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Archibald Leach decidiu que precisava ser outro. Mudou de país, mudou de nome, reinventou-se — e nasceu Cary Grant. Anos depois ele diria: “Fingi ser alguém que eu queria ser… e me tornei essa pessoa.”Todos nós estamos nos tornando algo. A pergunta é: o quê?O mundo oferece personagens prontos: sucesso, reconhecimento, aplauso. Mas quando o palco esvazia, sobra o silêncio — e nele ecoa a pergunta que importa: valeu a pena?São Josemaria sonhava diferente. Sonhava com santos no meio do mundo. Gente comum, em escritórios, hospitais, cozinhas, salas de aula — vivendo a rotina com o coração voltado para Deus. No dia 14 de fevereiro de 1930, ele compreendeu com clareza que a santidade não era fuga da realidade, mas transformação dela.Estar no mundo sem ser mundano não é abandonar a profissão, mas santificá-la. Não é rejeitar a cidade, mas elevá-la. Não é buscar aplausos, mas buscar o Céu.“Ele nos escolheu para sermos santos.” (Ef 1,4)O maior risco da vida não é falhar tentando ser grande. É ter sido chamado à santidade… e contentar-se com pouco.______________________________
Eldorado” é o novo trabalho do autor brasileiro de banda desenhada Marcello Quintanilha, lançado em Janeiro pela editora belga Le Lombard. Através da história de dois irmãos, a BD esboça um retrato social do Brasil, dos anos 50 aos anos 70, ritmado pela paixão do futebol, pela música, pelas desigualdades sociais, pela criminalidade e por uma política autoritária. Poderá o sonho da bola sobreviver à dureza do terreno fora das quatro linhas ou estará destinado a ficar fora de jogo num Brasil sem ilusões? “Eldorado” cruza o destino de dois irmãos, Hélcio e Luís Alberto: um sonha com uma carreira de futebol profissional e o outro é apanhado nas malhas da delinquência. Através deles, é a própria história do Brasil, dos anos 50 aos anos 70, que acompanhamos. A música é omnipresente, numa banda desenhada marcada pelo movimento, planos cinematográficos, um espectro de cores nostálgicas e uma palete de emoções que pinta a complexidade das personagens. “Esse livro recupera o mito do filho pródigo inserido no contexto da classe trabalhadora brasileira da metade do século XX e é uma história de erros, é uma história de afrontar os erros, é uma história de repensar os erros e de tentar solucionar tudo aquilo que dissemos, tudo aquilo que fizemos e que não pode mais ser refeito a não ser ser compreendido e ser um ponto de partida para um novo futuro”, conta Marcello Quintanilha à RFI. “Eldorado” começa com uma introdução sobre a história do Brasil, a preto e branco, inspirada nas gravuras dos folhetos de cordel do nordeste do país. Aí se conta como o futebol, introduzido no país como um desporto de ricos, foi tomado pelas classes populares e se tornou numa revolução silenciosa com uma “faceta jovem, igualitária, impetuosa e transgressiva”. Aí também se conta como, ao longo do século XX, a criminalidade se alimentou da ausência de políticas públicas de inclusão e das desigualdades económicas e sociais e como o contexto político e histórico agravou essas mesmas desigualdades e mergulhou o país numa crise que continua a ameaçar a democracia brasileira até hoje. Nesta obra descrita como um policial neo-realista, as personagens de Hélcio e Luís Alberto vão incarnar a complexidade desse Brasil, entre os anos 50 e 70, na cidade de Caxias, na região do Rio de Janeiro. Esta é também uma história que se inspira no pai de Marcello Quintanilha, um antigo jogador profissional que teve de parar de jogar muito jovem, o que levou a que o tema do futebol fosse, durante muito tempo, um tabu na família. “Metade do livro é baseada na história real dele e a outra metade do livro é uma história ficcional, policial, que serve como espelho entre as duas vertentes: a real e a ficcional”, explica o autor. A influência do pai e a personagem de Hélcio já apareciam noutro trabalho de Marcello Quintanilha, "Luzes de Niterói" (2018). O lado humano das personagens é uma linha de força da obra do autor, em que o passar do tempo, a arquitectura e o próprio Brasil são também personagens. “Eu acho que os meus livros tratam de coisas que eu considero muito