a epbr é uma agência independente de notícias, nativa digital, não partidária, que tem como objetivo informar e engajar a população nas discussões sobre energia no país, sobretudo nas áreas de petróleo, gás natural e energia elétrica.

NESTA EDIÇÃO. Opep aumenta produção e reclama de ataques à infraestrutura devido às guerras. Governo chega a R$ 17,7 bilhões em subsídios a combustíveis com a publicação da 9ª medida provisória desde o início do conflito no Oriente Médio. Super El Niño pode aumentar a variação das tarifas residenciais de energia elétrica em 2027. ANP marca para 7 de agosto abertura de propostas para gas release. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Sai a resolução que viabiliza os leilões do gás natural da União, com a definição dos setores que serão alvo no longo prazo. Petrobras diz que iniciativa para desconcentração no mercado de gás pode atrasar projeto do gasoduto de Sergipe Águas Profundas. Silveira defende “subsídio zero” para geradores no plano de governo Lula 4. Seca impacta geração de energia nuclear na Europa. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Pesquisa da CNI indica que empresas que ainda não migraram para o mercado livre de energia carecem de informação e conhecimento. Indústria contesta suspensão do mercado livre de gás no Rio. Subsídio da gasolina pode acabar se o petróleo cair, indica Ministério da Fazenda. Medidas do governo para conter impactos climáticos do El Niño chegam a R$ 1,3 bi. ***Locução gerada por IA

Nesta edição do podcast gas week, gravado no estúdio eixos, André Ramalho, editor de gás da agência eixos, conversa com Emmanuel Delfosse, CEO da Gás Natural Açu (GNA). O executivo analisa a decisão da companhia de não participar do leilão de reserva de capacidade, detalha o projeto para o desenvolvimento do primeiro terminal de GNL onshore do Brasil no Porto do Açu e discute os impactos da regulamentação do acesso de terceiros a terminais de regasificação, emitida pela ANP. A entrevista aborda também a convergência regulatória entre os setores de gás natural e energia elétrica, além do potencial de suprimento de energia para data centers. Entrevistado: Emmanuel Delfosse, CEO da Gás Natural Açu (GNA) Apresentador: André Ramalho, editor de gás da agência eixos eixos PRO — inteligência de mercado para o setor de energia: https://eixos.com.br/eixos-pro/ Site: eixos.com.br LinkedIn: /agenciaeixos #GasNatural #Energia #Termeletricas #GNL #estudioeixos #agenciaeixos eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s Resumo de conteúdo feito com auxílio de Inteligência Artificial e revisado por jornalista.

NESTA EDIÇÃO. Petrobras reduziu importação de combustíveis com maior refino interno em meio à alta internacional dos preços no segundo trimestre. Aneel adia decisão sobre novas regras para curtailment e rateio dos custos. Processo que avalia a caducidade da Enel SP deve entrar na pauta da diretoria da Aneel em agosto. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Brasil amplia parcerias em energia e mineração com a Ásia. Aneel abre consulta para regras do primeiro leilão de baterias. Justiça suspende novas migrações para o mercado livre de gás no Rio. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Governo prorroga subsídio da gasolina. ANP recomenda fim da atividade de formulação de combustíveis. Regras em consulta podem facilitar o uso de biocombustíveis no transporte aquaviário. Petrobras tem novo diretor de Transição Energética. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Receio de novas disrupções na oferta de petróleo leva barril de volta aos US$ 100. I-RECs poderão ser usados para comprovação de energia renovável no RenovaBio. Eleições 2026: Disputa pelo Senado tem direita dividida no Rio de Janeiro. *Locução gerada por IA

Nesta edição do Diálogos da Transição, gravada diretamente do Energy Summit no Rio de Janeiro, o estúdio eixos recebe Yuri Schmitke, presidente da Associação Brasileira de Energia de Resíduos (Abren). A entrevista aborda o cenário regulatório do biometano no Brasil, as metas de descarbonização e os avanços na recuperação energética de resíduos sólidos urbanos (RSU) como solução sustentável para os municípios. O executivo classificou como conservadora a decisão do CNPE de fixar em 0,5% a meta inicial de biometano no gás natural, afirmando que o setor já tem potencial para 1% ainda em 2026. Schmidt defendeu a diferenciação da matéria-prima no certificado CEGOB, pois a biodigestão pode evitar até 1.500 g de CO2 equivalente, muito acima da captura em aterros. Também destacou o projeto pioneiro da Bren H2A Bioenergia em Santa Catarina, com produção de biometano e CO2 biogênico a partir de dejetos suínos. Sobre recuperação energética de RSU, citou cinco usinas contratadas no país, incluindo Barueri (2026), e o potencial do Rio de Janeiro para duas grandes usinas de 5 mil toneladas/dia. ____________________

