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E se Deus estivesse trabalhando justamente do outro lado da linha que você chamou de inimigo? Em uma mensagem provocante e inesperada, antigas histórias ganham nova tensão para confrontar a mentalidade do “nós contra eles” e revelar que a graça pode alcançar lugares, pessoas e situações que o coração humano preferiria manter distantes.Entre justiça, misericórdia, orgulho e humildade, esta mensagem conduz a uma jornada que desafia preconceitos, expõe resistências internas e abre espaço para enxergar Deus de uma forma maior do que nossas fronteiras pessoais. Prepare-se para uma palavra que incomoda, desperta e pode mudar a maneira como você olha para quem está do outro lado.---Ministração do Pr. Israel Subirá nos Cultos de Celebração de 19 de julho de 2026.Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp
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House of the Dragon chegou na metade da temporada com um episódio cheio de reviravoltas políticas! Acompanhamos o reinado da Rhaenyra (Emma D'arcy) em King's Landing, o reencontro entre Daemon (Matt Smith) e Rhaena (Phoebe Campbell) no Vale e conhecemos mais do Ormund Hightower (James Norton) e o Daeron (Benjamin Evan Ainsworth) em Tumbleton. Vem conferir minha análise completa e já se inscreve no canal, temos vídeos toda segunda, quarta e sexta!Coleção de acessórios de HOTD: https://www.anilu.com.br/collections/colecao-carol-moreiraPersonagens novos: https://youtu.be/wONBPPHR7pY?si=dxTyCgZSvWaDYcK2Playlist completa de HOTD: https://www.youtube.com/playlist?list=PL0AHYOvtm6roL6jivR1GS6h-0hhzmEfTZINSTAGRAM - http://www.instagram.com/carolmoreira3
Até onde estamos dispostos a ir para defender a verdade e como é que o fascismo utiliza os princípios democráticos para a destruir são questões que sobressaem das entrelinhas de “Um julgamento - Depois do inimigo do povo”, uma criação da encenadora Christiane Jatahy e do actor Wagner Moura que é apresentada, a partir deste sábado e até dia 22 de Julho, no Festival de Avignon. Os dois artistas imaginaram uma continuação para a peça “Um Inimigo do Povo” (1882), de Henrik Ibsen, à luz dos dias de hoje, das "fake news", da erosão democrática, do capitalismo desenfreado e dos julgamentos sumários nas redes sociais. “A verdade acabou” é a primeira frase que se ouve da boca de Wagner Moura, o homem do cinema que reitera que quer “estar aqui”, no teatro, depois de 16 anos longe dos palcos. O espectáculo “Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo” é apresentado no Festival d'Avignon de 11 a 22 de Julho e questiona até onde estamos dispostos a ir para defender a verdade e a justiça. A criação da encenadora e dramaturga Christiane Jatahy e do actor Wagner Moura inspira-se na obra de Henrik Ibsen, de 1882, mas não é uma adaptação. O texto, de Christiane Jatahy, Wagner Moura e Lucas Paraizo, é a continuação da história de Thomas Stockman, “uma segunda chance” que lhe é dada para falar e tentar provar que não é o “Inimigo do Povo”. Quem decide é um “tribunal popular” composto por 11 espectadores sorteados que sobem a palco. E há dois finais para a peça. Recuemos à história do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen que é o mote para esta história: o médico Thomas Stockman denuncia a poluição de uma estância balnear para proteger a população, mas o seu irmão, Peter Stockman, silencia a denúncia porque diz que a população depende dessa fonte de rendimento para sobreviver. “A economia não pode estar na frente da vida das pessoas” versus “a vida das pessoas depende da economia”, ouvimos de ambas as partes. Esta é também a história de uma família destruída por dissensões políticas e morais. O Thomas Stockman de 2026 é interpretado magistralmente por Wagner Moura que quer mostrar que não é “um inimigo público”. E tudo começa com a frase: “A verdade acabou. Isso é o que mais me assusta. Acabou. Não existem mais factos. Só versões. E quando a verdade perde o valor, então toda essa sala, e tudo o que ela representa, se torna uma encenação”. Em palco, tudo se dilui: teatro, cinema, documentário, encenação, improvisação, verdade, manipulação. No julgamento, questiona-se, por exemplo, o que é a verdade na era das fake news e das “diferentes versões” e a própria dramaturgia vai diluindo as fronteiras entre realidade e ficção, entre actor e personagem, entre actuação e performance, com momentos em que não sabemos se os actores improvisam ou se tudo não passa de encenação. A peça é uma coprodução entre o Festival d'Avignon, o Centro Cultural de Belém (Portugal), o Holland Festival (Países Baixos), o Edinburgh International Festival (Reino Unido) e o centro de artes DeSingel (Bélgica). E foi em Avignon que conversámos com Christiane Jatahy a propósito deste trabalho que é a terceira peça que ela aqui apresenta, depois de “O agora que demora”, em 2019, e “A Hora do Lobo”, em 2021. “Todas as pessoas que tentaram transformar realidades, seja de forma revolucionária, seja porque elas se posicionaram de maneira frontal contra um sistema, elas pagaram um preço por isso. A gente admira essas pessoas porque a gente acha que essas pessoas cumpriram a sua função ética. Então, por que é que quando é sobre nós, a gente tem dúvidas? Se todos nós tivermos esse mesmo princípio, todas as possibilidades de cancelamento, todas as possibilidades de perdas diminuem porque colectivamente a gente transforma o mundo. A ideia é o seguinte: vamos deixar de ser indivíduos separados que defendem ideias, enquanto outros se escondem atrás das suas ideias. Se todos nós formos à frente defender as nossas ideias, talvez a gente possa transformar o mundo”, resume a encenadora na entrevista à RFI. RFI: Como é que surgiu a ideia de partir deste texto com Wagner Moura? Christiane Jatahy, Encenadora: “Eu e o Wagner há muito tempo que a gente desejava trabalhar juntos. Ele assistiu a um espectáculo que eu fiz em Los Angeles e ele falou, a partir dali, que ele realmente queria voltar ao teatro através do nosso encontro. A gente então começou a ler muitas coisas, a ver muitos filmes. Ele tem muita paixão por esse texto do Ibsen, mas eu disse-lhe que eu não gostaria de montar o texto como o texto é porque eu achava que a gente precisava revisitar esse texto de uma maneira mais extrema, de realmente recriá-lo. E aí