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El cantante portugués António Zambujo y el guitarrista brasileño Yamandu Costa firman a dúo 'Prenda minha' del que escuchamos la canción que da título al disco, 'Nervos de aço', 'Valsinha', 'Gente humilde', 'Recuerdos de Ypacaraí' y 'Tristeza do Jeca'. Conexión luso-brasileña también con Carminho cantando a Jobim ('A felicidade', Luiza', 'Falando de amor', 'Modinha'), 'Saudades do Brasil em Portugal' y 'As pedras da minha rua'. Y más portugueses: los añorados Carlos do Carmo y Bernardo Sassetti, piano y voz', con 'Lisboa que amanhece', 'Foi por ela' y 'Retrato'.Escuchar audio
Se cumplen 50 años de la Revolución de los Claveles que acabó con una dictadura de medio siglo en Portugal. La celebramos con María Bethânia ('Sonhei que estava em Portugal'), Carlos do Carmo y Bernardo Sassetti ('Lisboa que amanhece'), Chico Buarque ('Tanto mar'), Eugenia Melo e Castro con Wagner Tiso ('Tanto mar'), Chico Buarque y Carlos do Carmo ('Fado tropical'), Zelia Duncan con Marco Pereira ('Fado tropical'), Georges Moustaki ('Portugal'), José Afonso ('Grândola Vila Morena', 'Senhor arcanjo', 'Cantigas do maio'), Os tubaroes ('Venham mais cinco'), Madredeus ('Maio maduro maio') y Mário Laginha y Bernardo Sassetti ('Grândola Vila Morena'). Escuchar audio
Edição de 06 de Dezembro 2023
We look at the music we love not only as source of sonic delight, but also as a metaphor of how societies could work, in harmony and respect regardless of place of origin and without boundaries, to create something higher than themselves. So this week we focus on music that may provide either hope or relief at a time when another war has erupted. The playlist features Timmy Thomas; Gilad Atzmon; Michael Moore, Jewels and Binoculars; Gerald Clayton; Charles Lloyd; Will Holshouser, Bernardo Sassetti; Horace Silver; Brad Mehldau, Pat Metheny; John McLaughlin. Detailed playlist at https://spinitron.com/m/playlist/view/18027811 (up to "Gaza City").
El pianista y compositor portugués Julio Resende ha grabado con su proyecto de Fado y Jazz 'Sons of Revolution', disco inspirado por la revolución de los claveles, que se publicará el 13 de octubre y del que tenemos como adelanto los temas 'Portugal celebrates with red flowers', 'Mr. Fado goes to Africa', 'Mano a mano - Now we are brothers', 'Anagrama - The retornados love two lands' y 'A casa dela' -con la voz de Salvador Sobral-. Del fadista Camané escuchamos 'Sei de um rio', 'Ai Margarida', 'Lembra-te sempre de mim' y 'A luz de Lisboa' y, de Carlos do Carmo con el pianista Bernardo Sassetti, 'Lisboa que amanhece', 'Foi por ela', 'Avec le temps' y 'Cantigas do maio'. Escuchar audio
Amanhã, às 19:30, actua o Quarteto de Cordas de Matosinhos.Também amanhã, às 21h, prossegue o festival Outono em Jazz com uma homenagem justa ao legado musical de Bernardo Sassetti, ainda com actuação do guitarrista, compositor e improvisador Mané Fernandes. Sexta-feira, às 21h, terá lugar “Sinfonia Monumental”, um concerto da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, com direcção musical do aclamado maestro Christian Zacharias. Estas e outras sugestões na Música da Casa desta semana. locução: Sónia Borges · produção e sonoplastia: Miguel Sousa
Do Tango a Piazzolla, passando por uma peça de jazz de Mário Laginha e pela obra de Bernardo Sassetti, os pianistas portugueses Mário Laginha e Pedro Burmester partilharam o palco do espaço Pierre Cardin, na abertura da 51ª edição do festival de Outono, em Paris. Neste concerto, os pianistas convidaram o público a juntarem-se a eles numa viagem musical cheia de lembranças, cumplicidades, mas também tristezas, numa homenagem ao amigo, pianista e compositor Bernardo Sassetti. Uma viagem aos 40 anos de palcos partilhados entre os três pianistas. O Bernardo Sassetti foi "uma estrela cadente da música portuguesa, que se apagou em 2012. Mário Laginha contou-nos como nasceu este repertório. "A primeira vez que tocámos o Piazzolla foi em Buenos Aires", recorda Pedro Burmester. "Tínhamos um convite para ir tocar ao Uruguai e Buenos Aires", completa Mário Laginha. O público reagiu muito bem e "achei fantástico porque aquela música está-lhes no sangue e essa interpretação nasceu aí". O concerto terminou com o Bolero de Maurice Ravel. "O arranjo é do próprio Ravel, que escreveu esta versão para dois pianos e está incrivelmente bem escrita", lembra Mário Laginha. "Esta versão a dois pianos tem um quê de irónico porque o Bolero é a mesma melodia repetida não sei quantas vezes. Na versão para orquestra o que ele faz é um tratado de orquestração, ele percorre os naipes todos da orquestra e o mesmo tema vai vestindo timbres e cores diferentes, para além do grande crescendo que acompanha a obra desde o início ao fim. Fazê-lo em piano é, à partida, quase disparatado", explica Pedro Burmester. "Há peças que são extrovertidas e mais comunicadoras do que outras. Algumas são mais introvertidas, que nos emocionam e nos dá prazer tocar", lembra Mário Laginha. E há há peças que "têm uma complexidade tal ou uma tal densidade que são várias as camadas de coisas que acontecem, que se sentem ou de coisas que falam as obras. Catalogá-las com um só adjectivo é difícil", completa Pedro Burmester. "Quando ouço música não penso ou dito de outra forma penso com música. É muito difícil passar a música para palavras ou a música está onde a palavra acaba. Ouvir música implica quase não pensar e só sentir. É o que eu faço quando estou a ouvir e quando estou a tocar também. Idealmente