Nesta edição do Diálogos da Transição, gravada diretamente do Energy Summit no Rio de Janeiro, analisamos o panorama das relações econômicas e energéticas entre Brasil e Estados Unidos com o diretor de Políticas Públicas e Relações Governamentais da Amcham Brasil, Fabrízio Sardelli Panzini. O debate aborda o impacto de políticas tarifárias no comércio bilateral; o interesse crescente dos EUA e as oportunidades estratégicas em minerais críticos; a atração de investimentos para biocombustíveis; e infraestrutura para data centers. Também são discutidos o papel da indústria de óleo e gás no contexto da segurança energética global e a importância de marcos regulatórios estáveis para garantir a competitividade do mercado nacional. ____________________

O executivo analisa ainda as políticas públicas de economia circular, os desafios de financiamento junto ao BNDES e a urgência de maior agilidade regulatória e de licenciamento ambiental no Brasil face à competição geopolítica global. ____________________

O fortalecimento das relações bilaterais entre Brasil e Alemanha ganha novos contornos com o avanço da agenda global de descarbonização. Em entrevista exclusiva, Jan Freigang, cônsul-geral da Alemanha no Rio de Janeiro, analisa o avanço da cooperação industrial em minerais críticos e o desenvolvimento de projetos de hidrogênio verde, que consolidam o Brasil como parceiro estratégico para o cumprimento das metas europeias de neutralidade climática até 2045. O cônsul destaca a abordagem europeia, que não se limita à simples exportação de matéria-prima, mas busca agregar valor local com parceria industrial. A conversa aborda desde a atração de investimentos e tecnologias de reciclagem até o papel do financiamento climático público no apoio ao Fundo Clima e ao Fundo de Florestas Tropicais (Tropical Forest Forever Facility – TFFF). ____________________

--- eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s #eixos #agenciaeixos #estudioeixos

No episódio do Diálogos da Transição, gravado durante o Energy Summit, Cláudia Viegas, sócia-diretora da Ecoa Consultoria, analisa os aspectos regulatórios e sociais do mercado de GLP e os impactos da reforma tributária sobre o setor de energia. O bate-papo aborda o sucesso do programa Gás do Povo, que direciona recursos para famílias vulneráveis, e as estratégias para uma transição energética justa e sustentável no Brasil. Viegas também analisa a reforma tributária, destacando o acerto em não onerar fósseis para evitar impactos na inflação. A consultora ainda reflete sobre a necessidade de ajuste fiscal, o papel dos incentivos públicos para novas tecnologias e a importância do investimento estrangeiro para maior produtividade. ____________________

Antônio Guimarães, CEO da BBGN (Bolsa Brasileira de Gás Natural e Biometano), detalha os avanços da plataforma que entra em fase de testes. Ele explica como a padronização de contratos e a transparência vão reduzir assimetrias de informação e acelerar o desenvolvimento do mercado spot no Brasil. O executivo também comenta o papel do gás da União, a integração com o setor elétrico, a perspectiva do biometano e a necessidade de um índice nacional de preços. Uma conversa sobre o futuro da comercialização de gás no país. #gasrelease #BBGN #bolsadevalor #gásnatural #biometano

NESTA EDIÇÃO. CMSE decide antecipar contratos de usinas termelétricas; setor elétrico reage às regras para o ressarcimento de renováveis por cortes de geração. MPF pede suspensão do aumento da mistura de etanol na gasolina para 32%. Governo inclui minerais críticos e fertilizantes no programa de R$ 18,5 bi em resposta ao tarifaço de Trump. Arábia Saudita firma acordo com EUA para desenvolver energia nuclear. *Locução gerada por IA

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Em mais uma edição do Diálogos da Transição, gravada diretamente do Energy Summit no Rio de Janeiro, a agência eixos debate os rumos do mercado de GLP no Brasil. O entrevistado é Ricardo Tonietto, Diretor Jurídico e de Relacionamento Institucional da Supergasbras. Na conversa com Gabriel Chiappini, Repórter da agência eixos, o executivo analisa os primeiros meses de operação do programa Gás do Povo, os impactos geopolíticos nos preços dos combustíveis e os investimentos na infraestrutura de abastecimento do país.

