Podcasts about Creio

2012 live album by Diante do Trono

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Creio

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Bate Pé
Directo de Houston, Cristiano Ronaldo, Seleção, Ficar viral com streamer, Girl's Talk, Oura Ring, Sentir que estou a falar e ter ansiedade, Americanos não vivem futebol

Bate Pé

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 46:38


Temos um bocado de girls talk, mas não temos Off Campus. Prometo que me controlei. Como prometido, episódio dividido entre Houston e Lisboa. O Rui passou a semana com a seleção e a Mafalda em casa a tentar fazer tudo o que costuma fazer + aquilo que o Rui costuma fazer. Chama-se dar valor? Creio que sim! Demos opinião sobre as polémicas da semana, o Rui fala do espirito de apoiar a seleção e Cristiano Ronaldo.APOIOS:Activobank

Ouvir & Pensar
A beleza da Mulher escolhida por Deus

Ouvir & Pensar

Play Episode Listen Later Jun 14, 2026 27:35


Deus Onipotente, Todo-Poderoso, Sapientíssimo, tinha que escolher sua Mãe. O que você teria feito se tivesse que escolher a tua mãe? Creio que você e eu teríamos escolhido a que temos, enchendo-a de todas as graças. Isso fez Deus. (...) Os teólogos fazem um raciocínio lógico desse cúmulo de graças, desse não estar submetida a Satanás: convinha, Deus podia fazê-lo, portanto fez. É a grande prova. A prova mais clara de que Deus rodeou a sua mãe de todos os privilégios desde o primeiro instante. E assim é formosa e pura e limpa na alma e no corpo (São Josemaria).

Artes
Manuela Jardim leva memória, têxteis e inclusão social a residência artística em Paris

Artes

Play Episode Listen Later May 29, 2026 10:32


A artista luso-guineense Manuela Jardim encontra-se em Paris no âmbito da residência artística “Création & Engagement”, promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Thanks For Nothing. O programa cruza criação artística e intervenção social, envolvendo ateliers com pessoas apoiadas pela associação Aurore e alunos de escolas do 14.º bairro de Paris. A residência culminará numa exposição este mês de Junho, no espaço La Roche, instalado no antigo hospital La Rochefoucauld, no centro da capital francesa. Em entrevista à RFI,  Manuela Jardim sublinha o carácter experimental desta residência no seu percurso artístico. “Creio que é sempre um desafio de um trajecto que eu nunca fiz, o das residências”. Manuela Jardim sublinhou que o que mais a atraiu no projecto foi “essa ligação entre a arte e a parte social e sobretudo as pessoas que não estão próximas da arte”. A artista, nascida na Guiné-Bissau em 1949 e radicada em Lisboa, desenvolve uma prática que cruza pintura, instalação, escultura e têxtil. Grande parte do seu trabalho assenta na investigação sobre tecidos tradicionais, memória e plantas tintureiras. “Os panos são memória e a tradição é a memória”, explicou, referindo-se ao uso de materiais reciclados, fibras naturais e pigmentos tradicionais. Na exposição estarão presentes várias fases desse percurso artístico, incluindo trabalhos realizados com papel reciclado, sacas de serapilheira e gaze. A investigação sobre têxteis levou também a artista a explorar ligações culturais entre África, Portugal, Índia e Brasil. “As pessoas falavam, comunicavam com as outras, havia guerras, mas no fundo a comunicação existia”, afirmou, defendendo a importância da arte enquanto espaço de encontro e partilha. Para Manuela Jardim, a arte desempenha igualmente um papel essencial no desenvolvimento humano e na inclusão social. “A arte será o primeiro factor que se deve dar a uma criança, porque através da arte ela pode se exprimir”, disse. Sobre os ateliers realizados durante a residência, acrescenta que a aproximação à arte pode funcionar “como um processo de libertação” para pessoas em situação de vulnerabilidade.

Convidado
Encontro entre João Lourenço e Adalberto Costa Júnior "abre espaço para um diálogo permanente"

Convidado

Play Episode Listen Later May 20, 2026 9:46


O encontro entre João Lourenço e Adalberto Costa Júnior sobre o Pacto para a Estabilidade e Reconciliação Nacional proposto pela UNITA saldou-se com uma apreciação negativa do Presidente a esta proposta. No entanto, Agostinho Sikato, director do Centro de Debate e Estudos Académicos, considera que se trata de um "não" que abre a possibilidade a um diálogo interpartidário em Angola. Em Angola, o Presidente João Lourenço recebeu na terça-feira o líder da oposição, Adalberto Costa Júnior, de forma a analisarem em conjunto o Pacto para a Estabilidade e Reconciliação Nacional proposto pela UNITA. Poucas horas após o fim do encontro, a Presidência anunciou em comunicado que este pacto não faz sentido, já que não existem razões “objectivas, políticas ou institucionais” em Angola que justifiquem um acordo político desta amplitude. Em entrevista à RFI, o director do Centro de Debate e Estudos Académicos, Agostinho Sikato, analisou este encontro e considera que este "não" de João Lourenço abre as portas a um diálogo entre a UNITA e o MPLA em Angola. "Creio que é um não que abre a possibilidade para o debate, porque se fosse um não definitivo, creio que o Presidente João Lourenço nem sequer recebia em audiência o líder da oposição para ouvir e discutir. Acredito que o Presidente João Lourenço precisava informar o líder da oposição da sua posição, qual era a sua opinião em relação àquele pacto. Mas mesmo no próprio comunicado, nota-se que ele também reconhece a legitimidade da UNITA, tanto em poder continuar, no caso, utilizando outros mecanismos, no caso a Assembleia Nacional. Acredito que fora do próprio Pacto, abre-se também aqui um espaço para um diálogo permanente. O que faltava em Angola era essencialmente isto, porque existem muitos pontos fracturantes, desde a própria Constituição a outros temas importantes da vida do país que criava uma espécie de tensão. A discussão aberta acredito que pode frear um pouco. Acredito que foi neste sentimento de aproximação das partes que o presidente João Lourenço recebeu o líder da UNITA", explicou o analista político. Adalberto Costa Júnior já afirmou entretanto que levará este acordo à Assembleia Nacional, defendendo um amplo acordo em Angola sobre uma nova Constituição, mas também uma amnistia para quem cometeu crimes de corrupção mediante o pagamento de um parte do que teria sido roubado ao Estado. Uma medida que divide também a sociedade angolana. "A sociedade angolana está bastante dividida em relação a esta lei da amnistia económica. Há aqueles os adeptos de que todos aqueles que cometeram deveriam pagar, deviam restituir ao Estado aquilo que se apropriaram e deveriam pagar pelos seus actos. Há uma ou outra corrente à qual se associa, o maior partido político na oposição que defende que deve haver uma amnistia, claro. Houve uma discussão muito ampla sobre sobre este tema desde que João Lourenço chegou ao poder. Grande parte da franja da sociedade entende que a segunda opção seria melhor. Seria melhor no sentido de que também a amnistia permitiria uma espécie de reconciliação entre as partes. É uma espécie de um alerta de que atenção! Houve sim, amnistia para estes, estamos a começar a organizar o processo e de agora em diante, quem mais cometer, então vai pagar pelos seus actos. Portanto, é essencial porque a estrutura económica de Angola assenta essencialmente aqueles a quem se acusa de terem desviado o erário. E a perseguição a estes indivíduos para que restituam esses dinheiros do erário está a ser bastante inglória, porque não se consegue restituir fundamentalmente o dinheiro que já não está em Angola", concluiu Agostinho Sikato.

Convidado
Legislativas em Cabo Verde: MpD procura terceiro mandato com aposta na economia e estabilidade

