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Maria do Carmo de Carvalho Rebelo de Andrade es una de las grandes estrellas de la música portuguesa, pero su aparición en el último disco de Rosalía ha ampliado su proyección internacional. Elisa Muñoz le ha pedido algunas recomendaciones para comer en Lisboa y nos ha acabado hablando de la famosa tortilla de su tía Merche, que vive en Bilbao.
Pilar Molina y su hija Cris nos cuentan la historia de sus famosas tartas de queso y del furor que generan en Corea del Sur. Santi Rivas nos presenta a su amigo David Villalón (Angelita), y Elisa Muñoz nos lleva a Portugal con banda sonora de Carminho.
Aquesta setmana tanquem la 17a temporada del Mixtures a La Veu de Sant Joan i a la Xarxa i ho fem recuperant alguns dels temes que més ens han agradat durant aquests mesos. Escoltem la mauritana Noura Mint Seymali, Mavis Staples, el fado de Carminho, el debut de Zeca Veloso, a Wampi amb Cimafunk, David Walters amb Keziah Jones, el col·lectiu Nubiyan Twist, la gran Fatoumata Diawara, Jorge Drexler, Ngulmiya amb Pau Figueres, el highlife de Kay Slice i el balafon d'Aly Keita.
Carminho visita Cuerpos especiales para hablar con Nacho y Lala de su nuevo disco, de lo que significa el fado para ella y de cómo surgió su colaboración con Rosalía. La cantante habla también de su gira y de sus próximos conciertos en España.
Carminho visita Cuerpos especiales para hablar de su nuevo disco. Bertus pone notas a las apps para vender cosas de segunda mano (cuatro estrellitas morente), Juan Sanguino repasa la historia de Toy Story y en la sección A puro fomo se ponen dos planes sobre la mesa: ayudar a amigos con una mudanza o hacer un tour por la ciudad bailando.
O colectivo Rua das Pretas apresentou o álbum “Povo Brasileiro”, esta terça-feira, no Studio L'Hermitage, em Paris. “Se eu falo português, minha terra é aqui” canta-se na música “Cartão do Cidadão” e ouviu-se em Paris, no concerto de apresentação deste disco-manifesto. O trabalho é um encontro entre sonoridades e músicos de três continentes, uma viagem entre o Brasil, Cabo Verde e Portugal, que nos mergulha na ancestralidade que nos une, que traz à tona a História da escravatura e do colonialismo e que alerta contra a xenofobia nos tempos que correm. A RFI falou com Pierre Aderne, Ana Margarida Prado e Jenifer Soledad nesta escala musical do grupo em Paris. “Povo Brasileiro” foi concebido pelo músico Pierre Aderne a partir do livro “O Povo Brasileiro”, do antropólogo Darcy Ribeiro. O disco junta músicos do colectivo Rua das Pretas que Pierre Aderne criou há mais de dez anos em Lisboa, sendo o 13° disco de Pierre Aderne e o terceiro do colectivo. Aproveitámos o concerto no L'Hermitage para falar com o cantor, compositor e produtor que nasceu em França, é filho de um casal luso-brasileiro, e vive há vários anos em Portugal. A fadista portuguesa Ana Margarida Prado e a cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad também participaram na conversa que culminou com os três a cantarem “Se eu falo português, minha terra é aqui”, um verso da música “Cartão de Cidadão” e a linha de força do disco. “Todo o mundo é emigrante”, lembra Pierre Aderne que descreve o álbum como uma “lavagem espiritual de caravelas” que mergulha na “ancestralidade que nos une” e que traz “a História à tona”. Aqui, nas canções “Mãe Preta” e “Benguela”, por exemplo, recorda-se o tráfico de pessoas escravizadas e a resistência do povo quilombola. Este é também um álbum de festa colectiva e de união, simbolizadas pelo tema “Um Menino chamado Brasil”, em que ouvimos “Se sou de Angola eu sou Brasil, sou Cabo Verde eu sou Brasil, sou Moçambique eu sou Brasil, sou Portugal eu sou Brasil, sou da Guiné eu sou Brasil, sou São Tomé eu sou Brasil”. No fundo, o disco é “um encontro entre três continentes”, resume Ana Margarida Prado, a voz que se destaca no fado “Nossa terra é o mar” e em que se ouve “Portugal tu és feito de Brasil... Portugal tu és feito de Abril”. “Se eu falo português, minha terra é aqui” RFI: Como descrevem o disco “Povo Brasileiro”? Pierre Aderne, Músico: “No ‘Povo Brasileiro' a gente tenta contar, de forma litero-musical, a história da nossa criação enquanto povo, da chegada dos portugueses no Brasil, dos africanos cem anos mais tarde, dessa multiculturalidade que nos formou, dessa língua portuguesa que navegou por caravelas e foi-se misturando também com iorubá, com as linguagens bantu, kikongo, kimbundo, tupi-guarani. O álbum conta um pouco disso com essas canções, quer dizer, mostrando um pouco essa narrativa do que Darcy Ribeiro nos ensinou a partir do livro dele ‘O Povo Brasileiro'”. Quem foi Darcy Ribeiro e como é que ele se lê nas entrelinhas ou directamente no disco? “O Darcy Ribeiro foi um dos maiores educadores e antropólogos brasileiros contemporâneos, fundador da Universidade de Brasília, do sistema de ensino público mais estrutural que era um CIEPs [Centros Integrados de Educação Pública]. Darcy Ribeiro escreveu na casa de Maricá, no Rio de Janeiro, onde a gente gravou o álbum o livro ‘O Povo Brasileiro', que é mais ou menos aquilo que eu falei no início e que conta um pouquinho essa história. Eu comecei a compor as músicas há cinco anos, num momento difícil que o mundo vive da intolerância, do discurso de ódio, principalmente em Portugal, um país tão bonito e tão pequenino e que acabou também sendo vítima desse tipo de comportamento por parte dos políticos e depois pela população. Eu comecei a compor algumas canções e a primeira delas foi ‘Cartão de Cidadão', uma canção-manifesto, uma canção de intervenção, minha e do Moacyr Luz. Quando recebemos o convite da Prefeitura de Maricá para gravar o álbum, eu descobri que, na verdade, mesmo sem saber, a gente já estava fazendo uma banda sonora para o livro ‘O Povo Brasileiro' do Darcy. E dessa vez, regressando ao Brasil, nessa caravela com músicos de três continentes, o que seria isso, essa lavagem espiritual das caravelas? Olha como a gente é bonita misturada.” Quem são esses músicos a bordo da caravela? Temos aqui duas... “Bom, temos aqui a fantástica, fundamental, incontornável fadista portuguesa Ana Margarida Prado, uma fadista intelectual. O campo intelectual de Portugal, se tiver que escolher, vai escolher a Aldina Duarte e a Ana Margarida Prado. A gente colabora há muito tempo. Ela participou na génese da ‘Rua das Pretas' há mais de dez anos. Sempre flirtava, chegava no final dos concertos e eu convidei-a para se juntar a esta caravela. Aqui está também a incrível cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad, uma das vozes mais bonitas da música de Cabo Verde contemporânea e que eu tinha muita vontade de estar com com a Jenifer e de a trazer para este bando, junto com Nilson Dourado, que está hoje com a gente, Felipe Bastos, Rúben da Luz e Letícia Malvares. A Jenifer Soledad está fazendo hoje o que a Zulu, que é uma outra jovem cantora de Cabo Verde, também muito talentosa, fez no álbum.” Jenifer, o que é que o álbum tem de Cabo Verde? Jenifer Soledad, Cantora: “Quando se fala do povo brasileiro, automaticamente eu me reconheço ali porque os ritmos e a história também é um pouco da nossa história, nós fomos carregados nos navios. Acho que a mistura bonita deste trabalho vem de se reconhecer dentro deste álbum porque eu sinto o chorinho, eu sinto o samba que também em Cabo Verde existe, mas chamado de outra forma, como a coladeira que tem misturas com o samba, e tem alguns solos de instrumentos que me leva a Cabo Verde. E é