o pensamento foi feito antes, foi estruturado, trabalhado, composto. No momento de transmitir, de passar para lá, de passar para o público. Se penso muito a coisa corre mal", confessou Pedro Burmester. "Há concertos em que se tem noção de tudo o que está a acontecer, de um ruído mínimo que acontece e que incomoda, ter consciência de nós próprios, de um erro ou outro que acontece e se formos por esse caminho é sempre mais difícil de dominar. Quando se vai no caminho mais do sentir, da emoção assente no pensamento que já antes foi trabalhado são os ideais", explica Pedro Burmester. "Quando ouço o Pedro tocar sinto felicidade porque sabe muito bem tocar bem. A interpretação tem um espaço imenso para a criatividade, ao contrário do que muita gente pensa. Uma das coisas que o Pedro tem e sempre me fascinou é que ele não cristaliza uma interpretação, uma forma de tocar. É comum ouvir a mesma peça com interpretações que não são iguais e isso torna a música tão viva e eu adoro isso, mas depois não penso muito também", responde Mário Laginha. "A vantagem dos criadores, dos escritores, dos pintores, dos compositores é que eles vão, mas a obra fica. Quando a obra é boa, a obra fica mesmo e eles não morrem. Continuamos e continuaremos por mais 500 anos a ouvir Bach, por exemplo, essas pessoas são imortais. O Bernardo vai conquistando aos poucos na medida em que nós vamos contribuindo e ajudando para isso vai conquistando aos poucos a imortalidade. Um dos combustíveis que nos faz continuar é pensar que a maior parte das pessoas que estão a assistir aos nossos concertos, aos do Mário, aos meus ou aos nossos estão muitas vezes a ouvir aquelas obras pela primeira vez, mesmo num repertório - que é o meu caso - mais clássico pensamos que as pessoas conhecem e não conhecem. A sensação de que estamos a passar a música que nunca a ouviram é um privilégio", concluiu Pedro Burmester.
Aníbal Zola ― Quem sai aos seus, 2022. Sopa de Pedra ― Do claro ao breu, 2022. Trovante ― Sepes, 1986. Bernardo Sassetti ― Culturgest 2007, 2022. Madalena Gamalho ― Invento, 2022. Edição nº 376, de 6 de agosto de 2022
Con Bill Frissel, Bernardo Sassetti y Jordi Bonell & Dani Pérez. Los terceros jueves de cada mes son para los "Monográficos de Ahora Jazz". Así y a propósito de efemérides (10º aniversario del fallecimiento de Bernardo Sassetti) recuperamos algunas de sus grabaciones tanto como sideman como como líder. Con Javier del Barco.
Con Louis Armstrong, Sergio Pereira, Suzan Veneman, Aaron Goldberg, Jordi Bonell & Dani Pérez y Rai Ferrer entre otros. "Miércoles de actualidad, novedades y noticias" que nos sirve para, en tiempo de novedades discográficas, presentar discos a cargo del guitarrista Sergio Pereira y la trompetista Suzane Veneman. El del primero, "Finesse", protagoniza nuestro tiempo de estrenos de factura estatal. Sedajazz Records lo pone en circulación como novedad en este primer semestre. El segundo, "Migrations of the MInd" para Zennez Rc, ocupa nuestro tiempo de novedades internacionales. Debut discográfico en formación de sexteto de la trompetista y compositora Suzan Veneman. Recuperamos música grabada por Aaron Goldberg inspirada en el piano de Bernardo Sassetti. El propio A.Goldberg se inspiró en él y en su trío junto a Carlos Barretto y Alex Frazao para grabar un mismo tema, "Time for love", junto a Reuben Rodgers y Eric Harland. Tiempo también para la actualidad y notas de agenda y para, como siempre, nuestros obligados de la semana: "Ay Calixta" de Jordi Bonell y Dani Pérez es nuestro "Favorito" de la semana y "Moon River" de Henry Macini y Johnny Mercer, en grabación del contrabajista catalán Rai Ferrer, el "Estándar". Con Javier del Barco.
O pianista português Bernardo Sassetti morreu faz hoje 10 anos.
Con Herbie Hancock, y Guillermo McGill/Javier Colina/Bernardo Sassetti Trio. Especial Vol.2 "International Jazz Day en Ahora Jazz". 2ª y última entrega de nuestros especiales dedicados a conmemorar el "International Jazz Day" que desde 2012 se celebra cada 30 de abril en todo el mundo a partir de la proclamación de UNESCO en Noviembre de 2011. No encontramos mejor manera que celebrarlo recuperando una noche de jazz "en directo", aprovechando además nuestro contenido natural de cada último jueves de mes, nuestro particular "Club de Jazz": espacio temático desde donde presentar conciertos y sesiones en vivo celebrados en escenarios de todo el mundo (clubes, teatros, festivales, etc..) para, a falta de uno, convertir al menos una de las noches y sesiones mensuales de Ahora Jazz en nuestro particular club de jazz en Extremadura. En esta ocasión recuperamos una grabación única con la que cerrar por todo lo alto y con broche de oro este mes de celebraciones. Presentamos parte de la noche de concierto que Bernardo Sassetti, Javier Colina y Guillermo McGill ofrecieron a nombre de éste último en Sant Boi de Llobregat en 2007. Grabación inédita, no publicada y que ve la luz por primera vez a la gran audiencia por gentileza del propio Guillermo McGill. Contenido artístico único y de altísimos vuelos con el que recordar especialmente el legado artístico de uno de los jazzistas lusos referentes no sólo de nuestro país vecino sino del jazz internacional de los últimos 30 años, el pianista Bernardo Sassetti, presente en la carrera y desarrollo discográfico y musical del propio Guillermo McGill fallecido ahora diez años. Gracias Guillermo, en Ahora Jazz estamos convencidos que la audiencia lo celebrará ¡tanto como nosotros! Con Javier del Barco.
