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Programa en el que retomamos una de nuestras secciones principales después de muchas semanas sin tocarla. Ahí os va el menú: (0:04:01) Trailblazers: Travel Edition (0:11:44) Twinkle Twinkle (0:20:45) Keyside (0:35:17) La Búsqueda de la Especie Perdida (0:47:36) Casa de Fado (1:00:04) Himizu (1:08:23) Teocracia (1:18:51) President (1:31:23) Cocktail (1:41:37) Seven Prophecies (1:48:09) Fox Grove (1:59:14) Gachapon Trick
V etru smo živo gostili portugalsko zvezdnico, pevko Giselo João. Fado je samo del njene glasbene govorice, ki jo postavlja med vodilne glasove v sodobni portugalski glasbi, prepoznavni po njeni umetniški identiteti in karieri, ki pomeni nenehno premostitev med tradicijo in sodobnim izrazom. Gisela João zvečer nastopa v Ljubljani, v okviru festivala Druga godba.
Dieses Mal machen wir es uns wieder in einer alten Dampflok gemütlich. Die alte Lady trägt uns sicher durch das Land des Portweins, immer entlang des Douro-Ufers in Portugal. Lass uns die Sehnsucht und den Weltschmerz des Fado in Nostalgie, Ruhe und Verbundenheit umwandeln und einen traumhaften Tag im Süden verbringen. Wir, das sind Nale und Balto, möchten dich auf eine Reise schicken, damit du so die Sorgen des Tages hinter dir lassen kannst. Unsere Geschichten sollen dir dabei helfen, zur Ruhe zu kommen und langsam in einen verdienten und erholsamen Schlaf zu gleiten. Wir wünschen dir eine gute Nacht, schlaf schön! Konnten wir dir beim Einschlafen helfen? Hast du eine Idee, wo die nächste Reise hingehen soll? Dann schreib uns gerne an geschichtenzumeinschlafen@julep.de. Wir freuen uns sehr, von dir zu hören! ***GzE Sternwarte*** Unterstütze unseren Podcast, höre alle Episoden ohne Werbung und freu dich auf viele weitere Vorteile unter www.steadyhq.com/gze ✨ Vielen Dank für deine Unterstützung! ***Werbung*** Informationen zu unseren Werbepartner:innen findet ihr unter: https://linktr.ee/einschlafen Vielen Dank an unsere Partner:innen, die es uns ermöglichen, euch weiterhin beim Einschlafen zu helfen. Host: Nale und Balto Text: Anja Lehmann Musik: Milan Lukas Fey Produktion & Schnitt: Martin Petermann Eine Produktion der Julep Studios
A jovem fadista Teresinha Landeiro é a convidada desta semana do Posto Emissor. Com o quarto álbum a chegar na próxima semana, a inspiração do novo disco, que passou pela obra do pintor Alfredo Luz, o começo da carreira, aos 12 anos, com as ‘madrinhas’ Ana Moura e Raquel Tavares, o curso de Gestão e as lições de Celeste Rodrigues foram temas de conversa. Falámos ainda do Festival da Eurovisão e da estreia na música da atriz Helena Caldeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A sua carreira começou na música e seguiu pelo teatro musical. Aos 12 anos, vencia a Grande Noite do Fado, na categoria juvenil. Aos 16, ganhava o Festival da Canção e representava Portugal na Eurovisão, na Irlanda. Hoje, com quase 50, mantém o ar de menina, a voz inconfundível e a gentileza de sempre.
A jovem fadista Teresinha Landeiro é a convidada desta semana do Posto Emissor. Com o quarto álbum a chegar na próxima semana, a inspiração do novo disco, que passou pela obra do pintor Alfredo Luz, o começo da carreira, aos 12 anos, com as ‘madrinhas’ Ana Moura e Raquel Tavares, o curso de Gestão e as lições de Celeste Rodrigues foram temas de conversa. Falámos ainda do Festival da Eurovisão e da estreia na música da atriz Helena Caldeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
We already had: - The **Queen of one ‘F'** (Fado) - The **King of the other ‘F'** (Football) Now for the **third ‘F'** - on this very day in 1917, three shepherd children in a small village reported seeing apparitions of the Virgin Mary.Carl asks: Where did these famous apparitions take place? Drop your guess in the comments! Want the full answer, more daily Portugal quizzes, history and culture?✅ Join the Portugal Club for free at
Le 25 avril 1974, une révolution pacifique au Portugal renverse la dictature salazariste en place depuis 48 ans. Des jeunes officiers, des fleurs comme symboles de paix, et un pays métamorphosé.Plongez dans les racines, les moments forts et l'impact durable de cette révolution des oeillets. Préparez-vous à un voyage dans le temps qui a changé la face de l'Europe !#3ème #1ère #HGGSP #Terminale ✉️ Contact : tasquienhistoire@gmail.comhttps://podcasts.toutsavoir.fr/stephane-genet-t-qui-en-histoire/ ---Suivez le podcast sur les réseaux sociaux :Instagram : @tasquienhistoireTwitter : @AsHistoire Tiktok : @tasquienhistoire Facebook : https://www.facebook.com/TasQuiEnHistoire---Credits Son=> Sons provenant du film "Capitaines d'Avril" (un excellent film de Maria de Medeiros sorti en 1999 sur la révolution des oeillets)(Bande-Annonce)@cinemaetciehttps://www.youtube.com/watch?v=CT8gFjSphDI (Discours contre l'État portugais)@Filmsduparadoxehttps://www.youtube.com/watch?v=OfL8beUReNA (Feu !)@Pierre Schullerhttps://www.youtube.com/watch?v=dwoOIUdgvg8 => Sons Youtube libres de droitInstrumental de guitare Fado portugais | MusiqueFree2Use @MusicFree2UseChanson : « Noturno » de Casimiro RamosMusique fournie par MusicFree2UseFlux : Portuguese Fado Guitar Instrumental |... Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
