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Juan Ignacio Crespo alerta de síntomas inquietantes en los mercados pese a los resultados empresariales espectaculares.
️ Mi setup y herramientas → https://amzn.to/4fN2dMG Reaccionamos a un artículo de la última Atalaya que pretende demostrar cómo bendice Jehová a sus siervos. La publicación cuenta la experiencia de una mujer que trabajaba en un hotel y pidió un día libre para asistir a una asamblea. Como respuesta, le aumentaron los días y las horas de trabajo y, posteriormente, acabó despedida. Sin embargo, cuando el jefe del hotel se enteró de lo ocurrido, no solo la readmitió, sino que además mejoró sus condiciones laborales. La organización presenta este desenlace como una bendición de Jehová. Pero ¿qué pruebas existen de que la historia ocurrió realmente? ¿Por qué estas experiencias siempre tienen un final perfecto y aparecen sin nombres, lugares ni datos que permitan comprobarlas? Analizamos cómo La Atalaya transforma una sucesión de decisiones humanas en una intervención divina y utiliza experiencias imposibles de verificar para fomentar la obediencia y la asistencia a sus actividades. Si quieres APOYAR mi trabajo: Patreon: https://www.patreon.com/emma_mene Paypal: https://streamlabs.com/elrincondeemma Únete a mi canal!!: ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Twitch: https://www.twitch.tv/emma_mene Instagram: https://www.instagram.com/elgranmene/ TikTok: https://www.tiktok.com/@el_rincon_de_emma Facebook: El Rincón de Emma Twitter:https://twitter.com/elrincondeemma2 ⚔️Discord: https://discord.gg/3tb93kf82p Spotify: El rincón de Emma Ivoox: https://tinyurl.com/y3glwygw Canal de covers: https://www.youtube.com/channel/UCr1iPF7GOeM2vUjfhmpH33g ➡️Canal de directos: https://www.youtube.com/channel/UCX8wZews2vAwvtLzjc4tKcQ Correo de contacto: elrincondeemmadirecto@gmail.com
Até onde estamos dispostos a ir para defender a verdade e como é que o fascismo utiliza os princípios democráticos para a destruir são questões que sobressaem das entrelinhas de “Um julgamento - Depois do inimigo do povo”, uma criação da encenadora Christiane Jatahy e do actor Wagner Moura que é apresentada, a partir deste sábado e até dia 22 de Julho, no Festival de Avignon. Os dois artistas imaginaram uma continuação para a peça “Um Inimigo do Povo” (1882), de Henrik Ibsen, à luz dos dias de hoje, das "fake news", da erosão democrática, do capitalismo desenfreado e dos julgamentos sumários nas redes sociais. “A verdade acabou” é a primeira frase que se ouve da boca de Wagner Moura, o homem do cinema que reitera que quer “estar aqui”, no teatro, depois de 16 anos longe dos palcos. O espectáculo “Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo” é apresentado no Festival d'Avignon de 11 a 22 de Julho e questiona até onde estamos dispostos a ir para defender a verdade e a justiça. A criação da encenadora e dramaturga Christiane Jatahy e do actor Wagner Moura inspira-se na obra de Henrik Ibsen, de 1882, mas não é uma adaptação. O texto, de Christiane Jatahy, Wagner Moura e Lucas Paraizo, é a continuação da história de Thomas Stockman, “uma segunda chance” que lhe é dada para falar e tentar provar que não é o “Inimigo do Povo”. Quem decide é um “tribunal popular” composto por 11 espectadores sorteados que sobem a palco. E há dois finais para a peça. Recuemos à história do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen que é o mote para esta história: o médico Thomas Stockman denuncia a poluição de uma estância balnear para proteger a população, mas o seu irmão, Peter Stockman, silencia a denúncia porque diz que a população depende dessa fonte de rendimento para sobreviver. “A economia não pode estar na frente da vida das pessoas” versus “a vida das pessoas depende da economia”, ouvimos de ambas as partes. Esta é também a história de uma família destruída por dissensões políticas e morais. O Thomas Stockman de 2026 é interpretado magistralmente por Wagner Moura que quer mostrar que não é “um inimigo público”. E tudo começa com a frase: “A verdade acabou. Isso é o que mais me assusta. Acabou. Não existem mais factos. Só versões. E quando a verdade perde o valor, então toda essa sala, e tudo o que ela representa, se torna uma encenação”. Em palco, tudo se dilui: teatro, cinema, documentário, encenação, improvisação, verdade, manipulação. No julgamento, questiona-se, por exemplo, o que é a verdade na era das fake news e das “diferentes versões” e a própria dramaturgia vai diluindo as fronteiras entre realidade e ficção, entre actor e personagem, entre actuação e performance, com momentos em que não sabemos se os actores improvisam ou se tudo não passa de encenação. A peça é uma coprodução entre o Festival d'Avignon, o Centro Cultural de Belém (Portugal), o Holland Festival (Países Baixos), o Edinburgh International Festival (Reino Unido) e o centro de artes DeSingel (Bélgica). E foi em Avignon que conversámos com Christiane Jatahy a propósito deste trabalho que é a terceira peça que ela aqui apresenta, depois de “O agora que demora”, em 2019, e “A Hora do Lobo”, em 2021. “Todas as pessoas que tentaram transformar realidades, seja de forma revolucionária, seja porque elas se posicionaram de maneira frontal contra um sistema, elas pagaram um preço por isso. A gente admira essas pessoas porque a gente acha que essas pessoas cumpriram a sua função ética. Então, por que é que quando é sobre nós, a gente tem dúvidas? Se todos nós tivermos esse mesmo princípio, todas as possibilidades de cancelamento, todas as possibilidades de perdas diminuem porque colectivamente a gente transforma o mundo. A ideia é o seguinte: vamos deixar de ser indivíduos separados que defendem ideias, enquanto outros se escondem atrás das suas ideias. Se todos nós formos à frente defender as nossas ideias, talvez a gente possa transformar o mundo”, resume a encenadora na entrevista à RFI. RFI: Como é que surgiu a ideia de partir deste texto com Wagner Moura? Christiane Jatahy, Encenadora: “Eu e o Wagner há muito tempo que a gente desejava trabalhar juntos. Ele assistiu a um espectáculo que eu fiz em Los Angeles e ele falou, a partir dali, que ele realmente queria voltar ao teatro através do nosso encontro. A gente então começou a ler muitas coisas, a ver muitos filmes. Ele tem muita paixão por esse texto do Ibsen, mas eu disse-lhe que eu não gostaria de montar o texto como o texto é porque eu achava que a gente precisava revisitar esse texto de uma maneira mais extrema, de realmente recriá-lo. E aí eu propus a ideia do tribunal. A encenação é minha, Wagner actua e a gente trabalhou juntos no texto. Eu propus essa ideia, ele aceitou na hora e, a partir desse momento, eu comecei a pensar na estrutura dramatúrgica, a gente dialogou muito sobre isso e assinámos o texto juntos com Lucas Paraizo também que é um roteirista. Essas questões que você apresentou na introdução da sua pergunta eram sempre questões que permeavam dois pontos que permeavam muito o nosso querer para fazer esse espectáculo. Primeiro é isso: ‘A verdade acabou'. Como é que a gente sobrevive num mundo em que tudo são versões? Como é que a gente consegue, de facto, manter um diálogo quando a minha verdade não é a sua? E não é que a gente esteja debatendo uma ideia, a gente, na verdade, está completamente em contradição, como se se estivesse vivendo em dois mundos diferentes. Isso é uma questão que eu acho que é muito urgente ser discutida porque isso significa que acabou o diálogo e a gente não pode sobreviver democraticamente se não tem mais diálogo. E aí eu vou directamente à sua segunda questão. É nessa maneira e através dessa fissura que o fascismo se aproveita porque o que o fascismo faz é criar uma verdade única, o que o fascismo faz é criar um inimigo único, o que o fascismo faz é inventar uma história do passado que não representa a realidade e fazer as pessoas se movimentarem através da raiva e não de uma ideia de colectividade e cooperação, utilizando todas as ferramentas da democracia e, na verdade, atingindo e atirando em tudo que é provocador do pensamento - a cultura, a os estudos, a universidade... Então, todas essas coisas estão subliminarmente dentro da peça, mas elas são os motores que nos moveram a criar esse espectáculo.” O teatro é transformado em tribunal popular e quebra os limites da quarta parede com o papel do público. Estamos habituados, no seu trabalho, a que o público participe, mas aqui ainda vai mais longe: o público absolve ou condena. Por que é que decidiu dar este papel ao público? “Porque quando eu pensei que não teria sentido montar a peça como ela é - para mim porque para outras pessoas pode ter - eu não queria trazer uma resposta sobre se ele é ou não é um inimigo do povo e se ele é ou não é um herói. Interessava-me, na verdade, levar essa questão para o público e ter essa resposta. Foi daí que veio a ideia do tribunal e a ideia de que o público, a cada noite, através da percepção do que ele está vendo, de diferentes pontos de vista e, portanto, a abertura ao diálogo com o público e de algumas questões que eles possam colocar, que a gente chegasse num veredicto que sempre nos surpreende e é muito interessante em cada lugar.” Há dois finais? “Há dois finais. Um final que é um monólogo caso ele seja considerado inimigo do povo e um final que é um outro monólogo, caso ele não seja considerado, como aconteceu na noite de ontem [ensaio geral de 10 de Julho].” Há uma tela para depoimentos audiovisuais, há gravações de telemóvel, há câmaras presenciais, há palco e bastidores