Municipality in Granada, Nicaragua
POPULARITY
Rafel Beltrán participarà a la prestigiosa prova del Masters Olympia, després classificar-se gràcies al bon paper a l'IFBB PRO d'Oklahoma. El culturista lloretenc va guanyar en la categoria Classic Physique Master Pro i Overall i va aconseguir el trofeu al millor posador del campionat. Rafel Beltrán està molt content i assegura que poder participar en una prova del prestigi del Masters Olympia és la fita més important per a un culturista. “Per un esportista dedicat al culturisme, el Masters Olympia és la màxima aspiració que pots tenir”Rafel Beltrán Als seus 42 anys, el culturista considera que està en el millor moment de la seva trajectòria esportiva. El secret creu que és la combinación de mantenir-se sempre amb una bona alimentación i no deixar d’entrenar. «Diria que estic en el meu millor moment i, a més a més, amb l’edat que tina ja no m’ho esperava»Rafel Beltrán El Masters Olympic es disputarà l'agost del 2027 i fins aleshores el lloretenc es dedicarà a preparar-se a fons i participarà en diferents proves per no perdre el ritme.
Nesta república de sonsos, em breve o ódio terá o melhor de nós, a parcela que, num acesso revoltoso, se esforça ainda por compreender o estado das coisas, e será a última expressão contendo um verdadeiro sinal de fervor, uma paixão indomesticada, e o melhor de um antigo anseio confessional, que, vendo-se livre das peias da civilização, se mostrará tomado por essa virulência de ordem mais ou menos espasmódica, impetuosa, capaz de introduzir algum nível de contraste neste mundo. De resto, à nossa volta tudo é cada vez mais cruel e frio, desapaixonado, incapaz de justificar-se senão com essa lógica desprezível daqueles que parecem dispostos a sacrificar tudo em seu nome, de forma que as existências mais degradantes estão defendidas pelo mais rasteiro dos propósitos, que é o da auto-preservação. De qualquer modo, naquele mundo que hoje temos diante de nós, todo o bem é demasiado relativo, e só no mal se acha ainda algum empenho em direcção ao absoluto. Ansiamos por um tempo que já não nos foi dado viver a não ser por vislumbres, visitações em que certos estados fricativos pareciam apossar-se de nós, e tomávamos o embalo de fúrias que foram sendo vistas sempre como o sinal de que um ser se desatrelou, perdeu o eixo, a noção, danou-se, deu a sua carne e espírito de alimento àquelas regiões mais sórdidas, baixas, infernosas… Por isso se pressente como só em horas perdidas os seres se entregam às explorações dessa dimensão de treva que temos sempre trancada nos fundos. Mas se o ódio às vezes tem em si o melhor de um tipo, e somos levados a livrar-nos desse manancial, a tê-lo como uma substância de que devemos envergonhar-nos, seria bom pensar porque é assim. Num mundo em que de qualquer modo, “cada um, de seu próprio passo, vai para o Diabo à sua maneira” (William Hazlitt), não deixa de ser curioso como ódio se tornou uma reserva íntima, sendo-lhe recusado qualquer papel na vida pública, e o seu efeito no campo político é sempre encarado como algo que os espíritos lúcidos devem contrariar, exorcisar. Como assinala David Graeber, hoje tendemos a assumir que a expressão “política do ódio” possui necessariamente conotações de direita (uma vez que normalmente é aplicada ao racismo, ao ódio étnico ou à homofobia) e, por consequência, que o tabu em torno da expressão do ódio político representa uma vitória de sensibilidades essencialmente de esquerda. Mais à frente, nesse ensaio em que este ensaísta comprometido com o anarquismo nos diz que o ódio foi transformado num tabu político, ele nota como a própria ideia de “crime de ódio” inverte o princípio jurídico tradicional segundo o qual um crime passional deve ser punido menos severamente do que um crime motivado por cálculo frio e interesse pessoal.” Talvez não seja coincidência que a vaga de legislação contra crimes de ódio nos anos 90 tenha sido rapidamente seguida por legislação ‘antiterrorista', a qual igualmente estipula penas mais pesadas para crimes motivados por paixões políticas (e, dada a forma como as leis costumam ser redigidas, essas paixões podem incluir o mais benevolente idealismo ou amor pela humanidade ou pela natureza) do que para os mesmos crimes cometidos por lucro económico ou interesse privado.” O capitalismo não é senão o triunfo daqueles que dominam uma violência tremenda mas carregada de subterfúgios, de ordem sempre excepcional, o que faz vigorar uma espécie de burocracia torcionária, que consegue sempre construir as excepções que acabam por tornar nulas todas as funções de justiça, e, desse modo, são precisamente os miseráveis que triunfam e impõem as suas funções de ordem escatológica. "Fizeram-se leis, morais, estéticas, para vos impor o respeito pelas coisas frágeis”, dizia Louis Aragon, antes de desferir o seu golpe: “O que é frágil é para partir." Vemos como por toda a parte estamos imersos nos rigores processionais dessa liturgia pública dos sentimentos bondosos, dos valores que são esgrimidos virtuosamente nos discursos, mas que exprimem sempre uma certa dose de consternação diante do mundo, como se alguma coisa tivesse ido contra os planos. Enquanto isso é o ódio que parece levantar suspeitas, como se fosse uma excrescência arcaica, um resto tóxico da animalidade histórica, algo a evacuar por via higiénica, farmacológica ou policial. O ódio tornou-se o afecto interdito. Já não apenas um vício, mas uma espécie de crime atmosférico, e, desse mesmo modo, tudo deve ser moderado, reciclado, transformado em “desconforto”, “mal-estar”, “polarização”. Contudo, por detrás desta moral desinfectada, o ressentimento alastra por toda a parte, tantas vezes acicatado pelas zonas onde a regulação dinamiza um quotidiano em que vamos à procura uns dos outros nessa Cybéria, a fossa da internet 2.0, contaminada pela estimulação nevrótica das burocracias quando aplicadas à gestão de humores para fins de rentabilidade, esse limbo onde cada vez mais os paraísos se artificializam e os infernos animam os mecanismos administrativos de humilhação num tempo que se esburacou e perdeu toda a fantasia e graça ociosa, instalando-se numa ferocidade passivo-agressiva em que tudo cede a outra coisa, em que se articulam os planos e níveis de um infindável enredo distractivo, uma miragem que dissolve tudo, e a própria inteligência definha e perde todo o sentido e alcance. “A única intimidade que nunca vi vacilar ou esmorecer foi a de carácter puramenrte intelectual”, escrevia faz mais de dois séculos Hazlitt. “Não havia nesta nada de hipócrita ou enfadonho, nada dos queixumes de uma sensibilidade lamurienta. Os nossos conhecidos mútuos eram considerados meramente como sujeitos de conversa e de saber, e não de afecto. Não eram vistos nas nossas experiências senão como ‘ratos de laboratório': ou, como malfeitores, eram regularmente abatidos e deitados na mesa de dissecação. Não poupávamos amigos nem inimigos. Sacrificávamos as deficiências humanas ao altar da verdade. Os esqueletos do carácter podiam ser vistos, depois de extraído o sumo, esvoaçando ao vento como moscas em teias de aranha: ou eram conservados para futura inspecção num frasco de ácido decantado. A demonstração era tão bela quanto nova. Não havia excedente de rancor: nada se conserva tão bem como uma decocção de amargura. Vamos ficando cansados de tudo menos de ridicularizar os outros e de nos congratularmos pelos seus defeitos.” Também Freud terá afirmado que a civilização começou quando um homem, em vez de uma pedra, atirou um insulto. Assim nos foi lembrado por Ricardo Norte, num excelente ensaio sobre as propriedades exaltantes do insulto, em que notava que, ao contrário do que se tornou habitual ouvir da boca dos nossos troca-tintas que gozam até ao limite da tal liberdade de expressão, sem nunca realmente levarem a algum extremo que justifique ou ilustre o vigor desse exercício, as palavras podem magoar muito mais do que um acto. Insultar, etimologicamente, lembrava o Norte, quer dizer saltar sobre, atacar. “Quantos