a epbr é uma agência independente de notícias, nativa digital, não partidária, que tem como objetivo informar e engajar a população nas discussões sobre energia no país, sobretudo nas áreas de petróleo, gás natural e energia elétrica.

NESTA EDIÇÃO. Preço do barril volta a pressionar a inflação em julho, depois de um alívio em junho. Governo dos EUA formaliza taxa de 25% para produtos brasileiros, incluindo etanol. Presidente da Petrobras, Magda Chambriard, escreve sobre o gas release. Resposta da Demanda contrata 344 MW para redução de consumo em horário de pico. *Locução gerada por IA

No estúdio eixos, ao vivo durante o diálogos da transição na Energy Summit 2026, no Rio, o jornalista Gabriel Chiappini recebeu Márcio Dutra, CEO da Noxis Energy. A empresa desenvolve três projetos de refinaria no Nordeste brasileiro: Pecém (CE), Sergipe e Ilhéus (BA), com investimentos que somam bilhões de dólares e a promessa de reduzir a dependência externa do país por derivados de petróleo. Dutra explicou que o Brasil importa atualmente um navio de diesel por dia e que, sem novos investimentos em refino, esse número pode chegar a seis embarcações diárias até 2050. O projeto mais avançado é o do Porto do Pecém, que já conta com licença prévia, terreno e contrato de 40 anos, e pode se conectar diretamente à Margem Equatorial por meio de um duto de 50 km. Em Ilhéus, a Noxis aguarda a conclusão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) e do Porto Sul para viabilizar um complexo industrial de 200 mil barris por dia, integrando petroquímica e biorrefino para produção de SAF. O executivo defendeu a diversificação energética como caminho para a segurança do país e criticou a visão da transição energética como um "interruptor", propondo o conceito de "adição energética" como solução mais realista.

NESTA EDIÇÃO. Debate sobre divisão do custo do armazenamento é retomado com propostas na Câmara e no Senado. Preço do barril volta a subir; EUA prometem novos ataques à infraestrutura energética do Irã. Proposta de regulação do acesso aos gasodutos do pré-sal inclui separação contábil de ativos e reforça a competência da ANP para atuar nas controvérsias. *Locução gerada por IA

Rogério Manso, presidente da ATGás, analisa o processo de revisão tarifária das transportadoras de gás natural e os riscos da aplicação do método RCM. Ele defende que a metodologia alternativa, sem referência internacional, pode gerar insegurança jurídica e afugentar investimentos bilionários no setor. O executivo também avalia o impacto do LRCAP sobre o sistema de transporte, a contratação de capacidade pelas termoelétricas e os desafios para conectar novos terminais de GNL à malha. Uma visão estratégica do lado das transportadoras sobre o futuro das tarifas.

NESTA EDIÇÃO. Aprovação da mistura de 32% de etanol sinaliza que o governo brasileiro ainda vê impactos da alta internacional do petróleo nos preços dos combustíveis. MME abre consulta pública para projetos de transmissão prioritários. Ceará aprova projeto de lei para flexibilizar licenciamento de data centers. *Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Pauta do CNPE prevê definições sobre teor de etanol na gasolina, importação de biodiesel e dívidas do Renovabio. EUA ameaçam tomar controle do Estreito de Ormuz e impor pedágio. Irã promete retaliação. Pela primeira vez, Brasil abastece porta-contêineres transoceânico com etanol. BNDES aprova R$ 100 milhões para processamento de níquel no Piauí. *Locução gerada por IA

Mensagens conflitantes sobre Estreito de Ormuz e queda no refino russo reforçam insegurança no suprimento global | comece seu dia by agência eixos

NESTA EDIÇÃO. Preços médios da gasolina e do diesel na América Latina e Caribe permaneceram acima dos níveis pré-guerra em junho. Governo renova imposto de exportação sobre petróleo sem redução de alíquota. PPSA recua de mediação na ANP em conflito com a Petrobras por gasodutos do pré-sal. El Niño tem 81% de chances de ser “muito forte” no final de 2026. ***Locução gerada por IA

Os custos e os impactos regulatórios da transição energética no mercado de óleo e gás estão redefinindo as estratégias das operadoras no Brasil. Em entrevista direto do Energy Summit 2026, o especialista analisa os desafios da precificação do carbono para produtores onshore, a necessidade de diferenciação regulatória pela ANP e as perspectivas de o país voltar a ser importador de petróleo na próxima década se novas fronteiras, como a Margem Equatorial, não forem destravadas.

