Podcasts about ambiental

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La Ventana - Puerto Rico
Ep. 54 El plan que Puerto Rico tiene y no quiere usar con el ingeniero Carl Soderberg

La Ventana - Puerto Rico

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 76:30


Ep. 54 — El plan que Puerto Rico tiene  y no quiere usar con el ingeniero Carl Soderberg Sobre el invitado Carl Soderberg es ingeniero ambiental con más de cinco décadas de carrera en política pública ambiental en Puerto Rico. Fue miembro del equipo fundador del programa de control de contaminación de agua del Departamento de Salud, antes de la creación de la Junta de Calidad Ambiental (JCA). Sirvió como director de la División de Protección Ambiental de la Región II de la EPA federal, que incluye a Puerto Rico. Más recientemente, fue miembro del Comité de Asesores sobre Cambio Climático creado por la Ley 33 de 2019, que redactó el Plan de Mitigación, Adaptación y Resiliencia al Cambio Climático de Puerto Rico (P-MARCC). ----- En este episodio - La historia familiar de Söderberg: de los ingenieros suecos que llegaron a Puerto Rico en 1910 a tres generaciones de ingenieros en la isla. - Cómo Puerto Rico estableció la primera agencia de control ambiental de las Américas — seis meses antes que la EPA federal. - El desmantelamiento de la EPA bajo la segunda administración Trump y lo que significa para Puerto Rico. - La crisis del agua: por qué el 45% de la población no tiene servicio sanitario adecuado y cómo eso contamina los ríos y acuíferos. - La calidad del aire: medio millón de personas en el área metropolitana viven en zonas que no cumplen los estándares federales de dióxido de azufre. - Los arrecifes de coral: más de la mitad han muerto o están en declive. Sin ellos, la próxima tormenta mayor llega hasta Hato Rey. - La crisis de vertederos: de 74 en 1994 a 23 hoy, con 10 bajo órdenes de cierre de la EPA. - El P-MARCC: 156 recomendaciones, 800 estrategias, siete años de trabajo voluntario sin salario. Aprobado en el Senado. Paralizado en la Cámara de Representantes. - El costo de no hacer nada: $388,000 millones en daños proyectados — cuatro veces el impacto de María. - Por qué el plan no es un documento ambientalista sino un documento de protección económica y de salud pública. - La reforma de permisos que la Cámara avanza mientras ignora el P-MARCC — y por qué Söderberg ve una contradicción fundamental. - El caso de la empresa multinacional que quiere venir a Puerto Rico pero teme la escasez de agua. - Por qué el Aeropuerto Internacional Luis Muñoz Marín debería reemplazarse — y la alternativa que ya propone el plan. - Cómo movilizarte: el número directo de la Cámara de Representantes es el 787-721-6040. ----- Referencias mencionadas - Ley 33 de 2019 — Ley de Mitigación, Adaptación y Resiliencia al Cambio Climático de Puerto Rico - P-MARCC — Plan de Mitigación, Adaptación y Resiliencia al Cambio Climático (sometido a la Legislatura en 2024) - Estudio de Estudios Técnicos / Tetra Tech — costo proyectado de no actuar: $388,000 millones - Retorno por inversión: $6.20 ahorrados por cada dólar invertido en mitigación - Libro recomendado: El desarrollo del control de la contaminación en Puerto Rico — Pedro Gelbart (ex presidente de la JCA y primer secretario de Recursos Naturales de Puerto Rico) ----- Artículo complementario Lee el análisis completo de este episodio en nuestro Substack:

Podcast Política - Agência Radioweb
Lula apresenta dados ambientais para rebater comentários dos EUA

Podcast Política - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 2:05


O governo brasileiro informou ainda que os dados ambientais serão compartilhados oficialmente com autoridades norte-americanas e organismos internacional.

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Blitz ESG Verde incentiva preservação ambiental em Lauro Müller

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 4:08


Como parte das atividades alusivas ao Mês do Meio Ambiente, foi realizada nesta quarta-feira (10) a Blitz ESG Verde – Carbonífera Catarinense & PROA, uma iniciativa voltada à conscientização ambiental e ao incentivo de práticas sustentáveis junto à comunidade. A ação foi conduzida pelos alunos do Projeto PROA – Protetores Ambientais, desenvolvido pela Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina e realizado pela primeira vez no município. O projeto busca formar jovens multiplicadores de conhecimento sobre a preservação do meio ambiente e a responsabilidade socioambiental. Durante a blitz, os participantes distribuíram mudas de árvores nativas e materiais educativos com orientações sobre a importância da conservação dos recursos naturais, do plantio de espécies adequadas e da adoção de hábitos que contribuam para a sustentabilidade. A iniciativa teve como objetivo sensibilizar a população para o papel de cada cidadão na construção de um futuro mais verde e ambientalmente responsável. A Blitz ESG Verde integra as ações desenvolvidas em comemoração ao Mês do Meio Ambiente e reforça a parceria entre a Carbonífera Catarinense, a Polícia Militar Ambiental e o Projeto PROA, promovendo educação ambiental e aproximando a comunidade de iniciativas voltadas à preservação da natureza. O repórter Álvaro Souza acompanhou o evento e conversou com os alunos participantes, além de representantes da Carbonífera Catarinense e da Polícia Militar Ambiental, que destacaram a importância da conscientização e do engajamento coletivo na proteção do meio ambiente.

Radio Alicante
El Plan de Naturalización y Adecuación Ambiental del entorno de las Lagunas de Rabassa (Alicante), con Carlos Arribas, portavoz de Ecologistas en Acción en Alicante

Radio Alicante

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 15:17


Radio San Sebastián
José Ignacio Asensio recibe un galardón histórico por su liderazgo en la transformación ambiental de Gipuzkoa

Radio San Sebastián

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 12:08


Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP entrega moradias a mais de 370 famílias de áreas de proteção ambiental no Grajaú

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 1:22


Apartamentos foram viabilizados em parceria com a Prefeitura da capital e integram a primeira fase do empreendimento, que terá mais de 2,7 mil moradias; investimento estadual nesta etapa é de R$ 20,7 milhões

Noticentro
Sheinbaum se reúne con CEO de J.P. Morgan

Noticentro

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 1:26 Transcription Available


Limpian arroyo y retiran toneladas de residuos en JaliscoNo habrá clases el 11 de junio en el EdomexAspirantes a la ONU coinciden en la necesidad de cambiosMás información en nuestro Podcast#grc

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Blitz ESG Verde promove conscientização ambiental e distribuição de mudas em Lauro Müller

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 5:50


Como parte das ações em alusão ao Mês do Meio Ambiente, será realizada nesta quarta-feira (10), a partir das 13h30, a Blitz ESG Verde – Carbonífera Catarinense & PROA, iniciativa voltada à conscientização ambiental e ao incentivo de práticas sustentáveis junto à comunidade de Lauro Müller. A atividade acontecerá na Praça Henrique Lage, onde os alunos do Projeto PROA – Protetores Ambientais estarão promovendo ações educativas e realizando a distribuição gratuita de mudas de árvores nativas e materiais informativos sobre preservação do meio ambiente. O Projeto PROA é desenvolvido pela Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina e está sendo realizado pela primeira vez no município. A proposta é formar jovens multiplicadores de boas práticas ambientais, estimulando a responsabilidade socioambiental e o cuidado com os recursos naturais. A Carbonífera Catarinense é parceira da iniciativa e sedia o projeto em seu Centro de Treinamento, local onde são desenvolvidas semanalmente as atividades de educação ambiental. Além da estrutura, a empresa também contribui com sua equipe técnica de engenheiros ambientais e outros profissionais da área, que auxiliam na formação dos participantes e no desenvolvimento das ações. A organização convida toda a população a prestigiar o evento, conhecer o trabalho desenvolvido pelos alunos do Projeto PROA e participar de mais uma atividade que reforça a importância da preservação ambiental e da construção de um futuro mais sustentável. A engenheira ambiental da Carbonífera Catarinense, Franciele Candido de Oliveira, participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias para convidar a população a prestigiar o evento e destacou a importância da iniciativa para a conscientização ambiental no município.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP amplia programa de educação ambiental

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 2:02


Acordo firmado na Semana do Meio Ambiente amplia projeto “Escolas nos Parques”; novo roteiro pedagógico deve aumentar participação de alunos

MP no Rádio
Educação ambiental: por que cada atitude faz diferença?

