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00:00 Min. - 04:52 Min.: Begrüßung und Update ab 4:57 Min. Geschichten von Margarida Liebe Hörerherzchen, heute gibt es gleich 3 Geschichten von einmal - von Margarida Steinwacht. Unter diesem fabelhaften Namen hat Hörerherzchen Margarida (liebe Grüße an dich und deine Frau) bereits zwei Bücher geschrieben und sich nunmehr auch an Gruselgeschichten versucht. Das Ergebnis hat sie mir freundlicherweise zur Verfügung gestellt und ich hatte wirklich große Freude beim Vertonen. Ganz herzlichen Dank für deine tollen Einsendungen, Margarida! Es war mir eine Freude und euch allen wünsche ich viel Freude beim Hören! Bitte macht außerdem gern weiter mit euren Einsendungen :-D Wenn ihr mir eure Geschichten für den Podcast schicken mögt, damit ich sie vertone, immer her damit: kontakt@pia-liest.de Geräusche von freesound.org Musik von Myuu https://www.youtube.com/user/myuuji Veröffentlichungen mit meiner Stimme, die im Mai erschienen sind: - No Place Left To Hide von Megan Lally, erschienen bei Audio Verlag München (avm) - Coach - Gegen alle Regeln von Devney Perry, erschienen bei Saga Egmont, gelesen gemeinsam mit Frederick Böhle - A Painter's Touch von Rebekka Weiler, erschienen bei Lübbe Audio, gelesen gemeinsam mit Markus J. Bachmann - Das kleine böse Buch 5 von Magnus Myst, gesprochen zusammen mit Magnus Myst, Julian Greis, Ralf Kiwit und Arndt Schmöle - Im Morgengrauen (Art Meyer-Serie 4) von Marc Raabe, gesprochen zusammen mit Peter Lontzek Wenn ihr mich unterstützen möchtet, schreibt mir doch gerne eine (möglichst nette :D ) Bewertung bei itunes bzw. Apple Podcast oder bewertet den Podcast bei Spotify oder im Podcastplayer eurer Wahl. Auch Weiterempfehlungen an Freunde, Bekannte und Verwandte helfen sehr. Je mehr Hörerherzchen, desto besser! Und wenn ihr mich monetär unterstützen möchtet, könnt ihr mir einen Betrag eurer Wahl an danke@pia-liest.de schicken. Auch darüber freue ich mich sehr. Ein dickes Danke an der Stelle an Kristina, Thorsten und Gordon für die Unterstützung im vergangenen Monat.
Tudo o que disser aqui pode ser usado contra si. E não é assim, e cada vez mais, em toda a parte? Parece que temos alguma coisa contra a vida. Por princípio, e contrariamente ao que se diz. Só isso explica a falta de ar, a falta de vidas absurdas. No seu estado de demência mais benigna, percebe-se como o mundo cedeu a uma imensa nostalgia do passado. Ninguém saberia, contudo, situá-lo. Na verdade, são doenças da nossa falta de memória. Os delírios de uns débeis. Mas vez por outra lá se cruza connosco um desses seres descarrilados, vendendo beijos com sabor a cerveja, contrariando a ideia de que tudo só se passa muito longe, no cu do mundo. Ainda antes de isso ser tido como um acto político, era vista com o batom a transbordar sempre um pouco dos lábios. O desastre torna-se sugestivo a partir de certa altura, e há quem se apegue a ele, desenvolva por esses sinais uma estima imensa. A realidade, no fundo, interessa-nos muito pouco. Só a partir do momento em que alguém se dispõe a recuperar velhas cassetes, as gravações soluçantes, ficando buracos que é preciso compensar. Uma canção que toca ao longe e que quase se deixa reconhecer, e também a partir de frases cortadas uma linguagem que nos parece desconhecida, feita de réplicas oferecidas em lugares esquecidos. É preferível quando alguém só conhece uma versão parcial, e faz dela o seu todo. Não se põe a investigar todas as circunstâncias, porque a partir de certa altura a enxurrada dos acontecimentos devasta qualquer possibilidade de segurar uma narrativa mais firme. «Não ser amada é um acto de terror», disse ela. Só ter para mostrar a quem a visita naquele quartinho infecto «um coração cheio de moscas negras». E, nas paredes, balouçando, «um alfabeto de más experiências.» É o de sempre: histórias gaguejantes, overdoses, comprimidos para dormir, os bibelôs para compor uma solidão de deserto, e a clara sensação de que tudo caminha para o seu fim. São as impressões o que respira no meio dos relatos. Todos sabemos secretamente que as histórias estão mortas há muito. Hoje, só nos sonhos não nos sentimos ali despejados, desfeitos. Só nos sonhos, as impossibilidades não se apresentam como impossibilidades. Michael Marder diz-nos que após a segunda morte de Deus, convencionalmente chamada secularização, o vazadouro global incita à expiação do ser através da massa em energia, potencialidade pura, inflamável e explosiva. «A existência é tolerada desde que nada permaneça quieto, os seres não se detenham no interior dos seus limites próprios e o próprio ser acelere a caminho do nada.» Por isso prefiro ler como quem tem a sensação de ouvir alguém perdido num transe, como Sara Stridsberg a recolher os sinais da passagem de Valerie Solanas por este mundo. Falar-nos daquele quarto do Hotel Bristol, em abril de 1988, daquela cama que «é um deserto em chamas de tudo o que não fizeste e de tudo o que fizeste mal, profunda como dez mil braças de água de oceanos de tudo o que esqueceste e de todas as vezes que te esqueceste de dizer adeus.» Morreu ali, aos 52 anos, como uma personagem de quem se dizia que não tinha os parafusos todos. Mais um nome a juntar a uma lista, que poderia seguir assim: Valerie. Marilyn. Roslyn. Ulrike. Sylvia. Há tantos narradores empenhados em chegar ao fundo da verdade, apenas para descobrirem que à medida que se aproximam as frases se tornam vazias, tomadas de uma irresolução, de uma fundamental inépcia retórica. Por isso, as histórias são só uma força de atiçar, manter a tensão, para levar as pessoas a confiarem naquilo que já viveram e sabem. Assim sendo, que importa que o narrador exagere ou minta? Que importa saber quem é o narrador? Cada um está entregue ao que viveu já e a partir disso está disposto a imaginar. «A tua memória é um passador», diz uma delas. Todos se esfalfam por abordar um material genuíno, mas acaba por valer mais essa voz capaz de demorar-se até ficar com os pensamentos encardidos, a roupa suja, revelar as suas sujas intenções, a sua baixeza. No fundo, para que alguma coisa sobreviva a este mundo precisa ser arrancada às suas circunstâncias, aquilo que fica na memória dos que registam apenas os contornos mais frios, essa cultura geral da indiferença. Solanas ficou conhecida apenas como mais outra histérica, a feminista radical que, nos anos sessenta, disparou três tiros sobre Andy Warhol, depois de ter participado num dos seus filmes. Os dois primeiros tiros falharam o alvo, mas o terceiro perfurou-lhe o esófago, o estômago, o baço, o fígado e os pulmões. Um ano após o atentado, que a levou a ser internada com um diagnóstico de esquizofrenia, Warhol posou para uma fotografia com a camisa arregaçada, exibindo as marcas das cirurgias. Aquelas cicatrizes deram-lhe a gravidade que lhe permitiam afastar-se da figura de um patético cadáver disponível a tudo para somar mais uns minutos. Havia ali um certo triunfo, uma dimensão insinuante e provocatória. «Vemos Warhol a assimilar o facto da sua própria morte, a processá-lo com a mesma ligeireza inquisitiva e penetrante que animava o resto da sua obra. Se Solanas está presente na fotografia, é apenas sob a forma de um ponto de interrogação, objecto do olhar perplexo de Warhol», registou um artigo numa revista