Podcasts about Diria

Municipality in Granada, Nicaragua

  • 168PODCASTS
  • 234EPISODES
  • 28mAVG DURATION
  • 1MONTHLY NEW EPISODE
  • Mar 7, 2026LATEST
Diria

POPULARITY

20192020202120222023202420252026


Best podcasts about Diria

Latest podcast episodes about Diria

Convidado
"A vida Luminosa" de João Rosas abre Festival de cinema português "Olá Paris"

Convidado

Play Episode Listen Later Mar 7, 2026 18:32


A segunda edição do Festival de cinema português "Olá Paris" decorre até este domingo. A abertura, nesta sexta-feira, contou com a ante estreia de "A vida luminosa", a primeira longa metragem de ficção do cineasta João Rosas, que estreou em Portugal no ano passado. O retrato de um jovem lisboeta, à procura de um lugar ao sol, entre uma ruptura amorosa, e a descoberta de uma jovem cuja luz o vai ajudar a afirmar-se. A RFI esteve no local e falou com a actriz Cécile Matignon, o co produtor François d'Artemare e, obviamente, com o próprio realizador João Rosas que começa por comentar como descobriu Francisco Melo, quando este era apenas um adolescente de 11 anos. O actor não profissional que deu corpo a Nicolau, hoje com 24 anos, e o protagonista de "A vida luminosa" e que vimos crescer, nas três curtas metragens que antecederam esta longa. Descobri-lo foi um acaso, porque quando ele participou no "Entrecampos", ele nem sequer era o protagonista desse filme. Na altura ele tinha 11 anos, portanto era apenas uma criança engraçada. Enfim, como outras que participaram no filme, mas com quem eu me entendia bem. E como eu na altura, depois já estava logo a seguir escrevi o "Maria do Mar", que era sobre um jovem de 13, 14 anos e como protagonista e tinha que estar a trabalhar com o Francisco... Depois decidi continuar a trabalhar com ele e a partir daí é que começou um bocadinho a ganhar forma. A ideia, depois de ser uma história mais longa e de continuá-la noutros filmes. Apesar de lhe dizerem que ele até nem tinha muito jeito para isso, não é ?   Sim, ele próprio o diz. O que é interessante e para mim, fascinante, a um nível puramente pessoal é que de facto, acompanhar o crescimento dele também foi acompanhar o meu próprio crescimento como cineasta e, portanto, ir aprendendo a olhar o mundo através do cinema, construindo o meu próprio olhar, mas também através do olhar do Francisco, ão é ? Portanto, do Francisco/Nicolau que é esta personagem em que todos os filmes ele está em períodos de transição e, portanto, perante o ter que tomar decisões ou descobertas, pequenas descobertas do quotidiano, mas que podem por vezes ter o valor de uma epifania no curso da nossa vida. E, portanto, para este filme foi mais uma vez essa ideia de retratá-lo num período de transição, um bocadinho de no final da juventude, para o que seria o início de uma idade adulta. E como é que essa idade adulta é vista ou vivida pelos jovens de hoje em dia ?   Portanto, até nem é só ele, também há a Mariana também há o Miguel, não é ? Há duas personagens que já acompanha há algum tempo. Mas também há agora aqui a personagens novas. Cécile Matignon, por exemplo, um elenco também internacional. As cenas são muito escritas, pensadas, concebidas. Pode falar-nos do processo de escrita, do guião e depois da rodagem?   Sim, o processo acaba por ser um vai e vem entre o meu trabalho, mais solitário de escrita e, depois de dramaturgia e de preparação, ão é ? Um trabalho de secretária, é um trabalho de diálogo e de partilha com as pessoas que vão entrando no filme ao longo do processo. E, portanto, é um processo muito longo, porque, de facto, eu aproveito também o casting para saciar a minha própria curiosidade por pessoas que quer conhecer, neste caso os jovens, muitos deles estrangeiros, que estão a viver em Lisboa e que mudaram também uma certa maneira de viver em Lisboa. E, portanto, aproveito ao máximo os recursos da produção para estender este casting e saciar a minha própria curiosidade. E depois os ensaios também são um período muito longo em que há, de facto este vai e vem entre o que as pessoas, a voz das pessoas ao ler o texto e a voz que eu quero, depois, também dar aos personagens escrevendo. É por isso é que os filmes são muito escritos. Mas a partir deste trabalho conjunto. Mas claro, pois isto tudo é fixado numa dada altura através dos ensaios, não é? E há muitos ensaios. E, portanto, são muitos escritos, mas escritos muitas vezes a várias mãos, sendo que depois eu tenho de tomar a decisão como um maestro que decide quem é que fala quando, mas respeitando a linguagem e a música de cada um. Neste filme em particular, interessava-me também trabalhar esta ideia dos vários sotaques de portugueses, os estrangeiros. Do Brasil e dentro, mesmo de Portugal, portanto do Sul do Norte, enfim, ter esta riqueza também polifónica de uma língua.   E você também gosta muito de tratar a dúvida. A dúvida, que é uma coisa desorienta muita gente, não é? E o Nicolau está cheio de dúvidas. Tem 24 anos. Gostaria, eventualmente, de ser autónomo, mas não é. Ter um trabalho, ter estabilidade, mas não tem. Também há uma denúncia de uma precariedade que se calhar tomou conta também de Lisboa, a sua cidade ? Sim. Enfim, a precariedade, não é que tenha chegado agora, não é ? Portanto, a precariedade, também já se falava em precariedade quando eu tinha a idade do Nicolau e a vida também já era precária na altura. Agora era uma precariedade talvez menos evidente. E era diferente. Obviamente. Era uma cidade muito diferente, não necessariamente melhor, mas já existia precariedade nessa altura, não é? E, portanto, eu acho que a dúvida que... É introduzida aqui num canto magnífico no início do filme.   Sim, sim, de uma peça do Brecht. Mas eu acho que a dúvida, embora possa ser paralisante, não é ? Porque todos nós provavelmente passámos por isso momentos que temos dúvidas e não conseguimos decidir. E isso paralisa-nos e cria-nos angústia. Mas há também uma dúvida que é um questionamento que faz avançar e como é que nós, através da dúvida, do questionamento, podemos avançar e descobrir coisas ? É, portanto, a dúvida é sempre um caminho para uma descoberta e, portanto, para mim, o próprio fazer o filme e daí também ter começado com esse canto. Para além de espelhar um bocadinho o estado emocional do protagonista do Nicolau, reflecte o próprio processo em que as dúvidas que eu tenho sobre o filme são o que fazem o filme avançar e, portanto, acho que também, hoje em dia, em particular em que vivemos numa época em que há todo um discurso identitário em que apresenta certezas e visões fechadas sobre o mundo... A dúvida, pelo contrário, é porosidade e abertura. E acho que isso é cada vez mais um gesto político que é preciso sublinhar.   Precisamente, falemos um pouco da multiculturalidade. Já no filme anterior, no documentário, você tinha se aproximado e de que maneira, dos operários das obras, naquele estaleiro de um prédio que se veio a tornar um hotel de luxo em Lisboa. Uma Lisboa a mudar a uma velocidade muito rápida. E são pessoas que vêm dos quatro cantos do mundo, nomeadamente de África.   Guiné-Bissau, sim ! Diria que os protagonistas, embora seja um filme plural, portanto, não há propriamente um protagonista. talvez a cidade, mas não é um filme. Portanto, num estaleiro de obra onde há dezenas de trabalhadores e nenhum acaba por ter mais protagonismo que os outros, uma regra um bocadinho de todos são protagonistas por igual nessa ideia de filme coral. Mas é verdade que, em particular, um grupo de trabalhadores da Guiné-Bissau foi aquele do qual eu me senti mais próximo e que, depois, mais uma vez, como neste filme de ficção, perante uma realidade completamente diferente. O filme foi também uma maneira de desenvolver relações de amizade com estas pessoas e o filme foi feito nesse espírito da partilha, do diálogo e não necessariamente de um gesto meu de lançar um olhar sobre este grupo de pessoas, neste caso guineenses, mas de estar tempo com eles. E, portanto, o filme ser feito a partir desse tempo passado em conjunto. No fundo, como este filme de ficção, portanto, a ideia acaba por ser sempre essa. Tanto na ficção como no documentário e o cinema ser uma forma também de passar tempo com as pessoas que eu convido para os filmes ou que a realidade me traz, por acaso e por ser uma forma de relacionamento com a cidade, o próprio cinema.   A vida luminosa pode ser vida do Nicolau, o protagonista, mas é também, de alguma forma, a vida de Lisboa, a capital portuguesa, que é uma personagem de pleno direito, diria eu no seu filme. Você continua apaixonado pelas cidades, pela sua arquitectura e pela maré humana que lá vive, não é ? Sim, eu acho que filmar cidades foi um bocadinho o que me levou a começar a pensar o cinema. Com "Birth of a city" [filme documental de 2009 rodado em Londres].   Sim, mas mesmo como espectador. Lembro-me de, ainda adolescente, ver por acaso, com a minha mãe no cinema, o filme "Caro Diário", do Nanni Moretti. E aliás, até adormeci a meio do filme. Mas [o cinesta iraniano] Kiarostami dizia que alguns dos filmes preferidos dele eram filmes em que ele tinha adormecido. Portanto, ele, no início do filme diz isso ao filmar umas imensas fachadas e bairros de Roma. "Que belo Seria um filme feito apenas com fachadas !" Portanto, eu desde aí isso ficou como uma espécie de mantra que, pela minha própria depois vivência das cidades em que vivi. Tornou-se um fascínio de facto pela vida urbana, não tanto pela arquitectura, embora a arquitectura obviamente também faça parte de uma cidade, mas mais as práticas do quotidiano e, portanto, a vivência quotidiana. E como é que a cidade é um lugar de encontro entre pessoas diferentes? E como é que essa negociação da alteridade ou com a alteridade não é com as pessoas que são diferentes de nós e com quem nós partilhamos o espaço? E como é que as cidades podem ser vistas, pelo menos para mim, como arquivos de histórias, Seja a própria cidade enquanto espaço físico que me dá elementos que me inspiram para escrever as cenas, sejam bairros, ruas, cafés, esquinas, paragens de autocarro ou de metro ou as próprias pessoas, obviamente. Que levam cada uma a sua história pela cidade e que através de viver a cidade, constroem a cidade. E assim me ajudam a construir cada fio.     Cécile Matignon encarna Chloé, jovem francesa instalada em Portugal, cuja energia positiva vai iluminar um Nicolau, algo perdido perante os tantos desafios com que a juventude o confronta. Esta começa por se referir ao gosto desta estreia na sua terra natal, a França, do filme de João Rosas.   Teve o sabor de uma viagem, de uma viagem de volta a uma das minhas casas. E foi um excelente pretexto para voltar a ver os meus amigos e esta cidade que já conhecia há alguns anos. E também de ver quais são as reacções do filme num país que não é lusófono. E ver como é que isto está recebido. E finalmente ver com algumas conversas, já que começamos a ter que essas questões que aparecem no filme finalmente são transversais a outros países também são questões de gerações que partilhamos de um país a outro. Há muito de Chloé em si ?   Há muito de Chloé em mim ? Sim, acho que temos uma energia parecida. Acho que é uma coisa que nos diferencia muito é que eu sou muito mais precária do que Chloé. Porque a Chloé, no filme, é esta pessoa que é menos precária de todos porque vem de fora e tem essa energia de" Pá, vou trabalhar em França e vou viajar e não sei o quê ! Insurge-se contra os preços dos salários em Portugal. E é uma coisa que é muito engraçada. É que no filme digo nunca vou trabalhar por 5 € a hora. E o que faço eu, que fiz e que faço, às vezes, porque a realidade é assim. Mas, ou seja, é engraçado. Essa diferença de "Eu não sou portuguesa, venho de fora, mas fiz a escolha de trabalhar para a cultura portuguesa e para o país português". E então também estou a jogar este jogo dessa precariedade. E finalmente, eu acho que me identifico mais neste aspecto a outras personagens do filme do que à própria Chloé. Mas de resto,  energia e tudo, somos parecidas.   François d'Artemare, presença assídua no cinema português, com Manoel de Oliveira, João Canijo, ou lusófono, como com o guineense Flora Gomes, ou francês, como com Nadine Trintignant, este produtor dos Filmes do Tejo e dos Films de l'Après midi, co-produziu "A vida luminosa". Ele comenta a satisfação desta estreia parisisense no cinema Club de l'étoile com o qual tem tantas ligações.   É um percurso um pouco... tortuoso, não, quase direito... Porque esta estreia aqui no "Clube de l'étoile", quando estava a preparar o filme de Nadine Trintignan em Paris, em 94, até... Era aqui no Club de l'étoile, era com uma produtora francesa que era na época dona do Clube de l'étoile. E o nosso escritório era no Club de l'étoile. Era no prédio ao lado, e passávamos todo o nosso tempo aqui no Clube de l'étoile. Não imaginava nesta época, onde tinha 28 anos, era jovem director de produção que 32 anos depois, já assistia a projecções de filmes que produzi, que co-produzi. Mas não imaginava, nesta época, que eu ia continuar a fazer, a organizar projecções aqui. Estou feliz com isso. Estou feliz de continuar a guardar uma ligação com Portugal. É óbvio que tenho uma ligação com Portugal. O meu filho é português. Depois de viver alguns anos em Barcelona, voltou a viver em Portugal há dois meses atrás. Continuo a ir  aí a Portugal imensas vezes. Mas o facto de continuar a fazer filmes em Portugal e continuar a produzir em Portugal é para mim importante. É uma coisa natural que me permite guardar uma ligação profissional de que gosto. Estava a produzir o filme do João Canijo...   Que entretanto nos deixou...   Que nos deixou agora. Era o quarto filme do João que estava a produzir. Gostava imenso do João e gosto de continuar a ter esta ligação com Portugal. Trabalhou também, penso, obviamente em Flora Gomes. A maior parte dos nossos ouvintes estão precisamente em África e conhecem este cineasta da África Ocidental da Guiné-Bissau. O que é que viu aqui no João Rosas e neste filme para apostar nele? Conheço o João há imenso tempo também. Há 20  anos acho. Eu tinha tinha visto as curtas do João e o documentário do João sobre Lisboa. A morte de uma cidade !    Sim, e gostei imenso do olhar que João tinha sobre os personagens. Nas curtas que ele fez e do olhar que João tinha sobre o personagem da cidade de Lisboa enquanto personagem. No documentário é sobre a evolução da cidade. Vivia esta evolução desde o fim dos anos, um meio dos anos 90 até hoje. Acho que o olhar do João era bastante pertinente e sensível. Sentia isso no guião. E sinto isso no filme dele.  Instantâneos da reportagem da ante estreia parisiense de "A vida luminosa" no âmbito da segunda edição do Festival de cinema português "Olá Paris" que decorre até este domingo, 8 de Março.

