversamos com Sheila Khan, socióloga, investigadora e professora na Universidade Lusófona do Porto, especializada nas questões do pós-colonialismo e cidadania no espaço lusófono. Ao considerar que ainda permanece muito por fazer, a estudiosa coloca em destaque o dinamismo das novas gerações dos afro-descendentes em Portugal que têm impulsionado questionamentos e novos ângulos de análise do legado comum de Portugal e África. RFI: Neste ano em que se comemoram os 50 anos das independências de vários países de África Lusófona, em que estado está a reflexão sobre a história colonial em Portugal? Sheila Khan: O estado ainda está muito incompleto, embora já tenhamos muitos avanços. Existem muitos estudiosos que vieram das ex-colónias africanas portuguesas e que fizeram dos seus percursos, quer biográficos, quer académicos, compromissos de memória, de investigação e de uma cidadania maior, isto é, estiveram sempre ligados a partir do espaço português e também europeu. As suas vivências familiares e aos seus países originais, alguns de nascimento, mas outros também de originalidade em termos de família, trouxeram sempre esse pensamento para o seu percurso académico, para a sua investigação, para os seus desafios e também, acima de tudo, para esta interpelação perante vários pactos que são pactos que vão evoluindo ao longo do tempo na sociedade portuguesa. E eu refiro-me aos pactos de silêncio. E era importante aqui sermos muito cuidadosos, porque estes silêncios não foram os mesmos. A sua densidade e a sua especificidade não foi a mesma. Os anos 70 e os anos 80 não são os anos de hoje. Hoje há uma maior visibilidade, uma maior projecção e até um maior espaço de interacção com a esfera pública. Vemos efectivamente várias comemorações. Eu estive recentemente, a semana passada até, na Fundação Calouste Gulbenkian, onde foi organizada pela professora Ana Mafalda Leite e pelo professor Lucílio Manjate, uma iniciativa que foi dedicada aos 50 anos da literatura moçambicana. Isto significa que o espaço público de interacção, de pensamento e de produção do saber histórico entre Portugal e as suas ex-colónias e os legados coloniais tem sido maior e tem sido mais mediatizado e projectado também para fora das academias. E também é preciso não esquecer que nesta janela temporal, que é um caminho também temporal, temos aqui outros sujeitos sociológicos que eu chamaria de sujeitos afro-descendentes diaspórica que são pessoas que ou nasceram em África e vieram de lá muito pequeninos ou então já nasceram aqui, foram formados e educados no espaço português europeu, mas continuam pela partilha e pela relação que têm com os seus familiares, assumem-se como uma espécie de cumpridores e de curadores de uma determinada memória e de um compromisso de memória. E também eles têm feito um trabalho muito importante. Eu chamaria até de vibrante. Neste momento estamos a viver uma altura muito vibrante em termos desta interpelação e destes contributos, vários dos afro-descendentes, interpelando a historicidade portuguesa, interpelando os seus silêncios, interpelando acima de tudo, esta ideia de que a história da democracia portuguesa, tal como a história das independências africanas, tem de ser muito maior, tem que ser muito mais representativa e eles têm um papel a desempenhar na redefinição, na reinterpretação dessas várias histórias. E as manifestações artísticas têm sido infinitamente ricas e infinitamente partilhadas no espaço público. Eu vou citar aqui um exemplo actual, mas é um exemplo que já vem sido construído de uma forma lenta, mas de uma forma robusta e sólida. Começamos lá atrás com o Joaquim Arenas, escritor cabo-verdiano. Depois tivemos, obviamente, o grande "boom" da literatura dos retornados. Tivemos a Isabela Figueiredo e a Dulce Maria Cardoso. Mas, curiosamente, temos aqui um momento excepcional, com várias vozes, nomeadamente a Djamila Pereira de Almeida, a Luísa Semedo, a Gisela Casimiro e hoje temos uma figura que ninguém consegue escapar a ela, que é o Dino D'Santiago, que está a ser uma voz muito representativa dessas outras histórias silenciadas, desses outros pactos de silêncio, quer familiar, quer público, e que estão a vir à superfície da luz e que têm convidado diferentes experiências humanas, sociais e culturais, identitários e geracionais para pensar o estado da arte da maturidade portuguesa e também o estado da arte da maturidade dos países africanos, hoje independentes. Dino D'Santiago, como afro-descendente, tem feito do seu percurso musical também um aqueduto, uma ferramenta de inspiração e de outro tipo de pensamento. Criou uma ópera que é o "Adilson", em que vai efectivamente colocar o dedo em pontos cruciais e que ainda magoam esta ideia de cidadania portuguesa. Portanto, o "Adilson" é a história baseada numa pessoa real que, mesmo tendo crescido e vivido décadas em Portugal, continua sem lhe ser reconhecida a cidadania portuguesa. Mas também agora publicou um livro, "Cicatrizes", que tem percorrido e está a viajar pelo país e está inclusivamente a ser falado, discutido, debatido em pontos importantes e em pontos descentralizados do país. Isto é um caminho lento, mas está a ser um