Podcasts about Chico Buarque

  • 562PODCASTS
  • 1,275EPISODES
  • 45mAVG DURATION
  • 5WEEKLY NEW EPISODES
  • Jun 12, 2026LATEST
Chico Buarque

POPULARITY

20192020202120222023202420252026

Categories



Best podcasts about Chico Buarque

Latest podcast episodes about Chico Buarque

451 MHz
#200 Minhas vidas passadas — Mario Prata

451 MHz

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 78:38


Para celebrar 200 edições do 451 MHz, este episódio especial recebe o escritor Mario Prata, que completou oito décadas de vida e de muita história para contar. Ele relembra grandes momentos da carreira, com destaque para um marco do nosso jornalismo cultural: a entrevista que fez em 1974 com Julinho da Adelaide, compositor inventado por Chico Buarque para driblar a censura na ditadura militar. O episódio traz trechos inéditos do áudio da entrevista. Prata ainda fala sobre novelas que escreveu para a TV, peças e livros de sucesso, caso de Diário de Um Magro (Planeta), e revela bastidores da amizade com Chico e da criação de canções célebres, como João e Maria.     Apoio: Lei Rouanet  Assine a Quatro Cinco Um por R$ 12/mês: https://bit.ly/Assine451  Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

Brazuca Sounds
BONUS EP. (Toquinho - "Que Maravilha")

Brazuca Sounds

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 2:12


This is the preview for a bonus episode for paid subscribers!Every episode is a different song. This is the song today:"Que Maravilha", written and performed by Toquinho, featuring Jorge BenThis episode celebrates the 80th birthday of Toquinho, born Antonio Bondeolli Pecci. He started his career as a virtuoso bossa-nova guitarist, but that changed when he met Chico Buarque in Italy, and later Jorge Ben in his hometown São Paulo, and became a prolific songwriter. "Que Maravilha" (and its B-side "Carolina Carol Bela") were written for a Tropicalia TV show, Divino, Maravilhoso, in 1969, and later released as a single. Both songs are about the same girl (Carolina, there is), who had a brief romantic relationship to Toquinho. A fusion of samba, tropicalia, and sambalanço, "Que Maravilha" became one of the most successful Brazilian songs of all time. We talked about how the song was written, its melody, lyrics, and how it connects to "Carolina Carol Bela".

Fim do Dia
Janio apoia campanha contra bets e Vorcaro tenta avançar em delação #1268

Fim do Dia

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 4:18


O Aos Fatos desta quarta-feira (3) destaca a análise do jornalista Janio de Freitas durante o programa Três Pontos sobre a campanha lançada por artistas contra as apostas on-line. Ao comentar a iniciativa liderada por nomes como Caetano Veloso e Chico Buarque, Janio alertou para os impactos sociais e econômicos das bets e para o avanço do endividamento entre famílias brasileiras.

Brazuca Sounds
BONUS EP. (Tom Jobim - Lígia)

Brazuca Sounds

Play Episode Listen Later May 19, 2026 2:12


Salve! This is the preview of our bonus episode exclusive for paid subscribers!Every episode is a different song. This is the song today:"Lígia" (Jobim/Buarque), performed by Tom JobimTom Jobim wrote this song based on a real story about a girl he met in a bar in Rio de Janeiro, who turned out to be his daughter's teacher. They were never in a relationship, but this song reflects the possibility of one, with two different interpretations or endings. One lyric by Tom Jobim was performed by João Gilberto, while the more famous version was written by Chico Buarque, who arguably strengthened the narrative. Tom Jobim recorded this version on his 1976 album Urubu, while Chico recorded it on Sinal Fechado.

Edmundo Nesi
Eu te amo (Chico Buarque)

Edmundo Nesi

Play Episode Listen Later May 19, 2026 1:36


As despedidas de Chico Buarque fazem mais sentido com a minha interpretação. Entenda porquê ouvindo o episódio da semana. Acompanha o poema a obra Du bist wie eine Blume de Schumann. Obrigado.

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Versiones de Rodrigo Magalhães - 15/05/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later May 15, 2026 58:37


El cantante, compositor, guitarrista y 'cavaquinhista' Rodrigo Maranhão grabó hace dos años un disco acústico con canciones de otros compositores como 'Os mais doces bárbaros' de Caetano Veloso, 'Mania de você' de Rita Lee y Roberto de Carvalho, 'Sem fantasia' de Chico Buarque o 'Hey Jude' de Lennon y McCartney. Del nuevo disco de Seu Jorge 'The other side' las canciones 'Beleza bárbara', 'Folia de amor', 'River man' -dúo con Beck- y 'Vento de maio' -con Maria Rita-. Roberto Menescal y Cris Delanno firman 'O lado B da Bossa' con 'Deixa', 'O negócio é amar' o 'Ah! se eu pudesse'. Con las grabaciones que hizo Baden Powell en un club de París de 'Samba trista' y 'Samba da bênçao', poco antes de dejarnos, despedimos a un estimado oyente. Escuchar audio

Artes
Colectivo "Rua das Pretas" mostrou "encontro entre três continentes" em Paris

