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La escritora Noemí Sabugal se adentra cada lunes en el mar a través de la historia: naufragios, travesías, puertos, leyendas y vidas entregadas al agua. Hoy Noemí viene acompañada de María José Vales, mariscadora en Vilanova de Arousa y presidenta de la asociación Mulleres Salgadas, que agrupa a más de dos mil mujeres de sectores relacionados con el mar.
Esta noche el Faro de Verano lo dedicamos a 'Historias de pueblos'Laura Piñero charla con Juan Ansótegui, el hombre que compró el pueblo de Villalibado (Burgos) hace 20 años. La NASA le llamó hace meses para alquilarle el pueblo entero e instalar a un equipo de 30 personas encargadas de la retransmisión del eclipse a través de la web.En 'Tabla de mareas', Noemí Sabugal viene acompañada de María José Vales, mariscadora en Vilanova de Arousa y presidenta de la asociación Mulleres Salgadas, que agrupa a más de dos mil mujeres de sectores relacionados con el mar. En 'El Faro del fin del mundo' recibimos a Ángeles González Sinde, guionista, directora de cine, escritora y exministra de Cultura.Y al 'Feed del Faro' añadimos a Martina Lubian, conocida en redes como @martina_lubian. Martina se ha convertido en una referente en moda sostenible. Además de sus redes sociales, dirige el podcast 'Esto no es un haul' sobre emprendimiento responsable con el medio ambiente.
O Sport voltou a vencer na Série B. Fora de casa, no Estádio OBA, o Leão bateu o Vila Nova por 1 a 0, pela 21ª rodada, e encerrou uma sequência de nove jogos sem vitória na competição. O gol da partida foi marcado por Chrystian Barletta, em uma grande jogada individual ainda no primeiro […]
Compartim tertúlia avui amb la Paula Navarrete i la Núria Sales. La Paula ens arriba de la Festa Major de Vilanova, i sent una sana enveja de l'oferta d'oci que tenen els joves en diferents ambients per reunir-se i celebrar durant aquests dies, perquè, per altra banda, també el programa d'actes permet que tothom respiri més. En qualsevol cas, ni ella ni la Nuria canvien per a res del món la intensitat amb la qual en tot moment es viu la Festa Major a Sitges. Comencem per aquí i la tertúlia jove aterra al preocupant assumpte de l'ús del català entre els més joves, que no genera massa esperances de futur. L'entrada La T-Jove: de la Festa Major de Vilanova, a la (poquíssima) presència del català entre els més joves ha aparegut primer a Radio Maricel.
El 3 Rondes ha estat a les diades de Vila-rodona, Els Pallaresos, Vilanova i M
Informatiu Vilanova Informació del 31 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
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Francisca Sidoncha e Mariana PaixãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Era actualitat dera Val d'Aran en aran
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El "3 rondes" ha estat a les diades de Vilallonga del Camp, Salt, el Vendrell i les Santes de Matar
O primeiro turno da Série B chegou ao fim, e o 45 Minutos faz um raio-x completo da competição. Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam a briga pelo acesso, a liderança do Criciúma, a força do Operário-PR, a presença de Vila Nova, Juventude, Fortaleza e Novorizontino no G-6 e o cenário embolado logo abaixo da […]
Informatiu Vilanova Informació del 22 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
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Engineers are increasingly expected to work alongside AI, so how can leaders adapt to this reality and guide their teams with empathy? In this episode, Eva Ribes Vilanova, product manager at Keysight Technologies, shares practical strategies for leading teams in an AI-powered workplace with host Sam East. Eva shares the five questions every engineer should ask before introducing AI into a project and discusses why the leaders who succeed won't necessarily be the ones who adopt AI the fastest. Hear why change is emotional, how to maintain a healthy skepticism of AI outputs, and three habits to lead engineering teams with curiosity and confidence. — The Society of Women Engineers is a powerful, global force uniting nearly 45,000 members of all genders spanning 90+ countries. We are the world's largest advocate and catalyst for change for women in engineering and technology. To join and access all the exclusive benefits to elevate your professional journey, visit https://membership.swe.org
