2012 live album by Diante do Trono
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O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos. Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial? A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.
Nós somos seres muito complicados. O que acha dessa afirmação?Pense comigo. Guardamos mágoas, por vezes pagamos o mal que recebemos, demoramos a resolver as coisas. Por isso falei que somos seres complicados.Mas veja o que diz o Salmo 32 no verso 5: "Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Eu disse: “Confessarei ao Senhor as minhas transgressões”; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado."Olho para o texto e no mínimo fico constrangido. A relação entre confissão e perdão é pronta e rápida. Eu confesso e o Senhor perdoa, sem obstáculos, sem discussão, sem dificuldade, sem problemas. E a partir da confissão tudo volta a ser como antes.O texto não é apenas para ser admirado, mas para ser copiado. Estamos vendo aqui a atitude de nosso Pai Eterno e essa atitude deve ser reproduzida em nossa vida.Somos complicados? Creio que sim, mas muita de nossa complicação não tem a ver com nossa natureza humana, mas com o que nos tornamos na caminhada da vida. Significa que não precisamos ser assim. É uma decisão de nosso coração. Decida ser mais leve, mais perdoador, mais amável e amigo. Decida parecer mais com Deus e menos com você mesmo. Bem, a decisão é pessoal! Eu já tomei a minha!
Oro Por Você 03011 – 21 de dezembro de 2025 Ó Deus, deposito minha fé em Ti e não em outros. Sei que a sabedoria humana não é nada, se comparada com a divina. Creio em Teu poder e não na força de simples homens, pois nenhum poder é maior do que o Teu. Ninguém, senão o Senhor, pode fazer o impossível em minha vida. Depende do Senhor para fazer o impossível em várias situações, ou para transformar as circunstâncias em que estou vivendo. Enquanto Jesus não voltar, aumente minha fé para que eu possa confiar em Teu cuidado aqui na Terra. Toma conta, Pai, de todas as coisas e situações em minha vida. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
O nascimento em Belém Por essa altura, o imperador Augusto decretou que se fizesse o recenseamento de toda a população do império romano. Foi o primeiro recenseamento quando Quirino era governador da Síria. Todos iam inscrever-se, cada um na sua cidade. Por isso José partiu de Nazaré, na província da Galileia, e foi para a cidade de David que se chama Belém, na província da Judeia. Como José era descendente de David, foi lá inscrever-se levando consigo Maria, sua noiva , que estava grávida. Enquanto estavam em Belém, chegou o momento de Maria dar à luz. Nasceu-lhe então o menino, que era o seu primeiro filho. Envolveu-o em panos e deitou-o numa manjedoura, por não conseguirem arranjar lugar na casa. Leitura bíblica em Lucas 2:1-7 Como a gravidez inesperada de Maria, hoje também conseguimos reconhecer milagres que ocorrem na nossa vida. Mas, mesmo quando tudo parece estar bem, não controlamos as circunstâncias da nossa vida. Maria e José foram confrontados com decisões de governação que implicavam uma viagem longa e mais impostos. A exigência acrescia-se por se tratar do final da gravidez, quando o descanso e a preparação da chegada do seu bebé eram essenciais. Esta viagem requereu esforço físico e psicológico e, quanto não bastasse, ao chegarem ao destino, não havia nenhum local para se alojarem. Nenhum familiar os poderia ter recebido? A vulnerabilidade de uma mulher grávida não foi suficiente para ser acolhida? Estaríamos nós dispostos a fazê-lo? O relato bíblico não especifica, mas é possível que Maria, uma jovem mulher, tenha tido o seu primeiro filho sem ajuda de outras mulheres, inclusive parteiras, sem conforto. O nosso Salvador foi deitado numa manjedoura, um recipiente onde se deposita a comida para o gado. Mesmo numa família pobre da Judeia, tal não aconteceria. Os bebés eram deitados em berços de junco e tecidos. Creio que não será difícil empatizarmos com a história de Maria e José, colocando-nos no lugar de cada um, homens ou mulheres. Apesar da distância temporal que nos separa, os desafios pessoais e familiares narrados na Bíblia não diferem substancialmente dos teus e dos meus. A burocracia que arrasta processos sem fim à vista, impostos e aumento do custo de vida que implicam acertos nas nossas finanças, a crise na habitação, a dificuldade na garantia de cuidados de saúde urgentes, a expectativa na constituição e alargamento da família, a apatia perante o sofrimento do outro e a ausência de condições básicas de vida… Seja qual for a circunstância ou adversidade, coloca-nos a todos no mesmo plano, de dependência de Deus! O nascimento de Jesus não poderia ter ocorrido noutra cidade que não Belém, a profecia tinha de ser cumprida. Podemos não conseguir entender (a dado momento ou em vez alguma) o caminho tortuoso que trilhamos, mas é a convicção que as promessas de Deus nunca falham e que Ele nos capacita à medida de cada desafio que nos dará a firmeza para Lhe obedecermos. Porque a Seu tempo surge a bênção na adversidade, o bebé Jesus para Maria e José, o nosso amigo sempre presente, Senhor e Salvador Jesus. Oração: Senhor, és um Deus fiel, as Tuas promessas não falham. Ajuda-me a confiar no Teu propósito para a minha vida e a reconhecer com alegria a maior dádiva que recebi de Ti, o Teu Filho Jesus. Em Teu nome, amém. - Tânia Inverno Neste tempo pede a Deus força para esperar com confiança. Agradece pela alegria que Ele coloca no teu dia. Entrega-Lhe aquilo que te preocupa. Pergunta: o que queres que eu faça hoje para viver mais perto de Ti?
Devocional do dia 03/12/2025 com o Tema: “Faça festa!” Você gosta de celebrar seu aniversário? Lembro que alguém me disse: “Não comemoro meu aniversário porque estou ficando mais velho!” Isto é fato: a cada dia, você fica mais velho e mais perto da morte. Mas como diz Paulo: “Viver é Cristo e o morrer é lucro” (Fp 1.21). Por que envelhecer transmite esse olhar tão trágico? Creio que esses momentos também são oportunidades de se olhar para trás e perceber tudo o que Deus fez, seja no ano que passou, seja na sua história até aqui. LEITURA BÍBLICA: Levítico 23.4-25,33-39 Sim, coisas grandiosas fez o SENHOR por nós, por isso estamos alegres (Sl 126.3).See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Comissão Nacional de Eleições da Guiné-Bissau deu uma conferência de imprensa nesta terça-feira, 2 de Dezembro, para anunciar que não tem condições para divulgar os resultados eleitorais das eleições gerais de 23 de Novembro. Armando Correia, sociólogo e professor na Universidade Lusófona da Guiné-Bissau, afirma que a decisão da CNE está a ser "condicionada pelos golpistas que assumiram o poder". A Comissão Nacional de Eleições da Guiné-Bissau deu hoje uma conferência de imprensa onde disse que não tem condições para divulgar os resultados eleitorais das eleições gerais de 23 de Novembro, que deviam ter sido divulgados na semana passada. O que é que aconteceu para a CNE voltar atrás na decisão? No dia 26 de Novembro, a CNE sofreu uma invasão, as instalações foram vandalizadas e agora vêm dizer que não receberam as actas das comissões regionais das eleições, nem da diáspora. Esta situação terá impossibilitado a CNE de divulgar o resultado das eleições. A Comissão Nacional de Eleições pode estar a ser condicionada pelo poder militar? Há um condicionalismo por parte dos golpistas que assumiram o poder, impossibilitando a publicação dos resultados. No entanto, os resultados das actas da Comissão Regional das Eleições já tinham sido postos a circular, e o candidato vencedor, que é o Fernando da Costa, já tinha anunciado os resultados de acordo com os seus delegados. Recordo que não há nenhum impedimento, por parte dos candidatos, em anunciar que é o vencedor, uma vez que não há nenhum elemento jurídico que o impossibilite de o fazer. Agora, quem tem legitimidade oficial e institucional para publicar os resultados oficiais é a Comissão Nacional de Eleições. Mas a CNE afirma que essas actas foram interceptadas… Vão dizer isso porque há um certo condicionalismo. Isto não ficou claro na conferência de imprensa da CNE, mas há aí um condicionalismo por parte do próprio membro da Comissão Nacional de Eleições. Uma delegação da CEDEAO reuniu-se ontem, 1 de Dezembro, com o Alto Comando Militar e com o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo de Transição, João Bernardo Vieira. A situação político-militar da Guiné-Bissau está dependente das decisões da próxima cimeira da organização, agendada para 14 de Dezembro. A CEDEAO volta a mostrar que não é capaz de dar uma resposta imediata à crise política que se vive na Guiné-Bissau? Apesar de o Protocolo Suplementar de 2001 atribuir à CEDEAO mecanismos claros para a prevenção, gestão e resolução de crises -ncluindo a mediação, a intervenção diplomática precoce e a defesa da boa governação- , na última década a organização tem demonstrado limitações na sua capacidade de responder eficazmente aos conflitos nos Estados-membros. Por isso, persiste uma certa ambiguidade entre o que o protocolo prevê e o que a CEDEAO efectivamente consegue implementar no terreno em matéria de gestão e resolução de conflitos. Mas quando fala de ambiguidade, refere-se a quê, em concreto? À capacidade da organização na resolução dos conflitos. Inicialmente, quatro chefes de Estado -Cabo Verde, Senegal, Togo e Serra Leoa- deviam integrar a delegação da CEDEAO. No entanto, a missão chegou ao país apenas com o Presidente em exercício da organização, o chefe de Estado da Serra Leoa, Julius Maeda. Isto revela também que a CEDEAO está fragilizada? Está totalmente fragilizada. No dia 27 houve uma comunicação a condenar o golpe e um apelo à restauração da normalidade constitucional, com a protecção dos indivíduos que faziam parte, por exemplo, do Governo e também do antigo chefe de Estado, Umaro Sissoco Embaló. Porém, a própria composição da missão da CEDEAO mostra uma certa fragilidade em função daquilo que se vive dentro da própria organização regional, colocando-a num abismo, não só do ponto de vista institucional, mas também da sua incapacidade na resolução dos conflitos que pairam sobre os membros da própria organização. Nós não