NESTA EDIÇÃO. Ameaças às exportações de petróleo da Arábia Saudita levam preço do barril a voltar para a casa dos US$ 90. No Brasil, imposto de exportação de petróleo gerou R$ 9,6 bilhões adicionais em royalties e reduziu embarques para o exterior, diz IBP. Consumidores esperam desconto de pelo menos 15% para considerar a migração para o mercado livre de energia, aponta estudo da McKinsey. Novo primeiro-ministro do Reino Unido reduz impostos sobre contas de luz para aliviar custo de vida das famílias. *Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Diesel e gasolina comprados no exterior estão mais caros. Contratação de térmicas a gás pode aumentar em 12% os cortes de geração renovável. US$ 388 bilhões em ativos de data centers estão expostos a riscos climáticos. Novas regras da União Europeia para mercado de carbono desagradam indústria e ambientalistas. *Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Congresso estende validade das medidas provisórias dos subsídios para os combustíveis. Novo primeiro-ministro do Reino Unido promete retorno das campanhas de perfuração no Mar do Norte. ISA Energia avança em projeto para ampliar o escoamento de energia renovável do Norte de Minas Gerais e do Nordeste para o Rio de Janeiro. *locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Preço do barril volta a pressionar a inflação em julho, depois de um alívio em junho. Governo dos EUA formaliza taxa de 25% para produtos brasileiros, incluindo etanol. Presidente da Petrobras, Magda Chambriard, escreve sobre o gas release. Resposta da Demanda contrata 344 MW para redução de consumo em horário de pico. *Locução gerada por IA

No estúdio eixos, ao vivo durante o diálogos da transição na Energy Summit 2026, no Rio, o jornalista Gabriel Chiappini recebeu Márcio Dutra, CEO da Noxis Energy. A empresa desenvolve três projetos de refinaria no Nordeste brasileiro: Pecém (CE), Sergipe e Ilhéus (BA), com investimentos que somam bilhões de dólares e a promessa de reduzir a dependência externa do país por derivados de petróleo. Dutra explicou que o Brasil importa atualmente um navio de diesel por dia e que, sem novos investimentos em refino, esse número pode chegar a seis embarcações diárias até 2050. O projeto mais avançado é o do Porto do Pecém, que já conta com licença prévia, terreno e contrato de 40 anos, e pode se conectar diretamente à Margem Equatorial por meio de um duto de 50 km. Em Ilhéus, a Noxis aguarda a conclusão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) e do Porto Sul para viabilizar um complexo industrial de 200 mil barris por dia, integrando petroquímica e biorrefino para produção de SAF. O executivo defendeu a diversificação energética como caminho para a segurança do país e criticou a visão da transição energética como um "interruptor", propondo o conceito de "adição energética" como solução mais realista.

NESTA EDIÇÃO. Debate sobre divisão do custo do armazenamento é retomado com propostas na Câmara e no Senado. Preço do barril volta a subir; EUA prometem novos ataques à infraestrutura energética do Irã. Proposta de regulação do acesso aos gasodutos do pré-sal inclui separação contábil de ativos e reforça a competência da ANP para atuar nas controvérsias. *Locução gerada por IA

Rogério Manso, presidente da ATGás, analisa o processo de revisão tarifária das transportadoras de gás natural e os riscos da aplicação do método RCM. Ele defende que a metodologia alternativa, sem referência internacional, pode gerar insegurança jurídica e afugentar investimentos bilionários no setor. O executivo também avalia o impacto do LRCAP sobre o sistema de transporte, a contratação de capacidade pelas termoelétricas e os desafios para conectar novos terminais de GNL à malha. Uma visão estratégica do lado das transportadoras sobre o futuro das tarifas.