caminho, a meu ver, robusto, sólido e, acima de tudo, um caminho que se espelha nesta ideia de que é preciso que haja uma cidadania representativa, uma cidadania clarividente das muitas histórias dentro das histórias oficiais que estes muitos países ex-colonizados e colonizadores nos quiseram de alguma forma "vender" e de alguma forma manipular as nossas mentes. Acho que este é um momento extraordinário, embora citando Samora Machel, "a luta continua" e vai ter de continuar, porque há muitas questões, muitos assuntos e nós viemos agora com este debate sobre a lei da nacionalidade. Isto vai espicaçar, isto vai magoar, isto vai desafiar muitas sensibilidades, umas que vão no sentido da fraternidade e da hospitalidade e da solidariedade. Mas estamos num contexto que se vai defender essas outras sensibilidades que querem o fechamento, o controlo, a vigilância e, acima de tudo, o discurso da desconfiança, da suspeita e da instabilidade desse outro no tecido social português. RFI: Antes de abordarmos a questão política, queria ainda voltar um pouco atrás. Estava a falar da expressividade das vozes de afro-descendentes na sociedade portuguesa em termos culturais e nomeadamente, na literatura e na música. Qual é essa expressividade numa cultura, digamos assim, mais popular, como, por exemplo, o cinema, as ficções que nós vemos na televisão? Como é que é representado o afro-descendente ou simplesmente a África lusófona? Sheila Khan: Penso que ainda estamos muito aquém daquilo que se poderia falar, de uma representatividade. Nós temos uma representatividade, se me permite, a expressão, muito anoréctica. A RDP África e RDP África efectivamente fazem um trabalho excepcional, assim como a RFI. Em Portugal, os meios de comunicação ainda continuam muito esquecidos ou distraídos desta riqueza sociológica, cultural, identitária e, acima de tudo, geracional. Porque estamos a esquecer que muitos destes contributos que estão a emergir dos afro-descendentes e de gente jovem, embora uma juventude muitas vezes nela já madura, de 30, 40 ou 50 anos, mas a verdade é que os que aparecem é que são nivelados para um estatuto mais visível. São pessoas que já têm uma projecção muitas vezes internacional. Eu falo, por exemplo, dos Calema. Falo, por exemplo, Dino D'Santiago. Falo, por exemplo, da Selma Uamusse. Mas também há muitos outros aqui à volta que têm feito trabalhos muito importantes, mas que não conseguem entrar neste "mainstream". Mas também esse "mainstream" comunicacional ou dos meios de comunicação, também é verdade, não os convida a estar presentes em debates, em espaços de reflexão pública, no espaço da cidadania comunicativa. Portanto, continuamos ainda muito ancorados a meios de comunicação, cujo carácter e personalidade é muito virado para a relação das diásporas africanas e populações africanas. E volto a repetir a RTP África e RDP África. Mas os outros meios de comunicação ainda não têm a representatividade que nos pudesse animar e estimular. Porque, como diz bem o ditado popular "uma andorinha não faz a primavera". Como dizia recentemente numa entrevista o rapper General D, "não é por termos uma pessoa afro-descendente nos partidos políticos principais da sociedade portuguesa que devemos aplaudir e celebrar a representatividade". A representatividade requer uma metodologia da igualdade, de algum equilíbrio na presença daqueles que são convidados a estar para um determinado compromisso, para uma determinada função e papel e, portanto, nos meios de comunicação, neste momento, esse compromisso é ainda muito frágil, muito volátil e, acima de tudo, eu diria profundamente e lamentavelmente desequilibrado. RFI: O que é que diz o momento político que se vive em Portugal sobre o estado da reflexão da sociedade portuguesa relativamente à sua relação com África, com os afro-descendentes e com a sua história comum? Estou a pensar, designadamente naquilo que estava a referir, a lei da nacionalidade, mas também o grau de participação dos afro-descendentes, por exemplo, em termos de candidatos para eleições, etc. Sheila Khan: Este momento político, e ainda bem que faz essa pergunta, porque vivo e habito nesse momento político, como tantos outros de nós, é um momento político que demonstra alguma secura e alguma falta de imaginação sociológica e histórica perante um legado extenso, infinito, de várias narrativas e de várias histórias e, acima de tudo, dos contributos destas antigas colónias e dos contributos das suas populações para a maturidade, para o crescimento de Portugal. E, portanto, eu acho que este contexto político hoje é um contexto que eu não chamaria de "distraído", acho que é muito pouco. Eu chamaria de muito pouco formado eticamente, moral e historicamente mal formado perante estas populações. E esta lei da nacionalidade, que depois põe toda a gente no mesmo saco, demonstra exactamente essa falta de imaginação, de sensibilidade e acima de tudo, de reconhecimento destas populações, porque estamos também armadilhados ou caímos na armadilha de não perceber os muitos "outros" que vêm de diferentes contextos, contextos que nos aproximam, que nos tornam fraternais e contextos que nos distanciam e, portanto, pomos