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Seguro chegou aos Açores para as celebrações do 10 de junho no dia em que completa 3 meses em Belém. Tentou afastar polémicas à volta da utilização da Base das Lajes pelos Estados Unidos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tem time já com 30 vitórias, tem jogador já com 20 Homeruns, a temporada é longa mas já começamos a perceber algumas tendências, e claro, muita rivalidade em campo! No programa de hoje Thiago Cordeiro (@CastDodgers), Tassyo Falcão (@TexasRangersBRA) e Vitor Silva (@BirdlandBR) comentam sobre as séries de rivalidade interligas, teve desde Mets e Yankees, até Cubs e White Sox, muita surpresa e pressão em cima de algumas equipes.E ainda, a recuperação de Skuball, lesão Snell, o momento de Schawber e aquelas estatísticas insanas que você só encontra aqui! Aproveita e já aperta o play e vem com a gente!See omnystudio.com/listener for privacy information.
A notícia é da Bloomberg. Os Emirados Árabes Unidos defendiam uma campanha conjunta, mas a Arábia Saudita terá recusado participar no conflito, o que depois terá potenciado a saída do país da OPEP.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Trump foi alvo de um atentado no jantar dos correspondentes da Casa Branca. Quem era o atirador e que impacto político pode ter? Análise com Madalena Moreira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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A visita do Papa Leão XIV a Angola terminou sem incidentes e deixou um balanço globalmente positivo. A posição é do padre Celestino Epalanga, secretário-geral da Comissão Episcopal de Justiça, Paz e Integridade da Criação da CEAST, que lembra que “as palavras do Santo Padre não são mágicas, caberá agora à sociedade civil, academia, e igreja apropriarem-se dessas palavras e começarem a fazer pressão ao Governo”. Celestino Epalanga considera que, sem esse envolvimento, o impacto da visita tenderá a esvaziar-se com o tempo. “Depois de alguns dias de alguns meses já ninguém se lembra”, defendendo a necessidade de “arregaçar as mangas” para transformar as mensagens do Papa em mudanças concretas. Em Angola, Leão XIV abordou temas sensíveis, como as desigualdades sociais, a corrupção e a concentração da riqueza, além de ter apelado aos jovens para a construção de “um mundo melhor, mais acolhedor, onde não haja guerra, nem injustiça, nem miséria, nem desonestidade”. Para o padre Celestino Epalanga, estas intervenções reflectem problemas concretos do país: “Tudo o que o Papa disse é o que nós vivemos neste país”. O sacerdote aponta indicadores preocupantes, como a pobreza e o acesso limitado à educação. “Um terço da população angolana vive abaixo do limiar da pobreza num país extremamente rico em recursos minerais, em água, terras aráveis. Não se compreende”, acrescentando que “temos por volta de nove milhões de crianças fora do sistema de ensino”. Referiu ainda fenómenos como a malnutrição infantil e a prostituição de menores, sublinhando que “se não podem estudar, o seu futuro está comprometido à partida”. A crítica estende-se à gestão dos recursos e à actuação das elites, que “por causa da ganância de querer acumular tudo para si, não deixa absolutamente nada para os demais”. Celestino Epalanga defende que as receitas provenientes de recursos naturais deveriam ser aplicadas em infra-estruturas básicas como escolas, hospitais e estradas, em vez disso, “o dinheiro é tirado de Angola, obviamente, e depois muitas vezes vai parar aos paraísos fiscais”. O religioso questionou também os resultados do combate à corrupção anunciado pelo Presidente João Lourenço. “Tentou combatê-la, mas não deu passos significativos”, sustentando que houve apenas “uma substituição de um grupo” beneficiário e criticou o peso da dívida pública: “metade do Orçamento Geral do Estado, todos os anos, praticamente vai para pagar a dívida pública. Chama-se dívida odiosa”. A proximidade das eleições gerais levanta preocupações quanto à transparência e estabilidade. O sacerdote admite o risco de instrumentalização da visita papal, comparando a situação a uma encenação temporária: “Os meus pais brigaram, mas sempre que viesse uma visita a casa, eles tinham uma paz momentânea e o mesmo diria de Angola”. Enquanto secretário-geral da Comissão Episcopal de Justiça e Paz, afirma estar empenhado em promover o diálogo e prevenir tensões futuras. “O sentimento que tenho é que se nós não trabalharmos agora, poderemos ter muitos problemas, muitas tensões e muita violência em 2027”. “O MPLA não quer sair do poder, não quer sair do poder e nem sequer pensa em sair do poder”. Mas, “a sociedade, a população já não acredita no MPLA. O MPLA caiu em descrédito. E há uma juventude sobretudo ávida de mudança, que quer novas coisas, que quer efectivamente que o MPLA saia do poder.” Celestino Epalanga fala nesta “via que perdeu o medo e que já não tem nada a perder” e que pede “pela primeira vez eleições livres e justas. Mas eu não creio que isto vai acontecer.” “Portanto, já paira esta tensão no ar. Em 2022, estivemos à beira de um conflito, sangrento, diria mesmo. Em 2027, se não nos precavermos, então não teremos como escapar desta hecatombe”, acrescenta. Por fim, abordou o papel dos jovens activistas, que não foram visíveis durante a visita papal. “Alguns dos jovens foram presos antes mesmo que o Papa viesse. E outros estão fora do país”, disse, acrescentando que o silêncio actual não significa resignação: “penso que no devido momento, na devida altura, estes jovens voltarão a erguer as suas vozes”.
Um açougueiro estava em sua loja quando um cachorro entrou.Ele estranhou, tentou espantar… mas o animal voltou.Na segunda vez, percebeu: o cachorro trazia um bilhete na boca.Ele abriu e leu:“Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor.”Junto, uma nota de 50 reais.Sem entender muito bem, separou o pedido, colocou o troco junto e entregou ao cão.Intrigado — e já no fim do expediente — resolveu segui-lo.O cachorro caminhou tranquilo pela rua.Parou no cruzamento, deixou a sacola no chão, apertou o botão do sinal…Esperou. Com paciência. Até atravessar com segurança.Seguiu mais alguns metros, chegou em uma casa, deixou as compras na calçada…Recuou… correu… e se jogou contra a porta.Nada.Tentou de novo.Nada.Então deu a volta, pulou um muro baixo, foi até a janela…e começou a bater com a cabeça no vidro.Até que, finalmente, alguém abriu a porta.E, para surpresa do açougueiro… começou a brigar com o cachorro.Indignado, ele interveio:“Mas o que é isso? Esse cachorro é um gênio!”E ouviu, em resposta:“Gênio?Essa é a segunda vez na semana que esse idiota esquece a chave.”…A vida tem dessas.Você pode fazer tudo certo.Pode ir além. Pode surpreender.Mas, para alguns… ainda assim será insuficiente.Por isso, cuidado com a régua que você escolhe para medir a própria vida.Nem sempre ela está nas mãos certas.Porque, no fim…mais importante do que provar algo para o mundo…é estar em paz com aquilo que você é.Quem conhece os outros é inteligente.Quem conhece a si mesmo… é iluminado.Quem vence os outros é forte.Mas quem vence a si mesmo…esse, sim… é invencível.