insultos não foram o despertar de obras e gestos memoráveis ao longo da história? Diria mesmo, que a maioria das vezes, é a resposta demorada e reflectida a um insulto que está na génese de muitas obras-primas da literatura. (…) Além disso, o insulto está presente em todo o lado, mesmo entre amigos é recorrente a alcunha insultuosa como demonstração de afecto. A centralidade do insulto no fundamento dos laços humanos é incontestável, ao ponto de Lacan dizer: ‘Há um certo número de funções produzidas pelo facto de o homem habitar na linguagem [...] o ponto de partida da grande poesia, [...] essa relação fundamental estabelecida pela linguagem e que não devemos ignorar: é o insulto. O insulto não é agressão, o insulto é outra coisa completamente diferente, o insulto é grandioso, é a base das relações humanas, não é? Como dizia Homero... Podem ver como cada um obtém o seu estatuto a partir dos insultos que recebe. De que serve tentar camuflar isso com uma tinta qualquer, rosada, chamando-lhe emoção?' Como ninguém leu e nem soube digerir essa engenhosa licença para a bordoada que o Norte andou empenhadamente a montar, e sempre a nossa favor, não daqueles que têm o prestígio de uma proferição feita apartir de uma destacada tribuna, mas que, por isso, mesmos e tornam mais engenhosos no que toca a ensaiar golpes de rins, golpes baixos e assim por diante, até o Drummond ele apanhou por aí barafustar entredentes, praguejando lá com os seus botões: "Nada acontece/ na cidade. O último crime/ foi cometido no tempo dos bisavós. Ninguém foge de casa, ninguém trai./ Repetição de cores e casos, /ó bolor/ da vida longa, no chão pregada a oitenta/ pregos!/As pessoas se cumprimentam, se perguntam/ sempre as mesmas coisas, esperando /lentas confirmações/ milimetricamente conhecidas./ Ai, tão bem-educadas, as pessoas./ Que fazer para não morrer de paz?” Por tudo isto estamos tão necessitados dos efeitos curativos do ódio, esse que Bernhard manejou e elevou a uma razão infrene, provando que está longe de ser uma emoção descontrolada, um ânimo demencial, mas que é, na verdade, uma ferramenta de precisão, um meio para desconstruir e aniquilar o que é falso, medíocre e opressor. Num momento em que, sob o pretexto de "combater o ódio", tem havido lugar a toda essa proliferação de regulamentos, decretos, leis, que têm como efeito real a criminalização do discurso e são totalmente contrárias àquilo que se chamava democracia, como bem vincou o Norte, é preciso reconhecer que a própria inteligência tem um custo, comporta riscos, sobretudo porque nos compromete com as suas resoluções. E aqui vamos arrancar outra dessas traças imundas coleccionadas naquele ensaio pelo Norte, traças dessas que sujam tudo, servem mesmo para nos mostrar como os seres dedicados a construir ilações profundas parece que sobrecarregam as suas sombras de movimentos, concentram possibilidades de uma acção diferida, como se entender fosse criar sequelas, repetir infinitamente a mesma cena, concebendo essas frases com um poder que leva o leitor a desaprender as letras, como se fosse obrigado a voltar ao período em que tinha de gaguejar as sílabas antes de se achar na posse de uma palavra, e depois da frase. Temos de voltar a isso, a citações que se debatem nas nossas mãos e causam uma certa repulsa, enchendo-as da tinta dessas asas acumuladoras de sombras. Jean-Luc Nancy: "Pensar, ou querer pensar, é pesado. [....] Que peso é esse? Em geral, o peso consiste em estar fora de si, em ter o seu ponto de aterragem ou lugar de presença, a sua terra, chão ou vazio, a sua pertença ou abismo, fora de si. Peso significa cair fora de si mesmo." Neste episódio, quisemos dar expressão à figadeira, virar os frascos e dar alguns sinais dessa linhagem estarrecedora dos seres capazes de pegar em banais escaramuças e transformá-las em contendas lendárias, e nisto fomos incentivados pelas explorações do Ricardo Mangerona, que além de uma estreia com um romance que recoloca esta forma em cena de um modo que nos lembra o vigor das suas soluções, a propriedade muito particular desse enredo cumulativo, generoso, capaz de articular uma crónica ponderosa, e que deixava as suas marcas emocionais, tem feito ainda um percurso invulgar enquanto tradutor, e, depois do estupendo volume dedicado a Hazlitt, “Do Prazer de Odiar e Outros Ensaios”, anda agora a braços com uma reunião das intervenções de David Graeber, que em grande medida ilustram porque a tradição anarquista consegue dar respostas num tempo em que outras linhagens se enredam e se mostram incapazes de qualquer convicção.
Bagaimana menerapkan kasih karunia atau “Grace” dalam kehidupan sehari-hari?1) Grace dalam identitas diriA. Saat kita merasa tertuduh (Grace berkata kita adalah ciptaan yang baru)“Jangan hidup dengan masa lalu, rasa bersalah, dan kegagalan kita”B. Saat kita gagal (Grace berkata kamu boleh mulai lagi)“Jangan lari dari Tuhan, tapi lari kepada Tuhan”2) Grace dalam hubungan A. Mengampuni (Grace berkata ampuni, karena kamu sudah diampuni)B. Menilai orang lain (Grace berkata lihatlah potensinya, bukan hanya kesalahannya)C. Memberi kesempatan kedua (Grace berkata jangan cepat menutup pintu)3) Grace dalam kehidupan A. Dalam tekanan (Grace berkata ada kekuatan saat kita tidak mampu)B. Dalam keberhasilan (Grace berkata tetaplah rendah hati, bersyukur dan sadari bahwa semua karena Tuhan)
Miguel Araújo apresenta o novo disco "Por Fora Ninguém Diria" e reflete sobre o processo criativo e a importância de "não fazer nada". Fala ainda do sucesso construído ao longo de 20 anos de carreira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A segunda edição do Festival de cinema português "Olá Paris" decorre até este domingo. A abertura, nesta sexta-feira, contou com a ante estreia de "A vida luminosa", a primeira longa metragem de ficção do cineasta João Rosas, que estreou em Portugal no ano passado. O retrato de um jovem lisboeta, à procura de um lugar ao sol, entre uma ruptura amorosa, e a descoberta de uma jovem cuja luz o vai ajudar a afirmar-se. A RFI esteve no local e falou com a actriz Cécile Matignon, o co produtor François d'Artemare e, obviamente, com o próprio realizador João Rosas que começa por comentar como descobriu Francisco Melo, quando este era apenas um adolescente de 11 anos. O actor não profissional que deu corpo a Nicolau, hoje com 24 anos, e o protagonista de "A vida luminosa" e que vimos crescer, nas três curtas metragens que antecederam esta longa. Descobri-lo foi um acaso, porque quando ele participou no "Entrecampos", ele nem sequer era o protagonista desse filme. Na altura ele tinha 11 anos, portanto era apenas uma criança engraçada. Enfim, como outras que participaram no filme, mas com quem eu me entendia bem. E como eu na altura, depois já estava logo a seguir escrevi o "Maria do Mar", que era sobre um jovem de 13, 14 anos e como protagonista e tinha que estar a trabalhar com o Francisco... Depois decidi continuar a trabalhar com ele e a partir daí é que começou um bocadinho a ganhar forma. A ideia, depois de ser uma história mais longa e de continuá-la noutros filmes. Apesar de lhe dizerem que ele até nem tinha muito jeito para isso, não é ? Sim, ele próprio o diz. O que é interessante e para mim, fascinante, a um nível puramente pessoal é que de facto, acompanhar o crescimento dele também foi acompanhar o meu próprio crescimento como cineasta e, portanto, ir aprendendo a olhar o mundo através do cinema, construindo o meu próprio olhar, mas também através do olhar do Francisco, ão é ? Portanto, do Francisco/Nicolau que é esta personagem em que todos os filmes ele está em períodos de transição e, portanto, perante o ter que tomar decisões ou descobertas, pequenas descobertas do quotidiano, mas que podem por vezes ter o valor de uma epifania no curso da nossa vida. E, portanto, para este filme foi mais uma vez essa ideia de retratá-lo num período de transição, um bocadinho de no final da juventude, para o que seria o início de uma idade adulta. E como é que essa idade adulta é vista ou vivida