Gimtoji žemė
Valstybinės žemės pardavimas: ūkininkas mano, kad valstybė diria jiems kailį

Gimtoji žemė

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 21:15


Pakruojo ūkininkas Albinas Navickas sako, kad valstybinė žemė ūkininkams tapo neįperkama, kai prie jos rinkos vertės papildomai priskaičiuojami dar 25 procentai kainos. Iš 12 dabar nuomojamų valstybinės žemės sklypų jis su sūnumi pajėgs išsipirkti tik du. Nacionalinė žemės tarnyba informuoja, kad iki šios dienos yra gavusi 2 273 prašymus iš 839 asmenų iš viso įsigyti 1,46 tūkst. ha žemės ūkio paskirties sklypų, bet atmesta net trečdalis pateiktų prašymų. Seimo Kaimo reikalų komiteto narys Arūnas Dudėnas sako, kad sulaukia ūkininkų nusiskundimų ir dėl perteklinių biurokratinių reikalavimų valstybinės žemės įsigijimo procese ir mato taisytinų dalykų.Bitininkams – daugiau nei milijonas eurų paramos! Paraiškas jau galima teikti, o šių metų naujovė, sutrumpintas projektų kontrolės laikotarpis, turėtų pritraukti daugiau dalyvių. Tačiau sektoriaus atstovai pripažįsta, jog be valstybės pagalbos šiandien sudėtinga, o bitininkystės situacija Lietuvoje niūri.Ožkų pieno ūkio „Auksaragė“ savininkė Lina Palšytė sako, kad šią žiemą pirmą kartą per 16 ūkininkavimo metų ožkoms tvarte įjungė šildytuvus. O atsivestus mažylius saugant nuo šalčio tenka paimti nuo mamų ir apgyvendinti atskirai.Ved. Kristina Toleikienė

Brasil Paralelo | Podcast
O QUE ARIANO SUASSUNA DIRIA PARA VOCÊ LER EM 2026?

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 8:25


Ariano Suassuna, o eterno "Cavaleiro do Sertão", não foi apenas um dramaturgo de sucesso com o "Auto da Compadecida"; ele foi um pensador profundo que fundiu o popular e o erudito para criar uma identidade nacional única. Neste vídeo da Brasil Paralelo, exploramos a lista de livros que as biógrafas Adriana Victor e Juliana Lins apontam como as obras fundamentais que formaram o intelecto deste mestre da Academia Brasileira de Letras. De clássicos russos como Dostoievski e Tolstói a pilares da literatura lusa como Eça de Queiroz e Machado de Assis, descubra quais títulos Suassuna recomendaria para quem deseja expandir o repertório e a inteligência em 2026

Comentário Final com Ricardo Spinosa
COMENTÁRIO FINAL RS: Praça de alimentação no Carnaval: nossa! Quem diria, hein?

Comentário Final com Ricardo Spinosa

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 2:12


No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa destaca, com surpresa positiva, a organização antecipada do Carnaval de Londrina 2026, que já prevê até uma praça de alimentação estruturada. O jornalista chama atenção para o edital aberto pela Secretaria de Cultura para operar o espaço no Zerão, com barracas, food trucks, segurança e atrações artísticas, sinalizando um carnaval de rua mais planejado, animado e do jeito que a cidade merece.#ComentarioFinal #RicardoSpinosa #CarnavalLondrina #Londrina #Cultura #PraçaDeAlimentação #Carnaval2026

Comentário Final com Ricardo Spinosa
COMENTÁRIO FINAL RS: Observatório e Planetário Municipal em Ibiporã! Quem diria, hein?

Comentário Final com Ricardo Spinosa

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 3:59


No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa comemora uma notícia que ele faz questão de repetir: Ibiporã vai ganhar um Observatório Planetário Municipal. Ele destaca o investimento, a tecnologia de ponta e elogia a visão do prefeito Zé Maria, afirmando que o projeto coloca a cidade no mapa da ciência, da educação e do turismo, com potencial para projeção nacional — e até internacional.#ComentarioFinal #RicardoSpinosa #Ibipora #ObservatorioPlanetario #Ciencia #Educacao #Turismo #Parana #PaiquereFM989 #TVP #PaiquereFMNews

Podniners

Os 49ers pagaram o preço por uma atuação apática no início da partida e acabaram superados pelo Los Angeles Rams no Levi’s Stadium. O time de Kyle Shanahan sofreu com erros de execução, dificuldades na defesa terrestre e um ataque que demorou a engrenar — e quando reagiu, já era tarde demais. No episódio de hoje, analisamos tudo o que deu errado, o impacto dessa derrota na briga pela NFC West e o que precisa mudar já para as próximas semanas. ✅ Curte o conteúdo? Deixa o like, se inscreve no canal e ativa o sininho pra acompanhar tudo sobre os Niners!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Renascença - Visto de Fora
Isto não é o Bangladesh? Nem a Le Pen diria isto

Renascença - Visto de Fora

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 29:06


Ventura está a radicalizar ainda mais o discurso? Frases como “precisamos de três Salazares” ou outdoors com inscrições como “Isto não é o Bangladesh” podem ser, para Begoña Iñiguez, enquadrados na corrida presidencial e mostram a dificuldade em reagir “ao jogo de Ventura”. Já Olivier Bonamici nota também na sociedade um progressivo aumento da radicalização do discurso, para concluir que “nem Le Pen faria isto”, outdoors como os de Ventura. Neste Visto de Fora, ainda, a análise ao pedido de Zelensky para mais dois ou três anos de apoio europeu. E o que dizer da cobertura mediática das eleições no Benfica?

SBS Somali - SBS Afomali
Sagootin loo sameeyay Amina Diria oo shaqada ka fariisatay 28 sano kadib

SBS Somali - SBS Afomali

Play Episode Listen Later Oct 8, 2025 13:56


Sagootin loo sameeyay Amina Diria oo shaqada ka fariisatay 28 sano kadib

radinho de pilha
o que diria Isaac Newton? como separar realidade e ilusão? Trump

radinho de pilha

Play Episode Listen Later Sep 8, 2025 36:06


A Dig Near Isaac Newton's Famed Apple Tree Reveals a Trove of Everyday Objects https://news.artnet.com/art-world/isaac-newton-mother-house-everyday-objects-2681744 NASA'S Plutonium Problem https://youtu.be/geIhl_VE0IA?si=dwkCcExdAhjKf7S0 Vaccine Mandates & Trump vs. Higher Education: 9/7/25: Last Week Tonight with John Oliver https://youtu.be/4T-CHSNHx6U?si=mTLopEiRS76WkqJ8 (via ChatGPT) Newton's childhood https://chatgpt.com/share/68bee363-6a84-8006-99ae-b4a5b510ed7a FAUUSP na Rua Maranhão https://www.instagram.com/reel/DOL5bBMjdel/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA== biblioteca da FAUUSP na Rua Maranhão https://www.instagram.com/reel/DOOkX98jXj1/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA== canal do radinho no ... Read more The post o que diria Isaac Newton? como separar realidade e ilusão? Trump appeared first on radinho de pilha.