NESTA EDIÇÃO. Aprovação da mistura de 32% de etanol sinaliza que o governo brasileiro ainda vê impactos da alta internacional do petróleo nos preços dos combustíveis. MME abre consulta pública para projetos de transmissão prioritários. Ceará aprova projeto de lei para flexibilizar licenciamento de data centers. *Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Pauta do CNPE prevê definições sobre teor de etanol na gasolina, importação de biodiesel e dívidas do Renovabio. EUA ameaçam tomar controle do Estreito de Ormuz e impor pedágio. Irã promete retaliação. Pela primeira vez, Brasil abastece porta-contêineres transoceânico com etanol. BNDES aprova R$ 100 milhões para processamento de níquel no Piauí. *Locução gerada por IA

Mensagens conflitantes sobre Estreito de Ormuz e queda no refino russo reforçam insegurança no suprimento global | comece seu dia by agência eixos

NESTA EDIÇÃO. Preços médios da gasolina e do diesel na América Latina e Caribe permaneceram acima dos níveis pré-guerra em junho. Governo renova imposto de exportação sobre petróleo sem redução de alíquota. PPSA recua de mediação na ANP em conflito com a Petrobras por gasodutos do pré-sal. El Niño tem 81% de chances de ser “muito forte” no final de 2026. ***Locução gerada por IA

Os custos e os impactos regulatórios da transição energética no mercado de óleo e gás estão redefinindo as estratégias das operadoras no Brasil. Em entrevista direto do Energy Summit 2026, o especialista analisa os desafios da precificação do carbono para produtores onshore, a necessidade de diferenciação regulatória pela ANP e as perspectivas de o país voltar a ser importador de petróleo na próxima década se novas fronteiras, como a Margem Equatorial, não forem destravadas.

Nesta edição do Diálogos da Transição, realizada durante o Energy Summit, o editor de gás da agência eixos, André Ramalho, conversa com Marcos Mesquita, Vice-Presidente de Estratégia de Mercado da Copa Energia. O executivo detalha a visão de longo prazo da companhia para os próximos 10 a 30 anos, fundamentada na complementariedade da matriz energética e no protagonismo do cliente. São analisados os recentes investimentos estruturantes da empresa em gás natural (GNC e GNL) e biometano, o desenvolvimento de corredores verdes para o setor de transporte rodoviário, além dos avanços em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para o GLP Renovável (GLR). O debate também aborda os desafios de infraestrutura e a importância da estabilidade regulatória e da segurança jurídica para a atração de capital privado no Brasil.

O papel estratégico do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e do BioGLP no cenário de transição energética brasileiro é o tema central deste painel do Diálogos da Transição 2026. Executivos e reguladores discutem como o energético atua no combate à pobreza energética e suas potencialidades para além do uso residencial, incluindo aplicações industriais, agropecuárias e backup de segurança para fontes intermitentes. O debate aborda as discussões regulatórias para o fim das restrições de uso do GLP, segurança jurídica, autossuficiência na produção nacional decorrente do aumento do processamento de gás natural e o desenvolvimento de moléculas de origem renovável no mercado voluntário e regulado. Participantes Moderação: Felipe Maciel — Diretor-executivo da agência eixos Painelistas: Heloísa Borges — Diretora da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) Luís Pellegrini — Gerente de Regulação da Copa Energia Alexandre Baldoto — Diretor de Operações da Supergasbras Gustavo Gomes — Diretor Comercial da Ultragás

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Empreendedorismo Científico em Transição Energética Julio Leite | Moderador (Petrobras) Eduardo Costa | Ouro Nova Vitor Silva | Integral IMI Josias Silva | PETREC --- eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s #eixos #agenciaeixos #estudioeixos

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NESTA EDIÇÃO. Novo aumento do preço do barril deixa incerto o futuro da retirada dos subsídios aos combustíveis no Brasil e amplia a pressão entre governo e agronegócio. Rússia veta exportações de diesel. Petrobras associa subsidiária de biodiesel à Abiove. Gasmig avalia rede para levar biometano ao Triângulo Mineiro. *Locução gerada por IA

Painel – A importância da estabilidade jurídico-regulatória para promover evolução energética Felipe Oppelt | Prospectiva Claudia Viegas | Ecoa Alexandre Aragão | UERJ --- eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s #eixos #agenciaeixos #estudioeixos

Painel – Inovação em Consórcio : O portfólio de LIBRA Julio Leite | Petrobras Samuel Cunha | TotalEnergies Mariana Tiengo | Shell Vinicius Machado | Petrobras --- eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s #eixos #agenciaeixos #estudioeixos