MP no Rádio

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 17:42


Nesta semana, o MP no Rádio conversa com a Promotora de Justiça Kele Cristiani Diogo Bahena, coordenadora do Núcleo Regional do Norte Pioneiro do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema) do Ministério Público do Paraná. Na entrevista, ela fala sobre o papel da educação ambiental na formação de uma sociedade mais consciente, a importância da participação de cada pessoa na preservação dos recursos naturais e como as escolhas do dia a dia se refletem nos desafios impostos pela crise climática.

Ciência
Organizações ambientais denunciam impactos sociais e ambientais da barragem de Mphanda Nkuwa

Ciência

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 6:19


O projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa, previsto para o rio Zambeze, na província de Tete, no centro-norte de Moçambique, voltou a ganhar impulso depois de mais de duas décadas marcadas por adiamentos, mudanças de investidores e forte contestação social. Um relatório publicado pelas organizações Justiça Ambiental e CCFD-Terre Solidaire levanta sérias preocupações quanto aos impactos sociais, ambientais e culturais do projecto, alertando para o risco de deslocação de milhares de pessoas. Apresentado pelo Governo moçambicano e pelos promotores como uma peça fundamental para a transição energética da África Austral, o empreendimento prevê a construção de uma barragem com capacidade para produzir 1.500 megawatts de electricidade e um investimento estimado em 6,4 mil milhões de dólares. Contudo, um relatório publicado em 2025 pelas organizações Justiça Ambiental (JA!) e CCFD-Terre Solidaire levanta sérias preocupações quanto aos impactos sociais, ambientais e culturais do projecto, alertando para o risco de deslocação de milhares de pessoas e para a degradação de um dos mais importantes ecossistemas da região. A barragem seria construída cerca de 60 quilómetros a jusante de Cahora Bassa e desenvolvida por um consórcio privado que detém 70% da propriedade - liderado pelas empresas francesas EDF-Electricité de France (40%) e TotalEnergies (30%), juntamente com a japonesa Sumitomo Corporation (30%) - em parceria com a Electricidade de Moçambique (EDM) e a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), que mantêm 30% do projecto. Para os promotores, o projecto representa uma oportunidade para aumentar a produção de energia renovável e reforçar o papel de Moçambique como exportador de electricidade. No entanto, para muitos habitantes das comunidades afectadas, Mphanda Nkuwa é visto como mais um capítulo de uma história marcada por promessas de desenvolvimento que raramente se traduzem em benefícios para quem vive no terreno. Daniel Ribeiro, coordenador técnico da ong moçambicana Justiça Ambiental, recorda que o projecto não é novo e que o seu percurso tem sido marcado por sucessivos fracassos. “O projecto implantado desde 2000, já teve várias tentativas para o fazer avançar. Já teve o Banco Mundial envolvido, já teve investimento brasileiro, até chinês, e muitos deles acabaram por sair devido à complexidade do projecto”. “É um projecto que tem grandes impactos ambientais e sociais e agora voltou à mesa, desta vez com investimento francês. Já é um projecto com um historial muito complicado e problemático”, afirma. Nas aldeias que poderão vir a ser inundadas pela futura albufeira, a perspectiva de uma nova barragem desperta memórias dolorosas da experiência de Cahora Bassa. O relatório refere que praticamente todas as comunidades consultadas associam Mphanda Nkuwa ao trauma dos deslocamentos forçados ocorridos durante a construção da grande barragem colonial nos anos 1970. Muitas famílias foram reassentadas em terras menos férteis, perderam o acesso ao rio e viram os seus modos de vida profundamente alterados. Décadas depois, os impactos continuam presentes na memória colectiva das populações. Daniel Ribeiro sublinha que a incerteza prolongada gerou um desgaste profundo entre os habitantes locais. “O povo local já teve vários ciclos de ‘vão ter que sair das vossas terras', depois ‘não vão ter que sair'. Eles já estão cansados, não querem o projecto”, “temos uma comunidade que está a dizer não ao projecto”. De acordo com o relatório publicado em 2025 pelas organizações Justiça Ambiental (JA!) e CCFD-Terre Solidaire, a criação da albufeira poderá inundar cerca de 100 quilómetros quadrados de território e obrigar à deslocação directa de mais de 1.400 famílias, num total estimado superior a 8.000 pessoas. Contudo, os autores consideram estes números conservadores e alertam para impactos muito mais vastos. Uma avaliação preliminar aponta para quase 39 mil pessoas em risco de deslocação económica ou física e para cerca de 350 mil habitantes potencialmente afectados a jusante pelas alterações ambientais e socioeconómicas provocadas pela barragem. Grande parte destas populações vive da agricultura familiar, da pesca artesanal, da criação de gado e, em algumas comunidades, da extracção artesanal de ouro. As margens do Zambeze constituem a base da sua sobrevivência económica e alimentar. “As barragens são o sector industrial que deslocou o maior número de pessoas no mundo”, afirma Daniel Ribeiro. “Os rios são zonas muito produtivas, muito importantes para a soberania alimentar da zona. Então, [as populações] vão perder o seu acesso ao rio. Grande parte das ‘machambas' ou terrenos agrícolas mais produtivos está ao lado do rio.” Para o ambientalista, os efeitos não se limitam às populações directamente deslocadas. Uma das principais críticas feitas ao projecto diz respeito precisamente à ideia de que a energia hidroeléctrica constitui uma solução simples para a crise climática. Daniel Ribeiro considera que essa narrativa ignora riscos crescentes associados às alterações climáticas. A produção hidroeléctrica depende da estabilidade dos regimes de precipitação e dos caudais dos rios, algo que poderá ser cada vez mais difícil de garantir num contexto de aquecimento global: “As barragens são sensíveis às mudanças climáticas, mudanças na precipitação. Podes ter menos água, mais água, menos cheias, mais cheias. E as projecções climáticas para a zona fazem com que vá haver mais variabilidade, que não é boa para a produção de energia.” Outra das críticas prende-se com o destino da electricidade produzida. Embora o projecto seja frequentemente apresentado como um instrumento para combater a pobreza energética no país, uma parte significativa da energia será exportada para os mercados regionais. “A electricidade não é para nós, é para exportação”, garante Daniel Ribeiro.

Noticentro
Refuerzan vigilancia ambiental en Bahía de Ohuira

Noticentro

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 1:37 Transcription Available


Operativos especiales de verificación en comercios y transporte en CDMXDetienen en EE.UU. a implicado en caso AyotzinapaÁfrica Oriental coordina respuesta regional ante ébolaMás información en nuestro Podcast#grc

EL MIRADOR
EL MIRADOR T06C192 Jumilla siembra conciencia ambiental entre sus escolares en el Día Mundial del Medio Ambiente (05/06/2026)

EL MIRADOR

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 10:49


Con motivo del Día Mundial del Medio Ambiente, el Ayuntamiento de Jumilla ha organizado una jornada educativa en el Jardín Rey Don Pedro, un espacio elegido por su microclima y sombras naturales para facilitar el disfrute de los más pequeños. Los alumnos de tercero de primaria participaron en diversas actividades coordinadas por empresas como Educo Aventuras, Mistaguat y Gruvas, centradas en el ciclo integral del agua, el reciclaje y el conocimiento de aves autóctonas como la paloma bravía o el zorzal,. El concejal de Medio Ambiente, Antonio Pérez, destacó que, aunque los datos de reciclaje mejoran anualmente, todavía es necesaria mucha pedagogía frente a problemas como el aumento del 90% en el abandono de enseres en la vía pública,. Por su parte, los escolares, convertidos en "vigilantes del planeta", compartieron lecciones clave aprendidas durante la jornada, como la importancia de ir andando al colegio, ducharse en lugar de bañarse y apagar las luces para ahorrar energía.

Rádio Panorama Agrícola Epagri.
4 de junho - Segurança alimentar nas terras indígenas de SC

Rádio Panorama Agrícola Epagri.

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 10:52


Extensionistas Daniel Uba e Rose Gerber conversam sobre Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas, o trabalho da Epagri e o SC Rural 2. Fortalecimento para segurança alimentar e nutricional nas terras indígenas em Santa Catarina.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício FrighettoApoio técnico e edição: Eduardo Mayer

CBN Vitória - Entrevistas
Projeto orienta convivência segura com animais silvestres em áreas urbanas

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 7:13


O encontro entre moradores e animais silvestres tem se tornado cada vez mais frequente nas cidades. Nesse cenário, a prefeitura de Vitória, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), lançou o projeto "Coexistir: Educação Ambiental para a coexistência entre humanos e fauna silvestre em áreas urbanas". De acordo com informações da administração municipal, "a proposta nasce de uma realidade cada vez mais presente nas cidades: o avanço da ocupação urbana sobre áreas naturais e fragmentos de Mata Atlântica aproxima humanos e animais como aves, mamíferos e répteis. Em muitos casos, o desconhecimento gera medo, manejo inadequado, acidentes, atropelamentos, ataques por animais domésticos e outros conflitos que poderiam ser evitados com informação e orientação correta", informa.

