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Como um grupo de choro acabou se tornando uma verdadeira missão diplomática na Europa? Conheça a história de Os Oito Batutas, o grupo liderado por Pixinguinha que levou a alma da música brasileira para os palcos de Paris e marcou a nossa história cultural. Dê o play e descubra essa pílula de conhecimento!VEM PRO ESPAÇO!Praça da Liberdade, 700Belo Horizonte – MG CEP: 30140-010 Telefone (Recepção): (31) 3409-8350Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383NOSSOS LINKS:Blog do EspaçoCalendário AstronômicoInstagramFacebookRealização: Espaço do Conhecimento UFMG Pró-reitoria de Cultura UFMG (Procult)Universidade Federal de Minas GeraisTexto original: Samuel LacerdaAdaptação e trabalhos de áudio: Samuel LacerdaSupervisão e revisão geral: Fernando SilvaCoordenação: Camila Mantovani
O Visões Populares de hoje conversa com Estevão Cruz e Gilson Reis, autores do livro ‘Desvendando Minas II: o mito da eficiência ultraliberal'. Na obra, que conta com a contribuição de diversos autores, eles analisam criticamente os dois mandatos do Partido Novo em Minas Gerais e defendem que os governos de Zema e Mateus Simões não podem ser lidos ‘como uma gestão liberal convencional'. Ouça e compartilhe!
Machado de Assis escreveu O Anjo Rafael em 1869. Oito anos depois, a psiquiatria daria nome ao fenômeno que ele descreveu com precisão impressionante: a psicose compartilhada, quando uma crença delirante se espalha entre pessoas unidas por vínculos emocionais e isolamento. Neste episódio, partimos desse conto extraordinário para explorar um tema inquietante: como ideologias, líderes, grupos e algoritmos podem criar realidades paralelas que parecem mais atraentes do que os fatos. Uma viagem que passa por Machado, Hannah Arendt, Eric Hoffer e pelas bolhas digitais do século XXI.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Allan Ribeiro Pimenta, baiano de Feira de Santana acaba de receber o título de PhD em Engenharia de Transportes e Urbanismo pela Monash University, em Melbourne. Antes da carreira acadêmica, ele trabalhou como flanelinha e lavador de carros para ajudar no sustento da família e chegou a pegar até oito ônibus por dia entre estudo, estágio e trabalho. Foi justamente dessa experiência diária com o transporte público que nasceu seu interesse pela mobilidade urbana e pelos estudos sobre transportes e cidades.Allan Ribeiro Pimenta, baiano de Feira de Santana acaba de receber o título de PhD em Engenharia de Transportes e Urbanismo pela Monash University, em Melbourne. Antes da carreira acadêmica, ele trabalhou como flanelinha e lavador de carros para ajudar no sustento da família e chegou a pegar até oito ônibus por dia entre estudo, estágio e trabalho. Foi justamente dessa experiência diária com o transporte público que nasceu seu interesse pela mobilidade urbana e pelos estudos sobre transportes e cidades.
Estamos #NOAR! Nos acréscimos, Bahia vence o Botafogo de virada e encerra sequência. Vem acompanhar!
Pacote prevê obras estruturantes em oito cidades, ampliação do atendimento social da Sabesp e entrega de obra do Fehidro
Oito anos de podcast. Em Maio de 2018 começámos este projeto com uma espontaneidade e vontade eletrizante de partilhar música, que é na verdade parte da essência que define a nossa amizade de décadas. Costumamos dizer que estas conversas já aconteciam antes de termos microfones à nossa frente, quando éramos apenas a Daniela e a Patrícia, e talvez isso tenha ajudado a determinar tamanha longevidade. Ainda assim, há outro elemento fundamental para nós: as pessoas especiais que se cruzaram connosco e nos ajudaram a trazer este podcast a destinos que nunca imaginámos. Este episódio é mais do que uma retrospetiva, é uma homenagem a todas essas pessoas, aos locais a que chamámos casa, aos melómanos que se juntaram a nós nesta viagem alucinante e acima de tudo a quem nos ouve e se deixa contagiar. Obrigada por estarem aí.Playlist:"Beginnings", Astrud Gilberto"Prayer for the Paranoid", Mojave 3"Free", Parcels"How Beautiful, That", Old Jerusalem"Rock Steady", Aretha Franklin"All My Friends", LCD Soundsystem"New Day", DaChick"Brown Eyes", Red House Painters
O surto da cepa Andes do hantavírus, que atingiu os passageiros do navio MV Hondius em abril, despertou o trauma da pandemia na França e exigiu uma resposta rápida das autoridades sanitárias para tranquilizar a opinião pública. Mas, de forma surpreendente, o assunto rapidamente foi relegado a segundo plano pelo governo francês e pela imprensa mundial. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Para o infectologista francês Jean Paul Stahl, membro da SPIL (Sociedade Francesa de Infectologia), e professor de doenças infecciosas e tropicais no CHU (Centro Hospitalar Universitário) de Grenoble, esse esvaziamento se explica pela “precipitação” das autoridades francesas. Segundo ele, a propagação em massa do hantavírus é uma hipótese que poderia ter sido descartada desde o início. Houve “excesso” na comunicação, além de “perda de sangue-frio”. “É um vírus conhecido há décadas, alvo de publicações científicas há muito tempo. Há uma recomendação das autoridades sanitárias americanas, por exemplo, que data de 2007, e os cientistas conhecem perfeitamente esse vírus desde então. Nesse caso, não há nada de novo. Algumas pessoas se contaminaram, como outras se contaminam regularmente na América do Sul.” O navio de cruzeiro MV Hondius chegou nesta segunda-feira (18) ao porto de Roterdã, encerrando seu périplo de quase 50 dias, após uma etapa nas Ilhas Canárias para o desembarque dos passageiros e de parte da tripulação. Ele transportava cerca de 150 pessoas de 23 países, quando um foco de hantavírus foi detectado e relatado pela primeira vez, em 2 de maio, pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Até o momento, três passageiros morreram. Oito casos, que incluem essas mortes, foram confirmados, e dois são considerados possíveis, segundo a organização, que insiste, desde o início, que o risco é “limitado” para a população em geral. Na França, uma mulher de 65 anos, repatriada do Hondius, sentiu-se mal no dia 10 de maio, testou positivo