Artes

Play Episode Listen Later May 14, 2026 19:26


O colectivo Rua das Pretas apresentou o álbum “Povo Brasileiro”, esta terça-feira, no Studio L'Hermitage, em Paris. “Se eu falo português, minha terra é aqui” canta-se na música “Cartão do Cidadão” e ouviu-se em Paris, no concerto de apresentação deste disco-manifesto. O trabalho é um encontro entre sonoridades e músicos de três continentes, uma viagem entre o Brasil, Cabo Verde e Portugal, que nos mergulha na ancestralidade que nos une, que traz à tona a História da escravatura e do colonialismo e que alerta contra a xenofobia nos tempos que correm. A RFI falou com Pierre Aderne, Ana Margarida Prado e Jenifer Soledad nesta escala musical do grupo em Paris. “Povo Brasileiro” foi concebido pelo músico Pierre Aderne a partir do livro “O Povo Brasileiro”, do antropólogo Darcy Ribeiro. O disco junta músicos do colectivo Rua das Pretas que Pierre Aderne criou há mais de dez anos em Lisboa, sendo o 13° disco de Pierre Aderne e o terceiro do colectivo. Aproveitámos o concerto no L'Hermitage para falar com o cantor, compositor e produtor que nasceu em França, é filho de um casal luso-brasileiro, e vive há vários anos em Portugal. A fadista portuguesa Ana Margarida Prado e a cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad também participaram na conversa que culminou com os três a cantarem “Se eu falo português, minha terra é aqui”, um verso da música “Cartão de Cidadão” e a linha de força do disco. “Todo o mundo é emigrante”, lembra Pierre Aderne que descreve o álbum como uma “lavagem espiritual de caravelas” que mergulha na “ancestralidade que nos une” e que traz “a História à tona”. Aqui, nas canções “Mãe Preta” e “Benguela”, por exemplo, recorda-se o tráfico de pessoas escravizadas e a resistência do povo quilombola. Este é também um álbum de festa colectiva e de união, simbolizadas pelo tema “Um Menino chamado Brasil”, em que ouvimos “Se sou de Angola eu sou Brasil, sou Cabo Verde eu sou Brasil, sou Moçambique eu sou Brasil, sou Portugal eu sou Brasil, sou da Guiné eu sou Brasil, sou São Tomé eu sou Brasil”. No fundo, o disco é “um encontro entre três continentes”, resume Ana Margarida Prado, a voz que se destaca no fado “Nossa terra é o mar” e em que se ouve “Portugal tu és feito de Brasil... Portugal tu és feito de Abril”. “Se eu falo português, minha terra é aqui” RFI: Como descrevem o disco “Povo Brasileiro”? Pierre Aderne, Músico: “No ‘Povo Brasileiro' a gente tenta contar, de forma litero-musical, a história da nossa criação enquanto povo, da chegada dos portugueses no Brasil, dos africanos cem anos mais tarde, dessa multiculturalidade que nos formou, dessa língua portuguesa que navegou por caravelas e foi-se misturando também com iorubá, com as linguagens bantu, kikongo, kimbundo, tupi-guarani. O álbum conta um pouco disso com essas canções, quer dizer, mostrando um pouco essa narrativa do que Darcy Ribeiro nos ensinou a partir do livro dele ‘O Povo Brasileiro'”. Quem foi Darcy Ribeiro e como é que ele se lê nas entrelinhas ou directamente no disco? “O Darcy Ribeiro foi um dos maiores educadores e antropólogos brasileiros contemporâneos, fundador da Universidade de Brasília, do sistema de ensino público mais estrutural que era um CIEPs [Centros Integrados de Educação Pública]. Darcy Ribeiro escreveu na casa de Maricá, no Rio de Janeiro, onde a gente gravou o álbum o livro ‘O Povo Brasileiro', que é mais ou menos aquilo que eu falei no início e que conta um pouquinho essa história. Eu comecei a compor as músicas há cinco anos, num momento difícil que o mundo vive da intolerância, do discurso de ódio, principalmente em Portugal, um país tão bonito e tão pequenino e que acabou também sendo vítima desse tipo de comportamento por parte dos políticos e depois pela população. Eu comecei a compor algumas canções e a primeira delas foi ‘Cartão de Cidadão', uma canção-manifesto, uma canção de intervenção, minha e do Moacyr Luz. Quando recebemos o convite da Prefeitura de Maricá para gravar o álbum, eu descobri que, na verdade, mesmo sem saber, a gente já estava fazendo uma banda sonora para o livro ‘O Povo Brasileiro' do Darcy. E dessa vez, regressando ao Brasil, nessa caravela com músicos de três continentes, o que seria isso, essa lavagem espiritual das caravelas? Olha como a gente é bonita misturada.” Quem são esses músicos a bordo da caravela? Temos aqui duas... “Bom, temos aqui a fantástica, fundamental, incontornável fadista portuguesa Ana Margarida Prado, uma fadista intelectual. O campo intelectual de Portugal, se tiver que escolher, vai escolher a Aldina Duarte e a Ana Margarida Prado. A gente colabora há muito tempo. Ela participou na génese da ‘Rua das Pretas' há mais de dez anos. Sempre flirtava, chegava no final dos concertos e eu convidei-a para se juntar a esta caravela. Aqui está também a incrível cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad, uma das vozes mais bonitas da música de Cabo Verde contemporânea e que eu tinha muita vontade de estar com com a Jenifer e de a trazer para este bando, junto com Nilson Dourado, que está hoje com a gente, Felipe Bastos, Rúben da Luz e Letícia Malvares. A Jenifer Soledad está fazendo hoje o que a Zulu, que é uma outra jovem cantora de Cabo Verde, também muito talentosa, fez no álbum.” Jenifer, o que é que o álbum tem de Cabo Verde? Jenifer Soledad, Cantora: “Quando se fala do povo brasileiro, automaticamente eu me reconheço ali porque os ritmos e a história também é um pouco da nossa história, nós fomos carregados nos navios. Acho que a mistura bonita deste trabalho vem de se reconhecer dentro deste álbum porque eu sinto o chorinho, eu sinto o samba que também em Cabo Verde existe, mas chamado de outra forma, como a coladeira que tem misturas com o samba, e tem alguns solos de instrumentos que me leva a Cabo Verde. E é muita saudade, como sempre, o povo cabo-verdiano é muita saudade. Culturalmente, sinto-me dentro deste álbum, faço - falando pelo meu povo fazemos - parte das mensagens que estão ali dentro.” Ana Margarida, em relação ao fado em que canta “Portugal tu és feito de Brasil ... Portugal, tu és feito de Abril”. Este fado é um cravo na lapela que soa a Brasil... Ana Margarida Prado, Fadista: “A primeira coisa que eu sinto que levo é a língua, a língua portuguesa que nós levámos para o Brasil. Eu como fadista e alem de fadista, sempre gostei muito destes encontros e é uma felicidade poder trazer o fado também para este encontro entre estes três continentes. A mensagem que eu acho importante está num tema que nós cantamos que é uma versão de um tema muito conhecido aqui em França, ‘Barco Negro', mas cantamos a versão original, a ‘Mãe Preta'. Para mim, foi muito importante dar voz a este lamento, a este grito, a esta lavagem das caravelas, como o Pierre fala, falar em temas como a escravatura e é bom ser uma portuguesa a dar voz a estes temas.” Pierre Aderne: “É um fado composto originalmente por dois brasileiros, Caco Velho e Piratini, e ganhou na ditadura [Estado Novo] uma nova letra porque foi censurada. A nova letra é belíssima também, de David Mourão-Ferreira, 'Barco Negro'. Quando alguém canta o 'Barco Negro' numa casa de fado de Alfama, Mouraria, passando pela Madragoa, também tem esse lamento. Quer dizer, como é que eu vou falar de uma coisa tão delicada e horrorosa e dolorida, não é? E ele achou as metáforas dele na letra do Barco Negro, que é extremamente bonita também. A versão original foi primeiro gravada por Maria da Conceição. Depois, Amália tornou esse fado realmente muito conhecido. Poucos brasileiros sabem que esse fado é um fado composto por brasileiros, assim como Amália também gravou ‘Lua Luar', que é um lamento sertanejo, assim como ela voltou do Rio de Janeiro e trouxe “Xu Xu”. Então, aquilo que a gente estava falando e respondendo à tua primeira pergunta, eu acho que esse álbum, de alguma forma, volta a colocar a bandeira atrás da língua. Quando a gente escuta uma música na rádio, a gente escuta primeiro a língua e depois a gente vai atrás da bandeira. Só que na música de língua portuguesa, acho que passamos demasiado tempo colocando a bandeira à frente da língua. Quer dizer, onde é que está esse limite? Onde é que somos limítrofes nessa relação de integração e interação? O que é meu? O que é teu? O que é cabo-verdiano, português e brasileiro? Na verdade, nós temos as patentes de tudo que a gente construiu.” Não há o risco de se despertarem velhos fantasmas do lusotropicalismo? De que forma é que este disco e as canções que vocês escolheram e criaram fazem uma certa reconciliação histórica perante aquilo que o opressor português fez durante séculos? “Eu não sei. Por exemplo, A gente teve a capa do Globo, teve também muitas críticas boas aqui na França em uma semana, com o próprio Le Monde, e curiosamente, em Portugal, em que a gente sempre teve uma visibilidade muito grande pelos programas na RTP, pelos coliseus, a gente teve apenas uma matéria em Portugal, apenas um jornalista resolveu falar desse tema, que foi o Nuno Pacheco, do Público.” O Público escreveu, em 2024, que o Pierre Aderne mudou a cena cultural de Lisboa com o projecto Rua das Pretas... “Agradeço. Mas, enfim, eu acho que realmente em Portugal, talvez este álbum não concilie neste momento, talvez seja uma pedra no sapato de muita gente, não é?” Mas o objectivo é conciliar? “Não. O objectivo é trazer a história à tona. Cada um vai procurar a sua forma de se conciliar com isso. Acho que a primeira forma, se eu fosse parte de algum partido de oposição em Portugal, era criar um museu do colonialismo, da escravatura. Ferreira Gullar dizia que a arte existe porque a vida por si só não basta. Então, todos os assuntos que são polémicos - eu já passei por isso tantas vezes nos últimos cinco anos em Portugal - eles não se resolvem nunca na prosa, mas eles se resolvem na poesia. Eu acho que é uma forma de a gente entregar para as pessoas um conteúdo que pode ser inconveniente para algumas pessoas, mas que certamente com essa multiculturalidade e essas melodias talvez faça com que as pessoas amaciem um pouco. Até porque quem deu escala para a língua portuguesa foi África, foi o Brasil. Eu compus a primeira música que deu nome ao primeiro álbum de António Zambujo lançado no Brasil e eu mostrei para um director de gravadora no Brasil da Sony Music e ele era português e falou para mim: ‘Ah, já sei, aquele fadista que não canta fado, não é?' Porquê? Porque era novo, porque se estava aproximando do Brasil, da sonoridade. E hoje a gente vê como é que esses artistas portugueses ganham escala. A Carminho canta Tom Jobim, o Zambujo canta Chico Buarque. Ou seja, é se apropriar do que é nosso, é a nossa ancestralidade que nos une.” Em “Um menino chamado Brasil” ouvimos: “Se sou de Angola, eu sou Brasil. Sou Cabo Verde, eu sou Brasil. Sou Moçambique, eu sou Brasil. Sou Portugal, eu sou Brasil. Sou da Guiné, eu sou Brasil. Sou São Tomé, eu sou Brasil” - É um manifesto de união, daí a minha pergunta de há pouco sobre se é uma tentativa de reconciliação e até de perdoar tudo aquilo que os portugueses fizeram... “Não. Eu acho que não tem perdão até porque não foi o povo português pobre como a minha família de Ourém que colonizou os seus ancestrais. Quem colonizou foram as oligarquias, as grandes famílias que estão também no Rio de Janeiro, na Bahia e em São Paulo. Quando uma babá preta empurra um carrinho de bebé de um branco, que trabalha sete dias por sete, quer dizer, eu acho que é transversal esse comportamento dessas oligarquias até hoje. Mas vale lembrar também que o grito de independência do Brasil foi dado por um português em 1822, ou seja, foi uma briga de família e Dom Pedro: 'independência ou morte'. Eu acho que não é isso. Você falou desse fado que é um fado na lapela, esse tema meu e do Moacyr Luz, ‘Nossa terra é o mar'. A primeira frase não é minha, é de um compositor do Império Serrano maravilhoso e ele mandou-me uma frase: ‘Em Portugal não fui jamais, embora de lá tenha vindo.' E eu emendei: ‘Graças aos meus ancestrais que mostraram a língua quando eu estava parindo'. É importante para nós, africanos, brasileiros e quem fez o teste de genoma como eu - que sou Magrebe também, 10 por cento africano do Norte - é importante que a gente saiba o que aconteceu. Cabo Verde não era sequer habitado e o crioulo nasceu pela imposição da língua portuguesa. É o seguinte: não busca reconciliar. Não é fácil essa história, mas é interessante a gente assimilar. Como os alemães fizeram com o Holocausto e eles morrem de vergonha do Holocausto. Você vai no Japão - eu tenho nove álbuns lançados no Japão - e eu vou lá e tem o Museu de Hiroshima e Nagasaki. Eles fazem também o mea culpa de algumas coisas. Ou seja, é importante a gente saber quando a gente errou.” Este álbum acaba por ser o “Cartão do Cidadão” dessa multiculturalidade tricontinental, entre aspas? “Vou ser sintético: ‘Vou falar mais uma vez: se eu falo português, minha terra é aqui.” Ana Margarida Prado: “Eu acho que também se celebra o encontro de tudo aquilo que se criou. Vamos passar uma mensagem do bom que nós juntos criámos.” Pierre Aderne: “O Atlântico é o Atlântico. Ele uniu e esmagou, mas é tão interessante sermos atlânticos. A gente vê o que acontece também nos Estados Unidos: os povos originários são realmente os grandes povos. Todo o mundo é emigrante.”