humanas. Acho que é, por isso, que o meu trabalho vem despertando tanto interesse fora do Brasil, porque eu trato dos personagens de uma maneira muito humana e a condição humana é algo compartilhado universalmente. Então, Eldorado insere-se no mesmo contexto, na mesma concepção de personagens, na mesma concepção do mundo”, acrescenta. Uma concepção do mundo que tem conquistado o mercado editorial de banda desenhada na Europa, nomeadamente o Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême, em França. Aí venceu, em 2022, o prémio de melhor álbum, Fauve d'Or, com “Escuta, formosa Márcia” e também ganhou, em 2016, na categoria de melhor história policial com “Tungsténio”, uma BD que também foi adaptada a filme. Nascido em Niterói, no Brasil, em 1971, Marcello Quintanilha passou de autodidacta a um dos maiores autores da BD brasileira contemporânea. Começou a trabalhar para uma editora aos 16 anos e publicou em 1999 a sua primeira novela gráfica, "Fealdade de Fabiano Gorila", que já se inspirava na vida do pai. Instalou-se em Barcelona há 23 anos, graças à série "Sept balles pour Oxford", da editora Le Lombard, com argumento do argentino Jorge Zentner e do espanhol Montecarlo, e fez ilustração para jornais espanhóis como El País e La Vanguardia. Desde então, não parou de desenhar, escrever e publicar. Editou "Salvador" (2005), "Sábado dos meus amores" (2009), "Almas públicas" (2011), "O ateneu" (2012), "Tungsténio" (2014), "Talco de vidro" (2015), "Hinário nacional" (2016), "Luzes de Niterói" (2018), "Escuta, formosa Márcia" (2021) e, agora, “Eldorado”. Em 2020, Marcello Quintanilha estreou-se na ficção com "Desereama".
Torne-se um cooperador do Ministério Orvalho.com. Acesse: orvalho.com/cooperadores Inscreva-se no canal do Pastor Luciano Subirá: http://bit.ly/2ytHfuu Os vídeos não podem ser exibidos sem autorização prévia e por escrito do Ministério Orvalho.com. O programa Viva a Família tem como propósito compartilhar princípios bíblicos aplicados à vida familiar por meio de histórias e experiências construídas ao longo de décadas de casamento entre Luciano e Kelly Subirá. O programa é organizado nas seguintes partes: • Histórias de família • Princípios bíblicos • Aplicação prática • Convidados especiais Assista, reflita e compartilhe.
No Papo Antagonista desta quarta-feira, 14, Madeleine Lacsko, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman conversaram com Bruno Soller, estrategista eleitoral da RealTime Big Data, parceira de O Antagonista no Lulômetro, sobre a corrida presidencial de 2026.Assista:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
É noite de decisão. Em pleno território hostil, os 49ers entram em campo contra o Philadelphia Eagles no Wild Card com uma missão clara: sobreviver, avançar e manter vivo o sonho do hexacampeonato. Nesta live, analisamos em profundidade o que San Francisco precisa fazer para sair de Philly com a vitória. Matchups-chave, ajustes táticos, fatores mentais e tudo o que pode definir um jogo de playoffs onde não existe amanhã. Vamos debater: Como atacar a defesa física e agressiva dos Eagles O papel de Brock Purdy sob pressão em jogo de vida ou morte As batalhas no trench e a importância do jogo terrestre X-factors que podem desequilibrar o confronto O peso emocional e mental de jogar playoffs fora de casa ⭐ Deixe sua nota no spotify e compartilhe o episódio com outros torcedores Faithful! ✅ Curte o conteúdo? Deixa o like, se inscreve no canal do YouTube, se inscreve no podcast e ativa o sininho pra acompanhar tudo sobre os Niners!
Saudações rubro-negras! No programa de hoje Matheus Gonzaga e turma se reúnem mais uma vez para falar sobre o gosto amargo de quase conseguir... PSG 1 x 1 Flamengo.Acompanhe nosso canal no YouTube
Nuno Loureiro trabalhava numa área, a física de plasmas, da qual se acredita que possa sair caminho para termos na Terra uma fonte de energia tão inesgotável como a do Sol. Mas será que conseguiremos?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sexta-feira, 19 de dezembro, altura de lançarmos o mercado de Inverno do Sporting. Porém, antes de olharmos para o futuro é preciso perceber as necessidades e avaliar quem chegou no mercado de verão.