Noticentro
Activan protocolo por derrame de hidrocarburo en Manzanillo

Noticentro

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 1:39 Transcription Available


Profepa clausura extracción irregular en río de Oaxaca Anuncian Temporada de Verano 2026 de la Sinfónica de MineríaCuba deja de aceptar tarjetas Visa y Mastercard extranjerasMás información en nuestro podcast#grc

Jornal da USP
Ambiente é o Meio #224: Especialista destaca importância dos catadores para saúde ambiental e economia circular

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 28:41


Referência na organização de catadores de materiais recicláveis, coleta seletiva de Ji-Paraná, RO, enfrenta crise em cooperativa

Debate da Super Manhã
Mudanças climáticas e o impacto no dia a dia

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 50:18


Debate da Super Manhã: Ondas de calor mais intensas, chuvas extremas, secas prolongadas e eventos climáticos cada vez mais frequentes. As mudanças climáticas geram prejuízos ambientais, sociais e financeiros, influenciando diretamente o cotidiano das pessoas e exigindo ações coletivas e individuais para a construção de um futuro mais resiliente e sustentável. No debate desta segunda-feira (01), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com nossos convidados sobre a crise climática no Brasil e no mundo, os principais desastres naturais, a urgência da preservação ambiental e da ação governamental, além dos eventos climáticos extremos e suas consequências sociais. Participam o Participam o doutor em Geografia e professor de Climatologia do Curso de Mestrado em Ensino de Ciências Ambientais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Lucivânio Jatobá; o geógrafo, professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia do Departamento de Ciências Geográficas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Osvaldo Girão; e a pesquisadora de Gestão Ambiental e professora da pós-graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Soraya El-Deir.

Noticentro
Sheinbaum convoca a presentación de resultados de gobierno

Noticentro

Play Episode Listen Later May 29, 2026 1:57 Transcription Available


Buscan rescatar lago del Parque Huayamilpas ONU pide mayor protección digital para menoresConmemoran Día Internacional del EverestMás información en nuestro podcast#grc

Semana em África
Epidemia do Ébola na RDC continua no centro das preocupações

Semana em África

Play Episode Listen Later May 29, 2026 8:11


Neste programa Semana em África, voltamos à situação na RDC, a braços com a epidemia do ébola, e olhamos para as medidas que Angola começou a adoptar. Também olhamos para Cabo Delgado, onde a retoma do projecto da francesa Total gera críticas. Ainda em Moçambique, destacamos o estudo do CIP sobre o fecho de 500 empresas nos últimos dois anos. Quanto a Cabo Verde, o destaque vai para a Cimeira das Nações Crioulas. Começamos com a República Democrática do Congo, onde chegou, esta sexta-feira, o director da Organização Mundial de Saúde para tentar encontrar mais respostas para conter a epidemia de ébola. Recordo que, até ao final da semana, tinham sido registadas 246 mortes em mais de mil casos suspeitos, de acordo com um relatório do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças, a agência de saúde da União Africana. Também esta sexta-feira,foi confirmada uma recuperação, a primeira desde o início da epidemia. Entretanto, em Angola, as autoridades sanitárias intensificam as medidas de vigilância e prevenção contra o Ébola, sobretudo nas regiões fronteiriças com a República Democrática do Congo, devido ao índice de mortes provocado pela epidemia. A 23 de Maio, a agência de saúde Africa CDC alertou que Angola está entre os dez países africanos que correm o risco de ser afetados pelo vírus Ébola, além da RDC, epicentro da epidemia, e do Uganda. Um trabalho  de Francisco Paulo. Poucos meses depois de ter retomado o projecto moçambicano de gas natural liquefeito em Cabo Delgado, esta sexta-feira, a TotalEnergies reuniu-se em Paris para a sua assembleia-geral para apresentar lucros recorde. Daniel Ribeiro, da ong moçambicana Justiça Ambiental, denuncia que a situação em Cabo Delgado “continua perigosa e a insurgência activa”. Em Moçambique, um grupo de membros da Renamo submeteu à Procuradoria-Geral da República um documento com 18 mil assinaturas para impugnar a liderança de Ossufo Momade. O coordenador nacional da comissão de gestão do partido, Edgar Silva, pediu a Ossufo Momade que apresente contas. Em Moçambique, desde 2024, mais de 500 empresas fecharam e deixaram mais de 15 mil trabalhadores desempregados devido à escassez de divisas no país. A conclusão é do Centro de Integridade Pública que divulgou em Maputo um estudo sobre esta problemática, como explica a investigadora do CIP, Teresa Boene. Em Cabo Verde, arranca esta quinta-feira a Cimeira das Nações Crioulas, que decorre até ao dia 30 de Maio. Num contexto internacional marcado por guerras, intolerância e profundas desigualdades, o Presidente José Maria Neves defende que esta iniciativa pretende criar uma nova dinâmica de diálogo, assente na cooperação e na valorização das identidades crioulas. Em Cabo Verde, as mulheres representam menos de dois por cento da população prisional, mas a Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania alerta que esta realidade não pode esconder os desafios enfrentados pelas reclusas. A instituição defende medidas mais equitativas e condições mais dignas para o cumprimento das penas, sobretudo no contacto com os filhos menores. Odair Santos. Em São Tomé e Príncipe, a vice-presidente da ADI - Acção Democrática Independente -, Celmira Sacramento, anunciou na quarta-feira, em conferência de imprensa, que o partido apresentou uma queixa-crime no Ministério Público contra, nomeadamente, o primeiro-ministro Américo Ramos.

Meio Ambiente
Antes de eleições, novo ‘pacote da destruição' no Congresso ameaça política ambiental no Brasil

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later May 29, 2026 18:10


Está nas mãos dos senadores a análise de uma série de medidas antiambientais que a bancada ruralista acaba de aprovar, a toque de caixa, na Câmara dos Deputados. Os projetos de lei visam enfraquecer os mecanismos de controle do desmatamento, amputam em 40% a área protegida de uma floresta na Amazônia e até transferem para o Ministério da Agricultura e Pecuária o poder de designar quais são os animais com risco de extinção no Brasil. O novo “pacote da destruição”, denunciado por entidades ambientalistas, começou a ser apresentado no chamado “Dia do Agro” na Casa, em 19 de maio. Com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sem debate público nem aprofundamento técnico sobre as propostas, as votações ocorreram em ritmo acelerado, sem que houvesse margem de manobra para obstrução. A coordenadora de Políticas Públicas do Observatório do Clima, Suely Araújo, vê um governo de mãos amarradas diante da bancada ruralista. “O Congresso tem se mostrado uma arena muito complexa, e o executivo, que não tem mais o controle do Orçamento, principalmente, não tem armas para fazer impor a sua vontade. É muito preocupante o que está acontecendo”, afirma. O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, advertiu que a ofensiva representa “um esforço concentrado dos Deputados para aprovar projetos que interferem diretamente na gestão ambiental do país”. “É um movimento extremamente grave, porque opera em várias frentes simultâneas, com poder de impacto sobre a gestão ambiental no Brasil, de proporções nunca vistas”, disse ele, em coletiva de imprensa na semana passada. “É uma ação coordenada: diferentes projetos que atacam diferentes áreas e competências e, portanto, é um retrocesso inimaginável. São projetos que vão exigir um trabalho grande do governo federal nas próximas semanas.” Proteção de áreas não-florestais Quatro textos são particularmente preocupantes: o PL 2.564/2025, que altera a Lei de Crimes Ambientais; o PL 5.900/2025, que amplia os poderes do Ministério da Agricultura na agenda ambiental; o PL 2.486/2026, ao diminuir os limites da Floresta Nacional do Jamanxim, uma das mais ameaçadas do Pará; e o PL 364/2019, destinado a reduzir o escopo da Lei de Proteção da Vegetação Nativa. Este último impacta zonas preservadas em todos os seis biomas brasileiros, adverte Suely Araújo. “Tudo o que não for floresta tecnicamente passa a ser considerado área consolidada. Isso significa que não vai ter qualquer proteção ambiental, e ninguém está nem falando. Você vai estar atingindo grande parte do cerrado, da caatinga, do pantanal”, lamenta a ex-presidente do Ibama. “Isso dá mais ou menos 48 milhões de hectares, uma boa parte do território brasileiro.” A aceleração da tramitação das pautas ocorre a cinco meses das eleições no Brasil, em um contexto de incerteza quanto ao futuro das políticas de proteção do meio ambiente no país. Organizações de proteção do meio ambiente já se preparam para uma nova derrota do governo no Senado e esperam que, na sequência, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vete o pacote. Entretanto, neste caso, é esperado que o Congresso barre os vetos, como ocorreu com a Lei Geral do Licenciamento Ambiental, em 2025. “A partir da aprovação no Congresso, vêm os vetos, depois o Congresso derruba tudo. Nós temos apoiado ações judiciais, principalmente movidas por partidos políticos, diretamente no Supremo Tribunal Federal e outras ações também na Justiça Federal de primeiro grau, o que não é uma boa saída”, indica Araújo. “A ação judicial deveria ser a última alternativa, mas elas têm se tornado cada vez mais frequentes.” Prejuízos para o próprio agronegócio Os projetos de lei enfraquecem o arcabouço brasileiro de combate às ilegalidades ambientais num momento em que as exigências para a compra de commodities brasileiras aumentam na Europa, um dos principais parceiros comerciais do Brasil. A aprovação do pacote pode acabar acarretando prejuízos para as exportações do agronegócio, frisou o ministro Capobianco. “Isso tem relação direta com a própria credibilidade do setor frente a contextos muito desafiadores, como as diretivas da União Europeia, que exigem a comprovação de não desmatamento nas exportações de um conjunto importante de produtos brasileiros. A sociedade internacional vem cobrando”, enfatizou. “Nós estamos fragilizando um sistema de controle ambiental que não vai beneficiar o conjunto do agro. Vai beneficiar uma parcela reduzida que segue desconsiderando a legislação.”