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A reeleição de Carlos Vila Nova à primeira volta, com 55,94%, representa mais do que a continuidade na Presidência de São Tomé e Príncipe. Para o analista Olívio Diogo, o resultado traduz uma derrota política de Patrício Trovoada, fragiliza a liderança do ADI e abre caminho para uma reconfiguração do panorama partidário, num contexto marcado pela elevada abstenção e pelo desafio de restaurar a confiança nas instituições. RFI: Que leitura faz desta vitória de Carlos Vila Nova e do significado político deste resultado? Olívio Diogo: É preciso dizer que a primeira coisa de que se fala, quando se comenta esta eleição presidencial, é dar um grande parabéns ao povo são-tomense. O povo são-tomense mostrou, mais uma vez, de forma inequívoca, que é uma população que, apesar das dificuldades que enfrenta, é muito pacífica na forma como encara os resultados eleitorais. Foi, como disse e como manifestou a comunidade internacional, uma eleição que decorreu de forma transparente, livre e completamente pacífica. Este é o primeiro aspecto que devemos retirar destes resultados eleitorais. Este resultado revela claramente que o Presidente Carlos Vila Nova não foi avaliado eleitoralmente pelo seu mandato. O que aconteceu foi, sim, uma manifestação clara contra o antigo primeiro-ministro Patrício Trovoada, que indicou Nito d'Abreu como o seu candidato. A população disse claramente não a esse candidato. Disse claramente não à atitude e à posição de Patrício Trovoada em relação ao partido e ao país, nomeadamente ao seu constante afastamento do país e ao discurso que tem vindo a fazer. A população aproveitou esta eleição para manifestar o seu descontentamento relativamente a essa situação. Esta é uma derrota para o antigo primeiro-ministro Patrício Trovoada? Exactamente. Esta é uma derrota clara e inequívoca para Patrício Trovoada. A população que foi às urnas foi dizer-lhe claramente que esta é uma derrota política para ele. Nito d'Abreu é um candidato que não é do ADI, mas sim um candidato pessoal de Patrício Trovoada. Foi ele quem o indicou, sem consultar o partido, sem ouvir os órgãos competentes e sem permitir que o partido pudesse avaliar essa candidatura. Foi uma aposta exclusivamente sua e essa aposta saiu derrotada. Consequentemente, esta foi também uma derrota clara para Patrício Trovoada nestas eleições. O apoio de Patrício Trovoada a Nito d'Abreu pesou na derrota do candidato da ADI, o partido sai politicamente fragilizado? O partido sai muito fragilizado destas eleições. E a actual direcção do partido sai completamente fragilizada. É preciso dizer que este resultado vem reforçar a posição de Américo Ramos, que tem vindo a desenvolver todas as acções necessárias para assumir a direcção do partido. Ele sai bastante reforçado. Com este resultado eleitoral, Américo Ramos passa a ter todas as condições para assumir a liderança do partido, porque não acredito que o ADI continue a aceitar uma governação feita a partir do exterior, como Patrício Trovoada tem feito até agora. Ele encontra-se fora do país e continua a dirigir o partido. Isto não pode continuar. O partido não tem sustentabilidade nestas condições. É assim que estas eleições ficam marcadas: Carlos Vila Nova conquista um novo mandato e, simultaneamente, o ADI, sob a liderança de Patrício Trovoada, sai mais fragilizado. Penso que chegou o momento de as pessoas dizerem claramente que o ADI precisa de uma nova direcção, de uma nova liderança, de uma nova perspectiva e de uma nova metodologia de trabalho para o futuro. Será que, até Setembro, às próximas eleições, o ADI tem tempo para repensar e até mesmo reestruturar o partido? Não, essa reestruturação já tem vindo a ser desencadeada. É preciso perceber uma coisa: o Patrício Trovoada continua a ser presidente do partido, mas não está no país. Ele não foi obrigado a sair nem pediu asilo político; saiu por sua livre vontade. Ainda assim, pretende continuar a conduzir o partido para as eleições a partir do exterior. Neste momento, o presidente do partido praticamente abandonou a sua presença no país, continuando, no entanto, a dirigir o ADI a partir de fora. Esta forma de governação do partido, que considero uma situação de ingovernabilidade, leva naturalmente a um reajuste da estrutura partidária e da própria liderança. É preciso dizer também que muitos militantes do ADI que apoiavam Patrício Trovoada sentiram-se lesados pelo facto de ele ter escolhido Nito d'Abreu, uma personalidade sem trajectória política relevante e sem experiência significativa na administração pública, para candidato à Presidência da República. Esse factor também contribuiu para