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O fotolivro “Rejected Items” (Itens Rejeitados), criado pela Tiratura, dos designers Walter Costa e Talita Virgínia, reúne imagens de produtos destinados à ajuda humanitária em Gaza que foram rejeitados por Israel. Desenvolvido no estúdio de criação sediado em Ravena, na Itália, o projeto converte essa lista de restrições em um manifesto visual sobre a crise humanitária no enclave palestino. Patrícia Moribe, da RFI em Paris A obra cataloga objetos de ajuda humanitária, de alimentos e equipamentos médicos a outros itens de primeira necessidade. Segundo os autores, esses produtos foram impedidos de entrar no enclave palestino pelas autoridades israelenses sob a justificativa de “duplo uso”, ou seja, de que poderiam ter aplicação tanto civil quanto militar. O fotolivro foi selecionado para a shortlist do Author Book Award dos Prêmios do Livro 2026 do festival Encontros de Arles, no sul da França, uma das principais premiações internacionais dedicadas à edição fotográfica. A ideia do livro surgiu da palestra de um representante da ONG italiana EducAid, que atua com projetos humanitários e educacionais na região. Segundo Walter Costa, a experiência despertou um sentimento de impotência e levou o grupo a buscar uma forma de contribuir por meio da publicação. O design do livro adota uma estética de relatório, em formato A4, e utiliza imagens encontradas na internet que remetem a catálogos de compras online. Segundo Costa, a escolha procura evitar que o espectador se proteja emocionalmente diante de imagens explícitas de violência. “Quando imagens violentas são mostradas, desenvolvemos um mecanismo de defesa; então utilizamos imagens assim higienizadas para cruzar esse escudo”, explica. Mecanismo perverso Para Talita Virginia, a arbitrariedade dos bloqueios é um dos aspectos mais perversos da situação. “Não existe uma lista oficial. Um item pode entrar hoje e ser bloqueado amanhã”, afirma. Entre os exemplos mencionados por ela estão produtos como gengibre, chocolate, brinquedos, papel A4 e uma incubadora. O livro tem preço sugerido de €15, e a receita das vendas, descontados os custos de produção, é destinada à ONG EducAid, segundo a divulgação do projeto. Hub de engajamento cívico e impressão sustentável Talita Virgínia é brasileira, e Walter Costa é italiano. A dupla atua no Brasil e na Itália. Em 2023, fundou, em Ravena, a Tiratura, um espaço dedicado à pedagogia da imagem, à narrativa visual, ao design gráfico e à produção editorial. O estúdio de criação abriga uma biblioteca especializada com quase 2 mil publicações relacionadas à fotografia, às artes gráficas e ao design, além de uma oficina Risograph, tecnologia japonesa de impressão sustentável. Em dezembro, Walter Costa e Talita Virginia ministrarão um laboratório de criação coletiva inspirado no cordel durante o Festival Solar de Fotografia, em Fortaleza. O workshop terá como resultado uma publicação produzida coletivamente pelos participantes.
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En la conferencia matutina, la consejera jurídica de presidencia, Luisa María Alcalde, reiteró que los lineamientos de los derechos de las audiencias no es un mecanismo de censura, sino por el contrario buscan una autorregulación de los medios y garantizar los derechos de las audiencias; entre las medidas para los diversos medios de comunicación destacó la publicación de un código de ética, designar un defensor de las audiencias y diferenciar la publicidad de los contenidos informativos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
España ha calcinado unas 130.000 hectáreas en solo siete meses, más de lo que quemaba en un año entero durante la última década, y todavía queda verano por delante. Más de 70.000 personas han salido de sus casas en la mayor evacuación reciente del país, y el Gobierno ha tenido que activar el Mecanismo de Protección Civil de la Unión Europea porque nuestros medios no daban abasto. No busco aquí un culpable con nombre y apellido para el debate de la semana. Busco el origen, y el origen no está en esta ola de calor. Está en cuatro décadas de decisiones económicas que vaciaron el campo, sustituyeron el pastoreo por el pienso y la leña por el butano, y convirtieron un monte que antes era una despensa en un almacén de biomasa que hoy arde sin control. El cambio climático existe y acelera el fuego, pero actúa como multiplicador sobre una base que construimos nosotros: el abandono del territorio. Analizo por qué España gasta el grueso de su presupuesto en apagar y una fracción mínima en prevenir, por qué la prevención invisible nunca gana elecciones frente al hidroavión fotogénico, y quién se beneficia realmente del espectáculo televisivo que rodea cada gran incendio. Recupero a Frédéric Bastiat y a la Nobel de Economía Elinor Ostrom para entender por qué lo que no vale nada en la economía real termina ardiendo. El fuego se apaga en verano, pero el monte se salva o se pierde en invierno, cuando no mira nadie. La pregunta incómoda es si de verdad queremos resolverlo, o solo discutirlo cada agosto. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Sobre los desafíos a cargo de la FEN, además de los pros y contras del proyecto de Reconstrucción que impulsa el Ejecutivo, el nuevo decano de la Facultad de Economía de la Universidad de Chile, el economista Óscar Landerretche, conversó con Angélica Bulnes e Iván Valenzuela en un nuevo Rat Pack de Mesa Central.
NotiMundo Estelar - César Martin, Mecanismo de protección a periodistas by FM Mundo 98.1
A história brasileira tem pontos positivos e negativos. Isso deve ser refletido seriamente, principalmente em tempo de eleição, quando escolhemos as novas autoridades políticas, os gestores da Nação. O que é colocado em jogo e tem caráter político, é o problema da administração econômica nacional. Mecanismo que pode ser perverso para o país, como também, instrumento de construção.Acompanhe os artigos de Dom Paulo, toda segunda-feira!
"Condicionamentos. Mecanismo que foi fundamental para a existência humana".....Marcar atendimento: https://linktr.ee/gisipaz.ayurvedaInstagram: @gisipaz_ayurveda
Pedro, com um look novo totalmente irreconhecível, tem a companhia de Kiki para debater idissionacracias sobre o Mundial, o Rock in Rio, casamentos criados para as redes sociais e também a sua ida recente ao Rio de Janeiro. Um episódio específico porque Kiki tem um pré ataque de pânico em direto e em exclusivo durante a emissão do episódio.(00:00) Intro(00:23) Mecanismo para não ficar irritado com atrasos(02:05) As dificuldades e o vício que é falar pt-br(07:11) Análise do saudoso vídeo onde David Carreira fala pt-br(09:52) Kiki está ativamente a aprender falar brasileiro(13:14) PTM revela a única compra que fez no Rio de Janeiro(15:53) Quão mal veem PTM e Kiki?(17:52) Kiki tem ataque de ansiedade e toma um ansiolítico(22:11) Sensação à toa com óculos(24:12) Rio de Janeiro é de facto a "Cidade Maravilhosa"(26:11) Gostar de água de côco(28:50) O péssimo café brasileiro(30:12) Fazer troca de cromos no Rio de Janeiro(35:27) Será que conseguimos não passar por gringos?(37:58) Experiência de ver o jogo Brasil – Marrocos no RJ(39:46) Tentativas de músicas de Portugal para o Mundial(40:51) Artistas internacionais têm de parar de enaltecer o pastel de nata(42:53) Toda a gente está a criar conteúdo sobre tudo o que acontece?(45:50) Influencer Beatriz Lencastre faz casamento para os seguidores(49:50) Pessoas não sabem o significado de POV(50:51) Guardar sons e trends durante imenso tempo(54:11) Como é que o marido aceita fazer todo o content?(56:53) Marido de Beatriz é sósia de Tony?(59:12) Porque é que todos os padrinhos estão depilados?(01:01:02) Momento tailandês do casamento(01:04:05) Tatuagens em casamentos(01:05:13) Pais vão pagar casamento das filhas em parcerias(01:10:48) Fazer tiktok enquanto padre se despe(01:13:45) Trend de dar polaroids ao noivo antes do casamento(01:22:12) Vídeo de um agente imobiliário(01:24:00) Morte de Oliver Tree(01:29:49) Clips falsos e fora de contexto
El periodista José Antonio Zarzalejos, en su sección 'Sexto sentido' del programa 'Herrera en COPE', ha calificado como una "buena noticia" la reciente sentencia del Tribunal Supremo que, según él, "sienta las bases de la colaboración con la justicia para luchar contra la corrupción". Zarzalejos ha destacado que la resolución se centra en la "confesión y delación", una expresión utilizada en el propio fallo judicial.Según ha explicado Zarzalejos, uno de los aspectos mejor fundamentados de la sentencia es la necesidad de "incentivar a los delincuentes para que dejen de serlo confesando sus propias responsabilidades y las de sus compinches". Ha recordado que tanto la legislación penal española como la europea han consagrado este mecanismo desde hace tiempo para investigar y castigar la corrupción política.Para ilustrar su punto, el periodista ha evocado la exitosa operación 'Mani Pulite' (Manos Limpias) en Italia en 1993. Aquella investigación, ha señalado, desarticuló ...
