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A diáspora guineense enviou uma carta ao Presidente francês, Emmanuel Macron, pedindo a retirada da Legião de Honra atribuída a Umaro Sissoco Embaló, alegando que o mandato do antigo Presidente da Guiné-Bissau foi marcado por violações da Constituição, repressão política e enfraquecimento das instituições democráticas. Braima Mané, economista e um dos mais de 50 signatários da iniciativa, afirma que a manutenção da condecoração contradiz os valores da democracia, dos direitos humanos e do Estado de direito que a França diz defender. O que é que pretendem com esta iniciativa? Pretendemos alertar as autoridades francesas para o facto de Umaro Sissoco Embaló não reunir as condições morais e políticas compatíveis com uma distinção como a Legião de Honra. Consideramos que a sua actuação política foi contrária aos valores que esta condecoração simboliza. É por essa razão que consideram que uma pessoa com este percurso não deve continuar a ser detentora da Legião de Honra francesa? Exactamente. Não é uma carta contra a pessoa de Umaro Sissoco Embaló; é uma carta em defesa de um princípio. Como guineenses, aspiramos ao programa maior sonhado por Amílcar Cabral, que ainda não se concretizou porque certas pessoas continuam a bloquear o processo de democratização da Guiné-Bissau. É necessário consolidar as instituições para, depois, lançar o país num verdadeiro processo de desenvolvimento. Entendemos que não se pode premiar quem viola esses princípios. Na carta falam de uma deriva autoritária. Quais são os acontecimentos mais graves que demonstram essa degradação do Estado de direito na Guiné-Bissau nos últimos anos? Entre 2020 e 2026, Umaro Sissoco Embaló manteve-se no poder para além do limite constitucional. Desde que assumiu funções, registaram-se episódios recorrentes de perseguição e até de tortura de activistas, adversários políticos e deputados. Assistimos também à captura de instituições da República, nomeadamente do Supremo Tribunal de Justiça. Todas as instituições passaram a servir exclusivamente os seus interesses. Nas últimas eleições, por exemplo, o candidato da plataforma PAI-Terra Ranka- Domingos Simões Pereira- foi impedido de se candidatar às eleições presidenciais sem qualquer fundamento legal. Existem ainda relatos e imagens de pessoas torturadas e até assassinadas. Temos também o episódio recente do alegado golpe de Estado, que consideramos ter sido um simulacro destinado a evitar a transferência do poder e a rejeitar a lógica democrática. Os seis anos de Sissoco Embaló demonstram comportamentos que não são aceitáveis numa democracia. No caso concreto da Guiné-Bissau, o país e o povo foram sequestrados por uma organização criminosa que se apresenta como força política, mas que, do nosso ponto de vista, não o é. Tudo isto acontece com a conivência de sectores militares. Não se trata apenas de uma questão política. Como avalia a situação de Domingos Simões Pereira e o impacto que ela tem na democracia do país? O engenheiro Domingos Simões Pereira, goste-se ou não da sua orientação política, destaca-se como uma das figuras com maior apego à democracia. Apresenta-se a eleições, vence eleições, mas não o deixam governar. Isto acontece porque sabem que, se lhe permitirem governar um mandato completo, a situação da Guiné-Bissau poderá mudar. A Guiné-Bissau é um dos poucos países em desenvolvimento que reúne praticamente todas as condições para prosperar, mas não o consegue porque está sequestrado. As pessoas que tentam concretizar o ideal de Amílcar Cabral e um projecto de desenvolvimento para o país acabam sistematicamente bloqueadas e impedidas de avançar. A carta refere alegadas irregularidades nas eleições presidenciais de 2025. Que elementos sustentam essas acusações? As irregularidades ocorreram a dois níveis. Antes das eleições, o Supremo Tribunal de Justiça, que é a mais alta instância judicial do país, não decidiu as candidaturas com base na lei. Esse foi, justamente, o mecanismo utilizado para afastar o principal adversário político de Sissoco Embaló. O próprio Sissoco Embaló não esperava que Fernandes Dias da Costa vencesse as eleições. No entanto, venceu, em grande medida graças ao apoio de Domingos Simões Pereira e da sua plataforma política. Pela primeira vez na jovem democracia guineense, um candidato venceu as eleições presidenciais à primeira volta. Toda a gente sabia o que estava a acontecer. Estiveram presentes observadores internacionais, representantes da União Africana e da CPLP. As eleições na Guiné-Bissau apresentam um paradoxo: são normalmente processos tranquilos, transparentes e civilizados. O povo aderiu a um projecto político e eles sabem que perderam. O problema é que dispõem das armas e têm utilizado esse poder para impedir a concretização da vontade popular. O que aconteceu a Domingos Simões Pereira não tem sustentação legal. Não se trata de uma detenção judicial; trata-se de um sequestro. São homens armados que actuam sob orientação de Sissoco Embaló, a partir do estrangeiro, com o objectivo de neutralizar ou afastar Domingos Simões Pereira da cena política. Como explica a reacção da comunidade internacional perante esta situação? É inegável que existe uma certa fadiga por parte da comunidade internacional relativamente à situação da Guiné-Bissau. A CEDEAO, na sua configuração actual, não tem capacidade nem credibilidade suficientes para resolver o problema. A própria organização atravessa dificuldades, agravadas pelo afastamento dos três países do Sahel. Tudo isto contribuiu para uma certa normalização da crise guineense. Foi criado um Conselho Nacional de Transição e adoptada uma nova Constituição sob o silêncio, ou até alguma conivência, da comunidade internacional? Sim. E isso não se aplica apenas às organizações africanas. Refiro-me também à União Africana, à CPLP e, em particular, a Portugal e ao Brasil, que deveriam desempenhar um papel mais activo junto das restantes organizações internacionais, nomeadamente da União Europeia. Existe uma preocupante indiferença. O maior perigo é o risco de resignação colectiva. Essas organizações acabam por dialogar com entidades que consideramos ilegais e inconstitucionais. Quem integra esse Conselho Nacional de Transição? Militares e sectores derrotados nas últimas eleições. Trata-se, no fundo, de um conselho dos derrotados. Quanto à nova Constituição, entendemos que foi encomendada por Sissoco Embaló quando este já exercia funções à margem da Constituição vigente. A elaboração constitucional é uma competência que pertence aos deputados. O objectivo é, mais uma vez, neutralizar os opositores, nomeadamente Domingos Simões Pereira, regressar triunfalmente à Guiné-Bissau, participar no simulacro eleitoral previsto para Dezembro e consolidar definitivamente um regime autocrático. É também por causa desse receio que enviam esta carta? O objectivo principal desta carta é demonstrar que a conduta e as práticas de Umaro Sissoco Embaló não são compatíveis com os valores de honra que a França procura representar. Mas existem também dois objectivos complementares. O primeiro é alertar a comunidade internacional para a gravidade da situação na Guiné-Bissau. O segundo é chamar a atenção para a necessidade de actuar antes das eleições. Se a situação continuar a deteriorar-se, existe o risco de uma escalada da violência. A eurodeputada portuguesa do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, pediu sanções contra a Guiné-Bissau. O que esperam dessa iniciativa? O Parlamento Europeu aprovou uma resolução, por larga maioria, condenando aquilo que considera ter sido um golpe e recomendando à Comissão Europeia a adopção de medidas, incluindo sanções. Contudo, nada aconteceu até agora. As sanções podem ser instrumentos muito eficazes. Essas pessoas dependem da possibilidade de viajar e de manter relações internacionais para procurarem afirmar alguma legitimidade. Além disso, existem mecanismos de financiamento que devem ser revistos. É necessário limitar todas essas fontes de apoio. Já receberam alguma resposta do Presidente francês a esta carta? Ainda não recebemos qualquer resposta. Estamos a aguardar. Gostaria de acrescentar que não ficaremos por aqui. Pretendemos dirigir iniciativas semelhantes às autoridades de Cabo Verde, uma vez que aquele país também condecorou Umaro Sissoco Embaló com a Medalha Amílcar Cabral. Tencionamos igualmente desenvolver diligências junto das autoridades portuguesas.
En el folio número 9 del informe de la UCO sobre las cloacas del PSOE aparece el que es, a mi juicio, el documento más elocuente. Y lo es ya desde el enunciado que lo encabeza: Incumplimientos… dice… incumplimientos. Fíjate todo lo que la palabra sugiere, que subtexto tan profundo, cuántas connotaciones. Si hay incumplimiento es porque hubo compromiso o al menos una voluntad declarada de colaboración. El documento es en realidad una relación de quejas que Leire Díez eleva a su jefe, Santos Cerdán. No dice 'vías muertas', 'callejones sin salida', 'puertas cerradas', dice incumplimientos y si un documento de esa naturaleza termina en la mesa del secretario de Organización es porque él era el jefe del sicariato y porque quizás podía exigir una reparación. Si hay incumplimientos y así se destacan, y se enumeran con minucioso detalle es porque ha habido cumplimientos. Porque al igual que en la administración se toparon con servidores públicos honrados o al menos temerosos de la ley, también los hubo cómplices, sumisos, inmorales o amorales. Fíjate este pasaje inmortal del mismo documento Incumplimientos: Supuestamente el fiscal iba a llamar al abogado de Villareio y esta llamada no se ha producido. IMPORTANTE: "Villarejo tiene las pruebas que demostrarían la corrupción de Marchena".Esto es una cloaca. Exactamente esto
Haber visto estos días, desde la distancia, la primera pre-regata de la Copa América en Cagliari produce una sensación extraña. Casi irreal. Como si todo lo vivido hace año y pico en Barcelona hubiera sido un sueño. Un ‘déjà vu' reciente que parece pertenecer ya a otra época. Y lo peor es precisamente eso: que no hace tanto tiempo. Que todavía cuesta asumir que la competición deportiva y tecnológica más importante del mundo de la vela ya no esté en España. Cagliari arrancó espectacular. Italia ha entendido perfectamente lo que significa tener la Copa América. Ambiente, ciudad volcada, imágenes impresionantes, repercusión internacional y una sensación clara de oportunidad aprovechada. Exactamente lo que Barcelona tuvo en sus manos y dejó escapar incomprensiblemente. Porque más allá de debates políticos o ideológicos, lo que ocurrió en Barcelona demuestra una vez más la poca visión y la escasa ambición de muchos dirigentes públicos cuando se trata de proyectos de largo recorrido. La ciudad había conseguido algo histórico, ambiente en la fachada marítima y repercusión popular, sino además convencer a equipos, patrocinadores y organizadores de que Barcelona era el lugar ideal para continuar. El empresariado catalán lo tenía claro, sus políticos, no. Barcelona lo tenía todo. Infraestructuras, clima, mar, impacto mundial, retorno económico y una imagen global difícilmente repetible, que le venía muy bien a la ciudad en los tiempos que corren. Los equipos querían seguir. La organización estaba satisfecha. Pero una vez más aparecieron los políticos de mirada corta, más preocupados por sus sillones que por entender el enorme beneficio colectivo que supone albergar un evento de esta magnitud. Y duele especialmente porque en España ya habíamos vivido algo parecido. Valencia también tuvo la Copa América y acabó perdiéndola en su día por el exceso contrario: una ambición política descontrolada que terminó explotando. Barcelona, en cambio, la ha dejado escapar justo cuando tenía consolidado el modelo perfecto. Ni una cosa ni la otra. Siempre el mismo error: convertir el deporte en rehén de la política. Resulta inevitable pensar lo que supondría hoy seguir teniendo la Copa América en Barcelona. La ciudad habría continuado ocupando portadas internacionales, consolidando empleo, turismo de calidad, industria náutica y proyección global. Habría reforzado además una transformación marítima que apenas empezaba a dar sus frutos. Pero todo eso se tiró literalmente por la borda. Y mientras aquí seguimos debatiendo si merece la pena o no apostar por grandes acontecimientos, Italia no tardó ni un segundo en entender la oportunidad. Cagliari ha sido solo el principio de lo que los italianos quieren convertir en un gran proyecto nacional alrededor de Nápoles 2027. Ellos sí van a aprovecharlo. La sensación final es inevitable: nos hemos quedado con las ganas. La Copa América pasó por Barcelona como pasa un gran barco por el horizonte. La vimos, la disfrutamos, incluso llegamos a tocarla. Pero fuimos incapaces de retenerla cuando todavía estaba a nuestro lado. ÍGUENOS Web: http://tripulante18.com Twitter: https://twitter.com/SolerAlberti https://twitter.com/18Tripulante Instragram: https://www.instagram.com/jaume.soler/?hl=es Facebook: https://bit.ly/3eB3dDP
“O mundo não pode continuar com a política da inimizade.” É desta forma que o Presidente de Cabo Verde enquadra a realização da Cimeira das Nações Crioulas, que decorre entre 28 e 30 de Maio, na cidade da Praia. Numa altura marcada por guerras, intolerância e profundas desigualdades, José Maria Neves defende um novo humanismo assente no diálogo, na cooperação e na valorização das identidades crioulas. O que representa esta Cimeira das Nações Crioulas num momento em que o mundo atravessa tantas tensões e conflitos? Essencialmente, este é um espaço de encontro. Vivemos num mundo disruptivo, de rupturas. Há muitas guerras, muitos confrontos e alguma desumanidade. Nós queremos recuperar a ideia do encontro, do diálogo, da busca de soluções negociadas e da cooperação para o desenvolvimento. As nações crioulas são nações que resultam de encontros entre culturas, entre povos, e mostram que o diálogo é possível. Precisamos de criar um movimento que defenda um novo humanismo. É por isso que estamos a realizar este encontro: para discutirmos, sobretudo, os novos caminhos para o futuro. Quantos países participam nesta primeira cimeira? Estarão presentes mais de três dezenas de países. A sessão de abertura contará com intervenções do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, do presidente da Aliança das Civilizações, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, Miguel Ángel Moratinos e do Presidente de Portugal, António José Seguro, De que forma é que a cooperação entre as nações crioulas pode traduzir-se em ganhos concretos nas áreas da cultura, educação e economia? Nós vamos mostrar a enorme riqueza cultural das nações crioulas e isso contribui não só para o desenvolvimento das economias criativas, mas também para o crescimento económico e para a competitividade dos diferentes espaços. O que se pode ver nas nações crioulas é talento, criatividade, resiliência e uma enorme disponibilidade para as trocas. Ao realizarmos uma cimeira em que mostramos não só o percurso histórico das nações crioulas, mas também toda a sua riqueza cultural, as suas potencialidades económicas e os recursos disponíveis para que as pessoas vivam com mais dignidade, estamos naturalmente a criar uma cultura voltada para o desenvolvimento humano, para o crescimento económico e para o progresso. As línguas crioulas continuam, em muitos casos, a enfrentar dificuldades de reconhecimento institucional. Esta cimeira poderá contribuir para reforçar essa valorização? Espero que sim. No caso de Cabo Verde, o consenso tem sido difícil. Desde a Claridade, ou mesmo antes, com o movimento literário protagonizado, por exemplo, por Pedro Cardoso e Eugénio Tavares, houve um esforço de dignificação do crioulo. Depois, o próprio movimento da Claridade, com Baltasar Lopes da Silva, também ele filólogo, escreveu sobre a língua cabo-verdiana. Há hoje um novo momento de valorização da língua cabo-verdiana. Mas não tem sido fácil alcançar consenso, sobretudo por causa da riqueza do crioulo cabo-verdiano, que assenta na existência de várias variantes. Essa pluralidade dificulta um pouco, pelo menos no plano das ideias, a padronização da língua cabo-verdiana. Mas espero que, com este debate, com este encontro, com as discussões que vão ter lugar e com as perspectivas que se abrem para novos debates e novos temas relacionados com o crioulo, a língua cabo-verdiana possa afirmar-se cada vez mais. Cabo Verde pode afirmar-se como uma referência diplomática e cultural no espaço crioulo internacional? A ideia é precisamente essa: criar um movimento. Um pequeno Estado, como é o caso de Cabo Verde, tem de liderar pelo exemplo. Cabo Verde é um país que tem a ambição de ser útil à comunidade internacional. Nós podemos mostrar que o mundo, quando assente no racismo, na violência e nos confrontos, tem de encontrar novos caminhos. E as nações crioulas mostram um pouco esses caminhos. São povos que vieram de várias origens e que formaram outras culturas, outras nações. Independentemente da violência ou das rupturas iniciais, o importante é o caminho que foi feito no sentido de esses países e dessas nações criarem novas pontes de diálogo e espaços de entendimento. O não-racismo, a não-violência - estes encontros acabam por mostrar que há novas possibilidades, outras formas de viver. Nós podemos olhar para a dignidade da pessoa humana e não assentar o mundo no racismo, na violência, nas guerras e num confronto permanente. Penso que este é o contributo das nações crioulas e Cabo Verde pode liderar esse movimento. Não há alternativa: existem outras formas de viver e outras formas de pensar. A cooperação solidária para o desenvolvimento é possível. A cimeira surge também como uma mensagem política em defesa do diálogo e da paz? Exactamente. Temos de perceber que não podemos continuar com a política da inimizade. Achille Mbembe escreve precisamente sobre a política da inimizade, que se aproxima, de certa forma, da biopolítica de que fala Foucault. O que queremos aqui é mostrar que é preciso respeitar o outro e abandonar uma perspectiva permanente de intolerância, destruição ou eliminação do outro. Portanto, a amizade, o diálogo, a paz e a cooperação são fundamentais. O que encontramos hoje é uma grande desigualdade nos termos de intercâmbio. Mas devemos construir intercâmbios entre os Estados, entre o Norte e o Sul, em novas bases - bases mais igualitárias, com mais tolerância e com os olhos postos na dignidade da pessoa humana.
