Swedish botanist, physician, and zoologist
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A segunda parte da visita de Hélder Postiga ao DESTINO: SAUDADE arranca com a zanga séria tida com Co Adriaanse no FC Porto e passa pela mudança para Alvalade. O antigo avançado compara os dois clubes e sorri ao lembrar a radical mudança de estatuto no Dragão: «Na pré-época era o 'key player' do Adriaanse, como ele nos dizia.» Presença constante na Seleção Nacional e nos grandes torneios entre países, Postiga fala dos Europeus e dos Mundiais, recorda o período de ausência na era-Queiroz e elogia o «paizão» Scolari pela forma como soube lidar com o grupo de trabalho. Uma conversa para apreciar no ZEROZERO.
Um terço dos países da União Europeia tem como líder do governo ou como ministros políticos vindos da mesma área política do Chega. Será pois só uma questão de tempo até Ventura chegar a um Governo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um terço dos países da União Europeia têm como líder do governo ou como ministros políticos elementos da mesma área política do Chega. Será que Ventura já conta os dias para formar um Governo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marco Rubio veio à Conferência de Munique com um estilo bastante mais suave que J.D. Vance há um ano, mas o recado de Trump para os europeus não mudou: há um declínio civilizacional na Europa, provocado por uma excessiva imigração e só os partidos de extrema-direita, nacionalistas e populistas, o podem travar. Desde a questão da Gronelândia que a Europa passou a ser bastante mais assertiva no diálogo com Washington e, desta vez, foi o chanceler alemão a lembrar a Trump que os Estados Unidos “não são poderosos o suficiente para ir sozinhos”. Neste episódio, conversamos com Henrique Burnay, consultor em Assuntos Europeus e colunista do Expresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Na semana em que Vítor Pereira foi anunciado como o novo treinador do Nottingham Forest, recordamos a maior figura na história do clube. Num episódio do início de 2021 agora republicado, o João Tiago Figueiredo e o Rui Silva viajaram no tempo para falar da era de Brian Clough, pontuada com um título inglês e duas Taças dos Campeões Europeus.Sigam-nos também no canal Matraquilhos no whatsapp.
Este relatório da rede EU Kids Online (EUKO) apresenta um estudo abrangente sobre a interação de crianças europeias com a Inteligência Artificial Generativa em 2026. Através de dados de 17 países, a investigação analisa como jovens entre os 9 e os 16 anos utilizam estas ferramentas para fins escolares, criativos e sociais. O documento destaca os benefícios pedagógicos e o potencial de inspiração, ao mesmo tempo que aborda preocupações com a privacidade, desinformação e a possível perda de autonomia intelectual. Adicionalmente, o texto explora as perspetivas das crianças sobre a necessidade de regulamentação e o papel das empresas tecnológicas na proteção dos utilizadores. Conclui-se que, embora a tecnologia ofereça conveniência, existe um apelo urgente por escolhas seguras e responsáveis no ambiente digital moderno.
In this episode of the OVNIs Podcast, Matthieu Stefani welcomes Rebecca Miller, Chief of Staff at OVNI Capital, for an in-depth conversation about her unconventional path from engineering and entrepreneurship to venture capital. Rebecca shares candid lessons from building (and shutting down) startups, navigating chaos, admin debt, and failure, and how those experiences shaped her operational rigor and long-term vision.Together, they explore what it really means to be a Chief of Staff in an early-stage VC fund: operating at the intersection of strategy, finance, and execution, scaling an international team, and bringing clarity to fast-moving decisions without killing the creative chaos. A sharp, honest discussion on ambition, humility, and what it takes to build a European VC platform with global reach. [00:00:00] Introduction & welcome to the show[00:01:20] Rebecca Miller's background: culture, identity, and early career[00:02:55] From engineering to entrepreneurship: first startups and early lessons[00:04:55] Blockchain, NFTs, and the reality of building in emerging tech[00:06:05] “Chaos doesn't punish you immediately — it sends the invoice later”[00:08:30] Admin debt, bureaucracy, and why founders underestimate operations[00:10:30] From founder to VC: entering venture capital through operations[00:12:20] Learning to think differently: how investors read risk and conviction[00:14:50] Why OVNI is becoming an international fund (Europe ↔ US)[00:17:00] European precision vs US speed: working across cultures[00:18:40] Inside OVNI: growth, chaos, strategy shifts, and scaling the fund[00:21:20] How investment decisions are really made at early stage[00:23:50] Founder humility, probabilities over certainties[00:26:40] What a Chief of Staff actually does (and why it matters)[00:30:00] Loyalty, trust, and navigating tension at the top[00:33:10] Skills that matter most for operators today[00:35:20] The “puppy and beer” rule for founders and teams[00:37:50] Tools, CRM, and AI in daily VC operations[00:39:30] The hidden weight of bureaucracy in Europe[00:42:20] Long-term vision for OVNI and personal ambition[00:44:10] Aiming high: building a European Sequoia[00:46:20] Closing thoughts & goodbye
A 'panenkada' à Inglaterra ficará marcada para sempre no imaginário do futebol português. Estamos todos de acordo. Mas a carreira de Hélder Postiga é muito mais do que esse instante de atrevimento. Falamos de um jogador presente em dois Mundiais e três Europeus, um caxineiro exibido à Europa do futebol por José Mourinho no FC Porto e autor ainda de épocas interessantes no Sporting. O antigo avançado é convidado a sentar-se na sala de estar do DESTINO: SAUDADE.
