Podcasts about opep

  • 404PODCASTS
  • 1,423EPISODES
  • 25mAVG DURATION
  • 5WEEKLY NEW EPISODES
  • Jun 8, 2026LATEST

POPULARITY

20192020202120222023202420252026

Categories



Best podcasts about opep

Show all podcasts related to opep

Latest podcast episodes about opep

Podcasts epbr
Às vésperas da Copa, ONS estreia plano para equilibrar excesso de geração I comece seu dia

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 4:12


NESTA EDIÇÃO. ONS aciona plano excepcional para evitar que excesso da geração comprometa a estabilidade do sistema elétrico. Copa do Mundo traz desafios adicionais para a operação. Opep+ relaxa cortes de produção. Raízen vende operações de refino, distribuição e venda de combustível na Argentina. ***Locução gerada por IA

O Mundo Agora
Da soja ao petróleo: como viramos o plano B de Pequim e por que isso deveria nos deixar em alerta

O Mundo Agora

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 5:02


Existe um tipo de elogio que devia acender o sinal amarelo de quem o recebe. O Brasil acaba de ganhar um desses. Em abril, segundo o levantamento do PRC Leader sobre a estratégia chinesa para o sul global, o país virou o segundo maior fornecedor de petróleo da China. Não por mérito comercial nosso. Foi porque o Estreito de Ormuz estava bloqueado, o Golfo travado, e Pequim precisava de barril rápido vindo de um lugar que não dependesse do humor de Washington, nem de Moscou. Thiago de Aragão, analista político Some a soja a isso. Desde que a China reativou o boicote aos grãos americanos, ela realocou pedidos para o Brasil e para o resto da América Latina e fez o trabalho burocrático fino de garantir que nossos exportadores cumprissem as exigências fitossanitárias para vender em escala. O resultado é um Brasil que, em 2026, acumulou duas funções ao mesmo tempo: o posto de gasolina e o celeiro de emergência da segunda maior economia do planeta. Para o investidor, o número de curto prazo seduz. A demanda chinesa firme sustenta o preço das commodities, o superávit comercial e o fluxo que mantém o real ancorado. Petrobras, as graníferas, o agronegócio do Centro-Oeste, todos colhem o prêmio de serem o fornecedor que apareceu quando o resto do mundo fechou a porta. O problema mora numa palavra: reposição A China não comprou petróleo brasileiro em abril porque escolheu o Brasil como parceiro estratégico de longo prazo. Comprou porque o fornecedor preferido estava indisponível. Reposição é o que se usa enquanto a peça original não chega. No dia em que Ormuz reabrir, e Ormuz sempre reabre, a pergunta é se o barril brasileiro continua na cesta de compras de Pequim no mesmo volume ou se volta a ser a segunda opção que era antes da crise. A Venezuela já viveu esse filme, e convém olhar para o final dele. Durante a Segunda Guerra, Caracas se tornou o grande supridor de petróleo dos Aliados, a ponto de expandir a produção em 42% só entre 1943 e 1944 para cobrir o que a guerra exigia. Parecia consagração. Durou enquanto durou a escassez alheia. Quando o petróleo do Oriente Médio entrou no mercado em peso na metade dos anos 1950 e os Estados Unidos impuseram cotas de importação, a Venezuela viu o preço desabar e descobriu que tinha construído um país inteiro sobre uma demanda que era circunstancial. A resposta veio em 1960, quando Juan Pablo Pérez Alfonzo ajudou a fundar a Opep justamente para não depender mais da bondade de comprador nenhum. O fornecedor de emergência tem poder de barganha exatamente enquanto dura a emergência. Depois, ele negocia do chão. Aqui está o ponto que Brasília celebra e não examina. Ser indispensável numa emergência alheia não é a mesma coisa que ser estratégico. O fornecedor de ocasião manda no preço enquanto o fogo está aceso. Apagado o fogo, sobra a capacidade que ele instalou, a logística que ele montou e a dependência fiscal que ele criou em cima de um pedido que nunca foi para ficar. E a dependência é a parte que ninguém quer discutir. Quanto mais o orçamento da Petrobras, a balança comercial e a arrecadação passam a contar com o comprador chinês, menos margem o Brasil tem para dizer não a Pequim em qualquer outra mesa, seja 5G, seja porto, seja a próxima licitação de metrô que uma estatal chinesa vai ganhar, como ganhou a Linha 1 de Bogotá. O comprador que te salva numa crise é o mesmo que apresenta a fatura política depois. Repare no padrão, porque a estatal chinesa não improvisa. Ela compra petróleo quando precisa de petróleo, compra soja quando precisa contornar Washington e financia infraestrutura quando precisa de presença. Cada movimento chega ao lado brasileiro com cara de oportunidade isolada. Vistos juntos, formam uma arquitetura de dependência que o Brasil ajuda a erguer, um contrato de cada vez. O governo Lula trata a aproximação com a China como contrapeso aos Estados Unidos, e há lógica nisso enquanto Trump mantém a tarifa de 40% e a investigação da Seção 301 sobre a mesa. Mas contrapeso pressupõe que você consiga equilibrar os dois lados. Quem vira peça de reposição de um deles perde exatamente o equilíbrio que dizia procurar. Fica então a pergunta para quem olha o Brasil de fora com o cheque na mão. Você está comprando um país que diversificou seus compradores ou um país que está trocando uma dependência por outra e chamando isso de soberania? A China sabe a diferença. Falta saber se Brasília também sabe.

Noticias de América
Venezuela: poco peso en el mercado petrolero, pero muy útil para Estados Unidos

