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Zacks Market Edge
Buy the Big Oil Stocks Now

Zacks Market Edge

Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 47:55


ExxonMobil, Chevron, and TotalEnergies are cash generating machines.  (0:15) - Where In The Energy Industry Should You Be Looking To Invest Right Now? (11:10) - Tracey's Top Stock Picks For Your Watchlist (43:00) - Episode Roundup: XOM, CVX, TTE, VLO, MPC

EV News Daily - Electric Car Podcast
ev.news Briefly: IONIQ 3, Lucid Gravity, French Subsidies & more | 17 Aug 2026

EV News Daily - Electric Car Podcast

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 4:16


It's ev.news Briefly for Monday 17 August 2026, only todays headlines and nothing else, in just 4 minutes if you haven't got time for the full show.Patreon supporters fund this show, get the episodes ad free, as soon as they're ready and are part of the ev.news Community. You can be like them by clicking here: https://www.patreon.com/evnewsHYUNDAI STARTS IONIQ 3 PRODUCTION IN TURKEYHyundai has begun building the IONIQ 3 at its Izmit plant in Turkey, the site's first EV, following a €250 million ($290 million) investment that modernised around half the facility. Initial output is 30,000 units a year, with Dutch prices from €27,995 ($32,000) and the next-generation BAYON and i20 to follow next year.HYUNDAI OPENS IONIQ 3 ORDER BOOKSHyundai Motor UK has opened orders for the IONIQ 3 compact hatchback from £22,245 on-the-road, positioning it against the Kia EV2, Renault 5 and VW ID Polo. Buyers choose a 42.2kWh battery with up to 213 miles or a 61kWh version with up to 308 miles, both charging 10-80% in about 30 minutes, and the car debuts Hyundai's Android Automotive-based PleOS Connect system. Grant eligibility is still pending.LUCID UNVEILS GRAVITY GT-SLucid's 2027 Gravity GT-S produces 1,070hp from a dual-motor powertrain and hits 0-60mph in 3.1 seconds, priced from $127,750 — about $14,000 below the outgoing Dream Edition. It comes with rear-wheel steering and adaptive air suspension as standard, while a 926V architecture supports 400kW charging that Lucid says adds 200 miles in under 12 minutes.FRANCE TO BACK USED ELECTRIC VEHICLESFrom September, France will subsidise used EV purchases and leases through the Energy Savings Certificates scheme, funded by energy suppliers including EDF, Engie and TotalEnergies under the polluter-pays principle. Cars must have been first registered in France between 2017 and 2023 and retain at least 80% battery capacity, with buyers required to keep the vehicle three years and to purchase through a dealer rather than privately.PORSCHE REPORTS POINT TO TAYCAN PHASE-OUTPorsche is reported to have agreed in principle with employee representatives to end Taycan production by 2029 or 2030, closing a roughly decade-long run, though nothing has been formalised or confirmed. Output has collapsed from 39,397 cars in 2023 to 11,510 in 2025, with first-half 2026 deliveries down 25% and no successor named as Porsche appears set to prioritise the electric Macan and Cayenne.TESLA ADDS V2L TO MODEL Y PREMIUMTesla has enabled vehicle-to-load for the Model Y Premium in the US and Puerto Rico, delivering 2.4kW at 120V via an $80 adapter that requires the Gen 3 Mobile Connector. Eligibility is narrower than the badge suggests, with reports indicating only newer Juniper-built cars from around May 2026 carry the necessary hardware, and Tesla still trails rivals offering up to 10.2kW.TESLA LEASES POWERWALL BACKUP IN TEXASTesla Electric is offering a whole-home Powerwall lease in selected Texas retail-choice areas for roughly $35 a month plus tax in year one, achieved by applying an $87 monthly credit to a two-unit lease costing about $122. The deal carries a 3% annual escalator, a $100 order fee, a 20% minimum backup reserve for virtual power plant dispatch, and credits that may not start until two billing cycles after installation and utility approval.CORVUS TO SUPPLY BATTERIES FOR BC FERRIES SUMMIT CLASSCorvus Energy will supply 40MWh of battery storage across four hybrid-electric Summit Class ferries for BC Ferries, each carrying 360 vehicles and 2,100 people and fitted with a 10MWh Dolphin NxtGen system. The hardware is scalable to 70MWh per vessel for near-zero-emission running once shore charging exists, with China Merchants' Weihai Shipyard delivering the first ship in 2029 and all four in service by 2031.FERRARI LUCE SELLS FOR $40 MILLIONChassis 0 of the Ferrari Luce, the marque's first EV and a one-off Tailor Made build designed by Sir Jony Ive's LoveFrom, sold for $40 million at RM Sotheby's Monterey auction, over 36 times its estimate and a record for a new car. The sale was offered without reserve and with no buyer's premium, sending the full amount to The Ferrari Foundation, with winning bidder Dr Herbert Wertheim taking delivery early next year.

Semana em África
Intolerância política em Angola e preparativos para o referendo constitucional na Guiné-Bissau

Semana em África

Play Episode Listen Later Aug 14, 2026 14:04


No recapitulativo desta semana em África, o primeiro destaque vai para Angola, onde no passado fim-de-semana se deram incidentes no Uíge, no norte do país, entre a polícia e membros da Unita que estavam a realizar uma actividade junto da sua sede. O balanço da repressão policial, segundo este partido de oposição, foi de 31 feridos, dez dos quais em estado grave. O superintendente-chefe Freitas Zama, argumentou que a Unita estava a realizar a sua actividade "em local impróprio". Já o deputado da Unita, Nelito Ekuikui, alegou que a repressão policial não se limitou ao comício do partido no sábado, este responsável afirmando que dias antes, as forças da ordem e também militantes do partido no poder tinham tentado perturbar as suas actividades. Noutra tónica da actualidade em África, na Guiné-Bissau, arrancou formalmente na quinta-feira e decorre até ao dia 28 de Agosto a campanha de informação sobre a nova Constituição que vai ser submetida a referendo no próximo dia 30. Esta nova lei suprema já adoptada pelo Conselho Nacional de Transição, alarga as prerrogativas do Presidente da República. Este projecto de nova Constituição, bem como o próprio 'timing' do referendo, estão longe de fazer a unanimidade. Em vésperas de arrancarem as sessões de sensibilização, o dirigente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Bubacar Turé, sublinhou que este referendo é ilegal por decorrer entre a marcação e a realização das próximas eleições gerais de Dezembro. Este responsável também considerou que dado o tempo que falta até à votação e dada a época em que decorre, não haverá condições para os cidadãos estarem plenamente esclarecidos. Em São Tomé e Príncipe, terminou nesta sexta-feira o período para os partidos políticos formalizarem as suas candidaturas para as legislativas, autárquicas e regionais do próximo dia 27 de Setembro. As instâncias competentes devem agora analisar os documentos e, caso não haja reclamações, a 28 de Agosto, será conhecida a lista definitiva de candidatos habilitados a participar no pleito eleitoral. Esta também foi a semana em que o partido no poder em São Tomé e Príncipe, a ADI, elegeu os seus órgãos de direcção, num contexto de divisão, pouco depois de o Tribunal Constitucional ter legitimado a ala dirigida pelo actual primeiro-ministro Américo Ramos, face à outra ala dirigida pelo antigo chefe do governo Patrice Trovoada. Este último reagiu apelando ao boicote das legislativas de Setembro. Américo Ramos, não deixou de criticar esse posicionamento do seu adversário mais directo. Em Moçambique, o recente anúncio pela petrolífera francesa Total de que os jovens que integrar o megaprojecto de exploração de gás em Cabo Delgado vão seguir formação em Maputo e não naquela província, provocou descontentamento nos sectores económicos da zona. Noutra actualidade, continuaram ultimamente a regressar ao país centenas de moçambicanos vítimas de xenofobia na vizinha África do Sul. De acordo com o governo, na semana passada, chegaram quase 600 cidadãos moçambicanos, Maputo indicando ainda que Pretória pediu desculpa pelos ataques de que os imigrantes, nomadamente moçambicanos, têm sido alvo. Para finalizar, em Cabo Verde, um ano depois de São Vicente ter sido varrida pela tempestade Erin, as autoridades fizeram esta semana um balanço positivo do andamento das operações de reabilitação e realojamento. Depois de um ano em suspenso, também regressou à ilha o famoso festival 'Baia das Gatas' que terminou no passado domingo.

Hot Bets - der Podcast über heiße Aktien
Energiekrise 2.0? Öl, Gas & Raffinerien unter Druck – Trade der Woche – drei Energie Aktien

Hot Bets - der Podcast über heiße Aktien

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 6:45 Transcription Available


Die Energiekrise ist zurück – und die nackten Zahlen zeigen zunehmenden Stress im System. Die strategischen US-Ölreserven sind auf dem niedrigsten Stand seit über 40 Jahren, wichtige Transportwege wie die Straße von Hormus und Bab al-Mandab sind massiv beeinträchtigt und gleichzeitig geraten Raffineriekapazitäten, LNG-Versorgung und Europas Energieinfrastruktur unter Druck. Welche Energieaktien könnten von dieser Entwicklung profitieren? Im Fokus stehen unter anderem Exxon Mobil, Chevron, Shell, BP, TotalEnergies und Equinor. Besonders interessant: die hohen Raffineriemargen und der aktuell starke Crack-Spread.

The Uptime Wind Energy Podcast
Judge Ends Pentagon Wind Freeze, RWE Exits US Offshore

