POPULARITY
En el espacio "¿Y tú en qué trabajas?", Rubén Juan Serna visita la Pescadería Hermanos García en Los Narejos, un negocio familiar con 44 años de trayectoria. Fundado por los suegros de Julia Pérez, quien actualmente regenta el establecimiento, junto a su marido Fabián. Julia Pérez explica la dinámica de su negocio familiar, destacando que durante la temporada estival se enfocan en productos frescos, como sardinas y doradas del Mar Menor. Además, resalta las ventajas del comercio tradicional frente a las grandes superficies, haciendo hincapié en el trato cercano y la calidad superior del pescado de costa. También, aborda otros temas de interés, como la ausencia de parásitos en el género local y los desafíos económicos actuales, debido al encarecimiento del producto. Finalmente, Julia comparte una visión íntima sobre la dedicación necesaria para mantener un oficio con más de cuatro décadas de historia.
O que faz uma empresa permanecer relevante por mais de 35 anos, atravessando mudanças de comportamento, crises econômicas, transformações tecnológicas e diferentes gerações de consumidores? Neste episódio do Café Empreendedor, recebemos Juliana Medeiros, empresária à frente do Circulu's Lanches, para uma conversa sobre empreendedorismo, legado, gestão e construção de marca. Fundado em 1991, em um trailer ao lado da UCPEL, o Circulu's se transformou em muito mais do que uma lancheria. Tornou-se um ponto de encontro, uma referência gastronômica e uma marca que faz parte da memória afetiva de milhares de pelotenses. Em 2026, ao completar 35 anos de história, recebeu um reconhecimento que poucas empresas alcançam: foi declarado Patrimônio Histórico, Cultural e Imaterial do Município de Pelotas. Mas por trás desse reconhecimento existe uma trajetória empreendedora construída diariamente. Falamos sobre sucessão, adaptação ao mercado, relacionamento com clientes, manutenção da relevância da marca e os desafios de conduzir um negócio que se tornou parte da identidade de uma cidade. Este episódio é uma aula sobre longevidade empresarial. Poucas empresas chegam aos 35 anos. E menos ainda conseguem continuar crescendo, inovando e mantendo uma conexão genuína com seus clientes.
O colectivo de rappers guineenses ‘Fartudibos' acaba de lançar em Junho o seu primeiro álbum intitulado ‘Sissoco Na Kai ‘. Como os nomes do colectivo e do próprio disco indicam, trata-se aqui de usar o vector da música para abanar as consciências e dar uma visão da situação política da Guiné-Bissau. Fundado em 2023, o colectivo ‘Fartudibos' que reivindica a ausência de qualquer elo com partidos políticos, junta músicos e rappers dispersos por diferentes partes, nomeadamente a França, a Alemanha, o Brasil e Portugal. A RFI falou com dois dos sete membros do colectivo : Jada Imperatriz que vive e trabalha em Portugal, assim como Slim Drácula que mora em Curitiba no Brasil, país para onde foi há quase nove anos. Ao evocar a génese do grupo, este último recorda que o projecto surgiu "num período em que o regime autoritário sangrento buscava calar a todas e todos para encobrir os seus actos criminosos". "Todos nos sentimos convidados, de certa forma, a uma reflexão", conta o artista referindo-se às circunstâncias em que foi convidado a integrar o colectivo. "Como guineense comprometido com a causa social, tornou-se muito preocupante ver o rumo desastroso que a Guiné-Bissau vem tomando desde a época que estava na Guiné-Bissau. (…) Não podia ficar indiferente vendo tudo aquilo acontecendo. Ainda que estou num espaço e tenho uma ferramenta onde eu posso dar a voz para o meu povo, afirmando o meu descontentamento com tudo o que está a acontecer. Por isso, quando recebi esse convite eu me identifiquei logo e aceitei a proposta e seguimos em frente", diz o rapper que revela ter sempre vivido no universo da arte. A morar em Portugal desde 2017, Jada Imperatriz, única mulher do colectivo, trabalha na área da administração em Lisboa. Apesar da distância, continua atenta à vida do seu país. Ao descrever-se como "cidadã consciente", ela refere ter "sempre sentido a necessidade de