middlebrow, como eles dizem. «Ele tinha controlo excessivo sobre a minha vida», terá dito Solanas ao polícia a quem se entregou, como explicação para o ataque. Se não morreu dos ferimentos provocados pelos disparos, as cirurgias subsequentes a que Warhol foi submetido levaram a passar demasiado tempo na companhia dos moribundos, e era essa vulnerabilidade excessiva que instigou o terror que acabaria por matá-lo, tendo mais tarde recusado procurar tratamento para uma infecção na vesícula biliar até já não haver nada a fazer. Hoje, nada senão esse fetiche dos factos sustenta as maiores ficções, que permitem a alguns estar muito confiantes dos seus esforços para esclarecer a época, e tantas vezes esquecem-se como a condenação deste tempo é a forma como leva «todos os seres a verem-se confundidos nos amontoados caóticos dos refugos, esmagando e sendo esmagados, sobrepondo-se e arrasando-se uns aos outros» (Marder). O jornalismo não pode dizer-nos muito pois não está em condições de ir até ao fundo, e o fundo são as nossas próprias vidas. Solanas tinha escrito um manifesto para a sua «associação para esquartejar os homens» (SCUM, Society for Cutting Up Men). Quando ela foi internada no hospital psiquiátrico, dois tipos que a conheciam encheram-se de dinheiro com uma edição do manifesto. Dez anos depois, quando foi ela a publicá-lo já ninguém estava interessado. Ficou célebre o arranque: «A vida nesta sociedade é, na melhor das hipóteses, tremendamente enfadonha, e nenhum dos seus aspectos é minimamente relevante para as mulheres. Às mulheres civilizadas, responsáveis, que procuram o estímulo, resta apenas a possibilidade de derrubar o governo, eliminar o sistema económico, implantar a automatização integral e aniquilar o sexo masculino. Temos agora possibilidades técnicas de nos reproduzirmos sem o contributo dos homens e de produzir apenas mulheres. Temos de começar imediatamente a pôr isto em prática. Imediatamente. Conservar os homens não tem sequer o mais duvidoso sentido no plano biológico. Os homens são um desastre biológico: o cromossoma Y é um cromossoma X incompleto, ou seja, um gene com uma composição deficiente de cromossomas. Por outras palavras, o homem é uma mulher incompleta, um fracasso ambulante, falhado logo no estádio do gene. Ser homem é ser uma falha, é ser emocionalmente limitado. A masculinidade é uma deficiência, e os homens são aleijados emocionais. (…) contudo, os homens que são racionais não irão protestar e espernear, nem fazer um alarido patético, vão simplesmente deixar-se ficar sentados, calmamente, desfrutar o espectáculo e cavalgar as ondas até soçobrarem.» Naturalmente, este espectáculo não encherá a plateia do Tivoli. Neste episódio fomos levados pela Margarida Davim a pensar o que pode ser ainda um jornalismo capaz de definir por si mesmo um horizonte muito além dos enredos de conveniência, capaz de nos oferecer alguma coisa além desse chá para os submissos. Fomos postos a par do turbulento e incerto percurso em que está lançada essa balsa daqueles poucos que conseguiram resgatar a Visão, num dos episódios mais conturbados e que melhor ilustram os bastidores daquele que em tempos se tinha como o quarto poder e que hoje anda por aí lançado aos caídos, devendo o melhor de si à obstinação de uns quantos que talvez resista mais à base do desespero do que um resto de utopia requentada.
This week Leni invited 4 of her friends (Bautista, Margarida, Jaakko, and Janneke) and together they compare differences in cultures, give tips to future exchange students and rant about Norwegian weather. They reflect on the last semester and get nostalgic while talking about highlights and lowlights. Producer: Andrea Hagen Chief Editor: Vilde Havn
This episode features Margarida's interview with Evgenia who studies the connection between neurodegeneration and neurogenesis
Neste episódio do Café Empreendedor contamos com a participação da Deise Bastos, empreendedora e mãe. Além de conhecer a história empreendedora da Margarida Colorida Rouparia, negócio que surgiu da busca por uma nova rotina após a maternidade, discutimos sobre os desafios de gerenciar uma empresa de varejo de vestuário infantil e a busca entre conciliar filhos e carreira. Se você é mãe (ou quer ser!) e está a frente de um negócio (ou querendo criar um!), este episódio é para você! ☕ Café Empreendedor, seu Podcast de negócios! Patrocínio: Marketing do seu negócio é com a @agenciaarkona Gerencie melhor com a @vgresultados Leia com o @leiturasdenegocios O Cafe é produzido pela @agenciaarkona e gravado pelo Fábrica de PodCast
Com Joana Azevedo e Diogo Beja
Margarida Barreto has spent over 20 years moving through every layer of design fashion, illustration, branding, UX, and now AI-integrated creative direction. In this episode, she brings a practitioner's clarity to one of the most misunderstood shifts in the design profession: AI hasn't removed the designer's job. It has relocated the most important part of it.She draws a clean line between how AI accelerates visualization, research, iteration, mockups, and what it cannot replace: the judgment of what deserves to exist, why a brand matters, and what a client actually needs beneath what they say they want. For Margarida, the time AI frees up doesn't disappear. It moves into deeper thinking, more considered client relationships, and the kind of creative decisions machines can analyze but never feel.Margarida admits she was fooled by an AI-generated video of a dancing parrot. Not a cautionary tale about technology, but an honest reckoning: even experts operate with blind spots, and transparency about that is what actually builds trust. She closes with a quiet provocation that as AI saturates our feeds with content that looks alike and means nothing, the things that will hold the most value are the ones that can still answer the question: why does this exist?Key Themes: Human judgment in AI workflows.Design process evolution.Trust and transparency in AI-generated contentCreator burnout and tool overwhelm IP and terms of service literacy The future of meaningful creative workKey Takeaways:AI accelerates visualization but not judgment — the designer's role is shifting from operator to decision-makerTool overwhelm is real; use aggregator platforms and master a few tools deeply rather than chasing every releaseNever delegate branding or logo work fully to AI — use it for brainstorming and mood-boarding, not final executionTransparency about AI use should come at the beginning of content, not buried at the endReading terms and conditions matters use AI itself to summarize them and flag IP red flagsWhat becomes rare and therefore valuable: human interaction, intentional stories, and work that can answer why
Bem vindos a mais um episódio do de Olhos Bem Abertos! Neste episódio, a Margarida e a Correia voltam ao programa para falar um pouco dos seus géneros de cinematografia e filmes favoritos.Novos episódios às quartas-feiras, às 15h.
Em cada dia, Luís Caetano propõe um poema na voz de quem o escreveu.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio a Maria, a Marta, a Margarida e a Bea (com “e”) falam sobre os nomes mais portugueses que existem. Entre alcunhas, apelidos e caracóis este episódio traz-vos algumas ideias para nomes de futuros filhos (ou não).