Nesta edição do Diálogos da Transição, realizada durante o Energy Summit, o editor de gás da agência eixos, André Ramalho, conversa com Marcos Mesquita, Vice-Presidente de Estratégia de Mercado da Copa Energia. O executivo detalha a visão de longo prazo da companhia para os próximos 10 a 30 anos, fundamentada na complementariedade da matriz energética e no protagonismo do cliente. São analisados os recentes investimentos estruturantes da empresa em gás natural (GNC e GNL) e biometano, o desenvolvimento de corredores verdes para o setor de transporte rodoviário, além dos avanços em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para o GLP Renovável (GLR). O debate também aborda os desafios de infraestrutura e a importância da estabilidade regulatória e da segurança jurídica para a atração de capital privado no Brasil.

O papel estratégico do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e do BioGLP no cenário de transição energética brasileiro é o tema central deste painel do Diálogos da Transição 2026. Executivos e reguladores discutem como o energético atua no combate à pobreza energética e suas potencialidades para além do uso residencial, incluindo aplicações industriais, agropecuárias e backup de segurança para fontes intermitentes. O debate aborda as discussões regulatórias para o fim das restrições de uso do GLP, segurança jurídica, autossuficiência na produção nacional decorrente do aumento do processamento de gás natural e o desenvolvimento de moléculas de origem renovável no mercado voluntário e regulado. Participantes Moderação: Felipe Maciel — Diretor-executivo da agência eixos Painelistas: Heloísa Borges — Diretora da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) Luís Pellegrini — Gerente de Regulação da Copa Energia Alexandre Baldoto — Diretor de Operações da Supergasbras Gustavo Gomes — Diretor Comercial da Ultragás

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Empreendedorismo Científico em Transição Energética Julio Leite | Moderador (Petrobras) Eduardo Costa | Ouro Nova Vitor Silva | Integral IMI Josias Silva | PETREC --- eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s #eixos #agenciaeixos #estudioeixos

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NESTA EDIÇÃO. Novo aumento do preço do barril deixa incerto o futuro da retirada dos subsídios aos combustíveis no Brasil e amplia a pressão entre governo e agronegócio. Rússia veta exportações de diesel. Petrobras associa subsidiária de biodiesel à Abiove. Gasmig avalia rede para levar biometano ao Triângulo Mineiro. *Locução gerada por IA

Painel – A importância da estabilidade jurídico-regulatória para promover evolução energética Felipe Oppelt | Prospectiva Claudia Viegas | Ecoa Alexandre Aragão | UERJ --- eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s #eixos #agenciaeixos #estudioeixos

Painel – Inovação em Consórcio : O portfólio de LIBRA Julio Leite | Petrobras Samuel Cunha | TotalEnergies Mariana Tiengo | Shell Vinicius Machado | Petrobras --- eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s #eixos #agenciaeixos #estudioeixos

Painel – IA aplicada à gestão de licenciamento ambiental no setor de energia: como transformar complexidade regulatória em eficiência operacional Karinne Siqueira | Axia Energia Leandro Fernandes | BIP Brasil Domenico Machado | Google Cloud Jader Fernandes | Axia Energia

Painel – Gás do Povo e Pobreza Energética Renato Dutra | MME Hugo Leal | Deputado Federal Dario de Paula | MME Analúcia Faggion Alonso | MDS

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No estúdio eixos, ao vivo durante o diálogos da transição na Energy Summit 2026, no Rio, o jornalista André Ramalho recebeu Luiz Fernando Leone Vianna, vice-presidente Institucional e Regulatório do Grupo Delta Energia. O executivo trouxe um balanço dos projetos vencedores no leilão de reserva de capacidade — a ampliação da UTE William Arjona (67 MW) e a Usina Campo Grande (150 MW) — e adiantou que a empresa pretende antecipar a entrega de 2028 para 2027, utilizando equipamentos usados em meio a um mercado de máquinas novas inflacionado e com escassez. Vianna também fez uma análise crítica da crise de liquidez que atinge o setor de comercialização de energia, apontando como principais causas a distorção do PLD em relação à operação real do sistema e a calibragem do mecanismo de aversão ao risco (CVaR, em inglês), que elevou o custo do setor em R$ 3 bilhões para um ganho marginal de apenas 0,3% na segurança dos reservatórios. Ele defendeu que ajustes regulatórios são urgentes para que a abertura do mercado prevista para 2027 não se torne uma "abertura de direito sem efetividade", já que a atratividade do preço e a confiança do consumidor são essenciais para vencer a inércia da migração. ____________________