abordar as coisas que se passavam no país". "No meu ‘stories' escrevia coisas, às vezes fazia ‘freestyle' e punha nas minhas redes sociais. Depois, fui abordada por um colega a perguntar se eu tinha interesse e uma vez que eles compartilhavam a mesma vontade de estar à frente e ser a voz de alguma forma das pessoas que estão no momento, porque nós, como não estamos aí, é diferente a forma como nos atinge, mas não deixam de ser os nossos. Então eu acho que seria um pouco mau da nossa parte tapar os olhos e fingir simplesmente que não se passa nada. Então senti a necessidade de entrar lá e dar o meu contributo da maneira que eu consigo, que é fazendo a arte", diz a rapper. A consciência no exílio Em quase uma década fora do seu país, Jada Imperatriz não voltou a estar na Guiné-Bissau, por considerar que "ainda não é o momento oportuno". Também para Slim Drácula, ainda não chegou a altura de ir novamente ao encontro das suas raízes, mesmo no caso de ter a possibilidade material para tal. "Não sinto que seja muito diferente das pessoas que estavam fora da Guiné-Bissau e foram para lá. Tenho muitos colegas que estavam fora. Foram para lá. Foram perseguidos, raptados, espancados. (…) Por isso prefiro esperar mais um tempo para ver o que é que acontece, se realmente todas as nossas denúncias ao sistema vão construir um caminho menos perigoso para a gente andar para as próximas lutas que a gente tem", justifica. Por estarem dispersos geograficamente, os membros do grupo, não se conhecem todos fisicamente. Isto não os impede de trocar ideias e trabalhar juntos à distância. "Todas as reuniões são feitas online, num espaço de concertação que criámos no WhatsApp. Ali acontece. Todas as reuniões, todas as decisões são tomadas ali, em conjunto. Quanto à produção, nós decidimos não aceitar apoio de nenhuma pessoa claramente alinhada a algum partido político. E todas as músicas foram gravadas com custos próprios. Temos um produtor que faz mixagem e masterização e também faz instrumental, que no caso é o Marlon C. Temos dois editores de vídeos e temos um responsável pelo design. Hoje, com essa tecnologia que a gente tem, ficou muito mais fácil. Mesmo estando em situações geográficas diferentes, a pessoa pode gravar aqui e enviar para o produtor e depois de receber todas as vozes, ele compila tudo numa única música", explica Slim Drácula que, para além de rapper é também um dos editores dos vídeos do grupo. Um álbum marcadamente crítico Após divulgar gradualmente algumas músicas ao longo destes últimos meses, o colectivo lançou o seu álbum na internet no passado mês de Junho. São 17 faixas em que denunciam a situação política do seu país, a corrupção, a pobreza, a violência política, os raptos, espancamentos e assassínios destes últimos anos. Dado o teor fortemente crítico do disco, Jada Imperatriz considera que o seu impacto é abafado pelo medo que o público sente. "A impressão que tenho é que as pessoas ouvem. As pessoas ouvem, tem uns que comentam, mas lá está, existe aquela coisa do medo, do medo de partilhar, do medo do ouvir em público. Aqui (em Portugal) não. Mas na Guiné-Bissau, por exemplo, tem familiares e amigos que dizem ouvir a vossa música. ‘Interessante, mas eu não posso partilhar ou eu não posso ouvir em público.' Ou ‘Tu não podes voltar para o país por teres cantado isto'. Então existe sempre um bocadinho de receio nas pessoas partilharem o álbum ou partilharem as nossas músicas", descreve a artista. Esta análise é partilhada por Slim Drácula. "Por ser um um trabalho de denúncia para um país onde a liberdade de expressão é negada, nós recebemos feedback mais direto das pessoas que nos conhecem. Alguns vêm dizendo ‘Por favor, afasta-te disso. Tu és um jovem, um jovem talentoso. Tem muitas coisas para fazer, então não vale a pena denunciar esse sistema'. E tem alguns que ouvem, aplaudem dizendo ‘Sim, senhor, vale a pena'. E entre todo esse universo também do feedback que nós recebemos e ainda estamos a receber, em termos de consumo e de partilha do trabalho, entendemos que muitas pessoas ainda têm receio de partilhar ou consumir em