Em directo da redacção
Colectivo "Rua das Pretas" mostrou "encontro entre três continentes" em Paris

Em directo da redacção

Play Episode Listen Later May 14, 2026 19:26


O colectivo Rua das Pretas apresentou o álbum “Povo Brasileiro”, esta terça-feira, no Studio L'Hermitage, em Paris. “Se eu falo português, minha terra é aqui” canta-se na música “Cartão do Cidadão” e ouviu-se em Paris, no concerto de apresentação deste disco-manifesto. O trabalho é um encontro entre sonoridades e músicos de três continentes, uma viagem entre o Brasil, Cabo Verde e Portugal, que nos mergulha na ancestralidade que nos une, que traz à tona a História da escravatura e do colonialismo e que alerta contra a xenofobia nos tempos que correm. A RFI falou com Pierre Aderne, Ana Margarida Prado e Jenifer Soledad nesta escala musical do grupo em Paris. “Povo Brasileiro” foi concebido pelo músico Pierre Aderne a partir do livro “O Povo Brasileiro”, do antropólogo Darcy Ribeiro. O disco junta músicos do colectivo Rua das Pretas que Pierre Aderne criou há mais de dez anos em Lisboa, sendo o 13° disco de Pierre Aderne e o terceiro do colectivo. Aproveitámos o concerto no L'Hermitage para falar com o cantor, compositor e produtor que nasceu em França, é filho de um casal luso-brasileiro, e vive há vários anos em Portugal. A fadista portuguesa Ana Margarida Prado e a cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad também participaram na conversa que culminou com os três a cantarem “Se eu falo português, minha terra é aqui”, um verso da música “Cartão de Cidadão” e a linha de força do disco. “Todo o mundo é emigrante”, lembra Pierre Aderne que descreve o álbum como uma “lavagem espiritual de caravelas” que mergulha na “ancestralidade que nos une” e que traz “a História à tona”. Aqui, nas canções “Mãe Preta” e “Benguela”, por exemplo, recorda-se o tráfico de pessoas escravizadas e a resistência do povo quilombola. Este é também um álbum de festa colectiva e de união, simbolizadas pelo tema “Um Menino chamado Brasil”, em que ouvimos “Se sou de Angola eu sou Brasil, sou Cabo Verde eu sou Brasil, sou Moçambique eu sou Brasil, sou Portugal eu sou Brasil, sou da Guiné eu sou Brasil, sou São Tomé eu sou Brasil”. No fundo, o disco é “um encontro entre três continentes”, resume Ana Margarida Prado, a voz que se destaca no fado “Nossa terra é o mar” e em que se ouve “Portugal tu és feito de Brasil... Portugal tu és feito de Abril”. “Se eu falo português, minha terra é aqui” RFI: Como descrevem o disco “Povo Brasileiro”? Pierre Aderne, Músico: “No ‘Povo Brasileiro' a gente tenta contar, de forma litero-musical, a história da nossa criação enquanto povo, da chegada dos portugueses no Brasil, dos africanos cem anos mais tarde, dessa multiculturalidade que nos formou, dessa língua portuguesa que navegou por caravelas e foi-se misturando também com iorubá, com as linguagens bantu, kikongo, kimbundo, tupi-guarani. O álbum conta um pouco disso com essas canções, quer dizer, mostrando um pouco essa narrativa do que Darcy Ribeiro nos ensinou a partir do livro dele ‘O Povo Brasileiro'”. Quem foi Darcy Ribeiro e como é que ele se lê nas entrelinhas ou directamente no disco? “O Darcy Ribeiro foi um dos maiores educadores e antropólogos brasileiros contemporâneos, fundador da Universidade de Brasília, do sistema de ensino público mais estrutural que era um CIEPs [Centros Integrados de Educação Pública]. Darcy Ribeiro escreveu na casa de Maricá, no Rio de Janeiro, onde a gente gravou o álbum o livro ‘O Povo Brasileiro', que é mais ou menos aquilo que eu falei no início e que conta um pouquinho essa história. Eu comecei a compor as músicas há cinco anos, num momento difícil que o mundo vive da intolerância, do discurso de ódio, principalmente em Portugal, um país tão bonito e tão pequenino e que acabou também sendo vítima desse tipo de comportamento por parte dos políticos e depois pela população. Eu comecei a compor algumas canções e a primeira delas foi ‘Cartão de Cidadão', uma canção-manifesto, uma canção de intervenção, minha e do Moacyr Luz. Quando recebemos o convite da Prefeitura de Maricá para gravar o álbum, eu descobri que, na verdade, mesmo sem saber, a gente já estava fazendo uma banda sonora para o livro ‘O Povo Brasileiro' do Darcy. E dessa vez, regressando ao Brasil, nessa caravela com músicos de três continentes, o que seria isso, essa lavagem espiritual das caravelas? Olha como a gente é bonita misturada.” Quem são esses músicos a bordo da caravela? Temos aqui duas... “Bom, temos aqui a fantástica, fundamental, incontornável fadista portuguesa Ana Margarida Prado, uma fadista intelectual. O campo intelectual de Portugal, se tiver que escolher, vai escolher a Aldina Duarte e a Ana Margarida Prado. A gente colabora há muito tempo. Ela participou na génese da ‘Rua das Pretas' há mais de dez anos. Sempre flirtava, chegava no final dos concertos e eu convidei-a para se juntar a esta caravela. Aqui está também a incrível cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad, uma das vozes mais bonitas da música de Cabo Verde contemporânea e que eu tinha muita vontade de estar com com a Jenifer e de a trazer para este bando, junto com Nilson Dourado, que está hoje com a gente, Felipe Bastos, Rúben da Luz e Letícia Malvares. A Jenifer Soledad está fazendo hoje o que a Zulu, que é uma outra jovem cantora de Cabo Verde, também muito talentosa, fez no álbum.” Jenifer, o que é que o álbum tem de Cabo Verde? Jenifer Soledad, Cantora: “Quando se fala do povo brasileiro, automaticamente eu me reconheço ali porque os ritmos e a história também é um pouco da nossa história, nós fomos carregados nos navios. Acho que a mistura bonita deste trabalho vem de se reconhecer dentro deste álbum porque eu sinto o chorinho, eu sinto o samba que também em Cabo Verde existe, mas chamado de outra forma, como a coladeira que tem misturas com o samba, e tem alguns solos de instrumentos que me leva a Cabo Verde. E é muita saudade, como sempre, o povo cabo-verdiano é muita saudade. Culturalmente, sinto-me dentro deste álbum, faço - falando pelo meu povo fazemos - parte das mensagens que estão ali dentro.” Ana Margarida, em relação ao fado em que canta “Portugal tu és feito de Brasil ... Portugal, tu és feito de Abril”. Este fado é um cravo na lapela que soa a Brasil... Ana Margarida Prado, Fadista: “A primeira coisa que eu sinto que levo é a língua, a língua portuguesa que nós levámos para o Brasil. Eu como fadista e alem de fadista, sempre gostei muito destes encontros e é uma felicidade poder trazer o fado também para este encontro entre estes três continentes. A mensagem que eu acho importante está num tema que nós cantamos que é uma versão de um tema muito conhecido aqui em França, ‘Barco Negro', mas cantamos a versão original, a ‘Mãe Preta'. Para mim, foi muito importante dar voz a este lamento, a este grito, a esta lavagem das caravelas, como o Pierre fala, falar em temas como a escravatura e é bom ser uma portuguesa a dar voz a estes temas.” Pierre Aderne: “É um fado composto originalmente por dois brasileiros, Caco Velho e Piratini, e ganhou na ditadura [Estado Novo] uma nova letra porque foi censurada. A nova letra é belíssima também, de David Mourão-Ferreira, 'Barco Negro'. Quando alguém canta o 'Barco Negro' numa casa de fado de Alfama, Mouraria, passando pela Madragoa, também tem esse lamento. Quer dizer, como é que eu vou falar de uma coisa tão delicada e horrorosa e dolorida, não é? E ele achou as metáforas dele na letra do Barco Negro, que é extremamente bonita também. A versão original foi primeiro gravada por Maria da Conceição. Depois, Amália tornou esse fado realmente muito conhecido. Poucos brasileiros sabem que esse fado é um fado composto por brasileiros, assim como Amália também gravou ‘Lua Luar', que é um lamento sertanejo, assim como ela voltou do Rio de Janeiro e trouxe “Xu Xu”. Então, aquilo que a gente estava falando e respondendo à tua primeira pergunta, eu acho que esse álbum, de alguma forma, volta a colocar a bandeira atrás da língua. Quando a gente escuta uma música na rádio, a gente escuta primeiro a língua e depois a gente vai atrás da bandeira. Só que na música de língua portuguesa, acho que passamos demasiado tempo colocando a bandeira à frente da língua. Quer dizer, onde é que está esse limite? Onde é que somos limítrofes nessa relação de integração e interação? O que é meu? O que é teu? O que é cabo-verdiano, português e brasileiro? Na verdade, nós temos as patentes de tudo que a gente construiu.” Não há o risco de se despertarem velhos fantasmas do lusotropicalismo? De que forma é que este disco e as canções que vocês escolheram e criaram fazem uma certa reconciliação histórica perante aquilo que o opressor português fez durante séculos? “Eu não sei. Por exemplo, A gente teve a capa do Globo, teve também muitas críticas boas aqui na França em uma semana, com o próprio Le Monde, e curiosamente, em Portugal, em que a gente sempre teve uma visibilidade muito grande pelos programas na RTP, pelos coliseus, a gente teve apenas uma matéria em Portugal, apenas um jornalista resolveu falar desse tema, que foi o Nuno Pacheco, do Público.” O Público escreveu, em 2024, que o Pierre Aderne mudou a cena cultural de Lisboa com o projecto Rua das Pretas... “Agradeço. Mas, enfim, eu acho que realmente em Portugal, talvez este álbum não concilie neste momento, talvez seja uma pedra no sapato de muita gente, não é?” Mas o objectivo é conciliar? “Não. O objectivo é trazer a história à tona. Cada um vai procurar a sua forma de se conciliar com isso. Acho que a primeira forma, se eu fosse parte de algum partido de oposição em Portugal, era criar um museu do colonialismo, da escravatura. Ferreira Gullar dizia que a arte existe porque a vida por si só não basta. Então, todos os assuntos que são polémicos - eu já passei por isso tantas vezes nos últimos cinco anos em Portugal - eles não se resolvem nunca na prosa, mas eles se resolvem na poesia. Eu acho que é uma forma de a gente entregar para as pessoas um conteúdo que pode ser inconveniente para algumas pessoas, mas que certamente com essa multiculturalidade e essas melodias talvez faça com que as pessoas amaciem um pouco. Até porque quem deu escala para a língua portuguesa foi África, foi o Brasil. Eu compus a primeira música que deu nome ao primeiro álbum de António Zambujo lançado no Brasil e eu mostrei para um director de gravadora no Brasil da Sony Music e ele era português e falou para mim: ‘Ah, já sei, aquele fadista que não canta fado, não é?' Porquê? Porque era novo, porque se estava aproximando do Brasil, da sonoridade. E hoje a gente vê como é que esses artistas portugueses ganham escala. A Carminho canta Tom Jobim, o Zambujo canta Chico Buarque. Ou seja, é se apropriar do que é nosso, é a nossa ancestralidade que nos une.” Em “Um menino chamado Brasil” ouvimos: “Se sou de Angola, eu sou Brasil. Sou Cabo Verde, eu sou Brasil. Sou Moçambique, eu sou Brasil. Sou Portugal, eu sou Brasil. Sou da Guiné, eu sou Brasil. Sou São Tomé, eu sou Brasil” - É um manifesto de união, daí a minha pergunta de há pouco sobre se é uma tentativa de reconciliação e até de perdoar tudo aquilo que os portugueses fizeram... “Não. Eu acho que não tem perdão até porque não foi o povo português pobre como a minha família de Ourém que colonizou os seus ancestrais. Quem colonizou foram as oligarquias, as grandes famílias que estão também no Rio de Janeiro, na Bahia e em São Paulo. Quando uma babá preta empurra um carrinho de bebé de um branco, que trabalha sete dias por sete, quer dizer, eu acho que é transversal esse comportamento dessas oligarquias até hoje. Mas vale lembrar também que o grito de independência do Brasil foi dado por um português em 1822, ou seja, foi uma briga de família e Dom Pedro: 'independência ou morte'. Eu acho que não é isso. Você falou desse fado que é um fado na lapela, esse tema meu e do Moacyr Luz, ‘Nossa terra é o mar'. A primeira frase não é minha, é de um compositor do Império Serrano maravilhoso e ele mandou-me uma frase: ‘Em Portugal não fui jamais, embora de lá tenha vindo.' E eu emendei: ‘Graças aos meus ancestrais que mostraram a língua quando eu estava parindo'. É importante para nós, africanos, brasileiros e quem fez o teste de genoma como eu - que sou Magrebe também, 10 por cento africano do Norte - é importante que a gente saiba o que aconteceu. Cabo Verde não era sequer habitado e o crioulo nasceu pela imposição da língua portuguesa. É o seguinte: não busca reconciliar. Não é fácil essa história, mas é interessante a gente assimilar. Como os alemães fizeram com o Holocausto e eles morrem de vergonha do Holocausto. Você vai no Japão - eu tenho nove álbuns lançados no Japão - e eu vou lá e tem o Museu de Hiroshima e Nagasaki. Eles fazem também o mea culpa de algumas coisas. Ou seja, é importante a gente saber quando a gente errou.” Este álbum acaba por ser o “Cartão do Cidadão” dessa multiculturalidade tricontinental, entre aspas? “Vou ser sintético: ‘Vou falar mais uma vez: se eu falo português, minha terra é aqui.” Ana Margarida Prado: “Eu acho que também se celebra o encontro de tudo aquilo que se criou. Vamos passar uma mensagem do bom que nós juntos criámos.” Pierre Aderne: “O Atlântico é o Atlântico. Ele uniu e esmagou, mas é tão interessante sermos atlânticos. A gente vê o que acontece também nos Estados Unidos: os povos originários são realmente os grandes povos. Todo o mundo é emigrante.”