Convidado

Play Episode Listen Later May 14, 2026 9:59


Cabo Verde realiza eleições legislativas no próximo dia 17 de Maio para eleger os 72 deputados do Parlamento. Esta eleição conta com cinco formações políticas, entre elas o MpD, liderado por Ulisses Correia e Silva, que se candidata pela terceira vez ao cargo de primeiro-ministro. O partido apresenta como prioridades a diversificação da economia, a aposta na transição energética e a continuidade das políticas de desenvolvimento implementadas nos últimos anos. O país alcançou a taxa de desemprego mais baixa de sempre, fixada em 4,9% no segundo semestre de 2025. Ainda assim, os jovens continuam a ser os mais afectados pelo desemprego. O que pretende fazer o MpD nesta legislatura que não foi capaz de fazer nos últimos dez anos? Em primeiro lugar, 4,9% é a taxa de desemprego global geral. Ao nível dos jovens, onde ainda temos uma taxa de desemprego elevada, à volta dos 20%. A população activa aumentou 4,4%, assim como aumentou o número da população empregada. Isso deita por terra a ideia de que aceitar imigração massiva é um elemento que acabou por, quase, “adocicar” a taxa de desemprego. Não é verdade. Em segundo lugar, as pessoas têm a liberdade de procurar o melhor para as suas vidas. Nós não entendemos isto como um drama. É uma fase transitória. Já temos algumas experiências que estão a demonstrar o contrário: alguns jovens, depois de terem ido para Portugal, chegam à conclusão de que têm de ponderar duas vezes. E alguns estão até a regressar. Desde o primeiro mandato, o senhor defende uma economia virada para o crescimento. Nesta eleição, propõe uma diversificação da economia através da economia azul. De que forma pensa fazê-lo? Já está a acontecer. Nós temos hoje uma economia azul a contribuir cada vez mais para o PIB, estando já próxima dos 20%. A nossa perspectiva é que atinja 25% nos próximos tempos, através de uma maior contribuição da indústria pesqueira transformadora e da aquacultura, que já começa a ter uma actividade exportadora. Através do posicionamento de Cabo Verde no negócio de transhipment, com o investimento que está a ser financiado pela Global Gateway da União Europeia no Porto Grande do Mindelo, queremos posicionar-nos no trânsito de contentores e nas pescas, quer industriais, quer artesanais. Temos aqui todo um caminho que conduz e conduzirá ao aumento da contribuição da economia azul no PIB. A economia digital também é fundamental. Há uns anos não se falava disto, falava-se apenas de telecomunicações. Hoje temos dois parques tecnológicos a atrair e reter quadros qualificados, 350 empresas instaladas, algumas delas multinacionais, que já produzem e exportam serviços tecnológicos para a Europa e para os Estados Unidos. É isto que vai fazer a diversificação da economia, para além do turismo, que ainda tem um grande potencial de crescimento e de diferenciação, conforme as ilhas. Apesar dos avanços na saúde, persistem desigualdades entre ilhas. Que soluções preconiza o MpD para garantir um acesso equitativo à saúde? Há partidos na oposição que defendem a gratuitidade dos serviços. Há partidos da oposição que não fazem contas, não fazem a avaliação das consequências das suas medidas. Nós aumentámos a isenção da taxa moderadora de saúde e alargámo-la a uma série de cuidados para pessoas com deficiência, pessoas idosas, crianças até aos cinco anos, mulheres em período de gravidez e pessoas com doenças crónicas. Mas as pessoas que tenham capacidade contributiva devem pagar. Em segundo lugar, a saúde é essencialmente uma área que tem a cobertura da Segurança Social, garantindo que aqueles que trabalham tenham cobertura e assistência médica e medicamentosa através da Segurança Social. Depois, estamos também a introduzir e a impulsionar o seguro privado de saúde, para haver complementaridade e garantir, essencialmente, aquilo que é a cobertura de redes de proximidade dos serviços de saúde, centros de saúde e redução da procura de evacuação externa. Hoje, Cabo Verde já não faz evacuação para Portugal de doentes crónicos porque temos centros de diálise. Essa é uma tendência que queremos depois transportar para o novo Hospital Central de Cabo Verde, que está a ser construído, para podermos também dar resposta a doenças que têm uma grande procura de evacuação externa. Estou a falar da oncologia, cardiologia de intervenção, neurocirurgia e oftalmologia. Por último, queremos um bom serviço de emergência médica pré-hospitalar. Sendo ilhas, não é possível ter hospitais em todas elas. Mas tem de ser possível que qualquer cidadão, onde estiver, possa ter acesso a serviços de cuidados de referência. Se for ao nível da atenção primária, estará mais perto dos centros de saúde; se for ao nível do sector secundário, estará ao nível dos hospitais regionais; e, ao nível terciário, estará no novo hospital que iremos construir, com um nível de qualidade superior. Os transportes continuam a ser um desafio no país. O que falhou nestes últimos dez anos? Porque é tão difícil garantir as ligações aéreas e marítimas entre ilhas? Porque é difícil em qualquer país arquipelágico, sendo ilhas de pequena população e de rendimento médio-baixo. Viabilizar um determinado número de aviões e barcos para pequenas populações, de baixo rendimento e com o mercado fragmentado, significa custos acrescidos, que só são possíveis com subvenções e indemnizações compensatórias por parte do Estado. Aquilo que temos hoje é um sistema de transportes interilhas que, mesmo tendo problemas, não entrou em disrupção. Em segundo lugar, estamos a aumentar aquilo que é necessário aumentar: a oferta. Há mais barcos, temos embarcações em construção de raiz e mais dois barcos que chegarão brevemente ao país, além de um terceiro barco para uma linha dedicada Fogo-Brava, para podermos desencravar esta ilha, porque não tem aeroporto. Na aviação também teremos mais aparelhos, que já estão encomendados, para podermos aumentar a oferta. A regionalização é um tema recorrente no debate político em Cabo Verde. Porque é que o MpD ainda não foi capaz de avançar com este projecto? Porque não depende só do MpD. A regionalização é uma lei que exige uma maioria qualificada de dois terços do Parlamento. O MpD apresentou, em tempos, uma proposta de lei, mas o PAICV não a viabilizou. Perante isso, preferimos seguir um caminho diferente. Aquilo que fizemos foi investir no desenvolvimento de cada uma das ilhas, ter um plano de desenvolvimento regional, trabalhar na coesão territorial e criar todas as condições de base, quer económicas, quer sociais, quer de mobilidade — área em que ainda temos de melhorar — para que, um dia, possamos ter bases muito sólidas para, havendo consenso, entrar no patamar político. Creio que essa é a melhor via, em vez de colocar o político à frente. Numa altura de maior pressão migratória global, que políticas propõe o seu partido para apoiar a diáspora cabo-verdiana no mundo? Temos já um forte pacote implementado. Nós definimos a diáspora como uma das centralidades do país, porque somos mais do que as ilhas e os seus 500 mil habitantes. A nossa política concreta é reforçar aquilo que tem sido um grande sucesso, que são os serviços consulares digitais. Melhorámos significativamente o nível de atracção de investimento por parte da nossa comunidade emigrada, com incentivos no Estatuto do Investidor Emigrante, fiscais e financeiros, e temos como grande prioridade atrair competências e capacidade para o país. Considera que, ao nível do Parlamento, a comunidade está bem representada? Acho que a representação é boa. Nós temos 72 deputados e seis deputados da diáspora, dois por cada círculo. Proporcionalmente, é uma boa percentagem. E não podemos aumentar significativamente essa proporção porque temos também de garantir proporcionalidades internas. Cabo Verde é um país vulnerável às alterações climáticas. Que medidas concretas defende o MpD para lutar contra este flagelo? O partido é muitas vezes acusado de não trabalhar na prevenção. Essa acusação não corresponde à verdade. Nós trabalhamos na prevenção. Temos um programa de adaptação e a nossa contribuição nacional determinada, relativamente às regras internacionais, está definida e está a ser implementada. Temos um forte programa de transição energética para, em 2026, atingirmos mais de 35% de penetração de energias renováveis na produção de electricidade, chegarmos aos 50% em 2030 e a mais de 80% em 2040. Isso significa reduzir a dependência face aos choques energéticos externos, como temos assistido. Estamos também a trabalhar numa forte estratégia de diversificação da água para a agricultura, aumentando a nossa capacidade de dessalinização da água, massificando a reutilização de águas residuais e a rega gota-a-gota. Criámos ainda um Fundo Nacional de Emergência, capitalizado todos os anos através do Orçamento do Estado e de donativos, o que permitiu, por exemplo, accionar rapidamente mecanismos de financiamento e recuperação sem necessidade imediata de recursos externos. Temos de estar cada vez mais preparados para a adaptação e mitigação dos efeitos das alterações climáticas. Perante os conflitos internacionais, como a guerra no Médio Oriente, que posicionamento deve Cabo Verde assumir em termos de política externa? O nosso posicionamento é sempre definido no sentido da defesa dos nossos interesses nacionais. Nós não fazemos o jogo da geopolítica. Os nossos parceiros sabem exactamente quais são os nossos posicionamentos, sabem quem são os nossos parceiros privilegiados e sabem qual é a nossa visão, particularmente na defesa da nossa localização geoestratégica. Num contexto global de pressão sobre a democracia, quais são os principais desafios para Cabo Verde e como enfrentá-los? Continuar a ser uma democracia estável e garantir que sejamos cada vez menos expostos a fenómenos que hoje estão mundializados, como o populismo, o extremismo ou a ideologia da pós-verdade. Lideranças que tendem a conduzir o país para determinado nível de enfraquecimento da democracia podem tornar as coisas complicadas. Como responde às críticas sobre alegadas represálias a municípios que não são da mesma cor política do Governo, ou às críticas feitas à imprensa? Essas críticas não têm razão de ser. É claro que as pessoas são livres de criticar, mas também são livres de ouvir o contraditório.

Meu tempo com Deus
Confiando de olhos fechados!

Meu tempo com Deus

Play Episode Listen Later May 4, 2026 6:08


Devocional Confiando de Olhos FechadosTexto base: Entregue o seu caminho ao Senhor;confie nele, e ele agirá:Salmos 37:5Confie no Senhor de todo o seu coraçãoe não se apoieem seu próprio entendimento;Provérbios 3:5.Há uma segurança profunda em conhecer o nome do Senhor. Não se trata apenas de saber quem Ele é, mas de experimentar Seu caráter, Sua fidelidade e Seu cuidado ao longo da vida. Quando verdadeiramente conhecemos a Deus, a confiança deixa de ser um esforço e passa a ser uma consequência natural.A Palavra nos ensina que aqueles que conhecem o Senhor confiam n'Ele, porque sabem que Ele jamais abandona os que O buscam. Em um mundo cheio de incertezas, essa verdade se torna um abrigo firme. Deus não é como as circunstâncias — Ele não muda, não falha, não se ausenta.Mas confiar em Deus exige algo desafiador: abrir mão do controle. Como está escrito em Provérbios, somos chamados a confiar no Senhor de todo o coração e não nos apoiar em nosso próprio entendimento. Muitas vezes queremos entender tudo, prever tudo, resolver tudo — mas Deus nos convida a descansar n'Ele, mesmo quando não faz sentido aos nossos olhos.Além disso, o salmista nos orienta a dar um passo ainda mais profundo: entregar o nosso caminho ao Senhor. Isso significa colocar diante d'Ele nossos planos, sonhos, medos e decisões, crendo que Ele está no controle. E há uma promessa poderosa: quando confiamos, Ele age.Talvez hoje você esteja tentando encontrar respostas sozinho, carregando pesos que não precisava carregar. Este é um convite para soltar, entregar e confiar. Deus não apenas vê o seu caminho — Ele já está trabalhando nele.Confiar não é passividade, é fé ativa. É continuar caminhando, mesmo sem todas as respostas, com a certeza de que Deus está guiando cada passo.Escrito por Érico FathiOração:Senhor, eu escolho confiar em Ti de todo o meu coração. Ajuda-me a não depender do meu próprio entendimento, mas a descansar na Tua sabedoria. Entrego a Ti o meu caminho, meus planos e minhas preocupações. Creio que Tu estás agindo, mesmo quando não posso ver. Fortalece minha fé e ensina-me a confiar cada dia mais. Amém.