pelos jovens de hoje em dia ? Portanto, até nem é só ele, também há a Mariana também há o Miguel, não é ? Há duas personagens que já acompanha há algum tempo. Mas também há agora aqui a personagens novas. Cécile Matignon, por exemplo, um elenco também internacional. As cenas são muito escritas, pensadas, concebidas. Pode falar-nos do processo de escrita, do guião e depois da rodagem? Sim, o processo acaba por ser um vai e vem entre o meu trabalho, mais solitário de escrita e, depois de dramaturgia e de preparação, ão é ? Um trabalho de secretária, é um trabalho de diálogo e de partilha com as pessoas que vão entrando no filme ao longo do processo. E, portanto, é um processo muito longo, porque, de facto, eu aproveito também o casting para saciar a minha própria curiosidade por pessoas que quer conhecer, neste caso os jovens, muitos deles estrangeiros, que estão a viver em Lisboa e que mudaram também uma certa maneira de viver em Lisboa. E, portanto, aproveito ao máximo os recursos da produção para estender este casting e saciar a minha própria curiosidade. E depois os ensaios também são um período muito longo em que há, de facto este vai e vem entre o que as pessoas, a voz das pessoas ao ler o texto e a voz que eu quero, depois, também dar aos personagens escrevendo. É por isso é que os filmes são muito escritos. Mas a partir deste trabalho conjunto. Mas claro, pois isto tudo é fixado numa dada altura através dos ensaios, não é? E há muitos ensaios. E, portanto, são muitos escritos, mas escritos muitas vezes a várias mãos, sendo que depois eu tenho de tomar a decisão como um maestro que decide quem é que fala quando, mas respeitando a linguagem e a música de cada um. Neste filme em particular, interessava-me também trabalhar esta ideia dos vários sotaques de portugueses, os estrangeiros. Do Brasil e dentro, mesmo de Portugal, portanto do Sul do Norte, enfim, ter esta riqueza também polifónica de uma língua. E você também gosta muito de tratar a dúvida. A dúvida, que é uma coisa desorienta muita gente, não é? E o Nicolau está cheio de dúvidas. Tem 24 anos. Gostaria, eventualmente, de ser autónomo, mas não é. Ter um trabalho, ter estabilidade, mas não tem. Também há uma denúncia de uma precariedade que se calhar tomou conta também de Lisboa, a sua cidade ? Sim. Enfim, a precariedade, não é que tenha chegado agora, não é ? Portanto, a precariedade, também já se falava em precariedade quando eu tinha a idade do Nicolau e a vida também já era precária na altura. Agora era uma precariedade talvez menos evidente. E era diferente. Obviamente. Era uma cidade muito diferente, não necessariamente melhor, mas já existia precariedade nessa altura, não é? E, portanto, eu acho que a dúvida que... É introduzida aqui num canto magnífico no início do filme. Sim, sim, de uma peça do Brecht. Mas eu acho que a dúvida, embora possa ser paralisante, não é ? Porque todos nós provavelmente passámos por isso momentos que temos dúvidas e não conseguimos decidir. E isso paralisa-nos e cria-nos angústia. Mas há também uma dúvida que é um questionamento que faz avançar e como é que nós, através da dúvida, do questionamento, podemos avançar e descobrir coisas ? É, portanto, a dúvida é sempre um caminho para uma descoberta e, portanto, para mim, o próprio fazer o filme e daí também ter começado com esse canto. Para além de espelhar um bocadinho o estado emocional do protagonista do Nicolau, reflecte o próprio processo em que as dúvidas que eu tenho sobre o filme são o que fazem o filme avançar e, portanto, acho que também, hoje em dia, em particular em que vivemos numa época em que há todo um discurso identitário em que apresenta certezas e visões fechadas sobre o mundo... A dúvida, pelo contrário, é porosidade e abertura. E acho que isso é cada vez mais um gesto político que é preciso sublinhar. Precisamente, falemos um pouco da multiculturalidade. Já no filme anterior, no documentário, você tinha se aproximado e de que maneira, dos operários das obras, naquele estaleiro de um prédio que se veio a tornar um hotel de luxo em Lisboa. Uma Lisboa a mudar a uma velocidade muito rápida. E são pessoas que vêm dos quatro cantos do mundo, nomeadamente de África. Guiné-Bissau, sim ! Diria que os protagonistas, embora seja um filme plural, portanto, não há propriamente um protagonista. talvez a cidade, mas não é um filme. Portanto, num estaleiro de obra onde há dezenas de trabalhadores e nenhum acaba por ter mais protagonismo que os outros, uma regra um bocadinho de todos são protagonistas por igual nessa ideia de filme coral. Mas é verdade que, em particular, um grupo de trabalhadores da Guiné-Bissau foi aquele do qual eu me senti mais próximo e que, depois, mais uma vez, como neste filme de ficção, perante uma realidade completamente diferente. O filme foi também uma maneira de desenvolver relações de amizade com estas pessoas e o filme foi feito nesse espírito da partilha, do diálogo e não necessariamente de um gesto meu de lançar um olhar sobre este grupo de pessoas, neste caso guineenses, mas de estar tempo com eles. E, portanto, o filme ser feito a partir desse tempo passado em conjunto. No fundo, como este filme de ficção, portanto, a ideia acaba por ser sempre essa. Tanto na ficção como no documentário e o cinema ser uma forma também de passar tempo com as pessoas que eu convido para os filmes ou que a realidade me traz, por acaso e por ser uma forma de relacionamento com a cidade, o próprio cinema. A vida luminosa pode ser vida do Nicolau, o protagonista, mas é também, de alguma forma, a vida de Lisboa, a capital portuguesa, que é uma personagem de pleno direito, diria eu no seu filme. Você continua apaixonado pelas cidades, pela sua arquitectura e pela maré humana que lá vive, não é ? Sim, eu acho que filmar cidades foi um bocadinho o que me levou a começar a pensar o cinema. Com "Birth of a city" [filme documental de 2009 rodado em Londres]. Sim, mas mesmo como espectador. Lembro-me de, ainda adolescente, ver por acaso, com a minha mãe no cinema, o filme "Caro Diário", do Nanni Moretti. E aliás, até adormeci a meio do filme. Mas [o cinesta iraniano] Kiarostami dizia que alguns dos filmes preferidos dele eram filmes em que ele tinha adormecido. Portanto, ele, no início do filme diz isso ao filmar umas imensas fachadas e bairros de Roma. "Que belo Seria um filme feito apenas com fachadas !" Portanto, eu desde aí isso ficou como uma espécie de mantra que, pela minha própria depois vivência das cidades em que vivi. Tornou-se um fascínio de facto pela vida urbana, não tanto pela arquitectura, embora a arquitectura obviamente também faça parte de uma cidade, mas mais as práticas do quotidiano e, portanto, a vivência quotidiana. E como é que a cidade é um lugar de encontro entre pessoas diferentes? E como é que essa negociação da alteridade ou com a alteridade não é com as pessoas que são diferentes de nós e com quem nós partilhamos o espaço? E como é que as cidades podem ser vistas, pelo menos para mim, como arquivos de histórias, Seja a própria cidade enquanto espaço físico que me dá elementos que me inspiram para escrever as cenas, sejam bairros, ruas, cafés, esquinas, paragens de autocarro ou de metro ou as próprias pessoas, obviamente. Que levam cada uma a sua história pela cidade e que através de viver a cidade, constroem a cidade. E assim me ajudam a construir cada fio. Cécile Matignon encarna Chloé, jovem francesa instalada em Portugal, cuja energia positiva vai iluminar um Nicolau, algo perdido perante os tantos desafios com que a juventude o confronta. Esta começa por se referir ao gosto desta estreia na sua terra natal, a França, do filme de João Rosas. Teve o sabor de uma viagem, de uma viagem de volta a uma das minhas casas. E foi um excelente pretexto para voltar a ver os meus amigos e esta cidade que já conhecia há alguns anos. E também de ver quais são as reacções do filme num país que não é lusófono. E ver como é que isto está recebido. E finalmente ver com algumas conversas, já que começamos a ter que essas questões