Noticias de América

Play Episode Listen Later May 14, 2026 2:30


En un contexto de tensión en los mercados energéticos por la guerra en Oriente Medio y la caída a un ritmo acelerado de las reservas, Venezuela reaparece como un proveedor útil para Estados Unidos. Aunque su peso global sigue siendo limitado, su papel gana relevancia por su valor estratégico y geopolítico, explica el analista José Enrique Arrioja. En medio de la subida de los precios del crudo a causa de la guerra en Oriente Medio y la reducción récord de las reservas de petróleo, el aporte de Venezuela como país productor, aunque menor, resulta particularmente beneficioso para Estados Unidos, afirma José Enrique Arrioja, analista económico del Centro de Expertos del Consejo de las Américas. Cuando se cumplen ya más de diez semanas de guerra en Oriente Medio, las reservas mundiales de petróleo se están agotando a un ritmo récord debido a las interrupciones del flujo a través del estrecho de Ormuz, que siguen restringiendo la oferta, informó este miércoles la Agencia Internacional de la Energía (AIE). Según la AIE, el mercado del petróleo seguirá previsiblemente en déficit hasta el último trimestre del año, mientras las interrupciones en el estrecho de Ormuz limitan la oferta y aumentan el riesgo de una nueva volatilidad de los precios. En este contexto de crisis en torno a la producción de crudo, Venezuela es un jugador menor, pero desempeña un papel significativo. Desde la detención de Nicolás Maduro en enero por Washington, la producción de barriles ha aumentado en ese país en un 22,9 %, cifra inédita desde 2019. Para José Enrique Arrioja, analista económico del Centro de Expertos del Consejo de las Américas, Venezuela se ha vuelto bastante útil para Estados Unidos. Venezuela, segundo proveedor de crudo a Estados Unidos  "En estos instantes, Venezuela se ha convertido en el segundo proveedor de crudo a Estados Unidos después de Canadá. En el equilibrio energético global, la cifra todavía tiene poco peso, sobre todo si se contrasta con las producciones que tienen otros países de la OPEP. Pero hay detrás de la interpretación de estos números fríos y escuetos un simbolismo y un valor estratégico y geopolítico, que es lo que históricamente le ha dado realce e importancia a la producción petrolera venezolana", explica. Debido a las sanciones impuestas por Estados Unidos en 2018 y 2019, Venezuela vendía la gran mayoría de su crudo a Asia, sobre todo a China. Pero parte del plan de Washington también es influir en este mercado. "En este mes de mayo, prácticamente 600.000 barriles de petróleo se están vendiendo a Estados Unidos. El resto de las exportaciones siguen yendo a destinos en el mercado asiático, pero definitivamente la presión de Estados Unidos sobre el gobierno liderado por Delcy Rodríguez para cortar relaciones con China está generando una recomposición en las ventas de Petróleos de Venezuela, haciendo que estas tiendan cada vez más a irse hacia Estados Unidos en lugar de dirigirse a los mercados asiáticos". Venezuela, importancia estratégica Estados Unidos tiene especial interés en el crudo de Venezuela, ya que sus refinerías pueden adaptarse al petróleo pesado que produce el país caribeño. Es por ello que se espera que la producción continúe aumentando y generando crecimiento. Se espera una revitalización de la contratación de mano de obra. Compañías al estilo de BP, Repsol, ENI están ya firmando acuerdos importantes para reactivar o retomar presencia. Se tuvo en Venezuela, en el caso de Repsol, la intención de triplicar la producción que tiene hoy en día la compañía en ese país, pasando de unos 45.000 barriles por día a 150.000 barriles por día en los próximos tres años. Arrioja concluye afirmando que el conflicto en Oriente Medio no convierte a Venezuela en una amenaza económica para el resto de los países de la OPEP, pero pone de manifiesto la importancia geoestratégica de este país en el panorama internacional.

Capital
Capital Intereconomía 7:00 a 8:00 14/05/2026

Capital

Play Episode Listen Later May 14, 2026 58:59


En Capital Intereconomía repasamos las claves del día y la evolución de los mercados internacionales en una jornada marcada por la cumbre entre Donald Trump y Xi Jinping. En Asia, signo mixto con los inversores pendientes del encuentro entre ambas potencias. En Wall Street, los índices vuelven a máximos impulsados por el sector tecnológico, mientras las bolsas europeas apuntan a una apertura alcista con la atención puesta en la evolución de las negociaciones comerciales y geopolíticas entre Estados Unidos y China. En el primer análisis de la mañana, José Lizán, gestor de Rreto Magnum Sicav en Quadriga Asset Managers, analiza el impacto del desplome de producción de la OPEP por la crisis de Ormuz y el comportamiento de unos mercados que continúan resistiendo cerca de máximos históricos. También pone el foco en el creciente peso de Países Bajos como comprador de deuda española en el actual entorno de mercado. En el bloque internacional, Miguel Ángel Melián, analista internacional y consultor de asuntos públicos, analiza los objetivos de Trump en Pekín para tratar de prolongar la tregua comercial con China, la incertidumbre política en Reino Unido sobre el futuro de Keir Starmer y la posibilidad de que el conflicto entre EE.UU. e Irán se enquiste y continúe tensionando la economía global

Podcasts epbr
Governo estreia novo modelo de subsídio em primeira medida para alívio da gasolina I comece seu dia

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later May 14, 2026 4:28


NESTA EDIÇÃO. Cashback de imposto será a primeira medida para aliviar gasolina em meio à crise global nos combustíveis. IEA e Opep reconhecem que alta do barril vai levar a queda maior do que o esperado na demanda por petróleo. Aneel suspende homologação do LRCAP devido à judicialização. CMSE adia decisão sobre flexibilização do modelo de risco que pode reduzir preço da energia. ***Locução gerada por IA

PodCast IDEG
Atualiza e Revisa #26 - O divórcio do petróleo: a saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep

PodCast IDEG

Play Episode Listen Later May 14, 2026 28:59


O petróleo continua no centro da política internacional; e entender sua geopolítica é entender parte essencial do funcionamento do sistema internacional contemporâneo. Neste episódio do Atualiza e Revisa, Luiza Bringel analisa a trajetória da Organização dos Países Exportadores de Petróleo desde sua criação, em 1960, até os dilemas atuais da Opep+, da transição energética e da disputa estratégica no Oriente Médio. Mais do que discutir preços de combustível, o episódio mostra como energia, segurança, poder e economia global estão profundamente conectados. Você vai entender: ● Como surgiu a Opep e por que ela representa um movimento de soberania sobre recursos naturais ● A diferença entre Opep e Opep+ ● Como a Revolução do shale oil reduziu o poder do cartel ● O embargo de 1973 e a transformação do petróleo em “arma geopolítica” ● O papel estratégico do Estreito de Ormuz e do Irã ● O conceito de securitização da energia ● A posição do Brasil na Opep+ e os limites da sua segurança energética Além disso, o episódio conecta petróleo, política externa brasileira, economia política internacional e teoria das Relações Internacionais, sempre com foco no nível de aprofundamento exigido pelo Instituto Rio Branco.

Noticias de América
Venezuela: poco peso en el mercado petrolero, pero muy útil para Estados Unidos