The Uptime Wind Energy Podcast

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 4:05


Allen covers a judge lifting the Pentagon’s wind freeze, RWE’s $1.22B US offshore exit, and TotalEnergies buying Shell’s European renewables. Sign up now for Uptime Tech News, our weekly newsletter on all things wind technology. This episode is sponsored by Weather Guard Lightning Tech. Learn more about Weather Guard’s StrikeTape Wind Turbine LPS retrofit. Follow the show on YouTube, Linkedin and visit Weather Guard on the web. And subscribe to Rosemary’s “Engineering with Rosie” YouTube channel here. Have a question we can answer on the show? Email us! Good Monday everyone. You know … there is an old saying. When one door closes … another one opens. Well this week in wind energy … a whole lot of doors were swinging. Let us start in Washington. For months … the Pentagon had quietly stopped reviewing wind energy project applications. More than a hundred and fifty onshore wind projects … stuck in limbo. The Defense Department claimed that drones in Ukraine had changed the game. Wind turbines … they said … could blind radar to incoming threats. So they hit the brakes. But on Thursday … a federal judge said … not so fast. Judge Karin Immergut … a Trump appointee no less … issued a preliminary injunction. Resume the reviews … she ordered. Follow the law Congress wrote. The law gives the Pentagon seventy-five days for a preliminary review. As of late July … not a single one had been completed since the halt began in May. When government lawyers were asked to name one project they had reviewed … they could not name a single one. The judge told them plainly. If you want to change the rules … go ask Congress. Now … while one arm of the government was being told to do its job … another arm was writing checks. German energy giant RWE … handed back its American offshore wind leases. New York. California. Louisiana. In return … the U.S. Department of the Interior cut RWE a check for one-point-two-two billion dollars. RWE is the fifth developer to walk away from American offshore wind under this administration. The company had spent more than a billion dollars on those leases. Years of planning. Investment. Partnership with federal agencies. But RWE said there is simply no path forward to permit these projects … for the foreseeable future. So where does the $1.22B go? Nine hundred million dollars into Louisiana LNG. Three hundred million into natural gas turbine reservations. Fifteen gas peaking projects across the country. A company that came to America to build wind farms … is now building gas plants instead. But here is the thing about RWE. They are not leaving the wind business. They are leaving American offshore wind. Globally … RWE operates eighteen offshore wind farms. Four more under construction. And nearly seven gigawatts secured in the United Kingdom’s latest auction. America said no. The rest of the world said … come on in. And speaking of Europe … TotalEnergies … the French oil major … just bought Shell’s entire onshore renewables business in Europe. Four gigawatts of solar and wind. Five hundred megawatts already running or under construction in Italy and the Netherlands. Three-and-a-half gigawatts more in the pipeline across Italy … the United Kingdom … and Spain. And in the same breath … TotalEnergies sold a fifty percent stake in a one-point-two gigawatt European portfolio to KKR … for an enterprise value of one-point-eight billion euros. Build it. Sell half. Keep operating it. That is the model. Now let us fly east … to India. GE Vernova just landed a hundred-and-sixty-three megawatt wind order from American developer Enfinity Global. Forty-three turbines. Three-point-eight megawatts each. Headed for the Fatehgarh wind farm in Rajasthan. Deliveries start late this year. And those turbines will be built at GE Vernova’s factory in Pune … which can turn out fifteen hundred megawatts a year. India is pushing for five hundred gigawatts of renewable energy. Meanwhile … up in Denmark … a Danish wind tower maker named Welcon is raising its voice. Swedish utility Vattenfall just won two offshore wind tenders in Denmark. But when asked whether they would use European-made turbines … Vattenfall would not say. Welcon’s chief executive Jens Risvig Pedersen said … and I quote … “It would be completely absurd not to buy European products for the two new Danish offshore wind farms. That would simply shut down the European industry.” The Danish trade union Dansk Metal agreed. Chinese turbines … they said … should not be financed with Danish taxpayer money. Vattenfall says it has not decided yet. But the debate is on. And finally … a milestone that happened so quietly … nobody noticed. The world just crossed three terawatts of installed solar power. It took ten years to build the first terawatt. Less than three years for the second. And not even two more years for the third. Seventy-four countries now have at least one gigawatt of solar installed. That is up from forty-two in twenty-twenty. BloombergNEF expects nine terawatts by twenty thirty-six. But here is the catch. Without batteries … solar hits a ceiling. Places like Australia and California already have so much solar that electricity prices go negative during the day. You heard that right. They pay people to use power. The answer is battery storage. But batteries are not able to keep up with the pace of solar. Now … if you step back from all of this … something interesting emerges. Nobody in these stories is arguing about whether wind works. Not the judge in Oregon. Not RWE. Not even the Pentagon. The debate has moved on. The question is no longer … can you build a wind farm. The question is … who gets to decide where one goes. Think about that. A federal judge did not rule that wind turbines are safe or good or necessary. She ruled that the government cannot ignore its own laws. The science was not on trial. The process was. RWE did not surrender its leases because offshore wind failed. It surrendered them because one government made permitting impossible … while eighteen other wind farms in its global portfolio kept spinning. And TotalEnergies did not buy four gigawatts of European renewables out of charity. It bought them because Shell … an oil company … decided those assets no longer fit its strategy. One oil major’s exit is another’s entrance. The assets did not lose value. They changed hands. That is the story underneath all these headlines. Wind energy has crossed a threshold that most industries never reach. It is no longer competing on technology. It is competing on governance. The turbines work. The economics work. The engineering works. What varies … country by country … is whether the rules of the road are clear enough for capital to show up. And capital … as we saw this week … will always find the door that is open. That is the state of the wind industry for the 10th of August … twenty twenty-six. Join us for the Uptime Wind Energy podcast tomorrow.

Gravity FM
The Whistle and the Whip: Rebels Who Risk All to Speak Truth to Power

Gravity FM

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 119:19


Risks and Retaliation Faced by Whistleblowers in Africa and Climate Whistleblowers, and the Need for Comprehensive National and Transnational Whistleblowing Protections.Discussion with Gabriel Bourdon-Fattal, Jimmy Kande and Gemma-Maé Hartley of the sister organizations Platform to Protect Whistleblowers in Africa (PPLAAF) and Climate Whistleblowers on the indispensable role of insiders in exposing corruption, state capture, greenwashing and ecocide. The episode also features the stories of whistleblowers Bianca Goodson, Gradi Koko and Andrés Olarte. We discuss PPLAAF's and Climate Whistleblowers' holistic model of support and the massive and varied risks and repercussions faced by whistleblowers. We also discuss the particular peril facing whistleblowers in Africa and those who expose environmental crimes. We discuss landmark disclosures exposing state capture, transnational money laundering, illicit resource trafficking, corporate surveillance and paramilitary collusion, environmental destruction and greenwashing across Africa, South America and Europe. We also discuss South Africa's Zondo Commission and PPLAAF's position paper on the draft Protected Disclosures Bill. We discuss the collusion between environmental auditors and multinationals such as TotalEnergies and Rio Tinto in providing deceptive IFC Performance Standard 6 biodiversity reports. We also discuss the shortcomings of international, national and regional laws including the EU Whistleblowing Directive and a model whistleblowing protection law. Additionally, we discuss the importance of whistleblowing to preserving our democracies and environment. Finally, we discuss how the technocratic carbon consensus is becoming a new form of green colonialism, creating sacrifice zones across Africa.For More Info: https://thegravity.fm/#/episode/71

Handelsblatt Today
Palantir: Rekordquartal lässt Aktie steigen – das sollten Anleger wissen / Wie stark Big Oil vom Iran-Krieg profitiert

Handelsblatt Today

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 27:36


Der Datenanalysekonzern schreibt das stärkste Quartal seiner Geschichte. Das Wachstum kommt jedoch vor allem aus einem Land. Und: Deshalb sind Ölkonzerne profitabler als je zuvor.

WSJ What’s News
Trump Pivots Back to Iran Diplomacy

WSJ What’s News

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 13:10


A.M. Edition for Aug 3. President Trump's latest walkback came just hours after saying he was prepared to launch the biggest attack since World War II, and as Gulf countries grow frustrated over a lack of a clear U.S. strategy to end the war. Plus, the Japanese Yen rises after Washington and Tokyo launch their first joint intervention in a generation after the currency fell to a 40-year low against the dollar. WSJ Tokyo bureau chief Jason Douglas breaks down the worries that drove Washington to get involved. And California's Democratic Party endorses the state's proposed billionaire tax. Luke Vargas hosts. Sign up for the WSJ's free What's News newsletter. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Beurswatch | BNR
Shell doet niet meer alsof: groene energie gaat de prullenbak in

Beurswatch | BNR

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 23:29


Verrassend is het niet, opvallend is het wel: weer wordt Shell een stukje minder groen. Het bedrijf neemt afscheid van alle Europese wind- en zonneparken op het vaste land. Ze verkopen de hele tak aan concurrent Total Energies. Wat dat betekent voor de Europese toekomst van Shell, bespreken we deze aflevering. Net als in hoeverre deze activiteiten bij Total Energies beter af zijn. Hebben we het ook over de Japanse yen. Na een dramatisch jaar won die munt vrijdag opeens aan waarde. Vandaag gaven de Amerikaanse en Japanse overheid het toe: de VS heeft een handje geholpen. Waarom het zover moest komen en wat dat jou als belegger uit moet maken, zoeken we ook voor je uit. Hoor je ook: Overnamegeruchten bij NXP Fusiegeruchten bij AstraZeneca Een verlies bij PostNL dat tóch wordt beloond Een nieuwe Chinees AI-model Te gast: Han Dieperink, CIO bij Auréus BNR Beurs is een journalistiek onafhankelijke productie, mede mogelijk gemaakt door Saxo. Over de makers: Jelle Maasbach is presentator van BNR Beurs en freelance financieel journalist. Zijn favoriete aandeel om over te praten is Disney, maar daar lijkt hij de enige in te zijn. Sinds de eerste uitzending van BNR Beurs is 'ie er bij. Maxim van Mil is presentator van BNR Beurs en journalist bij BNR, waar hij zich focust op de financiële markten en ontwikkelingen in de tech-wereld. Je krijgt hem het meest enthousiast als hij kan praten over ASML, of oer-Hollandse bedrijven zoals Ahold of ABN Amro. Jorik Simonides is presentator van BNR Beurs, economieredacteur en verslaggever bij BNR. Hij wordt er vooral blij van als het een keer níet over AI gaat. Je hoort hem ook in de BNR-podcast Moerdijk: dorp van de rekening. Milou Brand is presentator van BNR Beurs, freelance podcastmaker en columnist bij het Financieele Dagblad. Jochem Visser is presentator van BNR Beurs, maakt Beursnerd XL en is redacteur bij de podcast Onder Curatoren. Vraag hem naar obscure zaken op financiële markten en hij vertelt je waarom het eigenlijk nóg leuker is dan je al dacht. Over de podcast: Met BNR Beurs ga je altijd voorbereid de nieuwe beursdag in. We praten je in een kleine 25 minuten bij over alle laatste ontwikkelingen op de handelsvloer. We blijven niet alleen bij de AEX of Wall Street, maar vertellen je ook waar nog meer kansen liggen. En we houden het niet bij de cijfers, maar zoeken ook iedere dag voor je naar duiding van scherpe gasten en experts. Of je nu een ervaren belegger bent of net begint met je eerste stappen op de beurs, de podcast biedt waardevolle inzichten voor je beleggingsstrategie. Door de focus op zowel de korte termijn als de lange termijn, helpt BNR Beurs luisteraars om de ruis van de markt te scheiden van de essentie.See omnystudio.com/listener for privacy information.

AEX Factor | BNR
Shell doet niet meer alsof: groene energie gaat de prullenbak in

AEX Factor | BNR

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 23:29


Verrassend is het niet, opvallend is het wel: weer wordt Shell een stukje minder groen. Het bedrijf neemt afscheid van alle Europese wind- en zonneparken op het vaste land. Ze verkopen de hele tak aan concurrent Total Energies. Wat dat betekent voor de Europese toekomst van Shell, bespreken we deze aflevering. Net als in hoeverre deze activiteiten bij Total Energies beter af zijn. Hebben we het ook over de Japanse yen. Na een dramatisch jaar won die munt vrijdag opeens aan waarde. Vandaag gaven de Amerikaanse en Japanse overheid het toe: de VS heeft een handje geholpen. Waarom het zover moest komen en wat dat jou als belegger uit moet maken, zoeken we ook voor je uit. Hoor je ook: Overnamegeruchten bij NXP Fusiegeruchten bij AstraZeneca Een verlies bij PostNL dat tóch wordt beloond Een nieuwe Chinees AI-model Te gast: Han Dieperink, CIO bij Auréus BNR Beurs is een journalistiek onafhankelijke productie, mede mogelijk gemaakt door Saxo. Over de makers: Jelle Maasbach is presentator van BNR Beurs en freelance financieel journalist. Zijn favoriete aandeel om over te praten is Disney, maar daar lijkt hij de enige in te zijn. Sinds de eerste uitzending van BNR Beurs is 'ie er bij. Maxim van Mil is presentator van BNR Beurs en journalist bij BNR, waar hij zich focust op de financiële markten en ontwikkelingen in de tech-wereld. Je krijgt hem het meest enthousiast als hij kan praten over ASML, of oer-Hollandse bedrijven zoals Ahold of ABN Amro. Jorik Simonides is presentator van BNR Beurs, economieredacteur en verslaggever bij BNR. Hij wordt er vooral blij van als het een keer níet over AI gaat. Je hoort hem ook in de BNR-podcast Moerdijk: dorp van de rekening. Milou Brand is presentator van BNR Beurs, freelance podcastmaker en columnist bij het Financieele Dagblad. Jochem Visser is presentator van BNR Beurs, maakt Beursnerd XL en is redacteur bij de podcast Onder Curatoren. Vraag hem naar obscure zaken op financiële markten en hij vertelt je waarom het eigenlijk nóg leuker is dan je al dacht. Over de podcast: Met BNR Beurs ga je altijd voorbereid de nieuwe beursdag in. We praten je in een kleine 25 minuten bij over alle laatste ontwikkelingen op de handelsvloer. We blijven niet alleen bij de AEX of Wall Street, maar vertellen je ook waar nog meer kansen liggen. En we houden het niet bij de cijfers, maar zoeken ook iedere dag voor je naar duiding van scherpe gasten en experts. Of je nu een ervaren belegger bent of net begint met je eerste stappen op de beurs, de podcast biedt waardevolle inzichten voor je beleggingsstrategie. Door de focus op zowel de korte termijn als de lange termijn, helpt BNR Beurs luisteraars om de ruis van de markt te scheiden van de essentie.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Data Gen
Redif Top 5 - Photoroom : Déployer une stratégie GenAI pour l'analytics et x15 sa vitesse de delivery