todos no mesmo saco. Nivelamos todas estas pessoas na mesma categoria de "estrangeiro" e "estranho", um "outro" que vem provocar turbulências, instabilidade e insegurança e perdemos um pouco o compromisso perante também aquilo que as instituições nos vêm devolver. É que, estatisticamente, estes "outros" que estão a ser aqui rotulados como agentes potenciais de instabilidade e insegurança têm contribuído para o tecido da Segurança Social. E a pergunta é: como é que um país que se fez a partir de outros países e da relação com outros países -e não foram apenas os países africanos- não consegue hoje compreender e reconhecer esta ideia de que verdadeiramente somos maiores e nobremente maiores, incluindo em nós outras vozes, outras narrativas e reconhecendo-as como nossas. E, portanto, este tipo de contexto político denota, acima de tudo, uma imaturidade. Uma infantilidade histórica. E, finalmente, uma certa arrogância, quase que muito pouco sólida. Porque às vezes há pessoas arrogantes que têm argumentos. Mas esta é uma arrogância pouco fundamentada, pouco estruturada em dados concretos. E depois temos efectivamente, por detrás dos políticos, também temos cidadãos cuja formação e percepção do mundo também não vêm de todo contribuir para esta ideia de uma cidadania maior, muito mais nobre e rica. Bem pelo contrário. É que esquecemo-nos que por detrás dos políticos e por detrás dos governantes, há cidadãos que se formaram, que estudaram, que pertencem a famílias, a grupos e comunidades. E eles trazem também para o espaço da política todas essas percepções, estereótipos, preconceitos que, de alguma forma e infelizmente, porque o contexto também europeu, é o contexto global, assim o favorece. E retomando um pouco a segunda pergunta que me fez, é inevitável a necessidade de uma acção e de um pensamento vibrante, activo, cívico e atento das comunidades afro-descendentes. RFI: Vamos agora fazer um pouco o caminho inverso. Nós falamos do contexto português. Como é que é na África lusófona? Em termos de narrativa, o que é que predomina? Há também essa vitalidade para contar outros lados da história que até agora não tinham sido explorados, pelo menos em Portugal? Sheila Khan: Essa é uma pergunta que se nos liga tanto uns e outros, porque assim como as comunidades diaspóricas e os afro-descendentes e outras populações estão a combater e a refutar e a incomodar a História, também em África o mesmo acontece, nomeadamente na África lusófona, porque nós vemos que, e é preciso não esquecer que o factor demográfico tem aqui uma influência profundíssima e importante, que é os jovens estão a reivindicar a responsabilidade dos seus governantes, porque é preciso não ignorar o seguinte: havia no tempo das independências, a promessa de uma melhoria de vida, de igualdade, de estabilidade, de fraternidade. O que nós vemos nos nossos países lusófonos é que isso não aconteceu e, portanto, tal como estes outros que são os nossos na diáspora, os africanos no continente africano também estão eles a incomodar uma determinada história que foi feita, que é a história de uma determinada hegemonia africana, em que os governantes mantêm-se quase que numa perpetuidade no poder. Basta olhar para Moçambique, para Angola, a Frelimo e o MPLA e, portanto, toda esta cidadania que tem por detrás esta vitalidade de uma demografia jovem está também a incomodar as histórias e as narrativas oficiais destas nações independentes. Basta olhar também para a instabilidade política e não só política que estamos a testemunhar na Guiné-Bissau e com a aproximação das eleições, acho que estamos todos muito preocupados com tudo o que está a acontecer e o que aconteceu recentemente com o ex-presidente da Liga dos Direitos Humanos, que foi espancado, que foi brutalmente violentado. Mas podemos também olhar para outra situação de São Tomé e Príncipe, Cabo Verde. E aqui é importante distinguir isto. Cabo Verde aparece sempre nos rankings internacionais, no que toca a direitos humanos, uma boa governação, é sempre o país da lusofonia que aparece bem melhor. Mas não quero distanciar-me e não quero esquecer a sua pergunta e dizer que, tal como nós, aqui no espaço português e europeu, estamos a querer incomodar a história que traz consigo silêncios, esquecimentos, também os nossos países independentes estão a ser incomodados por esta cidadania activa pró-activa, porque eles também se esqueceram de incluir na história pós-independência muitas outras histórias que foram necessárias, que contribuíram para as independências. Acima de tudo, esqueceram-se dos grandes projectos de igualdade social, igualdade económica e o que nós vemos hoje nos nossos países é o contrário, o oposto de tudo isto que foi prometido e, portanto, de alguma forma, embora com esta distância enormíssima em termos de quilómetros, há uma fraternidade e há uma solidariedade e há uma empatia e uma consciência de ambos os lados. Há a urgência e a premência de incomodar a história e incomodar a hegemonia de uma história que se quer fazer autoritária, que se quer fazer ignorante da diversidade, da riqueza e dos contributos maiores que vêm de uma cidadania representativa e representada