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E se governos e corporações esconderam vida extraterrestre por décadas porque simplesmente não confiam em você? Essa é a provocação central de Dia D, o novo filme de Steven Spielberg que estreou em junho de 2026 com 115 milhões de dólares de orçamento, John Williams aos 94 anos na trilha sonora e uma pergunta filosófica que incomoda muito mais do que qualquer alienígena.Porque o grande tema aqui não é o contato com seres de outro planeta. É a empatia. É a capacidade humana de olhar nos olhos de algo completamente diferente e reconhecer sofrimento. E é o confronto entre quem acredita que a verdade pertence a todos e quem acha que a humanidade simplesmente não está pronta para ela.Rafael Arinelli, Laysa Zanetti, Fabiana Lima e Marcelo Muller debatem Dia D, e falam sobre "breguice" sentimental de Spielberg sobre ser um defeito ou a única resposta honesta ao cinismo moderno, discutem por que Emily Blunt e Colman Domingo roubam cada cena que aparecem, e enfrentam a questão que divide o grupo: o público de 2026 ainda tem literacia visual suficiente para acompanhar um cinema que confia na inteligência de quem assiste?O assombro ainda é possível. Mas você precisa querer sentir.• 05m58: Pauta Principal• 1h18m03: Plano Detalhe• 1h34m25: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos:• André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Fabi): Filme: Contatos Imediatos (Corte do Diretor)• (Fabi): Filme: A.I.• (Fabi): Filme: Minority Report• (Fabi): Série: Margô Está Em Apuros• (Fabi): Álbum: Olivia Rodrigo - You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love• (Laysa): Documentário: Instinto Materno• (Laysa): HQ: Faísca - Ilustralu• (Marcelo): Filme: Planeta Proibido• (Marcelo): Streaming: Tela Brasil• (Rafa): Animação: O Menino e o Mundo• (Rafa): App: Wispr FlowEdição: ISSOaí
Spesso sottovalutiamo l'importanza delle relazioni nella nostra vita. Eppure le relazioni hanno un impatto enorme sul nostro benessere psicologico. E vi è una ricerca che dimostra la validità di questa affermazione. La ricerca parla dell'importanza delle relazioni nella nostra vita e di come esse possano influenzare la nostra felicità, salute e longevità. Robert Waldinger, insieme ad un gruppo di ricercatori, ha studiato la vita di un gruppo di persone con differenti caratteristiche per 75 anni e ha scoperto che coloro che hanno curato le proprie relazioni hanno tratto molti benefici. Tra questi benefici ci sono:fela riduzione dello stressil miglioramento dell'umoreil rafforzamento del sistema immunitariol'aumento della resilienzail miglioramento della salute mentale.Al contrario, chi ha relazioni tossiche può avere un deterioramento fisico ed emotivo e vivere meno. Ma quali sono le caratteristiche delle relazioni sane? Le relazioni sane sono quelle in cui è presente:una comunicazione aperta e onesta: vuol dire parlare di sé, del proprio sentire;supporto: devo sapere di poter contare sull'altro;empatia: so sentire il sentire dell'altro? noto cosa l'altro prova e sente?affetto fisico: sono presenti contatto fisico o abbracci nelle mie relazioni?tempo di qualità insieme: la qualità delle relazioni ha un impatto positivo sulla felicità e consente di costruire relazioni forti, durature e di qualità.risoluzione dei conflitti: le buone relazioni non sono quelle in cui non ci sono conflitti, ma quelle in cui i conflitti vengono risolti.Quale di questi elementi è presente nelle tue relazioni?Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/relazioniamoci-di-antonio-quaglietta--3209964/support.
Para todos los que no son potosinos, nos presentó: si, estamos orgullosos de lo que somos, de lo que tenemos, de nuestras raíces, peeeeeero somos los primeros en criticarnos, en hacernos menos y en no creer en lo que hacemos.Carlos viene con un largometraje a enseñarnos que los Potosinos somos capaces de hacer las cosas bien, dignas, de calidad; Con El ritual del Nahual en 500 salas de cine en la república, no solo deja claro esto, sino que los mexicanos somos el primer consumidos de cine de terror en el mundo.Aprendizaje: seamos dignos representantes de donde sea que seamos, de lo que sea que hagamos y que se puede, siempre y cuando la visión, el talento y trabajo duro estén ahí.Sigue a Carlos en sus redes: Carlos MatienzoSerment | Facebookhinstagram. carlos matienzo serment
Nesta entrevista ao Alta Definição, longe dos relvados, João Cancelo revela a Daniel Oliveira momentos profundamente marcantes da sua vida pessoal, num testemunho raro de um dos futebolistas portugueses mais reconhecidos internacionalmente. O lateral, atualmente com 32 anos, partilhou com abertura pouco habitual o trauma que moldou a sua vida e carreira: o acidente de viação que vitimou a sua mãe quando tinha apenas 17 anos. Com uma narrativa que oscilou entre a serenidade de quem já fez as pazes com o passado e a emoção de quem ainda carrega essa perda, Cancelo descreveu os instantes imediatamente após o acidente com uma clareza perturbadora. “Lembro-me do último grito da minha mãe. Lembro-me do meu irmão a chorar. Eu tentei levantar o carro para tirar a minha mãe debaixo do carro e não consegui”, confessou. Para além do relato do trágico acidente, a conversa percorreu outros episódios igualmente reveladores de uma vida pautada pela adversidade e resiliência, desde a infância humilde no Barreiro, com um pai emigrante na Suíça e uma mãe que acumulava três empregos por dia, até ao assalto violento que sofreu em Manchester. O futebolista falou ainda da morte súbita do seu colega Diogo Jota, com quem partilhava o balneário da seleção nacional, e da forma como essa perda reavivou a sua própria dor. Mas foi ao refletir sobre o legado familiar que