Data Gen

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 32:21


Juliette Duizabo a été Head of Data chez Ovrsea, puis Agorapulse et maintenant Photoroom. Elle a beaucoup testé l'usage des IA Génératives pour le Self-Service dans l'analytics et a mis les best practices en place chez Photoroom.On aborde :

Ochtendnieuws | BNR
Avondnieuws: Spoedoverleg over Ceuta legt politieke scheidslijn in EU bloot

Ochtendnieuws | BNR

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 24:29


De Europese migratiecrisis rond de Spaanse enclave Ceuta dwingt de EU tot een spoedoverleg over de buitengrens. Terwijl 22 lidstaten Spanje bekritiseren, kiest Commissievoorzitter Ursula von der Leyen in een brief nadrukkelijk voor steun aan premier Pedro Sánchez en benadrukt zij Europese solidariteit. Nederland wil dat Spanje alles op alles zet om migranten terug te laten keren naar Marokko en de buitengrens te versterken. Wereldvoetbalbond FIFA komt onder zware druk te staan nu Engeland en Wales hun steun voor voorzitter Gianni Infantino intrekken na zijn mislukte plan om een deel van de commerciële rechten van het WK te verkopen. UEFA dreigt met juridische stappen, terwijl Infantino achter de schermen steun zoekt bij andere confederaties om aan te blijven. Volgens sportverslaggever Jaap de Groot groeit het risico op een machtsstrijd binnen het mondiale voetbal. Shell verkoopt zijn Europese wind- en zonneparken op land aan TotalEnergies en kiest nadrukkelijk voor een fossiele koers. Activistische aandeelhoudersvereniging Follow This noemt de verkoop kortzichtig en wijst erop dat Shell eerder miljarden in schalieolie investeerde, terwijl overwinsten volgens hen juist naar de energie van de toekomst zouden moeten gaan. Ondertussen zorgen droogte en extreme hitte voor grote natuurbranden in Noord-Limburg en Noord-Brabant; meteorologen waarschuwen dat de brandrisico’s door aanhoudende warmte en beperkte neerslag hoog blijven. Deze omschrijving is met AI gemaakt en gecontroleerd door een BNR-redacteur. Over deze podcast BNR Nieuws Vandaag is de podcast met daarin BNR Ochtendnieuws en BNR Avondnieuws. Je krijgt ’s ochtends vroeg en aan het einde van de werkdag in 20 minuten het belangrijkste nieuws van de dag. Abonneer je via bnr.nl/podcast/bnrnieuwsvandaag, de BNR-app, Spotify en Apple Podcasts. Of luister elke dag live via bnr.nl/live.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
Cabo Delgado: ofensiva militar dispersa insurgência e agrava pressão sobre civis

Convidado

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 12:22


A insurgência em Cabo Delgado entrou numa nova fase, caracterizada por ataques mais dispersos, maior mobilidade dos grupos armados e crescente pressão sobre as populações civis. A ofensiva lançada pelas forças moçambicanas e ruandesas contra o principal reduto insurgente alterou a dinâmica do conflito, mas também abriu novas frentes de violência, numa altura em que a crise humanitária se agrava e a Rússia volta a manifestar disponibilidade para apoiar militarmente Moçambique. Depois de vários meses de relativa contenção da actividade insurgente, Cabo Delgado assiste a uma nova escalada da violência. Os dados das Nações Unidas apontam para um aumento significativo dos ataques durante Junho, mas, mais do que o número de incidentes, preocupa a transformação da própria natureza do conflito. Para o jornalista Tomás Queface, que acompanha a evolução da insurgência no terreno, "a segunda metade de 2026 inicia com a intensificação dos ataques", num cenário que contrasta claramente com o primeiro semestre do ano, período em que os insurgentes se encontravam "muito contidos, particularmente nos distritos de Macomia e Quissanga", reduzindo significativamente as acções contra civis. A mudança coincide com a ofensiva desencadeada pelas forças moçambicanas, apoiadas por militares ruandeses, contra as florestas de Catupa, em Macomia, consideradas o principal santuário operacional da insurgência. Segundo o jornalista, sempre que os grupos armados são pressionados naquele reduto repetem uma estratégia já observada desde o início da guerra: dispersam combatentes por diferentes zonas da província para obrigar as forças governamentais a dividir meios e efectivos. "Foi exactamente isso que aconteceu", afirma. Desde o início de Julho, registaram-se movimentações para o sul e para o norte da província, alargando a presença insurgente a distritos como Ancuabe, Meluco, Montepuez, Muidumbe e Macomia. A dispersão territorial trouxe igualmente uma alteração das tácticas. Ao contrário do que sucedia nos primeiros meses do ano, os insurgentes passaram a actuar sobre os principais corredores rodoviários, interrompendo a circulação, raptando passageiros e exigindo resgates. "Essa é uma das principais fontes de financiamento", explica Tomás Queface, referindo-se aos ataques na EN380, principal eixo rodoviário da província, e na R98, entre Montepuez e Mueda. Paralelamente, os grupos armados intensificaram a presença em zonas mineiras de Meluco e Montepuez, onde procuram controlar circuitos ligados à exploração de ouro e pedras preciosas, outra importante fonte de receitas da insurgência. A conjugação destes factores demonstra que, apesar da pressão militar, os insurgentes continuam a preservar capacidade logística e financeira. Apesar da ofensiva governamental, Tomás Queface considera precipitado concluir que a insurgência esteja enfraquecida. "Eu poderia dizer que é uma adaptação", sustenta. Na sua leitura, não existem, até ao momento, indicadores que permitam avaliar os danos efectivos provocados pela operação militar nas estruturas do grupo. Pelo contrário, a rapidez com que os insurgentes redistribuíram efectivos por vários distritos sugere que continuam a possuir capacidade operacional significativa e um planeamento previamente preparado para responder a este tipo de ofensivas. Mesmo que as forças governamentais consigam consolidar o controlo da floresta de Catupa, o jornalista admite que o resultado poderá não ser o fim da insurgência, mas apenas a deslocação das suas bases para outras áreas menos pressionadas. Em paralelo com a evolução militar, Moscovo voltou a manifestar disponibilidade para apoiar Moçambique no combate ao terrorismo. A possibilidade é encarada com cepticismo. Tomás Queface recorda que a Rússia já tentou afirmar-se em Cabo Delgado através do Grupo Wagner, em 2019, experiência que terminou num fracasso, e lembra que promessas semelhantes voltaram a ser feitas em 2023, durante a visita do ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov. "Desta vez também não há qualquer indicação concreta de que esse apoio venha a materializar-se", afirma. Na sua perspectiva, a forte presença de investimentos ocidentais ligados aos projectos de gás natural torna improvável uma intervenção militar russa. "Acredito que nem a TotalEnergies nem a ExxonMobil aceitariam uma presença militar russa naquela província", observa, acrescentando que a guerra na Ucrânia limita igualmente a capacidade operacional de Moscovo. Ao mesmo tempo, o Governo moçambicano procura reforçar a autonomia das suas forças. Segundo Tomás Queface, o Presidente Daniel Chapo já manifestou a intenção de reduzir progressivamente a dependência das tropas ruandesas, numa estratégia que visa assegurar o controlo da província através das capacidades nacionais. Essa opção reflecte também a preocupação de evitar que Cabo Delgado se transforme num palco de disputa entre diferentes potências internacionais. Enquanto prosseguem as operações militares, a situação humanitária continua a deteriorar-se. A redução da assistência alimentar por parte do Programa Mundial de Alimentação está a obrigar milhares de deslocados a regressar prematuramente às suas aldeias, apesar da persistência da insegurança. Para Tomás Queface, trata-se de um desenvolvimento particularmente preocupante. "Isso pode deixar as populações vulneráveis aos grupos insurgentes, mas também permitir que certos jovens sejam recrutados com base em promessas de dinheiro", alerta. O jornalista observa ainda uma alteração no comportamento das populações: ao contrário dos anos anteriores, muitas famílias abandonam temporariamente as aldeias durante os ataques, regressando poucos dias depois por não encontrarem melhores condições nos centros de acolhimento. Na avaliação de Tomás Queface, a resposta do Estado continua fortemente condicionada pela necessidade de proteger os grandes investimentos internacionais. "O Governo procura primeiro garantir protecção aos projectos de investimento internacional", afirma. Essa opção ajuda a explicar por que razão zonas como Palma permanecem fortemente protegidas, enquanto distritos como Macomia, Muidumbe, Meluco ou Ancuabe continuam a oferecer maior liberdade de movimentos aos insurgentes.

TotalEnergies y Autofm: expertos en lubricantes
Mito: ¿Puedo usar el mismo aceite de coche en la moto? TotalEnergies podcast con AutoFM

TotalEnergies y Autofm: expertos en lubricantes

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 12:45


En este episodio desmontamos el mito de que se puede usar el mismo aceite en el coche y en la moto. Junto a Sabina Esteban, experta de TotalEnergies, explicamos por qué estos lubricantes no son intercambiables y qué problemas puede causar utilizar el producto incorrecto. Analizamos las diferencias clave entre ambos, desde su formulación hasta las exigencias de funcionamiento, y repasamos las normas que hay que tener en cuenta para elegir el aceite adecuado. Un programa práctico para cuidar el motor, el embrague y la transmisión de tu moto.

TotalEnergies y Autofm: expertos en lubricantes
Mito: El aceite de cambios es de por vida. TotalEnergies podcast con AutoFM

TotalEnergies y Autofm: expertos en lubricantes

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 9:49


En este episodio desmontamos el mito de que el aceite de la caja de cambios es “de por vida”. Junto a Sabina Esteban, experta de TotalEnergies, explicamos por qué este lubricante también necesita mantenimiento y cómo su degradación puede afectar al rendimiento del vehículo. Analizamos las diferencias entre cajas manuales y automáticas, los intervalos recomendados de cambio y la importancia de utilizar el fluido adecuado en cada caso. Un programa claro para entender por qué cuidar la transmisión es clave para evitar averías y mejorar la eficiencia.

