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Informatiu Vilanova Informació del 30 setembre amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Polítics, empresaris, sindicats, associacions de veïns i ciutadans ens donen la seva particular visió de tot allò que passa a Vilanova i la Geltrú. Cada dia de dilluns a divendres de 8.30 a 9.30h i en repetició a la 15h. Avui hem parlat amb Laura Marín, Quim Llamusí i Enver Aznar. podcast recorded with enacast.com
Avui dimecres, 30 de setembre, hem començat El Matí de Canal Blau Ràdio amb les notícies, on repassem alguns dels temes que ens ha deixat l'actualitat les darreres hores. Tot seguit, us hem explicat que demà, 1 d'octubre, es commemora el Dia Internacional de les Persones Grans, una jornada que, promoguda per les Nacions Unides al 1990, vol garantir el benestar de les persones grans i promoure'n la participació a la societat, alhora que vol fer reflexionar sobre els reptes socials i polítics que suposa el creixent envelliment demogràfic i vetllar per una tercera edat digna i segura. N'hem parlat, d'aquesta jornada, amb la Gisela Vargas, regidora de Gent Gran a Vilanova i la Geltrú. I avui dimecres hem tingut un nou Parlem de Salut, la col·laboració entre El Matí de Canal Blau Ràdio i el Consorci Sanitari de l'Alt Penedès i el Garraf, on cada parell de setmanes abordem temes de l'àmbit de la salut d'interès per la ciutadania. Avui hem parlat sobre els grups de caminades que organitzen conjuntament el CAPI Baix-a-Mar i l'Associació Contra el Càncer amb en José Luis Redondo, voluntari de les caminades, i amb una de les seves participants, la Virgínia Sanuy. podcast recorded with enacast.com
Programa d'entrevistes conduït per Pilar García, també coneguda com a PilarTren, per la seva vinculació, estima i saber pel món de la mobilitat ferroviaria. Cada setmana ens proposa fer plegats viatges sonors amb persones que ens expliquen com contribueixen a fer un territori més amable i hospitalari. Un recorregut amb ànima per la seva trajectòria. En el vagó de les bones notícies descobrim actuacions que milloren el món i en el de propostes engrescadores, les que ens permet gaudir-lo. Passatgers al tren! Avui ha pujat al nostre tren Miquel Altadill, enginyer, periodista, historiador, escriptor, divulgador i promotor cultural. Una persona que ha fet de la curiositat una manera de viure i que ha dedicat dècades a investigar i explicar l'evolució de la ciutat. El Tren de la Vida tots els dimecres a les 12 del migdia i a les 21. podcast recorded with enacast.com
Informatiu Vilanova Informació del 29 setembre amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Polítics, empresaris, sindicats, associacions de veïns i ciutadans ens donen la seva particular visió de tot allò que passa a Vilanova i la Geltrú. Cada dia de dilluns a divendres de 8.30 a 9.30h i en repetició a la 15h. Avui hem parlat amb David Rubio, Enric Ferrer, Josep Tomàs Alvaro i Jaume Bertran. podcast recorded with enacast.com
Avui dimarts, 29 de setembre, hem començat El Matí de Canal Blau Ràdio amb les notícies. Tot seguit, hem reprès amb la col·laboració amb els centres cívics de Vilanova i la Geltrú, amb qui cada mes repassem les seves activitats i propostes. Ens han acompanyat per a fer-ho la Montse Lleó, directora del Casal de la Gent Gran, i la Montse Palau, directora del Centre Cívic del Molí de Vent. Us hem portat també un nou Paraules Habitables, un pòdcast produït per La Xarxa i el TERMCAT que difon neologismes, terminologia especialitzada i paraules noves en català. I avui que és dimarts hem acabat programa amb el Castells en Blau, l'espai casteller del Matí de Canal Blau Ràdio, on el nostre cronista i bordegàs Unai Estévez ens acosta la crònica castellera dels Bordegassos, avui, amb la mirada posada en el concurs de castells d'aquest proper dissabte, 3 d'octubre. podcast recorded with enacast.com
São Tomé e Príncipe foi a votos no passado domingo, nomeadamente para eleger 55 deputados. Nesta segunda-feira, a Comissão Eleitoral anunciou resultados preliminares colocando o MLSTP, na oposição, em posição dianteira, mas com uma vantagem de apenas algumas centenas de votos em relação à ADI no poder, havendo agora indicação de que estariam numa situação de quase empate. A abstenção, o apelo ao boicote do escrutínio, os critérios para a indigitação de um governo e o futuro relacionamento institucional com quem irá governar, foram alguns dos assuntos que a RFI abordou em entrevista exclusiva nesta terça-feira com o Presidente São-Tomense, Carlos Vila Nova. RFI: Qual é a avaliação