História da Música de Angola é a obra que o escritor, professor e jornalista Albino Carlos lançou recentemente em Lisboa. O livro consolida o elo entre identidade, cultura e história. Abordando a produção musical feita nos diferentes géneros e em diferentes línguas nacionais, Albino Carlos contribui para promover a “definição de quem é o angolano e de quem é Angola.” História da Música Angolana é o livro que faltava para um melhor entendimento do manifestar musical de angolanas e angolanos. O mais recente trabalho de Albino Carlos proporciona uma viagem pela alma musical de Angola, pela essência do povo angolano. Estabelecendo a relação entre história, cultura e identidade, o livro História da Música Angolana torna-se essencial para pintarmos um mais elucidativo quadro de uma sociedade onde o cantar e dançar são forma de viver e podem fazer um país evoluir nas diferentes relações dentro da imensa comunidade formada por todos aqueles que fruem da música angolana. A RFI aproveitou a presença do Albino Carlos na capital portuguesa para uma conversa sobre a singularidade da cultura musical de Angola e o livro recentemente editado em Portugal pela Oficina da Escrita. Albino Carlos começa por revelar que a ausência de bibliografia produzida por académicos e estudiosos angolanos foi um dos elementos que espoletou a obra agora lançada. Albino Carlos, autor do livro História da Música de Angola: Este livro nasceu de um questionamento existencial e intelectual. Intelectual por quê? Porque fui percebendo, ao longo do tempo, que a maior parte da bibliografia, dos estudos académicos sobre a música angolana eram feitos por académicos e estudiosos estrangeiros. São conhecidos os estudos profundos do professor Mesquitela Lima, são conhecidos os estudos profundos que a antiga Companhia Nacional de Diamante fez sobre a produção musical da região do Leste, são conhecidos estudos que muitos estudiosos, ainda no século XVIII, alemães fizeram sobre a música angolana. Portanto, havia esta dúvida, este questionamento intelectual: qual a razão pela qual Angola, sendo um país musical, tem tantas músicas, tanto quanto tem de povos e nações, não era objeto de estudo nas universidades, não era objeto de aprofundamento académico por parte dos intelectuais e por parte, sobretudo, da classe académica angolana. Esta foi a perspectiva do questionamento intelectual. Depois, houve também um certo questionamento existencial. O Luis sabe que nós somos a música que produzimos e que fazemos. Os povos definem-se muito pela música, porque a música é a arte das artes, é a expressão da nossa alma. Em qualquer parte do mundo, se disser que estou a cantar um fado, as pessoas remetem logo para Portugal. Basta falar no samba, as pessoas remetem logo para o Brasil, e assim sucessivamente. Tendo em conta que a música, no caso particular da Angola, é um dos mecanismos que os angolanos mais se socorrem para falar de si, para contactar o outro, para chorar, para dançar, para... . Enfim, tendo em conta a importância que esta mesma música desempenhou, quer na resistência contra o colonialismo, quer para suportar as agruras da escravatura, e até na guerra civil que aconteceu, que dilacerou o nosso país, foi graças ao canto, foi graças ao batuque, que os angolanos e Angola resistiram a esses momentos tremendos que nós passávamos e que queremos esquecer. Portanto, a música desempenhou um papel muito, mas muito importante na definição de quem é o angolano e de quem é Angola, quem a Angola é. É esta questão existencial. Quer dizer, eu sempre me bati para que o semba também fosse reconhecido como o símbolo do nosso fazer musical, a simbologia daquilo que o angolano gosta de ser. Então, é por aí que eu decidi começar a fazer um estudo sobre a nossa música. Nos últimos 15 anos da minha vida, mesmo passando pela política, pela docência universitária, fui fazendo os meus estudos, mas também fiz um desafio pessoal, eu não queria fazer um livro sobre música angolana, como eram feitos os livros sobre música. RFI: Então, qual foi o desafio que se colocou? Albino Carlos: Fazer difrente, contar a história da Angola através da sua música. Ver como é que a música caracterizou o angolano. Como é que nós cantamos o amor, como cantamos o infortuno, como vivemos o luto, qual é a força que tem o comboio na simbologia tradicional angolana, como é que cantamos a escravatura. Eu fiz esse estudo profundo e daí resultou num livro enormíssimo que eu chamo de Trilogia da Música Angolana. Este é o primeiro livro, História da Música Angolana, e dei muito destaque à nossa tradição oral, ao cancioneiro tradicional, que é a origem de toda esta musicalidade, sobretudo popular e moderna. Quis fazer também uma recolha de todas as letras das músicas mais emblemáticas angolanas, porque eu via que tínhamos dificuldades. Por exemplo, Muxima, a letra de Muxima, tinha dificuldade em encontrar. Quem quer a letra de