muita saudade, como sempre, o povo cabo-verdiano é muita saudade. Culturalmente, sinto-me dentro deste álbum, faço - falando pelo meu povo fazemos - parte das mensagens que estão ali dentro.” Ana Margarida, em relação ao fado em que canta “Portugal tu és feito de Brasil ... Portugal, tu és feito de Abril”. Este fado é um cravo na lapela que soa a Brasil... Ana Margarida Prado, Fadista: “A primeira coisa que eu sinto que levo é a língua, a língua portuguesa que nós levámos para o Brasil. Eu como fadista e alem de fadista, sempre gostei muito destes encontros e é uma felicidade poder trazer o fado também para este encontro entre estes três continentes. A mensagem que eu acho importante está num tema que nós cantamos que é uma versão de um tema muito conhecido aqui em França, ‘Barco Negro', mas cantamos a versão original, a ‘Mãe Preta'. Para mim, foi muito importante dar voz a este lamento, a este grito, a esta lavagem das caravelas, como o Pierre fala, falar em temas como a escravatura e é bom ser uma portuguesa a dar voz a estes temas.” Pierre Aderne: “É um fado composto originalmente por dois brasileiros, Caco Velho e Piratini, e ganhou na ditadura [Estado Novo] uma nova letra porque foi censurada. A nova letra é belíssima também, de David Mourão-Ferreira, 'Barco Negro'. Quando alguém canta o 'Barco Negro' numa casa de fado de Alfama, Mouraria, passando pela Madragoa, também tem esse lamento. Quer dizer, como é que eu vou falar de uma coisa tão delicada e horrorosa e dolorida, não é? E ele achou as metáforas dele na letra do Barco Negro, que é extremamente bonita também. A versão original foi primeiro gravada por Maria da Conceição. Depois, Amália tornou esse fado realmente muito conhecido. Poucos brasileiros sabem que esse fado é um fado composto por brasileiros, assim como Amália também gravou ‘Lua Luar', que é um lamento sertanejo, assim como ela voltou do Rio de Janeiro e trouxe “Xu Xu”. Então, aquilo que a gente estava falando e respondendo à tua primeira pergunta, eu acho que esse álbum, de alguma forma, volta a colocar a bandeira atrás da língua. Quando a gente escuta uma música na rádio, a gente escuta primeiro a língua e depois a gente vai atrás da bandeira. Só que na música de língua portuguesa, acho que passamos demasiado tempo colocando a bandeira à frente da língua. Quer dizer, onde é que está esse limite? Onde é que somos limítrofes nessa relação de integração e interação? O que é meu? O que é teu? O que é cabo-verdiano, português e brasileiro? Na verdade, nós temos as patentes de tudo que a gente construiu.” Não há o risco de se despertarem velhos fantasmas do lusotropicalismo? De que forma é que este disco e as canções que vocês escolheram e criaram fazem uma certa reconciliação histórica perante aquilo que o opressor português fez durante séculos? “Eu não sei. Por exemplo, A gente teve a capa do Globo, teve também muitas críticas boas aqui na França em uma semana, com o próprio Le Monde, e curiosamente, em Portugal, em que a gente sempre teve uma visibilidade muito grande pelos programas na RTP, pelos coliseus, a gente teve apenas uma matéria em Portugal, apenas um jornalista resolveu falar desse tema, que foi o Nuno Pacheco, do Público.” O Público escreveu, em 2024, que o Pierre Aderne mudou a cena cultural de Lisboa com o projecto Rua das Pretas... “Agradeço. Mas, enfim, eu acho que realmente em Portugal, talvez este álbum não concilie neste momento, talvez seja uma pedra no sapato de muita gente, não é?” Mas o objectivo é conciliar? “Não. O objectivo é trazer a história à tona. Cada um vai procurar a sua forma de se conciliar com isso. Acho que a primeira forma, se eu fosse parte de algum partido de oposição em Portugal, era criar um museu do colonialismo, da escravatura. Ferreira Gullar dizia que a arte existe porque a vida por si só não basta. Então, todos os assuntos que são polémicos - eu já passei por isso tantas vezes nos últimos cinco anos em Portugal - eles não se resolvem nunca na prosa, mas eles se resolvem na poesia. Eu acho que é uma forma de a gente entregar para as pessoas um conteúdo que pode ser inconveniente para algumas pessoas, mas que certamente com essa multiculturalidade e essas melodias talvez faça com que as pessoas amaciem um pouco. Até porque quem deu escala para a língua portuguesa foi África, foi o Brasil. Eu compus a primeira música que deu nome ao primeiro álbum de António Zambujo lançado no Brasil e eu mostrei para um director de gravadora no Brasil da Sony Music e ele era português e falou para mim: ‘Ah, já sei, aquele fadista que não canta fado, não é?' Porquê? Porque era novo, porque se estava aproximando do Brasil, da sonoridade. E hoje a gente vê como é que esses artistas portugueses ganham escala. A Carminho canta Tom Jobim, o Zambujo canta Chico Buarque. Ou seja, é se apropriar do que é nosso, é a nossa ancestralidade que nos une.” Em “Um menino chamado Brasil” ouvimos: “Se sou de Angola, eu sou Brasil. Sou Cabo Verde, eu sou Brasil. Sou Moçambique, eu sou Brasil. Sou Portugal, eu sou Brasil. Sou da Guiné, eu sou Brasil. Sou São Tomé, eu sou Brasil” - É um manifesto de união, daí a minha pergunta de há pouco sobre se é uma tentativa de reconciliação e até de perdoar tudo aquilo que os portugueses fizeram... “Não. Eu acho que não tem perdão até porque não foi o povo português pobre como a minha família de Ourém que colonizou os seus ancestrais. Quem colonizou foram as oligarquias, as grandes famílias que estão também no Rio de Janeiro, na Bahia e em São Paulo. Quando uma babá preta empurra um carrinho de bebé de um branco, que trabalha sete dias por sete, quer dizer, eu acho que é transversal esse comportamento dessas oligarquias até hoje. Mas vale lembrar também que o grito de independência do Brasil foi dado por um português em 1822, ou seja, foi uma briga de família e Dom Pedro: 'independência ou morte'. Eu acho que não é isso. Você falou desse fado que é um fado na lapela, esse tema meu e do Moacyr Luz, ‘Nossa terra é o mar'. A primeira frase não é minha, é de um compositor do Império Serrano maravilhoso e ele mandou-me uma frase: ‘Em Portugal não fui jamais, embora de lá tenha vindo.' E eu emendei: ‘Graças aos meus ancestrais que mostraram a língua quando eu estava parindo'. É importante para nós, africanos, brasileiros e quem fez o teste de genoma como eu - que sou Magrebe também, 10 por cento africano do Norte - é importante que a gente saiba o que aconteceu. Cabo Verde não era sequer habitado e o crioulo nasceu pela imposição da língua portuguesa. É o seguinte: não busca reconciliar. Não é fácil essa história, mas é interessante a gente assimilar. Como os alemães fizeram com o Holocausto e eles morrem de vergonha do Holocausto. Você vai no Japão - eu tenho nove álbuns lançados no Japão - e eu vou lá e tem o Museu de Hiroshima e Nagasaki. Eles fazem também o mea culpa de algumas coisas. Ou seja, é importante a gente saber quando a gente errou.” Este álbum acaba por ser o “Cartão do Cidadão” dessa multiculturalidade tricontinental, entre aspas? “Vou ser sintético: ‘Vou falar mais uma vez: se eu falo português, minha terra é aqui.” Ana Margarida Prado: “Eu acho que também se celebra o encontro de tudo aquilo que se criou. Vamos passar uma mensagem do bom que nós juntos criámos.” Pierre Aderne: “O Atlântico é o Atlântico. Ele uniu e esmagou, mas é tão interessante sermos atlânticos. A gente vê o que acontece também nos Estados Unidos: os povos originários são realmente os grandes povos. Todo o mundo é emigrante.”