Noticias de América

Play Episode Listen Later May 14, 2026 2:30


En un contexto de tensión en los mercados energéticos por la guerra en Oriente Medio y la caída a un ritmo acelerado de las reservas, Venezuela reaparece como un proveedor útil para Estados Unidos. Aunque su peso global sigue siendo limitado, su papel gana relevancia por su valor estratégico y geopolítico, explica el analista José Enrique Arrioja. En medio de la subida de los precios del crudo a causa de la guerra en Oriente Medio y la reducción récord de las reservas de petróleo, el aporte de Venezuela como país productor, aunque menor, resulta particularmente beneficioso para Estados Unidos, afirma José Enrique Arrioja, analista económico del Centro de Expertos del Consejo de las Américas. Cuando se cumplen ya más de diez semanas de guerra en Oriente Medio, las reservas mundiales de petróleo se están agotando a un ritmo récord debido a las interrupciones del flujo a través del estrecho de Ormuz, que siguen restringiendo la oferta, informó este miércoles la Agencia Internacional de la Energía (AIE). Según la AIE, el mercado del petróleo seguirá previsiblemente en déficit hasta el último trimestre del año, mientras las interrupciones en el estrecho de Ormuz limitan la oferta y aumentan el riesgo de una nueva volatilidad de los precios. En este contexto de crisis en torno a la producción de crudo, Venezuela es un jugador menor, pero desempeña un papel significativo. Desde la detención de Nicolás Maduro en enero por Washington, la producción de barriles ha aumentado en ese país en un 22,9 %, cifra inédita desde 2019. Para José Enrique Arrioja, analista económico del Centro de Expertos del Consejo de las Américas, Venezuela se ha vuelto bastante útil para Estados Unidos. Venezuela, segundo proveedor de crudo a Estados Unidos  "En estos instantes, Venezuela se ha convertido en el segundo proveedor de crudo a Estados Unidos después de Canadá. En el equilibrio energético global, la cifra todavía tiene poco peso, sobre todo si se contrasta con las producciones que tienen otros países de la OPEP. Pero hay detrás de la interpretación de estos números fríos y escuetos un simbolismo y un valor estratégico y geopolítico, que es lo que históricamente le ha dado realce e importancia a la producción petrolera venezolana", explica. Debido a las sanciones impuestas por Estados Unidos en 2018 y 2019, Venezuela vendía la gran mayoría de su crudo a Asia, sobre todo a China. Pero parte del plan de Washington también es influir en este mercado. "En este mes de mayo, prácticamente 600.000 barriles de petróleo se están vendiendo a Estados Unidos. El resto de las exportaciones siguen yendo a destinos en el mercado asiático, pero definitivamente la presión de Estados Unidos sobre el gobierno liderado por Delcy Rodríguez para cortar relaciones con China está generando una recomposición en las ventas de Petróleos de Venezuela, haciendo que estas tiendan cada vez más a irse hacia Estados Unidos en lugar de dirigirse a los mercados asiáticos". Venezuela, importancia estratégica Estados Unidos tiene especial interés en el crudo de Venezuela, ya que sus refinerías pueden adaptarse al petróleo pesado que produce el país caribeño. Es por ello que se espera que la producción continúe aumentando y generando crecimiento. Se espera una revitalización de la contratación de mano de obra. Compañías al estilo de BP, Repsol, ENI están ya firmando acuerdos importantes para reactivar o retomar presencia. Se tuvo en Venezuela, en el caso de Repsol, la intención de triplicar la producción que tiene hoy en día la compañía en ese país, pasando de unos 45.000 barriles por día a 150.000 barriles por día en los próximos tres años. Arrioja concluye afirmando que el conflicto en Oriente Medio no convierte a Venezuela en una amenaza económica para el resto de los países de la OPEP, pero pone de manifiesto la importancia geoestratégica de este país en el panorama internacional.

Capital
Bellevue Asset Management: “Ha vuelto la divergencia del BCE entre crecimiento e inflación”

Capital

Play Episode Listen Later May 8, 2026 8:15


Santiago de la Torriente, institutional sales de Bellevue Asset Management, analiza las Smalls Caps europeas, que vuelven al foco del mercado. Además, como está el mercado en Europa. “Ha vuelto la divergencia del BCE entre crecimiento e inflación”, afirma el invitado. Tal como nos cuenta, “hay que estar atentos a las siguientes semanas, porque de cara a la próxima reunión de junio puede haber una posible subida”. ¿Cómo lo está haciendo el sector de la energía? Para él, “es muy importante que la OPEP haya incrementado el aumento de la producción”. Esto es así para el experto “no tanto por el tema del precio sino por su seguridad de suministro”. ¿Dónde ven la empresa más valor dentro de las Smalls Caps europeas? “Desde el año pasado estamos más centrados en la parte de revitalización de Europa”, nos confirma el institutional sales de Bellevue Asset Management. Para él, estas empresas se tendrían que beneficiar más en concreto de “toda la parte de gasto, de infraestructuras, defensa…”. El experto va más allá y nos explica que “este segmento a día de hoy la ven que tienen un potencial muy importante”. ¿Qué factores influyen en esto? El entrevistado explica que esto es así “por todas las inversiones que van a llegar”. ¿Dentro de todos estos valores dónde hay que poner el foco? “Siendo un poco más selectivos y yendo más a lo fundamental, la parte de Salud ha estado fuera del foco de los inversores y tenemos valoraciones muy atractivas”, nos cuenta Santiago de la Torriente. ¿Dentro de España donde está el valor? El invitado señala que aquí “destacan pequeñas compañías familiares como Bankinter o Puig, donde hay valoraciones y potenciales muy positivos”. A la pregunta sobre qué catalizadores pueden impulsar a estas compañías, el experto explica que una de las claves es “la recuperación de los PMIs”.

Appels sur l'actualité
VOS QUESTIONS - Ouganda : vers la criminalisation des transferts d'argent de la diaspora?

Appels sur l'actualité

Play Episode Listen Later May 5, 2026 19:30


Les journalistes et experts de RFI répondent également à vos questions sur le soutien de l'Eswatini à Taïwan, l'avenir de l'Opep+ après le retrait des Émirats arabes unis et les tensions dans le détroit d'Ormuz. Ouganda : vers la criminalisation des transferts d'argent de la diaspora ?  En Ouganda, transférer de l'argent depuis l'étranger pourrait bientôt devenir un crime. Intitulé « protection de la souveraineté », ce projet de loi est en discussion au Parlement. Concrètement, toute personne souhaitant recevoir de l'argent de la diaspora devra obtenir une autorisation du ministère de l'Intérieur, sous peine de sanctions. Pourquoi ces envois d'argent dérangent-ils autant le gouvernement ?  Avec Christina Okello, journaliste au service Afrique de RFI.      Taïwan : pourquoi l'Eswatini est le seul pays africain à défier la Chine ?  Dix jours après avoir annulé sa visite en Eswatini à cause de pressions des Chinois sur plusieurs pays africains pour qu'ils révoquent les autorisations de survol, le président taiwanais Lai Ching-te est finalement parvenu à se rendre sur place. Quelles étaient exactement les pressions de Pékin ? Pourquoi l'Eswatini, petit pays au sud de l'Afrique, est-il le seul du continent à soutenir Taïwan ? Avec Clea Broadhurst, correspondante permanente de RFI à Pékin.        Opep+ : quel avenir pour l'organisation après le retrait d'Abou Dhabi ?   Frustrés de ne pas pouvoir produire autant qu'ils le souhaitent, les Émirats arabes unis ont annoncé leur retrait de l'Opep+, l'Organisation des pays exportateurs de pétrole. À quel point cette décision peut-elle impacter le prix du baril de pétrole à l'échelle mondiale ? D'autres pays pourraient-ils imiter les Émirats en se retirant également de cette organisation ?   Avec Pierre Olivier, journaliste au service international de RFI.      Détroit d'Ormuz : une opération américaine pour débloquer les navires, mais à quel prix ?  Alors que les négociations entre Iraniens et Américains sont toujours à l'arrêt, Donald Trump a annoncé le lancement de l'opération « Project Freedom » pour débloquer des navires coincés depuis deux mois dans le détroit d'Ormuz. En réponse, Téhéran a menacé d'attaquer l'armée américaine si elle s'approchait du détroit. En quoi consiste exactement cette opération américaine ? Se dirige-t-on vers une reprise des hostilités après les menaces iraniennes ?  Avec Clément Therme, chercheur, professeur à l'Université Paul-Valery de Montpellier. Auteur de l'ouvrage  « Iran-Israël : la guerre idéologique, de 1979 à nos jours » (éditions Tallandier). 