e foi internada em estado grave em Paris. As pessoas que estiveram em contato com contaminados foram hospitalizadas e colocadas em quarentena. As medidas foram determinadas pelo governo francês em função do período de incubação do vírus, estimado em seis semanas. Mas elas são consideradas excessivas pelo infectologista francês. “Esse vírus só se transmite se a pessoa está doente. Sem sintomas, elas não são contagiosas”, explica o especialista francês. "É preciso entender que todas essas decisões são políticas, não científicas”, resume. Alegando ter a obrigação de “transparência”, a ministra francesa da Saúde, Stéphane Riss, organizou uma coletiva no dia 12 de maio, ao lado de um grupo de cientistas franceses, para esclarecer dúvidas sobre a contagiosidade, modos de transmissão e fatores de risco, deixando claro que muitas perguntas ainda permaneciam sem resposta. Nesse momento, a possível emergência de uma epidemia ainda era difícil de avaliar para o público leigo, e a mobilização das autoridades levantou questões. Para o infectologista francês, a ansiedade da população é compreensível, mas o único elemento novo no recente surto de hantavírus é o contexto — ou seja, o fato de ele ter ocorrido dentro de um cruzeiro. “É um bom enredo e uma história interessante para os jornais”, avalia. “Imagine uma embarcação com um cadáver a bordo durante dez dias e um vírus circulando entre os passageiros.” As características da cepa dos Andes, explica, já antecipavam o cenário atual, sem disseminação. O vírus tem uma taxa baixa de transmissão, estimada em torno de 0,5%, que pode variar de acordo com as circunstâncias. Esse foi o caso do surto no MV Hondius, onde os contatos são próximos e ocorrem em espaços fechados. Vírus não sofreu mutação O vírus também não sofreu mutações, como mostraram recentemente os sequenciamentos de seu genoma feitos pelo Instituto Pasteur de Paris, que utilizou amostras de uma paciente contaminada. Essa é, aliás, uma característica conhecida dos hantavírus. A taxa de letalidade, em torno de 40%, também deve ser vista com cautela, pois depende da capacidade e da qualidade de atendimento, que, em áreas remotas da América do Sul, não são similares às dos países europeus. “É uma infecção grave, conhecida há muito tempo, mas a questão não é essa. Nesse episódio, não havia nenhum elemento novo além do navio”, reitera. “Houve, sem dúvida, uma ou duas transmissões dentro do barco, relacionadas às condições muito particulares que existem dentro de um navio e à promiscuidade inerente a esse meio de transporte. Isso é tudo, e não há nada de novo.” Segundo um comunicado publicado pelo Instituto Pasteur de Paris, não há tratamento específico disponível, embora um medicamento à base de ribavirina tenha demonstrado eficácia durante uma infecção por um tipo específico do hantavírus (vírus Hantaan). A transfusão de plasma humano contendo anticorpos contra o vírus Andes permitiu reduzir a mortalidade em pacientes infectados, mas o resultado ainda precisa ser confirmado em ensaios clínicos. Os sintomas incluem febre, dores musculares e gastrointestinais, cansaço e podem evoluir para insuficiência respiratória aguda.
Oito anos de túnel de vento. Seguimos rijos. .Carinha de psicóloga pop e Malucos do Riso. .Tiagovski, o puritano que nos coube em sorte. .Apontamentos sobre a memória. .Os portugueses são ubíquos. .Do Prozac ao Viagra e nem por isso de pé. .Medusas em todas as parangonas. .Mulher e o trabalho no século, digamos, XIX. .O divórcio é o pai do feminismo? .O ar-condicionado e atomização da sociedade. .Bruxa, prostituta e mulher. ---- O menino está aqui: Substack: robertogamito.substack.com Twitter: twitter.com/RobertoGamito Instagram: www.instagram.com/robertogamito Facebook: www.facebook.com/robertogamito Youtube: bit.ly/2LxkfF8 Threads: www.threads.com/@robertogamito
Embora admita que o CDS tem de estar "sempre preparado" para ir a votos sozinho, o líder parlamentar acredita que "o eleitorado da AD é superior à soma dos votos dos dois partidos em separado."See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cuidado com as dívidas e cuidado com as renegociações de dívidas e muito cuidado também com os investimentos. Pois urano vai mexer com tudo na sua casa oito.Pra saber mais agende a leitura do seu mapa astral no saimagos.com ou (11) 96690 6266
Oito anos de túnel de vento. Seguimos rijos. .Entrar na zara pela porta do amor. .O multiverso é um centro de fotocópias. .Entrevistas a escritores. .Máquinas de tortura, início. .Papagaios e manosfera. .Psicólogos de cães. .Freud, o apanhador de minhocas. .Dançarinas dos músicos pimba. .Considerandos sobre sopas. .Pêra bêbeda e pêra sóbria . .Há dias estive para comprar uns binóculos. .O humorista e metáfora. .Quando o comediante se torna guru motivacional. .O capitalismo no salão de estética. .Observador de aves principiante. .Depenar galinhas. .Charnecos. .Trocar mulheres por camelos. .Ourives e pega-rabuda. .Empresário português e o crocodilo. .Não há crocodilos inocentes. .Crocodilo e migração de gnus. .Retrato robot do bandido na era Vibe. .Domesticação de mosquitos para fins militares. .Plantações de painéis solares no Algarve. ---- O menino está aqui: Substack: robertogamito.substack.com Twitter: twitter.com/RobertoGamito Instagram: www.instagram.com/robertogamito Facebook: www.facebook.com/robertogamito Youtube: bit.ly/2LxkfF8 Threads: www.threads.com/@robertogamito
O artigo argumenta que o futuro da educação não deve focar-se exclusivamente na tecnologia e inteligência artificial, mas sim priorizar o desenvolvimento humano. A autora alerta que o uso excessivo de ecrãs está a prejudicar as capacidades cognitivas, como a atenção e a imaginação, especialmente nas gerações mais jovens. É essencial que as instituições olhem para a saúde mental e para o bem-estar dos docentes, que enfrentam agora o desafio de serem mentores emocionais. Em vez de procurar apenas soluções tecnológicas, o debate educativo precisa de se centrar na autorregulação e no pensamento crítico dos alunos. Em suma, a inovação pedagógica só será eficaz se for tratada como um encontro humano relacional e não como um processo de automação.
