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En Centrafrique après plusieurs semaines d'incertitudes, les élections auront bien lieu ce dimanche. Un scrutin inédit, avec la présidentielle, les législatives et les régionales organisées le même jour, sous haute surveillance sécuritaire.
Pour terminer l'année, l'équipe de Sur le Fil vous propose de passer en revue les dossiers chauds de l'année 2026 à l'échelle internationale, des relations entre les Etats-Unis et l'Europe, en passant par la guerre en Ukraine, la relation entre Pékin et Washington, les grandes tendances sur le continent africain et en Amérique latine et la situation à Gaza.Un épisode préparé avec Karim Talbi, rédacteur en chef de l'AFP pour l'Europe, Laura Bonilla, rédactrice en chef de l'AFP en Amérique latine, et Patrick Markey, redacteur en chef Afrique de l'AFP.Intervenants : Michael Cox, professeur émérite en relations internationales à la London School of Economics. Auteur de US Foreign Policy, dont la nouvelle édition va paraître en mars 2026.Alice Ekman, directrice de la recherche de l'Institut des études de sécurité de l'Union européenne (EUISS) et spécialiste de la Chine. Autrice notamment de Dernier Vol pour Pékin (Flammarion, 2024)Agnès Levallois, présidente de l'Institut de recherche et d'études Méditerranée Moyen-Orient (IreMMO), spécialiste du monde arabe contemporain. Realisation : Michaëla Cancela-KiefferDoublages : Emmanuelle Baillon, Denis Barnett Sébastien Casteran, Marie Dhumieres, Maxime MametExtraits sonores : AFPTV Extrait afrobeat : "Water", par TylaMusique : Nicolas VairPour aller plus loinCinq choses à attendre en 2026 (AFP)The G20 Agenda Is Shifting from the Global South to America FirstLe durcissement américain vis-à-vis de l'Europe va continuer, prévient Paris | European Newsroom (AFP)Paix en Ukraine : la dernière version du plan américain en 20 points (24 décembre 2025)Document officiel énonçant la stratégie de sécurité américaine (Novembre 2025)Breaking down Trump's 2025 National Security Strategy | Analyse par l'institut BrookingsGuerre commerciale : Donald Trump et Xi Jinping prêts pour un fragile accord de trêve ? | IfriPour la Chine, l'UE est un enjeu secondaire | Cairn.info (Décembre 2025)La Chine dans le monde. Entretien avec Alice Ekman (Diploweb, juillet 2024)China's turn towards the 'Global South': Europe is not Beijing's priority | European Union Institute for Security Studies(17 juillet 2025)Africa outlook 2026 - Economist Intelligence UnitConseil de sécurité: les derniers développements en Afrique de l'Ouest et au Sahel illustrent la fragilité et la résilience de la sous-région | ONU Couverture des réunions & communiqués de presseMegaprojet gazier de TotalEnergies au Mozambique : le communiqué de l'entrepriseA Gaza, des Palestiniens sous les bombes du côté israélien de la "ligne jaune" (AFP, 22 décembre 2025)Operation Southern Spear: The U.S. Military Campaign Targeting Venezuela | Council on Foreign RelationsAmérique latine : un nouveau cycle électoral incertain - Fondation Jean-JaurèsLa Semaine sur le fil est le podcast hebdomadaire de l'AFP. Vous avez des commentaires ? Ecrivez-nous à podcast@afp.com. Si vous aimez, abonnez-vous, parlez de nous autour de vous et laissez-nous plein d'étoiles sur votre plateforme de podcasts préférée pour mieux faire connaître notre programme. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
La sostenibilidad se ha convertido en uno de los grandes retos de la automoción moderna. En este episodio analizamos cómo la industria está reduciendo su huella ecológica mediante el uso de biocarburantes y lubricantes biodegradables, dos soluciones cada vez más presentes tanto en el día a día como en la alta competición. Explicamos qué son los biocombustibles, cómo se producen a partir de materia orgánica renovable y por qué, aunque sus emisiones sean similares a las de los carburantes tradicionales, no incrementan la concentración global de CO₂. Además, aclaramos cómo se utilizan actualmente en gasolinas y gasóleos que repostamos a diario en Europa. También profundizamos en los lubricantes biodegradables: qué tipos existen, cómo están formulados, sus ventajas medioambientales y sus limitaciones técnicas. Una alternativa clave para reducir el impacto ambiental en sectores como la agricultura, la industria forestal o la maquinaria marina. Por último, abordamos el papel de los combustibles renovables en la competición, con ejemplos reales como el Excellium Racing 100 o el HVO100 de TotalEnergies, ya presentes en campeonatos como el WEC o el Europeo de Camiones. Un episodio que demuestra que rendimiento y sostenibilidad ya pueden ir de la mano en el mundo del motor. Escucha el episodio entero aquí: https://go.ivoox.com/rf/164536500 Escúchanos en: www.podcastmotor.es Twitter: @AutoFmRadio Instagram: autofmradio Twitch: AutoFMPodcast Youtube: @AutoFM Contacto: info@autofm.es
A Rádio França Internacional recebeu nesta quinta-feira nos seus estúdios Messias Uarreno, secretário-geral do ANAMOLA, Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo, partido de oposição moçambicano fundado este ano e liderado por Venâncio Mondlane, responsável político que reclama a vitória nas presidenciais do ano passado e que liderou os protestos pós-eleitorais que marcaram os últimos meses de 2024 e o começo deste ano. De passagem por Paris onde efectuou uma série de contactos em nome do ANAMOLA, Messias Uarreno evocou com a RFI os desafios enfrentados por esta nova formação que se reivindica como um partido "jovem", a sua ideologia e seus projectos, o processo de diálogo inclusivo encaminhado pelo Presidente da República e algumas das problemáticas que afligem o país, nomeadamente o terrorismo no norte. RFI: O que é que veio cá fazer a Paris? Messias Uarreno: O ANAMOLA vem a Paris numa missão muito específica que é a busca da abertura e alargamento das suas parcerias, em particular diplomáticas, porque trata-se de um partido que tem uma visão bastante clara para o futuro de Moçambique e achamos que não podemos fazer um Moçambique sem os nossos grandes parceiros. E a França, como país, é a uma referência bastante importante. RFI: Esteve em contacto com que entidades ou pessoas aqui em França? Messias Uarreno: Algumas entidades tiveram contactos connosco e obviamente ainda há um certo receio de partilhar assim publicamente, mas a nível institucional nós estivemos já na Embaixada (de Moçambique em Paris), podemos ter uma conversa com o embaixador e a sua equipa, mas também algumas instituições ligadas aos Direitos Humanos ou outras ligadas à questão da democracia, que têm interesses específicos que, na sua maioria, são instituições que na verdade já trabalham connosco quando ainda nem partido éramos. E para nós interessa continuar a estreitar as nossas relações. RFI: O ANAMOLA é um partido jovem, um partido que apareceu recentemente durante este ano de 2025 e também o partido que se assume como um partido de jovens, formado essencialmente por jovens. Quais são os desafios que enfrenta um partido que está em plena formação? Messias Uarreno: Uma das questões que eu enquadro como um problema primário é a questão mesmo da formação de quadros. Nós temos jovens bastante motivados e, como sabe, o ANAMOLA é um partido de massas. É um partido em que não é só numa questão da acessibilidade na zona urbana, mas também na zona rural. Nós temos um grande apoio das nossas bases e, a cada dia, nós vamos conseguindo implantar mais o partido. No contexto em que o ANAMOLA surge, durante as manifestações pós-eleitorais, aquela crise vivenciada, o receio que nós temos é que esse ambiente possa se tornar cíclico. Então é necessário formar os nossos quadros do partido a compreenderem que o ANAMOLA é um partido democrático, é um partido que vem implantar mais paz, mais concordância entre os actores políticos no país e para membros que, por sua natureza, não têm um contacto, um conhecimento claro sobre essas matérias, é preciso nos focarmos numa formação, num acompanhamento, em capacitação contínua. Mas isto está relacionado também com recursos. Um partido tão jovem, tão novo, precisaria de muitos recursos para conseguir formar, do topo à base, os seus quadros a assumirem essa política com uma postura democrática no verdadeiro sentido da palavra, e não ser confundido com o que nós temos chamado aqui, entre aspas, de vândalos. Porque nós somos realmente aquilo que é a esperança do povo moçambicano. E isto tem que se revelar de dentro para fora. Então eu classificaria a questão da formação um grande desafio para nós. Agora, temos também outro desafio, não menos importante, que é a questão daquilo que é o espaço político, que é muita das vezes manipulado sob o ponto de vista de captura das instituições em Moçambique. E eu acredito nessa nossa luta, a luta que o Presidente Venâncio Mondlane muita das vezes tem levado nestes últimos tempos, a despartidarização das instituições do Estado, porque enquanto as instituições forem partidarizadas, a acção política torna-se fragilizada, não só para o ANAMOLA, mas para qualquer outro partido dentro de um determinado território. E em Moçambique, infelizmente, até hoje nós sentimos que há partidarização. Ela atingiu dimensões inaceitáveis e o Presidente Venâncio tem lutado para este desafio. RFI: Também falou dos desafios de um partido que acaba de aparecer. Um deles, lá está, mencionou-o, é a questão dos recursos. Como é que são financiados? Messias Uarreno: Até agora, a base de apoio do partido ANAMOLA é identificada em dois prismas. O primeiro é aquilo que nós chamamos de contribuição, outros chamariam de quotização. Mas os nossos membros, ao se filiar ao partido, eles contribuem com valores simbólicos e estes valores têm suportado até agora aquilo que são parte das nossas actividades, mas é preciso compreender que também nós temos simpatizantes. Temos pessoas que acreditam na causa e que vão fazendo algumas doações. E essas doações têm apoiado aquilo que é o grande número das nossas despesas. E, como sabe, tem muitas instituições que financiam partidos políticos. RFI: Quais são os vossos objectivos em termos concretos e imediatos? Messias Uarreno: São vários. Eu vou citar aqui assim alguns rapidamente. A primeira prioridade, para nós, está ligada neste exacto momento, após a criação do partido, à questão da nossa Constituição da República. Como sabe, o ANAMOLA submeteu um grande dossier de propostas de reformas de leis de Estado que visam eliminar a grande porta de entrada dos problemas que Moçambique vive. Porque já é costume as nossas eleições serem caracterizadas com aspectos que indicam claramente fraudes e nós podemos eliminar essas fragilidades a partir da lei. O ANAMOLA tem trabalhado neste aspecto. Agora, é preciso compreender que, como partido, nós temos um foco de organização a nível territorial para que possamos nos preparar para as eleições 2028 que são as autárquicas, e em 2029, que são as gerais e legislativas. Estas eleições são muito importantes para nós, como um partido recentemente criado, porque precisamos ocupar este espaço político e assumir o nosso projecto de governação. RFI: Outro dos objectivos tem a ver com o diálogo inclusivo que foi encaminhado este ano. O que é que pretendem fazer relativamente a este diálogo inclusivo? Messias Uarreno: Quando falamos de diálogo inclusivo em Moçambique, pessoalmente, como secretário-geral, eu tenho trazido aqui dois aspectos claros. Primeiro é que o ANAMOLA foi excluído do diálogo. E isto nós repudiamos desde o princípio. Fizemos o nosso TPC (Trabalho de Casa), que foi uma acção popular onde fomos recolher a real intenção das famílias moçambicanas para o nosso país, compilamos e fizemos a entrega recentemente à liderança da COTE (Comissão para o Diálogo Nacional Inclusivo). Eu acho que ainda temos tempo para que tanto os grandes parceiros que financiam a COTE e também os próprios membros da COTE, a nível nacional, possam reflectir sobre esta questão, sobre esta voz que não pára de ecoar sobre a inclusão da ANAMOLA. Porque nós somos o grande motivo para que fosse criado este diálogo. RFI: Relativamente ao estado do país, o Presidente Daniel Chapo fez uma comunicação sobre o estado da Nação. Ele disse que não foi possível fazer tanto quanto gostaria de ter feito, designadamente, por causa dos incidentes pós-eleitorais que marcaram não só o final do ano passado, como também o começo deste ano. O que é que tem a dizer quanto a isso? Messias Uarreno: Dificilmente confronto aquilo que são os posicionamentos do Presidente da República por uma questão mesmo de desgaste, desgaste como político, desgaste como académico, desgaste como jovem moçambicano. Porque ao