Um açougueiro estava em sua loja quando um cachorro entrou.Ele estranhou, tentou espantar… mas o animal voltou.Na segunda vez, percebeu: o cachorro trazia um bilhete na boca.Ele abriu e leu:“Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor.”Junto, uma nota de 50 reais.Sem entender muito bem, separou o pedido, colocou o troco junto e entregou ao cão.Intrigado — e já no fim do expediente — resolveu segui-lo.O cachorro caminhou tranquilo pela rua.Parou no cruzamento, deixou a sacola no chão, apertou o botão do sinal…Esperou. Com paciência. Até atravessar com segurança.Seguiu mais alguns metros, chegou em uma casa, deixou as compras na calçada…Recuou… correu… e se jogou contra a porta.Nada.Tentou de novo.Nada.Então deu a volta, pulou um muro baixo, foi até a janela…e começou a bater com a cabeça no vidro.Até que, finalmente, alguém abriu a porta.E, para surpresa do açougueiro… começou a brigar com o cachorro.Indignado, ele interveio:“Mas o que é isso? Esse cachorro é um gênio!”E ouviu, em resposta:“Gênio?Essa é a segunda vez na semana que esse idiota esquece a chave.”…A vida tem dessas.Você pode fazer tudo certo.Pode ir além. Pode surpreender.Mas, para alguns… ainda assim será insuficiente.Por isso, cuidado com a régua que você escolhe para medir a própria vida.Nem sempre ela está nas mãos certas.Porque, no fim…mais importante do que provar algo para o mundo…é estar em paz com aquilo que você é.Quem conhece os outros é inteligente.Quem conhece a si mesmo… é iluminado.Quem vence os outros é forte.Mas quem vence a si mesmo…esse, sim… é invencível.
Os Estados Unidos interceptaram e atacaram um navio cargueiro iraniano neste domingo no Golfo de Omã, segundo o presidente Donald Trump. Ele disse que a embarcação, identificada como Touska, tentou romper um bloqueio naval imposto pelos norte-americanos. Após ignorar ordens de parada, o navio foi atingido e sofreu danos na casa de máquinas. A ação acontece em meio à escalada de tensão com o Irã, às vésperas do fim de um cessar-fogo entre os dois países. Essas e outras notícias que foram destaque neste domingo, 19 de abril, você ouve no Giro de Notícias!
Quando Henay Rosa foi encontrada morta dentro de seu carro, após invadir a contramão de uma rodovia, o caso parecia apenas um infeliz acidente. Porém, depois que as câmeras de um pedágio vieram à tona, descobriu-se um assassinato brutal mascarado de tragédia. Entenda os detalhes chocantes revelados pela investigação, no IC News.#crimesreais #investigacaocriminal #casosreais Assista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAv47OaKceerCj3Hc89Cr4USe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
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Uma tentativa de ataque com um cocktail molotov falhou numa manifestação pró-vida. Quem é o suspeito e o que se sabe? Explicamos com Miguel Pinheiro Correia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ao 19.º dia da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, o podcast Diplomatas voltou a focar-se nos últimos capítulos do conflito no Médio Oriente. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar analisaram os apelos de Donald Trump para o envio de navios de guerra dos aliados da NATO, e não só, para o estreito de Ormuz, assim como os possíveis efeitos da morte de Ali Larijani para a estratégia de sobrevivência do regime iraniano. A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA anteciparam ainda as discussões de quinta-feira e sexta-feira no Conselho Europeu, em Bruxelas. No final do episódio, os analistas responderam a uma pergunta enviada por um ouvinte do Diplomatas sobre o papel das “potências médias” nas alterações em curso na ordem internacional. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Guilherme Goulart e Vinícius Serafim debatem a “Constituição do Claude”, o documento de diretrizes publicado pela Anthropic para orientar o comportamento do modelo de linguagem Claude, abordando temas centrais como antropomorfização da IA, regulação tecnológica, responsabilidade das empresas e a questão filosófica sobre agência versus inteligência artificial. O episódio toca em termos estratégicos como inteligência artificial, segurança da informação, privacidade, ética em IA, responsabilidade corporativa, modelos de linguagem, guardrails, jailbreak, Constitutional AI, agente moral, agência artificial, “papagaio estocástico” e governança digital. Você vai descobrir por que a escolha da palavra “constituição” por uma empresa privada levanta alertas sobre legitimidade democrática, entender a diferença entre dar instruções em linguagem natural a um sistema computacional e genuinamente acreditar que ele possui consciência, e refletir sobre os riscos reais de se pavimentar, ideologicamente, um caminho que transforma a IA em “agente moral” para potencialmente reduzir a responsabilidade das grandes empresas de tecnologia. O debate também traz referências à obra de Luciano Floridi, ao conceito de papagaio estocástico, às Três Leis da Robótica de Asimov e ao clássico HAL 9000, conectando ficção científica, filosofia e direito num instigante. Assine o Segurança Legal na sua plataforma favorita, deixe sua avaliação e compartilhe com quem se interessa por direito da tecnologia e inteligência artificial. Siga o podcast no YouTube, Mastodon, Bluesky, Instagram e TikTok. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Acesse WhisperSafe – Transcreva áudio e grave reuniões direto no seu computador, mesmo offline. Rápido, leve e pronto para usar com qualquer IA. Use o cupom SEGLEG50 para 50% de desconto na sua assinatura. ShowNotes Paper fundacional sobre a questão de uma Constituição para a IA – Constitutional AI: Harmlessness from AI Feedback Claude’s constitution Claude’s Strange Constitution por Luiza Jarovsky Statement from Dario Amodei on our discussions with the Department of War
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (26):O deputado Rogério Correia (PT-MG) admite ter agredido o deputado Luiz Lima (Novo-RJ) durante confusão na CPMI do INSS. O episódio ocorreu após a aprovação da quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luiz Lula da Silva. O parlamentar afirmou ter reagido a provocações e pediu desculpas nas redes sociais. O senador Eduardo Girão (Novo-CE) comenta a confusão registrada na CPMI do INSS após a aprovação da quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luiz Lula da Silva. Segundo ele, a base governista tentou reverter o resultado da votação e tumultuou a sessão. Girão afirma que a comissão seguirá investigando o caso. O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirma que não abriria uma CPI para investigar o Banco Master neste momento. Ele argumenta que já há 16 CPIs protocoladas e que apenas cinco podem funcionar simultaneamente, seguindo ordem cronológica. A decisão acompanha posicionamento semelhante no Senado. O Judiciário adiou para março o julgamento sobre a suspensão dos chamados “penduricalhos”, verbas indenizatórias que podem elevar salários acima do teto constitucional. Durante a sessão, associações de magistrados defenderam os auxílios e uma juíza aposentada afirmou que o salário “mal paga um lanche”. O presidente do STF, Edson Fachin, classificou o tema como “tormentoso”. Parlamentares da base governista recorrem ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para tentar anular a decisão da CPMI do INSS que aprovou a quebra de sigilo fiscal e bancário de Fábio Luiz Lula da Silva. Governistas alegam erro na contagem de votos e questionam a votação simbólica conduzida pelo presidente da comissão. Pesquisa Atlas Intel em parceria com a Bloomberg revela que 91,5% dos brasileiros acreditam que organizações criminosas exercem controle ou forte influência sobre a política e a Justiça no país. O levantamento ouviu 4.986 pessoas entre os dias 19 e 24 de fevereiro, com margem de erro de aproximadamente um ponto percentual. O presidente da Câmara, Hugo Motta, defende a PEC que prevê o fim da escala 6x1 e compara a proposta ao fim da escravidão no Brasil. Segundo ele, decisões consideradas “impossíveis” no passado também enfrentaram resistência antes de se tornarem avanços históricos. A votação da matéria está prevista para maio. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Quem dera que você acertasse o tempo todo, mas não é assim que acontece. Como qualquer outra pessoa você erra. E quando a gente erra, o que precisa ser feito?Quem dá essa aula é o Rei Davi. Ouça com atenção as palavras dele registradas no Salmo 51, no verso 1: "Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões."Este salmo não é apenas poético. Ele é profundo e trata de uma das questões mais profundas de nossa existência: o tratamento de nossos erros.Em primeiro lugar, Davi não esconde seu erro, não justifica e não usa meias palavras. Ele sabe que errou e pede por misericórdia.Só que Davi não pede misericórdia a partir de seu currículo como servo. Ele sabe que tudo o que fez não merece qualquer recompensa. Ele confia na bondade de Deus.Por último, Davi pede para que tais erros sejam apagados e eis aqui a grande questão. Apagar os erros não é simplesmente garantir uma "vaga" no céu, mas permitir que a gente recomece. Só Deus pode fazer isso.Davi errou e nós também erramos. Contudo, o que fazemos a partir daí pode ser bem diferente. Davi buscou ao Senhor, pediu perdão e recomeçou, e você? O que tem feito?
*) Este episódio do Podcast 15 Minutos da Gazeta do Povo analisa a homenagem a Lula em escola de samba que gerou indignação na direita. O programa também aborda o escândalo do Banco Master, que continua respingando no STF.
O bilionário Jeffrey Epstein negociou a compra de agências de modelos no Brasil para estar em contato com mulheres brasileiras. Bill e Melinda Gates se posicionam sobre a menção ao fundador da Microsoft.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Rui Pedro Antunes, editor de política do Observador, diz que Montenegro tentou emendar a mão em termos de empatia com as populações e mostrar ao PR e aos críticos que o Governo age - e rápido.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Fórum Onze e Meia de hoje: Ex-presidente do Banco Central, indicado por Bolsonaro, tentou jogar escândalo do Master para debaixo do tapete.Participam do programa o historiador e cientista político Carlito Neto e a vereadora do Recife Kari Santos (PT-PE).Apresentação de Luiz Carlos Azenha e Yuri Ferreira.Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/forum-onze-e-meia--5958149/support.
Nas derradeiras horas da campanha presidencial, os candidatos procuram um dos lugares na segunda volta. O alegado caso de assédio de João Cotrim de Figueiredo continua a marcar a agenda. Quem parte na frente na reta final de campanha? Pedro Delgado Alves acredita que Cotrim “perdeu potencialmente mais votos com declarações sobre Ventura”, José Eduardo Martins considera que foi uma “campanha particularmente violenta, cheio de lama desde o princípio.” O Antes Pelo Contrário em podcast foi emitido na SIC Notícias a 15 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Filipe Coelho acredita que a primeira parte do jogo foi uma das mais "desinspiradas" da época dos azuis e brancos. O comentador dá como melhor do jogo o Samu, mais envolvido no jogo coletivo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
➡️ Para trâmites e nacionalidade em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia:https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites e nacionalidade na Itália:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante➡️Sobre o episódio 155. Ele tentou me comprarFilha de militar, mãe solo e sobrevivente silenciosa. A vida de Marta Aparecida foi feita de fugas, recomeços e verdades que só vieram à tona quando já era tarde demais. Entre amores perigosos, escolhas extremas e um destino cruel, sua história revela como uma mãe pode se destruir tentando salvar as filhas.➡️Se gostou dessa história vai se divertir também com essas...Meus amores
Desde muito cedo, o Mateo viveu como se o próprio corpo anunciasse que algo estava errado. Ataques de pânico aos cinco anos, dores que ninguém explicava, uma inquietação que cresceu junto com ele. Tentou sobreviver do jeito que conseguia: bebendo, fumando, usando para anestesiar o que não sabia nomear. Anos depois, entenderia que não era falta de força. Era doença. E precisava de cuidado.Na pré-adolescência, escondia garrafas e a tristeza. Aos 17, mergulhou em outras drogas. Quase sempre sozinho. Quase sempre querendo se ferir. A música foi o fio que o manteve aqui. Para que ele desejasse viver o amanhã, o irmão passou a chamá-lo todos os dias para tocar. Dessa rotina nasceu a banda Francisco, el Hombre, que se tornou abrigo, propósito e respiro no meio do caos. Mas mesmo ali, entre palcos e trabalho intenso, o vício seguia ocupando todos os espaços.Durante a pandemia, o álcool tomou um tamanho impossível de esconder. Mateo trabalhava, sorria e funcionava para o mundo, mas bebia todos os dias. Até perceber que não conseguia mais socializar sem entrar em pânico. A psiquiatra foi seu primeiro porto seguro. A banda, a família e a companheira, os braços que seguraram sua queda. Vieram duas internações. Uma recaída grave. E, pela primeira vez, um diagnóstico que fez sentido: transtorno bipolar tipo 1, ansiedade, fibromialgia e traços borderline. Nomear a dor abriu caminho para tratá-la.Entre as internações, Mateo transformou sofrimento em criação. No estúdio de casa, produziu músicas que registravam seu processo de cura. Dali nasceu o disco “Neurodivergente”, um retrato honesto das batalhas que carregava por dentro e da esperança que começava a renascer. Publicar essas canções foi também um gesto de abertura: dividir vulnerabilidades para que outros não se sentissem tão sozinhos.O dia em que acordou feliz sem ter bebido, sem ter usado, foi como renascer. A alegria vinha dele. Sem atalhos. A música voltou como cura, não como fuga. E ele entendeu que vulnerabilidade não quebra. Sustenta.Hoje ele sabe que recaídas não apagam o que já foi construído. São parte do caminho. O que importa é o passo seguinte. Um dia de cada vez. Uma decisão de cada vez. E a certeza de que, mesmo depois de ter desistido, a felicidade ainda podia existir. E existiu. Porque ele buscou ajuda. Porque ele não caminhou sozinho.