que este resultado eleitoral se verificasse. É preciso também falar da questão da abstenção. Temos de ser muito claros relativamente a esse aspecto. Há dois ou três fatores que podem explicar a elevada abstenção nestas eleições; O primeiro tem naturalmente a ver com a imigração. Muitas pessoas que emigraram continuam inscritas nos cadernos eleitorais. Como sabe, esta foi a primeira eleição em que não houve um processo tradicional de inscrição eleitoral. A actualização foi feita automaticamente com base nos dados do registo civil. Assim, todos os cidadãos que já tinham completado 18 anos passaram automaticamente a integrar os cadernos eleitorais e a poder exercer o seu direito de voto. Este aspeto é importante porque muitas das pessoas emigradas ainda não actualizaram os seus dados, permanecendo inscritas, embora já não residam no país. Outro factor importante é o facto de muitas pessoas, neste momento, não se identificarem com os políticos do país. Cada vez mais se verifica um afastamento entre os cidadãos e a classe política. Isso ficou também evidente nestas eleições. As pessoas deixaram de acreditar na forma como os políticos actuam e encontraram na abstenção uma forma de manifestar esse descontentamento. Foi isso que também aconteceu. Esta reduzida afluência às urnas pode retirar força política à vitória de Carlos Vila Nova? Não creio que isso não lhe retire força política. Não lhe retira força política por uma razão muito simples: a partir do momento em que é eleito Presidente da República, passa a exercer todas as funções que a Constituição lhe atribui. Foi eleito Presidente da República e, independentemente da taxa de abstenção, exercerá plenamente essas funções. Portanto, a abstenção não lhe retira legitimidade nem força política. Contudo, deve levá-lo a reflectir sobre aquilo que foi a sua actuação durante os últimos cinco anos. A sua governação pode, efectivamente, ter contribuído para que uma parte significativa do eleitorado optasse pela abstenção. Que desafios mais urgentes esperam agora Carlos Vila Nova neste segundo mandato, tanto no plano interno como nas relações internacionais? O primeiro desafio que Carlos Vila Nova tem, no meu entender, é perceber rapidamente que a sua eleição aconteceu ontem. Todas as alianças políticas que fez com os outros partidos para efeitos da sua candidatura terminaram com o acto eleitoral. A partir do momento em que tomar posse, vai ser o Presidente de todos os são-tomenses. Todos os cidadãos devem ser tratados da mesma forma, independentemente da sua opção política. Esse é o primeiro grande desafio. O segundo desafio prende-se com as relações bilaterais do país. As nossas relações internacionais têm estado bastante fragilizadas ao longo dos últimos tempos, sobretudo com países como Angola, Portugal e outros parceiros estratégicos. É importante que Carlos Vila Nova encontre mecanismos para reforçar essas relações, porque, como sabemos, São Tomé e Príncipe é um país insular, sem ligações terrestres a qualquer outro Estado. Por isso, é fundamental fortalecer as relações bilaterais com os nossos parceiros internacionais, para que delas resultem benefícios concretos para o desenvolvimento do país e para a melhoria das condições de vida da população. Outro grande desafio para Carlos Vila Nova vai ser transmitir uma imagem de tranquilidade e de unidade nacional. Durante esta campanha eleitoral assistiu-se à divulgação de mensagens marcadas pelo ódio, pela raiva e até por intenções de vingança. Tudo isso deve agora ser ultrapassado. Somos todos são-tomenses e aquilo que todos desejamos é que o nosso país continue a melhorar, para que todos possam viver felizes nesta terra, que é um verdadeiro paraíso. Falava da campanha, marcada por crispação política, por boicotes e também por desinformação. Que sinais considera importantes observar nos próximos dias para avaliar a estabilidade política e institucional de São Tomé e Príncipe? É verdade que houve boicotes e, como referi, esses boicotes podem estar relacionados com os níveis de abstenção. Trata-se de manifestações de descontentamento por parte da população, que não devem ser ignoradas. O Presidente da República terá de encontrar um espaço de diálogo apropriado para transmitir uma mensagem clara aos cidadãos, restaurando a confiança nas instituições políticas, nos partidos e na própria Presidência da República. Esse será também um passo importante para reforçar a estabilidade política e institucional do país. Esta eleição pode representar o fim de um ciclo político e dar início