no espaço da esfera pública e política destes vários países e diferentes continentes. RFI: Neste ano em que se comemoram os 50 anos das independências de vários países da África lusófona, sente que todas as reflexões que tem havido ao longo destes meses e que ainda vão acontecer até ao final do ano servem para fazer avançar o debate? Sente que há algum contributo maior que emergiu ao longo destes últimos meses? Sheila Khan: Eu penso que as pessoas estão sedentas de debate. As pessoas querem sair dos seus espaços domésticos e estão sedentas de debate. E isso vê-se não só ao nível das redes sociais, mas também se vê ao nível dos múltiplos eventos e actividades que foram feitos. A pergunta é: quantidade e qualidade? Aqui eu vou dizer que sim. Porquê? Porque a qualidade é diversa. Já não estamos fechados num discurso académico. Nestes vários eventos que eu tenho acompanhado, uns à distância e outros presencialmente, o que nós vemos é uma miríade muito rica de gentes de diferentes formações e diferentes enquadramentos. Escritores, investigadores, jornalistas, activistas, pessoas que trabalham para organizações não-governamentais e todos eles acham, e pelo menos é isto que eu tenho sentido e escutado, uma vontade de se ouvirem, de partilhar. Porque as pessoas começam a perceber que sozinhas não vão chegar a lado nenhum e que a solidão não traz contributos a ninguém e que é verdadeiramente importante, à luz daquilo que eu disse, esta ideia de incomodar a história, que é preciso conversar, debater e acima de tudo, trazer para o espaço, para a mesa do diálogo, a presença, muitas vezes ausente de muitas experiências, de muitas narrativas, emoções e memórias que são cruciais para se compreender porque é que as nossas sociedades não evoluem e percebemos isso quando estamos a debater os caminhos da literatura moçambicana. Nós temos ali como convidados não só escritores, mas temos antropólogos, sociólogos, politólogos, pessoas de vários enquadramentos da arte. E, portanto, isso tem um significado muito importante. A diversidade tem de estar presente para a construção de uma maturidade histórica política dos nossos países. E para terminar, dizer que há uma consciência clara, muito bem articulada, que as histórias dos nossos países não são totalmente cumpridas. Se não forem, e se não estiverem entrelaçadas, não há como compreender Portugal sem a sua experiência e todo o seu caminho imperial e colonial. Mas também não há como compreender e enquadrar um conhecimento mais cuidadoso e rigoroso das nossas ex-colónias, se não as relacionarmos com Portugal, porque, efectivamente há uma relação umbilical, histórica, geracional, que se transmite e que circula nos vários meridianos, que é a palavra "legado". Nós estamos constantemente a debater os "legados coloniais", as "heranças coloniais", porque nós ainda não fizemos o luto. E o luto requer conhecimento e requer o entendimento que nós somos múltiplos. Há uma pluralidade e não uma monocultura histórica que nos querem "vender". Nós estamos a incomodar a história refutando essa ideia.
Quem criou o gol de bicicleta? Aposto que você pensou em Leônidas da Silva, não é verdade? Este episódio foi produzido com o apoio da Transamérica.
A vida inteira da Rosany foi marcada por recomeços. Ela sobreviveu ao acidente que levou o pai, a avó e a irmãzinha quando tinha apenas dez anos. Passou um mês em coma, fez nove cirurgias no rosto e cresceu vendo a mãe tentar lidar com a dor tomando calmantes.Aos quinze, engravidou e se casou. Trabalhou sem parar para sustentar as filhas enquanto o marido se perdia no alcoolismo. Até que um dia, depois de mais uma agressão, ela reagiu. Pegou a tábua de passar e quebrou o nariz dele. Era o eco do que o pai dizia: “criei vocês pra não apanhar de homem.”Separada aos 23, Rosany voltou a estudar e decidiu prestar concurso para a Polícia Civil. Passou, enfrentando o preconceito por ser mulher, separada e policial. Na Delegacia da Mulher, encontrou histórias parecidas com a sua e fez delas um propósito. Criou uma brinquedoteca, trouxe psicólogas voluntárias e usava a própria história para encorajar outras mulheres a romper o ciclo da violência.Mas a vida ainda a colocaria à prova. O segundo marido foi assassinado, e ela precisou reerguer as filhas sozinha mais uma vez. Depois veio a pandemia e a Covid, que quase a levou. Entubada por 30 dias, prometeu que, se saísse viva, faria algo com o tempo que lhe restava.Com 60 anos, matriculou-se de novo na faculdade de Direito, o mesmo curso que havia abandonado décadas antes. Rodeada de colegas que poderiam ser seus netos, ela se sentiu acolhida e viva.Rosany diz que todo conhecimento que a gente adquire aqui é pra eternidade. Que a vida pode até nos derrubar, mas nunca é tarde para recomeçar. Se ela conseguiu, você também consegue.
Nascido em Brasília Rodolfo Abrantes foi destaque na cena do Rock brasileiro sendo vocalista da banda Raimundos nos anos 90. Após uma experiência com Deus, decidiu mudar de vida e seguir o evangelismo. Criou a banda Rodox, com foco cristão, mas um tempo depois optou por seguir carreira solo, desde então, atua com entusiasmo no ministério, sem abandonar o evangelismo.