En Perspectiva
Apuntes - Socios con el enemigo: Por qué Emiratos Árabes Unidos abandonó la OPEP tras 59 años

En Perspectiva

Play Episode Listen Later May 5, 2026 12:50


Apuntes - Socios con el enemigo: Por qué Emiratos Árabes Unidos abandonó la OPEP tras 59 años by En Perspectiva

Podcasts epbr
Preços (ainda) mais altos: reajuste do gás da Petrobras vem acima do esperado; QAV tem novo aumento I comece seu dia

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later May 4, 2026 4:40


NESTA EDIÇÃO. Reajustes no querosene de aviação e no gás natural indicam aceleração da inflação dos combustíveis em maio. Nova plataforma entra em produção no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos. Opep+ vai aumentar produção em junho. Trump promete esforço para retirar navios presos no Estreito de Ormuz. ***Locução gerada por IA

Le journal de 7h00
Les pays de l'OPEP augmentent leur production de pétrole, sans tenir compte du départ des Émirats arabes unis

Le journal de 7h00

Play Episode Listen Later May 4, 2026 12:48


durée : 00:12:48 - Journal de 7 h - Alors que les États-Unis s'agacent du blocage toujours en cours du détroit d'Ormuz, les pays de l'OPEP ont décidé, dimanche, d'augmenter leur production de pétrole, qu'ils ne peuvent exporter, sans tenir compte du départ des Émirats arabes unis. - réalisation : La Rédaction de France Culture, Anne-Laure Chouin, Alix Forgeot Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Noticiero Univision
¡El aire podría estar enfermando a tus niños!

Noticiero Univision

Play Episode Listen Later May 3, 2026 20:44


Frenan la detención masiva, sin fianza para inmigrantes. ¿Conoces los nuevos pasaportes? Las siestas largas elevan el riesgo de muerte en adultos mayores. Vacuna de ARNM, mejora los casos de cáncer de páncreas. Emiratos Árabes Unidos se retira de la OPEP. Orquesta Cateura convierte la basura en música que inspira. Ponte al día con lo mejor de ‘La Edición Digital del Noticiero Univision' con Carolina Sarassa y Borja Voces.

Julia en la onda
El Orden Mundial: Emiratos, la OPEP y el precio del petróleo

Julia en la onda

Play Episode Listen Later May 3, 2026 18:56


Fernando Arancón y Alba Leiva analizan las repercusiones de la decisión de Emiratos Árabes de salir de la OPEP, la Organización de Países Exportadores de Petróleo.

Noticentro
CDMX vota este 3 de mayo para Copaco y Presupuesto Participativo

Noticentro

Play Episode Listen Later May 3, 2026 1:51 Transcription Available


Descartan bomba en avión de Viva Aerobus en el AICM Pianista de 13 años logra segundo lugar en concurso en VienaOPEP aumentará producción petrolera este 2026Más información en nuestro podcast#grc

El orden mundial
El Orden Mundial: Emiratos, la OPEP y el precio del petróleo

El orden mundial

Play Episode Listen Later May 3, 2026 18:56


Fernando Arancón y Alba Leiva analizan las repercusiones de la decisión de Emiratos Árabes de salir de la OPEP, la Organización de Países Exportadores de Petróleo.

Masdividendos
Actualidad Semanal +D. Semana 18/2026

Masdividendos

Play Episode Listen Later May 2, 2026 28:04


En 1899, Charles H. Dow era el editor más influyente de Wall Street y, sin embargo, jamás comerció con una sola acción. Su poder no emanaba del dinero, sino de algo mucho más escaso: la capacidad de observar lo que todos estaban mirando y ver algo que nadie más había visto. Un día de verano, Dow garabateó una idea extravagante en su columna. Propuso que, si tomabas el precio de las principales acciones ferroviarias —el sector tecnológico de su época— y las empresas manufactureras, podías detectar el instante preciso en que el mercado cambiaba de rumbo. Lo llamó “la teoría de las dos medias”. Cuando ambas se movían juntas, la tendencia era sólida. Cuando una divergía, algo se estaba rompiendo en silencio. Sus colegas se rieron. Demasiado abstracto, demasiado teórico, demasiado intelectual para un negocio que se suponía iba de gritar órdenes en un parqué y sudar por la camisa. Lo que Dow había intuido, y sus contemporáneos tardaron décadas en comprender, es que el mercado nunca miente, pero tampoco habla claro, susurra. Y para escucharlo, no basta con estar atento: hay que saber qué ignorar, dónde mirar y, sobre todo, qué preguntas hacer. Eso es exactamente lo que sucedió esta semana en Wall Street. Imagina por un momento que organizas una cena y sientas en la misma mesa a cinco de las empresas más valiosas del planeta, a la Reserva Federal, a Donald Trump, a los Emiratos Árabes Unidos, y a una aerolínea moribunda. Imagina que, al final de la velada, las acciones de Google suben un 10%, las de Meta se hunden un 8%, cuatro miembros de la Fed votan en contra de su propio presidente (algo que no ocurría desde 1992), y un país abandona la OPEP en directo. Caos, sí. Pero también patrón. El mismo patrón que Dow habría detectado con su teoría de las dos medias: mientras unos índices marcan récords históricos, otros sectores se desangran sin hacer ruido. La divergencia está servida, y la pregunta no es si esto es una burbuja. La pregunta es mucho más interesante. En el nuevo episodio de Actualidad Semanal +D no vamos a leerte los titulares, esos ya los veis en TikTok. Vamos a hacer lo que Charles Dow haría si estuviera vivo: observar lo que todos los demás han estado mirando y contarte lo que nadie más ha visto. No revelaré aquí qué empresa está financiando el crecimiento del PIB americano con dinero que aún no ha generado beneficios. Ni qué CEO acaba de justificar despidos masivos diciendo que los humanos y la inteligencia artificial compiten por el mismo presupuesto. Ni qué fabricante de memoria está subiendo un 3.300% en doce meses mientras los analistas se preguntan si el cielo tiene límite. Y desde luego, no contaré por qué un alto directivo acaba de destruir un contrato millonario por hablar de más en una entrevista. Pero sí te diré una cosa: el mercado nunca miente. Y esta semana ha susurrado algo que muy pocos están escuchando.