FT News Briefing
Ares' big play in private equity

FT News Briefing

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 12:14


A crucial gauge of risk in holding the debt of companies at the centre of the AI boom has hit a record high, private capital group Ares Management has held talks to acquire Leonard Green & Partners, and French company TotalEnergies will be able to continue selling gas from its flagship Siberian project to Asia. Plus, institutional investors are snapping up bundles of UK homes at large discounts and sales at LVMH's key fashion and handbags division returned to growth for the first time in two years.Mentioned in this podcast:Big Tech credit risks hit record highs as AI spending soarsAres Management has held talks to buy Leonard Green PartnersInvestors snap up bundles of UK properties as housebuilders offer discountsTotalEnergies benefits from EU sanctions reprieve on Russian gasDior rebound helps LVMH's fashion business return to growthSave 10% on tickets with the code FTPodcast. Visit ft.com/festival to find out more.Want to get in touch? Email us at podcasts@ft.comNote: The FT does not use generative AI to voice its podcasts The FT News Briefing is produced by Victoria Craig, Sonja Hutson, Saffeya Ahmed, Katya Kumkova, and Fiona Symon. Our editor is Marc Filippino. Our show is mixed by Sam Giovinco and Alex Higgins. Additional help from Gavin Kallmann, Michael Lello, Peter Barber and David da Silva. Our intern is Cole van Miltenburg. Our executive producer is Topher Forhecz. Flo Phillips is the FT's global head of audio. The show's theme music is by Metaphor Music.Read a transcript of this episode on FT.com Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

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On marche sur la tête
Gabriel Zucman s'en prend à TotalEnergies : «« On a une France qui se bat, et d'autres qui utilisent cette crise pour faire prospérer leur agenda politique» estime Matthieu Hocque

On marche sur la tête

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 5:38


Eliot Deval revient, sans concession, sur tous les sujets qui font l'actualité. Vous voulez réagir ? Appelez le 01.80.20.39.21 (numéro non surtaxé) ou rendez-vous sur les réseaux sociaux d'Europe 1 pour livrer votre opinion et débattre sur les grandes thématiques développées dans l'émission du jour.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Enerji Günlüğü Enerji Bülteni
Enerji Günlüğü 28 Temmuz 2026 Enerji Bülteni

Enerji Günlüğü Enerji Bülteni

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 4:22


Enerji Günlüğü Haber Bülteni:Türkiye'nin ve Dünyanın Enerji Gündemienerjigunlugu.net

Programa del Motor: AutoFM
TotalEnergies | ¿Hay que cambiar el aceite de la caja de cambios? Todo lo que debes saber

Programa del Motor: AutoFM

Play Episode Listen Later Jul 26, 2026 9:49


En este nuevo episodio de la serie de TotalEnergies desmontamos uno de los mitos más extendidos sobre el mantenimiento del automóvil: la creencia de que el aceite de la caja de cambios dura toda la vida del vehículo. Junto a Sabina Esteban analizamos qué hay de cierto en el concepto de los aceites "lifetime" y por qué conviene conocer las recomendaciones específicas de cada fabricante. A lo largo del programa explicamos las diferencias entre las cajas de cambios manuales y automáticas, los distintos tipos de transmisiones que existen —como las de doble embrague, CVT o convertidor de par— y los intervalos de mantenimiento recomendados para cada una de ellas. También repasamos las señales que pueden indicar que ha llegado el momento de sustituir el lubricante. Otro de los aspectos clave es la importancia de utilizar siempre el aceite adecuado para cada transmisión. Descubrimos por qué no todos los lubricantes son compatibles entre sí y cómo una elección incorrecta puede provocar averías en componentes tan delicados como el sistema mecatrónico, los solenoides o el propio embrague. Por último, Sabina Esteban explica cómo un mantenimiento correcto de la caja de cambios no solo ayuda a prolongar su vida útil y evitar reparaciones muy costosas, sino que también puede mejorar el funcionamiento del vehículo e incluso contribuir a reducir el consumo de combustible. Un episodio imprescindible para entender por qué cuidar la transmisión es tan importante como cuidar el motor. Todos los podcasts de TotalEnergies los tienes aquí: https://www.ivoox.com/podcast-de-totalenergies_bk_list_11163903_1.html Escúchanos en: www.podcastmotor.es Twitter: @AutoFmRadio Instagram: @autofmpodcast Twitch: AutoFMPodcast Youtube: @AutoFM Contacto: info@autofm.es

Dividend Talk
Q2 2026 Earnings Season: IBM Crashes, TotalEnergies Shines | EP 304

Dividend Talk

Play Episode Listen Later Jul 25, 2026 82:20


Q2 2026 earnings season has started, and it opened with a bang: IBM (IBM) dropped 25% in a single day. We dig into why, and land on an uncomfortable answer — it isn't the technology that keeps failing this company, it's the culture. From there we work through the reports that matter for dividend growth investors. RELX (RELX.L) and Wolters Kluwer (WKL.AS) keep growing while everyone insists AI will erase them. Texas Instruments (TXN) looks like its capex super-cycle is finally turning. TotalEnergies (TTE) delivers a masterclass in paying down debt. Nestlé (NESN.SW) drops 8%. CME Group (CME) shows what happens when volatility fades. And Novo Nordisk (NVO) squares up to Eli Lilly (LLY) in court over GLP-1 marketing. Then it's over to you. We answer listener questions on what we'd buy in a 30% sell-off, preference shares, Terry Smith selling Wolters Kluwer, the new Amundi all-world SCHD-style UCITS ETF, small-cap dividend payers like Defama (DEF.DE) and Chesnara (CSN.L), and what life actually looks like once the dividends cover the bills. This podcast is for entertainment only and is not financial advice. Read more at https://dividendtalkpodcast.com Want deeper analysis, ad free episodes and more? Check out our premium service for €129 at ⁠dividendtalk.eu⁠Want to talk more about dividends and investing in general?Join the conversation in our community:Discord: ⁠https://discord.gg/xfS35ufm6H⁠Facebook: ⁠https://www.facebook.com/groups/dividendtalk⁠X (Twitter): ⁠https://x.com/European_DGI

C dans l'air
Patrice Geoffron - TotalEnergies gagne le jackpot!

C dans l'air

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 13:06


C dans l'air l'invité du 23 juillet 2026 avec Patrice Geoffron, professeur d'économie, directeur du Centre de géopolitique de l'énergie et des matières premières de l'Université Paris-DauphineTotalEnergies a annoncé ce jeudi un bénéfice net de 5,4 milliards de dollars au 2ᵉ trimestre 2026, soit le double de celui de l'an passé. Et ce, après un premier trimestre qui s'était déjà soldé par un bénéfice net de 5,8 milliards de dollars. Une performance attribuée aux prix élevés des hydrocarbures, portés par les tensions au Moyen-Orient, qui relance le débat sur la taxation des superprofits. Notre invité, l'économiste Patrice Geoffron, reviendra sur cette question.

Ransquawk Rundown, Daily Podcast
EU Market Open: Equity futures mostly lower despite KOSPI rebound and heavy earnings docket

Ransquawk Rundown, Daily Podcast

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 2:49


US and Iran exchanged strikes for the 12th consecutive night; US President Trump said Iran is getting hit so hard and that they want to make a deal.Yemeni Houthis targeted two Saudi oil tankers in the Red Sea, while reports noted that at least 9 ships have stopped passing through Bab al-Mandeb, following the blockade on Saudi ports by Houthis.Alphabet (GOOGL) shares fell -3.3%, Tesla (TSLA) slipped over 4%, and IBM (IBM) was modestly softer post-earnings.APAC stocks were predominantly in the green, DXY mildly softened, 10yr UST futures lingered near the prior day's trough, and crude futures extended gains.European equity futures indicate a slightly lower cash market open, with Euro Stoxx 50 futures down 0.3%.Looking ahead, highlights include Canadian Retail Sales (May), US Initial Jobless Claims (Jul/18), Chicago Fed National Activity Index (Jun), EU Consumer Confidence Flash (Jul). Policy Announcements from the ECB, CBRT, and SARB. Comments from ECB President Lagarde. Supply from the UK & the US. Earnings from Intel, Blackstone, Lockheed Martin, RTX, TotalEnergies, Thales, SAP & Repsol.Read the full report covering Equities, Forex, Fixed Income, Commodites and more on Newsquawk

Apolline Matin
Lechypre d'affaires : Carburants, TotalEnergies plafonne à nouveau les prix - 23/07

Apolline Matin

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 3:05


Tous les matins à 8h08, l'actualité économique avec Emmanuel Lechypre.

radio nouveau prix rmc totalenergies carburants emmanuel lechypre apolline matin
C.O.B. Tuesday
"The Chinese Economy Is Built On Oil And They Are Dependent On Oil" – Giacomo Prandelli, The Merchant's News

C.O.B. Tuesday

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 57:52


Today we had the pleasure of hosting Giacomo "Jack" Prandelli, Founder of The Merchant's News Substack. The Merchant's News covers oil, gas, LNG, metals, and geopolitics, with a particular focus on global trade flows, commodity markets, and the macro forces shaping energy prices. Jack is a former commodities trader who has built a large global following on LinkedIn and X through his data-driven analysis of rapidly evolving geopolitical events and energy markets. We were pleased to visit with Jack to discuss the Strait of Hormuz crisis, the resilience of global oil markets, and the evolving geopolitical forces reshaping the global energy landscape. In our conversation, Jack explains why he believes oil prices have been far more resilient than many expected despite the Strait of Hormuz crisis. He walks us through a few charts and outlines how coordinated releases from strategic petroleum reserves, a stronger-than-anticipated recovery in global oil flows, and increased production from the U.S. and Middle East producers helped offset supply disruptions. We discuss the evolving balance of power in global energy markets, including the growing influence of U.S. production, China's role as the world's largest oil importer, and what the conflict revealed about OPEC, strategic petroleum reserves, and the resilience of the global energy system. Jack outlines why refining, not crude supply, has emerged as the market's primary constraint, how Russian refinery attacks and China's inventory strategy have reshaped global energy flows, and why he believes the market remains structurally bullish over the longer term. We also explore the shift toward energy security, deglobalization, and the changing geopolitical landscape as countries increasingly prioritize control over energy, refining, and commodity supply chains. We greatly appreciate Jack for joining us and sharing his insights. To start the show, Mike Bradley noted that fixed income markets continue to trend higher, with the 10-year Treasury yield rising to ~4.62% and the 30-year Treasury yield reaching ~5.14%. Both benchmarks are nearing the peak levels seen during the height of the Iran war, highlighting bond market concerns around inflation. On the broader equity market front, the S&P 500 was up just under 1% for the week to date, while the Dow Jones Industrial Average was Tuesday's standout performer, gaining ~400 points on strength in industrial stocks, led by 3M, whose shares surged ~8%. Several high-profile companies are scheduled to report results this week, including Alphabet (Google), Tesla, IBM, Intel, and NextEra Energy. On the oil market front, Brent crude was trading at ~$91/bbl, up ~$3/bbl for the week and ~$15/bbl over the past two weeks. Notably, Brent settled above $90/bbl for the first time since early June. Mike noted that the energy complex is wrestling more with global refining constraints than a global crude oil supply shortage. As evidence, U.S. Gulf Coast refining crack spreads have risen to ~$70/bbl, up from ~$60/bbl three weeks ago and from ~$25/bbl prior to the onset of the Iran war. He concluded by noting that investors are turning their attention to second-quarter earnings across the oilfield services sector, with Halliburton kicking off the group's reporting season on Tuesday. Several other key service providers are scheduled to report this week, including Weatherford International, Liberty Energy, Oceaneering International, and SLB. The broader energy sector will also be active, with earnings expected from EQT Corporation, Range Resources, Equinor, Kinder Morgan, Ovintiv, TotalEnergies, and Repsol. Veriten Senior Advisor Deborah Byers also joined and added her perspectives and questions throughout the conversation.