público, sobretudo pelo conteúdo que o álbum tem", considera. Enquanto Slim Drácula admite ter recebido pressões indirectas no sentido de não expressar a sua opinião publicamente, Jada Imperatriz refere ter optado por bloquear as mensagens nas redes sociais. Uma esperança adiada Questionada sobre a situação vigente desde a desestabilização militar do final do ano passado, com a instalação de um governo de transição, as detenções de vozes de oposição, a perspectiva de presidenciais em Dezembro, assim como um possível referendo sobre a Constituição da Guiné-Bissau, Jada Imperatriz mostra-se pouco optimista. "Eu acho que estamos a sair do mau para o pior, porque o Sissoco não está lá fisicamente, mas ele está na mesma. Porque o comando militar que assumiu esta farsa do golpe, isto tudo é uma coisa planeada. Então está a piorar. O comando militar está a fazer o que bem entende. As pessoas não conseguem falar e isto de mexerem com a Constituição é um absurdo", lamenta a artista para quem a comunidade internacional pouco fez para ajudar a Guiné-Bissau. "A impressão que tenho é que embora a CEDEAO já tenha lá ido e tenha havido intervenções também de Portugal, eu sinto que estamos sozinhos e este problema é nosso e nós é que temos que resolver", comenta. O activismo através da arte, um salto no escuro Sobre a experiência do activismo através da música, Jada Imperatriz reconhece estar assustada. "Sou mãe de dois meninos pequeninos e tenho sempre os familiares a dizer que ‘não estou a fazer bem. Estou a pôr em risco a minha família, Estou a arriscar-me imenso. Isto nunca vai mudar. Não há nada a ser feito. Isto sempre foi assim'. Mas eu acredito o contrário. Então eu sinto quando faço alguma coisa, embora sinta medo, mas faço na mesma, porque eu não quero sentir que estou a trair a minha nação. Não quero sentir que estou a aplaudir com o meu silêncio o opressor. Porque eu acho que é mais insatisfatório para mim sentir isso do que sentir medo. Então esta experiência está a ser boa. Estou a compartilhar com pessoas que acreditam no mesmo que eu", conclui. Slim Drácula também não vive essa experiência de forma serena. Todavia, para ele, o importante é fazer passar mensagens. "Para mim, está sendo uma experiência muito dolorosa. A Guiné-Bissau faz mais de meio século de independência e em todo esse tempo vivenciamos muitas situações em que o povo pedia o básico. O governo prometia. Não cumpria. Não fazia praticamente nada. Nem as justificativas eram convincentes. E o povo vive mal o tempo todo. Então, ser um activista usando a música, para mim dói muito. De sentar, pegar na folha e caneta, escrever sobre uma coisa básica e, sobretudo, ver que aquela situação poderia ser resolvida, sobretudo se o ministro decidir não comprar carros para ir agradar os deputados na Assembleia, ao escrever sobre esse tipo de situação, dá uma raiva e essa raiva cansa e dá uma tristeza enorme. Essa tristeza cansa. Por isso que eu falo que é uma experiência muito horrível. Agora me alegra também que a minha mensagem chegue ao meu povo. E não sou mais um que ficou preso numa caixinha, comportando e agindo de acordo com o que é que o sistema espera de nós", remata Slim Drácula. Podem ouvir o álbum de Fartudibos aqui : https://www.youtube.com/watch?v=ZQrtmhx9aKU&list=PLcp-0zXmNItxrDtlHmfQztBaqMTILbg4B&index=1
Os planos de Israel para destruir o Líbano | Stefani Costa | Programa 20 Minutos
Como a especulação imobiliária destrói as cidades | Filipe Boni | Programa 20 Minutos
Laerte Coutinho em entrevista a Breno Altman | Programa 20 Minutos