As chuvas intensas que atingiram o Nordeste do Brasil deixaram ao menos oito mortos e 35 cidades em situação de emergência em Pernambuco e na Paraíba. Em Pernambuco, 27 municípios foram atingidos e seis pessoas morreram, a maioria em deslizamentos de terra no Grande Recife. Já na Paraíba, duas pessoas morreram após choques elétricos durante o temporal e, até o momento, oito cidades decreteram situação de emergência.
Alexandre, Fred e o crítico Rafael Amaral (Blog “Palavras de Cinema”) começam neste episódio a primeira parte da homenagem do PFC ao centenário de Federico Fellini, diretor dos mais influentes do cinema mundial, daqueles que virou adjetivo. Esta primeira parte de dois episódios chega para você neste dia 20 de janeiro, data em que Fellini completaria 100 anos se estivesse vivo, e neste áudio conversamos sobre a obra e vida do diretor, desde seu primeiro filme, passando com destaque por “A Estrada da Vida” (La Strada, 1954), “Noites de Cabíria” (Le notti di Cabiria, 1957) e fechando com um dos longas que mais representa o próprio diretor, “A Doce Vida” (La Dolce Vita, 1960). Não trataremos nestes áudios de “Oito e Meio”, pois este clássico já teve episódio dedicado, basta acessar aqui.----------------------ATENÇÃO: TIVEMOS QUE REPUBLICAR ESTE EPISÓDIO EM FUNÇÃO DO SPOTIFY CONTESTAR O USO DE MÚSICAS ESPECÍFICAS. ESTE EPISÓDIO FOI LANÇADO ORIGINALMENTE EM 20 DE JANEIRO DE 2020.-------------------------------LINKS PARA ADQUIRIR O LIVRO DO PFC ("Uma Jornada pelo Cinema - Anos 1950"):UICLAP - https://loja.uiclap.com/titulo/ua98290/AMAZON (capa dura e e book) - https://www.amazon.com.br/dp/6501481376-------------------------------Acesse nosso site: http://www.filmesclassicos.com.brInstagram: @podcastfcProcure "Podcast Filmes Clássicos" no seu aplicativo de podcast do celular, no Spotify, YouTube, Anchor ou iTunes.
A decisão política permite ao município poupar 1 milhão de euros .O dinheiro vai ser canalizado para investimentos que a autarquia considera prioritários: reparação de escolas ou estradas. Edição de Cláudia CostaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Governo do Estado de São Paulo vai investir R$ 110 milhões na aquisição de oito novos radares meteorológicos em parceria com a Universidade de São Paulo e a SP Águas, a agência estadual de águas. Os equipamentos ampliam a capacidade de previsão e emissão de alertas climáticos em todo o estado.
Estratégia de segurar vendas, clima afetando a colheita e demanda elevada ajudaram nas altas
Confira nesta edição do JR 24 Horas: STF emite alvará para cumprimento da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. Senado aprova projeto que equipara ódio contra mulheres ao crime de racismo. Câmara aprova projeto que obriga o SUS a fornecer terapias avançadas contra o câncer.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Autoridades da Colômbia confirmaram a morte de oito pessoas na queda de um avião militar logo após a decolagem. Imagens mostram a aeronave em chamas em uma área de mata. E ainda: Prazo para entrega do Imposto de Renda começa nesta segunda-feira (23).
Evandro Gomes é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. O ator interpreta Salvador na novela da SIC “Páginas da Vida”. Evandro recorda as dificuldades na infância e as muitas mudanças de escola e cidade. “Preferiria viver com dificuldades para o resto da vida, mas ter amor dentro de mim, do que ter uma mansão gigante e estar sempre chateado”, garante. Cresceu numa família numerosa e chegou a faltar “comida na mesa”. Hoje, um dos seus sonhos é criar uma associação que apoie este tipo de famílias. Quando era jovem tinha uma outra paixão, ainda assim já tinha curiosidade na arte de representar. “Cresci com o sonho de ser futebolista, estive muito perto. Quando era miúdo disse à minha mãe: ‘Acabo a carreira aos 30 anos e vou contracenar com o Denzel Washington”, recorda. Quando jogava futebol chegou a ser alvo de insultos racistas. O sonho de se profissionalizar acabou quando rasgou o tendão de Aquiles, semanas antes de ir assinar um contrato. O ator relembra ainda uma fase em que chegou a dormir na rua e realça a importância de Deus na sua vida, em particular num momento muito complicado em que queria desistir. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 21 de março. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Mais uma autoridade do alto escalão do regime iraniano morreu em um ataque aéreo de Israel. O porta-voz da Guarda Revolucionária, Ali Mohamed Naíni, era responsável pela propaganda do regime islâmico. O líder supremo, Mojtaba Khamenei, disse que a morte de pessoas do alto escalão não fará com que o povo iraniano abandone o regime. Em resposta, o Irã lançou novos ataques contra Israel, atingindo uma região histórica de Jerusalém. E ainda: Oito pessoas ficam feridas em explosão de granada caseira no Rio de Janeiro.