que faz da forma como decorreram as eleições? Carlos Vila Nova: É um exercício que se vai tornando cada vez mais frequente em São Tomé e Príncipe. Há cerca de 35 anos, optámos por viver em democracia e temos feito de cada acto eleitoral uma forma de consolidar a democracia em São Tomé. Nos últimos actos eleitorais, felizmente, vamos melhorando. Prevaleceu a serenidade neste concretamente, no dia 27 de Setembro. Penso que optou-se por muito mais mensagens do que outro tipo de comunicação. Por vezes a comunicação costuma ser mais folclórica, mais músicas, enfim. Há várias formas e em todas elas, o apelo à serenidade e à estabilidade. Portanto, foram panos de fundo que me deixaram bastante agradado. E quando vejo por parte dos observadores também que para São Tomé e Príncipe, não foram poucos, que quase os requisitos todos foram cumpridos e que, portanto, a transparência também faz parte, a Comissão Eleitoral Nacional já se pronunciou, embora não seja sua competência definir os mandatos. Já se pronunciou, o que mostra também celeridade. Também há algum profissionalismo e os meus apelos também têm sido sempre neste sentido e estou positivamente agradado com o acto eleitoral. RFI: Apesar dos apelos para uma grande participação dos eleitores. Estas eleições foram marcadas por uma abstenção de mais de 62%. Como é que interpreta este dado? Carlos Vila Nova: Bom, aí já não há regozijo. Pelo contrário, os apelos foram muitos, mas também, se recuarmos a actos eleitorais anteriores, a abstenção, sempre foi muito elevada. É verdade, desta vez ultrapassou. Mas quando nós olharmos para aquilo que é todo o processo eleitoral, nós olhamos para os progressos que temos feito em matéria de consolidação dos dados eleitorais. Repare que nas eleições presidenciais de 19 de Julho foi quando nós conseguimos fazer uma reconciliação entre os registos eleitorais, os dados existentes de forma electrónica com a Comissão Eleitoral Nacional. Nas presidenciais detectou-se um bocado mais de problemas técnicos e essa parte foi melhorada. Mas eu creio que a emigração também afectou. Não tenho a certeza, mas é algo que nesta legislatura vamos ter que trabalhar muito, entrar na lei eleitoral, fazer melhorias. Eu próprio pedi aos nossos parceiros da União Europeia que recebi para nos acompanharem neste processo, porque, ao que tudo indica, nem toda a movimentação emigratória para fora de São Tomé e Príncipe tomou-se em conta e os registos continuam nos cadernos eleitorais em São Tomé. Isto já é de si um motivo. E depois, politicamente, também houve apelos. Isto é antidemocrático. Deixe-me dizer-lhe que não vejo como é que alguém em perfeito estado normal, possa fazer apelo à abstenção. Portanto, não só é antidemocrático, mas é incorrer em erro enganar pessoas, eleitores. Nem todos nós temos o mesmo discernimento, mas temos de lidar com a questão. E nós vamos lidar positivamente com a questão. Eu tenho esperança que nesta legislatura conseguiremos, porque as forças políticas activas entenderam que não é um apelo que se faça. Tanto é que todos eles apelaram à votação em massa. Não aconteceu. Vamos lidar com a questão. Vamos olhar para ele e tentar corrigir para que os próximos actos sejam melhores. RFI: Precisamente, falou do apelo ao boicote a estas eleições. Pensa que Patrice Trovoada pode tirar algum benefício político desta situação? Carlos Vila Nova: Bom, eu nem consideraria boicote, porque quando num acto eleitoral um partido político quer boicotar, não é desta forma. Portanto, eu olho para os partidos políticos, para os seus dirigentes, para os seus representantes e não vejo a pessoa que falou. Portanto, não, não me diz nada. RFI: Ontem, a Comissão Eleitoral Nacional deu os primeiros resultados. São resultados provisórios destas eleições. E desde então, os partidos políticos têm andado a especular sobre o número de mandatos que têm, respectivamente. Inicialmente falou-se do MLSTP estar à frente e de ter mais mandatos do que a ADI. Depois, evoluiu para um empate e agora é um quase empate. Como é que avalia a forma como actuaram estes partidos políticos desde ontem? Carlos Vila Nova: Com alguma precipitação. Mas pronto, não vou entrar em muitos pormenores quanto a isso. Mas reconheço que com alguma precipitação da parte e de outra. Na mensagem que eu fiz à Nação, apelei à serenidade. A serenidade também diz aguardar calmamente pelo anúncio dos resultados. Eles ainda não são oficiais. A Comissão Eleitoral fez o seu papel, anunciou e nota-se que realmente há uma aproximação entre dois dos principais partidos. Há uma diferença. Respeitei. Agora