ao mesmo tempo e há bastidores que entram no palco. Mais uma vez, a Christiane elimina as fronteiras entre teatro e cinema, nomeadamente com um actor de cinema que volta ao teatro. Também apaga os limites entre documentário e ficção, entre encenação e improvisação. Qual é o significado de todas estas camadas, estas transposições? “Essas são camadas que eu realmente exploro. Eu sempre digo que tem fronteiras que me interessa trabalhar, não para fixá-las, mas para expandi-las e são exactamente essas que você descreveu. Primeiro, respondendo a essa questão, o Wagner traz o cinema. Então, quando ele diz que ele joga com a questão do cinema e do teatro, do final perfeito para um filme, a gente está, de facto, através da presença dele, ressignificando a questão do cinema no teatro. Eu acho que isso é importante dizer, sem projecção, sem nada, só com discurso e a sua própria presença. E como a cada espectáculo me interessa que o cinema entre de uma forma muito dramatúrgica, completamente conectado ao que a gente está contando e não como uma exposição da projecção do que nós estamos contando, no sentido da amplificação da imagem, o cinema, nesse caso, entra como prova, entra como caminho para os testemunhos que não estão ali se poderem expressar. Como tantos tribunais online que a gente tem hoje em dia, inclusive o tribunal da próprias redes sociais que se dá através de recortes de imagens, de edições, de coisas, de manipulação das imagens. Então, e para finalizar a resposta, para mim o teatro entra na ficção, ele dá espaço para a ficção quando a gente mostra que a gente está no teatro, que o espaço é o teatro, que os bastidores estão presentes, mas que o que está acontecendo ali transforma em algo que é real. Então, nesse jogo entre ficção e realidade, para mim é muito importante que todos os dispositivos do teatro estejam muito evidentes.” E a própria improvisação também permite a entrada, se calhar, do real no próprio palco. “Completamente.” A peça questiona até onde estamos dispostos a ir para defender os nossos ideais e a verdade, mas também mostra, como disse, que o fascismo utiliza os princípios democráticos para nos manipular. A peça deixa inclusive instalar-se a dúvida sobre se vale a pena comprometermos tudo, a família, a comunidade, em nome da verdade. Como é que conseguem fazer isto e até que ponto não é perigoso mostrar que a verdade pode ser só performativa? “Primeiro eu acho que o imperativo moral tem que ser maior do que o medo do que pode acontecer em relação à economia. Eu acho que isso é uma coisa que está na peça e que a gente tem que falar como sociedade. A gente precisa defender o imperativo moral, a gente precisa proteger a sociedade, mas a gente não pode se deixar dobrar pelo mercado. E isso é uma discussão sobre o capitalismo que a gente não tem como não pensar quando está tudo realmente interligado e é evidente. Eu acho que – e eu acho bonito como o Wagner toma isso para ele - quando você defende uma ideia, você vai pagar um preço por ela. A gente sabe. Todas as pessoas que tentaram transformar realidades, seja de forma revolucionária, ou seja porque elas se posicionaram de maneira frontal contra um sistema, elas pagaram um preço por isso. A gente admira essas pessoas porque a gente acha que essas pessoas cumpriram, na verdade, a sua função ética. Então, por que é que quando é sobre nós, a gente tem dúvidas? Se todos nós tivermos esse mesmo princípio, todas as possibilidades de cancelamento, todas as possibilidades de perdas diminuem porque colectivamente a gente transforma o mundo. Então, eu acho que é o contrário. A ideia é o seguinte: vamos deixar de ser indivíduos separados que defendem ideias, enquanto outros se escondem atrás das suas ideias. Se todos nós formos à frente defender as nossas ideias, talvez a gente possa transformar o mundo.” O problema de transformar o mundo é que a maioria é quem ganha e Wagner Moura, Thomas Stockmann, diz na peça que “é preciso proteger a minoria da maioria” e que “a maioria nunca tem razão”. O que é que faz de Thomas Stockmann, esta peça e a forma como vocês a reinventaram algo absolutamente contemporâneo? “Bom, antes eu vou responder sobre a questão da maioria e da minoria porque eu acho que é interessante pensar que a gente nomeia a minoria como se a minoria fosse menos e a minoria, na verdade, sempre é mais. Existem muito mais pessoas que são consideradas minorias do que realmente a maioria. A maioria, na verdade, é quem tem o poder. Aí a gente vai falar – e falamos disso na peça - quantas democracias têm eleito pessoas que não representam as minorias que algumas vezes as estão elegendo? Isso faz parte da manipulação que a gente estava falando antes. Então, acho que essa colectividade de mudança tem a ver com tentar denunciar essa