a uma nova configuração do poder em São Tomé e Príncipe? Sim, naturalmente. Aquilo que aconteceu nestas eleições aponta para uma nova configuração do mosaico político e eleitoral em São Tomé e Príncipe. Neste momento, temos o MCI, partido liderado por Delfim Neves, que, na minha perspectiva, saiu politicamente reforçado. O candidato apoiado por este partido obteve um desempenho superior ao que muitos esperavam. É importante recordar que a candidatura de Carlos Vila Nova contou com o apoio de várias forças políticas e que, no próprio ADI, muitos dirigentes e militantes não apoiaram de forma clara a candidatura de Nito d'Abreu. Poucos foram os que manifestaram um apoio efectivo ao candidato, o que também é reflexo do trabalho político desenvolvido pelo MCI e pelos restantes partidos que apoiaram Carlos Vila Nova. Por outro lado, partidos como o MLSTP/PSD, o MDFM e outras forças políticas terão agora de fazer uma avaliação profunda da sua situação política. O MLSTP/PSD, como sabemos, atravessa também um momento de fragilidade, muito por causa da indefinição demonstrada ao longo deste processo eleitoral. Espera-se que consiga redefinir a sua posição e preparar-se para os próximos desafios políticos. Quanto ao ADI, a grande questão passa por saber que caminho vai seguir. Não sei se conseguirá renovar a sua liderança com Américo Ramos ou se continuará sob a direcção de Patrício Trovoada, que sofreu uma derrota política muito significativa nestas eleições. Se Patrício Trovoada continuar a liderar o partido, considero que será muito difícil evitar uma nova derrota nas próximas eleições legislativas.
Informatiu Vilanova Informació del 16 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Informatiu Vilanova Informació del 17 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Informatiu Vilanova Informació del 15 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
O Criciúma assumiu a liderança da competição com 33 pontos e confirmou a boa fase. Logo atrás aparecem Vila Nova e Operário, ambos com 31 pontos, enquanto o Novorizontino fecha o grupo dos quatro primeiros colocados com 30 pontos. Juventude e Fortaleza seguem na perseguição, mantendo viva a briga pelas vagas de acesso à Série A.
Informatiu Vilanova Informació del 14 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Informatiu Vilanova Informació del 13 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
São Tomé e Príncipe vai a votos neste domingo para escolher o seu Presidente. A RFI ouve esta semana os 4 candidatos ao escrutínio. A começar nesta segunda-feira com o presidente cessante Carlos Vila Nova. Ouvido por Maximino Carlos, o nosso correspondente, ele descarta advogar no seu programa a mudança do regime constitucional do arquipélago. A campanha de facto, em São Tomé e Príncipe tem sido marcada por uma disputa centrada mais na confiança, estabilidade institucional e a resposta aos problemas económicos do que em confrontos políticos directos. O apelo constante à paz por parte das autoridades eleitorais e dos candidatos demonstra a preocupação em preservar a tradição democrática do país e garantir eleições livres, tranquilas e credíveis. Temos hoje como convidado o candidato Carlos Vila Nova, que concorre a sua própria sucessão. Sobre o Processo de 25 de Novembro de 2022, que causou a morte de quatro civis no Quartel general das Forças Armadas o candidato Carlos Vila Nova disse que é um assunto de Estado, por isso cabe ao Estado resolver este problema. O Processo de 25 Novembro é um assunto sério que tem que ser tratado com o cuidado que ele merece. Não estou a justificar seja o que for. Era mais qualquer coisa do que a subversão. Mas deixemos isso para que a justiça resolva. No tocante à revisão constitucional, Carlos Vila Nova disse que não é sua intenção fazer uma alteração e até afirmou que convive com o actual sistema. Ao abordar a revisão constitucional, fui suficientemente claro: Não é meu objectivo nem a intenção fazer uma revisão constitucional para a alteração do regime. Eu convivo bem com o sistema actual. Aliás, é nesse sistema que eu me candidatei e volto a me candidatar. Quanto a isto os são-tomenses devem estar tranquilos porque não é por aí. Não pretendo ir por aí. O que eu pretendo é que de facto, aqueles sinais pouco claros na Constituição que permitem a introdução e a interferência de um órgão no outro, porque eu também não gosto quando o outro órgão entra nas competências do Presidente da República. Porque dificulta, isto sim... Se há coisas, há matérias em que nós poderíamos