Convidado
"União entre rebeldes tuaregues e jiadistas é um fenómeno novo", analisa Leonardo Simão, representante da ONU para o Sahel

Convidado

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 10:34


Esta segunda-feira 27 de Abril, 48h depois dos ataques simultâneos em sete localidades do Mali, em que morreu o ministro da defesa Sadio Camara, os relatos são de uma certa acalmia, nomeadamente na capital Bamaco. A junta diz ter tomado o controlo da situação, afirma ter repelido em várias localidades os ataques dos jiadistas do JNIM aliados com os rebeldes tuaregues da FLA. Qual é a realidade destas afirmações? O que revelam estes ataques do estado em que se encontra o Mali, e mais geralmente a região do Sahel, que a ONU descreve como o "epicentro mundial" da ameaça terrorista? Elementos de resposta com Leonardo Simão, representante da ONU para a região do Sahel.  A 25 de Abril o Mali acordou ao som de disparos e explosões. De Bamaco a Kidal, de Gao a Mobti, sete localidades foram simultaneamente atacadas ao amanhecer com uma precisão que surpreendeu os analistas. Os jiadistas do JNIM e os rebeldes tuaregues da Frente de Libertação Azawad (FLA) atacaram juntos. O ministro da defesa Sadio Camara morreu, a cidade de Kidal caiu às mãos dos insurgentes, os mercenários russos da Africa Corps foram obrigados a retirar-se da cidade, fragilizando ainda mais a junta no poder a quem os russos se aliaram alegadamente para lutar contra o terrorismo. Esta segunda-feira os relatos são de uma certa acalmia. A junta diz ter tomado o controlo da situação, afirma ter repelido os ataques em várias localidades. Qual é a realidade destas afirmações? Era previsível esta ofensiva? O que revela do estado em que se encontra o Mali, e mais geralmente a região do Sahel, que a ONU descreve como o "epicentro mundial" da ameaça terrorista? Elementos de resposta com Leonardo Simão, representante da ONU para a região do Sahel.  Leonardo Simão: Acompanhei todos estes ataques, de Bamaco a Gao e Mobti, assim como a morte do ministro da Defesa e outros dirigentes. É um escalar de instabilidade na região. O Sahel já era uma zona instável, tem estado sob pressão do jiadismo de forma bastante forte. E neste momento temos um novo desenvolvimento, que é a associação do JNIM jiadista com a rebelião tuaregue da FLA. E espero que este novo desenvolvimento contribuirá para que seja alcançada uma solução negociada para o país. Porque um dos desafios recorrentes do Mali é justamente o modelo de governação. Talvez agora se abram caminhos para que isso seja possível. Esta associação entre os rebeldes tuaregues da FLA e grupo jiadista do JNIM, é algo que a junta no poder tinha previsto? Cai uma cidade às mãos da rebelião e dos jiadistas, morre um ministro, poderia isto ter sido antecipado? Não sei de que informações dispunha a junta sobre a organização destes ataques simultâneo. Mas a verdade é que estas investidas no Mali, como no Níger e no Burkina Faso, têm tido uma intensidade crescente, mas também um grau de sofisticação crescente. Os ataques simultâneos deste fim-de-semana em várias zonas do Mali mostram só por si o grau de sofisticação e a organização dos grupos jiadistas.   Há um escalar da instabilidade no Sahel, e um grau cada vez maior de sofisticação dos ataques jiadistas.   O JNIM tem capacidades letais e ofensivas maiores do que o grupo rebelde tuaregue? Estes recentes ataques foram atribuídos ao grupo jiadista. Em Dezembro também atacaram os comboios que levavam combustível para Bamaco. Isso mostrou um grau de sofisticação cada vez mais elevado.Houve também ataques em Janeiro, no aeroporto de Niamey, no Níger, e em Março no aeroporto de Touha. São sempre ataques de grande envergadura, e de cada vez com um grau de sofisticação superior aos ataques anteriores. Portanto, há um crescendo da sofisticação dos ataques. Agora se é preciso abrir espaço ou não para se encontrar uma solução negociada: só o governo poderá saber. A rebeldia tuaregue e os jiadistas do JNIM partilham as mesmas ideologias, ou estamos perante uma aliança de conveniência? Esta união é um fenómeno novo? É um fenómeno novo, mas cujos detalhes eu não conheço. No entanto, o que os rebeldes tuaregues reclamam é um Estado mais descentralizado. Procuram existir enquanto povo Tuaregue. Nomeadamente tendo em conta a vastidão do país, em muitas zonas a administração territorial torna-se bastante difícil. Isto foi alvo de acordos anteriores entre o governo e grupos tuaregues ao longo dos últimos 20, 30 anos. Portanto, não é coisa nova. Agora, o JNIM tem uma outra agenda, que é a implantação do Estado Islâmico. O que não se sabe é se esta agenda mudou para se acomodar a uma aliança com os tuaregues. Mas uma aliança tem sempre pontos de convergência. Não só em relação a um objectivo a atingir de imediato, como ao que acontece depois.   A união dos rebeldes tuaregues com os jiadistas é um fenómeno novo.   Qual é a capacidade de apoio ou mesmo de intervenção dos dois países irmãos da Aliança dos Estados do Sahel, que são o Burkina Faso e o Níger? Os líderes destas três juntas militares anunciaram recentemente a criação de uma força regional para combater o terrorismo, composta por 5 000 homens. Mas até o momento, nenhum membro desta força foi visto no terreno. Estive há poucas semanas no Níger e o que me disseram é que este processo de desenvolvimento da aliança está a acontecer. Também fiquei a saber que o ataque de Janeiro contra o aeroporto de Niamey se insere dentro da perspectiva de impedir o desenvolvimento desta força conjunta. Porque aparentemente a sede desta força conjunta seria Niamey. Portanto, há um desenvolvimento desta aliança em termos militares. Agora, quais são os detalhes? Eu não sei. Há acordos que não conheço. Como é que esta força actua em cada um dos Estados? Quem é que chama? Quem é que comanda? São questões que só constam em acordos que eu não conheço. O líder da junta permanece silencioso e em parte incerta mas as autoridades fizeram uma comunicação ao país afirmando que a situação está sob controlo e que várias localidades foram recuperadas. Qual é a realidade destas afirmações?  Não é a primeira vez que há um ataque de grande envergadura sobre o Mali. O primeiro foi sobre o aeroporto, depois foi uma escola e depois ainda uma academia militar. De todas as vezes o exército recuperou o controlo sobre a situação. O que tenho ouvido dizer é que a situação está, de um modo geral, calma. Os voos recomeçaram na capital. No entanto, em algumas cidades fora de Bamaco, há por vezes registos de trocas de tiros.    Entre uma junta militar golpista e a ameaça terrorista, a maior urgência é lutar contra o terrorismo.    A CEDEAO tem uma postura anti-golpista e denunciou a tomada do poder da junta no Mali, assim como no Níger e no Burkina Faso. Poderá agora apoiar estas mesmas juntas no combate ao terrorismo? Como resolver esta postura? Aquilo que eu compreendo da postura da organização é que o terrorismo é mais importante do que o governo militar. A ameaça maior para a região do Sahel, como para os países costeiros do Golfo da Guiné é a ameaça terrorista. É a mais urgente. Os governos militares são também uma preocupação, mas não tão urgente como a ameaça jiadista. Creio que a CEDEAO está a avaliar todas as informações e em devido momento, vai se pronunciar. O secretário geral da ONU, António Guterres, reagiu e insistiu sobre a urgência de se lutar contra o extremismo. Enquanto representante da ONU para a região do Sahel, o que acrescentaria a estas palavras? É um entendimento global de que o terrorismo é sempre uma ameaça existencial para os Estados e, por isso, é preciso utilizar todos os meios disponíveis para a controlar. Já não se no "risco" de o terrorismo se alastrar às zonas costeiras. O terrorismo já se alastrou de facto. Já houve ataques no norte do Togo. Portanto, não é um fenómeno que ainda há de vir. É um fenómeno que já está lá. O que é preciso é contê-lo para que não se alastre ainda mais. Vamos aguardar então a evolução da situação netses próximos dias. Temos que perceber qual é o melhor caminho a seguir para ajudar aqueles povos que têm vindo a sofrer imensamente ao longo de décadas, ver se podem ter um pouco de paz e de estabilidade.

Dia a dia com a Palavra
Você já ficou devendo a alguém?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 1:19


Estar devendo a alguém não é uma boa sensação. É constrangedor. Ainda mais quando não se tem previsão de pagar a dívida devida.Toda dívida gera um peso, uma sensação de cobrança interna. Em alguns casos pode gerar vergonha.No salmo 65 no verso 1 diz assim: "A ti, ó Deus, o louvor é devido em Sião, e a ti se pagarão os votos."Quando o salmista fala daquilo que é devido, pensei nesse sentido de obrigação. Mas é estranho pensar assim numa relação com Deus. Se sou obrigado a fazer algo, posso fazer sem qualquer impacto em meu coração, apenas como uma tarefa. Creio que Deus não deseje isso.Mas nem toda dívida tem esse sentido. A Bíblia orienta que a ninguém devemos ficar devendo coisa alguma, a não ser o amor, pois este nunca é pago. Sempre podemos e devemos amar mais.É nesse sentido que entendo o salmista. O que devemos a Deus é o amor. Foi esse o mandamento deixado por Jesus, de amar a Deus de todo nosso coração, de toda nossa alma, com todas as nossas forças e de todo nosso entendimento.Nós devemos a Deus, não uma dívida financeira ou baseada em obras, que gera constrangimento, porque tudo o que Ele fez e faz por nós seria impagável. Nós devemos uma dívida de amor. Ame ao Senhor em todo tempo.

Dia a dia com a Palavra
Existe uma grande distância entre a expectativa e a realidade. Às vezes a expectativa é alta, mas a realidade não chega nem perto. Mas também pode ser que a realidade seja maior do que a expectativa.

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 1:25


Vamos pensar numa criança que quando pequena manifesta o desejo de ser astronauta, médico, bombeiro, professor, e tudo isso de uma vez. A expectativa dela é altíssima, mas a realidade será outra. Dificilmente ela alcançará todas essas profissões, não por incapacidade dela, mas porque só temos 24h num dia. Não dá pra fazer tudo isso. É humanamente impossível.Veja o que diz o Salmo 52 no verso 9: "Sempre te louvarei, porque assim o fizeste; na presença dos teus fiéis, esperarei no teu nome, porque é bom."O texto fala de uma expectativa e uma excelente expectativa, que é louvar o Senhor pra sempre. Mas a realidade é essa? Nem sempre! Então surge a outra questão: deveríamos então ajustar a expectativa para algo mais baixo, mas real? Creio que não!Eu chamo esse tipo de expectativa, de expectativa ideológica. Ou seja, por mais que seja algo difícil de alcançar, não podemos pensar em algo menor do que isso. Isso precisa ser tratado como um alvo, um ideal.Nem sempre a gente louva a Deus o tempo todo, mas deveria. Quer na alegria ou na tristeza, nos momentos bons ou na angústia máxima, Deus precisa ser louvado. Este é o alvo. Que mais do que uma expectativa, ele também seja realidade.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 64:33


É uma das melhores compositoras musicais da atualidade. Em 2022 venceu o Festival RTP da Canção e conquistou o 9º lugar na final da Eurovisão em Turim, na Itália. Nos últimos anos, MARO colaborou com Eric Clapton, andou em digressão com Jacob Collier e Shawn Mendes e foi representada pelo empresário Quincy Jones (o afamado produtor musical de “Thriller”, de Michael Jackson). No próximo dia 27 de janeiro lança o novo álbum “So Much Has Changed”, que traduz uma fase de transformação, optimismo e luz, apesar das tantas escuridões da atualidade. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
“Entre guerras, clima e novas potências: O mundo em 2025”

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 18:59


O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos.  Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial?  A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.