eu propus a ideia do tribunal. A encenação é minha, Wagner actua e a gente trabalhou juntos no texto. Eu propus essa ideia, ele aceitou na hora e, a partir desse momento, eu comecei a pensar na estrutura dramatúrgica, a gente dialogou muito sobre isso e assinámos o texto juntos com Lucas Paraizo também que é um roteirista. Essas questões que você apresentou na introdução da sua pergunta eram sempre questões que permeavam dois pontos que permeavam muito o nosso querer para fazer esse espectáculo. Primeiro é isso: ‘A verdade acabou'. Como é que a gente sobrevive num mundo em que tudo são versões? Como é que a gente consegue, de facto, manter um diálogo quando a minha verdade não é a sua? E não é que a gente esteja debatendo uma ideia, a gente, na verdade, está completamente em contradição, como se se estivesse vivendo em dois mundos diferentes. Isso é uma questão que eu acho que é muito urgente ser discutida porque isso significa que acabou o diálogo e a gente não pode sobreviver democraticamente se não tem mais diálogo. E aí eu vou directamente à sua segunda questão. É nessa maneira e através dessa fissura que o fascismo se aproveita porque o que o fascismo faz é criar uma verdade única, o que o fascismo faz é criar um inimigo único, o que o fascismo faz é inventar uma história do passado que não representa a realidade e fazer as pessoas se movimentarem através da raiva e não de uma ideia de colectividade e cooperação, utilizando todas as ferramentas da democracia e, na verdade, atingindo e atirando em tudo que é provocador do pensamento - a cultura, a os estudos, a universidade... Então, todas essas coisas estão subliminarmente dentro da peça, mas elas são os motores que nos moveram a criar esse espectáculo.” O teatro é transformado em tribunal popular e quebra os limites da quarta parede com o papel do público. Estamos habituados, no seu trabalho, a que o público participe, mas aqui ainda vai mais longe: o público absolve ou condena. Por que é que decidiu dar este papel ao público? “Porque quando eu pensei que não teria sentido montar a peça como ela é - para mim porque para outras pessoas pode ter - eu não queria trazer uma resposta sobre se ele é ou não é um inimigo do povo e se ele é ou não é um herói. Interessava-me, na verdade, levar essa questão para o público e ter essa resposta. Foi daí que veio a ideia do tribunal e a ideia de que o público, a cada noite, através da percepção do que ele está vendo, de diferentes pontos de vista e, portanto, a abertura ao diálogo com o público e de algumas questões que eles possam colocar, que a gente chegasse num veredicto que sempre nos surpreende e é muito interessante em cada lugar.” Há dois finais? “Há dois finais. Um final que é um monólogo caso ele seja considerado inimigo do povo e um final que é um outro monólogo, caso ele não seja considerado, como aconteceu na noite de ontem [ensaio geral de 10 de Julho].” Há uma tela para depoimentos audiovisuais, há gravações de telemóvel, há câmaras presenciais, há palco e bastidores ao mesmo tempo e há bastidores que entram no palco. Mais uma vez, a Christiane elimina as fronteiras entre teatro e cinema, nomeadamente com um actor de cinema que volta ao teatro. Também apaga os limites entre documentário e ficção, entre encenação e improvisação. Qual é o significado de todas estas camadas, estas transposições? “Essas são camadas que eu realmente exploro. Eu sempre digo que tem fronteiras que me interessa trabalhar, não para fixá-las, mas para expandi-las e são exactamente essas que você descreveu. Primeiro, respondendo a essa questão, o Wagner traz o cinema. Então, quando ele diz que ele joga com a questão do cinema e do teatro, do final perfeito para um filme, a gente está, de facto, através da presença dele, ressignificando a questão do cinema no teatro. Eu acho que isso é importante dizer, sem projecção, sem nada, só com discurso e a sua própria presença. E como a cada espectáculo me interessa que o cinema entre de uma forma muito dramatúrgica, completamente conectado ao que a gente está contando e não como uma exposição da projecção do que nós estamos contando, no sentido da amplificação da imagem, o cinema, nesse caso, entra como prova, entra como caminho para os testemunhos que não estão ali se poderem expressar. Como tantos tribunais online que a gente tem hoje em dia, inclusive o tribunal da próprias redes sociais que se dá através de recortes de imagens, de edições, de coisas, de manipulação das imagens. Então, e para finalizar a resposta, para mim o teatro entra na ficção, ele dá espaço para a ficção quando a gente mostra que a gente está no teatro, que o espaço é o teatro, que os bastidores estão presentes, mas que o que está acontecendo ali transforma em algo que é real. Então, nesse jogo entre ficção e realidade, para mim é muito importante que todos os dispositivos do teatro estejam muito evidentes.” E a própria improvisação também permite a entrada, se calhar, do real no próprio palco. “Completamente.” A peça questiona até onde estamos dispostos a ir para defender os nossos ideais e a verdade, mas também mostra, como disse, que o fascismo utiliza os princípios democráticos para nos manipular. A peça deixa inclusive instalar-se a dúvida sobre se vale a pena comprometermos tudo, a família, a comunidade, em nome da verdade. Como é que conseguem fazer isto e até que ponto não é perigoso mostrar que a verdade pode ser só performativa? “Primeiro eu acho que o imperativo moral tem que ser maior do que o medo do que pode acontecer em relação à economia. Eu acho que isso é uma coisa que está na peça e que a gente tem que falar como sociedade. A gente precisa defender o imperativo moral, a gente precisa proteger a sociedade, mas a gente não pode se deixar dobrar pelo mercado. E isso é uma discussão sobre o capitalismo que a gente não tem como não pensar quando está tudo realmente interligado e é evidente. Eu acho que – e eu acho bonito como o Wagner toma isso para ele - quando você defende uma ideia, você vai pagar um preço por ela. A gente sabe. Todas as pessoas que tentaram transformar realidades, seja de forma revolucionária, ou seja porque elas se posicionaram de maneira frontal contra um sistema, elas pagaram um preço por isso. A gente admira essas pessoas porque a gente acha que essas pessoas cumpriram, na verdade, a sua