Umbi-Umbi, que é uma música de tradição oral, uma música que é muito local, mas tornou-se um hino universal. Era difícil encontrar a letra. Então, fiz também um trabalho de recolha daquelas músicas mais emblemáticas, quer na língua nacional Quimbundo, que é uma das línguas mais preponderantes, como naquelas línguas que também são, de certa forma, subalternizadas. Mas há registros musicais muito fortes nessas línguas. Então esse é o desafio que eu me propus. Este é apenas uma parte deste desafio, porque a trilogia é composta pela História da Música Angolana, que é praticamente o início da música, quais são os temas fundamentais da música, quais são os elementos constitutivos do discurso musical angolano. RFI: História da Música Angolana é o livro que foi recentemente apresentado. Há, então, mais dois a serem publicados? Albino Carlos: Sim, faz parte de uma trilogia sobre o fazer musical angolano. Há um livro que é só sobre o semba. Mas não é um livro, ao contrário dos outros livros, que são muitas cronologias históricas, nasceu no dia tal, o grupo... Não, eu fiz uma análise do discurso musical. O que o semba canta e como canta. A fome, a miséria, a guerra, o ciúme, a paixão. Enfim, eu fiz uma análise semiótica do discurso musical. Ao invés de preocupar-me em falar sobre os grupos, o historial cronológico dos fenómenos musicais, não. Eu fiz uma coisa um pouco mais difícil. Eu queria fugir um bocadinho daquilo que são normalmente os livros sobre história das músicas, quer em Portugal, quer no Brasil. RFI: O Semba que está, neste momento, em processo de candidatura para que venha a ser considerado como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Albino Carlos: Eu penso que neste momento há condições objetivas e subjetivas que nos permitem estar mais animados neste processo. Porquê? Porque o Fado já foi reconhecido, o Samba de Roda já foi reconhecido, a Coladera foi reconhecida, muito recentemente o Reggae foi reconhecido, a Rumba foi reconhecida. São todas musicalidades que bebem, intercambiam, têm subsídios com o Semba e são parecidos com o Semba. Há, digamos assim, elementos que se cruzam entre o Semba e o Samba. Há uma influência muito forte da musicalidade africana no Fado. O Reggae não preciso mais dizer, o Reggae vem da África, se bem que tem uma essência muito forte daquela região, do Caribe. E nesse contexto, o Semba, pelo fato de ser uma música nacional, mas muito aberta ao mundo, da mesma forma que é o angolano, é um povo africano, mas muito aberto ao mundo. Nós herdamos um bocadinho esta particularidade dos portugueses. Portugal é um pequeno país que dominou o mundo, não é? Espalhou-se por mares nunca antes navegados. Herdamos esta abertura, esta pluralidade, esta multiplicidade, este diálogo com o outro, este intercâmbio, esta miscigenação. É isto que nos faz fortes e é isto que faz forte o Semba, porque o Semba é uma música urbana. Obviamente que as raízes vêm da Ambaca, daquela região do Cuanza Norte, mas passou a ser Semba, como Semba, a partir do momento em que o N'gola Ritmos fez dele um ritmo mais urbano. Já tem viola, é uma música popular, é moderna. Mas também neste Semba tem influência portuguesa, do Fado e outras sonoridades portuguesas e europeias. Tem muita influência também latino-americana, tem muita influência da Rumba congolesa, sendo certo que a Rumba também tem alguma origem em Angola, mas é daquela região. Portanto, o Semba é, digamos assim, o melhor espaço que o angolano encontrou para se definir a si mesmo, para expressar aquilo que vai na alma, para se relacionar com o mundo. O Semba, por intermédio de algumas derivações, como o Kuduro e a Kizomba, tem dado sons aos sons do mundo. Hoje a Kizomba conquistou o mundo, hoje toda a gente quer dançar Kizomba, mas a Kizomba não é só mais uma derivação do semba. RFI: O que é que se pode encontrar neste livro? Albino Carlos: É um livro que faz uma viagem pelas práticas musicais angolanas. É um livro que dá muito ênfase à identidade musical de Angola, às línguas nacionais e como é que essas línguas nacionais, estando mais próximo daquilo que são os rumores do nosso pensamento e da nossa alma, expressam melhor o nosso pensamento, os nossos sonhos e as nossas frustrações. É um livro que também faz muita referência ou dá grande destaque à música de intervenção. O Luís sabe bem que a música de intervenção jogou um papel muito importante na nossa independência e também jogou um papel muito importante no 25 de abril. Zeca Afonso é uma figura emblemática. Zeca Afonso marcou a música de intervenção angolana. Os grandes trovadores portugueses, sobretudo daquele período quente do 25 de abril, marcaram profundamentalmente a música de intervenção e esta música de intervenção teve um papel extraordinário no desenrolar no xadrez político angolano naquele período da independência. Falo também da música como um espaço de libertação da mulher. A música também é isto, tem também sentido de missão. Por exemplo, Angola ainda sendo um país com uma certa cultura machista, como é que as mulheres, através da música, conseguiram serem