Oito em cada dez pessoas afirmaram que já sabem do que se trata a propaganda enganosa. Os resultados da pesquisa do Procon-SP são usados para o planejamento de ações, campanhas educativas e aprimoramento dos serviços de atendimento
Rafael Sarchis e Cassius Leitão recebem Cami Campos, influenciadora oficial do Cartola. Trio debate opções por posição e comenta sobre as muitas possibilidades para o meio e ataque. Dupla de zagueiros do Corinthians está bem cotada para a rodada. Dá o play!
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Pelo menos seis pessoas morreram no desabamento de um lar de idosos, em Belo Horizonte (MG). Além dos mortos, seis vítimas estão desaparecidas. O prédio desmoronou por volta de 01h30. A suspeita é de um problema estrutural. Oito pessoas foram resgatadas com vida dos escombros. Outras nove conseguiram sair sozinhas. Segundo os bombeiros, as vítimas que escaparam estavam em uma parte do prédio que não desabou completamente. E ainda: Madrasta é condenada a 49 anos de prisão por envenenar enteados no RJ.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Um cofre de quase meia tonelada, com R$ 1 milhão em joias, foi furtado de uma joalheria, em uma região de alto padrão na zona sul de São Paulo. Dentro do cofre levado pelos criminosos havia joias de ouro e diamantes. Foram levadas cem peças no total. Entre elas, mais de 20 pares de brincos, 15 anéis, 32 colares, além de pingentes, correntes e pulseiras. O estabelecimento fica no 12º andar de um prédio comercial, e tem, entre os clientes, influenciadores digitais. E ainda: Oito esquiadores morrem depois de serem atingidos por avalanche nos Estados Unidos.
A participação brasileira na Wine Paris 2026 ganhou destaque entre os expositores internacionais e deixou os produtores brasileiros otimistas. Oito vinícolas de quatro estados – Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Pernambuco – marcaram presença no salão francês, encerrado na quarta-feira (11), que se consolidou como uma das maiores vitrines globais do setor. Adriana Moysés, da RFI em Paris Com apoio da ApexBrasil, as empresas exibiram a diversidade da viticultura brasileira e comemoraram a boa acolhida de compradores e especialistas europeus. Criada em 2019, a Wine Paris se transformou em um encontro obrigatório do calendário mundial do vinho, que reuniu, no ano passado, mais de 5.400 expositores de 154 países. É essa dimensão, somada ao dinamismo comercial, que tem atraído cada vez mais vinícolas brasileiras. Entre os produtores estreantes, a Salton disse estar impressionada com a magnitude do evento. O gerente de negócios internacionais da vinícola, com sede em Bento Gonçalves (RS), César Baldasso, reconheceu que a Wine Paris superou as expectativas. “A gente está totalmente surpreendido. É uma feira de altíssima qualidade, com um movimento muito grande – e um movimento de qualidade. As reuniões foram excelentes, compradores realmente interessados no Brasil. Saímos daqui certos de que voltaremos no próximo ano”, disse Baldasso. Ele também destacou o papel crescente dos espumantes brasileiros no mercado internacional. “O espumante brasileiro é um grande diferencial, o melhor espumante do hemisfério sul – e, por que não, entre os melhores quando consideramos o Velho Mundo?” Miolo reforça diversidade e aposta no futuro Também gaúcha, a Miolo participou pela segunda vez da Wine Paris. Para Lúcio Motta, líder da área de exportação, o interesse dos compradores segue forte, especialmente pelos espumantes, mas não só. “O espumante é o interesse inicial, mas os tintos e brancos têm procuras similares. Os importadores ficam impressionados com a quantidade de uvas que produzimos e com nossa capacidade de trabalhar em diferentes níveis de preço”, afirmou Motta. Durante a feira, houve um debate sobre as consequências do Acordo Comercial Mercosul–União Europeia, que, ao derrubar as tarifas de importação para zero no caso dos vinhos, pode impactar a competitividade das bebidas nacionais. Atualmente exportando para seis países europeus – França, Itália, Alemanha, República Tcheca, Suécia e Malta –, além de outros mercados pelo mundo, o representante da Miolo encara o futuro com confiança. “A preocupação existe, claro. Mas também vemos uma oportunidade. Quem ainda não exporta precisa começar a pensar nisso, porque o mercado brasileiro ficará mais competitivo. Vamos ter que buscar novos mercados e essa expansão já está no nosso horizonte há 30 anos”, disse Motta. Vinhos de Minas Gerais A Serra da Mantiqueira esteve representada pela Casa Almeida Barreto, que participou pela primeira vez de uma feira internacional. Para Jorge Almeida, a expectativa foi superada. “Muita gente está curiosa para explorar vinhos do Brasil. Trouxemos vinhos jovens, frescos, da safra 2024, sem passagem por barrica, para deixar a fruta falar mais. A altitude de 1.300 metros nos dá acidez alta e complexidade. A resposta tem sido muito positiva”, apontou Almeida. Na mesma região, a vinícola Barbara Heliodora iniciou sua produção há cerca de oito anos e chamou a atenção por ter conseguido desenvolver, em pouco tempo, vinhos complexos e longevos, segundo o sommelier Marcos Medeiros. “A Mantiqueira produz vinhos elegantes e frutados, graças à amplitude térmica. As uvas que melhor se adaptaram foram a sauvignon blanc e a syrah. Desde 2018, fazemos de um rosé delicado a uma Grande Reserva com até 24 meses em carvalho. Os franceses estão adorando – é um vinho diferente, vindo de um país tropical”, comentou o sommelier. Do Vale do São Francisco à capital francesa A pernambucana Verano Brasil mostrou na feira a singularidade da produção no Vale do Rio São Francisco, região do paralelo 8 onde é possível colher uvas o ano inteiro. O diretor comercial Evandro Giacobbo trouxe dois estilos nos rótulos apresentados. "O primeiro, mais despojado, tropical, jovem e refrescante – pensado para encantar um público iniciante. E a linha Garziera, mais tradicional, com varietais de malbec, cabernet sauvignon e chardonnay. É a jovialidade do Vale do São Francisco chegando a Paris”, celebrou. A Wine Paris 2026 ocupou nove pavilhões no Parque de Exposições da Porte de Versailles. Entre seus corredores movimentados, os produtores brasileiros encontraram não apenas compradores interessados, mas uma verdadeira oportunidade de reposicionar a imagem do Brasil no cenário internacional como um país de diversidade vitivinícola.