Edmundo Nesi
Maria e João (Chico Buarque)

Edmundo Nesi

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 1:44


A magia da leitura, expande a imaginação, imagine João e Maria na versão Maria e João. Essa inversão traz outra conotação, mas mantem a magia. Escute o episódio da semana acompanhado de Justin Hurwitz com Gold Coast Rhythm. Obrigado.

Balada musical
'So Samba': o segundo álbum da dupla Vicente e Marianna que une chanson française e MPB

Balada musical

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 9:53


Vicente e Marianna é a dupla formada pelo compositor e multi‑instrumentista Vincent Muller e pela compositora e cantora Marianne Feder. Juntos, eles propõem uma fusão elegante e ensolarada entre a chanson française e ritmos brasileiros – bossa nova, samba, forró –, sempre inspirados pela velha guarda da MPB. Ao lado dos músicos brasileiros Julio Gonçalves e Ricardo Feijão, acabam de lançar seu segundo álbum, “So Samba”, destaque do Balada Musical. Daniella Franco, da RFI em Paris Vincent e Marianne se conheceram há cerca de 20 anos e, desde então, criaram diversos projetos em parceria, mas a ideia de formar uma dupla só ganhou forma em 2017. O primeiro álbum, Vicente e Marianna, lançado em 2021, nasceu com a proposta de construir uma ponte entre os ritmos do Brasil e da França, brincando de forma poética com as duas línguas. Cinco anos depois, o novo trabalho da dupla, “So Samba”, apresenta 11 faixas. Entre elas estão “Avant de partir”, adaptação em francês de “Eu te amo”, de Chico Buarque, e um cover de “Eu não tenho ninguém”, de Baden Powell, gravado ao vivo no Studio Gobelins, em Paris. A faixa que dá nome e abre o álbum é descrita por Vincent e Marianne como “uma receita secreta, ao mesmo tempo apimentada, suave e açucarada”. *** O Balada Musical vai ao ar todos os sábados nos programas da RFI Brasil e também pode ser ouvido no Spotify e no Deezer.

VinilCast: o podcast da Vinilteca
BANDIDO: o disco que transformou Ney Matogrosso

VinilCast: o podcast da Vinilteca

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 29:48


Em 1976, em pleno regime militar, Ney Matogrosso lançou um dos discos mais ousados da música brasileira: Bandido.Depois do sucesso explosivo com os Secos & Molhados, Ney decidiu seguir um caminho próprio. Seu primeiro álbum solo, Água do Céu – Pássaro, mostrou um artista radical, experimental e disposto a desafiar qualquer expectativa. Mas é com Bandido que ele encontra o equilíbrio entre provocação artística e comunicação com o grande público.O disco mistura rock, bolero, samba, blues e latinidades, criando um repertório diverso que ajudou a consolidar definitivamente a identidade de Ney Matogrosso como artista solo. Mais do que um álbum, Bandido apresentou ao Brasil um personagem novo: sensual, teatral, provocador e absolutamente livre.No repertório aparecem composições de Rita Lee, Gilberto Gil, Chico Buarque, Augusto Boal, Odair José, João Silva e Caboclinho, além de releituras inesperadas que mostram a liberdade estética de Ney na escolha das músicas.Entre as faixas analisadas neste vídeo estão:• Bandido Corazón• Gaivota• Mulheres de Atenas• Aqui e Agora• Trepa no Coqueiro• Para Não Morrer de TristezaTambém falamos sobre:• o momento político do Brasil nos anos 70• a transição de Ney após os Secos & Molhados• a construção do personagem “bandido” no palco• a estética visual e a capa do disco• o impacto cultural desse álbum na carreira do artistaBandido não foi apenas um disco. Foi o momento em que Ney Matogrosso assumiu definitivamente a liberdade como linguagem artística.

#Provocast
#305 - Tom Cardoso

#Provocast

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 54:32


No Provoca, Tom Cardoso conversa com Marcelo Tas sobre jornalismo, memória, bastidores da imprensa e sua trajetória como um dos grandes biógrafos do país.Autor de obras marcantes sobre nomes como Sócrates, Nara Leão, Caetano Veloso, Chico Buarque e Cássia Eller, Tom fala sobre o desafio de retratar personagens complexos sem idealização.Na entrevista, ele também comenta o lançamento de Vida de Gado – 30 anos pastando no jornalismo, livro em que revisita reportagens, histórias de bastidor e as transformações da imprensa brasileira.Uma conversa sobre poder, cultura, narrativa e os personagens que ajudam a contar o Brasil.

Fórum Onze e Meia
Flávio Bolsonaro desmascarado | Trump posa de Jesus | Chico Buarque emociona em Cuba | 13.04.26

Fórum Onze e Meia

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 119:45


No Fórum Onze e Meia de hoje: Flávio Bolsonaro posta vídeo de fila do osso e é desmentido; Trump posa de Jesus; Chico Buarque emociona em CubaParticipam do programa de hoje: Cynara Menezes e Jean WyllysApresentação de Dri Delorenzo e Luiz Carlos Azenha.Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/forum-onze-e-meia--5958149/support.