manipulação, conseguir fazer com que as pessoas percebam que estão sendo manipuladas e que não vão ganhar com isso. Mas isso é uma discussão que eu não tenho resposta, mas é para a gente pensar.” Além dessa parte da manipulação, que é absolutamente contemporânea na forma como os políticos ganham as eleições, que outras questões tornam esta personagem muito contemporânea? Por exemplo, em França, militantes ecologistas chegaram a ser chamados de ‘ecoterroristas”… “Eu acho que, na verdade, a gente coloca em pauta essa discussão sobre onde é que determinadas posições ultrapassam o limite democrático e questionam o valor democrático. Acho que a gente já viu democracias causando barbáries, mas, por enquanto, a única solução que a gente tem é a democracia. Ao mesmo tempo, é óbvio que quando a gente coloca na boca de Thomas Stockmann, o personagem ético da história, frases como essa - e eu acho que é importante dizer que em toda a peça são as únicas frases que pertencem ao Ibsen quando a gente ouve no gravador - eu acho que a gente está falando, na verdade, sobre uma coisa que também está na peça que é heróis perfeitos não existem.” Há outra frase que fica. No final, Wagner Moura diz: “Todas as vezes que penso nos meus filhos, lembro-me que o ser humano pode ser terrível, mas também pode ser extraordinário”. Quer-me falar por que é que colocou esta nota no final? “Primeiro, eu acho que é importante dizer que a gente fala muito de política em toda esta entrevista, mas essa peça fala de família. Essa peça fala sobre os afectos profundos familiares, como é que a questão política externa está dentro das famílias, como é que isso é inseparável, indissociável e a gente viveu muito isso no Brasil, de como é que as questões políticas podem realmente destruir e criar guerras familiares. O que acontece nesta peça é isso. Essa é uma das últimas frases que o Wagner Moura fala que eu acho realmente muito comovente e é sobre uma utopia e uma distopia na mesma frase. É um pouco tudo isso que a gente conversou aqui. De facto, a gente pode ser terrível, mas se a gente lembrar que a gente também pode ser extraordinário, talvez a gente possa voltar a essa ideia não só de mudar o mundo, mas de tentar deixar o mundo - como também é dito na peça - para os nossos filhos, para os nossos netos e, com sorte, para os nossos bisnetos.”
Conversamos con el economista David Bravo, director del Centro de Estudios Longitudinales de la Universidad Católica y presidente de la Mesa de Reactivación Laboral, tras el último reporte del INE que sitúa la tasa de desocupación en un 9,4% para el trimestre marzo-mayo, la cifra más alta que se registra desde junio de 2021.Según el especialista, este incremento transparenta un "desempleo escondido" que se arrastra desde el fin de la pandemia por COVID-19, y que, en palabras de Bravo, "son la expresión de haber desatendido el mercado laboral en los últimos años", aludiendo al gobierno de Gabriel Boric e iniciativas como el aumento del sueldo mínimo y la reducción de la jornada laboral a 40 horas.¿Qué hacer ante el aumento de la cesantía en Chile? David Bravo subrayó el vínculo entre el mercado laboral y la actividad económica, aludiendo al IMACEC de -0,9% en mayo, el quinto mes consecutivo con números negativos en este indicador.En ese sentido, el economista llamó a generar políticas para aumentar el empleo en sectores críticos, como las micro y pequeñas empresas; y movilizar oportunidades de trabajo para los jóvenes, que llegan al 24% de desempleo, y las mujeres jóvenes que acumulan un 28,3% de cesantía.El Diario de Cooperativa. Conduce: Verónica Franco.Encuentra más contenidos en Cooperativapodcast.cl
Nélson Olim, médico especialista em medicina de catástrofe, falou à Rádio Observador sobre as possíveis consequências dos sismos que atingiram a Venezuela durante a noite de hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.
¿Crees que necesitas ganar más dinero para empezar a construir tu libertad financiera? Carlos Camargo también lo pensaba. Durante años vivió sin un plan financiero claro, sin ahorrar y sin imaginar que algún día podría construir un futuro diferente para él y su familia. Pero todo comenzó a cambiar cuando descubrió algo que la mayoría de las personas ignora: la libertad financiera no empieza con una propiedad, empieza con una decisión. En este episodio de Ingresos Reales con Bienes Raíces, hablamos sobre cómo pasó de vivir al día a crear hábitos de ahorro, mejorar la comunicación financiera con su esposa, eliminar deudas, organizar sus finanzas y desarrollar la mentalidad necesaria para construir riqueza a largo plazo. Si sientes que todavía no tienes suficiente dinero para invertir, este episodio puede ayudarte a descubrir que quizás ya tienes mucho más de lo que crees.