Amorosidade Estrela da Manhã
Vídeo - DcE 979 Espírito PEDRO / guia JULIANO - Série: Depois da Morte - PARTE 1 - Diria: isto é um absurdo!

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 24, 2025 48:18


Entrevistas do Jefferson Viscardi às Entidades da Amorosidade

Amorosidade Estrela da Manhã
Áudio - DcE 979 Espírito PEDRO / guia JULIANO - Série: Depois da Morte - PARTE 1 - Diria: isto é um absurdo!

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 24, 2025 48:18


Entrevistas do Jefferson Viscardi às Entidades da Amorosidade

Amorosidade Estrela da Manhã
Áudio - Série: Depois da Morte - PARTE 1- Espírito PEDRO / guia JULIANO - "Diria que isto é um absurdo!"

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 10, 2025 6:00


Entrevistas do Jefferson Viscardi às Entidades da Amorosidade

Amorosidade Estrela da Manhã
Vídeo - Série: Depois da Morte - PARTE 1- Espírito PEDRO / guia JULIANO - "Diria que isto é um absurdo!"

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 10, 2025 6:00


Entrevistas do Jefferson Viscardi às Entidades da Amorosidade

45 do Primeiro Tempo
Taty Alencar: “A vida é para ser experienciada"

45 do Primeiro Tempo

Play Episode Listen Later May 9, 2025 84:12


Taty Alencar está certa de uma coisa: a vida nos oferece experiências de todos os tipos — umas suaves, outras profundamente desafiadoras. Mas o que nos fere não são os fatos em si, e sim as histórias que contamos sobre eles. É o significado que damos — e o quanto nos apegamos a ele — que, muitas vezes, gera o sofrimento. Sofrimento que ela foi aprendendo a deixar para trás quando passou a ouvir o que o coração sussurrava. Mas, claro, isso levou tempo. Diria até... que foram necessários alguns despertares. O primeiro, ainda na infância, quando enfrentou uma depressão por ter que reprimir questionamentos existenciais que lhe afloravam e por não se sentir acolhida. Depois, já na vida adulta, ao conviver com a morte de perto, acompanhando o noivo diagnosticado com uma grave doença. E, mais recentemente, quando passou por uma EQM — uma experiência de quase morte — que a levou a um mergulho ainda mais profundo na existência e a conhecer o Monte Shasta: um dos locais mais enigmáticos e espiritualmente potentes do planeta. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a artista, mística e criadora da técnica e da Escola Iniciática de Mandalas Vibracionais contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: "A vida é para ser experienciada". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Partiu morar fora - Vagas pelo Mundo
O que você diria para o seu EU do futuro? - Episódio - 396

Partiu morar fora - Vagas pelo Mundo

Play Episode Listen Later May 6, 2025 58:58


Falar do futuro não é fácil, principalmente por conta das escolhas que fazemos diariamente e que, claro, vão impactar o nosso "EU" lá na frente. Hoje falamos disso e de muito mais e esperamos que você goste!Aliás, se você curte o nosso trabalho, passe a apoiar se tornando membro do nosso canal do YouTube. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Clique aqui e entre na nossa comunidade exclusiva⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ que conta com um episódio extra por semana do nosso podcast, um grupo exclusivo no WhatsApp e ainda ganha o e-book do Claudinho "Morar fora: sentimentos de quem decidiu partir". Esperamos você!Apresentação: Cláudio Abdo e Amanda Corrêa — Aproveite para nos seguir em nossas redes sociais: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ |⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | Acesse o nosso site:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠vagaspelomundo.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | Aproveite para dar like, classificar e compartilhar o episódio com mais pessoas!!!Este episódio tem o patrocínio de:America Chip: Você vai viajar para o exterior e quer ficar o tempo todo conectado? Acesse⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ americachip.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e saia do Brasil já com um chip internacional. A America Chip (⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@americachipoficial⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠) envia o chip para a sua casa antes da sua viagem e você não precisa se preocupar com o Roaming Internacional nem por um segundo. Chip internacional de alta velocidade é com a America Chip!TFA IMMIGRATION: se você está pensando em mudar de país, o ideal é que seja da maneira certa. Por isso, contar com a expertise de profissionais especializados em imigração é fundamental e a TFA está agora também em Portugal sendo um apoio para quem deseja morar, trabalhar, investir ou estudar na Europa. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Acesse o site da TFA⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e siga no Instagram (⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@tfaimmigration_pt⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠) e converse com eles para que o seu percurso no exterior seja da melhor maneira.

New Gen Salsa Radio Show
Quien lo Diria - Carlin Gonzalez (2025)

New Gen Salsa Radio Show

Play Episode Listen Later May 3, 2025 6:17


Quien lo Diria - Carlin Gonzalez (2025) by DJ Walter B Nice

Easy Catalan: Learn Catalan with everyday conversations | Converses del dia a dia per aprendre català

Notes del programa Aviat comencen els nous cursos d'Easy Catalan! Podeu apuntar-vos-hi des de classes.easycatalan.org (https://classes.easycatalan.org/)! Les vostres preguntes La Christine ens fa arribar una pregunta sobre pronoms febles: "En aquesta frase, el pronom en és necessari, opcional o incorrecte? Si us plau, obre la carta. Diria que no és res urgent, però no n'estic segura." Tema del dia Fem una activitat que ha fet l'Andreu amb els seus alumnes. Quins 3 objectes us enduríeu a una illa deserta per poder garantir la vostra supervivència? Easy Catalan recomana Documental Balandrau, l'infern glaçat (YouTube (https://youtu.be/pRgfNnGWZr8?si=_xTfvlCvOO3UfLEO) i 3Cat (https://www.3cat.cat/3cat/balandrau-infern-glacat/video/6100449/)) Sèrie Sala polivalent (https://www.3cat.cat/3cat/t1xc1-tecniques-de-supervivencia-i-preparacionisme/video/6326707/) Bonus I com ens ho faríem en un escenari com el d'una apocalipsi zombi? Transcripció Andreu: [0:15] Bon dia, Joan! Joan: [0:16] Bon dia! Andreu: [0:17] Bon dia a tothom! Què? Ja et puc donar l'enhorabona, no? Joan: [0:22] Per què? Andreu: [0:23] Perquè m'ha dit un ocellet que ja teniu les claus. Joan: [0:26] Ah, sí. Hem comprat una casa amb la Sílvia. Sí, sí, sí. Andreu: [0:30] Molt bé! Felicitats! Enhorabona! Joan: [0:33] Sí, ara ja es pot dir que estem ben casats, com si diguéssim, no? Amb el banc. Andreu: [0:38] Sí. Ha sigut difícil, arribar fins aquí? Joan: [0:43] Sí, la veritat. Ha sigut un procés llarg, perquè hem tingut també un seguit de problemes per aconseguir, jo què sé, tots els papers que ens demanava el notari i… buàh, s'ha allargat molt, sí, sí. Andreu: [0:54] Déu-n'hi-do. Bé, doncs, això, enhorabona a vosaltres i molts ànims a tothom que estigui en el procés de buscar casa, buscar pis, encara que sigui de lloguer, perquè ja vam dir que és complicat ara mateix. Joan: [1:07] Horrible. Andreu: [1:08] Llavors, això, molts ànims! Una altra cosa que volia comentar, bé, que et volia preguntar, és si podem avançar alguna cosa del Campus, perquè l'estem preparant, encara no l'hem anunciat oficialment, però creus que podríem avançar alguna informació? Joan: [1:24] Jo crec que podríem avançar les dates, que és el més important, no?, Andreu? Andreu: [1:28] Exacte. Quan seran? Quan serà el Campus? Joan: [1:30] Deixa'm agafar un calendari, que em fas aquí unes emboscades… No, no. Serà l'última setmana de juliol, l'última setmana completa, que és la que va del 21 al 27. Andreu: [1:44] D'acord. Del 21 al 27 de juliol. Per tant, si esteu pensant a participar al Campus 2025 d'Easy Catalan, ja us podeu reservar aquesta setmana. La resta de la informació encara tardarem uns dies, pocs dies, a fer-la pública. Tota la informació, doncs, de les activitats que farem, dels preus, de... tot. Joan: [2:06] A veure, també podem dir que serà Barcelona, igual que els altres anys. Andreu: [2:10] Exacte. Molt bé, doncs, Joan, la comunitat va creixent, la comunitat d'Easy Catalan, i volia compartir alguns missatges que ens han arribat a través de Discord i a través de Spotify. Joan: [2:22] D'acord. Andreu: [2:23] El primer és de la Sofia, que diu: "Hola a tothom, em dic Sofia, soc de Xile i fa uns anys que visc a Barcelona. He conegut la comunitat d'Easy Catalan pel pòdcast i m'ha agradat molt, així que m'he decidit a aprendre el català". Joan: [2:36] Molt bé, escolta! És el que busquem, gent que vulgui participar a la nostra comunitat, que cada vegada és més viva. He de confessar que des de que ha crescut tant estic una mica saturat, amb el Discord. No, perquè hi ha molta activitat i abans entrava, no?, al principi, és veritat, al principi no era tan activa i teníem aquesta necessitat com de dinamitzar-la i això, però ara entro i saps aquests numerets que apareixen? U, dos, tres, o com si estigués tot ple de notificacions, no sé com dir-ho. Andreu: [3:07] Sí, sí. Doncs a mi és que, clar, igual que el correu electrònic, no m'agrada tenir missatges per llegir, m'agrada tenir-ho net. Llavors, al Discord igual, quan veig que en un canal s'ha escrit alguna cosa, intento llegir-ho ràpid. Joan: [3:22] Sí, és la clau, és la clau. No, jo prometo que m'hi tornaria a posar ara, després de Setmana Santa, com aquell qui diu, perquè a vegades em sap molt greu, perquè diuen alguna cosa que m'agradaria respondre, però han passat tants dies, que dic: "Ara aquí… què diràs, Joan? Ja s'ha acabat, això". Andreu: [3:39] Doncs jo estic enganxat a Discord. A la comunitat. Joan: [3:45] No, és molt xulo, és molt xulo, la veritat, sí. Fes-te membre de la subscripció de pòdcast per accedir a les transcripcions completes, a la reproducció interactiva amb Transcript Player i a l'ajuda de vocabulari. (http://easycatalan.org/membership)

Papa - Renascença V+ - Videocast
Vídeo. O que diria uma criança ao Papa? "Melhore. O mundo precisa de si"

Papa - Renascença V+ - Videocast

Play Episode Listen Later Mar 2, 2025 1:35


Vídeo. O que diria uma criança ao Papa? "Melhore. O mundo precisa de si"f962028d-a1f7-ef1

Emissão Especial
Mortágua: "O que diria o PSD da oposição ao PSD do Governo?"