Le 13/14
Cécile Rap-Veber raconte "Tu verras" de Claude Nougaro

Le 13/14

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 5:19


durée : 00:05:19 - Le 13/14 - par : Julien Baldacchino - La directrice générale de la Sacem raconte, à l'occasion des 175 de la société des auteurs et compositeurs, son lien avec cette chanson de Claude Nougaro, adaptation d'un titre brésilien de Chico Buarque. - invités : Cécile Rap-Veber Directrice de la Sacem Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - El Brasil de Tom Cohen - 30/03/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 58:40


El veterano baterista de Filadelfia Tom Cohen firma el disco 'Embraceable Brazil' con grabaciones de 'Look to the sky' de Jobim, 'Café com pão' de João Donato, 'Tarde' de Milton Nascimento, el samba clásico 'Adeus América' -con la voz de Filó Machado- o 'Bye Bye Brasil' de Menescal y Chico Buarque. Del nuevo disco de António Zambujo 'Oração ao tempo': 'Pequenos prazeres', 'Palma da mão', 'Prescrição', 'Três da madrugada' y 'Oração ao tempo' -con Caetano Veloso-. Y Laura Anglade canta, todas canciones de los años treinta, 'I want to be loved', 'Stairway to the stars' y 'You turned the tables on me'.Escuchar audio

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Oración al tiempo de António Zambujo - 27/03/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 58:48


Canciones del nuevo disco de António Zambujo 'Oração ao tempo': 'Pequenos prazeres', 'Regresso à infância', 'Três da madrugada', 'Oração ao tempo' -dúo con Caetano Veloso- y 'Foi à noite' de Jobim y Newton Mendonça. Del guitarrista suizo portugués Tiago Almeida clásicos del fado como 'Prece' y 'Gaivota' de su disco 'Rivages'. Del disco 'Embraceable Brazil', del baterista Tom Cohen, 'Tarde' de Milton Nascimento', 'Bye bye Brasil' de Roberto Menescal y Chico Buarque y 'Brigas nunca mais' de Jobim y Vinicius de Moraes. Y Maria Teresa & Moustaki Quartet con 'Les eaux de mars', 'Tu sais je vais t´aimer' y 'Partager les restes'. Despide la saxofonista Melissa Aldana con 'No pidas imposibles' de Frank Domínguez. Escuchar audio

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - 'The Classical Album' de Ithamara Koorax - 26/03/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 58:48


De 'The Classical Album', disco de la cantante brasileña Ithamara Koorax, con el piano de Filipe Bernardo y la guitarra de Rodrigo Lima más una intervención del trombonista Raul de Souza, produccion y arreglos de Arnaldo de Souteiro, 'Iluminada' -con letra de Aldir Blanc se basa en la balada nº1 en sol menor opus 23 de Chopin-, 'Pavane' de Gabriel Fauré, 'O trenzinho do caipira' -de Villa-Lobos con letra del poeta Ferreira Gullar-, 'Serenata in paradise/My reverie' -canciones de los años 30 y 50 sobre melodías de Alexander Borodin y Claude Debussy - y 'Preludio da solidão' -de Villa-Lobos con letra de Herminio Bello de Carvalho-. Caetano Veloso canta 'Mais simples' de Zé Miguel Wisnik y 'Oração ao tempo' de su autoría que da título al nuevo disco de António Zambujo recién editado y en el que el portugués ha incluído 'Foi a noite' de Jobim y Newton Mendonça. Del nuevo disco de Marcelo Callado 'Brado' sus canciones 'Encanto' y 'Cara ou coroa'. Y del saxofonista y clarinetistas Ken Peplowski, que nos dejó en febrero, 'Nice ´n´easy'. Abre y cierra el baterista Tom Cohen con 'Bye bye Brasil' de Menescal y Chico Buarque. Escuchar audio

Brazuca Sounds
BONUS EP. (Chico Buarque - O Que Será?)

Brazuca Sounds

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 2:46


Salve! This is a preview of our latest bonus episode, available exclusively for subscribers at Patreon. Every episode is a different song. This is the song today:"O Que Será?" by Chico Buarque feat. Milton NascimentoOriginally written for the soundtrack to Dona Flor and her Two Husbands, and performed by the singer Simone, this song was already a massive success when its writer recorded it for his album "Meus Caros Amigos" with the subtitle "À flor da terra”. In this episode, we talked about what the song means, its context, and how Milton Nascimento ended up sharing its vocals - Nascimento also recorded “O que será? (À flor da pele)” with different lyrics. Check out the translation and links to multiple versions of the song at TranslationSmith.

No Batidão Cast
#216 - Criando a Steel Ball Run Brasileira!

No Batidão Cast

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 41:36


Com a estreia de JoJo's Bizarre Adventure - Steel Ball Run na Netflix, a gente fez o único movimento possível: transformar a corrida mais insana dos animes em uma versão 100% brasileira. Imaginamos como seria a Steel Ball Run passando pelo Brasil, com direito a trajeto inspirado na lendária rota da Trepada de Cuiabá do Leno Brega, prêmio totalmente questionável e regras que mudam conforme o caos pede. O elenco de competidores também não decepciona, com figuras completamente aleatórias como Chico Buarque montado em um cavalo que só fala inglês, Davi Brito no auge do protagonismo, além de participações improváveis como Júlio e Alípio de Cocoricó. O episódio vira uma corrida caótica cheia de referências brasileiras e criatividade no talo. Se você gosta de JoJo, de ideias completamente fora da realidade e de ver a cultura brasileira sendo levada para lugares improváveis, esse episódio é uma viagem obrigatória com participação de de SubZero, Figurante, Shura Lucas Emmanuel e Colonelluizh.Nossos Links:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram do Luiz⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Canal do Figurante⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Canal de cinema do Shura⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Podcast de musica do Ritalino⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠APOIE O PODCAST:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoia-se ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Como integrar o APOIA-SE ao Spotify⁠⁠⁠⁠

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - El piano de Antonio Faraò - 20/03/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 58:32


El pianista italiano Antonio Faraò ha publicado su primer disco en solitario, 'Kind of...Piano solo', tras casi medio siglo de música: 'Gospello', 'Kind of...' y 'Sulle nuvole' de su autoría, 'O que será' de Chico Buarque y 'I didn´t know what time it was' de Rodgers y Hart. Del nuevo disco de Dori Caymmi, 'Utopia', sus canciones inéditas 'Búzio azul' -con el grupo Boca Livre-, 'O nome da moça' -con Mônica Salmaso-, 'Sozinho de nascença' y 'Navegação'. Dora Morelenbaum, con conciertos anunciados en Madrid y Barcelona, cantando 'Não vou te esquecer', 'Venha comigo', 'Caco', 'VW blue' y 'Petricor'. Despide el guitarrista Fabiano do Nascimento con la orquesta de Vittor Santos y 'Floresta dos sonhos'.Escuchar audio

Curta Musical
A Arca de Noé

Curta Musical

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 3:46


Neste Curta Musical vamos relembrar A Arca de Noé, um clássico do universo infantil brasileiro e da MPB. Surgido a partir de um livro de Vinícus de Moraes, o projeto rendeu dois discos, além de especiais na TV, trazendo a participação de Toquinho, Chico Buarque, Milton Nascimento, Elis Regina, entre outros grandes nomes da cultura nacional. Depois de conferir tudo sobre A Arca de Noé, vamos ouvir o grupo Boca Livre na música A Casa, presente no primeiro volume do disco A Arca de Noé, lançado em 1980.

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - O Kwarteto + Turma Caipira - 10/03/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 58:47


Cuarteto de cuerdas femenino, fundado hace nueve años en Nueva York y con sede actualmente en Madrid, O Kwarteto ama la música brasileña como lo demuestra que para su primer Ep 'Orbitando' haya grabado 'Canto de Ossanha' de Baden Powell y Vinicius de Moraes, 'É doce morrer no mar' de Dorival Caymmi, 'Parima' de la violista y 'Feira de mangaio' de Sivuca. Los gallegos de Turma Caipira, cuya cantante es Marga Ramos, con 'Bellis silvestris', 'A praia' y 'Amor demais'. El pianista italiano Antonio Faraò, en su primer disco en solitario, 'Kind of... piano solo', con 'I didn´t know what time it was' de Rodgers y Hart, 'O que será' de Chico Buarque y sus propias composiciones 'Gospello', 'Kind of...' y 'Sulle nuvole'. Y el guitarrista franco-británico Hugo Lippi al frente de un cuarteto para tocar 'Do it again' de Steely Dan, 'Still crazy after all these years' de Paul Simon o 'L´Hymne à l´amour' de Piaf.Escuchar audio

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Margarida Vila-Nova (parte 2): “O nosso maior inimigo é o medo. Tenho medo do medo que me trava e medo de deixar de sonhar. Sou uma sonhadora nata”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 60:25


Nesta segunda parte da conversa com a atriz Margarida Vila-Nova ficamos a saber as razões por ter amadurecido demasiado cedo, como as dificuldades pessoais a ajudaram a dar mais densidade às suas personagens e como a curta metragem que realizou a partir de uma carta deixada pelo seu pai, antes de morrer, despertou-lhe a vontade de contar mais histórias atrás das câmeras. Ainda nesta segunda parte, Margarida levanta um pouco o véu sobre o telefilme que irá filmar no último semestre deste ano, e sobre uma certa mudança profissional e pessoal que vai impor a si mesma a partir de agora. A dado momento lê um excerto da carta de despedida deixada pelo seu pai, e que inspirou a curta-metragem “Pê”, lê também dois poemas de Sophia e surpreende ainda com a leitura de uma receita de Sopa de Cação, de Maria de Lourdes Modesto. Depois revela algumas das músicas que a acompanham, deixa várias sugestões culturais e revela o seu último pensamento quando apaga a luz, antes de adormecer. Boas escutas! Músicas: “Waltzing Matilda”, de Tom Waits “Vai Passar”, de Chico Buarque “Lá Vai Lisboa”, por Carminho “Dont let me be misunderstood”, de Nina Simone Leituras: Poemas de Sophia Carta do pai (excerto) Receita de Sopa de Cação, por Maria de Lourdes Modesto Filmes: “Terra Vil”, de Luís Campos (com Lúcia Moniz e Ruben Gomes) “Maria Vitória”, de Mário Patrocínio (com Mariana Cardoso, Miguel Borges Miguel Nunes, Ana Cristina Oliveira, Bárbara Albuquerque) “O Barqueiro”, de Simão Cayatte (com Romeu Runa, Miguel Borges, Jani Zhao, Madalena Aragão, Sandra Faleiro) Teatro: “Veneno - história de um casamento” - de Lot Vekemans, com encenação de João Lourenço, interpretada por Carla Maciel e Gonçalo Waddington. No Teatro Aberto. Livros: “Correu bem, miúdo”, pela Lua de Papel, tradução de Vasco Gato “A Louca da Casa”, de Rosa Montero Série: "A Diplomata", Netflix Espetáculo: Carminho no Coliseu dos Recreios, em Lisboa de 1 e 2 de maio. Coliseu do Porto a 6 de junho. Exposição: Teresa Pavão e Rui Sanches, na Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva See omnystudio.com/listener for privacy information.