This week, I welcome Beth Rasor of Luxury Travel Boutique to first discuss the latest trending topics in the travel industry, including new data on Europe-US travel and new travel fees. Later, Rasor provides insights into what's abuzz in the world of romance travel. She shares what she's seeing in destination weddings and honeymoons, as well as her top tips for fellow travel advisors to boost their romance sales. The discussion on romance travel begins after the 15-minute mark. Today's episode sponsor: Globus family of brands If your clients are asking about escorted touring, Globus and Cosmos should be at the top of your list. Together, they offer the widest touring portfolio in the industry — from affordable adventures with Cosmos to immersive, experience-rich journeys with Globus. Touring with Globus means everything is handled — hotels, transportation, sightseeing — all led by expert Tour Directors who manage logistics, unlock local insight, and bring destinations to life. That’s the difference between touring and FIT travel, where clients are left juggling the details. Add in strong commissions and dedicated advisor support, and Globus makes escorted touring easy to sell — and easy to trust. Have any feedback or questions? Want to sponsor the show? Contact us at Podcast@TravelPulse.com and follow us on social media @TravelPulse.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Éramos bicampeões, com 16 vitórias seguidas em Europeus. Espanha tirou-nos isso e agora o foco é recuperar não um, mas dois títulos: o continental e o mundial. Uma derrota que faz parar para pensar se é preciso melhorar algo, sem colocar nada em causa. Escolhemos também o nosso melhor cinco do Euro e olhamos para os nossos destaques iniciais da fase final.
Em vésperas de Benfica-Real Madrid decisivo na Liga dos Campeões, o Pedro Fragoso e o Rui Silva viajaram até 1962 para recordar a final da Taça dos Campeões Europeus que consagrou Eusébio frente aos veteranos Di Stéfano e Puskas. As reviravoltas, os golos, o legado e muito mais neste episódio da rubrica mais antiga do podcast.
Entre tantas alternativas de retaliação e de tentativa de controle sobre o que os Estados Unidos vêm fazendo em relação à Europa, uma ameaça de boicote europeu à Copa do Mundo de 2026 em solo americano talvez fosse uma das poucas jogadas capazes de, de fato, fazer Trump recuar. Não porque ele se importe com a pureza do esporte ou com a liturgia da FIFA, mas porque mexe em três coisas que pesam muito no seu universo de prioridades: imagem, dinheiro e narrativa. Thiago de Aragão, analista político De repente, a maior vitrine do planeta, cuidadosamente montada em casa, corre o risco de virar um grande palco de constrangimento ao vivo. Um boicote desse tipo não nasceria como raio em céu azul. Ele viria depois de meses de atrito, cobranças públicas e humilhações discretas, especialmente em torno da Groenlândia. Cada declaração sobre “interesse estratégico”, cada ameaça tarifária contra aliados europeus, cada aceno de que, se for preciso atropelar sensibilidades de Copenhague, Bruxelas e companhia, se atropela. Em algum momento, a sensação de que a Europa está sendo tratada mais como peça de tabuleiro do que como parceira começa a ferver. E quando essa temperatura sobe, a Copa, que parecia um assunto distante, logística, estádio, calendário, começa a aparecer como botão de emergência. A ideia de boicote, no começo, surgiria em voz baixa. Um parlamentar aqui fala que “não dá para ir à festa de quem te humilha na porta de casa”. Um colunista ali sugere que, se Washington quer testar limites na Groenlândia, a resposta não pode ser só nota de repúdio e discurso protocolar. Aos poucos, a conexão se consolida na cabeça do público: Copa em solo americano, naquele momento, não é apenas futebol. É um selo de normalidade, um “está tudo bem entre nós” estampado em HD para o mundo todo ver. Se essa percepção cola, o cardápio de ações se abre. Alguns governos podem defender um boicote total, com seleções europeias simplesmente ficando em