Painel – IA aplicada à gestão de licenciamento ambiental no setor de energia: como transformar complexidade regulatória em eficiência operacional Karinne Siqueira | Axia Energia Leandro Fernandes | BIP Brasil Domenico Machado | Google Cloud Jader Fernandes | Axia Energia

Painel – Gás do Povo e Pobreza Energética Renato Dutra | MME Hugo Leal | Deputado Federal Dario de Paula | MME Analúcia Faggion Alonso | MDS

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No estúdio eixos, ao vivo durante o diálogos da transição na Energy Summit 2026, no Rio, o jornalista André Ramalho recebeu Luiz Fernando Leone Vianna, vice-presidente Institucional e Regulatório do Grupo Delta Energia. O executivo trouxe um balanço dos projetos vencedores no leilão de reserva de capacidade — a ampliação da UTE William Arjona (67 MW) e a Usina Campo Grande (150 MW) — e adiantou que a empresa pretende antecipar a entrega de 2028 para 2027, utilizando equipamentos usados em meio a um mercado de máquinas novas inflacionado e com escassez. Vianna também fez uma análise crítica da crise de liquidez que atinge o setor de comercialização de energia, apontando como principais causas a distorção do PLD em relação à operação real do sistema e a calibragem do mecanismo de aversão ao risco (CVaR, em inglês), que elevou o custo do setor em R$ 3 bilhões para um ganho marginal de apenas 0,3% na segurança dos reservatórios. Ele defendeu que ajustes regulatórios são urgentes para que a abertura do mercado prevista para 2027 não se torne uma "abertura de direito sem efetividade", já que a atratividade do preço e a confiança do consumidor são essenciais para vencer a inércia da migração. ____________________

No estúdio eixos, ao vivo durante o diálogos da transição na Energy Summit 2026, no Rio, a jornalista Gabriela Rude recebeu Thiago Prado, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O executivo detalhou as contribuições da estatal para o leilão de baterias previsto para o final do ano, destacando a metodologia locacional que identifica os pontos mais críticos do sistema elétrico e os requisitos técnicos baseados em normativas internacionais. Prado revelou que a projeção de armazenamento no Plano Decenal (PDE) saltou de 800 MW para 6,6 GW até 2035, consolidando a tecnologia como peça-chave para manter a renovabilidade da matriz. Ele também abordou os estudos sobre flexibilidade do sistema, que vão além da capacidade de atender picos e incluem a velocidade de resposta a rampas positivas e negativas. Sobre as grandes cargas — data centers e hidrogênio —, o presidente alertou que a demanda pode crescer até 60% e defendeu que esses empreendimentos nasçam com flexibilidade e resposta à demanda para não onerar ainda mais o sistema. Por fim, adiantou que a EPE lançará em julho um modelo inédito de integração geração-transmissão com mais de 26 mil elementos geoespacializados. ____________________

Ao estúdio eixos, Gustavo De Marchi, presidente da Gasmig, detalha o projeto pioneiro da distribuidora para levar biometano ao Triângulo Mineiro, com contrato de 250 mil m³/dia e 400 km de redes locais. Ele explica a chamada pública que recebeu 27 propostas, a parceria com a Geo Biogas e Mitsui, e o potencial de expansão para outras regiões de Minas. O executivo também aborda o debate sobre a classificação de gasodutos, a indexação ao Henry Hub que protegeu as tarifas em Minas dos efeitos da guerra; o projeto Sul de Minas e o potencial de desenvolvimento de corredores a gás no estado. Uma conversa sobre o futuro do biometano e da distribuição. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. Capítulos 00:00 — Abertura 01:12 — Perfil pessoal de Gustavo De Marchi 02:57 — Projeto de biometano no Triângulo Mineiro 05:35 — Competitividade do biometano e atributo ambiental 07:56 — Harmonização entre leis federal e estadual 10:50 — Contrato com a Geomit 12:38 — Potencial da mobilidade urbana 15:19 — Empresas âncoras do projeto 16:23 — Integração com o Grupo Cemig 18:42 — Debate sobre classificação de gasodutos 24:43 — Judicialização no STF e espaço para convergência 27:33 — Projeto Sul de Minas 31:41 — Data centers e exclusão do gás no Redata 33:23 — Mercado livre em Minas já supera 70% 35:15 — Gasmig como hub de soluções energéticas 37:40 — Potencial da CCEE para organizar o mercado de gás 42:23 — Indexação ao Henry Hub e reajuste zero 43:06 — Necessidade de um indexador brasileiro 45:31 — Prioridades para o próximo governo 47:18 — Gas release como indutor de competitividade 48:08 — Considerações finais #gasmig #biometano #minasgerais #triângulomineiro