Doctor Mau Informa ®️ #drmauinforma Durante medio siglo, la endocrinología consideró al glucagón como el "villano" del metabolismo: la hormona responsable de subir el azúcar en la sangre. Sin embargo, ¿qué pasaría si pudiéramos domesticar a este villano para activar la quema extrema de grasa de forma segura. En este episodio de Doctor Mau Informa, analizamos la fascinante evolución científica que nos llevó desde tumores pancreáticos hasta el desarrollo del Retatrutide, un revolucionario fármaco "triple agonista". Descubre cómo la ciencia logró combinar tres señales hormonales (Glucagón, GLP-1 y GIP) en una sola inyección semanal para alcanzar resultados de pérdida de peso metabólica que antes solo le pertenecían al bisturí de la cirugía bariátrica. En este episodio aprenderás: → La balanza de la pérdida de peso: Por qué los medicamentos anteriores solo te quitaban el hambre, y cómo la nueva generación también acelera tu gasto energético. → El secreto del Glucagón: Cómo esta hormona del ayuno saca la grasa del hígado y eleva el metabolismo. → La evolución del GLP-1: El papel protector de la insulina natural para contrarrestar el azúcar y permitir una pérdida de peso segura. → Cirugía vs. Fármacos: Por qué los resultados de los nuevos tratamientos crónicos están cambiando el paradigma médico para siempre. → La realidad clínica: Efectos secundarios, la importancia de la titulación médica y por qué esto no es una "dieta milagro".
El presidente de los EEUU, Donald Trump, asegura que el estrecho de Ormuz estará totalmente abierto el viernes, cuando terminen las labores de desminado. La cumbre del G7 aborda esta mañana la situación de Ucrania. La ministra de Seguridad Social, Elma Saiz, revela que espera ingresar del Mecanismo de Equidad Intergeneracional 5.300 millones en 2026.
Um Desafio Chamado Família, Vol. 2, Joamar Z. Nazareth, cap. 02, págs. 19 a 26. Obras básicas e complementares da Doutrina Espírita. (live no YouTube). Palestrante: Jorge Hessen
Para analizar los desafíos políticos, económicos e históricos que atraviesa México, recibimos al Dr. César Enrique Valdez Chávez, historiador e investigador especializado en política mexicana contemporánea.Licenciado en Estudios Latinoamericanos por la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), maestro en Historia Moderna y Contemporánea por el Instituto Mora y doctor en Historia por El Colegio de México, Valdez Chávez es además miembro del Sistema Nacional de Investigadores, Nivel I.Desde 2015 se desempeña como profesor-investigador en la Dirección de Estudios Históricos del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH), institución en la que también fue subdirector de Historia Contemporánea entre 2017 y 2021. Ha impartido cursos de licenciatura y posgrado sobre historia mexicana del siglo XX en la UNAM, el Instituto Mora y la Universidad Iberoamericana.Su trayectoria académica y profesional está estrechamente vinculada al estudio de la violencia política, los movimientos sociales, la memoria histórica y las instituciones de seguridad del Estado en México y América Latina. Asimismo, participó como asesor externo del Mecanismo de Esclarecimiento Histórico de la Comisión para la Verdad, dedicada a investigar graves violaciones a los derechos humanos cometidas entre 1965 y 1990.Entre sus publicaciones destaca el libro Enemigos fueron todos. Vigilancia y persecución política en el México posrevolucionario, 1924-1947, además de diversas obras colectivas sobre las derechas mexicanas, el anticomunismo y la historia política contemporánea. Actualmente coordina una nueva publicación titulada Entre heridas y cicatrices. Diez ensayos sobre contrainsurgencia, lucha social, memoria y justicia, próxima a ser editada por el INAH.
José Luis Ruiz, académico de la Universidad de Chile, enfatizó que "es clave preocuparse de la rentabilidad, pero es un concepto que funciona a largo plazo".
El diputado provincial Jorge Maier promueve un proyecto de ley que busca agilizar la labor de las fuerzas de seguridad y facilitar el acceso a la justicia de la ciudadanía. Según contó en Radio Diputados, la iniciativa propone un mecanismo virtual para efectuar presentaciones judiciales desde cualquier dispositivo con conexión a internet.
