Latin expression, roughly meaning 'in fact'
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AP correspondent Laurence Brooks reports on Israel's energy minister calling the government's latest West Bank measures "de facto sovereignty".
Diretor farmacêutico e treinador de futebol, Bruno Vilarinho fala sobre a humildade cultural necessária para dirigir equipas com gente de 20 países europeus e africanosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
----Hola 2026---- Nuevo programa cargado de novedades dentro del mundo del Hard Rock , Heavy Metal , AOR... Un repaso a la actualidad mas caliente combinado con algunos clásicos de pasado, presente y futuro Han sonado en el programa: -Lost Wingman , Transatlantic Radio , Venus V , Metal de Facto , Joel Hoekstra's 13 , Mat Sinner , The Cruel Intentions , A cold Paradise , Fireborn , Metal Church , Iggy Pop , Electric Temple. Si os gusta el programa aporta tu granito de arena dale al ❤️ comparte y comenta... ✔️X: @radiohardrock75 ✔️Instagram: https://www.instagram.com/radiohardrockpodcast/ ✔️e-mail: radiohardrock75@gmail.com
“Cabo Verde, crises e resiliência – erupção vulcânica, secas, Covid-19, guerras na Ucrânia e no Médio Oriente” é o título do livro onde o primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, faz um exercício de balanço de como Cabo Verde e o seu Governo enfrentaram as diferentes crises. A obra, que é um contributo para documentar a História de Cabo Verde, é também um registo da coragem e capacidade de sacrifício de um povo. A erupção vulcânica, as secas, a pandemia de Covid-19, os Objectivos do Desenvolvimento Sustentável, a riqueza dos recursos naturais e a pobreza em África ou a acção climática e ambiental, são alguns dos temas desenvolvidos no livro. Ulisses Correia e Silva esteve recentemente em Portugal para apresentar a obra. Em entrevista à RFI, o primeiro-ministro de Cabo Verde, entre outros temas, fala de como lidou com as crises que enfrentou enquanto chefe de Governo, de transição energética, de água, de alterações climáticas, do posicionamento de Cabo Verde perante os conflitos entre Rússia e Ucrânia e entre Israel e Palestina, a importância da diáspora cabo-verdiana e o crescimento de Cabo Verde. RFI: O que o motivou a escrever este livro? Ulísses Correia e Silva, primeiro-ministro de Cabo Verde: A motivação tem a ver com o momento excepcional e especial do período em que Cabo Verde, e também o mundo, atravessou crises muito graves. A gente vai falar da pandemia da Covid-19, uma das maiores crises mundiais depois da Segunda Guerra Mundial. Cabo Verde foi exposto e teve um impacto muito forte na sua economia, no quadro social. Estamos a falar de secas severas, mas que não são secas severas quaisquer. De 2017 a 2021, nós sofremos as piores secas dos últimos 40 anos, também com impacto muito forte. Depois, já temos aquilo que é o resultado da tensão geopolítica, a guerra na Ucrânia, que provocou uma crise inflacionista em 2022, que fez a nossa inflação disparar de 1% para 8%, com impactos muito graves, e são basicamente estas crises que conformam a estrutura do livro. Para deixar retratado, testemunhado aquilo que foram os impactos muito fortes num país como Cabo Verde, que conseguiu fazer face e recuperar, relançar a sua economia e a vida social que continua hoje e com muito mais resiliência. RFI: Quais são as lições que, Cabo Verde, os cabo-verdianos, o Sr. Primeiro-Ministro foram obrigados a tirar destas crises? Ulisses Correia e Silva: As lições têm a ver com o reconhecimento, de facto, que as alterações climáticas e as mudanças climáticas são um facto. Nós, não só sofremos os impactos de secas severas, mas, como mais recentemente, o que já não faz parte do livro porque aconteceu depois, tivemos o impacto de tempestade Erin, em São Vicente, Santo Antão e São Nicolau, um dos piores fenómenos meteorológicos extremos que Cabo Verde vivenciou. É o contraste da seca, portanto, é chuva torrencial a cair em pouco