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - 'Intimate': Andrea Motis - 27/02/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 58:41


Este 27 de febrero se publican los nuevos discos de la cantante y trompetista barcelonesa Andrea Motis 'Intimate', grabado con los guitarristas Josep Traver y Jurandir da Silva ('Beatriz' de Edu Lobo y Chico Buarque, 'Preconceito' de Wilson Batista y Marino Pinto, 'O meu amor' de Chico Buarque -con el chelo de Jaques Morelenbaum-, 'De mica en mica' de Serrat -con Morelenbaum-, 'You sent me flying' de Amy Winehouse, 'Tan tranqui.la' de Jurandir y Andrea) y del cantante y compositor bahiano Dorea 'O que mais você quer saber de mim?' ('Pequenas criaturas', 'Cidade', 'Maria milhoes', 'Mais que dois', 'Sem ancorar' -a dúo con Luiza Brito-). Y también 'Side-eye III +', nuevo disco del guitarrista Pat Metheny, que vamos a poder disfrutar ampliamente la semana próxima y del que escuchamos 'Don´t look down'. Escuchar audio

The Colin McEnroe Show
A refresher on your rights and why they're worth fighting for

The Colin McEnroe Show

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 49:00


This hour, we look at what rights individuals and protesters have. And we ask: are our rights changing? And what can we do about that? Plus, we take a look at what rights we have online, and what we should know about digital surveillance and privacy. GUESTS: Dan Barrett: American Civil Liberties Union of Connecticut's legal director Dahlia Lithwick: Writes about the courts and the law for Slate and hosts the podcast "Amicus". She is the author of Lady Justice: Women, the Law, and the Battle to Save America Cindy Cohn: Executive Director of the Electronic Frontier Foundation. Her forthcoming book is Privacy's Defender: My Thirty-Year Fight Against Digital Surveillance MUSIC FEATURED (in order): Cálice – Chico Buarque & Milton Nascimento Student Demonstration Time – The Beach Boys Is It Because I’m Black – Syl Johnson What’s Goin’ On – Marvin Gaye The People Have the Power – Patti Smith The Veil – Peter Gabriel Support the show: http://www.wnpr.org/donateSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jazz es finde
Jazz es finde - Martí Mitjavila + Lluc Casares - 21/02/26

Jazz es finde

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 64:06


Del segundo disco de Martí Mitjavila, clarinetista de Vic (Barcelona), titulado 'Playtime' y grabado como el primero en Amsterdam también con el contrabajista Cas Jiskoot y el baterista David Puime, y la participación especial del saxofonista Ben Van Gelder, composiciones originales junto a obras de Thelonius Monk, Stevie Wonder o Chico Buarque como 'Lico', 'A Rita', 'Played twice', 'Don´t you know I care', 'Line for CJ', 'Somebody nobody loves' o 'My chérie amour. También en el sello The Changes publica el saxofonista Lluc Casares su primer disco al frente de una orquesta: 'Big band vol. 1' cuenta con la presencia músicos como Joan Mar Sauqué, Oriol Vallés, Alba Pujals, Gabriel Amargant, Pol Omedes o Héctor Floría en piezas del propio Casares, como 'Back to Babylon' y 'S´escat', 'Off minoir' de Thelonius Monk o 'Simple pleasure' de Cedar Walton. Escuchar audio

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - La casa de Mônica Salmaso - 19/02/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 58:37


Del disco de Mônica Salmaso 'Minha casa', grabado el 4 de octubre de 2024 en concierto en la ciudad de Belo Horizonte, las canciones 'Saudaçoes' de Egberto Gismonti, 'A violeira' de Jobim y Chico Buarque, 'Quebra-mar' de Dori Caymmi y Paulo César Pinheiro, 'Acalanto' de Teresa Cristina, 'Teleco-teco' de los años cincuenta, 'Paulistana sabiá' de Guinga, 'Morro velho' de Milton Nascimento, 'Assentamento' de Chico, 'Santa voz' de Baden Powell y 'Xote' de Rodolfo Stroeter y Gilberto Gil. Con el grupo francés Beyond Brazilian Stories, de nuevo 'Quebra-mar' y 'Xibaba'. Despide el nonagenario armonicista Mauricio Einhorn -con Paquito D´Rivera al clarinete- y su 'Estamos aí'. Escuchar audio

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Hablando al sol: Tierney Sutton - 18/02/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 58:36


La cantante estadounidense Tierney Sutton firma 'Talking to the sun' con los franceses André Charlier, Benoît Sourisse y Serge Merlaud y grabaciones -algunas con sus propias letras en inglés- de 'Eu não existo sem você' de Jobim, 'Flor de lis' de Djavan, la canción de su autoría que da título al disco o 'Que reste-t-il de nos amours?' de Charles Trenet que João Gilberto grabó en 1991. Seguimos escuchando el último disco del brasileño Lenine, primero en diez años con canciones inéditas: 'Confia en mim', la canción que le da título 'Eita', 'Meu xamêgo' -dedicada a su compañera de toda la vida-,'Boi xambá', 'Foto de familia' -para su madre fallecida a los 91 años- con cuerdas y la voz de María Bethânia, 'Aos domingos' -para su padre que murió con 93- y 'Motivo'. El pianista italiano Antonio Faraò abre con 'Gospello' de su autoría y 'O que será' de Chico Buarque.Escuchar audio

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Más Delicatessen - 03/02/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 58:49


Delicatessen, cuarteto brasileño fundado hace veinte años en Porto Alegre, firma su quinto disco, 'Love', con clásicos del cancionero estadounidense como 'Love me or leave me', 'I could write a book', 'I had the craziest dream', 'Tenderly', 'Moonglow', 'Like someone in love' o 'Too marvelous for words'. La cantante estadounidense Tierney Sutton ha grabado su disco 'Talking to the sun' con los franceses Sourisse, Charlier y Merlaud y canciones como la que le da título, 'Modinha' de Jobim y Vinicius de Moraes, 'Que reste-t-il de nos amours?' de Charles Trenet o 'Bluesette' de Toots Thielemans. Abre el pianista italiano Antonio Faraò con 'O que será' de Chico Buarque.Escuchar audio

Vortex
Vortex 110 - A Revolta do Roblox, Felca perseguido e crianças sofrendo golpe

Vortex

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 57:23


Se as crianças são o futuro da humanidade, o que o Roblox pode nos dizer sobre o amanhã? No Vortex de hoje @katiucha e @OdeioPePe falam sobre a mais recente revolta das crianças brasileiras. Acesse o link do Vortex e ganhe desconto especial na sua matrícula na Alura: https://www.alura.com.br/vortexou CUPOM: VORTEX Host: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiuchaCo-Host: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePeInstagram: @feedvortexBluesky: @feedvortex.bsky.sociaTwitter: @feedvortexTiktok: @feedvortexReddit: r/feedvortexGrupo paralelo não-oficial do Vortex no telegram: https://t.me/+BHlkG92BfPU5ZjdhEsse grupo é dos ouvintes, para os ouvintes e pelos ouvintes. Não temos qualquer afiliação oficial ou responsabilidade por QUALQUER COISA falada neste grupoLink do post do episódio nas redes sociais:InstagramTwitterLinks comentados no episódio: 'Revolta do Roblox' se divide em protestos a favor e contra Felca; g1 cobriu manifestações  Crianças jogadoras de Roblox usando a música "Calice", de Chico Buarque, em protestos contra as novas atualizações feitas no jogoEnganando as crianças ( vulgo Neymar) Compilado dos protestos 01 Compilado dos protesto 02    Acerto da Sabrina Ameaças ao Felca  Audios recebidos pelo FelcaReação do Felca as ameaças  Verificação de idade do Roblox é facilmente burlada por crianças com bigode falso"Meu primo tentando passar na verificação do Roblox" A tentativa de burlar o sistema com uma máscara de kpopMax Steel passou na verificação e você não A revolta das crianças resumida em um video.     Produção: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido SantosEdição: Joel SukeIlustração da capa: Brann Sousa

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Delicatessen - 28/01/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 58:58


(Cuando los elefantes sueñan con la música)Delicatessen, cuarteto fundado hace veinte años en la ciudad brasileña de Porto Alegre, firma su quinto disco, 'Love', con clásicos del cancionero estadounidense como 'Love me or leave me', 'Too marvelous for words', 'I had the craziest dream', 'Like someone in love' o 'Moonglow'. Al frente de su proyecto Collectiv do Brasil, el trombonista estadounidense Ryan Keberle ha grabado 'Choro das águas', un disco con composiciones de Ivan Lins como 'Saindo de mim', 'Choro das águas', 'Quintessence' o 'Tens (Calmaria)/Long life' que une a una obra de Lyle Mays. Del disco en directo de la cantante Mônica Salmaso 'Minha casa' las canciones 'Quebra-mar' de Dori Caymmi y 'Assentamento' de Chico Buarque. Cierra el contrabajista Gui Duvignau con 'One at a time' de su disco en trío 'Live in Red Hook'. Escuchar audio

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Tradiciones modernas - 02/01/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 61:25


Dos formaciones del pianista brasileño Benjamim Taubkin en su sello Núcleo Contemporáneo: Moderna Tradição ('Lamentos' de Pixinguinha y 'Lamentos do morro' de Garoto) y Orquestra Popular de Câmara ('Bayati' y 'Correnteza' -ambas con la voz de Mònica Salmaso- y 'Choro moreno'). Del disco que Mônica grabó con su nombre en 1999, 'Voadeira', las canciones 'Dançapé', 'Valsinha' de Vinicius de Moraes y Chico Buarque y 'Ave Maria no morro' de Herivelto Martins y, de 'Canto sedutor', que firmó en 2022 con Dori Caymmi, 'Desenredo'. Escuchar audio