Dia a dia com a Palavra
Nós somos seres muito complicados

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 1:31


Nós somos seres muito complicados. O que acha dessa afirmação?Pense comigo. Guardamos mágoas, por vezes pagamos o mal que recebemos, demoramos a resolver as coisas. Por isso falei que somos seres complicados.Mas veja o que diz o Salmo 32 no verso 5: "‭‭Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Eu disse: “Confessarei ao Senhor as minhas transgressões”; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado."Olho para o texto e no mínimo fico constrangido. A relação entre confissão e perdão é pronta e rápida. Eu confesso e o Senhor perdoa, sem obstáculos, sem discussão, sem dificuldade, sem problemas. E a partir da confissão tudo volta a ser como antes.O texto não é apenas para ser admirado, mas para ser copiado. Estamos vendo aqui a atitude de nosso Pai Eterno e essa atitude deve ser reproduzida em nossa vida.Somos complicados? Creio que sim, mas muita de nossa complicação não tem a ver com nossa natureza humana, mas com o que nos tornamos na caminhada da vida. Significa que não precisamos ser assim. É uma decisão de nosso coração. Decida ser mais leve, mais perdoador, mais amável e amigo. Decida parecer mais com Deus e menos com você mesmo. Bem, a decisão é pessoal! Eu já tomei a minha!

WGospel.com
Creio em Teu poder, meu Pai!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 1:46


Oro Por Você 03011 – 21 de dezembro de 2025 Ó Deus, deposito minha fé em Ti e não em outros. Sei que a sabedoria humana não é nada, se comparada com a divina. Creio em Teu poder e não na força de simples homens, pois nenhum poder é maior do que o Teu. Ninguém, senão o Senhor, pode fazer o impossível em minha vida. Depende do Senhor para fazer o impossível em várias situações, ou para transformar as circunstâncias em que estou vivendo. Enquanto Jesus não voltar, aumente minha fé para que eu possa confiar em Teu cuidado aqui na Terra. Toma conta, Pai, de todas as coisas e situações em minha vida. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Mensagens do Meeting Point
19 esperar e aguardar

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 3:41


O nascimento em Belém Por essa altura, o imperador Augusto decretou que se fizesse o recenseamento de toda a população do império romano. Foi o primeiro recenseamento quando Quirino era governador da Síria. Todos iam inscrever-se, cada um na sua cidade. Por isso José partiu de Nazaré, na província da Galileia, e foi para a cidade de David que se chama Belém, na província da Judeia. Como José era descendente de David, foi lá inscrever-se levando consigo Maria, sua noiva , que estava grávida. Enquanto estavam em Belém, chegou o momento de Maria dar à luz. Nasceu-lhe então o menino, que era o seu primeiro filho. Envolveu-o em panos e deitou-o numa manjedoura, por não conseguirem arranjar lugar na casa. Leitura bíblica em Lucas 2:1-7 Como a gravidez inesperada de Maria, hoje também conseguimos reconhecer milagres que ocorrem na nossa vida. Mas, mesmo quando tudo parece estar bem, não controlamos as circunstâncias da nossa vida. Maria e José foram confrontados com decisões de governação que implicavam uma viagem longa e mais impostos. A exigência acrescia-se por se tratar do final da gravidez, quando o descanso e a preparação da chegada do seu bebé eram essenciais. Esta viagem requereu esforço físico e psicológico e, quanto não bastasse, ao chegarem ao destino, não havia nenhum local para se alojarem. Nenhum familiar os poderia ter recebido? A vulnerabilidade de uma mulher grávida não foi suficiente para ser acolhida? Estaríamos nós dispostos a fazê-lo? O relato bíblico não especifica, mas é possível que Maria, uma jovem mulher, tenha tido o seu primeiro filho sem ajuda de outras mulheres, inclusive parteiras, sem conforto. O nosso Salvador foi deitado numa manjedoura, um recipiente onde se deposita a comida para o gado. Mesmo numa família pobre da Judeia, tal não aconteceria. Os bebés eram deitados em berços de junco e tecidos. Creio que não será difícil empatizarmos com a história de Maria e José, colocando-nos no lugar de cada um, homens ou mulheres. Apesar da distância temporal que nos separa, os desafios pessoais e familiares narrados na Bíblia não diferem substancialmente dos teus e dos meus. A burocracia que arrasta processos sem fim à vista, impostos e aumento do custo de vida que implicam acertos nas nossas finanças, a crise na habitação, a dificuldade na garantia de cuidados de saúde urgentes, a expectativa na constituição e alargamento da família, a apatia perante o sofrimento do outro e a ausência de condições básicas de vida… Seja qual for a circunstância ou adversidade, coloca-nos a todos no mesmo plano, de dependência de Deus! O nascimento de Jesus não poderia ter ocorrido noutra cidade que não Belém, a profecia tinha de ser cumprida. Podemos não conseguir entender (a dado momento ou em vez alguma) o caminho tortuoso que trilhamos, mas é a convicção que as promessas de Deus nunca falham e que Ele nos capacita à medida de cada desafio que nos dará a firmeza para Lhe obedecermos. Porque a Seu tempo surge a bênção na adversidade, o bebé Jesus para Maria e José, o nosso amigo sempre presente, Senhor e Salvador Jesus. Oração: Senhor, és um Deus fiel, as Tuas promessas não falham. Ajuda-me a confiar no Teu propósito para a minha vida e a reconhecer com alegria a maior dádiva que recebi de Ti, o Teu Filho Jesus. Em Teu nome, amém. - Tânia Inverno Neste tempo pede a Deus força para esperar com confiança. Agradece pela alegria que Ele coloca no teu dia. Entrega-Lhe aquilo que te preocupa. Pergunta: o que queres que eu faça hoje para viver mais perto de Ti?

Presente Diário
Faça festa!

Presente Diário

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 3:41


Devocional do dia 03/12/2025 com o Tema: “Faça festa!” Você gosta de celebrar seu aniversário? Lembro que alguém me disse: “Não comemoro meu aniversário porque estou ficando mais velho!” Isto é fato: a cada dia, você fica mais velho e mais perto da morte. Mas como diz Paulo: “Viver é Cristo e o morrer é lucro” (Fp 1.21). Por que envelhecer transmite esse olhar tão trágico? Creio que esses momentos também são oportunidades de se olhar para trás e perceber tudo o que Deus fez, seja no ano que passou, seja na sua história até aqui. LEITURA BÍBLICA: Levítico 23.4-25,33-39 Sim, coisas grandiosas fez o SENHOR por nós, por isso estamos alegres (Sl 126.3).See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
Guiné-Bissau: “CNE está condicionada pelos golpistas que assumiram o poder"