"Abertura" Bernardo Sassetti Trio: Culturgest 2007 (Clean Feed, 2022) Bernardo Sassetti, Carlos Barretto, Alexandre Frazão. El tema es una composición de Bernardo Sassetti. El diez de mayo de 2012 fallecía sin llegar a cumplir 42 años, el pianista portugués Bernardo Sassetti. En 2022 Clean Feed publica Culturgest, 2007, una grabación inédita en directo del trío del pianista portugués, que pasa por derecho propio a la lista de las mejores grabaciones del músico luso. © Pachi Tapiz, 2022 En anteriores episodios de JazzX5/HDO/LODLMA/Maltidos Jazztardos/Tomajazz Remembers… https://www.tomajazz.com/web/?p=45331 Más información sobre Bernardo Sassetti En homenaje a Bernardo Sassetti por Alejandro Cifuentes https://www.tomajazz.com/web/?s=bernardo+sassetti&submit=Search Más información sobre JazzX5 JazzX5 es un minipodcast de HDO de la Factoría Tomajazz presentado, editado y producido por Pachi Tapiz. JazzX5 comenzó su andadura el 24 de junio de 2019. Todas las entregas de JazzX5 están disponibles en https://www.tomajazz.com/web/?cat=23120 / https://www.ivoox.com/jazzx5_bk_list_642835_1.html. Las sugerencias, quejas, felicitaciones, opiniones y el contacto en general en jazzx5 @ tomajazz.com También por WhatsApp en el teléfono de contacto. JazzX5 y los podcast de Tomajazz en Telegram En Tomajazz hemos abierto un canal de Telegram para que estés al tanto, al instante, de los nuevos podcast. Puedes suscribirte en https://t.me/TomajazzPodcast. Pachi Tapiz en Tomajazz https://www.tomajazz.com/web/?cat=17847
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | Domingo VIII do Tempo Comum C | Hospital de Santa Marta, Lisboa, 26 de Fevereiro de 2022. Ben-Sirá 27,5-8 (gr. 4-7); 1 Coríntios 15,54-58 e Lucas 6,39-45. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | semana VII do Tempo Comum – Sexta | Lisboa, 25 de Fevereiro de 2022. Tiago 5,9-12 e Marcos 10,1-12. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | semana VII do Tempo Comum – Quinta | Lisboa, 24 de Fevereiro de 2022. Tiago 5,1-6 e Marcos 9,41-50. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | cadeira de Pedro | Lisboa, 22 de Fevereiro de 2022. 1 Pedro 5,1-4 e Mateus 16,13-19. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | semana VII do Tempo Comum – Segunda | Lisboa, 21 de Fevereiro de 2022. Tiago 3,13-18 e Marcos 9,14-29. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | Domingo VII do Tempo Comum C | Hospital de Santa Marta, Lisboa, 19 de Fevereiro de 2022. 1 Samuel 26,2-23; 1 Coríntios 15,45-49 e Lucas 6,27-38 Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | semana I do Tempo Comum – Dia | Lisboa, xx de Fevereiro de 2022. Tiago 2,14-26 e Marcos 8,34 – 9,1. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | semana VI do Tempo Comum – Quinta | Lisboa, 17 de Fevereiro de 2022. Tiago 2,1-9 e Marcos 8,27-33. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | semana IV do Tempo Comum – Quarta | Lisboa, 16 de Fevereiro de 2022. Tiago 1,19-27 e Marcos 8,22-26. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | Domingo VI do Tempo Comum C | Hospital de Santa Marta, Lisboa, 12 de Fevereiro de 2022. Jeremias 17,5-8; 1 Coríntios 15,12-20 e Lucas 6,17-26. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | Domingo V do Tempo Comum C | Hospital de Santa Marta, Lisboa, 5 de Fevereiro de 2022. Isaías 6,1-8; 1 Coríntios 15,1-11 e Lucas 5,1-11. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | semana IV do Tempo Comum – Terça | Lisboa, 1 de Fevereiro de 2022. 2 Samuel 18,9 – 19,3 e Marcos 5,21-43. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | semana IV do Tempo Comum – Segunda | Lisboa, 31 de Janeiro de 2022. 2 Samuel 15,13-14.30; 16,5-13 e Marcos 5, 1-20. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | Domingo IV do Tempo Comum C | Hospital de Santa Marta, Lisboa, 29 de Janeiro de 2022. Jeremias 1,4-19; 1 Coríntios 12,31 – 13,13 e Lucas 4,21-30. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | semana I do Tempo Comum – Dia | Lisboa, 28 de Janeiro de 2022. 2 Samuel 11,1-17 e Marcos 4,26-34. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | semana III do Tempo Comum – Segunda | Amadora, 24 de Janeiro de 2022. 2 Samuel 5,1-10 e Marcos 3,22-30. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | Domingo III do Tempo Comum C | Hospital de Santa Marta, Lisboa, 22 de Janeiro de 2022. Neemias 8,2-10; 1 Coríntios 12,12-30 e Lucas 1,1-4; 4,14-21. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | semana II do Tempo Comum – Quinta | Lisboa, 20 de Janeiro de 2022. 1 Samuel 18,6-9; 19,1-7 e Marcos 3,7-12. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | semana II do Tempo Comum – Quarta | Lisboa, 19 de Janeiro de 2022. 1 Samuel 17,32-51 e Marcos 3,1-6. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | Domingo II do Tempo Comum C | Hospital de Santa Marta, Lisboa, 15 de Janeiro de 2022. Isaías 62,1-5; 1 Coríntios 12,4-11 e João 2,1-11. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | semana I do Tempo Comum – Sexta | Lisboa, 14 de Janeiro de 2022. 1 Samuel 8,4-22 e Marcos 2,1-12. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | semana I do Tempo Comum – Quinta | Lisboa, 13 de Janeiro de 2022. 1 Samuel 4,1-11 e Marcos 1,40-45. Instagram © Mário Laginha e Bernardo Sassetti, Mário Laginha – Bernardo Sassetti (edição de autor, 2003) – Improviso Nº 3 © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro | e-mail