O colectivo Rua das Pretas apresentou o álbum “Povo Brasileiro”, esta terça-feira, no Studio L'Hermitage, em Paris. “Se eu falo português, minha terra é aqui” canta-se na música “Cartão do Cidadão” e ouviu-se em Paris, no concerto de apresentação deste disco-manifesto. O trabalho é um encontro entre sonoridades e músicos de três continentes, uma viagem entre o Brasil, Cabo Verde e Portugal, que nos mergulha na ancestralidade que nos une, que traz à tona a História da escravatura e do colonialismo e que alerta contra a xenofobia nos tempos que correm. A RFI falou com Pierre Aderne, Ana Margarida Prado e Jenifer Soledad nesta escala musical do grupo em Paris. “Povo Brasileiro” foi concebido pelo músico Pierre Aderne a partir do livro “O Povo Brasileiro”, do antropólogo Darcy Ribeiro. O disco junta músicos do colectivo Rua das Pretas que Pierre Aderne criou há mais de dez anos em Lisboa, sendo o 13° disco de Pierre Aderne e o terceiro do colectivo. Aproveitámos o concerto no L'Hermitage para falar com o cantor, compositor e produtor que nasceu em França, é filho de um casal luso-brasileiro, e vive há vários anos em Portugal. A fadista portuguesa Ana Margarida Prado e a cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad também participaram na conversa que culminou com os três a cantarem “Se eu falo português, minha terra é aqui”, um verso da música “Cartão de Cidadão” e a linha de força do disco. “Todo o mundo é emigrante”, lembra Pierre Aderne que descreve o álbum como uma “lavagem espiritual de caravelas” que mergulha na “ancestralidade que nos une” e que traz “a História à tona”. Aqui, nas canções “Mãe Preta” e “Benguela”, por exemplo, recorda-se o tráfico de pessoas escravizadas e a resistência do povo quilombola. Este é também um álbum de festa colectiva e de união, simbolizadas pelo tema “Um Menino chamado Brasil”, em que ouvimos “Se sou de Angola eu sou Brasil, sou Cabo Verde eu sou Brasil, sou Moçambique eu sou Brasil, sou Portugal eu sou Brasil, sou da Guiné eu sou Brasil, sou São Tomé eu sou Brasil”. No fundo, o disco é “um encontro entre três continentes”, resume Ana Margarida Prado, a voz que se destaca no fado “Nossa terra é o mar” e em que se ouve “Portugal tu és feito de Brasil... Portugal tu és feito de Abril”. “Se eu falo português, minha terra é aqui” RFI: Como descrevem o disco “Povo Brasileiro”? Pierre Aderne, Músico: “No ‘Povo Brasileiro' a gente tenta contar, de forma litero-musical, a história da nossa criação enquanto povo, da chegada dos portugueses no Brasil, dos africanos cem anos mais tarde, dessa multiculturalidade que nos formou, dessa língua portuguesa que navegou por caravelas e foi-se misturando também com iorubá, com as linguagens bantu, kikongo, kimbundo, tupi-guarani. O álbum conta um pouco disso com essas canções, quer dizer, mostrando um pouco essa narrativa do que Darcy Ribeiro nos ensinou a partir do livro dele ‘O Povo Brasileiro'”. Quem foi Darcy Ribeiro e como é que ele se lê nas entrelinhas ou directamente no disco? “O Darcy Ribeiro foi um dos maiores educadores e antropólogos brasileiros contemporâneos, fundador da Universidade de Brasília, do sistema de ensino público mais estrutural que era um CIEPs [Centros Integrados de Educação Pública]. Darcy Ribeiro escreveu na casa de Maricá, no Rio de Janeiro, onde a gente gravou o álbum o livro ‘O Povo Brasileiro', que é mais ou menos aquilo que eu falei no início e que conta um pouquinho essa história. Eu comecei a compor as músicas há cinco anos, num momento difícil que o mundo vive da intolerância, do discurso de ódio, principalmente em Portugal, um país tão bonito e tão pequenino e que acabou também sendo vítima desse tipo de comportamento por parte dos políticos e depois pela população. Eu comecei a compor algumas canções e a primeira delas foi ‘Cartão de Cidadão', uma canção-manifesto, uma canção de intervenção, minha e do Moacyr Luz. Quando recebemos o convite da Prefeitura de Maricá para gravar o álbum, eu descobri que, na verdade, mesmo sem saber, a gente já estava fazendo uma banda sonora para o livro ‘O Povo Brasileiro' do Darcy. E dessa vez, regressando ao Brasil, nessa caravela com músicos de três continentes, o que seria isso, essa lavagem espiritual das caravelas? Olha como a gente é bonita misturada.” Quem são esses músicos a bordo da caravela? Temos aqui duas... “Bom, temos aqui a fantástica, fundamental, incontornável fadista portuguesa Ana Margarida Prado, uma fadista intelectual. O campo intelectual de Portugal, se tiver que escolher, vai escolher a Aldina Duarte e a Ana Margarida Prado. A gente colabora há muito tempo. Ela participou na génese da ‘Rua das Pretas' há mais de dez anos. Sempre flirtava, chegava no final dos concertos e eu convidei-a para se juntar a esta caravela. Aqui está também a incrível cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad, uma das vozes mais bonitas da música de Cabo Verde contemporânea e que eu tinha muita vontade de estar com com a Jenifer e de a trazer para este bando, junto com Nilson Dourado, que está hoje com a gente, Felipe Bastos, Rúben da Luz e Letícia Malvares. A Jenifer Soledad está fazendo hoje o que a Zulu, que é uma outra jovem cantora de Cabo Verde, também muito talentosa, fez no álbum.” Jenifer, o que é que o álbum tem de Cabo Verde? Jenifer Soledad, Cantora: “Quando se fala do povo brasileiro, automaticamente eu me reconheço ali porque os ritmos e a história também é um pouco da nossa história, nós fomos carregados nos navios. Acho que a mistura bonita deste trabalho vem de se reconhecer dentro deste álbum porque eu sinto o chorinho, eu sinto o samba que também em Cabo Verde existe, mas chamado de outra forma, como a coladeira que tem misturas com o samba, e tem alguns solos de instrumentos que me leva a Cabo Verde. E é muita saudade, como sempre, o povo cabo-verdiano é muita saudade. Culturalmente, sinto-me dentro deste álbum, faço - falando pelo meu povo fazemos - parte das mensagens que estão ali dentro.” Ana Margarida, em relação ao fado em que canta “Portugal tu és feito de Brasil ... Portugal, tu és feito de Abril”. Este fado é um cravo na lapela que soa a Brasil... Ana Margarida Prado, Fadista: “A primeira coisa que eu sinto que levo é a língua, a língua portuguesa que nós levámos para o Brasil. Eu como fadista e alem de fadista, sempre gostei muito destes encontros e é uma felicidade poder trazer o fado também para este encontro entre estes três continentes. A mensagem que eu acho importante está num tema que nós cantamos que é uma versão de um tema muito conhecido aqui em França, ‘Barco Negro', mas cantamos a versão original, a ‘Mãe Preta'. Para mim, foi