NESTA EDIÇÃO. CNPE se reúne nesta quarta com E32 e moratória das importações de biodiesel na pauta; Departamento de Energia dos EUA reduz projeção para o preço do petróleo para 2026 e 2027 – mas barril volta a subir na terça; ONS divulga lista dos agentes admitidos na 1ª Temporada de Acesso de 2026, que reorganiza fila de acesso de pedidos de conexão de grandes consumidores de energia. ***Locução gerada por IA

Marcelo Mendonça, diretor-executivo da Abegás, analisa os gargalos que mantêm o gás natural caro no Brasil. Ele defende a metodologia RCM para reduzir tarifas de transporte, critica a exclusão do gás de políticas como o Redata e alerta para o risco de alta de 25% nos preços da molécula em agosto. O executivo também comenta a necessidade de revisão da Lei do Gás, a busca por indexadores nacionais e as oportunidades para o GNV em veículos pesados. Uma visão estratégica das distribuidoras para o setor. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. Capítulos 00:00 Abertura 03:03 Perfil pessoal de Marcelo Mendonça 04:18 Nova proposta da ANP para base de ativos das transportadoras 05:52 Risco de judicialização da revisão tarifária das transportadoras 07:40 Risco de fuga de investimentos com tarifas mais baixas 09:06 A agenda regulatória do gás no último ano do governo Lula 3 10:13 Prioridades para o próximo governo na política do gás 14:09 Oportunidades em veículos pesados e data centers 17:25 Migração industrial para outros combustíveis preocupa 20:24 Possibilidade de revisão da Lei do Gás 21:34 Margem de distribuição não é vilã da conta final 24:07 O equilíbrio entre expansão da rede e modicidade tarifária 27:59 Impacto da guerra: reajuste de 19% em maio e previsão de mais 25% em agosto 31:43 Debate sobre indexador nacional para preço do gás 34:11 Brasil tem demanda potencial, mas preço atual trava investimentos 37:07 Indexador precisa refletir realidade dos diferentes setores 40:42 O conflito federativo sobre a classificação de gasodutos 45:08 Abegás defende discussão entre esferas federal e estadual 46:00 Considerações finais e encerramento #gasnatural #abegas #industria #preçodogás

Marcelo Rodrigues, CEO da GNLink, explica o funcionamento do mercado de GNL em pequena escala (small scale) e como a empresa opera três plantas de liquefação no Paraná, Bahia e Rio Grande do Norte. Ele detalha os planos de dobrar a capacidade para 600 mil metros cúbicos por dia até 2028. O executivo também analisa as oportunidades no transporte pesado, a parceria com distribuidoras para interiorizar o gás, a entrada da Copa Energia no capital e as perspectivas para biometano e internacionalização. Uma visão prática de quem está expandindo o acesso ao gás off-grid. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. Capítulos 00:00 Abertura 02:36 Perfil pessoal de Marcelo Rodrigues 04:12 Um ano da entrada da Copa Energia no capital da GNLink 05:08 1º ciclo de crescimento: três plantas de liquefação em operação 06:23 Foco em 2026 é na estratégia comercial para aumentar capacidade contratada 07:59 Planos de expansão do 2º ciclo de investimentos 09:47 Vantagem competitiva do portfólio diversificado 11:17 Meta de dobrar capacidade para 600 mil m³/dia até 2028 12:02 Vetores de crescimento: indústria e distribuidoras 13:26 Potencial de 30 projetos de gasoduto virtual com distribuidoras 15:00 Engenharia verticalizada acelera conversão de clientes 16:07 Fornecimento a termelétricas de pequeno porte do LRCAP 18:31 Parceria com Oncorp e terminal de GNL em Pernambuco 20:08 Atuação no Polo Gesseiro de Pernambuco com Copergás 21:27 Estratégia para o mercado de transporte pesado 23:39 Impacto da guerra no Oriente Médio acelera descarbonização 26:12 Foco no modal rodoviário, sem planos para barcaças 27:44 Desafios para destravar caminhões a gás no Brasil 29:25 Competitividade do GNL frente ao GLP subsidiado 32:19 Acesso a capital e linhas de crédito para o setor 35:52 Biometano ainda tem entraves de escala e CAPEX 39:58 Precificação do GNL combina IPCA e Brent 43:55 Potencial de Minas Gerais e tecnologia multimodal 45:37 Internacionalização: Argentina e Paraguai 48:56 Prioridade para o novo governo é destravar escoamento do gás 52:16 Considerações finais e encerramento #GNLink #gasnatural #GNL #smallscale #transportes