estamos a falar aqui de uma organização que tem uma legitimidade pequena, mas de uma organização que tem legitimidade. O Presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, decidiu afastar-se da missão de alto nível da CEDEAO, alegando as relações históricas entre Cabo Verde e a Guiné-Bissau e dizendo que seria mais prudente não integrar a delegação. Não devia ser precisamente o contrário? Devia ser o contrário, porque temos uma relação histórica com Cabo Verde, não só do ponto de vista da luta de libertação nacional, mas também ao nível das ligações que os guineenses -como nação- têm com Cabo Verde. Ao assumir esta posição, o Presidente de Cabo Verde está a escolher uma certa neutralidade, num momento de crise política no país. Cabo Verde ou está ao lado do opressor, ou está ao lado do oprimido. Não deve haver uma certa neutralidade, e parece que é o que está a acontecer com os chefes de Estado da CEDEAO. Considera que, de certa forma, o chefe de Estado de Cabo Verde está a legitimar esta situação? Há aqui uma questão implícita. Por exemplo, está a dizer que não pode participar porque tem uma relação histórica. Há uma certa desconfiança relativamente à influência de participar na resolução dos conflitos, dos problemas internos do país. Há uma certa conivência e solidariedade entre os Presidentes que fazem parte desta organização. Creio que o Presidente de Cabo Verde deveria ter um papel mais activo e intervencionista no que diz respeito aos assuntos que atrelam a população da Guiné-Bissau. Uma missão de mediação da CEDEAO, encarregada de ajudar a resolver uma crise política, não deveria reunir-se com todas as partes envolvidas? Como se explica que a delegação não tenha encontrado nem os líderes da oposição nem representantes da sociedade civil, num momento em que o candidato presidencial Fernando Dias da Costa se encontra refugiado na embaixada da Nigéria e o líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, permanece detido, alegadamente sem se alimentar há 24 horas? Uma missão de mediação para a saída da crise política de um país não devia encontrar-se com todas as partes. Claro que a CEDEAO deveria reunir-se com todas as partes, sobretudo quando se trata de uma missão de mediação de conflitos num contexto em que existem presos políticos, ao contrário do que a própria organização tem afirmado. A sua nota de 27 de Novembro ignora, por exemplo, a detenção de opositores como Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC, que apoiou o candidato Fernando Dias, e de Octávio Lopes, mandatário do PAIGC. Além destes, há ainda outros detidos, incluindo técnicos da própria Comissão Nacional de Eleições. Enquanto cidadãos atentos à realidade política e social da Guiné-Bissau, é evidente que uma missão de mediação não pode, em circunstância alguma, basear as suas decisões unicamente na versão apresentada pelo comando militar. O que se pode esperar, então, da cimeira marcada para o dia 14? Muito pouco, porque, até agora, a CEDEAO dispõe apenas da informação fornecida pelo comando militar e não teve acesso às posições da oposição, do candidato nem da CNE. E como é possível chegar a uma conclusão credível sem ouvir todas as partes directamente envolvidas na crise? O que devem fazer os guineenses? Qualquer iniciativa deve partir dos guineenses e, aí, as organizações internacionais entram para assessorar a nossa luta. Não há nenhuma luta, não há nenhuma democracia que tenha sido construída a partir de fora.
Filipe Coelho considera que o FC Porto teve uma vitória indiscutível sobre o Sintrense, destacando a atuação de Borja Sainz e a segurança defensiva de Pablo Rosário, além da importância do regresso de Luque de Jong.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sábado. 33a semana do tempo comum
L'asse Bologna-Boston continua, con questo episodio registrato nelle due città, in cui vengono condivise alcune esperienze e ragionamenti sull'uso del playbook collaborativo nel team.Materiali, link e approfondimenti, sono qui nel Gruppo LinkedIn: https://www.linkedin.com/groups/9510042/#TEAMEI
Você se considera uma pessoa forte? Creio que essa pergunta possa ser entendida de pelo menos duas formas diferentes.A primeira forma de responder a essa pergunta é falar sobre a força física. Se você consegue carregar grandes pesos ou fazer determinados exercícios, você pode se considerar uma pessoa forte.A segunda forma de responder a essa pergunta é falar sobre a força emocional, que seria a sua capacidade de enfrentamento de problemas e situações difíceis. O salmo 18 no verso 34 diz o seguinte: "Ele treinou as minhas mãos para o combate, tanto que os meus braços vergaram um arco de bronze."Repare como o salmista fala sobre a força. Deus o havia treinado para a batalha a tal ponto que agora ele conseguia dobrar um arco de bronze. Certamente não é sobre força física que estamos falando aqui, mas sobre força emocional.Ao caminhar com Deus você se torna mais maduro, mais experiente, mais sábio, ou seja, mais forte. Se seu desejo é apenas a força física, uma academia resolve. Mas se deseja experimentar essa outra força, a melhor academia é a vida com Deus.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniu ontem em Sharm el-Sheikh, no Egito, com líderes de países do Oriente Médio e aliados ocidentais para consolidar o acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas. O encontro resultou na assinatura de um documento pelos garantidores do pacto — Estados Unidos, Turquia, Catar e Egito — que detalha as responsabilidades de cada parte na manutenção da trégua. Israel e o Hamas não participaram da reunião. Trump afirmou que a segunda fase do plano de paz, voltada à reconstrução da Faixa de Gaza e à criação de um autogoverno palestino limitado, já está em andamento. Agora, ele se prepara para receber na sexta-feira o presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, após ter cogitado fornecer mísseis de longo alcance ao país caso a Rússia não encerre a guerra iniciada em fevereiro de 2022. Em entrevista à Rádio Eldorado, o professor de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB) Roberto Goulart Menezes, disse que a segunda fase do acordo entre Israel e o Hamas ainda gera dúvidas, como o desarmamento do grupo palestino, a governança e a reconstrução do território. Sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia, o especialista aponta que a solução não depende exclusivamente de Donald Trump. “A Rússia é uma potência nuclear. Creio que a solução passa pelo envolvimento dos europeus. Aí não dá pra resolver sozinho. É uma incógnita”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os jogadores da seleção brasileira devem se apresentar nesta segunda-feira (6), em Seul, para o primeiro dos dois jogos amistosos na Ásia, onde enfrentarão Coreia do Sul e Japão. Os dois amistosos fazem parte da preparação da equipe para a Copa do Mundo de 2026. Na última quarta-feira (1°), na sede da CBF, no Rio de Janeiro, o treinador da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, divulgou os nomes dos 26 jogadores convocados — uma lista com novidades e também o retorno de craques como o atacante Rodrygo. No dia seguinte, no entanto, já teve que fazer uma mudança: convocou o lateral-direito Vitinho, do Botafogo, no lugar de Vanderson, do Mônaco, que se lesionou em uma partida pela Liga dos Campeões contra o Manchester City. Vitinho, que tem sua primeira oportunidade na equipe, é um dos poucos jogadores atuando nos gramados brasileiros presentes na lista. Questionado sobre suas escolhas, o técnico italiano deixou clara a preferência por atletas que atuam no futebol europeu. “Privilegiamos os jogadores europeus porque têm que viajar menos do que os jogadores aqui no Brasil e também por causa do problema de fuso horário.” A lista também foi afetada por lesões de vários jogadores, como o capitão Marquinhos. A braçadeira para os jogos ainda não tem dono, mas Ancelotti defendeu que seja atribuída a Casemiro. Quatro meses após confirmar a classificação para a Copa do Mundo de 2026, terminando em quinto lugar na tabela, a comissão técnica tem a oportunidade de testar mais jogadores. Ancelotti também deixou claro que a lista para os jogos contra sul-coreanos e japoneses não é definitiva. As oportunidades estão abertas. Com menos de um ano de preparação até a Copa, o treinador justificou a escolha de novos nomes, como os meio-campistas André e João Gomes, do inglês Wolverhampton. “João Gomes é um dos jogadores que ainda não conheço pessoalmente, assim como o André. Nesta posição, temos muitas opções para a Copa do Mundo, por isso quero conhecer esses dois jogadores, que estão muito bem na Premier League.” A volta de Rodrygo, com quem conviveu no Real Madrid, foi justificada pela atual fase do atacante: “Rodrygo está muito bem. Não está jogando muito, mas todas as vezes que entrou no time foi bem. Tem boa condição física, como todos os jogadores brasileiros. Está muito motivado para estar aqui.” A equipe titular ainda será definida para os jogos, mas a escalação no gol já está decidida. Ederson volta a atuar no primeiro jogo, contra a Coreia do Sul, e o corintiano Hugo Souza foi confirmado para o jogo contra o Japão. “Ederson é um goleiro muito bom e importante para a equipe, e queremos ver o Hugo jogar com a camiseta da seleção. A comissão técnica tem muita confiança nesses goleiros e eles vão atuar bem”, afirmou. Na coletiva na sede da CBF, no Rio de Janeiro, Carlo Ancelotti explicou também a escolha dos amistosos contra as equipes asiáticas Coreia do Sul e Japão, que fazem parte de um planejamento de longo prazo para a preparação da equipe. “Fizemos um planejamento muito bom, que era jogar contra equipes asiáticas, em outubro; contra equipes africanas, em dezembro; e contra equipes europeias fortes, em março. Creio que este é um bom planejamento para a Copa do Mundo”, destacou. Em novembro, a seleção deverá enfrentar equipes africanas em jogos na Inglaterra e depois na França, mas os adversários e os locais ainda não estão definidos. Por enquanto, o foco da comissão técnica está voltado apenas para os jogos contra os sul-coreanos, no Estádio da Copa do Mundo, em Seul, no dia 10, às 8h da manhã (horário de Brasília), e contra o Japão, no dia 14, no Estádio Ajinomoto, em Tóquio.