cabe ao Tribunal Constitucional de facto, quem tem a competência de validar não só os mandatos, o vencedor das eleições e a partir deste momento, trabalharemos na Constituição, na formação e na organização de todas as instituições que foram democraticamente eleitas para que elas entrem em funcionamento. Falo da Assembleia Nacional, a sua composição, e dos governos. Sobretudo o Governo central, que é uma emanação directa do resultado das eleições. Portanto, eu penso que nos próximos dias, há um prazo legal a cumprir, o Tribunal Constitucional vai se pronunciar e a partir daí nós saberemos exactamente quem é o vencedor. Quais são os mandatos distritais, nacionais, para então constituirmos os órgãos democraticamente eleitos. RFI: Não receia que, dado o nervosismo que há entre certos partidos políticos, possa haver também alguma suspeita em relação ao Tribunal Constitucional que, ao longo deste processo, foi acusado de alguma parcialidade política? Carlos Vila Nova: Tem sido comum. Mas repare que eu dou-lhe um exemplo: qualquer cidadão individual ou, digamos, qualquer entidade individual ou colectiva, mas que encontra resposta nos culpados, que os terceiros são sempre os culpados dos seus problemas. Não é verdade. A lei não existe só quando ela nos é favorável. Ela existe para com serenidade, aceitarmos as decisões dos tribunais. E quando não concordamos, temos que encontrar espaço para recorrer e interpretar. Mas tudo quanto vier a acontecer, para responder directamente à sua pergunta, nada disso não poderá ser resolvido se continuarmos com o espírito aberto. O engajamento para o diálogo. Resolve-se tudo isso. Portanto, as suspeições, elas podem existir, mas é preciso respeitar as instituições e agirmos com base nas decisões que são de lei. RFI: Neste processo todo, tendo em conta que há um quase empate, pelo menos por enquanto, tem havido contactos políticos entre as várias forças para construir eventuais coligações para formar governo. Como é que vê precisamente esta perspectiva? Quais vão ser os seus critérios para aceitar uma ou outra coligação para governar? Carlos Vila Nova: Vejo como bom tom essa aproximação entre os partidos. Portanto, demonstra algum espírito de concertação e de diálogo que é bom. Não quer dizer que todos os contactos sejam traduzidos em resultados concretos. Pela minha parte, acompanho desde já com muita atenção. Se puder influenciar alguma coisa, todos os partidos sabem que estou à disposição para o fazer, mas a entrada em acção do Presidente da República é exactamente quando tiver o anúncio oficial dos dados, convidar o partido vencedor, ter uma conversa e pedir -eu sempre disse- a sustentabilidade do Parlamento. Ela tem que ser garantida. Antes de nomear o próximo governo, não é de todo factível que o próximo governo, no primeiro embate, seja um governo praticamente com os pés na rua. Não faz sentido. Nós não estaríamos a promover aquilo que todos apelamos, que é a estabilidade, um princípio de coesão nacional, um princípio de diálogo onde as pessoas conversem, tragam os problemas e pensem todos o país. Eu não vi nenhuma força política desde as eleições de 19 de Julho para as presidenciais e agora em Setembro, que não usasse um slogan que reflectisse ou colocasse São Tomé e Príncipe em primeiro lugar. Todos. E então temos que na prática demonstrar isso. Portanto, o próximo governo será uma emanação da sustentabilidade parlamentar que me for garantida. RFI: O que espera do futuro governo com o qual vai trabalhar, senhor Presidente? Carlos Vila Nova: Lealdade institucional. A primeira das condições. Espírito aberto para o diálogo permanente. Disponibilidade para trabalhar e coragem para reformar. Vamos ter que, de facto, introduzir muitas reformas para melhorar o funcionamento do país e a capacidade, ao nível da Assembleia, de se discutir honestamente, com sinceridade, as grandes questões do país. E não escondo, inclusive, a possibilidade de a revisão constitucional neste quadro, nesta legislatura. Através do diálogo. RFI: Uma das reformas que enunciou como sendo prioritárias quando tomou posse para o seu novo mandato foi precisamente a Justiça. Como é que encara essa reforma? Carlos Vila Nova: A justiça, de facto, tem sido meu denominador comum durante cinco anos. Foi onde eu mais intervim. Foi onde eu mais trabalhei, foi onde eu mais contribuí. Continuarei. Cheguei a fazer conselhos de Estado temáticos sobre a Justiça. Reuniões de alto nível. Várias delas. Mas repare. Ela é tão transversal, ela é tão importante para o Estado de Direito democrático e para a