muito importante dar voz a este lamento, a este grito, a esta lavagem das caravelas, como o Pierre fala, falar em temas como a escravatura e é bom ser uma portuguesa a dar voz a estes temas.” Pierre Aderne: “É um fado composto originalmente por dois brasileiros, Caco Velho e Piratini, e ganhou na ditadura [Estado Novo] uma nova letra porque foi censurada. A nova letra é belíssima também, de David Mourão-Ferreira, 'Barco Negro'. Quando alguém canta o 'Barco Negro' numa casa de fado de Alfama, Mouraria, passando pela Madragoa, também tem esse lamento. Quer dizer, como é que eu vou falar de uma coisa tão delicada e horrorosa e dolorida, não é? E ele achou as metáforas dele na letra do Barco Negro, que é extremamente bonita também. A versão original foi primeiro gravada por Maria da Conceição. Depois, Amália tornou esse fado realmente muito conhecido. Poucos brasileiros sabem que esse fado é um fado composto por brasileiros, assim como Amália também gravou ‘Lua Luar', que é um lamento sertanejo, assim como ela voltou do Rio de Janeiro e trouxe “Xu Xu”. Então, aquilo que a gente estava falando e respondendo à tua primeira pergunta, eu acho que esse álbum, de alguma forma, volta a colocar a bandeira atrás da língua. Quando a gente escuta uma música na rádio, a gente escuta primeiro a língua e depois a gente vai atrás da bandeira. Só que na música de língua portuguesa, acho que passamos demasiado tempo colocando a bandeira à frente da língua. Quer dizer, onde é que está esse limite? Onde é que somos limítrofes nessa relação de integração e interação? O que é meu? O que é teu? O que é cabo-verdiano, português e brasileiro? Na verdade, nós temos as patentes de tudo que a gente construiu.” Não há o risco de se despertarem velhos fantasmas do lusotropicalismo? De que forma é que este disco e as canções que vocês escolheram e criaram fazem uma certa reconciliação histórica perante aquilo que o opressor português fez durante séculos? “Eu não sei. Por exemplo, A gente teve a capa do Globo, teve também muitas críticas boas aqui na França em uma semana, com o próprio Le Monde, e curiosamente, em Portugal, em que a gente sempre teve uma visibilidade muito grande pelos programas na RTP, pelos coliseus, a gente teve apenas uma matéria em Portugal, apenas um jornalista resolveu falar desse tema, que foi o Nuno Pacheco, do Público.” O Público escreveu, em 2024, que o Pierre Aderne mudou a cena cultural de Lisboa com o projecto Rua das Pretas... “Agradeço. Mas, enfim, eu acho que realmente em Portugal, talvez este álbum não concilie neste momento, talvez seja uma pedra no sapato de muita gente, não é?” Mas o objectivo é conciliar? “Não. O objectivo é trazer a história à tona. Cada um vai procurar a sua forma de se conciliar com isso. Acho que a primeira forma, se eu fosse parte de algum partido de oposição em Portugal, era criar um museu do colonialismo, da escravatura. Ferreira Gullar dizia que a arte existe porque a vida por si só não basta. Então, todos os assuntos que são polémicos - eu já passei por isso tantas vezes nos últimos cinco anos em Portugal - eles não se resolvem nunca na prosa, mas eles se resolvem na poesia. Eu acho que é uma forma de a gente entregar para as pessoas um conteúdo que pode ser inconveniente para algumas pessoas, mas que certamente com essa multiculturalidade e essas melodias talvez faça com que as pessoas amaciem um pouco. Até porque quem deu escala para a língua portuguesa foi África, foi o Brasil. Eu compus a primeira música que deu nome ao primeiro álbum de António Zambujo lançado no Brasil e eu mostrei para um director de gravadora no Brasil da Sony Music e ele era português e falou para mim: ‘Ah, já sei, aquele fadista que não canta fado, não é?' Porquê? Porque era novo, porque se estava aproximando do Brasil, da sonoridade. E hoje a gente vê como é que esses artistas portugueses ganham escala. A Carminho canta Tom Jobim, o Zambujo canta Chico Buarque. Ou seja, é se apropriar do que é nosso, é a nossa ancestralidade que nos une.” Em “Um menino chamado Brasil” ouvimos: “Se sou de Angola, eu sou Brasil. Sou Cabo Verde, eu sou Brasil. Sou Moçambique, eu sou Brasil. Sou Portugal, eu sou Brasil. Sou da Guiné, eu sou Brasil. Sou São Tomé, eu sou Brasil” - É um manifesto de união, daí a minha pergunta de há pouco sobre se é uma tentativa de reconciliação e até de perdoar tudo aquilo que os portugueses fizeram... “Não. Eu acho que não tem perdão até porque não foi o povo português pobre como a minha família de Ourém que colonizou os seus ancestrais. Quem colonizou foram as oligarquias, as grandes famílias que estão também no Rio de Janeiro, na Bahia e em São Paulo. Quando uma babá preta empurra um carrinho de bebé de um branco, que trabalha sete dias por sete, quer dizer, eu acho que é transversal esse comportamento dessas oligarquias até hoje. Mas vale lembrar também que o grito de independência do Brasil foi dado por um português em 1822, ou seja, foi uma briga de família e Dom Pedro: 'independência ou morte'. Eu acho que não é isso. Você falou desse fado que é um fado na lapela, esse tema meu e do Moacyr Luz, ‘Nossa terra é o mar'. A primeira frase não é minha, é de um compositor do Império Serrano maravilhoso e ele mandou-me uma frase: ‘Em Portugal não fui jamais, embora de lá tenha vindo.' E eu emendei: ‘Graças aos meus ancestrais que mostraram a língua quando eu estava parindo'. É importante para nós, africanos, brasileiros e quem fez o teste de genoma como eu - que sou Magrebe também, 10 por cento africano do Norte - é importante que a gente saiba o que aconteceu. Cabo Verde não era sequer habitado e o crioulo nasceu pela imposição da língua portuguesa. É o seguinte: não busca reconciliar. Não é fácil essa história, mas é interessante a gente assimilar. Como os alemães fizeram com o Holocausto e eles morrem de vergonha do Holocausto. Você vai no Japão - eu tenho nove álbuns lançados no Japão - e eu vou lá e tem o Museu de Hiroshima e Nagasaki. Eles fazem também o mea culpa de algumas coisas. Ou seja, é importante a gente saber quando a gente errou.” Este álbum acaba por ser o “Cartão do Cidadão” dessa multiculturalidade tricontinental, entre aspas? “Vou ser sintético: ‘Vou falar mais uma vez: se eu falo português, minha terra é aqui.” Ana Margarida Prado: “Eu acho que também se celebra o encontro de tudo aquilo que se criou. Vamos passar uma mensagem do bom que nós juntos criámos.” Pierre Aderne: “O Atlântico é o Atlântico. Ele uniu e esmagou, mas é tão interessante sermos atlânticos. A gente vê o que acontece também nos Estados Unidos: os povos originários são realmente os grandes povos. Todo o mundo é emigrante.”