Sección en el programa El Remate de la Diez Capital radio con nuestro abogado particular, Juan Inurria. Esta tarde estaré en el Taoro escuchando al ministro Torres, lo he saludado tres veces siempre muy amable -si me dejan entrar, que con los tiempos que corren uno nunca sabe. Ángel Víctor Torres tiene cara de bueno, y me cae bien, que ya es decir algo en un paisaje político donde la simpatía espontánea se ha convertido en especie protegida. Fue presidente de Canarias cuatro años, le tocó de todo- pandemia, volcán, migración, y encima el PSOE-, y no lo hizo mal. Está aquí en calidad de ministro, y en Canarias, su tierra, lo quieren y se nota. El Taoro es un escenario bonito para eso, aunque a mí no me invitaron a la inauguración -entiendo por qué-. Lo escucharé con atención y con el respeto que merece cualquier hombre público que llegó, aguantó y no dejó demasiados cadáveres en la cuneta, aunque siguen escarbando a ver si encuentran. Pero hay un asunto que me resulta imposible dejar pasar esta semana, y que tiene bastante que ver con lo que los ministros de cualquier gobierno -el suyo incluido- que es el de Sánchez. Platón cuenta en La República que los habitantes de la caverna tomaban por realidad las sombras proyectadas en la pared. No habían visto nunca la luz, de modo que las sombras eran, para ellos, el mundo. Cuento esto porque hay un tópico que lleva décadas proyectándose en la pared de la opinión pública con idéntica terquedad y es eso que dicen que España es un país de impuestos bajos. Lo repite el ministro sanchista, lo ilustra el periodista adulón, lo asume el contribuyente resignado, en fin. El problema es que la sombra – como decía Platón- no es la realidad, porque llevamos décadas contemplando la pared equivocada. Desde Montoro. La OCDE acaba de publicar su informe Taxing Wages 2026, y el economista Juan Ramón Rallo lo ha desmenuzado – que no sabía quién era hasta que me lo desveló un excolaborador de este medio- y lo hace con la paciencia de quien lleva años intentando sacar a la gente de la caverna. La conclusión a la que llega y yo entiendo es que el porcentaje del coste laboral que el Estado central se apropia en forma de cotizaciones sociales e IRPF antes de que el trabajador vea un solo euro ha pasado del 38,6% en el año 2000 al 41,4% en 2026. Zasca!! Vaya extracción silenciosa. El dato no ruborizará a nadie porque en este reino los datos que molestan tienen una esperanza de vida parlamentaria de aproximadamente cuatro horas, pero es que esa cuña del 41,4% supera ya la de Dinamarca (35,8%) y la de Noruega (36,4%). Los mismos países nórdicos que la izquierda española lleva décadas señalando como el horizonte moral al que debemos aspirar. Pues bien: les hemos adelantado. No en calidad de vida, no en eficiencia administrativa, no en sanidad, educación ni infraestructuras. Les hemos adelantado en lo único que hacemos con verdadera convicción: en quitarle dinero al que trabaja. Aristóteles, que era un hombre práctico y desconfiaba de las abstracciones sin consecuencias, advertía que la justicia distributiva exige proporcionalidad entre lo que se da y lo que se recibe. Era su manera de decir que no basta con cobrar hay que entregar algo a cambio. Aquí es donde el argumento se vuelve verdaderamente hiriente. Porque el trabajador danés que entrega al fisco el 35,8% de su coste laboral recibe, a cambio, un sistema sanitario que funciona, una educación pública de referencia internacional y una administración que no le hace perder la mañana en una ventanilla, ni aguanta a un funcionario que esta desayunando, ni con el ordenador colgado. El trabajador español, que entrega el 41,4%, recibe listas de espera, tuiteros en el Congreso y la satisfacción de haber contribuido al sostenimiento de un reino que lo tratará con indiferencia cuando necesite algo de él. Pero hay un matiz que merece subrayarse, porque afecta especialmente a quienes han tenido la temeridad de reproducirse. De tener descendencia, vamos. En los hogares con dos progenitores que trabajan y dos hijos, la cuña española alcanza el 38,7%, mientras la media de la OCDE se queda en torno al 29%. Nueve puntos de diferencia. Esos nueve puntos, aplicados a un salario medio, representan varios miles de euros anuales que no van a la cuenta corriente de la familia sino a financiar el aparato público. Rallo es prudente al sacar conclusiones demográficas, y yo también lo seré. Me limitaré a observar, con Hume, que la causalidad a veces se disfraza de coincidencia. España tiene una tasa de natalidad en caída libre y una cuña fiscal que aplasta especialmente a las familias con hijos. Que cada cual extraiga las suyas, las consecuencias digo. La objeción habitual no tardará en llegar, porque siempre llega: los países nórdicos tienen mayor presión fiscal sobre el PIB que España. Cierto. Nadie lo discute. La diferencia, sin embargo, no está en la tributación sobre el trabajo -ahí ya les hemos alcanzado y en algunos casos superado-, sino en los impuestos indirectos. Dinamarca aplica un IVA del 25% sin excepciones y tiene los impuestos sobre la electricidad más altos de Europa. Es decir, cuando un responsable político español proclama que hay que equipararse fiscalmente con Europa, está diciendo, en lenguaje llano, que hay que subir el IVA. No que haya que apretar a los ricos, no que haya que perseguir fortunas offshore, no que haya que reformar el IRPF de las rentas del capital. Subir el IVA. Lo que paga el mismo ciudadano que ya soporta la cuña al 41,4%. El círculo se cierra con elegancia casi socrática: preguntamos qué significa equipararse con Europa y la respuesta es que significa cobrarle más al que ya está pagando más que Europa. Aquí en Canarias tenemos el IGIC y el REF. Esa es otra. El mecanismo es siempre el mismo incrementos de bases máximas de cotización, el Mecanismo de Equidad Intergeneracional, y sobre todo ese fenómeno que los economistas llaman fiscal drag y que en castellano viene a significar que cuando la inflación sube los salarios nominales y el legislador no deflacta los tramos del IRPF, el contribuyente escala de tramo sin haber ganado un céntimo de poder adquisitivo real. El fisco recauda más sin haber aprobado un solo punto de subida. Es, si se me permite, el método de hervir cangrejos: el agua se calienta tan despacio que el pobre no nota el momento en que ya no puede salir. Zenón de Elea -ese incordio filosófico que demostró que Aquiles nunca alcanza a la tortuga- tenía razón en una cosa: a veces los problemas que parecen un movimiento continuo son en realidad la acumulación de pasos infinitesimales en la misma dirección. La cuña fiscal española de 2026 no es el resultado de un asalto visible sino de veinticinco años de pasos microscópicos hacia el mismo destino. Y como en la paradoja de Zenón, el trabajador español lleva un cuarto de siglo corriendo sin conseguir alcanzar el punto de partida. Si el Taoro me abre sus puertas, escucharé al ministro Torres con el respeto que le tengo y con el mismo interés de siempre. No espero que mencione la cuña fiscal. Los ministros no suelen mencionar las cosas que los datos de la OCDE hacen difíciles de defender. Pero uno puede escuchar, tomar notas, y reservarse la columna de la semana siguiente para lo que no se dice en los estrados. Que es, a fin de cuentas, para lo que sirve este oficio.
En entrevista con Pamela Cerdeira, para MVS Noticias, Luis Cardona, periodista, explicó por que el edificio donde fue asesinada Edith Guadalupe funcionaba como refugio para integrantes del Mecanismo de Protección para Personas Defensoras de Derechos Humanos y Periodistas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante más de un siglo, los científicos han intentado comprender el Mecanismo de Anticitera, un misterioso dispositivo de bronce recuperado de un naufragio griego antiguo. Ahora, astrónomos e ingenieros finalmente creen haber descifrado su código. Este "ordenador" de 2,000 años de antigüedad podía predecir eclipses, seguir los movimientos planetarios y modelar el cosmos con una precisión impresionante. En este video, revelaremos cómo los antiguos griegos construyeron una tecnología que se adelantó siglos a su tiempo, y cómo la ciencia moderna finalmente descifró sus secretos. Es la historia de un genio perdido, de la comprensión cósmica y del primer ordenador mecánico del mundo que ha vuelto a la vida. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
¿Qué pasó realmente con la Atlántida? ¿Quién construyó el Mecanismo de Anticitera y por qué nadie volvió a fabricar algo igual durante más de mil años? ¿A dónde fueron los cinco mil vikingos que desaparecieron de Groenlandia sin dejar explicación? En este episodio de Interesante Historia exploramos algunos enigmas históricos sin resolver que han desafiado a arqueólogos, historiadores y científicos durante siglos. Misterios de la historia antigua, tecnología perdida, civilizaciones desaparecidas y señales inexplicables del espacio profundo. Historia que no cierra. Preguntas que siguen abiertas.