Nesta semana discutimos algumas das mudanças mais marcantes no cruzamento entre tecnologia, media e inteligência artificial. Hollywood entrou em modo de sobrevivência: a Warner Bros ponderou uma aproximação improvável à Netflix e avançou com uma proposta hostil pela Paramount, num sinal claro de que o sector do streaming está a entrar numa fase de consolidação agressiva onde apenas gigantes com escala global conseguem sobreviver.A nível regulatório, a Austrália propôs uma das medidas mais radicais dos últimos anos, restringindo o acesso de menores de 16 às redes sociais com verificação de idade obrigatória — um teste político que poderá inspirar respostas semelhantes na Europa e nos EUA.No lado da IA, Anthropic, OpenAI, Google e outras reforçaram o apoio ao Model Context Protocol, que está a emergir como o padrão para interoperabilidade entre modelos e agentes. Ao mesmo tempo reacendeu-se o debate sobre se os LLMs podem alguma vez atingir inteligência real, com alguns especialistas a argumentarem que a arquitetura atual tem limites intrínsecos.Outro destaque foi a nova corrida ao compute: Bezos e Musk estão a avançar com planos para colocar data centers no espaço, atraídos por energia solar ilimitada e menores custos térmicos — um sinal de que a infraestrutura de IA está a entrar numa dimensão literalmente orbital.Do lado económico, 2025 terminou com melhor desempenho para economias com forte setor tecnológico, enquanto a Europa enfrenta vulnerabilidades estruturais — especialmente no sistema de pensões, cuja sustentabilidade está cada vez mais pressionada. Há ainda sinais de abrandamento global em investimento e consumo, completando um quadro onde tecnologia, regulação e macroeconomia estão mais interligadas do que nunca.Warner–Netflix–Paramount (The Verge):https://www.theverge.com/streaming/841581/warner-bros-netflix-paramount-skydance-ellison-hostile-bidAquisição/Movimentos da Warner (The Verge):https://www.theverge.com/news/839007/netflix-warner-acquisitionAustrália quer banir redes sociais para menores de 16:https://www.theverge.com/report/840822/australia-social-media-ban-under-16-responseAAIF e Model Context Protocol:https://www.theverge.com/ai-artificial-intelligence/841156/ai-companies-aaif-anthropic-mcp-model-context-protocolPensão europeias em risco (The Economist):https://www.economist.com/graphic-detail/2025/12/01/european-pensions-are-in-dire-need-of-reform“LLMs nunca serão inteligentes” (Futurism):https://futurism.com/artificial-intelligence/large-language-models-willnever-be-intelligentBezos e Musk querem data centers no espaço (WSJ):https://www.wsj.com/tech/bezos-and-musk-race-to-bring-data-centers-to-space-faa486ee?mod=hp_lead_pos6Warner faz oferta pela Paramount (WSJ):https://www.wsj.com/business/media/warner-bros-bids-netflix-paramount-699f4f11?mod=hp_lead_pos1Que economias tiveram melhor desempenho em 2025 (The Economist):https://www.economist.com/finance-and-economics/2025/12/07/which-economy-did-best-in-2025Sinais de abrandamento global (FT):https://www.ft.com/content/b969a57a-cf09-43c1-a7cf-6dec16ba59fd?shareType=nongiftLinks
A corrida pelos semicondutores virou peça central da disputa tecnológica contemporânea. Entre todas as nações que tentam garantir seu espaço nessa arena, nenhuma avança tão rapidamente quanto a China. A pauta da autossuficiência tecnológica virou prioridade máxima em Pequim, e o setor de chips, antes um ponto vulnerável, transformou-se no centro de uma estratégia nacional de longo prazo. Thiago de Aragão, analista político Hoje, começa a ficar claro que a China está perigosamente próxima de alcançar independência em áreas que eram quase monopólio dos Estados Unidos e de seus aliados. Isso mexe profundamente com o equilíbrio geopolítico global, com as grandes empresas do setor e com o futuro da própria inovação. Até poucos anos atrás, a China importava praticamente tudo o que havia de sofisticado em semicondutores. Dependia de fornecedores estrangeiros para inteligência artificial, supercomputação e boa parte da indústria moderna. Mas decidiu inverter essa lógica. Por meio de políticas industriais agressivas, investimentos estatais bilionários e incentivos fiscais capazes de remodelar cidades inteiras, o país passou a construir uma cadeia de semicondutores completa, capaz de operar desde o design até a fabricação e o encapsulamento. Não foi um movimento tímido. A China atraiu engenheiros de outros países, formou centenas de milhares de profissionais qualificados, ergueu parques industriais dedicados exclusivamente ao setor e começou a desenvolver seus próprios equipamentos e softwares. Ainda há setores sensíveis em que o país não alcançou a liderança, como a litografia ultravioleta extrema, mas o avanço foi tão rápido que o atraso deixou de ser determinante. A Huawei, por exemplo, conseguiu produzir um smartphone com chip nacional de 7 nanômetros, algo que poucos analistas consideravam possível em tão pouco tempo. Pequim persegue a meta de autossuficiência não como retórica, mas como projeto de Estado de longo prazo. Esse avanço chinês ocorre ao mesmo tempo em que a disputa geopolítica entre China e Estados Unidos atinge temperaturas inéditas. Para os americanos, chips avançados deixaram de ser apenas componentes industriais e passaram a ser tratados como ativos fundamentais de segurança nacional. A resposta de Washington foi endurecer as regras de exportação, restringindo profundamente o acesso chinês aos semicondutores mais sofisticados e às máquinas usadas para produzi-los. A China, por sua vez, lê essas restrições como tentativa de contenção e responde reforçando sua própria musculatura industrial. Ao limitar exportações de minerais estratégicos e ao aumentar a escala de investimentos internos, Pequim sinaliza que está preparada para travar sua própria batalha assimétrica. O que antes era uma disputa essencialmente econômica virou uma disputa sistêmica entre dois modelos de poder. Impacto nos EUA Nesse ambiente, as gigantes do setor começaram a sentir impactos muito concretos. A Nvidia foi a mais atingida. Por anos, dominou o mercado chinês de chips de inteligência artificial. Quando os Estados Unidos restringiram a exportação dos modelos mais avançados, a empresa viu sua participação ser praticamente zerada no maior mercado de IA do planeta. Tentou adaptar-se criando versões menos potentes de seus chips, mas até essas passaram a enfrentar risco de bloqueio. Ao mesmo tempo, empresas chinesas se posicionaram para ocupar o espaço deixado. A Huawei avançou agressivamente com seus próprios chips de IA e passou a abastecer grande parte dos projetos domésticos. Startups chinesas ganharam impulso imediato, amparadas por um governo disposto a substituição tecnológica acelerada. Para a