avaliar só aquilo que é a actuação do Presidente da República Daniel neste período, vai constatar gastos excessivos em viagens com membros que seriam, na minha óptica e na nossa óptica, como partido, dispensáveis, e converter estes recursos em acções concretas para o país. Estes recursos poderiam ser utilizados neste período ainda para coisas como a melhoria da qualidade das nossas escolas, a colocação de medicamentos nos hospitais e materiais. Fiz recentemente uma visita a um hospital para ver as mães parturientes e vi uma situação deplorável, em que as parteiras até têm problemas de luvas. Coisas básicas. Portanto, custa-me acreditar que saiu da boca do Presidente da República uma abordagem semelhante de que teve dificuldades por causa desse aspecto. Mas eu acho que é tempo de o Presidente mudar de narrativa e procurar trabalhar mais e falar menos. RFI: Relativamente às problemáticas que existem em Moçambique, uma delas é a questão do terrorismo em Cabo Delgado. Como é que vê o tratamento dessa problemática? Já há mais de oito anos que estamos nesta situação em Cabo Delgado. Messias Uarreno: A primeira coisa que eu queria dizer sobre o terrorismo é que, como partido, nós lamentamos as grandes perdas humanas que nós temos e, mais do que isso, lamentamos também aquilo que é a interferência do terrorismo nos grandes investimentos que muitas instituições, ao exemplo da Total Energies, têm feito e eu acho que deveria também continuar a fazer é não recuar. Relativamente à questão do terrorismo em Moçambique, é uma questão que, a nível doméstico, nós poderíamos ter tratado, porque eu acredito que a nossa interferência interna, ela fala mais alto do que a interferência externa. Esta é a primeira opção que eu tenho sobre este aspecto, mas, no entanto, é de lamentar que o Governo do dia, nos discursos que podemos encontrar, diga que a situação está calma, que a situação está boa, que já não há terrorismo. São as últimas manchetes que nós vimos. Mas, em contrapartida, nós continuamos a receber, obviamente, evidências de que o terrorismo continua a assolar não só a Cabo Delgado, mas a tendência é para alastrar para a província de Nampula. E isto deixa realmente a desejar. Quando reparo para os grandes parceiros na área, por exemplo, de extracção em Cabo Delgado e eu acho que, como partido ANAMOLA, na nossa perspectiva, uma das grandes vontades seria manter uma abertura clara para os que já estão a trabalhar, mas também com a abordagem um pouco mais para o desenvolvimento local e devolver a estabilidade àquela região. RFI: Estas últimas semanas evocou-se a hipótese da Total retomar efectivamente as suas actividades em Cabo Delgado. Como é que vê esta perspectiva? Julga que não será prematuro, até porque a Total reclama uma série de novas condições para retomar as suas actividades. Messias Uarreno: Penso que, como investidor, é justo que reclame que hajam melhores condições para a sua actuação. Pessoalmente, eu acredito que numa visão política, um país precisa que os seus investimentos avancem e não que sejam interrompidos. E o retorno da Total poderia constituir a continuidade de um projecto importante para o país. As actividades não podem parar e nós temos que gerar alguma coisa para resolver problemas concretos que o país tem. Simplesmente impedir isso, seria adiar aquilo que são respostas que nós queremos com esses investimentos. RFI: Voltando agora à vida interna do partido, um dos desafios que têm enfrentado ultimamente é a saída já de alguns dos seus membros, em particular em Cabo Delgado. Como é que explica esta situação? O que eles alegam é que há falta de consideração pelos quadros dentro do partido. Messias Uarreno: Pessoalmente, recebi também no meu gabinete várias cartas. Não são assim tantas como a media também tem tentado propalar, mas eu acredito que para um partido em construção, para um partido bastante novo, são fenómenos a considerar como normais do ponto de vista de vida de um partido político. Qualquer partido político já teve dissidência, já teve renúncias e o ANAMOLA não pode ser uma excepção. É preciso também perceber que um partido que está a começar com uma força como a nossa é vítima, obviamente, de ataques de outras organizações políticas que têm interesse em ver reduzir do nosso esforço a nada. E, obviamente, maior parte dos membros que conseguiram fazer-se identificar como membros do ANAMOLA podem utilizar este caminho para desacreditar aquilo que é a coesão interna do nosso partido. Este é um dado. Outro dado muito importante é que, como humanos, algumas pessoas vêem o partido como uma forma ou um caminho para atingir objectivos pessoais. E eu vou lhe recordar uma coisa: o presidente Venâncio Mondlane é um indivíduo, um cidadão moçambicano que largou a maior parte dos seus benefícios como actor político moçambicano para abraçar uma causa que tem como foco responder aqui às necessidades do povo moçambicano, o que quer dizer que a disciplina interna, ela está caracterizada por indivíduos que vão trabalhar em prol do crescimento de um partido que vai responder às necessidades das famílias moçambicanas. Então, todo aquele que não está preparado para esta abordagem e pensa que o partido é um local onde vai resolver os seus problemas, como por exemplo, um cargo de chefia imediato, porque estamos agora em eleições internas a nível do distrito, obviamente encontra como uma forma de manifestação a saída do partido. E eu posso-lhe confirmar de que a maior parte dessas narrativas em Cabo Delgado e um pouco espalhadas pelo país estão relacionadas com esse aspecto. Não temos uma dissidência por um motivo diferente deste. O que justifica que nós continuámos ainda mais coesos e vamos ficar realmente com qualidade e não com quantidade. RFI: Relativamente ainda à vossa vida interna, o vosso líder, Venâncio Mondlane, tem sido acusado, a nível judicial, de incitar a desordem no país. Pode haver algum tipo de condenação. O partido ANAMOLA está preparado para a eventualidade de ficar sem o seu líder? Messias Uarreno: O presidente Venâncio Mondlane não fez nada mais nada menos do que sua obrigação em todo o processo. E, aliás, estas acusações que pesam sobre o presidente Venâncio Mondlane são acusações que, a nível da Justiça, vai ser comprovado num futuro breve, que são infundadas porque aquelas famílias que estavam na rua no período das manifestações, elas estavam, por consciência própria e plena de que Moçambique precisa de mudança. Foi um recado claro, dado num momento específico, num contexto bem localizado, que eram depois das fraudes eleitorais, de que 'Olha, nós estamos cansados e basta'. A soberania reside no povo moçambicano. E se esse recado for mal recebido pela justiça moçambicana que é de continuar a levar este caminho de tentar sacrificar o líder Venâncio Mondlane, isto vai dar a uma situação de grande risco para o actual governo, por uma razão muito simples: porque o povo só está à espera de que eles façam isso. Agora, se estamos preparados ou não, eu acho que, como partido, ficaria com receio de responder. Eu acho que gostaria de colocar esta questão ao povo moçambicano: se está preparado para prender o presidente Venâncio Mondlane. Eu não sei se há alguma barreira física que pode parar o povo quando isso acontecer. Agora, a nível de liderança interna, o presidente Venâncio Mondlane tem trabalhado para capacitar os membros, tem trabalhado para recrutar pessoas qualificadas, competentes, que podem sim, dar continuidade ao projecto político, mas não porque teme uma prisão, mas porque nós, os humanos, somos finitos. Amanhã podemos não estar aqui. E o líder Venâncio é um homem com uma visão a longo termo sobre Moçambique e ele sabe muito bem preparar e está a fazer esse trabalho muito bem. RFI: No começo da nossa conversa, nós evocamos os contactos que têm feito, designadamente aqui em França. Ainda antes da fundação oficial do ANAMOLA, o vosso presidente, Venâncio Mondlane, esteve em Portugal e esteve em contacto com o partido Chega (na extrema-direita). Qual é a relação que existe entre o ANAMOLA e o Chega? Messias Uarreno: O presidente Venâncio Mondlane esteve em Portugal, Sim. E teve contacto com Chega, teve contacto com a Iniciativa Liberal, tivemos com o PSD e a abordagem foi a mesma. Não existe um contacto exclusivo com o Chega. Existiu contacto com partidos políticos na diáspora e maioritariamente da oposição. E o partido Chega, assim com o partido Iniciativa Liberal e os outros, foram parceiros e continuarão sendo parceiros para aquilo que constituir um aprendizado para um líder político visionário que pretende fazer uma grande revolução num país que, por sinal, é um país que foi colonizado por Portugal. Então temos alguma coisa, sim, a aprender. E até então o Chega tem conseguido olhar para aquilo que são os objectivos do ANAMOLA e dar o devido apoio, tanto a nível do Parlamento português, assim como Parlamento Europeu. E as nossas relações baseiam-se neste apoio mútuo para garantir a democracia em Portugal e a democracia em Moçambique por via de canais legais. RFI: Como é que se traduz esse apoio, concretamente do Chega relativamente ao ANAMOLA? Messias Uarreno: O grande suporte é no domínio da justiça, nos processos em que nós estamos. Como sabe, o Presidente Venâncio Mondlane reivindicou a sua vitória e até hoje o Conselho Constitucional não se pronunciou claramente, apenas fez o anúncio dos resultados. Nós estamos à espera de uma resposta clara sobre os 300 quilos de documentos que nós deixamos no Conselho Constitucional, que foram praticamente marginalizados. E o Chega, assim como outros partidos, tem sido uma voz que continua a gritar em prol da devolução da Justiça Eleitoral em Moçambique. RFI: Como é que se assumem no xadrez político moçambicano? Diriam que estão mais à esquerda, no centro, à direita? Estava a dizer que esteve em contacto com uma série de partidos que se situam mais no centro-direita ou até na extrema-direita, no caso do Chega em Portugal. Messias Uarreno: Nós temos discutido internamente esta questão da ideologia do nosso partido e, brevemente, nós teremos posicionamentos muito claros sobre a nossa ideologia. O que eu posso-lhe dizer é que há um esforço interno em mobilizarmos posicionamentos políticos que venham responder às reais necessidades das famílias moçambicanas. E, como sabe, se reparar um pouco por todos os partidos políticos em África, de uma forma muito rápida, vai compreender que nós não nos movemos muito com a questão de esquerda ou direita. Movemo-nos por outros valores, mas precisamos de evoluir. Precisamos dar um passo à frente. E eu acho que temos encontrado similaridades em alguns pontos de agenda que vão nortear aquilo que é a nossa posição final, que obviamente, como pode perceber, nós não temos aqui uma apresentação oficial de se nós pertencemos à esquerda, à direita, centro-esquerda, centro-direita actualmente. Mas estamos a trabalhar para fazer esse alinhamento e, quando for oportuno, obviamente o mundo saberá qual é, afinal, a grande linha ideológica que nos dirige. RFI: Estamos prestes a terminar este ano 2025. Quais são os seus votos Messias Uarreno para 2026? Messias Uarreno: Tem aqui três esferas dos meus votos. A esfera global é que eu espero que o mundo esteja mais equilibrado. Temos várias guerras, vários desafios, conflitos políticos um pouco por toda a parte. Eu espero que os líderes mundiais possam procurar em 2026 reduzir esta intensidade de conflitos e procurar mais diálogo, um diálogo mais sereno e realístico sobre os grandes projectos das grandes nações, que muita das vezes está por detrás dos grandes conflitos também. Segundo, há uma dimensão dos meus votos que se dirige aos grandes parceiros internacionais um pouco espalhados pelo mundo. Como um partido, nós estamos abertos a continuar a trabalhar com grandes parceiros que já actuam em Moçambique. E a única coisa que vamos fazer é procurar melhorar o ambiente desta parceria. E esta abertura é uma abertura legítima e uma abertura real. É por isso que temos viajado. Eu, pessoalmente vou continuar a viajar para, com estas grandes organizações, procurar estreitar esses laços e manter a sua actuação no nosso país, mas com um paradigma diferente. E por fim, é uma questão doméstica. A todas as famílias moçambicanas, nós desejamos muita força. Devem continuar a acreditar que um processo de libertação leva tempo. Vamos continuar a defender a verdade até ao fim e, acima de tudo, procurar ser um partido que, quando chegar ao poder, vai responder realmente às necessidades das famílias moçambicanas. Que 2026 seja realmente próspero e seja tão próspero como as grandes nações têm experimentado aquilo que é a sua evolução.