Dias depois da edição de "Toy", de David Bowie, voltámos a ouvir e comentar discos póstumos que merecem atenção: agora de Carlos Paião, Janis Joplin, Bernardo Sassetti, J. Dilla e Jackson C. Frank. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Con Tom Harrell, Cuarteto Fuerte, Sara Serpa, Cedar Walton, Guillermo McGill y Stan Getz entre otros. "Miércoles de actualidad, novedades y noticias" que nos sirve para, en nuestro capítulo de estrenos estatales, presentar el segundo disco del "Cuarteto Fuerte", proyecto del bajista sevillano Juan Miguel Martín que presentará mañana jueves en directo en el la Sala Turina de la capital hispalense dentro ciclo "Jazz & Club" de Assejazz. Sara serpa y su "Recognition" protagonizan nuestro espacio de novedades internacionales. Recuperamos música del proyecto "Eatern Rebellion" de Cedar Walton, concretamente temas de su segundo volumen y para cerrar, noticias apuntes de agenda y como cada miércoles, el Favorito y el Estándar de la semana. "Olha María", composición del sensacional pianista luso Bernardo Sassetti, uno de nuestros músicos de cabecera, es nuestro "Favorito". Lo escuchamos en grabación del baterista uruguayo Guillermo McGill. El "Estándar" es "Jumpin' with Symphony Sid", música de Lester Young que escuchamos a través de otro de los saxo tenores referentes de la historia del jazz: Stan Getz. Con Javier del Barco.
A 26 de Junho, seis pianistas, duas gerações celebraram a música de Bernardo Sassetti. A Mário Laginha, Pedro Burmester e João Paulo Esteves da Silva, juntaram-se Filipe Melo, Daniel Bernardes e João Pedro Coelho. As notas ecoaram no Centro de Artes de Belgais. Como é que os pianos chegaram a Escalos de Baixo? Para chegar ao Centro de Artes de Belgais é preciso percorrer 25 quilómetros, partindo de Castelo Branco, atravessar aldeias desertas, vislumbrar oliveiras e eucaliptos que nos conduzem à casa da pianista portuguesa Maria João Pires. Para além da curva da estrada, a casa não se vê, mas conseguimos imagina-la e as expectativas concretizam-se quando se avista a herdade de Belgais. Lá dentro, vinte anos de pormenores construídos com um cuidado, que é próprio à Maria João Pires. Com o tempo, ao lago de peixes vermelhos juntaram-se rãs e nenúfares. Quando não tem concertos internacionais, a grande intérprete de Chopin, Mozart, Beethoven trabalha em Belgais, recebe grupos de jovens pianistas para estágios. Como é que os pianos chegaram a Escalos de Baixo? Muitas pessoas não procuram conselhos, mas aprender a escutar, partilhar sensações, procuram um espaço de silêncio e de reflexão. "Este espaço é muito humilde, não temos meios, é um espaço extremamente humilde, mas a partir do momento em que continua verdadeiro e a servir o objectivo é isso que é importante", descreve Maria João Pires. "Esta é uma casa que construi há muitos anos, há mais de vinte anos. Comprei o terrenos há coisa de quarenta anos, quando ainda era uma ruína com muitas pedras romanas e fui construindo quando isto ainda era muito puro", recorda. O pianista Pedro Burmester assistiu ao nascimento de Belgais, "um espaço à imagem de Maria João Pires. Ela tem uma dimensão mundial como poucos artistas portugueses têm, tiveram ou terão". Para o pianista Filipe Melo Belgais "é uma espécie de céu dos pianistas. Este é um sítio perfeito. Neste momento estamos aqui a falar e está aqui um lago, uma brisa incrível e estamos a ouvir dois dos melhores pianistas do mundo a tocar aqui ao lado. Este sítio é como a cultura deveria funcionar, isto deveria ser o normal e não uma excepção". Um espaço onde a criatividade e a imaginação são mestres. "A música mais maravilhosa que existe em Portugal foi feita ou desenvolvida aqui", descreve a directora artística da Casa Bernardo Sassetti, Inês Laginha. João Paulo Esteves da Silva esteve em Belgais durante uns dias em Junho. Como diz o pianista esteve "num mundo melhor". É neste espaço que Maria João Pires oferece um ambiente propício à procura individual no que diz respeito à criação artística, desde a música até às artes plásticas." Se há sítio que impulsiona a arte e a música é este. É um sítio incontornável" para João Pedro Coelho.