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 7:33


A Comissão Nacional de Eleições da Guiné-Bissau deu uma conferência de imprensa nesta terça-feira, 2 de Dezembro, para anunciar que não tem condições para divulgar os resultados eleitorais das eleições gerais de 23 de Novembro. Armando Correia, sociólogo e professor na Universidade Lusófona da Guiné-Bissau, afirma que a decisão da CNE está a ser "condicionada pelos golpistas que assumiram o poder". A Comissão Nacional de Eleições da Guiné-Bissau deu hoje uma conferência de imprensa onde disse que não tem condições para divulgar os resultados eleitorais das eleições gerais de 23 de Novembro, que deviam ter sido divulgados na semana passada. O que é que aconteceu para a CNE voltar atrás na decisão? No dia 26 de Novembro, a CNE sofreu uma invasão, as instalações foram vandalizadas e agora vêm dizer que não receberam as actas das comissões regionais das eleições, nem da diáspora. Esta situação terá impossibilitado a CNE de divulgar o resultado das eleições. A Comissão Nacional de Eleições pode estar a ser condicionada pelo poder militar?  Há um condicionalismo por parte dos golpistas que assumiram o poder, impossibilitando a publicação dos resultados. No entanto, os resultados das actas da Comissão Regional das Eleições já tinham sido postos a circular, e o candidato vencedor, que é o Fernando da Costa, já tinha anunciado os resultados de acordo com os seus delegados. Recordo que não há nenhum impedimento, por parte dos candidatos, em anunciar que é o vencedor, uma vez que não há nenhum elemento jurídico que o impossibilite de o fazer. Agora, quem tem legitimidade oficial e institucional para publicar os resultados oficiais é a Comissão Nacional de Eleições. Mas a CNE afirma que essas actas foram interceptadas… Vão dizer isso porque há um certo condicionalismo. Isto não ficou claro na conferência de imprensa da CNE, mas há aí um condicionalismo por parte do próprio membro da Comissão Nacional de Eleições. Uma delegação da CEDEAO reuniu-se ontem, 1 de Dezembro, com o Alto Comando Militar e com o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo de Transição, João Bernardo Vieira. A situação político-militar da Guiné-Bissau está dependente das decisões da próxima cimeira da organização, agendada para 14 de Dezembro. A CEDEAO volta a mostrar que não é capaz de dar uma resposta imediata à crise política que se vive na Guiné-Bissau? Apesar de o Protocolo Suplementar de 2001 atribuir à CEDEAO mecanismos claros para a prevenção, gestão e resolução de crises -ncluindo a mediação, a intervenção diplomática precoce e a defesa da boa governação- , na última década a organização tem demonstrado limitações na sua capacidade de responder eficazmente aos conflitos nos Estados-membros. Por isso, persiste uma certa ambiguidade entre o que o protocolo prevê e o que a CEDEAO efectivamente consegue implementar no terreno em matéria de gestão e resolução de conflitos. Mas quando fala de ambiguidade, refere-se a quê, em concreto? À capacidade da organização na resolução dos conflitos. Inicialmente, quatro chefes de Estado -Cabo Verde, Senegal, Togo e Serra Leoa- deviam integrar a delegação da CEDEAO. No entanto, a missão chegou ao país apenas com o Presidente em exercício da organização, o chefe de Estado da Serra Leoa, Julius Maeda. Isto revela também que a CEDEAO está fragilizada? Está totalmente fragilizada. No dia 27 houve uma comunicação a condenar o golpe e um apelo à restauração da normalidade constitucional, com a protecção dos indivíduos que faziam parte, por exemplo, do Governo e também do antigo chefe de Estado, Umaro Sissoco Embaló. Porém, a própria composição da missão da CEDEAO mostra uma certa fragilidade em função daquilo que se vive dentro da própria organização regional, colocando-a num abismo, não só do ponto de vista institucional, mas também da sua incapacidade na resolução dos conflitos que pairam sobre os membros da própria organização. Nós não estamos a falar aqui de uma organização que tem uma legitimidade pequena, mas de uma organização que tem legitimidade. O Presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, decidiu afastar-se da missão de alto nível da CEDEAO, alegando as relações históricas entre Cabo Verde e a Guiné-Bissau e dizendo que seria mais prudente não integrar a delegação. Não devia ser precisamente o contrário? Devia ser o contrário, porque temos uma relação histórica com Cabo Verde, não só do ponto de vista da luta de libertação nacional, mas também ao nível das ligações que os guineenses -como nação- têm com Cabo Verde. Ao assumir esta posição, o Presidente de Cabo Verde está a escolher uma certa neutralidade, num momento de crise política no país. Cabo Verde ou está ao lado do opressor, ou está ao lado do oprimido. Não deve haver uma certa neutralidade, e parece que é o que está a acontecer com os chefes de Estado da CEDEAO. Considera que, de certa forma, o chefe de Estado de Cabo Verde está a legitimar esta situação? Há aqui uma questão implícita. Por exemplo, está a dizer que não pode participar porque tem uma relação histórica. Há uma certa desconfiança relativamente à influência de participar na resolução dos conflitos, dos problemas internos do país. Há uma certa conivência e solidariedade entre os Presidentes que fazem parte desta organização. Creio que o Presidente de Cabo Verde deveria ter um papel mais activo e intervencionista no que diz respeito aos assuntos que atrelam a população da Guiné-Bissau. Uma missão de mediação da CEDEAO, encarregada de ajudar a resolver uma crise política, não deveria reunir-se com todas as partes envolvidas? Como se explica que a delegação não tenha encontrado nem os líderes da oposição nem representantes da sociedade civil, num momento em que o candidato presidencial Fernando Dias da Costa se encontra refugiado na embaixada da Nigéria e o líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, permanece detido, alegadamente sem se alimentar há 24 horas? Uma missão de mediação para a saída da crise política de um país não devia encontrar-se com todas as partes. Claro que a CEDEAO deveria reunir-se com todas as partes, sobretudo quando se trata de uma missão de mediação de conflitos num contexto em que existem presos políticos, ao contrário do que a própria organização tem afirmado. A sua nota de 27 de Novembro ignora, por exemplo, a detenção de opositores como Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC, que apoiou o candidato Fernando Dias, e de Octávio Lopes, mandatário do PAIGC. Além destes, há ainda outros detidos, incluindo técnicos da própria Comissão Nacional de Eleições. Enquanto cidadãos atentos à realidade política e social da Guiné-Bissau, é evidente que uma missão de mediação não pode, em circunstância alguma, basear as suas decisões unicamente na versão apresentada pelo comando militar. O que se pode esperar, então, da cimeira marcada para o dia 14? Muito pouco, porque, até agora, a CEDEAO dispõe apenas da informação fornecida pelo comando militar e não teve acesso às posições da oposição, do candidato nem da CNE. E como é possível chegar a uma conclusão credível sem ouvir todas as partes directamente envolvidas na crise? O que devem fazer os guineenses? Qualquer iniciativa deve partir dos guineenses e, aí, as organizações internacionais entram para assessorar a nossa luta. Não há nenhuma luta, não há nenhuma democracia que tenha sido construída a partir de fora.

Relatório de Jogo
"Creio que Borja acaba por ser dos principais destaques"

Relatório de Jogo

Play Episode Listen Later Nov 22, 2025 8:28


Filipe Coelho considera que o FC Porto teve uma vitória indiscutível sobre o Sintrense, destacando a atuação de Borja Sainz e a segurança defensiva de Pablo Rosário, além da importância do regresso de Luque de Jong.​See omnystudio.com/listener for privacy information.

Para começar o dia
Creio na ressurreição

Para começar o dia

Play Episode Listen Later Nov 22, 2025 8:07


Sábado. 33a semana do tempo comum

Team Emotional Intelligence
S5 Ep10 - Bologna-Boston: dal CREIO, Esperienze e Riflessioni sull'importanza del Playbook

Team Emotional Intelligence

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 26:11


L'asse Bologna-Boston continua, con questo episodio registrato nelle due città, in cui vengono condivise alcune esperienze e ragionamenti sull'uso del playbook collaborativo nel team.Materiali, link e approfondimenti, sono qui nel Gruppo LinkedIn: https://www.linkedin.com/groups/9510042/#TEAMEI 

Dia a dia com a Palavra
Você se considera uma pessoa forte?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Oct 26, 2025 1:16


Você se considera uma pessoa forte? Creio que essa pergunta possa ser entendida de pelo menos duas formas diferentes.A primeira forma de responder a essa pergunta é falar sobre a força física. Se você consegue carregar grandes pesos ou fazer determinados exercícios, você pode se considerar uma pessoa forte.A segunda forma de responder a essa pergunta é falar sobre a força emocional, que seria a sua capacidade de enfrentamento de problemas e situações difíceis. O salmo 18 no verso 34 diz o seguinte: "Ele treinou as minhas mãos para o combate, tanto que os meus braços vergaram um arco de bronze."Repare como o salmista fala sobre a força. Deus o havia treinado para a batalha a tal ponto que agora ele conseguia dobrar um arco de bronze. Certamente não é sobre força física que estamos falando aqui, mas sobre força emocional.Ao caminhar com Deus você se torna mais maduro, mais experiente, mais sábio, ou seja, mais forte. Se seu desejo é apenas a força física, uma academia resolve. Mas se deseja experimentar essa outra força, a melhor academia é a vida com Deus.

Entrevistas Jornal Eldorado
Dois focos de Trump: 2ª fase de acordo em Gaza e fim da guerra Rússia x Ucrânia: ouça análise

Entrevistas Jornal Eldorado

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 10:54


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniu ontem em Sharm el-Sheikh, no Egito, com líderes de países do Oriente Médio e aliados ocidentais para consolidar o acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas. O encontro resultou na assinatura de um documento pelos garantidores do pacto — Estados Unidos, Turquia, Catar e Egito — que detalha as responsabilidades de cada parte na manutenção da trégua. Israel e o Hamas não participaram da reunião. Trump afirmou que a segunda fase do plano de paz, voltada à reconstrução da Faixa de Gaza e à criação de um autogoverno palestino limitado, já está em andamento. Agora, ele se prepara para receber na sexta-feira o presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, após ter cogitado fornecer mísseis de longo alcance ao país caso a Rússia não encerre a guerra iniciada em fevereiro de 2022. Em entrevista à Rádio Eldorado, o professor de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB) Roberto Goulart Menezes, disse que a segunda fase do acordo entre Israel e o Hamas ainda gera dúvidas, como o desarmamento do grupo palestino, a governança e a reconstrução do território. Sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia, o especialista aponta que a solução não depende exclusivamente de Donald Trump. “A Rússia é uma potência nuclear. Creio que a solução passa pelo envolvimento dos europeus. Aí não dá pra resolver sozinho. É uma incógnita”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Igreja Mananciais
Creio Nele | Pr. Ricardo Carvalho

Igreja Mananciais

Play Episode Listen Later Oct 5, 2025 71:33


Esportes
Seleção Brasileira enfrenta Coreia do Sul e Japão em amistosos de preparação para a Copa de 2026

Esportes

Play Episode Listen Later Oct 5, 2025 6:09


Os jogadores da seleção brasileira devem se apresentar nesta segunda-feira (6), em Seul, para o primeiro dos dois jogos amistosos na Ásia, onde enfrentarão Coreia do Sul e Japão. Os dois amistosos fazem parte da preparação da equipe para a Copa do Mundo de 2026.  Na última quarta-feira (1°), na sede da CBF, no Rio de Janeiro, o treinador da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, divulgou os nomes dos 26 jogadores convocados — uma lista com novidades e também o retorno de craques como o atacante Rodrygo. No dia seguinte, no entanto, já teve que fazer uma mudança: convocou o lateral-direito Vitinho, do Botafogo, no lugar de Vanderson, do Mônaco, que se lesionou em uma partida pela Liga dos Campeões contra o Manchester City. Vitinho, que tem sua primeira oportunidade na equipe, é um dos poucos jogadores atuando nos gramados brasileiros presentes na lista. Questionado sobre suas escolhas, o técnico italiano deixou clara a preferência por atletas que atuam no futebol europeu. “Privilegiamos os jogadores europeus porque têm que viajar menos do que os jogadores aqui no Brasil e também por causa do problema de fuso horário.” A lista também foi afetada por lesões de vários jogadores, como o capitão Marquinhos. A braçadeira para os jogos ainda não tem dono, mas Ancelotti defendeu que seja atribuída a Casemiro. Quatro meses após confirmar a classificação para a Copa do Mundo de 2026, terminando em quinto lugar na tabela, a comissão técnica tem a oportunidade de testar mais jogadores. Ancelotti também deixou claro que a lista para os jogos contra sul-coreanos e japoneses não é definitiva. As oportunidades estão abertas. Com menos de um ano de preparação até a Copa, o treinador justificou a escolha de novos nomes, como os meio-campistas André e João Gomes, do inglês Wolverhampton. “João Gomes é um dos jogadores que ainda não conheço pessoalmente, assim como o André. Nesta posição, temos muitas opções para a Copa do Mundo, por isso quero conhecer esses dois jogadores, que estão muito bem na Premier League.” A volta de Rodrygo, com quem conviveu no Real Madrid, foi justificada pela atual fase do atacante: “Rodrygo está muito bem. Não está jogando muito, mas todas as vezes que entrou no time foi bem. Tem boa condição física, como todos os jogadores brasileiros. Está muito motivado para estar aqui.” A equipe titular ainda será definida para os jogos, mas a escalação no gol já está decidida. Ederson volta a atuar no primeiro jogo, contra a Coreia do Sul, e o corintiano Hugo Souza foi confirmado para o jogo contra o Japão. “Ederson é um goleiro muito bom e importante para a equipe, e queremos ver o Hugo jogar com a camiseta da seleção. A comissão técnica tem muita confiança nesses goleiros e eles vão atuar bem”, afirmou. Na coletiva na sede da CBF, no Rio de Janeiro, Carlo Ancelotti explicou também a escolha dos amistosos contra as equipes asiáticas Coreia do Sul e Japão, que fazem parte de um planejamento de longo prazo para a preparação da equipe. “Fizemos um planejamento muito bom, que era jogar contra equipes asiáticas, em outubro; contra equipes africanas, em dezembro; e contra equipes europeias fortes, em março. Creio que este é um bom planejamento para a Copa do Mundo”, destacou. Em novembro, a seleção deverá enfrentar equipes africanas em jogos na Inglaterra e depois na França, mas os adversários e os locais ainda não estão definidos. Por enquanto, o foco da comissão técnica está voltado apenas para os jogos contra os sul-coreanos, no Estádio da Copa do Mundo, em Seul, no dia 10, às 8h da manhã (horário de Brasília), e contra o Japão, no dia 14, no Estádio Ajinomoto, em Tóquio.