Vivimos bajo la ilusión de que cumplir con todo nos traerá satisfacción. Pero el dolor emocional más silenciado hoy en día es el de sentirse perdidas en los roles que interpretamos: la madre perfecta, la pareja incondicional, la buena hija.De pronto, te enfrentas a una profunda desconexión con todo lo que te rodea. Empieza a surgir una frustración sorda, sostenida por la falta de compromiso emocional real de quienes están a tu lado, dejándote aislada en un estado de sobreesfuerzo constante.El Arquetipo de la Cuidadora es seductor, pero es una trampa. Nos convence de que nuestro valor reside únicamente en cuánto damos. Nos empuja hacia crisis de identidad y a distorsionar nuestra autopercepción, haciéndonos creer que debemos vernos siempre jóvenes, radiantes y dispuestas, incluso cuando estamos altamente agotadas y sobreestimuladas.En el episodio de hoy, nos alejamos de los consejos superficiales para hacer un análisis profundo. Vamos a desarticular la figura de la Cuidadora desde la psicología analítica, cuestionando qué partes de nuestra psique hemos sacrificado en el altar del deber ser.Si sientes que has estado operando en piloto automático para sostener la vida de los demás, este espacio es para ti.
Vivimos escondiendo partes de nosotros mismos por miedo a que, si alguien nos conoce de verdad, deje de amarnos. Pero el Salmo 139 nos revela una verdad que cambia la vida: Dios conoce cada pensamiento, cada herida, cada duda, cada lágrima y cada capítulo de tu historia… y aun así te ama profundamente. No tienes que fingir delante de Él. No tienes que aparentar fortaleza cuando estás cansado ni perfección cuando estás roto. Dios ya vio lo que nadie más ve y decidió quedarse. “Me viste antes de que naciera. Cada día de mi vida estaba registrado en tu libro.” Salmo 139:16 Tu vida no es un accidente. Tu historia no tomó a Dios por sorpresa. Tus temporadas difíciles, tus preguntas y aun las páginas que no entiendes forman parte de una historia que Él conoce completa. Hoy recuerda esto: no existe lugar tan oscuro donde Dios no pueda encontrarte, ni una versión de ti tan imperfecta que pueda disminuir Su amor. Las lecturas son: 2 Reyes 1:1 - 2:25 Hechos 13:42 - 14:7 Salmo 139:1-24 Proverbios 17:19-21 00:00 Intro Promesa 00:44 Promesa 171 21:32 2 Reyes 1 39:42 Hechos 13 45:11 Proverbios 17 48:19 Testimonios www.wenddyneciosup.comSígueme en mis redes como @wenddyneciosup--Descubre si tu marca aparece (o no) cuando la IA recomienda soluciones. Únete al reto gratuito de 3 días de HubSpot — regístrate aquí: https://hubs.la/Q04fn0pB0Distribuido por: Genuina Media Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
“A guerra foi completamente estúpida e a única coisa boa é que aparentemente durou quatro meses. Por outro lado, o Irão ensinou ao mundo uma coisa muito importante: a proximidade a um estreito, mesmo que seja em águas internacionais, é uma arma tremenda”, considera Miguel Sousa Tavares no seu podcast De Viva Voz, feito a partir da sua crónica no semanário. O cronista considera que o conflito no Médio Oriente deixou consequências globais e destaca o estreito de Ormuz como fator estratégico, apontando também sinais de possível negociação entre Rússia e Ucrânia, mas sem um mediador claro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
¿Le gustaría ser DISCÍPULO de JESUCRISTO? El discipulado tiene un costo. La salvación es gratuita, pero EL DISCIPULADO CUESTA. ¿Está listo (a) a pagar el precio? Es estar crucificado con Cristo. ¿Y qué significa? “Significa tres cosas: Primero, un hombre [o mujer] que está crucificado enfrenta un solo camino; segundo, un hombre que está crucificado no puede retroceder y, tercero, un hombre que está crucificado ya no tiene planes futuros” (Dr. Tozer).Lc. 14:25-35 To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/276/29?v=20251111
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¿Le gustaría ser DISCÍPULO de JESUCRISTO? El discipulado tiene un costo. La salvación es gratuita, pero EL DISCIPULADO CUESTA. ¿Está listo (a) a pagar el precio? Es estar crucificado con Cristo. ¿Y qué significa? “Significa tres cosas: Primero, un hombre [o mujer] que está crucificado enfrenta un solo camino; segundo, un hombre que está crucificado no puede retroceder y, tercero, un hombre que está crucificado ya no tiene planes futuros” (Dr. Tozer).Lc. 14:25-35 To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/276/29?v=20251111Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/el-verdadero-amor--4263381/support.ESCUCHAR RADIO
El anuncio de un acuerdo entre Estados Unidos e Irán impulsa los preparativos para reabrir el estrecho de Ormuz el próximo viernes 19 de junio. Francia propone encabezar una operación de desminado, mientras los precios del petróleo fluctúan ante las expectativas y las dudas de que se restablezca el tráfico marítimo.