Este programa ha sido grabado íntegramente en directo desde el Hotel Ritz de Madrid, uno de los escenarios más emblemáticos de la capital, con motivo de la 31ª edición de la gala de los premios Car & Driver. Arrancamos el programa hablando de un cumpleaños muy importante: los 30 años de Car & Driver en España. Lo hacemos junto a José Carlos Luquetes, director digital de la revista, con quien repasamos cómo ha evolucionado Car & Driver desde aquellos primeros años hasta convertirse en un medio de referencia, influyendo en generaciones de aficionados y profesionales del motor. Miramos también al futuro, a los próximos 30 años, hablando de crecimiento, de nuevos formatos y de una revista que sigue apostando fuerte por el papel, aumentando su número de páginas hasta las 30 y mejorando notablemente la calidad del mismo. Una declaración de intenciones que demuestra que el buen periodismo del motor sigue más vivo que nunca. Arrancamos la sección de AutoScout24, viajando por algunos de los coches más emblemáticos premiados por Car & Driver en los últimos 30 años. AutoScout24 no es solo un portal que conecta a compradores y vendedores, es una herramienta clave para entender el mercado, sus tendencias y la evolución de los modelos que hoy ya son historia. Desde el Honda Accord, Coche del Año Car & Driver 1995, ejemplo de fiabilidad y equilibrio, pasando por el inolvidable Honda S2000 del año 2000, pura esencia deportiva, o el BMW Serie 3 de 2005, referencia absoluta en berlinas deportivas. Sin olvidar el Audi S4 de 2010, el Ford Mustang de 2015, convertido ya en icono global, o el Jeep Gladiator de 2020, que supo reinterpretar el concepto de pickup mediana con espíritu aventurero. Car & Driver cumple 30 años y la seguridad vial también ha vivido una auténtica revolución en estas tres décadas. En esta sección repasamos cómo ha evolucionado la seguridad automovilística en España desde 1995 hasta 2025, con avances que han cambiado por completo nuestra forma de viajar. Airbags, controles de estabilidad, asistentes a la conducción, frenada automática de emergencia o sistemas de detección de peatones. Tecnologías que hoy damos por hechas, pero que han sido clave para reducir la siniestralidad y salvar miles de vidas. Una sección para poner en valor que el progreso del automóvil no solo va de prestaciones, sino de proteger a quienes viajan dentro y fuera del coche. En nuestra sección de curiosidades nos detenemos en una historia tan ingeniosa como real. En septiembre de 2022, Volkswagen Group France se enfrentaba a un problema enorme: necesitaba contratar 1.000 mecánicos altamente cualificados en un mercado con muchísima rotación y escasez de talento. ¿La solución? Un auténtico caballo de Troya. Escondieron ofertas de trabajo en los propios coches que entraban a revisión, grabando mensajes en baterías, correas, filtros o tubos de escape, con códigos QR dirigidos únicamente a los mecánicos más atentos y cualificados. Mensajes como: “Buen análisis, la batería está agotada… si la tuya también, no esperes más para contactarnos”. Una acción brillante que fue todo un éxito. A lo largo del programa entrevistamos a todos los premiados de esta 31ª edición de los premios Car & Driver. Hablamos con Nacho González, director de Comunicación de Audi España, tras el premio Coche Car & Driver para el Audi Q5; con Ángel Luis Sánchez, director general del Cluster Premium de Stellantis, por el premio Emoción de Conducir al Alfa Romeo Junior Veloce; y con Dan García, Alpine Brand Director Spain, por el premio de Diseño al Alpine A390. También pasan por nuestros micrófonos Emilio Herrera, presidente de Kia Iberia, por el premio Futuro Sostenible al Kia EV4; Francesco Colonnese o Lucía González desde Omoda, por el premio Coche Aventurero al Omoda 9; Mar Pieltain desde Lexus por el premio Coche con más Carácter al Lexus RZ; Alberto de Aza, director general de BYD Iberia, por el premio Movilidad Eléctrica al Dolphin Surf; Christian Costaganna, CEO de Nissan España, por el premio Coche Innovador al Nissan Leaf; y Miguel Campillo, director de Operaciones de Honda, por el premio Coche más Esperado al Honda Prelude. Cerramos este programa tan especial con Jorge Alcalde, director de Car & Driver, que pone el broche de oro a una noche inolvidable. Con él hacemos un repaso a las emociones vividas, a los momentos compartidos y al significado que tienen estos premios dentro del sector del automóvil. Participan el equipo habitual de AutoFM: Antonio R. Vaquerizo, Fernando Rivas, Javier Quilón, Alex Moya, Rubén Gómez, y Jose Lagunar. Como siempre cerramos con la sección de TotalEnergies donde Antonio Fernández del servicio técnico de TotalEnergies nos cuenta todo sobre los productos bio de la firma francesa en cuanto a su gama de automoción. Escúchanos en: www.podcastmotor.es Twitter: @AutoFmRadio Instagram: autofmradio Twitch: AutoFMPodcast Youtube: @AutoFM Contacto: info@autofm.es
Code Vert est le Podcast d'actualité en droit de l'environnement proposé par Lefebvre Dalloz. Notre rédaction décrypte pour vous les actualités marquantes de la matière, accompagnées de retours concrets de professionnels et de praticiens sur l'évolution de la réglementation. A vos casques ! Dans cet épisode spécialement dédié à la question climatique : Domitille Bordeaux, rédactrice Lefebvre Dalloz, fait le bilan de la Conférence de Bélèm de 2025 sur les changements climatiques (COP 30) ; Lise Lafille, juriste en droit de l'environnement, revient sur deux décisions récentes : la décision du Conseil d'Etat du 6 novembre dernier qui confirme l'amende infligée à CNEWS pour propos climatosceptiques et l'Affaire « Grande-Synthe » sur la trajectoire climatique de la France ; Laura Guégan, chef de rubrique HSE, pointe l'action en justice contre l'Etat français dans le cadre du Dieselgate et revient sur la décision de la Cour de cassation du 24 septembre 2025 concernant le marché automobile et les mesures européennes anti-pollution ; Anne-Laure Tulpain, juriste en droit de l'environnement, reçoit Anne Stévignon, docteure en droit et juriste au sein de l'association Notre affaire à tous et Rémi Nouailhac, avocat et responsable juridique développement durable chez TotalEnergies, pour analyser sur le fond le jugement rendu par le tribunal judiciaire de Paris le 23 octobre 2025 opposant plusieurs associations à TotalEnergies dans une affaire de pratiques commerciales trompeuses en raison d'allégations sur son « ambition d'atteindre la neutralité carbone ». Un podcast présenté par Gaëlle Guyard, chef de rubrique, et réalisé par Olivier Cizel, rédacteur en chef adjoint, et Jérémy Martin, journaliste, Lefebvre Dalloz. Musique : Alex MakeMusic - Good Vibe Crédits : Laurent Fabius à la Cop21 : le projet veut contenir le réchauffement "en-deçà de 2°", AFP (VI-MMD-MMV830675_TFR)Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Summary del show: • Los futuros operan mixtos antes de una avalancha de datos retrasados por el shutdown.• Crecen las dudas sobre la calidad de los reportes económicos.• Ark Invest refuerza exposición en cripto y AI tras la corrección.• Google asegura energía renovable a largo plazo con TotalEnergies.
durée : 00:09:26 - Le Point culture - par : Marie Sorbier - Cela fait presque cinq ans que la chaire du Collège de France "Avenir Commun Durable" dédiée à la transition écologique est financée par TotalEnergies. Si les clauses de cet accord ont été longtemps tenues secrètes, l'institution a récemment eu l'obligation de les rendre publiques. - réalisation : Laurence Malonda - invités : Nicolas Gastineau Journaliste pour Revue21
En este episodio nos centramos en Excellium Racing 100, el biocarburante de competición de TotalEnergies que ya está marcando un antes y un después en pruebas como el WEC, Le Mans o la European Le Mans Series. Junto a Sabina Esteban, del servicio técnico de TotalEnergies, explicamos qué es este carburante, cómo se produce y por qué reduce hasta un 65% las emisiones de CO₂. Analizamos el papel de los biocarburantes de segunda generación, fabricados a partir de residuos y no destinados a la alimentación. Explicamos cómo se transforma la biomasa, qué procesos se siguen, cómo se genera el bioetanol y por qué este ciclo permite un impacto climático casi neutro. También hablamos de rendimiento: compatibilidad con motores de alto nivel, mayor octanaje, estabilidad a altas temperaturas y comportamiento en carreras de resistencia. Un episodio imprescindible para entender cómo la competición está cambiando y por qué los biocarburantes son clave para el futuro inmediato. Escucha el episodio entero aquí: https://go.ivoox.com/rf/164172179 Escúchanos en: www.podcastmotor.es Twitter: @AutoFmRadio Instagram: autofmradio Twitch: AutoFMPodcast Youtube: @AutoFM Contacto: info@autofm.es
In this episode of Energy Voice Out Loud, Aberdeen features lead Ryan Duff gets the rare chance to say "I told you so" as he discusses with news editor Erikka Askeland the details of TotalEnergies' merger with Neo Next - in what has been a rash of UK oil and gas firms walking away from their decades-long status as a North Sea operator in 2025. Micheal Behr was reports from the subserface and wells conference in Aberdeen - the first Offshore Energies UK (OEUK) event since the autumn budget of doom in November. Finally northern correspondent Floyd March highlights some of the good news happening for fans of carbon capture and storage in the North West of England.
