Podcasts about europeus

Swedish botanist, physician, and zoologist

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DW Brasil Notícias
Os países europeus que viraram "paraíso" para machosfera brasileira

DW Brasil Notícias

Play Episode Listen Later Sep 18, 2026 16:06


Estônia, Letônia e Lituânia vêm sendo apresentadas como lugares onde as mulheres seriam mais tradicionais, com menos influências feministas. E que, nesses países, a vida amorosa seria mais fácil para brasileiros.

Rádio Gazeta Online - Podcasts
Europeus anunciam sanções contra Israel - 1ª Edição

Rádio Gazeta Online - Podcasts

Play Episode Listen Later Sep 8, 2026 3:07


Na primeira edição deste boletim você confere:- Segunda Turma do STF tem maioria para manter o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal; - Europeus anunciam sanções contra Israel por conta de assentamentos judaicos na Cisjordânia; - Trump publica mapas dos Estados Unidos que renomeiam Novo México como Nova América.  O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Thales Faria e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!

Operação Stop
Portas assassinas assustam os chineses e não os europeus?

Operação Stop

Play Episode Listen Later Aug 30, 2026 8:21


As portas retrácteis, denominadas “assassinas”, não permitem ser abertas por dentro ou por fora em caso de acidente grave ou submersão. Na China obrigaram a recall recorde, mas não na Europa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast Internacional - Agência Radioweb
Giro Internacional: Ucrânia acolhe reunião dos principais aliados europeus

Podcast Internacional - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Aug 24, 2026 3:09


Convidado
"Europeus têm que rapidamente fornecer defesa antiaérea à Ucrânia para ela se poder defender"