O Supremo Tribunal Federal entra hoje no segundo dia de votos dos ministros da 1ª Turma na ação penal sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022. O primeiro julgamento envolve o chamado “núcleo crucial” da trama, que tem como réus o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete colaboradores de seu governo, sendo cinco deles militares. Os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino votaram ontem para condenar os oito acusados pela Procuradoria-Geral da República. Com isso, os réus ficaram a um voto da maioria pela condenação. Relator do processo, Moraes disse em seu voto que Bolsonaro era o líder de uma organização criminosa. Hoje será a vez de Luiz Fux apresentar o voto. A Primeira Turma é formada ainda por Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. A previsão é de que o julgamento termine na sexta-feira. Em entrevista à Rádio Eldorado, a advogada constitucionalista Vera Chemin, mestre em Administração Pública pela FGV de São Paulo, avaliou que Luiz Fux terá algumas divergências em relação ao voto de Alexandre de Moraes. Uma delas seria o entendimento de que o julgamento de Bolsonaro deveria ocorrer no plenário completo do STF. “Creio ele que não chegaria a esse extremo de absolver todos os réus, especialmente o ex-presidente, mas deverá fixar uma pena relativamente menor para Bolsonaro”, analisou a especialista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você é do tipo de pessoa que todo mundo sabe que está aborrecida?As crianças deixam isso transparecer logo. Se elas estão felizes todo mundo sabe, mas se elas estão zangadas, também é possível descobrir facilmente. O rosto delas logo muda.Quando os pais pedem pra uma criança fazer algo e ela não gosta, ela pode até fazer, mas o rosto vai mostrar que ela não quer fazer.Será que é assim que Deus espera de nós? Que façamos o que Ele quer mesmo com rosto zangado? Creio que não.O salmista no salmo 2 verso 11 diz: "Sirvam ao Senhor com temor, alegrem-se nele com tremor."Deus quer que a gente o sirva, mas principalmente que nosso coração esteja alegre ao servi-lo. Como Pai, Deus é o mais interessado em ver seus filhos felizes. Não esqueça disso!
Oro Por Você 02864 – 27 de Julho de 2025 Pai, ajuda-me a crer no futuro maravilhoso que prometeste. Ajude-me a estar preparado para dar […]
Aprofunde sua devoção a Deus em fiel.in/devocionalSe você não lutar contra a luxúriaAmados, exorto-vos... a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma. (1 Pedro 2.11)Quando eu confrontei um homem quanto ao adultério em que estava vivendo, tentei compreender sua situação e pedi que ele voltasse para sua esposa. Então, eu disse: “Você sabe, Jesus diz que se você não lutar contra esse pecado com o tipo de seriedade de quem está disposto a arrancar o próprio olho, você irá para o inferno e sofrerá ali para sempre”.Como um cristão professo, ele olhou para mim com total incredulidade, como se nunca tivesse ouvido algo assim em sua vida, e disse: “Quer dizer que você acha que uma pessoa pode perder a sua salvação?”.Assim, eu aprendi repetidamente, por experiência própria, que há muitos cristãos nominais que têm uma visão da salvação que a desconecta da vida real, que anula as ameaças da Bíblia e que coloca a pessoa pecadora que afirma ser um cristão além do alcance das advertências bíblicas. Creio que essa visão da vida cristã está confortando milhares de pessoas que estão no caminho largo que conduz à perdição (Mateus 7.13).Jesus disse que se você não lutar contra a luxúria, não irá para o céu. Não é que os santos sempre sejam bem-sucedidos. A questão é que resolvemos lutar, não que temos sucesso sem falhas.Os riscos são muito mais altos do que se o mundo fosse explodido por mil mísseis de longo alcance, terroristas bombardeassem a sua cidade, o aquecimento global derretesse as calotas ou a AIDS destruísse as nações. Todas essas calamidades podem matar apenas o corpo. Mas se nós não lutamos contra a luxúria, perdemos as nossas almas.Pedro diz que as paixões da carne guerreiam contra as nossas almas. Os riscos nessa guerra são infinitamente maiores do que em qualquer ameaça de guerra ou terrorismo. O apóstolo Paulo listou “prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza”, então disse que “por estas coisas é que vem a ira de Deus” (Colossenses 3.5-6). E a ira de Deus é imensamente mais temível do que a ira de todas as nações juntas.Que Deus nos dê graça para considerarmos seriamente as nossas almas e as dos outros e continuarmos a luta.--Devocional Alegria Inabalável, por John Piper | Editora Fiel.Conteúdo oferecido em parceria entre Desiring God e Ministério Fiel.