que aparecem no filme finalmente são transversais a outros países também são questões de gerações que partilhamos de um país a outro. Há muito de Chloé em si ? Há muito de Chloé em mim ? Sim, acho que temos uma energia parecida. Acho que é uma coisa que nos diferencia muito é que eu sou muito mais precária do que Chloé. Porque a Chloé, no filme, é esta pessoa que é menos precária de todos porque vem de fora e tem essa energia de" Pá, vou trabalhar em França e vou viajar e não sei o quê ! Insurge-se contra os preços dos salários em Portugal. E é uma coisa que é muito engraçada. É que no filme digo nunca vou trabalhar por 5 € a hora. E o que faço eu, que fiz e que faço, às vezes, porque a realidade é assim. Mas, ou seja, é engraçado. Essa diferença de "Eu não sou portuguesa, venho de fora, mas fiz a escolha de trabalhar para a cultura portuguesa e para o país português". E então também estou a jogar este jogo dessa precariedade. E finalmente, eu acho que me identifico mais neste aspecto a outras personagens do filme do que à própria Chloé. Mas de resto, energia e tudo, somos parecidas. François d'Artemare, presença assídua no cinema português, com Manoel de Oliveira, João Canijo, ou lusófono, como com o guineense Flora Gomes, ou francês, como com Nadine Trintignant, este produtor dos Filmes do Tejo e dos Films de l'Après midi, co-produziu "A vida luminosa". Ele comenta a satisfação desta estreia parisisense no cinema Club de l'étoile com o qual tem tantas ligações. É um percurso um pouco... tortuoso, não, quase direito... Porque esta estreia aqui no "Clube de l'étoile", quando estava a preparar o filme de Nadine Trintignan em Paris, em 94, até... Era aqui no Club de l'étoile, era com uma produtora francesa que era na época dona do Clube de l'étoile. E o nosso escritório era no Club de l'étoile. Era no prédio ao lado, e passávamos todo o nosso tempo aqui no Clube de l'étoile. Não imaginava nesta época, onde tinha 28 anos, era jovem director de produção que 32 anos depois, já assistia a projecções de filmes que produzi, que co-produzi. Mas não imaginava, nesta época, que eu ia continuar a fazer, a organizar projecções aqui. Estou feliz com isso. Estou feliz de continuar a guardar uma ligação com Portugal. É óbvio que tenho uma ligação com Portugal. O meu filho é português. Depois de viver alguns anos em Barcelona, voltou a viver em Portugal há dois meses atrás. Continuo a ir aí a Portugal imensas vezes. Mas o facto de continuar a fazer filmes em Portugal e continuar a produzir em Portugal é para mim importante. É uma coisa natural que me permite guardar uma ligação profissional de que gosto. Estava a produzir o filme do João Canijo... Que entretanto nos deixou... Que nos deixou agora. Era o quarto filme do João que estava a produzir. Gostava imenso do João e gosto de continuar a ter esta ligação com Portugal. Trabalhou também, penso, obviamente em Flora Gomes. A maior parte dos nossos ouvintes estão precisamente em África e conhecem este cineasta da África Ocidental da Guiné-Bissau. O que é que viu aqui no João Rosas e neste filme para apostar nele? Conheço o João há imenso tempo também. Há 20 anos acho. Eu tinha tinha visto as curtas do João e o documentário do João sobre Lisboa. A morte de uma cidade ! Sim, e gostei imenso do olhar que João tinha sobre os personagens. Nas curtas que ele fez e do olhar que João tinha sobre o personagem da cidade de Lisboa enquanto personagem. No documentário é sobre a evolução da cidade. Vivia esta evolução desde o fim dos anos, um meio dos anos 90 até hoje. Acho que o olhar do João era bastante pertinente e sensível. Sentia isso no guião. E sinto isso no filme dele. Instantâneos da reportagem da ante estreia parisiense de "A vida luminosa" no âmbito da segunda edição do Festival de cinema português "Olá Paris" que decorre até este domingo, 8 de Março.
Pakruojo ūkininkas Albinas Navickas sako, kad valstybinė žemė ūkininkams tapo neįperkama, kai prie jos rinkos vertės papildomai priskaičiuojami dar 25 procentai kainos. Iš 12 dabar nuomojamų valstybinės žemės sklypų jis su sūnumi pajėgs išsipirkti tik du. Nacionalinė žemės tarnyba informuoja, kad iki šios dienos yra gavusi 2 273 prašymus iš 839 asmenų iš viso įsigyti 1,46 tūkst. ha žemės ūkio paskirties sklypų, bet atmesta net trečdalis pateiktų prašymų. Seimo Kaimo reikalų komiteto narys Arūnas Dudėnas sako, kad sulaukia ūkininkų nusiskundimų ir dėl perteklinių biurokratinių reikalavimų valstybinės žemės įsigijimo procese ir mato taisytinų dalykų.Bitininkams – daugiau nei milijonas eurų paramos! Paraiškas jau galima teikti, o šių metų naujovė, sutrumpintas projektų kontrolės laikotarpis, turėtų pritraukti daugiau dalyvių. Tačiau sektoriaus atstovai pripažįsta, jog be valstybės pagalbos šiandien sudėtinga, o bitininkystės situacija Lietuvoje niūri.Ožkų pieno ūkio „Auksaragė“ savininkė Lina Palšytė sako, kad šią žiemą pirmą kartą per 16 ūkininkavimo metų ožkoms tvarte įjungė šildytuvus. O atsivestus mažylius saugant nuo šalčio tenka paimti nuo mamų ir apgyvendinti atskirai.Ved. Kristina Toleikienė
Ariano Suassuna, o eterno "Cavaleiro do Sertão", não foi apenas um dramaturgo de sucesso com o "Auto da Compadecida"; ele foi um pensador profundo que fundiu o popular e o erudito para criar uma identidade nacional única. Neste vídeo da Brasil Paralelo, exploramos a lista de livros que as biógrafas Adriana Victor e Juliana Lins apontam como as obras fundamentais que formaram o intelecto deste mestre da Academia Brasileira de Letras. De clássicos russos como Dostoievski e Tolstói a pilares da literatura lusa como Eça de Queiroz e Machado de Assis, descubra quais títulos Suassuna recomendaria para quem deseja expandir o repertório e a inteligência em 2026
No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa destaca, com surpresa positiva, a organização antecipada do Carnaval de Londrina 2026, que já prevê até uma praça de alimentação estruturada. O jornalista chama atenção para o edital aberto pela Secretaria de Cultura para operar o espaço no Zerão, com barracas, food trucks, segurança e atrações artísticas, sinalizando um carnaval de rua mais planejado, animado e do jeito que a cidade merece.#ComentarioFinal #RicardoSpinosa #CarnavalLondrina #Londrina #Cultura #PraçaDeAlimentação #Carnaval2026
No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa comemora uma notícia que ele faz questão de repetir: Ibiporã vai ganhar um Observatório Planetário Municipal. Ele destaca o investimento, a tecnologia de ponta e elogia a visão do prefeito Zé Maria, afirmando que o projeto coloca a cidade no mapa da ciência, da educação e do turismo, com potencial para projeção nacional — e até internacional.#ComentarioFinal #RicardoSpinosa #Ibipora #ObservatorioPlanetario #Ciencia #Educacao #Turismo #Parana #PaiquereFM989 #TVP #PaiquereFMNews
Os 49ers pagaram o preço por uma atuação apática no início da partida e acabaram superados pelo Los Angeles Rams no Levi’s Stadium. O time de Kyle Shanahan sofreu com erros de execução, dificuldades na defesa terrestre e um ataque que demorou a engrenar — e quando reagiu, já era tarde demais. No episódio de hoje, analisamos tudo o que deu errado, o impacto dessa derrota na briga pela NFC West e o que precisa mudar já para as próximas semanas. ✅ Curte o conteúdo? Deixa o like, se inscreve no canal e ativa o sininho pra acompanhar tudo sobre os Niners!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ventura está a radicalizar ainda mais o discurso? Frases como “precisamos de três Salazares” ou outdoors com inscrições como “Isto não é o Bangladesh” podem ser, para Begoña Iñiguez, enquadrados na corrida presidencial e mostram a dificuldade em reagir “ao jogo de Ventura”. Já Olivier Bonamici nota também na sociedade um progressivo aumento da radicalização do discurso, para concluir que “nem Le Pen faria isto”, outdoors como os de Ventura. Neste Visto de Fora, ainda, a análise ao pedido de Zelensky para mais dois ou três anos de apoio europeu. E o que dizer da cobertura mediática das eleições no Benfica?