sujeitos de discurso ao invés de objetos de discurso? Cantava essa mulher, né? Oh, Maria... Não, agora é a Maria que está a cantar sobre o Zé, é a Maria que está a cantar sobre ela, é a Maria que está a cantar como uma pessoa, não como uma mulher, não como um indivíduo, não para se contrapor ao homem, mas para afirmar-se, para um espaço de liberdade, um espaço de expressão. É um livro que também fala sobre algumas particularidades do discurso musical, por exemplo, a força do comboio, a força da feitiçaria, a força da religião, a força da tradição e como é que faz essa mistura com o discurso da modernidade. É um livro que também fala sobre a canção infantil angolana, mas, obviamente, sempre fazendo referência ao que se faz também ao nível do mundo, sobretudo, à forte influência que Portugal exerce e continua a exercer na nossa idiosincrasia. Por exemplo, nós não podemos falar da canção infantil angolana sem referências profundas dos cantos de ninar de Portugal. O “Atirei o pau ao gato”..., enfim. Todos nós tivemos uma infância cuja banda sonora eram aquelas músicas que os nossos avós, os nossos pais foram cantando e continuamos agora a transmitir aos nossos filhos e aos nossos netos. E tenho a convicção profunda de que os nossos filhos, os nossos netos vão também transmitir essa experiência de socialização, de passar valores da família, do amor, da fraternidade, por intermédio da canção infantil. A canção infantil angolana também desempenhou este papel e tem desempenhado até um papel muito mais do que aquilo que é a canção de ninar ou a canção de roda. É uma canção que foi usada também para incutir nas nossas crianças, o amor à terra, para conhecerem o seu país, para terem o orgulho da sua nacionalidade. Enfim, a história da música angolana é a história da Angola contada através da sua música. Sendo certo que Angola é um país novo, está a construir a sua história, está a escrever a sua história. Mas, a história da Angola não será completa sem o capítulo relacionado com a música. De tal sorte que a história da Angola confunde-se com a história da música angolana. É esta a tese fundamental deste livro. RFI: Albino Carlos, qual foi o grande desafio, os grandes obstáculos, que encontrou para escrever este livro?Albino Carlos: Desde logo a bibliografia, a dificuldade de recolha das músicas. Tive uma dificuldade porque eu, sendo de Luanda, não domino as línguas nacionais, domino mais ou menos o quimbundo, mas não domino as outras línguas. E isto, de certa forma, pode ser uma crítica, e já agora é uma crítica que eu aceito. Houve um certo pendor para o grupo etnolinguístico quimbundo, que é da minha região, da zona de Luanda. Há um certo privilégio, digamos assim. Houve maior preponderância na recolha e na abordagem desse espaço etnocultural. Mas não foi por intenção. Foi pela minha dificuldade, foi pela minha incapacidade intelectual. Obviamente que fez um esforço enormíssimo que este livro espalhasse a diversidade cultural. Porque é da diversidade cultural que reside a força e a riqueza da Angola. Angola é o que é porque existem 21 províncias, existem várias nações, no intuito de criar uma só nação, uma nação forte, um só povo e uma só nação. Quer dizer, num conceito no sentido de afirmar a sua identidade e se afirmar no contexto das nações. Esse foi o grande desafio. Por outro lado, houve também o desafio da pouca bibliografia. Vou só dar um exemplo, de 1960 até hoje, pouco menos de 40 obras existem sobre a música angolana. Mesmo sendo este país conhecido a nível internacional pela música. África do Sul, por exemplo, que é aqui a nossa vizinha, tem mais de 300 títulos sobre a sua produção musical. Que abrange desde a música tradicional ao mais moderno dos modernos. O Kuduro, esta música que nos tem afirmado a nível internacional, o primeiro doutoramento foi feito numa universidade portuguesa. É este o grande desafio que é lançado aos angolanos. RFI: A obra foi recentemente publicada em Portugal. Depois de Portugal, o que é que pode acontecer? Albino Carlos: De facto, o livro criou muitas expectativas. Porque eu fui falando ao longo desse tempo. Na qualidade académico, coloquei a problemática da música na universidade, na academia. Fui alertando, ao longo desse tempo, que estava a produzir esta obra. Portanto, há muitas expectativas em Angola. Estou a ser cobrado. Obviamente que problemas de logística e problemas financeiros limitam a possibilidade de poder lançar em Angola. Mas estamos a envidar todos os esforços no sentido de que no mês de junho nós possamos fazer o lançamento em Angola. Moçambique também já convidou, o Brasil também já está interessado nesta obra. Significa dizer que, em colaboração com a editora, vamos colocar esta obra em todo o espaço da lusofonia. Sendo certo que o nosso fazer musical, o fazer musical do espaço da lusofonia, carece de bibliografia. Para que os nossos cidadãos sintam-se orgulhosos do seu discurso. De um dos discursos que mais marcam. Um dos discursos que mais marca a lusofonia é a música. Não existe Brasil sem samba. Portugal sem o fado, não sei o que seria.
