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España celebró ante cerca de 2 millones de espectadores, la Copa del Mundo conseguida por los chicos de Luis de la FuenteSee omnystudio.com/listener for privacy information.
España celebra su victoria en el Campeonato del Mundo de fútbol, logrando la segunda estrella tras un partido impecable contra Argentina, con Ferrán Torres marcando el gol decisivo. La selección, liderada por Luis de la Fuente, destaca por su defensa, el MVP Rodri y el espíritu de equipo, generando orgullo nacional y celebraciones masivas. Esta victoria impulsa el consumo a corto plazo. En política, Pedro Sánchez viaja a Argelia para cerrar una crisis diplomática y negociar el suministro de gas. La UCO investiga a Santos Cerdán por ingresos de origen desconocido y pagos de Koldo García, anticipando el regreso de escándalos de corrupción y la posible colaboración de Julito con la justicia. Se critica la amnistía y la anomalía de la política española, así como la desconfianza ciudadana en el gobierno. En Oriente Medio, Irán y Estados Unidos protagonizan nuevos ataques. El tiempo anuncia una ola de calor en el este peninsular, con posibles tormentas y granizo en el ...
O apito final deixou os argentinos em um doloroso silêncio. Aos poucos, a tristeza por uma derrota tão perto do quarto título mundial passou a conviver com o orgulho. A iminente despedida de Lionel Messi também levou os argentinos às ruas para agradecer ao ídolo. Márcio Resende, correspondente da RFI em Buenos Aires Quem desembarcou em Buenos Aires depois de um voo que coincidiu com a final da Copa do Mundo teve a impressão de que a Argentina havia sido campeã. Milhares de torcedores, nas principais cidades do país, lotaram avenidas e praças para homenagear a seleção argentina. A celebração também foi uma forma de amenizar a dor da derrota na final. “Simplesmente, acho que temos de agradecer a esta seleção. Chegamos até aqui. É uma equipe maravilhosa. Eles realmente deram tudo de si. Simplesmente, obrigado e desejo o melhor para eles”, diz a torcedora Marta Feijoo, 67. Matías Ferreira, 38, também enaltece o desempenho da seleção argentina nesta Copa. “A garra que os jogadores demonstraram em cada partida, o feito que alcançaram, o orgulho que nos deram, a forma como nos representaram, inclusive contra a Inglaterra, uma ferida nossa. Hoje, infelizmente, não foi possível, mas temos de apoiar os jogadores quando voltarem. Temos de recebê-los, porque o que eles fizeram é algo do qual devemos nos orgulhar”, diz Matías. A ansiedade de uma final de Copa do Mundo e uma atuação apagada em campo foram sentidas no principal parque de Buenos Aires, onde mais de 50 mil pessoas assistiram à partida. Aos poucos, a tensão deu lugar à angústia. Pela primeira vez nesta Copa do Mundo, os argentinos tiveram reações tímidas e quase não cantaram, um comportamento irreconhecível para uma torcida considerada incansável, mesmo diante da adversidade. Ainda com lágrimas nos olhos, Santino, 10, reconhece que a Argentina não jogou bem. “A Espanha jogou muito bem. Por isso, mereceu o segundo título mundial. Nós não jogamos bem. Paciência. Agora, temos que sair daqui chateados e um pouco tristes, sem a Copa do Mundo. Vamos continuar em busca do nosso quarto título em 2030”, conforma-se. Patricia Castellini, 57, ficou abalada com o gol da Espanha na prorrogação. “Estou muito triste. Esses jogadores mereciam ganhar. São pessoas muito boas e batalhadoras. De qualquer forma, fica o nosso orgulho”, afirma. “Tenho orgulho da nossa seleção e orgulho de ser argentina, mas não estou triste porque não acho que tenhamos fracassado. Chegar a uma final não é fácil. Além disso, sou filha de um espanhol. Então, as emoções se misturam”, conta Nélida Pinal, 58. Ao contrário dos ingleses, os argentinos não cultivam rivalidade com a Espanha. A maioria das famílias argentinas descende de espanhóis e italianos. Orgulho e tristeza por Messi A tristeza não se deve apenas à derrota, mas também à provável despedida de Lionel Messi das Copas do Mundo. Kevin Calo, 17, emociona-se ao imaginar essa ausência no futuro. “É muito triste porque eu não queria que a última Copa do Mundo do Messi terminasse assim. Agora, sem o Messi, vai ser doloroso. Desde que acompanho futebol, o Messi está na seleção. E vê-lo partir também será horrível”, diz Kevin. Julia Pinal, 59, vê um vazio na seleção argentina sem Messi, assim como aconteceu após a saída de Diego Maradona. “Como Messi, acho que não haverá outro. Houve um Maradona, houve um Messi. Mas não haverá outro Messi. Vai ser difícil encontrar alguém como ele. Acho que vai ser difícil”, acredita. A superstição de Julia ao longo das duas últimas Copas do Mundo era usar uma máscara de Lionel Messi nos momentos difíceis da seleção, como se incorporasse o personagem de seu herói. Desta vez, o ritual da sorte não deu resultado. “Nem com a máscara do Messi foi possível. Mas estou satisfeita porque essa equipe nos deu muitas alegrias”, conforma-se. Victor Hugo, 38, diz que “vai levar Messi para sempre no coração”. “Porque Messi nos deu muitas alegrias. Messi sai de cena, mas tenho fé de que os demais vão saber vestir essa camisa. Estamos derrotados, mas este é o início de um novo ciclo na Argentina”, observa, otimista. Mas o pequeno Santino sintetiza o temor da maioria. “Não tenho a menor ideia de como será o novo ciclo da Argentina sem Messi, mas sei que vamos perder um pouco de força”, conclui. Celebrações e feriado nacional A seleção argentina deve chegar à capital do país ainda nesta segunda-feira (20), por volta das 17h. O presidente Javier Milei disse que vai decretar um feriado de 24 horas, dependendo do que os jogadores e a comissão técnica decidirem sobre uma celebração. O mais provável é que, diante do clamor popular, haja uma celebração na terça-feira (21). Milhares de torcedores permaneceram nas ruas até a madrugada, como se comemorassem a conquista de um título. No centro de Buenos Aires, houve distúrbios e confrontos com a polícia. De um lado, garrafas e pedras; do outro, balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo. Dez pessoas ficaram feridas, sete delas policiais. Quinze pessoas foram presas.