Durante o mês de Junho, a Casa Bernardo Sassetti recordou a obra do pianista português com uma programação dedicada ao compositor. A 4 de Junho foi lançado o disco A Menina do Mar um recital que o pianista e a actriz Beatriz Batarda criaram para o conto de Sophia de Mello Breyner Andresen. "A única obra que o Bernardo Sassetti deixou pendente por editar", explicou a directora artística da Casa Bernardo Sassetti, Inês Laginha. Apesar das restrições sanitárias, no dia 24 de Junho, dia de aniversário de Sassetti, teve lugar um concerto em trio no Hot Clube, em Lisboa, "com os companheiros de longa data do Bernardo", como nos explicou João Paulo Esteves da Silva. A 12 de Junho, o Teatro Municipal São Luiz exibiu Maria do Mar, filme mudo de 1930 de Leitão de Barros, para o qual Bernardo Sassetti compôs música original. Ao São Luiz subiu também Salvador Sobral que interpretou temas de Sassetti. "Uma obra que não é catalogável", sublinha Filipe Melo A editora movimento patrimonial pela música portuguesa (MPMP) em colaboração com a Casa Bernardo Sassetti editou em 2017 o primeiro de quatro volumes de partituras de Bernardo Sassetti. O quarto e último volume foi lançado no dia 27 de Junho, o pianista João Pedro Coelho foi um dos autores destes livros de partituras. No sábado, 27 de Junho, Pedro Burmester, João Paulo Esteves da Silva, Filipe Melo, Daniel Bernardes, João Pedro Coelho e Mário Laginha subiram ao palco no Centro de Artes de Belgais. "A escolha do repertório não foi fácil", partilha Mário Laginha. Entre solos e duos e um encore a dez mãos, os pianistas souberam agarrar o público num concerto raro que juntou seis pianistas em palco para recordar Bernardo Sassetti.
A casa Bernardo Sasseti celebra o cinquentenário do nascimento do pianista e compositor, num evento que ganhou outra dimensão por acontecer no Centro para as Artes de Belgais. Belgais marcou a vida musical de Bernardo Sassetti, que gravou neste espaço criado pela pianista Maria João Pires dois dos albums mais icônicos Nocturno e Indigo, em 2002. Belgais abriu logo as portas a esta celebração como nos contou a directora da artística da casa Bernardo Sassetti, Inês Laginha. Em Palco, no sábado 26 de Junho, sob um céu limpo e estrelado estiveram duas gerações: Mário Laginha, Pedro Burmester e João Paulo Esteves da Silva, pianistas que mais trabalharam com Bernardo Sassetti. Da nova geração de pianistas portugueses fazem parte Daniel Bernardes, Filipe Melo e João Pedro Coelho, três dos autores dos quatro volumes de partituras do pianista e compositor português. Para celebrar os 50 anos (+1) do nascimento de Bernardo Sassetti estiveram reunidos seis pianistas: Mário Laginha, Daniel Bernardes, Filipe Melo, João Pedro Coelho, Pedro Burmester e João Paulo Esteves da Silva. Os seis pianistas que subiram pela primeira juntos ao palco. "Um momento raro", descreve João Paulo Esteves da Silva. O programa contemplou quinze temas de Sassetti, numa reunião de pianistas portugueses. João Pedro Coelho foi o único a não conhecer Bernardo Sassetti. Mário Laginha partilhou palcos e discos com Bernardo Sassetti. O pianista descreve um concerto "comovente entre amigos que se encontram num espaço mágico, em Belgais". Entre ensaios e música de Sassetti que ecoou durante toda tarde e noite em Belgais cruzámos Filipe Melo, que lembrou a força da natureza e uma influencia profunda de Bernardo Sassetti. Daniel Bernardes cresceu a ouvir Bernardo Sassetti, Mario Laginha, João Paulo Esteves da Silva com quem partilhou o palco numa sensação de naturalidade. "O Bernardo era uma pessoa fora do comum e desafiante no humor e ironia um ser disruptivo". Uma alma inquieta e desafiante, recorda Pedro Burmester Um concerto que juntou família e amigos para recordar e celebrar a vida de Bernardo Sassetti. Em Belgais, os seis pianistas subiram ao palco, ao ar livre com vento, pássaros e numa paz que nos transportou até ao mais intimo da delicadeza da obra do pianista, por vezes disruptivo, desafiante, exigente com um autêntico sentido de humor. "É por difícil de recordar Bernardo Sassetti porque ele poderia estar aqui", concluiPedro Burmester.
Carlos do Carmo ― Um homem na cidade, 1977. Carlos do Carmo ― Um homem no país, 1983. Carlos do Carmo e Bernardo Sassetti, 2010. Maria João Pires e Carlos do Carmo, 2012. Emissão nº 338, de 16 de janeiro de 2021
O Centro de Artes de Belgais adiou o concerto de homenagem de celebração dos 50 anos do pianista para o próximo ano. O converto 50 (+1) e o lançamento do quatro volume de partituras do pianista e compositor português foram adiados para dia 26 de Junho de 2021. A Casa Bernardo Sassetti lançou esta semana uma proposta nas redes sociais para celebrar o 50º aniversário do nascimento do pianista português Bernardo Sassetti. A editora MPMP e a Casa Bernardo Sassetti juntaram-se para editar partituras do pianista português. No ano passado foi lançado o primeiro álbum de inéditos intitulado "Solo". O primeiro disco póstumo com composições que o pianista gravou, em 2005, nos Açores. A directora- artística da Casa Bernardo Sassetti , Inês Laginha, defende a importante de haver um espólio do trabalho ainda não editado do pianista português.