O meu demónio quer saber onde está o divã. Quer deitar-se nele e dar início ao disparate que tivemos de interromper da última vez. De qualquer modo ficamos sempre a meio. É impossível chegar a algum lado com estes rodeios delirantes em que nos pomos a escavar tudo o que há. Já se esqueceu de como se pôs a escarafunchar aquele pedaço de mobília, a imitação de couro, e agora estamos aqui os dois e temos de nos encarar. Há zonas do tecto que já denotam o abuso das infiltrações. É difícil um tipo abstrair-se sem sentir que os pensamentos o vão empurrando para aquela sensação de fractura, de que algo no interior parece ameaçado, está a ruir. Antes de conseguirmos interpretar fosse o que fosse, eram ruídos, só depois, e por facilidade, começaram a distinguir-se, a parecer-se com vozes. A trama começa sempre como algo inconsequente, um detalhe para o qual nos chama a atenção, adora estender um fio, agarra-se seja ao que for, e amarra o mundo entre coincidências. É cansativo ligar tudo, inventar sempre um propósito. Como se o acaso se esquecesse de nos pôr a mão, aliviar o peso, lembrar-nos que o mais importante é muitas vezes não dar tanta importância a certas coisas. É assim que tudo começa a parecer errado, a exagerar os motivos, os padrões, tudo se torna tão insistente. Parece que somos presas da nossa atenção espavorida. Tudo se articula por meio de vertigens, e de súbito há demasiadas rimas, não conseguimos deixar de sentir que o que antes parecia mudo, indiferente, agora se encheu de uma eloquência bastante dramática, e é preciso fazer alguma coisa, a realidade parece tomada de um frémito, encadeia tudo e atira-nos com uma série de imperativos. Há uma urgência devastadora que se lança sobre nós como uma febre, e parece que o destino geral do mundo pode depender do nosso êxito ou fracasso. Quem diria que ter tanta certeza pudesse ser ainda mais nauseante do que sentir-se completamente perdido. Pior que ficar sem chão pode ser a sensação de que o céu faz sentir todo seu peso nos nossos ombros. Talvez tenhamos chegado a isto numa inversão súbita desse sentimento prolongado de inadequação. De tanto nos sentirmos incapazes, revoltantemente impotentes, talvez se tenha operado em nós esse inesperado desenvolvimento que passa por livrar-se da dúvida, ser-se incapaz da relativização, de uma perspectiva parcial, limitada, como se só pudéssemos lidar em termos absolutos. Seria como imaginar-se um deus, um deles, esses que só podem estar loucos, uma vez que o excesso de realidade consegue ser a pior forma de demência. Como se esta tivesse encontrado um meio de infiltrar-se na nossa interioridade. Queixamo-nos tanto da sensação de vazio, mas raras vezes imaginámos como o contrário poderia tornar-se tão mais avassalador. Quando se inventaram os deuses talvez tenha sido para isto, para libertar espaço, para aliviar algum do peso. O mundo, o que lhe acontece, é lá com eles. Assim também podíamos virar-nos para os nossos demónios, negociar umas tréguas com as nossas fraquezas. Mas na humanidade começou essa conversa das grandes proezas, das disciplinas férreas, do génio, da superação dos limites. Que grande porra. Essas pérfidas religiões da eficácia, do progresso. Muito em breve parecia que o grande projecto seria exponenciar os elementos por um efeito de aceleração constante. Tiveram uma intuição danada os revolucionários franceses quando se puseram a disparar contra os relógios nos espaços públicos. Afinal, o que é um relógio? “Uma forma de parcelar a existência em fragmentos definidos e actividades regulamentadas. Um adorno com funções policiais”, responde Vivian Abenshushan, num dos ensaios do seu Escritos para Desocupados (ed. Cutelo), aquele texto em que parece intuir que a grande doença do nosso tempo vem do elemento central de dominação a que estamos submetidos: “Notas sobre os doentes da velocidade”, eis o título. Porque o tempo lido enquanto urgência, faz com que o tice o tac sejam sentidos como esporas dos dois lados, alguém, algo a apertar connosco, a inquietar-nos, e nós, começamos a sentir-nos em falta, a viver atrasados, arrastando-nos para preencher a projecção, como se uma sombra nos precedesse, assombrados já não pelo que temos atrás de nós, mas por previsões, expectativas, como se fôssemos precedidos sempre por uma promessa a que fomos coagidos. “De um processo da natureza, o relógio converte o tempo numa mercadoria que se pode medir, comprar e vender, como tecidos ou sabonetes” (George Woodcock). Hoje, e contrariamente ao que pensa, só os preguiçosos ainda revelam algum carácter, pois esses seres obstinadamente lentos são aqueles que se mostram capazes de se desenvencilhar dessas caricaturas esfaimadas que a civilização lança em cima de cada um de nós, cobrindo-nos de promessas de triunfo. Os preguiçosos, no entanto, preferem pequenas doses de eternidade, e desenvolvem as suas estratégias para se furtar aos apelos dessa máquina central, desse regime de sincronização em que deixa de ser necessário delimitar zonas carcerárias, bastando uma eficácia do cronómetro, uma exigência absoluta de pontualidade, para que cada um se sinta consumido pela angústia da velocidade, por essa constante recriminação que nos leva a abdicarmos do tempo próprio, daquele tempo de que precisamos para coincidirmos com nós mesmos, para estarmos afinados, sensíveis, disponíveis, atentos, o tempo que nos permite atingir um estado de soberania, e não esse tempo de arrasto, em que somos atirados de umas coisas para as outras, sempre contrariados, a ponto de sentirmos que a nossa vida se descreve como um frete interminável, um imenso castigo. Muitos sentimos que somos habitantes de um tempo demasiado lento para aquilo em que este mundo se tornou. Em vez de qualquer medida de gozo, prazer, desse juízo sobre a felicidade que estava na base das obras dos grandes moralistas de outras épocas, fizeram de nós gestores do nosso próprio cansaço. Somos os capatazes desse escravo, desse cavalo de Turim, que chicoteamos garantindo a sua miséria e a nossa. O corpo é uma imensa chaga, e acaba por desenvolver as drogas necessárias ao derrube deste ânimo doentio, o de seres conduzidos a uma tal miséria que se fustigam a si mesmos. Assim, este corpo que precisa de repouso, acaba por desenvolver aflições de tal ordem que nos levam a um esgotamento. “Através do esgotamento, o tempo biológico tenta impor um compasso distinto ao homem do tempo frenético”, escreve Abenshushan. Infelizmente, quando somos levados a essa ruptura, muitas vezes é tarde demais… “O burnout é um alarme que toca fora de tempo, quando o corredor perdeu o fundo e se tornou num estranho para si mesmo. O que vem depois mais parece um travão inútil, um travão depois da catástrofe. Ansiolíticos para ‘ralentar' um corpo inerte.” Durante demasiado tempo impôs-se a libertação sexual como uma espécie de utopia, mas foram esquecendo que um dos grandes prazeres é a forma como os corpos desfalecem para se abandonar a um sono desordenado, um sono que não é efeito do cansaço, mas da libertação de si. Num tempo em que estamos devastados por um quotidiano em que o tempo não nos pertence, em que a angústia que sentimos vem de não conseguirmos ver um fim à vista para esse horizonte de tarefas por cumprir, percebemos que estamos atravessados de uma renúncia radical à vida, um esquecimento do ser. Assim, Abenshushan fala do burnout como o “prelúdio da morte do espírito, o elevado preço pago pelos soldados do dever, fustigados por um relógio tirânico”. É preciso pensar uma desordem de grandes proporções. Que os números se exprimam contra este esvaimento, esta forma de se ser arrastado, num corpo enfermiço, sem vigor. Devemos assumir um culto pela cama, “o encantamento da posição horizontal, a sabedoria da quietude”. Uma capacidade de se recusar por razão nenhuma, sem dar justificações a seja que entidade for. Ninguém precisa de ser convencido de que há algo de seriamente errado na forma como levamos as nossas vidas, como o tempo parece encolher de forma pavorosa, e a humanidade inteira se queixa de que o dia não lhe chega, que o ritmo que nos é imposto por essa realidade dominada pelo ímpeto da máquina digital nos atira para fora de qualquer relação com um tempo acolhedor. “Agora, tal como há cem anos, a dinâmica da aceleração continua a exilar o homem de si mesmo, e até da própria velocidade. (…) A velocidade celebrada pelos futuristas parece-nos hoje menos sedutora, talvez porque deixou de ser um meio ao nosso serviço para nos converter nos seus lacaios. (…) Um fascismo da instantaneidade. Foi a isso que chegámos: a guarda-livros exaustos por uma velocidade autoritária e omnipresente.” Continuamos a fazer recortes a partir do ensaio de Abenshushan, que assinala como “um mundo que vive apenas para trabalhar e trabalha até morrer é um mundo de dispépticos que se prepara para se transformar num mundo de semidementes”. “Com toda essa disciplina a toque de caixa, apenas se conseguiu que a vida não mereça ser vivida. No Japão, ao número de mortes causadas pelo excesso de trabalho soma-se o número de suicídios originados pelo desemprego. Durante a sua patrulha anual pelos bosques de Aokigara, no fim de 2012, a polícia japonesa encontrou setenta e três cadáveres, na sua maioria jovens que tiraram a vida por não conseguirem emprego, ou por terem sido despedidos. (…) Penso nesse bosque de cadáveres, no sopé do majestoso monte Fuji, e recordo aquela frase de Morand: ‘A velocidade é um caminho juncado de mortos, uma sede perpétua que nada sacia, um suplício omitido por Dante.' Talvez Aokigahara seja como uma fotografia ominosa, o símbolo de um porvir em que os males associados à nossa obsessão pela velocidade se tornarão habituais, se não crónicos.” Neste episódio, vamos aproveitar-nos do trabalho de reconhecimento feito por Margarida David Cardoso a partir das vidas que, pelas mais variadas razões, se viram dominadas por crises psicóticas, um conjunto de sintomas muitas vezes associados a quadros de doença mental, mas que podem ocorrer por uma diversidade de causas, sendo este ainda um fenómeno cercado de incompreensão. A partir daqui e do livro Aquilo que vi no escuro (ed. Fundação Francisco Manuel dos Santos) derivamos, buscando respostas ao recompor sinais daqueles pássaros para quem o céu destes tempos se tornou demasiado pesado, demasiado sujo, e que, por mais corda que lhes fosse dado, vão caindo, sinalizando uma desorientação que talvez seja a lucidez que resta quando a maior doença é estar bem-adaptado a uma realidade miserável.