Sintana Energy CEO Robert Bose joined Steve Darling from Proactive to discuss the company's progress on two major fronts: the advancement of its acquisition of Challenger and new developments across key blocks in Namibia's Orange Basin. Bose reported that the planned acquisition of Challenger has now satisfied several significant conditions, including formal consent from ANCAP—Uruguay's national hydrocarbon regulator—and confirmation from Chevron indicating no objection to the transaction. With these milestones achieved, the deal now only requires final approval from the TSX Venture Exchange. A Court Sanction Hearing, originally delayed following later-than-expected ANCAP approval, has been rescheduled for December 12. On 26 November 2025, Challenger confirmed that the Scheme of Arrangement received strong shareholder backing, with the requisite majorities approving both the Scheme at the Court Meeting and the related Special Resolution at the General Meeting. Pending court sanction, registration of the Court Order, and satisfaction or waiver of remaining conditions outlined in the Scheme Document, the transaction is expected to become effective on 16 December 2025. Bose also provided an important operational update on Blocks 2813A and 2814B in Namibia's Orange Basin—one of the world's most closely watched offshore exploration regions. The blocks fall under Petroleum Exploration License 83 (PEL 83), currently operated by a subsidiary of Galp. Sintana maintains an indirect 49% interest in Custos Energy, which itself holds a 10% working interest in PEL 83, giving Sintana an effective 4.9% carried interest. NAMCOR, Namibia's state energy company, holds an additional 10% working interest. Major structural changes are underway at the asset level. TotalEnergies and Galp have agreed to a transaction that will see TotalEnergies assume operatorship of PEL 83 and secure a 40% participating interest from Galp, which presently owns 80%. As part of the agreement, the parties will initiate a multi-well exploration and appraisal campaign over the next two years, targeting at least three wells aimed at further de-risking the block and defining a potential first development hub within the acreage. The first exploration well under this new program is currently being assessed for potential drilling in 2026—positioning PEL 83 as a key contributor to the growing momentum in the Orange Basin and reinforcing Sintana's strategic exposure to one of the most prolific emerging petroleum regions globally. #proactiveinvestors #sintanaenergyinc #tsxv #sei #otcqb #seusf #invest #investing #investment #investor #stockmarket #stocks #stock #stockmarketnews #OilExploration #Namibia #OrangeBasin #EnergySector #PEL83 #RobertBose #GalpEnergia #Chevron #QatarEnergy #EnergyNews #ProactiveInvestors #2025EnergyTrends
En este episodio analizamos cómo avanza la movilidad en un momento clave para el sector. Empezamos con una charla con Meinrad “Meine” Spenger, CEO de Más Orange, que nos explica cómo afrontan los retos de la contaminación y qué está aportando el 5G a la movilidad conectada. En nuestra sección de AutoScout24, junto a Alejandro Moya, repasamos la historia de un icono del motor: el Toyota MR2. Desde el ligero y carismático AW11, pasando por el potente y temperamental SW20, hasta el purista y divertido ZZW30, exploramos cómo evolucionó este deportivo de motor central que marcó a toda una generación. También comentamos la nueva alianza estratégica entre Renault Group y Ford, una colaboración que promete nuevos modelos para Europa y que ya deja ver su enfoque a través de vehículos como los futuros Renault 4 y Renault 5, así como los próximos Ford Capri y Explorer. Hablamos con Antonio Ordúñez, Policía Municipal de Madrid y uno de los peritos más experimentados de España en accidentes con patinetes eléctricos, para descubrir lo que nadie cuenta sobre su seguridad y sus riesgos reales. A propuesta de Fernando Gómez Blanco abordamos el papel clave del automóvil en el cambio energético: la apuesta coreana por el hidrógeno frente a la estrategia de Toyota, y el impulso de los combustibles sintéticos con Porsche y sus e-fuels. Además, analizamos los exclusivos Audi RS6 que acaban de recibir los hermanos Márquez, con los detalles de Alejandro Martín de Audi España. En nuestra sección de Seguridad Vial con Hyundai, actualizamos la situación de las balizas V16 y nos preguntamos si la DGT dará marcha atrás. Volvemos también a mirar a China: 2026 será un año decisivo para entender hacia dónde irán las ventas de los fabricantes chinos en Europa y cómo pueden cambiar el equilibrio del mercado. Y cerramos con el espacio de TotalEnergies, donde Sabina Esteban nos descubre los secretos de los lubricantes de competición Excellium Racing 100. Participan: Antonio R. Vaquerizo, Alex Moya, Javier Quilón, Rubén Gómez, Fernando Rivas, Jose Lagunar, Fernando Gómez Blanco (director de Centímetros Cúbicos), Fernando García Poves (responsable de tráfico en la AEGC), Antonio Ordúñez (Policía Municipal de Madrid, departamento de investigación de accidentes de tráfico) y Meinrad “Meine” Spenger (CEO de Más Orange). Escúchanos en: www.podcastmotor.es Twitter: @AutoFmRadio Instagram: autofmradio Twitch: AutoFMPodcast Youtube: @AutoFM Contacto: info@autofm.es
A Galp vendeu metade da sua participação num projeto de exploração de petróleo na Namíbia à francesa Total Energies. O negócio não envolveu qualquer proposta financeira, mas sim uma troca de ativos, com a empresa portuguesa a ficar com partes de outros projetos na região. O mercado reagiu de forma negativa ao negócio, levando as ações da Galp para a segunda maior desvalorização de sempre, num só dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Émission du 08/12/2025 présentée par Amaury de Tonquédec avec Renaud Lions, Directeur Relations Investisseurs et Communication financière de Total Energies. C'est l'action préférée des actionnaires individuels français. À l'occasion de la Paris Investor Week, on s'est intéressé à ce fleuron de l'industrie française. Ce lundi 8 décembre, TotalEnergies est cotée à New York (en plus de Paris). Dans cet épisode hors série nous avons parlé de : L'essor des particuliers et des salariés dans l'actionnariat. La différence de perception de TotalEnergies entre la France et l'étranger. L'avenir du dividende. À quoi ressemblera TotalEnergies en 2040 ?Que change la cotation à New York pour les actionnaires français ?Un épisode passionnant pour découvrir ou approfondir vos connaissances sur l'un des piliers du CAC 40. PS : Comme toujours dans La Martingale : on partage, on apprend, on vulgarise… mais ce n'est pas un conseil en investissement. Faites vos propres recherches et, si besoin, faites-vous accompagner par un pro avant de prendre une décision.
Sociólogo acredita que só com sanções e pressão internacional é possível acabar com o golpe na Guiné-Bissau. O que levou a Suécia a anunciar o encerramento gradual da cooperação bilateral para o desenvolvimento com Moçambique. Angola: Cidadãos das províncias do Cuando e Cubango criticam o que chamam de "politização" dos líderes tradicionais.
► Hier findet ihr das Angebot von 21 Shares: https://www.21shares.com/de?utm_source=buythedip&utm_medium=finfluencer&utm_campaign=btc-de-2025 ► Die BuyTheDip - Share The Hope: Weihnachtsspenden-Aktion zu Gunsten von schwerkranken Kindern und ihren Familien: https://www.tonikroos-stiftung.de/aktionsspenden?cfd=zlu6g#cff Auch diese Woche begrüßen wir euch unter dem Motto „3 Mikrofone, 3 Meinungen“ zu den folgenden Themen in dieser Ausgabe: ► Jetzt werden die Weichen für 2026 gestellt! ► Senden diese Aktien ein Warnsignal? ► Das große Comeback von Bayer? ► Silber – Wann fallen die 100 US-Dollar? ► Skandal: Sozialabgaben auf Aktien, Dividenden und Mieten? ► Hugo Boss – Buy The Dip? ► Hörerfrage von Michael: Wie schlimm steht es um Strategy? ► Hier die brandneue BuyTheDip PLUS App herunterladen: https://www.buy-the-dip.de Sichere dir diese Vorteile: • Exklusive LIVE-Updates & Sessions • Detaillierte Aktien-Analysen & -Updates • Wöchentlicher Q&A-Podcast • Das BuyTheDip PLUS ETF-Depot • Watchlists: Aktien, ETFs, Krypto • Käufe & Verkäufe von Timo & Sebastian Ein wichtiger abschließender Hinweis: Aus rechtlichen Gründen dürfen wir keine individuelle Einzelberatung geben. Unsere geäußerte Meinung stellt keinerlei Aufforderung zum Handeln dar. Sie ist keine Aufforderung zum Kauf oder Verkauf von Wertpapieren. Die verwendete Musik wurde unter AudioJungle - Royalty Free Music & Audio lizensiert. Urheber: original_soundtrack. Offenlegung wegen möglicher Interessenkonflikte: Die Autoren sind in den folgenden besprochenen Wertpapieren bzw. Basiswerten zum Zeitpunkt der Veröffentlichung investiert: Hermés, Silber, Exxon Mobil, Shell, Total Energies, Bitcoin Zum Angebot von 21 Shares: Dieses Dokument stellt keine Anlageberatung und kein Angebot oder keine Aufforderung zum Kauf oder zur Zeichnung von Wertpapieren der 21Shares AG dar. Es handelt sich um Werbung im Sinne der Prospektverordnung (EU) 2017/1129 . Investitionen in die hierin beschriebenen Produkte sind mit Risiken verbunden – einschließlich des möglichen vollständigen Verlusts des eingesetzten Kapitals. Sie sind im Begriff, ein Produkt zu erwerben, das nicht einfach und möglicherweise schwer zu verstehen ist. Der EU-Basisprospekt 2025 sowie die jeweiligen Endgültigen Bedingungen und das Basisinformationsblatt (KID) sind kostenlos auf der Website des Emittenten www.21shares.com erhältlich und sollten vor einer Anlageentscheidung sorgfältig gelesen werden. Die Billigung des Prospekts ist nicht als Befürwortung der angebotenen Produkte durch die zuständige Behörde zu verstehen. Die in diesem Dokument genannten Wertpapiere dürfen weder in den Vereinigten Staaten noch an oder für Rechnung von „U.S. Persons“ im Sinne der Regulation S des U.S. Securities Act von 1933 angeboten oder verkauft werden. Es erfolgt kein öffentliches Angebot in den USA. Ebenso wenig erfolgt ein Angebot in Kanada, Australien, Japan oder in einer sonstigen Jurisdiktion, in der ein solches Angebot rechtswidrig wäre.
