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Culto de Celebração | 01-02-2026
O Presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, está em França e após um encontro com o Presidente Emmanuel Macron disse estar "optimista e confiante" em relação ao futuro já que vê a mobilização de forças positivas para criar um Mundo melhor, numa altura marcada pela instabilidade internacional. Quanto à situação na Guiné-Bissau, o Presidente cabo-verdiano defende a sua actuação afirmando que o seu país tem trabalhado José Maria Neves, Presidente de Cabo Verde, está a cumprir uma visita de Estado a França, passando por Paris, Lyon e Marselha. O Presidente tem passado tempo com a diáspora cabo-verdiana, mas também com altas figuras do Estado na capital francesa, incluindo um almoço de trabalho com o Presidente Emmanuel Macron na sexta-feira. Após este encontro no Palácio do Eliseu, em entrevista à RFI, o chefe de Estado cabo-verdiano disse estar optimista quanto ao multilateralismo. RFI: Sai de Paris mais confiante no futuro da humanidade, tendo em conta a actual situação ao nível internacional? José Maria Neves: É preciso ser optimista e confiante. Há muitas forças contrárias e uma ruptura na ordem internacional, mas há muitas forças também que estão quotidianamente a trabalhar para que haja um mundo com regras. Para que o multilateralismo funcione, que a Carta das Nações Unidas seja respeitada e que o direito internacional também seja considerado em tudo o que nós fazemos no plano internacional. Estou optimista no sentido de que é possível mobilizar essas forças positivas para que tenhamos no futuro uma humanidade melhor. Nada se herda. Tudo é conquistado com trabalho árduo de todos os dias. E é esse trabalho que tem de se fazer. E saio de Paris muito mais optimista. No seu encontro com Emmanuel Macron foi exactamente sobre isso que falaram? Sobre essa construção de pontes num mundo muito dividido. Uma parte importante da nossa conversa foi sobre como trabalhar para termos o mundo onde o diálogo, a cooperação, a paz se imponham, onde haja parcerias solidárias para o desenvolvimento, onde o multilateralismo passe a ser o Valor que oriente o trabalho dos governos e dos diferentes Estados. Há uma vontade nesse sentido. Aliás, a intervenção do presidente Macron em Davos e a intervenção do primeiro ministro do Canadá mostram muito isto. A necessidade das pequenas e das médias potências, dos outros Estados trabalharem em comum para uma ordem internacional que beneficie a todos, para um mundo onde haja respeito pelas regras e onde haja mais humanidade. Esteve na UNESCO com o projecto que para Cabo Verde é muito importante a questão do Campo de Concentração do Tarrafal. Mas também temos de lembrar que a UNESCO é uma das organizações internacionais que faz um trabalho muito importante no âmbito da educação e da cultura, que foi abalada por este novo mandato de Donald Trump e que viu novamente retirado os Estados Unidos. Como é que foi essa troca com o novo director da UNESCO? Cabo Verde tem sempre em conta a sua história, a sua memória, o seu património natural e cultural. E o que nós podemos valorizar a memória e a história de todos os países. O trabalho conjunto que nós estamos a fazer com a UNESCO, enquanto patrono para a preservação do património natural e cultural da África, é precisamente no sentido de preservarmos toda a riqueza natural e cultural do continente africano e a partir desse cuidado construir uma África mais sustentável, com mais progresso e mais bem-estar para todos os africanos, independentemente das limitações e dos problemas existentes. A maioria dos membros da UNESCO tem neste momento a disponibilidade de trabalhar para preservar a UNESCO e permitir que ela cumpra a sua missão. E teremos o Tarrafal elevado a património da Humanidade até ao fim da década? Sim, temos um grande entusiasmo relativamente a este projecto. Na verdade, o campo de concentração do Tarrafal não é só de Cabo Verde, é também de Portugal e das outras