A história de uma estrela que não é parecida com ninguém. Uma mulher que fez sempre o que desejou e não o que os outros desejavam que fizesse. Carminho é a figura do Postal do DiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
El próximo 4 de junio Caetano Veloso actuará en Madrid -único concierto en España del brasileño-. Canciones suyas como 'Trilhos urbanos', 'Luz do sol' o 'Trem das cores' -con la voz de Mónica Salmaso- en grabaciones mayoritariamente instrumentales de Gaia Wilmer y Jaques Morelenbaum o compartidas por Marisa Monte con Jorge Drexler ('O leãozinho') y el propio Caetano cantando 'La mer' de Charles Trenet, 'Mais simples' de Wisnik y 'Tarde em Itapoã' de Toquinho y Vinicius de Moraes -con Toquninho- o sus composiciones 'Oração ao tempo' a dúo con António Zambujo, 'Os argonautas a dúo con Carminho, 'Você é linda' y 'Desde que o samba é samba' con Gilberto Gil. Escuchar audio
Todo preparado para celebrar LOS40 Primavera Pop 2026 en el Movistar Arena de Madrid. Las novedades musicales de Manuel Turizo, Anitta, Shakira, KATSEYE, Marlon, y más. Los artistas españoles que actúan en Coachella Fest 2026. Rosalía interpreta su fado con Carminho en su concierto de 'LUX Tour' en Lisboa. Concurso express: Consigue una entrada doble para ver a Louis Tomlinson en concierto en España.
Nesta segunda parte da conversa em podcast com o cineasta e encenador Marco Martins, ficamos a saber como treina o seu músculo da intuição, fala da sua boa relação com a falha e com o imprevisto, e o que mais o inspira e alimenta nesta fome insaciável, e obsessiva, por descobrir e contar histórias pequenas para falar dos grandes temas que atravessam o país e o mundo. E ainda fala de amor, da relação com os 3 filhos, e do próximo filme que aí vem, a partir da história da peça “A Colónia”, que inclui um elenco de crianças que tiveram de representar o medo que nos anos 70 sentiram outras crianças, filhas de resistentes e presos políticos, que viviam na clandestinidade, enclausuradas, sem poderem ir à rua. Depois, perto do final, partilha as músicas que o acompanham, os livros que tem lido, assim como os filmes, peças e outros eventos culturais que sugere. Boas escutas! Músicas: “Chicago to Texas”- Irreversible entanglements “Kyrie, Missa Criola” - Ariel Ramirez “Memória” - Rosalia e Carminho “Mum does the Washing" - Joshua idehen Livros: “Linguagens da Verdade”, Salman Rushdie “Images de la Politique/Politique des Images”, George Didi-Huberman, Enzo Traverso, Guillaume Blanc-Marrianne “Poetics of Relation e Caribbean Discourse”, Eduard Glissant “O Fim Dos Estados Unidos da América“, Gonçalo M.Tavares “O Colapso”, Eduard Louis Filmes “Primeira Pessoa do Singular”, Sandro Aguilar “Orwell 2+2=5”, Raul Peck “Três Menos Eu” (a estreia na realização de João Canijo, em 1987, na Cinemateca) “O Agente Secreto”, Kleber Mendonça Filho “The Servant”, Joseph Losey “Sátántangó“, Béla Tarr Teatro e outros: Pavilhão Julião Sarmento - “Depois de Para Sempre” e ciclo de cinema “MOVIE EXPERIMENTS, LOS ANGELES” “TBA” - CREEPY BOYS SLUGS Marcha do Dia da Mulher - 8 de Março Aniversário Noite Príncipe, LUX, Sexta 6 de MarçoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
El que fuera miembro fundador del grupo Nação Zumbi junto a Chico Science, Pupillo, baterista y productor, firma un disco de composiciones propias coproducido con Mario Caldato Jr (Beastie Boys) y con participaciones de Alberto Continentino ('Tropical exotica', 'Pifando'), Agnes Nunes ('Forró no asfalto'), Céu y Loren Oden ('Fealhã'), Amaro Freitas ('Fervendo o chão com Amaro'), Carminho ('Navegando os novos tempos'), Rodrigo Amarante ('Entrée') o Pedro Martins ('De chegada'). Del disco de la cantante estadounidense Tierney Sutton, con los franceses Charlier, Sourisse y Merlaud, 'Talking to the sun', la canción que le da título, 'Que reste-t-il de nos amours?', 'Modinha' y, con letra en inglés de la propia Sutton, 'Flor de lis' de Djavan que Andrea Motis canta en portugués en su disco 'Intimate' del que también escuchamos 'Tan tranquil.la'.Escuchar audio
Nesta segunda parte da conversa com a atriz Margarida Vila-Nova ficamos a saber as razões por ter amadurecido demasiado cedo, como as dificuldades pessoais a ajudaram a dar mais densidade às suas personagens e como a curta metragem que realizou a partir de uma carta deixada pelo seu pai, antes de morrer, despertou-lhe a vontade de contar mais histórias atrás das câmeras. Ainda nesta segunda parte, Margarida levanta um pouco o véu sobre o telefilme que irá filmar no último semestre deste ano, e sobre uma certa mudança profissional e pessoal que vai impor a si mesma a partir de agora. A dado momento lê um excerto da carta de despedida deixada pelo seu pai, e que inspirou a curta-metragem “Pê”, lê também dois poemas de Sophia e surpreende ainda com a leitura de uma receita de Sopa de Cação, de Maria de Lourdes Modesto. Depois revela algumas das músicas que a acompanham, deixa várias sugestões culturais e revela o seu último pensamento quando apaga a luz, antes de adormecer. Boas escutas! Músicas: “Waltzing Matilda”, de Tom Waits “Vai Passar”, de Chico Buarque “Lá Vai Lisboa”, por Carminho “Dont let me be misunderstood”, de Nina Simone Leituras: Poemas de Sophia Carta do pai (excerto) Receita de Sopa de Cação, por Maria de Lourdes Modesto Filmes: “Terra Vil”, de Luís Campos (com Lúcia Moniz e Ruben Gomes) “Maria Vitória”, de Mário Patrocínio (com Mariana Cardoso, Miguel Borges Miguel Nunes, Ana Cristina Oliveira, Bárbara Albuquerque) “O Barqueiro”, de Simão Cayatte (com Romeu Runa, Miguel Borges, Jani Zhao, Madalena Aragão, Sandra Faleiro) Teatro: “Veneno - história de um casamento” - de Lot Vekemans, com encenação de João Lourenço, interpretada por Carla Maciel e Gonçalo Waddington. No Teatro Aberto. Livros: “Correu bem, miúdo”, pela Lua de Papel, tradução de Vasco Gato “A Louca da Casa”, de Rosa Montero Série: "A Diplomata", Netflix Espetáculo: Carminho no Coliseu dos Recreios, em Lisboa de 1 e 2 de maio. Coliseu do Porto a 6 de junho. Exposição: Teresa Pavão e Rui Sanches, na Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este programa dedicamos el programa a escuchar y descubrir músicas y sonidos que quizás no conozcas. Esta vez bailamos con el repaso a la lista Iberica de las músicas de raíz con Casapalma, Carminho, Xabi Aburruzaga, Radio Tarifa y Krama. Escucha el programa en Radio Sobrarbe, Radio Albada, Tea Fm, Radio Monegros, A Lucana Radio. Suscribete a nuestro canal en ivoox y no te pierdas ninguno. A Lucana Radio, una ventana a la cultura, el ocio y el audio. Alfonso Puyod en las melodias, JV en la producción y Francho Martínez en la locución.