Neste episódio do Comentário Bíblico Vida, Bibo e Luiz conversam sobre o famoso texto do evangelho de João em que Tomé duvida da ressurreição de Cristo — e como essa situação revela que a dúvida nem sempre é sinônimo de falta de fé, mas um sinal de que estamos dispostos a ir mais fundo. Por […] O conteúdo de Duvido, logo creio – Comentário Bíblico Vida 006 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Neste episódio do Comentário Bíblico Vida, Bibo e Luiz conversam sobre o famoso texto do evangelho de João em que Tomé duvida da ressurreição de Cristo — e como essa situação revela que a dúvida nem sempre é sinônimo de falta de fé, mas um sinal de que estamos dispostos a ir mais fundo. Por […] O conteúdo de Duvido, logo creio – Comentário Bíblico Vida 006 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
A Rede de Áreas Marinhas Protegidas nos Açores foi criada com uma abordagem inovadora, definindo 17 objectivos de conservação para beneficiar todo o espaço marítimo da região, especialmente as áreas de actividade pesqueira. É este exemplo de compromisso com a conservação marinha que o arquipélago vai levar à conferência das Nações Unidas que começa esta segunda-feira, 9 de Junho, na cidade francesa de Nice. Criada com uma abordagem inovadora, a Rede de Áreas Marinhas Protegidas dos Açores define 17 objetivos de conservação que beneficiam todo o espaço marítimo da região, especialmente as áreas de actividade pesqueira. A rede visa proteger 30% do mar dos Açores, garantindo a conservação de ecossistemas e montes submarinos importantes, como explicou à RFI Andriano Quintela, biólogo na ong Blue Açores. "Foram definidos 17 objectivos de conservação e identificados para criar uma Rede de Áreas marinhas protegidas que fosse capaz de criar benefícios para todo o espaço marítimo do Mar dos Açores e para as áreas onde efectivamente pode haver actividade de pesca. Portanto, pela escala e pela forma como as áreas foram definidas, estamos convictos de que estas áreas podem criar benefícios para todo o espaço marítimo e não só para as áreas dentro das áreas, Existe uma certa prevenção para que depois se possa voltar à actividade pesqueira", defendeu. O processo baseou-se em mais de 40 anos de pesquisa científica, compilada no chamado "Blue Paper", que orientou a identificação das áreas prioritárias. Houve também um trabalho de co-criação com comunidades locais e partes interessadas, buscando soluções conjuntas que cumprissem os objetivos científicos, lembrou Andriano Quintela."Mais de 40 anos de investigação científica de excelência que foi feita nos Açores e continua a ser feita. Compilou-se essa informação e produziu-se um relatório, que é o que nós chamamos o Blue Paper, um processo de planeamento sistemático de conservação, onde, com base nesta informação, se identificam as áreas prioritárias para a conservação", detalhou.O mar é um elemento central da identidade açoriana, despertando paixões e unindo pessoas. O programa aposta na participação cívica e na literacia ambiental, reconhece Ana Monteiro, responsável pelo envolvimento da comunidade e suporte ao programa Blue Azores. "O mar dos Açores é o nosso factor mais identitário, mas também é o elemento mais unificador. Nunca se falou tanto do mar como se fala hoje. Penso que o programa também trouxe essa grande discussão e acreditamos que proteger o mar só faz sentido se for também com as pessoas. O nível de literacia e de participação cívica tem sido um dos pilares do programa e hoje em dia temos mais de 40 organizações mapeadas. O envolvimento das pessoas é crescente", sublinhou. Ana Monteiro considera que apesar das resistências naturais à mudança há um reconhecimento crescente da importância da protecção marinha, inclusive entre pescadores, que percebem as mudanças nos recursos naturais."Creio que estamos a atravessar também uma fase de mudança e todas as mudanças geram resistência. Se nós virmos, por exemplo, quando acabou a caça à baleia nos Açores, nos anos 80, houve um período de transição que foi muito polémico e de grande tumulto social. Mas hoje em dia percebemos que a protecção das baleias gera muito mais benefício económico do que gerava a caça à baleia. Os pescadores perceberam que é preciso fazer qualquer coisa para proteger o nosso mar", acrescentou.A conservação e o uso sustentável dos oceanos vão estar em debate na terceira Conferência das Nações Unidas, que decorre em Nice até 13 de Junho. Os Açores vão ser apresentados como caso de sucesso ao nível das Áreas Marinhas Protegidas.
20250602 Ep 984 - Ele traz grandezaBom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDiaA Escritura de hoje está em Gênesis 17:20, NVT - “Quanto a Ismael, também o abençoarei, como você pediu. Eu o tornarei extremamente fértil e multiplicarei seus descendentes. Ele será pai de doze príncipes, e farei dele uma grande nação.”Ele traz grandezaEm Gênesis 21, Agar e seu filho, Ismael, foram expulsos da casa de Abraão e Sara. Eles estavam sozinhos no deserto, sem direção, sem recursos e sem esperança. Agar era uma serva que apenas obedeceu às ordens. Seu filho, Ismael, não escolheu nascer naquela circunstância. Mas, de repente, todo o mundo deles desmoronou.E é exatamente nesse cenário que Deus se revela. Ele aparece e diz: “Agar, não tenha medo. Eu vou cuidar de você e do seu filho. E de Ismael, farei uma grande nação.”Deus é assim. Ele é misericordioso. Ele pega cenários de rejeição, confusão, dor e aparente fracasso… e transforma tudo em grandeza.Talvez hoje você também esteja enfrentando uma situação que não foi causada por você. Algo que te colocou em desvantagem, que te trouxe dor, vergonha ou incerteza. E Deus está te dizendo: “Eu não vou deixar que as escolhas erradas dos outros definam sua vida. Eu te cubro com a Minha misericórdia. E vou transformar essa bagunça em bênção. Ainda vou cumprir o propósito que tenho para você.”Acredite. Nada do que aconteceu pode anular os planos de Deus. Ele continua no controle e sabe exatamente como te levar ao destino que Ele preparou.Vamos fazer uma oraçãoPai, obrigado porque Tu és o Deus que transforma cenários difíceis em oportunidades de crescimento e vitória. Obrigado porque nada nem ninguém pode impedir os Teus planos na minha vida. Creio que o Senhor está agindo, mesmo nas situações que eu não entendo, e está transformando tudo em meu favor. Em nome de Jesus, Amém.
Filipa Martins esteve na Ucrânia em plena guerra. Decidiu lá ir, há poucas semanas. Dormiu num bunker, ouviu sirenes de bombardeamento, escreveu com o corpo em sobressalto e regressou com uma história para contar. É a partir dessa experiência — descrita num texto publicado na revista Visão — que começa esta conversa, mas o que se segue vai muito além da crónica de uma viagem a um país em conflito. Filipa Martins é escritora, jornalista e argumentista. Publicou romances, ensaios, argumentos televisivos e, até uma biografia: O Dever de Deslumbrar, dedicada à vida e à obra de Natália Correia — um projeto de seis anos de investigação e escrita, que reconstitui o percurso de uma das figuras mais complexas e livres da cultura portuguesa do século XX. Neste episódio do Pergunta Simples, Filipa Martins fala sobre tudo isso: o processo criativo, o método, as viagens, os limites da exposição pessoal na escrita, sobre a responsabilidade de narrar vidas reais, nas biografias.. Mas fala também — e com contundência — sobre o estado da democracia, o espaço das mulheres na cultura e na sociedade, e o modo como certos retrocessos se tornam visíveis nas estatísticas, nos discursos, e até nos algoritmos das redes sociais. Ela assinou o argumento das séries Três Mulheres e Mulheres às Armas, onde a ficção histórica serve como espaço de reconstrução de memórias silenciadas — em particular, as histórias de mulheres que tiveram um papel ativo em momentos decisivos da história portuguesa, mas que a narrativa oficial nunca destacou. Na conversa, há espaço para o rigor e para a emoção. A autora explica por que razão sente necessidade de “palmilhar” o território antes de escrever — uma herança do jornalismo que molda a sua literatura. Explica também por que razão vê a escrita como um gesto de observação e de resistência — mesmo quando isso significa abrir feridas ou reescrever memórias difíceis. Falamos das notas tiradas em viagem, da organização caótica dos cadernos perdidos, da vida doméstica retratada nas redes, da romantização dos papéis tradicionais, do papel do medo e da intimidade na criação literária. Filipa Martins está, presentemente, a terminar o seu próximo romance. Não é autobiográfico, diz — mas é, até agora, o mais pessoal. Um livro que volta à memória, à linhagem feminina e às marcas que se herdam. Esta conversa é sobre tudo isto. Sobre escutar, observar e transformar o que se vive — em literatura, em pensamento, em matéria para não esquecer. LER A TRANSCRIÇÃO DO EPISÓDIO 00:00:00:00 - 00:00:03:06 Filipa Martins, Jornalista, escritora. 00:00:03:06 - 00:00:11:04 Imagino que agora te sintas mais escritora do que jornalista. Um sim, mas um género com. 00:00:11:06 - 00:00:38:06 Esta conversa que é quase uma conversa de karma, porque a primeira vez que nós tentamos, ainda na nossa santa ignorância, descobrimos que não havia luz. Na verdade, houve um apagão ibérico, na verdade mais do que ibérico, certo? Creio que esta luz não diz tudo, ainda mais sabendo que falar contigo era um enorme gosto. Mas só hoje de manhã, sabendo que vinha cá hoje na rádio, eu estava a temer que houvesse outro cataclismo que nos separasse. 00:00:38:07 - 00:01:11:01 E aí passávamos então a ser banco. Como é que tu vives? Tu paga um. Olha, na verdade foi muito agradável. Eu sei que houve situações muito complexas, mas a minha versão dos acontecimentos foi foi, foi bastante simpática. Encontrei amigos por acaso na rua, que é uma coisa absolutamente estranha em Lisboa, quase como aquela que os encontros casuais da aldeia e de repente se combinamos juntar crianças. 00:01:11:03 - 00:01:34:14 Então passámos um serão. Tivemos também a sorte de ser uma altura do ano em que em que a noite chegou bastante tarde, portanto, e até às 08h30 tivemos o lusco fusco, vendo os fusco, as crianças a subirem, encher as casas com lanternas e a brincarem com a fazer sombras chinesas na parede. Portanto,
Ore comigo neste dia a oração poderosa de confirmação que Deus é contigo com este Salmo 121. Creio que Deus te deu livramento e confirmação hoje, pois Ele mudará a tua história.