ex-colónias. Já é um património da Humanidade que deve ser agora reconhecido pela UNESCO. E também os escritos de Amílcar Cabral que estão em curso no quadro de toda essa dinâmica, para conhecermos a nossa história e preservarmos a memória da luta de libertação. E da história política contemporânea de Cabo Verde. Já esteve aqui com os jovens da diáspora, estará com a comunidade nas várias cidades que vai visitar. Esteve também nos Estados Unidos, imagino também com a comunidade dos Estados Unidos. Esta questão dos vistos e esta questão da forma como os Estados Unidos estão a tratar Cabo Verde está a preocupar os cabo verdianos em Cabo Verde, mas tambem os cabo verdianos fora de Cabo Verde? Sim, muito. Cabo Verde é um Estado transnacional. Nós somos desterritorializados. Os cabo-verdianos estão em todo o Mundo. Há mais cabo verdianos fora do que dentro. Portanto, nós, tudo o que tem a ver com restrições à mobilidade, tudo o que tem a ver com a discriminação de imigrantes afecta enormemente Cabo Verde. Então temos é de trabalhar para defender os interesses dos cabo-verdianos. De um lado, ouvir os cabo-verdianos, ouvir os desafios ou ver os problemas, ter uma mensagem pedagógica e, do outro lado, também dialogar com as autoridades e procurar defender os interesses dos cabo-verdianos. Nós não queremos uma imigração ilegal, uma imigração clandestina. Nós queremos que a imigração se faça com base em regras de forma regulada. Que os cabo-verdianos que quiserem sair saiam, mas de forma legal. E nós temos que cooperar nesse sentido e defender os interesses dos cabo-verdianos. É nessa linha que nós estamos a trabalhar com preocupação em relação às medidas mais restritivas. Mas vamos falando com a diáspora, vamos falando com as autoridades dos países de acolhimento, mesmo lá onde haja medidas mais restritivas. Mostrar-lhes que Cabo Verde tem tido uma diáspora desde há muitos séculos e que tem contribuído grandemente para o crescimento dos países de acolhimento. É um povo pacífico, trabalhador e que respeita as regras dos países de acolhimento. E é nessa linha que vamos continuar a trabalhar. E o tom como se fala atualmente das comunidades lusófonas em Portugal preocupa-o? Estamos a falar já da segunda volta das eleições presidenciais, que acontece já para a semana. Esta eleição está a preocupá-lo? Não, não necessariamente. Acho que os portugueses farão a sua escolha no dia 8 de Fevereiro e, qualquer que ela seja, a escolha deve ser respeitada. E nós iremos é continuar a trabalhar, como já disse, para defender os interesses dos cabo-verdianos. Mas em Portugal, a nossa diáspora globalmente é bem integrada e espero continuar a contar com toda a disponibilidade das autoridades portuguesas e da sociedade portuguesa no sentido de maior integração da diáspora cabo-verdiana. Quando falamos de instabilidade não podemos deixar de falar da África e da instabilidade dentro dos países lusófonos, nomeadamente na Guiné-Bissau. Esteve para integrar uma missão da CEDEAO. A Guiné-Bissau preferiu não fazê-lo exactamente pela proximidade com a Guiné-Bissau. Arrepende-se ter feito isso ou acha que naquela altura era o que era necessário fazer para o problema da Guiné-Bissau se resolver o mais rápido possível? Nessas questões temos que ser muito pragmáticos e realistas e ver qual é a melhor maneira de ajudar. E achei que a melhor maneira de ajudar era trabalhar mais nos bastidores e de forma mais discreta. E é o que temos feito. Temos tido contactos, temos participado nas acções da CEDEAO, temos falado com os chefes de Estado, temos falado com as duas partes na Guiné-Bissau e temos ajudado muito dentro das nossas possibilidades. Temos aconselhado, temos sugerido, isso é o mais importante. Aqui é preciso muita paciência. Os fenómenos não são fáceis, são complexos, os contextos são muito difíceis, mas, gradualmente, as peças do puzzle estão a ser colocadas no sentido da realização do roteiro que foi fixado em Abuja, na última cimeira dos Chefes de Estado e Governo da CEDEAO. E, portanto, os