casa. Outros preferem um meio‑termo: seleções vão, mas sem delegações oficiais, sem encontros cerimoniais, sem foto sorridente em camarote ao lado do presidente americano. Há ainda a opção de transformar cada coletiva de imprensa em micropalco político, com jogadores e técnicos lembrando, sempre que possível, por que aquela Copa acontece sob protesto. Em todos os casos, o recado chega onde importa: na combinação de audiência, patrocínio e prestígio. A razão pela qual isso toca num nervo específico em Trump é simples. A Copa em casa, em 2026, é mais do que um torneio; é uma peça de narrativa. É a chance de mostrar um país vibrante, organizado, capaz de montar o maior espetáculo esportivo do planeta, com estádios cheios, patrocinadores felizes e o resto do mundo vindo bater palma. Um boicote europeu não destrói a Copa, mas arranha essa imagem de perfeição: a festa acontece, mas com cadeiras vazias importantes. O anfitrião continua sorrindo, porém o mundo inteiro sabe que nem todo convidado aceitou o convite. Do ponto de vista financeiro, o dano também é calibrado onde dói. Emissoras europeias pagaram caro esperando jogos com França, Alemanha, Espanha, Itália, Inglaterra. Patrocinadores globais apostaram na presença de estrelas que jogam em clubes europeus, com torcidas gigantescas. Se parte desse pacote evapora, começam as renegociações, os pedidos de compensação, os ajustes de contrato. Nada disso derruba a economia americana, claro, mas é barulhento o suficiente para virar manchete, relatório de banco, debate em mercado. O tipo de ruído que investidores e conselheiros detestam e que qualquer presidente que se vê como sinônimo de “sucesso” prefere evitar. “Não vamos à sua festa enquanto você pisar no nosso calo” Politicamente, a Europa teria a vantagem de usar uma arma que fala o idioma da opinião pública. Em vez de discutir cláusulas de tratado ou números de tarifa em documentos opacos, ela diria algo muito mais simples: “não vamos à sua festa enquanto você pisa no nosso calo”. A opinião pública europeia entende. A opinião pública americana, mesmo dividida, entende também. E, talvez mais importante, outros países assistem. Da América Latina à África, passando pela Ásia, a imagem de uma Europa que finalmente decidiu peitar Washington numa arena tão simbólica quanto a Copa tem peso próprio. Isso não quer dizer que o boicote seja fácil de construir. Dentro da própria Europa, o debate seria duro. Países mais expostos à Rússia teriam medo de qualquer movimento que parecesse enfraquecer o vínculo com os Estados Unidos. Governos mais atlanticistas argumentariam que é perigoso transformar a segurança de longo prazo em refém de um gesto de curto prazo, por mais sedutor que ele pareça. Outros, sobretudo onde a fadiga com a postura americana já é grande, veriam no boicote a primeira oportunidade real, em décadas, de dizer “não” de forma que seja ouvida. E é justamente aí que entra o potencial de fazer Trump recuar. Diferente de sanções discretas, notas diplomáticas ou manobras em bastidores, uma ameaça crível de boicote à Copa mexe com algo que ele acompanha pessoalmente, que ele entende intuitivamente e que impacta, de forma direta, sua narrativa de sucesso interno. Diante da perspectiva concreta de ver o grande show de 2026 virar vitrine de resistência europeia, a tentação de calibrar o tom sobre a Groenlândia, suavizar ameaças, oferecer alguma concessão de fachada ganha força. Não por reconhecimento de erro, mas por cálculo de custo. No fundo, a ideia de usar a Copa como instrumento de pressão é um pouco o espelho do que os próprios Estados Unidos fizeram tantas vezes com outros países: transformar um evento simbólico em teste de lealdade, premiar quem entra na linha, punir quem sai do script. A diferença é que, desta vez, o alvo seria o centro, não a periferia. Para a Europa, seria uma forma de dizer que também sabe jogar esse jogo. Para Trump, um lembrete incômodo de que, às vezes, o gol que dói mais não é o que entra no próprio time, mas o que estraga a festa no estádio inteiro.