Próxima parada: Munique. É lá, em terras alemãs, que o Paris Saint-Germain vai em busca do seu primeiro título da Liga dos Campeões da Uefa. Esta semana, o clube francês garantiu o passaporte para a grande decisão ao derrotar o Arsenal, da Inglaterra, por 2 a 1, jogando em casa no Parque dos Príncipes. Renan Tolentino, em ParisEm 55 anos de história, esta é a segunda vez que o PSG chega à final da principal competição europeia. O capitão do time, o zagueiro brasileiro Marquinhos, celebrou o feito histórico em entrevista para a emissora francesa Canal+. “É uma grande emoção. Creio que o clube fez por merecer isso, fez um bom trabalho. Nossa trajetória foi dura e longa, com confrontos muito difíceis. Agora que a ficha caiu, temos que desfrutar ao máximo, daqui até a final, se preparar da melhor maneira”, celebrou em francês.“Nosso trabalho foi feito para chegar à final, mas não está terminado, a gente quer mais, a gente quer muito buscar esse título. Temos que desfrutar deste momento, desta classificação, porque foi muito difícil, e se preparar bem para a decisão”, reforçou o brasileiro.Símbolo desta atual fase do PSG, Marquinhos é um dos poucos remanescentes do elenco vice-campeão, após derrota para o Bayern de Munique em 2020, em plena pandemia. A equipe parisiense ainda contava com Neymar e Mbappé no ataque, responsáveis por levarem o clube à sua primeira final.Evolução e resiliênciaNaquela ocasião, o adversário alemão era o time a ser batido. Desta vez, o cenário é diferente na opinião de Loïc Tanzi, que cobre o PSG para o diário esportivo francês L'Equipe. Em entrevista à RFI, o setorista aponta que o Paris chega com um ligeiro favoritismo em relação à Inter de Milão.“O PSG tem uma grande chance. Acredito que o clube provou ser melhor do que a Inter de Milão durante a temporada, apesar de estarmos falando de um time acostumado a jogar este tipo de competição. A Inter jogou a final há dois anos, é uma equipe mais experiente na Liga, montada ao longo de cinco anos para ganhar novamente o torneio, os jogadores se conhecem bem. Mas eu não diria que a Inter é favorita. Eles têm um grande elenco, mas acredito que não têm a mesma ambição do PSG”, avalia o jornalista.Apesar da boa temporada, para chegar à final da Champions o clube francês percorreu um caminho tortuoso. Na primeira fase, se classificou em 15°, garantindo a vaga para os play-offs apenas da última rodada. No mata-mata, iniciou sua caminhada eliminando o modesto Brest, também da França, sem dificuldades. Mas a facilidade parou por aí, porque depois foram só duelos equilibrados contra três equipes inglesas. Nas oitavas, diante do Liverpool, teve que buscar a classificação nos pênaltis, fora de casa.Nas quartas, sofreu para passar pelo Aston Villa. E, por fim, superou o Arsenal na semifinal. Para Tanzi, a resiliência é justamente uma das características mais fortes deste elenco.“A sensação é de que, mesmo sob pressão, esse elenco do Paris não entra em pânico. Tenta manter a cabeça fria e jogar unido", diz Loïc Tanzi do L'Equipe.“O PSG fez uma grande partida de volta. Mesmo tendo sofrido, mereceu essa vitória (...) Acredito inclusive que este confronto com o Arsenal mostrou que o PSG sabe suportar a pressão. Não era assim no começo da temporada. Então, acredito que a equipe evoluiu neste aspecto. É um PSG que avança à final com plena confiança e que merece estar na decisão (...) É um Paris Saint-Germain que evoluiu diante deste tipo de situação, porque antes, ao encarar pressões assim, como no duelo com o Arsenal, talvez poderia perder o controle”, conclui o setorista."Hoje estamos mais fortes"O português Nuno Mendes, lateral-esquerdo do PSG, faz uma análise semelhante à do jornalista francês. Titular contra o Arsenal na última quarta-feira (7), o jogador acredita que o time evoluiu ao longo da temporada, principalmente após o fim da primeira fase da Champions.“Foi um momento difícil no início, mas conseguimos ter uma boa comunhão, uma boa equipe, uma família dentro de campo. Acho que isso foi o mais importante para que pudéssemos dar a volta por cima. Hoje estamos mais fortes e mais juntos que no início da temporada. Acho que é um bom presente para nós estarmos na final da Liga dos Campeões e agora poder ganhar lá (em Munique)”, disse o português.“Nunca joguei uma final de Champions League, mas acho que vai ser um grande jogo. Esperamos que possamos sair de lá com uma vitória”, projeta Nuno Mendes.A decisão da Liga dos Campeões entre PSG e Inter de Milão está marcada para o dia 31 de maio, às 16h (horário de Brasília) no estádio Allianz Arena, em Munique, na Alemanha.Donos de três títulos, os italianos colocam à prova sua tradição na Champions. Do lado francês, o PSG aposta na força do grupo e no bom momento de Dembélé para conquistar sua tão sonhada primeira taça. Neste cenário imprevisível, quem ganha é o futebol.
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDiaA Escritura de hoje está em Salmo 107:29, NTLH - "Ele acalmava a tempestade, e as ondas ficavam quietas."Acalma a TempestadeQuando olhamos para trás, é possível lembrar de tempestades que tentaram nos derrubar. Algumas surgiram do nada, sem que tivéssemos feito qualquer coisa para merecê-las. Outras foram injustas — situações em que fomos mal interpretados, rejeitados, ou tratados de forma errada. E há aquelas tempestades que surgem quando decidimos avançar na fé, crescer, mudar padrões antigos e conquistar novas áreas para nossa vida e nossa família.A verdade é que existem forças que se levantam contra o nosso progresso. Mas o que vem contra você não é sinal de derrota. Pelo contrário, muitas vezes é um sinal de que a evolução está chegando. O inimigo pode até enviar ventos fortes, ondas agitadas e muitos ruídos para tentar te parar, mas ele não tem a palavra final. Deus tem.No tempo certo, Deus se levanta e declara: “Haja paz, aquiete-se.” Ele acalma a tempestade, silencia as ondas e repele toda força contrária. O que parecia impossível vai se transformar. O que parecia um atraso, vai se tornar um caminho de avanço. Deus está trabalhando para mudar as coisas a seu favor, trazendo cura, provisão, livramento e direcionamento. Confie. A tempestade vai se transformar em calmaria.Vamos fazer uma oraçãoPai, obrigado por acalmar as tempestades que surgem contra o meu futuro. Obrigado por estar comigo mesmo quando tudo parece fora de controle. Creio que nenhum vento contrário é capaz de impedir o que o Senhor já determinou para mim. Confio na Tua palavra e no Teu poder. Em nome de Jesus, Amém.
Aprofunde sua devoção a Deus em fiel.in/devocionalA chave para o amor radicalVersículo do dia: Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós. (Mateus 5.11-12)Uma das questões que eu levantei recentemente, enquanto pregava sobre amar nossos inimigos, a partir de Mateus 5.44, foi: Como você ama as pessoas que lhe sequestram e depois lhe matam?Como podemos fazer isso? De onde vem o poder para amar dessa forma? Pense em quão surpreendente isso é quando surge no mundo real! Alguma coisa poderia mostrar a verdade, poder e realidade de Cristo mais do que isso?Creio que Jesus nos dá a chave para esse amor radical e abnegado no mesmo capítulo.Em Mateus 5.11-12, ele fala novamente sobre ser perseguido. O que é notável nesses versículos é que Jesus diz que você é capaz não somente de suportar o maltrato do inimigo, mas de se alegrar nisso. Isso parece ainda mais fora do nosso alcance. Se eu pudesse fazer isso — se eu pudesse me alegrar em ser perseguido — então, seria possível amar meus perseguidores. Se o milagre da alegria no meio do terror da injustiça, dor e perda pudesse acontecer, então o milagre do amor por aqueles que nos ofendem também poderia surgir.Jesus dá a chave para a alegria nesses versículos. Ele diz: “Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus”. A chave da alegria é a fé na futura graça de Deus — “é grande o vosso galardão nos céus”. Creio que essa alegria é o poder libertador para amarmos os nossos inimigos quando eles nos perseguem. Se isso é verdade, então o mandamento de amar é uma ordem para fixarmos as nossas mentes nas coisas que são do alto, não nas coisas que são da terra (Colossenses 3.2).O mandamento para amarmos o nosso inimigo é uma ordem para encontrarmos nossa esperança e nossa satisfação em Deus e em seu grande galardão: sua graça futura. A chave para o amor radical é a fé na graça futura. Devemos ser persuadidos em meio à nossa agonia de que o amor de Deus é “melhor do que a vida” (Salmo 63.3). Amar o seu inimigo não lhe dá a recompensa do céu. Valorizar a recompensa do céu o capacita a amar o seu inimigo.--Devocional Alegria Inabalável, por John Piper | Editora Fiel.Conteúdo oferecido em parceria entre Desiring God e Ministério Fiel.