En este episodio especial de La Rueda del Misterio exploramos los OOPArts (Out Of Place Artifacts), artefactos arqueológicos que parecen pertenecer a épocas o tecnologías imposibles según la historia oficial: la Batería de Bagdad, el Mecanismo de Anticitera, el Martillo de Londres incrustado en roca milenaria, las "helicópteros" en templos egipcios o las piedras de Ica con dinosaurios y humanos. ¿Pruebas de civilizaciones perdidas con tecnología avanzada? ¿Intervención extraterrestre? ¿O errores de interpretación? Invitados de lujo: • Manuel Plata Luque, investigador, escritor y director de Con Permiso de Harpócrates (YouTube y podcast), experto en enigmas ocultos en documentos antiguos. • Rafael Cortés, director de Zona OVNI.com, referente en ufología, conspiraciones y misterios históricos en español. Juntos desmontamos mitos, revisamos evidencias y debatimos las hipótesis más impactantes. ¡Un viaje al borde entre ciencia, historia prohibida y lo inexplicable! Envíanos tus comentarios, casos o sugerencias a: laruedadelmisterio2010@gmail.com #OOPArts #ObjetosFueraDeTiempo #Misterio #HistoriaProhibida #AntiguosAstronautas #TecnologiaPerdida #ConPermisoDeHarpocrates #ZonaOVNI #LaRuedaDelMisterio #EnigmasArqueologicos #OVNI #Conspiraciones ®© La Rueda del Misterio
A pauta de hoje explora descobertas que prometem ampliar o entendimento metabólico e oncológico, começando pela identificação de um novo mecanismo cerebral da metformina — o fármaco depende da modulação da proteína Rap1 no hipotálamo para exercer a sua ação antidiabética. Analisamos também os resultados de uma terapia combinada experimental que reduziu em 40% o risco de progressão da doença em pacientes com cancro de mama. Por fim, abordamos um estudo da Comissão Europeia sobre a adoção da inteligência artificial na saúde, destacando que a confiança dos profissionais e a segurança de dados são pilares tão cruciais quanto a própria tecnologia.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/26-03-2026
¿Sientes que pisas el acelerador pero tu vida no avanza? En este análisis profundo de "Psico-Cibernética" de Maxwell Maltz, decodificamos el "Freno Invisible": la Autoimagen. Aprende el protocolo técnico para reprogramar tu identidad y forzar el éxito automático. En este episodio, te entregamos el manual de ingeniería para resetear tu servomecanismo interno. Descubre por qué tu mente te sabotea y cómo la biofísica de la imagen interna determina tus resultados financieros, físicos y personales. Lo que aprenderás hoy: El secreto del Servomecanismo: Por qué el éxito es una función mecánica. Cómo eliminar la "cicatriz invisible" que detiene tu progreso. El método para entrar en "Modo Administrador" y cambiar tu código interno. La técnica del Teatro Mental para pre-vivir tus resultados. RETO VECTOR Z (7 DÍAS) Si estás listo para instalar este nuevo sistema en una semana y romper tus límites de forma definitiva, comenta la palabra ZETA abajo. Te enviaré por privado el acceso al Protocolo Maestro de reprogramación. #PsicoCibernetica #Autoimagen #Autodesarrollo #SalvadorMingo #ExitoAutomatico Sé Firme Salvador Mingo Creador de Conocimiento Experto | Estratega en desarrollo personal y enfoque interno CONECTA CONMIGO: Contacto: salvador@conocimientoexperto.com Enlaces oficiales: Web: https://conocimientoexperto.com YouTube: https://www.youtube.com/@conocimientoexperto Podcast (Spotify): https://spoti.fi/2yS9p38 Instagram: https://www.instagram.com/salvadormingo/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/salvadormingoce/ Guías prácticas: https://conocimientoexperto.com/accede-a-las-guias
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Você está evitando leite porque acha que é inflamatório? Ou porque alguém te disse que você tem "alergia à lactose"? (e porque essa afirmativa é tecnicamente impossível!)Essa confusão — entre alergia, sensibilidade e intolerância — é tão comum que a maioria das pessoas está fazendo diagnóstico errado de si mesma. Neste episódio, Isabela Fortes desvenda a verdade sobre leite e inflamação, explica as diferenças reais entre alergia, sensibilidade e intolerância, e mostra por que você pode estar evitando leite desnecessariamente. Você vai entender o mecanismo de cada tipo de reação (alergia imunológica, intolerância digestiva, sensibilidade heterogênea), descobrir o que a ciência realmente diz sobre leite e inflamação (spoiler: não é vilão para a maioria), aprender sobre o papel da microbiota, explorar leite A2 e BCM-7, entender por que fermentados são aliados, conhecer o exemplo prático do whey, aprender como diferenciar no dia a dia pelos sintomas e timing, e descobrir um protocolo prático de 4 semanas para testar e identificar exatamente qual é seu caso (alergia, intolerância ou sensibilidade). Mais: dicas sobre contexto de refeição, timing, quando procurar médico, e como tomar decisões informadas sobre leite. Se você quer parar de evitar leite por medo e começar a fazer escolhas baseadas em fatos, este episódio é para você.Por que "alergia à lactose" é uma frase tecnicamente impossívelDefinições claras: alergia (imunológica), intolerância (digestiva), sensibilidade (heterogênea)Mecanismo de cada tipo de reação ao leiteO que a ciência diz sobre leite e inflamação (não é vilão)Papel da microbiota na tolerância ao leiteLeite A2 vs. leite comum: BCM-7 e o que mudaPor que fermentados (iogurte, kefir) são aliadosExemplo prático: whey e como diferenciarComo diferenciar no dia a dia pelos sintomas (rápida vs. tardia vs. flutuante)Timing e contexto de refeição importamPatrocinadores do episódio de hoje Nesse Episódio: Bhāva cupom ISABELAFORTES
Sergio Pérez, presidente de la Confederación Nacional de Transporte de Carga Terrestre de Chile (CNTC), advirtió en Cooperativa los efectos que podría tener una eventual modificación del Mecanismo de Estabilización de Precios de Combustibles (Mepco), en medio de las alzas del precio del petróleo. Pérez aseveró que "es imprescindible que haya un instrumento" estabilizador, apuntando a que "de lo contrario tendríamos que aceptar que todas las emergencias del precio del combustible pase directamente a los consumidores, a la industria, a los camioneros, y produciría un efecto inflacionario en el país". Conduce Verónica Franco y Rodrigo Vergara.
Un gran debate ha generado entre sectores políticos el anuncio del Gobierno del Presidente José Antonio Kast de que introducirá cambios al Mecanismo de Estabilización de los Precios de los Combustibles (Mepco), lo que puede impactar además en los valores de otros productos que, por ejemplo, necesitan traslados. Y en El Primer Café de Cooperativa, el tema causó un debate entre economistas. Conduce Cecilia Rovaretti.