Sagootin loo sameeyay Amina Diria oo shaqada ka fariisatay 28 sano kadib
A Dig Near Isaac Newton's Famed Apple Tree Reveals a Trove of Everyday Objects https://news.artnet.com/art-world/isaac-newton-mother-house-everyday-objects-2681744 NASA'S Plutonium Problem https://youtu.be/geIhl_VE0IA?si=dwkCcExdAhjKf7S0 Vaccine Mandates & Trump vs. Higher Education: 9/7/25: Last Week Tonight with John Oliver https://youtu.be/4T-CHSNHx6U?si=mTLopEiRS76WkqJ8 (via ChatGPT) Newton's childhood https://chatgpt.com/share/68bee363-6a84-8006-99ae-b4a5b510ed7a FAUUSP na Rua Maranhão https://www.instagram.com/reel/DOL5bBMjdel/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA== biblioteca da FAUUSP na Rua Maranhão https://www.instagram.com/reel/DOOkX98jXj1/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA== canal do radinho no ... Read more The post o que diria Isaac Newton? como separar realidade e ilusão? Trump appeared first on radinho de pilha.
Entrevistas do Jefferson Viscardi às Entidades da Amorosidade
Entrevistas do Jefferson Viscardi às Entidades da Amorosidade
Entrevistas do Jefferson Viscardi às Entidades da Amorosidade
Entrevistas do Jefferson Viscardi às Entidades da Amorosidade
Taty Alencar está certa de uma coisa: a vida nos oferece experiências de todos os tipos — umas suaves, outras profundamente desafiadoras. Mas o que nos fere não são os fatos em si, e sim as histórias que contamos sobre eles. É o significado que damos — e o quanto nos apegamos a ele — que, muitas vezes, gera o sofrimento. Sofrimento que ela foi aprendendo a deixar para trás quando passou a ouvir o que o coração sussurrava. Mas, claro, isso levou tempo. Diria até... que foram necessários alguns despertares. O primeiro, ainda na infância, quando enfrentou uma depressão por ter que reprimir questionamentos existenciais que lhe afloravam e por não se sentir acolhida. Depois, já na vida adulta, ao conviver com a morte de perto, acompanhando o noivo diagnosticado com uma grave doença. E, mais recentemente, quando passou por uma EQM — uma experiência de quase morte — que a levou a um mergulho ainda mais profundo na existência e a conhecer o Monte Shasta: um dos locais mais enigmáticos e espiritualmente potentes do planeta. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a artista, mística e criadora da técnica e da Escola Iniciática de Mandalas Vibracionais contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: "A vida é para ser experienciada". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Falar do futuro não é fácil, principalmente por conta das escolhas que fazemos diariamente e que, claro, vão impactar o nosso "EU" lá na frente. Hoje falamos disso e de muito mais e esperamos que você goste!Aliás, se você curte o nosso trabalho, passe a apoiar se tornando membro do nosso canal do YouTube. Clique aqui e entre na nossa comunidade exclusiva que conta com um episódio extra por semana do nosso podcast, um grupo exclusivo no WhatsApp e ainda ganha o e-book do Claudinho "Morar fora: sentimentos de quem decidiu partir". Esperamos você!Apresentação: Cláudio Abdo e Amanda Corrêa — Aproveite para nos seguir em nossas redes sociais: Instagram |YouTube | Acesse o nosso site:vagaspelomundo.com.br | Aproveite para dar like, classificar e compartilhar o episódio com mais pessoas!!!Este episódio tem o patrocínio de:America Chip: Você vai viajar para o exterior e quer ficar o tempo todo conectado? Acesse americachip.com e saia do Brasil já com um chip internacional. A America Chip (@americachipoficial) envia o chip para a sua casa antes da sua viagem e você não precisa se preocupar com o Roaming Internacional nem por um segundo. Chip internacional de alta velocidade é com a America Chip!TFA IMMIGRATION: se você está pensando em mudar de país, o ideal é que seja da maneira certa. Por isso, contar com a expertise de profissionais especializados em imigração é fundamental e a TFA está agora também em Portugal sendo um apoio para quem deseja morar, trabalhar, investir ou estudar na Europa. Acesse o site da TFA e siga no Instagram (@tfaimmigration_pt) e converse com eles para que o seu percurso no exterior seja da melhor maneira.
Quien lo Diria - Carlin Gonzalez (2025) by DJ Walter B Nice
Notes del programa Aviat comencen els nous cursos d'Easy Catalan! Podeu apuntar-vos-hi des de classes.easycatalan.org (https://classes.easycatalan.org/)! Les vostres preguntes La Christine ens fa arribar una pregunta sobre pronoms febles: "En aquesta frase, el pronom en és necessari, opcional o incorrecte? Si us plau, obre la carta. Diria que no és res urgent, però no n'estic segura." Tema del dia Fem una activitat que ha fet l'Andreu amb els seus alumnes. Quins 3 objectes us enduríeu a una illa deserta per poder garantir la vostra supervivència? Easy Catalan recomana Documental Balandrau, l'infern glaçat (YouTube (https://youtu.be/pRgfNnGWZr8?si=_xTfvlCvOO3UfLEO) i 3Cat (https://www.3cat.cat/3cat/balandrau-infern-glacat/video/6100449/)) Sèrie Sala polivalent (https://www.3cat.cat/3cat/t1xc1-tecniques-de-supervivencia-i-preparacionisme/video/6326707/) Bonus I com ens ho faríem en un escenari com el d'una apocalipsi zombi? Transcripció Andreu: [0:15] Bon dia, Joan! Joan: [0:16] Bon dia! Andreu: [0:17] Bon dia a tothom! Què? Ja et puc donar l'enhorabona, no? Joan: [0:22] Per què? Andreu: [0:23] Perquè m'ha dit un ocellet que ja teniu les claus. Joan: [0:26] Ah, sí. Hem comprat una casa amb la Sílvia. Sí, sí, sí. Andreu: [0:30] Molt bé! Felicitats! Enhorabona! Joan: [0:33] Sí, ara ja es pot dir que estem ben casats, com si diguéssim, no? Amb el banc. Andreu: [0:38] Sí. Ha sigut difícil, arribar fins aquí? Joan: [0:43] Sí, la veritat. Ha sigut un procés llarg, perquè hem tingut també un seguit de problemes per aconseguir, jo què sé, tots els papers que ens demanava el notari i… buàh, s'ha allargat molt, sí, sí. Andreu: [0:54] Déu-n'hi-do. Bé, doncs, això, enhorabona a vosaltres i molts ànims a tothom que estigui en el procés de buscar casa, buscar pis, encara que sigui de lloguer, perquè ja vam dir que és complicat ara mateix. Joan: [1:07] Horrible. Andreu: [1:08] Llavors, això, molts ànims! Una altra cosa que volia comentar, bé, que et volia preguntar, és si podem avançar alguna cosa del Campus, perquè l'estem preparant, encara no l'hem anunciat oficialment, però creus que podríem avançar alguna informació? Joan: [1:24] Jo crec que podríem avançar les dates, que és el més important, no?, Andreu? Andreu: [1:28] Exacte. Quan seran? Quan serà el Campus? Joan: [1:30] Deixa'm agafar un calendari, que em fas aquí unes emboscades… No, no. Serà l'última setmana de juliol, l'última setmana completa, que és la que va del 21 al 27. Andreu: [1:44] D'acord. Del 21 al 27 de juliol. Per tant, si esteu pensant a participar al Campus 2025 d'Easy Catalan, ja us podeu reservar aquesta setmana. La resta de la informació encara tardarem uns dies, pocs dies, a fer-la pública. Tota la informació, doncs, de les activitats que farem, dels preus, de... tot. Joan: [2:06] A veure, també podem dir que serà Barcelona, igual que els altres anys. Andreu: [2:10] Exacte. Molt bé, doncs, Joan, la comunitat va creixent, la comunitat d'Easy Catalan, i volia compartir alguns missatges que ens han arribat a través de Discord i a través de Spotify. Joan: [2:22] D'acord. Andreu: [2:23] El primer és de la Sofia, que diu: "Hola a tothom, em