Arquitectura Hoy
162_Análisis ambiental del proyecto Esencia

Arquitectura Hoy

Play Episode Listen Later May 28, 2026 55:53


Conversamos sobre los riesgos que tiene el desarrollo del proyecto Esencia en los aspectos ambientales y de planificación. Invitada: Cynthia Burgos, PhD (La Maraña) Programa original transmitido en Radio Universidad el 14.mayo.2026. Este programa es auspiciado por el Colegio de Arquitectos y Arquitectos Paisajistas de Puerto Rico.

Superior Tribunal de Justiça
STJ No Seu Dia: responsabilidade civil e reparação integral por dano ambiental

Superior Tribunal de Justiça

Play Episode Listen Later May 28, 2026 17:22


Já está no ar o novo episódio do podcast STJ No Seu Dia, que traz a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre responsabilidade civil por dano ambiental e os critérios jurídicos utilizados pela corte para determinar a reparação de prejuízos decorrentes de impactos ao meio ambiente.O programa destaca entendimentos consolidados do tribunal segundo os quais a responsabilidade por danos ambientais é objetiva e a reparação deve ser integral, bastando a comprovação do dano e do nexo com a atividade do agente responsável para surgir o dever de indenizar. Em conversa com o jornalista Thiago Gomide, advogado, professor e procurador do estado do Pará Henrique Mouta explica os fundamentos dessa orientação do STJ, o papel de princípios como prevenção e precaução na formação da jurisprudência ambiental e os critérios adotados pelo tribunal para reconhecer a legitimidade de pessoas ou grupos afetados por impactos ambientais para buscar indenização na Justiça.STJ No Seu Dia       Com entrevistas em linguagem acessível sobre questões institucionais ou jurisprudenciais do Tribunal da Cidadania, o podcast é veiculado às sextas-feiras, às 21h30, na Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília), e também está disponível no canal do STJ no Spotify e em outras plataformas de áudio.

Noticentro
Banxico baja previsión de crecimiento para 2026

Noticentro

Play Episode Listen Later May 27, 2026 1:31 Transcription Available


SCJN avala amparos por daño ambientalNL lanza Tarjeta Azul rumbo al Mundial 2026Marco Rubio confía en el diálogo entre EE.UU. y CubaMás información en nuestro Podcast#grc

Convidado
“Há uma falta de esperança total”: o outro lado da retoma do gás em Cabo Delgado

Convidado

Play Episode Listen Later May 26, 2026 8:10


A retoma do projecto de gás natural liderado pela empresa francesa TotalEnergies, em Cabo Delgado, Moçambique, continua a ser apresentada como sinal de estabilização da província devastada pela violência armada. Todavia, para Kete Fumo, coordenadora nacional da campanha “Say No To Gas” da ong Justiça Ambiental, a realidade no terreno está longe dessa narrativa. “Não me parece, porque se assim fosse, não haveria necessidade de termos escolta militar no percurso entre Pemba e Palma”, garante Kete Fumo acaba de regressar de Cabo Delgado. “Não teríamos os reports (relatórios) de ataques ao longo da via”, acrescenta. Kete Fumo, coordenadora nacional da campanha “Say No To Gas” da ong moçambicana Justiça Ambiental, que falou em Paris nas instalações da parceira francesa CCFD-Terre Solidaire, recorda o ataque de 21 de Fevereiro ocorrido na estrada entre Pemba e Palma, sublinhando que continuam a existir incidentes em distritos como Macomia: “Dizermos que a segurança está restabelecida não corresponde à realidade, porque continuamos a registar o aumento do número de mortos”. Segundo Kete Fumo, a sensação de segurança promovida pelas autoridades e pelas empresas concentra-se sobretudo em torno das infra-estruturas dos projectos de gás. A presença militar ruandesa no terreno “está mais à volta do projecto [da TotalEnergies], protegendo mais as infra-estruturas do projecto e as pessoas que lá trabalham”, explica. Nas comunidades, acrescenta, permanece sobretudo a presença das forças moçambicanas e dos postos de controlo militares. No terreno, as consequências sociais dos megaprojectos continuam a marcar profundamente a vida das populações reassentadas. Kete Fumo refere o caso das 643 famílias deslocadas para a vila de Catunda, muitas das quais continuam sem acesso adequado a terras agrícolas ou ao mar. “Estas famílias nem todas receberam terra de substituição para as suas machambas, para a produção da sua comida, e o acesso ao mar continua a ser bastante deficitário”. Além disso, as áreas atribuídas estão fortemente militarizadas: “Eles não sentem uma verdadeira liberdade de desenvolver as suas actividades naquela área.” A situação agrava-se, segundo a activista, pela ausência de compensações claras e pela insegurança em torno da posse das casas entregues às famílias reassentadas. “Isto mostra a falta de confiança que as comunidades têm com o próprio projecto”, afirma. “Elas dizem: ‘Será que esta casa é mesmo nossa?'” Kete Fumo relata ainda conflitos relacionados com as parcelas para agricultura de subsistência atribuídas às famílias deslocadas. Em alguns casos, os antigos proprietários recusam-se a permitir o uso das terras por alegarem nunca ter recebido compensações adequadas. Também a nível ambiental os impactos já são visíveis, sustenta a coordenadora nacional da campanha “Say No To Gas” da ong moçambicana Justiça Ambiental. “O que nós podemos ver é o alto nível de destruição de zonas de floresta”, diz, referindo a abertura de estradas, novas áreas agrícolas e infra-estruturas ligadas aos projectos de gás. No mar, aponta para o aumento da circulação de navios e para os riscos associados à descarga de águas de lastro e a eventuais derrames de combustível. “As comunidades já têm reclamado do desaparecimento de algumas espécies locais que costumavam ter acesso e que diminuíram bastante.” Kete Fumo alerta ainda para os impactos climáticos cumulativos dos vários projectos previstos para a região: “O estudo de impacto ambiental que foi realizado não considera os impactos cumulativos de cada um dos projectos”, critica. “Ao combinarmos os impactos de cada um destes projectos, é só imaginar o nível de emissões que vamos ter num país que é extremamente vulnerável.” De regresso de Cabo Delgado, Kete Fumo dá conta do sentimento de abandono das comunidades e diz ter encontrado uma população sem expectativas: “Há uma falta de esperança total (...) As pessoas perderam a esperança de que alguma coisa possa ser feita”. Segundo explica, muitas famílias viram desaparecer os meios de subsistência sem que as promessas iniciais fossem cumpridas: “Antes tinha uma machamba para produzir a sua comidinha, tinha o mar para tirar o peixe, mas agora não tem nem isso.” E acrescenta que a sensação de injustiça aumenta à medida que os trabalhos avançam: “As pessoas vêem que as actividades da Total avançam a cada dia, sendo que as suas vidas ficaram paradas no mesmo ponto ou pior.” Para a coordenadora da campanha “Say No To Gas”, tanto as empresas como o Estado moçambicano têm responsabilidades no processo: “Eles trabalham em parceria”. Apesar das denúncias feitas por organizações da sociedade civil às autoridades locais e nacionais, Kete Fumo diz não ver respostas concretas: “As próprias comunidades sentem que o governo está mais a proteger o projecto do que os interesses das comunidades. (...) Daí esta falta de confiança e de esperança sobre algum tipo de desenvolvimento que as possa beneficiar”.