Mecanismo que combina sensores infravermelhos com o uso de ferramentas de IA e "machine learning" procura ser uma opção acessível para o monitoramento em reservatórios, piscinões e rios
El olivo es un símbolo de la cultura mediterránea. Los productos de este árbol, cultivado desde hace miles de años, son fundamentales en nuestra dieta. Además, ofrece leña para el fuego, forraje para el ganado, madera de alta calidad y las hojas tienen elementos curativos. Como el resto de las especies, no es ajena a los grandes desafíos globales como el cambio climático, la pérdida de biodiversidad y la aparición de nuevas plagas y enfermedades. Para asegurar su futuro, un lote de semillas de olivo ha sido depositado por primera vez en la cúpula del fin del mundo, en la isla noruega de Svalbard. Hemos hablado con Juan Antonio Polo, jefe del Departamento de Tecnología del Aceite de Oliva y Medio Ambiente del Consejo Oleícola Internacional.Como les venimos contando en el programa, España va a asistir a un trío de eclipses de Sol muy poco frecuente: dos eclipses totales, el 12 de agosto de 2026 y el 2 de agosto de 2027, y un eclipse anular en enero de 2028. La astrónoma Montse Villar nos ha hablado de estos fenómenos celestes. Xiomara Cantera (prensa del MNCN/CSIC) y Juan David González Trujillo, exinvestigador del MNCN y ahora profesor de la Universidad Nacional de Colombia, nos han contado un estudio que revela el impacto de calentamiento crónico de nuestros océanos en el descenso de las poblaciones de peces. La Confederación de Sociedades Científicas de España (COSCE) ha presentado el “Análisis de la financiación pública de la I+D+i: Presupuestos Generales del Estado (PG-46) y financiación europea”. Hemos hablado con Ana Fernández-Zubieta, autora de este informe, que advierte del fin de las ayudas europeas del Mecanismo de Recuperación y Resiliencia y de la falta de Presupuestos Generales del Estado. Hemos informado del estudio de la Fundación BBVA sobre actitudes de los españoles hacia la Inteligencia Artificial en España. La mayoría de los encuestados considera que mejorará la sociedad, aunque predomina una opinión negativa acerca de sus efectos en la privacidad, las relaciones personales, la veracidad de la información, la salud mental, las campañas electorales y el empleo. Escuchar audio
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En Sin Anestesia de Caracol Radio, estuvo el Registrador Hernán Penagos, quien destacó que la página de la Registraduría cuenta con un sistema garantizado para los ciberataques
Sheinbaum lleva la mañanera a SinaloaCorte exige autonomía para comunidad indígenaCuba y EU cooperan tras incidente en el marMás información en nuestro Podcast
Esta semana, pela terceira vez no podcast mas pela primeira a solo, Vitor Sá, o mais célebre comediante-viajante de Lourosa, fala com Pedro sobre a árdua luta entre ser trabalhador e engraçado, usar o telemóvel na estrada, excitação para a primeira tour, querer mas não fazer trends de tik tok e os ensinamentos de João Baião.(00:00) Intro(00:23) Ser engraçado vs ser trabalhador(01:22) Chuva é o novo covid?(02:21) Arraial, primeira tour de Vítor(05:02) Logísticas de dias de chuva(06:14) Para onde vai a lenha de Leiria?(07:15) Mecanismo para aproveitar a água das cheias(09:27) Usar telemóvel na estrada(12:55) O que faz pior, açúcar ou erva?(15:32) Comer Mcdonald's como forma de recompensa(18:30) Importância de ter equipa com boa vibe em tour(24:17) Pedidos estranhos em tour(31:57) Vítor partilha história de noite em Espinho(36:01) Quantas vezes testar material de stand up por semana?(40:03) Vítor tatuou desenhos de PTM(45:33) PTM e Vítor aplicam ensinamento de João Baião(47:07) Ser fã de Conan O'brien(50:35) Reação do público a ideias específicas(54:39) A energia de Vítor Sá(56:43) Como funciona um bug de um carro?(58:29) Apanhar tiques e gimmicks de amigos(1:02:40) Valorizar dias maus de comediante(1:04:02) Fazer trends mas não ter coragem de as publicar(1:07:57) Truques para agarrar pessoas em vídeos(1:12:43) React de PTM a bit de Vítor que não resultou(1:22:18) Recorrer a crowdwork é batota?(1:28:26) Restaurante que só se vai em contexto específico(1:33:41) Que comidas são melhores acabadas de fazer vs no dia seguinte(1:36:36) Pedro é do campo(1:40:24) Bad Bunny no Super Bowl(1:49:17) PTM compara Miguel Morgado a Bad Bunny(1:53:06) Ir a podcast e fazer retrospetiva do que se disse(1:54:54) Discutir teorias da conspiração e perder
A entrada em vigor de um novo sistema de controle de emissões de gases de efeito estufa dos produtos importados pelos países europeus, com um imposto compensatório, coloca lenha no debate sobre a ambição climática virar instrumento de protecionismo disfarçado. O Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM, na sigla em inglês), adotado há dois anos pela União Europeia, passou a operar neste 1º de janeiro de 2026, após uma fase de implementação. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O instrumento passa a taxar as importações de bens industriais altamente emissores de CO2, como aço, alumínio, cimento e fertilizantes, entre outros, quando já não são precificados no país exportador. Este é o caso da maioria das nações em desenvolvimento, incluindo o Brasil, que ainda não dispõem de seus próprios mecanismos para medir e taxar o carbono – instrumentos complexos e onerosos. A perspectiva de entrada em vigor do CBAM foi um dos principais focos de bloqueio da Conferência do Clima de Belém (COP30), depois de causar tensões ao longo do ano entre os europeus e potências emergentes, como China e Índia, grandes produtoras de matérias-primas. Os países do Brics “rechaçaram medidas protecionistas unilaterais, sob pretexto de preocupações ambientais”. “Não dá para definir como um mecanismo só bom para o clima, ou só protecionista. Acho que ele é as duas coisas”, avalia o advogado Lucas Biasetton, especialista em regulações climáticas internacionais. “Mas sempre que a União Europeia impõe alguma nova normativa, ocorre o que chamamos de “efeito Bruxelas”: acaba tendo efeitos indiretos em outros países que se espelham nas normas europeias. Aqueles que exportam para a União Europeia terão que se adaptar e entender que o custo do carbono vai passar a ser considerado.” Passo seguinte do mercado europeu de CO2 A UE argumenta que o CBAM, integrante do plano Fit for 55 de descarbonização do bloco, representa o próximo passo de seu mercado de emissões (EU ETS), pelo qual as indústrias já pagam pelo carbono gerado em suas atividades . O sistema existe há 20 anos, mas previa isenções a alguns dos setores industriais mais emissores. Essas gratuidades agora serão progressivamente canceladas. O novo mecanismo vai aplicar progressivamente aos produtos importados o mesmo preço do CO2 emitido que os europeus já pagam ou passarão a pagar no mercado interno. Também visa evitar o “vazamento de carbono”, ou seja, que as empresas passem a produzir em países onde as regras de emissões são mais brandas. Pierre Leturcq, diretor do programa Desafios Globais do Instituto de Políticas Ambientais Europeias (IEEP), em Bruxelas, salienta que o CBAM vai atingir principalmente as fabricantes do próprio bloco. “Teremos a diminuição das isenções para as indústrias mais poluentes da União Europeia, só que algumas delas são grandes emissoras de CO2 e estão, ao mesmo tempo, muito expostas ao comércio internacional. O aumento do preço do carbono das importações é uma consequência disso”, explica. “Os estudos feitos pela Comissão Europeia mostram que o maior impacto será na própria União Europeia, tanto no preço do carbono, quanto na redução de emissões. No exterior, estes impactos serão marginais.” O mecanismo, inédito no mundo, expõe os limites das instituições multilaterais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC), para lidar com questões relacionadas às finanças climáticas. Em novembro, a presidência brasileira da COP30 instituiu um Fórum Integrado de Clima e Comércio para tentar impulsionar