espaço de tempo, e que provocou até 9 mortos e com muita destruição. E tivemos, mais recentemente, também chuvas torrenciais em Santiago, em Santiago Norte, com impactos muito fortes. Portanto, a nível das alterações climáticas há necessidade de reforçarmos a resiliência, quer a nível da preparação, quer a nível das infra-estruturas para adaptação e mitigação para conseguirmos estar mais preparados em todas as frentes para eventuais cenários extremos, tendo em conta, sempre, que nenhum país consegue estar totalmente preparado. Isto acontece também na Europa, acontece nos Estados Unidos, mas é sempre melhor reforçar a resiliência do que manter o 'status quo'. Depois, nós temos também uma outra lição que é a confiança no país. Com os nossos meios, com o apoio dos nossos parceiros, com a nossa economia, conseguimos recuperar, relançar e temos hoje uma economia a crescer de uma forma robusta, com o desemprego a reduzir-se, com a pobreza extrema em fase de eliminação. Essa é uma confiança de um país que consegue recuperar face a choques externos fortes e consegue também fazer apostas de resiliência no futuro, particularmente a nível da transição energética e da estratégia da água, para sermos menos dependentes desses fenómenos e dos choques externos. RFI: Como é que projecta enfrentar esses que identifica como os principais desafios, a questão climática e energética? Ulisses Correia e Silva: Primeiro a transição energética. Nós já tínhamos traçado, mesmo antes da guerra na Ucrânia que provocou essa crise inflacionista, um objetivo muito claro de atingirmos em 2026 mais de 30% da produção de electricidade através de energias renováveis. Nós vamos fechar em 2025, aliás, com cerca de 35%. Depois chegarmos a 2040 com mais de 50% da produção de electricidade através de energias renováveis e chegarmos a 2040 com mais de 80%. Isto é significativo porque reduz a independência do país aos combustíveis fósseis, reduz a exposição a choques externos energéticos, nomeadamente choques inflacionistas e aumenta a nossa contribuição para a redução da emissão de carbono. Depois temos a questão da água. Um país que está localizado na zona do Sael, que sofre as influências de secas periódicas. Nós virámos mais para o mar, para a dessalinização da água, a sua utilização na agricultura associada às energias renováveis para baixar o custo da produção de água; utilizarmos o máximo de reutilização e eficiência hídrica para podermos também estar mais preparados para a situação de seca. Estas duas vertentes colocam Cabo Verde no futuro com resiliência acrescida. Depois a terceira tem a ver com a diversificação da economia, que não fica apenas dependente de um único sector como é o turismo, por isso estamos a apostar fortemente na economia azul, na economia digital. São estas três grandes áreas que vão fazer com que Cabo Verde cresça ainda mais, aumentar o seu potencial de crescimento e cresça de uma forma mais diversificada. RFI: Qual é o papel da diáspora nessa aposta no desenvolvimento e num outro vector que o Sr. Primeiro-Ministro referiu na apresentação do livro, na vertente desportiva? Ulisses Correia e Silva: A diáspora é fundamental, não só com a sua contribuição para a economia, hoje cada vez mais dirigido para o investimento produtivo, através das remessas familiares, mas na amplificação do capital humano. Significa que a Cabo Verde é muito mais do que as 10 ilhas, é muito mais do que os 500 mil habitantes residentes, nós temos competências e capacidades em todo o mundo. E o futebol, por exemplo, o basquetebol, o andebol, são exemplos disto. A nossa capacidade de recrutar, para além do espaço interno dos residentes no país, recrutamos também em Portugal, em França, na Irlanda, nos Estados Unidos, lá onde temos cabo-verdianos de origem ou cabo-verdianos descendentes de cabo-verdianos, filhos, netos, bisnetos, trinetos, podem-se candidatar, primeiro, a obter a sua nacionalidade, depois a representar o país. Isto é que