AMD e a Intel, o cenário segue a mesma linha. A exigência de que data centers ligados ao Estado utilizem apenas chips nacionais reduziu as perspectivas de crescimento dessas empresas e deixou claro que o impulso à autossuficiência chinesa não será revertido. Mesmo em PCs e servidores comuns, cresce a aposta chinesa em projetar e fabricar suas próprias CPUs e GPUs, erosão lenta porém contínua do espaço das fabricantes americanas. A Qualcomm enfrenta um tipo diferente de vulnerabilidade. Quase metade de sua receita global depende do ecossistema chinês de smartphones. Se a China consolidar produção própria de chips móveis em escala industrial, e se empresas como a Huawei retomarem posição dominante nas redes 5G e nos aparelhos premium, a Qualcomm enfrenta o risco real de perder um de seus pilares de receita. Revisão de estratégias Enquanto tudo isso acontece, o resto do mundo tenta reagir. Os Estados Unidos lançaram o CHIPS Act para trazer fábricas ao território nacional e fortalecer sua indústria. A Europa adotou suas próprias medidas, tentando recuperar relevância num setor que abandonou décadas atrás. Japão, Coreia do Sul, Taiwan e Índia entraram na disputa com incentivos fiscais, diplomacia tecnológica e promessas de redução de dependência externa. Pela primeira vez em décadas, países passaram a reorganizar cadeias de suprimento não pelo critério econômico clássico, mas por alinhamento político e percepção de risco. A lógica é simples: amigos produzem com amigos. O preço é a perda de eficiência e o aumento dos custos. O ganho é a sensação, ainda que relativa, de segurança estratégica. Mesmo assim, fragmentar um sistema global tão integrado quanto o dos semicondutores significa mexer com toda a estrutura da economia digital. As cadeias que antes conectavam Japão, Taiwan, Holanda, China e Estados Unidos passam agora a se reconfigurar em blocos paralelos, fragmentando o que já foi o setor mais globalizado do planeta. É um processo lento, caro e turbulento, mas inevitável à medida que as tensões aumentam. Avanço chinês Tudo isso mostra que o avanço chinês na fabricação de semicondutores não é um fato isolado. Ele redefine mercados, geopolítica e modelos de desenvolvimento. Empresas como Nvidia, AMD, Intel e Qualcomm percebem que, mesmo sendo líderes históricas, perderam um mercado onde o jogo mudou de regras. Países percebem que o fluxo de tecnologia deixou de ser neutro e se tornou arma estratégica. Consumidores perceberão, nos próximos anos, que existem tecnologias que só estarão disponíveis em determinados blocos, enquanto outros seguirão caminhos diferentes. A história ainda está sendo escrita, e ainda é cedo para dizer quem terá a vantagem definitiva. Mas uma coisa é clara: a disputa por chips é hoje a disputa pelo controle do futuro digital, da inteligência artificial, da computação avançada, da defesa e de tudo que depende de processamento. A China está acelerando, e o resto do mundo precisa decidir se corre junto, se cria obstáculos ou se tenta reinventar o jogo. O século XXI será escrito, em grande parte, por quem dominar essa indústria. E esse domínio já não está tão concentrado quanto esteve no passado recente.
A saída de Umaro Sissoco Embaló para Dacar não prova qualquer golpe, defende o analista político Armando Lona, que garante tratar-se de “uma farsa” montada por um Presidente "derrotado nas urnas". Sem ruptura militar real, o coordenador da Frente Popular defende que o país aguarda pelo anúncio dos resultados eleitorais e que o povo guineense “derrubou a ditadura nas urnas”, exigindo agora que a ordem constitucional seja restaurada. O antigo Presidente da Guiné-Bissau, deposto por um grupo de militares chegou, ontem à noite, a Dacar num avião fretado pelo governo senegalês. Nos próximos dias, é esperada em Bissau uma missão de mediação da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), anunciada depois da cimeira de emergência entre os líderes regionais. O analista político guineense e coordenador da Frente Popular, Armando Lona, rejeita a leitura de que esteja em curso um golpe militar, descrevendo a situação como “uma farsa” atribuída a um Presidente “derrotado nas urnas”. Armando Lona começa por contrariar a interpretação de que exista uma crise institucional na Guiné-Bissau: “Nós não temos nenhuma crise. O que estamos a viver é uma farsa provocada por Umaro Sissoco Embaló, candidato derrotado nas eleições de 23 de Novembro”. Para o analista, a instabilidade das últimas semanas resulta de uma estratégia recorrente: “Ele perdeu as eleições. Ciente disso, voltou à sua técnica privilegiada. Ele é especialista na invenção de golpes. Inventou há três semanas um golpe e inventou outro há dois dias.” Segundo Armando Lona, Umaro Sissoco Embaló terá procurado manipular as comissões regionais de eleições e, posteriormente, a Comissão Nacional de Eleições (CNE). “Tentou (…) forjar resultados falsos e, com o fracasso, avançou para esse plano de golpe de Estado”, descreve. Contudo, rejeita que tenha havido qualquer tomada de poder por parte das Forças Armadas: “Como é possível falar em golpe de Estado de um Presidente que tem um exército atrás de si e um contingente de centenas de homens da CEDEAO, como se faz um golpe nesta situação?” Para Armando Lona, a explicação é simples: “Quem o derrotou não foram os militares, mas sim o povo da Guiné-Bissau.” Os membros da CEDEAO estiveram reunidos de emergência, esta quinta-feira ao final do dia, e anunciaram o envio de uma missão de mediação composta pelos presidentes de Serra Leoa, Senegal, Cabo Verde e Togo. Armando Lona reconhece que a organização actua em conformidade com o protocolo, mas acusa-a de falhar sistematicamente no país: “É uma obrigação da CEDEAO, que falhou várias vezes. (…) A força da CEDEAO está no país apenas para proteger o Presidente agora derrotado, Umaro Sissoco Embaló.” E questiona: “Como se pode permitir que chegássemos a este ponto com uma força incapaz de cumprir a sua função?” Apesar das críticas, considera necessária a decisão anunciada pelos líderes regionais: “A posição é clara: retorno à ordem constitucional, retomada do processo eleitoral e anúncio dos resultados da eleição de domingo, cujo vencedor já é conhecido.” Para Armando Lona, tudo depende agora da formalização dos resultados: “As missões de observação internacional têm os resultados. A CNE tem os resultados. Falta apenas anunciá-los para que o Presidente eleito tome posse.” “O povo guineense derrotou a ditadura nas urnas, derrotou o autoritarismo e derrotou o culto de personalidade”, acrescentando que “o povo guineense está disposto a novos sacrifícios para fazer respeitar a sua vontade. Não vamos permitir mais fintas”. Sobre a saída de Umaro Sissoco Embaló para Dacar, Armando Lona