Sexta-feira, 19 de dezembro, altura de lançarmos o mercado de Inverno do Sporting. Porém, antes de olharmos para o futuro é preciso perceber as necessidades e avaliar quem chegou no mercado de verão.
Exposição “Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade” reúne 79 obras de 50 artistas na Caixa Cultural.
Livros mencionados:O Sobrinho do Mágico, C. S. Lewis;Fala-lhes de Batalhas, de Reis e de Elefantes, Mathias Énard;Fahrenheit 451, Ray Bradbury;Nem Todas as Árvores Morrem de Pé, Luísa Sobral;Manteiga, Asako Uzuki;Dez Figuras Negras, Agatha Christie;Terra Americana, Jeanine Cummings;Septologia, Jon Fosse;Lobos, Tânia Ganho;Édipo, Sófocles;O Sonho do Jaguar, Miguel Bonnefoy.Sigam-nos no instagram: @leiturasembadanasEdição de som: Tale House
A ponderação e “falta de confetis” de Castro Almeida sobre a economia portuguesa. E ainda, a gripe veio com a força que a saúde não tem.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fábio Ciribelli, sócio do Café Ciribelli, conta sua trajetória na produção cafeeira
Eles chegaram aos Estados Unidos buscando segurança, estabilidade e o velho ideal do sonho americano. Mas, sob o endurecimento das operações migratórias do governo Donald Trump, muitos brasileiros agora fazem o caminho inverso: estão refazendo as malas, desfazendo planos e retornando ao Brasil antes da hora, movidos principalmente pelo medo de serem presos ou deportados. Luciana Rosa, correspondente da RFI de Nova York Medo, aumento do custo de vida e saudade dos que ficaram no Brasil. A história de Silvia Santos ajuda a ilustrar como fatores econômicos, familiares e emocionais têm pesado nas decisões de brasileiros que deixam os Estados Unidos. Moradora de Sarasota, na Flórida, ela embarca definitivamente no dia 10 de dezembro, levando consigo a filha de 9 anos. O destino é São Luís, no Maranhão, onde a mãe está gravemente doente e já perdeu movimentos, visão e parte da fala. O marido ficará nos EUA, trabalhando na área de logística, enquanto aguarda a aprovação do visto, um processo que se arrasta há meses. Silvia trabalhava fazendo entregas de comida nos horários de almoço e jantar, enquanto cuidava da casa, da filha pequena e mantinha uma filha adulta no Brasil, que depende da ajuda financeira da família. O orçamento, segundo ela, nunca fechou. “A gente vive para pagar conta. Não sobra”, diz. “E eu tenho a casa, as crianças, tudo nas minhas costas. Não tem comunidade aqui, não tem rede de apoio.” O medo das operações migratórias, no entanto, foi o que acelerou a decisão de voltar. Mesmo com número de Social Security e permissão de trabalho (work permit), Silvia conta que a insegurança só cresceu. “A gente já viu gente sendo deportada mesmo com processo em andamento. Eu não me vejo tão segura, sabe? Nesse momento, eu não ficaria ilegal aqui. Eu acredito que não vale a pena.” O temor maior é o de ser separada da filha em uma eventual abordagem. Ela cita casos recentes entre brasileiros na região. “A gente viu várias histórias de gente que já foi separada. Teve o caso de uma brasileira que foi presa e a filha não achava a mãe. Foi parar em outro lugar.” Para Silvia, o risco simplesmente “não vale a vida inteira”. A saúde da mãe, no Brasil, adicionou urgência ao plano. “Foi um conjunto de coisas. A doença da minha mãe, a família, tudo interferiu. Eu, hoje, não viria pra cá pra ficar na ilegalidade. Jamais”, reitera. Mesmo assim, Silvia diz compreender que os Estados Unidos precisam controlar suas fronteiras. “Eu concordo que tem que ter um controle, tem que ter critério”, afirma. “Mas a gente sabe que quem movimenta a economia é o imigrante: na construção, na limpeza, no delivery. E