Episódio 010 de Dias Úteis, um podcast que oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Porque hoje é o Dia Internacional do Livro Infantil o poema é "O Limpa-Palavras", de Álvaro Magalhães. Pode ser encontrado no livro "O Limpa-Palavras e outros poemas", edição Asa em 2000. A leitura é de Ana Margarida Ramos, Professora na Universidade de Aveiro. Tema musical original de Marco Figueiredo com voz de José Carlos Tinoco. Saiba mais sobre os nossos projectos em www.assdeideias.pt.
Episódio 016 de Dias Úteis, um podcast que oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. O poema de hoje é de Eduardo Bento, "Apesar do Escuro", do livro "O Nevoeiro dos Dias", edição Ponte Editora (2009). A leitura é de Margarida Teodora Trindade, que para além de Directora da Biblioteca Gustavo Pinto Lopes, em Torres Novas, é também autora. Tema musical original de Marco Figueiredo, com voz de José Carlos Tinoco. Saiba mais sobre os nossos projectos em www.assdeideias.pt.
In last week's episode, I was speaking with Margarida and Cara about their groups for people who want to develop their Portuguese and Italian skills, to learn more about language and culture, and in Carla's case, to read books in Italian.I also have groups for people who want to develop their English skills and I have some thoughts on the topics that we discussed – how participating in groups can help us to learn, the sense of community that we can build, and some of the additional benefits that I've noticed during the last 4 years of running membership groups for English. Rather than making last week's episode really long, I decided to share my thoughts here instead.Find out more here: https://englishwithkirsty.com/podcast/episode304/or send me a message if you have any questions - kirsty@englishwithkirsty.com
Bem vindos a mais um episódio do de Olhos Bem Abertos!Neste episódio a dinâmica muda e não se fala apenas de um filme em específico. A Margarida, o Pedro e a Correia falam sobre os seus realizadores favoritos, e os seus filmes melhor cotados, os favoritos e os que consideram pérolas desvalorizadas, com um segmento final sobre os Óscares de 2026!Todas as quartas-feiras, às 15h.
Today's episode is with two guests whom I met online, but who didn't know each other before we got together to record our episode.Both are involved in interesting projects that help others to learn. Both are bringing people together to learn more about their language and culture.Carla runs a weekly Italian reading group online, where she brings people together to discover Italian literature. At the same time, they have the opportunity to refine their language skills, give opinions, and understand more about the language through reading the books.Margarida runs a fortnightly Portuguese conversation group, primarily in Lisbon. Participants can develop their speaking skills, ask questions about the Portuguese language and culture, receive feedback on their writing, and make new friends.We discussed how each of the groups works, who would most benefit from each one, the value that comes from learning as part of a guided group, and at the end there's some advice for people who might feel anxious about signing up to new language practice groups.Here's the show notes page: https://www.englishwithkirsty.com/podcast/episode303
Nesta segunda parte da conversa com a atriz Margarida Vila-Nova ficamos a saber as razões por ter amadurecido demasiado cedo, como as dificuldades pessoais a ajudaram a dar mais densidade às suas personagens e como a curta metragem que realizou a partir de uma carta deixada pelo seu pai, antes de morrer, despertou-lhe a vontade de contar mais histórias atrás das câmeras. Ainda nesta segunda parte, Margarida levanta um pouco o véu sobre o telefilme que irá filmar no último semestre deste ano, e sobre uma certa mudança profissional e pessoal que vai impor a si mesma a partir de agora. A dado momento lê um excerto da carta de despedida deixada pelo seu pai, e que inspirou a curta-metragem “Pê”, lê também dois poemas de Sophia e surpreende ainda com a leitura de uma receita de Sopa de Cação, de Maria de Lourdes Modesto. Depois revela algumas das músicas que a acompanham, deixa várias sugestões culturais e revela o seu último pensamento quando apaga a luz, antes de adormecer. Boas escutas! Músicas: “Waltzing Matilda”, de Tom Waits “Vai Passar”, de Chico Buarque “Lá Vai Lisboa”, por Carminho “Dont let me be misunderstood”, de Nina Simone Leituras: Poemas de Sophia Carta do pai (excerto) Receita de Sopa de Cação, por Maria de Lourdes Modesto Filmes: “Terra Vil”, de Luís Campos (com Lúcia Moniz e Ruben Gomes) “Maria Vitória”, de Mário Patrocínio (com Mariana Cardoso, Miguel Borges Miguel Nunes, Ana Cristina Oliveira, Bárbara Albuquerque) “O Barqueiro”, de Simão Cayatte (com Romeu Runa, Miguel Borges, Jani Zhao, Madalena Aragão, Sandra Faleiro) Teatro: “Veneno - história de um casamento” - de Lot Vekemans, com encenação de João Lourenço, interpretada por Carla Maciel e Gonçalo Waddington. No Teatro Aberto. Livros: “Correu bem, miúdo”, pela Lua de Papel, tradução de Vasco Gato “A Louca da Casa”, de Rosa Montero Série: "A Diplomata", Netflix Espetáculo: Carminho no Coliseu dos Recreios, em Lisboa de 1 e 2 de maio. Coliseu do Porto a 6 de junho. Exposição: Teresa Pavão e Rui Sanches, na Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva See omnystudio.com/listener for privacy information.