Noticentro
Metro entrega en adopción a 15 animales de compañía

Noticentro

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 1:42 Transcription Available


Protección Civil alerta por lluvias intensas en tres estadosGrupo Carso compra 30% del Bloque 30 en el Golfo de MéxicoTemporal deja más de 590 mil usuarios sin luz en ChileMás información en nuestro Podcast#grc

Mercado Abierto
Vistazo al Viejo Continente y sus valores más destacados

Mercado Abierto

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 7:46


Pablo García, director general de Divacons Alphavalue, repasa los escenarios de Adidas, Publicis, TotalEnergies y Nordea Bank.

Aujourd'hui l'économie
Pourquoi le monde produit désormais trop de pétrole

Aujourd'hui l'économie

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 3:10


Après des semaines d'inquiétude autour du détroit d'Ormuz, le marché pétrolier connaît un spectaculaire retournement. Les exportations repartent, les producteurs augmentent leurs volumes et certains analystes évoquent désormais une possible surabondance de pétrole... Une situation qui pourrait faire baisser les prix du baril, soutenir le pouvoir d'achat, mais aussi fragiliser les pays producteurs. Il y a encore quelques semaines, tout le monde redoutait un choc pétrolier majeur avec un raisonnement simple : si le détroit d'Ormuz était durablement bloqué, près de 20% du pétrole mondial ne pourrait alors plus circuler, les prix s'envoleraient et l'économie mondiale subirait une nouvelle crise énergétique. Or, c'est finalement l'inverse qui est en train de se produire : les exportations repartent progressivement à la hausse, les pays du Golfe remettent leurs puits en service et l'Opep augmente à nouveau sa production. Dans le même temps, plusieurs grands producteurs cherchent à vendre davantage de pétrole. Résultat : le marché est aujourd'hui largement approvisionné. À cela s'ajoute une véritable guerre des prix entre certains producteurs. L'Arabie saoudite, deuxième producteur mondial, a récemment abaissé ses prix de vente afin de rester compétitive. Une stratégie qui pousse les autres pays exportateurs à s'aligner pour conserver leurs parts de marché. Mais cette dynamique s'inscrit également dans un contexte particulier, avec une demande mondiale qui progresse moins vite que la production. Les producteurs continuent pourtant d'extraire du pétrole afin de préserver leurs recettes et de rentabiliser leurs installations. C'est précisément cette rencontre entre une offre en hausse et une demande qui ralentit qui explique la baisse actuelle des cours. Certains analystes estiment même que le prix du baril pourrait revenir autour de 60 dollars dans les prochains mois. À lire aussiAccord Iran-États-Unis: pourquoi le pétrole baisse mais l'inflation pourrait durer Pourquoi cette baisse des prix du pétrole est une bonne nouvelle pour les consommateurs Pour les ménages, cette situation est plutôt favorable. Le premier effet est bien sûr visible à la pompe. Si les cours du pétrole poursuivent leur baisse, les carburants pourraient devenir moins chers. Mais les conséquences vont bien au-delà. Le pétrole est utilisé dans de très nombreux secteurs: les transports, l'agriculture, la pétrochimie, l'industrie ou encore l'aviation. Lorsque son prix diminue, les coûts de production de nombreuses entreprises baissent également. À terme, cela peut soutenir le pouvoir d'achat, limiter les tensions inflationnistes et faciliter la baisse des taux d'intérêt par les banques centrales. En d'autres termes, un pétrole moins cher peut constituer un véritable soutien pour l'économie mondiale. À lire aussiBP, TotalEnergies: la guerre au Proche-Orient dope les bénéfices des majors pétrolières Les pays producteurs confrontés à un véritable piège économique Cette baisse des prix est en revanche beaucoup plus problématique pour les grands pays exportateurs. L'Arabie saoudite, l'Irak, la Russie ou encore l'Algérie financent une part importante de leurs budgets grâce aux revenus du pétrole. Si le prix du baril recule durablement, leurs recettes diminuent mécaniquement. Le piège est alors bien connu : pour compenser ces pertes, chaque pays est tenté d'augmenter sa production afin de vendre davantage de pétrole. Mais cette stratégie accentue encore la surabondance du marché et entretient la baisse des prix. C'est tout le défi auquel sont aujourd'hui confrontés les membres de l'Opep. Depuis plusieurs décennies, leur objectif consiste à limiter la production afin de soutenir les cours du pétrole. Mais lorsque chaque État cherche avant tout à préserver ses recettes, cette discipline devient beaucoup plus difficile à maintenir. Pour autant, rien n'est définitivement joué. Le marché pétrolier reste extrêmement sensible au contexte géopolitique. Toute cette nouvelle dynamique repose aujourd'hui sur une hypothèse : que l'accalmie au Moyen-Orient se poursuive. Si les tensions devaient reprendre ou si le détroit d'Ormuz était de nouveau perturbé, les prix du pétrole pourraient repartir rapidement à la hausse. Autrement dit, le marché est peut-être entré dans une nouvelle phase de surabondance, mais il reste suspendu à l'évolution d'une région qui demeure l'un des principaux centres névralgiques de l'énergie mondiale. À lire aussiPétrole: pourquoi un baril à 250 dollars devient crédible

Les histoires de 28 Minutes
Nora Bouazzouni / Des scientifiques réclament une “loi d'urgence climatique”

Les histoires de 28 Minutes

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 46:10


L'émission 28 minutes du 08/07/2026 L'enquête choc qui brise l'omerta des cuisines françaises  Après quatre ans d'enquête, la journaliste Nora Bouazzouni publie “Violences en cuisine. Une omerta à la française. L'enquête choc au cœur des restaurants français” (éd. Points). L'ouvrage concentre des centaines de témoignages sur les violences, les humiliations et les conditions de travail  au sein des cuisines françaises. Elle explique comment le prestige de la gastronomie contribue à entretenir le silence autour de ces pratiques et s'interroge sur les raisons de l'absence d'un véritable ”MeToo” de la restauration. Canicule : une loi d'urgence climatique peut-elle garantir notre "survie collective" ? La France connaît un troisième épisode de chaleur, en l'espace de quelques semaines. Dans une tribune publiée lundi 6 juillet dans “Le Monde”, une centaine de scientifiques, climatologues, juristes et économistes appellent à l'adoption d'une loi d'urgence climatique. Ils proposent notamment de poursuivre les grands patrons d'entreprises qui ont encore recours aux énergies fossiles, et de créer un crime de “globocide” leur étant destiné. Ils proposent aussi la création d'un “fonds vert” de 20 milliards d'euros destiné aux territoires. Un appel lancé alors que TotalEnergies a annoncé investir dans un nouveau projet fossile aux Émirats arabes unis le 24 juin : le jour le plus chaud enregistré en France. Marjorie Adelson revient sur l'annonce du premier rôle de Tilly Norwood, une actrice créée par intelligence artificielle, dans le film “Misaligned”. Théophile Cossa explique le fonctionnement du bracelet électronique, le dispositif auquel sera soumise Marine Le Pen pendant un an.28 minutes est le magazine d'actualité d'ARTE, présenté par Élisabeth Quin du lundi au jeudi à 20h05. Renaud Dély est aux commandes de l'émission le vendredi et le samedi. Ce podcast est coproduit par KM et ARTE Radio. Enregistrement 8 juillet 2026 Présentation Jean-Mathieu Pernin Production KM, ARTE Radio

Les histoires de 28 Minutes
[DÉBAT] Des scientifiques réclament une “loi d'urgence climatique”

Les histoires de 28 Minutes

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 23:10


L'émission 28 minutes du 08/07/2026 Canicule : une loi d'urgence climatique peut-elle garantir notre "survie collective" ? La France connaît un troisième épisode de chaleur, en l'espace de quelques semaines. Dans une tribune publiée lundi 6 juillet dans “Le Monde”, une centaine de scientifiques, climatologues, juristes et économistes appellent à l'adoption d'une loi d'urgence climatique. Ils proposent notamment de poursuivre les grands patrons d'entreprises qui ont encore recours aux énergies fossiles, et de créer un crime de “globocide” leur étant destiné. Ils proposent aussi la création d'un “fonds vert” de 20 milliards d'euros destiné aux territoires. Un appel lancé alors que TotalEnergies a annoncé investir dans un nouveau projet fossile aux Émirats arabes unis le 24 juin : le jour le plus chaud enregistré en France. On en débat avec Yamina Saheb, ingénieure et docteure en énergétique, Erwann Tison, directeur des études de l'Institut de l'Entreprise, et Marie Bellan, journaliste aux “Échos” en charge des sujets environnement et climat.28 minutes est le magazine d'actualité d'ARTE, présenté par Élisabeth Quin du lundi au jeudi à 20h05. Renaud Dély est aux commandes de l'émission le vendredi et le samedi. Ce podcast est coproduit par KM et ARTE Radio. Enregistrement 8 juillet 2026 Présentation Jean-Mathieu Pernin Production KM, ARTE Radio

The Sunday Session with Francesca Rudkin
Whitcoulls Recommends: The Secrets We Hide and Blood Will Flow

The Sunday Session with Francesca Rudkin

Play Episode Listen Later Jul 5, 2026 4:59 Transcription Available


The Secrets We Hide by Karin Slaughter. This is the second in her North Falls series, set in a small town after the shooting of a woman and her daughter and the subsequent investigation carried out by the local sheriff, which uncovers secrets and lies aplenty. It's a classic small town where everybody knows everybody else, but don't necessarily see them as they really are. Very cleverly constructed and a terrific addition to Karin Slaughter's extensive body of thrillers. Blood Will Flow by Alex Perry. Some years ago, an enormous gas field was discovered in Mozambique, after which the wealthy foreign companies arrived and started to export the gas, benefiting themselves and the West, but leaving the local people no better off. The French company TotalEnergies managed an enormous operation there, paying lip service to the notion of adequate security and when a rebel ISIS group arrived and carried out a vicious attack, help was not forthcoming. The book is populated with oil magnates, corporate greed, mercenaries and billionaires and is a strong indictment of an industry completely lacking a moral compass. LISTEN ABOVESee omnystudio.com/listener for privacy information.