Tudo que você precisa saber sobre a eleição na Colômbia | Rodrigo Vianna | Programa 20 MinutosNeste episódio do Programa 20 Minutos com Rodrigo Vianna, vamos mergulhar na turbulenta reta final da campanha colombiana. A primeira volta realizada no domingo passado terminou com a vitória surpreendente do ultradireitista Abelardo de la Espriella (43,74%), um "outsider" admirador de Trump e Bukele, que promete "mão de ferro" contra o crime organizado, deixando o esquerdista Iván Cepeda (40,90%) na segunda posição e forçando um segundo turno brutal para 21 de junho . O atual presidente Gustavo Petro, aliado de Cepeda, acionou o alerta vermelho ao recusar o reconhecimento do resultado, denunciando um suposto "fraude" massivo no software de contagem e no censo eleitoral, com diferenças de mais de 800 mil cédulas . No entanto, a Missão da União Europeia e observadores internacionais rejeitaram veementemente as alegações de manipulação, atestando a lisura e transparência do pleito. Rodrigo Vianna destrincha os números, as alianças de Paloma Valencia que podem dar a vitória à direita, e o que está em jogo para a América Latina neste que pode ser o fim do ciclo progressista no país .#EleiçõesColombia #Petro #RodrigoVianna #PolíticaInternacional #Programa20Minutos
O que está por trás das novas ameaças de Trump ao Brasil? | Deborah Magagna | Programa 20 MinutosA escalada da tensão entre Washington e Brasília atingiu um novo patamar com a proposta dos Estados Unidos de impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, mas o verdadeiro campo de batalha parece ser a soberania financeira nacional . Neste episódio do "Programa 20 Minutos", a convidada Deborah Magagna mergulha nas camadas ocultas por trás das recentes provocações de Donald Trump. Enquanto o governo Lula classifica a movimentação como sabotagem eleitoral patrocinada pela oposição, uma investigação do USTR mira o PIX como prática comercial abusiva, levantando o alerta máximo: os EUA estão declarando guerra ao sistema de pagamentos instantâneos que se tornou símbolo da autonomia brasileira? A análise vai além das manchetes para revelar como a visita relâmpago de Flávio Bolsonaro a Washington e a subsequente decisão de taxar o agro brasileiro podem ter sido orquestradas para interferir diretamente no pleito de outubro, oferecendo a Lula um trunfo nacionalista inesperado em ano eleitoral .#Geopolítica #BrasilEUA #PIX #Eleições2026 #SoberaniaNacional
El Centro Cultural Letras Públicas participó en una nueva edición de La Furia del Libro de Invierno 2026 con dos actividades abiertas al público que buscaron acercar la escritura epistolar, la literatura creada en contextos de encierro y las experiencias de reinserción social a las y los asistentes. Las actividades se realizaron el pasado viernes 29 de mayo en el Espacio Lector del Centro Cultural Estación Mapocho, en el marco de la feria desarrollada entre el 28 y el 31 de mayo. La jornada comenzó con el taller “Se escriben cartas”, instancia que se extendió entre las 17:00 y las 19:00 horas y que marcó el regreso a la feria de las escritoras Marcela Mardones y Gricelda Lavín. Durante el encuentro, acompañaron al público en la escritura de misivas y compartieron sus experiencias epistolares vinculadas a la cárcel y a los procesos de reinserción, en un espacio que contó con materiales disponibles y un buzón para depositar las cartas. En ese contexto, también se promovió el concurso Cartas al Encuentro, iniciativa desarrollada junto a Errante y Arte Comunitario, que invitó a personas en libertad a escribir a quienes se encuentran privados de libertad. Destacó especialmente la participación de Gricelda Lavín, quien comenzó a escribir cartas desde la prisión y hoy, ya en libertad, forma parte del equipo de Letras Públicas, reflejando el espíritu del proyecto: tender puentes entre el adentro y el afuera a través de la palabra. Posteriormente, a las 19:00 horas, se realizó el lanzamiento de Fábrica de Letras IV, el cuarto número de la revista escrita y leída en cárceles de la Región de Valparaíso y la Región Metropolitana. La publicación buscó visibilizar la literatura creada en contextos de encierro, abordando temas como la cultura popular, el género epistolar y la narración testimonial desde un lenguaje cercano y accesible. La presentación contó con la participación de Khristian Briones, director de Fundación Dimas, y de la escritora Marcela Mardones, ambos ex privados de libertad, en una conversación moderada por Paulina Vergara. Durante la actividad, además, se entregaron ejemplares gratuitos a quienes asistieron. Este nuevo número incorporó un diseño renovado, con colores