El Gran Premio de Canadá dejó una carrera mucho más interesante de lo que podía parecer sobre el papel. Montreal volvió a poner sobre la mesa varios de los temas que están marcando esta temporada: estrategias arriesgadas, errores de equipos grandes, luchas en pista al límite y una Mercedes cada vez más fuerte, pero también cada vez más tensionada internamente. Y es un buen tema de conversación en este segundo episodio del Podcast Técnica Fórmula 1. McLaren se equivoca La carrera empezó torcida incluso antes de apagarse los semáforos. Dos vueltas de formación, dudas con la meteorología y hasta siete coches apostando por neumáticos intermedios en una pista que nunca llegó a mojarse lo suficiente. La decisión fue especialmente llamativa en McLaren, que partía desde una posición demasiado competitiva como para jugarse tanto en una apuesta tan extrema. El equipo británico parecía necesitar una lluvia inmediata para justificar la elección. Pero la lluvia no llegó. Los intermedios ofrecieron cierta confianza en los primeros metros, al calentarse antes que los neumáticos de seco, pero rápidamente comenzaron a sobrecalentarse. La sensación de “flotar” con la goma y la pérdida de rendimiento obligaron a los pilotos a deshacer la apuesta inicial, comprometiendo la carrera desde muy pronto. El error estratégico fue solo una parte del mal fin de semana de McLaren. Oscar Piastri protagonizó una acción muy discutible en la horquilla al tocar a Alexander Albon, mientras Lando Norris acabó abandonando por problemas de fiabilidad. Para un equipo que llega como vigente campeón, la suma de fallos estratégicos, errores de pilotaje y problemas mecánicos empieza a ser demasiado costosa en una temporada donde cada punto puede pesar al final. Mercedes empieza a vivir su propio duelo interno Mientras McLaren se complicaba solo, Mercedes volvía a ocupar el centro deportivo del Gran Premio. La batalla entre Kimi Antonelli y George Russell fue uno de los grandes focos del fin de semana, tanto en la Sprint como en la carrera del domingo. Hubo defensas duras, ataques por el exterior, bloqueos, radios encendidas y maniobras al límite. Pero también hubo algo que la Fórmula 1 necesita conservar: carreras de verdad. La acción más comentada llegó en la secuencia de curvas 1 y 2 del Circuit Gilles Villeneuve, donde Antonelli intentó atacar a Russell por el exterior. El británico defendió la posición con firmeza, aprovechando la trazada interior y la naturaleza estrecha de esa zona del circuito. Antonelli protestó por radio, pero la maniobra se movió dentro de los márgenes de una defensa dura y legítima. Uno de los debates más importantes. Ahí aparece uno de los debates centrales de esta F1: si se reglamenta cada centímetro de una maniobra, se corre el riesgo de vaciar de sentido el propio acto de adelantar. En Canadá hubo agresividad, sí, pero también control. No hubo un volantazo deliberado ni una acción claramente antideportiva. Hubo un piloto defendiendo y otro intentando pasar por una zona difícil. Exactamente lo que debería ser una carrera. Antonelli volvió a confirmar que Mercedes tiene entre manos un talento enorme. Con solo 19 años, muestra ritmo, agresividad y una capacidad de aprendizaje impropia de su edad. El sábado se excedió en algunos momentos; el domingo entendió mejor dónde atacar y cómo medir el riesgo. Russell, por su parte, demostró experiencia y dureza competitiva, aunque su abandono en la vuelta 30 dejó su carrera en nada y le provocó un enfado monumental, después sancionado por dejar elementos del coche en una zona comprometida. El duelo interno de Mercedes empieza a tomar forma. Antonelli empuja con fuerza, Russell no está dispuesto a ceder y el equipo tendrá que gestionar una tensión que puede ser tan peligrosa como valiosa. Porque, si se controla, puede elevar el nivel del equipo. Si se desborda, puede empezar a costar puntos. Canadá dejó también una crítica clara a la realización televisiva. Hubo banderas amarillas, incidentes y momentos estratégicos importantes que apenas se mostraron con claridad. En una F1 que quiere vender mejor su producto, la cobertura no estuvo a la altura de lo que sucedía en pista. La sensación final es que la categoría sigue teniendo problemas, pero también que hay motivos para el optimismo. Cuando los coches pueden seguirse, cuando los pilotos se ven obligados a gestionar energía y recuperar posiciones con inteligencia, la acción aparece. El super clipping sigue siendo una sombra, pero Canadá enseñó que, debajo de todas las capas técnicas, todavía hay carreras. Y eso, para la Fórmula 1 actual, ya es bastante. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Alemania lleva dos años consecutivos con el PIB en contracción. 200.000 empresas cerradas en 2024. Las plantas industriales que sostenían el milagro europeo apagándose una a una. Y la respuesta política es más Estado, más deuda, más gasto público. Exactamente lo que Bastiat diagnosticó en 1850. Pero el problema no es solo alemán. España aparece en los titulares como el nuevo motor de Europa, y los números del crecimiento suenan bien. El problema es lo que no dicen: más empleo, menos producción por trabajador. Un modelo que añade cuerpos, no valor. En este episodio analizo por qué España no puede sustituir a Alemania, qué tiene Europa encima de la mesa que ha decidido no jugar, y cómo un continente que inventó la termodinámica y la mecánica cuántica ha terminado produciendo tres modelos de inteligencia artificial mientras Estados Unidos produce cuarenta. El diagnóstico es correcto. La voluntad, ausente. Y la factura, ya sabemos quién la va a pagar. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Desde el Congreso Nacional BNI México 2026 en Chihuahua, una conversación con Simón Cohen — CEO de Henco Global y Shark de Shark Tank México — justo después de bajar del escenario. Simón nos habla sin rodeos sobre lo que busca antes de invertir en un negocio, cómo rodearte de la gente correcta puede ser tu mejor estrategia y por qué el día que dejas de aprender empieza la decadencia. "No estás solo. Cuando estás rodeado de gente buena que te inspira, puedes lograr cosas extraordinarias." Exactamente el tipo de ideas que hacen del Congreso Nacional una experiencia que ningún empresario debería perderse. ¡Nos vemos en el próximo congreso en Oaxaca 2027!
Em Cabo Verde, a descentralização do poder continua a marcar o debate político, nomeadamente na cidade do Mindelo, na ilha de São Vicente. Marco Cruz, professor universitário e autor do livro "Cabo Verde Entre o Partidarismo e a Esperança de Descentralização" defende a adopção de um roteiro gradual e faseado para a descentralização e regionalização, sublinhando que só desta forma o país conseguirá combater o fenómeno do “feudalismo partidário”. Quando se fala em regionalização, um dos argumentos mais utilizados contra esta reforma é o custo. Na sua opinião, esse argumento faz sentido? Eu comecei por falar de descentralização, até para não dar a ideia de que se trata de algo muito complexo. A ideia é precisamente chegar à regionalização, mas eu defendo uma abordagem pragmática. Temos de começar pela descentralização administrativa. Isto não implica grandes custos. O Governo já tem delegados, funcionários e representações ministeriais em cada ilha. É nesse sentido que devemos caminhar: atribuir mais competências às ilhas e permitir que as pessoas possam decidir até determinado nível. É aí que começaria a verdadeira descentralização. E quais seriam os benefícios dessa descentralização faseada? Com este Estado hipercentralizado, o que está a acontecer é que muitos jovens estudam, qualificam-se e regressam às suas ilhas cheios de competências, mas acabam por encontrar poucas oportunidades de decisão. A ilha de São Vicente, por exemplo, já foi uma ilha com grande dinâmica. Hoje, mesmo quem integra a administração pública sente limitações enormes. Um delegado ou responsável local percebe rapidamente que tem pouca margem de decisão. Não consegue desenvolver programas ou planear a actividade da sua instituição porque tudo depende de autorizações vindas do centro. O resultado é que as pessoas entendem que, para progredirem profissionalmente, têm de sair da ilha. Cabo Verde vive num regime de forte centralismo, que acaba por promover uma descapitalização dos recursos humanos nas ilhas. Essa partilha de poder não vai gerar conflitos entre o Governo central e as regiões? Naturalmente, isso exige aprendizagem. O primeiro-ministro tem de aprender a conviver com um certo nível de poder das ilhas. O Governo central mantém as suas competências e as ilhas terão as delas. É um novo paradigma e requer maturidade política. No modelo que proponho, não se trata de uma ruptura abrupta que possa tornar o Estado disfuncional. Por isso defendo um roteiro progressivo de descentralização. Começaríamos pela descentralização administrativa, com o Governo a transferir gradualmente mais competências para as delegações nas ilhas. Mais tarde, essas estruturas poderiam começar também a desenvolver programas regionais, alinhados com a visão do Governo. Numa fase seguinte, os responsáveis nas ilhas poderiam deixar de ser nomeados directamente pelo Governo e passar a ser indicados pelos deputados eleitos por cada ilha. Isso permitiria uma maior legitimidade política e um alinhamento mais forte entre as decisões executivas e os representantes locais. É um modelo progressivo e responsável. Concretamente, que impacto poderá esse roteiro progressivo ter nas ilhas? A ideia é criar, gradualmente, uma verdadeira capacidade administrativa e técnica nas ilhas. À medida que os delegados, representações ministeriais e institutos ganham mais responsabilidades, também aumentam a sua capacidade de planear e executar políticas públicas. Chegará um momento em que poderão desenvolver programas e projectos regionais de acordo com a estratégia do Governo. Isso permitirá criar quadros qualificados capazes de pensar o desenvolvimento das ilhas, algo que actualmente ainda é muito limitado. Mas isso permitiria resolver os problemas de forma mais rápida? Exactamente. As decisões passariam a ser tomadas por pessoas que vivem nas ilhas, conhecem melhor a realidade local e têm maior capacidade para agir rapidamente. Isso criaria uma dinâmica muito mais forte no desenvolvimento das ilhas. Considera que se devia realizar um referendo sobre a regionalização e descentralização? Eu considero que a descentralização e a regionalização não devem ser vistas como uma opção facultativa. Não devemos transformar isto numa dúvida permanente, deixando apenas para a população decidir se quer ou não. É preciso liderança política firme para avançar com este processo. Não tenho dúvidas de que existem actores políticos que não têm interesse na descentralização, porque isso implicaria perder poder. Para mim, trata-se de uma urgência nacional. Cabo Verde pode implementar este modelo de forma responsável e, em cinco anos, alcançar avanços significativos. O país tem de decidir: quer continuar centralizado durante mais 50 anos ou quer dar um salto no desenvolvimento? Existe energia e capacidade nas ilhas, mas, se continuarmos assim, vamos continuar a perder recursos e talento. Porque é que existe tanta resistência ao avanço da regionalização? Para mim, o centralismo em Cabo Verde funciona quase como uma ideologia. É uma força muito enraizada. Podemos falar de uma herança da colonização? Sim, em certa medida. Basta olhar para a quantidade de quadros qualificados das outras ilhas que estão concentrados na Praia. Muitas dessas pessoas poderiam desenvolver um trabalho importante nas suas próprias ilhas, caso existisse autonomia suficiente para criar iniciativas locais. É necessário que Cabo Verde confie mais nas ilhas e lhes permita emanciparem-se até determinado nível. Naturalmente, continuará a existir um Governo central para matérias como defesa, diplomacia e relações internacionais. Mas as ilhas precisam de ter maior capacidade de iniciativa e desenvolvimento próprio. Mas como se explica, então, esta recusa em avançar? Trata-se de medo de perder poder? É uma luta entre o MpD e o PAICV? Existe, de certa forma, uma elite política, empresarial e profissional que já se habituou a este modelo centralizado. Com a descentralização, muita coisa mudaria. O orçamento do Estado teria de ser distribuído de forma diferente pelas ilhas, e o poder central perderia algum controlo. Há também uma cultura de controlo muito forte. Em vez de ser facilitador, o Estado assume frequentemente uma postura excessivamente centralizadora. Quando tudo depende de autorização para as questões mais simples, o país perde dinamismo. Por isso considero urgente mudar esta mentalidade. O desafio não está na complexidade nem nos custos. O verdadeiro desafio é existir liderança política - homens e mulheres de Estado - capazes de dar este passo. A descentralização representaria um novo momento para Cabo Verde. Permitiria criar um verdadeiro governo multinível e combater aquilo que muitos já vêem como um fenómeno de "feudalismo partidário". Hoje, muitas vezes, o partido acaba por ser o verdadeiro centro do poder. E, para mim, é isso que está a limitar o desenvolvimento de Cabo Verde.
Desde el Congreso Nacional BNI México 2026 en Chihuahua, una conversación breve pero contundente con Juan Lombana, Google Expert y uno de los ponentes más esperados del evento. Antes de subir al escenario, Juan comparte por qué la inteligencia artificial ya no es opcional para tu negocio y quién es tu verdadero rival en esta nueva era. "No es la inteligencia artificial la que te va a quitar tu chamba. Es tu competencia." Exactamente el tipo de ideas que hacen del Congreso Nacional una experiencia que ningún empresario debería perderse. ¡Nos vemos en el próximo congreso en Oaxaca 2027! ▹ Página Oficial: https://www.bnimexico.com ▹ Facebook: https://www.facebook.com/BNIMexico ▹ Instagram: https://www.instagram.com/bnimexico/
"Les Roches Rouges" do francês Bruno Dumont é produzido pela portuguesa Rosa Filmes, a obra rodada essencialmente no sudeste francês, perto de Cannes, aborda temas de uma infância neste cenário de escarpas vermelhas, junto ao Mar Mediterrâneo. A película estreia na Quinzena dos cineastas. O produtor Joaquim Sapinho comentou à RFIa obra e este certame, em curso até 23 de Maio. Temos o privilégio de acolher de novo o Joaquim Sapinho da Rosa Filmes. Boa tarde! Bem vindo a mais uma edição do Festival de Cinema de Cannes. Estamos juntos para falar, nomeadamente do filme "Les Roches Rouges" de Bruno Dumont, com quem já tinham colaborado no passado. E é a Rosa Films, então produtora principal por detrás desta obra. Exacto. Nós tínhamo-nos conhecido no "L'Empire" e éramos co-produtores e quando chegou a oportunidade de fazer este filme, lá estávamos nós a querer colaborar e a ajudar. Mas as dificuldades de produção do filme obrigaram nos a nós a passar a produtores principais, porque todas as dificuldades de dinheiro e também de coordenação.... O realizador queria filmar este verão que passou. E, pela primeira vez na história das relações cinematográficas dos dois países, fez-se um filme em França com uma equipa inteiramente portuguesa. É muito ao contrário, habitualmente ! É sempre ao contrário. Portanto, foi uma coisa absolutamente mágica. Quando nós tomamos conta da produção, ficou uma arquitectura com filmagem em França. Filmagem em Portugal é filmagem em Itália. Mas toda a produção é portuguesa e os outros "partners" italianos, franceses e espanhóis ficaram apenas a ajudar. Portanto, foi uma experiência única. Nós já tínhamos vivido esta experiência com o filme do Magalhães, que tinha rodagens em Portugal. No ano passado ! Com filmagens em Espanha e tinha filmagens nas Filipinas e também do lado espanhol. Tinha corrido tudo mal. Mandámos a equipa portuguesa depois nas Filipinas também correu mal. Mandámos também a equipa portuguesa. Portanto, aqui foi o mesmo. Foi só continuar esta estratégia, Se os outros não conseguem fazer, nós conseguimos. E então o filme é de facto rodado essencialmente no sul de França, na região onde nós nos encontramos um bocadinho, também em Itália, mas também em Portugal !? O filme também teve uma parte rodado em Portugal e é sempre este prazer de fazermos filmes cosmopolitas em que quer à produção quer às histórias, retratam esta Europa que nós amamos e não apenas a ideia de nacionalismos em que toda a gente está separada. Bruno Dumont que já teve também projectos cá em Cannes no passado, já teve prémios cá, por exemplo, com "La vie de Jésus", "L'Humanité". Agora é um filme muito sobre a infância ou sobre uma parte do litoral do sul de França, onde a fotografia tem um papel absolutamente descomunal ! Eu acho que é só olhar à volta no sítio onde estamos a fazer esta conversa aqui em Cannes e ver este mar esmeralda. O que é que há de tão especial em Saint Raphaël ? É que para lá do mar esmeralda há umas rochas vermelhas. O filme em português chama se "Escarpas Vermelhas". Encontramos um título muito bonito em francês "Les Roches Rouges". Porque, digamos, é este espaço mágico, esta jóia que é a cor azul. Mas do lado da infância. Ou seja, é um filme sobre crescer, sobre como é que se cresce. Sobre as violências de crescer e sobre os amores também. É um filme... Sobre o bem e o mal? O bem e o mal., mas é um rapaz e uma rapariga que estão apaixonados. Fazem uma escapadela para Itália no comboio, mas têm só cinco anos. Portanto, o que é fascinante aqui é que nós somos humanos, logo a partir do momento em que nascemos e começamos a crescer apaixonados e a viver riscos. Portanto, é um filme, como direi? A dizer que a vida é apaixonante e que vale a pena correr riscos. E não lhe parece que eles eram, de facto, todos bastante precoces ? Teriam cerca de cinco anos. Efectivamente viajam juntos. Ele, de forma muito fácil, acaba por passar por cima do portão para ir ter com a namorada. Ele está muito determinado, não é o rapaz? O Géo está determinado ! Ele está determinado. E o que é bonito é que porque é que o filme também é "Les Roches Rouges" ? Não é apenas uma questão plástica. É porque essas rochas são umas rochas em que em França se faz uns saltos muito arriscados. E ele está sempre a demonstrar o seu valor saltando dessas rochas vermelhas. Saltos para mergulho ! Para mergulhar e, portanto, é um filme que defende a ideia de viver como uma ideia apaixonada. É uma ideia em que não podemos, digamos, estar esmagados pelo medo para viver, mas de que é possível viver com intensidade. E aqui o americano Carlos Alfonso Coral deve ter tido um papel preponderante em relação à questão da imagem, de captar este litoral e estas escarpas vermelhas? Ele é um director muito sensível, muito poético, tem trabalhado essencialmente com o Roberto Minervino, que tem tido também os filmes aqui em Cannes. Mas e vive neste momento em Los Angeles. Ele é do México e, claro, ficou. Nunca tinha estado aqui na Côte d'Azur. E estas cores e esta dramaticidade do filme, evidentemente, permitiram-lhe a ele também responder, dando estas cores e essa dramaticidade ao cinema. Que sabor tem, então, esta estréia aqui na Quinzena dos Cineastas com este filme ? A Rosa Filmes, desde 2016 tem sempre um filme seleccionado em Cannes. Nem sei se haverá outra produtora no mundo ? Desde 2016, portanto vamos para 11 anos, não é? Todos os anos sempre um filme, e já tivemos vários filmes em que éramos nós os produtores principais, mas estes dois últimos também, quer com o Magalhães, com o Gael Garcia Bernal, realizado pelo Lav Diaz, quer agora com este filme do Bruno Dumont isto se repete. Portanto, não há outra palavra. É um prazer ! Eu acho que Cannes é um festival em que a paixão pelo cinema se sobrepõe a tudo, a todas as outras questões. E toda a gente se sente atraída por isto e, portanto, é o sítio certo para mostrar os filmes que nós fazemos. E a nossa imagem de marca também está ligada a Cannes. Então e esta septuagésima nona edição do Festival interessa-o ? Se sim, que mais lhe interessa aqui neste certame? Eu acho que há um realizador francês extraordinário. Eu acho que é o grande jovem realizador francês que é o Arthur Harari e é a sua terceira longa metragem. Também ganhou o Oscar de melhor Argumento no ano passado. Está em competição nas longas metragens, na selecção principal ! Sim, na selecção principal, nas longas metragens. E é esse filme de que foi argumentista ganhou também a Palma de Ouro há dois anos. Eu acho que o grande realizador francês agora da Nova geração é este filme. Será o filme mais entusiasmante para ver. Muitos filmes franceses, precisamente na competição, Se calhar mais do que é habitual, portanto, também se calhar provar a boa forma do cinema hexagonal, neste momento, o que é que acha ? Muitos filmes franceses e também muitos actores e actrizes franceses nos filmes estrangeiros. Exactamente. Até em filmes estrangeiros, japoneses, austríacos ! Portanto, é uma grande... Eu acho que a França é o centro do cinema europeu e pouco a pouco está a tornar-se também o centro do cinema, porque a gente vê que os Óscares estão a copiar o modelo. Este modelo europeu de Cannes e portanto temos todos que nos adaptar uns aos outros. Mas dá me a impressão que este nosso modelo do cinema europeu que tem como centro a França e Cannes, é o que está mais vivo neste momento. E finalmente, o cinema português. No meio desta dinâmica toda, como é que o vê nesta altura? Eu bem sei que é sempre complicado. É sempre a mesma dificuldade de acesso a financiamentos. No entanto, surgem sempre propostas que vão singrando internacionalmente, não é? Dou-lhe o meu exemplo vou filmar este ano em África. Fazer um filme sobre Angola. Eu acho que vai ser o primeiro filme em que um português vai fazer o ponto de vista do outro ponto de vista dos movimentos de independência e não um filme nostálgico sobre "Ah, que pena, Portugal perdeu África". Há uns filmes que são mais engraçados a falar desse assunto, outros mais dramáticos, outros mais melancólicos. Eu não estou interessado nisso. Estou interessado é o "como é que foi este conflito e qual é o ponto de vista do outro" ? E, portanto, vou fazer um filme pela primeira vez sobre como é que os movimentos de independência se confrontavam connosco. Mas o meu ponto de vista ainda é mais complexo. Esse confronto connosco era de portugueses com portugueses. Toda a gente tinha o mesmo bilhete de identidade. Portanto, tentar ter um ponto de vista que ajude a que Portugal possa viver com o seu passado, de outra maneira. E vão rodar também na África Equatorial, nomeadamente. A dinâmica do cinema português está em cada filme que é feito. E de quem é o argumento ? É meu. É uma história extraordinária que eu descobri, já ando a preparar o filme há cerca de dez anos, porque descubro um dia um folheto em francês sobre cinco mulheres que tinham sido presas. Não pelos portugueses lá em Angola, mas sim pela UPA, que era um movimento rival que depois se transformou no FNLA. E essas mulheres são presas e depois são mortas. Portanto, é uma tragédia enorme. E, portanto, é a primeira vez que acontece. Cinco mulheres entram na guerrilha e entram. Vêm do Congo, no quadro do MPLA, entram em Angola e depois vão ser atacadas pela UPA e vão ser mortas. E portanto é contar esta tragédia do que é que estava a acontecer de complexo dentro dos movimentos de libertação. Quando eu descobri estas mulheres, a lider chama-se Deolinda Rodrigues. Ela é actualmente o símbolo da mulher angolana. Há um dia feriado que é o dia em que ela foi morta, esta Deolinda Rodrigues. E eu, desde que conheci esta personagem, esta pessoa, este fantasma, tomou posse de mim e passei a viver obcecado com esta história. E, portanto, filmá-la. E também libertar me deste fantasma.