Cancelo mostrou a sua convicção mais profunda: “Houve uma vida antes da minha mãe falecer e depois da minha mãe falecer. Completamente diferente, porque comecei a ver a vida de outra maneira. Tive que crescer muito rápido”. A emissão deste episódio aconteceu a 13 de junho na SIC e a sinopse foi gerada com apoio de Inteligência Artificial. Saiba mais sobre a aplicação desta tecnologia nas redações do Grupo Impresa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cuando vemos a una persona con éxito y siempre de buenas pensamos que la suerte y la inspiración la trae genéticamente. Nunca nos detenemos a pensar en todo el trabajo, los rechazos, los “no” de cualquier industria.Hace tiempo conversábamos Chino y yo sobre su libro “Lord Fracasado” el como aprender de cada golpe, cada desacierto, cada oportunidad desaprovechada, pero ¿se desaprovecho realmente?El éxito y la inspiración nos agarren trabajando, para que no podamos poner pretextos y en un plazo determinado (ojo, no escribo ni corto ni largo eh? ) poder hacer y trascender con lo que somos, con eso que no podemos negarnos, nuestros talentos, nuestra magia, lo que nuestra alma nos pide.Sigue a Chino en sus redes: https://www.instagram.com/soychinosanchez?utm_source=ig_web_button_share_sheet&igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==Venos en youtube: https://youtu.be/NrIuHa-fm4wRepasa nuestro capítulo anterior aquí: https://api.spreaker.com/v2/episodes/45399098/download.mp3
De 1998 até 2025, as mulheres passaram de 17% para 23% das funções-chave nos bastidores de Hollywood. Três décadas. Seis pontos percentuais. Parece pouco? Porque é pouco. Mas a história fica ainda mais perturbadora quando você descobre que, em 2025, o número de filmes protagonizados por mulheres despencou 13 pontos em relação ao ano anterior. Como um avanço pode andar tão devagar enquanto o retrocesso corre?É sobre isso que este episódio se debruça: o paradoxo de um cinema que celebra diversidade nos discursos de premiação mas mantém sets hostis, etarismo estrutural, mulheres negras praticamente invisíveis nos cargos de tomada de decisão e a direção de fotografia como lugar quase inalcançável. Por que a Noruega conseguiu elevar de 20% para 62% a proporção de diretoras em apenas um ano, e o Brasil ainda engatinha? E o que a "fábrica de empatia" do Roger Ebert tem a ver com o movimento Red Pill?Rafael Arinelli recebe Luísa Pécora e Carissa Vieira para mergulhar nos números reais, nas políticas públicas que funcionaram, nos festivais que viram vitrine de diversidade, e na pergunta que ninguém quer responder: será que o Oscar muda alguma coisa além do ciclo de notícias?A resposta vai incomodar. E precisa incomodar.• 04m56: Pauta Principal• 1h21m54: Plano Detalhe• 1h36m16: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Carissa): Mostra: Mestras do Macabro• (Carissa): Filme: Em Minha Pele (2002)• (Luísa): Filme: Rapper aos 40• (Rafa): Álbum: Dominguinhos 2.0Edição: ISSOaí
Olá, internet!
Neste episódio especial dedicado ao Dia da Criança, Margarida Santos conversa com Rodrigo, um menino de nove anos que salvou a vida da mãe ao ligar para o INEM com calma e coragem durante uma emergência cardíaca. Ao longo da conversa, Rodrigo partilha a sua visão sobre o mundo, os adultos, a felicidade, o bullying e o futuro. Com uma perspetiva única, o convidado mais jovem de sempre do podcast revela que quer ser médico, valoriza o amor familiar acima de tudo e defende que os adultos devem ser mais honestos com as crianças, em vez de as proteger escondendo a verdade. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma pesquisa recente publicada na revista científica Pain mostra que a reação ao choro de dor dos bebês depende mais da empatia do indivíduo do que do gênero. Durante o experimento, realizado no Hospital Universitário de Saint-Étienne, no sudeste do país, a equipe do neurocientista francês Camille Fauchon, do Inserm (Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França), utilizou uma base de áudios, gravados em casa pelos próprios pais ou em hospitais. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris O estudo coletou o choro de cerca de 20 crianças, entre meninos e meninas, entre 2018 e 2019. As gravações foram feitas, por exemplo, quando os bebês tomavam vacina ou durante os primeiros banhos, uma situação potencialmente estressante. Ao todo, 80 homens e mulheres, com ou sem filhos, participaram da pesquisa e foram submetidos a exames de ressonância magnética funcional (fMRI) enquanto ouviam os áudios. Os participantes permaneceram cerca de uma hora dentro do aparelho, ouvindo choros de bebês que não conheciam. "Tentamos identificar as áreas cerebrais relacionadas a esse aprendizado e verificar se existiam diferenças relevantes entre os pais e as mães", explica o cientista francês. O objetivo dos exames de imagem era comparar como os participantes reagiam aos sons dos choros dos recém-nascidos. Os choros de dor utilizados na pesquisa têm uma “marca” característica que ativa certas regiões cerebrais. “Durante a ressonância magnética, fizemos essa comparação com os pais, as mães, os homens com ou sem filhos e as mulheres com ou sem filhos. Nosso objetivo era identificar quais circuitos 'despertam' quando ouvimos esses sons.” Essa escuta ativou um grande conjunto de estruturas no cérebro dos participantes, sem grandes diferenças, diz o neurocientista. O fator determinante é o tempo dedicado aos cuidados com a criança, um aprendizado que é construído no dia a dia com o bebê. A inclusão de pais e mães no estudo, diz Camille Fauchon, é inédita, embora pesquisas anteriores, de 2017, já tenham mostrado que ambos são igualmente capazes de reconhecer o choro de seus filhos. Por que nosso cérebro é tão