Questo è l'episodio di spiegazione delle Norme Organizzative, ovvero delle azioni che il Team dovebbe seguire che riguardano l'organizzazione in cui è inserito.Per saperne di più e per continuare il confronto sulla Team Emotional Intelligence, entra nel Gruppo Linkedin: https://www.linkedin.com/groups/9510042/#TeamEI
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDiaA Escritura de hoje está em Gálatas 6:7 (NVI) - "Não se enganem: de Deus não se zomba. Pois aquilo que o ser humano semear, isso também colherá." Semente ExtraordináriaToda vez que você obedece ao que Deus diz, você está plantando uma semente. Quando é difícil, quando você não entende, quando você se sente desconfortável, mas mesmo assim obedece, você está plantando uma semente extraordinária. E você colherá uma colheita extraordinária. Quando Ele pede para você se afastar de uma pessoa que está te puxando para baixo ou para desistir de um mau hábito que está arruinando sua saúde, Ele não está tentando tirar algo de você. Ele está tentando te dar algo melhor. Quando Ele pede para você perdoar alguém que te machucou, Ele te dará beleza em vez de cinzas e te restaurará completamente. Quando Ele te mostra para dar um passo de fé, mesmo quando você não se sente qualificado, Ele te dará um novo começo. Não tente entender tudo, não analise demais, apenas faça o que você sabe que Deus está pedindo para você fazer. A obediência ativa o poder de Deus. Se você confiar Nele e fizer o que sabe que precisa fazer, você colherá um novo nível do seu destino. Ao plantar essa semente extraordinária, você verá o favor de Deus de maneiras extraordinárias.Vamos fazer uma oração:"Pai, obrigado por falar através da Tua Palavra e por me dar um ouvido interior para discernir o certo do errado e qual o melhor caminho. Ajuda-me a ser sensível à Tua voz mansa e suave, a ouvi-la com clareza e a obedecer prontamente. Creio que colherei uma colheita extraordinária ao obedecer. Em nome de Jesus, amém."
João Soares olha com reticência para uma maioria de esquerda apesar de ver condições para PS ganhar as eleições. Desvaloriza ainda Conselho de Ministros no Bolhão e diz que estará ao lado de Seguro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDiaA Escritura de hoje está em Rute 4:21-22, ARA - “Boaz gerou a Obede; Obede gerou a Jessé; e Jessé gerou a Davi.”Nada é AleatórioSe você conhece a história de Noemi no livro de Rute, sabe que sua vida foi marcada por desafios e perdas. Primeiro, uma fome severa fez com que ela, seu marido e seus dois filhos deixassem Belém e se mudassem para Moabe. Depois, seu marido faleceu e, dez anos mais tarde, ambos os filhos também morreram. Sem perspectivas, Noemi retornou para Belém junto com uma de suas noras, Rute, enfrentando a pobreza e sobrevivendo com dificuldade. Mas então, Rute conheceu Boaz, um homem íntegro e generoso, e os dois se apaixonaram e se casaram. Dessa união nasceu Obede, que foi pai de Jessé, que por sua vez foi pai de Davi, o maior rei de Israel.Se alguém tivesse dito a Noemi, no auge de sua dor, que tudo aquilo fazia parte de um plano maior, ela certamente não teria acreditado. Mas Deus é soberano. Se Rute, uma viúva moabita, não tivesse decidido seguir Noemi até Belém, ela nunca teria se casado com Boaz. No entanto, Deus já havia determinado que, dessa linhagem, nasceria Davi, e mais tarde, o próprio Messias, Jesus Cristo.Assim como na história de Noemi e Rute, nada na sua vida acontece por acaso. Deus pode transformar tristeza em alegria, perdas em novos começos e dificuldades em testemunhos poderosos. Confie n'Ele, porque o que Ele tem preparado para você é maior do que qualquer plano que você poderia imaginar.Vamos fazer uma Oração“Pai, obrigado porque Tu és soberano e tens um propósito para cada situação da minha vida. Mesmo quando não entendo, confio que os Teus planos são maiores e melhores do que os meus. Creio que algo extraordinário está a caminho e que o Senhor está no controle de tudo. Em nome de Jesus, amém.”
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDiaA Escritura de hoje está em Juízes 6:15, NVI - “Ah, Senhor”, respondeu Gideão, “como libertar Israel? Meu clã é o menos importante de Manassés, e eu sou o menor da minha família.”A Imagem Errada Precisa DesaparecerMuitas vezes, não percebemos que nossa autoimagem foi danificada. Passamos por mágoas, decepções e cometemos erros, e então nos perguntamos por que não conseguimos avançar. Foi exatamente o que aconteceu com Gideão. Quando um anjo apareceu e disse: "O Senhor está com você, homem valente", ele estava com medo, escondido do inimigo.A imagem que Gideão tinha de si mesmo era: "sou pequeno, fraco, incapaz, sem valor". Mas a imagem que Deus tinha dele era: "valente, corajoso, chamado para fazer história". Aqui está a chave: você não pode manter uma imagem errada e, ao mesmo tempo, enxergar a si mesmo como Deus o vê. É preciso entregar sua visão distorcida a Ele. Não deixe que a mídia, que sua família, que seu trabalho ou seus críticos determinem seu valor. Deus sabe tudo o que colocou dentro de você e quer ajudá-lo a se tornar tudo o que Ele planejou.Será que uma autoimagem errada tem impedido você de alcançar sua grandeza? Talvez você tenha acreditado em mentiras como: "sou muito velho, muito jovem, não sou inteligente o suficiente, não tenho talento". Se sim, saiba que você está exatamente na mesma posição onde Gideão esteve. Mas, assim como ele, você ainda pode se tornar um personagem poderoso. Entregue sua imagem a Deus e passe a se enxergar como Ele te vê.Vamos fazer uma Oração“Pai, obrigado por me chamar a sonhar mais alto, a esperar mudanças e a despertar tudo o que colocastes dentro de mim. Obrigado porque meu futuro não é limitado pelo meu passado, nem por circunstâncias familiares ou pelo que disseram a meu respeito. Creio que, com a Tua ajuda, posso me levantar e cumprir meu propósito. Em nome de Jesus, amém.”
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDiaA Escritura de hoje está em Atos 12:4, NAA - “Depois de prender Pedro, Herodes o lançou na prisão, entregando-o para ser guardado por quatro escoltas de quatro soldados cada. Herodes tencionava apresentá-lo ao povo depois da Páscoa.”As Forças a Seu FavorO rei Herodes era contra a igreja primitiva. Ele já havia mandado matar o apóstolo Tiago e agora havia prendido Pedro. Para garantir que ele não escapasse, designou dezesseis soldados para vigiá-lo, acorrentou-o entre dois guardas e montou estações de vigilância com um grande portão de ferro na entrada da prisão.Assim como Herodes colocou soldados para manter Pedro encarcerado, sempre haverá forças tentando impedir o cumprimento dos propósitos de Deus em sua vida. Haverá portas sendo fechadas, obstáculos e momentos em que as probabilidades parecerão estar contra você. Mas a boa notícia é que a força de Deus ao seu favor é muito maior do que todas as forças que vem contra você.Talvez você esteja se sentindo acorrentado por uma situação difícil — seja uma enfermidade, um problema financeiro, um vício ou uma porta fechada. Mas sua hora está chegando. Deus não permitiria que essa porta se fechasse se Ele não tivesse um plano para abri-la. Assim como Ele fez com Pedro, Ele pode libertar você de maneira sobrenatural e abrir caminhos onde parece não haver uma saída.Vamos fazer uma Oração“Pai, obrigado porque Tu reinas sobre todas as coisas e tens a palavra final sobre minha vida. Sei que nenhum obstáculo é grande demais para Ti e que nada pode impedir Teus planos para minha vida. Creio que portas estão prestes a se abrir e que eu verei Teu agir sobrenatural. Em nome de Jesus, amém.”