Estátua do Gil a chorar.
¿Hay momentos en los que eliges callarte, quedarte o aguantar,aunque en el fondo sabes que no es lo que tendrías que hacer?¿Te gustaría saber qué pregunta hacerte para asegurarte de que estás siendo fiel a tus principios?Si has respondido afirmativamente a una o a ambas preguntas, este episodio es para ti.Aquí tienes mi descubrimiento, la canción “Pela minha voz” de Carminho: https://open.spotify.com/intl-es/track/1sboItvIcpw6eNd8PnuXKW?si=15b891ca73e24054Aquí tienes el pdf con 5 ejercicios para reconectar con lo que realmente quieres: https://www.lasclavesdesol.com/honrando-nuestra-voluntad/?source=SpotifyEncuentras mis libros aquí: https://www.lasclavesdesol.com/tienda/ Puedes suscribirte a mi Newsletter #TresMinutos y recibir una reflexión en forma de artículo breve cada sábado: https://lasclavesdesol.substack.com/ Me encuentras en @lasclavesdesol y en lasclavesdesol.com
Carminho nos cuenta su historia de cómo decidió recorrer el mundo como aprendizaje antes de dedicarse a la música. Maxi Iglesias, conocido actor por sus papeles en trabajos como 'Física o química', 'Valeria' o 'Punto Nemo', vuelve al faro para charlar con Laura cómo ha sido el viaje que ha emprendido en la aviación y en la escritura que le ha llevado a publicar su primera novela, 'Horizonte artificial'. Como cada martes, Alejandro Pelayo se ha asomado al piano de la ser.
La cantante y compositora portuguesa, Carminho, ganadora en 2017 del Globo de Oro de la Música, recorre en este Faro Viaje algunos de los momentos más importantes de su vida, nos cuenta todos los detalles sobre su nuevo disco, "Eu vou morrer de amor ou resistir", y de su colaboración con Rosalía.
Hear music by Portuguese fado singer Carminho; Grammy-winning classical quartet Third Coast Percussion performing music written for them by the late Indian tabla master Zakir Hussain; and Ethiopian-born singer and bandleader Meklit's blend of jazz, pop, and soul. Also, music from Chicago-formed, New York-based American rock band Horsegirl; and the quartet Les Égarés, who are Ballaké Sissoko (kora) and Vincent Segal (cello) and Vincent Peirani (accordion) and Émile Parisien (sax). They combine chamber music, French chanson, West African folk, and jazz in a fluid and “wandering” mix of styles.
Aquesta setmana fem un resum de les novetats que hem escoltat durant 2025, començant a Mali amb Trio Da Kali i Songhoy Blues i continuant a Mauritània amb la gran griot Noura Mint Seymali. També escoltem Highlife i Afrobeat amb Santrofi i Made Kuti, el nou disc d'Arat Kilo i descobertes com Estaca Zero, el fado de Carminho, el retorn de Radio Tarifa i debuts des de Brasil amb Zeca Veloso i Tom Ribeira per acabar a Cuba amb el nou projecte de Pedrito Martínez.
Uur 1 1. Stay as sweet as you are – Nat King Cole 2. Heel even klein – Tess Merlot 3. My valentine – Barbra Streisand & Paul McCartney 4. Brothers in arms – Joan Baez 5. Os argonautos – Carminho & Caetano Veloso 6. Slaapliedje – Gerard van Maasakkers 7. Can't find my way home – Tony Davis 8. I belong to your heart – Sam Cooke 9. Aan de Schelde – Joost Prinsen 10. Ma France – Jean Ferrat 11. Chambermaid – Suzanne Vega 12. Strawberries – Robert Forster & Karin Bäumler 13. Het leven moet een wals zijn – Stef Bos 14. Bossa antigua – Paul Desmond Uur 2 1. Un jour comme un autre – Brigitte Bardot 2. Schoen calypso – Donald Jones 3. Room on the porch – Keb'Mo' & Taj Mahal 4. Diaraby – Sara Baya 5. Requiem – Eliza Gilkyson 6. It don't mean a thing…. – Eva Cassidy 7. Als de liefde niet bestond (Si l'amour n'existais pas) – Katell & Bert Visscher 8. Peace somehow – Avi Kaplan 9. Aua atu ra – Marlon Williams 10. Leaving on a jetplane – Peter, Paul & Mary 11. Englishman in NY – Sting 12. Superlover – Allison Russell & Annie Lennox 13. Gisteren blijft vandaag – Philippe Robrecht 14. Seul ici – Boulevard des Airs 15. Grazing in the grass – Hugh Masekela
El pianista Júlio Resende con Bruno Chaveiro en el reciente 'Piano português namora guitarra portuguesa' y fados como 'Rua do capelão', 'Estranha forma de vida', 'Amor de mal, amor de fel' y 'Fado menor do Porto' junto a 'Carolina' del brasileño Chico Buarque. La portuguesa Carminho en 'Falando de amor' -dúo con Chico Buarque-, 'A felicidade', 'O que tinha de ser' e 'Inútil paisagem' de su disco de hace casi diez años 'Canta Tom Jobim'. La hija de Rodrigo Leão, Sofía, con 18 años, ha grabado ella sola 'Mar' con composiciones como 'Pedra', 'Umineu' o 'Valsa'. Y las guitarras clásicas y eléctricas de José Peixoto y Nuno Cintrão en 'Verdes anos', 'Marionetas' y 'Sede e morte' de su homenaje a una figura fundamental de la guitarra portuguesa: Carlos Paredes. Escuchar audio
No 38º episódio do podcast Walking Meeting, Inês Simas do Departamento de Marketing conversou com João Belo da Naught Boys sobre Marketing de Influência. O João Belo é CEO e Partner da Naughty Boys, agência que representa a Daniela Ruah, a Catarina Furtado, o José Fidalgo, a Sara Matos, o Lourenço Ortigão, a Carminho entre muitos outros. No Palácio Dulcineia em Lisboa, começámos pelas definições. Falámos das personalidades e (muito) sobre a relação das marcas em torno de liberdade, risco, controlo, autenticidade e imperfeição. Conversámos sobre as zonas cinzentas, a importância da proteção jurídica e o caminho para a profissionalização. O João Belo já se imagina a representar um influenciador complementarmente virtual. Calce os ténis, coloque os auriculares e venha connosco!
Entrevista Carminho - Cantante, compositora y fadista portuguesa by En Perspectiva
Aquesta setmana comencem amb el nou disc de la cantant de Mauritània Noura Mint Seymali i el seu rock del desert, seguim amb el recent disc de la fadista Carminho, descobrim el debut d'una jove formació de Madagascar, recomanem un concert de cançons del Riff amb Sofiane Madjour al CAT i tornem a parlar de Jimi Hendrix amb la publicació de noves gravacions.
Tem um disco novo, uma participação especial no disco de Rosalía e muitos concertos no horizonte, alguns deles além fronteiras. Mulher, mãe, artista, que lugar(es) sente ela que ocupa no mundo, na música, no fado?