fluor y nuevas secciones desarrolladas por un equipo de periodistas bajo la dirección editorial de Vergara. Entre sus contenidos destacó una entrevista a El Rumpy sobre sexualidad y afectos en contextos de encierro, junto a secciones como “Filosofía para todas y todos”, “¿Podrían ser amigas?” —que cruza referentes como Gabriela Mistral y Mon Laferte— y “Talento oculto”, dedicada a historias de reinserción y habilidades descubiertas tras las rejas. En conversación con Ritoque FM, Paulina Vergara profundizó en el sentido del proyecto y en la importancia de abrir estos espacios a la comunidad. “Es relevante realizar actividades en libertad para dar a conocer el trabajo que hacemos adentro. Es una manera de conectar el adentro con el afuera y ser un puente de cartas y palabras”, señaló, destacando además el rol de la literatura en los procesos de reinserción social. Escucha aquí la entrevista completa en nuestro podcast: [AGREGAR LINK] La participación en la feria coincidió además con una nueva etapa de crecimiento del Proyecto Cartas Valparaíso, que amplió su alcance incorporando a hombres privados de libertad y aumentando su número de participantes. A lo largo de los años, la iniciativa ha generado experiencias significativas de reencuentro familiar y reconstrucción de vínculos, como el caso de Filomena, quien logró retomar contacto con su hijo tras dos décadas gracias a una carta escrita en prisión. Fundado en 2019, Letras Públicas ha desarrollado talleres y proyectos de escritura epistolar en cárceles de Chile y México, promoviendo la lectura, la escritura y la comunicación entre personas privadas de libertad y la sociedad civil. Su presencia en La Furia del Libro reafirmó la importancia de integrar estas voces en el ecosistema cultural y literario. Desde Ritoque FM, valoramos y difundimos este tipo de iniciativas que, a través de la cultura, contribuyen a construir puentes, abrir diálogos y ampliar las miradas sobre la creación y la sociedad.
O mundo gira entre a guerra e o futebol | Jamil Chade | Programa 20 Minutos
A verdade sobre a popularidade do governo Lula III | Marina Lacerda | Programa 20 Minutos
Sionismo é o nazismo do século XXI? | Norman Finkelstein | Programa 20 Minutos
O que não te contaram sobre educação em Cuba | Maria Valéria Rezende | Programa 20 Minutos
Duda Salabert em entrevista a Breno Altman - Programa 20 Minutos
Como atuar em um parlamento dominado pela direita? | Glauber Braga | Programa 20 Minutos
Até quando Trump dará as cartas nos Estados Unidos? | Heloísa Villela | Programa 20 MinutosCom o cenário político dos Estados Unidos se aproximando das eleições de meio de mandato em novembro de 2026, a pergunta que ecoa nos corredores de Washington e nas mesas de análise política ao redor do mundo é: "Até quando Trump dará as cartas?". Dados recentes mostram um cenário contraditório: enquanto o presidente Donald Trump consolida um poder absoluto sobre o Partido Republicano — eliminando adversários históricos como o senador Bill Cassidy e o congressista Thomas Massie em primárias sangrentas — sua popularidade geral desaba. Pesquisas indicam que sua aprovação flutuou perto ou abaixo dos 40%, com o eleitorado desaprovando duramente sua condução da economia e da guerra no Irã . Essa desconexão entre a força de Trump dentro da máquina partidária e a rejeição nas urnas pode ser uma armadilha para o GOP. A grande questão é se a "máquina de vingança" de Trump e sua estratégia de mobilizar a base com narrativas de integridade eleitoral serão suficientes para conter o descontentamento popular com a inflação e os custos de vida, ou se os democratas surfarão uma "onda azul" em novembro . Heloísa Villela, com sua vasta experiência internacional, vai destrinchar esse tabuleiro complexo onde o poder real do presidente parece não se traduzir mais em popularidade.#Trump2026 #Midterms #PolíticaEUA #HeloisaVillela #EleiçõesAmericanas