Zé Pedro Gil, músico, canta, toca, faz negócios, cria marcas e tem 3 filhos. Demorou a mostrar-se ao público por trabalhar com grandes músicos. Fascinado pelo património lírico-poético de Zeca Afonso, canta as suas canções. Está a preparar um disco de originais e vai prestar homenagem ao Bernardo Sassetti no dia em que ele faria 50 anos.
Ahora Jazz desde casa. Con Sarah Vaughm, Joan Monné, Carme Canela, Dani Pérez, David Pastor, Joan Soler, Andreu Zaragoza, Toni Martín y Bernardo Sassetti entre otros. Cerramos el repaso iniciado el mes pasado por los centros que imparten estudios oficiales en Jazz en Portugal y España. Y es que como cada año llegadas estas fechas y a propósito del interés que despierta el acceso a estudios Superiores y/o Universitarios de Jazz entre los estudiantes y aficionados de nuestra región, realizamos un... canalextremadura.es
Ahora Jazz desde casa. Con Wynton Marsalis, "Le Dancing Pepa", Andrew Cyrille, Dado Moroni, Bernardo Sassetti y la "Lincoln Center Jazz Orchestra" con W.Marsalis entre otros. "Miércoles de actualidad, novedades y noticias" y con ruido de fondo (desde casa). Iniciamos mes acudiendo de nuevo a música del trompetista Wynton Marsalis, uno de los motores esenciales del jazz mundial de los últimos 35 años, con cada vez con mayor peso, calado e influencia a nivel social y político. Escribe y graba la... canalextremadura.es
...............BACK.TO.THE.SEA........................................... By Anatoly Brooks http://www.filefactory.com/file/u9sha2xemmt/BACKtoTheSea.mp3 01. Whitetree – Light on light 02. UNKLE – The piano echoes 03. Hu Zi & Wang Juan – 兩個人的旅行 04. Adam & Alma – Back to the sea 05. Clogs – Last song (feat. Matt Berninger) 06. Mojave 3 – You’re beautiful 07. Brian Beyke – Nine 08. VAST – One more day 09. Piana – Hydrangea 10. Jenifer Ávila – El tranvía 11. Arco – Eyes to see 12. Calla – Defenses down 13. The Land of Nod – Reality channel 14. Texas Pandaa – Blind 15. Villagers – The waves 16. Julia Holter – World 17. Bernardo Sassetti – Do silêncio/revelação 18. L. Pierre – Exits 19. Roy Harper – January man Total time - 1.18:07 A photo by A. Brooks Sultry voice of Radio Etiopia – Ana Ribeiro www.radioetiopia.com Phase 108.1: http://www.phase108.net/Show.aspx?podcastId=13 https://radiolisboa.pt/
Bernardo Sassetti Trio2 - Ascent Clean Feed | Sept 1, 2005 01. Do Silêncio / Revelação 5:02 02. El Testament d'Amelia (trad. catalão) 6:53 03. Ascent 3:30 04. De um instante a outro 8:20 05. Como quem diz 8:17 06. Reflexos, Mov. Contrário / Um dia, através do vidro Parte I – Parte II 11:30 07. Outro lugar 7:28 08. Naquele Tempo 2:03 09. (In)diferente 7:16 10. Da Noite / Ao Silêncio 6:14 Aj da Zupancic – Violoncello Jean-François Lezé – Vibrafone Bernardo Sassetti – Piano Carlos Barretto – Bass Alexandre Frazão – Drums
I Let a Song Go Out of My Heart-JAZZANIVERSARIO.-JO JONES-Our Man Papa Jo.JAZZACTUALIDAD.-GUILLERMO MCGILL-ES HORA DE CAMINAR PROG.Nº 579.- Dos horas para el análisis y repaso a la historia y actualidad que generan esta música americana . Todo en el tono que acostumbra este programa, en dos secciones JAZZ ANIVERSARIO y JAZZ ACTUALIDAD importantes novedades y diferentes canales de comunicación que se ofrecerán al oyente. STANDARD SEMANAL.- “I Let a Song Go Out of My Heart” JAZZ RECUERDO ANIVERSARIO. Título: Our man, Papa Jones! Músico: "Papa" Jo Jones Acompañantes: Jimmy Oliver Fecha de Grabación: 1982 Lugar de Grabación: New York Sello Discográfico: Denon Nº de temas: 8 Formato: CD Instrumento: Batería Estilo: Swing Nº de Serie: DN-282 Año de Edición: 1999 Duración: 41 Calificación: 4*/2 Comentario: Jo Jones fue uno de los grandes bateristas de la historia del Jazz. Participe en innumerables jam sessions, presente en multid de grabaciones, dominaba la bateria como pocos y era capaz de tocar cualquier cosa, y brillar en cualquier estilo. La bateria no tenía secretos para uno de los mejores de este instrumento en el jazz. Jonathan "Jo" Jones, (1911-1985), fue uno de los grandes "sideman" de la historia del jazz. Sólo basta echar un vistazo a su participación como baterista en mas de 1500 discos con un amplísimo abanico de músicos y cantantes para comprobarlo. Y solo tiene registrados a su nombre a penas una decena. Fue un músico capaz de adaptarse perfectamente tanto al estilo swing, cuando estuvo en la orquesta de Count Basie, como al movimiento conocido como bebop. Jo Jones, dominaba varios instrumentos además de saber bailar