En este episodio de The Milk Check en Español, Diego, Yara y Miguel analizan uno de los mercados lácteos más inciertos de los últimos años. El equipo conversa sobre la limitada disponibilidad de leche en algunas regiones de Estados Unidos, la fuerte demanda de leche ultrafiltrada, el sólido mercado de exportación de quesos y por qué el mercado de leche descremada en polvo sigue desconectado de los fundamentos tradicionales. También hablan sobre el incremento en los costos de flete, la creciente necesidad de SMP en México, el cambio en el comportamiento de compra de los clientes al construir inventarios de seguridad y cómo las tensiones geopolíticas, negociaciones comerciales y la volatilidad global están impactando los mercados lácteos alrededor del mundo. Desde NFDM y quesos hasta fletes, futuros y comercio internacional, este episodio cubre los factores más importantes que están definiendo el mercado lácteo actual. ¿Tienes preguntas? Nos encantaría escucharlas. Envíalas abajo y podríamos responderlas en el pódcast. Pregúntale a The Milk Check Diego Carvallo: Buenas tardes a todos nuestros queridos clientes y, proveedores. Los saludamos desde la ciudad de San Luis, donde estamos Miguel, yo, y Yara esta semana reuniéndonos con el equipo para reuniones de estrategia y análisis de mercado. Y bueno, bienvenidos al pódcast de esta semana. Estamos a mediados del mes de mayo con muchísima incertidumbre, muchísimas, eh, comentarios y preguntas sobre el mercado. Yara Morales: Sí, saludos a todos. Miguel Aragón: Así es, sí nos estamos reuniendo aquí en nuestra reunión trimestral, viendo, tratando de, ver la bola de cristal, pero no, no, no, no, está, está- no aparece, no aparece. Yara Morales: Sí, yo creo que las mismas preguntas que nosotros tenemos las tienen todos los clientes y los proveedores también. La verdad, es una incertidumbre todo lo que está pasando con el mercado. Es un año de verdad muy a-atípico, muy diferente a todos los años. O sea, ya, ya muchos clientes hasta nos dicen: «Pues ya no me sirven las referencias que tenemos de todos los estadísticas que teníamos anteriormente». La verdad, ya no, no. Ha sido un año muy difícil para todos. Así es. Diego Carvallo: Si quieren, podemos comenzar hablando un poquito de, de la parte de fluidos y después pasar a, a los productos. Eh, así entendemos un poquito cómo, cómo se sienten los fundamentos. Em, bueno, hemos tenido varias reuniones con el equipo de fluidos y, eh, a pesar de que el número de producción de, de leche de Estados Unidos sigue estando bastante bien, eh, seguimos teniendo un crecimiento bastante sano en la producción de leche, em, estamos viendo, eh, que para el medio del spring flush, que estamos actualmente, no pareciera haber sobrantes de leche, eh, a descuentos tan significativos como lo que había en los años anteriores. Y, eh, eh, la verdad es que ha creado algo de, eh, dudas, algo de preocupación, sobre todo para el equipo de fluidos, porque en estos momentos usualmente estamos viendo la, las cargas de leche descontadas a, a unos descuentos muy importantes y este año no ha sido el caso. Entonces, eh, hay mucha discusión y mucha, eh, como conversaciones sobre la demanda, sobre todo la demanda de lo que son, eh, las cargas ultrafiltradas, que está muy, muy fuerte esa demanda y pareciera que las plantas todavía tienen más capacidad para absorber leche. Em, por el otro lado, la parte de la crema sí está bastante larga, hay bastante producto disponible, pero lo que es la ultrafiltrada y la leche líquida, pareciera que con toda la capacidad nueva que agregamos este año, em… Hay suficiente planta para absorber ese crecimiento. Miguel Aragón: Así es, así es. Eh, un comentario importante que nos hacían los-nuestros compañeros es el de que en estos tiempos las– usualmente las cargas se compran o se mueven a descuento y este año no, se están moviendo a la par, lo cual está causando una incertidumbre bastante alta en el mercado. Diego Carvallo: Si, si ese es el caso ahora en el pleno flush, pues el mercado debería sentirse muy ajustado una vez salgamos del flush. Exacto. Y entremos en periodos de baja producción. Miguel Aragón: Exactamente. Eso lo, lo estamos empezando a ver en, en, en el mercado de futuros, eh, por lo pronto en el lado de lo queso. No sabemos qué tanto se ajuste, pero nos da algo de, de, de pausa ahí de- Sí. Yara Morales: Porque si siguen, este, mandando la leche para la clase uno, que es para toda la leche fortificada, para lo que es el, el, el yogur griego y, y lo que es el cottage, pues la verdad es que mucha leche se va a ir para allá. Eh, va a estar todavía muy escasa. Clase uno y clase tres. Diego Carvallo: Clase tres. Mhm. Exactamente. Clase uno y clase tres. Es importante aclarar también que e-e-ese panorama que estábamos describiendo es sobre todo lo que es, eh, al este de las montañas, de los Rockies. Todo lo que es California y la costa oeste, sí tengo entendido que hay bastante leche. Hay bastante leche. Que la leche sigue bien larga. Sí, así es. De hecho, uno, ayer coment– eh, estaba en plática con un-uno de nuestros proveedores y nos decían que tienen suficiente leche para las plantas de queso, en, por lo menos en California. Eh, y lo que comentabas, Diego, definitivamente esto se está viendo para el lado este y para el, el, de hecho, plantas en el centro del suroes– en el sureste. Sí, sí. El caso de la costa este ha estado muy ajustado de hace muchos años. Bueno, este año, eh, ese nivel, ese tightness, esa falta de leche, se ve aún más, eh, pronunciada. Em, bueno, con eso podemos entonces hacer como un, un cambio y empezar a hablar un poquito más de los, de los subproductos. Eh, Miguel, ¿quieres hablar un poquito de la parte de quesos antes de entrar en, en los polvos? Sí, sí. De hecho, ah, es, el– aunque el mercado doméstico sigue teniendo suficiente producto para la demanda que tenemos, el mercado de exportación es completamente otro tema. Eh, más que u– esta semana estamos viendo algo de movimiento en los mercados de Asia y, este, y Oceanía, con la, una demanda que se está incrementando. Miguel Aragón: Ojo, cuando eso es, esos mercados se llevan bastante producto. Habían estado algo dormidos, eh, las últimas Seis semanas, ocho semanas. Pero estamos viendo que ahora al parecer la están ya buscando producto otra vez. Eso tal vez nos va a poner algo de, de restricciones de producto para México, Centroamérica, Suramérica, porque al parecer lo pagan mejor, eh- Estados Unidos es el país más competitivo en este momento para lo que son quesos, ¿no? Sigue siendo el más competitivo. Así es, así es. Aunque hay algo de, de sobre todo mozzarella, de, de, de– hubo algo de producción en Europa, pero no, seguimos siendo los más competitivos, Diego Carvallo: sobre todo en los cheddar. Ya, ya, ya. Okey, interesante. ¿Y si están viendo, eh, en lo que va de año un aumento en todo lo que son exportaciones a esas regiones? Sí, todo, Miguel Aragón: sí, los, los mercados a los que hemos exportado siguen creciendo, sigue creciendo la demanda. Eh, aún no podemos ver, eh, cómo, se desparrama la demanda o cómo, cómo se– cuándo es más demanda y menos demanda, porque ha sig– ha seguido creciendo constantemente. ¿Y Diego Carvallo: cuál es, eh, tu outlook para el resto del año? ¿Estás– tú sientes que el mercado ha conseguido un soporte bastante claro y que la demanda puede mantener los precios actuales o, o sientes más bien que en algún momento podemos volver a caer? No, la, creo que Miguel Aragón: estamos en un, en un, tenemos un piso. Ya. Y aunque hemos creído que vamos a estar en un rango, al contrario, creemos que tal vez, eh, el mercado empiece a tratar de, de, de, de subir un poco, de apuntar para arriba- De romper esa resistencia. De romper esa resistencia hacia arriba. Pero, ah, todo depende cómo, cómo siga la demanda doméstica, porque eso es lo que nos va, nos va a marcar Diego Carvallo: la pauta. ¿Y el tema de la guerra en Irán está afectando en algo la demanda de los clientes de ustedes en el sureste asiático? Miguel Aragón: Definitivamente, definitivamente. De hecho, tuvimos algo de cargas nosotros que, que anduvieron dando vueltas. Hasta en la India teníamos cargas que, que iban a, a Arabia Saudita, eh, y nos, nos afecta a nosotros, pero está afectando a todos los productores también. Eh, y es un mercado por varias cosas. U-una, porque no podemos entrar, pero otra, la más importante, es porque las aseguradoras no nos están asegurando las cargas que van para ese mercado. Nadie las asegura y si no las aseguran El mercado claro no puede, no puede tomarlo, no puede tomar ese producto Es demasiado riesgo. Ya, Diego Carvallo: ya, ya. Miguel Aragón: Imagínate Yara Morales: el transporte, cómo se está incrementando también Diego Carvallo: con todo eso. Eso es lo siguiente, eso es lo siguiente. Es un tema que vamos a hablar también, que está afectando sobre todo a los productos más económicos, porque representan un porcentaje más alto del, del costo del producto. Sé que ahorita todo el mundo quiere hablar mucho de nonfat, así que si quieren pasamos un poquito a hablar ese tema- Nos dedicamos al nonfat. Que es el más complicado en este momento. Eh, mira, en pocas palabras, yo diría, en este momento estamos viendo un mercado que está de cierta manera desconectado entre lo que es lo, lo que estamos viendo en los fundamentos con lo que estamos viendo en la realidad del mercado físico. Los fundamentos, eh, apuntan y todos los reportes del USDA apuntan a que hay un crecimiento en la producción de nonfat, hay un crecimiento en la producción de SMP y hay inventarios relativamente sanos. Sin embargo, lo que estamos viendo en el mercado spot, en el mercado actual, es algo bastante distinto. Y puede ser por algunos factores como los de los recalls que tuvimos, eh, ¿cómo se dice un recall en español? La- Reclamos. Un reclamo de producción que tuvimos durante los últimos meses que ajustaron el mercado, pero la realidad es que el mercado spot, el mercado físico actualmente sigue estando sumamente ajustado. Hay muy poco producto, la mayoría de las plantas siguen completamente sobrevendidas. Eh, los traders y revendedores tienen muy poco inventario en mano. Y también vemos ese mismo patrón desde el punto de vista de los clientes. La mayoría de los clientes siguen todavía bastante cortos de producto y necesitan may-mayor, mayor volumen para saciar sus inventarios de seguridad y su producción. Entonces, eh, yo diría, en el corto plazo todavía vemos un mercado bastante bien sostenido, pero creemos que una vez pase el spring flush, después de estos dos próximos dos meses, deberíamos ver una mejor correlación entre lo que es el mercado físico o el CME Cash y el mercado de futuros. Y creemos que principalmente el CME Cash debería hacer gran parte de ese trabajo para llegar a un nivel más cercano a donde están los futuros. Es decir, creemos que debería haber cierta, eh, corrección y consolidación en un nivel posiblemente cercano a, a los cuatro mil quinientos, cuatro mil seiscientos, para de ahí poder buscar, eh, opciones de moverse para más arriba o mantenerse firme el resto del año. Sí somos, eh, creyentes de que el resto del año el polo va a seguir bastante ajustado, pero no creemos que nos podamos mantener en los precios que estamos actualmente, que son dos dólares treinta por libra, que es un precio en el que ya empezamos a ver que la demanda se frena un poco Okey. Em, todo lo que son MPC, eh, MPC setenta y MPC ochenta han seguido mucho ese patrón en el que el mercado está muy ajustado, no hay suficiente producto y hay mucha demanda que ha venido de sports nutrition, de otras aplicaciones a buscar, eh, sustitutos en el mercado del MPC. Em, Yarita, cuéntanos un poquito cómo has visto tú la demanda, cómo has visto a tus clientes en México, eh, ¿cuál es la expectativa de mercado desde el punto de vista del cliente mexicano? Yara Morales: Bueno, la, la verdad es que con toda la escasez que hubo en los primeros meses y que no podíamos surtirles la leche, porque todos los proveedores nos agarraron sin inventario y a México lo agarraron sin inventario. Afortunadamente, ya a partir de marzo, abril, ya empezaron a recibir producto. Entonces, ahorita los clientes en México tengo entendido que ya tienen un poquito más de inventario. Aparte, pues están cerrando contratos, eh, se está comprando SMP de, de Europa, los que tienen cupo y el producto va a empezar a llegar ya en mayo y son precios más competitivos. Los precios tan altos, los, eh, clientes finales, pues obviamente tienen una resistencia ya a pagar estos precios tan altos y empezaron a utilizar la leche fresca, que había bastante, ¿verdad? Este, podían encontrar hasta de cuatro pesos por litro. Ahorita ya no hay, se está escaseando. Todo el norte de México, ya la leche fresca está escaseando demasiado. Ahorita hay un poco más en el centro, que es donde también hay bastante producción de leche fresca, pero va a llegar el momento, como ya a finales de junio, julio, que empieza a escasear la leche fresca. Entonces, definitivamente va a haber una necesidad de leche descremada. Aparte de las formulaciones, pues ya las tienen con la leche descremada. Y la verdad es que todavía sigue habiendo, este, demanda. Ya no igual como en un principio que estaba todo mundo desesperado tratando de conseguir y recibir algo, pero de cualquier manera sigue la demanda, sigue todavía los clientes tratando de conseguir producto. Diego Carvallo: Y es difícil que no vengan a comprar a Estados Unidos. Por eso, por eso yo soy de la creencia que el mercado se va a mantener bastante firme por el resto del año, porque las importaciones de Europa sabemos que va a ser un volumen limitado, menos de diez mil toneladas, posiblemente para todo el año. Eh, si hay poca leche bronca en México, no van a tener otra opción que o, o consumir menos o, o venir a comprar a Estados Unidos, en pocas palabras. Entonces, eh, sí, yo creo que eso debería dar soporte. Debería marcar al menos un piso en los precios de, del nonfat. Quería Miguel Aragón: a-adherir un poco una reseña. En el– ahora que estuvimos en Chicago atendiendo el ADPI, estuvimos juntas con algunos, ah, productores de, de, de comida aquí en Estados Unidos y nos comentaban algo que tal, tal vez quisiera ver ustedes qué opinan. Eh, muchos Yo era de la creencia que nada más en México compraban al día, por decirlo así, y, y no había contratos largos. Resulta que en Estados Unidos era la misma situación y con varias de las empresas que nos juntamos nos dijeron: es que ahora estamos tratando de decidir si contratamos toda la segunda mitad del año, eh, a estos precios o nos esperamos. Es la gran cuestión ahí con las empresas que estuvimos platicando dentro de Estados Unidos. Y eso era nonfat Diego Carvallo: también o queso también. Nonfat. Ajá. Principalmente. Nosotros hemos visto exactamente ese mismo patrón. Los clientes en Estados Unidos tenían inventario al día, tenían una carga de, que tenían que utilizar esta semana y a la semana siguiente les llegaba otra carga y no tenían inventario. Ahora la tendencia es comenzar a construir inventario de seguridad, proteger para al menos dos o tres meses para protegerse de que una carga esté demorada o que no haya producto. Así es, exactamente. Miguel Aragón: Creo que Diego Carvallo: es una reseña muy Miguel Aragón: interesante Diego Carvallo: que, no la había Miguel Aragón: visto yo Diego Carvallo: y se ve ahora. Y eso resulta en demanda adicional, porque eso a la final, cuando todos los clientes de Estados Unidos, muchos, tratan de crear inventario de seguridad a la misma vez, cuando el mercado está muy ajustado, crea un crecimiento en la demanda que no es artif– no es orgánico, pero sí crea una subida en la Miguel Aragón: demanda. Así es. Y creo que alarga esta, esta cuestión que estamos viendo ahora. Está ajustado. Sí, Yara Morales: y lo hemos estado viendo con los clientes de México, los queseros, los que tienen plantas de queso, que han querido cuando menos tener la seguridad de que van a tener el producto, por eso pagan los precios. Entonces, han estado comprando con precios hasta meses adelantados. Y es, y era algo que no se veía. ¿Por qué? Pues porque estamos tan cerca que pueden llevarse el producto, pues en una semana o dos semanas y ya tienen la leche. Pero ahorita con esta escasez, pues la verdad que prefieren cerrar contratos largos, aunque sean meses más adelantados. Diego Carvallo: Correcto, correcto. Un punto también importante mencionar es el costo, cómo está afectando el mercado los altos costos de combustible y de flete, sobre todo para productos económicos. Hace poco estuvimos cotizando algunas cargas de permeato a México y a diferentes partes de Asia, y el costo del flete ha subido muchísimo. Eh, es algo que también está afectando a muchos clientes y viene dado a raíz del conflicto en Asia. Eh, ¿cómo está afectando eso a, a su, a la demanda de queso? Miguel Aragón: Definitivamente nos está afectando porque en, en, como saben, manejamos, eh, tres líneas de queso nosotros. Manejamos el queso de primera, eh, que tal vez es el que no, no refleja tanto, eh, el, el incremento en flete, pero lo refleja, pero lo puede absorber un poco más. Pero en el producto, ah, grado B que decimos nosotros, que se supone que era un poco más barato, eh, sí le afecta porque es un producto más barato. Y ahora el producto, eh, que manejamos para reproceso, que es el producto barato, es el producto para extender la proteína en el queso, eh, para hacer más queso, sobre todo queso análogo, ahí sí se sintió fuerte el i-el impacto del flete, porque a veces son– o sea, ha subido cuatro o cinco centavos por libra de diferentes lugares. Depende de, depende de la geografía de Estados Unidos, de donde estemos mandando el queso y es donde más nos ha afectado. Totalmente. En el Diego Carvallo: producto más barato. Igual que- Y, y no solo es en fletes marítimos, sino en fletes terrestres. La parte del transporte en camión en Estados Unidos ha subido mucho. Nosotros solíamos pagar cuatro o cinco centavos para mover una carga de California a El Paso. Hoy en día ese precio está cercano a los seis, o sea, ha subido un cerca de un 20 % En, en la– cuando movemos Miguel Aragón: produ– movemos queso de, de, de Washington a, a El Paso, estábamos pagando trece centavos la libra. Hoy día diecisiete centavos, a veces dieciocho centavos. Y de-dependiendo también si, si se empieza a mover algo como de, digamos, de, del sur, de, de, del suroeste, cuando empieza a moverse mucho melón o cosas así, o cuando viene la temporada de árboles de Navidad, depende de la temporada, esto va, va a incrementarse aún más. Sí. Yara Morales: Igual que el refrigerado. El refrigerado se estaban pagando doce centavos y ahorita ya están cerca de dieciocho centavos. Entonces sí ha Miguel Aragón: subido bastante. Sí, sí, sí, nos está afectando en el queso, en la, en el movimiento del queso y en el movimiento de la mantequilla, definitivamente. Yara Morales: También. El Diego Carvallo: último tema que nos ha preguntado mucho la gente. Cuéntenos un poquito sobre el tratado de libre comercio y qué expectativas hay ahora que se vuelve a negociar entre Estados Unidos y México Bueno, Yara, tú ya has escuchado porque- La verdad, Yara Morales: hay mucha incertidumbre, hay muchas preguntas. Eh, ahora en junio que viene la revisión, pues, mmm, son varios, varios factores, ¿no? Se viene el, la revisión del Tratado de Libre Comercio y se viene el Mundial de fútbol en los tres países. Entonces todo el mundo anda como que muy alterado con todo eso, porque no saben, no sabemos qué es lo que vaya a pasar, no sabemos cómo se vaya a, a mover ese Tratado de Libre Comercio, si se va a renegociar, qué porcentajes pudieran darse o si vamos a quedar en cero, que es lo que todo mundo pretende, porque pues es la economía de México. La economía de México realmente necesita ese Tratado de Libre Comercio. Y, este, y yo creo que todos, porque para todos es un beneficio, ¿no? Inclusive para Estados Unidos. Entonces hay mucha incertidumbre, ¿no? La verdad, mmm, yo pregunto y ando investigando y todos mis clientes pues no saben qué es lo que vaya a pasar. Miguel Aragón: Así es. Y nos está… esta incertidumbre nos afecta día a día, eh, sobre todo con México por la cuestión del tipo de cambio, porque sale un encabezado y se dispara el dólar, eh, sale otro encabezado y se fortalece el peso. Es cuestión de todos los días, todos los días, este, y las, la cuestión política nos, nos, sí nos está afectando bastante. No, Diego Carvallo: no hay certidumbre. Miguel Aragón: Claro. Eh, pero una cosa superimportante que, que, que creo que está, eh, afectando algo lo del tratado y muchas otras cosas es que se nos vienen las elecciones primarias en, en, aquí en noviembre- Estados Unidos. Estados Unidos. Y a eso tú sabes que- Es muy importante. Es muy importante, porque hay que mover el, el, el, el, el, el, lo que piensa el público. Claro, hay que ganar los votos. Y hay que ganar los votos y aquí vamos a ver si se va a hacer cosas para, para tratar de tener algún efecto sobre eso. Y muchas veces no tiene nada que ver con México, Diego Carvallo: obviamente, también las de Irán, pero el mercado, básicamente, yo creo que va a mantener mucha volatilidad, va, va a haber mucha incertidumbre y, eh, las, las monedas van a tener, obviamente, como resultado una variación bastante violenta. Los bancos nos afectan. Exactamente. Yara Morales: Sí. ¿ Diego Carvallo: Qué otro punto importante? Definitivo, Yara Morales: definitivo. Ay, pues yo creo que todo esto es bien interesante. Vamos a ver qué sucede. Este, no sé qué otra cosa podemos Diego Carvallo: manejar. Voy a estar, yo voy a estar en Antad la próxima semana. Eh, lastimosamente, esta vez no me van a poder acompañar Yara y Miguel Pero yo voy a estar en Antalas, así que con mucho gusto, eh, me, me encantaría conocer y encontrarme con algunos de nuestros clientes estando allá. Así que no duden en, en contactarnos. Así es, así es. Desafortunadamente, Miguel Aragón: yo Diego Carvallo: no Miguel Aragón: voy. Sí. Ah, pero yo voy a estar en, en, en Alimentec, en Bogotá, creo que es. Entonces, si alguien nos está viendo en Colombia o que vaya a estar en Alimentec, por ahí estamos. Excelente, excelente. Que Yara Morales: por cierto también va a haber elecciones en Colombia. Miguel Aragón: También. Así es. Sí, Yara Morales: también va a haber elecciones en Colombia. Hay que ver cómo, cómo se- Más volatilidad. Se ve todo. Más volatilidad todavía. Más Diego Carvallo: gasolina al fuego, sí. Bueno, mil gracias a todos. Gracias, Miguel y Yara. Gracias. Gracias, gusto en Yara Morales: saludarlos a todos. Bye