hoje até em áreas intelectuais. O meu marido é uma força intelectual que os Estados Unidos precisam.” Ela conta que tem visto, em Sarasota, sinais de deterioração social que antes não associava ao país. “Eu tenho percebido muito mais mendigo na rua. Muito mais do que quando cheguei”, observa. A decisão de voltar, diz Silvia, é também um gesto de proteção emocional. “Minha filha não tem infância aqui”, afirma. “A gente trabalha tanto que não vive. E eu quero que ela viva”, desabafa. ‘Eu saio de casa com medo' Geovanne Danioti desembarcou nos Estados Unidos em 2022. Ele vive com a esposa, que é brasileira com residência permanente, e os dois filhos pequenos no interior do estado de Nova York. No dia 1º de dezembro, a família embarca de volta para o Brasil. Com o visto expirado, Danioti relata viver sob tensão constante. “Eu saio de casa com medo. Vou só do trabalho para casa. Aqui onde eu moro você só vê carro do ICE. Todo dia prendem cinco ou seis pessoas”, conta. Ele diz ter sido parado várias vezes pela polícia por infrações de trânsito. O estopim foi o caso de um amigo que trabalhava no mesmo hotel e acabou deportado durante uma audiência por uma infração de trânsito, mesmo estando legalmente no país. O temor de ser detido e a possibilidade de perder a guarda dos filhos, ambos cidadãos americanos, fez a família decidir deixar o sonho americano para mais tarde. “A gente não quer que nossos filhos passem por isso. Vamos resolver tudo no Brasil e, quando estiver legal, voltamos no ano que vem. Começo de 2027 no máximo”, explica. Quando o sonho americano se desfaz Para além dos relatos individuais, pesquisas recentes ajudam a dimensionar o medo que tem levado muitos imigrantes, inclusive brasileiros, a reconsiderar a permanência nos Estados Unidos. Um levantamento nacional realizado pela KFF (Kaiser Family Foundation) em parceria com o The New York Times, e divulgado em novembro, mostra que o receio de ações migratórias deixou de ser pontual e passou a fazer parte do cotidiano. Segundo a pesquisa, um em cada cinco imigrantes afirma conhecer alguém que foi preso, detido ou deportado desde janeiro. O estudo também revela que quatro em cada dez dizem temer que eles próprios ou um familiar possam se tornar alvo de uma operação do ICE. O levantamento destaca ainda que imigrantes de diferentes perfis, incluindo cidadãos naturalizados e pessoas com visto válido, relatam se sentir menos seguros e passaram a evitar atividades fora de casa, algo que antes não fazia parte da rotina dessas comunidades. Ao mesmo tempo, a pesquisa mostra a força persistente do mito do sonho americano: cerca de 70% dos entrevistados disseram que, se pudessem voltar no tempo, fariam novamente a escolha de migrar para os Estados Unidos, apesar do clima atual. Entre brasileiros, os dados oficiais ainda são parciais, mas seguem na mesma direção. O Itamaraty registrou cinco repatriações em 2024, e o número de 2025 está em processamento. No cenário geral da imigração, o Departamento de Segurança Interna dos EUA estima que cerca de 1,6 milhão de pessoas solicitaram autodeportação ao longo deste ano, um mecanismo usado principalmente por quem teme uma detenção antes de conseguir regularizar sua situação. Apesar disso, nem todos que vivem sob risco decidem voltar ao país de origem. Uma reportagem recente da emissora pública npr.org mostra que muitos imigrantes em situação irregular estão optando por migrar internamente, mudando-se para estados onde a atuação do ICE é menos intensa. Trata-se de uma estratégia para ganhar tempo, manter o emprego e proteger os filhos nascidos nos EUA, ao menos, até que a próxima batida do ICE seja anunciada.