Convidado

Play Episode Listen Later Aug 24, 2026 16:34


Nesta segunda-feira, a Ucrânia comemora os 35 anos da sua independência. Um aniversário assinalado com Kiev a acolher uma reunião dos seus principais aliados europeus, a chamada 'Coligação dos Voluntários', co-presidida pelo Reino Unido, a França e a Alemanha. Por esta ocasião, o novo Primeiro-ministro britânico Andy Burnham, efectua em Kiev aquela que é a sua primeira deslocação no estrangeiro. Outros responsáveis europeus também estão presentes na reunião da coligação, designadamente António Costa, Presidente do Conselho Europeu. Em cima da mesa está um reforço do apoio europeu à Ucrânia, com Bruxelas a anunciar o desbloqueamento de um pouco mais de 6 mil milhões de Euros de um envelope total de 90 mil milhões a favor de Kiev. No âmbito da reunião de hoje, o Reino Unido anunciou já a sua intenção de fornecer as informações necessárias para produzir mísseis de longo alcance 'Scalp', numa altura em que a Ucrânia encontra dificuldades em interceptar os ataques de mísseis russos que têm vindo a intensificar-se nas últimas semanas, muito embora também tenha ganho capacidade de atacar alvos económicos russos. A realização desta reunião, bem como essa transferência de tecnologia pelo Reino Unido já levou o Kremlin a retirar o seu embaixador de Londres e a acusar o governo britânico de "impedir qualquer resolução pacífica do conflito". Ainda antes do encontro de hoje, neste domingo, o Presidente ucraniano disse "querer muito a paz" mas vincou que "não tenciona capitular sem condições". Para o universitário e analista politico José Pacheco Pereira, Moscovo é que tem sido o principal obstáculo à resolução do conflito e o que se pode -e deve- esperar da reunião de hoje em Kiev é um apoio mais massivo da Europa, numa altura em que -a seu ver- pouco se pode esperar de Washington. RFI: O que se pode esperar da reunião de Kiev? José Pacheco Pereira: Mais do que o que se pode esperar, é aquilo que se tem que esperar. Porque a actual guerra na Ucrânia ganhou uma dimensão nova que não tinha precedentes noutro tipo de conflitos. No início do conflito, que é essencialmente um ataque com tanques e viaturas blindadas, toda a gente estava convencida de que a Rússia tinha todas as vantagens que estavam descritas, aliás, na NATO como sendo principal detentora de um grande exército assente em blindados e que poderia fazer parte dos planos da NATO, chegar rapidamente aos portos do Atlântico e impedir os reforços americanos. O ataque inicial à Ucrânia mostrou que isso não tinha nenhum sentido. Pelo contrário, a Rússia mostrou uma enorme incapacidade do ponto de vista do ataque por terra. O que tem feito é essencialmente um ataque por ar, e isso é que é o aspecto novo do conflito. E é evidente que isso coloca no centro da defesa os meios antiaéreos, portanto, a capacidade de interceptar mísseis e drones. E é isso que os europeus têm que rapidamente -mas não é para as calendas gregas- fornecer à Ucrânia para ela se poder defender. Porque a Ucrânia tem mostrado muita resiliência, muita capacidade de se defender, de criar condições muito complicadas para o invasor russo, mas precisa de um reforço antiaéreo. Mais do que dinheiro, mais do que ofertas hipotéticas para o futuro, é garantir que o espaço aéreo da Ucrânia não se torna um risco para as principais cidades ucranianas. E isso significa um compromisso europeu que vai muito longe e tem que ir muito longe, porque é da segurança europeia que se trata. Aliás, esta coligação percebeu isso e tem tido um papel que, em grande parte, substitui ou pelo menos vem complementar o dos Estados Unidos, porque com a administração Trump, os Estados Unidos traíram a Ucrânia. Quer dizer, em todos os aspectos fundamentais. Traíram a Ucrânia e têm uma relação ambígua com a Rússia. Os europeus têm que assumir essa defesa rapidamente e têm meios. A ideia de que a Europa não tem meios militares num conflito que pudesse ter com a Rússia é falsa. A Europa tem vários exércitos europeus que ainda têm capacidades operacionais consideráveis, como o inglês, o francês, o sueco. Tem uma responsabilidade em relação à defesa da Ucrânia e seria bom, no aniversário da independência da Ucrânia, que na realidade é a segunda independência, porque a Ucrânia chegou a ser independente na pós-primeira guerra. E essa independência depois foi absorvida pelo chamado 'Tratado da União', que criou a União Soviética. Quando o Tratado da União colapsou, a Ucrânia assumiu naturalmente a sua posição de independência, como vários outros componentes na assinatura original do Tratado da União. Portanto, a independência da Ucrânia é, aliás, a garantia de segurança para toda a faixa de países que estão encostados à Rússia, é fundamental para a segurança da Europa. RFI: Relativamente àquilo que disse sobre o facto de a Europa ter meios para proteger melhor o espaço aéreo da Ucrânia, está a referir-se nomeadamente, ao sistema 'Scalp' de que Londres vai transferir a tecnologia para Kiev? José Pacheco Pereira: Há vários sistemas eficazes em termos de protecção. Os europeus têm vários, como é o caso deste que referiu. Mas também têm uma responsabilidade de pressionar os americanos para fornecer os 'Patriots' (sistema de defesa antimíssil americano), que aliás, eu, numa das visitas que fiz à Ucrânia, vi instalados no lado da Polónia, que no fundo são da defesa polaca. Mas de qualquer maneira, eles são eficazes, principalmente em relação a mísseis. Não tanto em relação aos drones, que implicam outro tipo de protecção. Aliás, um dos grandes erros da solidariedade com a Ucrânia desde o primeiro minuto era não ter interditado o espaço aéreo da Ucrânia, quer à aviação russa, quer a ataques de mísseis. Se se tivesse feito desde o início a grande desvantagem que existiu na fase inicial e mesmo até aos dias de hoje, que é a impossibilidade de utilizar de forma eficaz a aviação e também de defesas antiaéreas, tinha dado um curso completamente diferente à guerra. RFI: Isto acontece numa altura em que Kiev, de facto, encontra problemas em termos de segurança do seu espaço aéreo. Mas acontece também numa altura em que Kiev tem crescentemente atacado alvos económicos na Rússia. Isto também marca um patamar no conflito? José Pacheco Pereira: Sem dúvida, e isso é no fundo: atacam-me de uma determinada maneira e eu tenho condições para responder da mesma maneira, sendo que a Europa aí também pode ter um papel importante, porque há muitas restrições em fazer aceder à Ucrânia mísseis que pudessem atacar com mais eficácia e com maior poder de fogo, chamemos-lhe assim, o interior da Rússia. Mas isso é a evolução normal de uma guerra que os russos quiseram porque invadiram. É uma coisa que as pessoas hoje tendem-se a esquecer: a Rússia invadiu a Ucrânia e eu acho que isto deve estar escrito por todo o lado. E, portanto, a Ucrânia, defende-se. E uma das formas de defesa é exactamente atacar não só objectivos económicos, mas refinarias, tudo o que é fundamental para a produção de petróleo e instalações militares do lado russo, com toda a legitimidade. RFI: O facto de o Reino Unido transferir essa tecnologia do sistema 'Scalp' para a Ucrânia, levou a Rússia a marcar o seu protesto com a ordem de regresso do seu embaixador à Rússia, com Moscovo a acusar o Reino Unido de "ser um entrave" ao estabelecimento da paz com a Ucrânia. José Pacheco Pereira: Há uma palavra portuguesa para designar muito bem esse tipo de atitudes: são tretas. Na verdade, a Rússia é o invasor. Enquanto não se retirar, enquanto não comparticipar nas despesas de reconstrução daquilo que destruiu na Ucrânia, não tem qualquer espécie de autoridade para falar, tanto mais que tem sempre recusado qualquer acordo de paz que não implique cedências territoriais. A guerra da Rússia, depois de objectivos que eram políticos, retirar aquilo que eles chamavam o 'governo nazi' da Ucrânia, na prática, centra-se hoje essencialmente para uma conquista de carácter territorial. Isso não pode ser admitido na Europa pura e simplesmente, a não ser por comum acordo. Mas esse comum acordo não pode ser feito na base da invasão e da ameaça militar a outras zonas da Europa em que há problemas do mesmo tipo. Não é só aí. O enclave de Kaliningrado, por exemplo, levanta um conjunto de problemas para a Lituânia. A Transnístria, na Moldova, a mesma coisa. Em várias zonas da Europa em que há esse tipo de conflitos, ou os conflitos vêm desde a origem da decadência e do fim da União Soviética e, portanto, estão mais ou menos congelados. Agora não podem ser resolvidos através de uma invasão militar. RFI: Estas declarações da Rússia relativamente ao governo britânico não são novas. Moscovo acusa frequentemente o campo ocidental de estar a travar a resolução do conflito. Julga que isto pode ter consequências até para a própria Europa, numa altura em que se sente um aumento da tensão militar de ambas as partes? José Pacheco Pereira: Pode, como é óbvio, simplesmente o grande obstáculo para a paz não é as posições da Europa. É a tentativa russa de ficar com parte da Ucrânia. É tão simples como isso. Enquanto essa tentativa não sair de cima da mesa das negociações e se reconheça a integridade, a soberania da Ucrânia, que é um princípio básico do direito internacional -que os próprios russos aceitaram durante muito tempo- enquanto isso não se verificar, as propostas de paz russas são retóricas. À Ucrânia tem que ser dadas condições de segurança a que os russos sempre se opõem, porque não querem tropas dos países da Europa a garantir as condições de segurança, nem americanas neste caso no interior da Ucrânia. Porque se nós admitirmos que um país pode ser invadido para conquistar parte desse país com argumentos culturais que, aliás, até são relativamente débeis, que é o facto de haver uma parte russo falante e haver uma tradição de relação com a Rússia no passado, isso acontece em vários sítios da antiga União Soviética. Isso é pretexto para invadir e violar todas as regras do direito internacional. Isso retira à Rússia qualquer espécie de autoridade, não só para fazer propostas que não incluam exactamente esses pontos essenciais. RFI: Julga que o facto de os Estados Unidos, neste momento estarem mais investidos no conflito no Médio Oriente e de ser também notória a falta de 'Patriots', pode de facto, inflectir duradouramente o conflito da Ucrânia? José Pacheco Pereira: Eu duvido que possa inflectir. Mas a prazo é evidente que é uma dificuldade. Os Estados Unidos já estão eles próprios a ter grande dificuldade com os abastecimentos militares nos ataques ao Irão. Portanto, é evidente que isso é um problema. Tanto mais que se trata de mísseis, cuja produção é, por muito rápida que seja, é lenta, que são muito caros e que os Estados Unidos precisam eles próprios. Portanto, isso somado à atitude dúbia que Trump tem tido em relação à Ucrânia e aquelas relações especiais que ele tem com todos os ditadores, mesmo que sejam ditadores comunistas, como é o caso da Coreia do Norte, ou então ditadores que na realidade, com outros termos estão a fazer a mesma coisa, como é o caso de Putin. É evidente que isso prejudica, sem dúvida. Mas dificuldades de abastecimento, também os russos têm. RFI: Outro desafio de Zelensky, é um desafio interno. Desde que ele demitiu, há algumas semanas, o seu ministro da Defesa, Mikhaïlo Fedorov, que é uma figura bastante popular junto da população ucraniana, tem havido um certo posicionamento gradual de Fedorov como potencial adversário interno de Zelensky. Fedorov desafiou-o a realizar presidenciais. Ora ontem, precisamente, Zelensky disse que é impossível realizar presidenciais porque "isto representaria um Tsunami no país". José Pacheco Pereira: A questão que se coloca é que a Ucrânia, não sendo uma democracia perfeita, tem vários elementos do seu funcionamento que são democráticos, que aliás, se acentuaram com a própria guerra, nem que seja por razões de legitimidade internacional. Mas é evidente que é um país em guerra e num país em guerra, acho muito difícil, de facto, até pela natureza da diáspora ucraniana, muitas pessoas fugiram no início do conflito, é suposto que os militares votem. Portanto, é muito difícil, de facto, garantir condições para umas eleições. Mas isso é normal no funcionamento de uma democracia. Agora, não numa democracia em guerra com as características desta guerra. Tem que haver uma enorme prudência por parte daqueles que estão a contestar Zelensky, porque tem sido fundamental no apoio à Ucrânia e não só no apoio a Ucrânia, como na determinação política. Eu espero que ninguém que pretenda defrontá-lo -legitimamente na democracia- uma vez acabada a guerra, não o faça como um porta-voz de Trump. A questão tem de ser resolvida internamente por um acordo qualquer que adie as eleições até à altura em que haja circunstâncias de se poder realizar com condições de segurança. RFI: No seu apelo, Fedorov também apelou o actual governo ucraniano a combater a corrupção. A corrupção era um dos principais problemas que eram denunciados na Ucrânia antes do começo da guerra. Sabe-se que houve ministros que no passado foram também demitidos devido a casos de corrupção. Como é que estamos neste momento? José Pacheco Pereira: Não sei o suficiente para poder responder como estamos neste momento. Mas uma coisa eu sei: uma das heranças da União Soviética foi a corrupção das elites. Em todos os países que alcançaram a independência, a corrupção era estrutural, funcionava de uma ponta a outra. Apesar de tudo, em parte pela pressão internacional e em parte também pela necessidade de legitimidade interna, Zelensky e os seus governos tomaram medidas contra a corrupção. Mas eu admito perfeitamente que a corrupção continua a ser um problema na Ucrânia. O problema é que quando a corrupção se torna o centro de uma luta política com estas características, é fundamental não assumir uma linguagem semelhante àquela do 'Chega' em Portugal. Ela deve ser pontualmente atacada, deve ser denunciada. Os responsáveis pela corrupção devem ser afastados, como aliás, já tem acontecido nos últimos anos na Ucrânia. Mas não transformar a Ucrânia de hoje naquilo que era a Ucrânia nos primeiros anos da independência. RFI: Esta reunião de hoje decorre alguns dias depois de ter sido detido na Croácia, um cidadão ucraniano que é acusado de estar por detrás da sabotagem do gasoduto 'Nord Stream' (em 2022). A Alemanha e a Ucrânia têm tido algum mal-estar devido a esta questão, uma vez que a Alemanha já chegou a acusar à Ucrânia de estar por detrás desta situação, o que ainda ontem Zelensky desmentiu. O que é que se pode dizer sobre este caso? José Pacheco Pereira: O que se pode dizer, neste caso é que a Europa, numa fase inicial da guerra, continuou a querer os combustíveis baratos que vinham da Rússia e em muitos casos, as sanções não eram aplicadas. E, do ponto de vista militar, um ataque a um gasoduto com estas características tem algum sentido. Se foi ou não foi feito por responsabilidade directa ucraniana, não sei. Mas o que é certo, é que num conflito desta natureza, em que os recursos que a Rússia tirava, provinham exactamente do gás natural, do petróleo e dos combustíveis em geral, são um objectivo legítimo em condições de guerra.