função ética. Então, por que é que quando é sobre nós, a gente tem dúvidas? Se todos nós tivermos esse mesmo princípio, todas as possibilidades de cancelamento, todas as possibilidades de perdas diminuem porque colectivamente a gente transforma o mundo. Então, eu acho que é o contrário. A ideia é o seguinte: vamos deixar de ser indivíduos separados que defendem ideias, enquanto outros se escondem atrás das suas ideias. Se todos nós formos à frente defender as nossas ideias, talvez a gente possa transformar o mundo.” O problema de transformar o mundo é que a maioria é quem ganha e Wagner Moura, Thomas Stockmann, diz na peça que “é preciso proteger a minoria da maioria” e que “a maioria nunca tem razão”. O que é que faz de Thomas Stockmann, esta peça e a forma como vocês a reinventaram algo absolutamente contemporâneo? “Bom, antes eu vou responder sobre a questão da maioria e da minoria porque eu acho que é interessante pensar que a gente nomeia a minoria como se a minoria fosse menos e a minoria, na verdade, sempre é mais. Existem muito mais pessoas que são consideradas minorias do que realmente a maioria. A maioria, na verdade, é quem tem o poder. Aí a gente vai falar – e falamos disso na peça - quantas democracias têm eleito pessoas que não representam as minorias que algumas vezes as estão elegendo? Isso faz parte da manipulação que a gente estava falando antes. Então, acho que essa colectividade de mudança tem a ver com tentar denunciar essa manipulação, conseguir fazer com que as pessoas percebam que estão sendo manipuladas e que não vão ganhar com isso. Mas isso é uma discussão que eu não tenho resposta, mas é para a gente pensar.” Além dessa parte da manipulação, que é absolutamente contemporânea na forma como os políticos ganham as eleições, que outras questões tornam esta personagem muito contemporânea? Por exemplo, em França, militantes ecologistas chegaram a ser chamados de ‘ecoterroristas”… “Eu acho que, na verdade, a gente coloca em pauta essa discussão sobre onde é que determinadas posições ultrapassam o limite democrático e questionam o valor democrático. Acho que a gente já viu democracias causando barbáries, mas, por enquanto, a única solução que a gente tem é a democracia. Ao mesmo tempo, é óbvio que quando a gente coloca na boca de Thomas Stockmann, o personagem ético da história, frases como essa - e eu acho que é importante dizer que em toda a peça são as únicas frases que pertencem ao Ibsen quando a gente ouve no gravador - eu acho que a gente está falando, na verdade, sobre uma coisa que também está na peça que é heróis perfeitos não existem.” Há outra frase que fica. No final, Wagner Moura diz: “Todas as vezes que penso nos meus filhos, lembro-me que o ser humano pode ser terrível, mas também pode ser extraordinário”. Quer-me falar por que é que colocou esta nota no final? “Primeiro, eu acho que é importante dizer que a gente fala muito de política em toda esta entrevista, mas essa peça fala de família. Essa peça fala sobre os afectos profundos familiares, como é que a questão política externa está dentro das famílias, como é que isso é inseparável, indissociável e a gente viveu muito isso no Brasil, de como é que as questões políticas podem realmente destruir e criar guerras familiares. O que acontece nesta peça é isso. Essa é uma das últimas frases que o Wagner Moura fala que eu acho realmente muito comovente e é sobre uma utopia e uma distopia na mesma frase. É um pouco tudo isso que a gente conversou aqui. De facto, a gente pode ser terrível, mas se a gente lembrar que a gente também pode ser extraordinário, talvez a gente possa voltar a essa ideia não só de mudar o mundo, mas de tentar deixar o mundo - como também é dito na peça - para os nossos filhos, para os nossos netos e, com sorte, para os nossos bisnetos.”
Nesse podcast você acompanhara uma ministração do culto da família na nossa igreja local.
Um mês e meio depois da sua primeira Presidência Aberta, António José Seguro concluiu o relatório global em que regista as conclusões de uma semana a ver os estragos causados na região Centro pelas tempestades e sinaliza o que de mais urgente há a fazer. O Presidente da República conclui que “a governação da crise revelou insuficiências de coordenação, clareza e interoperabilidade” e espera que este “contributo para o futuro” produza resultados. O Governo passou a ter oposição em Belém?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A declaração foi feita à BNews pelo secretário Nacional de Comunicação do PT ao comentar o vazamento do áudio do pré-candidato à presidência da República em conversa com o banqueiro Daniel Vorcaro. Éden Valadares listou as contradições e mentiras do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, em especial em assuntos relacionados às fraudes envolvendo o Banco Master.
Edgard Maciel de Sá, Phill e Giba Perez analisam a vitória sobre o Operário pela Copa do Brasil, a falta de confiança do time, o repetido problema dos pênaltis, a expectativa pela parada da Copa do Mundo e a partida contra o São Paulo. DÁ O PLAY!
Palavra é Vidas | Deus Quebra o Arco do Inimigo!
Livrando-nos dos Planos do Inimigo - Ap Rubens de Mattos Antonio 30/04/2026 by Ministrações CCP
O humorista recorda o amigo Cândido Mota como um ser bondoso e profissional que deixa um "legado luminoso". Herman José diz que o locutor de rádio só via as coisas postivas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A dor da disciplina é temporária, mas a dor do arrependimento é para sempre."Neste segundo vídeo da nossa série, mergulhamos no pilar da DISCIPLINA. Você já sentiu que sua vida espiritual é uma montanha-russa, com altos e baixos constantes? O segredo para a constância não está na motivação passageira, mas na disciplina espiritual.Neste devocional, identificamos os 3 maiores inimigos que tentam roubar a sua constância:1. A Procrastinação: O perigo de adiar uma obediência.2. A Preguiça: O esforço evitado que atrofia a alma.3. A Distração: Quando o coração está ocupado com as coisas erradas.Acompanhe esta reflexão baseada em Provérbios e na vida de personagens bíblicos, e descubra como a graça de Deus nos dá a força para dar o primeiro passo hoje.Assista até o final para receber uma palavra de esperança e participar do nosso Desafio do Check-list. Calce as botas e dê o primeiro passo hoje!