claqué y cantar. El tiempo en el que estuvo con Count Basie, tuvo la fortuna de aprender ritmo en una de las bandas con mejor sección rítmica de toda la era del swing. Jo Jones, estuvo con Basie mas de diez años y en ese tiempo "reinventó" la batería de jazz, dotando a ésta música de un instrumento que exploró todas sus posibilidades sonoras golpeándola con baquetas, mazas, escobillas o incluso con las manos desnudas. En los años cincuenta participó en el tour anual de la organización "Jazz at the Philarmonic" junto a los grandes de aquel año: Illinois Jacquet, Billie Holiday, Teddy Wilson etc. En 1957 participa con el sexteto de Coleman Hawkins y Roy Eldridge en el Festival de jazz de Newport. En los años sesenta y setenta, Jo Jones acompaña a infinidad de músicos, graba en estudio de manera continuada y deja algunos discos a su nombre interesantes, en especial el titulado "The Drums" un doble Lp en el que habla de su propia historia, de sus músicos preferidos y de las posibilidades de la batería como instrumento. Falleció en la cresta de la ola en 1985 en New York. Nacido en Chicago, Illinois, se fue a vivir a Alabama, finalmente incorporándose en la banda de Walter Page, los Blue Devils en Oklahoma City a finales de los años 20 del siglo XX. A partir de 1933, este conjunto de músicos, formados por Jones, Page, en el bajo, y Freddie Green en la guitarra, se convirtió en el núcleo de las distintas bandas de Count Basie.2 Jones quedaría en la banda hasta 1948, para después seguir por su cuenta como codiciado músico de sesión, grabando en la década de los 50 con Illinois Jacquet, Billie Holiday, Teddy Wilson, Lester Young, Art Tatum, y Duke Ellington, además de volver a tocar con Basie en 1957 en el Festival de Jazz de Newport donde tocó con la orquestra de Basie y con el sexteto de Coleman Hawkins y Roy Eldridge.1 JAZZ ACTUALIDAD.- Esta semana tendremos Guillermo McGill Quintet con su album “ES HORA DE CAMINAR” “Es Hora de Caminar” (Clandestino Records, 2016), editado la pasada primavera del 2016. Una obra magna que debería ser escuchada con mimo y atención, el mismo con el que ha sido compuesto y grabado. Contiene latin jazz, combinado con flamenco y jazz de corte clásico. Una delicia en la que se acompaña de sus habituales Perico Sambeat (saxo alto y soprano), Javier Colina (contrabajo), en esta ocasión junto al pianista Marco Mezquida y el guitarrista flamenco Juan Diego Mateos. Músicos: Guillermo McGill (batería), Perico Sambeat (saxo alto, saxo soprano), Javier Colina (contrabajo), Juan Diego Mateos (guitarra), Marco Mezquida (piano). Músico invitado Barnabas Hangony (violoncello) Discográfica: Clandestino Distribuidora: Clandestino Año: 2016 Estilo: Jazz flamenco El baterista Guillermo McGill es una de las figuras más destacadas del jazz español, y toda una referencia en el jazz flamenco. A pesar de su trayectoria y de su autoridad profesional, y teniendo en cuenta que en esto de la crisis de la industria discográfica pinta bastos para todos, McGill se ha lanzado a la creación de su propia discográfica, a la que ha llamado Clandestino, y donde acaba de lanzar su último disco, y el primero de su sello, al que, significativamente, ha titulado ‘Es hora de caminar'. Las ocho canciones que componen el disco son un recorrido por los intereses musicales de este artista; ya que se enfrenta tanto a palos de flamenco (malagueña, colombiana), que le sirven para homenajear al guitarrista Ramón Montoya, como a piezas puramente jazzísticas, ya sean compuestas por él, como el tema que abre el disco y da título al disco; como por las versiones que realiza del ‘Lonely woman' de Ornette Coleman, del ‘First song' de Charlie Haden (el disco está dedicado a Bernardo Sassetti, Haden y Coleman, todo ellos fallecido el año pasado) y del ‘Olha Maria' de A.C. Jobim. Para sacar adelante este primer disco de su discográfica Guillermo McGill ha contado con algunos de los pesos pesados del jazz español, como son el saxofonista Perico Sambeat, el contrabajista Javier Colina y el joven pianista Marco Mezquida, que a priori podía pensarse que era la parte más ‘débil' del entramado. Sin embargo, el menorquín solventa su participación con nota muy alta. Con todos estos elementos el disco se antoja un trabajo serio, alejado de flamenquerías más o menos populistas, y que requiere un ejercicio de atención para poder apreciar todo lo que contiene este ‘Es hora de caminar'. Que el camino te sea propicio y crezca contigo.