Nesta entrevista ao Alta Definição, longe dos relvados, João Cancelo revela a Daniel Oliveira momentos profundamente marcantes da sua vida pessoal, num testemunho raro de um dos futebolistas portugueses mais reconhecidos internacionalmente. O lateral, atualmente com 32 anos, partilhou com abertura pouco habitual o trauma que moldou a sua vida e carreira: o acidente de viação que vitimou a sua mãe quando tinha apenas 17 anos. Com uma narrativa que oscilou entre a serenidade de quem já fez as pazes com o passado e a emoção de quem ainda carrega essa perda, Cancelo descreveu os instantes imediatamente após o acidente com uma clareza perturbadora. “Lembro-me do último grito da minha mãe. Lembro-me do meu irmão a chorar. Eu tentei levantar o carro para tirar a minha mãe debaixo do carro e não consegui”, confessou. Para além do relato do trágico acidente, a conversa percorreu outros episódios igualmente reveladores de uma vida pautada pela adversidade e resiliência, desde a infância humilde no Barreiro, com um pai emigrante na Suíça e uma mãe que acumulava três empregos por dia, até ao assalto violento que sofreu em Manchester. O futebolista falou ainda da morte súbita do seu colega Diogo Jota, com quem partilhava o balneário da seleção nacional, e da forma como essa perda reavivou a sua própria dor. Mas foi ao refletir sobre o legado familiar que Cancelo mostrou a sua convicção mais profunda: “Houve uma vida antes da minha mãe falecer e depois da minha mãe falecer. Completamente diferente, porque comecei a ver a vida de outra maneira. Tive que crescer muito rápido”. A emissão deste episódio aconteceu a 13 de junho na SIC e a sinopse foi gerada com apoio de Inteligência Artificial. Saiba mais sobre a aplicação desta tecnologia nas redações do Grupo Impresa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
El riesgo de la actual prevención de incendios: "El monte está totalmente y completamente abandonado y no es rentable"
El 27 de mayo Gobierno cancelará completamente deuda en francos suizos: director de Crédito público
Camila Sponton é mentora, terapeuta e uma das vozes mais provocativas do Brasil sobre comportamento, relacionamentos e responsabilidade emocional. Após sobreviver a quatro anos de um bullying severo , a uma tentativa severa de violência sexual aos 12 anos — onde ainda carregou o peso absurdo de ser julgada como culpada por pessoas próximas —, e ao colapso de uma bulimia aos 15, ela tinha o cenário perfeito para se render ao papel de vítima. Por muito tempo, usou suas dores e traumas como um "bichinho de estimação" para justificar comportamentos impulsivos e rancorosos. A grande virada da sua vida aconteceu quando ela parou de dar utilidade a todos os traumas que teve. Neste episódio do Excepcionais, ela destrói as ilusões do vitimismo moderno e mostra como você se tornou o cúmplice secreto do próprio fracasso. Se você cansou de agir como uma criança mimada nos seus relacionamentos, nos negócios e na vida , este conteúdo é o choque de realidade definitivo que você precisava para mudar seus hábitos e parar de ver sua casa inteira ruir. Disponível no Spotify:Link: https://open.spotify.com/episode/4TJmWzjniujuMr4CCtijnb?si=rIcFrCjrRMOdtWzt-WKF2QPatrocinador:Espaço Volpi - Saúde, bem-estar e superação Mencione o Excepcionais para ter uma condição especial. https://bit.ly/excepcionais-espacovolpi00:00:00 - A ilusão perigosa da anestesia emocional 00:04:08 - A neurociência por trás da antecipação e da quebra de expectativa 00:08:57 - Por que olhar para a realidade sem filtros dói muito menos 00:11:45 - A fragilidade do ego e o descarte em massa das relações humanas 00:20:17 - Tirando as máscaras: quem é você quando entra na sua casa? 00:27:19 - O erro brutal de proteger seus filhos das consequências do mundo 00:36:45 - Como eu parei de usar meus abusos e traumas para me justificar 00:47:57 - O recado direto e sem filtros para a postura dos homens nas relações 00:59:17 - O verdadeiro segredo dos casamentos que duram mais de 50 anos 01:13:42 - O limite inaceitável: quando você precisa arrumar as malas e pular fora Siga a Camila no Instagram:https://www.instagram.com/camilasponton/Nos Siga Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
'Septiembre negro' es el nuevo libro del periodista y ensayista. Un viaje al verano de 1972 en Italia, a caballo entre lo histórico y la novela de iniciación, bajo la mirada de un niño de 12 años que descubre un nuevo mundo
Santiago Corcuera, expresidente del Grupo de Trabajo y del Comité Contra Desapariciones Forzadas de la ONU
Miguel Baumgartner afirma que Donald Trump precisa que algo aconteça no Médio Oriente. Conseguimos prever uma nova ordem para o golfo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
La fe es confiar en Dios en los detalles y obedecer completamente, no solo lo que entiendes ni lo que te apetece hacer. Escucha la reflexión de hoy. La entrada Confiar en Dios significa obedecerlo completamente se publicó primero en Obedira.