estar de acordo... Não é preciso uma maioria de um bloco. É preciso é que entre exactamente, e no Parlamento se encontra a razão com as propostas, porque só passa aquilo com que todos estiverem de acordo. Isto é que eu partilho. Até porque, volto a dizer se é de lei. Portanto, a pergunta era sobre o regime e depois o futuro do governo de salvação? Nós não sabemos. Vai depender do que sair das eleições de Setembro. Temos que aguardar para ver. Ninguém. Não sabemos o que vai acontecer. A emigração é um dos assuntos que tem vindo a ser debatido em São Tomé e Príncipe, sobretudo da população jovem. Carlos Vila Nova disse que este não é um fenómeno novo, mas, entretanto, enquanto uma figura de Estado também está preocupado com este assunto. O candidato Carlos Vila Nova, ainda Presidente da República, deu-se conta desse fenómeno Também um bocado antes de todos os outros actores políticos desse país. Se não me falha a memória, foi em finais de 2023. Tanto é que houve uma reportagem feita por um gabinete que não foi suficientemente ilustrativo, mas já foi bastante bom. E eu falava naquela altura que já estávamos a caminho de quase um quarto [da população a viver fora]. Eu fui desmentido com baixeza pelo então primeiro ministro e com ataques coordenados políticos. Sem perceber porquê ! Porque naquela altura até sentia que era um projecto para São Tomé e Príncipe em 2022/2003. O Presidente ainda estava convencido que o projecto do partido que sustentava o governo era um projecto para São Tomé e Príncipe. Mas, infelizmente dei-me conta que era um projecto pessoal. Bom, isso são outros contos. Também podemos chegar lá. E quando eu levanto essa questão, sou fortemente atacado. Mas com a mesma serenidade, porque precisamos de um presidente suficientemente sereno em São Tomé e Príncipe para manter o equilíbrio e a estabilidade. E o que é que eu pedi na altura ? Não eram os números com que me preocupava. Era uma estratégia política para lidar com a questão, porque estavam na altura a sair eminentemente jovens abaixo dos 35 anos. Hoje já não. Hoje há outras faixas etárias a acompanhar esse movimento. E não nos esqueçamos que uma boa parte dessa ligação, por razões de saúde, sobretudo pela hemodiálise, que é a desconexão total da pessoa com as suas famílias, e com o seu berço. Elas não podem voltar por enquanto. Mas essa estratégia não foi feita e hoje nós temos numa listagem, chamemos um "top dez". São Tomé e Príncipe é o nono país, é o nono desse "top10" de imigrantes em Portugal. Portanto não é o maior, é o nono. Praticamente só o Paquistão está abaixo de nós. Mas qual é a preocupação de 2021 a 2025? É a que mais cresceu: 263% ! Então nós precisamos de uma estratégia para lidar com a questão, porque nem todos estão a ser bem sucedidos lá. E por vergonha e por outras razões, mesmo colocando condições de regresso, não vêm. E temos que encontrar saída para isso. Há os que estão a serbem sucedidos. Também temos que ter uma estratégia para os que estão a ser bem sucedidos contribuírem positivamente para a melhoria do crescimento económico e da melhoria das condições de vida em São Tomé. Porque são santomenses ! Qual é o país que não recebe contributos, não abraça a sua diáspora para construir o país ? Não vou citar nomes porque eu não gosto muito da comparação, de um ou outro país, porque são diferentes: Europeus, Africanos, todos fazem. Então nós temos que fazer isso. Portanto, isto é matéria para a próxima legislatura nos ocuparmos bem, porque é uma questão que já preocupa a muita gente a sair. São cerca de 46.000 que estão em Portugal e para uma população de 230.000 ou 240.0000, 46 1000 é muita gente ! Relativamente a uma coabitação com o governo Carlos Vila Nova disse que quem escolhe o governo é o povo e que estaria disposto a conviver com o governo que saísse das próximas eleições. Porque quem escolhe o futuro governo é o povo, através das escolhas que faz de partidos políticos e da sustentabilidade parlamentar. E eu terei que trabalhar com o primeiro ministro que sair do fruto dessas eleições em condições muito simples, no respeito dos limites da Constituição, desde que haja o respeito mútuo, a lealdade e condições de diálogo permanente. Porque mesmo não havendo convergência, temos de continuar a conversar e a encontrar caminhos para o bem de São Tomé e Príncipe. Este é o mecanismo que eu me preparei para lidar com os partidos e as próximas eleições legislativas. Carlos Vila Nova é um dos quatro candidatos às eleições presidenciais de 19 de Julho, em São Tomé e Príncipe.