presos políticos já foram libertos, já há um passo em relação a Domingos Simões Pereira, que passou a estar em prisão domiciliária. Mas já é um passo positivo. E vamos ver se o governo inclusivo será formado e depois, gradualmente, ir tomando outras medidas no sentido da concretização dos objectivos da CEDEAO. E do meu ponto de vista, é isto que é o mais importante. Se considerarmos toda a história da Guiné-Bissau, dos golpes, dos conflitos, dos problemas anteriores, percebemos que a complexidade da situação exige um trabalho diplomático muito inteligente e muito sereno para podermos atingir os resultados esperados. A ideia é então de realizar eleições em dezembro, mas antes disso, pensa que seria importante um esclarecimento cabal do que se passou no dia 26 de novembro de 2025, em Bissau? O importante neste momento é considerar a realidade existente. Houve o golpe, independentemente da sua natureza. Os resultados eleitorais não foram divulgados e houve prisões e já há a instalação de um regime militar. Agora temos de trabalhar no sentido da criação de um governo inclusivo com o envolvimento de todas as sensibilidades políticas e sociais na linha das decisões da CEDEAO e depois criar as condições para a realização de eleições livres, justas e transparentes. Tendo em conta toda a história da Guiné-Bissau, não podemos estar permanentemente em busca de uma reconciliação com o passado, mas temos de estar preocupados na realização de uma reconciliação no presente, para que o futuro seja um futuro de maior estabilidade e de maior tranquilidade e que permita a restauração do Estado e permita também a realização dos objectivos preconizados. Quando faz estas viagens, a ideia é a escuta. Ouvir cabo-verdianos na diáspora, quais são as principais queixas? O que é que acha que ainda poderia ser feito e que não foi? Por tudo o que eu já ouvi, se eu fosse um membro da diáspora, o que eu diria é que precisamos efectivamente resolver o problema dos transportes marítimos e aéreos inter-ilhas. Resolver o problema da mobilidade e da inserção de todas as ilhas na dinâmica nacional de desenvolvimento. Prioridade das prioridades. E teremos de mobilizar as tecnologias informacionais para conseguir, de forma muito mais rápida, resolver um conjunto de pequenas questões que são obstáculos ao investimento. São obstáculos à resolução imediata de um conjunto de pequenos problemas no relacionamento entre o cidadão ou entre uma empresa ou entre a sociedade civil e a administração. Eu acho que nós, nos 50 anos da nossa independência, Cabo Verde cresceu, deu um salto enorme. Agora, 50 anos depois, temos de sofisticar-nos um pouco, melhorar a qualidade da prestação dos serviços e sermos muito mais eficientes, muito mais eficazes nos resultados e para podermos andar mais depressa. As eleições presidenciais estão marcadas para Novembro. Senhor Presidente é recandidato a Presidente de Cabo Verde? Bom, ainda vamos ter às legislativas em Maio. É preciso aguardar a evolução das coisas. Espero que as legislativas corram bem e só depois das legislativas, da posse do novo Governo, é que irei decidir sobre esta matéria.
Eduardo Cabrita, ex-ministro da Administração Interna, acusa Governo de reagir tarde e de desvalorizar a prevenção nos últimos dois anos. Considera que demissões não resolvem as falhas estruturais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Oração Prosa traz o tema: Qual é a sua prioridade?
O Caixa de Música é exibido na TV Novo Tempo de segunda a quinta às 18h e, aos sábados, às 12h.Curta e siga o Caixa de Música nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/caixademusica/Facebook: https://www.facebook.com/CaixadeMusica/X: https://x.com/caixademusica
Fórum em Riad, na Arábia Saudita, promove compreensão mútua entre culturas e religiões; alto representante da Aliança afirma que futuro depende de uma nova geração disposta a escolher diálogo em vez da divisão; inteligência artificial, plataformas digitais e discurso de ódio serão temas de destaque.