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
O Opinião desta semana, apresentado por Rita Lisauskas, discute a pressão psicológica da escolha de carreira na juventude.Com a proximidade do Enem e dos vestibulares, cresce a pressão sobre jovens para escolher a profissão que, teoricamente, os acompanhará por toda a vida. Mas será que nessa idade existe maturidade para uma decisão tão definitiva? O programa propõe discutir os impactos psicológicos dessa escolha precoce, os índices de ansiedade e a sensação de insegurança entre os estudantes. Quais os efeitos dessa pressão e os caminhos alternativos? E as famílias: como apoiar sem sobrecarregar os filhos? Essa escolha, ao contrário do que muitos pensam, não precisa ser definitiva e que mudanças de rota são parte natural da vida profissional. A faculdade é mesmo o único caminho? Ainda estamos presos às profissões tradicionais? Para falar sobre o assunto, receberemos a psicóloga e professora da PUC-SP Patrícia Mortara e a especialista em carreiras e professora titular da FEA/USP Tania Casado. De forma remota, conversamos com Andrews Oliveira, um jovem que, aos 17 anos, escolheu o curso universitário por pressão da família, mas só anos depois foi estudar o que realmente sonhava.#SomosCultura #TVCultura #Jornalismo #GenZ #Masculinidade #Repressão▶️ BAIXE O APLICATIVO CULTURA PLAY ▶️Play Store: http://bit.ly/3KUUHhIApple Store: http://apple.co/3LgEK72Inscreva-se no canal e clique no sininho para ser notificado das novidades!Siga as redes do Jornalismo TV Cultura!Facebook: / jornalismotvcultura Twitter: / jornal_cultura Instagram: / jornalismotvcultura TikTok: https://www.tiktok.com/@jornalismotvc...Site: https://tvcultura.com.br/
Reconheça os seus privilégios.A gratidão pode colorir a sua vida e melhorar a sua saúde.
Vivemos numa era de curiosidade instantânea. Uma pergunta surge na mente e, em segundos, o telemóvel está na mão, o Google aberto, e a Wikipedia a fornecer uma resposta. Esta sensação de ter o conhecimento do mundo na ponta dos dedos é tão comum que raramente paramos para pensar na sua origem. Sentimo-nos mestres de um universo de dados, capazes de invocar qualquer facto, data ou biografia com um simples clique.
Gosta do podcast? Conheça o Catarse do Mais Que um Filme: https://www.catarse.me/juliagavillanOu me pague um café via pix: julia.gavillan@gmail.comApós se formar na faculdade de cinema, Richard Kelly começou a se questionar sobre sua carreira. Em pânico sobre seu futuro profissional, ele decidiu escrever o roteiro de um longa-metragem. Enquanto pensava sobre o que escrever, Kelly lembrou de uma notícia sobre um enorme pedaço de gelo que se soltou da asa de um jato e caiu no quarto de um menino. Eu sou Júlia Gavillan e esse é o Mais Que um Filme.
Seja bem-vindo ao meu canal.➤ Instagram: @heliopeixotofilho➤ Telegram: https://t.me/heliopeixoto_oficial➤ Devocional: https://especial.heliopeixoto.com/cadastro-devocional➤ Facebook: http://www.facebook.com/HelioPeixotoFilho
A Sandra leva-nos numa viagem às fases da vida em que leu alguns livros que adorou. Quais são as histórias por trás das leituras desta jornalista que nos acompanha há anos pela casa dentro? Vale a pena conhecer a Sandra leitora.Os livros que escolheu:O Velho e o Mar, Ernest Hemingway;O Velho que lia Romances de Amor, Luis Sepúlveda;A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafon;Ao Ritmo de um Poema, Colleen Hoover.Outras referências:O Segredo dos Segredos, Dan Brown;Comer, Rezar e Amar, Elisabeth Gilbert;A Supraconsciência Existe – Vida Depois da Vida, Manuel Sans Segarra;Paul Ricoeur, o filósofo que explora a ideia de um sim mais vasto.O que recomendei:All the Way to the River, Elisabeth Gilbert.Coleen Hoover:9 Novembro;Corações feridos (Heart Bones);Versão BR: Todas as suas (im)perfeições (All your perfects);Na Sombra do Teu Nome, Jodi Picoult;Lições de Química, Bonnie Garmus;A série 7 Irmãs, Lucinda Riley;A Catedral do Mar, Ildefonso Falcones.O que ofereci:O Sonho do Jaguar, Miguel Bonnefoy.Os livros aqui:www.wook.pt
Como boa parte dos estudantes internacionais, o paulistano Victor Sampaio lavou pratos, fez entregas e trabalhou em obra durante seus primeiros anos no país, até que se estabilizou em um emprego administrativo com um bom salário. Mas foi durante a pandemia que decidiu trocar o escritório pelo ministério de uma igreja pentecostal em Sydney, o que entende ser a missão que Deus lhe deu. Conheça sua história.