discussões formais entre os países, na tentativa de equilibrar as transações entre, de um lado, nações desenvolvidas que aplicam políticas climáticas cada vez mais restritivas e, de outro, economias que ainda estão se desenvolvendo. Mas a adesão a este novo instrumento, que se soma a outros já existentes, é incerta. “O CBAM não é uma medida ideal, mas é a medida possível, na ausência de acordos setoriais e plurilaterais de redução de emissões para o aço ou o alumínio. Sequer temos um preço mundial do CO2 e provavelmente nunca teremos, porque, para muitos países do mundo, não faz sentido taxar o carbono”, observa Leturcq. Recursos ficarão na UE As críticas ao mecanismo ocorrem num contexto em que o financiamento para as medidas de redução de emissões de gases de efeito estufa e de adaptação às mudanças do clima nos países pobres continua insuficiente. Ao mesmo tempo, as receitas do novo imposto europeu, estimadas em € 1,4 bilhão por ano, serão incluídas no orçamento do próprio bloco, e não direcionadas a promover a economia de baixo carbono nos países menos desenvolvidos. “Para que o mecanismo seja compatível com o direito internacional e em particular com o princípio de responsabilidades comuns, porém diferenciadas entre os países ricos e pobres, ele não pode ser um instrumento para financiar o orçamento europeu. Nós defendemos que os recursos sejam automaticamente direcionados a fundos internacionais de descarbonização”, alega o pesquisador do IEEP. A adaptação ao sistema não é fácil nem para os europeus: o cálculo das emissões é sofisticado e exige dados complexos, para os quais podem ser necessárias infraestruturas específicas. A capacidade de absorver este impacto é desigual entre os países mais e menos avançados, assim como entre as pequenas, médias e grandes empresas. A Comissão Europeia alega que o objetivo do mecanismo é estimular as cadeias altamente emissoras a acelerarem a descarbonização do processo produtivo, inclusive no exterior. Mas a adoção do imposto preocupa os países com forte dependência das exportações para a União Europeia – como Moçambique, que tem o bloco como destino de 85% do seu alumínio. Pierre Leturcq chama a atenção para o risco de a medida se tornar uma variável de ajuste comercial entre a UE e seus parceiros internacionais – um desvio que abalaria a credibilidade do bloco na agenda climática. “É preocupante que a Comissão Europeia deixe a porta aberta para um desligamento entre a adoção progressiva do CBAM e o ritmo da redução das isenções dentro do bloco. Isso é muito importante para que o mecanismo seja, de fato, uma medida climática”, frisa. “Ele não pode ser transformado em mera tarifa aduaneira para proteger as indústrias europeias. Isso seria catastrófico.” Empresas já se adaptam à precificação do CO2 Um relatório publicado em dezembro pelo Fórum Econômico Mundial em parceria com a Climate Finance Asia verificou que grandes empresas de países emergentes expostas ao CBAM já se mobilizam para se adaptar, promovendo transformações tecnológicas que reduzam o seu impacto ambiental. O caso da Petrobras, que implementou um preço interno de carbono para orientar decisões de investimentos, é mencionado. Com o novo mecanismo, a Europa também quer impulsionar a formalização dos dispositivos nacionais de precificação e comércio de carbono. No Brasil, uma das críticas é que o CBAM utiliza metodologias de cálculo próprias já consolidadas no bloco, mas que não necessariamente correspondem à realidade de outros continentes, com configurações climáticas distintas. O potencial de armazenamento de CO2 no solo em países tropicais, por exemplo, é subestimado. Além disso, na impossibilidade de os exportadores oferecerem números confiáveis e equivalentes, a UE adota valores conservadores de emissões – ou seja, produtores estrangeiros podem ser considerados mais poluentes do que de fato são, mas não conseguem comprovar. Brasil quer acelerar mercado regulado de carbono No caso brasileiro, os exportadores terão dificuldades para atestar que utilizam matriz elétrica limpa e poderão ser penalizados. “Esse é o grande problema brasileiro: a energia limpa que a gente produz simplesmente não importa para o volume de emissões que é calculado no Cbam”, destaca Lucas Biasetton. “É natural que, no futuro, quando o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões estiver mais consolidado e as empresas começarem a pagar por certificados de emissões, o Brasil pense em formas de fazer com elas não sejam prejudicadas neste cálculo. Mas isso ainda vai levar tempo.” Em um momento de profunda crise do multilateralismo, o risco de protecionismo climático e a criação de “clubes de carbono”, em que blocos de países com regras e tarifas climáticas próprias comercializam entre si, são preocupações reais, avalia o advogado brasileiro. “A União Europeia desenhou esse instrumento de uma forma muito unilateral. Alguns países estão começando a criar um imposto de exportação do carbono, para que essa receita fique no seu próprio país. A Índia está em discussões avançadas nesse sentido”, afirma. “Acho que o Cbam é uma consequência natural da decisão da UE de ter um sistema de comércio de emissões, mas o momento em que ele vem é realmente muito ruim e a forma como ele foi construído é muito questionável”, constata Biasetton.
El año 2026 comienza con la polémica implantación de las balizas V-16, obligatorias desde hoy en vehículos. Generan dudas por su visibilidad diurna y la inconsistencia normativa de la DGT, cuya infracción conlleva una multa de 80 euros. Una tragedia en Suiza sacude el inicio del año: un incendio durante las celebraciones de Nochevieja en una estación de esquí deja decenas de muertos y un centenar de heridos, sospechándose que la pirotecnia prohibida es la causa y la música alta dificultó la evacuación. El Papa León XIV emite un mensaje de paz y comprensión. A nivel económico, se observan subidas de precios en servicios y peajes. Las pensiones aumentan un 2.7% y el Mecanismo de Equidad Intergeneracional (MEI) sube al 0.9% para la sostenibilidad del sistema, aunque expertos dudan de su eficacia a largo plazo y la falta de mejora en pensiones individuales. Desde hoy, Hacienda intensifica el control sobre Bizum y movimientos bancarios, exigiendo informes mensuales sobre operaciones ...
La entrada en vigor del Mecanismo de Ajuste de Carbono en Frontera (CBAM) el próximo 1 de enero de 2026 supondrá un incremento de hasta 40 euros por hectárea en los costes de los fertilizantes, un insumo clave para la agricultura.El departamento de Agricultura de la Generalitat catalana no ha encontrado ningún positivo más de gripe aviar en un radio de 3 kilómetros en torno al caso detectado anteayer en una explotación avícola de la comarca leridana del Urgell.Francia descarta rebajar el nivel sanitario de la dermatosis nodular contagiosa a pesar de las reclamaciones de sus ganaderos. Desde el Ministerio de Agricultura de Francia consideran que el protocolo contra la enfermedad no puede cambiar, teniendo en cuenta la situación actual.La negociación de acuerdos comerciales de la Comisión Europea con países terceros, como el de Marruecos o Mercosur, junto con los aranceles de EE. UU. y la presentación del paquete legislativo de la nueva PAC, precedida por la Visión de la Agricultura, han marcado la agenda agroalimentaria de 2025, año que, en el ámbito de las frutas y hortalizas, concluirá con un crecimiento del valor de la exportación estimado del 5%, superando los 18.000 millones de euros.San Agustín destinará el pozo de la Fuente al regadío de las fincas truferas del municipio. Los interesados en utilizar ese agua deberán comunicarlo al Ayuntamiento antes del día 30.Visitamos Campillo de Aragón para hablar sobre los precios del cereal; Almonacid de la Sierra para conocer mejor los turrones aragoneses y junto a PAIDAS repasamos de nuevos sus reivindicaciones para mitigar la sobrepoblación de conejos en las tres provincias aragonesas. Hoy también hablamos de patata y de trufa.