Vale, vamos a desgranar esto. Hoy nos enfrentamos a lo que, bueno, probablemente sea la carga psicológica más silenciosa y pesada de nuestra eram hablo de la trampa de la comparación moderna. Hoy en día, esa sensación persistente de no ser suficiente, eh, de ir siempre un paso por detrás del resto del mundo parece casi universal. Totalmente. Da la impresión de que sin importar el esfuerzo o los logros que uno vaya acumulando, la línea de meta siempre se aleja un poco más. se desplaza constantemente. Sí, exacto. Así que para entender exactamente de dónde viene esta frustración estructural y lo más importante, cómo escapar de ella, hoy vamos a realizar un análisis a fondo de un material que la verdad yo considero realmente revelador y lo es sin duda. Se trata de un extracto clave del influyente libro 12 reglas para vivir del psicólogo Jordan B. Peterson. En concreto, nos vamos a sumergir de lleno en la regla número cuatro, la de compararse con quién uno era. Esa misma la premisa dice literalmente, compárate con quién eras ayer, no con quién otro es hoy. Y la misión de este inmersión de hoy es desarticular el mecanismo. Claro. La misión de este análisis a fondo es desarticular desde la raíz toda esa mecánica psicológica y neurológica que empuja a la mente de forma casi inevitable hacia la envidia y la insatisfacción. Eso es. Queremos explorar cómo la propia percepción visual miente constantemente, literalmente como el cerebro censura al mundo que nos rodea y a partir de ahí trazar un plan de escape utilizando lo que el texto llama el interés compuesto del progreso personal. Es un texto fascinante porque entrelaza, a ver, entrelaza la biología evolutiva con la psicología clínica, pero al final ofrece herramientas increíblemente pragmáticas para reorganizar el día a día. Muy pragmáticas, sí. Nada de conceptos abstractos, inalcanzables. Ya. Y para que quede claro desde el principio que este no es el típico análisis predecible y aburrido. Vamos a adelantar que la clave maestra para entender toda esta frustración diaria incluye a un gorila invisible. Un gorila, sí. Y a un mimo cantando la canción Endless Love con un par de manoplas de horno puestas. Suena a locura absoluta. Madre mía, suena a delirio total. Pero prometo a quien nos esté escuchando que es una conexión que tiene todo el sentido del mundo cuando se examina de cerca. Lo tiene, lo tiene. Para empender el síndrome del héroe local. Las fuentes explican que la psiqui humana no evolucionó para el mundo en el que vivimos hoy. Claro, el desfase evolutivo. Eso es. Antiguamente, cuando la inmensa mayoría de la población vivía en entornos rurales, en tribus o en pueblos pequeños, destacar en algo era una meta estadísticamente razonable. Había un rey del baile local, una genio de las matemáticas en la escuela de la comarca o el mecánico estrella del pueblo al que todos respetaban. Estas personas eran los héroes locales y sus cerebros recibían una recompensa biológica constante por ello. Y esa recompensa biológica es fundamental para entender el problema real de hoy. No estamos hablando de una simple palmadita en la espalda a nivel social. No, no estamos hablando de neuroquímica pura, específicamente de la serotonina. El cerebro humano poseae en su base una especie de digamos calculadora ancestral, una calculadora de estatus, ¿verdad? Exacto. Es un sistema de control maestro muy antiguo a nivel evolutivo que evalúa de forma ininterrumpida nuestra posición en la jerarquía social local. Ya cuando esta calculadora percibe que el entorno valora a un individuo que es competente y respetado en su comunidad, pues libera serotonina. Este neurotransmisor es el que hace que uno se sienta seguro, permite caminar erguido, reduce la ansiedad y aporta una sensación de calma existencial. Y el sistema funcionaba a la perfección porque el grupo de control era pequeño. Claro, de unas 100 o 200 personas como máximo. Pero a ver, siendo justos, y yo creo que esto es algo que mucha gente se preguntará, ¿no? Es esa presión evolutiva por competir y destacar algo útil. Es decir, si el ser humano no se comparara con los mejores de su entorno y no sintiera esa punzada de envidia o ambición, quizá la especie seguiría viviendo en las cavernas. Fíjate que esa es una distinción crucial. La competencia es el motor del progreso. Sin duda alguna. El texto no ataca la competencia en sí. El problema no es la brújula, ¿vale? El problema es que hemos introducido esa brújula en un campo magnético artificial enorme que la ha vuelto completamente loca. Y ahí es donde el contraste moderno resulta devastador. El mundo hiperconectado, eso es la migración masiva a las grandes urbes y sobre todo la omnipresencia de internet han erradicado esa paz local. Las jerarquías sociales en las que el cerebro intenta competir ya no son pirámides de tamaño humano, son inabarcables. Ahora son como un rayo láser hiperconectado que abarca el planeta entero. Pensemos en alguien joven que tiene un talento excepcional tocando la guitarra. Un genio de uno entre un millón. Exactamente. Históricamente este chaval habría sido la leyenda absoluta de su región. Hoy, al abrir una red social, descubre en 3 segundos que es solo uno más entre 50 prodigios idénticos o incluso superiores. Es brutal. La escala de la competencia ha mutado de una forma que esa calculadora de serotonina simplemente no puede procesar y por defecto ante esa inmensidad el cerebro nos sitúa en el fondo de la jerarquía global. Claro, el estanque se ha vuelto tan inmenso que todos nos sentimos como Plankoncton. Tal cual como Plankton. Y el texto señala que esta hiperconexión con es básicamente la gasolina perfecta para una voz crítica destructiva que todos albergamos. Ese crítico interno se alimenta de esta exposición global y vaya si se alimenta. Nos convence de que la vida es un juego de suma cero. Si alguien en el otro extremo del mundo tiene éxito, nosotros somos unos fracasados. Nos susurra que la mediocridad absoluta es nuestro estado natural. Sí, anula cualquier victoria. Porque como ahora mismo es posible encontrar en internet a alguien más rico, más atractivo, más en forma o más inteligente, De forma instantánea, cualquier logro personal que requerió meses de sudor parece repentinamente minúsculo. Es una dinámica verdaderamente demoledora. Lo fascinante aquí es como la psicología social reciente intentó lidiar con este colapso de la autoestima y cómo el autor del texto destroza esa supuesta solución. Ah, sí, la parte de las ilusiones. Eso es. Durante décadas, muchos expertos recomendaron la creación de lo que llamaban ilusiones positivas. La primisa era que, como la realidad objetiva de no ser el mejor del mundo, nada. Era demasiado dolorosa. La gente debía proteger su ego cultivando una autoimagen artificialmente inflada. Vamos a autoengañarse. Básicamente aconsejaban refugiarse bajo el paraguas de una mentira reconfortante para no colapsar psicológicamente. El análisis que estamos abordando rechaza esta idea de forma categórica y con razón. Argumenta que es una filosofía profundamente pesimista y cínica, ya que asume que la realidad es tan intrínicamente insoportable que la única forma de habitarles mediante la ficción. Claro, es que vivir en una ficción para soportar el peso del mundo no genera ninguna resiliencia, genera una fragilidad extrema ante cualquier fracaso real. Es equivalente a intentar curar una fractura de hueso tomando analgésicos y fingiendo que el hueso no está roto. Absolutamente. Ahora bien, si ese juego de la comparación, tal y como está montado hoy en día, es una trampa mortal y siempre se termina perdiendo, la gran pregunta que surge es bastante lógica. ¿Porque seguimos jugando? Exacto. ¿Por qué la mente humana se empeña en seguir jugando. ¿Por qué seguimos intentando medirnos con ese rayo láser global? Aquí es donde el texto introduce un cambio de paradigma total. Y es que simplemente estamos midiendo mal la estructura misma de la realidad. Caemos en la ilusión del tablero único. Eso es efectivamente ese crítico interno del que hablabas prospera gracias a la ilusión del juego único. Consigue convencernos de que la existencia es una sola competición unidimensional y lineal, donde el éxito se mide bajo un solo criterio. mente el poder adquisitivo, la fama o el estatus en redes sociales. Pero la realidad empírica es que la vida es una enorme multiplicidad de facetas. Hay infinidad de juegos disponibles en los que participar. Incontables. Existe el juego de ser una figura legal implacable, el juego de ser un artesano que restaura muebles antiguos o el juego de ser alguien volcado en la enseñanza. La gran ventaja evolutiva de esta multiplicidad es que si alguien fracasa estrepitosamente en una disciplina o descubre que esa dinámica le resulta tóxica, siempre conserva la libertad absoluta de cambiar de tablero y probar en otro ecosistema diferente. O mejor aún, como plantea la fuente, si uno no encuentra un juego en el que encaje, tiene la capacidad realmente nuevo. Y ahí es donde entra tu ejemplo favorito. Totalmente. Aquí es donde entra el ejemplo más surrealista de todo el material. Relata la anécdota de un concurso de talentos local donde apareció un participante haciendo de mimo. Pero no un mimo cualquiera. No, no, no era la típica Imitación aburrida en una plaza. Era un mimo meticulosamente caracterizado al estilo del legendario Marcel Marshow. El individuo sube al escenario, se sella la boca con cinta adhesiva plateada y con una seriedad pasmosa se enfunda dos gruesas manoplas de horno en las manos. Es una imagen tremenda. Acto seguido, utiliza esas manoplas de cocina a modo de marionetas para interpretar un dúo increíblemente dramático y sincronizado de la famosa balada Endless Love. Es visualmente absurdo, completamente absurdo. Pero encierra una lección vital. Cuando la originalidad es radicalmente individual y peculiar, el ser humano se sale del sistema de clasificación habitual. Es imposible comparar a ese individuo porque nadie más en el planeta Tierra estaba compitiendo en la categoría de mimos dramáticos cantando baladas con accesorios de cocina. Es una anécdota cómica, pero el trasfondo analítico es verdaderamente brillante. Demuestra que la hiperespecialización y la individualidad son antílotos directos contra la homogeneización del estatus global. Claro, te sales de la Exacto. Para aterrizar esto en la vida de una persona que nos pueda estar escuchando mientras va a la oficina o mientras hace la compra, el texto propone sustituir la visión de la vida como una carrera de 100 m lisos por la de un decatlón completo. Un Decathlon, esa es una alagogía estupenda. Una evaluación holística y madura de la existencia implica equilibrar múltiples frentes: el desarrollo profesional, la estabilidad familiar, la lealtad a las amistades, el compromiso con las aficiones, la salud mental y física. Son muchas pistas de atletismo a la vez. En un Decathlon, lo estadísticamente normal es ser sobresaliente en el lanzamiento de jabalina, mediocre en el salto de longitud y bastante torpe en la carrera de vallas. Nadie es perfecto en todas y cada una de las disciplinas. Y el problema fundamental es que el crítico interno hace trampa en esta competición. Lo que hace es aislar una sola de esas disciplinas del Decathlon, digamos, el éxito financiero. Luego escoge al mejor atleta del mundo en esa disciplina hiperespecífica y nos golpea en la cara con la comparación directa. y omite todo el contexto. Esa estrella inalcanzable a la que el crítico interno obliga a admirar podría estar liderando una empresa multimillonaria. Sí, pero al mismo tiempo podría estar atravesando un divorcio sumamente destructivo o sufriendo un aislamiento crónico o lidiando con adicciones severas. Es el clásico error de comparar los propios bastidores que están llenos de cables sueltos, improvisaciones y tomas falsas con la película final de la vida de los demás. Una película perfectamente evitada, iluminada y con banda sonor épica. Y aquí es donde la cosa se pone realmente interesante, fíjate, porque el autor da un salto vertiginoso desde la filosofía y la psicología social y nos sumerge de lleno en la neurofisiología de la visión. Esto es fascinante. Básicamente nos explica cómo nuestros propios ojos participan de forma activa en esta trampa de la comparación. Y para ilustrarlo, recupera el legendario experimento del gorila invisible, el de Daniel Simmons, el mismo, diseñado por el psicólogo cognitivo Daniel Simons. Para quien no lo conozca, el experimento consiste en un vídeo donde aparecen seis personas en una sala pequeña. Tres de ellas llevan camisetas blancas impolutas y las otras tres llevan camisetas negras. Y se están moviendo. Sí, se mueven de forma caótica en círculo pasándose un par de balones de baloncesto. La instrucción que se da a los espectadores antes de darle al play es directa y engañosamente simple. Les dicen, "Cuenten exactamente cuántos pases hace el equipo de la camiseta blanca e ignoren los pases del equipo de negro. Una tarea de atención selectiva clásica. La gente se concentra profundamente, sigue los balones con la mirada y al terminar el vídeo, la inmensa mayoridad da la respuesta correcta, que suele ser 15 pases. Pero el clímax del experimento llega inmediatamente después. Exacto. Cuéntalo tú porque es increíble. El investigador felicita a los participantes por su excelente nivel de atención y con total naturalidad les hace una segunda pregunta. Les dice, "¿Y qué opinan del gorila?" Y la gente se queda en blanco. La reacción general es de desconcierto absoluto. La de los participantes asegura tajantemente que no había ningún gorila en el vídeo, pero al reproducir el material por segunda vez, ahora sin la tarea de contar los pases, el resultado es sobrecogedor. Aparece de la nada. Justo en el segundo 25 del vídeo, una persona disfrazada con un traje de gorila de cuerpo entero entra caminando lentamente en la escena, atraviesa el grupo de jugadores, se detiene justo en el centro de la pantalla, se golpea el pecho mirando fijamente a la cámara y sale caminando por el lado opuesto. Es que está ahí un buen rato. Permanece en escena casi 10 segundos y un asombroso 50% de los observadores no registra su presencia en absoluto la primera vez. Es escalofriante pensar que algo tan enorme y tan absolutamente fuera de lugar pueda ser borrado de nuestra percepción de esa manera. Para quienes no superan la prueba, yo he leído que las sensaciones de incredulidad total llegan a pensar que les han cambiado la cinta por otra diferente en el segundo visionado. Yo quedé sorprend la primera vez que vi los datos. Si conectamos esto con el panorama general de nuestro análisis de hoy, la revelación científica es de una importancia colosal. El fenómeno se denomina ceguera por falta de atención sostenida. Ceguera por falta de atención o como se acuñó en rigurosos estudios alemanes sobre la percepción, el término es halalten de un ofxamites blind. Madre mía, con el alemán. Sí, impronunciable. Pero lo que esta condición demuestra, sin lugar a dudas, es que la visión humana no es una cámara de vídeo que graba pasiva y objetivamente el mundo. El sistema visual es una herramienta metabólicamente carísima. Gasta mucha energía. Procesar información visual en alta resolución requiere una cantidad enorme de recursos cerebrales. Para no colapsar y evitar morir de agotamiento, el cerebro funciona como un depredador. Literalmente solo vemos aquello a lo que apuntamos de forma activa y todo lo demás se descarta, se censura, se borra proactivamente para ahorrar recursos. El gorila negro se confunde con las camisetas negras que el cerebro tenía la orden estricta. de ignorar. O sea, que el acto de ver no consiste simplemente en abrir los ojos y recibir luz, sino en filtrar el 99% de la realidad. Vemos estrictamente lo que valoramos o lo que perseguimos en un momento determinado. Así es. Y las implicaciones vitales de este mecanismo fisiológico son formidables. Si el objetivo supremo de una persona está distorsionado por esa comparación global tóxica de la que hablábamos antes, digamos, si su meta es alcanzar el estatus prefabricado de un magnate de internet, su cerebro ajusta sus filtros visuales para rastrear solo esas métricas. Exactamente. Como consecuencia, esa persona se vuelve fisiológicamente ciega a las oportunidades reales de mejora que tiene a su alcance. Se vuelve ciega a las relaciones significativas que la rodean o a sus propios talentos innatos. Pasa el gorila y no lo ve. Esa ceguera no es un fallo del cerebro. Es la máquina funcionando perfectamente según los parámetros que se le han introducido. Por lo tanto, la conclusión lógica y radical de todo esto es que para cambiar lo que vemos en el mundo tenemos que intervenir de raíces nuestros sistemas de valores. Tonina, sí, que la vida es en realidad un decatlón de múltiples facetas y que nuestros ojos editan la realidad en tiempo real basándose en nuestras metas. ¿Cómo se desactiva al crítico interno en el día a día? ¿Cuál es el plan de acción concreto que propone el material original? La respuesta central, el verdadero antídoto de la regla número cuatro, exige un cambio drástico de métrica. Implica desconectar por completo la vista de los resultados de los demás y establecer al propio yo del ayer como el único estándar de válido y legítimo. Compárate con quién eras ayer. Eso es es un reajuste completo de la mira del francotirador interno. El texto insiste en que al principio es imperativo apuntar muchísimo más bajo. Apuntar bajo. Hay que deconstruir esa ambición grandiosa y aplastante que nos paraliza ante la