L'entreprise de demain
[Rediffusion] Diriger dans l'urgence : le choc des cultures entre l'Europe et l'Amérique du Nord - Luc Stefani

L'entreprise de demain

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 72:08


La culture de l'urgence financière bouscule les fondamentaux de l'encadrement. Aligner les équipes dans un environnement piloté par le court terme exige une transformation du management immédiate.Dans cet épisode, Delphine Zanelli reçoit Luc Stefani, Chief Human Resources Officer aux États-Unis.Les organisations évoluent aujourd'hui sous la contrainte d'une rentabilité accélérée, un phénomène particulièrement visible sur le marché nord-américain. Les impératifs financiers dictent le rythme, imposant parfois des décisions brutales de réduction des coûts avant la clôture annuelle. Les collaborateurs subissent de plein fouet cette injonction au résultat immédiat. La prise de décision s'accélère, réduisant l'espace alloué à la construction d'une vision pérenne. Cette logique de rentabilité fragilise la cohésion des équipes lorsqu'elle croise des événements déstabilisants comme des fusions, des rachats ou des réorganisations soudaines. Les individus se retrouvent pris dans une contradiction forte entre l'exigence de synergies économiques, souvent synonyme de suppressions de postes, et la nécessité de maintenir la motivation du collectif restant.Luc Stefani détaille comment le rôle de la fonction ressources humaines s'articule face à cette hyper rentabilité. La transformation du management implique d'offrir un cadre lisible lorsque la stratégie de l'entreprise évolue sans cesse. Les encadrants doivent s'extraire de la simple exécution pour donner du sens aux directives. Cela exige une communication transparente et une posture d'humilité, en particulier lors des phases délicates d'intégration d'entreprises. Les dirigeants qui mènent une acquisition ont tout intérêt à valoriser les compétences des équipes intégrées plutôt que d'imposer unilatéralement leurs propres processus. La confiance devient alors un levier opérationnel incontournable pour sécuriser l'engagement des collaborateurs au milieu de l'incertitude.Évoluant depuis plusieurs années en Amérique du Nord après une longue carrière européenne, l'invité observe les écarts de pratiques entre les deux continents. Les entreprises européennes disposent d'un avantage culturel en conservant une approche axée sur la durée et la relation humaine. Ce positionnement attire les talents dans un marché américain extrêmement compétitif où le pragmatisme et la réactivité priment parfois sur la stabilité.Cet épisode donne des éléments concrets pour piloter des équipes lors d'acquisitions complexes et adapter sa pratique managériale aux environnements pilotés par l'urgence. Ces expériences internationales soulignent les défis actuels de la transformation du management. L'échange se clôture sur l'impact de l'accélération technologique. L'intelligence artificielle impose aux dirigeants de conserver leur esprit critique pour évaluer l'information et maintenir une capacité de discernement indispensable à l'accompagnement humain.CHAPITRAGE :(00:00) S'adapter à la culture de l'urgence (05:56) Leadership et pression du court terme (09:39) Les défis humains lors des rachats (16:14) Les différences culturelles Europe-US (29:05) Le rapport au contrat et à l'emploi (01:02:13) Garder son esprit critique face à l'IA (01:04:55) Devenir un leader coach et déléguer