O italiano da Mercedes Kimi Antonelli venceu o grande premio da Bélgica e estendeu a liderança no Mundial. Antonelli, que tinha 25 pontos de vantagem na liderança do campeonato, quase dobrou a diferença: ele possui agora 45 pontos a mais em relação a Lewis Hamilton, que ficou em quarto na prova.
FGR reúne 13 toneladas de ayuda humanitaria para damnificados en Venezuela El Museo Panteón de San Fernando invita a disfrutar "Como agua para chocolate" Así nació el primer trofeo del MundialistaMás información en nuestro podcast#grc
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Un buen rato de Tertulia con Rafa y Logi en la previa de la Final del Campeonato del Mundo que jugaran España y Argentina ¿Somos favoritos?Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Podcast de La Hora de Walter. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/79870
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Estamos a chegar ao fim do Campeonato do Mundo e dificilmente poderíamos pedir uma final com uma narrativa melhor.Messi e Lamine Yamal encontram-se frente a frente num duelo entre gerações que pode marcar uma era do futebol. De um lado, uma Argentina experiente, resiliente e que volta a mostrar porque nunca deixa de acreditar. Do outro, uma Espanha dominante, que chega à final depois de eliminar gigantes e com apenas um golo sofrido em toda a competição.Analisamos o caminho das duas seleções até aqui, o que fez a diferença nas meias-finais, as chaves táticas para a grande decisão e aquilo que pode decidir o campeão do mundo. Será o melhor ataque capaz de superar a melhor defesa?Falamos ainda da candidatura de Lamine Yamal à Bola de Ouro, do legado que Messi pode deixar caso conquiste mais um Mundial, e destacamos o papel de Rodri, Cubarsí e Pedro Porro na campanha espanhola Não podia faltar tempo para partilhamos o nosso onze combinado para este jogo.Fechamos com as nossas previsões mais audazes para esta grande final, que promete ficar na história.Quem levantará o troféu?
Se não há Finalíssima, há final do Campeonato do Mundo. Espanha e Argentina disputam o título mundial e, neste episódio do "AM Bola na Rede", analisamos as meias-finais e fazemos a antevisão do jogo decisivo.Os comentários são de responsabilidade do Ailton Ricardo Pereira e do Diogo Ribeiro.
Las noticias más destacadas del mundo de la náutica y del deporte de la vela contadas en menos de dos minutos en Tripulante18 Podcast, correspondientes a la semana 28/2026 (Del 6 al 12 de julio) del año 2026, incluidas en el episodio #286 ‘Nos adentramos en el VAR de la vela' Dirige y presenta Jaume Soler. – Campeonato de Europa 49er | Alemania – Regata del Mundo 420 | Francia – Campeonato de España Waszp | Mar Menor – Puig Vela Clàssica | Barcelona SÍGUENOS Web: http://tripulante18.com Twitter: https://twitter.com/SolerAlberti https://twitter.com/18Tripulante Instragram: https://www.instagram.com/jaume.soler/?hl=es Facebook: https://bit.ly/3eB3dDP
Manu Carreño abre El Larguero especial desde Casa España en Dallas con el presidente de la Federación Española de Fútbol en la noche previa a la semifinal del Mundial. Sensaciones, nervios y análisis de los enviados especiales de la Cadena SER al Campeonato del Mundo.