No estúdio eixos, ao vivo durante o diálogos da transição na Energy Summit 2026, no Rio, a jornalista Gabriela Rude recebeu Thiago Prado, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O executivo detalhou as contribuições da estatal para o leilão de baterias previsto para o final do ano, destacando a metodologia locacional que identifica os pontos mais críticos do sistema elétrico e os requisitos técnicos baseados em normativas internacionais. Prado revelou que a projeção de armazenamento no Plano Decenal (PDE) saltou de 800 MW para 6,6 GW até 2035, consolidando a tecnologia como peça-chave para manter a renovabilidade da matriz. Ele também abordou os estudos sobre flexibilidade do sistema, que vão além da capacidade de atender picos e incluem a velocidade de resposta a rampas positivas e negativas. Sobre as grandes cargas — data centers e hidrogênio —, o presidente alertou que a demanda pode crescer até 60% e defendeu que esses empreendimentos nasçam com flexibilidade e resposta à demanda para não onerar ainda mais o sistema. Por fim, adiantou que a EPE lançará em julho um modelo inédito de integração geração-transmissão com mais de 26 mil elementos geoespacializados. ____________________

Ao estúdio eixos, Gustavo De Marchi, presidente da Gasmig, detalha o projeto pioneiro da distribuidora para levar biometano ao Triângulo Mineiro, com contrato de 250 mil m³/dia e 400 km de redes locais. Ele explica a chamada pública que recebeu 27 propostas, a parceria com a Geo Biogas e Mitsui, e o potencial de expansão para outras regiões de Minas. O executivo também aborda o debate sobre a classificação de gasodutos, a indexação ao Henry Hub que protegeu as tarifas em Minas dos efeitos da guerra; o projeto Sul de Minas e o potencial de desenvolvimento de corredores a gás no estado. Uma conversa sobre o futuro do biometano e da distribuição. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. Capítulos 00:00 — Abertura 01:12 — Perfil pessoal de Gustavo De Marchi 02:57 — Projeto de biometano no Triângulo Mineiro 05:35 — Competitividade do biometano e atributo ambiental 07:56 — Harmonização entre leis federal e estadual 10:50 — Contrato com a Geomit 12:38 — Potencial da mobilidade urbana 15:19 — Empresas âncoras do projeto 16:23 — Integração com o Grupo Cemig 18:42 — Debate sobre classificação de gasodutos 24:43 — Judicialização no STF e espaço para convergência 27:33 — Projeto Sul de Minas 31:41 — Data centers e exclusão do gás no Redata 33:23 — Mercado livre em Minas já supera 70% 35:15 — Gasmig como hub de soluções energéticas 37:40 — Potencial da CCEE para organizar o mercado de gás 42:23 — Indexação ao Henry Hub e reajuste zero 43:06 — Necessidade de um indexador brasileiro 45:31 — Prioridades para o próximo governo 47:18 — Gas release como indutor de competitividade 48:08 — Considerações finais #gasmig #biometano #minasgerais #triângulomineiro

NESTA EDIÇÃO. CNPE se reúne nesta quarta com E32 e moratória das importações de biodiesel na pauta; Departamento de Energia dos EUA reduz projeção para o preço do petróleo para 2026 e 2027 – mas barril volta a subir na terça; ONS divulga lista dos agentes admitidos na 1ª Temporada de Acesso de 2026, que reorganiza fila de acesso de pedidos de conexão de grandes consumidores de energia. ***Locução gerada por IA