Resposta Pronta
Europeus Atletismo. Sentimento agridoce por não haver ouro

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 3:14


Presidente da Federação de Atletismo lamenta que alguns atletas não tenham ficado no 1º lugar, mas saúda as medalhas conquistadas. Domingos Castro fala de uma "geração de ouro" para os Jogos OlímpicosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nem tudo o que vai à rede é bola
E o campeão é... Rodrigo Mora sofre de "síndrome João Félix"?

Nem tudo o que vai à rede é bola

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 20:07


O Benfica luta por pontos em Rio Maior frente a um "complicado" Casa Pia. No mercado, Dedic sai da Luz "de verde" e Rodrigo Mora reedita uma novela que "já foi vista". Ainda os Europeus de atletismo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Esportes
Clubes europeus movimentam bilhões na janela de transferência para nova temporada

Esportes

Play Episode Listen Later Aug 16, 2026 8:19


A temporada 2026-2027 do futebol europeu começou oficialmente esta semana com a decisão da Supercopa da UEFA, vencida pelo Paris Saint-Germain contra o Aston Villa. Mas o mercado da bola já está agitado desde junho, com a movimentação dos clubes buscando novos reforços e contratações milionárias que atingem valores cada vez mais altos. Renan Tolentino, da RFI Uma das transferências mais caras e mais badaladas até o momento é a do atacante Yan Diomandé, que disputou a Copa do Mundo pela Costa do Marfim. O jogador de 19 anos, que estava no RB Leipzig, da Alemanha, fechou com o Real Madrid por 7 temporadas, até 2033. Em entrevista ao canal oficial do clube, ele celebrou a oportunidade e contou por que escolheu o time merengue, que tinha a concorrência do PSG pelo atleta. “Por quê? É simples, porque é o melhor clube do mundo. E quando o Real Madrid te chama, você não pode dizer não. Simples assim”. “Estou orgulhoso e feliz por poder atuar pelo Real, porque esse era meu sonho. Quando eu era criança, queria jogar pelos principais clubes do mundo. Então, sou muito grato por estar aqui. Estou contente e orgulhoso, e quero que minha família esteja orgulhosa de mim também, assim como todos os torcedores”, completou Diomandé. Mais caro da história madrilenha O valor de sua compra é o que chama atenção. Para vencer a concorrência do PSG, o clube espanhol desembolsou € 125 milhões fixos (cerca de R$ 736 milhões), podendo chegar a € 140 milhões (R$ 823,5 milhões). Dessa forma, Diomandé se tornou a contratação mais cara já feita pelo time espanhol e também o jogador africano mais valioso da história. “Este é o maior clube do mundo. Todo mundo quer jogar aqui. Por isso, estou muito honrado de vestir essa camisa e quero compartilhar essa alegria com todos, contribuindo para o sucesso do clube (...) É sempre bom ter grandes jogadores ao seu lado. Aprendo com eles. Eu os assistia pela televisão e hoje dividimos o mesmo vestiário. Isso é incrível”, conclui o jovem marfinense. Diomandé não é o único reforço do Real Madrid para esse ano. Durante a Copa do Mundo, o clube espanhol investiu forte, mais de R$ 1,3 bilhão em contratações, após passar a última temporada sem conquistar nenhum título. Os merengues pagaram R$ 323 milhões pelo lateral Cucurella, ex-Chelsea e campeão da Copa do Mundo com a Espanha. Também chegaram o meia português Bernardo Silva e o zagueiro francês Konaté, que estavam livres no mercado e vieram sem custo algum. Além disso, o Real renovou contrato com Vinicius Jr. até 2032. Barcelona aposta em brasileira O rival Barcelona, por sua vez, trouxe o atacante inglês Anthony Gordon, ex-Everton, por € 80 milhões (equivalente a R$ 480 milhões), e negocia com o Manchester City para ter o meia Rodri, campeão mundial com a Espanha. Para reforçar a equipe feminina, o clube catalão fechou com a brasileira Kerolin Nicoli até 2030, ex-City, pelo valor de € 1,2 milhão (R$ 7 milhões). Por essa quantia, a atacante titular da Seleção se tornou a jogadora brasileira mais cara da história. Durante sua apresentação no clube espanhol, ela disse estar vivendo um sonho. “A primeira vez que me disseram que o Barcelona me queria, eu não conseguia acreditar, entre outras coisas porque eu tinha contrato com o City. Mas, quando vi que isso poderia se concretizar, fiquei muito emocionada e disse para seguir em frente, pois é uma oportunidade que não se pode deixar escapar. Acontece uma vez na vida. Então eu disse para mim mesma: por que não jogar no melhor time do mundo. Meu sonho se torna realidade, estou muito feliz”, afirmou. PSG busca herói do título espanhol Atual bicampeão da Liga dos Campeões, o Paris Saint-Germain manteve a base vencedora, fazendo contratações pontuais. A mais recente delas é a do atacante Ferran Torres, autor do gol do título da Espanha na Copa do Mundo. O clube pagou o equivalente a R$ 300 milhões para tirá-lo do Barcelona. Antes dele, foram anunciados os franceses Akliouche, meia ex-Monaco, e Lucas Digne, lateral que estava no Aston Villa. Dez anos depois de sua primeira passagem, Digne retorna ao PSG aos 33 anos para mais três temporadas. "Estou voltando diferente, como homem e também como jogador. Tenho mais maturidade e experiência agora. Quero trazer essa experiência para a equipe e conquistar muitos títulos. Este clube foi construído para vencer, faz parte do seu DNA. Além disso, este grupo de jogadores é extremamente ambicioso, demonstra isso ano após ano, e é por isso que todos querem vir jogar em Paris", pondera Digne. Bruno Guimarães com “fome de vitória” Entre os jogadores brasileiros, a contratação do meia Bruno Guimarães pelo Arsenal, da Inglaterra, é uma das mais promissoras até o momento. O volante de 28 anos estava no New Castle e foi apresentado pelos Gunners esta semana. O técnico do clube londrino, Mikel Arteta, afirma que o brasileiro chega com “fome de vitória”. "Estou muito feliz por tê-lo conosco. Percebemos com muita clareza a fome de vitória dele, o desejo de vir para cá e escrever uma grande história no clube. Notamos isso pela energia que ele trouxe imediatamente para os treinamentos. É essa a ambição de que precisamos", avalia Arteta. “Queremos chegar ao próximo nível e estamos muito, muito convencidos de que precisaremos de jogadores com essa personalidade, que impulsionam todos a alcançarem patamares ainda mais altos (...) Acho que ele já provou que é um guerreiro. Portanto, sabemos o que ele vai trazer para o clube”, conclui o treinador dos Gunners. Uma das promessas do Brasil, o zagueiro Otávio, de 20 anos, também está de casa nova. Na temporada passada, ele defendeu o Estrela Amadora, de Portugal, e acaba de se transferir para o Eintracht Frankfurt, da Alemanha. Um grande passo na sua trajetória, segundo afirmou em entrevista à página oficial do clube. “É um passo muito importante na minha carreira, estou muito feliz por estar aqui. Desde pequeno, meu sonho sempre foi chegar a clubes maiores, e o Frankfurt é um clube enorme. Estou muito feliz. A nível pessoal, eu sei que vou ajudar bastante a equipe, vim aqui para isso. Quando o treinador precisar de mim, estarei pronto, então vou dar tudo de mim”. “Sou um jogador muito forte nos duelos individuais, agressivo nos duelos aéreos e no chão, com boa qualidade de passe”, resume Otávio. Com data de encerramento em 1° de setembro, a janela de transferência atual já movimentou mais de € 6 bilhões (R$ 34,5 bilhões), segundo o site Transfermarket, especializado no assunto. O valor recorde é justamente da temporada passada, quando os clubes gastaram ao todo mais R$ 53 bilhões em contratações.