Emissão Especial

Play Episode Listen Later Feb 21, 2025 1:41


BE avisa que a lei dos solos era uma porta aberta para conflitos de interesse, uma lei “errada, ferida de morte à nascença”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mix Tudo
20.02.25 - O que você de agora diria para o seu eu de 15 anos?

Mix Tudo

Play Episode Listen Later Feb 20, 2025 34:23


Llapis de memòria
Manel Lucas: “Si no m'ho treuen de context, diria que Francisco Franco m'ha donat la vida”

Llapis de memòria

Play Episode Listen Later Feb 20, 2025 56:58


Manel Lucas, nascut a Barcelona, és periodista i guionista, col·laborant en diversos programes i projectes relacionats amb la política i la història, també, és especialment conegut pel seu paper com a imitador del dictador Francisco Franco al Polònia. Manel Lucas connecta el Llapis de Memòria.

Un murciano encabronao y David Santos. Los audios.
U.M.E.- Por mi experiencia diria (24-01-2025) - Episodio exclusivo para mecenas

Un murciano encabronao y David Santos. Los audios.

Play Episode Listen Later Jan 25, 2025 26:17


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! U.M.E.- Por mi experiencia diria (24-01-2025) Más contenido inédito en: https://www.es-tv.es Aportaciones a Raúl: https://www.patreon.com/user?u=40527138 Nº de cuenta: ES75 3018 5746 3520 3462 2213 Bizum: 696339508 o 650325992 Aportaciones a David: https://www.patreon.com/davidsantosvlog Nº de Cuenta: ES78 0073 0100 5306 7538 9734 Bizum: +34 644919278 Aportaciones a Equipo-F: TITULAR: EQUIPO F CUENTA: ES34 1465 0100 9417 5070 9106 C ÓDIGO SWIFT: INGDESMM Conviértete en miembro de este canal para disfrutar de ventajas: https://www.ivoox.com/podcast-un-murciano-encabronao-david-santos-los-audios_sq_f11099064_1.html Canales de U.M.E.: El Cid

Convidado
Forúm de Davos: Adesão plena de Timor-Leste à ASEAN prevista para Maio

Convidado

Play Episode Listen Later Jan 24, 2025 11:41


O Presidente de Timor-Leste, José Ramos Horta, participou no Fórum Económico Mundial de Davos, destacando a importância da digitalização para a juventude timorense e a adesão do país à ASEAN. A adesão plena de Timor-Leste à ASEAN é "uma prioridade" e deve ocorrer no mês de Maio, afirmou José Ramos Horta. Esta é a sua segunda participação no Fórum de Davos. Qual é o interesse em se deslocar a este evento?José Ramos Horta: Creio que esta é a minha quarta participação: participei no início da independência de Timor-Leste, enquanto ministro dos Negócios Estrangeiros. Depois, participei em 2014, quando era representante especial do secretário-geral da ONU para a Guiné-Bissau e depois, em 2023, já como Presidente e agora de novo. A evolução da situação mundial é óbvia, para melhor nalgumas áreas, como a digitalização e a inteligência artificial. Mas, noutras áreas, obviamente, em outra dimensão, muito grave. Começamos em 2020 com a pandemia, com grande impacto nas economias nacionais, um empobrecimento ainda maior dos já pobres, recursos catastróficos em relação aos progressos registados na luta contra a pobreza, e depois, como se isso não bastasse, têm havido grandes catástrofes naturais, inundações graves, incluindo no meu país, dois anos seguidos, inundações e incêndios graves que quase se tornaram um fenómeno anual.Como se tudo isto não bastasse, a Rússia decidiu invadir a Ucrânia, e isso impactou não só a Ucrânia em si e a própria Rússia, mas também impactou a economia mundial, com a subida dramática dos preços de produtos de consumo de primeira necessidade, sobretudo nos países em vias de desenvolvimento. Temos agora a eleição do Presidente Donald Trump, o que oferece algumas perspectivas positivas, talvez, vamos ver, e outras que levantam profundas preocupações.Donald Trump começou o seu discurso, de ontem, a convidar os empresários presentes em Davos a produzirem nos Estados Unidos. Esta é uma declaração que vem confirmar esta política proteccionista norte-americana.Exacto, mas é natural, obviamente, convidar investidores a investir nos Estados Unidos. É óbvio que qualquer país faz isso, e os Estados Unidos oferecem condições que muitos outros não oferecem. É um mercado riquíssimo, que dá muitas facilidades aos investidores. A economia americana continua forte, o desemprego quase inexistente. Embora os Estados Unidos tenham graves problemas sociais, como milhões de pessoas sem casa, milhões de pessoas a viver em extrema pobreza e violência em muitas cidades americanas. Mas violência a sério, não é um mar de rosas.Mencionou a importância da adaptação à tecnologia, à inteligência artificial para a população jovem de Timor-Leste nesta participação em Davos. De que forma o governo do seu país está a acompanhar esta transformação digital?Estamos a acompanhar e, creio, este ano haverá grandes progressos. O cabo submarino que nos liga à Austrália e a outros países do mundo está em vias de conclusão e de entrar em funcionamento. Estamos ligados ao Starlink. As infraestruturas básicas estão a decorrer. Vamos dar um grande salto em frente neste domínio. Os jovens timorenses têm muita inclinação para a área de ciências, tecnologia e informática. Temos cada vez mais timorenses a viver no exterior, na Austrália, na Coreia do Sul, na China, claro, no Reino Unido, em Portugal.Durante esta sua participação na sessão sobre a Associação das Nações do Sudoeste Asiático, saudou o trabalho da organização e perguntava-lhe sobre o roteiro implementado pela ASEAN para adesão plena de Timor-Leste vai acontecer em Maio?É uma prioridade absoluta para nós. A adesão à integração plena na economia regional e na diplomacia regional deve acontecer em Maio e vai elevar a voz de Timor-Leste dentro de uma organização que tem cerca de 700 milhões de pessoas, muito maior que a União Europeia e quase todo o continente africano, que tem mais de mil milhões de pessoas. Só a ASEAN tem quase 700 milhões. Depois tem uma economia de trilhões de dólares, com uma população jovem, como a nossa, que é a mais jovem de todo o Sudeste Asiático, de toda a Ásia, com uma população cada vez mais educada. Nos próximos anos, Timor-Leste vai beneficiar muito da nossa integração regional.A região da Ásia-Pacífico enfrenta várias tensões geopolíticas, mas o seu país continua a ser uma das excepções felizes.Claro, obviamente os outros países da região têm 50, 60, 70 anos de existência. Timor-Leste tem 25 anos de existência. Nos últimos 20 anos, desde a independência, houve transformações dramáticas que muitos idiotas que escrevem ou falam sobre Timor não dão conta, porque não leem, não pesquisam dados simples. Em 2002, nós tínhamos um doutorado. Hoje temos centenas de doutorados das melhores universidades da região e do mundo. Em 2002, nós tínhamos 19 médicos. Hoje temos 1300 médicos. Em 2002, tínhamos praticamente electricidade só em Dili. Hoje, a electrificação atinge 97% do território nacional. Em 2002, a esperança de vida de um timorense era inferior a 60 anos. Hoje ronda os 70 anos. Esses são os grandes progressos feitos desde a independência.Esteve esta semana em Davos, na Suíça. Qual é a visibilidade que teve a lusofonia e a Ásia neste encontro mundial?Diria que Timor-Leste é o único país, ou um entre muito poucos países de dimensão demográfica semelhante à de Timor-Leste, com pouco mais de 1 milhão de habitantes e uma economia ainda muito pequena, que tem uma participação activa neste grande fórum. Como Prémio Nobel da Paz e como pessoa que tem uma rede de contactos mundiais, fui convidado pessoalmente pelo professor Klaus Schwab, que é amigo, e que conheço há mais de 20 anos. Eu nem sequer estava interessado em vir mais uma vez a Davos, mas foi o professor Schwab, o Presidente do Fórum, que insistiu para eu participar, para diversificar os debates, para não ser tudo sobre a Ucrânia, mas também sobre outros países do mundo, sobre outros problemas, mas também sobre outras possibilidades e oportunidades.Timor-Leste é um país mais democrático. Hoje, na Ásia, com o ranking em liberdade de imprensa, é o melhor entre todos os países do Terceiro Mundo. Timor-Leste é o único país do Terceiro Mundo, dos países em vias de desenvolvimento, que está no ranking entre os primeiros 20. Em 2023, nós estávamos entre os primeiros dez. Portugal estava em 9º, Timor-Leste em 10º. Enquanto a França, Inglaterra em 27º,  Alemanha estavam depois, os Estados Unidos em 40º, Itália e Austrália. Timor é o único de todos os países em vias de desenvolvimento de mais de 100 que está nos primeiros dez. É a melhor democracia da Ásia. Portanto, isso chama a atenção.Timor-Leste é um dos poucos países do mundo com uma dívida externa muito pequena. 13% do nosso PIB é investido no Tesouro americano. Daí que insistem para a nossa participação. Eu creio que Moçambique, Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau não estiveram em Davos. Portugal esteve. Eu estive com o senhor ministro dos Estrangeiros. O Brasil, creio que não, nem da Guiné Equatorial. Portanto, eu creio que em Davos, apenas Portugal e eu próprio estivemos, e participei em inúmeros ateliers. Talvez tenha sido a pessoa que mais participou, em números, em alguns debates fechados.O Presidente norte-americano pediu à Arábia Saudita e à OPEP para baixarem o preço do petróleo para acabar com a guerra na Rússia e na Ucrânia. Esta estratégia fará sentido, a seu ver?Não me parece que a Arábia Saudita e os outros países da OPEP vão digerir essa proposta do Presidente Trump. Numa situação dessas, seria uma punição em relação à Rússia. Isto é, forçar artificialmente a baixa do preço do petróleo para punir a Rússia é, obviamente, algo complicado.A Rússia é um dos maiores produtores mundiais e depende muito do petróleo. Tem relações excelentes com os outros países e a Arábia Saudita está numa fase de grande desenvolvimento, industrialização e investimento. Internamente, não pode dar-se ao luxo de baixar artificialmente o preço do petróleo, porque há um excesso de produção mundial. Obviamente, não há outra forma. Mas forçar artificialmente a baixa do preço do petróleo... Eu creio que a Arábia Saudita e os outros não vão fazer isso. Seria muito difícil para esses países, numa situação actual, com grandes dificuldades na economia mundial.