Entrevistas Jornal Eldorado
Julgamento do golpe: Fux deve divergir de Moraes, mas sem absolver Bolsonaro, avalia especialista

Entrevistas Jornal Eldorado

Play Episode Listen Later Sep 10, 2025 15:10


O Supremo Tribunal Federal entra hoje no segundo dia de votos dos ministros da 1ª Turma na ação penal sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022. O primeiro julgamento envolve o chamado “núcleo crucial” da trama, que tem como réus o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete colaboradores de seu governo, sendo cinco deles militares. Os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino votaram ontem para condenar os oito acusados pela Procuradoria-Geral da República. Com isso, os réus ficaram a um voto da maioria pela condenação. Relator do processo, Moraes disse em seu voto que Bolsonaro era o líder de uma organização criminosa. Hoje será a vez de Luiz Fux apresentar o voto. A Primeira Turma é formada ainda por Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. A previsão é de que o julgamento termine na sexta-feira. Em entrevista à Rádio Eldorado, a advogada constitucionalista Vera Chemin, mestre em Administração Pública pela FGV de São Paulo, avaliou que Luiz Fux terá algumas divergências em relação ao voto de Alexandre de Moraes. Uma delas seria o entendimento de que o julgamento de Bolsonaro deveria ocorrer no plenário completo do STF. “Creio ele que não chegaria a esse extremo de absolver todos os réus, especialmente o ex-presidente, mas deverá fixar uma pena relativamente menor para Bolsonaro”, analisou a especialista.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dia a dia com a Palavra
Todo mundo sabe quando você está aborrecido?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Sep 8, 2025 0:44


Você é do tipo de pessoa que todo mundo sabe que está aborrecida?As crianças deixam isso transparecer logo. Se elas estão felizes todo mundo sabe, mas se elas estão zangadas, também é possível descobrir facilmente. O rosto delas logo muda.Quando os pais pedem pra uma criança fazer algo e ela não gosta, ela pode até fazer, mas o rosto vai mostrar que ela não quer fazer.Será que é assim que Deus espera de nós? Que façamos o que Ele quer mesmo com rosto zangado? Creio que não.O salmista no salmo 2 verso 11 diz: "Sirvam ao Senhor com temor, alegrem-se nele com tremor."Deus quer que a gente o sirva, mas principalmente que nosso coração esteja alegre ao servi-lo. Como Pai, Deus é o mais interessado em ver seus filhos felizes. Não esqueça disso!

WGospel.com
Creio num futuro melhor, Pai!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jul 27, 2025 1:34


Oro Por Você 02864 – 27 de Julho de 2025   Pai, ajuda-me a crer no futuro maravilhoso que prometeste. Ajude-me a estar preparado para dar […]

Devocional Verdade para a Vida
Se você não lutar contra a luxúria - 1 Pedro 2.11

Devocional Verdade para a Vida

Play Episode Listen Later Jul 27, 2025 2:28


Aprofunde sua devoção a Deus em fiel.in/devocionalSe você não lutar contra a luxúriaAmados, exorto-vos... a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma. (1 Pedro 2.11)Quando eu confrontei um homem quanto ao adultério em que estava vivendo, tentei compreender sua situação e pedi que ele voltasse para sua esposa. Então, eu disse: “Você sabe, Jesus diz que se você não lutar contra esse pecado com o tipo de seriedade de quem está disposto a arrancar o próprio olho, você irá para o inferno e sofrerá ali para sempre”.Como um cristão professo, ele olhou para mim com total incredulidade, como se nunca tivesse ouvido algo assim em sua vida, e disse: “Quer dizer que você acha que uma pessoa pode perder a sua salvação?”.Assim, eu aprendi repetidamente, por experiência própria, que há muitos cristãos nominais que têm uma visão da salvação que a desconecta da vida real, que anula as ameaças da Bíblia e que coloca a pessoa pecadora que afirma ser um cristão além do alcance das advertências bíblicas. Creio que essa visão da vida cristã está confortando milhares de pessoas que estão no caminho largo que conduz à perdição (Mateus 7.13).Jesus disse que se você não lutar contra a luxúria, não irá para o céu. Não é que os santos sempre sejam bem-sucedidos. A questão é que resolvemos lutar, não que temos sucesso sem falhas.Os riscos são muito mais altos do que se o mundo fosse explodido por mil mísseis de longo alcance, terroristas bombardeassem a sua cidade, o aquecimento global derretesse as calotas ou a AIDS destruísse as nações. Todas essas calamidades podem matar apenas o corpo. Mas se nós não lutamos contra a luxúria, perdemos as nossas almas.Pedro diz que as paixões da carne guerreiam contra as nossas almas. Os riscos nessa guerra são infinitamente maiores do que em qualquer ameaça de guerra ou terrorismo. O apóstolo Paulo listou “prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza”, então disse que “por estas coisas é que vem a ira de Deus” (Colossenses 3.5-6). E a ira de Deus é imensamente mais temível do que a ira de todas as nações juntas.Que Deus nos dê graça para considerarmos seriamente as nossas almas e as dos outros e continuarmos a luta.--Devocional Alegria Inabalável, por John Piper | Editora Fiel.Conteúdo oferecido em parceria entre Desiring God e Ministério Fiel.

Bibotalk - Todos os podcasts
Duvido, logo creio – Comentário Bíblico Vida 006

Bibotalk - Todos os podcasts

Play Episode Listen Later Jun 17, 2025 38:47


Neste episódio do Comentário Bíblico Vida, Bibo e Luiz conversam sobre o famoso texto do evangelho de João em que Tomé duvida da ressurreição de Cristo — e como essa situação revela que a dúvida nem sempre é sinônimo de falta de fé, mas um sinal de que estamos dispostos a ir mais fundo. Por […] O conteúdo de Duvido, logo creio – Comentário Bíblico Vida 006 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.

BTCast | Bibotalk
Duvido, logo creio – Comentário Bíblico Vida 006

BTCast | Bibotalk

Play Episode Listen Later Jun 17, 2025 38:47


Neste episódio do Comentário Bíblico Vida, Bibo e Luiz conversam sobre o famoso texto do evangelho de João em que Tomé duvida da ressurreição de Cristo — e como essa situação revela que a dúvida nem sempre é sinônimo de falta de fé, mas um sinal de que estamos dispostos a ir mais fundo. Por […] O conteúdo de Duvido, logo creio – Comentário Bíblico Vida 006 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.

Ciência
UNOC3: Açores e o compromisso com a conservação marinha

Ciência

Play Episode Listen Later Jun 9, 2025 7:57


A Rede de Áreas Marinhas Protegidas nos Açores foi criada com uma abordagem inovadora, definindo 17 objectivos de conservação para beneficiar todo o espaço marítimo da região, especialmente as áreas de actividade pesqueira. É este exemplo de compromisso com a conservação marinha que o arquipélago vai levar à conferência das Nações Unidas que começa esta segunda-feira, 9 de Junho, na cidade francesa de Nice. Criada com uma abordagem inovadora, a Rede de Áreas Marinhas Protegidas dos Açores define 17 objetivos de conservação que beneficiam todo o espaço marítimo da região, especialmente as áreas de actividade pesqueira. A rede visa proteger 30% do mar dos Açores, garantindo a conservação de ecossistemas e montes submarinos importantes, como explicou à RFI Andriano Quintela, biólogo na ong Blue Açores. "Foram definidos 17 objectivos de conservação e identificados para criar uma Rede de Áreas marinhas protegidas que fosse capaz de criar benefícios para todo o espaço marítimo do Mar dos Açores e para as áreas onde efectivamente pode haver actividade de pesca. Portanto, pela escala e pela forma como as áreas  foram definidas, estamos convictos de que estas áreas podem criar benefícios para todo o espaço marítimo e não só para as áreas dentro das áreas, Existe uma certa prevenção para que depois se possa voltar à actividade pesqueira", defendeu.  O processo baseou-se em mais de 40 anos de pesquisa científica, compilada no chamado "Blue Paper", que orientou a identificação das áreas prioritárias. Houve também um trabalho de co-criação com comunidades locais e partes interessadas, buscando soluções conjuntas que cumprissem os objetivos científicos, lembrou Andriano Quintela."Mais de 40 anos de investigação científica de excelência que foi feita nos Açores e continua a ser feita. Compilou-se essa informação e produziu-se um relatório, que é o que nós chamamos o Blue Paper, um processo de planeamento sistemático de conservação, onde, com base nesta informação, se identificam as áreas prioritárias para a conservação", detalhou.O mar é um elemento central da identidade açoriana, despertando paixões e unindo pessoas. O programa aposta na participação cívica e na literacia ambiental, reconhece Ana Monteiro, responsável pelo envolvimento da comunidade e suporte ao programa Blue Azores. "O mar dos Açores é o nosso factor mais identitário, mas também é o elemento mais unificador. Nunca se falou tanto do mar como se fala hoje. Penso que o programa também trouxe essa grande discussão e acreditamos que proteger o mar só faz sentido se for também com as pessoas. O nível de literacia e de participação cívica tem sido um dos pilares do programa e hoje em dia temos mais de 40 organizações mapeadas. O envolvimento das pessoas é crescente", sublinhou. Ana Monteiro considera que apesar das resistências naturais à mudança há um reconhecimento crescente da importância da protecção marinha, inclusive entre pescadores, que percebem as mudanças nos recursos naturais."Creio que estamos a atravessar também uma fase de mudança e todas as mudanças geram resistência. Se nós virmos, por exemplo, quando acabou a caça à baleia nos Açores, nos anos 80, houve um período de transição que foi muito polémico e de grande tumulto social. Mas hoje em dia percebemos que a protecção das baleias gera muito mais benefício económico do que gerava a caça à baleia. Os pescadores perceberam que é preciso fazer qualquer coisa para proteger o nosso mar", acrescentou.A conservação e o uso sustentável dos oceanos vão estar em debate na terceira Conferência das Nações Unidas, que decorre em Nice até 13 de Junho. Os Açores vão ser apresentados como caso de sucesso ao nível das Áreas Marinhas Protegidas.