Nós precisamos ser mais produtivos? | Mariane Santana | Programa 20 MinutosEm meio à correria do dia a dia e à glorificação do estoicismo laboral, a pergunta que não quer calar ecoa: nós realmente precisamos ser mais produtivos? No programa 20 Minutos de hoje, recebemos a educadora e pesquisadora Mariane Santana, autora do recém-lançado livro “Quem dá conta de tudo não dá conta de si mesmo” . Em uma conversa profunda, Mariane desconstrói a armadilha da “cultura da produtividade tóxica” — aquela que nos convence de que nosso valor pessoal está atrelado à quantidade de tarefas que riscamos de um checklist . Longe de defender o ócio irresponsável, a autora nos apresenta o conceito de antiprodutivismo: uma ferramenta política e filosófica para recusar a vida que vive para produzir e resgatar o tempo como experiência de vida, não apenas como capital . Discutimos como a exaustão coletiva se tornou um símbolo de status e por que colocar limites na lógica do trabalho é, na verdade, um ato revolucionário e urgente para a saúde mental e para a construção de uma existência mais significativa. Mariane nos desafia a perceber que, se a produtividade não está a serviço da vida, talvez estejamos apenas alimentando a nossa própria exploração .#PrecisamosFalarSobreIsso #AntiProdutivismo #MarianeSantana #SaúdeMental #CulturaDoCansaço
Marina Silva em entrevista a Breno Altman | Programa 20 Minutos
Um balanço da reforma agrária no governo Lula | Paulo Teixeira | Programa 20 Minutos
Venezuela: da eleição de Chávez ao sequestro de Maduro | Janaína Figueiredo | Programa 20 Minutos
ENTREVISTA EXCLUSIVA DE EVO MORALES PARA BRENO ALTMAN | Programa 20 Minutos
As grandes ameaças que rondam o mundo | Miguel Nicolelis | Programa 20 Minutos00:00:00 - Introdução00:01:40 - Seleção brasileira00:03:00 - Vivemos o período mais ameaçador do último século00:06:45 - Ciência e tecnologia não são a mesa coisa00:09:05 - Os perigos de tecnologia sem ética00:12:22 - Nicolelis é ludista?00:13:42 - A luta contra data-centers00:18:45 - IA não dá lucro e não produz nada de útil00:21:12 - A IA cria um regime totalitário00:27:00 - O conheicmento matemático é limitado00:31:30 - O perigo das mudanças climáticas00:34:00 - O cérebro humano está adoecendo devido a inatividade física00:40:15 - Como o sistema imunológico humano lidou com o COVID00:45:03 - A ciência não está pronta para uma nova pandemia00:46:32 - A mente humana é o maior perigo contra o ser humano00:47:10 - Pedido de apoio00:48:12 - Lewis Mumford e a ditadura da tecnologia00:54:25 - A china utiliza a tecnologia com mais ética do que o ociente01:03:30 - Como Nicolelis entrou no plano quinquenal chinês01:05:33 - A ciência é respeitada na China01:12:07 - A universidade nos EUA está sendo assassinada pela IA01:13:40 - A IA destroi os emppregos e ameaça o futuro dos trabalhadores01:15:42 - A política brasileira de atração de data-centers é vergonhosa01:16:15 - Pedido de apoio01:18:12 - Mongólia01:19:50 - O embate entre religão e ciência01:25:00 - O referêncial do observador da mecânica quântica deve ser o cérebro01:26:13 - A extrema-direita não sabe nem o que é ciência, nem religião01:28:45 - O cérebro não funciona como um computador01:36:00 - A polêmica da Poliaminina01:36:45 - A vida humana não tem condições de se estabelecer em outros planetas01:40:01 - Existe vida fora da terra01:41:50 - Posadismo e a Libelu01:43:10 - A cosmologia cérebro-cêntrica e a origem de tudo01:47:55 - A decadência dos EUA01:51:25 - Qual o melhor país e época para ser cientista?01:51:55 - Perguntas do público01:55:25 - Jogo de Ping-Pong02:02:05 - Indicações culturais
El Coro de Habla Hispana del oeste de Sídney lleva más de una década reuniendo voces latinoamericanas bajo una misma misión: cantar juntos para sanar. Fundado en 2012 por STARTTS como herramienta terapéutica para refugiados, el grupo dirigido por Carmen Alicia Cordón ha demostrado beneficios reales en personas con dificultades de salud mental y hoy abre sus puertas a cualquier hispanohablante que quiera cantar en comunidad.Escucha SBS Spanish / Australia en español:Por radio o Internet 7 días a la semana de 1:00 a 2:pm (AEST)Escucha también por Apple Podcasts, Spotify y YoutubeExplora nuestra extensa colección de podcasts haciendo clic aquíEn redes: síguenos en Facebook e Instagram.