aumenta a capacidade de recrutamento a nível do futebol, a nível do basquetebol, a nível do andebol, mas aumenta a capacidade de recrutamento também do país, do aumento do seu capital humano em todas as outras áreas, na área da medicina, na área tecnológica, na área do empreendedorismo, dos negócios. Portanto, capacidade de ter uma selecção nacional abrangente com interesses dos cabo-verdianos no seu país e com portas abertas para poderem investir, poderem participar, poderem competir com a bandeira e o sentido da nação cabo-verdiana. RFI: Falando da política internacional, do papel de Cabo Verde e também da CPLP. Na guerra na Ucrânia, na situação em Gaza, qual é que poderia ser o papel da CPLP? Há quem aponte que tem sido pouco presente. Ulisses Correia e Silva: A CPLP, relativamente a essas situações que são de tensões geopolíticas, casos da guerra na Ucrânia, os países em si, individualmente, se posicionaram. Cabo Verde teve um posicionamento muito claro desde a primeira hora e mantemos a nossa posição. Individualmente, os países, praticamente todos, também se confluíram no sentido de reconhecer a gravidade da situação, a ilegitimidade da invasão de territórios alheios e de ocupação. Esses são princípios que nós não defendemos e que nós fazemos questão de pôr em evidência de que são contrários à Carta das Nações Unidas, são contrários ao direito internacional e devem ser devidamente sancionados politicamente. Mas é realidade que nós temos uma conjuntura extremamente difícil que tem que ter uma solução, que tem que ser necessariamente negociada no campo diplomático para encontrar a melhor posição. Dentro da situação em Gaza, também o nosso posicionamento sempre foi claro relativamente à condenação de qualquer situação que possa levar à destruição completa de territórios e de vidas humanas e procurar uma melhor solução para o Médio Oriente. RFI: Enquanto Primeiro-Ministro, daqui até ao fim do seu mandato, quais são os grandes desafios para os quais procurará encontrar solução? Ulisses Correia e Silva: As eleições serão entre Março e Maio. Conseguirmos concluir grandes projectos que estão em curso, pelo menos, ou vão então arrancar. Estou a falar, por exemplo, do pacote da Global Gateway, que são cerca de 400 milhões de euros que estão no sector dos transportes marítimos, nos portos, na economia azul, na economia digital e tem um impacto muito forte sobre a resiliência e o desenvolvimento da economia, e tem também uma componente da transição energética. É um pacote forte, os concursos vão ser lançados ainda este ano, estou a falar dos portos. Depois temos vários outros pacotes de investimentos que estarão na fase de lançamento e de continuidade da sua execução para o futuro próximo, depois a gerir. Agora de entrada de 2026, nós temos um orçamento muito forte para o ano de 2026, porque os governos e o país não podem parar por causa das eleições. Portanto, mantemos a continuidade da governança. Depois, competindo para o resultado eleitoral, que nós esperamos que nos seja favorável. O livro “Cabo Verde, crises e resiliência – erupção vulcânica, secas, Covid-19, guerras na Ucrânia e no Médio Oriente” foi editado pela Pedro Cardoso – Livraria
En este episodio crucial de AERO TIPS, abordamos:✈️ ¡Directiva de Emergencia para Airbus A320! Analizamos la orden de EASA para reemplazar de inmediato el ordenador de vuelo ELAC B L104, una medida sin precedentes reservada para amenazas inminentes, debido al riesgo potencial de un movimiento no comandado del elevador que podría superar la capacidad estructural de la aeronave.
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Oiça aqui a análise de Ricardo Costa, depois saber que o PSD vence Lisboa e Porto, mas que o PS consegue ganhar um bom número de câmaras municipais e recuperar algumas muito importantes. "Não foi uma boa noite autárquica para André Ventura. Ficou muito aquém do que era a sua expectativa". See omnystudio.com/listener for privacy information.