André Ventura, em entrevista à SIC, disse que o país precisava de “três Salazares”. O líder do Chega e candidato à Presidência da República defendeu também os cartazes do partido com a mensagem “Isto não é o Bangladesh”. Daniel Oliveira considera que “a todos interessa ter Ventura na segunda volta, as taxas de rejeição são tão fortes que está decidida”, Francisco Mendes da Silva acredita que o líder do Chega voltou à carga porque “acha que as autárquicas não lhe correram muito bem”. Ouça a análise de Daniel Oliveira e Francisco Mendes da Silva no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido a 28 a outubro na SIC Notícias. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje, eu falo sobre o ponto mais sutil e mais poderoso da manifestação: a diferença entre desejar algo e se tornar a pessoa que já vive aquilo.Não existe espera. O tempo é apenas o espaço entre quem você é agora e quem você se permite ser. Assumir o estado do sonho realizado é escolher vibrar como se já fosse real... até que seja.
O Brasil virou protagonista no campo de batalha da infraestrutura digital mundial. Quais são os riscos ecológicos do avanço dos data centers e o que está em jogo na busca por soberania tecnológica?Com Alessandra Orofino e Gregorio DuvivierIndicações• VERA, José Faleiro• O HIPOPÓTAMO, Chico MattosoCitações• A ARTE DA NEGOCIAÇÃO, Donald Trump & Tony Schwartz• Kamchatka (2002) - Marcelo Pineyro• Machuca (2003) - Andrés Wood • O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias (2006) - Cao Hamburger-------O Clube do Livro, em 2026, terá muitas novidades.Fique ligado, coloque seu nome na lista de espera!
Só em 2025 nós já sobrevivemos às trends de imagens de IA imitando o estilo do Estúdio Ghibli, ao morango do amor, às correntes de stories com pessoas pedindo pro ChatGPT falarem qual a sua bênção e mais a uma infinita série de coisas que passam tão rápido que a gente nem lembra mais que aconteceu. Seja você uma pessoa cronicamente online ou não, você talvez esteja experimentando uma nova sensação (ou pelo menos nós estamos): a de não querer mais postar coisas no feed.A palestra do Hector Muniz no Eppa Gente trouxe essa refelxão sobre o desejo (ou falta) de contar sobre os nossos dias nas redes sociais. Decidimos chamá-lo a ocupar uma das contas pra entender um pouco sobre o que está nos levando a essa fadiga digital. ------------------PRODUTOS DO DONAS DA P* TODA!www.enxamecolaborativo.com.br/brands/Donas-da-P-TodaAPOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda-----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda. Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelzBruno Stolf: @brunostolf
Quando o Sonho Vira Realidade: Como a Tudodvet Nasceu com Resistência e Inovação | #podcast #empreendedorismo #podcastbrasil
Alexandre Garcia comenta sobre os projetos da dosimetria e do terrorismo
A Jorgina conheceu o Guilherme por uma amiga, eles se casaram-se e tiveram duas filhas, Ynara e Yasmin. A vida era difícil, até que um acidente deixou o Guilherme com o fêmur quebrado e longe do trabalho por anos. Foi quando ele se dedicou a música, fez sucesso e teve a chance de gravar profissionalmente e assinar seu primeiro contrato. Eles viajaram para realizar esse sonho e comemorar o aniversário de 20 anos de casados, mas na estrada, um motorista bêbado bateu no carro. Guilherme partiu e Jorgina passou a viver com a dor e a esperança de justiça. Hoje o seu consolo é escutar a música que ele fez, para manter viva a sua memória.
Editorial: Grau de investimento, o sonho que o governo tornou impossível
O sonho está a tornar-se realidade: os "tubarões azuis" estão a uma vitória de levar Cabo Verde ao próximo mundial de futebol.