La Fórmula 1 vuelve esta semana en uno de esos circuitos que no necesitan presentación. Spa-Francorchamps es historia, velocidad, desnivel, clima imprevisible y una de las pistas favoritas de pilotos y aficionados. Sin embargo, volvemos a lo que llevamos temiendo (y sufriendo) toda la temporada: veremos un espectáculo o la F1 dará “el espectáculo”. Pronósticos en el primer episodio de la semana del Podcast Técnica Fórmula 1. Pregunta de examen. Spa llega este año con una pregunta incómoda: ¿qué imagen darán los nuevos coches de 2026 en un trazado tan exigente para la unidad de potencia? El Gran Premio de Bélgica aparece después de una semana de descanso (lo que antes era lo habitual y ahora nos parece raro) y con el Campeonato en un momento interesante. Mercedes sigue siendo la referencia, Ferrari ha demostrado que puede plantarle cara en determinados escenarios y Red Bull intenta no perder el paso. P ero Spa no es un circuito cualquiera. Aquí no basta con tener un buen coche en curva lenta o acertar con la estrategia. Hay que combinar eficiencia aerodinámica, potencia, estabilidad en curva rápida y capacidad para desplegar energía durante mucho tiempo. Y ahí está el gran temor del fin de semana. La recta de Kemmel, después de Eau Rouge y Raidillon, será uno de los puntos más observados. No sería extraño ver a estos monoplazas levantar mucho antes de la chicane o quedarse sin despliegue eléctrico antes de lo que al aficionado le gustaría. En otros circuitos, el clipping y el superclipping han sido más o menos visibles según la configuración de la pista y la realización televisiva. En Spa será más difícil esconderlo. Eso no significa que el Gran Premio vaya a ser necesariamente malo. La Fórmula 1 de 2026 está obligando a los pilotos y a los equipos a competir de otra manera. Ya no se trata sólo de tener velocidad punta o de abrir el DRS en el momento adecuado. Ahora importa mucho cómo se recupera energía, dónde se despliega y qué parte de la vuelta se sacrifica para tener más potencia en otra. Es una competición más compleja, quizá menos intuitiva, pero también con un margen nuevo para la inteligencia estratégica. La cuestión es si eso basta para emocionar. Spa es un circuito que siempre ha premiado el valor y la confianza. Ver a los coches gestionar en zonas donde tradicionalmente se esperaba velocidad plena puede resultar frustrante. La Fórmula 1 necesita que sus grandes escenarios no pierdan identidad. Si en Silverstone ya fue extraño ver a los coches levantar en curvas míticas, Bélgica puede plantear una sensación parecida en las rectas y zonas de alta velocidad. Varios frentes abiertos. En lo deportivo, el fin de semana llega con varios focos abiertos. Mercedes debe confirmar si conserva su ventaja en un circuito largo, rápido y muy completo. Su coche ha sido el más sólido de la temporada, pero la fiabilidad ha dejado dudas y Ferrari ha sabido aprovechar algunas oportunidades. En Spa, cualquier pequeño déficit puede hacerse grande. Ferrari, por su parte, afronta una prueba importante. La Scuderia ha alternado carreras brillantes con fines de semana más grises. Leclerc y Hamilton necesitan confirmar que el coche rojo no depende sólo de ventanas muy concretas de funcionamiento. Si Ferrari vuelve a estar cerca en Bélgica, la pelea por la parte alta del campeonato ganará mucho interés. Red Bull también llega con presión. Verstappen siempre es una amenaza en Spa, pero el equipo necesita algo más que la inspiración de su piloto. Hadjar está aportando puntos importantes al primer equipo, y eso ayuda a sostener el proyecto, pero Bélgica será un examen real para saber si las últimas mejoras permiten mirar de nuevo hacia la victoria o sólo sirven para resistir. McLaren puede tener también una oportunidad. El equipo suele moverse bien en circuitos de alta eficiencia, aunque esta temporada le está faltando convertir presencia en golpes contundentes. Norris y Piastri necesitan un fin de semana fuerte para no quedarse en tierra de nadie entre los favoritos y la zona media. ¿Y el tiempo? La meteorología, como casi siempre en Spa, puede terminar de complicarlo todo. En Bélgica nunca conviene dar por seguro un Gran Premio en seco, ni una carrera lineal. Un cambio de condiciones puede ocultar problemas, exagerar virtudes o convertir una previsión técnica en papel mojado. Por eso Spa llega con tanta expectación. No sólo por la carrera, sino por lo que puede decirnos sobre esta Fórmula 1. Si los equipos consiguen mitigar el problema del despliegue eléctrico y los pilotos pueden pelear de forma creíble, el campeonato habrá ganado una batalla importante. Si, por el contrario, el circuito expone demasiado las debilidades de los nuevos coches, volverán las dudas. Spa siempre ha medido a la Fórmula 1 tras el verano. Este año, la examina en julio. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Com uma vitória sólida sobre o Marrocos e Mbappé cada vez mais perto do recorde histórico de gols de Messi, a França garante pela terceira vez seguida uma vaga na semifinal da Copa do Mundo. Vitória Barreto, especial para a RFI A França está em festa. Pela terceira vez consecutiva, os Bleus vão à semifinal da Copa do Mundo, desta vez contra a Espanha na terça-feira, 14 de julho, data da Queda da Bastilha, a mais importante data comemorativa da história francesa, quando a monarquia absolutista foi derrubada. A derrota do Marrocos na quinta-feira (10) confirmou o favoritismo de uma equipe que une o país. Torcedores vestidos com a icônica camisa estampada gritavam "Merci Mbappé", capitão da seleção, como a torcedora Maya, que, num bar no centro de Paris, exclamava seu orgulho pela equipe e seu poder de unir o país. "Acho que deveríamos estar unidos todos os dias, mas isso não é possível porque a política nos divide. Mas quem se importa? Mbappé está aqui e está dando um show para a gente", contou a torcedora, beijando a camisa do time. Nathan, amigo de Maya, disse que tinha medo de perder para os marroquinos, mas que ficou orgulhoso do time. "A defesa está perfeita, todos os jogadores têm uma mentalidade incrível, o ambiente no time é muito bom. Sinto que, pela primeira vez, os reservas estão tão em sintonia quanto os titulares." Até os marroquinos aceitaram a derrota e desejaram boa sorte aos Bleus, já que muitos jogadores do país africano também têm origem francesa. A torcedora Soumaya, de vermelho da cabeça aos pés, com um boné e uma camisa com a bandeira do Marrocos, contou que ficou decepcionada com o resultado, mas revelou seu apoio à seleção francesa. "Meu coração sempre será marroquino, mas hoje à noite o que importa é o jogo e o espírito esportivo. A França jogou melhor, então espero que chegue à final e ganhe a Copa do Mundo", disse a torcedora marroquina. Muitos especialistas têm comparado a popularidade e a união dos jogadores à antiga seleção brasileira, dos anos 1970 e de 2002, e não é à toa. Contra o Marrocos, Kylian Mbappé marcou seu oitavo gol no torneio, chegando a 20 gols na carreira em Copas do Mundo, apenas um atrás de Messi nessa marca histórica. Ousmane Dembélé ampliou o placar logo depois, fechando o 2 a 0 que garantiu à França a vaga na semifinal. O jornalista esportivo franco-português Nicolas Vilas atribui boa parte desse foco e organização a Didier Deschamps, campeão mundial como jogador em 98 e como técnico em 2018. "Esta é a última pra ele. Deve ter um caráter especial para ele e para os jogadores de saber que Didier Deschamps, lenda do futebol francês, disputa o último Campeonato do Mundo como selecionador e treinador. Isso contribui a um aspecto mais místico à volta dele” disse Vilas. "A mãe dele faleceu durante o campeonato mundial, teve de ausentar-se. Foi no último jogo da fase de grupos frente à Noruega. Pode ser que isso reforce ainda mais o espírito de grupo que existe na seleção francesa," acrescentou. O jornalista franco-português Eric Mendes explica que a saúde física da equipe tem sido um ponto-chave nas vitórias constantes do time. "Deschamps quis terminar em primeiro no grupo para não precisar trocar de hotel e manter o centro de treinamento. Isso foi muito importante, sobretudo com o calor forte nos Estados Unidos; o descanso físico pode ser um trunfo a mais para a França." Resta saber se os Bleus vão vencer no Dia da Bastilha, data que inspirou a ascensão de governos republicanos em todo o mundo. Se vencerem, a festa continua.