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDiaA Escritura de hoje está em João 2:3-4, NAA - Tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho.” Mas Jesus respondeu: “Porque a Senhora está me dizendo isso? Ainda não é chegada a minha hora.”Bem no LimiteQuando Jesus estava no casamento em Caná da Galileia, Ele ainda não tinha feito nenhum milagre, não havia curado ninguém, não tinha andado sobre as águas nem multiplicado os pães. Mas quando Sua mãe lhe disse que o vinho havia acabado, mesmo ouvindo que Sua hora ainda não tinha chegado, ela percebeu que Ele estava à beira de fazer algo novo. Pouco tempo depois, Sua hora chegou, Ele realizou Seu primeiro milagre e começou a impactar o mundo.Talvez sua hora ainda não tenha chegado para a cura, para a promoção ou para a resposta que você espera, mas está mais perto do que você imagina. Uma mudança está prestes a acontecer: da luta para facilidade, da escassez para abundância, do vício para a liberdade, de enfermidade para saúde plena, de portas fechadas para oportunidades inesperadas. Deus está alinhando as circunstâncias, as conexões certas, os recursos necessários. Você está prestes a entrar em uma nova temporada de favor.Vamos fazer uma Oração“Pai, obrigado porque Tu reinas soberano e tens o tempo certo para todas as coisas. Sei que o meu momento está chegando e que Tu estás preparando algo maior para mim. Ajuda-me a confiar e a permanecer firme. Creio que estou prestes a entrar em uma nova temporada de bênçãos. Em nome de Jesus, amém.”
Creio que você já ficou irado, todos nós já ficamos. O problema é oq que fazemos com a ira, como reagimos e como resistimos a agir de maneira contrária à vontade de Deus porque a ira nos dominou. Devemos agir rapidamente para que a ira não se transforme em atitudes que causem mal as pessoas do nosso convívio. Precisamos resistir aos ressentimentos e agir com paciência e compaixão. Pode não ser possível evitar a ira, mas podemos vencê-la fazendo o que é bom, o que agrada ao nosso Senhor.
A 22ª edição do festival de cinema Regards d'Ailleurs (Olhares de Fora) é realizada em Dreux, no norte da França, até o dia 2 de abril. Neste ano, o evento homenageia o Brasil, trazendo ao evento pesos-pesados entre seus convidados, como Walter Salles, Kleber Mendonça Filho, Eryk Rocha, Antonio e Camila Pitanga, Maria de Medeiros, entre outros. Daniella Franco, da RFINa agenda, uma extensa programação, com duração de quase um mês, com a exibição de clássicos do cinema brasileiro, como "Orfeu Negro", de Marcel Camus, e "Deus e o Diabo na Terra do Sol", de Glauber Rocha, grandes sucessos como "Cidade de Deus", de Fernando Meirelles e Kátia Lund, "Aquarius" e "Bacurau", de Kleber Mendonça Filho, "Madame Satã", de Karim Aïnouz, e o premiadíssimo "Ainda Estou Aqui", de Walter Salles. A nova geração do cinema brasileiro também está representada, como "Manas", de Mariana Brennand, "Senhoritas", de Mykaela Plotkin, “Estou me guardando para quando o carnaval chegar”, de Marcelo Gomes, entre tantos outros títulos.O festival ainda promove encontros com vários cineastas brasileiros, masterclasses de Walter Salles e Camila Pitanga, além de uma homenagem a Glauber Rocha, um cine-concerto e uma programação especial para o público infantil.A escolha do Brasil para ser o país tema do festival era algo previsto de longa data pelos organizadores, segundo o diretor do Regards d'Ailleurs, Thierry Méranger. "Faz muitos anos que eu sigo vários cineastas brasileiros e tinha muita vontade de homenagear esse belo território de cinema que é o Brasil. E, para ser sincero, eu não quis selecionar o Brasil para o festival durante o governo Bolsonaro. Então esperei, de uma maneira consciente, que o panorama político brasileiro se tornasse mais favorável", explica.A escolha foi acertada: Méranger afirma que o interesse pelo cinema e os diretores brasileiros em Dreux é grande. "Creio que nossos convidados brasileiros são acolhidos com muita curiosidade, no bom sentido do termo, porque o público do Regards d'Ailleurs é um público que tem vontade de aprender”, diz.“Por enquanto, o público tenta reconstituir esse magnífico quebra-cabeças de elementos que constituem a cultura brasileira. Os espectadores de Dreux estão se dando conta da incrível diversidade que abrange a expressão 'cinemas brasileiros'. Afinal, são os 'cinemas brasileiros' que estamos descobrindo", reitera Méranger."A Queda do Céu"Entre os convidados do festival está o cineasta brasiliense Eryk Rocha, que apresenta três de seus filmes no Regard D'Ailleurs. Entre eles está o premiado documentário "A Queda do Céu", obra que dirigiu junto com Gabriela Carneiro da Cunha, e que estreou em fevereiro no circuito comercial da França, com muitos elogios da crítica.Em entrevista à RFI, Rocha explica que no exterior, o público, ainda que alheio às questões e temáticas brasileiras, não tem dificuldades para assimilar essa poderosa obra. “Acho que ‘A Queda do Céu' é um filme que tem múltiplas dimensões e camadas. Cada espectador vai perceber seus pontos de riqueza: as dimensões políticas, histórica, estética, mística, filosófica. É um filme tanto quanto os Yanomamis quanto sobre nós”, avalia.Após estrear no Festival de Cinema de Cannes, no ano passado, “A Queda do Céu”, baseado no livro homônimo do líder Yanomami Davi Kopenawa, passou por mais de 20 países e 70 festivais, recebendo 15 prêmios internacionais. Segundo o cineasta, essa é uma prova de que “o filme chega no coração das pessoas”.“Em Dreux, por exemplo, o festival é frequentado pelos moradores da cidade, trabalhadores, funcionários, aposentados. Perceber como o filme chegou nas pessoas me emocionou muito”, conta. “As pessoas captaram o espírito do filme. Foi uma experiência muito forte. Raras vezes eu vivi em um festival um debate de mais de duas horas, o que é algo muito importante”, reitera.Visibilidade ao cinema brasileiroO crítico de cinema Diogo Serafim, brasileiro radicado na França, também participa do Regards d'Ailleurs como convidado. Em entrevista à RFI, ele comentou sobre a vitrine que festivais fora do país representam para o cinema brasileiro.“Acho que é sempre válido para o cinema brasileiro ter essa certa visibilidade, esse contato com o mundo exterior, principalmente em um contexto no qual a gente vive uma dinâmica de globalização no qual é muito difícil ter esse diálogo invertido”, diz.Serafim também destaca que o Regards D'Ailleurs se diferencia de outros na França por propor uma concepção menos formatada pela indústria e pela hegemonia europeia e norte-americana. “O que é legal desse festival é que nós temos a possibilidade de ter um recorte bem amplo de obras e ter essa oportunidade de dialogar em torno das obras”, afirma.Segundo ele, esse diálogo é benéfico tanto para o público quanto para a divulgação do cinema do Brasil fora do país. “É muito rico para a população local e francesa ter essa noção e esse recorte mais bruto da realidade do audiovisual brasileiro”, conclui.
Ó Deus, deposito minha fé em Ti e não em outros. Sei que a sabedoria humana não é nada, se comparada com a divina. Creio em […]
Quando o evangelho chega ao nosso coração nós somos transformados e recebemos uma esperança viva. Passamos por muitas lutas em nossa vida, mas o evangelho nos dá uma promessa que nos fortalece para seguir em frente sabendo que nenhuma luta aqui pode nos intimidar e a bençãos futuras são superiores a todas as dores desta vida. Creio no evangelho e desfrute desta esperança viva.
Este podcast tem o apoio do Activobank. Another week, another mudanças. Será que há publico para pessoas obcecadas por fazer mudanças? Tipo partilhar o nosso tipo de caixas favoritas, técnicas de embalamento...ou é algo que se esgota? Creio que sim.Agora a grande questão: andará o Rui muito atento ao instagram da Sofia Ribeiro. Ups, não era isso. Era: ainda se lembram dos estados do facebook? Nós sim, infelizmente. E infelizmente, partilhamos tudo convosco.
Ó Deus, deposito minha fé em Ti e não em outros. Sei que a sabedoria humana não é nada, se comparada com a divina. Creio em […]
Mais um episódio da temporada “Mulher Real” do Junia na Lata. Nesse episódio e último da temporada, trouxe meu ilustríssimo convidado: Teófilo Hayashi, meu marido. No episódio de hoje tivemos perguntas & respostas bem “freestyle” sobre relacionamento, ministério e casamento. Essa temporada foi muito especial! Creio que como mulheres reais, estamos aprendendo a como nos posicionar diante dos desafios, desenvolvendo nosso caráter em Cristo e crescendo como filhas de um bom Pai. Vem escutar esse episódio especial e me conta o que achou!
Diego ainda doente e os que sobraram ainda tentando dar uma alegriazinha pra vida de vocês!
O Senhor Jesus veio a este mundo não para te julgar, mas para te salvar. Porém, se você escolhe não crer no que Ele ensina, Ele vai te respeitar. Contudo, para cada escolha há uma consequência. Acompanhe comigo o episódio de hoje e saiba o que a Palavra de Deus diz sobre esse assunto. Ouça e compartilha a série “Quem é Deus? Quem é você?”