Como a Rússia fala para a América Latina | Michele de Mello | Programa 20 Minutos
A luta do Brasil para controlar e desenvolver as terras raras | Diógenes Breda | Programa 20 Minutos
Esquerda vai vencer na Colômbia? | Amanda Harumy | Programa 20 Minutos
Cíntia Chagas em entrevista a Breno Altman | Programa 20 Minutos
Como é ser um judeu antissionista em Israel? | Yoav Goldring | Programa 20 Minutos
Lula e o PT podem ganhar as eleições de 2026? | José Dirceu | Programa 20 Minutos00:00:00 Intro00:02:30 Popularidade do Lula00:09:30 Crescimento do Brasil00:18:40 Banco Central 00:22:00 Plano de desenvolvimento 00:25:00 Política Economica00:29:00 Intervalo 00:30:00 Congresso do PT/Programa de Governo00:39:00 Anti-sistema 00:42:00 Democracia Liberal e Projeto Nacional de Desenvolvimento00:50:00 Reformismo do PT00:53:00 Petro/Estratégia do PT01:10:00 Semi-Presidencialismo/Parlamentares01:14:00 Comercial01:16:00 Campanha Eleitoral01:23:00 Prioridades do Governo01:27:00 Terrabras 01:30:00 Reunião Lula e Trump01:33:00 Hegemonia/Relação com EUA01:36:00 Cuba 01:38:00 Perguntas01:53:00 Ping Pong02:00:00 Indicações
Como serão o trabalho e o emprego no futuro? | Ricardo Antunes | Programa 20 Minutos
Por que a guerra é o caminho inevitável do fascismo?| Vladmir Safatle | Programa 20 Minutos
Quem tem medo do caso Banco Master? | Leandro Demori | Programa 20 Minutos
Como o PSTU governaria o Brasil? | Hertz Dias | Programa 20 Minutos
Helder Maldonado, do Galãs Feios, conversa com Breno Altman | Programa 20 Minutos00:00:00 Intro00:02:30 Galãs Feios00:11:00 Livro00:15:00 Cordialidade00:22:00 Olavo de Carvalho00:27:00 Esquerda Fala pra si00:29:00 Bolsonarismo00:41:00 Polarização00:50:00 Inimigo Interno 01:02:00 Evangélicos 01:08:00 Agronegócio01:10:00 Sertanejo 01:15:00 Narco-agro-estado01:20:00 Grande Mídia 01:26:00 Próximas Eleições01:28:00 Perguntas 01:31:01 Ping-Pong
Fundado oficialmente en 2020, el grupo "Harina de otro costal" encarna otro notable ejemplo de interés por el folclore leonés y de compromiso con la cultural popular de nuestra región. En nuestra sección "De los pueblos a las playlists" recibimos a dos de sus integrantes, David Álvarez Cárcamo y Darío Álvarez Bouzas, para conocer de primera mano la actividad de su colectivo, su inminente presencia en el Festival Internacional de Indumentaria Tradicional de Zamora y su próximo concierto en San Pedro de Eslonza -23 de mayo- como parte de la primera edición del Festival de Música Tradicional "Ruta de los Monasterios".