11KM: der tagesschau-Podcast
Total Energies: Ein Ölkonzern und sein Windkraft-Versprechen

11KM: der tagesschau-Podcast

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 27:29


Dem Ausbau der deutschen Offshore-Windenergie droht ein massiver Dämpfer. Denn der Konzern Total Energies möchte offenbar aus mehreren riesigen Projekten in Nord- und Ostsee aussteigen. Darüber berichten NDR und Süddeutsche Zeitung im Mai 2026. Doch wie konnte der Ölkonzern überhaupt zu einem der wichtigsten Offshore-Player werden? In dieser 11KM-Folge blicken wir mit Phlipp Lemmerich vom Deutschlandradio auf die Hintergründe, auf politische Entscheidungen und Zwickmühlen und auf die Frage, was das alles für die Energiewende bedeutet. Hier geht's zum Feature von Philipp Lemmerich: https://www.hoerspielundfeature.de/doppeltes-spiel-106.html In dieser früheren 11KM-Folge geht es um den „Deutschen Klimafonds: Viel Geld, wenig Klimaschutz?“: https://1.ard.de/11KM_Klimafonds Hier geht es zur Recherche von NDR und SZ: https://www.tagesschau.de/investigativ/ndr/total-offshore-100.html Hier geht's zum “ARD Klima Update”, unserem Podcast-Tipp: https://1.ard.de/ARD_Klima_Update?=cp Diese und viele weitere Folgen von 11KM findet ihr überall da, wo es Podcasts gibt, auch hier in ARD Sounds: https://www.ardsounds.de/sendung/11km-der-tagesschau-podcast/urn:ard:show:4549910994dc2464/ An dieser Folge waren beteiligt: Folgenautor: Julius Bretzel Mitarbeit: Lisa Hentschel, Nicole Dienemann Host: Elena Kuch Produktion: Viktor Fölsner-Veress, Christine Frey, Hanna Brünjes, Jürgen Kopp Planung: Laura Stuhlmacher, Nicole Dienemann und Hardy Funk Distribution: Kerstin Ammermann Redaktionsleitung: Yasemin Yüksel und Fumiko Lipp 11KM: der tagesschau-Podcast wird produziert von BR24 und NDR Info. Die redaktionelle Verantwortung für diese Episode liegt beim NDR.

Studio Energie
Van den Beukel en de Boer #75

Studio Energie

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 57:29


In deze aflevering bespreken Jilles van den Beukel en Remco de Boer drie nieuwe boeken over drie fascinerende onderwerpen: het opblazen van Nord Stream, de donkere kant van mijnbouw-voor-de-transitie in Afrika en de LNG-avonturen van TotalEnergies in Mozambique. Natuurlijk bespreken we de Straat van Hormuz, en we blikken ook terug: waarom werd het niet dé crisis die was voorspeld? En Jilles schreef een uitgebreid artikel over de Nederlandse gasvoorziening en de nieuwe – noodzakelijke – rol van de gasopslagen. The Nord Stream Conspiracy — The Inside Story of the Explosions That Shook the World https://www.amazon.nl/Nord-Stream-Conspiracy-Inside-Explosions/dp/1250410436 The Elements of Power — a Story of War, Technology and the Dirtiest Supply Chain on Earth https://www.amazon.com/Elements-Power-Technology-Dirtiest-Supply/dp/0593492013 Blood will flow: the murderous business of oil and gas https://www.amazon.nl/Blood-Will-Flow-murderous-business/dp/1804182729

Les matins
Procès TotalEnergies // Nos actions face au dérèglement climatique // Dory Manor pour son livre "Le Gorille"

Les matins

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 119:25


durée : 01:59:25 - Les Matins de France Culture - par : Nicolas Herbeaux - Cette semaine, nous posons la question à nos invités Franck Lirzin et Philippe Bihouix : quand passerons-nous à l'action face au dérèglement climatique ? Nicolas Herbeaux reçoit aussi le traducteur, écrivain et poète israélien Dory Manor, qui publie "Le Gorille" aux éditions Grasset. - équipe : Marguerite Catton, Jean-Christophe Francis, Mattéo Caranta, Victoria Géraut-Velmont - invités : Philippe Bihouix Ingénieur centralien, spécialiste des ressources non renouvelables et promoteur des Low-tech, Anne Stévignon Docteure en droit, juriste chargée de contentieux et de plaidoyer chez “Notre Affaire A tous”, Franck Lirzin Ingénieur, auteur de Habiter un monde qui brûle (L'Aube, 2026), Dory Manor Traducteur, écrivain, poète Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Le Journal de l'Economie
Mesures pour redresser les comptes publics, maisons menacées par le réchauffement climatique et calcul des émissions de gaz à effet de serre de TotalEnergies

Le Journal de l'Economie

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 9:01


Au sommaire :La Cour des comptes réclame des mesures rapides pour redresser les comptes publics, la dette française ayant encore augmenté de 75 milliards d'euros au premier trimestre, atteignant un niveau record de 117,5% du PIB.Le passage de la retraite à 65 ans à 60 ans en 1983 est identifié comme une erreur ayant contribué à l'endettement, les partenaires européens de la France n'ayant pas ce même « totem » sur l'âge de départ à la retraite.Le gaspillage de médicaments représente chaque année un demi-milliard d'euros, avec près de 7700 tonnes de médicaments non consommés rapportés en pharmacie en 2024, un problème qui pourrait être résolu par un meilleur calibrage des boîtes et une responsabilisation des assurés.La Banque de France s'inquiète de la progression du surendettement chez les jeunes de 18-29 ans, en partie due aux paiements fractionnés et aux difficultés d'accès à l'emploi et au logement.Le phénomène de retrait gonflement des argiles menace des millions de maisons en France, avec des propriétaires ayant du mal à se faire indemniser par leurs assurances malgré la reconnaissance de l'état de catastrophe naturelle.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Les matins du samedi
TotalEnergies : les hydrocarbures face à la justice climatique

Les matins du samedi

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 13:29


durée : 00:13:29 - L'Invité(e) des Matins du samedi - par : Nicolas Herbeaux - En 2020, la ville de Paris et des associations comme Noter Affaire A Tous ont saisi la justice afin qu'elle contraigne TotalEnergies à réduire ses émissions de gaz à effet de serre. Le jeudi 25 juin, le tribunal a pris sa décision : la multinationale doit améliorer son plan de vigilance. - équipe : Jean-Christophe Francis, Victoria Géraut-Velmont, Marguerite Catton - invités : Anne Stévignon Docteure en droit, juriste chargée de contentieux et de plaidoyer chez “Notre Affaire A tous” Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Le journal de 18h00
TotalEnergies condamné à prendre en compte les émissions carbone de ses clients

Le journal de 18h00

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 20:17


durée : 00:20:17 - Le journal de 18h00 - TotalEnergies sommé par la justice de prendre en compte les émissions de gaz à effet de serre de ses clients, sans obligation de réduire son activité. - équipe : La Rédaction de France Culture, Jean-François Braun, Caroline Bennetot Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Les journaux de France Culture
TotalEnergies condamné à prendre en compte les émissions carbone de ses clients

Les journaux de France Culture

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 20:17


durée : 00:20:17 - Les journaux de France Culture - TotalEnergies sommé par la justice de prendre en compte les émissions de gaz à effet de serre de ses clients, sans obligation de réduire son activité. - équipe : La Rédaction de France Culture, Jean-François Braun, Caroline Bennetot Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Le Journal de l'Economie
Relèvement des taux par la Réserve fédérale américaine, protocole d'accord entre les États-Unis et l'Iran et intelligence artificielle gratuite en Chine

Le Journal de l'Economie

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 9:06


Au sommaire :La Réserve fédérale américaine envisage de relever ses taux d'intérêt dans les prochains mois face à une inflation qui dépasse largement ses objectifs depuis plus de 5 ans, pesant lourdement sur les ménages américains.Un protocole d'accord entre les États-Unis et l'Iran, destiné à mettre fin à la guerre au Moyen-Orient, doit être signé prochainement en Suisse, prévoyant notamment la levée des sanctions sur les exportations de pétrole iranien et le déblocage de dizaines de milliards de dollars d'avoirs gelés.La Chine annonce vouloir développer une intelligence artificielle gratuite, dont les codes seraient accessibles à tous, en opposition au modèle capitaliste des géants américains de la tech qui proposent des IA payantes et gardent leurs développements secrets.L'INSEE et la Banque de France prévoient une croissance économique médiocre pour la France en 2026, dans un contexte où le pouvoir d'achat est devenu la principale préoccupation des salariés.Malgré la perspective d'un accord de paix au Moyen-Orient, le cours du baril de Brent reste sous la barre des 80 dollars, impactant les résultats de TotalEnergies qui a dû supporter un coût de 200 millions d'euros lié au plafonnement des prix des carburants.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Journal en français facile
Le PDG de TotalEnergies s'explique devant les députés / Fin du G7, début de Versailles / Mondial de foot: avant Portugal-RDC...

Journal en français facile

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 10:00


Le Journal en français facile du mercredi 17 juin 2026, 18 h 00 à Paris. Retrouvez votre épisode avec la transcription synchronisée et des exercices pédagogiques pour progresser en français : http://rfi.my/CnjP.A

Aujourd'hui l'économie
Accord Iran-États-Unis: pourquoi le pétrole baisse mais l'inflation pourrait durer

Aujourd'hui l'économie

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 2:56


L'accord annoncé entre Washington et Téhéran a immédiatement rassuré les marchés financiers. Les cours du pétrole ont reculé et les Bourses ont rebondi. Pourtant, cette détente géopolitique pourrait ne pas suffire à faire disparaître les tensions inflationnistes. Difficile de passer à côté de l'accord trouvé entre les États-Unis et l'Iran. Au-delà de sa dimension géopolitique, cette entente entre Washington et Téhéran comporte également des conséquences économiques majeures. La réaction des marchés ne s'est d'ailleurs pas fait attendre. Les investisseurs ont accueilli avec enthousiasme cette perspective de désescalade, faisant reculer les cours du pétrole et progresser les places boursières. Le raisonnement est simple. Moins de tensions au Moyen-Orient signifie moins de risques sur l'approvisionnement mondial en pétrole, donc un baril moins cher et, à terme, une inflation qui ralentit. Mais cet optimisme reste mesuré. Car l'accord demeure partiel, fragile et soumis à de nombreuses conditions politiques et techniques. En d'autres termes, les marchés ont intégré l'idée d'une accalmie alors que le retour à une situation totalement normale est encore loin d'être acquis. À lire aussiBP, TotalEnergies: la guerre au Proche-Orient dope les bénéfices des majors pétrolières Pourquoi le pétrole reste au cœur des tensions inflationnistes Tout se joue autour du pétrole. Le détroit d'Ormuz, par lequel transite près d'un cinquième de la production mondiale, reste une artère essentielle pour l'approvisionnement énergétique de nombreux pays, notamment en Asie. Lorsque les tensions augmentent dans cette région stratégique, les cours du brut montent rapidement. Et cette hausse finit progressivement par se diffuser dans toute l'économie : transports, industrie, logistique ou encore alimentation voient leurs coûts augmenter. L'effet est souvent différé dans le temps. Même lorsque les cours du pétrole commencent à reculer, l'inflation met plusieurs semaines, voire plusieurs mois, à ralentir réellement. C'est pourquoi la baisse actuelle du brut ne garantit pas un reflux immédiat de la hausse des prix. À lire aussiPétrole: l'Inde se tourne vers le Venezuela pour sécuriser ses approvisionnements La Chine pourrait relancer les tensions sur les prix Selon plusieurs analystes, l'inflation pourrait même rester plus élevée que prévu en raison du rôle joué par la Chine. Pendant la crise, le ralentissement des importations chinoises de pétrole iranien a contribué à limiter la pression sur le marché mondial de l'énergie. Cette moindre demande a joué un rôle d'amortisseur sur les prix. Mais si l'accord entre Washington et Téhéran se confirme et que Pékin recommence à acheter davantage de brut, la mécanique pourrait rapidement s'inverser. La demande repartirait, le marché pétrolier se retendrait et les pressions inflationnistes pourraient réapparaître. Le paradoxe est donc réel. Une trêve diplomatique pourrait, à moyen terme, soutenir les prix de l'énergie. Sur le plan financier, la nouvelle est rassurante. Sur le plan macroéconomique, elle apparaît beaucoup plus nuancée. À lire aussiLa Chine est-elle la grande gagnante de la guerre au Moyen-Orient? Si les flux énergétiques reprennent dans un marché toujours tendu, la baisse du pétrole pourrait rester limitée et l'inflation se montrer plus persistante qu'espéré. Car les prix n'obéissent jamais aussi rapidement aux annonces diplomatiques. Même lorsqu'un conflit s'apaise, il laisse derrière lui des traces durables : une énergie plus chère, des anticipations inflationnistes plus élevées, des chaînes d'approvisionnement fragilisées et des banques centrales contraintes de maintenir une politique monétaire prudente. Le pire scénario semble aujourd'hui s'éloigner. Mais le retour à une économie pleinement apaisée n'est pas encore garanti. C'est sans doute tout le sens de cette séquence : le conflit s'atténue, mais l'inflation, elle, pourrait bien lui survivre encore plusieurs mois.