Secretário-geral dos trabalhadores social-democratas considera que proposta poderia ter condições para acordo. Ainda assim, Pedro Roque diz-se confiante de que o Governo vai continuar a negociar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A 80ª edição do Festival de Avignon decorre de 4 a 25 de Julho e tem, no cartaz, um enorme ponto de interrogação para destacar a importância de questionar o mundo através da arte. O tema acabou por surgir "de uma forma bastante livre", conta Tiago Rodrigues, o director do festival, que apresentou, esta quinta-feira, a programação no Théâtre du Rond-Point, em Paris. Foi aí que conversámos com o encenador e dramaturgo português sobre os nomes que preenchem uma edição em que, mais do que nunca, “é imperativo sonhar num mundo onde parecemos cercados por uma tremenda e terrível má notícia a cada dia”. Tiago Rodrigues é o artista português que dirige um dos mais prestigiados festivais de teatro do mundo e que este ano cumpre a 80ª edição. Desta vez, a linha de força de Avignon está estampada no cartaz do evento: de um fundo amarelo solar sobressai um enorme ponto de interrogação. A força das dúvidas e dos questionamentos talvez seja a chave para entrar no espírito de Avignon, a cidade-teatro que abre portas para o mundo durante os dias do festival. Tiago Rodrigues assume que “o questionamento” acabou por se impor como um tema natural desta edição porque todos os espectáculos e eventos programados deixam no ar perguntas que são antídotos contra as “respostas simplistas” que “criam a violência” dos tempos que correm. O encenador e dramaturgo sublinha que juntar pessoas no mesmo espaço para fazerem perguntas através da arte “é uma coisa absolutamente essencial e cheia de futuro”. Talvez por isso, o teatro é hoje ainda mais urgente e “claro que não está em vias de extinção”, avisa. Aos comandos do festival desde 2023 e reconduzido para um segundo mandato até 2030, Tiago Rodrigues alerta que “é imperativo sonhar num mundo onde parecemos cercados por uma tremenda e terrível má notícia a cada dia”, exemplificando com o medo que o assola quando vê artistas como o libanês Ali Chahrour a viver sob bombardeamentos em Beirute. Mas vamos à programação do festival, que divulgámos esta quarta-feira depois da apresentação no espaço La FabricA, em Avignon. Um dia depois, Tiago Rodrigues foi ao Théâtre du Rond-Point, em Paris, para a conferência de imprensa do lançamento desta edição e a RFI teve a oportunidade de falar com ele. Começámos por abordar os nomes lusófonos e o director do festival apontou, desde logo, a artista brasileira Carolina Bianchi como “a grande revelação nos últimos anos no teatro mundial”, lembrando que ela foi a grande aposta de Avignon em 2023 (o primeiro ano programado por Tiago Rodrigues). A encenadora, actriz e escritora vai estrear em Avignon o terceiro capítulo da trilogia "Cadela Força", três anos depois de ali ter apresentado o primeiro capítulo, “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, que ganhou o Leão de Prata da Bienal de Veneza. Por outro lado, haverá dois dias de maratona teatral de 10 horas em que as três peças poderão ser vistas de seguida: “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, “The Brotherhood” e “Uma Luz Cordial”. Sobre os também brasileiros Christiane Jatahy e Wagner Moura, que vão apresentar “Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo”, Tiago Rodrigues lembra que “Christiane Jatahy é uma artista muito amada pelo público do festival” e que, pela primeira vez, trabalha com Wagner Moura, “neste momento, o actor brasileiro mais conhecido no mundo” e que regressa ao teatro 16 anos depois “com essa vontade de quem regressa à essência do trabalho de actor”. Nesta edição, acabam por ser poucos os artistas lusófonos, mas fica a promessa que, depois de portugueses, cabo-verdianos e brasileiros terem estado em edições anteriores, “os artistas moçambicanos, angolanos e guineenses” também merecem ter o seu palco em Avignon. Continuando o seu projecto de convidar línguas para o festival, depois do inglês, espanhol e árabe, Tiago Rodrigues justifica a escolha, este ano, da língua coreana como “uma vontade de viajar até longe”. Daí que um quarto da programação seja constituída por artistas da Coreia do Sul e uma das convidadas de honra, que inspira dois espectáculos, é a Nobel da Literatura Han Kang. De resto, mais de metade dos projectos são dominados por artistas mulheres com “propostas absolutamente extraordinárias”. Na entrevista, o director do Festival de Avignon mostrou-se, ainda, muito “preocupado com o que está a acontecer em Portugal, nomeadamente em Lisboa”, algo que descreveu como “uma espécie de cerco à liberdade de criação” e “um grande abandono da verdadeira democratização” do acesso às artes e à criação. RFI: Na apresentação da programação, o Tiago Rodrigues falou na vontade de que o festival seja uma “festa de questionamentos” e o cartaz apresenta um grande ponto de interrogação. Quais são as linhas de força que cosem as entrelinhas desta edição e até que ponto o questionamento é uma delas? Tiago Rodrigues: “O questionamento foi uma forma bastante livre de darmos um tema a este festival, de relembrarmos ao público que este festival - que faz muito trabalho sobre a sua história, sobre o seu arquivo - ao chegar à 80ª edição, queria estar muito concentrado também no presente e no futuro, perguntar o que é que vamos fazer nos próximos 80 anos de festival. Hoje, quando defendemos a importância das artes, do teatro, da dança na vida das pessoas, muitas vezes dão-nos a entender que estamos a defender qualquer coisa que está em vias de extinção ou qualquer coisa que é antiga e que estamos a tentar ainda fazer sobreviver não se sabe bem porquê, quando o que nós defendemos é uma coisa absolutamente essencial e cheia de futuro que é a possibilidade de nos reunirmos em sociedade, pessoas juntas fisicamente no mesmo espaço para fazer perguntas juntos, mas fazer perguntas através da arte. E é isso que o festival faz há 80 edições e queríamos relembrar-nos a nós, os artistas, mas também ao público, que é isso que nós fazemos aqui. Num mundo onde estamos cheios de más respostas - poucas respostas mas más na maioria dos casos - respostas violentas, respostas simplistas, respostas pouco informadas, nós queremos colocar as