- European Automakers Have Had It with CO2 Regs - Stellantis Pays $191 Million In CAFE Fines - Mitsubishi Cuts Profit Forecast By 30% - Xpeng Moves Cars Autonomously at Factory - Volkswagen Reveals All-New T-Roc - Hyundai Group Ranks High in J.D. Power Tech Index - Cadillac Chooses Finn, Mexican For F1 - Tesla, Chinese Bloggers Battle Over Model Y L - Nissan Improves Engine Efficiency To 42%
Watch the screenplay reading: https://www.youtube.com/watch?v=CyAJad2rPlg Based on Concepts from the novel Considering SomeplacElse By Barry B.L. Lindstrom Get to know the writer: What is your screenplay about? The Galactic Council has seen enough and has voted 8 to 1 to eliminate all humanoid Earthlings. Padrin, the lone dissenter, an expert extra-terrestrial world saver, must now save humanity using only the positive actions and interactions of individual humans as evidence. In this, the pilot episode, Padrin's android, Facto, unexpectedly connects with the plight of suddenly, violently, orphaned 18 year old Charlene and her 12 year old sister, Jennifer who, apparently, are being forced into a polygamist cult run by their only next of kin. Padrin, sensing that Facto's discovery is something far beyond coincidence contemplates invoking Galactic Assertion 5: There MUST be something that moves a system from its current state to one that is better for the planet and its population, in defiance of all probabilities, patterns and past behaviors. We Earthlings call it Fate, Destiny, Faith, Luck and Random Chance, but the rest of the galaxy calls it: NaturalAwe. What genres does your screenplay fall under? Consider, if you will, “the twilight zone” as genre. Half hour serialized Character driven episodes centered around the idea that: The Galactic Council has been monitoring the behavior of planet populations for eons.Whenever a planet's ecosystem is threatened or a planet's population threatens other planets, the council, after following due process can directly intervene without warning, Unless, of course, there is significant evidence of NaturalAwe. Why should this screenplay be made into a TV show? Sometimes it seems like things have never been worse, That we are incapable of fixing that which is broken, That those who blame everything on those not-like-us are in control, That the doom and gloom dystopian vision of our entertainment depicts our destiny. As one who was raised on lessons gathered from Good-triumphs-over-Evil 50s and 60s Broadcast Television, (Occasionally impacted by exemplary public education), built a highly successful Information Systems career based on Richard Feynman's “Perspective is worth 80 IQ points”, and has extensive experiential evidence that there is no such thing as coincidence, I feel we need to deliver SOMETHING that might just move us to ways that are better for the planet and its population, in defiance of all probabilities, patterns and past behaviors. Subscribe to the podcast: https://twitter.com/wildsoundpod https://www.instagram.com/wildsoundpod/ https://www.facebook.com/wildsoundpod
Chama-se Sónia, mas no mundo artístico é conhecida como Libra. Rapper e compositora portuguesa, move-se entre o conscious RAP e o R & B, explora temas como identidade, resiliência e empoderamento feminino. Neste episódio, conta-nos o seu percurso na música, a importância das suas vivências no processo criativo e apresenta o álbum de estreia “Everyone's First Breath”. Ao vivo, podes ver a Libra em Lisboa no NOS Alive, dia 10 de julho, e no Porto no Maracujália, dia 12 de julho. Uma entrevista conduzida por Beatriz Santos e Inês Pereira, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da licenciatura de Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Moçambique assinala neste 25 de Junho de 2025, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propõe-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. No sétimo episódio desta digressão, evocamos a música que se produziu na época da independência. Depois de séculos de ocupação