Von Reggaeton zur Klassikdiva: Rosalía veröffentlicht ihr viertes Album – und das Internet steht Kopf. Nachdem wir ein ganzes Wochenende lang Rosalía-Content konsumieren konnten, fühlen wir uns ready, die Geheimnisse des Albums zu enthüllen – und die Gästinnen vorzustellen. Wer sind Carminho, Yahritza, Estrella Morente oder Sílvia Pérez Cruz, die allesamt je einen Gastauftritt auf «LUX» haben? Welchem Trottel möchte das katalanische Ausnahmetalent «die Olympische Goldmedaille im Idiot-Sein» umhängen? Was hat es mit dem seltsamen Zitat, das am Ende von «Berghain» vorkommt, auf sich? Wie klingen jene Tracks, die *nicht* auf der Streaming-Version mit drauf sind? Willkommen zur Rosalía-Stunde! Und natürlich gibt es unser neues Album der Woche auch auf Vinyl und CD zu gewinnen! Ein Mal pro Abend, exklusiv in unseren Livesendungen.
The Portuguese singer and songwriter Carminho is one of the leading singers in the style known as fado – the deeply soulful, melancholy music that is somewhat akin to Spanish flamenco or American blues. She has collaborated with the iconic Brazilian musician Caetano Veloso, performed for the late Pope Francis, recorded with Steve Albini, and made a special appearance in the film Poor Things, by Yorgos Lanthimos, where she sings from a balcony accompanying herself on the teardrop-shaped Portuguese guitar. Carminho has a new album called Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir – I'll die of love, or I'll resist. Accompanied by classical guitar, Portuguese guitar, and acoustic bass guitar, she performs in-studio.Set list: 1. Canção à ausente 2. Saber 3. Lá vai Lisboa
Linktree: https://linktr.ee/AnalyticJoin The Normandy For Additional Bonus Audio And Visual Content For All Things Nme+! Join Here: https://ow.ly/msoH50WCu0KIn this Notorious Mass Effect segment, Analytic Dreamz delivers a comprehensive analysis of Rosalía's groundbreaking 2025 single “Berghain” featuring Björk and Yves Tumor, the lead track from her upcoming album Lux, releasing November 7 via Sony Music. Clocking in at 3:26, the Nicolás Méndez-directed video amassed 3M+ YouTube views in 24 hours and 6M+ by October 29, hitting #2 globally on Trending while debuting Top 5 on Spotify Spain and trending in Germany, Iceland, and Latin America. Filmed across Berlin and Barcelona, the multilingual masterpiece in German, English, and Spanish blends organ, choir, synth bass, and London Symphony Orchestra strings conducted by Daníel Bjarnason. Analytic Dreamz dissects symbolic scenes—from Catholic iconography and a wounded heart jewel to Snow White animal motifs, a dissolving sugar cube nod to Kieslowski's Three Colors: Blue, and a white dove ascension signifying rebirth post-heartbreak with subtle Rauw Alejandro references like the fox and garnet medallion. Fashion highlights include archival Alexander McQueen Fall 2002 shredded dress, Spring 2003 rosary sandals, Givenchy Spring 1997 fringed top, and Balenciaga Spring 2004 cutout piece, curated by José Carayol to evoke holiness and reincarnation. Lux's 18-song, four-movement structure features collaborators Carminho, Estrella Morente, Silvia Pérez Cruz, and shifts from Motomami's urban edge to orchestral spirituality, with 300K+ pre-saves and 1.2M+ Instagram likes signaling massive impact. Analytic Dreamz explores lyrics like “Ich halte viele Dinge in meinem Herzen” and Björk's “divine intervention” bridge, positioning “Berghain” as Rosalía's boldest evolution yet.Support this podcast at — https://redcircle.com/analytic-dreamz-notorious-mass-effect/donationsAdvertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy
As Três baralham-se com a nova novela da TVI, os hospitais do SNS têm nomes novos, a tia Bli dá um estalo no halloween e a Carminho vem a estúdio falar do novo disco
Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
O DUCENTÉSIMO QUADRAGÉSIMO TERCEIRO QUINTO do Podcast Dar Voz A esQrever
Tiago Ribeiro deu um saltinho ao San Francisco Jazz Center para conversar com Carminho sobre o novo álbum "Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir".
Anunciou o afastamento dos palcos em 2020, mas regressa agora, pela porta grande, ao Coliseu de Lisboa. Raquel Tavares estreia-se no Posto Emissor para anunciar um novo álbum, mas também para falar sobre aquilo que a levou a afastar-se, das experiências na televisão e da forma como a sua Alfama se transformou com o turismo. No 254º episódio do podcast da BLITZ, despedimo-nos de D’Angelo, falamos do regresso dos Cure a Portugal e do novo álbum de CarminhoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma segunda-feira com tropeções, pequenos-almoços estranhos, dioptrias e arrepios com a Carminho.
Mais uma semana, mais uma dose. Desta vez com BD coreana e fotobiografias, podcasts de música e canções de origens distintas, séries policiais britânicas e a história do cinema no grande ecrã.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na pausa de agosto do Posto Emissor, recordamos algumas das edições mais ouvidas ao longo do ano. Em março, quando dava início do projeto “Lusa”, Bárbara Bandeira foi convidada do podcast da BLITZ, tendo abordado o sonho da internacionalização, o convite inesperado dos Coldplay, as amizades com Carminho e Carolina Deslandes e o ‘bullying’ que sofreu na escola.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O músico e produtor Diogo Clemente é o convidado desta semana do Posto Emissor, onde fala sobre o seu trabalho com Carminho, Sara Correia e Carolina Deslandes; o começo precoce no mundo da música; a paixão pelo futebol e o fascínio pelo universo feminino. Os festivais da semana e a entrevista de Róisín Murphy à BLITZ são outros temas da entrevista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
La portuguesa Carminho canta 'Os argonautas', una antigua canción de Caetano, a dúo con el brasileño en un EP titulado 'At electrical audio' -nombre del estudio de Steve Albini en Chicago- del que también escuchamos 'Deixei a minha casa' y 'Gota de água'. La italiana Chiara Civello grabó hace diez años 'Canzoni' con canciones como 'Via con me' de Paolo Conte o 'Senza fine' de Gino Paoli. De 'Curyman II, nuevo disco del carioca Rogê, 'Curyman', '100% samba', 'A lenda do Abaeté', 'A força' y 'Old diamond west'. Y del disco del pianista estadounidense Aaron Parks 'Little big III' los instrumentales 'Flyways', 'Little beginnings' y 'Heart stories'. Para la despedida, 'Life is what it is', del último disco de Marcos Valle 'Túnel acústico'.Escuchar audio
'Coleção' se titula el disco de Marisa Monte que recopila grabaciones realizadas por la cantante y compositora brasileña entre 1993 y 2014, que no están en sus discos sino en discos ajenos, proyectos colectivos o películas: 'Esqueça', 'Cama', 'A primeira pedra' -con Gustavo Santaolalla-, 'Ilusão' -con Julieta Venegas-, 'Carinhoso' -con Paulinho da Viola-, 'Alta noite' -con Arnaldo Antunes-, 'Dizem que o amor', 'Volta meu amor' -con la Velha Guarda da Portela-, 'Chuva no mar' -con Carminho-, 'É doce morrer no mar' -con Cesaria Evora-, 'Fumando espero' -con El café de los maestros-, 'Nu com a minha música' -con Rodrigo Amarante y Devendra Banhart- y 'Waters of March' -con David Byrne-. Además, del disco en directo 'Portas ao vivo', las canciones 'Portas' y 'Quanto tempo'. Escuchar audio