Mensagem do dia 07 de Setembro de 2025 por Kenner Terra O sonho de Salomão |1Rs 3.4-14 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
A história é do Lucerrandro, que perdeu o pai, o senhor Generoso, um homem surdo e mudo que sofreu muito na infância, sem poder estudar e vivendo na pobreza. Mesmo com tantas limitações, ele construiu uma família, cuidou sozinho de seis filhos após a mãe abandoná-los e lutou para dar dignidade a todos. Com a ajuda de um amigo, o senhor Ricardo, conseguiu criar os filhos com amor e valores. Em 2017, adoeceu gravemente e, após muito sofrimento, faleceu no início da pandemia. Apesar da dor, deixou como maior legado a força, a coragem e o valor dos estudos. Inspirado pelo sonho do pai de aprender, o filho concluiu o ensino médio, passou em cinco faculdades e hoje cursa Direito, vivendo para honrar a memória do pai e transmitir seu ensinamento maior: valorizar cada instante, amar e perdoar, porque a saudade é eterna, mas também é prova do amor que permanece.
O sonho de uma grande árvore | Instantes Finais
Nossa viajante se perde nos labirintos do Marrocos e qual o desfecho dessa história? Enquanto a outra viajante, um plot twist de viradas, desde um sonho de madrinha, até depilação de coisas pinicando no corpo. Vem saber o desfecho!Histórias de Cris Helena e Paty ➡️ Site da Agência Explorar Marrocos , e confira os pacotes de viagem!
O sonho do rei Nabucodonosor | Instantes Finais
O sonho dos quatro animais simbólicos | Instantes Finais
O que você sabe sobre a China? E o que está perdendo ao não saber mais sobre ela? É sobre essas questões que o jornalista Igor Patrick, mestre em Estudos da China pela Academia Yenching (Universidade de Pequim) e em Assuntos Globais pela Universidade Tsinghua, fala ao Podcast da Semana."A China é o país que mais inova no mundo, que mais investe em ciência e tecnologia, em produção de conhecimento, que vai liderar áreas que são cruciais para o desenvolvimento econômico e até da civilização humana, como a de transição energética", afirma Patrick, que é correspondente do jornal South China Morning Post e colunista da Folha de S.Paulo, onde analisa o noticiário sobre o país.Nesta entrevista, Patrick fala um pouco da ideia do sonho chinês e de como o Estado é central no conceito. "Na China, a prosperidade está muito ligada também à prosperidade do povo, da China enquanto nação, enquanto civilização. É uma coisa bastante concentrada, inclusive, na figura do Partido Comunista, enquanto no sonho americano a gente tem o Estado ali quase como uma peça acessória."O jornalista fala sobre como vê a ideia de uma nova ordem mundial em que a China é a principal potência do planeta, fala sobre desafios e contradições do país, e dá até dicas de leituras para quem quer aprender um pouco mais sobre a cultura chinesa."A China priorizou e prioriza bastante a educação. Durante muito tempo, despejou caminhões de dinheiro na produção de ciência e na abertura de universidades. E é óbvio que nenhuma economia consegue absorver uma quantidade tão grande de pessoas num espaço tão curto de tempo", diz sobre mais jovens qualificados que vagas de trabalho."Entre sinólogos tem uma brincadeira que fala que quando você chega na China, na sua primeira semana, você quer escrever um livro; no seu primeiro mês você quer escrever um artigo; no seu primeiro ano você percebe que você não consegue escrever nenhuma frase. Existem várias Chinas dentro da China, muitas delas são contraditórias."
Edgard Maciel de Sá, Cauê Rademaker, Phill, Marcello Neves e Renné Valente analisam a vitória sobre o Al Hilal, o simbolismo do gol de Martinelli e os desfalques para o jogo contra o Chelsea. DÁ O PLAY!