Blanca Gómez de Agüero, directora de Ventas Iberia de J. Safra Sarasin, señala que el mercado de renta fija vuelve a captar el interés de los inversores en el actual contexto financiero. “Hay apetito por la renta fija”, afirma, aunque matiza que algunos segmentos empiezan a mostrar signos de saturación debido al estrechamiento de los diferenciales. En concreto, explica que tanto el investment grade como el high yield presentan valoraciones más ajustadas, lo que limita su potencial. Por ello, considera que la clave de la rentabilidad este año se encuentra en otro factor. “Pensamos que este año la fuente de rentabilidad principal de la renta fija va a ser a través del carry, que son cupones altos” asegura. En este escenario, Gómez de Agüero identifica oportunidades en nichos más específicos del mercado. Destaca especialmente la deuda subordinada de aseguradoras, un segmento que, según indica, ofrece un atractivo adicional por su complejidad. “Vemos interesante la parte de deuda subordinada de aseguradoras, principalmente por la prima por complejidad, ya que gracias a eso tienes un cupón muy alto del 5%, es decir, una TIR muy alta y siempre rating investment grade”, explica. Estas características convierten a este tipo de activos en una alternativa interesante para los inversores que buscan rentabilidad en un entorno donde los activos tradicionales de renta fija ofrecen márgenes más limitados. J. Safra Sarasin es un grupo bancario suizo especializado en banca privada y gestión de activos sostenibles, con sede en Basilea. Fundado en 1841, destaca por su enfoque pionero en inversión sostenible desde hace más de tres décadas y mantiene una sólida presencia internacional.
Envíanos tus comentarios por Fan Mail.A sugerencia de nuestra audiencia en Perú, Gaspar Marrero dedica este episodio a una agrupación de trayectoria breve pero significativa: el Conjunto Niágara. Fundado originalmente como septeto por el tresero Ángel Vilches en 1940, esta agrupación matizó la década dorada de los conjuntos cubanos con un estilo que muchos comparan con la escuela del Conjunto Kubavana.En este capítulo, recorremos sus giras por Panamá y México, el cambio de dirección con la entrada del pianista mexicano Álvaro Ruiz del Hoyo y su paso por el Hotel Nacional de Cuba, además de rendir tributo a figuras como Ricardo García Perdomo, Guillermo Portabales y el maestro Javier Vázquez.Banda Sonora del Episodio (Joyas Completas):Disfruta de tres interpretaciones íntegras que capturan la esencia bailable y romántica de la época:· "Corta y clava" – Conjunto Jóvenes del Cayo: Una vibrante guaracha de Javier Vázquez en la voz de Domingo Vargas, que ilustra el talento de uno de los orquestadores más importantes de Cuba.· "Comprensión" – Conjunto Niágara: Grabación del sello Panart de noviembre de 1948, el bolero cumbre de Cristóbal Dobal interpretado por las voces de Nelo Sosa y Alfredo León.· "Que no se acabe el bongó" – Conjunto Niágara: El cierre perfecto para este episodio. Una guaracha de Homero Jiménez grabada para la RCA Victor en julio de 1945, con las voces de Rubén González y el propio autor.Ilustraciones Sonoras y Momentos Clave:A lo largo del episodio, escucharemos fragmentos que marcan hitos en el calendario musical cubano:· El nacimiento del bolero Total de Ricardo García Perdomo, un éxito que tardó diez años en explotar.· La voz eterna de Guillermo Portabales en su clásico El carretero.· La transición del Niágara de sexteto a conjunto y la llegada del cantante Rubén González, quien luego partiría hacia Nueva York con Anselmo Sacasas.· Rarezas discográficas del sello Victor, incluyendo el pregón son Llegó Dieguito.Fuentes y Archivos:Este episodio se apoya en los registros fonográficos de los sellos RCA Victor y Panart, así como en las reediciones de Tumbao Cuban Classics.¿Conocías la historia del Conjunto Niágara?¡Queremos saber tu opinión! Haz clic en el enlace de abajo para enviarnos tus comentarios o sugerencias a través de nuestro Fan Mail.