Boia
Boia 336 - 2026 foi tão bom que já esquecemos 2025

Boia

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 102:30


Não se furtem de furtar momentos fortuitos.Lembrem-se, a historia é escrita pelos generais e consertadas pelos poetas, poetou Fausto Wolff, do alto dos seus quase 2 metros no documentário que Pedro Cézar cometeu para homenagear Manoel de Barros.Esse bagulho de estar vivo quando se avizinha um novo ano é para ser silenciosamente celebrado.Um novo episódio do seu podcast de eleição sai toda terça para lembrar que, apesar de tudo, resistimos e insistimos porque em algum lugar (ou até mesmo em todo lugar!) alguém se importa.Que venha 2026 como a onda que existe apenas nas suas fantasias, intima e intransferível.A trilha é um deleite para os apaixonados do esporte bretão,Luedji Luna com Salty, Spray Water On The Stereo com Turnstyle, My Mind Is A Mountain com Deftones, J'adore le monde com The Limiñanas / Bertrand Belin e, finalizando, Sensitive Kind do J.J. Cale e Vai Levando com Miúcha e Tom Jobim (participação do Chico Buarque)

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - La grandeza de Chico y Serrat - 29/12/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 59:13


Canciones de Chico Buarque en español y de Joan Manuel Serrat en portugués. El grupo instrumental brasileño Aquilo del Nisso toca, al inicio y al final, dos composiciones de Chico 'Deixe a menina' y 'Samba e amor'. Chico canta 'Pequeña serenata diurna', de Silvio Rodríguez, y algunas de sus canciones: 'Mar y luna', 'Cotidiano', 'Acalanto', 'Mambembe' y 'Construcción'. El uruguayo Daniel Viglietti también grabó 'Construcción' y 'Dios le pague', adaptaciones al español de dos clásicos del brasileño. Y Joan Manuel Serrat, en su disco en portugués 'Sinceramente teu', con 'Sinceramente tuyo' -dúo con Bethânia-, 'No hago otra cosa que pensar en ti' -con Gal Costa-, 'Cada loco con su tema' -con Caetano Veloso- y 'De vez en cuando la vida' que canta en portugués.Escuchar audio

Il Mondo
Oggi sul Mondo cultura: Un romanzo d'amore, Jacques-Louis David al Louvre, un film palestinese, l'infanzia di Chico Buarque a Roma

Il Mondo

Play Episode Listen Later Dec 13, 2025 2:55


Cuore l'innamorato della scrittrice statunitense Lily King è una storia d'amore che trascende il genere romance per parlare di letteratura, di ambizioni e del passare del tempo. Il Louvre di Parigi dedica una grande retrospettiva al pittore neoclassico Jacques-Louis David in occasione del bicentenario della sua morte. The teacher della regista anglo-palestinese Farah Nabulsi è un ambizioso film drammatico che racconta la situazione della Cisgiordania attraverso diverse storie che s'intrecciano tra loro. Il musicista brasiliano Chico Buarque, negli anni cinquanta, visse per un periodo a Roma con la sua famiglia. In una sua nuova autobiografia romanzata, Bambino a Roma, ricostruisce quegli anni di meraviglia e di scoperta. CONValentina Pigmei, giornalista che collabora con InternazionaleGiuliano Milani, storico che cura la rubrica Non fiction su InternazionaleCatherine Cornet, giornalista e arabista che collabora con InternazionaleAlberto Riva, giornalista e scrittore che collabora con InternazionaleCuore l'innamorato: https://www.youtube.com/watch?v=FqNuOYAZUv0Jacques-Louis David: https://www.youtube.com/watch?v=FQB9zbsaWo8The teacher: https://theteacher.film/Chico Buarque: https://www.youtube.com/watch?v=-coyF73NBjgCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Cole Porter y George Gershwin en voces brasileñas - 09/12/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 60:05


Clásicos de Cole Porter y George Gershwin adaptados al portugués por Carlos Rennó en grabaciones de Zelia Duncan ('Eu só me ligo em você'), Caetano Veloso ('Que-de-lindo'), Elza Soares & Chico Buarque ('Façamos'), Tom Zé ('Você é o mel'), Cassia Eller ('Toda vez que eu digo adeus'), Jussara Silveira ('A moça mais vagal da cidade'), Sandra de Sá ('Enfim o amor'), Gilberto Gil ('Um dia de garoa'), Rita Lee ('Bla bla bla'), Jane Duboc ('Adorável você'), Ed Motta ('Ritmo fascinante'), Paula Toller ('Que tome conta de mim') y Erasmo Carlos ('Verão').Escuchar audio

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Portugales - 28/11/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 58:58


El pianista Júlio Resende con Bruno Chaveiro en el reciente 'Piano português namora guitarra portuguesa' y fados como 'Rua do capelão', 'Estranha forma de vida', 'Amor de mal, amor de fel' y 'Fado menor do Porto' junto a 'Carolina' del brasileño Chico Buarque. La portuguesa Carminho en 'Falando de amor' -dúo con Chico Buarque-, 'A felicidade', 'O que tinha de ser' e 'Inútil paisagem' de su disco de hace casi diez años 'Canta Tom Jobim'. La hija de Rodrigo Leão, Sofía, con 18 años, ha grabado ella sola 'Mar' con composiciones como 'Pedra', 'Umineu' o 'Valsa'. Y las guitarras clásicas y eléctricas de José Peixoto y Nuno Cintrão en 'Verdes anos', 'Marionetas' y 'Sede e morte' de su homenaje a una figura fundamental de la guitarra portuguesa: Carlos Paredes. Escuchar audio

Jornal da USP
De Papo Pro Ar #207: Vidal Assis presta homenagem a Elton Medeiros

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 31:29


Recém-lançado, o álbum traz participações especiais de nomes como Paulinho da Viola, João Bosco e Chico Buarque

Le 13/14
Solrey raconte "Deus Lhe Pague" de Chico Buarque

Le 13/14

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 5:13


durée : 00:05:13 - C'est une chanson - par : Frédéric Pommier - Violoniste, cheffe d'orchestre, vidéaste, fondatrice du Traffic Quintet, elle présentera le 26 novembre à la Scène Musicale à Paris son opéra-film "Ciao Casanova". Au micro de Frédéric Pommier, Solrey évoque sa passion pour la musique brésilienne à travers le titre "Deus Lhe Pague" de Chico Buarque. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Femke Smit y Mike del Ferro - 11/11/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 59:44


Dos holandeses, la cantante Femke Smit y el pianista Mike del Ferro, con 'Casaco marrom', 'Folhetim' de Chico Buarque, ''Olha Maria' de Jobim, Vinicius y Chico y 'É doce morrer no mar' de Dorival Caymmi, ensu disco 'Sintonía. songs from Brazil'. La cantante estadounidense Ledisi rinde homenaje a Dinah Washington en el disco 'For Dinah' con grabaciones de 'What a difference a day made', 'You go to my head', 'You don´t know what love is' o 'This bitter earth'. El guitarrista brasileño Daniel Santiago aborda composiciones de otro guitarrista, Kurt Rosenwinkel, en 'Love in the modern world' con 'Dream of the old', 'Spirit kiss', 'The cross' o 'Summer song'. Cierre con el sexteto del pianista Amedeo Tommasi ('Brasilia') adelanto del disco 'Nicola Conte presents Viagio'. Escuchar audio

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Daniel Santiago y el amor en el mundo moderno - 03/11/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 58:47


El guitarrista brasileño Daniel Santiago aborda a su manera varias composiciones de otro guitarrista, el estadounidense Kurt Rosenwinkel, en el disco 'Love in the modern world' con la pieza que le da título, 'Dream of the old', 'The cross', 'Gesture', 'Summer song' o 'Zhivago'. El dúo Da Lata con 'The lonely city', 'Messing again' y 'Musa' de su reciente 'Edge of blue' y dos holandeses, la cantante Femke Smit y el pianista Mike del Ferro, con 'Beatriz' de Edu Lobo y Chico Buarque', 'Manhã de carnaval' de Luiz Bonfá y Antônio María y 'Encontros e despedidas' de Milton Nascimento y Fernando Brant en el disco 'Sintonía. Songs from Brazil'. Abre el pianista Brad Mehldau con 'Better be quiet now', de su disco con canciones de Elliott Smith 'Ride into the sun', y cierra Sessa con 'Vale a pena' de su próximo disco. Escuchar audio

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - En torno a Milton - 31/10/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 58:54


Canciones de Milton Nascimento grabadas por Tiganá Santana, Sebastián Notini y Ldson Galter en el disco 'Milagres' ('Tema dos deuses', 'Milagres dos peixes', 'A chamada/Escravos de Jó'), por John Patitucci con Yotam Silberstein y Rogério Bocato en el disco 'Irmãos de fé' ('Irmão de fé', 'Catavento') y en el disco de Wayne Shorter con Milton 'Native dancer' ('Ponta de areia', 'Tarde', 'From the lonely afternoons'). Y Milton cantando 'O que será' con Chico Buarque y, con Mercedes Sosa, 'Volver a los 17' de Violeta Parra y 'Sueño con serpientes' de Silvio Rodríguez. Despide Mercedes Sosa con la chacarera 'Soy pan, soy paz, soy más'. Escuchar audio

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - El piano fado de Júlio Resende - 23/10/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 58:50


El pianista Júlio Resende sigue explorando las posibilidades del fado en el disco que ha grabado a dúo con Bruno Chaveiro, 'Piano português namora guitarra portuguesa', con fados que cantaba Amália Rodrigues como 'Rua do capelão', 'Noite de Santo António', 'Amor de mel, amor de fel o 'Estranha forma de vida' además de 'Carolina' una antigua canción de Chico Buarque. De Portugal también el primer disco de la hija de Rodrigo Leão, Sofia, titulado 'Mar' que contiene composiciones propias como 'Pedra' o 'Valsa'. De un concierto que el saxofonista Stan Getz ofreció en el Teatro San Martín de Buenos Aires, en septiembre de 1980, inédito hasta ahora en disco, 'Wave' y 'Desafinado' de Jobim. Y un adelanto de 'Edge of blue' ('First rays', 'The lonely city'), disco con el que el dúo Da Lata celebra 25 años de la edición de su primer disco. Despide Nelson Ângelo con 'The red blouse'. Escuchar audio