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PF faz megaoperação contra desvio de recursos no RN; prefeito de Mossoró está entre os alvos. Arquiteta achada morta em SP vivia sob ameaças e já havia sido esfaqueada oito vezes pelo ex-namorado em 2023. Por que Trump abandonou estratégia de ataque após morte de enfermeiro por agentes federais em Minneapolis. Sargento da Polícia Militar é punido com três dias de detenção por causa do tamanho do bigode. BAFTA 2026: 'O Agente Secreto' e 'Apocalipse nos Trópicos' são indicados; veja lista.
Álvaro Gribel, repórter especial e colunista do Estadão, comenta os principais assuntos da Economia e Política nacionais no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso responderam a pergunta da aluna, de 27 anos, que não se identificou.Marido tem vergonha dela porque engordouEla contou que é casada há 5 anos. Com 2 meses de namoro, o casal descobriu a primeira gravidez. Depois do nascimento do segundo filho, o marido pediu a separação. Oito meses depois, o casal se reconciliou.A aluna relatou que engordou e o marido tem vergonha dela. Não a leva para passear, nem ver os amigos e a ofende todos os dias. Ele sai com os amigos dele, faz trilhas e, agora, está pedindo a separação de novo. Ela pediu ajuda, pois se sente desorientada e não sabe se insiste neste relacionamento.Os professores analisaram a situação e aconselharam a aluna.Aluna deve voltar a se aproximar do ex?Em seguida, eles responderam a pergunta de uma aluna de São Paulo que também não quis se identificar.A aluna contou que está separada há 5 anos, após um casamento de 17 anos. O ex-marido casou novamente com uma pessoa 19 anos mais nova do que ele. No entanto, já se separou de novo e voltou a se aproximar dela. Ela ainda o ama e tem medo de se machucar. Ainda mais porque ele está com depressão e a aluna acredita que isso pode fazer com que ele se confunda. Ela pede ajuda e pergunta se deve se aproximar ou se afastar.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A inflação oficial do país fechou em 2025 em 4,26%. A taxa ficou dentro da meta do governo, de 4,5%. O IBGE também divulgou a inflação de dezembro, com alta de 0,33%. No acumulado do ano de 4,26%, o único item que apresentou queda nos preços foi habitação, com redução de 0,33%. A maior alta foi registrada no grupo transportes, com índice de 0,74%. A elevação foi influenciada pelos preços dos transportes por aplicativo. O segundo maior índice foi o de artigos de residência. Entre as capitais, Porto Alegre (RS) foi a que registrou a maior inflação: 4,79%. E ainda: Renovação automática da CNH começa a valer nesta sexta (9).
No primeiro episódio do ano, Aurélio Pena, Marcos Ferreira e Rogério Bordini retomam os eventos do 8 de janeiro de 2023 para pensar como a destruição de obras de arte reflete a forma de pensar que motivaram as ações golpistas nesse dia. E depois, como o restauro dessas obras pode ajudar a elaborar a reconstrução da democracia no país? No episódio, você escuta pesquisadores que explicam os impactos dos atos golpistas e também como foi o processo de restauro das obras danificadas. _________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO “Série – Reparos de um Ataque – 8 de Janeiro” – Ep.1 Restauros de um golpe Golpistas: Quebra tudo. Vamos entrar e tomar o que é nosso. Chega de palhaçada. Marcos: Quebradeira, gritaria e confusão. Ouvindo essa baderna, pode-se imaginar que estamos falando de um cenário de guerra. Mas esse foi o som ouvido durante os ataques antidemocráticos do 8 de janeiro de 2023 em Brasília. Golpistas: Entremos no Palácio dos Três Poderes. Telejornalista: Milhares de pessoas invadiram a sede dos três poderes em 8 de janeiro de 2023. Elas não aceitavam a derrota de Jair Bolsonaro e pediam um golpe de Estado. Golpistas: Intervenção federal. Intervenção federal. Telejornalista: De lá pra cá, investigações da Polícia Federal descobriram que a tentativa de golpe começou meses antes. Políticos e militares alinhados a Bolsonaro se reuniram e elaboraram planos para permanecer no poder. Para eles, era importante que os manifestantes se mantivessem exaltados. Aurélio: Durante o atentado, os golpistas danificaram diversas obras de arte do Acervo Nacional, sendo elas de valor inestimável para a cultura, memória e história do nosso país. Quadros como o Mulatas à Mesa, do pintor Emiliano di Cavalcanti, o retrato de Duque de Caxias, do artista Oswaldo Teixeira e o Relógio de Baltasar Martinot são apenas alguns dos itens danificados e destruídos. Marcos: Os escombros de toda essa devastação não foram simplesmente abandonados. Hoje, tais obras estão restauradas, quase como se nada tivesse acontecido naquele dia fatídico. E é isso que a gente vai contar pra você nesta série, com dois episódios. No episódio de hoje, vamos rememorar como foi o dia da invasão à Brasília. Vamos também conhecer um pouco sobre as etapas do processo de restauro das obras que pertencem ao nosso Acervo Nacional, que você já consegue visitar novamente. E no próximo episódio, vamos explorar mais detalhes dos desafios técnicos e científicos em se estudar e restaurar as obras raras no Brasil, de forma mais aprofundada. Aurélio: Eu sou Aurélio Pena. Marcos: E eu sou o Marcos Ferreira. Aurélio: Nosso editor é Rogério Bordini. E este é o podcast Oxigênio. Vinheta: Você está ouvindo Oxigênio. Aurélio: Para entender a importância desse restauro, primeiro a gente precisa saber um pouquinho sobre o que foi o 8 de janeiro. Marcos: A mudança do ano de 2022 