atracção de investimentos no nosso país que todos nós temos que nos dedicar. E foi também com bastante satisfação que eu vi nos programas e nas mensagens de muitos partidos políticos também o apelo à contribuição para melhorar a Justiça. Portanto, conto com o próximo governo para que juntos possamos melhorar ainda mais. Não é uma situação que pontualmente há um assunto concreto que se resolva. Ela é abrangente. Nós vamos ter que abordar de forma que ela seja mais célere, ela seja mais justa e que ela possa, sobretudo, ser mais orientada para a solução dos problemas, para o bem do país e do seu povo e dos investimentos. RFI: Tem havido muitos problemas aqui em São Tomé e Príncipe, nomeadamente no que tange ao fornecimento da electricidade, à saúde, ao acesso a água potável. O que é que pensa que se pode fazer juntamente com o futuro novo governo? Carlos Vila Nova: Sabe se ao longo desses anos tivéssemos pensado o país mais, digamos, nas pessoas, muitos destes problemas estariam resolvidos, porque São Tomé e Príncipe, como Estado, não é diferente de qualquer outro Estado. A nossa dimensão territorial não retira a capacidade de sermos um Estado com todas as suas instituições, todos os seus dados estatísticos, Mas a verdade é que há descontinuidade governativa. Houve diferentes interrupções, um factor que nos prejudicou bastante nos últimos anos. Em democracia, já temos conseguido uma estabilidade governativa melhor. Os últimos governos têm cumprido o seu mandato. Espero que este também o faça e que haja uma continuidade das acções do Estado. Eu recordo-me já com alguns dirigentes da oposição, com dirigentes ainda do actual governo, ter pedido uma lista de todos os projectos em curso, sobretudo no domínio das infra-estruturas, no domínio da saúde e da educação, para que, de facto, nós olhemos um bocado mais para dentro e não termos aquele apetite de criar coisas novas quando temos coisas em curso e que podem resolver o problema das pessoas. Isto é um primeiro passo. O segundo é preciso adaptar os recursos disponíveis às necessidades mais prioritárias das pessoas, das populações e do país. E é possível. A energia em concreto é algo que ao longo destes anos todos não conseguimos resolver. Mas é por aí. Não pode haver uma divergência de fundo entre as diferentes forças. O facto de eu estar na oposição, eu não posso estar contra um programa que o governo que está no poder queira fazer e que vá resolver o problema. Tenho que encontrar a forma de dar a minha contribuição. Eu também costumo dizer que o poder crítico dos cidadãos não deve ser usado para bloquear. Ele deve ser usado para construir. E é isso que eu espero. Sem a transição energética, este país não dará passos nenhuns. Sem olharmos devidamente para a saúde, repare, o nosso sistema Nacional de Saúde não é propriamente o que está em causa. É olharmos para o sector, porque o sistema que eu até considero bom em termos sustentabilidade económico-financeira e social para garantir. Este sistema a educação, nós temos índices muito bons, internacionalmente reconhecidos, mas será que a qualidade do ensino é aquela que desejamos? Portanto, são coisas que, dentro do poder, fora do poder, as forças políticas, que são o alicerce da democracia, têm que encontrar pontos de convergência para nós podermos avançar neste processo. RFI: Todo o país tem recebido o apoio do FMI e do Banco Mundial, que também fazem, preconizações. Até que ponto é que o futuro governo não vai estar bastante condicionado pelas preconizações das instituições internacionais? Carlos Vila Nova: Temos parceiros multilaterais que nos têm acompanhado ao longo desses anos, assim como os bilaterais. Há um conjunto, um quadro próprio que temos que respeitar para que possamos continuar a ter esses parceiros ao nosso lado. Não creio que qualquer que seja o governo que venha, que ponha directamente em causa, pode rever, pode encontrar outros mecanismos e, como digo, pode e deve sempre conversar. Se fechámos as portas do diálogo, então aí não avançaremos para lado nenhum. E este diálogo tem que ser com os parceiros e internamente também. Eu velarei para que internamente se abra um novo capítulo na história deste país, que é um diálogo mais permanente, mais sincero, mais directo. E depois, a partir daí, encontrarmos pontos de convergência para termos uma estratégia que possa pôr o país na rota do desenvolvimento. RFI: Por fim, senhor Presidente, qual é o seu apelo neste momento político que o país está a viver? Carlos Vila Nova: Serenidade, Confiança. O futuro é nosso. Depende de nós. Vamos construí-lo.