Informatiu Vilanova Informació del 10 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Mais um conteúdo no ar! Analisamos tudo o que aconteceu em mais uma rodada da Série B. Liderança do Vila Nova, momentos do Novorizontino e do Criciúma na competição, a grave situação financeira do Fortaleza, a luta contra a queda (?) do Ceará, como o Náutico passou do corredor polonês, o início de Dal Pozzo […]
És el tercer any de La Sal Market, el mercat d'estiu de la Vilanoveta i aquest any ha obert les portes Llum de Mar, a l'espai Far de Vilanova i la Geltrú. En tots dos casos darrera hi ha segell sitgetà, el Grup Matas Arnalot i en Pau Matas. La idea neix d'una demanda d'oci a l'aire lliure sorgit sobretot després de la pandèmia i pel que han apostat fort amb una oferta que barreja gastronomia, moda, experiència i música i que és apta per a tots els públics, des de la canalla per a qui hi ha propostes de jocs i tallers fins al públic més adult. La col·laboració público-privada és fonamental pel desenvolupament d'aquestes activitats que semblen consolidar-se fort al territori tot i que de moment no hi ha previsió que aterrin a Sitges. N'hem parlat amb Pau Matas. L'entrada La Sal Market i Llum de Mar, dues propostes d’estiu amb segell sitgetà que funcionen ha aparegut primer a Radio Maricel.
Informatiu Vilanova Informació del 6 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
En este episodio especial de BreastLink, el Dr. Juan Carlos Samamé conduce un análisis sobre las principales novedades en cáncer de mama presentadas en la reunión anual de la Sociedad Americana de Oncología Clínica. Para ello, cuenta con la participación de dos destacados referentes internacionales: el Dr. Antonio Llombart, del Hospital Arnau de Vilanova de Valencia, y el Dr. Fernando Petracci, del Instituto Alexander Fleming de Buenos Aires y presidente de la Asociación Latinoamericana de Cáncer de Mama. La discusión se centra en la evolución de los esquemas terapéuticos hacia una medicina cada vez más personalizada, destacando la consolidación de la desescalada terapéutica en enfermedad temprana y la optimización de las líneas de tratamiento en etapas avanzadas.Durante la revisión del subtipo HER2 positivo, el Dr. Llombart destaca la maduración de datos en estrategias de mantenimiento para enfermedad metastásica (estudios HER2CLIMB y PATINA), así como la exploración de la "respuesta parcial profunda" en primera línea. En el ámbito de la temprana, resalta el creciente interés en la desescalada terapéutica apoyada en estudios como PHERGain-2, que evalúa el doble bloqueo con trastuzumab y pertuzumab sin quimioterapia en tumores pequeños.Por su parte, en el panorama de los tumores luminales, el Dr. Petracci subraya la relevancia del estudio OPTIMA. Este ensayo de no inferioridad, guiado por la firma genómica PAM50, plantea un posible cambio en la práctica clínica al demostrar que es seguro omitir la quimioterapia en un subgrupo de pacientes de alto riesgo. Adicionalmente, se discuten las actualizaciones sobre los SERDs, con menciones a los estudios lidERA (giredestrant) y PERSEVERA (elacestrant).Finalmente, en el contexto del cáncer de mama triple negativo, se analizan los datos de seguimiento a largo plazo del estudio KEYNOTE-522 y el impacto real de mantener pembrolizumab en la fase adyuvante en pacientes que ya han alcanzado una respuesta completa patológica. Se exploran también resultados en enfermedad avanzada, como la combinación de sacituzumab govitecán con pembrolizumab (ASCENT-04) y la incursión de nuevos anticuerpos conjugados biespecíficos dirigidos a EGFR y HER3.El panel concluye reflexionando sobre los retos de incorporar estas plataformas moleculares, los nuevos ADC y biomarcadores emergentes, como el ctDNA en la toma de decisiones clínicas rutinarias.Referencia:Este contenido se basa en la interpretación crítica de la evidencia científica disponible, así como en la experiencia clínica del o los ponentes como profesionales de la salud en instituciones de referencia. Para profundizar en los conceptos discutidos, se recomienda al profesional de la salud consultar literatura científica vigente, guías clínicas internacionales y la normatividad aplicable en su país.