para 2023 foi o período de troca entre governos presidenciais no Brasil. Em 2022, o atual presidente Lula foi eleito com 50,9% dos votos contra 49,1% para o agora ex-presidente Bolsonaro, durante o segundo turno das eleições. Essa disputa acirradíssima representa uma enorme divisão política no Brasil, como nunca tivemos antes na nossa história. Aurélio: O cenário era de tensão. Durante anos, Bolsonaro vinha questionando a legitimidade das eleições e dando declarações favoráveis a um golpe de Estado, caso não vencesse as eleições. Bolsonaro: Nós sabemos que se a gente reagir depois das eleições vai ter um caos no Brasil, vai virar uma grande guerrilha, uma fogueira. Nós não podemos, pessoal, deixar chegar as eleições, acontecer o que tá pintado, tá pintado. Eu parei de falar em votos, em eleições há umas três semanas… Cês tão vendo agora que acho que chegaram à conclusão, a gente vai ter que fazer alguma coisa antes. Aurélio: Dessa forma, quando o ex-presidente foi derrotado nas urnas, ele já havia plantado as sementes de uma revolta antidemocrática que explodiu nos ataques do 8 de janeiro de 2023. Marcos: Vale ressaltar que as inúmeras alegações de fraude eleitoral feitas por Bolsonaro nunca foram confirmadas. Pelo contrário, segundo um relatório encomendado pelo TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, que contou com uma análise de nove organizações internacionais independentes, o sistema eleitoral brasileiro é, abre aspas, ”seguro, confiável, transparente, eficaz, e as urnas eletrônicas são uma fortaleza da democracia”, fecha aspas. E ainda mais, o próprio ex-presidente nunca forneceu evidências que suportassem essas alegações. Aurélio: Em 8 de janeiro de 2023, uma semana após a posse de Lula, alguns grupos alinhados ao bolsonarismo, insatisfeitos com o resultado da eleição e, claro, influenciados por discursos de contestação ao processo eleitoral, organizaram as manifestações que culminaram na invasão de prédios dos três poderes da república na cidade de Brasília. Trajados de verde e amarelo, os golpistas invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto, que é a sede do Executivo, e o Supremo Tribunal Federal, que a gente conhece como STF. Esses edifícios são símbolos da democracia brasileira e abrigam as principais instituições políticas do nosso país. Marcos: Durante os ataques, os golpistas destruíram janelas, móveis, obras de arte históricas, documentos e equipamentos. Além disso, realizaram pichações, roubaram objetos e tentaram impor sua insatisfação por meio de atos de vandalismo e intimidação. Hoje sabemos que uma parcela das Forças Armadas foi conivente com os atos antidemocráticos e, por conta disso, a devastação causada pelos bolsonaristas foi imensa, principalmente ao acervo histórico e cultural nacional. Aurélio: No próprio dia desses ataques, centenas de manifestantes foram detidos e investigações subsequentes foram e vêm sendo conduzidas para identificar os organizadores e os financiadores dessas ações. Marcos: Em março de 2025, Bolsonaro se tornou réu em ação penal sobre a acusação dos crimes: Organização criminosa armada; Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; Golpe de Estad; Dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União; Deterioração de patrimônio tombado. E em novembro de 2025, o ex-presidente foi condenado pelo ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, a 27 anos e 3 meses de cumprimento de pena em regime fechado, tornando Bolsonaro inelegível até 2060. Pelo menos essas são as últimas informações até a gravação deste episódio. Aurélio: Para ter uma maior noção do significado político dos atos do 8 de janeiro, conversamos com o Leirner, professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos. Ele fez uma análise desse crescente cenário antidemocrático desde o ano de 2013 até hoje. Marcos: Professor Piero, como a nossa democracia chegou ao ponto de termos vivenciado esses atos golpistas no 8 de janeiro de 2023? Piero: Esse é um ponto que eu acho que talvez divirja um pouco de algumas leituras, porque eu acho que o fenômeno Bolsonaro é secundário em relação ao fenômeno do desajuste institucional que a gente começou a viver no pós-2013. Após junho de 2013, houve uma espécie de janela de oportunidade, uma condição para que certos atores institucionais promovessem uma desorganização desses parâmetros que a gente está entendendo como parâmetros da democracia. Basicamente, esses atores são muitos e estão ramificados pela sociedade como um todo, mas me interessa, sobretudo, quem foram os atores estatais que produziram esse desarranjo, lembrando que eles são atores que têm muito poder. Basicamente, eu acho que esses atores estatais vieram de dois campos, o judiciário de um lado e os militares de outro. Ambos contribuíram de maneira absolutamente problemática para esse desarranjo institucional. Marcos: As investigações relacionadas à invasão de Brasília, realizadas pelo STF, responsabilizaram cerca de 900 pessoas por participação nos ataques. Os crimes realizados pelos golpistas estão nas categorias de: Associação criminosa; Abolição à violência do Estado Democrático de Direito; e danos ao patrimônio público. Aurélio: Além de Bolsonaro, outros dois grandes envolvidos na trama golpista chegaram a ser presos. O Tenente-Coronel Mauro Cid, em março de 2024, por coordenar financiadores privados dos ataques e manifestações golpistas. E o General Walter Braga Neto, preso em dezembro de 2024, por dar suporte estratégico aos