boas perguntas. Perguntas às vezes complexas, perguntas também com prazer, perguntas com dúvida, perguntas que permitam o debate em vez de respostas que criam a violência. Eu acho que as artes podem ter esta função e certamente um festival onde vêm pessoas do mundo inteiro e se reúnem numa cidade que duplica a sua população no momento do festival para acolher o mundo inteiro que a visita, esse é o momento em que podemos fazer perguntas juntos.” Há três artistas brasileiros em destaque nesta edição: Carolina Bianchi, Christiane Jatahy e Wagner Moura. Comecemos por Carolina Bianchi, que foi revelada no primeiro ano de Tiago Rodrigues à frente do Festival de Avignon, em 2023. O que nos traz Carolina Bianchi? “Carolina Bianchi foi uma aposta do festival em 2023, na primeira edição que eu programei, porque acreditava que seria um grande acontecimento para o teatro europeu e mundial descobrir o trabalho de Carolina Bianchi que era um trabalho que estava muito discretamente escondido na cidade de São Paulo, que não rodava muito, que não era muito conhecido mesmo no Brasil. Tivemos a oportunidade de a desafiar a começar um projecto, uma trilogia. Ela sonhava fazer uma trilogia com três espectáculos consagrados à questão da violência e, sobretudo, a violência sobre as mulheres. O primeiro episódio é consagrado a essa violência na história da arte e na performance. O segundo no teatro e o terceiro na literatura mas como também a escrita pode ser uma forma de libertação, de emancipação. Ao ouvir essa ideia, dissemos imediatamente: ‘Vem fazer o primeiro espectáculo no Festival de Avignon'. O que aconteceu a seguir é do conhecimento geral. Carolina Bianchi, depois desse espectáculo, ganha o Leão de Prata da Bienal de Veneza, torna-se uma artista que faz todas as cenas europeias e mundiais, é revelada por esse festival. Criou o segundo capítulo entretanto, “Brotherhood”, e nós tínhamos combinado há muito que ela encerraria esta trilogia de novo em Avignon. A grande sorte que temos é que encerra com um espectáculo que será absolutamente fenomenal, “Uma Luz Cordial”, mas também conseguimos preparar, pela primeira vez, a hipótese de ver a trilogia seguida. São dez horas de teatro, uma grande aventura que tem ocupado esta artista durante quase cinco ou seis anos da sua vida e vamos poder ver não só a estreia mundial do último capítulo da trilogia, mas também, pela primeira vez, toda a trilogia seguida no Festival de Avignon, com cerca de 20 intérpretes brasileiros liderados por esta grande artista. É uma grande revelação dos últimos anos no teatro mundial.” E em relação a Christiane Jatahy, que já esteve em Avignon, e Wagner Moura, o que é que eles trazem ao festival? “Christiane Jatahy é já uma artista muito amada pelo público do festival, muito conhecida em França, uma encenadora que também é muito conhecida do público lusófono, seja no Brasil, seja em Portugal, que tem marcado as cenas europeias nos últimos anos, com as suas adaptações de repertório e desta vez, pela primeira vez, trabalha com Wagner Moura, que decide voltar ao teatro 16 anos depois. Ele tem vivido a sua aventura cinematográfica, televisiva, neste momento é, sobretudo, talvez o actor brasileiro mais conhecido no mundo com a nomeação ao Oscar, com o Globo de Ouro que ganhou e com a Palma de Ouro em Cannes que ganhou pelo filme “O Agente Secreto”. E é muito comovente ver Wagner Moura regressar ao teatro com essa vontade de quem regressa à essência do trabalho de actor. Aqui, Christiane Jatahy e Wagner Moura escreveram juntos, inspiraram-se no “Inimigo do Povo”, de Henrik Ibsen, autor norueguês, e pegando na história do “Inimigo do Povo”, onde o protagonista acabou de anunciar que as águas de uma vila termal estão contaminadas e, portanto, ao salvar a saúde das pessoas, condenou economicamente essa cidade, ele é acusado de ser inimigo do povo. O que vemos nesta peça é que imediatamente a seguir a esta história há um julgamento e nesse julgamento há vários testemunhos, nomeadamente o do Dr. Stockmann, interpretado por Wagner Moura e escrito por Wagner Moura com Christiane Jatahy, que defende que não é inimigo do povo, pelo contrário, enquanto outros defendem que ele é inimigo do povo. Será o público a decidir o resultado deste julgamento e o espectáculo tem dois finais em função da decisão do público.” Em termos de lusofonia, não há muitos mais nomes lusófonos. Porquê? “Porque o Festival de Avignon é uma página em branco onde nós tentamos responder às mesmas questões com respostas diferentes todos os anos. Evidentemente, a língua portuguesa, nem que seja pela minha presença na direcção do festival, tem estado mais presente do que no passado na história do Festival de Avignon, com artistas portugueses, cabo-verdianos e brasileiros também. Este ano, a presença da língua portuguesa está defendida por duas grandes artistas brasileiras e no futuro voltará a estar defendida por, não sei, artistas angolanos, moçambicanos, guineenses, porque não? Portanto, a língua portuguesa tem essa riqueza de poder ter artistas, nomeadamente no teatro e na dança, que merecem ser descobertos e mostrados no Festival de Avignon. Certamente que a cena lusófona - e não só lusófona, também a cena especificamente portuguesa - continuará a ter presença no Festival de Avignon. Este ano não tem, porque nem todos os países podem estar todos os anos no festival. Há países, por exemplo, como a Coreia do Sul, que, através do convite à língua coreana como língua convidada, este ano regressa ao Festival de Avignon depois de 25 anos de ausência. Há 25 anos que não havia um artista coreano no festival. O mundo é grande, o festival também é muito grande, mas não é tão grande como o mundo. E, portanto, embora gostássemos de fazer um festival que tivesse artistas de todos os países do mundo todos os verões, esse sonho terá que ficar para mais tarde. Por agora, queremos ter todos os artistas do mundo, mas um festival de cada vez.” Até porque o Tiago Rodrigues foi reconduzido até 2030 na direcção do festival, não é? “Tenho a grande sorte de ter sido reconduzido para um segundo mandato que começará após este festival. Este é o meu último festival do primeiro mandato, mas estou já a preparar os próximos quatro festivais até 2030. Sem dúvida que até 2030 não faltarão artistas de língua portuguesa.” O que é que o