A profissão é antiga. A rotina, intensa. A responsabilidade, enorme. No motor que move o agro, o capataz sempre esteve presente — mas raramente em destaque. Gerson Duarte decidiu mudar essa história. Criado pela avó e iniciado cedo na lida, ele aprendeu com o suor do dia a dia e com os mais velhos que, para fazer a diferença, não bastava apenas força: era preciso dedicação, visão e postura de dono. Com o tempo, percebeu que a falta de preparo técnico, liderança e comunicação no campo afetava não só os resultados da fazenda, mas também o valor do profissional. E decidiu agir. De forma simples e verdadeira, começou a gravar vídeos que mostram, na prática, a rotina e as responsabilidades da função. Com clareza e conteúdo útil, conquistou a atenção de mais de 100 mil seguidores — muitos deles vaqueiros, peões, jovens em busca de uma oportunidade. No universo digital, encontrou uma forma de valorizar a profissão e inspirar quem está na base da operação. Criou conteúdos e organizou cursos virtuais que vêm moldando uma nova geração de profissionais de alta performance — com técnica, atitude e respeito ao campo. Neste episódio, você vai conhecer a história de quem, mesmo sem ter frequentado a escola, tornou-se professor da vida real. Um líder que ensina fazendo — e eleva o nível da lida sem perder a essência do campo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A entrevista de Carlos Moedas à SIC continua a provocar ondas de choque e até o presidente do Conselho Europeu, António Costa, assinou uma nota acusando o autarca de Lisboa de mentir e ofender a memória de Jorge Coelho. Disparar para todo o lado, mesmo com acusações sem adesão à realidade, foi uma estratégia que provocou um efeito bumerangue ou cumpre o duplo propósito de desviar as atenções e mobilizar o seu eleitorado? Neste episódio, conversamos com a coordenadora de política do Expresso, Liliana Valente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Heverton Anunciação e Universidade do Consumidor te inspiram a inovar na relação empresa e clientes
Eu entrevistei Bill Inmon, o pai que criou o conceito de Data Warehouse, que é peça essencial para análise de dados e Inteligência Artificial. Quer assistir inteira? https://youtube.com/live/Jvejm2kX2kE Assista em nosso canal do youtube.. Esta e outras centenas de debates riquíssimos. #atendimentoaocliente #experienciadocliente #inovação #customerexperience #callcenter #crm #ciênciadedados #satisfaçãodocliente #jornadadocliente #consumidor #ouvidoria #marketing #empreendedorismo #vendas #sucessodoocliente
No décimo quinto episódio da nossa série de estudos bíblicos, exploramos um dos temas mais intrigantes das Escrituras: as leis da Bíblia. Por que Deus criou tantas leis? Ainda precisamos obedecer todas elas hoje? E como lidar com mandamentos aparentemente estranhos, como a proibição de roupas com tecido misto? Neste episódio, analisamos o contexto histórico das leis de Israel, comparamos com códigos legais de outras culturas da época, discutimos a escravidão bíblica e a famosa regra “olho por olho”. Descubra como essas leis revelam uma espiritualidade integral, na qual toda a vida — pública, privada, ética e espiritual — está diante de Deus.
Imagine os primeiros seres humanos sobre a face da Terra. Nossos antepassados se encontravam em uma constante luta pela vida, buscando a todo momento comida, abrigo e proteção contra os perigos da natureza. Neste cenário de tantos perigos e preocupações, por que então os primeiros seres humanos criaram religiões? Neste episódio de hoje vamos tentar compreender as raízes antropológicas da religião com o filósofo alemão Ludwig Feuerbach.
Marco Caneira considera que o Benfica conseguiu controlar por completo o jogo e que esteve muito bem na fase ofensiva. O comentador diz ainda que o segundo jogo vai ser mais tático e menos agressivo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A CEO da Mynd e da BillBoard Brasil conta como transformou sua paixão por música e comunicação em um dos maiores negócios do mercado de influência do Brasil. Neste episódio do Do Zero ao Topo, ela revela os bastidores da sua trajetória: das primeiras apostas no digital à construção de um time diverso, com propósito e entrega de resultados. Da amizade com Preta Gil até seu estilo de liderança. Uma conversa sobre erros, acertos, reinvenção e desafios. Faça aqui sua inscrição para a imersão Do Zero ao Topo Xperience: https://bit.ly/3IOkRpc
Caio Júlio César foi um patrício, líder militar e político romano. Desempenhou um papel crítico na transformação da República Romana no Império Romano.Essa é a nossa história de hoje. Se você gostou deixe seu like, faça seu comentário, compartilhe essa biografia com outras pessoas. Vamos incentivar a cultura em nosso pais. Até a próxima história! (Tania Barros)Ajude Tânia a manter o Canal Ativo - PIX: 7296e2d1-e34e-4c2e-b4a0-9ac072720b88 - Seja Membro Youtube á partir de R$1,99 por mês - Projeto Catarse: https://www.catarse.me/loucosporbiografias - Contato: e-mail - taniabarros339@gmail.com
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Alencar Corlaite, especialista em vistoria veicular, empreendedor digital e mentor, que já faturou mais de R$ 2,5 milhões ajudando milhares de pessoas a empreenderem no setor automotivo.Com 5 anos de mercado, 15 mil alunos impactados e um método validado, ele compartilha como transformou dor em missão e criou um ecossistema de negócios com base em um conhecimento técnico que a maioria das pessoas ignora.-------------------O que você vai aprender:- Como começar a transformar conhecimento em negócio digital- Ele criou o Foto Auto para fazer vistoria veicular- Estrutura de conteúdo do infoproduto dele- A primeira experiência de um lançamento- O que uma esteira de produtos deve terE muito mais!Aprenda com quem vive isso na prática! Dá o play e depois comenta aqui: qual foi o maior insight desse episódio?
Fernando Leal da Costa (PSD) recusa culpar diretamente a ministra, Ana Paula Martins. Adalberto Campos Fernandes (PS) pede ao Parlamento que se una para resolver os problemas do SNS.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Começou na publicidade, mas foi o próprio corpo que a chamou para outro caminho.As oscilações de peso, o cansaço, a queda de cabelo — sinais que a levaram a Londres para estudar Nutrição e Naturopatia.Hoje, é especialista em nutrição funcional e saúde holística, apaixonada por encontrar as causas por detrás dos sintomas, conectando corpo, mente e emoções.Criou o curso “30 Dias de Receitas Saudáveis” e dá consultas e workshops presenciais e online, ajudando-nos a reencontrar o equilíbrio e a vitalidade através da alimentação consciente.Hoje, entra n'A Caravana para falarmos sobre como podemos cuidar de nós de dentro para fora, com mais escuta, mais presença e mais verdade.Bem-vinda, Mariana Pessanha. Podem seguir a Mariana em @marianapessanha.nt e a Rita em @ritaferroalvim no instagramPatrocínio:Ultra Suave da Garnier - A hora do Banho.A Hora do Banho chegou com Ultra Suave para transformar a rotina do banho num momento especial mais divertido e em família. Cantem com o Abacate, a Aveia, o Alperce e a Camomila e tornem este momento do dia–a–dia em pura alegria!Ultra Suave, cuida do que é importante.Podes cantar a música aqui: https://www.youtube.com/watch?v=9poK-KGOU50E saber mais da campanha: https://www.garnier.pt/hora-do-banhoPodem seguir @ritaferroalvim no instagramMúsica genérico @luisroquettezizoSupport the show
Alex Collier revela a origem dos reptilianos e porque a Source criou a 12ª Dimensão!