Mensagem do dia!
20250602 Ep 984 - Ele traz grandeza

Mensagem do dia!

Play Episode Listen Later Jun 2, 2025 2:43


20250602 Ep 984 - Ele traz grandezaBom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDiaA Escritura de hoje está em Gênesis 17:20, NVT - “Quanto a Ismael, também o abençoarei, como você pediu. Eu o tornarei extremamente fértil e multiplicarei seus descendentes. Ele será pai de doze príncipes, e farei dele uma grande nação.”Ele traz grandezaEm Gênesis 21, Agar e seu filho, Ismael, foram expulsos da casa de Abraão e Sara. Eles estavam sozinhos no deserto, sem direção, sem recursos e sem esperança. Agar era uma serva que apenas obedeceu às ordens. Seu filho, Ismael, não escolheu nascer naquela circunstância. Mas, de repente, todo o mundo deles desmoronou.E é exatamente nesse cenário que Deus se revela. Ele aparece e diz: “Agar, não tenha medo. Eu vou cuidar de você e do seu filho. E de Ismael, farei uma grande nação.”Deus é assim. Ele é misericordioso. Ele pega cenários de rejeição, confusão, dor e aparente fracasso… e transforma tudo em grandeza.Talvez hoje você também esteja enfrentando uma situação que não foi causada por você. Algo que te colocou em desvantagem, que te trouxe dor, vergonha ou incerteza. E Deus está te dizendo: “Eu não vou deixar que as escolhas erradas dos outros definam sua vida. Eu te cubro com a Minha misericórdia. E vou transformar essa bagunça em bênção. Ainda vou cumprir o propósito que tenho para você.”Acredite. Nada do que aconteceu pode anular os planos de Deus. Ele continua no controle e sabe exatamente como te levar ao destino que Ele preparou.Vamos fazer uma oraçãoPai, obrigado porque Tu és o Deus que transforma cenários difíceis em oportunidades de crescimento e vitória. Obrigado porque nada nem ninguém pode impedir os Teus planos na minha vida. Creio que o Senhor está agindo, mesmo nas situações que eu não entendo, e está transformando tudo em meu favor. Em nome de Jesus, Amém.

Explicador
Maioria à esquerda? "Não creio que haja condições"

Explicador

Play Episode Listen Later Apr 2, 2025 21:30


João Soares olha com reticência para uma maioria de esquerda apesar de ver condições para PS ganhar as eleições. Desvaloriza ainda Conselho de Ministros no Bolhão e diz que estará ao lado de Seguro. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Café com Tulipa
CT 3312 - Irado

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Mar 15, 2025 2:41


Creio que você já ficou irado, todos nós já ficamos. O problema é oq que fazemos com a ira, como reagimos e como resistimos a agir de maneira contrária à vontade de Deus porque a ira nos dominou. Devemos agir rapidamente para que a ira não se transforme em atitudes que causem mal as pessoas do nosso convívio. Precisamos resistir aos ressentimentos e agir com paciência e compaixão. Pode não ser possível evitar a ira, mas podemos vencê-la fazendo o que é bom, o que agrada ao nosso Senhor.

WGospel.com
Deposito em Ti a minha fé, Pai!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jan 18, 2025 1:42


Ó Deus, deposito minha fé em Ti e não em outros. Sei que a sabedoria humana não é nada, se comparada com a divina. Creio em […]

Café com Tulipa
CT 3201 - Esperança Viva

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Nov 24, 2024 3:04


Quando o evangelho chega ao nosso coração nós somos transformados e recebemos uma esperança viva. Passamos por muitas lutas em nossa vida, mas o evangelho nos dá uma promessa que nos fortalece para seguir em frente sabendo que nenhuma luta aqui pode nos intimidar e a bençãos futuras são superiores a todas as dores desta vida. Creio no evangelho e desfrute desta esperança viva.

Bate Pé
Mudanças...outra vez, Comparar bebés, Quando morre um famoso, Estados do facebook, Crimes na cozinha

Bate Pé

Play Episode Listen Later Oct 27, 2024 43:57


Este podcast tem o apoio do Activobank. Another week, another mudanças. Será que há publico para pessoas obcecadas por fazer mudanças? Tipo partilhar o nosso tipo de caixas favoritas, técnicas de embalamento...ou é algo que se esgota? Creio que sim.Agora a grande questão: andará o Rui muito atento ao instagram da Sofia Ribeiro. Ups, não era isso. Era: ainda se lembram dos estados do facebook? Nós sim, infelizmente. E infelizmente, partilhamos tudo convosco.

WGospel.com
Deposito minha fé em Ti, Pai!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Oct 24, 2024 1:46


Ó Deus, deposito minha fé em Ti e não em outros. Sei que a sabedoria humana não é nada, se comparada com a divina. Creio em […]

Pitacos da Junia
MULHER REAL #17: Papo Na Lata | ft. Teófilo Hayashi

Pitacos da Junia

Play Episode Listen Later Jun 25, 2024 28:27


Mais um episódio da temporada “Mulher Real” do Junia na Lata. Nesse episódio e último da temporada, trouxe meu ilustríssimo convidado: Teófilo Hayashi, meu marido. No episódio de hoje tivemos perguntas & respostas bem “freestyle” sobre relacionamento, ministério e casamento. Essa temporada foi muito especial! Creio que como mulheres reais, estamos aprendendo a como nos posicionar diante dos desafios, desenvolvendo nosso caráter em Cristo e crescendo como filhas de um bom Pai. Vem escutar esse episódio especial e me conta o que achou!

Mosqueteiros Podcast
Mosqueteiros #267 – Creio que não

Mosqueteiros Podcast

Play Episode Listen Later May 5, 2024 47:13


Diego ainda doente e os que sobraram ainda tentando dar uma alegriazinha pra vida de vocês!

qu'en creio mosqueteiros
Podcast - Viviane Freitas
127 - E quando eu não creio, o que faz Deus?

Podcast - Viviane Freitas

Play Episode Listen Later Mar 22, 2024 11:23


O Senhor Jesus veio a este mundo não para te julgar, mas para te salvar. Porém, se você escolhe não crer no que Ele ensina, Ele vai te respeitar. Contudo, para cada escolha há uma consequência. Acompanhe comigo o episódio de hoje e saiba o que a Palavra de Deus diz sobre esse assunto. Ouça e compartilha a série “Quem é Deus? Quem é você?”

Café com Tulipa
CT 2951 - Você se sente impotente em algumas situações?

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Mar 19, 2024 2:54


Creio que você já se viu em situações que estavam acima de seus recursos. Quando passamos por experiencias assim devemos no lembrar que nosso Deus é o Todo-poderoso para quem nada é difícil ou impossível. Devemos aprender a depender e buscar a capacitação do Senhor, pois ele cuida de todos os seus filhos. Busque o Senhor e seja capacitado por ele.

Podcast - Viviane Freitas
QUEM É DEUS? QUEM É VOCÊ? – Episódio 84: Como saberei que eu creio?

Podcast - Viviane Freitas

Play Episode Listen Later Jan 24, 2024 20:40


QUEM É DEUS? QUEM É VOCÊ? – Episódio 84: Como saberei que eu creio? - By Viviane Freitas

Inteligência para a sua vida
#1055: ISSO O ANJO GABRIEL NÃO CONTOU À MARIA

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Dec 25, 2023 11:03


Quantas vezes você já murmurou esse ano? Isso ajudou a mudar a situação? Creio que não! Compreenda que, quando você muda sua forma de olhar, tudo ao seu redor muda.

Pregações e Aulas - Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
5. A Pregação de Filipe: Entendes o que Lês? (Atos 8.26-40) - Pr. Gabriel Junqueira

Pregações e Aulas - Igreja Presbiteriana de Santo Amaro

Play Episode Listen Later Dec 7, 2023 59:29


Passagem Bíblica: "Um anjo do Senhor disse a Filipe: — Levante-se e vá para o Sul, no caminho que desce de Jerusalém a Gaza; este se acha deserto. (27) Filipe se levantou e foi. Havia um etíope, eunuco, alto oficial de Candace, rainha dos etíopes, o qual era superintendente de todo o seu tesouro. Ele tinha vindo adorar em Jerusalém (28) e estava regressando ao seu país. E, assentado na sua carruagem, vinha lendo o profeta Isaías. (29) Então o Espírito disse a Filipe: — Aproxime-se dessa carruagem e acompanhe-a. (30) Correndo para lá, Filipe ouviu que o homem estava lendo o profeta Isaías. Então perguntou: — O senhor entende o que está lendo? (31) Ele respondeu: — Como poderei entender, se ninguém me explicar? E convidou Filipe a subir e sentar-se ao seu lado. (32) Ora, a passagem da Escritura que ele estava lendo era esta: “Foi levado como ovelha ao matadouro; e, como um cordeiro mudo diante do seu tosquiador, ele não abriu a boca. (33) Na sua humilhação, lhe negaram justiça; quem poderá falar da sua descendência? Porque a vida dele é tirada da terra.” (34) Então o eunuco disse a Filipe: — Peço que você me explique a quem se refere o profeta. Fala de si mesmo ou de outra pessoa? (35) Então Filipe explicou. E, começando com esta passagem da Escritura, anunciou-lhe a mensagem de Jesus. (36) Seguindo pelo caminho, chegaram a certo lugar onde havia água. Então o eunuco disse: — Eis aqui água. O que impede que eu seja batizado? (37) [Filipe respondeu: — É lícito, se você crê de todo o coração. Então ele disse: — Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.] (38) Então mandou parar a carruagem, ambos desceram à água, e Filipe batizou o eunuco. (39) Quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou Filipe, e o eunuco não o viu mais; e este foi seguindo o seu caminho, cheio de alegria. (40) Mas Filipe foi visto outra vez em Azoto; e, seguindo viagem, evangelizava todas as cidades até chegar a Cesareia." Atos 8.26-40