inmensidad del internet y transformarla en metas minúsculas, casi ridículamente manejables. Para visualizar esto, recuerdo que el material utiliza una metáfora excelente. Propone analizar la propia existencia como si fuera una casa que necesita reformas urgentes. Una gran metáfora. La reacción natural que está alimentada por ese crítico interno global es sentarse en medio del caos, mirar las revistas de decoración de lujo, desesperarse porque la casa no es una mansión espectacular en la costa y como resultado no hacer absolutamente nada. Parálisis por análisis. Totalmente. El enfoque diametralmente opuesto que se propone es levantarse, buscar el rincón más pequeño y manejable de esa casa en y preguntar a ver qué cosa concreta, por minúscula que sea, puedo limpiar o arreglar hoy que esté bajo mi control inmediato. Cosas bajo control, muy importante. Puede ser algo tan mundano como ordenar la montaña de cartas que lleva un mes sobre la mesa, hacer la cama al levantarse o reparar esa bisagra de un armario de la cocina que lleva 6 meses atascada. Y es vital detenernos aquí para entender por qué esto funciona desde un punto de vista psicológico y neurológico. Porque, no nos equivoquemos, es Esto no es un simple consejo de bricolaje motivacional, no, no es ordenar el cuarto y ya está. Hay un concepto germánico fascinante que captura esta esencia. La palabra es tagwk. Tagwork no se traduce simplemente como trabajo. Se refiere a la labor diaria y concreta que justifica tu día, a la artesanía de lo cotidiano. No se trata de construir una catedral gótica en 24 horas, sino de tallar tu pequeño bloque de piedra hoy. Y encajarlo bien. Eso es. Cuando alguien repara esa bisagra rota del armario, no. Solo está arreglando un trozo de madera y metal. Esa puerta atascada actuaba como un microestresón silencioso en su vida. Es verdad. Cada mañana, al intentar abrirla para coger una taza y notar la resistencia, el cerebro registraba un pequeño fallo, una minúscula derrota que drenaba una fracción de dopamina. Al arreglarla, se elimina un obstáculo físico y se inyecta una microdosis de orden en el sistema nervioso. Se trata de tomar las riendas de 500 de estas pequeñas decisiones diarias. Son esas microvictorias las que empiezan a silenciar de verdad al crítico interno, porque de repente ya no estás compitiendo contra un multimillonario de la tecnología que sale en una portada, estás compitiendo contra tu propia inercia de ayer y estás ganando. Exactamente. Y el resultado de encadenar estas microvictorias es lo que podríamos llamar el interés compuesto de la psicología. Su pequeño ecosistema un 1% mejor de lo que lo encontró por la mañana. Los resultados se acumulan matemáticamente. Es una bola de nieve. Una mejora diaria sostenida durante 3 años. No produce un cambio lineal, produce una transformación exponencial que vuelve una vida completamente irreconocible. Además, hay un corolario hermoso a todo esto. A ver, a medida que la persona mejora su entorno inmediato y su salud mental se estabiliza, su base se vuelve más sólida. Desde esa base más alta, los objetivos que se plantea se elevan de forma natural y orgánica, sin la angustia previa. Y recordando la lección fisiológica del goril invisible, como nuestra visión rastrea aquello que valoramos al establecer metas más sanas y progresivas, las oportunidades en En el mundo exterior comienzan a materializarse. Claro, la ceguera desaparece gradualmente, los filtros se ajustan. Es como conducir un coche de noche en medio de una tormenta con el parabrisas lleno de barro. Arreglar la bisagra del armario es como encender los limpiaparabrisas por primera vez. Muy buena imagen. De repente te das cuenta de que la carretera no era tan recta ni tan estrecha como parecía y que había multitud de desvíos y caminos panorámicos que antes eran literalmente invisibles bajo la suciedad. Es un cambio de paradigma absoluto en la forma de vivir totalmente. Bueno, para ir recogiendo todo lo que hemos puesto sobre la mesa, creo que la inmersión profunda de hoy nos deja lecciones tremendamente sólidas. Yo estoy seguro de que sí. Hemos arrancado analizando el peligro neurológico de esa jerarquía global moderna, ese rayo láser de internet que atrofia nuestro sistema de recompensas y nos hace sentir insignificantes ante el mundo. Luego hemos encontrado una vía de escape al comprender que la existencia no es un examen tipo test con una sola respuesta correcta, es un decathlon vasto y con complejo donde siempre existe la posibilidad de bueno, de inventar reglas propias como nuestro amigo el mismo, el mismo de las manoplas. Hemos diseccionado la asombrosa mecánica del goril invisible, descubriendo que nuestros ojos funcionan como cazadores implacables que solo nos muestran el trofeo que hemos decidido buscar. Y finalmente hemos trazado el mapa de salida, la táctica innegociable del interés compuesto, asumiando la labor diaria del Tabwork y utilizando únicamente al yo de ayer como el único juez legítimo de nuestro avance. Al final, el hilo conductor que une todas estas disciplinas, la biología, la psicología, la neurología, es una conclusión profundamente empoderadora sobre nuestro papel en el mundo. El análisis demuestra que no somos meros receptores pasivos de información. No somos víctimas. No, no somos víctimas de un entorno hostil. Somos constructores activos de la realidad. La arquitectura misma de nuestra percepción se moldea en base a dónde decidimos enfocar nuestra atención y nuestra voluntad cada día. Y para cerrar Queremos proponer un pensamiento final para dejar macerando en la mente de quien nos escuche una reflexión expansiva basada estrictamente en esa cruda realidad biológica de la visión que acabamos de explorar. Adelante. Pensemos profundamente en esto. Si el propio cerebro humano censura activamente el entorno recortando y borrando enormes porciones de la realidad para proyectar únicamente aquello que encaja con nuestras ambiciones o miedos actuales, entonces experimentar el mundo como un lugar asfixiante oscuro y plagado de competidores imbatibles, no es un reflejo preciso de la realidad objetiva, no es una verdad inamovible del universo. Plantea una hipótesis fascinante. Sugiere que esa sensación de agobio existencial es simplemente la evidencia técnica de que el motor de búsqueda interno de nuestro cerebro está operando con las palabras clave equivocadas. Así es. ¿Qué pasaría si el simple y silencioso acto de decidir valorar el progreso personal por encima del estatus social ajeno tuviera la capacidad real de alterar la forma física tangible y palpable del mundo que se despliega ante nosotros cada mañana al despertar. Si cambiar la meta interna revela la existencia de inmensos gorilas invisibles, cuántas oportunidades latentes, cuánta belleza oculta y cuántos caminos inexplorados están justo ahora cruzando por delante, esperando pacientemente a que se deje de vigilar la vida del vecino para poder volverse reales. Es algo que merece mucha reflexión. Muchísima. Gracias por acompañar este análisis a fondo. Ha sido un recorrido intelectual espectacular por los mecanismos más profundos de nuestra propia mente. Hasta la próxima inmersión.
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Sé lo que tengo que hacer. Y aun así no lo hago. Si alguna vez te has dicho eso, este episodio es para ti. Hoy no vamos a hablar de técnicas de productividad. Vamos a hablar de lo que realmente separa a las personas que son consistentes de las que empiezan, se caen, retoman, y vuelven a caer. Para recibir la clase "De la intención al hábito", escríbeme la palabra HABITO por
Los hombros son una de las partes más importantes a la hora de entrenar fuerza, no solamente a nivel estético, sino también a nivel funcional, esta palabra que ahora le encanta usar a todo el mundo, sencillamente porque para casi todos los ejercicios de tren superior, vas a tener que usar los hombros, así que necesitas unos hombros para empezar sanos, que te permitan moverte, y fuertes, para que te permitan realizar los ejercicios no solamente para los mismos hombros sino para el resto de músculos. Y además, volviendo al tema estético, los hombros son una zona de especial interés tanto para las mujeres, como para los hombres, porque a los hombres les da un aspecto más amplio y a las mujeres comparativamente unos hombros más anchos te hacen ver la cintura más estrecha. Pero de todos las decenas o quizás cientos de ejercicios que podemos hacer para unos hombros fuertes y bonitos, solo necesitas estos 3. Las diferentes zonas del hombro Para empezar, hay que entender que el hombro está dividido en 3 zonas, aunque algunas teorías apuntan a que en realidad se divide en hasta 7 zonas, pero como aquí somos muy clásicos vamos a entender este concepto de 3 zonas: La zona frontal, la zona media o lateral y la zona trasera. De ahí que si queremos un buen trabajo para los hombros tengamos que hacer 3 ejercicios, uno para cada zona. De estas 3 zonas, las más importantes son la zona lateral, porque es la que te va a dar más amplitud y la zona posterior porque es la que va a complementar el trabajo de tu espalda y además de lado te puede dar un aspecto más bonito para tus brazos. La menos importante sería la zona frontal, no porque sea menos importante sino porque cuando hacemos cualquier tipo de ejercicio de empuje (es decir, de alejar algo de nosotros), ya vamos a estar trabajando la zona frontal. Entonces en muchos casos la zona frontal no necesita más trabajo. Y por esa razón en muchos entrenamientos de la academia, si hacemos estos 3 ejercicios, el último es el de la zona frontal, a diferencia de lo que suele hacer la gente habitualmente que es poner este ejercicio como el primer ejercicio, yo me gusta más ponerlo al final. Y como me gusta más ponerlo al final, voy a empezar por el primer ejercicio para tener unos buenos hombros y es un ejercicio para la porción lateral, que son elevaciones laterales. Todo lo que sea llevar el brazo lejos de mi lateralmente. Puedes hacerlo como quieras, pero mi forma favorita es hacerlo con una polea. Elevaciones laterales en polea Si solo tengo una polea puedo hacer primero un brazo y luego el otro, pero si tengo una máquina dual, prefiero trabajar con los 2 brazos a la vez (simplemente por ahorrar tiempo) y además, aunque se puede hacer de pie o tumbado, prefiero hacerlo tumbado porque tienes más estabilidad, y cuanto más estabilidad más capacidad de producir fuerza. Este ejercicio de estar tumbado que puede ser en un banco pero también podría ser en el suelo me gusta llamarlo elevaciones mariposa porque se parecen un poco a las elevaciones mariposa con mancuernas, solo que con polea. Pero con polea me gustan más porque lo que consiguen las poleas es ofrecerte más resistencia cuando más fuerte eres y menos resistencia cuando más débil eres. En otras palabras, ajustan el movimiento, a lo que tú eres capaz de hacer, cosa que las mancuernas por ejemplo que es la versión más usada, no consigue, porque con las mancuernas cuando tienes los brazos en cruz es cuando más te pesan las mancuernas y es justo cuando tus hombros son más débiles, así que no sería lo más eficiente. No digo que no funcione, solo digo que puestos a escoger, prefiero que el ejercicio me ofrezca más resistencia cuando más fuerte soy y me ofrezca menos cuando más débil soy. Y eso me lo dan las poleas. Pero si no tienes poleas, una alternativa muy válida sería hacer elevaciones laterales con mancuernas. De hecho, si quieres usar mancuernas y tener una curva de resistencia parecida a las poleas, puedes trabajar con una sola mancuerna, en lugar de 2, e inclinar tu cuerpo. Pero no inclinarlo hacia el lado de la mancuerna como hace todo el mundo, porque esto hace peor aún el ejercicio, sino inclinarte hacia el lado contrario o tumbarte sobre un banco inclinado. Esto consigue exactamente lo mismo que las poleas, solo que te obliga a trabajar primero un brazo y luego el otro. Y si quieres trabajar ambos brazos a la vez aunque pierdas esta ventaja de la curva de resistencia, mi versión favorita es hacer las elevaciones laterales sentado o incluso mejor, con el pecho apoyado en el respaldo de un banco para tener más estabilidad. Y con este ejercicio ya tendríamos la parte lateral del hombro cubierta. Hazlo con mancuernas, con polea, a una mano, a 2 manos, como te de la gana, o como te permita el equipamiento que tengas. Elevaciones posteriores de hombro El siguiente ejercicio es un ejercicio para la zona posterior de los hombros. Esta zona posterior de los hombros es curiosa porque técnicamente pertenece a la espalda, y cualquier ejercicio que hagas de espalda ya la va a trabajar. El ejercicio más utilizado son los típicos pájaros, pero a mi no me gusta hacerlos de forma completamente horizontal, sino más bien diagonal porque es el mejor plano de trabajo para esta zona. Pero aquí ocurre lo mismo que antes, que las mancuernas en los pájaros me ofrecen más resistencia cuando más débil soy, por eso aquí también me gusta más usar poleas. En concreto me gusta más usar un ejercicio que yo le puse el nombre de X-flyes. Porque es como trazar una X con las poleas. Y esto lo puedes hacer de pie, o de pie con el pecho apoyado, pero la forma que más estable me encuentro es hacerlas tumbado boca abajo en un banco. Exactamente igual que harías los pájaros con mancuernas pero haciéndolos con poleas. Pero de nuevo, si no tienes poleas, las mancuernas siguen siendo una buena opción, así que no te fustigues por ello. Press de hombro high incline El tercer y último ejercicio para tener unos buenos hombros es la porción frontal y aquí es donde metería el típico press de hombros. Pero ojo, aquí hay varias cosas que mencionar. Para empezar, el press militar tiene el problema de que no todo el mundo tiene la movilidad necesaria en el hombro para colocar la barra sobre la cabeza, y eso es un problema porque esas personas acaban compensando el ejercicio con la zona lumbar, así que el press militar nunca lo recomiendo. Así que, si voy a hacer un press de hombro, las 2 mejores opciones o que más me gustan, son, o bien un press sentado, pero sin tener el respaldo completamente vertical, con lo que sería un press muy inclinado y esto te permite hacer el ejercicio sin necesitar demasiada movilidad. Y esto lo puedes hacer con barra o con mancuernas, aunque suelo preferir hacerlo con barra porque colocarse es más fácil. Si lo haces con mancuernas, cuando usas mancuernas relativamente grandes llevarlas hasta los hombros es un poco más jodido, y con la barra es más fácil. Si que es verdad que las barras no suelen ser muy ergonómicas, y una mejor opción sería usar una barra suiza, que yo no tengo y en la mayoría de gimnasios tampoco la tienen, pero otra opción es hacer un press vikingo. Yo en mi gym con la máquina de palancas lo puedo hacer y en muchos gyms tienen también la opción de hacerlo y si no, cualquier press de hombro en máquina va a ser parecido, porque aquí lo bueno es que normalmente puedes usar un agarre neutro que es mucho mejor para trabajar esa zona del hombro frontal. Y una versión bonus que voy a dar para trabajar esta zona del hombro, especialmente para personas que no pueden poner los brazos sobre la cabeza, y esto lo he usado mucho con pintores, mecánicos y gente que del sobre uso los tendones del hombro los tienen muy delicados y les duele poner el brazo sobre la cabeza, es hacer un press inverso. Es un press horizontal, como un press de pecho, pero con las palmas de las manos mirando hacia arriba en lugar de mirar hacia abajo. Esto hace que el hombro se reclute más porque se pega más el brazo a ti y tienes un buen recorrido para contraer el hombro. Y aquí de nuevo me gusta más hacerlo en polea por la comodidad, pero sino tienes acceso a esta versión puedes hacer un press con mancuernas normal sobre un banco plano solo que con las palmas de las manos mirando hacia arriba. Es como unas elevaciones frontales pero involucrando solo del codo hacia arriba que es lo que cuenta para trabajar el hombro. Origen
O Festival Off Avignon é “uma festa popular que dura há 60 anos” conta Laurent Domingos, co-presidente deste evento paralelo ao Festival de Avignon. Todos os anos milhares de pessoas rumam a Avignon e dividem o tempo entre o “In” e o “Off”. O “In” é o festival de teatro criado por Jean Vilar há 79 anos e actualmente dirigido pelo português Tiago Rodrigues, com uma programação selecionada e financiada. O Off é o mais espontâneo, com mais de 1.400 companhias espalhadas por 141 teatros e para as quais a oportunidade de encontrar programadores pesa mais do que o risco financeiro. Neste programa, Laurent Domingos fala-nos sobre a história, as esperanças, as oportunidades e as dificuldades do Off Avignon que descreve como “uma excepção no mundo”. Todos os verões, os dois festivais, o IN e o Off, como são conhecidos pelo público, transformam Avignon no epicentro do teatro e das artes performativas. Este ano, a romaria cultural decorre de 4 a 25 de Julho. Neste programa falamos apenas do Off (sobre o In, pode ouvir a entrevista a Tiago Rodrigues que difundimos a 9 de Abril). No total, o Festival Off Avignon vai ter 1.432 companhias, 7.000 artistas, 600 técnicos, 1.514 espectáculos e 27.000representações em 141 teatros e 248 salas. A grande maioria das companhias é francesa, mas também há estruturas vindas de cerca de 30 países. Avignon é a vitrina do teatro para o mundo e uma oportunidade para seduzir programadores, mas é também um grande risco financeiro, reconhece Laurent Domingos. Os desafios são muitos e este ano há menos verbas públicas, adverte o também encenador e actor com raízes portuguesas, que também lembra que “criar é cada vez mais um acto de resistência”. Esta edição marca um aniversário redondo de “uma festa que dura há 60 anos” e que “é um sopro de ar fresco num mundo muito duro e que não dá grande espaço à poesia”, acrescenta Laurent Domingos, resumindo esta “festa popular” em torno do teatro como “uma excepção no mundo”. RFI: Qual a diferença entre o Festival de Avignon e o Festival Off Avignon? Laurent Domingos: co-presidente do Festival Off Avignon: “O Festival Off de Avignon é um festival criado pelos próprios artistas e pelos teatros. Não é um festival organizado por um organismo público e que tem um director que escolhe as peças. Tiago Rodrigues, o director do Festival de Avignon, o chamado IN, escolhe as peças, promove a criação de algumas e produz todos os espectáculos. No Festival Off Avignon, temos 140 teatros, 250 salas e 1.500 companhias, estas pessoas organizam-se para criar um festival e nós supervisionamos, acompanhamos todos estes artistas e todos estes teatros para que, no final, haja uma organização de festival. Ou seja, nós organizamos, mas cada um produz os espectáculos que quer produzir. A diferença é que o nosso festival também é muito maior em termos do número de espectáculos e do número de artistas envolvidos e enche toda a cidade de Avignon.” Todas estas salas ocupadas pelo Festival Off Avignon no verão existem ao longo do ano? “Durante o ano, a maioria das salas tem condições para ser aberta porque tem os assentos, o palco, mas elas abrem para o que chamamos de residências, ou seja, ensaios de artistas porque não há público suficiente durante o inverno para encher 140 teatros. Em contrapartida, existem alguns espaços, digamos uma dezena, que abrem durante o ano mas não de forma permanente. A ambição da AF&C [Avignon Off & Compagnies] e da cidade de Avignon é incentivar estes espaços a abrirem durante todo o ano, talvez até para acolher um festival ou eventos durante o inverno, e aumentar o número de ensaios e residências ao longo do ano.” Como é que as companhias, muitas vezes pequenas, conseguem financiar-se para estar no festival? “Na verdade, é muito caro para uma companhia vir ao Festival Off de Avignon. É um risco muito grande para a companhia. Há muitas companhias que não sobrevivem se não correr bem em Avignon. Portanto, é um risco muito grande porque envolve uma enorme quantidade de dinheiro. Por exemplo, no meu caso, para um espectáculo com cinco pessoas em palco e dois técnicos, estamos a falar de um investimento