Carolina Patrocínio volta a sentar-se na cadeira do Alta Definição 16 anos depois. ”A essência é a mesma, a ingenuinidade perdeu-se algures, mas a miúda que conheceste nessa altura ainda é a mesma”, diz a apresentadora da SIC ao apresentador, Daniel Oliveira. Escolheu a televisão, o emprego volátil numa família de carreiras tradicionais, e fez as pazes com isso, sem nunca esquecer os piores momentos: ”Criou-se a narrativa de que sou mimada, fundamentalista ou exigente, o que em nada se cola com a pessoa que eu sou. Não sei como, mas em algum momento tornaram isso verdade. É horrível, mas é possível tornar verdade uma coisa que não é”. Oiça aqui a entrevista completa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sim, o mesmo médico que ganhou o prémio Nobel ajudou a criar a papa mais famosa do país. Conheça a incrível história da Cerelac.
O jovem empreendedor vende cafés especiais de pequenos produtores pela internet
Na sua infância, o futebol ocupou grande parte de seus dias, mesmo quando morou na Holanda. Mas foi no hipismo que encontrou seu primeiro grande desafio. Disciplina, precisão e a convivência rotineira com as derrotas moldaram sua mentalidade competitiva. Conquistou títulos expressivos, como o de Campeão GP Indoor Juvenil, Campeão Paulista de Juvenil e terceiro lugar no Campeonato Brasileiro Jr., e almejou uma carreira profissional, mas as escolhas da vida o levaram para outro caminho. Foi estudar Business na Boston Universtiy, mas, depois do primeiro ano, ficou tentado a retornar ao Brasil, onde concluiu o curso na PUC. Ainda muito jovem, foi atraído pelo fascínio dos negócios. O primeiro empreendimento surgiu quase como uma brincadeira adolescente, mas já trazia indícios de um espírito inquieto e de um olhar aguçado para oportunidades. Criou uma empresa que vendia shots de gelatina com vodca, sucesso nas baladas por alguns anos. Depois, passou pelo trading de commodities e por um banco de investimentos, mas seu verdadeiro teste veio aos 23 anos, quando fundou, ao lado de um amigo de infância, uma empresa de entregas de bicicleta. Durante oito anos, a Ecolivery Courrieros foi sua escola, ensinando-o sobre liderança, resiliência e os desafios de transformar uma ideia inovadora em um negócio sustentável. O trabalho tomou o espaço do esporte, e ele se viu estressado, sobrecarregado, longe da energia que sempre o movia. Decidiu então se reconectar e começou a correr. Sem muito treino, participou de sua primeira maratona, que, apesar de não ter sido uma experiência muito boa, foi um passo importante para um novo capítulo em sua vida. A convite de um primo, decidiu desafiar-se no triathlon, onde logo descobriu sua aptidão para as provas de longa distância. Mergulhou de cabeça na modalidade. Após vender sua empresa para um gigante do varejo, investiu em diferentes setores, aprimorou seu conhecimento e, com o desejo de criar algo que unisse sua paixão pelo triathlon e sua visão empreendedora, vislumbrou uma oportunidade no segmento esportivo e lançou sua própria marca de suplementos. A ideia era criar uma marca que não existia no mercado esportivo de endurance: voltada para a alta performance esportiva e com excelência em seus produtos. Em 2021, lançou oficialmente a Z2, cujo primeiro produto foi um gel de carboidrato. O objetivo era simples, mas ambicioso: desenvolver os melhores produtos de performance e endurance para que atletas de diferentes níveis pudessem alcançar seu máximo potencial. A marca cresceu rapidamente, expandindo sua linha de produtos e construindo uma forte comunidade de apaixonados pelo esporte. Paralelamente, sua evolução como atleta também avançava. Com alguns pódios em provas de meia e longa distância, a busca pela superação se intensificou. Competiu em algumas provas de Ironman, conquistou um impressionante terceiro lugar amador no Ironman da Flórida, com 8h41', além de ter participado do mundial do Havaí em duas ocasiões, onde se colocou à prova com os melhores do mundo. Mas não se trata apenas de resultados. Ele quer mais. Ele acredita que as pessoas não devem ter limites e que barreiras não devem ser impostas. Ele quer contribuir para que cada um possa alcançar o seu potencial infinito. Seu time de embaixadores é responsável por comunicar isso: atletas profissionais e olímpicos do porte do ciclista Henrique Avancini, os