Neste episódio do Bluetimes Talks, trazemos um alerta fiscal urgente: a nova Nota Técnica 2025.002 trouxe um alívio técnico ao suspender o bloqueio de notas sem os novos tributos, mas criou uma armadilha jurídica. Explicamos por que uma nota fiscal "autorizada" não garante mais a regularidade legal e pode gerar passivos retroativos para o varejista .Também analisamos como a conveniência destronou o preço: em formatos de autosserviço, 70% das compras acontecem fora do horário comercial, com ticket médio 18% maior, provando que o consumidor paga mais para ter sua necessidade resolvida rápido .Entre os destaques:⚠️ Risco Fiscal: Por que confiar apenas na validação da SEFAZ em 2026 pode ser uma "bomba-relógio" tributária .
Você está preparado para as novas responsabilidades que vão muito além do código? Neste episódio especial de tendências, Samuel Paiva, d'Os Agilistas, se junta aos nossos hosts para refletir sobre as transformações no papel dos desenvolvedores. Eles abordam desde a 'bolha da IA' até como os times de desenvolvimento estão sendo redefinidos, além de práticas de segurança que todo dev precisa dominar. Dê o play e ouça agora! Assuntos abordados: Bolha da IA e tendências Gartner; Alteração nos times de desenvolvimento; Novo papel dos desenvolvedores júnior; Modelos de linguagem e multiagentes; DevSecOps e segurança em software; Geopatriação de dados; Impacto geopolítico em hospedagem; Uso responsável da IA; Evolução dos agentes de software. Links importantes: Vagas disponíveis Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: entrechaves@dtidigital.com.br O Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
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Quando você entende isso, tudo muda. O dia continua com 24 horas, mas você passa a usar cada minuto com intenção. Em vez de esperar sobrar tempo, você cria espaço para o que realmente importa. A aprovação chega para quem escolhe colocar o sonho no topo da lista — todos os dias.Segue a gente e ativa o sininho pra não perder nenhum conteúdo sobre o mundo dos concursos.Apresentado pelo professor Júlio Raizer, formado em História e Especialista em Neuropsicopedagogia.
A ministra Gleisi Hoffmann lidera missão à Rio Bonito do Iguaçu, cidade mais atingida. Prioridade é resgate, auxílio humanitário e reconstrução. O Ministério da Saúde enviou equipes da Força Nacional do SUS para apoiar a reorganização da rede assistencial.Sonoras:
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Aprofunde sua devoção a Deus em fiel.in/devocionalA primeira prioridade da oraçãoPortanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome. (Mateus 6.9)Na oração do Senhor, Jesus ensina que a primeira prioridade na oração é pedir que o nome do nosso Pai celestial seja santificado.Observe que essa é uma petição ou um pedido. Não é uma declaração (como eu pensei por anos). É uma súplica a Deus para que ele faça com que o seu próprio nome seja santificado.É como o texto de Mateus 9.38, onde Jesus nos diz para orarmos ao Senhor da seara para que mande trabalhadores para sua própria seara. Nunca deixa de me maravilhar que nós, os trabalhadores, sejamos instruídos a pedir ao dono do campo, que o conhece melhor do que nós, para que acrescente mais trabalhadores ao campo.Mas não é o mesmo que temos aqui na oração do Senhor — Jesus nos dizendo para pedirmos a Deus, que é infinitamente zeloso pela honra do seu próprio nome, que o seu nome seja santificado?Talvez possa nos surpreender, mas é a mesma coisa. E isso nos ensina duas lições.1. Uma é que a oração não move Deus a realizar coisas que ele não é inclinado a fazer. Ele tem toda a intenção de fazer com que seu nome seja santificado. Nada é mais elevado na lista de prioridades de Deus.2. A outra é que a oração é o modo de Deus de alinhar as nossas prioridades com as dele. Deus deseja fazer grandes coisas em consequência das nossas orações, quando as nossas orações são a consequência dos seus grandes propósitos.Alinhe o seu coração com o zelo de Deus de santificar o seu nome, e você orará com grande sucesso. Que a sua primeira e determinante oração seja pela santificação do nome de Deus, e as suas orações se unirão ao poder do zelo de Deus.--Devocional Alegria Inabalável, por John Piper | Editora Fiel.Conteúdo oferecido em parceria entre Desiring God e Ministério Fiel.