portuguesa, Moçambique independente surge como uma entidade por reformular mentalmente e culturalmente. O imperativo das novas autoridades é criar um homem novo, com uma identidade própria, num país múltiplo mas unido. A música será um dos vectores desta nova identidade. Haverá hinos, músicas revolucionárias, sonoridades que são agora associadas à época da independência. Rufus Maculuve, membro do grupo Kapa Dech, produtor e estudioso recorda esse período. "Eu creio que, primeiro, a música serviu de ferramenta de reivindicação, primeiro, através das letras. As músicas todas traziam esta dimensão. Mas também serviu de ferramenta de unidade, porque Moçambique é um país culturalmente diverso. E também acredito que a música serviu de alento. Quando eu digo que ela serviu de elemento unificador é porque eu podia não falar uma língua e podia entrar para essa língua através da música. Aliás, eu nasci no tempo da luta armada, mas as músicas da luta armada, quando eu estava a crescer, ouvíamos na rádio. E ouvindo essas músicas na rádio. Até hoje eu não sei o que muitas delas dizem, porque algumas são cantadas em línguas que eu não entendo. (…) Mas ao mesmo tempo, tínhamos as músicas em português que eu entendia, ou músicas em changana ou qualquer outra língua do sul que eu entendo. Então acho que a música teve muito este papel. Eu não sou militar, mas acredito que quando alguém vai à guerra, canta uma música, sente-se mais forte", diz o músico. Nessa época, um dos vectores da informação e também da música revolucionária era a rádio. Ao recordar algumas das sonoridades que se ouviam no posto emissor, Rufus Maculuve cita hinos como ‘Kanimambo Frelimo' (Obrigada Frelimo). "‘Kanimambo Frelimo' era uma das músicas. Facto interessante é que estas músicas todas vieram das matas para as rádios. Então, acho que, mesmo não sabendo o que elas dizem, todas essas músicas vieram para a rádio, foram gravadas, algumas, acredito que foram regravadas e a gente cantava. Era criança, praticamente um bebé. Muita das vezes acho que cantava de uma forma inocente e acho que anos mais tarde, trabalhando numa produção, acho que aquando dos 45 anos de independência, comecei a ter consciência de que tudo aquilo, do que aquelas músicas diziam", recorda o produtor. Questionado sobre o ambiente que reinava em termos culturais antes da independência e imediatamente depois, Rufus Maculuve distingue dois momentos distintos. "Antes da independência, começaram a uma dada altura, provavelmente com o surgimento da Marrabenta e com o programa ‘Hora Nativa', que era um programa que passava música moçambicana, eu acho que este foi um momento interessante em termos de criação musical. (…) Mas quando chega a independência, houve uma ruptura com todo esse repertório. Aliás, a gente não fala muito disso, mas a Marrabenta acabou também sofrendo disto porque houve a necessidade de criar esta dita música ligeira moçambicana", lembra o estudioso. Questionado sobre a chamada ‘música ligeira moçambicana', o produtor considera que se trata de uma "estilização de vários estilos tradicionais moçambicanos". "Surge essa necessidade de alimentar o catálogo da rádio, que é para tocar o suficiente de música moçambicana e acho que foi uma fase em termos de quantidade e até de muita qualidade, devo dizer. Produziu-se muito. E acho que das músicas mais icónicas posso olhar para o poema ‘À espera' do Salvador Maurício. Posso olhar para ‘Os verdes campos' do grupo 1° de Maio. Há muitas músicas nesse tempo. E depois surge este fenómeno que é Marrabenta Star, que depois de um período de quase de ruptura, surge um grupo que é a Orquestra Marrabenta Star. E esta Orquestra quase que nem compõe. Vai buscar do cancioneiro", diz o universitário. "Acho que a música anda em várias direcções e isso vai mais ou menos até ao início dos anos 90, quando começamos a ter a dita ‘música jovem'. Isto é um pouco irónico, como quem diz que os que faziam música antes não eram jovens, o que não é verdade. Os Ghorwane, quando gravaram nos anos 80, eram bastante