muito próximo dos 60.000 euros. Ou seja, 60.000 euros por um mês e esperamos que a venda de bilhetes ajude... Portanto, é muito complicado.” As receitas de bilheteira não cobrem? “Exactamente. Quando as companhias vêm a Avignon é para venderem o seu espectáculo a programadores que depois o levem em digressão durante o ano. É isso que se procura. As companhias não vão apenas para actuar no festival, vão apresentar o seu espectáculo a profissionais que o vão comprar. Mas se não conseguirem essa digressão, é um fracasso. Este ano é ainda mais complicado porque o Ministério da Cultura francês fez cortes? Bem, desde logo há uma verdadeira crise na distribuição em França porque há um número enorme de espectáculos que querem fazer digressões, mas muito poucos conseguem. Além disso, o financiamento público está a diminuir cada vez mais. Este ano, havia um financiamento público que ajudava as companhias e os artistas que era o FONPEPS [fundo nfrancês para o emprego na área do espectáculo] e que foi reduzido, o que vai pôr em risco muitas das companhias.” Como é que as pequenas companhias conseguem financiar o alojamento em Avignon? “É complicado. Tentam encontrar financiamento, fazem empréstimos. É realmente muito complicado. O alojamento é um pesadelo em Avignon porque os preços são muito inflacionados a cada ano. Não existe regulamentação, é apenas oferta e procura. Existem hotéis que são a 100 euros por noite e passam a 300 euros durante o festival. Em suma, o alojamento durante o festival tornou-se uma loucura.” O que seria preciso fazer? “Em França, penso que é possível, a nível do governo civil, congelar as rendas, mas é complicado. É uma questão política porque isso trava os rendimentos das pessoas que são eleitores. O problema é que todos querem estar dentro das muralhas de Avignon, um centro pequeno, mas existem muitas cidades à volta. É preciso trabalhar nos transportes públicos, nos autocarros, comboios, mobilidade gratuita. A SNCF [companhia francesa dos caminhos-de-ferro] nem nos ajuda muito nesse sentido, mas é preciso tentar trabalhar com a Região para facilitar o acesso de quem não vive perto.” No editorial deste ano, vocês escrevem que “o festival é um acto”, nomeadamente de “resistência, criação e liberdade”. Porquê? “Criar está a tornar-se um acto de resistência - em França, talvez menos do que noutros lugares porque aqui ainda temos poderes políticos que nos ajudam a nível local ou nacional. Mas criar está a tornar-se um acto de resistência porque é cada vez mais difícil para os artistas expressarem-se. Há cada vez menos financiamento. Há cada vez mais autarcas que, em algumas cidades, recusam determinados espectáculos porque não estão alinhados com eles e, de certa forma, censuram espectáculos. Há muita censura e muitas dificuldades para criar espectáculos. Criar significa enfrentar todas estas dificuldades e resistir. A cultura sempre resistiu ao longo da história, mas com diferentes graus de dificuldade e agora estamos numa fase muito complicada num mundo onde as pessoas se fecham, onde há muitas culturas que se opõem, muitas guerras, muitos problemas de poder de compra, pessoas que não se conseguem alimentar, pagar as contas. Neste contexto, montar espectáculos é complicado.” Esta edição marca os 60 anos do Festival Off Avignon. O que representa e há temas em destaque? “Sessenta anos representa uma imensa vontade de viver e de sobreviver dos artistas e uma riqueza da criação francesa. É impressionante que há 60 anos haja milhares de artistas a criar espectáculos populares para todos. É uma excepção no mundo, aliás não existe outro festival como este no mundo. Fala-se sempre no Festival Fringe de Edimburgo que é um grande festival, são 3.500 espectáculos, mas se contarmos o número de actuações, não sei se não somos um dos maiores. É uma fonte de esperança porque vemos que as gerações mais jovens, as companhias mais jovens, estão a assumir o legado e vão continuar esta tradição. O Off tem um lado muito popular. Os artistas distribuem panfletos, desfilam pelas ruas. É uma festa que dura há 60 anos, é um sopro de ar fresco num mundo muito duro e que não dá grande espaço à poesia. Vivemos num mundo muito prosaico e que não é poético.” O Laurent Domingos tem origens portuguesas...Que ligação tem com essas raízes? “Sim, mas infelizmente não falo muito bem português. O meu pai é português, fui criado pelo meu avô português... Não digo que o português tenha sido a minha língua materna, mas os meus avós não falavam francês... Volto lá regularmente. Sou do sul de Portugal, sou do Algarve, de Vilarinhos que fica em São Brás de Alportel. Lembro-me ter visto, nas ruelas de Lisboa, muitos concertos de fado nos pequenos restaurantes. Desde pequeno, vivi de perto esta coisa popular dos espectáculos. O meu avô tinha um jardim grande e toda a gente ia lá comer, lembro-me do grão-de-bico com toucinho, lembro-me das sardinhas grelhadas. E havia esta coisa muito popular, com as pessoas reunidas, em que alguém se punha a cantar, com uma guitarra. Esta coisa da festa popular foi algo que me ficou e - não digo que tenha sido por isso - mas há algo que está ligado a esta coisa popular do Festival Off. Há muito poucas companhias portuguesas no Off. Deveria haver mais, lembro que o festival ajuda as companhias estrangeiras e as portuguesas podem tentar... Fiquei extremamente contente de ver o Tiago Rodrigues a tornar-se director do Festival de Avignon, o IN. Por vezes fazemos alusões a Portugal e é bastante curioso ver que na mesma cidade há um co-presidente de um festival e um director de um festival que são ambos portugueses.”
Entre abril y mayo con dos ajustes en fila, la gasolina súper pasará de ₡633 a ₡715, en tanto que la regular (plus) subirá de ₡628 a ₡695. El incremento más sentido y con mayor repercusión será el del diesel que tendrá un subidón de ₡136 que romperá la barrera de los ₡700. Exactamente de ₡565 a ₡701. Es el viento de cola que nos llega del Estrecho de Ormuz o, mejor dicho, de la decisión de nuestro aliado estratégico el señor Donald Trump y su mayor y más cercano amigo el israelí Benjamín Netanyahu, que al entrar en guerra con Irán el 28 de febrero no escucharon las advertencias de los expertos que anticiparon el escenario que hoy tenemos delante. El de los precios al alza de los hidrocarburos en el mundo entero. En consecuencia el Fondo Monetario Internacional advierte de “lo impensable”. Y lo impensable es, por ahora, una posible recesión mundial este mismo 2026. Conversamos con el economista Gerardo Corrales.
Irene Montero y Gabriel Rufián se reúnen en Barcelona para delinear la estrategia de la "nueva" izquierda. ¿Qué proponen? Exactamente lo mismo de siempre: fobia a los beneficios empresariales, controles de precios y ataques a Mercadona. Todo ello mientras reconocen que sus políticas de vivienda han fracasado pero se niegan a rectificar. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Por Yaiza Santos Debe tener cuidado siempre un periódico del desfase horario que hay entre las palabras que pronuncia Trump en su noche, porque pueden quedar deshechas en el kiosco de la mañana. Pensar, además, que Trump sabe lo que dice cuando dice civilización es no entender la naturaleza del presidente. Puede decir lo que quiera –¡él mismo ha contribuido a que las palabras no se puedan tener en cuenta!–: no se le debe escuchar.Estamos en un alto el fuego precario, repiten sin cesar los periódicos, incidiendo en el adjetivo. Pues claro. Todas las treguas son precarias, ¡la vida es precaria! Le molesta profundamente ese resabio en la prensa, que ni siquiera admite la niebla que acompaña a todas las guerras.Hay cosas, lo dijo cuando Adamuz y lo vuelve a decir, que puede que no se sepan nunca. Y sin embargo ahí estamos, como el primer día, prendidos de la misma orgía de causas y responsabilidades. El periodista no tiene la obligación de saber, sino de hacer las preguntas pertinentes.Ocuparse de Jésica es inevitable porque es parte de su trabajo; el gran reto es, claro, ¡llegar de Jésica al cielo! Y hay cosas que ni Geppetto ni Claude pueden hacer, como poner, una junto a otra, la imagen de la enviudada Jesi junto a la desparpajada Claudia Montes. ¿Qué ve ahí la IA? No ve nada.Hablando de inteligencia artificial, comentó el artículo de Jessica Grose en el Times y remitió al vídeo de Arcadio en motocicleta. El gran cambio que implanta el deepfake: hacer verosímil algo que no existió. Exactamente igual que las novelas. Propuso, por tanto, en lugar de demandas colectivas y gritos apocalípticos, una saludable adaptación cognitiva, la misma que por otra parte se necesitó con la invención de la imprenta. Y que nunca se olvide lo que lleva repitiendo veinte años: todo en internet es falso hasta que no se demuestre lo contrario.En contra de las opiniones mayoritarias, se mostró a favor del millón de Aena y de mover el Guernica.Y fue así que Espada yiró. Bibliografía: - Sergio del Molino, "El millón de Aena", El País. - Jaime Santirso, "Cómo remediar un desastre nuclear a base de chuletas", ABC. - Jessica Grose, "Deepfake Nudes Are Haunting America's Teens", The New York Times. - Para ver: Grizzly Man. - Banda sonora. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
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El ministro de Economía, Luis Caputo, señaló sobre Adorni: "Opino bárbaro de Adorni, y no creo que usted ha escuchado decir que no solo hay que ser, sino parecer, y yo creo que no, yo creo que hay que ser. Yo creo que ese parecer es un poco, digamos, lo yo lo relaciono con Maquiavelo, ¿no? Porque, en definitiva, es lo que planteaba Maquiavelo, un tipo que le ha hecho un tremendo daño a la política, o sea, solamente comparable con el daño que le hizo Keynes a la economía, tipo que le hizo tremendo daño a la a la política. Tuvimos un montón de de políticos y de ministros que parecían, y después se robaban el agua de los floreros”.Sobre los periodistas, Caputo sostuvo: "Exactamente, o porque alguno se siente agredido personalmente. No juicio de valor, estoy siendo descriptivo. Yo, como ministro de economía, también puedo tener sesgo y agarrar, como hace el el periodismo cherry picking de, mirá, este está siendo bárbaro, entonces, a todo va bárbaro. Entonces, como todos podemos tener sesgo, ¿dónde se dirimen los sesgos? En los datos. Por eso, yo como como ministro, no me puedo guiar por lo que dice tal encuesta”.Luis Caputo afirmó: “En algún momento te voy a mostrar el celular, yo tengo periodistas de este canal Que me muestran llamando a gente que conozco diciéndole diciéndoles que los están forzando a a pegarnos, que les están bajando línea para pegarnos, cosa que no creo que sea cierta”.El diputado Esteban Paulón aseguró: “Dos de los diputados que salieron a aclarar consiguen ese crédito en fechas muy puntuales. Uno, cuando se pasa la Libertad, Avanza. El otro, cuando cambia su voto, cuando se hizo la insistencia de la ley de jubilaciones, la primera vez en el año veinte veinticuatro, que nosotros habíamos aprobado una actualización de jubilaciones, el presidente la vetó, estaban supuestamente los votos para insistir, y a último momento había unos diputados que se dieron vuelta y coinciden con esas fechas”. Noticias del lunes 6 de abril por María O'Donnell y equipo de De Acá en Más por Urbana Play 104.3 FMSeguí a De Acá en Más en Instagram y XUrbana Play 104.3 FM. Somos la radio que ves.Suscribite a #Youtube. Seguí a la radio en Instagram y en XMandanos un whatsapp ➯ Acá¡Descargá nuestra #APP oficial! ➯ https://scnv.io/m8Gr
Llama a tu madre. Hazle UNA pregunta: "Mamá, ¿a qué me dedico?" Y escucha. Sin interrumpir. Sin corregir. Sin poner los ojos en blanco. Porque lo que tu madre te diga es EXACTAMENTE lo que el mercado entiende de ti. Si después de escucharte hablar de tu negocio cientos de veces ella no sabe explicarlo... ¿cómo esperas que lo entienda alguien que ve tu web 8 segundos? Inspirado en los principios de Obviously Awesome de April Dunford, en este episodio vemos: ✅ El "museo de los horrores" — lo que dicen las madres cuando no entienden tu negocio ✅ "Hace algo con ordenadores" — cuando tu mensaje es demasiado técnico ✅ "Vende cursos por internet" — cuando te comparan con Udemy a 12,99€ ✅ "Ayuda a empresas con... cosas" — cuando no tienes una idea central clara ✅ El test de las 3 preguntas para analizar la respuesta de tu madre ✅ Cómo reescribir tu presentación hasta que tu madre la pueda repetir Si tu madre puede repetirla, tu mercado también puede entenderla.
¿Sabías que hay un lago en Finlandia con la misma forma que el país? Es una maravilla natural que puedes ver en los mapas finlandeses. ¡Es como ver una mini versión del país justo en el agua! Si alguna vez estás revisando mapas de Finlandia, este lago es definitivamente un hallazgo genial. Vamos a explorar esto y otros datos interesantes para alegrar tu día. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O julgamento de dois cidadãos russos - o consultor político Igor Ratchin e o tradutor Lakshtanov - foi adiado para 14 de Abril. Eles foram detidos em Agosto do ano passado, durante a manifestação dos taxistas em Angola, e são acusados de incitar protestos antigovernamentais, conduzir uma campanha de desinformação e tentar interferir nas eleições presidenciais do próximo ano. O presidente da Associação Justiça, Paz e Democracia de Angola, Serra Bango, alerta que o processo ocorre num momento particularmente sensível, após os tumultos de Julho, sublinhando que “é preciso que a acusação apresente provas concretas e não meras especulações”. Que acusações são feitas aos dois cidadãos russos? Estes dois cidadãos russos estariam a praticar actos que poderiam ser considerados como actos de subversão. Ou seja, dizia-se que pretendiam criar uma associação cultural para influenciar cidadãos. Iam recrutando jornalistas, e essa associação cultural funcionaria como uma “figura aparente” que encobria as reais intenções dos cidadãos russos. O consultor político Igor Ratchin e o tradutor Lakshtanov são acusados de terrorismo, espionagem e tráfico de influência... Exactamente. Portanto, a leitura que se faz, a ligação que se estabelece, é semelhante ao que se passou no Níger e no Burkina Faso. Esta é a leitura que o Governo fez e é a informação que pretendeu passar. Os advogados de acusação dizem que os russos agiram em nome da “África Politology”, uma rede obscura de agentes e oficiais dos serviços de informação em África, originária do extinto grupo Wagner, cujo fundador, Yevgeny Prigojine, morreu em 2023, num acidente de viação. No entanto, a defesa russa afirma não ter qualquer ligação à “África”, nem ao grupo Wagner, nem estar a agir em nome do Estado russo. Até que ponto estas alegações de ligação à “África Politology” e ao grupo Wagner têm fundamento? Provavelmente, isso será discutido em sede própria. A acusação deverá apresentar elementos de prova sobre estes factos, mas terão de ser provas irrefutáveis, concretas, claras e precisas, não meras especulações. Para além dos russos, há também dois angolanos a serem julgados. Trata-se do jornalista da TPA, Amor Carlos Tomé, e do activista político Francisco Oliveira. Quais são as acusações que são feitas aos dois angolanos? As acusações indicam que estavam ligados e facilitavam os contactos. Eram como que a “ponta de lança” dos russos. Mas está claro que é preciso situarmo-nos para sabermos em que fase e em que momento surge este processo. Isto surge na sequência dos acontecimentos que ocorreram nos dias 28, 29 e 30 de Julho. As manifestações dos taxistas… A paralisação dos taxistas e os tumultos que ocorreram no ano passado. A presença desses cidadãos russos criou um quadro de opinião favorável à opinião pública internacional e fez passar a ideia de que, de facto, aqueles cidadãos russos tinham essa pretensão. E que aquele movimento estaria ligado a essa pretensão da “África Politology”. Portanto, o contexto é este. E isto fez com que se desviasse a atenção do real problema para esta situação dos russos. O Presidente angolano, João Lourenço, tem-se aproximado do Ocidente. Já não se reúne com o homólogo russo, Vladimir Putin, desde 2019. A empresa mineira russa de diamantes e o banco VTB foram obrigados a abandonar Angola devido às sanções internacionais impostas com a guerra na Ucrânia.Há aqui uma preocupação da Rússia com o rumo que Angola está a tomar sob o governo de João Lourenço? O Governo angolano foi apanhado neste vendaval de disputas entre as duas grandes potências [EUA e Rússia] e procurou colocar-se do lado aparentemente mais forte, do ponto de vista económico, para evitar outros males. Como vimos, a administração americana usou o seu poder económico para condicionar todos aqueles que não se identificassem com as suas pretensões, quer na Europa, no Oriente ou em África. E o Presidente João Lourenço, de acordo com as suas pretensões, resolveu posicionar-se mais do lado americano do que do russo, com quem Angola tem uma relação de quase 50 anos, sobretudo no domínio da defesa e segurança. A Rússia tem, até agora, capacitado a dimensão político-militar de defesa e segurança do Estado angolano e de outros Estados em África. O Governo angolano quer fazer uma inflexão, da Rússia para os Estados Unidos da América. E isto, claro, faz com que a questão dos russos possa funcionar como uma forma de mostrar ao Ocidente que Angola está atenta e que não quer seguir o caminho do Burkina Faso, do Níger ou do Mali. E, portanto, que é um parceiro sério, responsável e confiável. Entre 2024 e 2025, os arguidos terão pago 24 mil dólares a jornalistas e especialistas como parte de uma alegada operação de influência para minar a confiança nos parceiros ocidentais, incluindo críticas ao corredor do Lobito e rumores sobre a guerra na Ucrânia. Isto prova uma tentativa de desacreditar a política externa de João Lourenço? Pode parecer que sim. Mas desacreditar a política externa não passa apenas por esses factos. Deverão existir outros. De qualquer forma, o Estado angolano deverá apresentar provas concretas. E, perante essas provas, as partes envolvidas poderão esgrimir os seus argumentos e nós, enquanto sociedade civil, poderemos perceber o que realmente se passa e de que lado está a verdade. As autoridades acusam os russos de contactos com membros do MPLA e da UNITA, nomeadamente Higino Carneiro e Adalberto Costa Júnior. A UNITA nega as alegações e alerta para o risco de utilização política da justiça. Há esse risco? Os cidadãos mencionados, quer do MPLA quer da UNITA, são vistos como figuras com ambições políticas. No caso do MPLA, alguns poderão querer concorrer à liderança do partido, o que torna estas acusações particularmente sensíveis. Isso pode servir para os fragilizar internamente e limitar as suas ambições. No caso da UNITA, pode também criar a percepção de que o seu líder está associado a tentativas de subversão. O julgamento foi adiado para 14 de Abril, e a defesa diz que não há matéria jurídica, que a acusação assenta em mera especulação. Acha que é disso que se trata? Vamos esperar que a acusação traga elementos substanciais, factíveis e contundentes, para que não se diga que estamos perante meras especulações. Por outro lado, estes processos também podem desviar a atenção dos cidadãos de problemas internos, fazendo com que, por momentos, deixem de exigir respostas do Estado. Existem muitas situações às quais o Governo angolano não consegue dar resposta e, nessas alturas, um processo como este pode ajudar a desanuviar e a desviar atenções. É conhecida a máquina de propaganda da Rússia. Numa altura em que João Lourenço se aproxima do Ocidente, poderá haver esta preocupação por parte da Rússia? É provável que sim. Tal como outros países, como a França ou os Estados Unidos, também se preocupam com mudanças de direcção em África. Ainda assim, estas disputas não podem levar à instrumentalização do sistema judicial. É preciso deixar a justiça angolana trabalhar? Sim, de forma independente e imparcial. É legítimo que o Estado se preocupe com a sua estabilidade e integridade. Mas não é legítimo criar factos que não estejam comprovados. Vamos esperar pelo desenrolar do processo.