Pietro Mendes, diretor da ANP, detalha a estratégia da agência para a revisão tarifária das transportadoras de gás. Ele explica o fracionamento do processo, a definição do WACC em 7,47% e os planos para conter aumentos, incluindo a análise da Base Regulatória de Ativos (BRA). A conversa aborda os prazos, as metodologias alternativas em estudo para valoração da BRA, a postalização das tarifas e os próximos passos para a regulação do gas release e acesso às infraestruturas. Uma visão sobre os desafios de regular o setor. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. Capítulos 00:00 Abertura 00:41 Apresentação e preferências pessoais de Pietro Mendes 02:19 Novo plano de ação para revisão tarifária das transportadoras 03:58 Definição do WACC e busca por decisão técnica 05:20 Motivos para o fracionamento da revisão 07:14 Trabalho de análise da Base Regulatória de Ativos (BRA) 09:30 Equipe da ANP envolvida no processo 10:45 Metodologias em análise: CHCI, Custo de Reposição Novo e alternativa 12:05 Preocupação com o LRCAP e sinalização ao mercado 13:50 Inclusão do projeto Raia como investimento relevante 15:32 Situação do investimento em Japeri e regras para novos projetos 17:25 Mecanismo de repasse de receita e tarifa postal 20:07 Impacto da demanda e cenário de referência 23:33 Operacionalização da postalização e alocação de custos 27:41 Expectativa para o final do processo e cooperação setorial 30:24 Agenda regulatória de 2026 e Comitê de Monitoramento do Gás 32:54 Acompanhamento de negociações de acesso a infraestruturas 34:06 Necessidade de avançar na discussão do gas release 38:20 Avaliação de planos de desenvolvimento para aumentar oferta 39:18 Considerações finais e encerramento
Pilar Alegría deja la portavocía para ser candidata en Aragón, donde se convocan elecciones autonómicas por falta de presupuestos, anticipando un mal resultado para su partido. Los socios del Gobierno, Sumar y PNV, exigen reuniones y cambios en el Ejecutivo. El PNV condiciona su apoyo al PSOE a la ausencia de corrupción. El Gobierno busca que Cataluña y País Vasco sean miembros asociados de UNESCO y OMT. Esta medida, sin voto, se interpreta como una concesión política. Se investiga una reunión secreta del expresidente Zapatero con un empresario de Plus Ultra, detenido por presunto blanqueo de dinero venezolano, generando controversia por el uso de escoltas. La deuda pública española marca un récord. Desde enero, el Mecanismo de Equidad Intergeneracional reduce las nóminas para sostener las pensiones. Bruselas flexibiliza los objetivos climáticos automotrices, permitiendo coches de combustión más allá de 2035. Madrid también extiende la moratoria para vehículos sin etiqueta ...
N489 - EASD 2025 - Resistência Insulínica: Do mecanismo a novas estratégias terapêuticas - Mario Saad e Fernando Valente by SBD
¿Sientes que estás nadando contra corriente? La paradoja es cruel pero real: Tu deseo obsesivo está creando un bloqueo biológico y energético que aleja precisamente aquello que quieres conseguir. En este análisis profundo de "Dejar Ir" (Letting Go) del Dr. David R. Hawkins, desmontamos la cultura del "esfuerzo bruto" para entender la Ley del Esfuerzo Inverso y la Paradoja del Desapego Consciente. Descubrirás cómo aplicar el "Mecanismo de Entrega" para disolver el Potencial Excesivo (Transurfing), romper la adicción química al estrés (Joe Dispenza) y liberar el Cuerpo del Dolor (Eckhart Tolle) que te mantiene estancado. No se trata de hacer más, se trata de soltar la resistencia. DESBLOQUEA LA SIGUIENTE ENTREGA: "EL MAPA DE LA CONCIENCIA" Si quieres que produzcamos la "Guía Definitiva del Mapa de la Conciencia" (un análisis profundo nivel por nivel para saber dónde vibras y cómo subir), necesitamos demostrar que esta comunidad está lista. LA META: 2,500 Me Gusta y 1,000 Comentarios. TU EJERCICIO DE HONESTIDAD (COMENTA ABAJO) Para soltar, primero debes reconocer. Identifica cuál es el ancla que no te deja avanzar hoy y escríbelo en los comentarios para quitarle poder: Escribe una sola palabra: DINERO, PAREJA o SALUD. ¿LISTO PARA DEJAR DE IR? ÚNETE AL RETO DE 7 DÍAS Si ya entendiste que "saber" no es suficiente y necesitas entrenar a tu sistema nervioso para soltar la adicción al estrés y elegir tu realidad, este es tu siguiente paso obligatorio. ⚡ Accede al Entrenamiento de Ingeniería Interna aquí: https://recursos.conocimientoexperto.com/reto7dias3f ÍNDICE DEL ANÁLISIS: 00:00 - Introducción 05:40 - La Ingeniería del Desapego Consciente 10:04 - La Trampa del Deseo 15:01 - El Mecanismo de Evasión 23:52 - El Protocolo de Entrega 31:52 - El Cambio de Paradigma 38:00 - El Método 45:35 - Cierre y Acción Salvador Mingo Creador de Conocimiento Experto | Estratega en desarrollo personal y enfoque interno. Autor de "Mentalidad con Propósito" y "La Estrategia Maestra". +50 millones de impactos en plataformas digitales. salvador@conocimientoexperto.com Enlaces oficiales: Web: https://conocimientoexperto.com YouTube: https://www.youtube.com/@conocimientoexperto Podcast (Spotify): https://open.spotify.com/show/65J8RTsruRXBxeQElVmU0b Instagram: https://www.instagram.com/salvadormingo/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/salvadormingoce/ Guías prácticas: https://conocimientoexperto.com/accede-a-las-guias #dejarir #davidhawkins #salvadormingo #desapego #LeyDelEsfuerzoInverso #conocimientoexperto
¿Sientes que estás nadando contra corriente? La paradoja es cruel pero real: Tu deseo obsesivo está creando un bloqueo biológico y energético que aleja precisamente aquello que quieres conseguir. En este análisis profundo de "Dejar Ir" (Letting Go) del Dr. David R. Hawkins, desmontamos la cultura del "esfuerzo bruto" para entender la Ley del Esfuerzo Inverso y la Paradoja del Desapego Consciente. Descubrirás cómo aplicar el "Mecanismo de Entrega" para disolver el Potencial Excesivo (Transurfing), romper la adicción química al estrés (Joe Dispenza) y liberar el Cuerpo del Dolor (Eckhart Tolle) que te mantiene estancado. No se trata de hacer más, se trata de soltar la resistencia. DESBLOQUEA LA SIGUIENTE ENTREGA: "EL MAPA DE LA CONCIENCIA" Si quieres que produzcamos la "Guía Definitiva del Mapa de la Conciencia" (un análisis profundo nivel por nivel para saber dónde vibras y cómo subir), necesitamos demostrar que esta comunidad está lista. LA META: 2,500 Me Gusta y 1,000 Comentarios. TU EJERCICIO DE HONESTIDAD (COMENTA ABAJO) Para soltar, primero debes reconocer. Identifica cuál es el ancla que no te deja avanzar hoy y escríbelo en los comentarios para quitarle poder: Escribe una sola palabra: DINERO, PAREJA o SALUD. ¿LISTO PARA DEJAR DE IR? ÚNETE AL RETO DE 7 DÍAS Si ya entendiste que "saber" no es suficiente y necesitas entrenar a tu sistema nervioso para soltar la adicción al estrés y elegir tu realidad, este es tu siguiente paso obligatorio. ⚡ Accede al Entrenamiento de Ingeniería Interna aquí: https://recursos.conocimientoexperto.com/reto7dias3f ÍNDICE DEL ANÁLISIS: 00:00 - Introducción 05:40 - La Ingeniería del Desapego Consciente 10:04 - La Trampa del Deseo 15:01 - El Mecanismo de Evasión 23:52 - El Protocolo de Entrega 31:52 - El Cambio de Paradigma 38:00 - El Método 45:35 - Cierre y Acción Salvador Mingo Creador de Conocimiento Experto | Estratega en desarrollo personal y enfoque interno. Autor de "Mentalidad con Propósito" y "La Estrategia Maestra". +50 millones de impactos en plataformas digitales. salvador@conocimientoexperto.com Enlaces oficiales: Web: https://conocimientoexperto.com YouTube: https://www.youtube.com/@conocimientoexperto Podcast (Spotify): https://open.spotify.com/show/65J8RTsruRXBxeQElVmU0b Instagram: https://www.instagram.com/salvadormingo/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/salvadormingoce/ Guías prácticas: https://conocimientoexperto.com/accede-a-las-guias #dejarir #davidhawkins #salvadormingo #desapego #LeyDelEsfuerzoInverso #conocimientoexpertoConviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/conocimiento-experto--2975003/support.