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Enquanto o campeonato brasileiro está em pausa por causa da Copa do Mundo, os clubes estão aproveitando essa intertemporada para fazer amistosos. Alguns jogos aconteceram neste fim de semana.
As meias-finais chegaram e, mais do que decidir quem vai à final, podem definir-se legados que ficam para a história.Neste episódio analisamos os dois grandes duelos, Espanha x França e Argentina x Inglaterra, e as narrativas únicas que cada seleção leva para estas meias-finais. Messi pode aproximar-se ainda mais de Maradona, Mbappé continua a escrever uma carreira histórica, Lamine Yamal pode conquistar um Mundial aos 19 anos e Bellingham sonha devolver a Inglaterra ao topo, seis décadas depois.Passamos a pente fino cada seleção, os pontos fortes, as possíveis chaves táticas e os jogadores que podem decidir os encontros. Fazemos ainda os nossos onzes combinados das duas partidas, discutimos a corrida à Bola de Ouro e explicamos porque estas meias-finais podem mudar completamente esse debate.No final, olhamos também para Portugal. O que esperar de Jorge Jesus? Será o treinador certo para iniciar um novo ciclo na Seleção Nacional? E que mudanças podem acontecer daqui para a frente?Na nossa aposta mais audaz prevemos que, quer a nível comunicacional, quer no relvado, JJ pode dar uma goleada a Roberto Martinez.Um episódio cheio de previsões, debates e histórias que prometem marcar este Campeonato do Mundo.
Y volvimos a ver un evento independiente gabacho con Produce. Bajo la curaduría de Jonathan Gresham, The Octopus. Buen evento para reseñar. NJPW inicia su camino al G1 Climax con dos Luchas titulares en un Road to. Shota Umino exponiendo el Campeonato de Plata de la IWGP. Suponga usted que ya tiene todo resuelto y que tiene ya todo el tiempo disponible. Bajo estas circuntancias ¿qué le gustaría estudiar o qué le gustaría aprender? NotiSquash y muchas Luchas de estilos contrastantes de Metal. La Lucha sigue junto con el gran Rock que es para siempre. #LRDR
Acompanhe hoje todas as informações do futebol amador; França enfrenta Marrocos na abertura das quartas de final da Copa do Mundo 2026; Testemunhas afirmam que Casares retirava cerca de R$ 100 mil em espécie do São Paulo por mês.
Rodada da série B tem duelo de exs. Daniel Paulista e Mozart fizeram jogos contra seus ex-clubes.
Portugal despediu-se do Campeonato do Mundo e este é, inevitavelmente, o episódio mais difícil da nossa edição especial.O sonho terminou frente à Espanha e procuramos perceber porquê. Entre opções táticas, decisões durante o jogo e uma identidade coletiva que nunca apareceu de forma consistente, analisamos tudo o que marcou a eliminação portuguesa.Falamos do impacto da saída por lesão de Nuno Mendes, da importância que Gonçalo Ramos poderia ter tido, das decisões de Roberto Martínez e da diferença entre uma seleção recheada de talento individual e outra que voltou a mostrar porque é uma das equipas mais fortes do mundo enquanto coletivo.Olhamos também para o percurso de Portugal neste Mundial, destacamos os jogadores que mais cresceram, aqueles que ficaram abaixo das expectativas e fazemos um balanço do legado de Roberto Martínez à frente da Seleção Nacional.Fechamos com um olhar para o que resta da competição, as nossas previsões para a reta final do Mundial e uma conclusão que este torneio voltou a reforçar: o talento continua a ser fundamental, mas sem uma ideia coletiva dificilmente chega para vencer.