Una composición de Chick Corea, 'You´re everything', es el segundo adelanto, tras 'Moondial', del disco en solitario de Pat Metheny previsto para finales de julio. António Zambujo y Yamandu Costa ('Prenda minha', 'Nervos de aço', 'Falando de amor') y Carminho ('Falando de amor' -con Chico Buarque-, 'Sabiá' -con Fernanda Montenegro-). Del nuevo disco de Michel Camilo y Tomatito, 'Spain forever again', 'Alfonsina y el mar', 'Mambo influenciado', 'Remembrance' y 'Nardis'. Y del homenaje a Naná Vasconcelos, 'Viva Naná', de Fred Soul y Zé Luis Nascimento, la pieza que da título aldisco y 'Dantza'.Escuchar audio
En el Teatro Albéniz, conversación con la extraordinaria fadista Carminho -que nos canta a capella algunos fragmentos de canciones-, el director del Festival de Fado de Madrid, Frederico Carmo, y Valeria Juste, directora comercial del Umusic Hotel Teatro Albéniz, felizmente recuperado para la ciudad. El Festival se celebrará los días 5, 7 y 8 de junio: el 5 Júlio Resende (Caixaforum), el 7 Carminho y el 8 Cristina Branco (ambas en el Albéniz) con, además, una conferencia de Rui Vieira Nery sobre "El fado y la libertad" en la Filmoteca Española Cine Doré el día 7.Escuchar audio
El cantante portugués António Zambujo y el guitarrista brasileño Yamandu Costa firman a dúo 'Prenda minha' del que escuchamos la canción que da título al disco, 'Nervos de aço', 'Valsinha', 'Gente humilde', 'Recuerdos de Ypacaraí' y 'Tristeza do Jeca'. Conexión luso-brasileña también con Carminho cantando a Jobim ('A felicidade', Luiza', 'Falando de amor', 'Modinha'), 'Saudades do Brasil em Portugal' y 'As pedras da minha rua'. Y más portugueses: los añorados Carlos do Carmo y Bernardo Sassetti, piano y voz', con 'Lisboa que amanhece', 'Foi por ela' y 'Retrato'.Escuchar audio
Tercera entrega de la serie sobre Joâo Gilberto y la bossa nova. Canciones del disco “Joâo Gilberto en México” 1974, además de otros intérpretes: Paul Winter & Oscar Castro Neves, Peter Herbolzheimer, Antonio Carlos Jobim, Daniela Mercury, Martinho da Vila, Quarteto em Cy, Bebel Gilberto, Caetano Veloso, Cannonball Adderley, Carminho, Dizzy Gillespie, Gilberto Gil, Gilson Peranzzetta y Lisa Ono.Escuchar audio
Portuguese superstar Fado singer Carminho joins The Art of Kindness with Robert Peterpaul to discuss her work on the Oscar-nominated film Poor Things with Emma Stone, the art of fado singing, kindness around the world and more. Carminho is a Portuguese superstar fado singer. Daughter of fado legend Teresa Siqueira, Carminho was immersed in music from a young age. Despite early interest in fado, she pursued a degree in marketing and traveled the world, returning with a newfound commitment to music. Her 2009 debut album "Fado" achieved platinum status and international recognition. Carminho has since released several critically acclaimed albums, most recently including "Portuguesa," which received a Latin Grammy nomination. Her captivating performances and deft storytelling has solidified her as the fado singer of her generation. In 2023, Carminho's trajectory continued to soar. She performed for the Pope, joined Coldplay onstage and had a cameo role in the Oscar-nominated film "Poor Things” starring Emma Stone. Follow Carminho: @carminho Follow us: @artofkindnesspod / @robpeterpaul Support the show! (https://www.buymeacoffee.com/theaok) Music: "Awake" by Ricky Alvarez & "Sunshine" by Lemon Music Studio. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
It's the penultimate day of the 67th BFI London Film Festival (4th to 15th October 2023) and @EchoChamberFP https://www.instagram.com/echochamberfp/ has still got your back on what to look out for! We have a Short from the 'Stories We Tell' strand, and a huge 'Gala' film, both will have you captivated!!! Today we have: Essex Girls Watch Review: Here. https://youtu.be/whSRjsU8tYI BFI London Film Festival Film Strand: Shorts (Stories We Tell) Saturday, 14th 2023 at 12:50am BFI Southbank Ticket Info: Here. https://whatson.bfi.org.uk/lff/Online/default.asp?BOparam::WScontent::loadArticle::permalink=stories-we-tell-lff23&BOparam::WScontent::loadArticle::context_id= Director: Yero Timi-Biu Cast: Busayo Ige, Corinna Brown, Maisie Smith, Adrianna Bertola, Krysstina Frempong, Rebecca Dike, Daniel Adeosun, Tomi Egbowon-Ogunjobi, Craig Webb, Bruno Cryan, Charlie Baker, Dan Gaisford Credit: BFI Network, Surgent Studios Presents, Screen South, Estuary on Film, Fully Focused, Monegram Production, TAPE Colletive Genre: Comedy, Drama, Short Running Time: 15 min Cert: 12a Watch via BFI Player: Here. https://player.bfi.org.uk/free/film/watch-essex-girls-2023-online https://www.tapecollective.co.uk/news/essex-girls ------------ Poor Things Watch Review: Here. https://youtu.be/HoQvcUaySm8 80th Venice International Film Festival: 1st September 2023 BFI London Film Festival Film Strand: Galas Saturday, 14th 2023 at 17:30pm Royal Festival Hall Sunday, 15th 2023 at 10:30am Royal Festival Hall Sunday, 15th 2023 at 19:30pm BFI Southbank Sunday, 15th 2023 at 19:50pm BFI Southbank Ticket Info: Here. https://whatson.bfi.org.uk/lff/Online/default.asp?BOparam::WScontent::loadArticle::permalink=poor-things-lff23&BOparam::WScontent::loadArticle::context_id= USA Theatrical Release Date: 8th December 2023 UK Theatrical Release Date: 12th January 2024 Director: Yorgos Lanthimos Cast: Emma Stone, Mark Ruffalo, Willem Dafoe, Ramy Youssef, Christopher Abbott, Jerrod Carmichael, Margaret Qualley, Kathryn Hunter, Suzy Bemba, Hanna Schygulla, Vicki Pepperdine, Wayne Brett, Tom Stourton, Carminho, Jerskin Fendrix Credit: Searchlight Pictures, Film4 Productions, Element Pictures, TSG Entertainment Genre: Drama, Romance, Sci-Fi Running Time: 141 min Cert: 18 Trailer: Here. https://youtu.be/3s6uCLuYtxQ?si=gozZRCynyoSdVC8j Website: Here. X: @PoorThingsFilm https://twitter.com/PoorThingsFilm?ref_src=twsrc%5Egoogle%7Ctwcamp%5Eserp%7Ctwgr%5Eauthor Instagram: @poorthingsfilm https://www.instagram.com/poorthingsfilm/?hl=en-gb ------------ *(Music) 'Wake Up' by Arcade Fire - 2004 --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/eftv/message
Uma das cantoras portuguesas mais celebradas da atualidade, fala de sua profunda relação com o Brasil, onde se apresenta numa nova turnê.
Roberta Martinelli conversa com a cantora Carminho sobre o seu novo disco 'Portuguesa', sua relação com o Brasil e a ligação com o fado. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Clive Anderson and Scottee are joined by David Baddiel, William Hartston, Priyanga Burford and Megan McCubbin for an eclectic mix of conversation, music and comedy. With music from Carminho and Mariachi Las Adelitas.
Falámos sobre o que o Rui vai fazer de novo na Rádio Comercial - Debaixo da Língua - um podcast de enrevistas. Falámos um bocadinho sobre os 3 primeiros episódios: Fábio Porchat, Carminho e Mariana Van Zeller. Todos os episódios estão disponíveis no site da rádio. E ainda falámos da experiência do Rui em Inglaterra.