Neste programa, olhamos para alguns dos temas que mais marcaram as nossas emissões desta semana, com destaque para a actualidade na Guiné-Bissau, dias depois da tomada do poder pelos militares, a 26 de Novembro, véspera da suposta divulgação dos resultados das eleições gerais de 23 de Novembro. Os resultados acabaram por não ser divulgados pela CNE devido ao alegado confisco, por “homens armados”, das actas e equipamentos. Esta quinta-feira, o Chefe da Missão de Observação Eleitoral da União Africana para as eleições gerais de 23 de Novembro na Guiné-Bissau, Filipe Nyusi, disse que há resultados da votação e “vencedor” do escrutínio e declarou que os resultados devem ser publicados. Em resposta, José Paulo Semedo, representante da candidatura do ex-Presidente, Umaro Sissoco Embaló, acusou o antigo Presidente de Moçambique de interferência. Recordo que há uma semana, a União Africana suspendeu a Guiné-Bissau dos seus órgãos, alegando a instabilidade política que se vive no país. Na terça-feira, numa comunicação à imprensa, sem direito a perguntas, o porta-voz do presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), Idriça Djaló, anunciou que não tem condições de continuar com o processo eleitoral, por confisco de equipamentos e actas por “homens armados” no dia 26 de Novembro. Na quarta-feira, a candidatura de Fernando Dias, que reclama vitória nas presidenciais, acusou a CNE de colaboração com o golpe de Estado que afirma ser encenado, como forma de inviabilizar o processo eleitoral. Por outro lado, exigiu à Comissão Nacional de Eleições a convocação da plenária do órgão para que os resultados eleitorais sejam declarados “o mais rápido possível”. Há uma semana, perante o Parlamento, o primeiro-ministro senegalês, Ousmane Sonko, afirmou que o golpe na vizinha Guiné-Bissau foi uma “farsa” e exigiu que as eleições interrompidas pelo golpe fossem autorizadas a prosseguir. Também o antigo Presidente da Nigéria Goodluck Jonathan acusou o ex-presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, de encenar uma espécie de “golpe cerimonial” para se manter no poder e questionou como é que Embaló conseguiu falar com os meios de comunicação durante a alegada detenção. Na segunda-feira, houve uma reunião entre uma missão de alto nível da CEDEAO e as autoridades de transição. De notar que Guiné-Bissau também foi suspensa da CEDEAO na sequência do alegado golpe militar de 26 de Novembro. A delegação da CEDEAO que foi a Bissau não tinha os presidentes de Cabo Verde, Senegal, Togo e Serra Leoa. À saída do encontro com a delegação da CEDEAO, o recém-empossado ministro dos Negócios Estrangeiros, João Bernardo Vieira, falou sobre “uma reunião muito positiva”. Para 14 de Dezembro ficou marcada uma cimeira da CEDEAO em que se vai falar sobre a Guiné-Bissau. Por outro lado, a delegação da CEDEAO não se reuniu com nenhuma figura da sociedade civil, segundo a Liga Guineense dos Direitos Humanos, nem com Fernando Dias, obrigado a estar escondido e que reivindica a vitória nas presidenciais, nem com Domingos Simões Pereira, que continua detido. Quanto à CPLP, o ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, disse que os chefes da diplomacia da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, se vão reunir nos próximos dias e apelou a um regresso “imediato à normalidade constitucional” na Guiné-Bissau e à libertação de todos os cidadãos detidos, inclusive “pessoas que tinham intervenção política e cívica de grande relevo”. No domingo, foi anunciado o novo Governo de transição, liderado pelo primeiro-ministro Ilídio Vieira Té, e que conta com 23 ministros, incluindo cinco militares e nomes do executivo deposto entre os nomeados. João Bernardo Vieira é o novo titular da pasta dos Negócios Estrangeiros, ele que foi e candidato às últimas eleições presidenciais e que avançou para a corrida eleitoral como independente com críticas do seu partido, o PAIGC, que decidiu apoiar outro candidato, Fernando Dias. Na quinta-feira, o Presidente de transição, general Horta Inta-A, exonerou Fernando Gomes do cargo de Procurador-Geral da República e nomeou para o lugar Tdjane Baldé, que era presidente do Tribunal de Contas. As mudanças ocorreram no mesmo dia em que foi anunciada a dissolução do Conselho Superior de Magistratura do Ministério Público durante os 12 meses previstos para durar a transição no país. Também na quinta-feira, foi anunciada a criação de um Conselho Nacional de Transição, com competências de fiscalização dos órgãos que a Constituição conferia ao parlamento. Também esta semana, várias organizações da sociedade civil guineense rubricaram em Bissau um “Pacto Social” para exigir o regresso à legalidade constitucional, a publicação dos resultados eleitorais e a libertação dos presos políticos. O pacto foi subscrito por quadros técnicos, académicos, partidos políticos, organizações religiosas, sindicatos, líderes tradicionais, organizações juvenis e das mulheres e a Ordem dos Advogados. Moçambique: Recuos no megaprojecto de gás em Cabo Delgado e desaparecimento preocupante de activista Na terça-feira, a TotalEnergies esclareceu que o megaprojecto de gás em Cabo Delgado, norte de Moçambique, vai continuar sem o financiamento do Reino Unido e dos Países Baixos e adiantou que os restantes financiadores vão garantir essa parte, equivalente a 10% do total. Porém, o governo ainda não foi notificado, de acordo com o porta-voz do executivo. Em Moçambique, o activista e apresentador de televisão Sismo Eduardo está desaparecido há dez dias. A situação foi denunciada às autoridades governamentais na cidade de Nampula pela Rede Moçambicana dos Defensores dos Direitos Humanos, que exige esclarecimentos urgentes sobre o caso e apela a uma investigação transparente. Angola: Adalberto Costa Júnior reeleito para a presidência da UNITA Em Angola, no domingo, Adalberto Costa Júnior foi reeleito a presidente da UNITA, com 91% dos votos contra 9% obtidos por Rafael Massanga Savimbi, filho do líder fundador do partido. Adalberto Costa Júnior falou em “honra renovada” para continuar a liderar a UNITA.
At the start of the year things were looking uncertain for nascent renewables like hydrogen and geothermal. With policy support from the previous US administration they had boomed with the IRA, then came July 2025 and the Trump administration's One Big Beautiful Bill, which tore up tax credits and removed incentives for those renewable technologies. As we approach the end of the year, has anything changed for the better? How are hydrogen, wind and geothermal looking as we prepare for 2026?Regular host Sylvia Leyva Martinez is on maternity leave until the middle of next year, so her fellow energy analyst Bridget Van Dorsten is stepping up to keep the mic warm. Bridget is an analyst researching hydrogen, but she has an engineer's understanding of technologies across the energy spectrum. She doesn't just cover that ‘frustrating, inefficient, expensive-to-move-around molecule' (as she calls it); she knows what's real in the energy world and what's just hype. To kick off her tenure as host she's picked out a few highlights from the year relating to those important renewables – geothermal, hydrogen and wind. Looking back on those conversations Sylvia had with experts on those fields, Bridget then gives the energy analyst's view on how things are progressing in the current policy environment. Expect in-depth analysis on what's changed, and the key stats and forecasts you need to know as 2026 approaches. Plus, Bridget looks back on the conversation Sylvia had with energy investors back in July, when we saw the oil and gas majors like Shell and Equinor announce they were scaling back their climate ambitions under pressure from investors. Bridget explores why the energy transition is unfolding slower than expected, how shareholder pressure is reshaping low-carbon strategies, and why companies like TotalEnergies and Shell have retreated from their plans to phase down fossil fuels. Bridget will be hosting until mid-next-year, and she wants to know what topics you want explored.Connect with the show and let us know what you want to hear, on LinkedIn, X or Bluesky at @interchangeshow, and follow the podcast so you don't miss the episodes coming in the new year.See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Het Verenigd Koninkrijk trekt ruim 1 miljard euro steun aan het grote LNG-project van TotalEnergies in Mozambique in, vanwege toegenomen veiligheidsrisico's. Ook Nederland is bij het project betrokken. Waarom haken landen nu af, terwijl TotalEnergies juist wil herstarten? Met VPRO-journalist Bram Vermeulen en Anne de Jonghe van mensenrechtenorganisatie Both Ends Nieuwe extreemrechtse jongerenpartij in Duitsland De radicaal-rechtse AfD heeft een nieuwe jongerenorganisatie gelanceerd, nadat de eerdere jongerenafdeling Junge Alternative onder verscherpt toezicht werd geplaatst wegens extremistische uitingen en banden met mogelijk gewelddadige groeperingen. Om verdere reputatieschade te voorkomen, verbrak de partij formeel de banden. Met de nieuwe jongerenbeweging probeert de AfD een frisse start te presenteren, maar is er werkelijk iets veranderd, of gaat het om dezelfde ideeën in een nieuw jasje . We vragen het aan Duitslandkenner Ulrike Nagel schuift aan. Presentatie: Sophie Derkzen
Entre robotaxis, robots humanoïdes téléopérés et compétition géopolitique autour de l'IA, Michel Lévy-Provençal raconte trois semaines au cœur des métropoles asiatiques les plus innovantes.Michel Lévy-Provençal, prospectiviste et dirigeant de BrightnessPourquoi avoir entrepris ce long voyage en Asie et qu'est-ce qui vous a le plus frappé à Shenzhen ?Je suis parti à la fois pour respirer et pour une opportunité professionnelle qui m'a conduit dans six métropoles asiatiques. À Shenzhen, j'ai reçu une véritable claque : une ville verte, silencieuse, largement électrifiée, bien loin des clichés de mégalopole polluée. Là-bas, tout repose sur l'écosystème mobile local. Sans WeChat, on ne peut strictement rien faire : payer, s'identifier, réserver un billet. Cette dépendance crée un mélange étrange de confort et d'oppression, renforcé par la biométrie systématique aux frontières et la surveillance omniprésente. Malgré cela, l'efficacité est bluffante. J'ai compris que Shenzhen est pensée comme une scène technologique destinée à montrer, très explicitement, la puissance numérique chinoise.Comment avez-vous vécu l'expérience des robotaxis et des robots humanoïdes ?Les robotaxis ont été une découverte spectaculaire. J'ai utilisé un taxi autonome de Pony.ai pour quelques euros à peine, une démonstration assumée de maturité technologique. Certaines voitures roulent totalement sans chauffeur, d'autres disposent d'un superviseur immobile, volontairement mis en retrait pour prouver la fiabilité du système. C'est fluide, précis, impressionnant. Du côté de la robotique humanoïde, j'ai visité les laboratoires d'Engine AI. Leurs robots marchent, courent, se rattrapent, dansent, manipulent des objets avec des gestes très crédibles. Mais tout est téléopéré : aucune autonomie réelle. Les vidéos virales que nous voyons montrent des machines pilotées à distance. La mécanique est brillante, mais la couche d'intelligence embarquée manque encore pour évoluer dans un environnement complexe.Quel regard portez-vous sur la compétition technologique entre la Chine, les États-Unis et le Japon ?La Chine mène aujourd'hui une offensive technologique assumée. En IA, des modèles comme Kimi cherchent clairement à rivaliser avec les modèles américains. En robotique ou en mobilité autonome, la communication est massive, calculée, internationale. À l'inverse, le Japon m'a semblé en retrait. Lors d'un échange avec l'ancien ministre de la Transformation Numérique, j'ai été frappé d'entendre Mistral cité comme exemple positif de stratégie souveraine. On voit bien que la compétition ne se joue plus seulement sur la performance brute mais sur la vitesse d'exécution, la frugalité, la cohérence stratégique et le récit.Qu'avez-vous observé en Asie concernant l'image de la France et ses opportunités ?J'ai été surpris par la puissance de la marque France dans toute l'Asie. À Séoul, Hong Kong ou Singapour, j'ai vu des dizaines de marques jouant la carte française, parfois sans lien réel avec la France. Notre imaginaire séduit : design, qualité, exigence, poésie. Nous sous-exploitons clairement ce potentiel. Des acteurs français comme Dassault Systèmes, Airbus ou TotalEnergies y jouissent déjà d'un immense respect. Je suis convaincu que nous pourrions créer bien plus de valeur en combinant technologies venues d'ailleurs et excellence française dans l'expérience, le software ou la conception. Le marché asiatique est une opportunité majeure.Brightness France : https://www.brightness.fr/-----------♥️ Soutien : https://mondenumerique.info/don
Guiné-Bissau: Delegação da CEDEAO visita o país depois dos militares tomarem o poder. Moçambique: Reino Unido retira financiamento ao megaprojeto de gás liderado pela TotalEnergies em Cabo Delgado. Angola: UNITA confiante na vitória nas eleições de 2027.