Noticiário Nacional
00h Europeus atletismo: Pichardo conquista prata no triplo salto

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Aug 15, 2026 7:08


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M80 - Linha de Passe
Abandonam relvado e deixam o adversário, sozinho, a bater penáltis!

M80 - Linha de Passe

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 6:40


Os canhotos mais conhecidos do mundo do desporto! Árbitro africano vetado pela FIFA, faz história... na Europa! E ainda a primeira medalha para Portugal nos Europeus de Atletismo.

Café Belgrado
Melhores europeus da história da NBA?

Café Belgrado

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 32:56


Assine o conteúdo exclusivo do Café Belgrado agora mesmo: www.cafebelgrado.com.br

Bola na Rede
À Prova de Bola #32 - Benfica e Braga abrem vantagem nos duelos europeus

Bola na Rede

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 24:57


O novo episódio do "À Prova de Bola" traz à mesa o rescaldo das vitórias de Benfica e Braga no respetivos jogos de Liga Europa e Liga Conferência.Os comentários são do Ailton Ricardo Pereira e do André Conde

Fricção Científica
Rios europeus estão a secar

Fricção Científica

Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 2:11


Rios como Reno e Danúbio têm niveis de água historicamente baixos o que compromete o transporte de mercadorias, a produção industrial e energética, a vida selvagem e o abastecimento de água às populações.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
13h 22 países apoiam o pedido espanhol de uma videoconferência urgente de ministros europeus

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 10:14


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The BradCast w/ Brad Friedman
'BradCast' 7/28/2026 (Surviving the Pyrocumulonimbus: Firestorms in Europe, US; DOGE slashed fire management; Good news for voters in MO and KS)

The BradCast w/ Brad Friedman

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 58:08


Progressive Voices
'BradCast' 7/28/2026 (Firestorms in Europe, US; DOGE slashed fire management; Good news for voters in MO and KS)

Progressive Voices

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 60:00


'BradCast' 7/28/2026 (Firestorms in Europe, US; DOGE slashed fire management; Good news for voters in MO and KS) by Progressive Voices

Economia dia a dia
Os carros híbridos são já a nova escolha dos europeus?

Economia dia a dia

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 4:00


Segundo os dados mais recentes da Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis, a ACEA, foram registados quase 5,9 milhões de carros novos na União Europeia entre janeiro e junho de 2026See omnystudio.com/listener for privacy information.

Data Gen
Build in Public #3 : Top 5 et 1er insights DataGen Europe & US

Data Gen

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 19:20


Dans ce nouvel épisode "Build in Public", je fais un état des lieux complet des grands projets DataGen du moment : ce qui marche, ce qu'on lance, et les premiers insights qui en ressortent.On aborde :

Convidado
São Tomé e Príncipe: Candidato Carlos Vila Nova descarta revisão da constituição