sensível ao choro de um bebê? A natureza é sábia, explica o pesquisador: em termos acústicos, esse choro rouco típico dos bebês, quase aversivo, é feito para despertar a atenção dos adultos, que vão agir para acalmar o desconforto ou a dor da criança. "Isso é bastante lógico. Vivemos em grupo, criamos nossos filhos coletivamente e temos empatia uns pelos outros. Por isso, todos somos capazes de reconhecer esse choro." A parentalidade, ou o contato diário com o recém-nascido, contribui para especializar um circuito cerebral já presente em todos os indivíduos, tornando-o mais sensível e rápido na interpretação desses sinais, reitera Camille Fauchon. Em primeiro lugar, entra em ação o sistema auditivo, localizado nos lobos temporais, responsável por decodificar os sons. Na sequência, são ativadas regiões ligadas à empatia, sobretudo nas áreas frontoparietais. Essas áreas permitem integrar as informações e se colocar no lugar do outro para compreender, no caso, que se trata de um bebê em sofrimento. O cérebro também reage emocionalmente. Estruturas como a amígdala cerebral e a chamada ínsula anterior entram em funcionamento, gerando uma resposta afetiva ao choro, ao mesmo tempo em que contribuem para regular essa emoção. Outra rede importante é a chamada "vigilância parental". Ela envolve regiões subcorticais e límbicas antigas, como o núcleo caudado, relacionadas à orientação da atenção e à iniciativa de cuidado. Empatia é essencial O nível de empatia individual desempenha um papel central na reação dos adultos e vai condicionar essa resposta. "Quanto mais empatia temos, maior será a ativação de certas estruturas cerebrais diante do choro de um bebê", acrescenta o cientista francês. A conclusão é que, de uma forma geral, homens e mulheres possuem a mesma base neural para interpretar o choro de um bebê. A experiência de contato com esses choros leva à especialização de certos circuitos neurais, independentemente do gênero. Os dados reforçam a importância da plasticidade cerebral, definida como a capacidade de o cérebro se modificar ao longo do tempo em função das experiências e características individuais. A próxima etapa, explica o pesquisador, é estudar a reação cerebral ao choro de bebês conhecidos e descobrir se, de fato, essa familiaridade influencia a capacidade de identificar se há dor ou incômodo.
Absolutamente todos tenemos intuición, si o sí. Pero hay personas que están mucho más conectados con ella y saben perfecto que sentir y como tomar esta herramienta de vida para mejorar no solo su vida cotidiana, sino su trabajo, su vida. Todo se puede aprender y desarrollar, este capítulo nos ayuda a conocer algunos de los atajos para poder hacer de este concepto un aliado para nuestra realidad, pero así como estas, hay muchas estrategias que puedes buscar, conocer y sobre todo probar para que conozcas las mejores opciones para ti.
¿Por qué le hablas mejor a las personas que a ti mismo? ¿Qué patrones venimos cargando sin saber que los replicamos y que eso decide lo que hacemos y a la gente que elegimos en nuestras vidas? Pero sobre todo y más importante, ¿Cuáles son las herramientas que tenemos a la mano para afrontar esto? Sandra nos habla desde su vulnerabilidad hoy transformada en superpoder y de los aprendizajes que hoy la tienen en un lugar de fortaleza, plenitud, pero sobre todo amor…
Hoy conversamos con Juan Pablo Villani, un emprendedor argentino, que vive en Barcelona. Con tan solo 40 años, Juampi tiene un gran historial de empresas y organizaciones tecnológicas que ha creado y cocreado. Hoy nos comparte su camino de fe, sus momentos de crisis, su anhelo de búsqueda de sentido y sus esfuerzos por llevar a cabo emprendimientos con impacto social. Conversamos acerca de aquellas cosas que lo desvelan: como la puja entre el avance de la tecnología y la búsqueda de la empatía. También acerca de la inteligencia artificial y cómo es imposible reemplazar el vínculo único que se da entre corazones con la escucha. Juampi fue quien empezó con las operaciones en Argentina de PedidosYA, una compañía de tecnología líder en Latinoamérica en envío a domicilio. Fue cofundador de Brandtrack, un startup de música para negocios. También de Regrow, una consultora de ventas B2B que ayuda a empresas a escalar. Es creador de muchos otros emprendimientos, como Salespilot.app y Empatia.ai. En marzo de 2020, cofundó Aquí Estoy Chat, una ONG que da apoyo emocional a miles de jóvenes por medio de WhatsApp y contenidos en redes sociales. Juampi es un influencer con miles de seguidores en redes sociales. Fue nominado en el TikTok Awards 2023 al mejor generador de contenido educativo. Es licenciado en Administración de Empresas, además de haber realizado estudios en teología, filosofía, informática y counselling. Es papá de una niña.“No tengo plata ni oro, pero te doy lo que tengo”: un espacio donde encontrarnos con el que verdaderamente nos llena, para que nos tome de la mano, nos levante y nos ponga en camino nuevamente. Somos Sol, Colo y Tere, con elapoyo del Pbro. Gastón Lorenzo, Parroquia Católica Nuestra Señora del Pilar, Ciudad de Buenos Aires, Argentina. Entrevistamos a personas que nos comparten su vida y nos ayudan a profundizar nuestra fe. Contactate con nosotros: podcastdelpilar@gmail.comCon Juampi: https://www.instagram.com/juampi.villaniCortina musical: "Tan pobre y tan rico"· Jóvenes Catedral de San Isidro. Álbum: “Hazte canto”. Este podcast está realizado a beneficio de la Fundación Nuestra Señora del Pilar, que acompaña a niños, adolescentes y mujeres en estado de vulnerabilidad en Buenos Aires, Argentina. Te invitamos a colaborar con estaobra. Entrá a la página de la Fundación para conocer más acerca de la fundación y cómo ayudar. Muchas gracias.