Informatiu Vilanova Informació del 7 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Informatiu Vilanova Informació del 9 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Informatiu Vilanova Informació del 8 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Informatiu Vilanova Informació del 2 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Informatiu Vilanova Informació del 3 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
A atriz Margarida Vila-Nova começou por se afirmar como protagonista de novelas, mas em 2011 sentiu-se esgotada e decidiu ir viver 3 anos com a família para Macau onde trabalhou como merceeira. Voltou mais madura e, na última década, tem revelado a portentosa atriz que é em séries, no cinema e agora no teatro. Republicamos esta conversa, uma das mais ouvidas desta última temporada do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
En plena febrada de festivals d'estiu, aquest cap de setmana
El president del Gremi d'Hosteleria de Sitges, Oskar Stöber, ha lamentat la contradicció de formular missatges per reduir el turisme i alhora donar suport a grans esdeveniments, com la visita del Papa o el Tour de França, que ens situen a l'aparador per atraure turisme. Stöber ha apuntat que ens mantenim instal·lats en el debat sobre el model sense prendre decisions estratègiques, mentre la inversió privada aposta decididament per Sitges amb l'obertura de nous establiments d'alta gamma, o importants reformes en establiments existents. El president del Gremi ha criticat que l'1 de juliol, en plena temporada, es deixi de recollir la brossa de determinats establiments considerats perifèrics, o que s'incrementi la taxa turística, sense veure que altres destinacions atractives podrien agafar el relleu. Amb Stöber també hem comentat el gran volum d'esdeveniments que acull Sitges, o el recent trencament de relacions amb l'antic gremi de Vilanova, que ha passat a anomenar-se "del Garraf". L'entrada Oskar Stöber considera que les inversions privades aposten pel futur davant la inacció de l’administració ha aparegut primer a Radio Maricel.
Caos a l'AP7: un dels dos Òscars, afectat per l'embús i per la manca d'aparcament a Barcelona. La IA dispara les baixes laborals: en Xose n'entrena una que ens acaba explotant. Fa molta calor: en Salvadoret de Cal Bajoco i Manuel Valls, víctimes.
Mais um conteúdo no ar! O oitavo líder diferente! Sport chega à liderança da Série B com sua segunda melhor largada na história da competição. Analisamos também as campanhas de Vila Nova, Náutico, Fortaleza e Ceará. E muito mais! Estão neste programa Fred Figueiroa, Cássio Zirpoli, Lucas Liausu e Hathos Rildo. Na direção, João Trigueiro. […]
Mais um conteúdo no ar! Vamos do Raio X mais completo da Série B! Falamos da retomada dos mandantes, agora com mais vitória do que os visitantes, da queda de rendimento do Goiás e a ascensão do Vila Nova. Além do momento de Ceará, de Náutico, do Fortaleza com o seu “Carpinobol”, do “Sport Lógico” […]
O Ceará empatou em 3 a 3 com o Vila Nova, no Castelão, e desperdiçou a oportunidade de assumir a liderança da Série B. Após virar o jogo ainda no primeiro tempo, o Vozão não conseguiu sustentar a vantagem e acabou cedendo o empate em uma partida cheia de gols e erros decisivos. No pós-jogo, […]
O Sport buscou o empate em 1 a 1 com o Vila Nova, mesmo com um jogador a menos e jogando em uma Ilha do Retiro vazia, pela Campeonato Brasileiro Série B. Em uma atuação de superação, o Leão reagiu após sair atrás e evitou a derrota em um contexto totalmente desfavorável, somando um ponto […]