Convidado

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 7:34


São Tomé e Príncipe vai a votos neste domingo para escolher o seu Presidente. A RFI ouve esta semana os 4 candidatos ao escrutínio. A começar nesta segunda-feira com o presidente cessante Carlos Vila Nova. Ouvido por Maximino Carlos, o nosso correspondente, ele descarta advogar no seu programa a mudança do regime constitucional do arquipélago. A campanha de facto, em São Tomé e Príncipe tem sido marcada por uma disputa centrada mais na confiança, estabilidade institucional e a resposta aos problemas económicos do que em confrontos políticos directos. O apelo constante à paz por parte das autoridades eleitorais e dos candidatos demonstra a preocupação em preservar a tradição democrática do país e garantir eleições livres, tranquilas e credíveis. Temos hoje como convidado o candidato Carlos Vila Nova, que concorre a sua própria sucessão. Sobre o Processo de 25 de Novembro de 2022, que causou a morte de quatro civis no Quartel general das Forças Armadas o candidato Carlos Vila Nova disse que é um assunto de Estado, por isso cabe ao Estado resolver este problema.   O Processo de 25 Novembro é um assunto sério que tem que ser tratado com o cuidado que ele merece. Não estou a justificar seja o que for. Era mais qualquer coisa do que a subversão. Mas deixemos isso para que a justiça resolva.   No tocante à revisão constitucional, Carlos Vila Nova disse que não é sua intenção fazer uma alteração e até afirmou que convive com o actual sistema.   Ao abordar a revisão constitucional, fui suficientemente claro: Não é meu objectivo nem a intenção fazer uma revisão constitucional para a alteração do regime. Eu convivo bem com o sistema actual. Aliás, é nesse sistema que eu me candidatei e volto a me candidatar. Quanto a isto os são-tomenses devem estar tranquilos porque não é por aí. Não pretendo ir por aí. O que eu pretendo é que de facto, aqueles sinais pouco claros na Constituição que permitem a introdução e a interferência de um órgão no outro, porque eu também não gosto quando o outro órgão entra nas competências do Presidente da República. Porque dificulta, isto sim... Se há coisas, há matérias em que nós poderíamos estar de acordo... Não é preciso uma maioria de um bloco. É preciso é que entre exactamente, e no Parlamento se encontra a razão com as propostas, porque só passa aquilo com que todos estiverem de acordo. Isto é que eu partilho. Até porque, volto a dizer se é de lei. Portanto, a pergunta era sobre  o regime e depois o futuro do governo de salvação? Nós não sabemos. Vai depender do que sair das eleições de Setembro. Temos que aguardar para ver. Ninguém. Não sabemos o que vai acontecer.   A emigração é um dos assuntos que tem vindo a ser debatido em São Tomé e Príncipe, sobretudo da população jovem. Carlos Vila Nova disse que este não é um fenómeno novo, mas, entretanto, enquanto uma figura de Estado também está preocupado com este assunto.   O candidato Carlos Vila Nova, ainda Presidente da República, deu-se conta desse fenómeno Também um bocado antes de todos os outros actores políticos desse país. Se não me falha a memória, foi em finais de 2023. Tanto é que houve uma reportagem feita por um gabinete que não foi suficientemente ilustrativo, mas já foi bastante bom. E eu falava naquela altura que já estávamos a caminho de quase um quarto [da população a viver fora]. Eu fui desmentido com baixeza pelo então primeiro ministro e com ataques coordenados políticos. Sem perceber porquê ! Porque naquela altura até sentia que era um projecto para São Tomé e Príncipe em 2022/2003. O Presidente ainda estava convencido que o projecto do partido que sustentava o governo era um projecto para São Tomé e Príncipe. Mas, infelizmente dei-me conta que era um projecto pessoal. Bom, isso são outros contos. Também podemos chegar lá. E quando eu levanto essa questão, sou fortemente atacado. Mas com a mesma serenidade, porque precisamos de um presidente suficientemente sereno em São Tomé e Príncipe para manter o equilíbrio e a estabilidade. E o que é que eu pedi na altura ? Não eram os números com que me preocupava. Era uma estratégia política para lidar com a questão, porque estavam na altura a sair eminentemente jovens abaixo dos 35 anos. Hoje já não. Hoje há outras faixas etárias a acompanhar esse movimento. E não nos esqueçamos que uma boa parte dessa ligação, por razões de saúde, sobretudo pela hemodiálise, que é a desconexão total da pessoa com as suas famílias, e com o seu berço. Elas não podem voltar por enquanto. Mas essa estratégia não foi feita e hoje nós temos numa listagem, chamemos um "top dez". São Tomé e Príncipe é o nono país, é o nono desse "top10" de imigrantes em Portugal. Portanto não é o maior, é o nono. Praticamente só o Paquistão está abaixo de nós. Mas qual é a preocupação de 2021 a 2025? É a que mais cresceu: 263% ! Então nós precisamos de uma estratégia para lidar com a questão, porque nem todos estão a ser bem sucedidos lá. E por vergonha e por outras razões, mesmo colocando condições de regresso, não vêm. E temos que encontrar saída para isso. Há os que estão a serbem sucedidos. Também temos que ter uma estratégia para os que estão a ser bem sucedidos contribuírem positivamente para a melhoria do crescimento económico e da melhoria das condições de vida em São Tomé. Porque são santomenses !  Qual é o país que não recebe contributos, não abraça a sua diáspora para construir o país ? Não vou citar nomes porque eu não gosto muito da comparação, de um ou outro país, porque são diferentes: Europeus,  Africanos, todos fazem. Então nós temos que fazer isso. Portanto, isto é matéria para a próxima legislatura nos ocuparmos bem, porque é uma questão que já preocupa a muita gente a sair. São cerca de 46.000 que estão em Portugal e para uma população de 230.000 ou 240.0000, 46 1000 é muita gente !   Relativamente a uma coabitação com o governo Carlos Vila Nova disse que quem escolhe o governo é o povo e que estaria disposto a conviver com o governo que saísse das próximas eleições. Porque quem escolhe o futuro governo é o povo, através das escolhas que faz de partidos políticos e da sustentabilidade parlamentar. E eu terei que trabalhar com o primeiro ministro que sair do fruto dessas eleições em condições muito simples, no respeito dos limites da Constituição, desde que haja o respeito mútuo, a lealdade e condições de diálogo permanente. Porque mesmo não havendo convergência, temos de continuar a conversar e a encontrar caminhos para o bem de São Tomé e Príncipe. Este é o mecanismo que eu me preparei para lidar com os partidos e as próximas eleições legislativas. Carlos Vila Nova é um dos quatro candidatos às eleições presidenciais de 19 de Julho, em São Tomé e Príncipe.

DW Brasil Notícias
Europeus fazem fila por açaí – e isso tem um lado preocupante

DW Brasil Notícias

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 15:28


De alimento essencial na mesa amazônica a superfood internacional: O sucesso global do açaí movimenta bilhões, gera renda para comunidades ribeirinhas e agricultores familiares, mas também passou a influenciar diretamente o preço de um alimento tradicional na região. Neste episódio, o repórter paraense Thiago Melo comenta sobre os impactos e desafios do fenômeno chamado de "açaízação".