Convidado
"Davos não deixa de ser um supermercado de ideias"

Convidado

Play Episode Listen Later Jan 23, 2025 17:37


O Fórum Económico Mundial de 2025, em Davos, reúne mais de 3000 líderes para discutir questões geopolíticas, económicas e tecnológicas. A ministra do Ambiente e Energia de Portugal, Maria da Graça Carvalho, participa no fórum sob o tema "Colaboração para a Era Inteligente", destacando a urgência de usar inovações tecnológicas de forma ética para enfrentar desafios globais. RFI: O que se pode esperar da edição deste ano do Fórum Económico em Davos?Maria da Graça Carvalho: A nossa participação, a participação portuguesa, tem sido muito útil. Eu, como ministra com a pasta da Energia, levei a mensagem de que Portugal é um país com uma quantidade abundante de energias renováveis a preços acessíveis. Estamos com um plano ambicioso de produção de hidrogénio de origem renovável, o que nos torna um país seguro e estável. Estas políticas de energia têm o apoio dos maiores partidos, tanto do governo quanto da oposição. Como foi demonstrado agora no Parlamento, com a aprovação praticamente generalizada do Plano Nacional de Energia e Clima para 2030. Portanto, Portugal é um país que tem todas as condições para atrair investimento, tanto na produção de energias renováveis quanto nas indústrias que precisam utilizar essa energia, especialmente o hidrogénio. Temos condições mais favoráveis do que vários países da Europa Central e do Norte, que durante muitos anos, na anterior Revolução Industrial, eram muito baseados no carvão e no petróleo, recursos dos quais Portugal não dispõe. Mas, neste momento, somos nós, no sul da Europa, que temos essas condições. Combinamos sol, vento e também energia hídrica. Temos uma grande quantidade de energia hídrica. Aliás, no ano passado, 71% da nossa electricidade foi de origem renovável. A energia renovável com maior percentagem foi exactamente a hídrica, com 28%, seguida da eólica com 27%, solar e biomassa. Portanto, temos condições únicas ao combinar a hídrica, que são as barragens, com o vento, com o sol e com toda a vontade política de atrair o investimento. E para isso, estamos a fazer um grande esforço de simplificação dos procedimentos, sem ser menos rigorosos, porque somos rigorosos do ponto de vista ambiental, mas sendo mais rápidos a decidir e com processos mais simples, de modo a criar um bom ambiente para o investimento tanto nacional quanto estrangeiro.Portugal atingiu 71% de energias renováveis na produção eléctrica em 2024, como dizia a senhora ministra, e tem como meta alcançar 93% em 2030. Pela primeira vez na história do Fórum Económico Mundial, em Davos, as alterações climáticas aparecem no topo das maiores preocupações dos empresários e dos líderes das maiores economias do mundo. Portugal está a fazer a sua parte na transformação energética, mas é um esforço que deve ser global?Maria da Graça Carvalho: Sim, é um esforço que deve ser global, exactamente porque é um fenómeno global. A Europa representa cerca de 7% das emissões globais e, mesmo que se reduzam completamente as emissões na Europa, o efeito será de escala mundial. Portanto, não se consegue alterar o rumo das coisas se não for com o esforço de todos. Mas eu penso que é algo que, principalmente com os eventos dos últimos um ou dois anos, levou a uma consciência muito grande das pessoas, das empresas, das cidades, dos presidentes de câmara. E, portanto, acho que é um percurso irreversível. Todos têm consciência de que o ambiente é fundamental para a qualidade de vida, para a saúde, mas também para a economia. É um factor de competitividade ter um país com ar puro, boa qualidade da água, com um ambiente com espaços verdes que emitem pouco CO2 e com poucas emissões, ou reduzindo ao máximo as emissões que perturbam a qualidade do ar. E isso é um valor que não é só um valor para o ambiente, não é só um valor para a saúde humana, é também um valor económico. Os países mais ricos do mundo são países que têm muita atenção às questões ambientais.Esteve reunida com a sua homóloga espanhola. É importante esta colaboração com a Espanha no mercado energético ibérico para fortalecer ainda mais a independência energética da região e ajudar, claro, na construção de um futuro sustentável e competitivo para os dois países?Maria da Graça Carvalho: É essencial. A nossa colaboração com a Espanha é essencial do ponto de vista da energia, porque temos um mercado de electricidade integrado, não é um mercado ibérico, e, portanto, agora temos novas regras para o mercado de eletricidade, novas regras europeias. Eu tive o privilégio de ser uma das relatores, porque era deputada europeia. Até Abril passado, tive responsabilidades nesse dossiê, mas, portanto, há todo um conjunto de novas regras para o mercado da electricidade a nível europeu. E é importante que os dois países façam também essa adaptação às novas regras, nomeadamente no que respeita às regras para o armazenamento de electricidade, com uma estratégia comum, uma estratégia em paralelo. E é isso que estamos a fazer, estamos a trabalhar em conjunto. Combinámos agora ter um grupo de trabalho dos dois directores-gerais que têm a responsabilidade da energia, exactamente para desenharmos essa estratégia de armazenagem de energia de modo semelhante.Outro ponto que é fundamental é uma boa relação com a Espanha na questão da água. Nós temos mais de 50% da nossa água vinda dos rios que nascem em Espanha. Portanto, temos esta gestão entre os dois países que é essencial. Hoje estamos a ter muita chuva e é essencial coordenarmos os planos das barragens, descargas das barragens, e é isso que estamos a fazer em contacto com os nossos homólogos espanhóis para evitar os efeitos de cheia. Portanto, é muito importante esta boa relação com a Espanha no domínio da água. No fim do ano passado, tivemos um acordo histórico em relação aos rios. Tivemos um acordo. Faltava completar a Convenção de Albufeira, que é uma convenção assinada há 25 anos sobre a gestão dos rios em comum com Portugal e Espanha. Mas havia assuntos que precisavam ser especificados, como o caso do Guadiana, sobre o qual, durante 25 anos, se tentou negociar sem conseguir chegar a um acordo. Finalmente, chegámos a um acordo, o que possibilitou termos uma utilização maior de água do Guadiana para abastecer o Algarve. Como se sabe, o Algarve tem tido e tem problemas de escassez de água. Nos últimos oito anos, tem diminuído a quantidade de água disponível no Algarve e parte do Alentejo. Era necessário, para resolver este problema, termos a autorização de Espanha para utilizar mais água do Guadiana para abastecer o Algarve. Chegámos a um acordo nisso. É possível fazer uma tomada de água de 30 milhões de metros cúbicos na região do Marão, a sul de Mértola, para aumentar a quantidade de água que pode ser utilizada no Algarve. A ministra com quem fiz este acordo no ano passado é agora vice-presidente da comissão, a senhora Teresa Ribera. Temos uma nova ministra e tive a oportunidade de confirmar e rever este acordo com a nova ministra.Aguarda-se o discurso de Donald Trump em videoconferência. O Presidente norte-americano já anunciou que os Estados Unidos vão sair do Acordo de Paris. Quais são as implicações, a seu ver, desta saída dos EUA do Acordo de Paris e as implicações económicas protecionistas que Donald Trump pode ter no âmbito ambiental? Maria da Graça Carvalho: Vamos ver. Como eu disse, a luta contra as alterações climáticas é algo que já está muito enraizado na população, nas cidades, nas empresas. Todas as empresas têm os seus planos. Praticamente todas as cidades têm os seus planos de luta contra as alterações climáticas e a defesa do ambiente. Portanto, acho que é um processo irreversível. Por outro lado, os Estados Unidos são um grande parceiro da Europa e um grande parceiro de Portugal, e assim queremos que continue a ser. O senhor ministro dos Negócios Estrangeiros também esteve presente em Davos, tudo faremos para continuar com essa boa relação e essa relação preferencial com um aliado. Iremos ver com algum optimismo o que vai acontecer.O administrador executivo da Fundação Oceano Azul, Tiago Pitta e Cunha, participa no Fórum de Davos, onde, pela primeira vez na história do evento, as alterações climáticas aparecem no topo das maiores preocupações dos empresários e líderes das maiores economias do mundo. O que se pode esperar deste reconhecimento? É possível acreditar que vai haver uma mudança?Tiago Pitta e Cunha: Essa sondagem foi feita aqui. Posso até verificar que já estive aqui em Davos em outros anos. Nos últimos cinco anos, a agenda das alterações climáticas esteve mais elevada do que está hoje, uma vez que a agenda da inteligência artificial ocupa hoje a maior parte das discussões. Eu diria que há, de facto, uma grande preocupação com o tema das alterações climáticas, porque as indústrias começam a compreender os impactos concretos que isso tem na sua capacidade de desenvolvimento, na sua produtividade. Preveem-se perdas muito elevadas do PIB, o que já havia sido indicado num famoso relatório que saiu quando o filme de Al Gore foi apresentado no início do século. Saiu um relatório feito por um grande especialista britânico na altura, que já explicava que iriam ocorrer enormes quebras no PIB mundial se as alterações climáticas não fossem combatidas. E, no fundo, perdemos muitos anos porque, entre a saída desse relatório e o filme de Al Gore, que foi em 2002, levou-se até 2015 para ter um plano em Paris, o Acordo de Paris. E depois? Ainda hoje estamos completamente fora dos trilhos dos objectivos de Paris. Portanto, temos realmente uma situação que está a chegar com muito mais força e muito mais rapidez do que todos esperavam, começando pela indústria. E é neste sentido que as campainhas estão a soar e as luzes vermelhas estão a piscar. Em 2024, passámos pela primeira vez a marca dos 1,5°C.Nas últimas edições falou-se muito e continua-se a falar do impacto ambiental gerado pelos jactos particulares, por exemplo, e da imagem elitista associada a este Fórum Económico Mundial de Davos. De que forma é que os líderes presentes podem também alinhar acções pessoais e decisões empresariais com compromissos globais de sustentabilidade? A mudança talvez passe por aí?Tiago Pitta e Cunha: Não, eu diria que não. A questão verdadeiramente não será essa.Mostrando o exemplo...Tiago Pitta e Cunha: Mostrar uma mudança. Mas sabe, acho que estamos a falar de uma escala global, mundial, para conseguir fazer estas alterações. Tudo se discute aqui. As discussões filosóficas. Davos não deixa de ser um pouco um supermercado de ideias também. E aqui, o que é interessante é que você consegue ouvir o contrário e o seu oposto de uma sala para outra. Uma pessoa pode ouvir Javier Milei, da Argentina, com uma determinada posição, e depois ouvir um filósofo a tomar uma posição diametralmente oposta sobre o que é a liberdade, por exemplo. Não há, digamos assim, homogeneidade, como muitas pessoas pensam quando pensam em Davos. Diria que há alguma pluralidade também nas discussões e nas ideias apresentadas. Isso é, digamos, o que melhor permite tirar partido do fórum.O que para mim é realmente importante e que ainda não vejo acontecer é que, mesmo aquilo que diz respeito ao clima, é sempre abordado, como é próprio da Agenda das Nações Unidas, do Clima, da UNESCO, entre clima e indústria. A questão da indústria e do clima é que a natureza fica ainda de fora. E, portanto, o tema da natureza e da biodiversidade, que é o que estamos a ver que está a falhar no mundo. As tais campainhas que estão a tocar, porque há sinais claros de que os sistemas de suporte de vida do planeta não estão a aguentar. É isso que está a criar esta mobilização e que está a levar o sector da economia a pensar, realmente, nos relatórios que existem desde o início do século e que nos diziam que iríamos baixar o PIB, baixar a produtividade, baixar o potencial de crescimento económico. Isso é verdade.A indústria e o clima não são sectores incompatíveis?Tiago Pitta e Cunha: Exactamente. Há uma relação directa entre a indústria e o clima, porque a descarbonização terá de ser feita pela indústria. A transição para uma economia verde, começando pelo sector da energia, mas incluindo todos os outros sectores, também se procura discutir. E talvez não se discuta aqui suficientemente o sector da alimentação e da agricultura, que é um sector altamente agonizante e que também precisa de ter propostas. É preciso haver políticas públicas que apoiem esse sector a fazer uma transição. A ligação entre alterações climáticas e indústria é imediata e é aquela que tem de ser feita. Mas não pode ser a única na equação. A comunidade internacional, a humanidade de maneira geral, está a esquecer da natureza.Vou dar-lhe um exemplo. Para mim, é absolutamente flagrante e uma das principais decisões tomadas pela humanidade neste século XXI, como há pouco disse, também foi o Acordo de Paris. Muitas pessoas dizem que Paris é o único plano que a humanidade tem para a sua sobrevivência no planeta. Ok, mas aquilo que dizem hoje os cientistas é que Paris sozinho não chega, porque entretanto começámos a compreender que a delapidação da natureza, que é o combustível dos nossos sistemas de suporte do planeta – a biosfera, a hidrosfera – precisa dessa natureza. E ela está a desaparecer. E por isso houve outra decisão fundamental tomada pela humanidade há dois ou três anos atrás, que foi o Pacto de Kunming, que visa alcançar 30% de áreas protegidas no planeta até 2030, e que ainda não está sequer em discussão. Não é um tema, por exemplo, em Davos, no Fórum Económico Mundial, e que é igualmente fundamental, tanto quanto Paris, para podermos continuar aqui no século XXII e no século XXIII.De que forma é que observa este cepticismo ambiental do Presidente norte-americano. Donald Trump anunciou que os Estados Unidos voltariam a sair do Acordo de Paris?Tiago Pitta e Cunha: Mais preocupado ainda porque, com tudo o que se conseguiu, apesar de tudo, de progresso com Paris, com de facto, o desenvolvimento acelerado das energias renováveis em África, também na China, não apenas no Ocidente, com políticas industriais muito mais progressistas e incentivadoras desta transição para uma economia verde, como o Green Deal na União Europeia, por exemplo, se mesmo assim não estamos a conseguir cumprir com os objectivos de Paris. Passados dez anos da entrada em vigor do Acordo de Paris, o que será então, com estes retrocessos, que eu consideraria praticamente distopias da realidade? Portanto, a preocupação é enorme.Como também hoje aqui se disse, no Fórum Económico Mundial em Davos, muitos americanos, muitos decisores americanos, principalmente económicos, também têm consciência de que muito foi feito nos últimos anos, o que leva a que o investimento e os activos económicos investidos, por exemplo, no sector de renováveis, sejam de tal forma elevados que não é possível voltar para trás. O que não vai acontecer? Não vamos descontinuar os subsídios aos combustíveis fósseis, que nos estão a matar, no fundo, que estão a agredir o planeta. Obviamente, porque isso foi comunicado pelo Presidente Trump quando tomou posse. Mas vai ser difícil desviar o sector da economia de um comboio que já está em marcha, que é o da transição para uma economia verde.