Vida Diante do Trono
RECONSTRUÇÃO - OS FUNDAMENTOS DO EVANGELHO: CREIO NO ESPÍRITO SANTO | Pr. Gustavo Bessa | Igreja Diante do Trono

Vida Diante do Trono

Play Episode Listen Later Sep 12, 2023 47:34


Sabedoria para o Coração
Invertendo Valores: 05 ”Bem-Aventurados os Perseguidos,” Mateus 5.9–12

Sabedoria para o Coração

Play Episode Listen Later Feb 1, 2023 28:31


PERSEGUIÇÃO–parece que Jesus foi longe demais dessa vez! Ele afirma que somos felizes quando perseguidos porque seguimos a Cristo. Creio que esse é o clímax nessa escala de valores que contrasta diametralmente com os valores do mundo. Talvez seja esse o motivo por que Jesus conclui aqui as bem-aventuranças. Se gostou do nosso programa, pedimos que deixe sua avaliação. Ela nos ajuda muito! Para baixar os estudos em formato escrito e conhecer mais sobre o ministério Sabedoria para o Coração, acesse nosso site: www.sabedoriaportugues.org. Para nos ajudar por meio de ofertas, clique aqui. Agradecemos seu apoio e será uma alegria tê-lo como parceiro. Nosso ministério é mantido exclusivamente pelas ofertas dos ouvintes. Acompanhe-nos também através das redes sociais no Facebook e Instagram! Se preferir, pode ouvir as mensagens do Sabedoria para o Coração pelo nosso canal no YouTube. Se desejar receber nosso informativo trimestral, cadastre seu e-mail aqui.

Café Brasil Podcast
Cafezinho 544 – 90 milhões em ação

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Nov 25, 2022 8:41


LINK BLACK FRIDAY: https://lucianopires.com.br/marketing/black-friday2022/ “Creio que existe uma divisão irreconciliável no Brasil, e a essa divisão chamo de ‘A Greta'. Eu realmente creio que a greta é o pior que se passa conosco. E acredito que vá transcender o atual governo que, se em algum momento se for, será sucedido por outros que também passarão. Mas a greta permanecerá, porque a greta não é política, é cultural, e no sentido mais amplo, tem a ver com a forma como vemos o mundo. A greta separou amigos, irmãos, casais, companheiros de trabalho. Antes havia mais gente que eu saudava por aqui, agora há menos. Provocaram uma greta, uma divisão, com essa história de que quem está contra é um traidor da pátria. É possível sim, estar contra e não ser um traidor da pátria. Creio realmente que todos somos a pátria, creio que todos somos o país, creio que ninguém tem o ‘copyright' da pátria. ‘Brasil' não é uma marca registrada de ninguém, de nenhum partido, de nenhum movimento, de nenhum governo, seja qual for. A verdade tampouco, ninguém tem o ‘copyright' da verdade. Oxalá algum dia possamos superar essa greta, pois dois meios Brasis não somam um Brasil inteiro.”   Noventa milhões em ação Pra frente Brasil, no meu coração Todos juntos, vamos pra frente Brasil Salve a seleção!!! De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão! Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração! Todos juntos vamos pra frente Brasil! Salve a seleção! Todos juntos vamos pra frente Brasil! Salve a seleção! Gol!   Somos milhões em ação Pra frente Brasil, no meu coração Todos juntos, vamos pra frente Brasil Salve a seleção!!! De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão! Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração! Todos juntos vamos pra frente Brasil, Brasil! Salve a seleção! Todos juntos vamos pra frente Brasil, Brasil! Salve a seleção! Salve a seleção! Salve a seleção! Salve a seleção!   Continuo a reflexão neste vídeo. https://youtu.be/O_4S-Kl0Ruc   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

Cafezinho Café Brasil
Cafezinho 544 – 90 milhões em ação

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Nov 25, 2022 8:41


LINK BLACK FRIDAY: https://lucianopires.com.br/marketing/black-friday2022/ “Creio que existe uma divisão irreconciliável no Brasil, e a essa divisão chamo de ‘A Greta'. Eu realmente creio que a greta é o pior que se passa conosco. E acredito que vá transcender o atual governo que, se em algum momento se for, será sucedido por outros que também passarão. Mas a greta permanecerá, porque a greta não é política, é cultural, e no sentido mais amplo, tem a ver com a forma como vemos o mundo. A greta separou amigos, irmãos, casais, companheiros de trabalho. Antes havia mais gente que eu saudava por aqui, agora há menos. Provocaram uma greta, uma divisão, com essa história de que quem está contra é um traidor da pátria. É possível sim, estar contra e não ser um traidor da pátria. Creio realmente que todos somos a pátria, creio que todos somos o país, creio que ninguém tem o ‘copyright' da pátria. ‘Brasil' não é uma marca registrada de ninguém, de nenhum partido, de nenhum movimento, de nenhum governo, seja qual for. A verdade tampouco, ninguém tem o ‘copyright' da verdade. Oxalá algum dia possamos superar essa greta, pois dois meios Brasis não somam um Brasil inteiro.”   Noventa milhões em ação Pra frente Brasil, no meu coração Todos juntos, vamos pra frente Brasil Salve a seleção!!! De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão! Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração! Todos juntos vamos pra frente Brasil! Salve a seleção! Todos juntos vamos pra frente Brasil! Salve a seleção! Gol!   Somos milhões em ação Pra frente Brasil, no meu coração Todos juntos, vamos pra frente Brasil Salve a seleção!!! De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão! Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração! Todos juntos vamos pra frente Brasil, Brasil! Salve a seleção! Todos juntos vamos pra frente Brasil, Brasil! Salve a seleção! Salve a seleção! Salve a seleção! Salve a seleção!   Continuo a reflexão neste vídeo. https://youtu.be/O_4S-Kl0Ruc   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

Café Brasil Podcast
Cafezinho 520 – Dois Meio Brasis

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Aug 29, 2022 7:40


Por conta do contexto atual, vou repetir o texto do Cafezinho 104, que eu publiquei em setembro de 2018. Em 2013 o jornalista argentino Jorge Lanata falou de uma certa greta, o fosso, em espanhol, la grieta, que dividia os argentinos. Traduzi o discurso de Lanata, substituindo “Argentina”, por “Brasil”. Veja o que você acha: “Creio que existe uma divisão irreconciliável no Brasil, e a essa divisão chamo de ‘A Greta'. Eu realmente creio que a greta é o pior que se passa conosco. E acredito que vá transcender o atual governo que, se em algum momento se for, será sucedido por outros que também passarão. Mas a greta permanecerá, porque a greta não é política, é cultural, e no sentido mais amplo, tem a ver com a forma como vemos o mundo. A greta separou amigos, irmãos, casais, companheiros de trabalho. Antes havia mais gente que eu saudava por aqui, agora há menos. Provocaram uma greta, uma divisão, com essa história de que quem está contra é um traidor da pátria. É possível sim, estar contra e não ser um traidor da pátria. Creio realmente que todos somos a pátria, creio que todos somos o país, creio que ninguém tem o ‘copyright' da pátria. ‘Brasil' não é uma marca registrada de ninguém, de nenhum partido, de nenhum movimento, de nenhum governo, seja qual for. A verdade tampouco, ninguém tem o ‘copyright' da verdade. Oxalá algum dia possamos superar essa greta, pois dois meios Brasis não somam um Brasil inteiro.” Dois meio Brasis não somam um Brasil inteiro. Por anos, uma certa elite se esmerou em semear o ódio e o conflito entre os brasileiros. E obteve sucesso. A greta existe, mas o Brasil está longe de ser um país dividido. Divididos estão pequenos grupos organizados e barulhentos, em luta pelo poder. E que influenciam a maioria silenciosa a imaginar que o país está dividido. Pense nisso. Dois meio Brasis jamais somarão um Brasil inteiro.   Vou continuar a reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=K54lyYLYqsk   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

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Cafezinho 520 – Dois Meio Brasis

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Play Episode Listen Later Aug 29, 2022 7:40


Por conta do contexto atual, vou repetir o texto do Cafezinho 104, que eu publiquei em setembro de 2018. Em 2013 o jornalista argentino Jorge Lanata falou de uma certa greta, o fosso, em espanhol, la grieta, que dividia os argentinos. Traduzi o discurso de Lanata, substituindo “Argentina”, por “Brasil”. Veja o que você acha: “Creio que existe uma divisão irreconciliável no Brasil, e a essa divisão chamo de ‘A Greta'. Eu realmente creio que a greta é o pior que se passa conosco. E acredito que vá transcender o atual governo que, se em algum momento se for, será sucedido por outros que também passarão. Mas a greta permanecerá, porque a greta não é política, é cultural, e no sentido mais amplo, tem a ver com a forma como vemos o mundo. A greta separou amigos, irmãos, casais, companheiros de trabalho. Antes havia mais gente que eu saudava por aqui, agora há menos. Provocaram uma greta, uma divisão, com essa história de que quem está contra é um traidor da pátria. É possível sim, estar contra e não ser um traidor da pátria. Creio realmente que todos somos a pátria, creio que todos somos o país, creio que ninguém tem o ‘copyright' da pátria. ‘Brasil' não é uma marca registrada de ninguém, de nenhum partido, de nenhum movimento, de nenhum governo, seja qual for. A verdade tampouco, ninguém tem o ‘copyright' da verdade. Oxalá algum dia possamos superar essa greta, pois dois meios Brasis não somam um Brasil inteiro.” Dois meio Brasis não somam um Brasil inteiro. Por anos, uma certa elite se esmerou em semear o ódio e o conflito entre os brasileiros. E obteve sucesso. A greta existe, mas o Brasil está longe de ser um país dividido. Divididos estão pequenos grupos organizados e barulhentos, em luta pelo poder. E que influenciam a maioria silenciosa a imaginar que o país está dividido. Pense nisso. Dois meio Brasis jamais somarão um Brasil inteiro.   Vou continuar a reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=K54lyYLYqsk   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com