Los sucesos se precipitan en Derry a medida que el ciclo de los sesenta se profundiza. It sigue cebándose en los niños, el feo rostro del racismo asoma también en Maine y el ejército usa el resplandor de Hallorand para acceder a un antiguo secreto guardado por los indios... Participan: Jose «Nok» Contreras y Eusebio «Use» Arias Edita: Eusebio Arias Música: IT OST, Ray Charles Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Último día de una cumbre climática inédita en Brasil, que permitió hacer un balance de las medidas tomadas en cumbres anteriores. Entre estas, hace tres años, las naciones más vulnerables obtuvieron la creación del Fondo de Pérdidas y Daños para financiar las consecuencias actuales de las catástrofes climáticas. Fue en la cumbre climática COP27 de Egipto que las naciones industrializadas respondieron a un reclamo histórico de los países en desarrollo con la creación de un Fondo de Pérdidas y Daños para ayudar a los países en caso de catástrofes vinculadas al calentamiento global. Una ayuda principalmente destinada a países pobres de Asia, África y Latinoamérica, que ya sufren de las consecuencias de la crisis climática. Producción y turismo “Por ejemplo, en Panamá hay pueblos indígenas que ya han sido reubicados a raíz de que el incremento del nivel del mar ha hecho inviable mantenerse en sus territorios, destruyendo su cultura, destruyendo sus medios de vida. En todo el Caribe centroamericano el impacto a los corales y a la biodiversidad, de los cuales dependen muchas comunidades costeras, afrodescendientes, indígenas, de pescadores, está afectando la producción y también eso afecta directamente una de las fuentes de ingreso principales como es el turismo”, explica a RFI Adrián Martínez, director de La Ruta del Clima, ONG ambientalista centroamericana. Pero a tres años de la creación del fondo, el dinero prometido no ha llegado. Los países donantes, Emiratos Árabes Unidos, Francia, Italia y Alemania, grandes responsables de la crisis climática, solo transfirieron la mitad de los 790 millones de dólares acordados. Subsidios a los países Entrevistado por RFI en la COP30 de Belém, el director del fondo, el senegalés Ibrahima Cheickh, indica que los primeros desembolsos serán efectivos en 2026, y que permitían reforzar bordes costeros amenazados por el nivel del mar, por ejemplo. “Vamos a liberar un primer paquete de 250 millones de dólares. Serán principalmente subsidios a los países. No serán préstamos, no vamos a agravar la deuda de los países para atender la crisis climática. Se entregarán entre cinco y 20 millones de dólares por iniciativas. Entre estas naciones en desarrollo están los más vulnerables al cambio climático: las pequeñas islas, y los países menos avanzados. Se destinará la mitad de los fondos a estos países”, señala. Varias ONG consideran sin embargo que el mecanismo tienes límites. Las ayudas de momento no serán entregadas directamente a comunidades locales. Y se estima que el costo anual de las catástrofes ligadas al cambio climático es casi 1.000 veces más elevado. “Desgraciadamente, el Fondo de Daños y Pérdidas se creó en una estructura que no responde a la deuda climática, porque el cambio climático es hecho por el lucro de las empresas y países que generan grandes emisiones. Y se creó un fondo voluntario”, lamenta Adrián Martínez. Otra incertidumbre pesa sobre el fondo: no se sabe aún si china, primer emisor global de CO2, contribuirá o no.
La economista Pilar García de la Granja ha explicado en la sección ‘Economía de bolsillo' del programa Herrera en COPE cómo las nóminas de los trabajadores se verán reducidas a partir del 1 de enero. El motivo es la aplicación del Mecanismo de Equidad Intergeneracional (MEI), un descuento diseñado para ayudar a sostener el poder adquisitivo de las pensiones actuales.García de la Granja ha descrito esta medida como el "último invento" que dejó el exministro Escrivá, el cual "reduce aún más la nómina" de los empleados. La norma, recogida en el BOE desde 2023, implica que tanto empresas como trabajadores asuman un nuevo porcentaje de cotización para hacer frente al déficit del sistema.Sin embargo, la experta ha aclarado que esta aportación extra no tendrá beneficios para los cotizantes. "Este dinero no va a tener un efecto en la pensión futura, es un dato que no se va a tener en cuenta cuando se calcula la prestación de jubilación", ha señalado. Su único fin es "tapar el ...
- El mecanismo de corrupción más grande de la historia se construyó en el Morenato y operó impune por años, a la vista de todo tipo de autoridades. - Las cantidades de dólares que se movieron ilegalmente superan la imaginación de cualquier persona, y se movió en todo tipo de manos. - Yo ya tengo la explicación que necesitaba de cómo logró financiar Morena la elección de Estado más grande y multimillonaria de la historia, construida durante años. - Si no puedes ver la relación entre la elección de estado en 2024 y el monstruoso aparato de huachicol fiscal, es que no estás entendiendo nada. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See https://pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Leopoldo Maldonado, Dir. de Artículo 19 para México y Centroamérica
5 formas en que tu cuerpo se defiende sin que lo sepas (Parte 2) | Ep. 359 | PsicologíaEn este episodio exploramos las "5 Fs", de los Mecanismos de defensa: Fight (pelear), Flight (huir), Freeze (congelarse), Fawn (complacer), y Flop (apagarse).Hablaremos de cómo y por qué los aprendimos, qué los detona, y cómo reconocer cuándo han dejado de protegernos para empezar a limitarnos.Si alguna vez te has preguntado por qué reaccionas igual ante ciertas situaciones, incluso cuando ya no quieres hacerlo, aquí encontrarás un mapa para entenderte... y así puedas comenzar a responder de una forma nueva.Escribinos a: mialquimia.podcast@gmail.com