dic Sofia, soc de Xile i fa uns anys que visc a Barcelona. He conegut la comunitat d'Easy Catalan pel pòdcast i m'ha agradat molt, així que m'he decidit a aprendre el català". Joan: [2:36] Molt bé, escolta! És el que busquem, gent que vulgui participar a la nostra comunitat, que cada vegada és més viva. He de confessar que des de que ha crescut tant estic una mica saturat, amb el Discord. No, perquè hi ha molta activitat i abans entrava, no?, al principi, és veritat, al principi no era tan activa i teníem aquesta necessitat com de dinamitzar-la i això, però ara entro i saps aquests numerets que apareixen? U, dos, tres, o com si estigués tot ple de notificacions, no sé com dir-ho. Andreu: [3:07] Sí, sí. Doncs a mi és que, clar, igual que el correu electrònic, no m'agrada tenir missatges per llegir, m'agrada tenir-ho net. Llavors, al Discord igual, quan veig que en un canal s'ha escrit alguna cosa, intento llegir-ho ràpid. Joan: [3:22] Sí, és la clau, és la clau. No, jo prometo que m'hi tornaria a posar ara, després de Setmana Santa, com aquell qui diu, perquè a vegades em sap molt greu, perquè diuen alguna cosa que m'agradaria respondre, però han passat tants dies, que dic: "Ara aquí… què diràs, Joan? Ja s'ha acabat, això". Andreu: [3:39] Doncs jo estic enganxat a Discord. A la comunitat. Joan: [3:45] No, és molt xulo, és molt xulo, la veritat, sí. Fes-te membre de la subscripció de pòdcast per accedir a les transcripcions completes, a la reproducció interactiva amb Transcript Player i a l'ajuda de vocabulari. (http://easycatalan.org/membership)
Vídeo. O que diria uma criança ao Papa? "Melhore. O mundo precisa de si"f962028d-a1f7-ef1
BE avisa que a lei dos solos era uma porta aberta para conflitos de interesse, uma lei “errada, ferida de morte à nascença”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Manel Lucas, nascut a Barcelona, és periodista i guionista, col·laborant en diversos programes i projectes relacionats amb la política i la història, també, és especialment conegut pel seu paper com a imitador del dictador Francisco Franco al Polònia. Manel Lucas connecta el Llapis de Memòria.
O Parlamento assinalou o centenário de Mário Soares, que se cumpre este sábado, e cada um escolheu a versão de Soares que mais lhe convinha, mas a história alinha-se no facto de ter sido um político fundamental a quem devemos as duas maiores conquistas dos últimos 50 anos: a Democracia e a Europa. No Expresso da Meia-Noite em podcast, analisa-se o 'Soares é fixe' e debate-se o que diria hoje Mário Soares sobre o estado do país, da política e do mundo. Com moderação de Ângela Silva e Bernardo Ferrão, os comentadores convidados são com José Miguel Júdice, comentador SIC; Maria João Avillez, comentadora SIC; Henrique Monteiro, jornalista; e José Manuel dos Santos, coordenador das comemorações do Centenário de Mário Soares e seu ex-assessor. O programa foi emitido na SIC Notícias a 6 de dezembro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Programa 5x38, amb Pep Plaza. Per qu
No episódio de hoje do QueIssoAssim estamos chafurdando em um tema polêmico! Brunão, Baconzitos e Plínio convidam Andreia do Livros em Cartaz para falarmos sobre o filme Lolita, de Stanley Kubrick, baseado na obra de Vladimir Nabokov. Neste programa entenda se o Humbert foi lá ou não foi e se mesmo que não tenha ido se ainda é considerado. Compare o livro com o filme e defina o que acontece nesse filme com apenas uma palavra.
A 15 de setembro de 2023, no dia em que Cavaco Silva lançou o livro “O primeiro-ministro e a Arte de Governar”, o autor poderia ter sido o único protagonista. E, mesmo que a divisão do palco não seja o forte do homem que, a seguir a António de Oliveira Salazar, mais anos esteve no centro do poder, naquele dia, Cavaco partilhou as honrarias com uma antiga criação sua, José Manuel Durão Barroso. Há 48 referências a José Manuel Durão Barroso na agenda de Ricardo Salgado. Na maioria delas, o, à época, presidente da Comissão Europeia é apresentado, apenas, pelas iniciais – JMDB. Quatro dezenas das referências ao nome de Durão Barroso na agenda de Ricardo Salgado correspondem a reuniões ou a notas que o banqueiro ia escrevendo. Em algumas delas, Salgado convocava Barroso para lhe dar conselhos, noutras pré-anunciava pedidos de ajuda muito concretos. Oiça aqui o terceiro episódio da Agenda de Ricardo Salgado, um podcast sobre 2268 dias de vida do velho banqueiroSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A 15 de setembro de 2023, no dia em que Cavaco Silva lançou o livro “O primeiro-ministro e a Arte de Governar”, o autor poderia ter sido o único protagonista. E, mesmo que a divisão do palco não seja o forte do homem que, a seguir a António de Oliveira Salazar, mais anos esteve no centro do poder, naquele dia, Cavaco partilhou as honrarias com uma antiga criação sua, José Manuel Durão Barroso. Há 48 referências a José Manuel Durão Barroso na agenda de Ricardo Salgado. Na maioria delas, o, à época, presidente da Comissão Europeia é apresentado, apenas, pelas iniciais – JMDB. Quatro dezenas das referências ao nome de Durão Barroso na agenda de Ricardo Salgado correspondem a reuniões ou a notas que o banqueiro ia escrevendo. Em algumas delas, Salgado convocava Barroso para lhe dar conselhos, noutras pré-anunciava pedidos de ajuda muito concretos. Oiça aqui o terceiro episódio da Agenda de Ricardo Salgado, um podcast sobre 2268 dias de vida do velho banqueiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Surpresa! Finais definidas e com algumas surpresinhas no caminho. Mas, nem tanto assim e nós falamos sobre isso. Celtics e Pacers de um lado, Timberwolves e Mavs de outro. E que comecem as finais de conferência!
Tema de abertura de Claudio Zaidan no programa Bandeirantes Acontece.
Saudações pessoas! O Vira dessa semana recebe a arquiteta Marina Bernardes que é especialista em soluções para cidades em termos de ecologia, cidadania e segurança (em vários sentidos do termo). Ela tem se notabilizado por ser uma das vozes sempre ativas - mas sempre negligenciadas... - em relação às recentes questões de problemas que várias cidades em distintas regiões do Brasil sofrem a partir de falta de planejamento adequado e total descaso para com o caos climático, as mudanças naturais, o aquecimento global e a loucura do clima que, sabemos, meio que veio para ficar. Quem quer lidar com isso? Ou asfalto e assistencialismo de ocasião rendem mais voto...? Conheça também o trabalho da Marina em: Arquitetura para quem mais precisa
Como podem ver pelo título na aventura desta semana a nossa Mariana achou que seria brilhante criar uma guerra com as marcas que lhe pagam, que por arrasto me pagam a mim, que por arrasto pago às lojas, que por arrasto alimentam a economia mundial. Portanto, este episódio tem potencial para acabar com o mundo como o conhecemos. No caso disso não acontecer, será uma espécie de DZRT, que nunca acaba, porque os DZRT vão trabalhar até aos 120 anos. Aiai, acho que nunca tinha ligado tão bem tantos temas seguidos. Só por vocês, meus queridos leitores. Diria eu, se fosse um falso a querer ser simpático. Não sei quem vocês são. Para mim são apenas uma data de gente simpática que vai fazer de mim milionário. Só me falta descobrir como. Enviem sugestões. PS: Esta descrição foi escrita pelo ChatGPT. Depois eu apaguei e escrevi a que acabaram de ler.