Vida en el Planeta
Glifosato, energías renovables, fracking…¿Cúal es el balance ambiental de Gustavo Petro?

Vida en el Planeta

Play Episode Listen Later May 25, 2026 17:45


En vísperas de las elecciones colombianas, RFI conversó en exclusiva con Susana Muhamad, figura prominente de la acción climática. La exministra de Ambiente del gobierno de Gustavo Petro repasó los grandes temas de la agenda ambiental del mandato que concluye, las promesas que se cumplieron y las que no; así como aspectos más personales de su trayectoria. En menos de dos meses concluye el mandato de Gustavo Petro, el presidente colombiano de izquierda que llegó al poder con la promesa de instaurar la"paz total" en su país y de hacer de Colombia una "potencia de la vida". La exministra de Medio Ambiente de Colombia (de 2022 a 2025) Susana Muhamad, hoy activista medioambiental reconocida por la revista Time como una de las 100 mujeres más influyentes en materia de acción climática, se ha convertido en una figura de la política ambiental con varios logros: la deforestación disminuyó en el país y para frenar la expansión petrolera, el gobierno no ha firmado nuevos acuerdos petroleros. Colombia organizó además la COP de Biodiversidad y la Cumbre de Santa Marta sobre la eliminación de los combustibles fósiles. Otras promesas, en cambio, no se cumplieron. En esta entrevista exclusiva con RFI, Muhamad repasa el balance ambiental del gobierno de Petro, reflexiona sobre el pulso en torno al uso de combustibles fósiles y comparte recuerdos personales sobre su experiencia en la petrolera Shell. RFI: Usted estuvo a cargo de la cartera de Ambiente y Desarrollo Sostenible del gobierno colombiano de 2022 a 2025. ¿Qué han logrado hacer en materia de transición energética? Susana Muhamad: La responsabilidad nuestra era generar  las condiciones de la transición, que consiste en una una triple transición. Una transición fiscal, una transición de la balanza comercial y una transición energética. El gobierno del presidente Petro ha logrado aumentar de 2% de participación de capacidad instalada de los renovables al último dato, que es 17% en la matriz energética de capacidad instalada. Y esto creo que es muy importante especialmente, es como una especie de revolución solar que se ha ido generando y también en términos de diversificación económica. El gobierno del presidente Petro, al plantearse otros sectores que debían, en vez de estar o fomentando la inversión en la misma lógica del extractivismo. El presidente Petro y el Gobierno logró avanzar en una política de reforma agraria que ha llevado a un 10% en la participación del Producto Interno Bruto de la agricultura. Y tercero, se ha promovido a partir de la promoción de la biodiversidad del país, de sus activos culturales en el exterior, una industria muy vibrante de turismo. Se amplió de 2 millones de visitantes anuales a Colombia a 7 millones de visitantes en el año 2025, donde esto ha llevado a un reemplazo de las divisas de exportación de petróleo. Por lo menos empezar a hacer una transición a empoderar a otros sectores económicos. Y ese proceso llevó a que, en el 2025, por ejemplo, la exportación de café y en uno de los trimestres y de carbón juntos generaró menos ingresos para Colombia que las divisas generadas por el turismo.  Escuche la entrevista: RFI: A pesar del avance de las energías renovables, el petróleo y el carbón siguen representando cerca de la mitad de las exportaciones colombianas... Susana Muhamad: Así es. Y es un tiro en el pie por dos razones. Primero, al carbón colombiano ya se le han cerrado mercados, y lo único que lo ha reavivado son las guerras. Lo que también explica mucho de por qué estamos en un momento bélico. Y segundo, el petróleo no es infinito, ni se siembra. Además, el petróleo colombiano es un petróleo pesado, costoso, de extraer y costoso de refinar. No va a ser el más demandado. Así que Colombia urgentemente necesita salir de esa dependencia. RFI: ¿Por qué no han prohibido el fracking? Hubo una propuesta en el Congreso colombiano en este sentido... Susana Muhamad: Las organizaciones ambientales presentaron el primer día del gobierno el 7 de agosto del del 2022, el proyecto en el Congreso de la República para prohibir el fracking. El proyecto se presentó con todo el apoyo del Gobierno y llegó hasta el tercer debate. Sin embargo, presiones políticas en el Congreso no permitieron que se aprobara. No se aprobó la prohibición, pero el gobierno sí desescaló. No invirtió en fracking. Y frenó los contratos de los proyectos pilotos. Pero ahí, en el debate electoral, otra vez la propuesta de todos los partidos de la derecha es regresar al fracking. Pero es una ilusión económica que lo único que realmente traería es ruina territorial. RFI: Otra gran promesa del presidente Petro hacia el sector rural y ambiental fue evitar el uso del glifosato, este herbicida muy tóxico para combatir los cultivos ilícitos. Pero hubo un viraje. El gobierno colombiano, en conversaciones con la Casa Blanca anunció la reanudación de las aspersiones aéreas con drones de glifosato. ¿Cuál es su lectura de esta decisión? Susana Muhamad: El presidente Petro manejó las presiones de Washington con mucha inteligencia. Hay que recordar esta narrativa de que Colombia es un narcoestado y que Petro era el jefe del cartel de narcotraficantes:  le construyeron al presidente Trump en su cabeza una imagen casi de película de Hollywood, de un país lleno de laboratorios de coca con selvas inhóspitas y un presidente narcotraficante. No hay que negar que Colombia es el mayor exportador y mayor productor de coca. Pero no es eso lo único que es el país. El país es mucho más complejo, mucho más rico, es un país serio, es un país con instituciones. Y hay que recordar que tuvimos una semana muy tensa en donde después del secuestro del presidente Maduro en Venezuela prácticamente se estaba planteando una operación militar en Colombia contra estos laboratorios, lo que hubiera sido un desastre. Entonces el presidente Petro, creo que, en medio de todas esas tensiones, logró una política de concertación con el gobierno de Estados Unidos sin ceder soberanía.  