Pauta:1) VENEZUELA OU RÚSSIA: QUAL SERÁ A PRIORIDADE DE TRUMP?2) PAZ NO ORIENTE MÉDIO É SÓ MAIS UMA PAUSA3) ESTAMOS DE OLHO4) BOA NOTÍCIA
Todo relacionamento, seja em que nível for, envolve interesse??? Você vai aprender bastante com este Debate 93!!!
A MP 1303 caducou e isso é uma derrota importante para o governo na sua cruzada por mais arrecadação. Neste vídeo explico por que a MP caiu, o que ela mudaria e o que volta a valer agora. Com eleições chegando, a guerra do fiscal continua e novos aumentos de imposto devem voltar à pauta.
Prioridade às vítimas do Elevador da Glória que afinal depende de serem as vitimas a contactar, aviões que são caças, mas que o primeiro-ministro diz que não são armas ….. estamos a falar de quê: meias verdades, eufemismos, mentiras? As queixas das vítimas do Elevador da Glória, as justificações sobre a passagem pela Base das Lajes de aviões F-35 em direção a Israel e a falta de sintonia dentro do Governo sobre a flotilha onde navegou Mariana Mortágua são os assuntos dos últimos dias que motivam o debate na Comissão Política sobre a verdade e a mentira na política. A edição desta semana conta com os comissários residentes, David Dinis e Vitor Matos, e com a coordenadora de Política do Expresso, Liliana Valente. A sonoplastia é de João Luís Amorim e a ilustração esteve a cargo de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Link promocional para audiência do Narrativas. Beway Idiomas: https://mkt.bewayidiomas.com.br/?a=16517723 Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Narrativas https://bit.ly/narrativasoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
As promessas de devolução das propinas foram feitas, mas só agora serão descongeladas. Ao mesmo tempo haverá mais dinheiro para a ação social escolar. Mas será este objetivo possível?See omnystudio.com/listener for privacy information.
As propinas no ensino superior vão ser descongeladas a partir do próximo ano ao mesmo tempo que haverá mais dinheiro para a ação social escolar. Qual a melhor forma de recuperar o elevador social?See omnystudio.com/listener for privacy information.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: LUCAS 10:38-42 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 68–69; ROMANOS 8:1-21 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Em 2009, uma equipe de pesquisadores estudou mais de 200 alunos num experimento que incluía a troca entre tarefas e exercícios de memória. Descobriram que os estudantes que se viam como bons em fazer várias tarefas ao mesmo tempo se saíram pior do que quem preferia realizar uma de cada vez. Fazer múltiplas atividades ao mesmo tempo também tornou mais difícil que os alunos focassem seus pensamentos e filtrassem as informações irrelevantes. Manter o foco com a mente distraída pode ser desafiador. Quando Jesus visitou a casa de Maria e Marta, esta ocupada distraiu-se “com seus muitos afazeres” (LUCAS 10:40). Sua irmã Maria escolheu sentar-se e ouvir o ensino de Jesus, recebendo a sabedoria e a paz que nunca lhe seriam tiradas (vv.39-42). Quando Marta pediu a Jesus que encorajasse Maria a ajudá-la, Ele respondeu: “Marta, você se preocupa e se inquieta com todos esses detalhes. Apenas uma coisa é necessária” (vv.41-42). Deus deseja a nossa atenção. Às vezes, como Marta, distraímo- -nos com tarefas e problemas. Negligenciamos a presença de Deus, embora apenas Ele possa conceder a sabedoria e a esperança que precisamos. Ao priorizarmos o tempo que passamos com o Senhor por meio da oração e meditação nas Escrituras, Ele nos dá a orientação e a força para enfrentarmos os desafios que surgem adiante. Por: KIMYA LODER
Armindo Monteiro, presidente da CIP, sublinha a falta de trabalhadores e considera que concentrar atenções no capítulo dos despedimentos é "pouco inteligente".See omnystudio.com/listener for privacy information.