jovens, mas surge a tal dita ‘música jovem', que era um pouco quebrar do paradigma desta imposição estética, porque já não dependia da Rádio Moçambique para gravar, onde havia alguma selecção do que se podia gravar na rádio. Então, anos 90, começa a haver esta mutação. Os jovens começam a dizer ‘Ok, nós queremos coisas de inspiração americana, de inspiração PALOP'. E o hip hop também começa aos poucos a ganhar forma. E acho que quando chegamos nos anos 2000, o Hip-Hop também afirma-se como um estilo. Mas nesta época também temos artistas, não necessariamente grupos, artistas que fazem a passagem. Temos artistas que fazem rock como os ‘Rockefellers' e acho que é na mesma altura, finais dos anos 90, que surge os ‘Kapa Dech' (o grupo do qual faz parte) , que era uma outra proposta neste quadro bastante rico em termos de escolhas sonoras. Kapa Dech, para mim também faz muita fusão com matriz moçambicana, mas faz muito a fusão de estilos musicais", diz o artista. Referindo-se ao Hip-Hop, o artista refere que este género "tem o mérito de vir a ser este espaço onde a juventude tem voz. Eu costumo dizer que se nós quisermos ver a verdadeira sociedade civil em Moçambique, pelo menos Moçambique independente, ela está na música ou está nas artes. Mas a música destaca-se porque há muitas mensagens que são passadas mesmo na dita Primeira República de 75, 85, 90, com a aprovação da nova Constituição. Há muita música que era crítica ao sistema que passou, como ‘Mercandonga' de Chico António. E era uma música que criticava bastante o que estava a acontecer. O próprio Presidente Samora adopta os Ghorwane como sendo ‘os bons rapazes'. E ele dizia que são ‘bons rapazes' porque eles dizem o que não está bem no país. Sempre houve este espaço cívico. E havia censura? Sim, havia. Apesar de nós nunca termos tido um órgão oficial de censura, nem todas músicas passaram na rádio". Questionado sobre a tradição e o percurso da música interventiva de Moçambique, Rufus Maculuve evoca o Rap e mais precisamente o rapper moçambicano mais conhecido, Azagaia. "Eu acho que Azagaia acaba sendo esta voz de uma geração pela coragem que ele mostra, pela verticalidade nos temas que ele aborda e pela ressignificação de alguns discursos. Porque eu não sei quem disse ‘Povo no poder' pela primeira vez no mundo, mas em Moçambique, um discurso icónico de Samora Machel é ‘o povo no poder'. Então o Azagaia ressignifica este discurso ao ponto de, inclusive, criar uma amnésia em nós. Há gente que provavelmente nem imagina de onde é que vem a ideia do ‘povo no poder'. Eu acho que uma das coisas importantes é que ele mostra que a música, apesar de não ser um estilo de matriz moçambicana e as pessoas sempre questionam ‘mas isto não é bem nosso?' Mas o que é que é nosso? E são outras conversas. Então ele aparece e -é engraçado- durante muito tempo ele não domina o mercado do hip hop e circulou um documento que dizia que a música dele não podia ser tocada na Rádio Moçambique na altura. E foi inclusive até quando eu analiso, eu vejo que provavelmente nem foi muito isso. A ideia é que não ia tocar na emissão nacional, ia tocar na Rádio Cidade porque a Rádio Cidade era a Rádio da Juventude. E eu acho que há uma capitalização nisso. E depois, com toda a pressão que Azagaia sofre das estruturas políticas, vai à Procuradoria e ele resiste a isso. Então ele acaba sendo esta voz dos excluídos e é uma bandeira para uma geração, e nós vimos todo o movimento que houve à volta do funeral, todo o movimento que houve após a morte dele. (…) Acho que não se vai falar de música em Moçambique, não se vai se falar de movimentos socioculturais, políticos sem se falar do Azagaia e da sua música", conclui o produtor e estudioso moçambicano. Podem ouvir o nosso entrevistado na íntegra aqui:
O eurodeputado da AD defende que Luís Montenegro deve chamar André Ventura “para dentro do regime”. Sobre o PS, considera que este partido fundador da democracia não deve ser “achincalhado” nem deve ficar de fora da revisão constitucional.