Was tun, wenn auf einmal Fremde an deiner Haustüre klingeln, die angeblich mit dir verwandt sind und sich für zwei Wochen einquartieren wollen? Das erzählt uns heute Stéphan auf unnachahmliche Weise. Und er stellt uns Musik vor, die den Charakter eines ganzen Landes widerspiegelt. Volltreffer. Spotify Playlist 26 (mit den sensationellen Songs aus unserem Podcast) Achtung: Die Liste enthält natürlich nur die auf Spotify verfügbaren Titel. Wie wir aber alle wissen, gibt es noch ein Musikuniversum jenseits von Streaming. Facebook (mit News aus der Rockmusik und allem, was glücklich macht) YouTube (der ganze Rest) Anregungen, Ideen? Dann schreibt uns doch mal - wmruv2021@gmail.com Dieser Podcast wird vermarktet von der Podcastbude.www.podcastbu.de - Full-Service-Podcast-Agentur - Konzeption, Produktion, Vermarktung, Distribution und Hosting.Du möchtest deinen Podcast auch kostenlos hosten und damit Geld verdienen?Dann schaue auf www.kostenlos-hosten.de und informiere dich.Dort erhältst du alle Informationen zu unseren kostenlosen Podcast-Hosting-Angeboten. kostenlos-hosten.de ist ein Produkt der Podcastbude. (00:00) Kapitel 1
Es laufen afrokaribische Songs, Samba und Fado vom Atlantik, ungarische, armenische und libanesische Musik. Grit Friedrich sprach mit Foaie Verde, dazu eine Hommage an die verstorbene indische Filmmusikikone, Asha Bhosle
C’était une émission sous le signe de la générosité donc ! L’idéal à écouter, maintenant, en podcast ! Merci de vos curiosités **************************************************** Les cartes : Les musiques : Louve de Delfino MarIsa, pour un Fado... Continue Reading →
Antigamente o fado “batia-se” (dançava-se) e “A Casa da Mariquinhas” era um bordel, revela o historiador Sérgio Luís de Carvalho em “Lisboa Fadista”. “O Fado de Coimbra estagnou por não ter mulheres”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Condemn me”It's the first sentiment on Belgian band Ão's hypnotic, stunning album Malandra. Thumping electronic beats are bolstered by bellowing drums, labyrinthine guitar patterns entwining, and orchestral stings adding bloody drama. Singer Brenda Corijn brings alluring darkness from her Portuguese roots, the smoldering sadness of Fado, and the hope at the center of saudade, a moving, energetic melancholy. It's entrancing witchcraft at every turn. We interviewed them below.
This week, Alexa is joined by Dr Luciano Simões to explore cross-training as a modern vocal pedagogy through a Latin American lens, unpacking how singers can develop flexibility, resilience, and stylistic authenticity across different genres. Drawing on the rich hybridity of Latin American music Luciano shares how cross-training equips singers to navigate diverse vocal demands with both technical freedom and cultural awareness. This conversation challenges the idea of fixed vocal identities, inviting teachers and singers alike to embrace versatility, curiosity, and the vibrant diversity of global vocal styles. WHAT'S IN THIS PODCAST? 2:10 Who is Dr Luciano Simões? 6:42 Understanding Latin American music 21:13 What functional technique is included in cross-training? 27:57 What does a cross-training singing lesson look like? 37:41 Technical conflicts in cross-training About the presenter HERE RELEVANT MENTIONS & LINKS Jeanie LoVetri Alexander Technique Feldenkrais Singing Teachers Talk - Ep.245 Technique Meets Artistry: Working with Contemporary Singers ABOUT THE GUEST Dr. Luciano Simões is a baritone, voice pedagogue, conductor, and researcher with over 30 years of teaching experience. He holds a Doctor of Musical Arts from Michigan State University, alongside advanced degrees in choral conducting and musicology, and has undertaken postdoctoral research on Fado and musical theatre belting. He previously taught at institutions including the Latin American Integration University, where he developed a pioneering cross-training voice programme based on Latin American styles. Now based in Germany, he runs an independent voice studio and lectures internationally on cross-training and hybrid vocal technique. His work has been presented at major global conferences and published in leading voice journals. As a performer, he has sung across genres from opera to Brazilian jazz and maintains an active profile in both solo and choral music. SEE FULL BIO HEREInstagram: @lucianosimoes_dma