Estamos viviendo uno de los mejores momentos de la vela infantil española. El Optimist vuelve a demostrar que es una cantera inagotable de talento. Ahí están la victoria de España en la competición por equipos del Campeonato del Mundo de Tánger, el brillante tercer puesto de María Antonia Peñalver en la clasificación individual, el reciente Campeonato de España por Autonomías conquistado por Baleares o la Copa de España de Aguas Interiores celebrada este fin de semana en Madrid con victoria de Elsa Laffarga. Son resultados que confirman que el trabajo de clubes, federaciones, entrenadores y familias está dando frutos y que el futuro de nuestra vela sigue estando asegurado. Pero precisamente porque hay que proteger ese futuro, conviene hacer una reflexión. El Optimist empieza a entrar en una peligrosa espiral de profesionalización. Para aspirar a estar entre los mejores ya no basta con entrenar bien en el club. Se multiplican las concentraciones, los stage internacionales, los entrenadores particulares, el material de última generación y los desplazamientos constantes. La factura económica crece hasta niveles que muchas familias ya no pueden asumir. La vela nunca ha sido un deporte barato, pero el Optimist corre el riesgo de convertirse en un deporte prohibitivo para quien aspire a competir al máximo nivel. Y aquí nadie puede mirar hacia otro lado. Este no es un fenómeno exclusivamente español; sucede en todo el mundo. Alrededor del Optimist se ha generado una industria que mueve mucho dinero y en la que algunos han encontrado un extraordinario filón. Es legítimo vivir de entrenar y formar regatistas, por supuesto, pero quizá hemos cruzado una línea que merece una profunda reflexión. Porque estamos hablando de niños y niñas de diez, once o doce años. Deben aprender a competir, a ganar y a perder, a trabajar en equipo y a superarse. Pero también deben seguir disfrutando del mar, de sus amigos y de navegar. Si el resultado empieza a pesar más que la ilusión, si el presupuesto familiar acaba siendo más importante que el talento, entonces habremos perdido de vista la verdadera esencia del Optimist. Y sería una lástima, porque pocas clases han hecho tanto por la vela como esta pequeña embarcación que, antes que campeones, debería seguir formando navegantes. SÍGUENOS Web: http://tripulante18.com Twitter: https://twitter.com/SolerAlberti https://twitter.com/18Tripulante Instragram: https://www.instagram.com/jaume.soler/?hl=es Facebook: https://bit.ly/3eB3dDP
Foi uma noite longa, intensa e daquelas que ninguém esquece. Portugal resistiu e mostrou que, para chegar longe num Campeonato do Mundo, também é preciso saber sofrer e dar a volta por cima.Neste episódio analisamos a vitória frente à Croácia e as decisões que marcaram o jogo. Destacamos um Diogo Costa absolutamente decisivo, a audácia de Roberto Martínez nas mexidas na equipa e o impacto de Gonçalo Ramos, que voltou a provar que está sempre preparado para responder quando Portugal precisa de um golo.Mas as atenções já estão viradas para Espanha! Mantínhamos a dupla Rúben Dias e Renato Veiga? Faz sentido mexer no meio-campo? Revelamos o onze que escolheríamos e a estratégia que pode levar Portugal à próxima fase.Também olhamos para os pontos fortes da seleção espanhola, a importância de travar a ligação entre Pedri, Dani Olmo, Cubarsí e Lamine Yamal e damos argumento fortes que nos levam a acreditar que o duelo entre Nuno Mendes e Yamal pode decidir a eliminatória.Ainda debatemos o papel de Cristiano Ronaldo, a consistência de Nelson Semedo e aquilo que falta para o meio-campo português mostrar todo o talento que tem.Estamos cada vez mais perto do sonho. A pergunta é só uma: confias?
Acompanhe hoje todas as informações do futebol amador; informações da Copa do Mundo 2026; Fortaleza enfrenta a Ponte Preta pelo Campeonato Brasileiro série B.
La Fórmula 1 no se detiene. Después de una carrera interesante en Austria, el campeonato llega esta semana a Silverstone, uno de esos circuitos que forman parte de la identidad misma del Mundial. Y, por si fuera poco, hay que analizar lo ocurrido en Grecia en el WRC, con un Ogier inmenso. Muchos temas para el segundo episodio de la semana del Podcast Técnica Fórmula 1. Silverstone, sin solución de continuidad. La cuna de la F1 vuelve a aparecer en el calendario en un momento especialmente atractivo: Mercedes viene de ganar, Red Bull ha dado señales de reacción, Ferrari necesita responder y McLaren tiene una oportunidad importante para volver a mirar más arriba. Y todo ello sin descanso: tendremos 4 carreras en 5 semanas, y esta es la segunda. Silverstone no es un circuito cualquiera. Sus curvas rápidas, sus cambios de apoyo y su exigencia aerodinámica obligan a los equipos a enseñar la calidad real de sus coches. No basta con tener buena tracción ni con defenderse en recta. Hace falta un monoplaza estable, eficiente, con confianza en curva rápida y capaz de sostener el neumático en una vuelta muy exigente. Secuencias como Maggotts, Becketts y Chapel siguen siendo uno de los grandes exámenes del calendario. No es casualidad que Lewis Hamilton, el piloto con más victorias en Silverstone, haya comparado la sensación de pilotar allí con estar en la cabina de un avión de combate. Las fuerzas laterales son altísimas, los cambios de dirección llegan a gran velocidad y el margen de error es muy pequeño. Gran Bretaña, una prueba reveladora. Austria dejó una sensación positiva: hubo adelantamientos más naturales, batallas apurando la frenada y menos protagonismo visible del clipping y el superclipping. Silverstone planteará otra pregunta. Si Spielberg permitió ver una Fórmula 1 más cercana a la que gusta al aficionado, el trazado británico dirá si esa mejoría puede sostenerse en un circuito de alta carga y velocidad sostenida. Mercedes llega con la moral reforzada tras la victoria de George Russell y el podio de Kimi Antonelli. El equipo alemán sigue siendo la referencia, pero la pelea interna entre sus pilotos y las dudas de fiabilidad han dejado