L’Heure du Monde
Y a-t-il des « profiteurs de guerre » en 2026 ?

L’Heure du Monde

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 20:31


« Profiteur de guerre » : le mot a été lâché, notamment à gauche, à l'égard de TotalEnergies. La multinationale française a réalisé 5,8 milliards de dollars (4,96 milliards d'euros) de profits au premier trimestre 2026. Patrick Pouyanné, son PDG, va être auditionné, mercredi 17 juin, par la commission des finances de l'Assemblée nationale.L'accusation est-elle justifiée ? L'entreprise est-elle coupable d'avoir spéculé sur la guerre ? Ou œuvre-t-elle au contraire pour l'indépendance énergétique de la France ?Et au-delà de TotalEnergies, que veut et que peut l'Etat en 2026 face aux profits hors normes des industriels en temps de guerre ?Dans cet épisode du podcast « L'Heure du Monde », Marie de Vergès, journaliste au service économie du Monde, nous raconte comment les entreprises vivent et s'adaptent en temps de guerre, et comment elles répondent (ou pas) aux questions morales qui vont de pair avec les profits qu'elles génèrent.Un épisode de Yann Plantier. Réalisation : Quentin Tenaud. Présentation et suivi éditorial : Thomas Baumgartner. Dans cet épisode : lecture d'un extrait d'un article du journal L'Humanité du 6 août 1917.Un épisode publié le 16 juin 2026.---Pour soutenir "L'Heure du Monde" et notre rédaction, abonnez-vous sur abopodcast.lemonde.fr Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.

Le magazine de la rédaction
Pollution pétrolière : des villageois yéménites en quête de justice 1/5 : L'explosion d'un pipeline de TotalEnergies au Yémen

Le magazine de la rédaction

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 6:13


durée : 00:06:13 - Grand Reportage - par : Aurélie Kieffer - La compagnie pétrolière est restée au Yémen de 1996 à 2015. Et une nuit de mars 2008, un de ses pipelines a explosé sur les hauteurs d'une vallée, entraînant la fuite de plusieurs milliers de litres de pétrole. Dix-huit ans plus tard, les pluies continuent de faire rejaillir les hydrocarbures. - réalisation : La Rédaction de France Culture, Annie Brault, Caroline Bennetot, Éric Chaverou Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Le magazine de la rédaction
Pollution pétrolière : des villageois yéménites en quête de justice 3/5 : Maladies et malformations

Le magazine de la rédaction

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 5:37


durée : 00:05:37 - Grand Reportage - par : Aurélie Kieffer - Des paysans et éleveurs de l'est du Yémen mènent un long combat judiciaire contre TotalEnergies. Ils accusent le groupe pétrolier d'avoir causé des pollutions qui affectent gravement leur environnement et leur santé. - réalisation : La Rédaction de France Culture, Annie Brault, Caroline Bennetot, Éric Chaverou Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Le magazine de la rédaction
Pollution pétrolière : des villageois yéménites en quête de justice 5/5 : Les recours judiciaires

Le magazine de la rédaction

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 6:02


durée : 00:06:02 - Grand Reportage - par : Aurélie Kieffer - Les paysans et éleveurs yéménites qui s'opposent à TotalEnergies se sont tournés vers les tribunaux français. - réalisation : La Rédaction de France Culture, Annie Brault, Caroline Bennetot, Éric Chaverou Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

The Uptime Wind Energy Podcast
Court Keeps GE on Vineyard Wind, France Plans Huge Wind Farm

The Uptime Wind Energy Podcast

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 2:54


Allen covers GE Vernova ordered to stay on Vineyard Wind, TotalEnergies filing for France’s largest renewable project, Spain’s repowering grants, and Dajin’s Hong Kong stock debut. Sign up now for Uptime Tech News, our weekly newsletter on all things wind technology. This episode is sponsored by Weather Guard Lightning Tech. Learn more about Weather Guard’s StrikeTape Wind Turbine LPS retrofit. Follow the show on YouTube, Linkedin and visit Weather Guard on the web. And subscribe to Rosemary’s “Engineering with Rosie” YouTube channel here. Have a question we can answer on the show? Email us! Good Monday. Wind energy made news this week from Boston courtrooms… to the coast of Normandy … to the stock exchange floors of Hong Kong. Let us start in Massachusetts. A Boston judge has once again told GE VERNOVA it cannot walk away from VINEYARD WIND. To understand why GE VERNOVA wants out… you have to look at the money. VINEYARD WIND owes GE VERNOVA three hundred and sixty million dollars on a one-point-two-billion-dollar turbine supply contract. VINEYARD WIND is withholding that payment. GE VERNOVA says it has the contractual right to walk when it is not paid. In February, they sent VINEYARD WIND a termination notice. VINEYARD WIND sued. In April, Judge PETER KRUPP issued an injunction ordering GE to stay. GE VERNOVA came back and asked the judge to reconsider. Vernova pointed to statements from state officials and VINEYARD WIND’s own parent company describing the eight-hundred-and-six-megawatt project as essentially complete. If the project is done, GE argued, there is no harm in letting us leave. Judge KRUPP did not buy it. Here is why this matters so much to the Commonwealth of Massachusetts. VINEYARD WIND is the largest offshore wind project in New England. It is owned jointly by Spain’s IBERDROLA and Denmark’s COPENHAGEN INFRASTRUCTURE PARTNERS. It began initial operations just this past February… after the developer won a separate court fight to keep federal construction permits intact. Sixty-two turbines. A four-point-five-billion-dollar investment. The anchor project for offshore wind in the entire region. The judge found that GE VERNOVA’s proprietary expertise is still needed to bring those turbines to full operational capacity. Pull GE’s more than two hundred employees and subcontractors off the job… and the project’s financing structure could collapse. Massachusetts Governor MAURA HEALEY has weighed in publicly. The state has too much riding on this project to let it unravel in court. GE VERNOVA still has its appeal of the April injunction pending. But for now… the turbines keep turning. Now let us cross the Atlantic. Off the coast of Normandy, France… TOTALENERGIES has filed for government authorization of a massive offshore wind farm called CENTRE MANCHE ENERGIES. This will be France’s largest renewable energy project… ever. One-point-five gigawatts of offshore wind. Located more than forty kilometers off the Normandy coast. Four-point-five billion euros in investment. Up to twenty-five hundred construction jobs over three years. Once running, the wind farm will generate roughly six terawatt-hours of clean electricity per year… enough to power more than one million French homes. TOTALENERGIES was awarded this project by the French government eight months ago. Filing for authorization is the next milestone on the path to construction. Meanwhile… across the Pyrenees in Spain… The Spanish government has awarded grants for eighty wind repowering projects totaling two-point-four gigawatts of capacity. With Nearly four hundred and sixty million euros in subsidies. The goal: replace older turbines with more efficient technology by twenty-thirty. The names on the award list read like a who’s who of European wind energy. IBERDROLA… STATKRAFT… EDP… ENEL GREEN POWER… NATURGY… RWE … and others. IBERDROLA alone picked up four hundred megawatts of new capacity. And this repowering wave is not just replacing old machines. Some projects are swapping out turbines that were once the industry standard… one-point-five and two-megawatt machines… for the far more powerful equipment available today. The industry is not just building forward. It is rebuilding smarter. And finally… a story from the other side of the world. A Chinese manufacturer of offshore wind foundations and towers called DAJIN HEAVY INDUSTRY made its debut on the Hong Kong Stock Exchange this past Friday. The share sale raised up to eight hundred and forty-seven million dollars. DAJIN claims a notable distinction: it says it ranked as Europe’s largest offshore wind foundation supplier by monopile sales value in the first half of twenty twenty-five. The company plans to use more than half the proceeds to expand its deep-sea wind power services… and one-fifth to build an assembly facility in Europe. As we know wind energy is continues to push forward. On every front. And that is the state of the wind industry for the eighth of June, twenty twenty-six. Join us for the Uptime Wind Energy Podcast.

POLITICO Energy
Are we seeing a fossil fuel comeback in New England?

POLITICO Energy

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 15:41


As the Trump administration pushes to expand fossil fuel infrastructure, it may have found some unexpected allies: Democratic governors in New England. POLITICO's Ben Storrow breaks down what's driving that shift in a region long defined by its climate ambitions, how the White House and green groups are responding, and what it could mean for the future of Democratic energy policy. Plus, seven states filed a lawsuit challenging the Trump administration's nearly $1 billion deal with TotalEnergies to cancel its offshore wind leases in the United States, and a federal judge stopped the Trump administration on Monday from dismantling the National Center for Atmospheric Research, which is one of the country's top climate science organizations. Ben Storrow is a reporter for POLITICO's E&E News. Nirmal Mulaikal is the co-host and executive producer of POLITICO Energy.  KJ Cline is the video producer for POLITICO Energy. Matt Daily is the energy editor for POLITICO. Cyril Zaneski is executive editor of POLITICO's E&E News. Debra Kahn is the editorial director for energy and environmental coverage at POLITICO. Veronica Tejera is the deputy head of Audio/Video at POLITICO. Our theme music is by Pran Bandi. Follow the show on Apple, Spotify, Youtube and Instagram. Follow POLITICO here:    ➤ X: https://x.com/politico/ ➤ Instagram:  / politico      ➤ Facebook:  / politico   For more reporting on energy and the environment, subscribe to Power Switch, our free evening newsletter: https://www.politico.com/power-switch And for even deeper coverage and analysis, read our Morning Energy newsletter by subscribing to POLITICO Pro: https://subscriber.politicopro.com/newsletter-archive/morning-energy Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