Hacemos balance en Europa destacando: Airbus, Air France-KLM, TotalEnergies, Roche, RWE y BHP Group. Con Pablo Garcia, director general de Divacons-Alphavalue.
NESTA EDIÇÃO. Diesel, gasolina, etanol e energia elétrica têm quedas nos preços em novembro. Gasmig inicia nova modalidade de venda de gás natural. Aeroporto de Salvador é o primeiro do Brasil a ter voos comerciais abastecidos com mistura de SAF. TotalEnergies investe em pesquisa sobre estocagem de carbono no Brasil. ***Locução gerada por IA
Ray White speaks to Talitha Sachane, CSI Manager at Total Energies, about the company’s ongoing support for meaningful social impact in South Africa. Since 1997, Total Energies has quietly partnered with Buskaid in Soweto, a project where young people use violins and cellos as a pathway to a brighter future. What began with borrowed office space has grown into a world-class music school, producing talented musicians who have performed for presidents, royalty, and even at the BBC Proms. Sachane discusses how this partnership demonstrates real impact beyond corporate branding, nurturing talent, creating opportunities, and changing lives. 702 Breakfast with Bongani Bingwa is broadcast on 702, a Johannesburg based talk radio station. Bongani makes sense of the news, interviews the key newsmakers of the day, and holds those in power to account on your behalf. The team bring you all you need to know to start your day Thank you for listening to a podcast from 702 Breakfast with Bongani Bingwa Listen live on Primedia+ weekdays from 06:00 and 09:00 (SA Time) to Breakfast with Bongani Bingwa broadcast on 702: https://buff.ly/gk3y0Kj For more from the show go to https://buff.ly/36edSLV or find all the catch-up podcasts here https://buff.ly/zEcM35T Subscribe to the 702 Daily and Weekly Newsletters https://buff.ly/v5mfetc Follow us on social media: 702 on Facebook: https://www.facebook.com/TalkRadio702 702 on TikTok: https://www.tiktok.com/@talkradio702 702 on Instagram: https://www.instagram.com/talkradio702/ 702 on X: https://x.com/Radio702 702 on YouTube: https://www.youtube.com/@radio702See omnystudio.com/listener for privacy information.
Les journalistes et experts de RFI répondent également à vos questions sur la levée de l'embargo sur les armes à destination d'Israël par l'Allemagne, la mise en détention de l'ex-président brésilien et les tensions entre les États-Unis et le Venezuela. Mozambique : TotalEnergies accusé de «complicité de crimes de guerre» Une ONG allemande, le European Center for Constitutional and Human Rights (ECCHR), a déposé plainte contre le groupe pétrolier français TotalEnergies qu'elle accuse de «complicité de crimes de guerre», de «torture» et de «disparitions forcées» au Mozambique. Qu'est-il exactement reproché à l'entreprise française ? Sur quelles preuves l'ONG se base-t-elle ? Avec Charlotte Cosset, journaliste au service économie de RFI. Allemagne/Israël : pourquoi l'embargo sur les armes a-t-il été levé ? Quatre mois après avoir décrété un embargo sur la vente d'armes à Israël, le chancelier allemand, Friedrich Merz, a annoncé la levée de ces restrictions. Pourquoi l'Allemagne a-t-elle pris cette décision malgré les multiples violations du cessez-le-feu par Israël ? Avec Pascal Thibaut, correspondant de RFI à Berlin. Brésil : Jair Bolsonaro derrière les barreaux après des soupçons d'évasion Soupçonné d'avoir tenté de s'évader, l'ancien président brésilien a été placé en détention après avoir endommagé son bracelet électronique. Pourquoi la Cour suprême insiste-t-elle sur la nécessité de «garantir l'ordre public» pour justifier sa décision ? Jair Bolsonaro risque-t-il de nouvelles poursuites après cette tentative d'évasion ? Avec Gaspard Estrada, politologue et membre de l'Unité Sud Global à la London School of Economics. Venezuela : Nicolas Maduro dirige-t-il vraiment un cartel ? Au Venezuela, le cartel de Los Soles est désormais désigné comme une organisation terroriste aux États-Unis alors que Nicolas Maduro est accusé de diriger ce cartel. Quelles sont les preuves des Américains pour faire de telles accusations ? Un dialogue est-il encore envisageable entre Washington et Caracas ? Avec Pascal Drouhaud, président de l'association LatFran, spécialiste de l'Amérique latine.
Deutsche Bank, ABN Amro, EasyJet, TotalEnergies y Novartis son los protagonistas. Lo analizamos con Araceli de Frutos, asesora del fondo Alhaja Inversiones.
This week on the Market Maker podcast, Anthony and Piers spotlight Goldman Sachs' standout year in M&A, exploring how the bank has pulled ahead of rivals with a $1.3 trillion deal volume and a 34% market share. They break down the strategy behind Goldman's dominance, from boardroom relationships to sector expertise. The episode also dives into the $25 billion all-stock "merger of equals" between AkzoNobel and Axalta, examining the rationale, synergies, and why the same deal failed back in 2017. Other stories include Apollo's failed Papa John's bid, Adobe's acquisition of Semrush, Total Energies' $6 billion European power play, and WPP's fall from grace amid takeover chatter and consolidation in the media space.*****Join a free M&A Finance Accelerator simulation
Speaker: Professor Catherine Malecki (University of Rennes)Even in the context of the future EU Omnibus Package and the EU Directive n°2025/794 of 14 April 2025 'Stop-the-Clock', Companies and there directors must face an increasing climate litigation and this change cannot go back 20 years of progress in Sustainable Corporate Governance which is on the way on both sides of the Atlantic Ocean and in Asia. Indeed, the European Commission has been releasing innovative and often complex regulations at a breakneck speed since 2018 (CSRD, CS3D, Taxonomy, to name a few) and it would be inconceivable to come back to 2001 at the time of the first European Recommendation on CSR and to ignore the EU Green Deal of 2019.Directors have to take into account negatives externalities and stringent obligations such as the Transition Plans. Even if the the next generation of sustainable board directors is well aware of Climate risks, several questions may arise : is there a need to reshape the board despite the EU Directive WoB Women in board of 23 November 2022? What about the pressure of the Stakeholders and the pressure of the Sustainable Strategy ? In France, in the wake of the Due Diligence Law of 27 March 2017, climate litigation is also increasing (for example TotalEnergies, CA Paris, 18 June 2024) and France was the first State Member for having implemented the CSRD in December 2023. Didn't all this happen too quickly ? Can we stop European time when tackling Climate change is rather a race against time? La Fontaine famous fable " the Hare and the Tortoise" is full of wisdom.Biography: Catherine Malecki is Professor of Private Law Rennes 2 University France and Member of the IUF (Institut universitaire de France) Fundamental Chair.For more information see the Centre for Corporate and Commercial Law website:http://www.3cl.law.cam.ac.uk/
Escândalo no Tesouro: Jurista fala em "genocídio popular' e Daniel Chapo promete punir implicados. Eleições na Guiné-Bissau: A DW acompanhou alguns momentos da campanha eleitoral em Lisboa e ouviu a expetativa de guineenses. Na Tanzânia, a solidariedade dos jovens quenianos intensifica os protestos pós-eleitorais.