Vinícius Romano, head de gás da Rystad Energy para a América Latina, analisa os efeitos do acordo de paz entre EUA e Irã sobre o mercado global e brasileiro de gás. Ele explica a recuperação gradual da oferta, a pressão sobre os preços do Brent e do GNL até 2028, e as perspectivas para o mercado spot no Brasil. O executivo também comenta a dinâmica do LRCAP, a integração com a Argentina e Bolívia e comenta sobre o caminho para o abrasileiramento dos preços. Uma visão estratégica de quem monitora o setor na região. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. Capítulos 00:00 Abertura 01:34 Perfil pessoal de Vinícius Romano 02:40 Impactos da guerra no Oriente Médio no mercado de gás 04:00 Recuperação gradual da oferta de petróleo e GNL 06:00 Preços de petróleo e GNL devem seguir pressionados 08:00 Efeitos sobre o preço do gás no Brasil 10:00 Tendência de queda no percentual do Brent nos contratos 12:00 Ano de inflexão para o mercado livre de gás 14:00 Indexação ao Brent deve se manter no curto prazo 16:00 Caminhos para o abrasileiramento do preço do gás 18:00 Gás não associado e flexibilidade são chave 20:00 Volatilidade do spot reflete oferta e demanda 22:00 Baixa liquidez amplia spreads de preço 24:00 LRCAP trará mais volatilidade com térmicas conectadas 26:00 Novos terminais de GNL e projetos termoelétricos 28:00 Integração regional: Bolívia e Argentina 30:00 Gás boliviano pode ser desviado para Argentina 34:00 Argentina tem 80 milhões m³/dia em projetos de GNL 36:00 Prioridades para o próximo governo na agenda do gás 38:00 Considerações finais e encerramento #Rystad #guerranoirã #gásnatural #brent #gnl

NESTA EDIÇÃO. Brasil reduz compras de diesel da Rússia em junho, após ataques a refinarias e terminais. Congresso prorroga prazo para analisar medida provisória que criou subvenções a combustíveis. TBG e UTE Paulínia Verde firmam acordo para transporte de gás natural para atender ao contrato do leilão de reserva de capacidade. BNDES financia compra de ônibus menos poluentes em SC, SP e DF. ***Locução gerada por IA

NESTA EDIÇÃO. Cartel aumenta cotas de produção de petróleo para agosto. Motorista terá acesso a histórico de irregularidades de postos em novo aplicativo da ANP. Território disputado entre Argentina e Inglaterra, Ilhas Malvinas vivem expectativa de produção de petróleo. Plano de Transformação Ecológica capta US$5,5 bi e multiplica Fundo Clima em 316 vezes. ***Locução gerada por IA

O estúdio eixos recebeu Guilherme Lima, coordenador de Infraestrutura e Energia, e Pedro Henrique Silva, especialista da mesma área, ambos do Instituto Livre Mercado, durante o diálogos da transição no Energy Summit 2026, no Rio de Janeiro. Em entrevista ao jornalista Gabriel Chiappini, os especialistas analisaram os principais gargalos regulatórios e tributários que afetam os setores de óleo e gás e elétrico no Brasil. A conversa abordou a criação do imposto sobre exportação de petróleo bruto, que os especialistas classificaram como medida arrecadatória disfarçada de solução para a subvenção aos combustíveis, além do veto presidencial ao imposto seletivo sobre bens minerais exportados. Os executivos também discutiram a concentração do refino na Petrobras e a necessidade de abrir o mercado para novos agentes, a Lei Geral do Licenciamento Ambiental como ferramenta para destravar projetos estratégicos como a Margem Equatorial, e os impactos dos leilões de reserva de capacidade e armazenamento (baterias) sobre a conta de luz. Por fim, defenderam um marco regulatório para data centers como forma de aproveitar o excesso de geração renovável durante o dia e evitar apagões tecnológicos. ____________________