Todo mundo diz que o mundo precisa de mais empatia. Mas e se o excesso dela estiver nublando o nosso julgamento? No Linhas Cruzadas desta semana, Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé desafiam o senso comum: quando é que se colocar no lugar do outro vira um obstáculo para decisões justas?O programa coloca frente a frente o acolhimento de Carl Rogers e o ceticismo de Paul Bloom para perguntar: existe um limite para ser empático?Com as visões da desembargadora Andrea Pachá e dos jornalistas Lourival Sant'Anna e Caio Blinder, investigamos o dilema de equilibrar emoção e razão — das sentenças judiciais às coberturas de guerra.#LinhasCruzadas #TVCultura #SomosCultura #Empatia
Hoy, este tema cobra aún mas relevancia para mi; un diagnóstico, una explicación de lo que pasa en tu mente aunque tu no te des cuenta, una red de apoyo inquebrantable y la fortaleza de Fercho para compartirnos esta historia. ¿Qué pasa cuando tu realidad no es la de los demás? ¿cómo se habla de un tema del que poco se sabe y mucho se juzga? La importancia de estar al pendiente de los nuestros, de estar cerca aunque eso sea hablar de frente y sin filtros. Siguelo en: https://www.instagram.com/ferchofeels?utm_source=ig_web_button_share_sheet&igsh=ZDNlZDc0MzIxNw== Busca a Flatwhitemusicco en sus redes: https://www.instagram.com/flatwhitemusicco?utm_source=ig_web_button_share_sheet&igsh=ZDNlZDc0MzIxNw== https://open.spotify.com/intl-es/artist/49GKSs92wMXayZzgUZyYL0?si=9t8vwE_5T9WGymIwRxCoUA https://www.tiktok.com/@flat.white.music.co?_r=1&_t=ZS-92uHFtFDkMJ
Decimo episodio di OLTRE LE PAROLE. Per la prima volta usciamo dalle relazioni "fondamentali" - partner, figli, amici - per entrare in un territorio dove le stesse dinamiche si presentano amplificate: la leadership. Cosa significa guidare un gruppo di persone senza indossare una maschera? Perché il "capo bravo" che non ferisce mai nessuno finisce per perdere i collaboratori migliori? Attraverso la storia di Stefano e la distinzione tra leader-persona e leader-personaggio, un episodio che riprende tutti i fili dei precedenti e li applica al mondo del lavoro.Buon ascolto!
Ao vivo, palestra do orientador espiritual Benjamin Teixeira de Aguiar (03/05/26)
Imaginemos que uma criança lê a história de uma menina refugiada que atravessa o mar para fugir de uma guerra. Ao terminar o livro, essa criança não aprendeu apenas palavras novas; sentiu medo, esperança, raiva, alívio… É um dos poderes da literatura: a sua capacidade para nos fazer viver emoções alheias, para nos abrir ao mundo dos outros.
A literatura, como matéria escolar, não contribui apenas para o desenvolvimento de competências cognitivas como a compreensão leitora, a expressão escrita ou o reconhecimento de estilos literários. Também desempenha um papel fundamental no desenvolvimento da inteligência emocional.Ler ficção está associado a maiores níveis de empatia, ao permitir-nos imaginar o que outras pessoas sentem ou pensam. Ler e escutar histórias, ainda que sejam fictícias, aproxima-nos das pessoas que nos rodeiam. Autoras como a filósofa Martha C. Nussbaum ou a escritora Chimamanda Ngozi Adichie também sublinharam o valor da literatura como ferramenta para imaginar outras vidas e cultivar a empatia.O nosso projeto Zoom Out propõe a escolas e cooperativas educativas de diversos países abordar as desigualdades através da literatura. Para o desenvolver, tivemos em conta estas três chaves sobre o papel da literatura no desenvolvimento da empatia.
Creemos que llegar a una meta que nos ponemos, (profesional, física, de salud) es lograr el final feliz y de ahí vienen los créditos finales de la película, pero ¿Dónde queda la frustración de que esto es solo una parte de la etapa? ¿Qué pasa después de que esta GRAN meta de vida se cumple y se atraviesa la vida nuevamente? Esta historia que nos comparte mi invitada es una muestra gratis de ciclos de vida, de como pasan cosas, de como lo que se “gano” se puede reiniciar y es empezar nuevamente, pero nunca desde cero, por que nos queda la experiencia, el saber que hacer, el saber el camino y, si tenemos suerte, la energía de saber como caminarlo nuevamente. Porque, la vida es eso que pasa mientras hacemos planes… Busca a Flatwhitemusicco en sus redes: https://www.instagram.com/flatwhitemusicco?utm_source=ig_web_button_share_sheet&igsh=ZDNlZDc0MzIxNw== https://open.spotify.com/intl-es/artist/49GKSs92wMXayZzgUZyYL0?si=9t8vwE_5T9WGymIwRxCoUA https://www.tiktok.com/@flat.white.music.co?_r=1&_t=ZS-92uHFtFDkMJ
Filipa Pinto esteve em destaque no programa Alta Definição, numa conversa em que a atriz revelou, com transparência, o percurso de saúde mental que a acompanhou desde a adolescência. A intérprete, conhecida pelo papel da antagonista Sandra na novela Páginas da Vida, descreveu com detalhe o impacto do seu primeiro desgosto amoroso aos 15 anos, episódio que despoletou um processo de autoconhecimento e a levou a procurar apoio psicológico pela primeira vez. Mais tarde, aos 24 anos, viria a ser diagnosticada com perturbação obsessivo-compulsiva, diagnóstico que, paradoxalmente, trouxe consigo um sentimento de alívio. “Ter o diagnóstico final, para mim, foi um grande alívio, porque foi um ‘ok, isto acontece, isto existe, aquilo que eu sinto tem uma associação, tem uma justificação, há sintomas, não sou única, não estou sozinha, há um tratamento, portanto há solução’”, afirmou a atriz, sublinhando a importância de nomear aquilo que se sente como primeiro passo para a recuperação. Ao longo da conversa, a atriz abordou também a resistência inicial à medicação e o caminho que percorreu até a aceitar como parte integrante do seu tratamento, reconhecendo que essa decisão lhe permitiu tornar-se uma versão mais funcional e presente de si mesma. A atriz defendeu com convicção a necessidade de quebrar o estigma em torno da saúde mental. “Eu nunca recusei ajuda; pelo contrário, sempre procurei. Primeiro aos meus amigos, depois à família, depois, se eu precisasse de ajuda psicológica ou mesmo psiquiátrica, eu avançava. Eu só não queria estar sozinha”, confidenciou. Num momento de rara serenidade, Filipa Pinto encerrou a entrevista com uma mensagem dirigida à versão mais frágil de si própria: a certeza de que “o mal não dura para sempre” e de que existe “uma luz ao fundo do túnel”. Ouça aqui a entrevista no Alta Definição em podcast. Este programa foi emitido na SIC a 2 de maio. A sinopse deste episódio foi gerada com o apoio de inteligência artificial. Saiba mais sobre a aplicação desta tecnologia nas redações do Grupo Impresa a partir deste link.