não exclui a hipótese de apoio internacional. “É uma suspeição legítima, tendo em conta o papel dúbio da França em relação à Guiné-Bissau”, observa, recordando que não seria a primeira vez que Paris actuaria nos bastidores de crises africanas. No entanto, distingue a França do Senegal: “Do Senegal não acredito. O Senegal tem uma opinião pública esclarecida (…) e uma consciência africana que não permite jogos obscuros.” Armando Lona rejeita a narrativa de perseguição apresentada pelo Presidente deposto: “O que ele fez foi para procurar proteção. Não teve coragem de abandonar o país reconhecendo a derrota e criou um quadro de vitimização, quando, na verdade, se tratou de um golpe fabricado por ele.” E recorda que tais episódios seriam recorrentes: “Toda a gente sabe. Não é a primeira vez; será a quinta ou sexta vez que inventa golpes.” Para o analista, a comunidade internacional tem agora um papel determinante: “Saudamos o posicionamento firme das missões de observação internacional, da CPLP, da União Africana e da CEDEAO.” Segundo o coordenador da Frente Popular, existe um alinhamento claro: “Encorajamos essas organizações a prosseguir para que sejam criadas condições para o anúncio dos resultados e a tomada de posse do novo Presidente.” Quanto à missão da CEDEAO que deve chegar a Bissau nos próximos dias, Armando Lona considera adequada a composição: “As pessoas envolvidas conhecem profundamente o país. Não são estranhas à Guiné-Bissau", reforçando que o país aguarda apenas o passo final: “Houve uma eleição transparente. Um candidato venceu. Resta criar condições para que a entidade competente anuncie os resultados.”
Kelly, PG e Gabriel Wainer trazem as principais informações do dia sobre comportamento, cultura, humor, futebol, cotidiano, política e opinião. O Timeline Gaúcha vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 10h às 11h, com transmissão simultânea no YouTube
Um documento obtido pela CPMI do INSS mostra que a Controladoria-Geral da União sugeriu, em agosto de 2024, que o instituto criasse uma “pauta positiva” para conter os impactos das denúncias de fraudes em aposentadorias e pensões.O caso levanta suspeitas de blindagem ao governo Lula em meio ao escândalo.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Miguel Morgado, ex-deputado do PSD e comentador, foi o convidado desta edição onde falou sobre as eleições autárquicas, a lei dos estrangeiros e a flotilha humanitária. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ao investigar um suspeito de ameaçar o influenciador Felca, a polícia descobriu algo ainda mais perturbador: o homem integrava um mercado digital obscuro, onde crimes são vendidos como produtos. Assista a este IC News e confira as revelações feitas na operação.#investigaçãocriminal #felca #crimesreais Assista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAv47OaKceerCj3Hc89Cr4USe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Num episódio recheado de mulheres casadas, cansadas e lésbicas bissexuais, entramos em campo para uma partida com muitas conversas no Whatsapp empresarial e idas ao banheiro do porteiro, seu Edmilson. Acompanhe o SAD: iTunes | Android | Spotify | Grupo no Telegram Envie SUAS HISTÓRIAS anonimamente pelo formulário para fazer parte dos próximos programas. Participantes … Continue lendo "211 | Já Tentou Mulher?"
O funeral de Aquiles segue os rituais heroicos consagrados, como os de Pátroclo e Heitor. Mas a tradição pós-homérica confere à cerimônia uma solenidade ainda maior, sustentada pela grandeza do nome de Aquiles e, sobretudo, pelo amor e luto profundos de sua mãe, Tétis. É ela quem imprime ao episódio seu tom melancólico e comovente. Desde o nascimento do filho, Tétis convivia com a certeza de seu destino mortal. Tentou, em várias ocasiões, desviá-lo da morte na guerra – mas falhou. Agora, diante do corpo imóvel de Aquiles, encarna não apenas a dor sem consolo de uma mãe, mas também a premissa implacável de que o destino, uma vez traçado, é incontornável.Apoie o podcast em https://noitesgregas.com.br/apoiarAcesse o material exclusivo em: https://noitesgregas.com.br/area-do-apoiador/
O editor mais carismático do Brasil, Anderson Gaveta, se junta aos nossos bravos e desorientados agentes no programa Guarda Florestal! Neste episódio hilário, Gaveta tenta proteger a floresta, entender o ecossistema... e evitar ser cancelado pelas capivaras. Tem papo sobre edição de vídeo, internet raiz, gavetaverso e, claro, piadas ruins e reflexões esquisitas
A vida de Razan nunca mais foi a mesma desde que o marido partiu para os EUA e desapareceu na travessia.Desde então, tudo pesa sobre os ombros dela: três filhos para criar sozinha, um pequeno restaurante que abre aos fins de semana e a luta diária para pagar as contas, fora o fato de não ter tido oportunidade de se despedir. Mas Razan já sobreviveu à guerra na Síria. Ela sabe que não pode parar.A Síria se tornou inviável para viver, então fugir não era escolha, era necessidade. Mesmo Razan não querendo, o plano era ir para a França com o marido. Os dois não tinham filhos ainda.Mas no aeroporto, no Líbano, os sírios foram impedidos de embarcar. Tudo que tinham foi perdido naquelas passagens. Sem saída, o marido encontrou um destino inesperado: o Brasil. Razan não queria vir. Não falava português, não conhecia ninguém. Mas não havia opção.A adaptação foi dura. Um dia, sem geladeira suficiente para guardar a comida que preparou, uma vizinha sugeriu que vendessem. No final do dia, Razan tinha dinheiro na mão e uma esperança nova. Ali ela começou a cozinhar, postar nas redes sociais e, pouco a pouco, conseguiu clientes. Quando abriu a garagem para vender seus pratos, uma fila se formou na porta de casa. Pela primeira vez, ela sentiu que poderia recomeçar.Mas então veio o golpe. Seu marido decidiu ir para os EUA visitar a família. Tentou o visto, mas foi negado. Escolheu a travessia ilegal. A última ligação veio quando ele estava perto da fronteira. Mostrou o rio que atravessaria. Disse que ligaria em dez minutos. E nunca mais ligou.Foram 54 dias de desespero. O celular nunca saía da mão. Qualquer barulho de notificação era um salto no peito. Até que veio a confirmação: ele morreu e foi enterrado com outros 18 em uma cova coletiva, sem nome, sem despedida.Desde então, tudo recai sobre ela. O restaurante ainda abre, mas as contas não fecham. Porque agora, tudo depende dela. Razan não quer ser engolida pela tragédia. O sonho dela continua. Porque cozinhar sempre foi o que a manteve de pé.Para ajudar a Razan, você pode frequentar seu restaurante de comida árabe, que fica na Rua Dr Mário Vicente, 379, Ipiranga. O restaurante funciona aos fins de semana. Para reservas e pedidos, mande uma mensagem no Whatsapp 11 99880.8496.