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Henrique Gomide y compañía - 08/10/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Oct 8, 2025 59:06


Trabajos del pianista brasileño afincado en Europa Henrique Gomide. Del disco 'Amaré', que firma con la cantante Céline Rudolph y el guitarrista João Luís Nogueira, 'Lugar comum' y 'Emoriô', de João Donato y Gilberto Gil ambas, 'Embaixo da imensidão', 'Preciso me encontrar' de Candeia, take 1 y take 2, y 'Abril'. Del disco de Gomide con la violinista Daphné Oltheten, 'Brasis sonhos de là', los temas 'Karatê', de Egberto Gismonti, 'Canto de Xangô', de Baden Powell y Vinicius de moraes, 'Rosa', de Pixinguinha, 'Valsinha'/'João e Maria', de Chico Buarque', y 'Na surdina'. Y dos canciones, 'A la recherche d´une métaphore' y 'Laiaralará', del disco de Céline Rudolph 'Metamorflores'.Escuchar audio

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Se fue Angela Ro Ro - 17/09/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 59:09


El pasado 8 de septiembre falleció a los 75 años la cantante y compositora brasileña Angela Ro Ro. La recordamos en grabaciones de canciones suyas como 'Amor, meu grande amor', 'Gota de sangue' -en la voz de María Bethânia-, 'Só nos resta viver', 'Fogueira' o 'Me acalmo danando' y como intérprete de temas de Caetano Veloso ('Escândalo'), João Donato ('Simples carinho'), Chico Buarque ('Bárbara', 'Vida'), Jobim ('Demais'), Brel ('Ne me quitte pas'), Sammy Cahn y Jimmy Van Heusen ('All the way'), los Gershwin ('Embraceable you') y Gino Paoli ('Senza fine').Escuchar audio

Músicas posibles
Músicas posibles - Toquinho - 19/07/25

Músicas posibles

Play Episode Listen Later Jul 19, 2025 55:56


Canto de Ossanha — Toquinho — Os Primeiros AnosEste Seu Olhar / Cor3covado / Se Todos Fossem Iguais Á Você - Ao Vivo No Rio De Janeiro / 2001 — Toquinho — Um Barzinho Um Violão Sem Limite (Ao Vivo)Insensatez — Toquinho, Vinícius de Moraes — O Melhor da ParceriaTomara — Toquinho, Vinícius de Moraes, María Creuza La Fusa — (Disco no especificado)Tristeza — Toquinho, Vinícius de Moraes — O Poeta e o ViolãoLa voglia la pazzia — Ornella Vanoni, Toquinho, Vinícius de Moraes — La voglia la pazzia l'incoscienza l'allegriaAquarela — Toquinho — AquarelaTarde en Itapoã - Live — Vinícius de Moraes, María Bethânia, Toquinho — Vinicius de3 Moraes en Argentina (Edición 50 Aniversario)A Sombra de um Jatobá — Toquinho — A Sombra de um JatobáAo Que Vai Chegar — Toquinho — Toquinho Sem LimiteTestamento — Toquinho, Vinícius de Moraes — O Melhor da ParceriaA Tonga da Mironga Do Kabuletê — Vinícius de Moraes, Maria Bethânia, Toquinho — La Fusa (Mar del Plata)Samba De Orly (Samba De Fiumicino) — Toquinho, Chico Buarque — 10 Anos De Toquinho ViniciusSignorina — Toquinho — AcquarelloAquarela — Toquinho, Carlinhos Brown — Novas Cores Eternas CançõesA Bençao Bahia — Toquinho, Vinícius de Moraes Sua Bençao, Saravá — *(Disco no especificado)*Escuchar audio

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Contrastes de Marcos Valle - 30/06/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Jun 30, 2025 58:56


Reedición del disco de Marcos Valle del año 2003 'Contrasts' con canciones como 'Disfarça e vem', 'Agua de côco', 'Tema do Tiago' o 'Valeu' compartida con Joyce Moreno, que acaba de publicar el disco 'O mar é mulher'. También escuchamos a Daniela Soledade, cantante brasileña afincada en Estados Unidos, con 'Only love is allowed', 'Every flower, every raindrop', 'Corcovado (Quiet nights of quiet stars)' y 'Panis et circenses' de su reciente 'Deco tropical'. Y al Trio Corrente que celebra un 25 años de existencia con 'Vinte e cinco' y grabaciones instrumentales de 'Tudo que você podia ser', de Lô Borges, o 'A volta do malandro' de Chico Buarque. Despedida con João Bosco & Orquestra Ouro Preto y 'Papel mâché'.Escuchar audio

We'd Like A Word
34. Catalan Crime with Teresa Solana, Peter Bush & Marina Sofia

We'd Like A Word

Play Episode Listen Later Jun 29, 2025 43:53


​ Catalan Crime in translation: We'd Like A Word hosts Paul Waters & Stevyn Colgan hear from Barcelona-born author Teresa Solana; Peter Bush the translator of her crime thriller Black Storms - he's also Teresa's husband; and Marina Sofia the co-founder of Corylus publishers, which publishes crime fiction in translation from Catalan, Spanish, Romanian, Icelandic, Argentinian Spanish, and German.We also talk about authors and translators Ian Rankin, Gene Kerrigan, Jeffrey Archer, Frederick Forsyth, Tony Kent, Lisa Jewell, the Rev Richard Coles, Robert Thorogood, David Gullis, Fred Vargas, Petros Markaris, Rene Goscinny, Albert Uderzo, Anthea Bell, Derek Hockridge, Chico Buarque and Juan Goytisolo - plus the Chiltern Kills crime and Khushwant Singh London literary festivals.And more - including dead Catalan authors v dead Spanish authors; the author-translator power dynamic; Catalonia / Catalunya and Spain; Cornwall, folk culture and Cornish independence; Steve becoming a witch; Paul having a book out soon and some book launch events; snoring dogs; Biafra; whether La Sagrada Familia is a cathedral or a basilica; Asterix the Gaul; and the secret location where this podcast episode was part-recorded.We'd Like A Word is a podcast & radio show from authors Paul Waters & Stevyn Colgan. (And sometimes Jonathan Kennedy.) We talk with writers, readers, editors, agents, celebrities, talkers, poets, publishers, booksellers, & audiobook creators about books - fiction & non-fiction. We go out on various radio & podcast platforms. Our website is http://www.wedlikeaword.com for information on Paul, Steve & our guests. We're on Twitter @wedlikeaword & Facebook @wedlikeaword & our email is wedlikeaword@gmail.com Yes, we're embarrassed by the missing apostrophes. We like to hear from you - questions, thoughts, ideas, guest or book suggestions. Perhaps you'd like to come on We'd Like A Word to chat, review or read out passages from books. Paul is the author of a new Irish-Indian cosy crime series set in contemporary Delhi. The first in the series is Murder in Moonlit Square, which published by No Exit Press / Bedford Square Publishers in October 2025 - but you can pre-order it now. (Ah go on.) It'll also be published in India in paperback in October 2025 by Penguin India. Paul previously wrote the 1950s Irish border thriller Blackwatertown. We can also recommend Cockerings, the comic classic by Stevyn Colgan, and his hugely popular YouTube channel @Colganology

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Al cine con Chico Buarque - 20/06/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Jun 20, 2025 58:57


Canciones de Chico Buarque en películas a las que dan título como 'Vai trabalhar vagabundo', 'Linha de montagem', 'Eu te amo' -cantada por Chico y Telma Costa-, 'Bye bye Brasil' y 'A ostra e o vento' -grabada por Chico a dúo con Branca LIma- o como 'Quando o carnaval chegar' ('Partido alto', 'Caçada', 'Quando o carnaval chegar'), 'Dona flor e seus dois maridos' ('O que será' -en la voz de Simone-), 'Para viver um grande amor' ('Samba de um grande amor', 'Tanta saudade' -grabación de Djavan-), 'Perdoa por me traíres' ('Mil perdoes'), 'A ópera do malandro ('Sentimental' -grabada por Zizi Possi-, 'Rio 42' -por Bebel Gilberto-, 'Palavra de mulher' -por Elba Ramalho-). Escuchar audio

The Real News Podcast
The soundtrack to the resistance against the Brazilian dictatorship | Stories of Resistance Ep 14

The Real News Podcast

Play Episode Listen Later Mar 31, 2025 5:59


On March 31, 1964, the Brazilian military carried out a US-backed coup against the democratically elected government, installing a dictatorship that would last for 21 years. Hundreds of people were disappeared. Thousands imprisoned and tortured. But musicians stood up, singing songs that were a sometimes subtle — sometimes not-so-subtle — critique of the dictatorship. The military regime responded by censoring songs, music and artists. Some, like Chico Buarque, went into exile. Others were detained, jailed and even tortured. But still the music played on. Still, artists found a way for their music to reach the people. Still, the music gave hope that “tomorrow would be another day.”This is episode 14 of Stories of Resistance — a podcast co-produced by The Real News and Global Exchange. Each week, we'll bring you stories of resistance like this. Inspiration for dark times.This week, in remembrance of the anniversary of Brazil's military coup on March 31, 1964, we are taking a deep dive in Brazil. All three episodes this week will look at stories of resistance in Brazil. From protest music, to general strikes against the dictatorship, to the Free Lula vigil in more recent times.Written and produced by Michael Fox.If you like what you hear, please subscribe, like, share, comment, or leave a review. To mark this anniversary, Michael Fox created a Spotify playlist of songs written in resistance to Brazil's military dictatorship. You can check it out on his Patreon: www.patreon.com/mfoxThere, you can also follow Michael's reporting, and support his work.Subscribe to Stories of Resistance podcast hereBecome a member and join the Stories of Resistance Supporters Club today!Sign up for our newsletterFollow us on BlueskyLike us on FacebookFollow us on TwitterDonate to support this podcast