Polítics, empresaris, sindicats, associacions de veïns i ciutadans ens donen la seva particular visió de tot allò que passa a Vilanova i la Geltrú. Cada dia de dilluns a divendres de 8.30 a 9.30h i en repetició a la 15h. Avui hem parlat amb Eulàlia Sória i Francesca Roig. podcast recorded with enacast.com
Informatiu Vilanova Informació del 28 setembre amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
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O autarca de Vila Nova de Poiares está preocupado com o risco de reacendimento. E suspeita de mão criminosa na origem do fogo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Série B chegou à 25ª rodada com mudança pesada no topo da tabela. Fred Figueiroa, Cassio Zirpoli, Lucas Liausu e Hathos Rildo analisam o novo cenário da competição: o Criciúma saiu do G-2, o Vila Nova assumiu a vice-liderança, o Juventude segue líder, o CRB voltou ao G-6 e o Sport perdeu força depois […]
Confira na edição do Jornal da Record desta segunda-feira (31): Jogadores do Vasco e do Vila Nova na mira da polícia, em operação que investiga tráfico e lavagem de dinheiro. Criminosos já usam programas caseiros para burlar sistemas de reconhecimento facial. Justiça decreta falência de grupo que controla refinaria envolvida em fraudes bilionárias. Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio do Brasil diz que EUA estão abertos para fechar um acordo comercial que substitua o tarifaço. TSE proíbe candidato Renan Santos de participar de debates e fazer propaganda nas redes. E o fim de uma era: Lionel Messi anuncia aposentadoria da seleção argentina.
Análise pós-jogo da partida entre Vila Nova x Ceará, válida pela 25ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro 2026. Vem com a turma! Já passou da hora do Ceará demitir Daniel Paulista? Em mais uma derrota, mais uma fraca atuação, o Vozão perde por 2 a 0 do Vila Nova e amarga mais uma […]
Era actualitat dera Val d'Aran en aran
En este episodio, Pablo Almazán (creador de Humano Puente y de la Bioexistencia Consciente) y Federica Vilanova nos invitan a comprender que sanar no es solo un proceso interno de comprensión o aceptación: también es decisión, movimiento y acción consciente.A partir de la mirada de la Bioexistencia Consciente, exploran cómo los síntomas, las crisis y las heridas no son enemigos, sino mensajes que nos señalan patrones heredados, creencias limitantes y oportunidades de evolución. Sanar implica escuchar ese mensaje… y luego actuar en coherencia con él: cambiar la forma en que nos vinculamos, cómo nos posicionamos frente a la vida y cómo creamos nuestra realidad día a día.
A Mariña Lucense ofrece una ruta que une paisaje, historia, tradición y gastronomía con nombre propio: las fabas de Lourenzá. La propuesta de Inés Butrón parte de Vilanova de Lourenzá, un cruce de caminos de las rutas jacobeas del Norte, entre Ribadeo y Mondoñedo, y continúa hasta Santo Tomé de Lourenzá y Mondoñedo.
La escritora Noemí Sabugal se adentra cada lunes en el mar a través de la historia: naufragios, travesías, puertos, leyendas y vidas entregadas al agua. Hoy Noemí viene acompañada de María José Vales, mariscadora en Vilanova de Arousa y presidenta de la asociación Mulleres Salgadas, que agrupa a más de dos mil mujeres de sectores relacionados con el mar.