No final da semana passada, a cantora de fado Katia Guerreiro deu um concerto caritativo em Massy, na região parisiense, a favor da luta contra o cancro pediátrico. A artista que celebrou há alguns meses 25 anos de uma carreira que para muitos segue o caminho trilhado por Amália Rodrigues, falou com a RFI algumas horas antes deste concerto. Nesta conversa, a fadista evoca as suas andanças pelo mundo e algumas das suas colaborações marcantes, nomeadamente a que teve com o músico e produtor José Mário Branco, falecido em 2019, ou ainda com o escritor António Lobo Antunes que nos deixou há poucos dias. Katia Guerreiro aborda igualmente o seu olhar sobre o fado depois de 25 anos nos palcos e fala da necessidade que tem, por vezes, de cantar algo diferente, como aconteceu por exemplo no seu mais recente álbum, "Mistura", lançado em 2024. A artista evoca também a sua acção como comissária de "Ponta Delgada - capital portuguesa da Cultura 2026". Um activismo que encara como uma "retribuição" por tudo o que tem recebido dos Açores, onde cresceu. Uma conversa que é também um reencontro, passados mais de vinte anos sobre um primeiro contacto, quando então estava no começo do seu percurso no fado. RFI: No ano passado, comemoraste 25 anos de carreira. Isto passou num instante. Katia Guerreiro: Foi a correr. Nós estávamos a fazer contas. Já não nos víamos há 20 anos, não é? E de repente, olha-se para trás e. E faz-se aqui uma retrospectiva, é um momento retrospectiva e que tem de ser mesmo celebrado. Porque efectivamente, acho que tenho motivos de orgulho grandes por andar aqui há 25 anos. Tudo aquilo que eu já construí, que já dei, mas é também uma responsabilidade acrescida, porque daqui para diante terei de continuar dentro desta minha linha de coerência e de consistência naquilo que faço, porque acho que é isso que o público continua a esperar de mim. São 25 anos muito, muito felizes. E eu comecei a comemorar no dia 18 de Junho no CCB (Centro Cultural de Belém em Lisboa), porque foi essa a data que encontrámos disponível para fazer este concerto naquela sala de que eu gosto muito. Mas efectivamente, foi no dia 6 de Outubro a data oficial de comemoração. Mas continuo a prolongar isto porque me sabe muito bem. Neste ano em particular, que estou muito dedicada a uma outra causa que é a capital portuguesa da Cultura em Ponta Delgada, poder continuar a levar a palco um repertório que construí ao longo destes 25 anos. E o meu plano para este ano é cada concerto ser diferente, construir concertos diferentes cada vez que subir ao palco. E revisitar o repertório que eu deixei de cantar. Porque os repertórios vão-se renovando e vamos deixando alguns temas para trás. Mas já tinha saudades de cantar alguns e então vou sempre recuperando alguma coisa em cada concerto e construindo espectáculos diferentes, o que me dá particular gozo não ter de fazer sempre a mesma coisa. Nunca fiz, mas agora de uma forma mais consciente. RFI: Olhando para trás, como é que vês a tua evolução? O que é que talvez mudou na tua forma de encarar o fado, de encarar o canto? Katia Guerreiro: Eu acho que vou tendo uma cada vez maior maturidade na forma como canto e acho que isso se nota na minha voz. Quando vou revisitar os temas antigos, eu percebo que a minha maturidade na voz vai crescendo. Mas procuro sempre que as palavras sejam cantadas com muita verdade. Mas a minha verdade hoje não é a mesma verdade de há 20 anos atrás ou há 25 anos. Portanto, há sempre aqui camadas que se vão acrescentando de histórias de vida que vão fazendo com que haja mais coisas por detrás das palavras que eu canto e, portanto, uma maior intensidade, mas também uma maior maturidade emocional ao lidar com elas. RFI: Foram muitas viagens, muitas voltas, muitas voltas ao mundo e muitas voltas também interiores. Como é que estas viagens influenciaram o teu trabalho? Katia Guerreiro: Influenciam muito, porque quanto mais eu conheço o mundo, mais me fascino com ele. Também tenho algumas desilusões perante tudo aquilo que nós vamos assistindo, que é a realidade das guerras. Isto perturba-nos a todos. Mas estas viagens que vou fazendo e -repara- quando eu toco neste tema, a mim custa-me horrores. Eu fui cantar a Moscovo pouco tempo antes da guerra, com a Ucrânia rebentar. E a mim dá-me particular pena que o mundo não veja que já chega de ganância. Todos têm a sua quota-parte no mundo e não faz sentido nenhum que continuem a lutar por quererem ter mais. Isso é ganância. Fui a Israel antes de rebentar a guerra com a Palestina. Estive na Palestina. Custa horrores imaginar que aquela gente está a sofrer e que se está a perder vidas todos os dias. Essa é a parte triste da vida, nós conhecermos o mundo e percebemos que o mundo está a ser destruído pela ganância humana. Mas ao mesmo tempo, lá está, mais