golpistas, fornecendo estrutura para que eles não fossem interceptados. Piero: Eu não quero tirar, evidentemente, o caráter golpista do que aconteceu no dia 8 de janeiro de 23, mas eu queria chamar a atenção para um aspecto que eu só vi considerado nas reflexões de um livro chamado “Oito de Janeiro, A Rebelião dos Manés”. Eu acho que eles trabalham um lado, que é um lado que é bastante interessante, do ponto de vista de quem está pensando a questão simbólica do que foi a conquista do Palácio. E do fato desse grupo ter sequestrado todo o potencial antissistêmico e iconoclasta, que é, vamos dizer assim, tradicionalmente, um potencial atribuído àquilo que a gente pode entender como, vamos dizer assim, a potência virtual da massa revolucionária da esquerda. Há muito tempo a gente vê essa ideia da direita sequestrando, primeiro, a ideia de linguagem antissistêmica. Aurélio: Conforme nos conta Piero, a destruição do acervo nacional possui também um aspecto simbólico de destruição da democracia e da cultura por uma massa que se imagina antissistema. Marcos: Meses após a triste destruição do acervo nacional em Brasília, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, junto com instituições parceiras, iniciou o projeto de recuperação das obras danificadas. Aurélio: A equipe do projeto contou com diversos restauradores profissionais, da Universidade Federal de Pelotas, a UFPel, que hoje é uma das instituições com grande tradição em formar restauradores no nosso país. O projeto durou cerca de 10 meses, sendo que todos os restauros foram entregues em janeiro de 2025. Marcos: E para entender como é realizado esse processo de resgatar um patrimônio vandalizado, a gente conversou com uma especialista que coordenou esse enorme desafio. Andréa: Bem, eu sou a professora Andréa Lacerda Bachettini, sou professora do departamento de museologia, conservação e restauro do Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Pelotas, na qual também sou vice-diretora do Instituto do ICH. E atualmente eu coordeno esse projeto que se chama LACORP, Laboratório Aberto de Conservação e Restauração de Pintura, que coordenou então as restaurações das obras vandalizadas no 8 de janeiro do Palácio do Planalto, em Brasília. Contando um pouquinho a história desse projeto, ele começa justamente lá no 8 de janeiro de 23, quando aconteceu o ataque às instituições em Brasília. O nosso grupo de professores ficou muito estarrecido com tudo que a gente estava acompanhando nas mídias e nas redes sociais e pela televisão ao vivo, a destruição das praças e das instituições dos três poderes. Marcos: E Andréa, como que foi o início desse processo e o seu primeiro contato com as obras danificadas? Andréa: Inicialmente a gente recebeu um dossiê de 20 obras danificadas no 8 de janeiro, muito minucioso, com detalhamento enorme do estado de degradação que elas se encontravam. E aí foi nessa oportunidade que a gente viu as obras pessoalmente. Eu fico emocionada e arrepiada até hoje quando eu lembro da gente ver, por exemplo, a obra do Flautista do Bruno Jorge, que é uma obra em metal, ela é um bronze, e ela tem uns 2,8 metros de altura, e ela tem uma barra de ferro maciça por dentro, e ela estava fraturada em quatro pedaços. Aurélio: Conforme nos contou Andréa, a equipe de restauração realmente fez um trabalho bem impressionante, que demandou construir um laboratório todo lá em Brasília para conseguir trabalhar com as obras. Andréa: Então, o projeto tinha inicialmente cinco metas, a meta 1, que era a restauração das obras de arte, das 20 obras, com também a montagem de um laboratório em Brasília. Por que a montagem de um laboratório em Brasília? Pelo custo do seguro dessas obras de arte. O seguro das obras de arte inviabilizaria o projeto, levando essas obras para a Pelotas. Até porque, para vocês terem uma ideia, o laboratório foi montado, então, dentro do Palácio do Alvorada, que é a residência do presidente da República, e nós tivemos que levar uma série de equipamentos, produtos solventes, reagentes químicos, que são usados até para outras substâncias, fazer bombas, então a gente tinha que ter uma série de autorizações para poder entrar com esses insumos dentro da casa do presidente. Então, era uma rotina de trabalho bem difícil logo no início, até por questões de segurança mesmo da presidência, por causa desse atentado. E hoje a gente descobre que existiam até outros planos de assassinato do presidente, vice-presidente… Então, hoje a gente fica pensando, ainda bem que existiu toda essa segurança no início. Marcos: E você pode contar para a gente como se deu a finalização desse projeto? Nós ficamos sabendo que vocês estiveram em Brasília com o presidente Lula. Como foi isso? Andréa: Na finalização do projeto, agora no dia 8 de janeiro de 25, lá em Brasília, a gente então presenteou os alunos das escolas que participaram de oficinas, presentearam o presidente Lula com uma réplica da miniânfora e também a releitura da obra do Di Cavalcanti. Tudo foi muito gratificante, tudo muito emocional, a gente montou uma exposição na sede do Iphan em Brasília, em agosto, quando a gente fez também um seminário para apresentar as nossas etapas da restauração e todos os colegas, o desenvolvimento do projeto como um todo, foi aberto ao público, foi transmitido também pelos canais do Iphan, pelo YouTube, para nossos alunos em Pelotas também poderem acompanhar. Eu nunca imaginei que hoje, depois de 16 anos, a gente ia fazer um trabalho tão lindo, tão maravilhoso. Para a carreira da