Xadrez Verbal
Xadrez Verbal #459 Emirados Árabes saem da OPEP

Xadrez Verbal

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 234:53


(00:00:00) Xadrez Verbal #459 Emirados Árabes saem da OPEP (00:06:55) Giro de Notícias #01 (00:27:30) Coluna Aberta: entrevista com João Paulo Charleaux (01:14:05) Efemérides: A Semana na História (01:19:55) Match: Oriente Médio (02:13:00) Xeque: América Latina (03:00:15) Gambito da Dama: Brasil "queridinho" dos investidores (03:07:15) Giro de Notícias #02 (03:35:15) Peões da Semana (03:37:50) Sétimo Selo (03:50:50) Música de Encerramento Recebemos o analista político, escritor e jornalista João Paulo Charleaux para um papo sobre seu novo livro "As Regras da Guerra". Também repercutimos a saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e os impactos desta decisão para o bloco comercial. No mais, demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para a captura do principal narcotraficante do CJNG, após a morte do Mencho, e também o maior ataque terrorista da Colômbia em décadas, faltando quase um mês para as eleições presidenciais no país vizinho.#PubliAlura Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalUse o cupom XADREZVERBAL na Academia Guhan de Mandarim: https://academiaguhan.com.br/Conheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/

La Brújula
La Brújula de la Economía: El problema de la vivienda, la OPEP y la subida del petróleo (30/04/2026)

La Brújula

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 58:30


Natalia Hernández Rojo, Paco Pascual, Ingrid Gutiérrez e Ignacio Rodríguez Burgos repasan la actualidad económica del día.

Gandini Análisis: Finanzas Y Economía
¿Qué implica la salida de los Emiratos para la OPEP?

Gandini Análisis: Finanzas Y Economía

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 16:57


El anuncio de la salida de los Emiratos Árabes de la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) después de 59 años es sin duda un duro golpe para el carel de productores. En este episodio les explico por qué sucedió y mis expectativas sobre su impacto en el mercado del crudo.Nota importante: Ningún episodio de este podcast ni las opiniones expresadas en él deben interpretarse como recomendaciones de inversión.

Capital
Capital Intereconomía 8:00 A 9:00 30/04/2026

Capital

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 57:59


En Capital Intereconomía, la Tertulia Capital analiza un contexto económico marcado por la energía, la vivienda y la política monetaria. Con Rubén García-Quismondo, Gonzalo Atela y Gonzalo Garnica, el debate se centra en la decisión de Bruselas de permitir subvencionar hasta el 70% de la factura energética a las empresas, una medida clave para aliviar el impacto del encarecimiento del gas y el petróleo. También se aborda la salida de Emiratos Árabes de la OPEP y sus posibles consecuencias sobre la estabilidad del cártel petrolero, así como el fin de la prórroga de los alquileres y las dudas que genera para propietarios e inquilinos en el mercado inmobiliario. En la Entrevista Capital, David Cano, director general de AFI, analiza el momento de los bancos centrales, con el foco en si el Banco Central Europeo mantendrá los tipos de interés pese al repunte de la inflación. Además, se comenta la posición de Jerome Powell al frente de la Reserva Federal, en un entorno de presión política creciente. El programa se completa con el análisis de preapertura de Tomás García-Purriños, que anticipa una apertura a la baja en las bolsas europeas, afectadas por el repunte del precio del crudo.

Capital
Capital Intereconomía 7:00 a 8:00 30/04/2026

Capital

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 58:59


En Capital Intereconomía, la jornada arranca con un tono más débil en los mercados globales. Las bolsas asiáticas caen pese al repunte del PMI manufacturero en China, mientras en Wall Street el foco sigue en el gasto en inteligencia artificial como motor de resultados tecnológicos y en la decisión de la Reserva Federal de mantener los tipos. En Europa, se espera una apertura en negativo, marcada por la avalancha de resultados y la reunión del BCE. En el primer análisis de la mañana, Araceli de Frutos, asesora del fondo Alhaja Inversiones FI, destaca la fuerte tensión en el petróleo, que alcanza niveles máximos desde el inicio de la guerra. Subraya también que el BCE podría retrasar futuras subidas de tipos ante la incertidumbre, mientras Jerome Powell mantiene los tipos en el 3,5% pese a las presiones políticas. Además, apunta a los resultados empresariales como posible catalizador para nuevas subidas en bolsa. Tras el repaso a la prensa económica, el programa analiza la salida de Emiratos Árabes de la OPEP junto a Antonio Aceituno, CEO de Tempos Energía, y sus implicaciones para el mercado energético global.

Los Locos de Wall Street
Emiratos Árabes Sale De La OPEP ¿Cómo Afecta a La Bolsa?

Los Locos de Wall Street

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 90:06


En el consultorio bursátil de hoy analizaremos una de las noticias más relevantes para el mercado energético: la posible salida de Emiratos Árabes de la OPEP y sus implicaciones para el precio del petróleo, las bolsas y las compañías más expuestas al ciclo energético. ¿Qué impacto puede tener en el crudo? ¿Qué sectores podrían salir beneficiados o perjudicados? ¿Cómo puede afectar a las carteras de inversión? Como siempre, repasamos el contexto de mercado, las principales oportunidades y responderemos vuestras preguntas en directo. Analiza compañías, usa la IA de Investing Pro y mucho más con estos descuentos: El mercado actúa como si el conflicto ya hubiera terminado. Las bolsas suben, el miedo se enfría y vuelve el apetito por el riesgo. Pero, ¿y si el mercado se está equivocando otra vez? 45% de descuento en planes de 1 año de Pro y Pro+ 50% de descuento en planes de 2 años de Pro y Pro y con un 15% de descuento adicional con nuestro enlace: https://www.investing-referral.com/lws Código: lws Dos cosas que debes saber: 1 - Cada día mandamos un email con una idea, estrategia o reflexión privada para que avances más rápido en tu camino como inversor. El de hoy ya te lo has perdido, si quieres recibir el de mañana, te apuntas en: https://locosdewallstreet.com/7-errores/ 2 - Al apuntarte recibes un video titulado «7 errores fatales (muy habituales) en la selección de oportunidades en bolsa». Me da igual en lo que inviertas, tus años de experiencia o el tamaño de tu cartera. Si inviertes deberías verlo (antes de tomar una decisión de la que poder arrepentirte). Lo recibes al apuntarte en nuestra newsletter aquí: https://locosdewallstreet.com/7-errores/ ══════════════ DISCLAIMER El contenido de este canal de YouTube tiene exclusivamente fines educativos y no constituye asesoramiento financiero ni recomendaciones de inversión. Todos los temas tratados están diseñados para ayudar a los espectadores a entender mejor el mundo de las finanzas, pero las decisiones de inversión deben tomarse de forma personal y bajo la responsabilidad de cada individuo. Invertir en mercados financieros conlleva riesgos significativos debido a su complejidad y volatilidad. Es posible perder parte o la totalidad del capital invertido. Por ello, es fundamental que realices tu propio análisis antes de tomar cualquier decisión y, si lo consideras necesario, consultes con un profesional financiero acreditado. Recomendamos: - Contar con un fondo de emergencia equivalente a al menos tres meses de tus gastos básicos antes de invertir. - Analizar muy detenidamente y con precisión cualquier inversión. - En caso de duda consultes con un asesor financiero certificado por CNMV - Mantenerte alejado de promesas de rentabilidades astronómicas, dinero rápido u otros esquemas engañosos. En Locos de Wall Street, nuestra misión es fomentar una educación financiera sólida, ética y accesible para todos, ayudando a nuestros seguidores a tomar decisiones informadas y responsables. ══════════════ #OPEP #EmiratosArabes #Petroleo #Bolsa #Inversion #Mercados #Energia #Crudo #Oil #OilMarket #ValueInvesting #LWS #LocosDeWallStreet

PodCast IDEG
Resumo Semanal – 30/04/2026 – EAU deixam OPEP, Selic, UE–Mercosul, Brasil e tensões no Oriente Médio

PodCast IDEG

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 15:11


El Debate
¿Ruptura en la OPEP? La salida de Emiratos Árabes tensiona el mercado petrolero

El Debate

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 36:00


A partir del 1 de mayo, Emiratos Árabes Unidos abandonará la OPEP y la OPEP+ con el objetivo de aumentar su producción petrolera, en una decisión que podría redefinir el equilibrio energético en el Golfo. ¿Se trata de una apuesta puramente económica o del reflejo de tensiones políticas más profundas dentro del bloque petrolero? Este es el eje del análisis en El Debate de France 24.