O número corresponde à metade do total de novas inscrições de crianças estrangeiras para o pré-escolar e os quatro primeiros anos do ensino fundamental nas instituições públicas de ensino em Portugal. A adaptação ao português falado e escrito em Portugal ainda é um desafio para alunos brasileiros. A presidente da Casa do Brasil de Lisboa, Cyntia de Paula, chama a atenção para um dos problemas enfrentados em salas de aula, o “preconceito linguístico”. Fábia Belém, correpondente da RFI em LisboaPara o próximo ano letivo, que começa no mês que vem, as escolas públicas portuguesas já receberam pouco mais de 15 mil novas matrículas de alunos brasileiros para o pré-escolar e os quatro primeiros anos do ensino fundamental. O número corresponde à metade do total de novas inscrições de crianças estrangeiras no país. E não entram nestas contas as renovações de matrículas, que são automáticas. De longe, o Brasil aparece como o país mais representativo, pois Angola vem atrás com 2.622 novos estudantes, seguido da França com 1.173. Para Cyntia de Paula, presidente da Casa do Brasil de Lisboa (CBL), os números não apenas refletem o crescimento da comunidade brasileira em Portugal, mas também revelam uma nova configuração da imigração de cidadãos do Brasil. Associação de imigrantes sem fins lucrativos, a CBL sempre assistiu chegar “uma pessoa do casal, depois o outro”. Isso continua, conta Cyntia, mas nos últimos anos, a Casa tem percebido “esse processo migratório sendo feito por toda a família e, consequentemente, com as crianças em idade escolar”.Cyntia também ressalta quão importante é ter crianças de outras nacionalidades nas escolas.“Uma escola diversa, uma escola composta por crianças de diferentes geografias, com diferentes culturas é uma oportunidade muito positiva, obviamente, não só para a educação, mas para o país como um todo”, reforça.PreocupaçõesAo comentar as preocupações mais presentes na vida escolar de novos estudantes brasileiros, Cyntia de Paula destaca o idioma. A adaptação ao português falado e escrito em Portugal ainda é um desafio para alunos brasileiros. A presidente da Casa do Brasil de Lisboa chama a atenção, inclusive, para um dos problemas enfrentados em salas de aula, que é o “preconceito linguístico”, assegura.De acordo com Cyntia, nos atendimentos que faz e nas reuniões que organiza, a Casa do Brasil de Lisboa recebe inúmeros relatos sobre a desvalorização da língua portuguesa falada nas ex-colônias. Ela defende que as escolas do país promovam debates com as crianças e os professores, no sentido de esclarecerem “que não há [português] errado, [que o português de Portugal e o do Brasil] são diferentes”.Na opinião da presidente da Casa do Brasil de Lisboa, as diferentes variantes da língua portuguesa deveriam ser encorajadas, promovidas. “Acho que é um desafio que nós temos ainda para os próximos tempos”, frisa.Ao comentar os casos de bullying baseados na nacionalidade sofridos por alunos brasileiros em contexto escolar, Cyntia de Paula esclarece que há alguns casos, “mas não de forma generalizada”.Sobre o assunto, a doutora em Psicologia da Educação pela Universidade de Coimbra, Ana Cristina Almeida, explica “que somos muito mais marcados pelas experiências traumatizantes ou pelos maus exemplos”, mas que a regra “é de acolhimento” no ambiente escolar português.Estratégias para melhorar a adaptação dos estudantesNa opinião de Ana Cristina Almeida, acolher estudantes estrangeiros requer uma abertura às diferenças por parte das escolas. Ela também ressalta que algumas estratégias de preparação antes mesmo de acontecer o movimento migratório das famílias poderia ajudar no processo de adaptação dos estudantes brasileiros, como a existência de grupos de acolhimento que fizessem “a ponte e a preparação” dos alunos e das suas famílias “com base em informação realista” do ambiente escolar do qual farão parte.“É diferente a relação que as pessoas têm entre si, é diferente a organização curricular, a dinâmica de escola. É tudo diferente”, salienta Ana Cristina Almeida, que também é professora-auxiliar da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.Informação e direitosNeste contexto de preparação, a Casa do Brasil de Lisboa, explica Cyntia de Paula, tem tentado fazer “esse trabalho prévio” dotando a comunidade de informações sobre como funciona o sistema escolar português, “sempre atrelado à importância da partilha dos direitos [das pessoas migrantes]".Conselho aos pais brasileirosAos pais de crianças que vão ingressar nas escolas portuguesas, e que porventura venham a observar alguma dificuldade deles próprios ou dos filhos no ambiente escolar, a doutora em Psicologia da Educação, Ana Cristina Almeida, deixa um conselho: “Diria que não se isolassem e que não se fechassem nas suas dificuldades. Partilhassem [as suas dificuldades] não só com outros pais, mas também com as figuras da escola, com os diretores de turma, com o conselho pedagógico, com os representantes dos pais na escola”."Tentem ser atores", sugere Ana Cristina, “atores presentes tanto nas dinâmicas da escola, como nas dinâmicas de pais, como nas dinâmicas extracurriculares, que muitas vezes é por aí que se estabelecem as relações de afeto e de proximidade”.
Apoie o jornalismo independente. Assine o combo O Antagonista + Crusoé: https://assine.oantagonista.com/ Siga O Antagonista nas redes sociais e cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/newsletter-oa Leia mais em www.oantagonista.uol.com.br | www.crusoe.uol.com.br
Numa votação histórica e após 35 anos de tentativas sem sucesso, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, o texto-base da proposta de reforma tributária, que muda o sistema de impostos do País. O placar foi folgado: 382 votos a favor e 118 contrários no primeiro turno e 375 votos a favor e 113 contrários no segundo turno, encerrado pouco antes das 2h desta sexta-feira. Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição, eram necessários 308 votos. "Foi uma vitória muito expressiva - 74 votos a mais do que precisava e só 118 contra, surpreendendo bastante. O presidente da Câmara, Arthur Lira, fez um discurso de estadista, dizendo que foi um dia histórico para o Brasil. Diria que também o foi para ele, que se envolveu profundamente na aprovação da Reforma. A volta da normalidade ao Congresso", comenta Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Numa votação histórica e após 35 anos de tentativas sem sucesso, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, o texto-base da proposta de reforma tributária, que muda o sistema de impostos do País. O placar foi folgado: 382 votos a favor e 118 contrários no primeiro turno e 375 votos a favor e 113 contrários no segundo turno, encerrado pouco antes das 2h desta sexta-feira. Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição, eram necessários 308 votos. "Foi uma vitória muito expressiva - 74 votos a mais do que precisava e só 118 contra, surpreendendo bastante. O presidente da Câmara, Arthur Lira, fez um discurso de estadista, dizendo que foi um dia histórico para o Brasil. Diria que também o foi para ele, que se envolveu profundamente na aprovação da Reforma. A volta da normalidade ao Congresso", comenta Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Igreja celebra hoje a festa do Apóstolo São Tomé, cuja famosa incredulidade tornou-se uma das mais belas profissões de fé na divindade de Cristo: “Meu Senhor e meu Deus”. Justamente essa profissão do Apóstolo que relutou em acreditar é uma pedra no sapato dos incrédulos do mundo moderno que, reduzindo a fé a um fato privado, querem dissolver a divindade de Cristo no “caldeirão” do relativismo religioso. Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta segunda-feira, dia 3 de julho, e peçamos a Deus que nos conceda a graça de perseverar até o fim na profissão da única fé verdadeira, católica e apostólica.
A derrota do Porto; a vitória do Benfica e os elogios de Guardiola a Amorim.