grietas durante las últimas semanas. Silverstone, por sus características, debería ser un buen lugar para medir si el coche conserva una ventaja real en curva rápida o si sus rivales han reducido el margen. Red Bull también llega con más interés que en carreras anteriores. Max Verstappen terminó segundo en Austria y el equipo mostró señales de mejora con sus actualizaciones. No parece todavía el Red Bull dominante de otros años, pero sí un coche más cerca de competir por algo importante. En Silverstone, donde la aerodinámica pesa tanto, se verá mejor si esa reacción es sólida o sólo fue una buena adaptación a Spielberg. Ferrari y McLaren: muchas dudas. Ferrari, en cambio, necesita recomponerse. La victoria de Lewis Hamilton en Barcelona abrió expectativas que Austria enfrió con rapidez. El quinto puesto del británico y el octavo de Charles Leclerc dejaron la sensación de que la Scuderia sigue sin encontrar una regularidad clara. Silverstone será una prueba delicada: si Ferrari vuelve a estar lejos, Montmeló empezará a parecer más una excepción que un cambio de tendencia. McLaren también tiene mucho que decir. El equipo británico está sumando, pero necesita convertir su presencia constante en resultados más fuertes. En casa, y en un circuito donde la eficiencia aerodinámica puede jugar un papel decisivo, Norris y Piastri deberían aspirar a algo más que estar cerca. Silverstone puede ser una oportunidad, pero también una medida severa de sus límites actuales. Silverstone según Pirelli. Pirelli llevará la gama más dura, C1, C2 y C3, una elección lógica para un trazado que somete a los neumáticos a cargas laterales muy altas. La gestión de la degradación volverá a ser clave, especialmente si las temperaturas acompañan. Por otro lado, Silverstone no suele perdonar a los coches que no cuidan bien las gomas en curvas largas y rápidas. Ogier se lleva una de las pruebas más duras. Mientras la Fórmula 1 mira ya hacia Gran Bretaña, el Mundial de Rallies viene de una de sus pruebas más duras. El Rally Acrópolis volvió a hacer honor a su fama. Grecia no perdona, y esta edición recordó por qué se le considera uno de los grandes rompecoches del calendario: calor, piedras, polvo, pinchazos, averías y una exigencia constante sobre mecánicas y neumáticos. En ese escenario, Sébastien Ogier volvió a imponer su ley. El francés ganó el rally, se llevó el Súper Domingo y también la Power Stage. Hizo pleno en una prueba donde no gana necesariamente quien más corre, sino quien sabe combinar velocidad, paciencia y supervivencia. Ogier sigue siendo, cuando aparece, una referencia difícil de discutir. Thierry Neuville estuvo muy cerca de llevarse la victoria. Hyundai mostró una solvencia inesperada en Grecia y el belga tuvo el triunfo al alcance de la mano, pero un pinchazo en el penúltimo tramo cambió el desenlace. El Acrópolis tiene precisamente eso: puedes construir un rally enorme y perderlo todo en unos kilómetros. Solberg, Evans y Katsuta. La prueba dejó también accidentes y errores, como el de Oliver Solberg, cuya velocidad sigue siendo evidente pero cuya gestión en rallies tan duros continúa generando dudas. En Grecia, el talento no basta. Hay que saber levantar, cuidar y entender que terminar también es competir. Y, por otro lado, Grecia tampoco premia a quien abre pista… como fue el caso de Evans. Buena prueba, pero muy condicionada por su posición en el Campeonato. Katsuta, por su parte, este año está pletórico: hizo un gran Rally, sin errores y sin mala suerte, subiéndose al podio. Para Toyota, el resultado refuerza una posición ya muy sólida. En cualquier caso, hay algo claro: Ogier no necesita disputar todo el campeonato para condicionar la temporada. Cada vez que aparece, altera el equilibrio y obliga a sus rivales a elevar el nivel. Si mantiene este estado de forma, sus adversarios tienen motivos para preocuparse. Y es que, en Grecia, Ogier recordó que en los escenarios más duros sigue siendo el maestro. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
WESTERN STATES DE RÉCORDS + LAS ZAPATILLAS DE KILIAN JORNET + LAVAREDO ULTRA TRAIL + MARATHON MONT BLANC | FYE Podcast Este programa está patrocinado por NUTRINOVEX: Nueva linea geles Prolance: Tres fuentes de carbohidratos: maltodextrina, ciclodextrina (Cluster Dextrin®) y fructosa. Ratio 1:0,8 orientado a altas tasas de oxidación. Geles Nutrinovex Prolance 30: https://findyoureverest.es/products/gel-energetico-nutrinovex-prolance-30-manzana-verde Geles Nutrinovex Prolance 60: https://findyoureverest.es/products/gel-energetico-nutrinovex-prolance-60-frutos-del-bosque ️ En este episodio del Find Your Everest Podcast hablamos de: Comentamos el doble récord de la Western States y el misterio del material secreto de Kilian. Repasamos los resultados de la Marathon du Mont Blanc, con las victorias de Rémi Bonnet y Tove Alexandersson. Analizamos las victorias de esta edición de Lavaredo Ultra Traily la experiencia de Javi en el 80K. Comentamos los resultados del Campeonato de España de CxM en línea celebrado este fin de semana en Asturias, con la participación de nuestros FYE Athletes: Ana Granda (2ª de España) y Bruno Argüelles (5º). Hablamos sobre la previa Val d'Aran SECCIÓN DE MATERIAL TRAIL RUNNING NNORMAL Mochila Modular Trail: https://findyoureverest.es/products/mochila-chaleco-nnormal-modular-trail-black Cinturón Trail Run: https://findyoureverest.es/products/cinturon-nnormal-trail-run-black Carcaj: https://findyoureverest.es/products/carcaj-portabastones-nnormal ASICS Fuji Lite 7: https://findyoureverest.es/products/zapatillas-asics-fuji-lite-7-rose-dust-sun-coral SAUCONY Endorhpin Elite 3: https://findyoureverest.es/products/zapatillas-saucony-endorphin-elite-3-white-multi RUMM Marca española de textil para running y trail running: https://findyoureverest.es/collections/rumm DICCIONARIO FYE: En esta edición hablamos de tres suplementos que nos pueden ayudar bastante en nuestros entrenamientos y carreras: los anticalambres (o no cramp), los nitratos y la cereza ácida (o tart Cherry).