Na edição desta semana destacamos o fim da campanha para as eleições na Guiné-Bissau que vão acontecer este domingo, dia 23 de Novembro, dos ataques de insurgentes ligados ao grupo auto-proclamado Estado Islâmico em Moçambique que tiraram a vida a pelo menos sete pessoas. Em Angola, destacamos a condenação de Leopoldino Fragoso do Nascimento “Dino” a cinco anos e seis meses de prisão por falsificação de documentos, branqueamento de capitais, tráfico de influência e usurpação fraudulenta. A campanha eleitoral na Guiné-Bissau terminou. As eleições acontecem neste domingo, dia 23 de Novembro e os candidatos à presidência multiplicaram os apelos à neutralidade das Forças Armadas e a sociedade civil exige união nacional e menos discursos de ódio com referências étnicas. Em declarações à RFI, o presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos Bubacar Turé também lançou um apelo a todos para que a neutralidade das forças armadas seja respeitada. Cabo Verde, as Maurícias e as Seicheles assinam um feito histórico ao eliminar o sarampo e a rubéola, tornando-se pioneiros na África Subsaariana. A certificação da OMS reconhece não apenas a interrupção da transmissão dos vírus, mas também a eficácia de décadas de programas de vacinação e de sistemas de vigilância capazes de responder rapidamente a casos importados. Jorge Figueiredo, Ministro da Saúde cabo-verdiano, saudou este feito Em Moçambique, insurgentes ligados ao grupo auto-proclamado Estado Islâmico reivindicaram dois ataques em Memba, Nampula, que tiraram a vida a pelo menos sete pessoas, entre as quais duas crianças que morreram de fome. Segundo actualização feita pelo governador de Nampula são também já mais de 50 mil os deslocados havendo ainda relatos da destruição de casas e uma igreja. O governo e forças de segurança pedem maior coesão para travar a ameaça. Dados da organização de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos apontam milhares de mortos desde 2017, em Cabo Delgado. O Presidente moçambicano reafirmou que “o terrorismo ainda não acabou”, apesar da “relativa estabilidade”. Ainda em Moçambique e numa semana em que a petrolífera norte-americana ExxonMobil anunciou que levantou a declaração de `força maior` para o megaprojeto de gás natural em Cabo Delgado, o governo aguarda por mais informações oficiais para que possa tomar uma posição em relação à petrolífera francesa TotalEnergies que é acusada de cumplicidade dos crimes de guerra, tortura e desaparecimentos forçados ocorridos desde 2020 no distrito de Palma em Cabo Delgado. O porta-voz do governo moçambicano Inocêncio Impissa diz que o executivo acompanha as acusações de que é alvo a petrolífera francesa Total, mas remete para mais tarde qualquer decisão... Em Angola, o Tribunal Supremo absolveu, esta semana, Manuel Hélder Vieira Dias “Kopelipa” de todos os crimes de que era acusado e condenou Leopoldino Fragoso do Nascimento “Dino” a cinco anos e seis meses de prisão por falsificação de documentos, branqueamento de capitais, tráfico de influência e usurpação fraudulenta. A saída do tribunal, o advogado Benja Satula afirmou que este é mau acórdão para um Estado democrático... Terminou esta semana, em Dacar, no Senegal, o Simpósio sobre Desenvolvimento Sustentável em África, encontro que reuniu representantes de mais de 20 países africanos, incluindo Angola, bem como convidados e membros do corpo diplomático acreditado no país anfitrião. Em entrevista à RFI, a ministra das Pescas e dos Recursos Marinhos de Angola, Carmen dos Santos destacou que o encontro serviu como um espaço de diálogo continental, permitindo reforçar a articulação entre os países africanos.
Guiné-Bissau: Conheça os perfis de Jomav, Baciro Djá e Vieira, candidatos às presidenciais de domingo. Moçambique: Denúncias de crimes no contexto da exploração de gás: Total Energies passou a ser Estado em Cabo Delgado? Negociações de paz secretas para a guerra Rússia-Ucrânia estarão em curso e incluem concessões significativas de terras à Rússia.
En Belém, los delegados de la COP30 tienen plazo hasta el viernes para negociar un acuerdo ambicioso contra el cambio climático, pero la sombra del cabildeo vuelve a cernirse sobre la cumbre con la presencia de un número récord: 1.600 representantes del sector de los hidrocarburos. Informe de nuestro enviado especial a Bélem, Raphael Moran. El sector agrícola es responsable de al menos un tercio de las emisiones de CO₂ en el mundo. A pesar de ello, cientos de cabilderos de la agroindustria defienden sus intereses en los pasillos de la COP30 en Belém. A diez minutos del recinto de Naciones Unidas, donde delegados de todo el mundo negocian el futuro climático del planeta, transnacionales del sector agroindustrial como Bayer o el sindicato brasileño del agronegocio CNA se pintan de verde y prometen una agricultura sostenible mediante spots, charlas y degustaciones. Según el medio de investigación brasileño The Intercept, varias empresas implicadas en escándalos ambientales —como JBS, Vale o la transnacional del aluminio Hydro— patrocinan a medios brasileños a cambio de una cobertura favorable durante la COP30. Organizaciones de la sociedad civil denuncian la cantidad inédita de miembros de grupos de presión, en particular de los combustibles fósiles. "Hay 300 delegados que representan a las grandes industrias de la agricultura y la ganadería aquí en la COP30", señala Xananine Calvillo, activista indígena Ngiwa de México. "Esto representa un aumento del 14 % respecto a la conferencia del año pasado. Y muchos de ellos, el 25 %, participan en las negociaciones con acreditaciones expedidas por los Estados que representan. Es decir, están entrando a las negociaciones, algo que los pueblos indígenas no podemos hacer". ¿Quiénes les pagan? Calvillo exige también más transparencia sobre los intereses de los participantes en las cumbres climáticas: "Para esto de los lobistas hay una campaña que busca esa transparencia, pidiendo que ellos digan quiénes son y por quiénes están siendo pagados". Naciones Unidas, organizadora de las cumbres climáticas, propone —pero no obliga— que los participantes de las COP indiquen su eventual afiliación a intereses corporativos. Esta declaratoria no incluye a los empresarios acreditados por delegaciones oficiales. Francia acreditó, por ejemplo, al presidente de la transnacional petrolera TotalEnergies. La sombra del cabildeo planea sobre las COP desde hace varios años. En 2018, un alto cargo de la petrolera Shell celebró que sus propuestas para la creación de mercados de carbono figuraran en el artículo 6 del Acuerdo de París.
The European Union has proposed plans to ease the bloc's strict data protection rules and delay central parts of its new AI law. Brussels says the aim is to boost innovation and competitiveness of European firms by cutting red tape, but digital rights groups see the move as capitulating to pressure from Big Tech and US President Donald Trump. Also in the segment, a Belgian farmer has taken TotalEnergies to court over its impact on climate change, hoping it will force the oil giant to change its practices.
Moçambique: TotalEnergies é acusada de compactuar com violência contra a popuação depois do ataque de Palma. Guiné-Bissau: Por quê as legislativas não têm destaque na caça ao voto? Um dos candidatos às presidenciais lamenta a situação. Angola: Autoridades são acusadas de assistir em silêncio esquemas de venda de bilhetes na TAAG.
On Episode 730 of The Core Report, financial journalist Govindraj Ethiraj talks to Pawan Kumar, President at the Seafood Exporters Association of India as well as Soumya Mohanty, Managing Director and Chief Solutions Officer, South Asia at Kantar and Graham Staplehurst, Director at Kantar BrandZ.SHOW NOTES(00:00) The Take: Finding Mechanics(04:21) Indian markets in sniffing distance of all-time highs again, Sensex crossing 85,000 after 14 months(05:56) Oil India announces strategic collaboration with Total Energies of France for exploration: the IEW Segment(07:55) India's seafood exporters are putting up a fight, with some help from the Government(16:46) India's most valuable brand is..Register for India Energy Week 2026https://www.indiaenergyweek.com/visit/visitor-registration/Register for the 3rd Edition of the Algorand India Summit https://algorand.co/india-summit-2025For more of our coverage check out thecore.inSubscribe to our NewsletterFollow us on:Twitter |Instagram |Facebook |Linkedin |Youtube
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France's TotalEnergies has struck a partnership deal with Czech billionaire Daniel Kretinsky's firm EPH. It will create a 50-50 joint venture that will manage power plants across several western European countries with a total capacity of 14 gigawatts. In an all-stock deal, EPH will receive €5.1 billion worth of new Total shares and become its third-largest shareholder.
Eine tiefergehende Analyse zu Benefit Systems und vielen weiteren Aktien findet ihr auf unserer Analyse-Plattform: oaws.de. Ohne Aktien-Zugang ist's schwer? Starte jetzt bei unserem Partner Scalable Capital. Mit eigenem KI-Chatbot, der dir alle Fragen rund ums Investieren beantwortet. Alle weiteren Infos gibt's hier: scalable.capital/oaws. Netflix-Split. Peter Thiel verkauft NVIDIA. TotalEnergies kauft Strom. Xpeng kämpft mit Wettbewerb. Jazz und Zymeworks mit Krebs-Erfolgen. Johnson & Johnson kauft Halda Therapeutics. Formycon ist Sanofi-Nachahmer. SUSS Microtec sieht Wachstum bis 2030. Pumpen-Marktführer KSB (WKN: 629203) hat seinen Börsenwert in den letzten 5 Jahren fast vervierfacht. Geholfen hat der KI-Boom. Fitnessfirma EGYM ist eines der wenigen deutschen Unicorns. Leider kann man dort nicht investieren, dafür aber in den polnischen Konkurrenten Benefit Systems (WKN: A1JALK). Den schauen wir uns heute gemeinsam mit Yannic Joekel von Alpha Star genauer an. Diesen Podcast vom 18.11.2025, 3:00 Uhr stellt dir die Podstars GmbH (Noah Leidinger) zur Verfügung.
Onward Medical veert op na een nieuwe goedkeuring voor z'n ArcEx-systeem en TotalEnergies sluit een miljardendeal. Danny Reweghs van Trends Beleggen bespreekt deze twee beursverhalen. In Trends podcasts vind je alle podcasts van Trends en Trends Z, netjes geordend volgens publicatie. De redactie van Trends brengt u verschillende podcasts over wat onze wereld en maatschappij beheerst. Vanuit diverse invalshoeken en met een uitgesproken focus op economie en ondernemingen, op business, personal finance en beleggen. Onafhankelijk, relevant, telkens constructief en toekomstgericht. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See https://pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Repasamos nombres como Total Energies, Societé Generale, Havas, Siemens Energy, Saab, Rockwooll y Airbus. Con Pablo Garcia, director general de Divacons-Alphavalue.
Send us a textIn this episode of WTR Small-Cap Spotlight, Shahin Amini, Head of Investor Relations and Communications at Meren Energy (TSX: MER), joins hosts Tim Gerdeman and Jeff Robertson of Water Tower Research to discuss how Meren's recent transformation and rebranding reflect its evolution into a full-cycle, cash-generative exploration and production company.Amini details Meren's high-quality deepwater assets in Nigeria, its carried positions in Namibia and South Africa's Orange Basin, and upcoming catalysts including the Venus field development and infrastructure-led exploration. The conversation also highlights Meren's strong balance sheet (0.6x net debt-to-EBITDA), a tripled base dividend, and the company's strategy of partnering with industry leaders like TotalEnergies, Chevron, and QatarEnergy to pursue growth while protecting shareholder value.