Americans seem to be overreacting to concerns that European investors might divest from US assets, Bloomberg Intelligence chief European interest rate strategist Huw Worthington says. On this edition of the Macro Matters podcast, Worthington joins host Ira Jersey, BI's chief US rates strategist, to discuss global rates volatility and how European countries might be able to respond financially to recent policy initiatives. They also exchange views on upcoming central bank meetings relative to pricing. The Macro Matters podcast is part of BI's FICC Focus series.
Confira no Jornal da Record News desta quarta-feira (21): o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (21) uma MP (Medida Provisória) que altera a forma de atualização do piso salarial profissional nacional dos professores da educação básica. Donald Trump anunciou que desistirá das tarifas aos europeus e negociará acordo sobre a Groenlândia com a Otan. E mais: Nikolas Ferreira reúne apoiadores contra prisões do 8 de janeiro.
LONDON (ICIS)--Sluggish demand, a complex tariff landscape and geopolitical instability are key talking points in the Europe and US epoxy markets.In this podcast, Heidi Finch who covers the Europe epoxy market and fellow senior editor Tarun Raizada who covers the US epoxy market share insights on tariff uncertainty, ongoing demand and margin concerns in a troubled climate. Tariff and trade haze continue to cast shadows over the epoxy markets in both Europe and the US.* Demand remains fragile and cautious across regions, with limited restocking activity in Q1, no meaningful recovery expected in the first half of the year, some uplift hopes for H2. Pricing tension persists, amid margin concerns vs soft market conditions Europe bears the brunt of competition from South Korea, due to EU anti‑dumping exemptions Possible EU review of anti‑dumping duties/SK ADD exemption could potentially level out the playing field *Since the podcast recording, Trump has called off his 10% tariff threat from 1 February on some EU countries over the Greenland dispute following a productive meeting with NATO Secretary General Mark Rutte.Podcast editing: Zubair Adam
A Pipoca Mais Doce está com o Café da Manhã, em Estrasburgo no Parlamento Europeu e contou que não é uma novata no que toca a frequentar os mais altos ambientes europeus, já tinha estado no Parlamento Europeu em 2017 e deu ideias muito criativas para que os jovens se interessem pelos temas Europeus.
Trump vai discursar em Davos um dia depois de líderes, principalmente europeus, denunciarem suas ameaças de anexar a Groenlândia. E ainda:- Estados Unidos estão enviando aeronaves usadas para reabastecer bombardeiros para o Irã- Segunda tragédia ferroviária na Espanha deixa um maquinista morto e mais 37 pessoas feridas, sendo 5 em estado grave- Começa hoje a interrupção indefinida na emissão de vistos para cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil- Revista americana Variety aposta no filme brasileiro “O Agente Secreto” para quatro categorias no Oscar Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180 segundos e Linkedin Mundo em 180 Segundos Fale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
Confira no Morning Show desta terça-feira (20): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que concordou em se reunir com líderes europeus para discutir a Groenlândia, em meio à sua investida para anexar a ilha estratégica no Ártico. Segundo Trump, a decisão veio após uma “muito boa” conversa telefônica com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte. O encontro está previsto para acontecer em Davos, na Suíça, durante o Fórum Econômico Mundial. A Polícia Civil de São Paulo resgatou, na manhã desta terça-feira (20), o juiz Samuel de Oliveira Magro, auditor fiscal e integrante do Tribunal de Impostos e Taxas (TIT) do Estado, que havia sido vítima de um sequestro relâmpago no último domingo (18). O magistrado era mantido em um cativeiro localizado em Osasco, na Grande São Paulo, e foi libertado durante uma operação que resultou na prisão de cinco suspeitos. Para falar sobre o assunto, o Morning Show entrevista o secretário de Segurança de SP, Oswaldo Nico Gonçalves. A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu três técnicos de enfermagem suspeitos de envolvimento na morte de ao menos três pacientes internados na UTI do Hospital Anchieta, em Taguatinga. De acordo com as investigações, os profissionais teriam aplicado medicamentos de forma irregular, diretamente na veia das vítimas, sem indicação médica adequada. A oposição no Senado atingiu, nesta segunda-feira (19), 42 assinaturas para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com a finalidade de investigar o caso do Banco Master. O