incitou a convidar a língua coreana? “A vontade de viajar até longe esteve na origem deste convite à língua coreana. É a quarta língua que convidamos para o Festival de Avignon. Começámos com o inglês, depois com o espanhol, duas línguas globais, mas de origem europeia. A terceira língua foi o árabe, uma língua de origem não europeia, mas muito presente na Europa e muito presente em França, onde é a segunda língua mais falada. Portanto, estas três línguas, por serem globais e também, por uma certa proximidade, por serem línguas que nos dizem coisas quando somos público do Festival de Avignon, que é um público maioritariamente francês, e o internacional que é maioritariamente europeu, merecia ser provocado pela distância. Então, começámos a procurar as línguas asiáticas que poderia ser interessante propor e percebemos que a língua coreana, sendo uma língua que só é falada numa península, é também uma espécie de 'soft power' através do K-pop, da música popular, através do 'K-drama', as séries televisivas coreanas que são muito populares no mundo inteiro...” Da Prémio Nobel da Literatura... “Da Prémio Nobel da Literatura. Mas por trás dessa presença global, há um grande desconhecimento, por exemplo, do teatro e da dança da Coreia, portanto, fomos pesquisar. Fomos muitas vezes à Coreia do Sul, a várias cidades, descobrimos muitos artistas e compusemos aquilo que corresponde a um quarto da programação do festival, com artistas coreanos. Há muito teatro, muito teatro documentário, muita dança, muitas formas tradicionais como o pansori ou outras formas populares de circo, de música, de teatro, de dança, mas actualizadas com uma leitura contemporânea. E também a literatura porque Han Kang [Prémio Nobel da Literatura] estará no Festival de Avignon, será uma das figuras centrais do festival. Haverá uma grande leitura de partes do seu romance, dirigida por Julie Deliquet, pela actriz Isabelle Huppert e pela actriz coreana Hyeyoung Lee, que juntas lerão, em francês e em coreano, partes do romance de Han Kang em presença da própria Han Kang. Haverá espectáculos que adaptam outros romances de Han Kang. E haverá também encontros e entrevistas públicas com a Prémio Nobel e ela será uma das grandes presenças da língua convidada.” Há uma artista lusodescendente, percussionista da cena electro-pop francesa Lucie Antunes, que faz um espectáculo com Mathilde Monnier, uma presença conhecida em Avignon. São duas mulheres fortes, "guerreiras", como o nome de um dos álbuns de Lucie Antunes. Também está programada Rébecca Chaillon, que faz igualmente espectáculos muito fortes. Nesta edição, há mais mulheres a dirigirem projectos do que homens. Qual é a mensagem subjacente? “É a mensagem natural de que não é difícil fazer uma programação que eu considero de grande, grande, grande qualidade, tendo uma grande maioria de mulheres à frente dos projectos. Não queremos passar outra mensagem que aquela de dizer que deveria ser perfeitamente normal haver muitas programações em muitos festivais do mundo onde há uma maioria de mulheres, porque há enormemente artistas mulheres que fazem projectos absolutamente extraordinários. A mensagem termina aí e depois as conclusões são tiradas pelas pessoas. Foi sem esforço que chegámos a uma programação maioritariamente feminina e por pura paixão pelo trabalho proposto por estas artistas. Quando fomos fazer as contas no final, porque gostamos sempre de poder perceber até que ponto é que estamos a respeitar a nossa vontade de paridade, percebemos que estávamos muito para lá da paridade. E ainda bem que sim, porque artistas como por exemplo Lucie Antunes e Mathilde Monnier, que vão colaborar nesse espectáculo “Silence”, são grandes artistas. Uma vem pela primeira vez ao Festival de Avignon, a Lucie, e a Mathilde Monnier é a artista - depois do fundador do festival Jean Vilar - que mais vezes se apresentou no Festival de Avignon. Mas temos também toda uma geração de grandes encenadoras francesas, como Rébecca Chaillon, Jeanne Candel, Marion Siéfert, Tiphaine Raffier, que vêm marcar presença no festival e mostrar como uma boa parte da pujança, da qualidade e da diversidade do teatro francês passa pelas encenadoras.” No seu primeiro ano na direcção do Festival de Avignon, em 2023, disse-nos que quando se vem a Avignon pela primeira vez, sai-se transformado. Que utopias ainda faltam cumprir em Avignon? No mundo tão complicado em que vivemos hoje, ainda é possível sonhar? “Não só é possível, como é imperativo sonhar num mundo onde parecemos cercados por uma tremenda e terrível má notícia a cada dia. Eu hoje, nesta apresentação, pude mencionar o choque com que vi as mensagens expressas por Ali Chahrour, um artista libanês que esteve no ano passado no festival e que está neste momento em Beirute sob bombardeamentos, e pude exprimir a minha perplexidade, o meu medo, o meu choque e, ao mesmo tempo, perante isto, é absolutamente imperativo sonhar, concretizar os sonhos e propor sonhar a outros. É por isso que nós falamos desta ideia de questões no festival. Questões podiam ser aqui um sinónimo de sonho. No Festival de Avignon eu diria que há ainda muitas coisas que eu gostaria de conseguir fazer até 2030. A batalha essencial, que é aquela que dá sentido ao facto de acompanharmos a criação artística, de defendermos a liberdade artística, de procurarmos meios para os artistas poderem trabalhar, é de conseguir completar, aperfeiçoar, prolongar a aventura do acesso democrático às artes. A democratização do acesso à criação continua a ser a enorme aventura não só em Avignon, mas no mundo inteiro e - porque estou a falar em português - preocupa-me muito o que está a acontecer em Portugal, em muitas cidades, nomeadamente em Lisboa, onde é completamente inesperado o que é uma espécie de cerco à liberdade de criação, ingerências políticas, mas também um grande abandono da verdadeira democratização. O acesso democrático às artes não é um exercício populista, uma flor que se põe na lapela nos dias de festa. É um trabalho quotidiano que deve permitir o acesso fácil à criação exigente, criação de grande qualidade feita em liberdade e à qual todas e todos devem ter acesso. Se fosse fácil, não era um serviço público. A cultura é um serviço público porque não é fácil de fazer. É preciso tempo, é preciso investimento e é preciso sonhar.”