List: Floating Points – Wires Jack Kerouac & Steve Allen – Charlie Parker Carlos Barreto, Bernardo Sassetti, Mário Barreiros & Perico Sambeat – Mira qui parla Joe Lovano & George […] O conteúdo Segundo Contentor #19 aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Debruçamo-nos sobre o filme de estreia de Marco Martins com a convidada Joana Martinho. Exploramos o filme, a questão de como retratar situações trágicas em cinema, e no fim mandamos bitaites sobre os índices de alienação em Lisboa e no Porto. Tema de Mundo Lego. Música final: "Interlúdio (Ontem)" de Bernardo Sassetti. A lista em que nos baseamos pode ser consultada aqui: http://www.tasteofcinema.com/2014/20-essential-films-for-an-introduction-to-portuguese-cinem
PROGRAMA Nº 248.- Trombonista Curtis Fuller grabaciones de Savoy en la década de 1950, al igual que los compañeros de sello de Hank Mobley, Milt Jackson, Harden Wilbur, Donald Byrd, y otros, fueron los prototipos en el desarrollo del hard bop. . La siguiente etapa vendría con el posterior trabajo de muchos de los mismos artistas de Blue Note, donde la técnica de grabación mejorada, una mayor atención a la escritura y la organización, y una política más generosa en lo que respecta a la preparación y tiempo de ensayo ayudó a llevar en el hard bop clásico era de los años 50 y principios de los 60. . El Jazz de Fuller ... Es magia, el prototipo del hard bop sigue siendo objeto de perfeccionamiento, pero es fácil disfrutar de la música en sus elementos esenciales: melodías elegantes, blues, terroso, pero sofisticado, el trabajo en solitario, y los tratamientos recientes de las normas. Para esta fecha de 1957, Fuller se unió a la suplicante urbana Tommy Flanagan (piano), el versátil Louis Hayes (batería), y George Tucker (bajo), cuyas zancadas, pero el estilo se parece a Paul Chambers sólida ". Unirse al trombonista en la primera línea es el relativamente desconocido jugador de alto Sonny Red, que tiene un limpio, el enfoque expresivo, melódico a la herencia de Charlie Parker que proporciona muchos de los mejores momentos de este CD. Si hay dudas sobre el CD, que sería el relevo largo (más de 13 minutos), que arrastra en el ritmo general. . Dicho esto, Rojo y puntos de Flanagan en solitario en el popurrí son excelentes, pero la atención del oyente se puede esperar a vagar por el momento en que el trombonista finalmente, los pasos para sus tres coros El trombonista, Curtis Fuller pertenece a esa generación de músicos posterior a la epoca dorada del trombón moderno de jazz que representaba, Jay Jay Johnson y Kai Winding fundamentalmente. Desde el principio de su carrera profesional, Curtís Fuller destacó por su originalidad, creatividad y también por dotar al trombón de jazz de la línea moderna de continuidad que le proporcionaron los dos músicos antes citados. En la segunda parte en Jazz en el Actualidad, tendremos un homenaje a BERNARDO SASSETTI con su disco MOTION
Olá novamente! Chegamos então ao 3º programa oficial de Blue Jazz, onde fizemos uma pequena homenagem ao falecido Bernardo Sassetti e onde apresentamos um Ex-vagabundo de nome “Seasick Steve”, um […] O conteúdo Blue Jazz – Episódio nº 3! aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Na ressaca de mais uma sequência de emissões em que tivemos a honra de encetar tão profícuas conversações com maravilhosos convidados, propomos Beatles e Lady Gaga, bandas com nomes caricatos e actores improváveis, uma dedicatória a Bernardo Sassetti e uns parabéns a Sónia Amorim. Da Weasel + Bernardo Sassetti — A Palavra – Tema Para […]
Recordamos a entrevista ao pianista Bernardo Sassetti. Com Inês Meneses
El pianista Bernardo Sassetti falleció el pasado 10 de mayo al caer por un acantilado. Una temprana y dolorosa muerte a los 41 años que marca esta edición de "Club de Jazz" del 16 de mayo de 2012 en la que conversamos con su amigo Guillermo McGill. El baterista y percusionista reflexiona además sobre muy diversos aspectos de la cultura en tiempos de crisis en su artículo "Tiempo de buscar, encontrar y discernir" (http://autoresdemusicaasociados.blogspot.com.es/2012/05/opinion-escribe-guillermo-mcguill.html). Charlamos también con tres músicos tras su actuación en Pamplona del pasado 11 de mayo (http://www.elclubdejazz.com/conciertos/albert_vila_moises_sanchez_trio_pamplona_05_2012.html): el guitarrista Albert Vila se une al trío del pianista Moisés P. Sánchez, que forma junto a Toño Miguel (contrabajo) y Borja Barrueta (batería); Barrueta compartió grabación con Bernardo Sassetti en el disco "Baladas" de Perico Sambeat. Toda la información y derechos: http://www.elclubdejazz.com
El pianista Bernardo Sassetti falleció el pasado 10 de mayo al caer por un acantilado. Una temprana y dolorosa muerte a los 41 años que marca esta edición de "Club de Jazz" del 16 de mayo de 2012 en la que conversamos con su amigo Guillermo McGill. El baterista y percusionista reflexiona además sobre muy diversos aspectos de la cultura en tiempos de crisis en su artículo "Tiempo de buscar, encontrar y discernir" (http://autoresdemusicaasociados.blogspot.com.es/2012/05/opinion-escribe-guillermo-mcguill.html). Charlamos también con tres músicos tras su actuación en Pamplona del pasado 11 de mayo (http://www.elclubdejazz.com/conciertos/albert_vila_moises_sanchez_trio_pamplona_05_2012.html): el guitarrista Albert Vila se une al trío del pianista Moisés P. Sánchez, que forma junto a Toño Miguel (contrabajo) y Borja Barrueta (batería); Barrueta compartió grabación con Bernardo Sassetti en el disco "Baladas" de Perico Sambeat. Toda la información y derechos: http://www.elclubdejazz.com