Começou por se afirmar como protagonista de novelas, mas em 2011 sentiu-se esgotada e decidiu ir viver 3 anos com a família para Macau onde trabalhou como merceeira. Voltou mais madura e, na última década, tem revelado a portentosa atriz que é em séries, no cinema e agora no teatro. Afirma que acaba de subir a montanha profissional mais difícil da sua vida. Refere-se ao monólogo “À Primeira Vista”, de Suzie Miller, com encenação de Tiago Guedes, que representa há mais de um ano, sempre com sala cheia. Uma peça que conta uma história de abuso sexual, a refletir sobre o lado perverso dos bastidores da Justiça. É este o ponto de partida desta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A atriz Sofia Alves é a convidada de Daniel Oliveira no Alta Definição. Aos 52 anos, revisita momentos marcantes da vida e da carreira, entre provações duras e uma fé que considera inabalável. Sofia recorda o susto de ter enfrentado um tumor, a urgência da cirurgia e o longo período de incerteza, bem como o impacto emocional que isso teve na família. Revela também o episódio traumático da zona que quase lhe tirou a visão e a complexa recuperação que obrigou a equipa da novela a recorrer a efeitos especiais para a manter em cena. “Tenho plena noção do que é a vida. Num momento estamos, no outro… deixamos de estar”, confessa. Na conversa, fala ainda da menopausa precoce, da perda de amigos próximos e da forma como o silêncio, a natureza e a oração lhe servem de refúgio. Partilha a relação profunda com o marido, Celso, a alegria que encontra no neto e a ligação especial a Margarida, a jovem atriz com trissomia 21 com quem contracena e a quem chama “filha do coração”. “Sou muito grata. A vida ensinou-me a não desistir”, afirma. Ouça o Alta Definição, em podcast, emitido na SIC em 21 de fevereiro 2026.* A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
António José Seguro foi eleito Presidente, mas Margarida, a mulher da sua vida há trinta anos, não deseja ser primeira-dama. A história de alguém que é um símbolo do que se conquistou em liberdade
“O Cousteau faz muita falta, mas tinha um ego do tamanho do mundo”, lembra Margarida Farrajota, mergulhadora há mais de 6 décadas e presidente do Centro Português de Actividades Subaquáticas See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fundado em 10 de fevereiro de 1980, o maior partido de esquerda da América Latina hoje reúne quase 3 milhões de filiados. Pessoas que trazem vivências e memórias emocionantes que marcaram uma trajetória de luta, força, conquistas e desafios.A Rádio PT foi buscar alguns relatos em 46 VOZES para homenagear essa história de 46 Anos. Ouça e se encante com momentos incríveis que fizeram essa estrela brilhar em muitos corações! Vida longa ao PT!
Vale a pena pôr papa no leite para o seu filho dormir melhor? O nascimento dos dentes dá febre? O frio constipa? Esta semana, temos um episódio especial para enviar a avós e tios que acham indecente deixar os seus filhos brincarem à chuva. Para responder a todas as dúvidas sobre crianças e infeções, Margarida Graça Santos convida a pediatra Mónica Cró Braz, autora do livro "As Crianças Não se Constipam por Andarem Descalças". Nesta época de gripes, vamos a mais uma 'Consulta Aberta'?See omnystudio.com/listener for privacy information.
This episode features Margarida's interview with Eva who studies the role of affect in learning and decision making
A Prova Oral abriu uma filial: um consultório de medicina geral.
Ho, ho… opa!
GAME DAY SNACK SHACK TASTE TEST BEAT THE HOST/GUESS WHAT HE SAID NEWS AND NOTES 1. Shedeur Hype. 2. Justin Herbert injury. 3. Aaron Jones injury. 4. Dont'e Thornton injury. 5. Marvin Harrison injury. 6. Amon-Ra St. Brown injury. 7. Justice Hill injury. 8. JJ McCarthy is back. 9. Omarion Hampton to return. BOLD PREDICTION CLICK BAIT MUST START/DON'T BOTHER SPORTS INVESTING FANTASY GIRL OF THE WEEK (Margarida Corceiro) Check out the website: www.cffpodcast.comQuestions, Comments, Concerns? Email us: cffpodcast@hotmail.comTry our fanline for your voicemail and text message questions: 414-520-8249
Margarida Silva. Medalha de ouro nos Surdolímpicos é sonho concretizado22a21d84-81c8-f011
This episode features Margarida's interview with Rita who studies the signaling pathways regulating synaptic formation
This episode features Margarida's interview with Emi who studies the genetic and molecular basis of circadian rhythms and Parkinsons disease
A série documental “A Mulher da Casa Abandonada” conquistou público e crítica ao trazer imagens e a expansão da história contada em um dos podcasts mais ouvidos do Brasil. A produção, que mergulhou, em um primeiro momento, na curiosidade sobre uma mansão em São Paulo, revelou um caso real de escravidão contemporânea em solo norte-americano que acabou ajudando a mudar leis federais sobre tráfico humano nos Estados Unidos. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles. Em Los Angeles, a obra ganhou exibição especial nas celebrações do mês da cultura latino-americana com a participação da diretora Kátia Lund (“Cidade de Deus”). "Eu acho que as pessoas ficam surpresas porque esse crime de escravidão aconteceu aqui e não lá longe, foi quase do lado da capital, Washington DC. Então, chegou muito perto das pessoas, eu acho que impactou mesmo", contou a cineasta. A série (Prime Vídeo) nasceu a partir do podcast homônimo, da Folha de S.Paulo, criado pelo jornalista Chico Felitti (produtor-executivo da série). A narrativa intrigou o público pela curiosidade em torno de um casarão em ruínas em São Paulo e de Margarida Bonetti, mulher que vive reclusa na mansão em Higienópolis. Começou quase como uma fofoca de bairro e revelou uma trama real de escravidão moderna. A produção de três episódios expandiu a apuração e deu rosto e voz a personagens envolvidos. Mostra os bastidores da investigação de Felitti, mas vai fundo nos desdobramentos que se passam, na maioria, em solo norte-americano. Foi montada uma equipe de pesquisadores que, por mais de um ano, tentou encontrar as pessoas-chave do crime que aconteceu há mais de duas décadas. “O podcast era muito uma conversa com vizinhos, meio fofoca, e quem é ela, o que você acha? Então a gente foi além e a sorte é que encontramos Hilda, falamos com o agente do FBI, encontramos os advogados que estavam envolvidos na lei, vizinhos, médicos, para ir além do podcast", conta Kátia. Hilda Rosa dos Santos é a personagem central da série. Ela, uma mulher negra, com baixa escolaridade, foi trazida aos EUA pelo casal brasileiro Renê e Margarida Bonetti. Aqui, sem falar inglês, foi mantida em isolamento, viveu no porão da casa em condições desumanas, além de trabalhar sem remuneração adequada, atendimento à saúde e documentos. Relatos chocantes são revelados na série que mostra que Hilda foi vítima de agressões físicas, verbais e psicológicas cometidas por Margarida. Hilda não participou do podcast, mas Kátia Lund e sua equipe a encontraram vivendo nos Estados Unidos e conseguiram entrevistá-la para a série. “Ela (Hilda) falou para mim no final das filmagens, Kátia, eu tinha um disco quebrado no peito e agora eu já contei, eu posso esquecer, posso passar adiante. Então eu acho que foi bom para ela também”, diz. Renê Bonetti foi julgado nos EUA e preso, enquanto Margarida fugiu para o Brasil. O casal foi acusado de crimes de imigração, incluindo abrigo de imigrante indocumentada e colocar a vida dela em risco. Apesar da justiça incompleta para Margarida, o caso de Hilda Rosa dos Santos serviu como um poderoso catalisador para uma mudança significativa no sistema legal americano. O processo de tráfico humano e trabalho forçado contra os Bonetti ajudou a impulsionar a aprovação da Lei de Proteção às Vítimas de Tráfico e Violência (Trafficking Victims Protection Act - TVPA). Sancionada pelo então presidente Bill Clinton em 28 de outubro de 2000. A TVPA foi a primeira legislação abrangente dos EUA a classificar o tráfico humano como uma forma moderna de escravidão, reforçando o compromisso do país em combater essa violação de direitos humanos. Hilda nunca imaginou que sua história tivesse chegado tão longe. “Ela tinha participado do julgamento federal criminal, mas ninguém nunca explicou para ela a importância e a consequência do julgamento em que ela participou", finaliza Katia.