Oro Por Você 03108 – 28 de março de 2026 Pai bondoso e Deus misericordioso. Te damos graças por Teu amor cuidadoso, pela oportunidade da vida e as incontáveis bênçãos que recebemos diariamente. Pai Santo, queremos Te pedir agora, mais uma vez, a Tua companhia. Queremos caminhar no dia de hoje ao Teu lado. Queremos a Tua direção em cada atividade, em cada compromisso, em cada atitude; que as Tuas palavras sejam as nossas palavras; que o nosso pensamento seja dirigido por Ti. Completamente. Ajuda-nos para que sejamos uma bênção para as pessoas com quem entrarmos em contato. Auxilia-nos nas nossas deficiências, por favor, Pai. Em nome de Jesus, amém. Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Génesis 1:24“Luego dijo Dios: ‘Produzca la tierra seres vivientes según su especie: bestias, serpientes y animales de la tierra según su especie'. Y fue así”.La mayoría de los radioescuchas de estos programas deben haber visitado en algún momento un museo para ver los dinosaurios. Por supuesto, los restos tangibles consisten de esqueletos fósiles y, si a uno le permiten tocar los huesos, son tan duros como la roca. A veces en realidad son cemento o yeso ya que son copias. Sin embargo, se nos dice que a lo largo de millones de años el hueso original había sido reemplazado por minerales. Excepto por los millones de años esto a menudo es cierto pero no siempre. Los postes de cercas, por ejemplo, han sido encontrados mineralizados de un lado y de madera al otro.En 1993 el Science Research News reportó la reacción de la estudiante universitaria Mary Schweitzer cuando examinaba un dedazo de hueso de un T. rex de 65-millones de años de Montana y que utilizó un microscopio electrónico: “Se me hizo la carne de gallina... fue exactamente como mirar un pedazo de hueso moderno... ¿Cómo pudieron las células sanguíneas sobrevivir tanto tiempo? Para agravar el problema, luego se identificaron trenzas de ADN dentro de la sangre.¿Qué significa esto? En primer lugar, de la tasa conocida con la cual la estructura de ADN se descompone bajo radioactividad natural, las células claramente tenían menos de 10.000 años. En segundo lugar, este no es un caso aislado y un importante argumento esta ahora elaborándose tras las enclaustradas paredes de la academia.Esto es aún más evidencia contra la popular pero impía doctrina de la evolución.Oración: Señor, tu Palabra es verdad. Presérvame en tu verdad. Amén.Ref: Science Research News. Imagen: Dinosaurs in the American Museum of Natural History, Jakub Hałun, CC BY 4.0, Wikimedia Commons. To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/1235/29?v=20251111
ECA Digital: Lula assina decretos que regulamentam nova lei; entenda. Netflix e outros streamings vão passar por reformulação da Lei Felca? Explicamos! Reddit bloqueia usuários menores de 16 anos no Brasil. DLSS 5 vira piada e recebe críticas online! Veja memes com a tecnologia. CEO da NVIDIA defende o DLSS 5 e critica comentários: ‘Completamente enganados'. Homem usa ChatGPT como 'corretor de imóveis' e vende casa em 5 dias.
Alessandra Rojo de la Vega, alcaldesa de Cuauhtemoc
En esta predicación basada en Juan 4:5-42 reflexionamos sobre un encuentro transformador entre Jesús y la mujer samaritana. Este pasaje revela una verdad profunda del evangelio: Dios nos conoce completamente. Conoce nuestro pasado, nuestras luchas y nuestras heridas, pero aun así nos ofrece su gracia.Jesús revela la vida de la mujer sin condenarla. En este diálogo se encuentran la verdad y la gracia. El Señor nos muestra que no necesitamos escondernos de Dios, porque su amor nos recibe tal como somos, pero también nos transforma para una nueva vida.Este mensaje nos invita a recordar que la gracia de Dios no solo nos perdona, sino que también restaura nuestra historia y nos convierte en testigos de su poder.