Notes del programa Ja som ben entrats en el curs acadèmic, el curs polític, els cursos de català i tots els cursos haguts i per haver, i això significa que ens hem ficat de ple en la rutina. És important, per nosaltres, la rutina? I com ens ho fem per escapar-ne? Pau Vidal (https://www.youtube.com/watch?v=8TI2TPeh9Vs) (entrevista de 2 minuts, YouTube) Llibre El bilingüisme mata (https://www.grup62.cat/llibre-el-bilinguisme-mata/172742), de Pau Vidal Programa El llenguado (https://www.youtube.com/watch?v=oB8kqS02Tfs) (YouTube) Minimots (https://www.vilaweb.cat/minimots/) (joc d'autodefinits) Paraulògic (https://www.vilaweb.cat/paraulogic/) (joc de trobar paraules combinant diferents lletres) Posa't a prova (https://www.vilaweb.cat/jocs-interactius/joc-interactiu-paisos-catalans/llengua) (joc interactiu sobre els Països Catalans) Diari Vilaweb () Acte "Recursos per a l'aula de català" (https://www.sercle.cat/web/events/recursos-per-a-laula-de-catala-l2-le-la/), organitzat per l'associació SERCLE i la Universitat Pompeu Fabra Taller de llengua De sistema de campanar a sistema digital: - són tres quarts menys cinc de set del matí = 6:40 h - són dos quarts tocats de nou del vespre = 20:30 - 20:34 h - passen deu minuts d'un quart de cinc de la tarda = 16:25 h - falten dos minuts per a tres quarts de vuit del matí = 7:43 h De sistema digital a sistema de campanar: - 16:24 h = falten sis minuts per a dos quarts de cinc de la tarda - 13:05 h = passen cinc minuts de la una del migdia - 02:45 h = són tres quarts de tres de la matinada - 19:15 h = és un quart de vuit de la tarda Vídeo Com dir les hores en català (https://www.youtube.com/watch?v=z3hmJ0uOcIA) (canal de YouTube d'Easy Catalan) Transcripció Andreu: [0:16] Bon dia, Sílvia! Sílvia: [0:17] Bon dia! Com estàs, Andreu? Andreu: [0:20] Bé, podria estar millor, estic recuperant-me del covid. De fet, porto dues setmanes donant positiu i amb símptomes, i espero que quan surti publicat aquest episodi ja estigui curat del tot. Sílvia: [0:33] Això esperem. Andreu: [0:34] A part daixò, per la resta, molt bé. Tu què tal? Sílvia: [0:38] Molt bé, molt bé. Normal, com sempre. Andreu: [0:40] Doncs, Sílvia, tinc alguns punts per comentar com a actualitzacions de coses que han passat últimament. Primer de tot, tu et vas queixar en un… bé, et vas queixar, vas fer una reivindicació, diguéssim, fa un temps, quan parlàvem de les aficions, i vas dir que et costava trobar… Com es diu això? Mots encreuats… Sílvia: [0:58] Passatemps, sí Andreu: [0:59] … en català, no? Sílvia: [1:00] Sí, és veritat. Vaig anar… És que em vas passar una… com una pàgina web on et deia on podies trobar els passatemps en català, no? [Ah, sí] I vaig mirar quina és la llibreria que tenia més a prop o la que podia anar… o anava normalment a mirar-ho, i hi vam anar, vaig preguntar-ho i em van dir que no, que ja feia temps que no en venien. Andreu: [1:22] Ah… Quina llàstima. I no en podies demanar? [No.] Bé, doncs tinc una bona notícia per a tu, i és que el diari Vilaweb, que és aquest diari que ja n'hem parlat diverses vegades, ha creat una secció de mots encreuats. Sílvia: [1:38] Ah, sí? Andreu: [1:39] Sí, es diu Minimots. Sílvia: [1:41] Minimots. Andreu: [1:42] Sí. Se n'encarrega el Pau Vidal, que és un filòleg, traductor i divulgador lingüístic, ha fet diversos llibres, per exemple, un dels llibres més coneguts seus és un que es diu El bilingüisme mata, que parla del bilingüisme social i dels inconvenients que té per a una llengua minoritzada com el català, no? Doncs és un personatge més o menys mediàtic, perquè ha sortit en diversos programes, per exemple, el programa que vam comentar d'El llenguado. Sílvia: [2:10] Ah, d'acord, em sembla que ja sé qui és. Andreu: [2:12] Exacte, en el programa d'El llenguado, el Pau Vidal feia com d'assessor lingüístic, no? Bé, doncs és l'encarregat de fer els Minimots. Sílvia: [2:20] Només hi ha mots encreuats, o també hi ha sopes de lletres i d'altres tipus de passatemps? Andreu: [2:25] Diria que només mots encreuats, però espera't, perquè tenen un altre joc… No, sí, només mots encreuats. A part d'això, també tenen el Paraulògic, que va sorgir com a iniciativa privada d'un particular, però Vilaweb va fer un acord amb aquesta persona i ara és un joc, diguem, propi d'aquest diari, i a més a més, tenen un concurs, a tu que t'agraden molt els concursos, hi ha un test sobre els diferents territoris de parla catalana, o sigui, un test de cultura i llengua. Llavors, et pots posar a prova i… bé, qui hi tingui interès, doncs té tot això, els Minimots, el Paraulògic i el Posa't a prova, que es diu així, a la pàgina de Vilaweb. D'acord? Sílvia: [3:09] Que interessant. Andreu: [3:10] Sí, i una altra notícia bona per a mi és que… És que el Paraulògic ha fet un any i estrena aplicació per a mòbils. Per tant, qui estigui viciat… Sí, qui estigui viciat al Paraulògic com jo, ja ho sap, ja té l'aplicació. [...] Fes-te membre de la subscripció de pòdcast per accedir a les transcripcions completes, a la reproducció interactiva amb Transcript Player i a l'ajuda de vocabulari. (http://easycatalan.org/membership) Aquest episodi ha comptat amb el suport del Departament de Cultura i el Departament d'Empresa i Treball de la Generalitat de Catalunya. https://files.fireside.fm/file/fireside-uploads/images/4/44acc396-16ef-48a2-a26f-bba0e12207e1/wM33wGlq.png https://identitatcorporativa.gencat.cat/web/.content/Documentacio/descarregues/dpt/COLOR/Empresa-i-Treball/empresa_h2.png
Que le diria Chris Evans a su version joven de Consejo? Escucha mas con Omar Y Argelia 8am en Mega 96.3 Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O cientista político Christopher Mendonça diz, em entrevista, que não há uma cristalização considerável da ideologia dos mineiros. Minas Gerais reelegeu Romeu Zema no primeiro turno e, ao mesmo tempo, deu mais votos a Lula do que a Bolsonaro. Mendonça avalia que o presidente poderia conseguir votos colado ao governador reeleito, que já declarou apoio a Bolsonaro, e aos candidatos que o bolsonarismo elegeu com folga para o Congresso em Minas Gerais. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Come saludable, yo te digo.
Bom dia, boa tarde e/ou boa noite! Chega mais uma vez o pior podcast dominical do UNIVERSO! Chega dessa vez bem atrasado, pois deveríamos ter gravado esse episódio há 15 anos atrás com os nossos eus do passado… Masssss não perca mais tempo, dê o seu play e planeje o... Continue reading →
Comida saludable y no tan saludable
Dito e feito. Bancos Centrais estão numa encruzilhada impossível de resolver: ou sobem juros e capotam mercados na tentativa de conter a inflação, ou deixam ela roer, juros de dívida sobem e causam confusão da mesma forma. Chegou finalmente o “depois a gente vê” junto com o “não vai dar inflação não, é temporário”. Nos acompanhe no Telegram: https://t.me/ideiasradicais Ou acompanhe nossos artigos, juro que não tem imposto neles: https://ideiasradicais.com.br/ Quer sair do Brasil, pagar menos impostos e viver mais livre? https://www.settee.io/ Quer investir em Startups? https://bit.ly/StartupsRadicais Quer comprar Bitcoin no melhor preço do mercado? Bitpreço! http://bit.ly/BitprecoRadical Apoie o Ideias Radicais: https://www.catarse.me/gabinete_liberdade