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Seu cérebro sabe que Parasita é ficção. Mas por que ele cria novas sinapses e conexões neurais como se você tivesse vivido aquela experiência? A Universidade de Nova York tem a resposta, e ela envolve o córtex pré-frontal medial "acendendo" enquanto você assiste filmes humanizados sobre imigrantes.Roger Ebert chamava o cinema de "fábrica de empatia". Mas até onde vai esse poder? Bicho de Sete Cabeças mudou leis antimanicomiais. Pixote ajudou a criar o ECA. Ainda Estou Aqui está mobilizando o STF. Mas e Tropa de Elite? Por que o público se identificou com o Capitão Nascimento em vez das vítimas? Onde está a linha entre intenção do autor e interpretação do espectador?Rafael Arinelli, Anna Livia, Domenica Mendes e Rodrigo Basso debatem a "teoria da sopa de feijão" (sim, isso existe e explica por que ninguém mais sabe interpretar texto na internet), a atração psicológica por vilões como Coringa e Thanos, e por que saímos de Manic Pixie Dream Girl nos anos 2000 para a estética Sad Girl de hoje.Cinema registra história, catalisa leis e devolve esperança. Mas você está consumindo de forma consciente?• 06m13: Pauta Principal• 1h19m43: Plano Detalhe• 1h38m36: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Basso): Série: Slow Horses• (Basso): Série: Pluribus• (Anna): Filme: Terra Estrangeira• (Anna): Livro: Escudo de pardais• (Domenica): Podcast: A Última Bolacha• (Rafa): Texto: O Mundo Fala, Mas Ninguém Ouve• (Rafa): Podcast: Nerdcast: Artemis IIEdição: ISSOaí
Y qué tal si no está conectando, sino que lo está estudiando...
¿Qué pasaría si alguien te hablara como tú te hablas a ti mismo? Esta pregunta tiene tantas respuestas, y es que, antes de hablar de la autocrítica es importante entender lo que es la crítica, si funciona de alguna forma, si es necesario tomar o no en cuenta las cosas que mas personas nos mencionan…Y es que, depende de quien nos de el “análisis” es como solemos tomar estos comentarios, y depende también de la madurez que estemos transitando es si podemos o no utilizar esta información para nuestro beneficio.En palabras de ligera, “zapatitos de gente grande” y a trabajar que hay mucho que hacer… Busca a Flatwhitemusicco en sus redes:https://www.instagram.com/flatwhitemusicco?utm_source=ig_web_button_share_sheet&igsh=ZDNlZDc0MzIxNw== https://www.tiktok.com/@flat.white.music.co?_r=1&_t=ZS-92uHFtFDkMJ
Il divulgatore digitale Gabriele Gobbo dialoga con Massimo Canducci, tecnologo e saggista esperto di innovazione, per analizzare come l'intelligenza artificiale può simulare empatia. Le piattaforme possono raccogliere segnali emotivi e produrre risposte progettate per migliorare l'esperienza dell'utente, con approcci che tendono a replicare comportamenti compatibili con lo stato d'animo. Canducci, autore del libro "Empatia artificiale", spiega come le AI non si programmano ma si coltivano: il software è vuoto e si appoggia a una base di conoscenza che viene raffinata progressivamente. I sistemi tradizionali sono deterministici con risultati sempre uguali, le AI generative non sono deterministiche con risultati diversi basati su statistica. In questo episodio di FvgTech emerge il possibile passaggio dall'economia dell'attenzione dei social all'economia delle emozioni. Alcune piattaforme potrebbero spostare il focus verso relazioni emotive per aumentare utilizzo e influenza sugli utenti.
Imagine revelar seu segredo mais sombrio na véspera do casamento. Agora imagine que todos na sala também têm segredos terríveis, mas só você será julgado como monstro. Bem-vindo a O Drama, o filme da A24 que está fazendo plateias saírem do cinema em silêncio constrangedor.Zendaya e Robert Pattinson interpretam um casal aparentemente perfeito cuja vida implode em uma dinâmica de grupo que vira armadilha moral. Mas aqui está a pegadinha de O Drama: por que uma personagem é condenada por um pensamento não executado enquanto outros saem ilesos por ações cruéis reais que machucaram pessoas de verdade? E o que o racismo estrutural tem a ver com isso?Rafael Arinelli, Thiago Muniz e Carissa Vieira destrinçam as camadas deste thriller psicológico de 28 milhões de dólares (que já faturou 81 milhões globalmente). Eles debatem Hannah Arendt e a banalidade do mal, Foucault e o panóptico das redes sociais, e por que um diretor norueguês conseguiu olhar para a "patologia americana" dos tiroteios em massa com uma lucidez brutal.O Drama testa você, não a protagonista. Você vai passar?• 05m44: Pauta Principal• 1h18m25: Plano Detalhe• 1h32m36: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Carissa): Filme: Veneno para as Fadas• (Carissa): Filme: Suspíria• (Carissa): Filme: Exploda Minha Cidade• (Thiago): Filme: Michael• (Rafael): Canal do youtube: SanagoEdição: ISSOaí
Quantas vezes já foi influenciado por um livro, por um filme ou pela letra de uma canção? Este é um podcast sobre saúde e, por isso mesmo, também sobre arte. Para perceber porquê, Margarida Graça Santos convida Sofia de Carvalho, médica e artista, autora de No Meu Corpo Moram Pássaros Cor de Vento e Muitas Outras Coisas, livro que é um exemplo claro de como cultura e saúde se cruzam mais vezes do que imaginamos. Nesta 'Consulta Aberta', não se prescrevem medicamentos, não se fazem diagnósticos nem se avaliam sintomas. Mas fazemos algo igualmente essencial para a saúde: falar de arte. Junta-se a nós para uma consulta especial? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pero qué es realmente la Empatía y que tanto sabemos de lo bueno y malo que nos pone sobre la mesa...