uma vez, o exemplo de Israel e Palestina. Eu andei a circular livremente no país. Estive na Palestina e estive em Israel e as pessoas são todas iguais. Não há diferença dentro do ser humano, por muito que haja uma cultura diferente e uma forma de viver diferente. A verdade é que as pessoas são todas iguais e isso é o que me encanta no mundo. Perceber que por muito que nós encontremos diferenças na língua, na postura social, na cultura, na religião, a verdade é que depois, por dentro, somos todos iguais. Isso é tão bonito de receber e de partilhar. RFI: Tens trabalhado com grandes nomes, grandes nomes da música, grandes nomes também da literatura, grandes nomes como José Mário Branco. Como é que foi? Katia Guerreiro: Foi das experiências mais ricas que eu tive na minha vida. Em primeiro lugar, porque efectivamente, por preconceito meu ou receio eventualmente, achei que o Zé Mário nunca aceitaria trabalhar comigo, porque nós não nos conhecíamos, não tínhamos nenhuma ligação, não havia nenhuma relação. Mas a verdade é que o Zé Mário era um homem muito grande, de espírito, de alma. E é. O Zé Mário acolheu o meu pedido de trabalhar com ele. E na verdade, se no início havia uma relação estritamente profissional, no fim chegámos ao ponto de termos uma relação quase familiar, de muito carinho, de muito respeito. E o Zé Mário no fim, dizer-me que ganhou uma filha e dois netos, isso foi muito, muito gratificante. Chegar a esse lugar de conquista, não foi uma conquista, porque eu não trabalhei para ela. Foi muito natural, tal como ele é. Mas poder ter o privilégio de trabalhar com um homem maior, como era o José Mário Branco, que me transmitiu tanto conhecimento, tanta sabedoria, tanta maturidade, foi de facto muito enriquecedor e transformou-me profundamente. RFI: E como é que foi com António Lobo Antunes que nos deixou recentemente? Katia Guerreiro: Essa foi uma grande pena que tive também com esta perda, o António Lobo Antunes. A história com ele é muito engraçada. Em 2022, eu estava já a preparar o meu novo álbum e foi o João Mário Veiga que me mostrou um livrinho pequenino de poemas que ele tinha lançado como oferta de um dos romances que ele lançou, não me lembro qual. Tinha poemas absolutamente extraordinários. Tinha coisas muito cantáveis, porque eram formas poéticas muito usadas no fado, mas ele não escreveu para fado. Mas aquilo era tudo muito apetecível. E apeteceu-me imenso cantar aquilo. Mas eu, como sempre, tenho sempre o cuidado de sempre que há um autor vivo -já não posso pedir autorização ao Fernando Pessoa, nem ao Camões- mas quando há um autor vivo, eu tenho o cuidado de abordar o autor e de pedir autorização, porque acho que isso é o mínimo de respeito e educação. E andei atrás do António Lobo Antunes a tentar chegar até ele e tive meses nessa tentativa. Tive vários amigos que o conheciam, que lhe escreveram cartas, que lhe telefonaram. E a determinada altura, há uma carta que chega a bom porto e eu estava a gravar um documentário para o Japão -foram a Portugal gravar um documentário comigo- e estava no camarim a arranjar-me antes de ir gravar. E recebo um telefonema que começa assim "Boa tarde Katia Guerreiro. Daqui é António Lobo Antunes". E a minha resposta foi imediatamente "António!!!!!!". Parecia uma criança! Parecia que estava a ver o Mickey Mouse! Estivemos a conversar algum tempo e foi deliciosa aquela conversa. E a determinada altura eu disse-lhe "António, já sabe que eu quero cantar uns poemas seus, identifiquei este e este e este. Apetecia-me cantar tudo, mas tenho estes preparados. O António autoriza-me?". E ele diz "A menina pode cantar tudo!". E portanto, a partir daí, o António caiu nas boas graças e conhecemo-nos depois pessoalmente, muito pouco tempo depois, porque o Júlio Pomar lançou um livro que tinha o prefácio escrito pelo António Lobo Antunes. O livro ia ser apresentado pelo António Lobo Antunes e então conheci-o nesse dia de apresentação e cantei os poemas do António nessa noite. E pronto, fiquei assim com um carinho muito especial pelo António. Voltei a gravar poemas dele e continuo a cantar António Lobo Antunes sempre e com muito orgulho. E agora canto ainda com mais privilégio na alma. Era de facto um ser superior, com uma visão muito interessante da vida e do mundo, com um realismo muito profundo. E eu vou manter esta alegria de poder ter tido contacto com o António. Foi mesmo uma grande honra. RFI: Nas entrevistas que vais dando, falas muito de "fugir" ou não ao fado. Volta e meia também foges um pouco. Como é que encaras essa "fuga"? Katia Guerreiro: Não é bem