Creio que você já se viu em situações que estavam acima de seus recursos. Quando passamos por experiencias assim devemos no lembrar que nosso Deus é o Todo-poderoso para quem nada é difícil ou impossível. Devemos aprender a depender e buscar a capacitação do Senhor, pois ele cuida de todos os seus filhos. Busque o Senhor e seja capacitado por ele.
QUEM É DEUS? QUEM É VOCÊ? – Episódio 84: Como saberei que eu creio? - By Viviane Freitas
Quantas vezes você já murmurou esse ano? Isso ajudou a mudar a situação? Creio que não! Compreenda que, quando você muda sua forma de olhar, tudo ao seu redor muda.
Passagem Bíblica: "Um anjo do Senhor disse a Filipe: — Levante-se e vá para o Sul, no caminho que desce de Jerusalém a Gaza; este se acha deserto. (27) Filipe se levantou e foi. Havia um etíope, eunuco, alto oficial de Candace, rainha dos etíopes, o qual era superintendente de todo o seu tesouro. Ele tinha vindo adorar em Jerusalém (28) e estava regressando ao seu país. E, assentado na sua carruagem, vinha lendo o profeta Isaías. (29) Então o Espírito disse a Filipe: — Aproxime-se dessa carruagem e acompanhe-a. (30) Correndo para lá, Filipe ouviu que o homem estava lendo o profeta Isaías. Então perguntou: — O senhor entende o que está lendo? (31) Ele respondeu: — Como poderei entender, se ninguém me explicar? E convidou Filipe a subir e sentar-se ao seu lado. (32) Ora, a passagem da Escritura que ele estava lendo era esta: “Foi levado como ovelha ao matadouro; e, como um cordeiro mudo diante do seu tosquiador, ele não abriu a boca. (33) Na sua humilhação, lhe negaram justiça; quem poderá falar da sua descendência? Porque a vida dele é tirada da terra.” (34) Então o eunuco disse a Filipe: — Peço que você me explique a quem se refere o profeta. Fala de si mesmo ou de outra pessoa? (35) Então Filipe explicou. E, começando com esta passagem da Escritura, anunciou-lhe a mensagem de Jesus. (36) Seguindo pelo caminho, chegaram a certo lugar onde havia água. Então o eunuco disse: — Eis aqui água. O que impede que eu seja batizado? (37) [Filipe respondeu: — É lícito, se você crê de todo o coração. Então ele disse: — Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.] (38) Então mandou parar a carruagem, ambos desceram à água, e Filipe batizou o eunuco. (39) Quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou Filipe, e o eunuco não o viu mais; e este foi seguindo o seu caminho, cheio de alegria. (40) Mas Filipe foi visto outra vez em Azoto; e, seguindo viagem, evangelizava todas as cidades até chegar a Cesareia." Atos 8.26-40
LINK BLACK FRIDAY: https://lucianopires.com.br/marketing/black-friday2022/ “Creio que existe uma divisão irreconciliável no Brasil, e a essa divisão chamo de ‘A Greta'. Eu realmente creio que a greta é o pior que se passa conosco. E acredito que vá transcender o atual governo que, se em algum momento se for, será sucedido por outros que também passarão. Mas a greta permanecerá, porque a greta não é política, é cultural, e no sentido mais amplo, tem a ver com a forma como vemos o mundo. A greta separou amigos, irmãos, casais, companheiros de trabalho. Antes havia mais gente que eu saudava por aqui, agora há menos. Provocaram uma greta, uma divisão, com essa história de que quem está contra é um traidor da pátria. É possível sim, estar contra e não ser um traidor da pátria. Creio realmente que todos somos a pátria, creio que todos somos o país, creio que ninguém tem o ‘copyright' da pátria. ‘Brasil' não é uma marca registrada de ninguém, de nenhum partido, de nenhum movimento, de nenhum governo, seja qual for. A verdade tampouco, ninguém tem o ‘copyright' da verdade. Oxalá algum dia possamos superar essa greta, pois dois meios Brasis não somam um Brasil inteiro.” Noventa milhões em ação Pra frente Brasil, no meu coração Todos juntos, vamos pra frente Brasil Salve a seleção!!! De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão! Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração! Todos juntos vamos pra frente Brasil! Salve a seleção! Todos juntos vamos pra frente Brasil! Salve a seleção! Gol! Somos milhões em ação Pra frente Brasil, no meu coração Todos juntos, vamos pra frente Brasil Salve a seleção!!! De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão! Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração! Todos juntos vamos pra frente Brasil, Brasil! Salve a seleção! Todos juntos vamos pra frente Brasil, Brasil! Salve a seleção! Salve a seleção! Salve a seleção! Salve a seleção! Continuo a reflexão neste vídeo. https://youtu.be/O_4S-Kl0Ruc Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com
Por conta do contexto atual, vou repetir o texto do Cafezinho 104, que eu publiquei em setembro de 2018. Em 2013 o jornalista argentino Jorge Lanata falou de uma certa greta, o fosso, em espanhol, la grieta, que dividia os argentinos. Traduzi o discurso de Lanata, substituindo “Argentina”, por “Brasil”. Veja o que você acha: “Creio que existe uma divisão irreconciliável no Brasil, e a essa divisão chamo de ‘A Greta'. Eu realmente creio que a greta é o pior que se passa conosco. E acredito que vá transcender o atual governo que, se em algum momento se for, será sucedido por outros que também passarão. Mas a greta permanecerá, porque a greta não é política, é cultural, e no sentido mais amplo, tem a ver com a forma como vemos o mundo. A greta separou amigos, irmãos, casais, companheiros de trabalho. Antes havia mais gente que eu saudava por aqui, agora há menos. Provocaram uma greta, uma divisão, com essa história de que quem está contra é um traidor da pátria. É possível sim, estar contra e não ser um traidor da pátria. Creio realmente que todos somos a pátria, creio que todos somos o país, creio que ninguém tem o ‘copyright' da pátria. ‘Brasil' não é uma marca registrada de ninguém, de nenhum partido, de nenhum movimento, de nenhum governo, seja qual for. A verdade tampouco, ninguém tem o ‘copyright' da verdade. Oxalá algum dia possamos superar essa greta, pois dois meios Brasis não somam um Brasil inteiro.” Dois meio Brasis não somam um Brasil inteiro. Por anos, uma certa elite se esmerou em semear o ódio e o conflito entre os brasileiros. E obteve sucesso. A greta existe, mas o Brasil está longe de ser um país dividido. Divididos estão pequenos grupos organizados e barulhentos, em luta pelo poder. E que influenciam a maioria silenciosa a imaginar que o país está dividido. Pense nisso. Dois meio Brasis jamais somarão um Brasil inteiro. Vou continuar a reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=K54lyYLYqsk Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Por conta do contexto atual, vou repetir o texto do Cafezinho 104, que eu publiquei em setembro de 2018. Em 2013 o jornalista argentino Jorge Lanata falou de uma certa greta, o fosso, em espanhol, la grieta, que dividia os argentinos. Traduzi o discurso de Lanata, substituindo “Argentina”, por “Brasil”. Veja o que você acha: “Creio que existe uma divisão irreconciliável no Brasil, e a essa divisão chamo de ‘A Greta'. Eu realmente creio que a greta é o pior que se passa conosco. E acredito que vá transcender o atual governo que, se em algum momento se for, será sucedido por outros que também passarão. Mas a greta permanecerá, porque a greta não é política, é cultural, e no sentido mais amplo, tem a ver com a forma como vemos o mundo. A greta separou amigos, irmãos, casais, companheiros de trabalho. Antes havia mais gente que eu saudava por aqui, agora há menos. Provocaram uma greta, uma divisão, com essa história de que quem está contra é um traidor da pátria. É possível sim, estar contra e não ser um traidor da pátria. Creio realmente que todos somos a pátria, creio que todos somos o país, creio que ninguém tem o ‘copyright' da pátria. ‘Brasil' não é uma marca registrada de ninguém, de nenhum partido, de nenhum movimento, de nenhum governo, seja qual for. A verdade tampouco, ninguém tem o ‘copyright' da verdade. Oxalá algum dia possamos superar essa greta, pois dois meios Brasis não somam um Brasil inteiro.” Dois meio Brasis não somam um Brasil inteiro. Por anos, uma certa elite se esmerou em semear o ódio e o conflito entre os brasileiros. E obteve sucesso. A greta existe, mas o Brasil está longe de ser um país dividido. Divididos estão pequenos grupos organizados e barulhentos, em luta pelo poder. E que influenciam a maioria silenciosa a imaginar que o país está dividido. Pense nisso. Dois meio Brasis jamais somarão um Brasil inteiro. Vou continuar a reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=K54lyYLYqsk Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com