Major-General Isidro Morais Pereira recorda que a Ucrânia conseguiu sobreviver à guerra sem os EUA durante 6 meses. O comentador acredita que os Ucranianos têm reservas para aguentar a ofensiva russa para os próximos seis meses.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio vais conhecer a história da adoção da Penny e descobrir como ela conquistou o meu coração. Gostas de animais de estimação? Então, vais aprender muito com este tema.Este tema é ideal para alunos de nível A2+ (A2 avançado) que querem começar a ouvir podcasts.Want to study Portuguese with me?
Anabela é a convidada de Daniel Oliveira no 'Alta Definição'. A cantora recorda com saudades as memórias de infância, o prazer que tinha em estar em palco a cantar. Aos 12 anos, num acidente “na estrada onde morreu Carlos Paião”, partiu as pernas. Mas o apoio dos pais foi fundamental para prosseguir uma carreira na música. Relembra ainda a morte do pai, que trouxe “tristeza”, mas também “paz”, por ter conseguido expressar o seu amor e revela ainda que enfrentou um “cancro da mama”, informação que manteve privada até hoje. Um dos mais recentes desafios foi participar no programa “A Máscara”. Tentou disfarçar a voz, mas o próprio filho conseguiu perceber que Anabela estava por trás do Relógio. Oiça aqui a conversa em podcast, emitida na SIC a 15 de janeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O recorte do levantamento da Genial/Quaest também aponta que 48% consideram que Bolsonaro participou diretamente do planejamento da suposta ação. Entre os eleitores que declararam ter votado em Bolsonaro em 2022, 39% acreditam na existência da tentativa de golpe, enquanto 51% negam. Sonora:
No Fórum Onze e Meia de hoje: Bolsonaristas divulgam atestado de óbito fake de Lula; e 51% acham que Bolsonaro tentou dar golpe. E ainda: Uma entrevista com o deputado federal Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) Participam do programa os jornalistas Felipe Pena e Yuri Ferreira e o pastor Zé Barbosa. Apresentação de Dri Delorenzo e comentários de Renato Rovai.Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/forum-onze-e-meia--5958149/support.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo' desta terça-feira (26/11/2024): Ex-comandante de Operações Especiais do Exército e então número 2 da Secretaria-Geral da Presidência, o general de brigada Mário Fernandes procurou o general de Exército Júlio César de Arruda no dia 18 de dezembro de 2022, a três dias da posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Presidência, para impedir que o presidente eleito assumisse o poder. O objetivo de Fernandes era dar um golpe de Estado e manter seu grupo político no poder. Arruda, escolhido por Lula para chefiar o Exército, expulsou de seu gabinete Fernandes e os dois coronéis que o acompanhavam. A presença dos personagens no QG do Exército foi confirmada por investigadores pelos sinais dos telefones celulares. Fernandes está preso por ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes. Arruda foi demitido por Lula em 21 de janeiro de 2023, na esteira dos ataques de 8 de janeiro de 2023. E mais: Economia: Caso Carrefour chega ao Congresso e Lira quer ‘reciprocidade' Metrópole: MEC planeja adotar o ensino semipresencial, com aulas em vídeo Internacional: Opositor chega ao Brasil trazendo atas originais da eleição na Venezuela Esportes: Brasileiro tem esta noite ‘final antecipada' See omnystudio.com/listener for privacy information.
Após a derrota de Guilherme Boulos para Ricardo Nunes, o vice-presidente nacional do PT, deputado federal Washington Quaquá (RJ), criticou seu partido por ter escolhido o candidato do PSOL na disputa em São Paulo. “Boulos era a crônica de uma morte anunciada! A candidatura errada na cidade errada! Havia Márcio França, Tabata Amaral e até a Ana Stella Haddad que nunca disputou eleição, mas poderia dialogar com uma ala mais conservadora nas periferias e classe média”, escreveu Quaquá. Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Você também pode assistir ao Papo Antagonista com a apresentação de Felipe Moura Brasil na BM&C, nos canais de TV 579 da Vivo, ou 563 da Claro, além do SKY+. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Bolsonaro tentou intervir na Receita para salvar Flávio? Os detalhes da reunião entre Jair Bolsonaro, Alexandre Ramagem e advogadas do senador para tratar de reação a investigação por 'rachadinha'.Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Apoie o jornalismo Vigilante: https://bit.ly/planosdeassinatura Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Em 2 de janeiro de 2020, Nikki Entzel liga para o 911 para relatar um incêndio em sua casa. Seu marido Chad morreu dentro da residência, mas não pelo incêndio e sim por tiros. Suicídio ou assassinato? Nikki e seu amante, Earl Howard tiveram que explicar essa história.