requerimento, apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), tem o apoio de mais da metade do Senado. O prefeito de Camboriú (SC), Leonel Pavan (PSD), criticou duramente a decisão do PL de lançar Carlos Bolsonaro como candidato ao Senado por Santa Catarina. Em entrevista, Pavan classificou a estratégia como uma “loucura” e afirmou que o partido age como se o estado fosse um “balcão de negócios”. Carlos renunciou ao cargo de vereador no Rio de Janeiro e transferiu seu domicílio eleitoral para Santa Catarina em dezembro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou convites a lideranças de cerca de 60 países para a criação de um “Conselho da Paz”. Há, no entanto, receio na comunidade internacional de que o grupo enfraqueça o papel da Organização das Nações Unidas (ONU). A bancada do Morning Show opinou sobre o assunto. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Leaders of European countries have reacted angrily to the threat of additional tariffs by the US. Donald Trump says he'll first put 10% then 25% extra import tax on eight countries including Germany, France and the UK as he increases the pressure on his claim for Greenland to be sold by Denmark to the United States.China reports 5% GDP growth, but weak demand and falling birth rates signal deeper challenges for the world's second-largest economy.And winners crowned on and off the pitch at football's African Cup of Nations. Presenter: Bisi Adebayo Editor: Justin Bones
O episódio de hoje começa com um resumo dos acontecimentos deste início de 2026. E depois:- Trump dá ultimato à Europa e diz que, ou compra a Groenlândia ou vai aplicar novas tarifas sobre vários países do bloco- Mesmo afirmando que vão tentar dissuadir Washington a não aplicar as tarifas, embaixadores da União Europeia decidem preparar um pacote de retaliação equivalente a 580bilhões de reais sobre o comércio com os Estados Unidos- Lula publica artigo no jornal The New York Times onde chama de "lamentáveis" os bombardeios americanos em Caracas e critica a captura de Nicolás Maduro Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
Ao escalar a crise em torno da Groenlândia, Donald Trump volta a aplicar seu método favorito: o caos. Desta vez, porém, o alvo são aliados históricos dos Estados Unidos. A reação europeia revela tanto o custo de anos de dependência estratégica quanto o início tardio de um despertar. Thomás Zicman de Barros, analista político Donald Trump tem método. Um método que vale tanto para a política interna quanto para a política externa. As duas coisas, aliás, se comunicam o tempo todo. O método de Trump é o caos. Um caos calculado. Ele rompe deliberadamente com regras de conduta, choca, provoca e abre múltiplas frentes simultaneamente para deixar seus adversários atordoados, reativos, sempre um passo atrás. Na última semana, esse método voltou a se manifestar de forma clara, agora contra aliados históricos dos Estados Unidos: a Europa. O objeto da disputa é a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca que Trump afirma querer controlar, seja por meio da compra, seja, se necessário, pela força. Não é preciso dizer que os habitantes da Groenlândia não querem se tornar súditos dos Estados Unidos. Para além de um evidente fetiche expansionista, o interesse de Trump é estratégico. A Groenlândia tende a se tornar uma região-chave num mundo em aquecimento, num Ártico que em breve será navegável sem quebra-gelos e cada vez mais central nas disputas geopolíticas do século XXI. A escalada em torno da Groenlândia parece ter finalmente acordado os europeus. Eles começaram a sentir na própria pele as consequências da nova Estratégia de Segurança Nacional de Trump, já mencionada nesta coluna no final de 2025. A situação não deixa de ser curiosa. Duas semanas atrás, eu comentava aqui sobre como as chancelarias europeias haviam avalizado o bombardeio da Venezuela e o rapto de Nicolás Maduro. Macron, Starmer e outros líderes relativizavam a violação do direito internacional diante de um regime do qual desgostavam. O problema é que, quando Trump percebe que pode avançar impunemente, ele avança mais. Reclamar agora de “neocolonialismo” e “imperialismo”, como fez Macron, soa como uma indignação tardia. A dependência como armadilha histórica Se a América Latina continua sendo tratada como quintal, à Europa Trump reserva algo talvez ainda pior: o desprezo. Na sua visão, trata-se de um continente decadente, dependente dos Estados Unidos no quadro da OTAN, incapaz de se defender sozinho e, portanto, destinado a ser deixado à própria sorte. Até aqui, Trump parece ter tido razão sobre a Europa. Apesar de reunir países ricos, potências militares e até nucleares, com França e Reino Unido ocupando assentos permanentes