PAUTA:1) BRICS+ NÃO DEVE SER A NOSSA PRIORIDADE2) HAMAS, HOUTHIS E HEZBOLLAH: ISRAEL SEGUE EM COMBATE3) ESTAMOS DE OLHO4) BOA NOTÍCIA
Muitas informações vazadas de Grand Theft Auto 6 — desde as habilidades individuais de Jason e Lucia até o retorno das academias para moldar os protagonistas, centenas de lojas e as 6 estrelas. Caos confirmado em Vice City? Temos também a Sony, já com um volume menor de jogos para PS5 e se preparando para dar prioridade total para o PlayStation 6.Vem saber de tudo o que tá rolando no Flow Games News de hoje
O que temos feito por nós? Pela nossa evolução espiritual? E pelo que é verdadeiramente prioridade? Um episódio que visa nos fazer refletir sobre o ritmo de vida que vivemos no automático e o quanto deixamos de lado o que é essencial.Inscreva-se em nosso canal
O deputado Zeca Dirceu (PT-PR) defende a educação como prioridade do governo Lula, destaca o novo Plano Nacional de Educação e critica propostas da extrema direita. Ele também relata mais de R$ 1 bilhão em investimentos na educação do Paraná.Sonora:
Quando priorizamos algo, damos inteira atenção para aquilo. Se não priorizarmos a Deus, Ele acabará sendo equivalente ao trabalho, aos estudos, à família, às festas, aos encontros sociais na nossa vida. Se não limitarmos a carne e priorizarmos o Espírito, acabaremos por valorizar o mundo. Tal prioridade só será completa se aplicarmos a disciplina em nossa vida.
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Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), recebeu nesta terça-feira, 8, a PEC da Segurança Pública, entregue aos líderes da Casa pelos ministros Ricardo Lewandowski, da Justiça e Segurança Pública, e Gleisi Hoffmann, das Relações Institucionais.O parlamentar prometeu dar “total prioridade” ao projeto.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Chegou o plano para quem é Antagonista de carteirinha. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30. Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: meio-dia ( https://bit.ly/promo-2anos-papo) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual. Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. Promoção limitada às primeiras 500 assinaturas.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 06, o colunista Carlos Andreazza comenta a situação econômica do governo Lula e seu plano político para 2026. A equipe econômica do governo Lula da Silva elencou sua lista de prioridades para os próximos dois anos. A exemplo do pacote fiscal, que gerou tanta expectativa quanto frustração, a ponto de ser chamado de “pacotinho”, a agenda econômica também já pode ser tratada no diminutivo. São, ao todo, 25 propostas, o que já demonstra uma perigosa combinação entre incoerência e otimismo. Afinal, quem tem 25 prioridades não tem nenhuma, sobretudo quando 15 delas dependem da aprovação de um Congresso com o qual o governo precisa negociar cada projeto individualmente. A lista é encabeçada pelo fortalecimento do arcabouço fiscal de forma a garantir, ao mesmo tempo, a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), desemprego e inflação baixos e estabilidade da dívida. Em primeiro lugar, é bastante simbólico que o fortalecimento do arcabouço não passe, nem superficialmente, por medidas de corte de gastos. Leia a coluna completa: https://www.estadao.com.br/opiniao/depois-do-pacotinho-a-agendinha/ Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.