O Assunto
A saída dos Emirados Árabes da Opep: os impactos no petróleo e os efeitos para Trump

O Assunto

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 22:07


Convidado: Tanguy Baghdadi é professor de Política Internacional e mestre em Relações Internacionais pela PUC-Rio. Os Emirados Árabes Unidos decidiram, após quase 60 anos de alinhamento, sair da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). A decisão foi tomada após “várias discussões” e “reflexões” sobre o cenário internacional do petróleo e entra em vigor no dia 1º de maio. O cenário por trás dessa saída envolve a falta de respostas a um evento que se prolonga há quase dois meses: a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. A decisão ocorre em um momento delicado para o setor, marcado pela volatilidade dos preços, rearranjos geopolíticos e disputas cada vez mais intensas por influência sobre o fluxo global de energia. Em Washington, o movimento é visto como uma vitória para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, crítico recorrente da atuação da Opep. Neste episódio, Natuza Nery conversa com o analista internacional Tanguy Baghdadi para analisar os efeitos dessa mudança no mercado do petróleo e na geopolítica do conflito.

Enfoque internacional
Emiratos Árabes Unidos se retira de la OPEP: "Mala noticia para productores latinoamericanos"

Enfoque internacional

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 3:01


A partir del próximo viernes 1° de mayo, Emiratos Árabes Unidos no formará parte de la OPEP - la Organización de Países Exportadores de Petróleo-, una decisión que tendrá consecuencias no solo regionales, sino también para América Latina, según Jorge León, jefe de análisis geopolítico en la consultora Rystad Energy.  En medio de la crisis en el Golfo y de la parálisis del estratégico estrecho de Ormuz, Emiratos Árabes Unidos sorprendió al anunciar este martes su retirada de la OPEP y de su extensión OPEP+. La decisión se produjo en un contexto de crecientes tensiones regionales y de bloqueo de una de las vías marítimas más importantes para el tránsito de petróleo mundial. Según Jorge León, jefe de análisis geopolítico en la consultora Rystad Energy, las razones de este giro se venían gestando desde hace años. En el plano geopolítico, se ha observado una creciente división entre Arabia Saudita y Emiratos Árabes Unidos. "Hemos visto en los últimos años discrepancias sobre la guerra de Yemen y sobre la reciente guerra en Oriente Medio", apunta León. Mientras Abu Dabi se ha alineado de forma más clara con Israel y Estados Unidos, Riad ha adoptado una postura más distante respecto a esa alianza, lo que ha acentuado la brecha entre los dos socios clave del Golfo. A ello se suma un componente económico relevante. Emiratos Árabes Unidos está detrás de una capacidad productiva de petróleo muy superior a la que le permitían las cuotas fijadas por la OPEP. "Antes de la guerra, la cuota emiratí rondaba los 3,5 millones de barriles diarios, nivel que coincidía con su producción efectiva. Sin embargo, el país dispone de una capacidad cercana a los 5 millones de barriles diarios", explica el experto. Impacto a largo plazo Emiratos cuenta con un volumen considerable de capacidad ociosa, fruto de fuertes inversiones realizadas para aumentar su potencial de bombeo. Desde la óptica de Abu Dabi, esta capacidad infrautilizada representa un coste elevado sin perspectivas claras de ser aprovechada en el marco de las restricciones del cártel. Ese pais es el tercer mayor productor de la OPEP y aporta alrededor del 10% del crudo. A pesar de la magnitud de la decisión, los mercados reaccionaron con calma: no se registró una caída drástica en los precios. "El impacto inmediato ha sido prácticamente nulo porque el estrecho de Ormuz está cerrado. El precio del petróleo prácticamente ni se movió con el anuncio", dice Jorge León. En estas condiciones, aunque Abu Dabi abandone este viernes la OPEP, no puede materializar de forma rápida un aumento de producción, ya que no tiene la posibilidad física de exportar esos volúmenes adicionales debido al bloqueo del paso marítimo. "No puede sacar esas exportaciones", subraya León.  Mayor competencia para Latinoamérica El escenario cambiará cuando se reabra el estrecho. En ese momento se podrá medir el impacto real de la decisión, ya que Emiratos Árabes Unidos tendrá margen para elevar su producción y colocar más crudo en el mercado internacional. Jorge León considera que, una vez restablecido el tránsito por Ormuz, "sí que vamos a ver el impacto real de la decisión de Emiratos Árabes Unidos, que podrá aumentar su producción", lo que derivaría en precios del petróleo algo más bajos que en el caso de que hubiera permanecido dentro de la OPEP. Este efecto de presión a la baja no será favorable para los países productores, especialmente en América Latina. "Para Estados cuya producción está creciendo rápidamente —como Guyana, Argentina o Brasil—, habrá un aumento de la competencia por la llegada de mayores volúmenes de crudo desde Oriente Medio". Esto supone un desafío para los ingresos de las economías exportadoras emergentes de la región.

Un jour dans le monde
Pourquoi la prochaine guerre du Golfe sera peut-être une guerre des prix

Un jour dans le monde

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 3:27


durée : 00:03:27 - Le 18/20 : un jour dans le monde - par : Rédaction Internationale - En décidant de quitter l'Organisation des pays exportateurs de pétrole (Opep), les Émirats arabes unis réactivent leur rivalité stratégique avec l'Arabie saoudite et risquent de bouleverser les équilibres régionaux et mondiaux. - invités : Louise Bodet Journaliste à la rédaction internationale de Radio France Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

La chronique de Benaouda Abdeddaïm
Le monde qui bouge - L'Interview : Les Émirats arabes unis se retirent de l'Opep - 29/04

La chronique de Benaouda Abdeddaïm

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 8:06


Ce mercredi 29 avril, Thierry Bros, expert énergie et professeur à Sciences Po Paris, était l'invité d'Annalisa Cappellini dans Le monde qui bouge - L'Interview, de l'émission Good Morning Business, présentée par Laure Closier. Ils se sont intéressés à la crise énergétique qui s'accélère, marquée par le retrait des Émirats arabes unis de l'Opep alors que le baril atteint les 130 dollars, et à la menace iranienne d'instaurer un péage dans le détroit d'Ormuz. Retrouvez l'émission du lundi au vendredi et réécoutez la en podcast.