no Conselho de Segurança da ONU, o continente parece à deriva. Falta liderança, falta coordenação. Nesse vazio, Trump circula com facilidade. Foi assim quando impôs tarifas no meio de 2025, diante das quais a Europa, em grande medida, se curvou. Ursula von der Leyen preferiu acariciar o ego do presidente americano a confrontá-lo. Tudo em nome de uma estabilidade que nunca veio. Ainda assim, alguns sinais indicam que os europeus começam a ensaiar uma saída desse relacionamento abusivo, uma tentativa de se libertar da dependência, para não dizer da vassalagem, em relação aos Estados Unidos. Diante das afirmações de Trump de que os EUA “precisam” da Groenlândia por razões de “segurança nacional”, países europeus enviaram forças militares à ilha na operação Arctic Endurance, com o objetivo de reforçar a soberania dinamarquesa e dissuadir qualquer ação direta americana. O envio de tropas é um gesto importante, mas insuficiente. A resposta europeia precisa ir além. É urgente estabelecer regras claras para aquisições militares, rompendo com compras historicamente favoráveis à indústria americana e fortalecendo uma base industrial e estratégica própria. Hoje, vários países europeus dependem do apoio logístico dos Estados Unidos até mesmo para operar seus próprios equipamentos militares, justamente porque esses sistemas são produzidos por empresas americanas. Reino Unido e França também precisam repensar suas estratégias de dissuasão nuclear – sobretudo os britânicos, que não dispõem de plena autonomia para operar suas próprias ogivas. Para que a Europa ganhe autonomia estratégica real, será necessário avançar, finalmente, para um acordo entre Ucrânia e Rússia, normalizando a questão fronteiriça a leste. Tal passo certamente encontrará resistências em Bruxelas, mas constitui uma condição preliminar para qualquer projeto de segurança europeia fora da tutela americana. De toda forma, se Washington está implodindo a OTAN por dentro ao ameaçar parceiros históricos, não faz sentido tentar convencê-lo do contrário por meio de novas concessões. Isso apenas reforça a posição de Trump. A batalha econômica que se aproxima Além da dimensão militar, há ainda uma frente raramente mencionada, mas decisiva: a financeira. Uma frente na qual Trump gosta de ameaçar, até agora sem réplica. No último sábado, diante do envio de tropas europeias à Groenlândia, Trump anunciou tarifas contra países europeus que mantêm presença militar no território ou se opõem à sua aquisição. Dinamarca, Reino Unido, França, Alemanha, Noruega, Holanda, Suécia e Finlândia estariam sujeitos a tarifas de 10 por cento já em fevereiro, chegando a 25 por cento em junho, caso não haja um acordo para a venda da Groenlândia aos Estados Unidos. Se os Estados Unidos apelam para ameaças comerciais e financeiras, a Europa deve responder com a mesma moeda. Ou melhor, com moedas mais sofisticadas. No último domingo, Macron e outros líderes europeus afirmaram que retaliarão caso novas tarifas sejam impostas. Mas o continente pode ir além. Por meio do Banco Central Europeu e de autoridades regulatórias, a Europa dispõe de mecanismos capazes de impor custos reais aos Estados Unidos. A venda estratégica de títulos do Tesouro americano e exigências prudenciais mais duras sobre papéis de longo prazo afetariam os juros e o dólar, sinalizando que o jogo mudou. Ceder diante de um bully é sempre o pior dos caminhos. A alternativa é manter-se firme e diversificar alianças. Alguns passos nessa direção já foram dados. A assinatura do acordo entre Mercosul e União Europeia após 25 anos de impasses, por exemplo, foi claramente impulsionada pela crescente desconfiança europeia quanto à previsibilidade do comércio com os Estados Unidos. Alguns líderes parecem ter entendido a gravidade do momento. Resta saber até que ponto estão dispostos a levar essa compreensão às últimas consequências, construindo uma estratégia europeia própria, ancorada em princípios, em instrumentos financeiros e militares independentes, e numa liderança que não tema isolar os Estados Unidos quando forem os próprios Estados Unidos a se isolar de seus parceiros históricos.
Donald Trump ameaça tarifar europeus que lideram a oposição à tomada dos EUA da Groenlândia.
Policial militar é morto a tiros durante briga em barraca de praia em Fortaleza. Operações contra o garimpo ilegal no AM destruíram 375 estruturas e causaram prejuízo de mais de R$ 1 bilhão. Europeus discutem enviar tropas à Groenlândia, diz agência; premiê da Dinamarca diz que não fará concessões em reunião com EUA. Trump posta edição de sua página da Wikipédia com cargo de presidente interino da Venezuela. Teto do INSS sobe para R$ 8.475; veja como ficam os valores dos benefícios acima do salário mínimo.