Marcelo Mendonça, diretor-executivo da Abegás, analisa os gargalos que mantêm o gás natural caro no Brasil. Ele defende a metodologia RCM para reduzir tarifas de transporte, critica a exclusão do gás de políticas como o Redata e alerta para o risco de alta de 25% nos preços da molécula em agosto. O executivo também comenta a necessidade de revisão da Lei do Gás, a busca por indexadores nacionais e as oportunidades para o GNV em veículos pesados. Uma visão estratégica das distribuidoras para o setor. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. Capítulos 00:00 Abertura 03:03 Perfil pessoal de Marcelo Mendonça 04:18 Nova proposta da ANP para base de ativos das transportadoras 05:52 Risco de judicialização da revisão tarifária das transportadoras 07:40 Risco de fuga de investimentos com tarifas mais baixas 09:06 A agenda regulatória do gás no último ano do governo Lula 3 10:13 Prioridades para o próximo governo na política do gás 14:09 Oportunidades em veículos pesados e data centers 17:25 Migração industrial para outros combustíveis preocupa 20:24 Possibilidade de revisão da Lei do Gás 21:34 Margem de distribuição não é vilã da conta final 24:07 O equilíbrio entre expansão da rede e modicidade tarifária 27:59 Impacto da guerra: reajuste de 19% em maio e previsão de mais 25% em agosto 31:43 Debate sobre indexador nacional para preço do gás 34:11 Brasil tem demanda potencial, mas preço atual trava investimentos 37:07 Indexador precisa refletir realidade dos diferentes setores 40:42 O conflito federativo sobre a classificação de gasodutos 45:08 Abegás defende discussão entre esferas federal e estadual 46:00 Considerações finais e encerramento #gasnatural #abegas #industria #preçodogás

Marcelo Rodrigues, CEO da GNLink, explica o funcionamento do mercado de GNL em pequena escala (small scale) e como a empresa opera três plantas de liquefação no Paraná, Bahia e Rio Grande do Norte. Ele detalha os planos de dobrar a capacidade para 600 mil metros cúbicos por dia até 2028. O executivo também analisa as oportunidades no transporte pesado, a parceria com distribuidoras para interiorizar o gás, a entrada da Copa Energia no capital e as perspectivas para biometano e internacionalização. Uma visão prática de quem está expandindo o acesso ao gás off-grid. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. Capítulos 00:00 Abertura 02:36 Perfil pessoal de Marcelo Rodrigues 04:12 Um ano da entrada da Copa Energia no capital da GNLink 05:08 1º ciclo de crescimento: três plantas de liquefação em operação 06:23 Foco em 2026 é na estratégia comercial para aumentar capacidade contratada 07:59 Planos de expansão do 2º ciclo de investimentos 09:47 Vantagem competitiva do portfólio diversificado 11:17 Meta de dobrar capacidade para 600 mil m³/dia até 2028 12:02 Vetores de crescimento: indústria e distribuidoras 13:26 Potencial de 30 projetos de gasoduto virtual com distribuidoras 15:00 Engenharia verticalizada acelera conversão de clientes 16:07 Fornecimento a termelétricas de pequeno porte do LRCAP 18:31 Parceria com Oncorp e terminal de GNL em Pernambuco 20:08 Atuação no Polo Gesseiro de Pernambuco com Copergás 21:27 Estratégia para o mercado de transporte pesado 23:39 Impacto da guerra no Oriente Médio acelera descarbonização 26:12 Foco no modal rodoviário, sem planos para barcaças 27:44 Desafios para destravar caminhões a gás no Brasil 29:25 Competitividade do GNL frente ao GLP subsidiado 32:19 Acesso a capital e linhas de crédito para o setor 35:52 Biometano ainda tem entraves de escala e CAPEX 39:58 Precificação do GNL combina IPCA e Brent 43:55 Potencial de Minas Gerais e tecnologia multimodal 45:37 Internacionalização: Argentina e Paraguai 48:56 Prioridade para o novo governo é destravar escoamento do gás 52:16 Considerações finais e encerramento #GNLink #gasnatural #GNL #smallscale #transportes