Esta noche el Faro de Verano lo dedicamos a 'Historias de pueblos'Laura Piñero charla con Juan Ansótegui, el hombre que compró el pueblo de Villalibado (Burgos) hace 20 años. La NASA le llamó hace meses para alquilarle el pueblo entero e instalar a un equipo de 30 personas encargadas de la retransmisión del eclipse a través de la web.En 'Tabla de mareas', Noemí Sabugal viene acompañada de María José Vales, mariscadora en Vilanova de Arousa y presidenta de la asociación Mulleres Salgadas, que agrupa a más de dos mil mujeres de sectores relacionados con el mar. En 'El Faro del fin del mundo' recibimos a Ángeles González Sinde, guionista, directora de cine, escritora y exministra de Cultura.Y al 'Feed del Faro' añadimos a Martina Lubian, conocida en redes como @martina_lubian. Martina se ha convertido en una referente en moda sostenible. Además de sus redes sociales, dirige el podcast 'Esto no es un haul' sobre emprendimiento responsable con el medio ambiente.
O Sport voltou a vencer na Série B. Fora de casa, no Estádio OBA, o Leão bateu o Vila Nova por 1 a 0, pela 21ª rodada, e encerrou uma sequência de nove jogos sem vitória na competição. O gol da partida foi marcado por Chrystian Barletta, em uma grande jogada individual ainda no primeiro […]
Compartim tertúlia avui amb la Paula Navarrete i la Núria Sales. La Paula ens arriba de la Festa Major de Vilanova, i sent una sana enveja de l'oferta d'oci que tenen els joves en diferents ambients per reunir-se i celebrar durant aquests dies, perquè, per altra banda, també el programa d'actes permet que tothom respiri més. En qualsevol cas, ni ella ni la Nuria canvien per a res del món la intensitat amb la qual en tot moment es viu la Festa Major a Sitges. Comencem per aquí i la tertúlia jove aterra al preocupant assumpte de l'ús del català entre els més joves, que no genera massa esperances de futur. L'entrada La T-Jove: de la Festa Major de Vilanova, a la (poquíssima) presència del català entre els més joves ha aparegut primer a Radio Maricel.
El 3 Rondes ha estat a les diades de Vila-rodona, Els Pallaresos, Vilanova i M
Informatiu Vilanova Informació del 31 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Informatiu Vilanova Informació del 29 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Francisca Sidoncha e Mariana PaixãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Informatiu Vilanova Informació del 30 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Informatiu Vilanova Informació del 28 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Era actualitat dera Val d'Aran en aran
Informatiu Vilanova Informació del 27 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
El "3 rondes" ha estat a les diades de Vilallonga del Camp, Salt, el Vendrell i les Santes de Matar
O primeiro turno da Série B chegou ao fim, e o 45 Minutos faz um raio-x completo da competição. Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam a briga pelo acesso, a liderança do Criciúma, a força do Operário-PR, a presença de Vila Nova, Juventude, Fortaleza e Novorizontino no G-6 e o cenário embolado logo abaixo da […]
Informatiu Vilanova Informació del 23 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Informatiu Vilanova Informació del 22 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Informatiu Vilanova Informació del 21 de juliol amb la informació de Vilanova del Camí i la comarca de l'Anoia des de Ràdio Nova, l'emissora municipal de Vilanova del Camí.