"Es mentira, es body painting. El traje va pintando", se defiende el exhibicionista. Además, conoceremos el horrible homenaje gastronómico que un aficionado ha hecho a los 8 equipos de la Copa del Rey de basket.
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"Es mentira, es body painting. El traje va pintando", se defiende el exhibicionista. Además, conoceremos el horrible homenaje gastronómico que un aficionado ha hecho a los 8 equipos de la Copa del Rey de basket.
Un incidente e decenni di vita spariti. Al BSMT Franco Bragagna ha raccontato il momento più buio della sua vita: non ricordare nulla da un momento all'altro e il dover ricostruire sé stesso attraverso i ricordi degli altri. Episodio completo qui: https://open.spotify.com/episode/1gARXhyWHeKgnNy08URh81?si=tUdCLSUuQdOU-4RS9ODfGQ&pi=u0K3WcKIRM2VS&t=0 Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
António José Seguro será o novo Presidente da República: terá cerca de 70% dos votos, projeções dão André Ventura entre 27% e 33%. Às 20h20, com 2754 das 3259 freguesias apuradas, Ricardo Costa e Bernardo Ferrão fazem uma primeira análise dos resultados da segunda volta das presidenciais. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2026“LA VUELTA AL MUNDO EN 365 DIAS”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church30 DE ENEROLA MALA SUERTE DE BOA SORTE«Ningún ojo ha visto, ningún oído ha escuchado, ninguna mente ha imaginado lo que dios tiene preparado para quienes lo aman» (1 Corintios 2:9).Nunca olvidaré a Emerson Boa Sorte. Este es el nombre y el apellido de un amigo que cursó conmigo la carrera de Teología. Sin duda, su apellido es muy particular porque significa «buena suerte». A los 24 años todavía no conocía el mar. Y varias veces yo, como amigo bastante falso, me reí de él como si el muchacho fuera un extraterrestre.Por fin, llegó el día. Afortunadamente para mí, y para desgracia de él, fui testigo de ese momento cómico. Viajamos a las prácticas de evangelismo a la región litoral del lugar donde estábamos. Su ansiedad era mayor que la de una novia cuando escucha «ta-ta-ta-tan» de la marcha nupcial. Luego de dejar sus maletas en el alojamiento, corrió rápidamente hacia la playa. Llevaba zapatos y ropa de vestir. Se arrodilló con los brazos abiertos y esperó a que una ala lo devorara. Sus gritos histéricos me avergonzaron y fingí que no lo conocía. Completamente empapado, hizo un cucharón con las manos, lo llenó con agua de mar y tragó ferozmente todo el líquido salado.Para entonces, toda la playa ya se había detenido a observar a aquella persona que parecía haber huido del manicomio. No sirvió de nada tratar de disimular, pues se acercó a mí y gritó: «¡Guau! ¡Esto es demasiado grande!». La multitud se echó a reír y yo no sabía dónde esconderme.Lo cierto es que Boa Sorte hizo realidad su sueño. Y hasta hoy me río de esa extraña escena. Sin embargo, no he olvidado la satisfacción en sus ojos al ver su sueño cumplido. Para él, eso fue un presagio del cielo.Cuando leemos que nunca nuestros ojos han visto algo igual ni nuestro oído escuchado algo semejante, percibimos que no tenemos idea de lo que será la Nueva Jerusalén. Solo sé que la Biblia habla de un mar de cristal y, sin duda, reaccionaré corno mi amigo cuando llegue allí.¿Intentaste alguna vez imaginar las moradas celestiales? ¿Cómo será ese lugar inexplicablemente perfecto? Los profetas que miraban a través de la estrecha brecha de una visión no podían describirla. La magnitud de todo era tan incalculable que no cabía en palabras, Si el cielo es todo eso, no dudes en prepararte para este destino paradisiaco. Sé un cristiano activo y no un incrédulo complaciente. Prepárate, cueste lo que cueste.Seguramente, ese día exclamaremos juntos; «¡Guau! ¡Esto es demasiado grande!».
Trump completamente fuori controllo
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Juan del Val: "Esta situación política me parece completamente insostenible, tiene mucho de putrefacción"
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J.J Benitez lleva 50 anos investigando el fenomeno ovni y en su nuevo libro "Estan aqui", editado por Planeta. desvela muchos secretos ocultos por los militares. Existe un comite secreto llamado "Congefamer" constituido por altos jefes de la fuerza aerea para evaluar y dar a conocer casos importantes sobre el fenomeno ovni. "Los militares desde hace ochenta anos nos estan enganando sistematicamente. Todos nos estan tomando el pelo. No nos estan diciendo la verdad". J.J deja este mensaje para los rosaventeros: "El mensaje es que desconfien de todo".
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