Vinícius Romano, head de gás da Rystad Energy para a América Latina, analisa os efeitos do acordo de paz entre EUA e Irã sobre o mercado global e brasileiro de gás. Ele explica a recuperação gradual da oferta, a pressão sobre os preços do Brent e do GNL até 2028, e as perspectivas para o mercado spot no Brasil. O executivo também comenta a dinâmica do LRCAP, a integração com a Argentina e Bolívia e comenta sobre o caminho para o abrasileiramento dos preços. Uma visão estratégica de quem monitora o setor na região. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. Capítulos 00:00 Abertura 01:34 Perfil pessoal de Vinícius Romano 02:40 Impactos da guerra no Oriente Médio no mercado de gás 04:00 Recuperação gradual da oferta de petróleo e GNL 06:00 Preços de petróleo e GNL devem seguir pressionados 08:00 Efeitos sobre o preço do gás no Brasil 10:00 Tendência de queda no percentual do Brent nos contratos 12:00 Ano de inflexão para o mercado livre de gás 14:00 Indexação ao Brent deve se manter no curto prazo 16:00 Caminhos para o abrasileiramento do preço do gás 18:00 Gás não associado e flexibilidade são chave 20:00 Volatilidade do spot reflete oferta e demanda 22:00 Baixa liquidez amplia spreads de preço 24:00 LRCAP trará mais volatilidade com térmicas conectadas 26:00 Novos terminais de GNL e projetos termoelétricos 28:00 Integração regional: Bolívia e Argentina 30:00 Gás boliviano pode ser desviado para Argentina 34:00 Argentina tem 80 milhões m³/dia em projetos de GNL 36:00 Prioridades para o próximo governo na agenda do gás 38:00 Considerações finais e encerramento #Rystad #guerranoirã #gásnatural #brent #gnl

NESTA EDIÇÃO. Brasil reduz compras de diesel da Rússia em junho, após ataques a refinarias e terminais. Congresso prorroga prazo para analisar medida provisória que criou subvenções a combustíveis. TBG e UTE Paulínia Verde firmam acordo para transporte de gás natural para atender ao contrato do leilão de reserva de capacidade. BNDES financia compra de ônibus menos poluentes em SC, SP e DF. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Cartel aumenta cotas de produção de petróleo para agosto. Motorista terá acesso a histórico de irregularidades de postos em novo aplicativo da ANP. Território disputado entre Argentina e Inglaterra, Ilhas Malvinas vivem expectativa de produção de petróleo. Plano de Transformação Ecológica capta US$5,5 bi e multiplica Fundo Clima em 316 vezes. ***Locução gerada por IA

O estúdio eixos recebeu Guilherme Lima, coordenador de Infraestrutura e Energia, e Pedro Henrique Silva, especialista da mesma área, ambos do Instituto Livre Mercado, durante o diálogos da transição no Energy Summit 2026, no Rio de Janeiro. Em entrevista ao jornalista Gabriel Chiappini, os especialistas analisaram os principais gargalos regulatórios e tributários que afetam os setores de óleo e gás e elétrico no Brasil. A conversa abordou a criação do imposto sobre exportação de petróleo bruto, que os especialistas classificaram como medida arrecadatória disfarçada de solução para a subvenção aos combustíveis, além do veto presidencial ao imposto seletivo sobre bens minerais exportados. Os executivos também discutiram a concentração do refino na Petrobras e a necessidade de abrir o mercado para novos agentes, a Lei Geral do Licenciamento Ambiental como ferramenta para destravar projetos estratégicos como a Margem Equatorial, e os impactos dos leilões de reserva de capacidade e armazenamento (baterias) sobre a conta de luz. Por fim, defenderam um marco regulatório para data centers como forma de aproveitar o excesso de geração renovável durante o dia e evitar apagões tecnológicos. ____________________

NESTA EDIÇÃO. Fornecedores do setor de baterias procuram BNDES para entrar no Brasil, de olho em leilão com exigência de conteúdo local. Copel cria “força-tarefa” para Super El Niño. Subsídio da gasolina começa a ser retirado na próxima semana. Proposta de Flávio Bolsonaro de governo de transição com EUA abriria dados sigilosos da Margem Equatorial e minerais críticos, diz Mercadante. ***Locução gerada por IA

O estúdio eixos recebeu Gustavo Gomes, gerente de Regulação e Relações Institucionais da Ultragaz, durante o diálogos da transição, no Energy Summit 2026. Ao jornalista André Ramalho, o executivo detalhou a estratégia da companhia para se tornar uma empresa multienergética, mantendo o GLP como negócio central, mas expandindo para biometano, gás natural comprimido (GNC) e energia elétrica. Gomes destacou que a Ultragaz já é a maior distribuidora off-grid de biometano do Brasil, com cerca de um terço da capacidade autorizada pela ANP já contratada. Ele abordou os desafios regulatórios para o avanço do biometano em frota pesada, principalmente a falta de regulamentação específica para postos de abastecimento, e defendeu a necessidade de criar corredores verdes para viabilizar a transição do diesel. O executivo também falou sobre a preparação da empresa para o mercado de certificados CBIO e CGOB, além do lançamento bem-sucedido do BioGLP em parceria com a refinaria Riograndense. ____________________