Este é um corte do episódio #605 - O Líder do Futuro: Empático, Estratégico e Orientado a Resultado.Neste episódio eu falei com:
Si, nuestros papás cometieron errores en nuestra infancia, cosas que aún hoy a nuestros ___ (inserte edad aquí) nos marcan y nos mueven a tomar decisiones que no son las mejores.Pero si nos detenemos a revisar la infancia de nuestros padres, sus carencias, problemas, las heridas con las que ellos sobrevivieron, es ahí donde debemos ser conscientes de lo afortunados que somos por que, pese a todo lo anterior, somos personas que podemos trabajar nuestros “traumas de la desdichada infancia”.Si bien a la frase: “infancia es destino” es cierta, también, entonces, debería serlo la de : “zapatitos de gente grande y a trabajar en nosotros mismos que hay mucho que hacer” y eso si, solo es cuestión y responsabilidad nuestra. Sigue a Viri en sus redes: https://www.instagram.com/psicologa_viridiana_rosas?utm_source=ig_web_button_share_sheet&igsh=ZDNlZDc0MzIxNw== Busca a Flatwhitemusicco en sus redes: https://www.instagram.com/flatwhitemusicco?utm_source=ig_web_button_share_sheet&igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==https://www.tiktok.com/@flat.white.music.co?_r=1&_t=ZS-92uHFtFDkMJ
W miarę jak zmienia się oblicze biznesu, a wraz z nim kompetencje i wartość, którą wnosimy do niego jako ludzie, ewoluuje również nasze podejście do zarządzania. Okazuje się, że „human centred leadership”, czyli przywództwo zorientowane na człowieka, zaczyna w widoczny i już niezaprzeczalny sposób grać coraz większą rolę. Mało tego, okazuje się, że to, co kiedyś w amerykańskiej armii zostało niefortunnie nazwane soft skills, czyli umiejętności miękkie, są teraz czymś, bez czego biznes w naszych czasach nie idzie do przodu.Dzisiaj moją Gościnią jest Izabela Mazurek-Turska, z którą razem będziemy odkrywać, co takiego jest w tej empatii, że jest po prostu niezbędna dla liderów. Czego dowiesz się z tego odcinka:Dlaczego umiejętności miękkie zawsze przekładają się na konkretne wyniki finansowe w biznesieW jaki sposób empatia staje się fundamentem bezpieczeństwa psychologicznego w zespoleDlaczego liderzy często oceniają swoją empatię wyżej, niż robią to ich pracownicyJak zrozumieć perspektywę zespołu w procesie zmianyCzym jest empatia sprawcza i dlaczego samo wyrażenie troski bez działania to za małoJak odróżnić bycie empatycznym od brania na siebie emocji i problemów innych ludziDlaczego empatia jest kompetencją, którą można trenować, a nie wrodzonym daremJakie proste ćwiczenia pomagają budować empatię na co dzieńJaką rolę w rozwijaniu dojrzałego przywództwa odgrywa HR Business Partner Gdy będziesz słuchać tego odcinka, pomyśl o osobie, która też wysłuchałaby go z korzyścią dla siebie lub swojego zespołu i podziel się linkiem do nagrania.
Você sente demais pelos outros? Absorve problemas, dores e emoções alheias?Cuidado: isso pode ser empatia tóxica — e pode estar afetando diretamente sua mediunidade.Neste episódio, você vai entender:⚠️ Por que sentir “demais” NÃO é evolução espiritual
Y sigue después de una segunda remisión de un cáncer, y se entiende que la vida no se detiene por nadie.Ivette es un ejemplo de resiliencia, de entender que tu eres la prioridad, a pesar de las ideas que tenemos en la mente, a pesar de las tradiciones y de el qué dirán.Cuando entiendes que si no estas bien tu, el mundo no va a detenerse ni a cambiar el rumbo.Hoy a más de 15 meses de nuestra última conversación, con un semblante diferente y una fuerza renovada que se deja ver a través de su hermosura interior que a veces solo se opaca con la exterior, Ivette nos comparte su aprendizaje y sus reflexiones de lo que hay después de dos diagnósticos de cáncer, pero sobre todo lo que hay después de aprender lecciones que marcan más que cualquier cicatriz.Venos en youtube: https://youtu.be/BZOvoHbFhh8Sigue a Ivette en sus redes: https://www.instagram.com/ivettepimienta?utm_source=ig_web_button_share_sheet&igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==Busca a Flatwhitemusicco en sus redes: https://www.instagram.com/flatwhitemusicco?utm_source=ig_web_button_share_sheet&igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==https://www.tiktok.com/@flat.white.music.co?_r=1&_t=ZS-92uHFtFDkMJ
falsa empatia, silenciar stories, descongelar pão