Bom dia 247_ Lula fecha com europeus e tenta conter Trump _10_1_26_ by TV 247
O Louvre busca ampliar suas receitas a qualquer custo. O icônico museu vai aumentar em 45% o preço do ingresso para visitantes de fora da Europa em 2026. A partir de 14 de janeiro, os visitantes que não pertencem ao Espaço Econômico Europeu (EEE), que inclui União Europeia, Islândia, Liechtenstein e Noruega, terão de pagar € 32 para percorrer os 73 mil metros quadrados do museu, € 10 a mais do que o valor atual. Questionada pela RFI, a assessoria do Louvre confirmou que a entrada de acesso às galerias passará a ter controle de documentos. A medida, aprovada pelo conselho de administração do museu, tem como objetivo “reforçar a receita” da instituição, uma das mais visitadas do mundo. A decisão do Louvre se estende a outros locais muito visitados, dentro e fora da capital francesa. A partir da próxima quarta-feira (14), os ingressos ficarão mais caros para o mesmo público nos Castelos de Versalhes e de Chambord, e na igreja Saint-Chapelle, em Paris. O curador alemão e diretor da Pinacoteca de São Paulo, Jochen Volz, comentou esse reajuste nos preços do museu mais visitado do mundo. “A questão dos valores cobrados como ingresso para museus é sempre uma discussão muito delicada. É importante analisá-la em conjunto com as políticas de gratuidade, meia-entrada e parcerias. Na Pinacoteca de São Paulo, por exemplo, aproximadamente 78% do público entra se beneficiando de gratuidade. Ainda assim, a bilheteria é, para nós e para todos os museus, uma fonte de receita importante”, analisou. “Entendo que o Louvre, pelo que se espera, terá um aumento de receita de aproximadamente € 17,5 milhões por ano. Esse é um valor significativo para a manutenção do museu e para a gestão de seus acervos. Cobrar um valor diferenciado para turistas é uma forma de se beneficiar da fama do Louvre como destino. Ao mesmo tempo em que se preserva um certo nível de acessibilidade para usuários frequentes locais, estudiosos, estudantes e públicos regionais, que potencialmente visitam o museu com uma frequência muito maior”, sublinhou Volz. Quem vai pagar mais caro? Os principais grupos de visitantes estrangeiros que devem pagar mais pela entrada no Louvre – e nas demais instituições afetadas pelo reajuste – são os norte‑americanos, que representam o maior contingente, seguidos pelos chineses. Os brasileiros aparecem na sétima posição entre os visitantes extraeuropeus e também serão impactados pela medida. A sindicalista francesa Nathalie Ramos foi uma das principais vozes entre aquelas que denunciaram as condições precárias de trabalho e a falta de respostas satisfatórias da direção do museu e das autoridades, durante uma recente greve no Louvre. Sobre o aumento do preço dos ingressos, ela denunciou uma política “discriminatória”, que “fere princípios de acesso e de universalismo cultural”, agravando ainda mais a imagem do museu. “A imagem do Louvre não é muito gloriosa no momento. Entre essa ideia que queremos dar do maior museu do mundo, que quer implantar projetos gigantescos, e a realidade dos meios de que dispomos, existe um enorme abismo”, disse. O galerista Philippe Mendes, um dos mais influentes de Paris e administrador de um espaço no Louvre dedicado a obras portuguesas, opinou sobre a tentativa institucional da presidente do museu, Laurence des Cars, de salvar o plano do Louvre para 2030. “O museu está em uma situação muito tensa. Acho que o ambiente interno não é nada bom, porque o que aconteceu – roubo espetacular, seguido de greve – foi muito grave. E, quando há algo assim, espera-se sempre que algumas responsabilidades sejam apuradas”, disse à RFI. Leia tambémRoubo milionário no Louvre poderia ter sido evitado, aponta relatório de segurança ignorado pela direção “Além disso, o Ministério da Cultura nomeou um homem para administrar o Louvre. Ele não é militar, mas trabalhou para o Ministério da Defesa e nas obras da catedral de Notre-Dame, inclusive durante o restauro. Isso também é um sinal muito forte de que [a presidente da instituição] Laurence des Cars precisa ser mantida onde está. Para não deixá-la de fora, encontraram alguém que agora vai tentar reestruturar o Louvre, uma espécie de tutela para dar continuidade a esse grande projeto, que é o projeto 2030”, afirmou Mendes. A artista Laura Lima, um dos nomes brasileiros mais proeminentes das artes visuais no mundo e atualmente em cartaz no Instituto de Artes Contemporâneas de Londres (ICA), tem uma opinião clara sobre o assunto. “Todos os museus deviam ser como as praças públicas, abertas para todo e qualquer tipo de pessoa e origem”, declarou Lima, que, ao lado de Ernesto Neto e Márcio Bottner, é uma das fundadoras da galeria Gentil Carioca, no Rio de Janeiro. Pesquisadora em cinema e acostumada a visitar museus em várias partes do globo, a brasileira Luíza