Jorge Borges
Adolescentes europeus exigem justiça digital

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 14:59


Quase 5000 adolescentes europeus deram a sua opinião sobre scroll infinito, lootboxes, publicidade personalizada e idade mínima nas redes sociais, numa consulta da Comissão Europeia que vai alimentar a Lei da Equidade Digital.

Economia dia a dia
Fundos europeus renovaram casas: mas pouparam energia?

Economia dia a dia

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 5:49


A União Europeia reservou 43 mil milhões de euros do fundo de recuperação para tornar as casas mais eficientes. Mas o Tribunal de Contas Europeu conclui que muitos apoios financiaram obras fáceis de executar e não as renovações que mais energia poderiam poupar. O que está em causa? Oiça o novo episódio do Economia dia a dia, podcast diário do ExpressoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast Internacional - Agência Radioweb
Cúpula da Otan expõe tensão entre Trump e aliados europeus

Podcast Internacional - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 6:47


Encontro acontece nesta terça e quarta-feira em Bruxelas.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.

Linha de Passe
Brasil é destruído por 'inevitável' Haaland e dá adeus à Copa do Mundo em 6ª queda seguida para europeus - Linha de Passe

Linha de Passe

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 107:01


No Linha de Passe deste domingo (5), nosso timaço analisa todos os detalhes da eliminação do Brasil para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

MT Cast
MT News #174 - Europa sofre com o calor

MT Cast

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 21:12


No MT News desta semana, falamos sobre o cancelamento das provas em alguns países Europeus e no impacto que a onda forte de calor pode trazer para eventos esportivos. Falamos também dos resultados da semana, da mudança do Mundial de IM 70.3 e muito mais. Confira o episódio desta semana

Passando a Limpo
Lula, Trump e acordos europeus

Passando a Limpo

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 23:30


Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta quinta-feira (18), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o Superintendente de negócios e produtos do Porto Digital, Fellipe Sabat, sobre a nova plataforma lançada pelo Porto Digital.

Conversas à quinta - Observador
Contra-Corrente. E se acabassem os fundos europeus? Talvez fosse boa ideia

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 6:46


Os fundos que a Europa distribui para promover o crescimento das regiões mais pobres funcionam como uma armadilha que perpetua a sua pobreza. Nuno Palma, professor em Manchester, defende que acabem.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conversas à quinta - Observador
Contra-Corrente. O que mudaria se acabassem os fundos europeus? — Debate

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 94:08


A Europa promove um crescimento das regiões mais pobres distribuindo fundos que na verdade são uma armadilha que mantém a pobreza. Nuno Palma, professor em Manchester, quer que acabem. Será possível?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Clube dos 52
Contra-Corrente. E se acabassem os fundos europeus? Talvez fosse boa ideia

Clube dos 52

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 6:46


Os fundos que a Europa distribui para promover o crescimento das regiões mais pobres funcionam como uma armadilha que perpetua a sua pobreza. Nuno Palma, professor em Manchester, defende que acabem.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Clube dos 52
Contra-Corrente. O que mudaria se acabassem os fundos europeus? — Debate

Clube dos 52

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 94:08


A Europa promove um crescimento das regiões mais pobres distribuindo fundos que na verdade são uma armadilha que mantém a pobreza. Nuno Palma, professor em Manchester, quer que acabem. Será possível?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Contra-Corrente
E se acabassem os fundos europeus? Talvez fosse boa ideia

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 6:46


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Contra-Corrente
O que mudaria se acabassem os fundos europeus? — Debate

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 94:08


A Europa promove um crescimento das regiões mais pobres distribuindo fundos que na verdade são uma armadilha que mantém a pobreza. Nuno Palma, professor em Manchester, quer que acabem. Será possível?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
06h Europeus de canoagem terminam este domingo

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 14, 2026 7:54


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Noticiário Nacional
11h Há mais uma medalha nos europeus de canoagem para Portugal

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 14, 2026 12:10


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Conversas à quinta - Observador
5 Continentes. O que valem hoje os valores europeus na política global?

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 55:06


Bruno Cardoso Reis e Jaime Nogueira Pinto analisam a crise dos valores europeus e o novo populismo. Exploram também choque entre elites e massas e impacto das potências na política internacional atualSee omnystudio.com/listener for privacy information.

global poltica valores europeus valem bruno cardoso reis jaime nogueira pinto
Noticiário Nacional
4h Primeiro dia Europeus Canoagem. Portugal garante quatro finais

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 7:26


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RTÉ - Morning Ireland
US/EU trade agreement is "not perfect" - German MEP

RTÉ - Morning Ireland

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 5:10


Manfred Weber MEP, German Politician and Leader of the European People's Party, discusses Europe US relations, post Brexit UK, and Ireland's EU Presidency.

Noticiário Nacional
09h Montemor-o-Velho recebe Europeus de Canoagem

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 13:47


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recebe europeus o velho montemor canoagem
Expresso - Expresso da Manhã
Ex-líder do ICE esteve na Figueira da Foz para ajudar neonazis europeus a alimentar o ódio contra imigrantes

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 17:52


Greg Bovino, ex-líder operacional do ICE, responsável por uso excessivo de força que levou provocou duas mortes nos Estados Unidos, esteve numa Cimeira de Remigração, organizada pela extrema-direita europeia, na Figueira da Foz. O jornalista de investigação do Expresso Micael Pereira esteve lá e é com ele que conversamos neste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo
O Brasil do carro blindado é inconcebível para europeus e americanos

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later May 28, 2026 6:04


Alexandre Garcia comenta incredulidade dos europeus e americanos sobre uso de carro blindado no Brasil, processo contra Alexandre de Moraes nos EUA, e nova operação contra fraudadores do INSS.