Estagiária 98FM
Episódio do Dia: Como você diria para uma pessoa que ela beija mal? (10/01)

Estagiária 98FM

Play Episode Listen Later Jan 17, 2025 26:13


Clgnhs 98FM Escute o episódio especial de hoje, 10/01,  porque As Coleguinhas querem saber: Como você diria para uma pessoa que ela beija mal? Quer saber sobre esse babado? Então vem ouvir o programa com mais confusão e gritaria do rádio.

O Bom, o Mau e o Vilão
Quem diria? Mais uma trapalhada no caso da semana

O Bom, o Mau e o Vilão

Play Episode Listen Later Jan 3, 2025 9:05


O PS (que quer discutir o caso Rosalino), o governo (que nomeou sem concurso para a secretaria-geral) e o Ministério da Cultura (que dá descontos com um "mas") são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Expresso da Meia-Noite
Centenário de Mário Soares: o que diria hoje sobre o estado do país?

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Dec 7, 2024 47:53


O Parlamento assinalou o centenário de Mário Soares, que se cumpre este sábado, e cada um escolheu a versão de Soares que mais lhe convinha, mas a história alinha-se no facto de ter sido um político fundamental a quem devemos as duas maiores conquistas dos últimos 50 anos: a Democracia e a Europa. No Expresso da Meia-Noite em podcast, analisa-se o 'Soares é fixe' e debate-se o que diria hoje Mário Soares sobre o estado do país, da política e do mundo. Com moderação de Ângela Silva e Bernardo Ferrão, os comentadores convidados são com José Miguel Júdice, comentador SIC; Maria João Avillez, comentadora SIC; Henrique Monteiro, jornalista; e José Manuel dos Santos, coordenador das comemorações do Centenário de Mário Soares e seu ex-assessor. O programa foi emitido na SIC Notícias a 6 de dezembro.  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Marketing business-to-business: o podcast
#90 - E o Black Friday, quem diria, chegou também ao B2B - com Jérôme Amoudruz

Marketing business-to-business: o podcast

Play Episode Listen Later Nov 27, 2024 40:53


À primeira vista, o tema deste episódio não parece nada óbvio para um podcast sobre marketing business-to-business: à partida o Black Friday remeteria apenas para o mundo das promoções ao consumidor. Só que já não é assim. O fenómeno ganhou uma tal dimensão, tornou-se tão importante no calendário das empresas e das pessoas, que não poderia de contagiar também os negócios B2B, que cada vez mais usam a data como uma ferramenta para acelerar as vendas. E é para falar dessa dimensão business-to-business do Black Friday – e não só – que estivemos à conversa com o Jérôme Amoudruz, CEO da BlackFriday.pt: uma plataforma de promoções cujo nome diz tudo. E que é a primeira plataforma inteiramente dedicada às ofertas do Black Friday no mercado português. Ouça o episódio e descubra: Como surgiu e evoluiu o Black Friday, como se espalhou pelo mundo inteiro e que dimensão já tem em Portugal Como o Black Friday pode ser usado para acelerar vendas ou conseguir outros objetivos de negócio em mercados business-to-business Com que critérios decidir saber se faz sentido, para a sua empresa B2B, associar-se ao Black Friday Quais são os fatores decisivos para tirar partido do Black Friday, e quais os erros a evitar Como aproveitar o Black Friday para acelerar a transformação digital da sua empresa   Sobre o convidado: Site da BlackFriday.pt Perfil da BlackFriday.pt no LinkedIn Site da Cyber Monday Portugal Site do BRSL Group Perfil do BRSL Group no LinkedIn Perfil no LinkedIn Emails: j@brslgroup.com e j@blackfiday.pt   Empresa mencionada: SumUp   Livro recomendado: Jeff Walker - A Fórmula do Lançamento Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn.

El búnquer
Johann Wilhelm Ritter, el cient

El búnquer

Play Episode Listen Later Nov 5, 2024 50:41


Programa 5x38, amb Pep Plaza. Per qu

QueIssoAssim
QueIssoAssim 311 – Já Diria Nelson… (Lolita – 1962)

QueIssoAssim

Play Episode Listen Later Oct 2, 2024 95:20


No episódio de hoje do QueIssoAssim estamos chafurdando em um tema polêmico! Brunão, Baconzitos e Plínio convidam Andreia do Livros em Cartaz para falarmos sobre o filme Lolita, de Stanley Kubrick, baseado na obra de Vladimir Nabokov. Neste programa entenda se o Humbert foi lá ou não foi e se mesmo que não tenha ido se ainda é considerado. Compare o livro com o filme e defina o que acontece nesse filme com apenas uma palavra.

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
Durão Barroso e Ricardo Salgado: uma amizade iluminada pela China

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Play Episode Listen Later May 21, 2024 29:25


A 15 de setembro de 2023, no dia em que Cavaco Silva lançou o livro “O primeiro-ministro e a Arte de Governar”, o autor poderia ter sido o único protagonista. E, mesmo que a divisão do palco não seja o forte do homem que, a seguir a António de Oliveira Salazar, mais anos esteve no centro do poder, naquele dia, Cavaco partilhou as honrarias com uma antiga criação sua, José Manuel Durão Barroso. Há 48 referências a José Manuel Durão Barroso na agenda de Ricardo Salgado. Na maioria delas, o, à época, presidente da Comissão Europeia é apresentado, apenas, pelas iniciais – JMDB. Quatro dezenas das referências ao nome de Durão Barroso na agenda de Ricardo Salgado correspondem a reuniões ou a notas que o banqueiro ia escrevendo. Em algumas delas, Salgado convocava Barroso para lhe dar conselhos, noutras pré-anunciava pedidos de ajuda muito concretos.  Oiça aqui o terceiro episódio da Agenda de Ricardo Salgado, um podcast sobre 2268 dias de vida do velho banqueiroSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Expresso da Manhã
Durão Barroso e Ricardo Salgado: uma amizade iluminada pela China

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later May 21, 2024 29:25


A 15 de setembro de 2023, no dia em que Cavaco Silva lançou o livro “O primeiro-ministro e a Arte de Governar”, o autor poderia ter sido o único protagonista. E, mesmo que a divisão do palco não seja o forte do homem que, a seguir a António de Oliveira Salazar, mais anos esteve no centro do poder, naquele dia, Cavaco partilhou as honrarias com uma antiga criação sua, José Manuel Durão Barroso. Há 48 referências a José Manuel Durão Barroso na agenda de Ricardo Salgado. Na maioria delas, o, à época, presidente da Comissão Europeia é apresentado, apenas, pelas iniciais – JMDB. Quatro dezenas das referências ao nome de Durão Barroso na agenda de Ricardo Salgado correspondem a reuniões ou a notas que o banqueiro ia escrevendo. Em algumas delas, Salgado convocava Barroso para lhe dar conselhos, noutras pré-anunciava pedidos de ajuda muito concretos.  Oiça aqui o terceiro episódio da Agenda de Ricardo Salgado, um podcast sobre 2268 dias de vida do velho banqueiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

NBA das Mina
Quem diria...