Engineers are increasingly expected to work alongside AI, so how can leaders adapt to this reality and guide their teams with empathy? In this episode, Eva Ribes Vilanova, product manager at Keysight Technologies, shares practical strategies for leading teams in an AI-powered workplace with host Sam East. Eva shares the five questions every engineer should ask before introducing AI into a project and discusses why the leaders who succeed won't necessarily be the ones who adopt AI the fastest. Hear why change is emotional, how to maintain a healthy skepticism of AI outputs, and three habits to lead engineering teams with curiosity and confidence. — The Society of Women Engineers is a powerful, global force uniting nearly 45,000 members of all genders spanning 90+ countries. We are the world's largest advocate and catalyst for change for women in engineering and technology. To join and access all the exclusive benefits to elevate your professional journey, visit https://membership.swe.org
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Mais um conteúdo no ar! Analisamos tudo o que aconteceu em mais uma rodada da Série B. Liderança do Vila Nova, momentos do Novorizontino e do Criciúma na competição, a grave situação financeira do Fortaleza, a luta contra a queda (?) do Ceará, como o Náutico passou do corredor polonês, o início de Dal Pozzo […]
És el tercer any de La Sal Market, el mercat d'estiu de la Vilanoveta i aquest any ha obert les portes Llum de Mar, a l'espai Far de Vilanova i la Geltrú. En tots dos casos darrera hi ha segell sitgetà, el Grup Matas Arnalot i en Pau Matas. La idea neix d'una demanda d'oci a l'aire lliure sorgit sobretot després de la pandèmia i pel que han apostat fort amb una oferta que barreja gastronomia, moda, experiència i música i que és apta per a tots els públics, des de la canalla per a qui hi ha propostes de jocs i tallers fins al públic més adult. La col·laboració público-privada és fonamental pel desenvolupament d'aquestes activitats que semblen consolidar-se fort al territori tot i que de moment no hi ha previsió que aterrin a Sitges. N'hem parlat amb Pau Matas. L'entrada La Sal Market i Llum de Mar, dues propostes d’estiu amb segell sitgetà que funcionen ha aparegut primer a Radio Maricel.
A atriz Margarida Vila-Nova começou por se afirmar como protagonista de novelas, mas em 2011 sentiu-se esgotada e decidiu ir viver 3 anos com a família para Macau onde trabalhou como merceeira. Voltou mais madura e, na última década, tem revelado a portentosa atriz que é em séries, no cinema e agora no teatro. Republicamos esta conversa, uma das mais ouvidas desta última temporada do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
En plena febrada de festivals d'estiu, aquest cap de setmana
El president del Gremi d'Hosteleria de Sitges, Oskar Stöber, ha lamentat la contradicció de formular missatges per reduir el turisme i alhora donar suport a grans esdeveniments, com la visita del Papa o el Tour de França, que ens situen a l'aparador per atraure turisme. Stöber ha apuntat que ens mantenim instal·lats en el debat sobre el model sense prendre decisions estratègiques, mentre la inversió privada aposta decididament per Sitges amb l'obertura de nous establiments d'alta gamma, o importants reformes en establiments existents. El president del Gremi ha criticat que l'1 de juliol, en plena temporada, es deixi de recollir la brossa de determinats establiments considerats perifèrics, o que s'incrementi la taxa turística, sense veure que altres destinacions atractives podrien agafar el relleu. Amb Stöber també hem comentat el gran volum d'esdeveniments que acull Sitges, o el recent trencament de relacions amb l'antic gremi de Vilanova, que ha passat a anomenar-se "del Garraf". L'entrada Oskar Stöber considera que les inversions privades aposten pel futur davant la inacció de l’administració ha aparegut primer a Radio Maricel.
Caos a l'AP7: un dels dos Òscars, afectat per l'embús i per la manca d'aparcament a Barcelona. La IA dispara les baixes laborals: en Xose n'entrena una que ens acaba explotant. Fa molta calor: en Salvadoret de Cal Bajoco i Manuel Valls, víctimes.
Mais um conteúdo no ar! O oitavo líder diferente! Sport chega à liderança da Série B com sua segunda melhor largada na história da competição. Analisamos também as campanhas de Vila Nova, Náutico, Fortaleza e Ceará. E muito mais! Estão neste programa Fred Figueiroa, Cássio Zirpoli, Lucas Liausu e Hathos Rildo. Na direção, João Trigueiro. […]
Mais um conteúdo no ar! Vamos do Raio X mais completo da Série B! Falamos da retomada dos mandantes, agora com mais vitória do que os visitantes, da queda de rendimento do Goiás e a ascensão do Vila Nova. Além do momento de Ceará, de Náutico, do Fortaleza com o seu “Carpinobol”, do “Sport Lógico” […]
O Ceará empatou em 3 a 3 com o Vila Nova, no Castelão, e desperdiçou a oportunidade de assumir a liderança da Série B. Após virar o jogo ainda no primeiro tempo, o Vozão não conseguiu sustentar a vantagem e acabou cedendo o empate em uma partida cheia de gols e erros decisivos. No pós-jogo, […]
O Sport buscou o empate em 1 a 1 com o Vila Nova, mesmo com um jogador a menos e jogando em uma Ilha do Retiro vazia, pela Campeonato Brasileiro Série B. Em uma atuação de superação, o Leão reagiu após sair atrás e evitou a derrota em um contexto totalmente desfavorável, somando um ponto […]