Aos 91 anos, Dona Margarida realizou um sonho que parecia ter ficado no passado: lançou seu primeiro disco, assinado com o nome artístico que um dia sonhou carregar, Maria Piedade. O que foi interrompido pelas imposições de uma época, renasceu agora pelas mãos de seus filhos e netos, que transformaram sua história em música e memória.Desde pequena, Margarida cantava na igreja e em programas de calouros das rádios do interior, chegando a dividir bastidores com Ângela Maria e Carlos Galhardo. Em São Paulo, foi eleita “estrela do quarto centenário” da Rádio Nacional entre centenas de candidatos. Parecia o início de uma carreira promissora. Mas o pai a alertou sobre os riscos do ambiente artístico, e um locutor lhe disse que, para vencer, seria preciso “ceder”. Margarida não aceitou esse destino, então decidiu deixar os palcos, voltar para Itapetininga, reatar o namoro com seu ex-companheiro e se dedicar à família.Virou professora de música, mas logo a maternidade ocupou seu tempo. Só que a música nunca saiu de sua vida porque ela a apresentou para os filhos e netos, que se tornariam músicos também. Inclusive, foi deles a ideia de resgatar as canções que ela entoava nas rádios e gravar um álbum em sua homenagem.Quando o disco chegou à rádio e à igreja de Avaré, cidade onde a família mora, Dona Margarida se emocionou ao ouvir pessoas comentarem: “Margarida, ouvi seu CD!”. Entre as faixas, está “Menino Grande”, música que dedicava ao marido. Inspirado, o filho Juca compôs também “Meu Menino Grande”, celebrando o amor dos pais.Hoje, aos 91 anos, Maria Piedade deixa para sua família e para o mundo um registro eterno. Um disco que carrega não só as músicas, mas a prova de que sonhos podem adormecer, mas nunca desaparecem.Compre o livro do ter.a.pia "A história do outro muda a gente" e se emocione com as histórias : https://amzn.to/3CGZkc5Tenha acesso a histórias e conteúdos exclusivos do canal, seja um apoiador http://apoia.se/historiasdeterapia
Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon investigam o papel da vingança na literatura. A dupla examina como esse tema é construído nas narrativas, explorando suas funções no desenvolvimento de tramas e personagens.Os participantes analisam a complexidade moral das vinganças literárias, discutindo como os leitores se relacionam com essas histórias de retribuição e/ou justiça. A conversa aborda ainda as dimensões sociais dessas narrativas, refletindo sobre como a vingança frequentemente revela estruturas de poder, desigualdades e conflitos culturais nas obras.Então, aperte o play e conta pra gente: qual história de vingança literária mais ressoou com você?---Livros citados no episódioO Barril de Amontillado, de Edgar Allan PoeOtelo, de William ShakespeareO mestre e Margarida, de Mikhail BulgákovAngústia, de Graciliano RamosFrankenstein, de Mary ShelleyCom todo o meu rancor, de Bruna Maia---LinksApoie o 30:MINSiga a gente nas redesJá apoia? Acesse suas recompensasConfira todos os títulos do clube!
In late 2021, successful journalist and podcaster Chico Felitti relocated to a quiet, old money neighborhood of the mega city of Sáo Paulo Brazil called Higienópolis. One day while on a walk with his dogs he stumbled on an abandoned old manor house, a ghostly figure, and an unbelievable secret hidden right in plain sight. In part 2 we will learn more about Margarida Bonetti's terrible secret. We'll uncover the details of her strange life in America, examine the circumstances that would let her keep such a monumental secret, and ultimately tell the story of the woman she kept in modern day slavery for 19 years: Hilda Rosa Dos Santos. Click to learn more The Fugitive Heiress Next Door (WAPO Article) Abandoned: The Woman in the Decaying House Documentary Rene's Appeal Documents Original WAPO article Hilda reunites with the detective on her case 35 Potluck Ideas (just in case) WWBD Merch Buy your WWBD swag here! Join the Conversation
This episode features Margarida's interview with Emily who studies human neuroscience, arts, and social robotics
Mit dem Kajak versteckte Meereshöhlen erkunden. Zu Fuß durch duftende Landschaften voller wilder Kräuter wie Thymian, Lavendel und Rosmarin wandern – vorbei an eindrucksvollen Korkeichen. Und am Atlantik eintauchen in die Welt des Surfens.In dieser Reisereportage ist Janna Olson mit dem Mikrofon unterwegs an der Algarve – und begegnet Menschen, die hier aufgewachsen sind oder längst ihre Heimat gefunden haben. Kajakguide Vitor erzählt von seiner Kindheit an den Klippen von Benagil und von seiner tiefen Verbundenheit mit dem Meer. Mit João geht es ins Hinterland, wo er im Quellgebiet der Fonte Benémola zeigt, welche Pflanzen diese Region prägen. Surferin Marta berichtet am Strand der Costa Vicentina von ihrem herausfordernden Weg aufs Surfbrett – und davon, wie sie es geschafft hat, ihren lange gehegten (und geheimen) Traum zu verwirklichen: eines Tages Surflehrerin zu sein. Und in Silves führt die Künstlerin Margarida in die Welt der Azulejos – jener Kacheln, die seit Jahrhunderten Portugals Geschichten bewahren.Eine Reise durch Portugals Süden – geprägt von Landschaften, die in Erinnerung bleiben, und von den Geschichten der Menschen, die von ihrer Heimat erzählen.Redaktion & Produktion: Janna OlsonDank anVítor Manuel Soares Lopes und Alan Patrick and Daniel Coelho von Benagil Eco Tours: https://benagilecotours.com/de/ João Ministro von Proactivetur: https://www.proactivetur.ptMarta Mealha von Freeride Surfschool: https://frsurf.comFrancisco Simões und Margarida Gomes von Algarvian Roots: https://algarvianroots.com Werbung:Unser Partner dieser Folge ist Edelweiss, die führende Schweizer Ferienfluggesellschaft, mit dem neuen Podcast “Edelweiss Travel Tales”. Jetzt bei Apple unter https://podcasts.apple.com/de/podcast/edelweiss-travel-tales/id1799676852 oder Spotify unter https://open.spotify.com/show/1ZKDd2IUEuqUSFOhdAcDPA?si=OjBmU0nfQ9OFk3Ld_UOvyw anhören und abonnieren!Weitere Werbepartner:https://linktr.ee/weltwach Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