No estúdio eixos, gravado ao vivo durante a Energy Summit 2026 (Marina da Glória, Rio de Janeiro), o jornalista Gabriel Chiappini recebe Felipe Oppelt, diretor de relações públicas da Prospectiva, para um balanço aprofundado da agenda regulatória do setor energético brasileiro. A conversa passa pelo Gás do Povo — avaliado como uma das políticas de inclusão energética mais bem-sucedidas dos últimos anos —, pela trava regulatória do GLP (fracionamento e vasilhame), pela lentidão do governo federal em avançar em hidrogênio verde, eólicas offshore e combustíveis avançados, e pela corrida pelos minerais críticos antes que o Congresso entre em modo eleitoral. Oppelt também analisa o risco real de esvaziamento legislativo a partir de agosto e o que muda — ou não — a depender do resultado das eleições municipais de 2026. ____________________

O estúdio eixos recebeu Sérgio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás (sindicado das distribuidoras de GLP), durante o diálogos da transição no Energy Summit 2026, no Rio de Janeiro. Em entrevista à jornalista Gabriela Rude, o executivo fez um balanço do programa Gás do Povo e celebrou a capilaridade alcançada em poucos meses. Bandeira de Mello destacou que, desde o início da fase ampla do programa em março de 2026, 100% dos municípios brasileiros foram cobertos e 45% das revendas de GLP aderiram ao sistema — superando a capilaridade do Farmácia Popular em seu lançamento. Ele explicou que o voucher é pago diretamente ao revendedor pela Caixa Econômica Federal em até 48 horas, garantindo funcionalidade sem custo financeiro para os beneficiários. O presidente do Sindigás também criticou os leilões de GLP da Petrobras, que criam escassez artificial e distorcem os preços, defendendo a prática de preços de lista flutuantes para dar sinais claros ao mercado. Por fim, avaliou que o programa veio para ficar, independentemente de mudanças de governo, e que eventuais ajustes no valor do voucher são naturais. ____________________

NESTA EDIÇÃO. Etanol teve queda para consumidores em junho, enquanto subvenções ajudaram a segurar gasolina e diesel. Ucrânia volta a atacar refinarias na Rússia, que já precisa importar combustíveis. Shell vende ativos no Golfo do México. Itaipu fará piloto de armazenamento com baterias em usina solar flutuante. ***Locução gerada por IA

No estúdio eixos, ao vivo durante a Energy Summit 2026 (Marina da Glória, Rio de Janeiro), a jornalista Gabriela Ruddy, editora de mercados da agência eixos, recebe Glauco Freitas, presidente da Hitachi Energy no Brasil e responsável pela América Latina, para um diagnóstico preciso sobre os gargalos do sistema elétrico brasileiro. O Brasil tem energia renovável abundante e barata — mas não consegue entregá-la a quem precisa. Glauco explica por que a rede de transmissão carece de investimentos urgentes, por que o curtailment era previsível (e o que aprender com o Chile), e o que os leilões de baterias de dezembro de 2025 podem — e não podem — resolver. A conversa também passa pelo impacto da não aprovação do Redata nos investimentos em data centers, pelo papel do PENAST na organização da fila de conexão ao SIN, e pelo potencial do hidrogênio verde como parte da neoindustrialização do país. ___________________________________________________________________________________________________

No estúdio eixos, ao vivo durante a Energy Summit 2026 (Marina da Glória, Rio de Janeiro), o jornalista Gabriel Chiappini recebe Daniele Johann, diretora executiva da Abrasol (Associação Brasileira de Energia Solar Térmica), para uma conversa sobre uma das tecnologias mais maduras e menos conhecidas da matriz energética brasileira. A energia solar térmica existe no Brasil há mais de 50 anos — é três a quatro vezes mais eficiente que o fotovoltaico para aquecimento de água — e já é adotada por empresas como PepsiCo e Nestlé. Mesmo assim, responde por apenas 5% do mercado residencial. Daniele explica por que o chuveiro elétrico é um problema para o sistema elétrico, como a tecnologia alivia o horário de ponta, e o que falta em política pública para destravar o setor. A conversa também aborda o Pronasol, a Lei Solar São Paulo, projetos com cervejarias artesanais financiados pelo Procel, e o potencial de reduzir de 6 para 60 milhões de toneladas de CO₂ evitadas por ano se a indústria adotar a tecnologia em escala. ___________________________________________________________________________________________________