Ela nasceu em São Paulo, no Amparo Maternal, uma instituição de apoio à gestantes em situação vulnerável. Com poucos dias de vida, foi adotada por um casal, cuja mulher havia perdido o filho no parto. Quando tinha 4 anos de idade seus pais adotivos se separaram. O divórcio foi litigioso e bastante traumático. Seu pai tornou-se então ausente. A situação financeira fez sua mãe voltar a trabalhar e estudar. Assim, ela e seu irmão mais novo foram criados pela avó materna, dona Cida, uma mulher simples, na época analfabeta e dona de uma força imensurável. Incentivada pela mãe, praticou bastante esportes. Começou com a natação, depois a ginástica artística, esportes de quadra, dança e chegou a competir na ginástica aeróbica. Dançando ela encontrou a válvula de escape para tantas emoções represadas. Na época também tocava piano onde ficava por horas, isolada em seu mundo. O movimento, a música e o esporte assumiram um papel importante e muito especial em sua vida. Aos 9 anos de idade descobriu que era adotada e seu mundo caiu. A sensação de ter sido enganada e as dúvidas pesaram sobre ela. Nessa mesma época sofreu um abuso sexual e novamente veio o sentimento de culpa e medo. Na adolescência teve a primeira crise de depressão e anorexia. Prestou vestibular e passou em Educação Física e Jornalismo. Optou pelo segundo porque, segundo seu pai, com a educação física ela morreria de fome. No meio da graduação descobriu que gostava mesmo era de trabalhar com o movimento e esporte. Matriculou-se em Educação Física e cursou as duas faculdades enquanto trabalhava. Problemas de relacionamento com a mãe a fizeram sair de casa com 21 anos de idade. Estudava de manhã e dava aulas de ginástica o resto do dia. O dinheiro dava para o básico e muitas vezes pulava uma refeição para ter como pagar suas contas. Foi difícil, mas libertador. Seus finais de semana eram preenchidos com esporte e ela geralmente pedalava e corria. Viveu um relacionamento sério e com o casamento marcado, descobriu a traição, o que lhe feriu a alma. Em 2004, então com 27 anos de idade, decidiu morar com o pai e para evitar conflitos quando ele chegava alcoolizado em casa, voltou a nadar. Nos intervalos das aulas na academia pedalava no spinning e corria. Foi o começo do que viria a ajuda-la pelo resto da vida, estar em paz consigo mesma e desacelerar seus pensamentos. Nessa época teve bulimia e crises de depressão. Durante um desentendimento com o pai, foi convidada a deixar casa dele. Tentou morar com mãe, mas foi aconselhada por ela a procurar uma pensão. Foi talvez um dos momentos mais difíceis da sua vida. Deprimida, sem conseguir trabalhar e sem condições de se sustentar sozinha. Chegou a pedir para a mãe interna-la em uma clínica psiquiátrica. Uma amiga então a indicou uma terapeuta e aos poucos ela melhorou. Voltou a dar aulas e conseguiu um novo lugar para morar. Nas horas vagas nadava, pedalava e corria. Após alguns anos, decidiu empreender e montou um estúdio de Pilates, que prosperou. Nessa mesma época viu seu pai adoecer de câncer e recusar o tratamento. Durante um ano ela sofreu calada, sentindo-se impotente. Em seu último dia de vida ela pode ver em seus olhos um pedido de perdão e arrependimento. Ela o perdoou. Já um pouco mais confortável financeiramente, ainda lhe faltava realizar o sonho de construir a própria família. Viveu um relacionamento abusivo e violento que só foi superado com a ajuda da sua terapeuta e quando já estava conformada com a idéia de se tornar “titia”, conheceu o homem da sua vida. Triatleta, professor de educação física e proprietário de academia. Pouco tempo depois, engravidou do primeiro filho. Começaram uma vida juntos sonhando construir uma bela família. Ele a apresentou o triathlon e com a modalidade, surgiu um caminho para superar seus fantasmas e descobrir sua força mental. Ela foi aprendendo a controlar sua fraqueza emocional. Lá se vão doze anos juntos, dois lindos filhos, 6 provas de Ironman e uma parceria e sociedade profissional muito bem sucedida. Ela se apaixonou pelo triathlon de tal forma que se dedicou a estudar o endurance a fundo. De 2015 até hoje foram oito especializações na área. Conosco aqui uma atleta apaixonada que nasceu aos 35 anos de idade, quando também se tornou mãe. Que descobriu no triathlon um maneira de lidar com suas forças, fraquezas e emoções. A cada competição ela aprende que é capaz de enfrentar qualquer dificuldade, mesmo sentindo medo e que, assim como na vida, quando tudo parecer perdido ou errado, se a cabeça for resiliente teremos força para aguardar dar certo e atingir nossos objetivos. A treinadora durona e futura nutricionista, para quem o esporte é muito mais do que apenas métricas e resultados, a sócia proprietária da Navas Tri, Thelma D'Amélio. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. 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Minha convidada nasceu no balneário de Santos. Na infância e adolescência praticou natação e patinação artística. Já na Unicamp, praticou alguns esportes coletivos, mas nada muito sério. Em 2009 foi diagnosticada com esclerose múltipla. Após um período de assimilação da notícia e o início do tratamento, decidiu mudar seu estilo de vida na tentativa de amenizar os efeitos progressivos da sua nova condição. Mudou sua alimentação e começou a correr. Ela tinha 30 anos e durante quatro anos participou de diversas provas de 10km, conquistou alguns pódios, mas o que ela mais gostava era das meias maratonas. Durante o período de tratamento ela jamais havia imaginado que seria capaz de correr 1km. Algumas dores nas pernas começaram a aparecer em decorrência da esclerose, o que eventualmente a fizeram procurar outra modalidade esportiva para manter-se ativa. Tentou o pole dance e até o mountain bike, mas após ser convidada por uma amiga a conhecer um ginásio de escalada, ela se encontrou e desde então, tornou-se o seu esporte. Em 2020 passou a competir em campeonatos brasileiros de paraescalada e hoje, é a maior medalhista brasileira em mundiais, com 3 medalhas de ouro e 2 de bronze em etapas da Copas do Mundo. Conosco aqui a engenheira química com pós doutorado pelo Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, professora e escaladora, vegana, ativista pelos animais, pelo meio ambiente e atual Campeã Mundial de Paraescalada, título conquistado na Suíça faz poucos meses, direto de Taubaté, Marina Oliveira de Souza Dias. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. O verão está chegando e com ele, devemos redobrar nossa atenção com a proteção solar. Nesse sentido, a Pink Cheeks tem grande expertise, com produtos cosméticos com altos fatores de proteção. Seu principal produto, o Pink Stick, possui o maior FPUVA do mercado! A marca foi idealizada e desenvolvida por mulheres apaixonadas por esportes e é pioneira no segmento de dermocosméticos de alta performance, inovando com o conceito do sportcare. Descubra a linha completa da Pink Cheeks para proteção facial, corporal e até capilar, com produtos de alta qualidade e alta resistência à água e ao suor. A linha também possui produtos que minimizam os atritos causados durante a prática de algumas modalidades, como a corrida e o ciclismo, que foram desenvolvidos especialmente de atletas para atletas, e produtos focados para a melhor performance de esportistas. Além da inovação com o conceito de sportcare, o diferencial da Pink está na união da proteção de alta performance, beleza, multifuncionalidade e ainda conta com uma linha completa de maquiagem com proteção solar e resistência à água e ao suor. Os produtos são altamente indicados para qualquer tipo de movimento, possuem fórmulas veganas, sem parabenos, são fáceis de utilizar, tem uma sensação muito agradável na pele e podem ser utilizados a partir dos dois anos de idade. Compre no site www.pinkcheeks.com.br/endorfina e aproveite para utilizar o cupom ENDORFINAPINK para ganhar 10% de desconto.