Pope Leo Warns Against Spread of ‘De Facto Atheism’ Please Subscribe + Rate & Review KMJ’s Afternoon Drive with Philip Teresi & E. Curtis Johnson wherever you listen! --- KMJ’s Afternoon Drive with Philip Teresi & E. Curtis Johnson is available on the KMJNOW app, Apple Podcasts, Spotify, Amazon Music or wherever else you listen. --- Philip Teresi & E. Curtis Johnson – KMJ’s Afternoon Drive Weekdays 2-6 PM Pacific on News/Talk 580 & 105.9 KMJ DriveKMJ.com | Podcast | Facebook | X | Instagram --- Everything KMJ: kmjnow.com | Streaming | Podcasts | Facebook | X | Instagram See omnystudio.com/listener for privacy information.
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A família Assad já não mora em Damasco. O mundo divide-se entre os que vêem a queda do ditador sobretudo como um motivo de celebração ou acima de tudo com inquietação quanto ao futuro. A actualidade política nacional da semana ficou marcada, por sua vez, pela troca de acusações entre ministros da cultura: a atual e o antecessor. Falou-se de compadrio, mas há que veja o episódio, acima de tudo, como uma guerra de comadres. Entretanto, o Chega foi protagonista de dois episódios parlamentares caricatos. Entregou um relatório elogiando uma nomeação, querendo no dia seguinte retirá-lo para dizer que a dita nomeação é péssima. Foi um engano, esclareceu o partido; “fizemos copy/paste do texto errado”. Na segunda situação, o Chega - que prometera ser duro nas perguntas que faria ao antigo provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa Pedro Santana Lopes - não vai afinal fazer pergunta nenhuma: esqueceu-se de enviar as questões dentro do prazo previamente estipulado. Facto curioso: Santana Lopes foi esta semana o convidado de honra das jornadas parlamentares do Chega. Sabendo-se que Santana Lopes quer ser candidato a qualquer coisa e que o Chega procura candidatos a uma coisa qualquer, que cada um tire as suas conclusõezinhas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Marco Rodrigues é o convidado de Daniel Oliveira no 'Alta Definição'. O fadista recorda a infância, o encontro com a música, os desafios da adolescência e a mudança para Lisboa. A mãe de Marco foi uma figura central e inspiradora na sua vida. Hoje, orgulhoso pai de quatro filhos, vê o legado da mãe como sagrado. "A minha mãe viveu para mim", reflete o cantor, acrescentando que a morte da mãe é um luto que nunca se faz. Oiça aqui a conversa em podcast, emitida na SIC a 7 de dezembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares comenta o tema da semana: a discussão em torno dos possíveis candidatos presidenciais. O cronista tem uma teoria sobre o aparecimento de vários nomes e aponta uma motivação: "pura vaidade". Falamos de António José Seguro, de Gouveia e Melo e de Marques Mendes, mas também do atual PR. No podcast passamos ainda em revista as novidades no Médio Oriente, onde um cessar-fogo "não muda nada em Gaza" e a nova governação europeia com a previsão de que António Costa "não vai ter um mandato nada fácil".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Headlines and Softy joins us for his weekly visit as the Huskies prepare to host UCLA in their final home game of the season. Can the Dawgs get bowl eligible? :30- Are the 49ers really all that? Injuries have played a role, but has the team lost focus as well? Ashley makes her Fact or Faction pick :45- Roki Sasaki is a very real possibility for the Mariners. Can they win him over?