Yo, como ambientalista, no estoy de acuerdo con el uso del glifosato. No creo que sea la solución y que sigue siendo un espejismo de que el problema de la droga se acaba fumigando la mata cuando. Pero también creo que el gobierno no ha renunciado a la política [de evitar el uso del herbicida] y entonces ahí generó una especie de balance. RFI:  A finales de abril, Colombia organizó la cumbre de Santa Marta para salir de los combustibles fósiles. La cumbre reunió a más de 50 países ambiciosos para luchar contra el cambio climático, pero en ausencia de los grandes emisores de gases de efecto invernadero como China o Estados Unidos, ¿qué impacto tendrá esta cumbre en la diplomacia climática? Susana Muhamad: En estos tiempos geopolíticos, la realización de esta cumbre con la presencia de más de 50 países es un éxito total. Nos costó por lo menos tres años que se pudiera poner una frasecita para mencionar los combustibles fósiles en algún texto de la COP. Es importantísimo que ahora fueran parte central de una discusión de una conferencia diplomática. Se trata de darle contenido al objetivo de salida de los combustibles fósiles [nota del redactor: objetivo plasmado en la declaración final de la Cop28 de Dubái]. Es muy importante porque en la Cop30 de Brasil buscaron revertir ese avance que hubo en Dubái. Y en el momento geopolítico donde estamos en una guerra con Irán, de tensión energética y de inflación en el mundo por esa guerra, es un mensaje fundamental de no comprometer las agendas estratégicas por las coyunturas. Y es una fuerza también de resistencia política frente a las imposiciones geopolíticas de aquellos que tienen la fuerza militar; que incluye el gobierno de Donald Trump, cuya agenda, o parte de su agenda, es la revitalización permanente de los combustibles y el capital fósil e imponer eso a un mundo que está avanzando a un proceso de descarbonización. La Conferencia Santa Marta dio un paso muy importante hacia adelante. Pero creo que países pioneros deben lograr, por fuera de la Convención Marco de Naciones Unidas sobre Cambio Climático (CMNUCC), crear un régimen de salida pragmática de los combustibles fósiles en una nueva organización económica. RFI: Usted es parte de la campaña del Tratado de No Proliferación de Energías Fósiles. ¿Cuál sería la próxima etapa para avanzar hacia este tratado? Susana Muhamad: Lo pensamos como un acuerdo económico para salir de los fósiles, no como un tratado ambiental. Tiene 17 países interesados que lo apoyan. Estamos buscando una masa crítica de entre 25 y 30 países. Esos países de diferentes tipos de economías y regiones podrían, por ejemplo, hacer un plan conjunto para generar una demanda agregada de renovables; negociar con los países industrializados un acceso a capital y un precio justo; fijar un precio al petróleo durante la transición para hacer un acuerdo comercial de petróleo; acordar no expandir la frontera petrolera, pero garantizar ese precio de petróleo para tener los ingresos fiscales. Y presentarse al FMI con un marco macroeconómico conjunto que respalde las monedas para un acceso a capital estratégico. Es como una capacidad de negociación de las condiciones que te permitan una transición. RFI: Actualmente, ¿cuáles son los obstáculos que enfrentan los países del sur global para acelerar la transición energética para desarrollar buses y autos eléctricos? Susana Muhamad: Europa accede al capital al 2% o al 1%. Colombia accede a capital con tasas de intereses de entre 10% y 12%. RFI: Estamos a pocos días de las elecciones colombianas. Usted apoya al candidato de la coalición de izquierda, Iván Cepeda, ¿Cuál sería la prioridad del próximo mandatario en materia ambiental? Susana Muhamad: Yo creo que es acelerar la transición energética, o sea, el aumento de la participación de renovables en la matriz. Además, porque más de 60% de nuestra matriz energética es agua que también es vulnerable al cambio climático. El “súper Niño” [nota: que podría iniciar en junio] nos puede generar problemas de energía impresionantes. Entonces nosotros tenemos que generar resiliencia y soberanía energéticas con un proceso que llama Iván Cepeda, “revolución agraria”, que es un proceso de diversificación de la producción agrícola, de profundización de la reforma agraria y de generar las capacidades y los activos para un valor agregado en términos sostenibles de la agricultura en Colombia. RFI: ¿Teme algún tipo de injerencia de Estados Unidos en las elecciones Colombia? Susana Muhamad: Sí. Puede pasar sobre todo hacia la segunda vuelta. Por eso tenemos un empeño y -creemos que es una posibilidad real- de que ganemos en la en primera vuelta y estamos haciendo un esfuerzo grande para que así sea. Eso disminuye el riesgo de intervención. Pero sí tenemos intervención de alguna forma. Ya, por ejemplo, hay unas presiones totalmente indebidas del gobierno ecuatoriano, que es un gobierno servil al gobierno de Donald Trump, donde, por ejemplo, unilateralmente decidieron aumentar los aranceles a los productos colombianos en un 100% en plena época electoral. Aumentaron la tasa que le cobra Ecuador a Colombia por usar el oleoducto Esmeraldas para sacar el petróleo del Putumayo al Pacífico de 3 dólares por barril a 30 dólares por barril con la excusa del narcotráfico. Es la la misma narrativa de Donald Trump. Son ya presiones e injerencias. RFI: ¿Si gana Iván Cepeda, podría usted desempeñar algún cargo en su gobierno? Susana Muhamad: Es imposible de responder ahora. Si gana, el presidente tendrá que definir su equipo. Lo que te  puedo decir es que estoy coordinando la campaña en Bogotá y estoy obviamente ayudando al equipo programático a recoger muchos de los aprendizajes del primer gobierno del presidente Gustavo Petro del que fui parte. Y seguiremos trabajando por este proceso político progresista en Colombia. RFI: En el plano más personal, antes de involucrarse en la política, usted trabajó varios años en la petrolera en Shell. ¿Cómo nació luego su compromiso político?  Susana Muhamad: Desde muy joven, mi pasión por el tema de sostenibilidad ambiental estaba muy presente. Me fascinaba buscar cómo podríamos vivir sin destruir la naturaleza. Eso fue una pregunta que no fue solo intelectual, sino vital. Y esa pasión me llevó a mí a un viaje casi de nueve años fuera de Colombia y que incluyó 5 años de trabajo en la Shell. Fue casi que mi primer trabajo después de la universidad. En ese momento yo pensaba -porque esa era publicidad de esa empresa - que iban a contribuir a una transición energética, así se vendían. Entonces yo entré al programa de nuevos reclutas de la Shell. Entré a trabajar en la consultora de sostenibilidad de la empresa. Duraron dos años para encontrarme el trabajo. Mientras tanto, yo me fui a hacer una maestría en desarrollo sostenible en Sudáfrica. Viví en una ecoaldea, trabajé con mineros. Fui parte del movimiento antiglobalización. Estuve en Shell casi cinco años pero, cuando decidieron invertir el presupuesto de innovación en nuevas prácticas como fracking, entendí que todo era una ilusión. Cuando la unidad de la izquierda colombiana se generó, fundé un capítulo en Holanda del partido político. Y hacia el segundo congreso nacional del Polo democrático, vine a Bogotá y terminamos en el sector de Gustavo Petro. En estos nueve años fuera de Colombia, entendí que el tema del modelo de desarrollo hacia la sostenibilidad era un problema de poder y que eso se tenía que resolver desde la política.