NBA das Mina

Play Episode Listen Later May 21, 2024 42:31


Surpresa! Finais definidas e com algumas surpresinhas no caminho. Mas, nem tanto assim e nós falamos sobre isso. Celtics e Pacers de um lado, Timberwolves e Mavs de outro. E que comecem as finais de conferência!

Entendendo a Notícia
# 630 - O QUE DIRIA LENIN?

Entendendo a Notícia

Play Episode Listen Later Jan 24, 2024 27:46


Tema de abertura de Claudio Zaidan no programa Bandeirantes Acontece.

lenin diria zaidan claudio zaidan
Viracasacas Podcast
#351 "Quem diria?" - com Marina Bernardes

Viracasacas Podcast

Play Episode Listen Later Oct 31, 2023 92:48


Saudações pessoas! O Vira dessa semana recebe a arquiteta Marina Bernardes que é especialista em soluções para cidades em termos de ecologia, cidadania e segurança (em vários sentidos do termo). Ela tem se notabilizado por ser uma das vozes sempre ativas - mas sempre negligenciadas... - em relação às recentes questões de problemas que várias cidades em distintas regiões do Brasil sofrem a partir de falta de planejamento adequado e total descaso para com o caos climático, as mudanças naturais, o aquecimento global e a loucura do clima que, sabemos, meio que veio para ficar. Quem quer lidar com isso? Ou asfalto e assistencialismo de ocasião rendem mais voto...? Conheça também o trabalho da Marina em: Arquitetura para quem mais precisa

Conversas Para o Lixo
O que está errado na relação entre as marcas e os influenciadores?

Conversas Para o Lixo

Play Episode Listen Later Oct 4, 2023 43:28


Como podem ver pelo título na aventura desta semana a nossa Mariana achou que seria brilhante criar uma guerra com as marcas que lhe pagam, que por arrasto me pagam a mim, que por arrasto pago às lojas, que por arrasto alimentam a economia mundial. Portanto, este episódio tem potencial para acabar com o mundo como o conhecemos. No caso disso não acontecer, será uma espécie de DZRT, que nunca acaba, porque os DZRT vão trabalhar até aos 120 anos. Aiai, acho que nunca tinha ligado tão bem tantos temas seguidos. Só por vocês, meus queridos leitores. Diria eu, se fosse um falso a querer ser simpático. Não sei quem vocês são. Para mim são apenas uma data de gente simpática que vai fazer de mim milionário. Só me falta descobrir como. Enviem sugestões. PS: Esta descrição foi escrita pelo ChatGPT. Depois eu apaguei e escrevi a que acabaram de ler.

Brasil-Mundo
Cerca de 15 mil novas crianças brasileiras são matriculadas nas escolas públicas portuguesas

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Aug 20, 2023 5:32


O número corresponde à metade do total de novas inscrições de crianças estrangeiras para o pré-escolar e os quatro primeiros anos do ensino fundamental nas instituições públicas de ensino em Portugal. A adaptação ao português falado e escrito em Portugal ainda é um desafio para alunos brasileiros. A presidente da Casa do Brasil de Lisboa, Cyntia de Paula, chama a atenção para um dos problemas enfrentados em salas de aula, o “preconceito linguístico”. Fábia Belém, correpondente da RFI em LisboaPara o próximo ano letivo, que começa no mês que vem, as escolas públicas portuguesas já receberam pouco mais de 15 mil novas matrículas de alunos brasileiros para o pré-escolar e os quatro primeiros anos do ensino fundamental. O número corresponde à metade do total de novas inscrições de crianças estrangeiras no país. E não entram nestas contas as renovações de matrículas, que são automáticas. De longe, o Brasil aparece como o país mais representativo, pois Angola vem atrás com 2.622 novos estudantes, seguido da França com 1.173. Para Cyntia de Paula, presidente da Casa do Brasil de Lisboa (CBL), os números não apenas refletem o crescimento da comunidade brasileira em Portugal, mas também revelam uma nova configuração da imigração de cidadãos do Brasil. Associação de imigrantes sem fins lucrativos, a CBL sempre assistiu chegar “uma pessoa do casal, depois o outro”. Isso continua, conta Cyntia, mas nos últimos anos, a Casa tem percebido “esse processo migratório sendo feito por toda a família e, consequentemente, com as crianças em idade escolar”.Cyntia também ressalta quão importante é ter crianças de outras nacionalidades nas escolas.“Uma escola diversa, uma escola composta por crianças de diferentes geografias, com diferentes culturas é uma oportunidade muito positiva, obviamente, não só para a educação, mas para o país como um todo”, reforça.PreocupaçõesAo comentar as preocupações mais presentes na vida escolar de novos estudantes brasileiros, Cyntia de Paula destaca o idioma. A adaptação ao português falado e escrito em Portugal ainda é um desafio para alunos brasileiros. A presidente da Casa do Brasil de Lisboa chama a atenção, inclusive, para um dos problemas enfrentados em salas de aula, que é o “preconceito linguístico”, assegura.De acordo com Cyntia, nos atendimentos que faz e nas reuniões que organiza, a Casa do Brasil de Lisboa recebe inúmeros relatos sobre a desvalorização da língua portuguesa falada nas ex-colônias. Ela defende que as escolas do país promovam debates com as crianças e os professores, no sentido de esclarecerem “que não há [português] errado, [que o português de Portugal e o do Brasil] são diferentes”.Na opinião da presidente da Casa do Brasil de Lisboa, as diferentes variantes da língua portuguesa deveriam ser encorajadas, promovidas. “Acho que é um desafio que nós temos ainda para os próximos tempos”, frisa.Ao comentar os casos de bullying baseados na nacionalidade sofridos por alunos brasileiros em contexto escolar, Cyntia de Paula esclarece que há alguns casos, “mas não de forma generalizada”.Sobre o assunto, a doutora em Psicologia da Educação pela Universidade de Coimbra, Ana Cristina Almeida, explica “que somos muito mais marcados pelas experiências traumatizantes ou pelos maus exemplos”, mas que a regra “é de acolhimento” no ambiente escolar português.Estratégias para melhorar a adaptação dos estudantesNa opinião de Ana Cristina Almeida, acolher estudantes estrangeiros requer uma abertura às diferenças por parte das escolas. Ela também ressalta que algumas estratégias de preparação antes mesmo de acontecer o movimento migratório das famílias poderia ajudar no processo de adaptação dos estudantes brasileiros, como a existência de grupos de acolhimento que fizessem “a ponte e a preparação” dos alunos e das suas famílias “com base em informação realista” do ambiente escolar do qual farão parte.“É diferente a relação que as pessoas têm entre si, é diferente a organização curricular, a dinâmica de escola. É tudo diferente”, salienta Ana Cristina Almeida, que também é professora-auxiliar da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.Informação e direitosNeste contexto de preparação, a Casa do Brasil de Lisboa, explica Cyntia de Paula, tem tentado fazer “esse trabalho prévio” dotando a comunidade de informações sobre como funciona o sistema escolar português, “sempre atrelado à importância da partilha dos direitos [das pessoas migrantes]".Conselho aos pais brasileirosAos pais de crianças que vão ingressar nas escolas portuguesas, e que porventura venham a observar alguma dificuldade deles próprios ou dos filhos no ambiente escolar, a doutora em Psicologia da Educação, Ana Cristina Almeida, deixa um conselho: “Diria que não se isolassem e que não se fechassem nas suas dificuldades. Partilhassem [as suas dificuldades] não só com outros pais, mas também com as figuras da escola, com os diretores de turma, com o conselho pedagógico, com os representantes dos pais na escola”."Tentem ser atores", sugere Ana Cristina, “atores presentes tanto nas dinâmicas da escola, como nas dinâmicas de pais, como nas dinâmicas extracurriculares, que muitas vezes é por aí que se estabelecem as relações de afeto e de proximidade”.  

O Antagonista
"Eu não diria que a ordem é absurda, eu diria que segui a uma ordem”, diz à CPMI do 8 de janeiro o ex-diretor da Abin Saulo Moura da Cunha. Ele disse que, a pedido do então ministro-chefe do GSI, Gonçalves Dias, retirou o nome do superior de um do

O Antagonista

Play Episode Listen Later Aug 1, 2023 2:23


Apoie o jornalismo independente.  Assine o combo O Antagonista + Crusoé:  https://assine.oantagonista.com/ Siga O Antagonista nas redes sociais e cadastre-se para receber nossa newsletter:  https://bit.ly/newsletter-oa Leia mais em www.oantagonista.uol.com.br  |  www.crusoe.uol.com.br

Colunistas Eldorado Estadão
Eliane faz balanço da aprovação da Reforma na Câmara

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jul 7, 2023 20:15


Numa votação histórica e após 35 anos de tentativas sem sucesso, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, o texto-base da proposta de reforma tributária, que muda o sistema de impostos do País. O placar foi folgado: 382 votos a favor e 118 contrários no primeiro turno e 375 votos a favor e 113 contrários no segundo turno, encerrado pouco antes das 2h desta sexta-feira. Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição, eram necessários 308 votos. "Foi uma vitória muito expressiva - 74 votos a mais do que precisava e só 118 contra, surpreendendo bastante. O presidente da Câmara, Arthur Lira, fez um discurso de estadista, dizendo que foi um dia histórico para o Brasil. Diria que também o foi para ele, que se envolveu profundamente na aprovação da Reforma. A volta da normalidade ao Congresso", comenta Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Eliane Cantanhêde responde
Eliane faz balanço da aprovação da Reforma na Câmara

Eliane Cantanhêde responde

Play Episode Listen Later Jul 7, 2023 20:15


Numa votação histórica e após 35 anos de tentativas sem sucesso, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, o texto-base da proposta de reforma tributária, que muda o sistema de impostos do País. O placar foi folgado: 382 votos a favor e 118 contrários no primeiro turno e 375 votos a favor e 113 contrários no segundo turno, encerrado pouco antes das 2h desta sexta-feira. Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição, eram necessários 308 votos. "Foi uma vitória muito expressiva - 74 votos a mais do que precisava e só 118 contra, surpreendendo bastante. O presidente da Câmara, Arthur Lira, fez um discurso de estadista, dizendo que foi um dia histórico para o Brasil. Diria que também o foi para ele, que se envolveu profundamente na aprovação da Reforma. A volta da normalidade ao Congresso", comenta Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Christo Nihil Praeponere
Homilia Diária | O que São Tomé diria do relativismo religioso? (Festa de São Tomé, Apóstolo)

Christo Nihil Praeponere

Play Episode Listen Later Jul 3, 2023 6:18


A Igreja celebra hoje a festa do Apóstolo São Tomé, cuja famosa incredulidade tornou-se uma das mais belas profissões de fé na divindade de Cristo: “Meu Senhor e meu Deus”. Justamente essa profissão do Apóstolo que relutou em acreditar é uma pedra no sapato dos incrédulos do mundo moderno que, reduzindo a fé a um fato privado, querem dissolver a divindade de Cristo no “caldeirão” do relativismo religioso. Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta segunda-feira, dia 3 de julho, e peçamos a Deus que nos conceda a graça de perseverar até o fim na profissão da única fé verdadeira, católica e apostólica.