Noticiário Nacional
18h Resposta portuguesa será em conjunto com parceiros europeus

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later May 20, 2026 14:14


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Meio Ambiente
Curtir conteúdos de animais silvestres estimula tráfico internacional, alerta campanha

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later May 7, 2026 6:09


Comuns nas redes sociais, os vídeos engraçadinhos de animais silvestres como gorilas, leopardos, cobras ou periquitos podem parecer mero entretenimento, mas escondem um impulso significativo ao tráfico internacional de espécies. Muitos usuários não têm consciência de que cada curtida estimula ainda mais a comercialização de bichos selvagens, inclusive a ilegal. Com foco no público europeu, um dos principais consumidores desse mercado, a organização Fundo Internacional para a Proteção dos Animais (IFAW) lançou uma campanha de conscientização sobre o impacto dos “likes” nos posts que colocam em cena espécies exóticas em ambientes domésticos. Em muitos casos, os animais são coagidos a reproduzir comportamentos humanos, em busca de mais audiência. “Esse tipo de conteúdo banaliza a criação de animais selvagens, retratando-os como animais de estimação, quando, na realidade, eles não são nada adequados para viver em cativeiro, em ambiente doméstico”, explica a diretora de campanhas Mia Crnojevic. “Os algoritmos dão mais visibilidade a esse tipo de conteúdo e aumentam a demanda, porque eliminam um tabu. As pessoas veem e pensam: 'Nossa, que fofo, eu adoraria ter um desses em casa também'.” Os mais visados são répteis, tartarugas e pássaros, segundo a ONG. O maior perigo é que, ao ver um post, é quase impossível saber se os animais exibidos foram obtidos conforme a regulamentação internacional ou se são simplesmente ilegais. As redes sociais servem de plataforma de compra e venda, em transações cuja fiscalização é falha. "Os posts conectam compradores e vendedores com apenas alguns cliques, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Em teoria, esse comércio deveria ser regulamentado, mas no ambiente virtual, os controles são difíceis", lamenta. "As autoridades policiais precisariam de muito mais recursos para conseguir reprimir esse 'mercado cinza', como chamamos, no qual às vezes as coisas são legais e e às vezes, não, dependendo dos certificados e da documentação." Europeus estão entre os principais compradores Entre março e dezembro de 2025, a organização denunciou 118 posts considerados suspeitos em cinco plataformas digitais, e 75% das publicações foram apagadas. Em seu relatório, a IFAW salienta o papel dos países europeus nessa cadeia. Muitas espécies protegidas nos seus países de origem – principalmente na África, América Latina e Ásia –, mas que ainda não estão inscritas na lista da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cides), acabam sendo importadas legalmente por clientes da Europa. Assim, por mais que 82% dos europeus entrevistados para a pesquisa considerem o tráfico de espécies silvestres "um grave problema mundial", 64 milhões de animais exóticos vivem no continente, em ambientes domésticos. "As pessoas sempre tendem a apontar o dedo para os outros, mas a verdade é que sim, fazemos parte dessa cadeia. Temos demanda por esse tipo de animais, e é essa demanda, muitas vezes menosprezada, que impulsiona o tráfico de espécies", salienta Crnojevic. "Isso tem levado populações selvagens, como a do periquito-do-gabão, a serem dizimadas. Esses animais não têm absolutamente nada a fazer aqui na Europa."  Campanha no Brasil O problema mobiliza as autoridades ambientais no Brasil, de onde partem espécies como tartarugas, rãs e aranhas-tarântulas, vendidas na Europa. No ano ano passado, o Ibama e a organização WWF Brasil lançaram a campanha "Se não é livre, eu não curto", para alertar os brasileiros sobre os riscos de conteúdos envolvendo bichos silvestres. O tráfico de animais é considerado o terceiro maior crime de contrabando do mundo, atrás dos de drogas e de de armas. Em 2023, mais de 30 mil bichos silvestres resgatados pelo Ibama foram soltos na natureza, após passarem por reabilitação. As aves, como as araras, são as maiores vítimas: representaram 60% dos animais traficados do país.

Noticiário Nacional
09h Apagão: Relatório final dos peritos europeus

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 16:53


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Noticiário Nacional
10h Peritos Europeus pedem mudanças para evitar novo apagão.

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 11:37


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Conversas à quinta - Observador
Contra-Corrente. Que força pode ter Ventura e os aliados europeus? — Debate

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 96:22


Um terço dos países da União Europeia têm como líder do governo ou como ministros políticos elementos da mesma área política do Chega. Será que Ventura já conta os dias para formar um Governo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conversas à quinta - Observador
Contra-Corrente. Ventura e seus aliados europeus: o poder ao alcance da mão?

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 9:03


Um terço dos países da União Europeia tem como líder do governo ou como ministros políticos vindos da mesma área política do Chega. Será pois só uma questão de tempo até Ventura chegar a um Governo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

TravelPulse Podcast
2026 Romance Travel Trends

TravelPulse Podcast

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 33:16


This week, I welcome Beth Rasor of Luxury Travel Boutique to first discuss the latest trending topics in the travel industry, including new data on Europe-US travel and new travel fees. Later, Rasor provides insights into what's abuzz in the world of romance travel. She shares what she's seeing in destination weddings and honeymoons, as well as her top tips for fellow travel advisors to boost their romance sales. The discussion on romance travel begins after the 15-minute mark. Today's episode sponsor: Globus family of brands If your clients are asking about escorted touring, Globus and Cosmos should be at the top of your list. Together, they offer the widest touring portfolio in the industry — from affordable adventures with Cosmos to immersive, experience-rich journeys with Globus. Touring with Globus means everything is handled — hotels, transportation, sightseeing — all led by expert Tour Directors who manage logistics, unlock local insight, and bring destinations to life. That’s the difference between touring and FIT travel, where clients are left juggling the details. Add in strong commissions and dedicated advisor support, and Globus makes escorted touring easy to sell — and easy to trust. Have any feedback or questions? Want to sponsor the show? Contact us at Podcast@TravelPulse.com and follow us on social media @TravelPulse.See omnystudio.com/listener for privacy information.

World Business Report
New flare up in Europe-US Trade relations over Greenland

World Business Report

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 8:28


Leaders of European countries have reacted angrily to the threat of additional tariffs by the US. Donald Trump says he'll first put 10% then 25% extra import tax on eight countries including Germany, France and the UK as he increases the pressure on his claim for Greenland to be sold by Denmark to the United States.China reports 5% GDP growth, but weak demand and falling birth rates signal deeper challenges for the world's second-largest economy.And winners crowned on and off the pitch at football's African Cup of Nations. Presenter: Bisi Adebayo Editor: Justin Bones