Palantir kwam met 'buitenaards' goede kwartaalcijfers. Omzet en winst gingen enorm omhoog, maar toch ging het aandeel hard naar beneden. Had dat te maken met het feit dat het aandeel wel erg duur was geworden of het feit dat een beroemde shortseller zich meldt?Deze aflevering hebben we het over Michael Burry. De man waar de legendarische film Big Short op is gebaseerd. De man die de financiële crisis aan zag komen. Die man gaat nu short op Palantir (en op Nvidia). Tot woede van de baas van Palantir, die zit te schuimbekken op analisten én shortsellers. Ook hebben we het over iets bijzonders. Philips dat met goed nieuws komt! Het aandeel Philips is zelfs dé grote winnaar op de AEX. We kijken waar aandeelhouders zo blij van worden.Kijken we ook naar een concurrent van Shell, naar BP. Dat maakte een draai. Minder inzetten op duurzame energie en meer op het ouderwetse olie en gas. En dat zorgt voor kwartaalcijfers die boven de verwachting uitkomen. De cijfers van Uber en Spotify hoor je ook, net als die van Nintendo. En we moeten het over de megabonus van Elon Musk hebben. Je weet wel, die 1000 miljard dollar die hij bij Tesla kan krijgen. Die lijkt nu steeds meer uit beeld...See omnystudio.com/listener for privacy information.
In this episode of The Hydrogen Podcast, we dive into the real mechanics of the hydrogen economy — not the hype, but the contracts that make it all work. Drawing on the latest data from the August 2025 Oxford Institute for Energy Studies report, Paul Rodden breaks down how offtake agreements are defining the future of hydrogen finance, investment, and market credibility.
Malgré la baisse des cours du brut, les géants du pétrole continuent à enregistrer des bénéfices. La forte augmentation des quotas de l'Organisation des pays exportateurs de pétrole et ses alliés (Opep+) et l'anticipation d'un excédent d'offre ont pesé sur les cours. Et pourtant, TotalEnergies a vu son bénéfice net bondir de plus de 60 % au troisième trimestre, à 3,7 milliards de dollars. Comment le groupe français y est parvenu ? En augmentant les volumes. La production d'hydrocarbures du géant français a augmenté de plus de 4 %. Mais aussi en améliorant les marges grâce au raffinage en Europe. TotalEnergies est présent sur toute la chaîne de valeur du pétrole et du gaz, de l'extraction aux activités de raffinage. Si les cours mondiaux de l'or noir ont reculé entre juillet et septembre, les marges européennes sur le raffinage des carburants, elles, ont bondi de plus de 300 %. Et pour cause : l'embargo de l'Union européenne sur les importations de carburants issus du pétrole russe avait restreint l'offre au moment où la demande de diesel augmentait pendant la saison des départs en vacances. Les raffineries ont tourné à plein régime. Les dividendes distribués aux actionnaires Les marges ainsi engrangées permettent à TotalEnergies de choyer ses actionnaires. Et ce via le rachat d'actions qui permet d'accroître le bénéfice par action et soutenir le cours de l'entreprise en bourse. Après 2,3 milliards de dollars de rachats d'actions réalisés au troisième trimestre, un nouveau programme de rachat de titres jusqu'à 1,5 milliard de dollars a été annoncé par le groupe français fin septembre. Son concurrent britannique Shell a, lui aussi, annoncé de généreuses distributions à ses actionnaires, d'un montant nettement supérieur au français. C'est la production record au large des côtes brésiliennes qui a permis au groupe britannique d'augmenter ses bénéfices à 5,32 milliards de dollars. Bénéfices supérieurs aux attentes Pour ExxonMobil et Chevron, deux géants du secteur pétrolier aux États-Unis, des bénéfices supérieurs aux attentes grâce, une fois de plus, à une production record. Dans ce contexte, les pétroliers mettent un frein à leurs investissements. Selon le cabinet Wood Mackenzie, les investissements globaux des majors devraient reculer de 4 % en 2025, à un peu plus de 340 milliards de dollars. Moins d'investissements dans les énergies vertes Ce qui n'est pas sans conséquence pour la transition énergétique. C'est l'effet pervers de la baisse des cours du pétrole. Les grands groupes cherchent à préserver la rentabilité et la confiance des investisseurs aux dépens de leurs engagements en faveur des énergies renouvelables. Le groupe britannique BP, notamment, confirme avoir réduit de moitié ses financements bas-carbone. Cela inquiète les défenseurs du climat à une semaine de la COP30 qui s'ouvre au Brésil le 10 novembre prochain. 2024 a été une année la plus chaude jamais enregistrée depuis le début de l'ère industrielle.
Les journalistes et experts de RFI répondent également à vos questions sur la perte de la nationalité malgache du président déchu, la condamnation de TotalEnergies pour « greenwashing » et la reprise des frappes israéliennes sur Gaza pendant quelques heures. Sabotage du gazoduc Nord Stream : quelle est la position de l'Ukraine? La Cour d'appel de Bologne a validé l'extradition d'un Ukrainien soupçonné de complicité dans l'explosion du gazoduc Nord Stream. Kiev soutient-il ou conteste-t-il la version selon laquelle un citoyen ukrainien pourrait être impliqué dans ce sabotage ? Cette affaire risque-t-elle de créer des tensions entre l'Ukraine et ses partenaires européens, notamment l'Allemagne ou l'Italie ? Avec Kseniya Zhornokley, journaliste spécialisée pour la rédaction ukrainienne de RFI. Madagascar : Andry Rajoelina pourra-t-il retrouver sa nationalité malgache? À Madagascar, le nouveau Premier ministre a décrété la perte de la nationalité du président déchu, Andry Rajoelina. Quelles sont les conséquences politiques de cette décision ? L'ancien président pourra-t-il retrouver sa nationalité malgache ? Avec Christiane Rafidinarivo, politologue, chercheuse associée au Cevipof-Sciences Po. Environnement : TotalEnergies condamnée pour «greenwashing» L'entreprise TotalEnergies a été condamnée par la justice française pour «greenwashing». Que lui reproche-t-on exactement ? Ce verdict pourrait-il obliger TotalEnergies à modifier sa politique environnementale ? Avec Florent Guignard, journaliste au service environnement-climat de RFI. Gaza : un cessez-le-feu plus que fragile Malgré le cessez-le-feu en vigueur à Gaza depuis plusieurs jours, les bombardements israéliens ont repris pendant quelques heures, dans la nuit du mardi 28 au mercredi 29 octobre 2025, qui ont fait plus de 100 morts. Comment expliquer la reprise de ces frappes ? Cette situation compromet-elle le plan de paix de Trump ? Avec David Rigoulet-Roze, chercheur à l'Institut français d'analyse stratégique (IFAS), rédacteur en chef de la revue Orients Stratégiques.
This week: In Colombia, Cargill and Solidaridad are partnering to help smallholder palm oil growers build more sustainable and climate-resilient supply chains. Leticia Kawanami and Joel Brounen talk with Ian Welsh about how farmer-led action plans, shared investment, and collaborative data tools are driving measurable progress – and how these lessons can scale across Latin America. Plus: at the Chicago packaging conference, Ian spoke with Jason Bergquist from RecycleMe about the rapid rise of Extended Producer Responsibility laws for packaging the US. And, climate inaction driving global health crisis; no economic sector on track for 1.5°C; court rules TotalEnergies guilty of greenwashing; and, EU parliament rejects rollback of sustainability rules, in the news digest. Host: Ellen Atiyah For more information on the Cargill and Solidaridad partnership in Columbia, click here.
In this week's episode of Dividend Talk, we're back with Q3 Earnings Roundup.We kick things off with Novo Nordisk shaking up half its board of directors, before covering two big dividend announcements from McDonald's and Amphenol. Then it's over to earnings, where we break down results from Germany's Mensch und Maschine, Danaher, Evolution Gaming, and Texas Instruments.We also review a listener portfolio from “Bella Dividends,” packed with high-yield European names, and share our thoughts on diversification, growth balance, and dividend safety.In the Q&A, we talk estate tax and brokers, the future of quarterly reports, DCF vs. dividend discount models, and stock-specific questions on Intel, TotalEnergies, Watsco, and GreenCoat UK.SEE YOU ON THE INSIDE!!Tickers discussed: NVO, MCD, APH, MUM.DE, DHR, EVO.ST, TXN, SHEL, IBM, TTE, INTL, WSO, RELAS, IBDR.MC, VWS.COJoin us:[Facebook] – Https://www.facebook.com/groups/dividendtalk[Twitter] – @DividendTalk_ , @European_DG[Discord] – https://discord.gg/nJyt9KWAB5[Premium Services] – https://dividendtalk.eu/download-your-free-samples/[Malmo Meetup] – https://t.co/STgV1nMWKj
This week on The Hydrogen Podcast, we cut through the noise to break down the week's biggest hydrogen headlines—from Europe's momentum and Asia's acceleration to America's funding setbacks. The message is clear: the future of hydrogen belongs to projects built on economic strength and operational discipline.
This is episode 36 of The League, hosts David Magid and Benoy Thanjan (aka The Solar Maverick) break down the biggest clean energy headlines of the week. They cover: TotalEnergies' $1.25B sale to KKR and what it signals about renewable asset valuations. The collapse of $24B in U.S. Hydrogen Hub contracts and the broader implications for hydrogen's future. The IEA's downgraded global renewable forecast—and why solar still leads the way. The growing opportunity in solar repowering, where upgrading aging assets can boost returns at a fraction of the cost. Host Bio: David Magid David Magid is a seasoned renewable energy executive with deep expertise in solar development, financing, and operations. He has worked across the clean energy value chain, leading teams that deliver distributed generation and community solar projects. David is widely recognized for his strategic insights on interconnection, market economics, and policy trends shaping the U.S. solar industry. Connect with David on LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/davidmagid/ Host Bio: Benoy Thanjan Benoy Thanjan is the Founder and CEO of Reneu Energy, solar developer and consulting firm, and a strategic advisor to multiple cleantech startups. Over his career, Benoy has developed over 100 MWs of solar projects across the U.S., helped launch the first residential solar tax equity funds at Tesla, and brokered $45 million in Renewable Energy Credits (“REC”) transactions. Prior to founding Reneu Energy, Benoy was the Environmental Commodities Trader in Tesla's Project Finance Group, where he managed one of the largest environmental commodities portfolios. He originated REC trades and co-developed a monetization and hedging strategy with senior leadership to enter the East Coast market. As Vice President at Vanguard Energy Partners, Benoy crafted project finance solutions for commercial-scale solar portfolios. His role at Ridgewood Renewable Power, a private equity fund with 125 MWs of U.S. renewable assets, involved evaluating investment opportunities and maximizing returns. He also played a key role in the sale of the firm's renewable portfolio. Earlier in his career, Benoy worked in Energy Structured Finance at Deloitte & Touche and Financial Advisory Services at Ernst & Young, following an internship on the trading floor at D.E. Shaw & Co., a multi billion dollar hedge fund. Benoy holds an MBA in Finance from Rutgers University and a BS in Finance and Economics from NYU Stern, where he was an Alumni Scholar. Connect with Benoy on LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/benoythanjan/ Learn more: https://reneuenergy.com If you have any questions or comments, you can email us at info@reneuenergy.com.