In late 2021, while the waves of deadly corona virus were still cresting and falling, Sao Paulo Brazil, one of the most densely populated cities in the world was a pretty stressful place to be. Desperate to escape the frighteningly close quarters, successful journalist and podcaster Chico Felitti relocated to a quiet, old money neighborhood called Higienópolis. One day while on a walk with his dogs he stumbled on an abandoned old manor house, a ghostly figure, and an unbelievable secret hidden right in plain sight. This story is so shocking an unpredictable that it took me several hours of research to be convinced that it wasn't fiction. At the end of this episode, you may be tempted to think that you've heard everything this case could possibly entail, but hang in there, because remember, there's a part 2. Click to learn more *No peeking! Sources will be listed in full in the show notes of part 2. WWBD Merch Buy your WWBD swag here! Join the Conversation
O convidado do programa Pânico dessa quarta-feira (27) é Delegado Palumbo.Mario Palumbo Junior nasceu em São Paulo no dia 16 de agosto de 1974. Filho de Mario Palumbo, um ex-padre italiano, e Margarida de Toledo Palumbo, ele cresceu em Araçatuba e Ribeirão Preto. Desde jovem, trabalhou como office boy e entregador de móveis, superando dificuldades financeiras até ingressar na faculdade de Direito em Ribeirão Preto.Inspirado pelo desejo de ser policial, Palumbo iniciou sua carreira na Polícia Civil de São Paulo, onde atuou por quase 20 anos. Começou como delegado plantonista no 47º DP, Capão Redondo, e, em 2002, integrou o Grupo de Operações Especiais (GOE), onde participou de operações notórias, como os ataques do PCC em 2006. Mais tarde, fez parte do Setor de Investigações Especiais e do GARRA, grupo especializado no combate a crimes de maior complexidade da Divisão de Operações Especiais, como roubos e tráfico de drogas e combate a quadrilhas e facções. Sob sua supervisão, o GARRA fez centenas de prisões e apreensões de armas e veículos.Além de seu trabalho operacional, Palumbo se destacou como defensor da Polícia Civil em entrevistas e críticas à fragilidade da legislação brasileira. Foi também pioneiro em programas de TV voltados para a realidade.Em 2020, foi eleito vereador de São Paulo com 118.395 votos, e em 2022, foi eleito deputado federal com 254.898 votos. Como parlamentar, Palumbo é comprometido com a segurança pública, o combate à corrupção e a defesa das vítimas.Ele é casado com Sabrina Moreira Palumbo, tem dois filhos, Giovanna e Antonello, e é conhecido por sua postura firme na política e na luta contra o crime organizado.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/delegadopalumbo/Site: https://www.delegadopalumbo.com.br/
O convidado do programa Pânico dessa segunda-feira (28) é Delegado Palumbo.Mario Palumbo Junior nasceu em São Paulo no dia 16 de agosto de 1974. Filho de Mario Palumbo, um ex-padre italiano, e Margarida de Toledo Palumbo, ele cresceu em Araçatuba e Ribeirão Preto. Desde jovem, trabalhou como office boy e entregador de móveis, superando dificuldades financeiras até ingressar na faculdade de Direito em Ribeirão Preto.Inspirado pelo desejo de ser policial, Palumbo iniciou sua carreira na Polícia Civil de São Paulo, onde atuou por quase 20 anos. Começou como delegado plantonista no 47º DP, Capão Redondo, e, em 2002, integrou o Grupo de Operações Especiais (GOE), onde participou de operações notórias, como os ataques do PCC em 2006. Mais tarde, fez parte do Setor de Investigações Especiais e do GARRA, grupo especializado no combate a crimes de maior complexidade da Divisão de Operações Especiais, como roubos e tráfico de drogas e combate a quadrilhas e facções. Sob sua supervisão, o GARRA fez centenas de prisões e apreensões de armas e veículos.Além de seu trabalho operacional, Palumbo se destacou como defensor da Polícia Civil em entrevistas e críticas à fragilidade da legislação brasileira. Foi também pioneiro em programas de TV voltados para a realidade.Em 2020, foi eleito vereador de São Paulo com 118.395 votos, e em 2022, foi eleito deputado federal com 254.898 votos. Como parlamentar, Palumbo é comprometido com a segurança pública, o combate à corrupção e a defesa das vítimas.Ele é casado com Sabrina Moreira Palumbo, tem dois filhos, Giovanna e Antonello, e é conhecido por sua postura firme na política e na luta contra o crime organizado.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/delegadopalumbo/
This episode features Margarida's interview with Sahba who studies self-conciousness, emotion and social cognition
O convidado do programa Pânico dessa segunda-feira (16) é Delegado Palumbo.Mario Palumbo Junior nasceu em São Paulo no dia 16 de agosto de 1974. Filho de Mario Palumbo, um ex-padre italiano, e Margarida de Toledo Palumbo, ele cresceu em Araçatuba e Ribeirão Preto. Desde jovem, trabalhou como office boy e entregador de móveis, superando dificuldades financeiras até ingressar na faculdade de Direito em Ribeirão Preto.Inspirado pelo desejo de ser policial, Palumbo iniciou sua carreira na Polícia Civil de São Paulo, onde atuou por quase 20 anos. Começou como delegado plantonista no 47º DP, Capão Redondo, e, em 2002, integrou o Grupo de Operações Especiais (GOE), onde participou de operações notórias, como os ataques do PCC em 2006. Mais tarde, fez parte do Setor de Investigações Especiais e do GARRA, grupo especializado no combate a crimes de maior complexidade da Divisão de Operações Especiais, como roubos e tráfico de drogas e combate a quadrilhas e facções. Sob sua supervisão, o GARRA fez centenas de prisões e apreensões de armas e veículos.Além de seu trabalho operacional, Palumbo se destacou como defensor da Polícia Civil em entrevistas e críticas à fragilidade da legislação brasileira. Foi também pioneiro em programas de TV voltados para a realidade.Em 2020, foi eleito vereador de São Paulo com 118.395 votos, e em 2022, foi eleito deputado federal com 254.898 votos. Como parlamentar, Palumbo é comprometido com a segurança pública, o combate à corrupção e a defesa das vítimas.Ele é casado com Sabrina Moreira Palumbo, tem dois filhos, Giovanna e Antonello, e é conhecido por sua postura firme na política e na luta contra o crime organizado.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/delegadopalumbo/
This episode features Margarida's interview with Daniela who studies the role of the cerebellum in motor and emotional functions.