¿Sabías que ir de compras activa el sistema de recompensa del cerebro y puede hacernos sentir bien? Esto se debe principalmente a la liberación de dopamina, el químico asociado al placer y la motivación. Según el dicho, el dinero no trae felicidad, ¡pero al parecer gastarlo sí! Claro, al menos, ¡hasta que revisemos las cuentas! ¡Exactamente! Hoy en día, aunque muchas personas compran en línea, trabajar en una tienda sigue siendo un trabajo muy común e importante. En este tipo de trabajo, el contacto con los clientes es constante y la comunicación es clave. Por eso, si eres inmigrante en un país angloparlante o trabajas en un lugar turístico, hablar o entender inglés puede marcar una gran diferencia. Hoy te brindamos vocabulario y frases para saludar, ayudar con productos, cobrar y despedir al cliente con profesionalismo. ¿Estás listo para abrir la caja? ¡Vamos a comenzar el turno! Let's begin the shift! Recuerda que todos los recursos para este episodio, incluyendo la transcripción, la tabla de vocabulario y ejercicios para repasar el aprendizaje, están disponibles en nuestro sitio web. Haz clic en este enlace para ver todos los recursos para este episodio: https://inglesdesdecero.ca/253 ----- Dale “me gusta” a nuestra página en Facebook: https://www.facebook.com/inglesdesde0/ ----- Síguenos en Instagram: https://www.instagram.com/ingles.desde.cero/ ----- Suscríbete en YouTube: https://www.youtube.com/@inglesdesdecero145 ----- Aprende inglés con nativos que se formaron en su enseñanza. ¡Visita nuestro sitio web, https://inglesdesdecero.ca/ para inscribirte y seguir todas nuestras lecciones! __No dejes pasar esta oportunidad con Shopify y regístrate para un período de prueba por solo un dólar al mes en shopify.mx/desdecero Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Hacer click aquí para enviar sus comentarios a este cuento.Juan David Betancur Fernandezelnarradororal@gmail.comHabia una vez un Dios que como gran el Gran Arquitecto del cosmos se enfrentaba a un dilema profuendo. Sabía que incluso Él, con todo su poder y su infinita imaginación, era incapaz de crear y conjurar un entretenimiento que no terminara aburriendo a un alma después de un millón de años. Ese era el periodo mínimo que muchas almas pasarían en su paraís. Aquel Paraíso, con sus nubes de algodón y arpas doradas, inevitablemente se volvería el lugar más monótono del universo ya que en el deambular de todas las almas siempre esta el deseo de cambio en algún momento. Ese cambio que rejuvenece y muchas veces le da razón a la existencia. Por otro lado, al mirar hacia el Abismo, a aquel lugar que disenaria y construiría para que las almas no justas vivieran y aprendieran sus lección tenía sus propios retos. El tenía un corazón compasivo y un sentido de la justicia que le determinaba cada uno de sus actos. Cómo podría condenar a los frágiles humanos —seres de vidas tan cortas y mentes tan limitadas— a un fuego perpetuo. Como podría el un ser omnipotente y omnipresente permitir que un débil humano con solo escasos anos de experiencia de vida recibiera un castigo infinito por un pecado finito por el simple hecho de romper alguna leyes que no eran de ninguna manera a prueba de fallas. Todo su diseño tenía un grave defecto. Por pequeño que fuera el castigo Simplemente rompía las leyes de la balanza cósmica; incluso el roce de una espina, multiplicado por la eternidad, se volvería una tortura insoportable y que más decir de aquel castigo que tiene que ver con fuego y maltrato físico. El entendía que el infierno era simplemente ilógico e irracional. Así que, con un chasquido de sus dedos de luz, el Creador diseñó un gran truco de magia.Se dice que forjó dos reinos mágicos exactamente iguales. Exactamente iguales donde . El Cielo y el Inframundo fueron esculpidos con la misma piedra suave, llenos de jardines tranquilos, brisas con la temperatura perfecta y un confort absoluto para el descanso eterno. Por esta razón en el Infierno no habria lagos de lava ni demonios; apenas una cómoda ambientación donde nada duele y nada molesta. Todo bien definido y claro para que las almas que allí llegaran como castigo se pudieran acomodar plácidamente. Los prados, las salas de estar y las habitaciones serian pulcramente diseñadas para que no generaran nunca en toda la eternidad ni el más mínimo desconfort. Pero si así era el infierno como seria su contraparte. . En el Cielo, los prados serian iguales, las salas de estar y las habitaciones iguales a las del inframundo. No habría nada, absolutamente nada que las diferenciara de las de el mundo de abajo Pero para aquellos que no fueran Dios, esto es una gran inquietud. Si los dos son exactamente igual de acogedores y pulcros para sus futuros habitantes ¿dónde reside la condena y dónde está la gloria?El truco estaba no en el lugar y más bien dentro de aquellos que vivirían en los 2 lugares supuestamente antagónicos. La magia la puso en la mente de los habitantes, tejiendo un velo de ilusión sobre ambos reinos.A los desterrados y castigado para ir al Inframundo les implantó un espejismo en la memoria: les hizo creer que arriba, en el cielo, se está celebrando el banquete más espectacular y delicioso de la eternidad, que todos allí viven en plenitud con todos los aspectos de su vida haciendo parte de un eterno festin de actividades gloriosas. Que la música celestial los acompañaría constantemente y que la presencia de Dios estaría allí para llenarlos con plenitud, casi como si los ángeles fueran parte de un coro celestial y un grupo encargado de el entretenimiento constante. . Y así, cómodamente sen
Se reivindica: si "Joaquín Sabina o Joan Manuel Serrat" dicen lo que quieren, pues él es "igual de libre que ellos". Este miércoles, 18 de marzo, Pitingo estrena en el Circo Price de Madrid un espectáculo de una magnitud como pocos. Veintiún artistas en el escenario "de todas las partes del mundo" arroparán al gran cantaor flamenco. El creador de la Soulería vuelve a mostrar su talento para la fusión de géneros, un gran gesto de humildad ante el arte mismo. Pitingo pasó por la sección 'No te Equiwokes' de La Trinchera de Llamas hace unos días. Iba de camino a los ensayos de este nuevo montaje, Pitingo y punto. Al darle la bienvenida al programa, bromeaba: "La verdad es que yo no me equiwoco". Y es que Pitingo ha plantado cara a los intentos de cancelación que ha sufrido y en redes sociales es batallador contra todo lo que huela a woke, progre o políticamente correcto. Su nuevo disco es un homenaje a Carlos Vives, Juan Luis Guerra, Gloria Estefan o Jon Secada. Nos contaba que ha estado mucho tiempo viviendo en Latinoamérica, conviviendo con México, Santo Domingo, Costa Rica, Puerto Rico...". Pitingo se reivindica como mestizo, "hijo de gitano y guardia civil" y en esta nueva aventura musical lo pone en valor: "Hay gente americana, gente latinoamericana, de todo tipo de razas. Gitanos, no gitanos, mulatos, afroamericanos, afroespañoles, de todo, la verdad. Y estoy feliz y son mi familia". Es un planteamiento muy 'no te equivoques', ahora que quieren enfrentarnos con nuestros hermanos mexicanos, le preguntamos. "Exactamente", dice, "eso es lo que nos quieren imponer, el que fueron exterminados. No: si estuviesen exterminados, no estarían cantando ahí conmigo. Somos hermanos", comenta. El artista dice que no se mete en algo que ocurrió "hace 400 años", pero sí sabe "que tenemos muchísimo en común y que la gente de Latinoamérica nos ama de verdad. Hay una parte pequeña que ha generado hispanofobia, porque yo lo he vivido allí y te hacen esas preguntas, pero son los menos, te lo puedo asegurar". Y concluye: "Lo que hacemos en el escenario es que vean que tenemos muchísimo más en común, culturalmente, históricamente, musicalmente". Sobre la conquista dice "lo único que sí sé es que históricamente es bueno, que allí casi todos los apellidos son españoles, que tienen un idioma que compartimos, que es el español, maravilloso, y una cultura maravillosa, son católicos, cristianos. Y vuelvo a repetir: nos adoran y nosotros a ellos. Voy continuamente a México y es falso que nos odien".La cancelación en Murcia Nos cuenta que desde el Ayuntamiento de Murcia orquestaron una campaña "pagada", porque "salió por todos lados y te dabas cuenta de que los perfiles eran todos creados el mismo día", para que su actuación fuera un fracaso, "intentaron hacer un boicot". Por suerte, dice Pitingo, "tengo un público muy fiel y la plaza de toros se llenó hasta la bandera". Comenta: "Ahora todo el mundo es fascista. Sí, aquí en España somos todos fachas, fascistas y me duele, porque esa es una palabra que tiene una importancia muy grande, muy dura. Ha hecho mucho daño, como el comunismo. En cuarenta y cinco años que tengo no la había escuchado de esta manera, para insultar. Me da pena". Con humor, comenta: "Pero bueno, hay que bregar con ello". Y más en un gremio que intenta no salirse del tiesto. Se reivindica: si "Joaquín Sabina o Joan Manuel Serrat" dicen lo que quieren, pues él es "igual de libre que ellos". Y aunque Madrid "fue quien me levantó", dice, "de Madrid al cielo", con este espectáculo tiene ya cerrada una gira: "luego haremos América, Latinoamérica y Europa, por todos lados". Un directo que conecta con la emoción desde lo mínimo, lo íntimo, a la fiesta con palmas y guitarras.
Daniel Iriarte, analista especializado en seguridad global, ha explicado en 'Hora 25' por qué Irán quiere alargar la guerra en Oriente Medio y cómo piensa hacerlo
Se ha hablado mucho de las similitudes entre Sánchez y Trump, pero es que la cosa se les está yendo de las manos. Exactamente el mismo día en el que Trump anuncia que va a desclasificar documentos secretos sobre los OVNIS, Sánchez anuncia que va a desclasificar documentos secretos sobre el 23F. Dicen que es una cortina de humo, pero a mí que la información salga a la luz me parece bien, si algo sorprende es que haya periodistas en contra, como diciendo: "¡No nos despisten con información valiosa mientras nos estamos metiendo con Sánchez!". Pero si algo me preocupa realmente es que Trump y Sánchez se acaben liando en este 'crossove' y acaben diciendo que Tejero venía de Ganímedes o que aquel objeto volante de Florida era, en realidad, el resplandeciente ego de Sánchez, caminito de Dominicana.Puestos a desclasificar, Feijóo ha desclasificado también el documento secreto sobre su negociación con Abascal. Pero esto no es una cortina de humo, esto debe ser luz sobre la niebla.En cualquier caso, las similitudes entre Trump y Sánchez no terminan con la desclasificación de documentos para tapar las malas encuestas. Hay tantas que lo que empieza a preocuparme es que Sánchez se ponga a llamar a 'Las mañanas de la 1' haciéndose pasar por es un señor de Segovia que admira al presidente, por su belleza, su intelecto y sus firmes hombros, especialmente dotados para sostener el peso de un país, ¡oh, Atlas de Tetuán!Aunque en España el tal John Barron tendría su propio programa. A Sánchez le basta con sus perrillos falderos para no tener ni que llamar a ningún sitio. Hablando de perrillos, recuerdo ahora que en la última campaña el presidente se apropió del apelativo ese de 'Perro Sánchez'. Se enorgullecía, por tanto, de ser un hombre-perro. Bien: no sé si Sánchez será el último déspota. Pero lo que me queda claro es que fue el primer 'therian'.
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El 16 de febrero de 1936 (con segunda vuelta el 1 de marzo), se dio una amplia victoria del Frente Popular, pacto electoral formado por Izquierda Republicana, Unión Republicana, PSOE, PCE y otras fuerzas de izquierdas (incluida ANV en algunas provincias), frente a unas formaciones de derecha que no fueron capaces de establecer alianzas electorales generalizadas. Inmediatamente, se conformaría un gobierno presidido por Manuel Azaña, constituido por miembros de su propio partido (Izquierda Republicana), Unión Republicana y algún independiente. Excepto en la circunscripción de Bizkaia capital, en Araba y Gipuzkoa fue necesario realizar una segunda vuelta
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2026“LA VUELTA AL MUNDO EN 365 DIAS”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church12 de Febrero¿Madera que corta las piedras?«EL SEÑOR LE DA FUERZA A SU PUEBLO; EL SEÑOR LO BENDICE CON PAZ» (SALMO 29:11).Viajar a Machu Picchu, en Perú, es vivir un sueño impresionante. La vista se pierde en la inmensidad de las montañas altísimas en un gran valle verde. Las ruinas de esta ciudad milenaria se hallan incrustadas en la cima de un pico montañoso a 2.400 metros de altura. ¿Pensaste alguna vez que esta civilización habitaba normalmente a una altura equivalente a la de un edificio de 857 pisos? Y allí tenían 172 casas, una municipalidad, huertas, templos y plazas. Eso sin mencionar que las plantaciones agrícolas parecen deslizarse por las laderas y casi se pierden precipicio abajo. ¡Es alucinante! Y pensar que todo eso se realizó en la fase más gloriosa del Imperio inca, allá por el siglo XV.Lo que más me sorprendió de este viaje fue ver las toneladas de piedras cuidadosamente recortadas en cubos para apilar, que servían para armar paredes y muros. ¿Cómo pudieron recortar así las piedras? Todos esos ladrillos naturales hechos de rocas puras fueron moldeados con madera. Si nunca viste una madera que corta granito, prepárate porque los incas lograron esta proeza.Los guías turísticos del lugar cuentan que, para hacer tantos bloques de piedra, los constructores solo utilizaban madera y agua: se hacían agujeritos en la roca y, en esos espacios, se introducían pedazos de madera mojada. Usando técnicas locales de enfriamiento, se congelaba el agua y, como aumentaba de tamaño al pasar de estado líquido a sólido, se multiplicaba la presión interna. Como resultado, la piedra se rompía al medio y se formaban pedazos más pequeños y fáciles de manipular. ¿Se construyó una ciudad entera gracias a la fuerza del hielo dentro de la roca? ¡Exactamente! Quedé con la boca abierta al pensar en el poder de la madera congelada. ¿Y quién dice que un lápiz no puede partir una montaña?No tengas miedo hoy de enfrentar tus mayores desafíos. Si Dios está contigo, ni las piedras serán más fuertes que la «presión protectora» que viene del cielo. Por sí solo, el ser humano es una simple ramita frente a la durísima roca; sin embargo, con Cristo es posible hasta cortar nuestros grandes problemas al medio. ¿Qué tal?Permite que Jesús haga maravillas en ti y a través de ti. Con un compañero así, ni las piedras serán invencibles.