Noticentro
CDMX será sede del Foro Urbano Mundial 2028

Noticentro

Play Episode Listen Later May 22, 2026 1:25 Transcription Available


Anuncian festival ambiental en Parque Yecahuitzotl Salud analiza prohibir colorante Rojo Número 3China endurece controles a químicos ligados al fentaniloMás información en nuestro podcast #grc

Noticentro
México y la UE renuevan tratado comercial

Noticentro

Play Episode Listen Later May 22, 2026 1:29 Transcription Available


Moody's mantiene calificación de Pemex Continúa abierta convocatoria ambiental en CDMXOMS eleva alerta por brote de ébola en RDCMás información en nuestro podcast#grc

Semana em África
Ébola na RDC e eleições em Cabo Verde dominam semana africana

Semana em África

Play Episode Listen Later May 22, 2026 11:26


A actualidade africana desta semana fica marcada pelo agravamento do surto de Ébola na República Democrática do Congo, pela mudança política em Cabo Verde após as legislativas, pela contestação ambiental em torno dos investimentos franceses em Moçambique e pela persistente crise energética em São Tomé e Príncipe. Em Angola, o Presidente João Lourenço rejeitou a proposta de pacto para a estabilidade apresentada pela UNITA, considerando não existir uma situação de crise política que o justifique.   As mortes suspeitas provocadas pelo Ébola na República Democrática do Congo ascendem já a 177, enquanto os casos identificados chegaram aos 750. O alerta foi lançado esta sexta-feira pelo director-geral da Organização Mundial da Saúde, que receia que a dimensão real da epidemia possa ser “muito maior”. Numa fase inicial, os sintomas febris confundem-se frequentemente com doenças comuns em África, como a malária, o que pode atrasar o diagnóstico e aumentar o risco de morte. Em Angola, depois do alerta sanitário, foram reforçados os procedimentos de vigilância epidemiológica. O chefe do Departamento de Higiene e Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde angolano, Eusébio Manuel, explicou as medidas adoptadas para prevenir a propagação da doença. "Um dos principais sintomas é febre. Muitas das vezes cruzamos nos nossos países, onde a malária é a primeira causa de morte e de doença, suspeitamos sempre como seja malária, mas depois os sintomas secundários vão aparecendo, dias depois. As pessoas apresentam sinais de febre e essa febre pode cruzar-se com astenia, dores musculares, mas são sinais-sintomas que vêm a posteriori. O sinal principal para reconhecimento é a febre. E depois vamos fazendo outros diagnósticos diferenciados. As hemorragias aparecem no quinto, sétimo dia, mas aí é onde ocorre o maior perigo, em que a pessoa esquece-se que está frente a uma doença altamente contagiosa como a doença hemorrágica. Mas nesta fase a pessoa já se envolveu com o doente. Por isso o contágio é muito frequente", referiu. Em Cabo Verde, os resultados provisórios das eleições legislativas apontam para uma vitória do PAICV, liderado por Francisco Carvalho. O partido da oposição conta, até ao momento, com 36 deputados eleitos, enquanto o MpD conquistou 32 assentos parlamentares e a UCID dois deputados. Faltam ainda atribuir dois mandatos, decisivos para determinar se o PAICV alcançará uma maioria relativa ou absoluta. Os resultados definitivos deverão ser conhecidos até 25 de Maio. As eleições ficaram igualmente marcadas por uma taxa de abstenção histórica de 53,3%, revelando que mais de metade dos eleitores não participou no acto eleitoral. A investigadora Roselma Évora considera que este elevado nível de abstenção reflecte o descontentamento da população cabo-verdiana em relação à classe política e às actuais lideranças. " Os cabo-verdianos valorizam profundamente a democracia, mas muitos sentem-se frustrados com a forma como ela funciona na prática. Existe a percepção de que o sistema político está demasiado fechado sobre os partidos e que as oportunidades não chegam de forma igual a todos os cidadãos. Apesar de termos uma Constituição moderna, muitas pessoas acreditam que apenas uma pequena elite ligada aos grandes partidos beneficia verdadeiramente do sistema democrático. Os dados mostram isso claramente: apenas 19% dos cabo-verdianos dizem estar satisfeitos com a democracia. E é legítimo perguntar quem são esses 19%. Na minha opinião, trata-se sobretudo das elites partidárias que têm controlado o poder ao longo dos anos. A elevada abstenção é, portanto, um sintoma antigo de descrença e desconfiança. Muitas pessoas deixaram de se rever nos políticos e nas lideranças actuais. Cabo Verde não está isolado desta tendência mundial de crise de liderança e de afastamento entre cidadãos e representantes políticos", sublinhou.  Na sequência da derrota eleitoral, a direcção nacional do MpD reúne-se esta sexta-feira para analisar os resultados e preparar a convenção extraordinária destinada à escolha do sucessor de Ulisses Correia e Silva. O antigo primeiro-ministro apresentou a demissão após dez anos à frente do Governo e do partido. Paulo Veiga e Orlando Dias já manifestaram publicamente a intenção de disputar a liderança do Movimento para a Democracia. Em Angola, o Presidente João Lourenço recebeu no Palácio Presidencial o líder da UNITA, Adalberto Costa Júnior, para discutir a proposta de pacto para a estabilidade nacional. O documento defendia, entre outros pontos, uma revisão constitucional, reformas políticas e uma amnistia para crimes económicos e financeiros. Depois de analisar a proposta, João Lourenço afirmou não haver fundamento para a sua aprovação, argumentando que pactos desta natureza apenas se justificam em contextos de crise política. Em Paris, na véspera das assembleias-gerais da petrolífera Total e dos bancos Crédit Agricole e Société Générale, a ONG francesa CCFD-Terre Solidaire e a organização moçambicana Justiça Ambiental alertaram para os impactos humanitários e ecológicos dos investimentos franceses em Moçambique. Daniel Ribeiro, da Justiça Ambiental, denunciou os efeitos do projecto liderado pela Total, classificando-o como uma “bomba climática” devido às consequências ambientais associadas à exploração de gás. Já em São Tomé e Príncipe, o agravamento da crise energética levou o chefe do Governo a reunir-se com trabalhadores da Empresa de Água e Electricidade (EMAE) para avaliar soluções urgentes. Apesar da aquisição de novos geradores, os problemas de abastecimento persistem. O sindicato dos trabalhadores da empresa aponta decisões políticas inadequadas como uma das principais causas da actual crise energética no país.

Resumo da Semana
Pedofilia na internet, pena para aumento de combustíveis, reajuste de professores, Código Floresta, fiscalização ambiental por satélite e mudanças no fundo partidário

Resumo da Semana

Play Episode Listen Later May 22, 2026


Convidado
Moçambique: ONGs denunciam violações e “bomba climática” antes da AG da TotalEnergies

Convidado

Play Episode Listen Later May 22, 2026 9:13


Intensificam-se os alertas das organizações da sociedade civil sobre as consequências dos investimentos das empresas francesas em Moçambique, numa altura em que se aproximam as assembleias gerais da  TotalEnergies, marcada para a próxima sexta-feira, 29 de Maio, em Paris, e da Société Générale também em agenda, quarta-feira 27 de Maio. A ong moçambicana Justiça Ambiental, em articulação com a francesa CCFD-Terre Solidaire, contestam a retoma do projecto da Total em Moçambique, que descrevem como um “desastre humano e ecológico”, apontando para os casos de violência armada, deslocações massivas e destruição ambiental associados à exploração de gás no norte de Moçambique. Em Paris, em entrevista à RFI, Daniel Ribeiro, coordenador técnico da ong moçambicana Justiça Ambiental, garantiu que a situação em Cabo Delgado “continua perigosa e a insurgência activa”, sublinhando que a narrativa de estabilidade promovida pelas empresas não corresponde à realidade vivida pelas comunidades locais. Segundo o activista, há relatos de pescadores impedidos de aceder ao mar e de camponeses que enfrentam restrições no uso da terra, num contexto em que a militarização do território se intensificou em torno das infra-estruturas do projecto da Total. A contestação não se limita ao plano humanitário. A Justiça Ambiental alerta que a TotalEnergie está a transformar os locais da Mozambique LNG num enclave industrial altamente securizado, isolado das populações locais e protegido por forças militares. Modelo que contribuí para agravar os riscos, ao concentrar a segurança na protecção das infra-estruturas energéticas e não das comunidades. O Mozambique LNG assenta numa das maiores reservas de gás do mundo, estimadas em cerca de cinco biliões de metros cúbicos de gás, prevê até 55 poços de extracção em águas profundas a mais de dois quilómetros de profundidade e um complexo industrial de cerca de 7.000 hectares na costa de Cabo Delgado. O projecto é apresentado pela empresa como um dos maiores projectos energéticos alguma vez realizados em África. As organizações da sociedade civil, no terreno, contestam e sublinham que não se traduz em desenvolvimento local. Daniel Ribeiro fala numa arquitectura económica desigual: “Só temos a extracção e é onde há menos valor”, referindo-se ao facto de Moçambique não controlar as fases de processamento, transporte ou comercialização do gás. Na sua visão, este modelo perpetua uma lógica de exportação de matérias-primas sem industrialização interna, resultando em fraca retenção de riqueza e elevada vulnerabilidade externa. A ong's contrariam a empresa francesa, asseguram que o projecto não trará benefícios para a população moçambicana, na medida em que os benefícios económicos da Mozambique LNG serão essencialmente captados pela Total e pelos seus accionistas, além de que o gás não será consumido localmente, mas vendido em todo mundo. O coordenador técnico da ong moçambicana Justiça Ambiental lembrou, igualmente, os múltiplos escândalos de violações de direitos humanos e acusações de abusos cometidos no contexto da securização da área de Afungi. A organização refere a existência de investigações em curso em França sobre o ataque de Palma e alegações de tortura associadas ao perímetro do projecto, defendendo que estas devem ser esclarecidas antes de qualquer expansão do investimento: “É muito importante essas investigações serem feitas antes de qualquer avanço”. No plano climático, o Mozambique LNG é descrito como uma “bomba climática”, com emissões de grande escala associadas à liquefacção e exportação de gás natural. Para os activistas, trata-se de um projecto incompatível com os compromissos globais de redução de emissões, num país que, apesar de ter uma contribuição marginal para a crise climática, é altamente vulnerável aos seus efeitos. O gás é essencialmente composto de metano, um gás com efeito de estufa 84 vezes mais potente que o CO2 num período de 20 anos. Ao longo de toda a cadeia de fornecimento do gás, desde a extracção até ao consumo, há sempre fugas de metano. No caso de Moçambique, o gás, uma vez extraído dos poços, deve ser liquefeito a baixas temperaturas, armazenado e transportado por barco para ser novamente regaseificado e integrado na rede convencional. Um processo que multiplica as fugas, em cada uma das etapas, além de ser uma processo que prevê um consumo intensivo de energia. A assembleia geral da TotalEnergies está marcada para a próxima sexta-feira, 29 de Maio, em Paris. Uma primeira desde o anúncio de retoma do projecto, 26 de Janeiro de 2026, estratégico para a empresa francesa. O encontro pode servir para reforçar a aliança entre Total e a Société Générale, uma vez que o director geral deste banco francês, Slawomir Krupa, surge ligada a uma possível integração no conselho de administração da petrolífera, reforçando a proximidade de uma “aliança” que as ong's qualificam de “tóxica” que ignora os custos humanos e ambientais no terreno. De acordo com o World Risk Index de 2025, Moçambique é o país africano mais vulnerável às alterações climáticas e encontra-se em sétima posição do ranking mundial.    