Alexandre Americano, sócio-fundador da Mercurio Partners, detalha a estratégia da empresa no Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) de 2026. Ele explica os projetos vencedores: a termoelétrica Pilar, de 250 MW em Alagoas, e a recontratação da Paulínia Verde (23 MW), com operação prevista para agosto. O executivo também aborda o cenário de aquisição de equipamentos, a estrutura de financiamento de R$ 1,4 bilhão via FIP Pilar, as sinergias com a comercializadora Jupiter e a energytech TYR, além das perspectivas de verticalização no upstream. Uma visão prática de quem está estruturando grandes ativos de geração no Brasil. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. CAPÍTULOS 00:02 Abertura 01:04 Perfil pessoal de Alexandre Americano 02:42 Panorama pós-homologação do LRCAP 03:48 Projetos vencedores: Pilar (250 MW) e Paulínia Verde (23 MW) 05:32 Estratégia com motogeradores modulares da Guascor 07:33 Desafios de cadeia de suprimentos e prazos 10:39 Estrutura de financiamento e FIP Pilar 12:14 Entrada de Gabriel Ferreira como sócio 13:20 Modelo de negócio integrado da Mercurio 14:20 Expansão prevista em Pilar com baterias 18:58 Originação de gás para Pilar via Jupiter 20:59 Contratos de gás e diversificação de suprimento 21:50 Potencial de estocagem e mercado secundário 22:44 Lições do mercado elétrico para o de gás 26:00 Consolidação e crise no setor elétrico 28:00 Câmara de comercialização de gás é caminho, mas ainda não maduro, diz executivo 35:09 Energytech e inteligência para o consumidor 38:14 Verticalização para upstream e ativos maduros 39:39 Prioridades para o governo: infraestrutura de midstream 41:05 Considerações finais e encerramento --- eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s #eixos #agenciaeixos #estudioeixos

NESTA EDIÇÃO. Subsídios para combustíveis terão fim gradual a partir de julho. Petrobras aprova novo mecanismo de pisos e tetos para atenuar reajuste do gás natural. Consumo de energia cai até 21% no jogo do Brasil e geração renovável tem corte de 20 GW. RS quer usar recursos de privatização de companhia de mineração para financiar transição justa do carvão. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Apesar da liderança global na geração renovável, países na América do Sul e Central têm ampliado a dependência de exportações de óleo e gás. Governo abre crédito de R$ 550 milhões para subsídio a diesel importado. Rússia enfrenta escassez de combustíveis. Nova regra para lâmpadas promete economizar mais de 400 TWh até 2040. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Confronto da seleção brasileira contra o Japão cai em horário desafiador para operação do sistema elétrico. As guerras continuam: EUA e Irã voltam a trocar ataques; Ucrânia atinge refinaria na Rússia. ANP aprova resolução sobre acesso aos terminais de GNL e adia decisão sobre cálculo dos multiplicadores das tarifas de transporte de gás. Brasil adere a programa internacional para reduzir emissões de metano no O&G. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Tensões voltam a interromper exportações de petróleo e gás no Golfo Pérsico. Maioria dos agentes vê gas release como fundamental para o mercado brasileiro, conclui pesquisa. Acelen e Trafigura firmam acordo de fornecimento de matérias-primas e comércio de combustível sustentável de aviação na Bahia. Alemanha busca cooperação industrial em minerais críticos com o Brasil, diz cônsul. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. PDE 2036 deve indicar continuação da necessidade de armazenamento no sistema elétrico brasileiro, indica EPE. Petrobras avalia duplicar a capacidade de fábricas de fertilizantes. Edge se une à Green Cargo e Nimofest em projeto de R$ 8 bi para escalar uso de GNL em caminhões. Brasil cai no no ranking global de energia solar adicionada em 2025. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Governo adia elevação da mistura de etanol na gasolina. Anfavea promete ir à Justiça contra renovação da cota de importação de veículos elétricos. Secretário-geral da ONU lança Chamada à Ação sobre o Metano e propõe monitorar custo climático de empresas de IA. Light avança para etapa final da recuperação judicial. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Duas maiores petroleiras estatais da América Latina, Petrobras e Pemex buscam parcerias. EPE propõe soluções de transmissão no Pará, Ceará e Piauí com mais de R$ 7 bi em investimentos para viabilizar cargas de mineração, data centers e hidrogênio. CNI pede aos presidenciáveis redução de subsídios à geração distribuída e investimentos em hidrelétricas. Chevron fecha acordo de 20 anos para fornecer energia a data center da Microsoft no Texas, com base em geração a gás natural. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Mesmo após acordo de paz, retomada massiva das exportações pelo Estreito de Ormuz ainda pode demorar e suprimento global de petróleo deve seguir restrito. Petrobras confirma investimento em planta de BioQAV e diesel renovável em Cubatão (SP). Consumo de energia durante jogo do Brasil contra Haiti foi até 9,6% menor que em dia típico. Brasil atinge marca de 25 mil pontos de recarga para veículos elétricos. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Eneva confirma interesse em avaliar oportunidades na Venezuela, que começa a fechar acordos com empresas privadas para reforço no setor elétrico. Governo federal cria Sala de Situação Interministerial para “Super El Niño”. Petroleiros sauditas retomam navegação no Estreito de Ormuz. Ataque ucraniano atinge refinaria na Rússia. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Enquanto ANP inicia pagamento da primeira subvenção, Ministério da Fazenda indica que subsídios aos combustíveis podem ser encerrados, com acordo de paz no Oriente Médio. Comissão aprova MP do Frete sem venda direta de combustíveis. ONS adota medidas preventivas para lidar com El Niño mais forte. Operador também sinaliza que plano emergencial de corte de geração deve se tornar mais frequente. MME promete decreto do SAF “em breve”. ***Locução gerada por IA