O GP da Inglaterra em Silverstone chega com clima de decisão na Fórmula 1. Em uma das pistas mais rápidas, tradicionais e exigentes do calendário, o fim de semana pode ser fundamental para entender quem realmente tem força na briga pelo campeonato. Neste vídeo, analisamos as principais expectativas para Silverstone: o momento da Mercedes, a pressão sobre George Russell, a liderança de Kimi Antonelli, o fator Lewis Hamilton correndo em casa e o que Ferrari, McLaren e Red Bull precisam mostrar em um fim de semana com formato Sprint.
Portugal cumpriu o primeiro objetivo e garantiu a passagem à próxima fase, mas a exibição frente à Colômbia deixou muitas questões no ar. Neste episódio, analisamos o que correu menos bem, os sinais positivos e aquilo que a seleção precisa de melhorar para continuar a sonhar.Falamos da estratégia de Roberto Martínez, das decisões ao longo do encontro e do debate que se instalou em torno da forma como Portugal tem gerido os jogos. Destacamos as exibições de Diogo Costa e Renato Veiga, e apelamos à titularidade de João Neves. Também debatemos se esta equipa está, de facto, a mostrar o nível que o seu talento permite.Com a Croácia no horizonte, fazemos uma antevisão completa do próximo grande teste da seleção neste Campeonato do Mundo. O coletivo croata frente à individualidade portuguesa, as alterações que poderão fazer sentido no onze e a forma como Portugal terá de controlar o ritmo do jogo para seguir em frente.Ainda tivemos tempo para uma dinâmica de verdadeiro ou falso com algumas das afirmações mais polémicas sobre a seleção e para olhar para o caminho que Portugal poderá ter pela frente caso vença a Croácia.O Mundial entra agora na fase em que cada detalhe faz a diferença.
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! El sábado 4 de julio, comenzará el nuevo torneo del rugby internacional: el Campeonato de Naciones, dará formato competitivo a los Test de verano y otoño. Con Urbano Nuviala y Javier Señarís, by https://www.divertisenvivo.com/seis-naciones/ y https://www.gulagalega.com/estilo-de-cerveza-artesana/1821-sinduena-drop-w-hablemos-de-rugby-lata-44-cl.htmlEscucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Hablemos de Rugby. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/644699
George Russell dominou o GP da Áustria de F1 e conquistou sua segunda vitória em 2026, neste domingo (28), no Red Bull Ring. O britânico largou da pole-position, manteve o controle da corrida mesmo após as paradas nos boxes e cruzou a linha de chegada à frente de Max Verstappen, que ficou em segundo pela Red Bull. Kimi Antonelli completou o pódio para a Mercedes depois de uma parte final muito forte, chegando colado em Verstappen, mas sem conseguir a ultrapassagem. Oscar Piastri terminou em quarto com a McLaren, enquanto Lewis Hamilton foi o quinto em uma prova difícil para a Ferrari, que viu Charles Leclerc cair para oitavo após perder rendimento e sofrer dano na asa dianteira. Gabriel Bortoleto ficou perto da zona de pontuação, mas terminou em 11º pela Audi, logo à frente de Nico Hülkenberg. Com o resultado, Russell voltou à segunda posição no campeonato, enquanto a F1 agora segue para Silverstone, entre os dias 3 e 5 de julho.
Hat trick de Dembelé que fue el jugador del partido en una Francia más coral
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Presume el Gobierno de la CDMX inversión histórica en el MetroEdomex recibe a deportistas sordos de todo el paísPapa León XIV crítica que es más fácil financiar guerras que acabar con el hambreMás información en nuestro podcast#grc
Venâncio Mondlane foi eleito presidente do ANAMOLA com maioria expressiva, reforçando o peso de um partido que quer afirmar-se como alternativa de poder num país marcado por tensões e mudanças. Cabo Verde continua a surpreender no Campeonato do Mundo, somando um segundo empate, desta vez frente ao Uruguai.
SEMOVI activa operativo por juego Uzbekistán-Colombia Refuerzan prevención en Veracruz ante lluvias y ciclonesBruselas limitaría redes sociales a menores de edadMás información en nuestro Podcast#grc
Uno de cada tres adultos mayores en México sufre algún tipo de violencia: OPS Embarcaciones con petróleo, ya comenzaron a salir del estrecho de Ormuz: Trump Después de seis décadas de su último campeonato, Inglaterra buscará e volver a levantar la copa Más información en nuestro podcast#grc
Cabo Verde estreia-se no Campeonato do Mundo de futebol em jogo frente à Espanha. Neste dia histórico para o arquipélago acompanhamos as emoções do primeiro jogo dos Tubarões Azuis.