business ils monde sciences po paris opep bouge bfm business arabes unis petrole thierry bros good morning business laureclosier
El Brieff
Microsoft cortó con OpenAI: El Brieff 29 de abril

El Brieff

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 11:08


Buenos días. Esto es El Brieff, el podcast para arrancar el día con contexto claro, sin perder tiempo y con lo que sí necesitas para entender la conversación de hoy. El episodio viene cargado: Hacienda frenó una reforma que iba contra aseguradoras y hospitales privados, Liverpool ya resintió en ventas la violencia de Jalisco, Acapulco arrancó el Tianguis Turístico con miles de millones prometidos y el Inegi confirmó algo que muchos ya intuían: los jóvenes mexicanos están entrando más tarde a la vida adulta. Afuera, Carlos Slim se mueve en petróleo, BYD recibe un golpe fuerte en utilidades, el rey Carlos intenta enfriar tensiones entre Reino Unido y Estados Unidos, Emiratos Árabes le pega a la OPEP y Microsoft reescribe su relación con OpenAI.En STRTGY ayudamos a equipos comerciales a identificar qué zonas, tiendas y territorios pueden generar más ventas, dónde se está perdiendo demanda y dónde conviene enfocar cobertura, surtido y ejecución para impulsar ingresos con menos error. Visita www.strtgy.ai para agendar una demo. Si te interesa una mención en El Brieff, escríbenos a arturo@strtgy.aiRecibe gratis nuestro newsletter con las noticias más importantes del día.çSi te interesa una mención en El Brieff, escríbenos a arturo@strtgy.ai Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Hora 25
Coordenada 25 | Enric Juliana, sobre el rearme de Alemania: "¿Qué pasará si gobierna la extrema derecha?"

Hora 25

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 17:49


El periodista Enric Juliana reflexiona en este nuevo Coordenada 25 sobre el rearme de Alemania, que ha aumentado su gasto en Defensa. Además, explica qué implica que la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) se traslade a Emiratos Árabes

Fernando Ulrich
Yuan chinês ou dólar, a ameaça dos Emirados na venda do petróleo

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 17:38


A guerra e o fechamento do Estreito de Ormuz geraram uma crise de liquidez no Golfo. Os Emirados Árabes Unidos surpreenderam ao deixar a OPEP e solicitar uma linha de crédito (swap) aos EUA para proteger suas reservas e manter a paridade do dólar. Entenda como a ameaça de usar o Yuan chinês pressiona a hegemonia do petrodólar e por que os EUA podem intervir para evitar a venda massiva de ativos globais.

La Estrategia del Día
TelevisaUnivison sobre Netflix, Volaris, Carso, Banxico y los hipopótamos de Escobar

La Estrategia del Día

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 16:05


Muy buenos días, TelevisaUnivison tiene algo que decir sobre Netflix. La energía ya destaca en los reportes al primer trimestre, especialmente los de Volaris y Carso. Los Emiratos Árabes Unidos abandonan la OPEP, Banco de México sigue dando de qué hablar y un heredero millonario de India quiere salvar los hipopótamos de Pablo Escobar. Día 10 de 15 para votar por La Estrategia del Día en los Spotify Podcast Awards. ¡Vota aquí! https://open.spotify.com/playlist/37i9dQZF1DWXhF7LvcCzpf?si=8sICN4uMTwuUdwqibbVxBg Patrocinado | Conoce más de la Conferencia Anual del Council of the Americas en México aquí https://www.as-coa.org/events/2026-coa-mexico-conference

Hoy por Hoy
La economía de Hoy por Hoy | La salida de Emiratos Árabes de la OPEP, un terremoto para la capacidad de este cártel de intervenir en el precio del petróleo

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 4:03


El análisis de actualidad económica, todas las mañanas a las 07:30. 

Capital
Capital Intereconomía 7:00 a 8:00 29/04/2026

Capital

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 58:59


En Capital Intereconomía, la jornada arranca con un tono mixto en los mercados globales, condicionado por el sector tecnológico y la geopolítica. En Wall Street, las dudas sobre el crecimiento de OpenAI arrastran a la baja a la tecnología y a los índices, mientras que en Asia el protagonismo lo toma BYD, que se dispara en bolsa tras presentar unos resultados mejores de lo esperado. En Europa, se anticipa una apertura con subidas suaves, marcada por la avalancha de resultados empresariales. En el primer análisis de la mañana, Javier Santacruz, economista, señala que el petróleo sigue muy pendiente de las publicaciones entre EE.UU. e Irán, en un contexto en el que Emiratos Árabes anuncia su salida de la OPEP ante el caos en Ormuz. Además, advierte de las palabras de Jamie Dimon sobre una posible crisis en el mercado de bonos, mientras los inversores aguardan tanto la decisión de la Reserva Federal como los resultados de las grandes tecnológicas. Tras el repaso a la prensa económica, el análisis internacional pone el foco en el estancamiento de las negociaciones entre Irán y Estados Unidos, así como en el contexto político en EE.UU. y las relaciones transatlánticas, con Charles III defendiendo la cooperación con Washington.

RobCast
59 Anos Depois: Árabes Abandonam a OPEP e o Petróleo Nunca Mais Será o Mesmo

RobCast

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 16:23


⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Introdução00:38 Ibovespa00:51 Dólar00:58 Petróleo01:17 EUA vs. Irã02:05 Emirados Árabes saem da OPEP03:18 Gasolina Dispara nos EUA04:47 Defasagem dos Combustíveis06:45 Mistura de Etanol na Gasolina08:42 China Domina Mercado de Carros Brasileiros10:33 IPCA12:03 Desenrola 2.014:52 RC Club15:25 RC Wealth

Podcasts epbr
Revisão de rotas com a guerra: Opep perde terceiro maior produtor; Brasil reforça aposta no suprimento nacional I comece seu dia

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 3:44


NESTA EDIÇÃO. Emirados Árabes Unidos deixam a Opep. Os destaques do primeiro dia da gas week 2026. Vale prevê instalação de mega hub de ferro verde no Maranhão. ***Locução gerada por IA

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 28/04/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 49:20


Confira na edição do Jornal da Record desta terça-feira (28): PF desmonta esquema de propina para liberação de mercadorias no porto do Rio de Janeiro. Funcionários da Receita estão envolvidos e são afastados depois de flagrados com dinheiro vivo. Governo federal libera R$ 11 bi em emendas parlamentares às vésperas da sabatina de Jorge Messias e suspende mais de R$ 3 mi de multas para motoristas que passaram por pedágio automático nas estradas. O JR explica as consequências da saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep, a organização dos países exportadores de petróleo. Rei Charles III defende a Otan e diz que EUA e Reino Unido devem atuar juntos pela paz.