Os convidados do programa Pânico dessa segunda-feira (19) são Delegado Palumbo e Felippe Monteiro. Delegado PalumboMario Palumbo Junior nasceu em São Paulo no dia 16 de agosto de 1974. Filho de Mario Palumbo, um ex-padre italiano, e Margarida de Toledo Palumbo, ele cresceu em Araçatuba e Ribeirão Preto. Desde jovem, trabalhou como office boy e entregador de móveis, superando dificuldades financeiras até ingressar na faculdade de Direito em Ribeirão Preto.Inspirado pelo desejo de ser policial, Palumbo iniciou sua carreira na Polícia Civil de São Paulo, onde atuou por quase 20 anos. Começou como delegado plantonista no 47º DP, Capão Redondo, e, em 2002, integrou o Grupo de Operações Especiais (GOE), onde participou de operações notórias, como os ataques do PCC em 2006. Mais tarde, fez parte do Setor de Investigações Especiais e do GARRA, grupo especializado no combate a crimes de maior complexidade da Divisão de Operações Especiais, como roubos e tráfico de drogas e combate a quadrilhas e facções. Sob sua supervisão, o GARRA fez centenas de prisões e apreensões de armas e veículos.Além de seu trabalho operacional, Palumbo se destacou como defensor da Polícia Civil em entrevistas e críticas à fragilidade da legislação brasileira. Foi também pioneiro em programas de TV voltados para a realidade.Em 2020, foi eleito vereador de São Paulo com 118.395 votos, e em 2022, foi eleito deputado federal com 254.898 votos. Como parlamentar, Palumbo é comprometido com a segurança pública, o combate à corrupção e a defesa das vítimas.Ele é casado com Sabrina Moreira Palumbo, tem dois filhos, Giovanna e Antonello, e é conhecido por sua postura firme na política e na luta contra o crime organizado.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/delegadopalumbo/Felippe MonteiroFelippe Monteiro, o Pepê, é advogado, consultor e comentarista político. Ele tem mestrado em Direito em Harvard e em gestão e políticas públicas na FGV, tendo trabalhado nos governos Dilma, Temer e Bolsonaro nos mais variados cargos. Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/fnmonteiro/
Esta semana, entra N'a Caravana Margarida Vila-Nova — uma das vozes e presenças mais marcantes da sua geração. Atriz desde muito jovem, tem construído uma carreira sólida e intensa, onde a entrega, a sensibilidade e a coragem se encontram em cada papel que abraça.Do teatro ao cinema, passando pela televisão, é sinónimo de autenticidade e profundidade. Trabalhou com alguns dos nomes mais relevantes da cultura portuguesa e tem a rara capacidade de nos fazer sentir — às vezes sem dizer uma palavra.Fora dos holofotes, é mãe de dois filhos e uma mulher atenta, inquieta, em constante reinvenção. E é nessa busca, entre a arte e a vida, que hoje nos sentamos à conversa.Podem seguir a Margarida no instagram em @margarida_vila_nova e a mim em @ritaferroalvimPatrocínio:Ultra Suave de Garnier - A gama Sun-Kissed Camomila e Mel de Flores de Ultra Suave foi reformulada para iluminar e reparar o cabelo louro. Com 4 produtos – shampoo, amaciador, máscara, e o novo Sérum Aclarante Progressivo – com uma dupla ação promete aclarar progressivamente a partir de 3 usos e nutrir intensamente. Já podemos manter aquele louro de verão que tanto gostamos o ano todo e ao mesmo tempo com aspeto saudável, cuidado e nutrido.Ultra Suave: O teu louro de verão cuidado todo o ano Visita a página para saberes mais: https://www.garnier.pt/as-nossas-marcas/ultra-suave/camomilaInstagram: https://www.instagram.com/garnierportugal/Support the show
O convidado do programa Pânico dessa quarta-feira (30) é Delegado Palumbo. Mario Palumbo Junior nasceu em São Paulo no dia 16 de agosto de 1974. Filho de Mario Palumbo, um ex-padre italiano, e Margarida de Toledo Palumbo, ele cresceu em Araçatuba e Ribeirão Preto. Desde jovem, trabalhou como office boy e entregador de móveis, superando dificuldades financeiras até ingressar na faculdade de Direito em Ribeirão Preto.Inspirado pelo desejo de ser policial, Palumbo iniciou sua carreira na Polícia Civil de São Paulo, onde atuou por quase 20 anos. Começou como delegado plantonista no 47º DP, Capão Redondo, e, em 2002, integrou o Grupo de Operações Especiais (GOE), onde participou de operações notórias, como os ataques do PCC em 2006. Mais tarde, fez parte do Setor de Investigações Especiais e do GARRA, grupo especializado no combate a crimes de maior complexidade, como roubos e tráfico de drogas. Sob sua supervisão, o GARRA fez centenas de prisões e apreensões de armas e veículos. Além de seu trabalho operacional, Palumbo se destacou como defensor da Polícia Civil em entrevistas e críticas à fragilidade da legislação brasileira. Foi também pioneiro em programas de TV voltados para a realidade.Em 2020, foi eleito vereador de São Paulo com 118.395 votos, e em 2022, foi eleito deputado federal com 254.898 votos. Como parlamentar, Palumbo é comprometido com a segurança pública, o combate à corrupção e a defesa das vítimas.Ele é casado com Sabrina Moreira Palumbo, tem dois filhos e é conhecido por sua postura firme na política e na luta contra o crime organizado.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/delegadopalumbo/
This episode features Margarida's interview with Graziana who studies the spinal cord circuits involved in sensorimotor adaptation.
Ever wondered how to create awareness campaigns that not only grab attention but make a real impact?Margarida Barreto and I are going live to show you how it's done—step by step. -✨Margarida will share her expert workflow for building awareness videos using cutting-edge AI tools like ChatGPT, MidJourney, and more.This isn't just theory. We'll take you through the exact process—from ideation to the final masterpiece. -You'll learn:The best tools for brainstorming and scripting.How to bring ideas to life with visuals and animations.The secrets to making your campaigns resonate with any audience.Whether you're in design, marketing, or leading a team at the C-Suite level, this webinar is packed with actionable insights you can implement immediately.Check out all the links to the hybrid posts: https://www.instagram.com/reel/DCXG7D1MtMX/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==https://www.linkedin.com/posts/margaridabarreto_hybrids-aicc-aicccreators-activity-7209873664396169217-ADLZ?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAATIPjkBd1vkM7fcVJkVlUG9Th3um1mFqichttps://www.instagram.com/reel/C8udsBVI9T-/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==https://www.instagram.com/reel/C8rvQwNi1p1/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==https://www.instagram.com/reel/C8m4B9uofVN/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==https://www.instagram.com/reel/C8ww8NyoCJF/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==https://www.instagram.com/reel/C8e4q5nINkQ/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==About Leveraging AI The Ultimate AI Course for Business People: https://multiplai.ai/ai-course/ YouTube Full Episodes: https://www.youtube.com/@Multiplai_AI/ Connect with Isar Meitis: https://www.linkedin.com/in/isarmeitis/ Free AI Consultation: https://multiplai.ai/book-a-call/ Join our Live Sessions, AI Hangouts and newsletter: https://services.multiplai.ai/events If you've enjoyed or benefited from some of the insights of this episode, leave us a five-star review on your favorite podcast platform, and let us know what you learned, found helpful, or liked most about this show!
Os convidados do programa Pânico desta sexta-feira (28) são Clóvis de Barros e Delegado Palumbo. Clóvis de Barros Clóvis de Barros Filho é um filósofo, jornalista e professor renomado, com uma carreira dedicada à ética e à comunicação. Professor livre-docente da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), ele se destaca por sua habilidade em tornar conceitos filosóficos complexos acessíveis ao público geral, através de palestras, livros e outras mídias.Alguns de seus trabalhos mais conhecidos incluem os livros "A Vida que Vale a Pena Ser Vivida" e "Somos Todos Canalhas", além de diversas obras sobre ética na comunicação. Ele também é conhecido por suas palestras dinâmicas e envolventes, que já alcançaram milhões de pessoas no Brasil e no exterior.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/clovisdebarrosYouTube: https://www.youtube.com/@clovisdebarrosoficialSite: https://clovisdebarros.com.br/Livro: "Ilíada & Odisseia (Série Clóvis Explica)"Delegado PalumboMario Palumbo Junior nasceu em São Paulo no dia 16 de agosto de 1974. Filho de Mario Palumbo, um ex-padre italiano, e Margarida de Toledo Palumbo, ele cresceu em Araçatuba e Ribeirão Preto. Desde jovem, trabalhou como office boy e entregador de móveis, superando dificuldades financeiras até ingressar na faculdade de Direito em Ribeirão Preto.Inspirado pelo desejo de ser policial, Palumbo iniciou sua carreira na Polícia Civil de São Paulo, onde atuou por quase 20 anos. Começou como delegado plantonista no 47º DP, Capão Redondo, e, em 2002, integrou o Grupo de Operações Especiais (GOE), onde participou de operações notórias, como os ataques do PCC em 2006. Mais tarde, fez parte do Setor de Investigações Especiais e do GARRA, grupo especializado no combate a crimes de maior complexidade, como roubos e tráfico de drogas. Sob sua supervisão, o GARRA fez centenas de prisões e apreensões de armas e veículos.Além de seu trabalho operacional, Palumbo se destacou como defensor da Polícia Civil em entrevistas e críticas à fragilidade da legislação brasileira. Foi também pioneiro em programas de TV voltados para a realidade.Em 2020, foi eleito vereador de São Paulo com 118.395 votos, e em 2022, foi eleito deputado federal com 254.898 votos. Como parlamentar, Palumbo é comprometido com a segurança pública, o combate à corrupção e a defesa das vítimas.Ele é casado com Sabrina Moreira Palumbo, tem dois filhos e é conhecido por sua postura firme na política e na luta contra o crime organizado.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/delegadopalumbo/