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Post Facto is a weekly sermon recap podcast from Covenant Shreveport in which we seek to answer questions like: 1. What is the point of the text? 2. What did we not cover in the sermon? 3. What could we have covered more or said better? Join Weston Brown, Taylor Doiron and others each week as they look back at the previous Sunday and explore Scripture even more deeply. Today's text is Galatians 6:11-18 If you would like to listen to the message that we are recapping you can find it here: https://on.soundcloud.com/sQcd1XmvnqE8afQN7
Between 100 and 200 people, including young children, have been sent by the state's Family Welcome Centers to sleep in a baggage claim area. "I don't want to be rude, but I think the politicians and the government sometimes don't care,” said one father who had spent 10 nights at Logan with his wife and their three children.
Troy , Wolf , Bulletz Gotti go live with the fans to discuss if a girl uses a condom is it still a body ? Amongst more produced by Josh Hammonds
Troy Ave, Queen Wolf, Dj Bug Meek, Bulletz Bugotti Discuss who Jumped Joe Budden and More Topics. Produced but “Super Producer” Josh Hammonds
Troy Ave Blast Kodak Black Haters , exposed cheating wife plus more with Queen Wolf , Dj Big Meek , and Bullets Gotti
Troy Ave, Queen wolf,Dj Meek Mily discuss various topics such as is Dwight Howard Gay?, Jada Pinkett Lust for 2Pac, Dj Envy Scam Allegations and more
Troy Ave , Queen Wolf , Dj Meek discuss the real reason successful black men don't want black women, friends, who borrow money and never pay back, Charleston White, 702 member passing away and more news
Troy Ave ,Queen Wolf and Dj Big Meek Discuss Gunna Sold out Show in the Barclays after being labeled a Snitch is the Streets A Myth? Also DJ big Meek owes the Facto show Cast STK dinner
The Docket pt 1 Troy Ave reacts to Joe Budden going crazy on Taxstone
Troy Ave reacts to the scathing Joe Budden Monologue that tears Taxstone to Shreds ‼️would this be the End of the Troy And Joe Beef?
Troy Ave , DJ Big Meek And Queen wolf discuss various topics,Meek Mill Streets is a myth, Gunna , Trump 2024 ,Wack 100
Airbnb listings in New York City are disappearing as the city cracks down on short-term rentals as a way to address its housing shortage. As of today, it will now enforce some of the toughest laws in the nation around short-term rentals. WSJ's Allison Pohle unpacks what's happening and why other big cities are taking note. Further Reading: -Airbnb Hosts and Guests Scramble as New York Begins Crackdown -Airbnb Fights New NYC Short-Term Rental Requirements Further Listening: -Why Airbnb is Letting Employees Work Anywhere -How Airbnb Deals With Crime Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Troy Ave Talks with Special Guest Mr Commodore Pt 1 they Discuss Various Topics
Troy Ave talks Rich Homey Quan , Free young Thug , Larissa Pippen, did finess 2x snitch plus more
Troy Ave goes crazy on Ratstone as he gets 35 year prison sentence, ask Troy Ave plus more Feat Queen Wolf and DJ MeekyMilly
Troy And Queen Wolf Debate DC young fly wife Jacky Oh ,ask Troy Ave plus More !! Farewell Money Mark ,Problem Ni***s plus more
Troy Ave interviews China Macs Snitch Dad,Sheff G arrested, ask Troy Ave , feature godz of the city TV
Part 2 Troy Ave goes on Vlad tv
Troy Ave Talks Ja Morant, Jordan Neely , Philly Asssasin plus more
Desperate & Broke Maino begs Angela Yee for a Job ,& gets Exposed by Troy Ave and more
Maino aka Chaino Episode Chain Gate
Maino aka Chaino cut and weggied in Jail boy boxing Bar ,Maino Punked By Rah Diggs,And Scared to death of Banga ,stolen Chain
The Freedom Episode 51 TaxStone Diss , Talks Joe Budden Podcast,Hassan Campbell, tekashi 69 , Mysonne plus More
Taxstone case Haters Never Prosper , Bad Children, DJ Vlad Diss