Donald Trump suspende los bombardeos en Oriente Medio y anuncia un posible acuerdo con Irán, lo que provoca una bajada del precio del petróleo. El Papa León XIV, en su visita a España, lanza un potente mensaje sobre la inmigración desde Gran Canaria. Se tasa en más de 1,3 millones de euros el valor de las joyas de Zapatero, y el Congreso da el primer paso para blindar la ley de eutanasia. En el ámbito deportivo, comienza el Mundial con la victoria de México, y el Real Madrid hace oficial el fichaje de Mourinho. El programa destaca la inspiradora historia de Hugo, un joven gimnasta rítmico que, a pesar del acoso, persevera y participa en el Campeonato de España. También se presenta el invento de un ingeniero extremeño: un sistema de luces y bocina que mejora la seguridad de las sillas de ruedas. Finalmente, se exploran casos de encuentros con extraterrestres en España, como el de Prospera Muñoz y el incidente de Gáldar, junto al misterio paranormal de la Facultad de Derecho de ...
España firmó un Campeonato de Europa Off‑Road 2026 sobresaliente, consolidándose como una de las grandes potencias del continente. El oro histórico de Jan Torrella y la plata de María La Chica marcaron el punto culminante de un campeonato en el que también brillaron el bronce sub‑20 de Sofía Rubio y una actuación coral que permitió sumar nueve medallas en total, tres individuales y seis por equipos. El equipo femenino absoluto rozó el oro en una batalla decidida por detalles, llevándose una plata que sabe a triunfo, mientras que el conjunto masculino logró un valioso bronce en un recorrido técnico y exigente en Kamnik. Más allá del Up&Down, España mostró profundidad y talento en todas las categorías: el equipo femenino sub‑20 añadió otra plata, el masculino absoluto volvió al podio y la regularidad del grupo dejó 15 puestos de finalista, confirmando que el proyecto #EspañaAtletismo vive uno de sus momentos más sólidos. Un campeonato notable, competitivo y con nombres propios que analizamos a fondo en Sweet Home Alabama junto a Albert Torrent.
Organizaciones civiles cuestionan costos de la justa mundialista Recicla electrónicos en TezozómocEE.UU. vuelve atacar a IránMás información en nuestro Podcast#grc
La Fórmula 1 llega esta semana al Circuit de Barcelona-Catalunya, uno de los trazados más conocidos por equipos y pilotos y, al mismo tiempo, uno de los más útiles para medir el rendimiento real de un monoplaza. Después del Gran Premio de Mónaco, tan particular y condicionado por la posición en pista, Montmeló ofrece un escenario mucho más representativo. Y en el Podcast Técnica Fórmula 1 estamos deseando que llegue ese momento. Una pista muy completa. El circuito catalán tiene 4,657 kilómetros y 14 curvas, muchas de ellas de alta velocidad. Es una pista completa, con rectas, curvas rápidas, zonas de tracción, exigencia aerodinámica y una degradación de neumáticos muy marcada. Por eso, durante años ha sido una referencia para entender qué coches funcionan bien de verdad y cuáles esconden sus problemas según el tipo de trazado. En 2026 esa lectura será todavía más interesante. Los nuevos monoplazas ya rodaron en Barcelona durante los test de pretemporada de enero, por lo que los equipos llegan con una primera base de datos. Ahora, seis meses después, el Gran Premio servirá para comprobar cuánto han evolucionado los coches y qué equipos han entendido mejor la nueva reglamentación. Pirelli pone el interés. Pirelli ha elegido para este fin de semana los compuestos C2, C3 y C4, una selección más blanda de lo habitual para Barcelona. El objetivo es fomentar un mayor número de paradas y dar más protagonismo estratégico al neumático duro. En un circuito donde la degradación es principalmente térmica y el eje delantero suele ser el factor limitante, esta elección puede abrir una carrera más variada. El asfalto, además, sigue siendo abrasivo, y el cambio de fecha puede traer temperaturas de pista más altas que en ediciones anteriores. Todo ello aumenta la exigencia sobre los neumáticos, especialmente en curvas como la 3 y las dos últimas, remodeladas en 2023 para hacer más fluida la entrada a la recta principal. El lado izquierdo de los neumáticos será el más castigado por las numerosas curvas a derechas. Por otra parte, si miramos desde el punto de vista técnico, Barcelona obliga a encontrar un equilibrio muy fino. No basta con tener carga aerodinámica: también hace falta eficiencia, estabilidad en curva rápida y capacidad para cuidar los neumáticos durante tandas largas. A diferencia de Mónaco, aquí la velocidad punta vuelve a importar, pero sin que los equipos puedan permitirse descargar demasiado el coche. Una vieja tradición. La cita llega también en un momento importante para el desarrollo. Tradicionalmente, Barcelona ha sido uno de los fines de semana en los que los equipos introducen evoluciones relevantes. Este año, esas mejoras pueden afectar incluso a elementos relacionados con las llantas y la gestión térmica, un aspecto cada vez más importante por su influencia en el intercambio de calor entre el asfalto, los neumáticos y los frenos. El Gran Premio de España alcanza su 56.ª edición dentro del Campeonato del Mundo de Fórmula 1. La prueba ha pasado por Pedralbes, Montjuïc, Jarama, Jerez y Barcelona, que ha acogido ya la mayor parte de su historia reciente. En el palmarés, Michael Schumacher y Lewis Hamilton siguen empatados con seis victorias, mientras Ferrari continúa como el constructor más laureado. Pero más allá de la historia, este Barcelona-Cataluña 2026 interesa por lo que puede revelar: tras un Mónaco donde el piloto, la confianza y la posición en pista tuvieron un peso enorme, Montmeló vuelve a poner sobre la mesa la pregunta esencial: qué coche es realmente más completo. Aquí no bastará con una buena clasificación ni con sobrevivir a una carrera caótica. Barcelona exige ritmo, equilibrio, degradación controlada y capacidad de adaptación. Por eso, más que una carrera de casa, será uno de los primeros grandes exámenes técnicos de la temporada. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
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