triatletas Reinaldo Colucci e Vittória Lopes, e o judoca William Lima, entre tantos outros. Ele também criou um clube de corrida que é um sucesso, vende roupas e acessórios e, recentemente, levou sua empresa ao mercado mais competitivo do mundo, os Estados Unidos, reafirmando sua coragem e espírito empreendedor. Conosco aqui, o empreendedor formado em Administração, com pós-graduação em Marketing, Agronomia, e mestrado na Link School of Business, torcedor do Santos, triatleta, podcaster e visionário cuja trajetória mistura negócios, esporte e a busca por criar algo que o desafie ao mesmo tempo em que tenha um propósito maior. Coautor do livro "Pedalando a gente chega lá", um homem de família que produz cachaça, cultiva café e cria cavalos, investidor e apaixonado pela vida ao ar livre e, assim como o lema da sua empresa, a Z2 Foods, está sempre perseguindo seus objetivos, trabalhando duro, com respeito, otimismo e amor, o paulistano Victor Navarro Castello Branco. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Hoje Thais entrevista a empreendedora Marina Ciconet que sobreviveu ao caos da pandemia sozinha em outro país, enfrentou golpes, quebrou e recomeçou — tudo isso enquanto transformava dor em criação, bonés em manifestação, e moda em comunicação. Hoje ela tem sua marca AMAR no Uruguai e no Brasil.Vambora entender esse sucesso?CURSO – De Carona Na Carreirahttps://www.decaronanacarreira.com.br/Livro – De Carona Na Carreirahttps://amzn.to/4fGu271Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/thaisroque/Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Instagram DCNC: https://www.instagram.com/decaronanacarreira/TikTok: https://www.tiktok.com/@decaronanacarreiraYouTube: https://www.youtube.com/@Decaronanacarreira?sub_confirmation=1Thaís vesteStylist – André Puertas Beleza – Cris DalléLink da Marina:Insta pessoal - https://www.instagram.com/marinaciconet/Insta A.Mar - https://www.instagram.com/a.mar.joseignacio/Mala de viagem:Comer, Rezar e Amar - https://www.adorocinema.com/filmes/filme-121807/Indomável - https://amzn.to/4lVMWdePiangers TED - https://www.ted.com/talks/marcos_piangers_educar_para_poder_confiar_educate_so_you_can_trust?language=ptEquipe que faz acontecer:Criação, roteiro e apresentação: Thais RoqueConsultoria de conteúdo: Beatriz FiorottoProdução: José Newton FonsecaSonorização e edição: Felipe DantasIdentidade Visual: João Magagnin
Ele deixou uma carreira no exército para empreender no digital e, em menos de dois anos, se tornou especialista em marketing de resposta direta, construindo um negócio sólido que fatura 9 dígitos por mês. Hoje lidera a maior comunidade de TikTok Shop no Brasil e veio nos ensinar um pouco do que sabe no Kiwicast.O nome dele é Diogo Kobata e ele conversou com a gente sobre:Como driblar barreiras mentais O que é o TikTok Shop?Quais algoritmos analisar no TikTok ShopO que faz um vídeo converter em vendas Qual é o 80/20 para dar certo no digitalComo os produtos viralizam dentro do TikTok ShopE muito mais!Quer saber tudo o que o Diogo Kobata disse pra gente?Dá o play no Kiwicast de hoje.E conta pra gente nos comentários o maior insight que você tirou do episódio.
Neste episódio, eu comemoro os oito anos do "Grupo Terapêutico de Homens", iniciativa pioneira que eu tenho o orgulho de ter criado como parte das minhas atividades como psicólogo. Muita gente vem até mim me perguntar do que se trata, como ele funciona e o que acontece ali dentro. Este episódio é para contar esta história, e celebrar estes oito anos com vocês. Muito obrigado, dê o play e vamos juntos para este CARTAS DE UM TERAPEUTA!As cartas são a escrita que a alma faz, sem rodeios, para as perguntas que nos inquietam, para aquilo que nos atravessa, para a vida que tem urgência de ser dita. Em palavras faladas, as cartas são o sopro que nos conecta por um instante. Abra este envelope, ele é pra você. Vai começar mais um episódio do “Cartas de um terapeuta”.Cartas de um Terapeuta é um podcast apresentado por Alexandre Coimbra Amaral.E para enviar a sua carta o e-mail é: alexandrecoimbraamaral@gmail.comProduzido por Abrace Podcasts. Visite-nos em https://abrace.digital/Esta temporada é apresentada por Avatim. Acesse o link https://bit.ly/cartas-e-avatim e use o cupom CARTAS15 para garantir 15% de desconto em todos os produtos do site.