Janett Arceo y La Mujer Actual
Alberto Rojas Rueda. "Campaña: Gol por el Ambiente”  

Janett Arceo y La Mujer Actual

Play Episode Listen Later May 21, 2026 73:53 Transcription Available


¡¡Nuevo Podcast!!-Alberto Rojas Rueda. Subprocurador de Prevención Ambiental de la PROFEPA…  “Campaña: Gol por el Ambiente”      -Macedonia y  Alejandra Ávalos…  “Amantes en Concierto. Nuestras historias de amor”    -Dr. Francisco Moreno…   “Ébola”      - A los niños ya no los hacen como antes… Dr. Jaime Edelson:  “Lo Cortez no quita lo Cuauhtémoc”

Noticias del día en Colombia - BLU Radio
Alertas por posible fenómeno de El Niño, inseguridad y emergencia ambiental en Colombia

Noticias del día en Colombia - BLU Radio

Play Episode Listen Later May 19, 2026 17:54


El Gobierno anunció medidas para evitar riesgos de apagones ante la posible llegada del fenómeno de El Niño en 2026. También crecieron las alertas por la venta ilegal de productos para adelgazar, un derrame de hidrocarburos en Barrancabermeja y varios hechos de inseguridad en Bogotá, Pereira y Medellín. Mientras tanto, la industria manufacturera registró su mejor arranque de año en quince años.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticentro
Semarnat mantiene en evaluación proyecto “Perfect Day”

Noticentro

Play Episode Listen Later May 12, 2026 1:38 Transcription Available


Reconocen al “Árbol de la Vida” de Metepec con indicación geográficaOfrecen recompensa por médico investigado en SonoraEl río más largo de México es el Río Bravo Más información en nuestro podcast#grc

La Ventana
La Ventana a las 16h | 50 aniversario de El País, Becas Leonardo, La palabra del día y Fake news

La Ventana

Play Episode Listen Later May 7, 2026 48:48


Javier Cercas publica el libro "El periódico de la democracia. Una historia personal de El País", que conmemora los 50 años del diario. Pablo Gago, científico titular del Instituto de Diagnóstico Ambiental y Estudios del Agua, recibe la Beca Leonardo de Ciencias del Medio Ambiente. La palabra del día es "anatomía". Marc Amorós nos desmiente algunas fake news. 

Noticentro
CDMX recuperan 3 mil m² del Bosque de Chapultepec

Noticentro

Play Episode Listen Later May 1, 2026 1:26 Transcription Available


Sheinbaum supervisó el túnel Churubusco-Xochiaca  Argentina volverá a permitir el ingreso de periodistas a la Casa RosadaEl Día Internacional del Trabajo, fecha que recuerda la lucha de los derechos laboralesMás información en nuestro podcast#grc

El Mañanero Radio
El dilema de San Juan: ¿Progreso económico o desastre ambiental?

El Mañanero Radio

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 15:35 Transcription Available


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El Ritmo de la Mañana
Minería en Republica Dominicana: clave para el progreso o desafío ambiental

El Ritmo de la Mañana

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 9:55 Transcription Available


Janett Arceo y La Mujer Actual
Patricia Kelly… “Beneficios de la lectura en el adulto mayor”    

Janett Arceo y La Mujer Actual

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 77:17 Transcription Available


¡¡NUEVO PODCAST!!-Patricia Kelly… “Beneficios de la lectura en el adulto mayor”    -José Ángel González… “Feria Nacional de San Marcos”  -Lic. Mario Borghino… “Enseña a tus hijos a ser Líderes”-Joao Manuel Correa… “Contaminación Ambiental”  

El Ritmo de la Mañana
Conciencia Ambiental, El Desafío de Preservar los Recursos Naturales

El Ritmo de la Mañana

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 12:08 Transcription Available


Noticentro
Suspenden Contingencia Ambiental en ZMVM

Noticentro

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 1:17 Transcription Available


Mañana opera Hoy No Circula normalPiden reducir emisiones ante calor extremoConsulta la calidad del aire en tiempo real en la app AIREMás información en nuestro Podcast#grc

The Shift
Ela domina o playbook da inovação sustentável

The Shift

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 51:25


A disrupção criadora pode criar novos negócios bilionários até para empresas centenárias. Carolina Alcoforado, diretora-executiva de gestão e novos negócios da Melhoramentos, usou um playbook de inovação sustentável para projetar a Biona, a nova empresa do grupo Melhoramentos que transforma fibra de eucalipto em um biomaterial renovável, inédito, para embalagens, um mercado que movimenta bilhões de reais anualmente no país. Links do episódio A página do LinkedIn de Carolina Alcoforado O site da Biona, empresa do grupo Melhoramentos O livro "Prisioneiros da geografia: 10 mapas que explicam tudo o que você precisa saber sobre política global", de Tim Marshall, traduzido por Maria Luiza X. de A. Borges O livro "Impacto positivo (Net Positive): Como empresas corajosas prosperam dando mais do que tiram", de Paul Polman e Andrew Winston, traduzido por Alves Calado O filme "Devoradores de Estrelas (Hail Mary Project)", com Ryan Gosling, e direção de Phil Lord e Christopher Miller O livro "Devoradores de Estrelas", de Andy Weir, traduzido por Natalie Gerhardt O livro "Qual o Valor da Natureza?: uma Introdução à ética Ambiental", de Daniel Braga Lourenço A minissérie "Emergência Radioativa", da Netflix A The Shift é uma plataforma de conteúdo que descomplica os contextos da inovação disruptiva e da economia digital.Visite o site www.theshift.info e assine a newsletter

Noticentro
Se mantiene contingencia ambiental en el Valle de México

Noticentro

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 1:35 Transcription Available


Hoy No Circula aplica este domingo  Vehículos sin holograma de verificacición también tienen restricción total de circulaciónAutoridades piden reducir uso de aerosoles y combustibles ante contingenciaMás información en nuestro podcast#grc

Noticentro
Sigue Contingencia Ambiental en ZMVM

Noticentro

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 1:12 Transcription Available


Piden reducir emisiones en casaEvita salir entre 1 y 7 de la tardeCAMe actualizará contingencia esta nocheMás información en nuestro Podcast#grc

Noticentro
Se mantiene contingencia ambiental en el Valle de México

Noticentro

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 1:11 Transcription Available


Continúan restricciones vehiculares este domingoAutoridades emiten recomendaciones ante contingencia ambientalMás información en nuestro Podcast#grc

Noticentro
Este domingo aplica el Hoy No Circula

Noticentro

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 1:00 Transcription Available


Se activó la Fase 1 de Contingencia Ambiental en ZMVMAutoridades emiten medidas ante altos niveles de contaminaciónMás información en nuestro Podcast#grc

Noticentro
Volcadura de pipa con amoníaco deja al menos 29 intoxicados

Noticentro

Play Episode Listen Later Apr 19, 2026 1:23 Transcription Available


Hallan sin vida a defensor ambiental en Michoacán Prisión preventiva a presunto feminicida de Edith GuadalupeMás información en nuestro Podcast#grc

Negras
Tras la búsqueda de justicia ambiental

Negras

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 54:48


En NEGRAS, conversamos con la científica ambiental afropuertorriqueña Anaís Delilah Roque Antonetty sobre la búsqueda de justicia ambiental.Mujeres afrodescendientes conversan sobre proyectos, académicos y comunitarios, relacionados a la negritud y la racialización en Puerto Rico. Aprende de los saberes de mujeres afrodescendientes y desaprende mitos que, históricamente, han degradado a las personas visiblemente negras en la nación puertorriqueña. Una producción de Colectivo Ilé ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ https://www.colectivoile.org/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ para Radio Universidad de Puerto Rico. Viernes 3:00 pm a través del 89.7 FM en San Juan, el 88.3 FM en Mayagüez

Colunistas Eldorado Estadão
AgroConsciente: Brasil consegue responder ao mundo sobre segurança ambiental no Agro?

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 4:37


José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

El Noti
EP 693: Plan B en vilo por el PT, Culpan a barco por desastre ambiental en Tabasco y Tras asesinato de maestras en Michoacán, anuncian plan de salud mental

El Noti

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 21:01


* Plan B en vilo por el PT* Culpan a barco por desastre ambiental en Tabasco* Tras asesinato de maestras en Michoacán, anuncian plan de salud mental