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Sermão para o IV Domingo da QuaresmaPadre Leonardo Carvalho, IBP.15/03/2026Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
PF vê cunhado de Vorcaro como peça-chave de investigação e analisa pagamentos ligados a políticos. E patente da semaglutida, princípio ativo do Ozempic, vence nesta sexta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
#658 - Heróis e Vilões da Fé - Quando o Inimigo senta à Mesa | JB Carvalho by JB Carvalho
QUEM É O DIABO? QUEM É O SEU MAIOR INIMIGO? - Diego Ruchinsque
TEMPO DE REFLETIR 01698 – 9 de março de 2026 I Samuel 24:19 – Quando um homem encontra um inimigo e o deixa ir sem fazer-lhe mal? O Senhor o recompense com o bem, pelo modo como você me tratou hoje. Davi havia acabado de poupar a vida de Saul. O rei Saul, louco de ciúmes, perseguia o jovem general com três mil homens escolhidos a dedo. O rei perseguiu Davi até En-gedi, região desértica localizada acima do Mar Morto, onde os famosos pergaminhos foram encontrados. O rei entrou em uma caverna para aliviar o ventre, totalmente inconsciente de que ao fundo se escondiam Davi e seus homens. “Essa é a nossa chance!”, sussurraram para Davi. “Deus entregou Saul em nossas mãos!” Davi, porém, resistiu à tentação de aniquilar o rei a sangue-frio. Em vez disso, se aproximou discretamente dele e cortou um pedaço de seu manto. Depois que o rei deixou a caverna, Davi saiu e gritou para ele. Com o pedaço do manto nas mãos, contou ao rei que havia poupado sua vida. Saul ficou chocado: todo o seu ser estava focado em eliminar a pessoa que via como seu maior rival. Se Davi tivesse caído em suas mãos, o resultado seria rápido e mortal. Saul considerava Davi seu inimigo, mas Davi não considerava Saul da mesma forma, mesmo que Saul estivesse tentando matá-lo a todo custo. Davi demonstrou o espírito de Jesus, que disse: “Amem os seus inimigos e orem por aqueles que vos perseguem para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos Céus” (Mt 5:44, 45). E foi exatamente isso que Jesus fez. “Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-Se àquele que julga com justiça” (1Pe 2:23). Deus não tem inimigos, e tampouco devemos nós ter. Não importa o que os outros pensem, digam ou façam contra nós, eles ainda são filhos e filhas de Deus – nossos irmãos e irmãs, pessoas amadas por Deus e por quem Cristo morreu. Apenas a graça pode causar essa mudança em nossas atitudes, e assim o fará, se permitirmos que o Espírito de Deus nos transforme à semelhança de Jesus. Muitas pessoas levam a vida olhando constantemente por cima dos ombros para ver quem está tentando lhes fazer mal. Gastam horas de energia negativa imaginando conspirações, intrigas e situações ruins. Deus está nos chamando para uma vida melhor. Deixemos de lado as sombras da dúvida e da suspeita e recebamos a luz do Sol. Caminhemos hoje no espírito de Jesus, em graça e com amor a todas as pessoas. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e Pai, toma conta de nossa vida e ajuda-nos a vivermos em harmonia, graça e amor com todas as pessoas. Sabemos que esta é a Tua vontade. E pedimos em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Sermão para o III Domingo da QuaresmaPadre Ivan Chudzik, IBP.08/03/2026Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, Belém/PA.
Mensagem ministrada no domingo (01/03 às 10h e às 18h) na CG Itaquera pelo pastor Leandro Menezes.Para conhecer um pouco mais sobre nós acesse o link abaixo:
Nesta segunda parte da conversa com a atriz Margarida Vila-Nova ficamos a saber as razões por ter amadurecido demasiado cedo, como as dificuldades pessoais a ajudaram a dar mais densidade às suas personagens e como a curta metragem que realizou a partir de uma carta deixada pelo seu pai, antes de morrer, despertou-lhe a vontade de contar mais histórias atrás das câmeras. Ainda nesta segunda parte, Margarida levanta um pouco o véu sobre o telefilme que irá filmar no último semestre deste ano, e sobre uma certa mudança profissional e pessoal que vai impor a si mesma a partir de agora. A dado momento lê um excerto da carta de despedida deixada pelo seu pai, e que inspirou a curta-metragem “Pê”, lê também dois poemas de Sophia e surpreende ainda com a leitura de uma receita de Sopa de Cação, de Maria de Lourdes Modesto. Depois revela algumas das músicas que a acompanham, deixa várias sugestões culturais e revela o seu último pensamento quando apaga a luz, antes de adormecer. Boas escutas! Músicas: “Waltzing Matilda”, de Tom Waits “Vai Passar”, de Chico Buarque “Lá Vai Lisboa”, por Carminho “Dont let me be misunderstood”, de Nina Simone Leituras: Poemas de Sophia Carta do pai (excerto) Receita de Sopa de Cação, por Maria de Lourdes Modesto Filmes: “Terra Vil”, de Luís Campos (com Lúcia Moniz e Ruben Gomes) “Maria Vitória”, de Mário Patrocínio (com Mariana Cardoso, Miguel Borges Miguel Nunes, Ana Cristina Oliveira, Bárbara Albuquerque) “O Barqueiro”, de Simão Cayatte (com Romeu Runa, Miguel Borges, Jani Zhao, Madalena Aragão, Sandra Faleiro) Teatro: “Veneno - história de um casamento” - de Lot Vekemans, com encenação de João Lourenço, interpretada por Carla Maciel e Gonçalo Waddington. No Teatro Aberto. Livros: “Correu bem, miúdo”, pela Lua de Papel, tradução de Vasco Gato “A Louca da Casa”, de Rosa Montero Série: "A Diplomata", Netflix Espetáculo: Carminho no Coliseu dos Recreios, em Lisboa de 1 e 2 de maio. Coliseu do Porto a 6 de junho. Exposição: Teresa Pavão e Rui Sanches, na Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Ricardo afirma que o verdadeiro inimigo de um projeto não é o risco, mas a ilusão. Embora dediquemos muito esforço à gestão de riscos, muitos fracassos decorrem do autoengano coletivo: cronogramas otimistas e irreais, orçamentos ajustados para viabilizar o business case e escopos sustentáveis apenas no papel. Diferente da incerteza, que é natural em ambientes complexos, a ilusão é construída pela cultura organizacional e pela pressão por aprovação e velocidade. A falácia do planejamento nos leva a subestimar prazos e custos por incentivos e excesso de confiança. Liderança em projetos não é agradar, mas proteger a realidade, explicitar trade-offs e confrontar ilusões cedo. Projetos fracassam não pelo que sabemos, mas pelo que escolhemos ignorar. Escute o podcast para saber mais!
Bem-vindo à Rádio Minghui. As transmissões incluem assuntos relativos à perseguição ao Falun Gong na China, entendimentos e experiências dos praticantes adquiridas no curso de seus cultivos, interesses e música composta e executada pelos praticantes do Dafa. Programa 1529: Experiência de cultivo da categoria Entendimentos obtidos pelo cultivo intitulada: “O conforto é um inimigo mortal do verdadeiro cultivo”, escrita por um praticante do Falun Dafa na China.
Por que eu sei o que fazer, mas não consigo mudar?Se hoje você está desanimado…Talvez não seja hora de desistir.Talvez seja hora de mudar a forma de buscar ajuda.Não é sobre tentar mais.É sobre tentar diferente.
"Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus." Tiago 4:4."Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a Vontade de Deus permanece para sempre." I João 2:15-17"…assim também operai a vossa salvação com temor e tremor; Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua Boa Vontade." Filipenses 2:12b-13
Resistindo ao inimigo - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
O SEGREDO PARA NÃO CAIR NAS MENTIRAS DO INIMIGO | BISPA SONIA HERNANDES by Igreja Renascer Em Cristo
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De embalagens de alimentos ao celular na nossa mão, o plástico é onipresente. Nos últimos anos, no entanto, a ciência comprovou que ele foi ainda mais longe: o corpo humano. No primeiro episódio da série “Habitat do plástico”, a gente te convida a refletir sobre os plásticos que estão passeando e até morando no nosso corpo, além dos possíveis riscos dessa contaminação para a saúde.A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. ACT Promoção da Saúde, Porticus, Oak Foundation, Fundação Ford, Instituto Ibirapitanga e Fundação Heinrich Boll são apoiadores regulares dos nossos projetos.Entre em nosso canal do WhatsApp e fique mais perto da nossa comunidade. Contamos com a colaboração de leitores e ouvintes para continuar produzindo conteúdo independente e de qualidade. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue o Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!
Café com Paciente _08 - Inteligência Artificial_ seu melhor amigo ou PIOR inimigo no consultório_
Boa terça, angulers! Abrimos o #307 comentando a esperada reunião entre Lula e Trump, que aconteceu na Malásia. Ainda que sem alterações nas tarifas, a conversa foi positiva e abriu o diálogo entre os dois presidentes. No segundo bloco, a vitória do partido de Milei nas eleições legislativas na Argentina. Resultado surpreendente e avassalador que chancela os próximos dois anos de poder do Presidente. Por fim, o aval do Ibama para a perfuração exploratória na Foz do Amazonas e a peça “Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo”, protagonizada por Wagner Moura. Sirva-se! Cortes do episódio em vídeo no @angudegrilo no Instagram e Tiktok! Siga, curta e compartilhe! Edição e mixagem: Tico Pro @ticopro_Redes sociais: Claudio Thorne @claudiothorneCortes em vídeo: Nathália Dias Souza @natdiassouza
O PLANO DO INIMIGO NÃO PROSPERARÁ | BISPA SONIA HERNANDES by Igreja Renascer Em Cristo
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Midianitas: Um inimigo a ser Vencido | Pr. João Brito | 28/09/25
Bom dia 247 - Bolsonarismo prova que é inimigo da soberania nacional _8_9_25_ by TV 247
#820 - 5 Mentiras do inimigo que estão te cercando | Pr. Arthur Pereira by Igreja do Amor
Existe um ponto específico na sua vida onde o inimigo sempre volta a atacar. Um lugar de dor, de dúvida, de repetição. No exército, chamamos isso de "o X" — o lugar onde o inimigo concentra seus ataques.E a verdade é: ficar parado no X é permanecer vulnerável.Neste episódio, o Pr. Andy traz uma palavra profética e prática sobre como identificar esse X na sua vida e, mais importante, como sair dele.Você vai aprender:Como discernir padrões espirituais de ataque.A diferença entre viver preso e viver em movimento.O que significa romper com mentiras, dores e ciclos familiares.Como Jesus usou a tempestade como lugar de revelação.
O autarca de Penamacor afirma que terrenos agrícolas ardidos podem ascender a mais de mil hectares. O presidente da CM de Santarém refere que o vento mudou de trajetória o que alterou os trabalhos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quem é Seu Inimigo? | Mirian Kelly | 18/05/25
Inimigo Invisível | Eriks Batista | 31/05/25
No episódio dessa semana falamos sobre a escalada da crise do IOF, justiça social e Congresso inimigo do povo.APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast:------------------- Apoia.se : https://apoia.se/midcast- Chave PIX : podcastmid@gmail.com------------------# COMPRE a estampa "Tem que Dilapidar as Fortunas": bit.ly/estampamidcast# CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap# GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo# LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcast PARTICIPANTES:------------------Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.socialDiego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.socialRodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.socialThais Kisuki - https://bsky.app/profile/thaiskisuki.bsky.socialVictor Sousa - https://bsky.app/profile/vgsousa.bsky.socialCOMENTADO NO EPISÓDIO------------------A ESCALADA DA CRISE DO IOFPSOL aciona o STFMoraes é designado relator de ação do PSOL no STFAGU aciona o STFMottinha manda recado para o governoIOF: vice do PT diz que governo Lula erra ao recorrer ao STFApós recorrer ao STF para manter alta do IOF, Lula nega que tenha rompido com o CongressoEm meio à crise do IOF, Alcolumbre quer projeto para limitar quem pode recorrer ao STF contra decisão do CongressoTARIFA SOCIAL DE ENERGIA ELÉTRICATarifa social de energia elétrica começa na próxima semana; veja quem tem direito a energia gratuitaCONGRESSO INIMIGO DO POVOCampanha do PT com ataque aos 'super ricos' entra no ar Mottinha se reúne com empresários na casa de DoriaLula não deve sancionar e nem vetar aumento no número de deputadosGuinada do PT e de Lula com discurso ‘pobres contra ricos' gera reação da oposiçãoPost no Instagram do governo: cabo de guerraHaddad diz que governo faz 'justiça social' e rebate crítica sobre aumento de impostos: 'Pode gritar'
No Fórum Onze e Meia de hoje: Congresso vai partir para impeachment de Lula? MORAES manda PF interrogar advogados de BOLSONARO.Participam do programa os jornalistas Altamiro Borges e Cynara Menezes; entrevista com o deputado federal (PSOL) Guilherme BoulosApresentação de Dri Delorenzo e comentários de Renato Rovai.Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/forum-onze-e-meia--5958149/support.
No episódio de hoje discutimos sobre uma teimosia além da vida, um presente bem peculiar e como o tesão pode ser o inimigo de todo mundo!〰️Dicas Bizarras:▪️ Álbum Pack Your Bags da banda Abraskadabra (Tiago)▪️ Filme Peles ▫️ Netflix (Tiago)▪️ Álbum Coisas Naturais de Marina Sena (Fi)▪️ Filme Homem com H (Chico)▪️ Podcast O Síndico (Chico)〰️
Por Pr. Anatoly Shmilikhovskyy. | Salmo 23:5-6 | https://bbcst.net/R9255N2
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Se você só pudesse ensinar uma única coisa aos seus filhos, o que seria?Neste episódio, Joel compartilha a mensagem mais poderosa que decidiu deixar para seus três filhos, e que pode mudar sua vida também.Confiança não é ego inflado, é ego fortalecido.E começa com uma escolha: acreditar em você.