Aos 31 anos, Mafalda Castro senta-se no estúdio que considera casa para um regresso às origens e uma viagem íntima pelas memórias, perdas, conquistas e fragilidades que a moldaram. “Ainda há muito da Mafalda miúda em mim”, confessa, entre sorrisos e recordações onde o baloiço do jardim e os domingos de família ganham ecos de eternidade. No olhar, traz a mãe – “era só mãe e pai, não havia espaço para fragilidades”, admite ao relembrar o impacto do diagnóstico de esclerose múltipla – e no colo cabe agora o filho, Manel: “A maternidade mudou tudo. A vida deixou de girar à minha volta para eu girar à volta dele, e isso fez-me ainda mais feliz”. Radialista, apresentadora, influenciadora, Mafalda revisita o engenho e a inocência, o nervo destemido de quem se apresentou à rádio de olhos postos nos ídolos e a vontade obstinada de “provar todos os dias que a autenticidade é o que fica”. Recusa fórmulas feitas ou rótulos: “Prefiro falhar sendo eu do que acertar sendo outra pessoa”. Nesta conversa sem rede, Mafalda revela a urgência de viver o presente e repete o conselho para si própria e para quem lê: “Não esperes que adivinhem o que queres. Passa tempo com as pessoas que amas”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jest kultowa scena w filmie Lejdis, w której bohaterka mówi że empatia to taka zupa z Azji, a ja sobie myślę, że w popkulturze stała się niestrawnym wywarem sto razy przemielonym przez ledwo drożne trzewia i zdarza się, że rozumiemy ją mylnie. Więc na warsztat dzisiaj bierzemy umiłowane, odmieniane przez przypadki słowo EMPATIA.Wielkie i gromkie brawa dla Patronów i Patronek, bo to właśnie oni ten odcinek wyprodukowali. Za ich ciężko zarobione pieniądze powstał ten podcast ku uciesze, mam nadzieję, wszystkich słuchających, zróbcie proszę hałas w komentarzach i subach oraz wszelkich formach wirtualnej sympatii (nie mylić z empatią - posłuchajcie, zrozumiecie ;) )Montaż: Eugeniusz KarlovLITERATURA:Cuff, B. M. P., Brown, S. J., Taylor, L., & Howat, D. J. (2016). Empathy: A Review of the Concept. Emotion Review, 8(2), 144-153.Elliott, R., Bohart, A. C., Watson, J. C., & Greenberg, L. S. (2011). Empathy. Psychotherapy, 48(1), 43–49. https://doi.org/10.1037/a0022187Humphrey, R. H. (2013). The benefits of emotional intelligence and empathy to entrepreneurship. Entrepreneurship Research Journal, 3(3), 287-294.McDonald, E. M., Tobin, K. E., Cooper, A. M., & Tully, E. C. (2026). A Systematic Review and Meta‐Analysis of Social Media Use and Empathy in Adolescence. Journal of Adolescence.Mossner, C., & Walter, S. (2024). Shaping Social Media Minds: Scaffolding Empathy in Digitally Mediated Interactions?. Topoi, 43(3), 645-658.Rumble, A. C., Van Lange, P. A., & Parks, C. D. (2010). The benefits of empathy: When empathy may sustain cooperation in social dilemmas. European Journal of Social Psychology, 40(5), 856-866.
Ogni giorno veniamo raggiunti da immagini, numeri, appelli. Guerre, catastrofi naturali, crisi umanitarie. Eppure non tutte le storie ci colpiscono allo stesso modo. Perché alcune cause mobilitano attenzione, donazioni e partecipazione, mentre altre restano sullo sfondo?Gli ospiti di oggi:Gianmarco Pisa - Formatore e operatore di pace, attivista di PressenzaPaolo De Stefani - Docente di diritto internazionale presso l'Università di PadovaLuca Raffini - professore di Sociologia dei Fenomeni Politici al Dipartimento di scienze politiche e internazionali dell'Università di GenovaDavide Grasso - Docente di Sociologia dei movimenti e dei processi di transizione politica presso l'Università di Torino
El professor de Debò resol el misteri de la diferència entre el català i el valencià. Conrad Consum obre el seu Consumtori sobre les hores extres que treballen el català. En Xose Antón ens presenta la Doctora EmpatIA, que ens recepta per internet.
Nesta edição de domingo, a Prescrição Cultural explora questões de identidade e terminalidade através da obra "O Ano em que Disse Sim à Vida", do neurocirurgião Paul Kalanithi. O conteúdo aborda as lições de liderança baseada em empatia na série "Ted Lasso" e o equilíbrio entre técnica e humanidade na docussérie "The Surgeon's Cut". Para encerrar, apresentamos a sonoridade solar e sofisticada de Marina Sena para renovar os ânimos. Aproveite estas indicações para expandir seu repertório humanístico e refletir sobre o cuidado além do prontuário no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/22-02-2026
Este Debate 93 fala sobre o choro e amplia a questão para a empatia. Não deixe de ouvir!