Gracias por ver mis episodios, me gustaría que me puedas dejar tu comentario sobre que te ha parecido este episodio de espiritualidad. Además quiero contarte que yo soy tarotista y si te gustaria tener una lectura de tarot conmigo personalizada, puedes ingresar a www.chofitv.com o en www.chofitv.com.ec Mis redes sociales de Chofitv Youtube: https://www.youtube.com/@ChofiTVInstagram : https://www.instagram.com/chofitvoficial/Tiktok: chofitvoficial
Trump quiere que las casas más baratas: ¿qué propone exactamente? by Andres Gutierrez
Tras un largo silencio que parece haber suspendido el tiempo mismo, regresamos para constatar que, aunque nosotros nos detuvimos, la inercia del mundo y sus automatismos no lo hicieron. ¿Es posible que estemos habitando ya el interior de una estructura invisible que prioriza la eficiencia sobre la libertad? ¿Hemos cruzado ya el punto de no retorno donde los algoritmos no solo nos asisten, sino que nos gobiernan sin darnos una explicación? Conexiones imposibles y un poco de filosofIA para esta vuelta a los escenarios que tanta ilusión nos hacía. Recordemos que todo acaba y todo empieza en el Episodio 248: El punto de no retorno algorítmico: El antecedente directo donde se plantea el umbral en el que perdemos el control sobre sistemas esenciales. Estos son los contenidos para seguir conectando puntos: Bulletin of the Atomic Scientists – Doomsday Clock: El Reloj del Apocalipsis no es una mera herramienta simbólica; es un recordatorio que hemos pasado por alto durante demasiado tiempo. Desde 1947, científicos de primer nivel evalúan anualmente cuán cerca estamos de la medianoche, esa destrucción catastrófica que representaba inicialmente solo amenazas nucleares. Lo que nos fascina del episodio es cómo este reloj ha evolucionado para incluir amenazas que los abuelos de estos científicos jamás contemplaron: inteligencia artificial, cambios climáticos, biología disruptiva. En 2025, por primera vez en 78 años, el reloj se posicionó a 89 segundos de la medianoche. Un único segundo de diferencia respecto a 2024, pero un gesto que dice todo: la IA no es una amenaza futura, está aquí, ahora, acelerando riesgos que ya parecían irremontables. AESIA – Agencia Española de Supervisión de la Inteligencia Artificial: España ha impulsado un organismo dedicado exclusivamente a supervisar la IA. La AESIA es una institución con poder real para exigir explicabilidad, para inspeccionar sistemas de riesgo alto, para establecer que los algoritmos no pueden ser cajas negras perpetuas. Comenzó operaciones en 2025 cuando Europa aprobaba su directiva sobre IA. Lo que el episodio subraya es algo crucial: la regulación llega tarde. Mientras AESIA inspecciona sistemas nuevos, más de mil algoritmos médicos antiguos siguen operando sin cumplir esos requisitos de transparencia. Civio – Sentencia BOSCO y Transparencia Algorítmica: Una organización de vigilancia ciudadana llevó al Tribunal Supremo español un caso que iba a cambiar algo fundamental: el acceso al código fuente de BOSCO, el algoritmo que decide quién recibe ayuda eléctrica y quién no. Durante años, el Gobierno argumentó seguridad nacional, propiedad intelectual, secretos comerciales. El Supremo ha dicho que no. La sentencia de 2025 estableció jurisprudencia: la transparencia algorítmica es un derecho democrático. Los algoritmos que condicionan derechos sociales no pueden ser opacos. Por primera vez, un tribunal de alto nivel reconoce que vivimos en una «democracia digital» donde los ciudadanos tienen derecho a fiscalizar, a conocer, a entender cómo funciona la máquina que decide sobre sus vidas. BOSCO era apenas un ejemplo. La sentencia abre la puerta a exigencias de transparencia sobre cualquier sistema que use la administración pública para decisiones automatizadas. Es pequeño, increíblemente importante, y probablemente insuficiente. Reshuffle: Who Wins When AI Restacks the Knowledge Economy – Sangeet Paul Choudary: Este libro es exactamente lo que necesitábamos leer antes de grabar este episodio. Choudary no habla de cómo la IA automatiza tareas; habla de cómo la IA remodela el orden completo de cómo trabajamos, cómo nos coordinamos, cómo creamos valor. «Reshuffle» no es un catálogo de miedos; es un análisis de cómo nuevas formas de coordinación sin control centralizado están emergiendo. El libro conecta con lo que discutimos sobre la opacidad: no es solo que los algoritmos sean opacos, es que están reorganizando estructuras organizacionales enteras. Choudary habla de empresas que ya no saben quién es responsable de qué porque las máquinas coordinan sin necesidad de consenso humano. Es Max Weber acelerado a velocidad de red neuronal. The Thinking Game – Documental sobre Demis Hassabis y DeepMind: Un documental que filma la persecución de una obsesión: Demis Hassabis pasó su vida entera buscando resolver la inteligencia. The Thinking Game, producido por el equipo que creó AlphaGo, muestra cinco años dentro de DeepMind, los momentos cruciales en que la IA saltó de juegos a resolver problemas biológicos reales con AlphaFold. Lo que duele ver aquí es que Hassabis resolvió un problema de 50 años en biología y lo open-sourceó. La pregunta incómoda es: ¿cuántos otros Hassabis están dentro de laboratorios corporativos con incentivos inversos, guardando secretos? The Thinking Game es un retrato de lo que podría ser si el impulso científico ganara sobre el extractivo. Recomendamos verlo antes de cualquier conversación sobre dónde está realmente el avance en IA. Las horas del caos: La DANA. Crónica de una tragedia: Sergi Pitarch reconstruye hora a hora el 29 de octubre de 2024, el día en que la DANA arrasó Valencia. Lo que hace diferente a este libro es que no solo cuenta lo que sucedió; documenta lo que no se hizo, quién fue responsable de silenciar advertencias, qué decisiones fueron tomadas en salas oscuras mientras miles quedaban atrapados. Es una crónica periodística larga en el estilo norteamericano de investigación profunda. Lo conectamos al episodio porque la tragedia de Valencia es un espejo: sistemas con algoritmos que debían predecir, equipos de emergencia que debían comunicar, protocolos que debían activarse. Pero hubo silencios, opacidades, dilución de responsabilidad. Exactamente lo que sucede cuando los algoritmos fallan sin que nadie sepa quién paga el precio. Pitarch escribe para que las víctimas no caigan en el olvido y para que la siguiente tragedia no se repita con la misma negligencia. Anatomía de un instante: Serie basada en el libro de Javier Cercas, que examina el 23-F español, el golpe militar de 1981, pero lo hace como psicólogo de la historia: ¿qué es lo que convierte a un hombre en héroe en un instante crucial? Lo traemos aquí porque el libro trata sobre cómo nuestros sistemas, nuestras instituciones, nuestras estructuras de poder están sostenidas por momentos impredecibles, por acciones individuales que los algoritmos no pueden modelar. La IA promete predecibilidad, certeza, orden. Cercas nos recuerda que la historia es una disciplina de lo impredecible, que los instantes que nos definen no salen de una ecuación. Una nota final: Gracias por estar aquí. Un año después, sin Delorean, sin viaje temporal, pero con la certeza de que mientras buscábamos retroceder, el mundo siguió avanzando. Eso era el verdadero experimento: comprobar si podíamos volver a conectar puntos después de doce meses de que los algoritmos siguieran escribiendo el guión. La respuesta es sí. Pero la pregunta más incómoda permanece: ¿sabemos realmente dónde estamos en esa jaula de hierro? ¿O solo acabamos de darnos cuenta de que hay paredes? Para contactar con nosotros, podéis utilizar nuestra cuenta de twitter (@conectantes), Instagram (conectandopuntos) o el formulario de contacto de nuestra web conectandopuntos.es. Nos podéis escuchar en iVoox, en iTunes o en Spotify (busca por nuestro nombre, es fácil). Créditos del programa Intro: Stefan Kanterberg ‘By by baby‘ (licencia CC Atribución). Cierre: Stefan Kanterberg ‘Guitalele's Happy Place‘ (licencia CC Atribución). Foto: Creada con IA ¿Quieres patrocinar este podcast? Puedes hacerlo a través de este enlace La entrada Episodio 249: La jaula de hierro algorítmica se publicó primero en Conectando Puntos.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2026“LA VUELTA AL MUNDO EN 365 DIAS”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church03 DE ENEROUN TRAGO DE AGUA«Acuérdate del día sábado para santificarlo» (Éxodo 20:8, NVI)Hoy es sábado y nuestro viaje será a la iglesia. Piensa en un camión cisterna que transporta toneladas de combustible y que, inexplicablemente, se detiene en medio de la ruta por falta de combustible en su propio tanque. ¿No sería absurdo que el conductor se ocupe de miles de litros para tantos otros vehículos, pero se olvide de su propio camión?Piensa en otro caso: el mejor ortodoncista de la ciudad tiene el don estético de arreglar los dientes de sus clientes; sin embargo, su sonrisa da miedo, pues su boca está llena de desordenadas rocas puntiagudas terroríficas de las cavernas.Por último, el dueño del mejor restaurante de la región invita a sus amigos a una cena especial en su casa, pero descubre que no tiene sal ni aceite. Sería incomprensible una distracción así ¿verdad?Por eso existe la iglesia. ¿Sabías eso? Exactamente para recordarnos que también necesitamos recibir del cielo lo que muchas veces queremos dar a los demás. Cuando vamos a la casa de Dios, nos detenemos, después de una subida cansadora, para tornar un refrescante trago de agua fría que viene directamente de jesús, la Roca eterna; es como encontrar una gasolinera al final de una curva cuando el automóvil ya había comenzado a toser con el combustible de reserva. Por eso, me encanta ir a la iglesia cada sábado, Allí descansamos, escuchamos, nos alimentamos, nos hidratamos el alma, y salimos reconfortados hacia otra semana en la carretera de la vida.Si hasta Jesús mismo iba a la iglesia, ¿no necesitaremos nosotros mucho más de este momento sin igual? Es mejor aun cuando encontramos amigos que también desean ir al mismo destino que nosotros.Ese fue el caso de Elías, que vio que no estaba solo cuando muchas personas tampoco adoraban a aal. Pablo soportó una noche en la cárcel cantando como si estuviera en la ducha, porque Silas estaba junto a él para darle fuerzas. Tú también tienes en la iglesia amigos de fe que te ayudan a ver más allá.¿Y entonces? ¿Vamos a encontrarnos con Dios en su casa? Siempre saldrás diferente después de esta pausa. Tu ánimo para resistir las tentaciones cobrará más fuerza. Y lo mejor será detenernos para imaginar el cielo al que llegaremos cuando este viaje termine. ¿Qué fe parece?Ah, y cuando vuelvas de la iglesia, lee el Salmo 91. ¡Es increíble!
Para analizar el abultado triunfo en segunda vuelta del Presidente electo José Antonio Kast sobre Jeannette Jara; y qué esperar del próximo gobierno y los mea culpa que deberán hacerse en la izquierda, el rector de la Universidad Diego Portales Carlos Peña conversó con Angélica Bulnes e Iván Valenzuela en una nueva edición del Rat Pack de Mesa Central.
Durante el Tiempo de Adviento pedimos de mil maneras con oraciones y con cantos despierta Señor tu poder ven a salvarnos Tú eres el Mesías esperado de los pobres. Hoy cantamos a gritos con más fuerza ven Señor JESÚS, VEN QUE TE ESPERAMOS porque todavía no reina en este mundo la justicia y la paz que prometian los profetas. Señor ayúdanos a tomar conciencia de que somos nosotros los responsables de hacer visible la justicia para que reine la paz entre nuestros hermanos, cuanto más trabajemos por la justicia la paz y el bienestar de los hermanos que sufren sembrando la esperanza a nuestro alrededor tanto más y mejor vivimos el programa que nos marca el Adviento a través de la Liturgia para prepararnos a la Navidad y sobre todo para construir un mundo mejor. Eres Tu el que ha de venir o esperamos a otro.? Cuéntenle a Juan lo han visto y oído, los ciegos ven, los leprosos quedan sanos, los sordos oyen, los muertos resucitan y una vida nueva llega a los pobres. Exactamente se pregunta hoy el mundo: Eres tu el cristiano esperado o tendremos que esperar a otro que no hable tanto de Cristo sino que lo demuestre con hechos concretos de amor, solidaridad de perdón de respeto por la vida del hermano y su dignidad. Eres tu el cristiano esperado que se compromete con la la causa del pobre que lucha contra toda la injusticia y la mentira que tiene la humildad y la sinceridad de reconocer su falta de compromiso sus pecados contra el Hermano y enmendarse antes de hacer justicia por las faltas ajenas. Eres tú el cristiano esperado vestido de sencillez como Juan Bautista Sincero humilde y de vida auténtica y transparente? Eres tú el Cristiano esperado para servir con generosidad allí donde los hermanos han sufrido alguna desgracia irreparable? Eres tú ese cristiano que a ejemplo del Mesías esperado vive su vida como el que pasó haciendo el bien a todos? Eres ese cristiano que está atento para orientar a quien viene en busca de consuelo y encaminarlo hacia el encuentro con el Dios de todo consuelo a través de su Palabra. Eres tú el cristiano que el mundo espera para creer en el Cristo que predicas? Eres tu ese cristiano o tendremos que esperar a otro que realmente viva según las bienaventuranzas y no defraude nuestras esperanzas con sus actitudes. Y eres tú ese cristiano que con sencillez de vida transmite con su bondad y gentileza la alegría prometida en la Liturgia de hoy. O por el contrario tendremos que esperar a otro que no sea como tú. Espero que tengamos buenas respuestas a esta tarea que nos presenta la Liturgia de esta tercera Semana de Adviento. Que responderemos a quien nos pregunta eres tú ese cristiano que necesita el mundo de hoy? O TENEMOS QUE ESPERAR A OTRO? Feliz en esta Semana que nos acerca más a la feliz llegada del Salvador del mundo quien se hace uno de nosotros para hacernos uno con El. Hna. Maria Ruth Radio Paulinas Boston
Hoy nos detenemos en un glosario de estos términos de la mano de Javier Cuervo, docente de UNIE Universidad.
El Fútbol Club Barcelona vuelve al Camp Nou y el partido de reestreno será contra el Athetic Club de Bilbao. Tiene cierto morbo después de un verano protagonizado por el culebrón Nico Williams.
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Nadie puede amarte exactamente como tú necesitas, porque nadie está viviendodentro de ti.Nadie siente lo que tú sientes. Nadie carga tus miedos, tus recuerdos, tus inseguridades.Nadie ha pasado por las noches en que dudaste de ti, ni conoce el peso exacto de tus silencios.Nadie puede leer tus pensamientos con la precisión con la que tú mismo podríasescucharte, si te detuvieras un momento…
¿Alguna vez te has preguntado que se siente estar atrapado entre los escombros de un edificio derrumbado debido a un sismo? Esto es lo que nos explica Cristian, quien vivió las horas más angustiosas de su vida al sufrir los estragos del sismo del 19 de Noviembre de 2017 en la Ciudad de México, el cuál, por una escalofriante coincidencia, sucedió 32 años después del aterrador terremoto que aconteció exactamente el mismo día, pero del año 1985.Aquella tarde del 19 de Septiembre de 2017 Cristian estaba en su casa, en un edificio ubicado en el barrio de La Condesa. Exactamente a la 1:14 PM el horror comenzó: Un sismo de 7.1 en la escala Richter azotó la Ciudad de México.Debido a los movimientos tan violentos el edificio en el que estaba Cristian se derrumbó, dejándolo atrapado entre los escombros.El miedo, el dolor, la incertidumbre lo invadió en medio de aquel horrible caos. Incapaz de moverse, y por ende, salir del sitio en el que estaba atrapado lo único que pudo hacer es limitarse a esperar a que fuera rescatado.Pero... entre todo esto... él vivió un suceso sumamente escalofriante e inexplicable... y es que una voz desconocida comenzó a llamarlo, ayudándole a mantener la calma... pero... ¿de quién era aquella misteriosa voz?▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬Relatos del Sismo de 2017 en la Ciudad de México: Escalofriante Testimonio del Terremoto de 2017 | Frecuencia Paranormal FP - Podcast de Terror► Lugar de los hechos : Ciudad de México► Fecha : 19 de septiembre de 2017► Experiencia compartida por : Cristian▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬Te invitamos a seguirnos en todas nuestras redes sociales. Publicamos más contenido aterrador por allá:► YouTube: https://www.youtube.com/FrecuenciaParanormal► Facebook: https://www.youtube.com/FrecuenciaParanormal► TikTok: https://www.tiktok.com/@frecuencia__paranormal► Instagram : https://www.instagram.com/frecuencia.paranormal► Twitter : https://x.com/FrecParanormal► Contacto para Prensa / Negocios (Únicamente):contacto.frecuenciaparanormal@gmail.com▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬¿Tienes un relato que te gustaría compartir en esta Frecuencia?Envíalo a: frecuencia.paranormal.oficial@gmail.como a nuestro WhatsApp: (+52) 3313328094 Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
¿Alguna vez te has preguntado que se siente estar atrapado entre los escombros de un edificio derrumbado debido a un sismo? Esto es lo que nos explica Cristian, quien vivió las horas más angustiosas de su vida al sufrir los estragos del sismo del 19 de Noviembre de 2017 en la Ciudad de México, el cuál, por una escalofriante coincidencia, sucedió 32 años después del aterrador terremoto que aconteció exactamente el mismo día, pero del año 1985.Aquella tarde del 19 de Septiembre de 2017 Cristian estaba en su casa, en un edificio ubicado en el barrio de La Condesa. Exactamente a la 1:14 PM el horror comenzó: Un sismo de 7.1 en la escala Richter azotó la Ciudad de México.Debido a los movimientos tan violentos el edificio en el que estaba Cristian se derrumbó, dejándolo atrapado entre los escombros.El miedo, el dolor, la incertidumbre lo invadió en medio de aquel horrible caos. Incapaz de moverse, y por ende, salir del sitio en el que estaba atrapado lo único que pudo hacer es limitarse a esperar a que fuera rescatado.Pero... entre todo esto... él vivió un suceso sumamente escalofriante e inexplicable... y es que una voz desconocida comenzó a llamarlo, ayudándole a mantener la calma... pero... ¿de quién era aquella misteriosa voz?▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬Relatos del Sismo de 2017 en la Ciudad de México: Escalofriante Testimonio del Terremoto de 2017 | Frecuencia Paranormal FP - Podcast de Terror► Lugar de los hechos : Ciudad de México► Fecha : 19 de septiembre de 2017► Experiencia compartida por : Cristian▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬Te invitamos a seguirnos en todas nuestras redes sociales. Publicamos más contenido aterrador por allá:► YouTube: https://www.youtube.com/FrecuenciaParanormal► Facebook: https://www.youtube.com/FrecuenciaParanormal► TikTok: https://www.tiktok.com/@frecuencia__paranormal► Instagram : https://www.instagram.com/frecuencia.paranormal► Twitter : https://x.com/FrecParanormal► Contacto para Prensa / Negocios (Únicamente):contacto.frecuenciaparanormal@gmail.com▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬¿Tienes un relato que te gustaría compartir en esta Frecuencia?Envíalo a: frecuencia.paranormal.oficial@gmail.como a nuestro WhatsApp: (+52) 3313328094 Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
La Mesa TIC - Martes 14.10.2025 - ¿Qué es exactamente la Identidad Digital y en qué se diferencia de nuestra "identidad real" o física? by En Perspectiva
Los primeros españoles de la flotilla vuelven a España y denuncian vulneración de los derechos fundamentales. Exactamente mejorcita, Israel demostrando una vez más que puede proceder como quiera sin repercusión internacional ahora que se han cumplido dos años del famoso 7 de octubre. En cifras: más de 66.000 personas han muerto, de las cuales alrededor de 17.000 son niños y niñas, 170.000 han resultado heridas y en Gaza persiste una grave crisis humanitaria con hambruna declarada y miles de desplazamientos por los bombardeos y la destrucción constante.En España, el Gobierno de Pedro Sánchez ha anunciado este viernes su intención de impulsar una reforma constitucional para incluir el derecho al aborto en la Carta Magna española, con la finalidad de "consagrar la libertad y la autonomía de las mujeres en clara respuesta a la ofensiva de PP y VOX. España se convertiría en el segundo país en incluir este derecho en su Carta Magna. El tema del día lo dedicamos al trumpismo español. Porque esto va más allá de una figura, es un movimiento y una forma de actuar. Para ello nos acompaña Eduardo Rubiño, portavoz adjunto de Más Madrid en el Ayuntamiento, activista por los derechos de las personas LGTBI.
En este episodio de PowerSkills, abordamos las 10 situaciones más críticas donde una presentación puede catapultar o destruir tu carrera profesional. ¿Te has quedado en blanco cuando tu jefe te pide que presentes sin aviso? ¿Has visto cómo proyectos inferiores consiguen presupuesto mientras el tuyo muere en comités? ¿Sabes qué decir exactamente cuando tienes que comunicar un fracaso o competir por una promoción? La realidad es brutal: el 67% de las decisiones ejecutivas se toman en los primeros 5 minutos de una presentación. No importa cuánto sepas si no sabes comunicarlo cuando más importa. En este episodio aprenderás: ✅ El script exacto para conseguir €500K de presupuesto ✅ Cómo presentar un fracaso y salir fortalecido - la técnica que Microsoft usó con Windows Phone ✅ La estructura para competir por una promoción hablando del futuro, no del pasado ✅ Cómo manejar a escépticos, crisis, clientes furiosos y las temidas "presentaciones sorpresa" ✅ 10 scripts palabra por palabra para las situaciones más críticas de tu carrera No te hablo de teoría. Te digo qué decir EXACTAMENTE cuando tu carrera está en juego.Recuerda: No es lo que sabes, es cómo lo presentas. La diferencia entre el éxito y el fracaso profesional a menudo se decide en 15 minutos de presentación.Déjanos ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ para ayudarnos a llegar a más personas con este contenido transformador: re:INVÉNTATE en Spotify y Apple Podcasts.¿Tienes preguntas o quieres compartir tus progresos en el desarrollo de este PowerSkill? Etiquétame en Instagram (@librosparaemprendedores) en una stories o deja tus comentarios y opiniones sobre este episodio.✨ ¡Hoy comienza tu re:Invención!