Alvim lembrou que o Louvre não é um caso isolado na cobrança de ingressos diferenciados para estrangeiros. “Eu viajo por diversos lugares do mundo, e essa diferenciação de preço não é exclusiva do que está se tentando fazer no Louvre. Isso existiu e existe na Costa Rica, no Egito, mas acho extremamente problemático pelo seguinte: essa diferenciação, embora proteja de certa forma o cidadão do país – que pode ter um acesso mais fácil –, prejudica pessoas de países que são mais pobres, cujos cidadãos também são pobres”, disse. Leia também'Roubo do século' no Louvre escancara falhas na segurança; diretora terá que se explicar no Senado “Isso já é problemático porque, por exemplo, no caso da Costa Rica, nós somos latino-americanos e também somos pobres. Recebemos em uma moeda fraca e pagamos o mesmo preço de quem recebe em uma moeda forte, em euro ou em dólar. O mais absurdo da situação que se está tentando implementar no Louvre é que um país de moeda forte está tentando proteger pessoas que recebem em moeda forte e prejudicar pessoas que recebem em moeda fraca”, completou Alvim. O Louvre continua sendo um dos museus mais frequentados do mundo, com quase 9 milhões de visitantes em 2024, e o público estrangeiro representa a maioria das entradas, variando entre 69% e 77% do total. Controle de passaportes Em nome do “universalismo” do Louvre e do “acesso igualitário” às suas coleções, sindicatos franceses criticaram unanimemente o aumento dos ingressos para não europeus. “O argumento de que a reforma do prédio justifica o fim de dois séculos de universalismo no Louvre não nos convence”, afirmou o sindicato SUD. Segundo a CGT, essa nova tabela de preços fará com que os residentes de fora do EEE “paguem caro, consolidando o desengajamento do Estado, para visitar um museu em condições precárias”. “O público afetado verá isso como uma forma de discriminação”, afirmou Valérie Baud, delegada da CFDT. As organizações sindicais, que há tempos denunciam a falta crônica de pessoal, também alertam para o aumento da carga de trabalho que a nova política de preços deve impor aos funcionários, responsáveis por verificar a nacionalidade dos visitantes. “Não esquecemos a sobrecarga de trabalho que isso vai gerar para as equipes”, advertiu o sindicato SUD. Acesso a alas do museu terá verificação de documentos Procurada pela RFI para esta reportagem, a assessoria de imprensa do Museu do Louvre informou que “os visitantes que se enquadrarem na tarifa do Espaço Econômico Europeu (EEE) poderão ser verificados nos acessos externos e na entrada das alas Denon, Sully e Richelieu”. No Louvre, a ala Denon abriga obras mundialmente famosas, como a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, ** A Liberdade Guiando o Povo, de Eugène Delacroix**, e ** A Coroação de Napoleão, de Jacques-Louis David**, além de importantes coleções de pinturas italianas e francesas dos séculos 16 ao 19. A ala Sully concentra as antiguidades egípcias, com sarcófagos, múmias e esculturas, além de peças do Oriente Médio, esculturas gregas e romanas, como a Vênus de Milo, e coleções medievais e renascentistas francesas. Já a ala Richelieu apresenta esculturas francesas dos séculos 17 e 18, coleções do Oriente Médio, os apartamentos históricos do palácio e uma variedade de moedas, medalhas e objetos de artes decorativas. Os cidadãos do EEE deverão apresentar um documento de identidade válido com foto – como carteira de identidade, passaporte ou carteira de motorista. Já os residentes do bloco precisarão comprovar identidade e residência de longa duração, por meio de um documento válido com foto, como visto com validade superior a três meses ou cartão de residência.
Portugal e outros países unem-se na defesa do território autónomo da Dinamarca para "dissuadir adversários". E ainda o homem que vai liderar a transição na Venezuela. Análise de Bruno Cardoso ReisSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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In this episode of Top in Tech, Megan Stagman, Director, and Associates Anna Lisa Schäfer-Gehrau and Sarah Shinton, delve into the sharpening geopolitical rift between the US administration and Europe over the course of 2025, and what this means for the tech sector specifically. They explore the implications of last week's US national security strategy, the EU's recent enforcement cases against American tech companies (and the reaction that this sparked), as well as the growing controversy on issues like digital services taxes. The team also ask the question of what other alliances grow in strategic importance if the Europe-US relationship declines, and what this new world order means for multinational companies trying to navigate competing regulatory regimes. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
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