O humorista Diogo Batáguas é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. O autor do “Conteúdo do Batáguas”, um dos programas mais vistos no YouTube em Portugal, diz que se define como “um gajo que teve sorte”. “Hoje em dia vivo da comédia e isso é surpreendente para mim”, explica. O humorista recorda algumas peripécias de ter crescido na Margem Sul, sem gostar de cumprir regras. Foi guarda-redes numa equipa com Silvestre Varela, chegou a trabalhar como cantoneiro nas praias da Costa da Caparica, foi locutor de rádio e jornalista desportivo. “De vez em quando ainda me ligam da BBC porque o meu nome deve estar lá perdido como jornalista desportivo português”, revela o comediante. Adepto fervoroso do Futebol Clube do Porto, chegou a ir de carro até Roma para ver o clube jogar. “Ser do Porto eleva os patamares de expectativa para a vida. Quando eu era puto o Porto é pentacampeão. Passado um bocadinho ganha uma Liga dos Campeões. Agora como é que se vive o resto da vida? O Porto estragou-me a vida ao ganhar tudo”, ironiza Diogo Batáguas. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 7 de fevereiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre a mudança para Portugal, o desafio de integrar uma nova novela da SIC e a gestão da vida familiar, a atriz brasileira Vanessa Giácomo descreve um momento de transformação vivido com entusiasmo e assente numa filosofia de constante reinvenção: “Eu, como artista, quero sempre algo novo, diferente, que me movimente, que me faça o coração bater mais forte”. A chegada a Portugal — que descreve como “um país que eu amo” — significa, para Giácomo, um reencontro com uma cultura na qual se sente próxima e um terreno fértil para novas relações profissionais, destacando a recepção calorosa de colegas como Cláudia Vieira. Mas é no território íntimo que a atriz mais se expõe, revisitando memórias da mãe, cuja morte precoce permanece como cicatriz e guia emocional: “A minha mãe sempre me colocou no lugar de ter muita confiança”, recorda, explicando como essa herança molda hoje a mãe que procura ser. Na sua profissão, assume-se disciplinada e crítica, mas sempre aberta à escuta e ao erro, defendendo que o equilíbrio entre elogio e crítica é essencial para o crescimento artístico. Apesar da fama consolidada, Vanessa orgulha-se, sobretudo, de “não ter mudado o meu jeito de ser por nada”. O Alta Definição foi exibido na SIC a 31 de janeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Alta Definição, o ícone da culinária portuguesa, Cátia Goarmon (Tia Cátia), partilha a sua trajetória pessoal e profissional, marcada pela paixão pela cozinha, pela importância da família e pela superação de desafios. Numa entrevista profunda, conduzida por Daniel Oliveira, aborda memórias de infância, a influência dos pais, a maternidade, e a experiência no MasterChef. Relata ainda o impacto do diagnóstico de cancro da mama, destacando a resiliência perante a doença. O episódio evidencia o papel do afeto, da criatividade e do respeito pelas diferenças na construção do seu percurso, sublinhando a força dos laços familiares e a capacidade de transformação perante a adversidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Qui sotto trovi i biglietti per vedere One More Time https://www.ticketone.it/artist/luca-casadei/ Oggi faremo un viaggio con Mondo Marcio, una voce storica della scena rap italiana. Un artista che ha vissuto l’adolescenza all’interno di un contesto familiare claustrofobico, dominato dalla figura di un padre narcisista e capace di “smontare le persone”, fino a svuotarle della loro essenza. In questo clima, spinto dal puro istinto di sopravvivenza, ha deciso di affrontare quella realtà e di andarsene di casa. Ha vissuto un periodo di povertà e disperazione, dove la musica è diventata un mezzo per uscire dalle tenebre, uno strumento per costruirsi un nome e un futuro, e per aiutare sua madre. Oggi il suo sguardo si allarga, osserva una società che ha perso progressivamente il contatto con sé stessa. In questa puntata ripercorrerà il buio che ha attraversato nella sua vita, la sua arte e l’incontro con il suo amore più grande, e rifletterà su cosa siamo diventati, noi umani, da quando abbiamo messo uno schermo tra gli uni e gli altri. Il dream team di One More Time è composto da: Samar Abdel Basset, Davide Tessari, Alice Gagliardi, Tommaso Galli, Noemi Grandi, Edoardo Levy, Gloria Giovanditti, Marco Caddia, Giulia Palamidessi, Giovanni Zaccaria. Questo episodio contiene l’inserimento di prodotti e servizi a fini commerciali.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este episodio de Libros con Prisa, Carlos Figueroa te resume uno de los libros más provocadores de la filosofía moderna: Free Will de Sam Harris.¿Quieres ser parte de la Ruta Ganadora?https://forms.gle/APPdE3sgHiwzECQG7
"Todo código que a gente escreve vira legado. O código que alguém comitou ontem já tem que dar manutenção, já é passível de bug e, provavelmente, daqui a 30 anos vai ser defasado" No décimo primeiro episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA , CVO do Grupo Alun, conversa com LEANDRO MARÇAL , Diretor de Tecnologia do Bradesco, sobre arquiteturas diversas, modernização de stacks e integração de sistemas. Uma conversa reveladora sobre os desafios de grandes empresas que usam tecnologia há décadas, em que o "antigo" e o "moderno" precisam conviver. Prepare-se para um episódio cheio de conhecimento e inspiração! Espero que aproveitem :) Sinta-se à vontade para compartilhar suas perguntas e comentários. Vamos adorar conversar com vocês!
Semejante titulo hemos puesto...
No episódio O Mendigo Ingrato, Bárbara e Babica conversam sobre generosidade, ingratidão e o equilíbrio entre ajudar e cuidar das próprias responsabilidades. Uma história reflexiva que mostra como a bondade pode ser mal interpretada quando quem recebe deixa de ver a ajuda como presente e passa a tratá-la como obrigação. No fim, quatro lições valiosas para viver com mais gratidão, empatia e respeito. ➡️ Siga o Café Com Leite para mais episódios que divertem, ensinam e inspiram. ....................................................................................................................................................................
Novo episódio do Café Com Leite: “A Raposa e a Cegonha”. A raposa arma uma pegadinha com sopa em prato raso… e recebe uma lição elegante da cegonha. A história vira conversa sobre empatia: pensar no corpo e no jeito do outro antes de agir, ajustar “o prato” para todo mundo participar. Descubra o modo cegonha e o semáforo das emoções. Dá o play e ouça com a família! ➡️ Siga o Café Com Leite para mais episódios que divertem, ensinam e inspiram. ....................................................................................................................................................................
Hoje conversamos sobre um poder secreto que afasta o bullying e aproxima as pessoas: a empatia. Um jeito simples de “sentir junto”, cuidar e até vibrar com a conquista dos outros. Quer saber como transformar comparação em curiosidade e descobrir o semáforo das emoções? Então não perca esse episódio — ele pode mudar a forma como você se relaciona em casa, na escola e até online. ➡️ Siga o Café Com Leite para mais episódios que divertem, ensinam e inspiram. ....................................................................................................................................................................