Linha Avançada
Quem diria...

Linha Avançada

Play Episode Listen Later Feb 27, 2023 7:54


A derrota do Porto; a vitória do Benfica e os elogios de Guardiola a Amorim.

Easy Catalan: Learn Catalan with everyday conversations | Converses del dia a dia per aprendre català

Notes del programa Ja som ben entrats en el curs acadèmic, el curs polític, els cursos de català i tots els cursos haguts i per haver, i això significa que ens hem ficat de ple en la rutina. És important, per nosaltres, la rutina? I com ens ho fem per escapar-ne? Pau Vidal (https://www.youtube.com/watch?v=8TI2TPeh9Vs) (entrevista de 2 minuts, YouTube) Llibre El bilingüisme mata (https://www.grup62.cat/llibre-el-bilinguisme-mata/172742), de Pau Vidal Programa El llenguado (https://www.youtube.com/watch?v=oB8kqS02Tfs) (YouTube) Minimots (https://www.vilaweb.cat/minimots/) (joc d'autodefinits) Paraulògic (https://www.vilaweb.cat/paraulogic/) (joc de trobar paraules combinant diferents lletres) Posa't a prova (https://www.vilaweb.cat/jocs-interactius/joc-interactiu-paisos-catalans/llengua) (joc interactiu sobre els Països Catalans) Diari Vilaweb () Acte "Recursos per a l'aula de català" (https://www.sercle.cat/web/events/recursos-per-a-laula-de-catala-l2-le-la/), organitzat per l'associació SERCLE i la Universitat Pompeu Fabra Taller de llengua De sistema de campanar a sistema digital: - són tres quarts menys cinc de set del matí = 6:40 h - són dos quarts tocats de nou del vespre = 20:30 - 20:34 h - passen deu minuts d'un quart de cinc de la tarda = 16:25 h - falten dos minuts per a tres quarts de vuit del matí = 7:43 h De sistema digital a sistema de campanar: - 16:24 h = falten sis minuts per a dos quarts de cinc de la tarda - 13:05 h = passen cinc minuts de la una del migdia - 02:45 h = són tres quarts de tres de la matinada - 19:15 h = és un quart de vuit de la tarda Vídeo Com dir les hores en català (https://www.youtube.com/watch?v=z3hmJ0uOcIA) (canal de YouTube d'Easy Catalan) Transcripció Andreu: [0:16] Bon dia, Sílvia! Sílvia: [0:17] Bon dia! Com estàs, Andreu? Andreu: [0:20] Bé, podria estar millor, estic recuperant-me del covid. De fet, porto dues setmanes donant positiu i amb símptomes, i espero que quan surti publicat aquest episodi ja estigui curat del tot. Sílvia: [0:33] Això esperem. Andreu: [0:34] A part daixò, per la resta, molt bé. Tu què tal? Sílvia: [0:38] Molt bé, molt bé. Normal, com sempre. Andreu: [0:40] Doncs, Sílvia, tinc alguns punts per comentar com a actualitzacions de coses que han passat últimament. Primer de tot, tu et vas queixar en un… bé, et vas queixar, vas fer una reivindicació, diguéssim, fa un temps, quan parlàvem de les aficions, i vas dir que et costava trobar… Com es diu això? Mots encreuats… Sílvia: [0:58] Passatemps, sí Andreu: [0:59] … en català, no? Sílvia: [1:00] Sí, és veritat. Vaig anar… És que em vas passar una… com una pàgina web on et deia on podies trobar els passatemps en català, no? [Ah, sí] I vaig mirar quina és la llibreria que tenia més a prop o la que podia anar… o anava normalment a mirar-ho, i hi vam anar, vaig preguntar-ho i em van dir que no, que ja feia temps que no en venien. Andreu: [1:22] Ah… Quina llàstima. I no en podies demanar? [No.] Bé, doncs tinc una bona notícia per a tu, i és que el diari Vilaweb, que és aquest diari que ja n'hem parlat diverses vegades, ha creat una secció de mots encreuats. Sílvia: [1:38] Ah, sí? Andreu: [1:39] Sí, es diu Minimots. Sílvia: [1:41] Minimots. Andreu: [1:42] Sí. Se n'encarrega el Pau Vidal, que és un filòleg, traductor i divulgador lingüístic, ha fet diversos llibres, per exemple, un dels llibres més coneguts seus és un que es diu El bilingüisme mata, que parla del bilingüisme social i dels inconvenients que té per a una llengua minoritzada com el català, no? Doncs és un personatge més o menys mediàtic, perquè ha sortit en diversos programes, per exemple, el programa que vam comentar d'El llenguado. Sílvia: [2:10] Ah, d'acord, em sembla que ja sé qui és. Andreu: [2:12] Exacte, en el programa d'El llenguado, el Pau Vidal feia com d'assessor lingüístic, no? Bé, doncs és l'encarregat de fer els Minimots. Sílvia: [2:20] Només hi ha mots encreuats, o també hi ha sopes de lletres i d'altres tipus de passatemps? Andreu: [2:25] Diria que només mots encreuats, però espera't, perquè tenen un altre joc… No, sí, només mots encreuats. A part d'això, també tenen el Paraulògic, que va sorgir com a iniciativa privada d'un particular, però Vilaweb va fer un acord amb aquesta persona i ara és un joc, diguem, propi d'aquest diari, i a més a més, tenen un concurs, a tu que t'agraden molt els concursos, hi ha un test sobre els diferents territoris de parla catalana, o sigui, un test de cultura i llengua. Llavors, et pots posar a prova i… bé, qui hi tingui interès, doncs té tot això, els Minimots, el Paraulògic i el Posa't a prova, que es diu així, a la pàgina de Vilaweb. D'acord? Sílvia: [3:09] Que interessant. Andreu: [3:10] Sí, i una altra notícia bona per a mi és que… És que el Paraulògic ha fet un any i estrena aplicació per a mòbils. Per tant, qui estigui viciat… Sí, qui estigui viciat al Paraulògic com jo, ja ho sap, ja té l'aplicació. [...] Fes-te membre de la subscripció de pòdcast per accedir a les transcripcions completes, a la reproducció interactiva amb Transcript Player i a l'ajuda de vocabulari. (http://easycatalan.org/membership) Aquest episodi ha comptat amb el suport del Departament de Cultura i el Departament d'Empresa i Treball de la Generalitat de Catalunya. https://files.fireside.fm/file/fireside-uploads/images/4/44acc396-16ef-48a2-a26f-bba0e12207e1/wM33wGlq.png https://identitatcorporativa.gencat.cat/web/.content/Documentacio/descarregues/dpt/COLOR/Empresa-i-Treball/empresa_h2.png

O Antagonista
Entrevista - “Se eu pudesse aconselhar Bolsonaro, diria para vir a Minas muitas vezes”

O Antagonista

Play Episode Listen Later Oct 4, 2022 24:17


O cientista político Christopher Mendonça diz, em entrevista, que não há uma cristalização considerável da ideologia dos mineiros. Minas Gerais reelegeu Romeu Zema no primeiro turno e, ao mesmo tempo, deu mais votos a Lula do que a Bolsonaro. Mendonça avalia que o presidente poderia conseguir votos colado ao governador reeleito, que já declarou apoio a Bolsonaro, e aos candidatos que o bolsonarismo elegeu com folga para o Congresso em Minas Gerais. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Melissa Tejeida
Quien diria que comer saludable es tan delicioso

Melissa Tejeida

Play Episode Listen Later Aug 2, 2022 20:24


Come saludable, yo te digo.

El Ritmo de la Mañana
Cosas que jamás diria tu mamá

El Ritmo de la Mañana

Play Episode Listen Later Jul 25, 2022 9:15


XORUME
EPISÓDIO 252: O QUE EU DIRIA PARA O MEU EU DO PASSADO?

XORUME

Play Episode Listen Later Jul 22, 2022 97:22


Bom dia, boa tarde e/ou boa noite! Chega mais uma vez o pior podcast dominical do UNIVERSO! Chega dessa vez bem atrasado, pois deveríamos ter gravado esse episódio há 15 anos atrás com os nossos eus do passado… Masssss não perca mais tempo, dê o seu play e planeje o... Continue reading →

Los Hijos de Tuta
Lo que yo diria en un juicio contra mi ex

Los Hijos de Tuta

Play Episode Listen Later Jun 2, 2022 24:09


Ideias Radicais
(YT) Pararam as impressoras e surpresa! Mercados caindo, quem diria?

Ideias Radicais

Play Episode Listen Later Apr 22, 2022


Dito e feito. Bancos Centrais estão numa encruzilhada impossível de resolver: ou sobem juros e capotam mercados na tentativa de conter a inflação, ou deixam ela roer, juros de dívida sobem e causam confusão da mesma forma. Chegou finalmente o “depois a gente vê” junto com o “não vai dar inflação não, é temporário”. Nos acompanhe no Telegram: https://t.me/ideiasradicais Ou acompanhe nossos artigos, juro que não tem imposto neles: https://ideiasradicais.com.br/ Quer sair do Brasil, pagar menos impostos e viver mais livre? https://www.settee.io/ Quer investir em Startups? https://bit.ly/StartupsRadicais Quer comprar Bitcoin no melhor preço do mercado? Bitpreço! http://bit.ly/BitprecoRadical Apoie o Ideias Radicais: https://www.catarse.me/gabinete_liberdade