C dans l'air
Iran : c'est par où la sortie de crise? - L'intégrale -

C dans l'air

Play Episode Listen Later May 30, 2026 64:13


C dans l'air du 30 mai 2026 - Guerre en Iran : trois mois après, le blocage demeure« Beaucoup de progrès ». C'est en ces termes que Donald Trump a qualifié hier la situation diplomatique avec l'Iran. Mais le blocage demeure : Téhéran dément qu'un compromis ait été trouvé, et Trump estime que l'Iran doit « accepter qu'ils n'auront jamais d'arme nucléaire ». Le détroit d'Ormuz reste le principal point de tension : Washington exige sa réouverture sans contrôle iranien, tandis que l'Iran veut conserver un rôle dans sa gestion. Malgré le cessez-le-feu, la présence militaire reste massive et les deux camps continuent de se menacer en cas d'échec des négociations.L'Iran dénonce notamment « les demandes excessives et les positions changeantes et contradictoires » des États-Unis. Plusieurs exigences avancées par Washington ne figureraient pas dans le projet d'accord discuté, comme l'ouverture sans frais de péage du détroit d'Ormuz et la destruction des matières nucléaires iraniennes. Le dossier des avoirs iraniens gelés reste aussi problématique : Téhéran souhaite obtenir le déblocage de 24 milliards de dollars, mais Trump écarte cette possibilité.Pendant ce temps, la France a demandé le rapprochement de son porte-avions Charles de Gaulle du détroit d'Ormuz. Paris veut afficher sa capacité d'action et soutenir, avec Londres, une éventuelle mission internationale de sécurisation de cette route maritime stratégique. Un moyen d'afficher son poids diplomatique et militaire sans prendre part à la guerre.La crise perturbe fortement le transport mondial de pétrole et entraîne une hausse des prix, dont certaines entreprises comme TotalEnergies profitent. En France, cela relance le débat politique sur la taxation des superprofits, notamment porté par la gauche. Le gouvernement défend l'entreprise, tandis que son PDG avertit qu'une nouvelle taxe pourrait remettre en cause le plafonnement des prix des carburants.Alors, un accord entre Washington et Téhéran est-il proche ? Quel rôle peut jouer la France dans ce conflit ? Pourquoi les profits de Total crispent la classe politique française ?Nos experts :- Agnès LEVALLOIS - Présidente de l'Institut de recherche et d'études Méditerranée Moyen-Orient (iReMMO) et auteure de Le Livre noir de Gaza (Seuil)- Mariam PIRZADEH- Journaliste et ancienne correspondante à Téhéran pour France 24- Vice-amiral Michel OLHAGARAY- Ancien commandant de l'école navale et ancien directeur du Centre des hautes études militaires- Alain PIROT - Journaliste et réalisateur, spécialiste des questions de défensePRESENTATION : Caroline Roux - Aurélie Casse - REDIFFUSION : du lundi au vendredi vers 23h40.PRODUCTION DES PODCASTS: Jean-Christophe ThiéfineRÉALISATION : Nicolas Ferraro, Bruno Piney, Franck Broqua, Alexandre Langeard, Corentin Son, Benoît LemoinePRODUCTION : France Télévisions / Maximal ProductionsRetrouvez C DANS L'AIR sur internet & les réseaux :INTERNET : francetv.frFACEBOOK : https://www.facebook.com/Cdanslairf5TWITTER : https://twitter.com/cdanslairINSTAGRAM :https://www.instagram.com/cdanslair/

Stuff That Interests Me
How To Invest In Namibia

Stuff That Interests Me

Play Episode Listen Later May 27, 2026 56:40


Following my recent pieces on Namibia, several readers got in touch asking pretty much the same question: Fine. But how do you actually invest there?Frontier markets are notoriously difficult to access. Interesting companies are privately owned, illiquid, unlisted or buried on obscure exchanges your broker has never heard of, or they carry their own small company risk that does not reflect the broader themes of the country.To try and answer the question properly, I spoke to economist Rowland Brown, founder of Cirrus Capital, the country's largest stockbroker, to discuss the best ways to invest in Namibia and where he sees the biggest opportunities.The full interview follows, but here are 7 things that stood out to me.1. Namibia's growth could accelerate dramaticallyNamibia has averaged around 4.5% annual growth since independence in 1990. But Brown thinks the next decade could look very different. The reason is oil.Offshore discoveries by majors such as Shell plc and TotalEnergies could transform the country's fiscal position. Brown estimates that production of 450,000 barrels per day by 2030 could increase government revenues by roughly 60%, which is quite frankly an astonishing number.Namibia today has a population of roughly 3 million people. It is rich in uranium, diamonds, copper, gold and fisheries. Add large-scale oil production and the country starts to look strategically very important.2. The banks are surprisingly attractiveOne thing I had not appreciated before speaking to Brown was how profitable Namibian banks are. According to him, the major listed banks are producing returns on equity of roughly 20-30%, while trading on earnings multiples of only four to five times.The problem is that these banks are listed only on the Namibian Stock Exchange, meaning overseas investors generally need a local broker to access them.The main players include Standard Bank Namibia, First National Bank Namibia and Capricorn GroupBrown is particularly positive on Standard Bank Namibia because of its positioning for both the uranium and oil industries. Chinese involvement in Namibian uranium mining has also strengthened relationships and financing channels there.3. But there is also a way to buy Namibian government debtThis was another thing I did not know. There is an exchange traded Namibian government bond index called STXNAM, tradable in Johannesburg.Namibian government debt currently yields around 12%, while inflation is around 3%, according to Brown.That obviously comes with frontier-market risk, but Namibia's debt position is arguably stronger than many developed countries. Roughly 80% of the debt is domestically owned, largely by pension funds and banks.Unlike other countries I could mention, Namibia has not yet completely financialised itself into oblivion. Ahem.If you live in a third world country such as the UK, I urge you to own gold or silver. The pound will be further devalued, as will the euro and dollar. The bullion dealer I use and recommend is The Pure Gold Company. They deliver to the UK, the US, Canada and Europe. More here.4. Uranium remains one of the biggest long-term themesNamibia is already the world's third-largest uranium producer - a lot of that uranium is at the margin. China has a role to play in this. Chinese investors came into Namibian uranium aggressively after Fukushima , when uranium prices were deeply depressed and western capital had largely disappeared.With uranium prices having recovered, those investments are working. We discussed various companies operating in Namibia including Paladin and Deep Yellow, the problem is that many of them are multi-jurisdictional, so you don't get the pure country play. ASX-listed Bannerman Energy (ASX:BMN) is the closest to being a near-pure Namibia uranium play.5. Oil exposure is harder than you thinkAs with uranium, the oil frustration is that the obvious opportunities are often buried inside giant conglomerates.Brown mentioned Sintana Energy (SEI.V), Hosken Consolidated Investments (HCI), which holds a near-50% stake in London-based, privately owned Impact Oil & Gas, which owns significant exploration rights in the Venus discovery offshore Namibia, and Reconnaissance Energy Africa (RECO.V). ReconAfrica is a speculative onshore exploration story and Brown was careful to stress that it remains high risk.6. Copper may ultimately become the biggest storyOne company we discussed at length was Koryx Copper (KRY.V), which is now a development story rather than a speculative discovery punt.The project benefits from simple geology and open-pit potential, good access to roads and ports, nearby power and water infrastructure and significant associated goldBrown repeatedly emphasised on management quality, and I actually met the boss too while I was out there - Heye Dawn - an impressive man. Junior mining is littered with “lifestyle companies”. This is not one of those situations, though it remains speculative mining investment and is vulnerable to falling copper prices, being quite low grade. But I am quite bullish about copper, as you know.7. The currency question is fascinatingNamibia's currency is pegged to the South African rand. The rand is not exactly the Swiss franc.But Brown made an interesting point: without the peg, Namibia's currency would probably be wildly volatile because of the country's dependence on commodity exports. So the peg may actually make Namibia more investable, not less.Longer term, if oil revenues become large enough, Namibia could gain greater flexibility, perhaps moving towards some form of trade-weighted currency basket more heavily linked to the US dollar.That is speculative for now, albeit interesting.Anyway, enough from me.The full interview with Rowland Brown follows. For those who want to go deeper into the weeds on Namibia, uranium, copper, oil, banks and frontier-market investing, I recommend you listen. Brown knows his onions. And you can contact Rowland via Cirrus Capital.One thing becomes very clear very quickly. Namibia may still be a small frontier market, but it no longer feels peripheral.Thank you for being a subscriber to The Flying Frisby.Until next time,Dominic This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.theflyingfrisby.com/subscribe

C dans l'air
Chômage, inflation :  vous n'avez encore rien vu ... - L'intégrale -

C dans l'air

Play Episode Listen Later May 13, 2026 62:44


C dans l'air du 13 mai 2026 - Chômage, inflation : vous n'avez encore rien vu ...Deux mois et demi après le déclenchement de la guerre au Moyen-Orient, le détroit d'Ormuz est toujours fermé, la situation piétine sur le plan diplomatique et les voyants économiques commencent à passer au rouge. L'Insee vient de publier ses chiffres pour le premier trimestre 2026 : le chômage est en hausse de 0,2 % et atteint 8,1 %, son plus haut niveau en cinq ans. Les prix à la consommation ont augmenté de 2,2 % sur un an au mois d'avril, tirés par la flambée des prix de l'énergie. La croissance française est à l'arrêt. L'activité économique a stagné au premier trimestre, et la banque centrale n'a pas fait de prévision chiffrée pour le second trimestre. Autre signe d'inquiétude, les faillites d'entreprises ont frôlé la barre symbolique des 70 000 en mars dernier, selon des données de la Banque de France.Avec un pouvoir d'achat en recul, les courses deviennent un casse-tête pour de nombreux Français. Les boutiques sont de plus en plus désertées, et le secteur de la mode en particulier connaît une crise très profonde, marquée par une succession de redressements judiciaires et de fermetures qui fragilisent même des marques que l'on pensait incontournables. Ainsi, le chausseur Minelli vient d'annoncer la fermeture définitive de ses boutiques le 30 mai.Dans ce contexte, le Smic va augmenter de 2,4 % le 1er juin, a annoncé ce mercredi le ministre du Travail Jean-Pierre Farandou, soulignant qu'il s'agit d'une augmentation « mécanique » du salaire minimum, liée à la reprise de l'inflation, sans coup de pouce. Parallèlement, le gouvernement planche sur de nouvelles annonces pour soutenir le pouvoir d'achat des Français alors que les bénéfices des géants pétroliers relancent la question d'une taxation des « superprofits ». D'autres idées sont en débat, comme le blocage des prix ou la nationalisation de TotalEnergies.Parallèlement, le Conseil de stabilité financière (FSB), l'organisme international créé dans le cadre du G20 pour surveiller les vulnérabilités du système financier, alerte sur les risques croissants du crédit privé. Dans un rapport, il pointe la trop grande opacité des opérations de financement privé, plébiscitées ces dernières années, en particulier aux États-Unis, pour financer les PME et les ETI, et aujourd'hui dans l'œil du cyclone. L'inquiétude est montée d'un cran après que le géant BlackRock, ou encore le gérant Blue Owl, ont dû plafonner les rachats de parts de fonds investis dans la dette privée. Dans une tribune publiée en mars dans le New York Times, Richard Bookstaber, ancien responsable au Trésor américain, estime non seulement que « des signes de tension systémique commencent à apparaître », mais que ceux-ci pourraient déboucher sur une crise encore plus sévère que celle des « subprimes » en 2008. Il nous a accordé une interview.Nos experts :- Philippe DESSERTINE - Économiste, professeur à l'Université IAE Paris panthéon sorbonne, auteur de L'horizon des possibles, publié chez Robert Laffont- Mathieu PLANE - Économiste Directeur adjoint du Département Analyse et Prévision à l'OFCE, enseignant à Sciences PO Paris, auteur de L'économie française 2026, publié aux éditions La Découverte- Jean-Paul CHAPEL - Éditorialiste économique à France Télévision- Stéphanie VILLERS - Économiste, spécialiste des questions de Finances, conseillère économique de PwC France, un cabinet de conseils auprès des entreprises