Letícia Garcez, gerente de suprimentos da Vale, explica a jornada da empresa no mercado livre de gás natural. Ela detalha a migração gradual, os ganhos com contratos de curto prazo e a redução de penalidades, além da estratégia de manter 80% da demanda em contratos firmes e 20% no spot. A executiva também aborda a volatilidade do consumo nas usinas de pelotização, a aposta no biometano como alternativa de descarbonização e os desafios para o transporte e a indexação do gás no Brasil. Uma visão estratégica de um dos maiores consumidores industriais do país. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. Capítulos 00:00 Abertura 01:47 Perfil pessoal de Letícia Garcez 03:20 Jornada da Vale no mercado livre de gás 05:03 Primeira experiência com penalidades e aprendizados 06:30 Ganhos de preço e flexibilidade com a migração 08:00 Estratégia: 80% firme e 20% spot 10:03 Complexidade do transporte e equipe especializada 12:00 Contratos de curto prazo e expectativa com nova oferta 14:00 Volatilidade do spot e lições do contexto geopolítico 16:00 Hedge ainda não é usado para gás na Vale 17:00 Discussão sobre indexadores e abrasileiramento do preço 19:00 Competitividade do gás no Brasil versus outros países 20:00 Consumo atual de 1 milhão m³/dia e potencial de crescimento 21:00 Biometano como alternativa para descarbonização 24:00 Desafios regulatórios e econômicos do biometano 25:00 Vale avalia ser off-taker de projetos de biometano 27:00 Gás na indústria, não no transporte da Vale 28:00 Prioridades para a política de gás no próximo governo 30:00 Estocagem subterrânea e terminais de GNL como opção 32:00 Gás argentino demanda investimento conjunto 33:00 Considerações finais e encerramento #vale #mineração #gasnatural #mercadolivregas #biometano

NESTA EDIÇÃO. Depois de três meses, Brent volta a ficar abaixo dos US$ 80. Petrobras e Finep lançam edital para eletrolisador nacional de hidrogênio. Brasil e Países Baixos definem agenda de cooperação em SAF e hidrogênio até 2028. Venezuela assina acordo com GE para recuperação do setor de energia elétrica. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Aumento da mistura de etanol na pauta do CNPE. Empresários associam eletrificação a competitividade no Brasil, indica pesquisa. Brasil não vai aderir a proposta de Trump no G7 para reserva estratégica de terras raras. ***Locução gerada por IA