gente é muito bacana, mas como cidadã apaixonada pelo patrimônio cultural, pela arte, eu fico muito realizada, estou muito feliz. Aurélio: É muito lindo ver a paixão que a Andréa tem pelas obras e pela cultura brasileira, mas infelizmente a gente percebe que há muito descaso com a conservação do nosso patrimônio material. Pensando nisso, professora, qual é a importância da conservação e do restauro de acervos artísticos e culturais no Brasil? Andréa: A importância dessas obras restauradas é extremamente importante para a preservação da nossa memória, da nossa cultura, da nossa identidade. Pensar por que essas obras foram vitimizadas, foram violentadas. É importante também a democratização dessas obras, que as pessoas tenham acesso, que elas tenham representatividade. Muitas pessoas não conheciam essas obras, porque elas também ficam dentro de gabinetes. Como é importante a valorização da arte, do nosso patrimônio cultural, para a preservação da memória do nosso povo. E, sem isso, a gente não é um povo civilizado, porque isso é a barbárie que a gente passou. Eu fico pensando, a gente está devolvendo agora para a população brasileira essas obras que foram muito violentadas, dentro da sua integridade física, com uma pesquisa que mostra também a força das universidades, que foram também muito atacadas. Então, é a valorização disso tudo, da ciência, da arte, da cultura, do povo brasileiro. E mostrando que a gente tem resiliência, que a gente é forte, que a gente resiste. Que não é só uma tela rasgada, ela representa a brasilidade, a história da arte do nosso país. Marcos: Chegamos ao final do nosso primeiro episódio. No próximo, vamos nos aprofundar ainda mais nos inúmeros desafios enfrentados pela equipe de restauradores, e refletir sobre o estado da nossa democracia. Se você gostou, não se esqueça de deixar 5 estrelas para o nosso podcast. Isso nos ajuda muito a chegar em mais ouvintes. E também, compartilhe Oxigênio com seus amigos e em suas redes sociais. Aurélio: Esse episódio foi produzido por Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Foram utilizados trechos de áudios de matérias jornalísticas da internet. Marcos: Agradecemos a todos os especialistas que conversaram com a gente neste episódio. Também agradecemos ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas, LabJor da Unicamp. Em especial, a professora Simone Pallone de Figueiredo e a doutoranda Mayra Trinca. Um grande abraço e até o próximo episódio! Vinheta: Você ouviu Oxigênio, um programa de jornalismo científico-cultural produzido pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, LabJor da Unicamp. – Roteiro, produção e pesquisa: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Narração: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira e Aurélio Bianco Pena. Capa do episódio: Andréa Lacerda Bachettini trabalhando na restauração do quadro ‘As mulatas', de Di Cavalcanti. A obra levou sete cortes nos ataques do em 8 de janeiro — Foto: Nauro Júnior/UFPel. Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone. Entrevistados: Piero de Camargo Leirner, Andréa Lacerda Bachettini. Edição: Rogério Bordini. Vinheta: Elias Mendez Para saber mais: Reportagem “Entre Tintas, Vernizes e Facadas” | Revista ComCiência: https://www.comciencia.br/entre-tintas-vernizes-e-facadas/ Documentário “8 de Janeiro: Memória, Restauração e Democracia” (Iphan): https://youtu.be/CphWjNxQyRk?si=xcIdb26wQTyTmS5m
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A holandesa Annette Herfkens estava a caminho das férias dos sonhos com seu noivo, mas o destino tinha outros planos para ela.
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Judeu Ateu, Estranho, Boxa e Izzo (Dentro da Chaminé) avançam com a segunda temporada do Torneio das Trevas! Oito personagem entram num torneio sem nexo nem objetivo, precursor das discussões avançadas de powerscaling, no qual o vencedor de cada chave é decidido por argumentos mais sem nexo ainda.Nesta edição, disputam personagens não-binários ou gênero fluido!Torneios das Trevas do Mangá² anterioresApoie o AoQuadrado² no APOIA.se Cronologia do episódio(00:00:00) Torneio das Trevas II: Personagens Não-Binários(01:26:10) Recomendação da Semana – Kanikosen: o Navio dos Homens
Hollywood, Flórida. Julho de 1993.Um crime aconteceu que chocaria não só a Flórida, mas o país inteiro. O que tornou esse caso tão perturbador não foi apenas a brutalidade - foi quem estava envolvido.Oito jovens envolvidos com idades entre 17 e 20 anos. Todos de famílias de classe média e alguns ainda vivendo com os pais. Nenhum histórico significativo de violência extrema. Este não é um caso simples. Não há lado "certo" óbvio. É uma história sobre amizade tóxica, anos de abuso, e decisões que mudaram vidas para sempre.Por causa do número de pessoas envolvidas, antes de entrar no que aconteceu, vamos conhecer cada uma delas. Vou fazer uma mini biografia de cada pessoa - quem eram, como cresceram, de onde vieram, como suas vidas se cruzaram.#533
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Polícia Federal e Receita Federal realizaram, nesta quinta-feira (16), uma operação contra a falsificação de bebidas alcoólicas. Segundo o Ministério da Saúde, 41 casos de intoxicação por metanol foram confirmados no Brasil. Oito pessoas morreram. E ainda: Suspeitos de adulterar combustíveis são presos na Bahia.
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"Isto é de loucos". Tiroteio em igreja no Michigan faz quatro mortos e oito feridos72d218c