O medo quando se viu cercado por 20 guerrilheiros do MPLA “muito zangados”. A agitação com a chegada de Rosa Coutinho a Angola. O falhanço das informações americanas. Os encontros com Savimbi e Holden Roberto. A venda do BMW e dos eletrodomésticos para continuar a pagar contas. A máquina que imprimiu notas para pagar 18 mil salários. O milionário com companhias duvidosas. E a vida faustosa sem um tostão no bolso. As memórias incríveis de João Van Zeller dos tempos em que era administrador do Banco Inter-Unido, em Angola.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em momento de crise, a reputação vale mais? No fim das contas, as 'lupas' nas embalagens assustam os consumidores? E como foi o nascimento de YoPro, que criou uma categoria de produtos no mercado? O episódio 210 do programa Mídia e Marketing conversa com Marcelo Bronze, vice-presidente de marketing da Danone. A entrevista extra desta semana é com Luis Constantino, CEO da Oliver na América Latina. A Oliver é uma das empresas de comunicação que trabalham com a Danone.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (10/04/2025): Em dia que começou com mais perdas no mercado financeiro e venda massiva de títulos dos EUA – em geral vistos como porto seguro para investidores em momentos de tensão –, Donald Trump recuou e anunciou o adiamento por 90 dias na imposição de tarifas à maior parte dos parceiros comerciais. A exceção foi a China. O imposto sobre produtos chineses subiu de 104% para 125%, depois de o país asiático taxar exportações americanas em 84%. O próprio Trump reconheceu que sua decisão de impor uma pausa nas tarifas se deu em resposta à turbulência do mercado. Em entrevista, ele admitiu que “nos últimos dias, a situação parecia bastante sombria”e que “você tem de ser flexível”. O anúncio aconteceu pouco depois das 14h. Os índices de Wall Street reagiram imediatamente e fecharam em alta. No Brasil, o Ibovespa, principal referência da B3, oscilou de queda de 0,84% para alta de 3,12%. O dólar chegou a R$ 6,06, mas fechou em baixa de 2,52%, cotado a R$ 5,84. E mais: Metrópole: Nº de alunos no ensino médio técnico cresce apenas metade do previsto Política: ‘Rei do Lixo’ movimentou R$ 80 milhões e indicou secretário municipal, diz PF Internacional: Conservadores acertam coalizão com centro-esquerda na Alemanha See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trata-se do maior número registrado desde o início da série histórica iniciada em 2020. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego. Todos os grupamentos de atividades econômicas apresentaram saldo positivo, com destaque para serviços e para o setor industrial.Sonoras:
Nesta semana, conheça a história Larry Page, o gênio que criou as bases para o Google e, junto com Sergey Brin, seu sócio e cofundador do Google, deixou todas as informações à distância de um clique. E, de tão relevante e presente na vida moderna, o nome da empresa criada por Page e Brin entrou para os dicionários – quem duvidar, pode dar um Google e confirmar.A história de Larry Page é o tema do episódio desta semana de Do Zero o Topo - Personalidades. Este episódio faz parte de uma nova série do nosso podcast, que vai contar, em cada episódio, a história de um grande inovador de sucesso. Para saber mais sobre a história da pessoa que organizou a internet e mudou a forma como pesquisamos online, acesse: https://www.infomoney.com.br/perfil/larry-page/
Steve Jobs foi um empresário norte-americano do ramo de tecnologia, fundador da Apple Computer, hoje Apple Inc. Pioneiro da indústria de computadores pessoais, teve enorme influência na adoção e popularização da informática como item de consumo de massas. Mas foi muito além disso. Jobs é, até hoje, quase 15 anos após seu falecimento, exemplo de empreendedorismo, sucesso e obstinação. Por isso, a história dele será contada neste episódio de Do Zero ao Topo - Personalidades. Este episódio faz parte de uma nova série do nosso podcast, que vai contar, em cada episódio, a história de um grande inovador de sucesso. Para saber mais sobre a história do 'gênio da Apple' acesse: https://www.infomoney.com.br/perfil/steve-jobs/
Hoje Thais entrevista a empreendedora e diretora criativa Paula Torres, que tem uma marca que leva seu nome. Ela se formou em direito, viveu anos em escritório até descobrir sua paixão por sapatos. Criou por anos para outras marcas, até que tomou coragem e criou sua própria marca, que hoje é um enorme fenômeno. Vambora entender esse sucesso? CURSO – De Carona Na Carreira – em breve https://www.decaronanacarreira.com.br/ Livro – De Carona Na Carreira https://amzn.to/4fGu271 Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/thaisroque/ Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Instagram DCNC: https://www.instagram.com/decaronanacarreira/ TikTok: https://www.tiktok.com/@decaronanacarreira YouTube: https://www.youtube.com/@Decaronanacarreira?sub_confirmation=1 Thaís veste Look – Francesca - https://www.instagram.com/shopfrancesca/ Sapatos – Paula Torres - https://www.instagram.com/paulatorresbrand/ Stylist - André Puertas Beleza – Cris Dalle Link da Paula: Insta marca - https://www.instagram.com/paulatorresbrand/ Insta pessoal - https://www.instagram.com/anapaulatorres___/ Mala de viagem: Outlive - https://amzn.to/3Q44bu9 Equipe que faz acontecer: Criação, roteiro e apresentação: Thais Roque Consultoria de conteúdo: Alvaro Leme Supervisão: José Newton Fonseca Sonorização e edição: Felipe Dantas Identidade Visual: João Magagnin
Na maioria dos casos, existem dois motivos para justificar por que o produto não vende.O primeiro é que a pessoa só colocou para vender. Criou o produto, colocou na plataforma e está esperando que as pessoas achem milagrosamente o link de compra. O segundo, é porque o produto não é atraente. Se você já tem um funil de vendas, e mesmo assim não vende, já sabe né… escute o episódio completo pra saber como tornar o seu produto atraente.Conheça o VTSD:http://vtsd.com.br/ep-329-ladeira-pv-vtsd Me siga no Instagram:https://bit.ly/Insta-Leandro-LadeiraConheça o canal principal:https://bit.ly/Canal-Metodo-VTSDOuça nosso podcast:https://bit.ly/Podcast-do-Ladeira-no-Spotify