Visões e sonhos proféticos da Bíblia (O Sonho de José) | Instantes Finais
Visões e sonhos proféticos da Bíblia (O Sonho de Jacó) | Instantes Finais
No segundo e fabuloso episódio do novo formato do podcast Nós na História pegamos carona na morte do escritor peruano Mario Vargas Llosa – mas só para celebrar sua vida e sua obra. Só que já vamos avisando: periga você sair dessa história com um olho roxo...Ganhador do Prêmio Nobel de Literatura pelo conjunto da obra, Vargas Llosa foi um mestre das palavras e um gênio da narrativa. E o melhor de tudo é que o Brasil esteve no centro de dois de seus magistrais romances: “A Guerra do Fim do Mundo”, onde ele ousou – e conseguiu – seguir os passos de Euclides da Cunha, recriando o clássico “Os Sertões”, sobre a Guerra de Canudos, travada no sertão da Bahia, em 1897, e em “O Sonho do Celta”, no qual ele descreve os horrores indizíveis do ciclo da borracha na Amazônia.Mas é claro que Eduardo Bueno, Luciano Potter e Arthur Gubert folheiam outras páginas de outros livros do mestre peruano – que, aliás, saiu na porrada com outro gênio da literatura latino-americana, o esplendoroso García Márquez. O que causou a briga? Dissidência política, ciúmes literário ou intrigas amorosas? Você só vai saber se acompanhar o episódio... Ou não... Afinal, o nó dessa questão é apertado, e talvez seja cego.De quebra, para dar aquele toque que só Nós na História sempre trás, Eduardo Bueno relembra seu encontro com Vargas Llosa num jantar no seio da alta burguesia, em Porto Alegre, em 1991 – quando um dos temas foi o rastafarianismo e a maconha. Onde mais você encontraria histórias entrelaçadas como essas? Ora, só aqui, no seu, no meu, no nosso Nós na História.APOIE o programa: apoia.se/nosnahistoriaSIGA-NOS no Instagram: @nosnahistoria_@buenasideias@lucianopotter @arthurdeverdadePatrocínio:Traduzca
Neste episódio, o Pastor @Juanribe nos leva a uma reflexão profunda sobre a mensagem celestial que os anjos trazem e como ela se conecta com nosso chamado aqui na terra.
Hoje Thais entrevista a empreendedora Fernanda Ribeiro, a primeira CEO negra de uma fintech no Brasil. Além de muito inteligente, ela não tem vergonha de contar que espera mais da vida do que apenas realização profissional. Atualmente a Fernanda planeja se aposentar aos 45 anos e para quebrar o tabu desse tema em um mundo tão workaholic, vou falar sobre isso com ela.Vambora entender esse sucesso?CURSO – De Carona Na Carreirahttps://www.decaronanacarreira.com.br/Livro – De Carona Na Carreirahttps://amzn.to/4fGu271Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/thaisroque/Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Instagram DCNC: https://www.instagram.com/decaronanacarreira/TikTok: https://www.tiktok.com/@decaronanacarreiraYouTube: https://www.youtube.com/@Decaronanacarreira?sub_confirmation=1Thaís vesteBlusa – Animale - https://www.instagram.com/animalebrasil/Saia – Saint Laurent - https://www.instagram.com/ysl/Sapatos – Ferragamo - https://www.instagram.com/ferragamo/Stylist - André Puertas Beleza – Cris DalleLink da Fernanda:Insta - https://www.instagram.com/leoafe/Mala de viagem:A morte é um dia que vale a pena viver - https://amzn.to/4kvvQ56Equipe que faz acontecer:Criação, roteiro e apresentação: Thais RoqueConsultoria de conteúdo: Alvaro LemeSupervisão: José Newton FonsecaSonorização e edição: Felipe DantasIdentidade Visual: João Magagnin
Imagine um paraíso tropical onde bilionários do Vale do Silício podem brincar de SimCity na vida real, sem Estado, sem impostos e com suas próprias regras. O que era vendido como um “experimento de liberdade” virou um barril de pólvora com o governo hondurenho, moradores locais revoltados e um processo bilionário. No episódio de hoje, mergulhamos nesse sonho molhado do anarcocapitalismo que tá mais pra pesadelo distópico.Fonte: bloomberg.com/news/features/2025-02-13/a-honduras-dream-city-now-faces-11-billion-political-dispute Loja do Vira: umapenca.com/viracasacasApoie o Vira: apoia.se/viracasacas
O Palmeiras venceu o Botafogo-SP, na última quinta-feira, e segue vivo na briga por uma vaga nas quartas de final do Paulistão. Na última rodada, o Verdão precisa vencer o Mirassol, no domingo, às 18h30, e contar com um empate ou derrota da Ponte Preta diante do Red Bull Bragantino, no mesmo dia e horário. Neste episódio, Eduardo Rodrigues, Felipe Zito e Leandro Bocca debatem este cenário e ainda falam sobre contratações e como uma possível eliminação na fase de grupos pode afetas a sequência da temporada.