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga
“La energía se volvió un arma geopolítica”: la advertencia tras la salida de Emiratos de la OPEP

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 9:53


See omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícia no Seu Tempo
Planalto libera emendas em esforço pela aprovação de Messias

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 7:53


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (29/04/2026): O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, indicado há mais de cinco meses pelo presidente Lula para o STF, será sabatinado hoje na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O governo se esforça para garantir a aprovação. Membros do colegiado foram substituídos e, nas duas últimas semanas, o Planalto acelerou a liberação de emendas parlamentares e negociações de cargos. Dos R$ 12,7 bilhões liberados para emendas ao Orçamento desde o início do ano, mais da metade foi paga nas últimas semanas. Depois da CCJ, o nome de Messias será submetido ao plenário do Senado. Economia: Copom define Selic hoje e mercado prevê corte de 0,25 ponto nos juros Internacional: Emirados Árabes se retiram da Opep e enfraquecem cartel do petróleo Política: PF apura possível contrabando em voo com Motta e Ciro Nogueira Metrópole: Governo suspende multas por evasão de pedágio free flowSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Esprits Libres
Présidentielle 2027 : « Toutes les dernières élections ont été tronquées sinon volées » selon Nicolas Baverez

Esprits Libres

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 12:54


Dans cet épisode de l'émission "Esprits libres", David Abiker reçoit Sophie Obadia, avocate pénaliste, et Nicolas Baverez, avocat et essayiste, pour analyser les derniers développements du procès en appel de Nicolas Sarkozy.L'ancien président de la République est jugé pour le financement présumé illégal de sa campagne électorale de 2007 avec l'argent libyen. Mais ce procès connaît un revirement inattendu. En effet, Claude Guéant, son ancien collaborateur, gravement malade, n'est plus solidaire de la défense de Nicolas Sarkozy et apporte des témoignages accablants par l'intermédiaire de son avocat.Sophie Obadia décrit cette situation comme un « véritable coup de théâtre » qui bouscule la dramaturgie habituelle des audiences. Selon elle, Claude Guéant, ancien directeur de cabinet et secrétaire général de l'Élysée sous Sarkozy, distille un « venin de témoignage » à distance qui risque de nuire gravement à son ancien patron. Les deux hommes semblent en effet en désaccord total sur la véracité de certains faits, remettant en cause leur longue amitié politique.Nicolas Baverez, de son côté, souligne que lorsque la politique est exposée au débat judiciaire, « le jeu change ». Il met en garde contre les dangers d'une justice devenant trop transactionnelle, au détriment de l'audience publique, cruciale pour établir une vérité judiciaire. Au-delà de ce duel judiciaire, les deux experts s'interrogent sur les enjeux de la prochaine élection présidentielle de 2027, dans un contexte économique et géopolitique particulièrement dégradé. Ils analysent notamment les déclarations de Marine Le Pen, qui semble choisir son adversaire idéal pour le second tour.L'épisode se termine sur la décision des Émirats arabes unis de quitter l'Organisation des pays exportateurs de pétrole (OPEP). Selon eux, il s'agit d'un événement très important car au sein de cette organisation le pays représente le quatrième producteur. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Daily Easy Spanish
Qué tan poderosa es la OPEP y por qué la salida de Emiratos Árabes Unidos es un duro golpe al cartel que influye en el precio global del petróleo

Daily Easy Spanish

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 25:10


Aunque es un hecho de gran relevancia, la medida de los EAU tendrá poco efecto sobre los actuales bloqueos de petróleo, pero podría cambiarlo todo después.

VG Daily - By VectorGlobal
Entre victorias y derrotas: Spotify sube, UPS cae y la OPEP se rompe

VG Daily - By VectorGlobal

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 21:50 Transcription Available


En el episodio de hoy de VG Daily, Juan Manuel de los Reyes y Valentina Orduz analizan dos movimientos que sacuden el panorama energético y geopolítico: la salida de los Emiratos Árabes Unidos de la OPEP y la escalada del conflicto entre Estados Unidos e Irán.En el bloque corporativo, se revisan los resultados de OpenAI, que decepcionaron en ingresos y crecimiento de usuarios; los reportes de Spotify, Coca-Cola y UPS completan la agenda de earnings.

Hora 25
Hora 25 de los negocios | Se rompe la OPEP

Hora 25

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 23:40


Emiratos Árabes Unidos se retira de la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) con efectos a partir del 1 de mayo. La principal razón esgrimida ha sido el impulso del país a políticas comerciales alineadas con los "fundamentos del mercado en el largo plazo", una decisión tomada por sorpresa en medio del conflicto en Oriente Próximo que ha derivado en la casi paralización del tráfico marítimo en el estrecho de Ormuz. Lo analizamos en Hora 25 de los Negocios. 

Latinus Diario
Latinus Diario: 28 de abril

Latinus Diario

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 49:02


Renuncia fiscal de Chihuahua por el escándalo con la CIA; detienen al sucesor de “El Mencho” en Nayarit; Emiratos Árabes Unidos deja la OPEP.

Mercado Abierto
Emiratos Árabes Unidos abandonará la OPEP

Mercado Abierto

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 4:08


¿Cuáles son las consecuencias económicas de la salida de Emiratos Árabes de la OPEP? ¿Cómo impactará en el precio del crudo?

Hora 25 de los negocios
Hora 25 de los negocios | Se rompe la OPEP

Hora 25 de los negocios

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 23:40


Emiratos Árabes Unidos se retira de la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) con efectos a partir del 1 de mayo. La principal razón esgrimida ha sido el impulso del país a políticas comerciales alineadas con los "fundamentos del mercado en el largo plazo", una decisión tomada por sorpresa en medio del conflicto en Oriente Próximo que ha derivado en la casi paralización del tráfico marítimo en el estrecho de Ormuz. Lo analizamos en Hora 25 de los Negocios. 

Mercado Abierto
Análisis de la sesión en la bolsa española

Mercado Abierto

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 7:08


Ignacio Cantos, socio-director de atl Capital, repasa lo más destacado de la bolsa española con vistazo a OPEP, Endesa, PUIG, HBX...

Daily Easy Spanish
Emiratos Árabes Unidos abandonará el poderoso cartel petrolero de la OPEP

Daily Easy Spanish

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 19:18


La salida del país de la alianza petrolera es considerada como un duro golpe a la organización que puede cambiar la geopolítica y los mercados de crudo de Medio Oriente.

El Brieff
¿Trump tiene todo bajo control? El Brieff 6 de abril

El Brieff

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 17:36


En El Brieff de hoy analizamos el colapso por el paro de transportistas en México y la gentrificación brutal del Mundial 2026. A nivel global, desentrañamos el ultimátum petrolero de Trump a Irán, la cautela de la OPEP+, el ataque nuclear en Bushehr y el histórico presupuesto militar estadounidense. Además, debatimos el ocaso de Fortnite, la captura cultural de los Obama en Broadway, la crisis energética europea y el neocolonialismo lunar de Artemis II.Si te interesa una mención en El Brieff, escríbenos a arturo@strtgy.aiRecibe gratis nuestro newsletter con las noticias más importantes del día.Si te interesa una mención en El Brieff, escríbenos a arturo@strtgy.ai Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.