fugir. Quando eu faço coisas diferentes, é dar um bocadinho azo à minha liberdade criativa. Eu sou fadista de corpo e alma. Mas eu sofro inspirações várias. Eu não oiço só fado. Eu não cresci, sequer a ouvir fado. Portanto, eu tenho outras referências musicais e elas também me inspiram, também me alimentam. E é uma sensação de respirar fundo e poder fazer diferente. Eu, no fundo, sou um espírito livre e vou fazendo aquilo que me apetece. Não vou só à procura de respeitar os cânones ou de ser uma artista metida dentro de uma caixa. Eu tenho as minhas asas soltas e vou voando em vários territórios musicais. E eu gosto muito disso. Dá-me muito prazer e enriquece-me também. Este ano, tenho feito precisamente aquilo que eu me predispus a fazer, que é não ter planos nenhuns e portanto, vou gravando aquilo que me apetece. Apresentam-me canções, apresentam-me temas que não têm nada a ver com fado e se me apetece gravá-los, eu gravo. Tenho tido esta liberdade criativa e artística. Acho que não tenho nada a provar a ninguém. Sou muito fadista e isso vê-se muito bem em cima das tábuas de um palco. RFI: Tens cantado músicas com o espírito do fado, mas que não são propriamente fados. Introduziste também o piano. Isto é uma novidade. Como é que isto surgiu? Katia Guerreiro: Foi surgindo exactamente pelos cruzamentos artísticos que nós vamos tendo. De repente, tenho o Toli César Machado, dos GNR, que me oferece um tema, o "Capitães da Areia" com letra do Helder Moutinho. Eles oferecem-me esta música e aquela música remete-me efectivamente para um ambiente intimista, acompanhado por um piano. Eu não conseguia ouvir guitarra portuguesa naquela história que cantei e, portanto, ainda mais conhecendo o João Bernardo, que é um pianista extraordinário, o meu conterrâneo açoriano. Apeteceu-me muito criar esta linguagem, com aquele tema, com aquela história que é tão bonita. Uma história de amor lindíssima. E apeteceu-me criar isto. Entretanto, aconteceu com outros temas que foram aparecendo. O Carlos Leitão oferece me o "É tão longe a minha casa", que é uma declaração de amor também à minha terra. E aí criou-se um ambiente muito misto, onde estão as violas da terra dos Açores. Fui voltar às minhas origens. Aparece o piano também aqui a fazer um contorno às violas da terra. Mas também tenho os meus músicos de fado a tocar, portanto, misturei aqui os diversos ambientes que me trouxeram todo o universo musical em que eu vou andando. Agora, mais recentemente, lancei o "Gracias a la Vida", porque acabo de celebrar 50 anos de vida. E eu tinha este tema há muitos anos. Cantei há muitos anos, num jantar oficial oferecido à Presidente Bachelet, em Lisboa. Quis oferecer-lhe esse mimo e fiquei, desde essa altura com vontade de gravar isto. Já lá vão 18 anos por aí. Fiquei com vontade de gravar este tema, não sabia quando. E fui guardando. E depois, entretanto, fui fazer uma turnê na América Latina. Cantei o "Gracias a la Vida" e foi um sucesso nos espectáculos que o público me pedia para gravar. Ainda assim, fui adiando, adiando. Até que agora, estava chegar aos meus 50 anos, há uns meses atrás e pensei "Sim, vou gravar o "Graças a la vida"". E então fui buscar não só o piano como a guitarra portuguesa, o contrabaixo, a viola. Mas depois trago um elemento da América Latina para compor este ambiente de uma canção que é da grande Violeta Parra. Lancei-o no Dia Internacional da Mulher, como uma homenagem a uma mulher muito inspiradora como a Violeta Parra, com um espírito muito livre. E sim, acho que é o momento de dar graças à vida por existir. RFI: Falaste do regresso às raízes, aos Açores. Participas este ano em 'Ponta Delgada, capital portuguesa da Cultura 2026'. Como é que é? Katia Guerreiro: É um grande desafio, mas uma enorme honra ter esta missão entre mãos. Há quem ache que eu sou embaixadora e que dou a cara pela capital portuguesa da Cultura. É um bocadinho mais do que isso. Sou mesmo programadora de todo o evento que decorre durante todo este ano de 2026, em Ponta Delgada, e que abraça todas as áreas da cultura ou pelo menos quase todas, porque a cultura é um conceito muito lato. Temos eventos na área das artes visuais, da arquitectura, da gastronomia, que é tão forte, tão importante, é uma identidade cultural muito forte nos Açores. A religiosidade também é uma das áreas que nós abraçamos. A antropologia e a etnografia porque, efectivamente há um lado de tradições muito importante. Mas depois a música, a dança, o teatro, as artes inclusivas. E temos ainda um programa muito importante na área do serviço educativo, que é de oferecer projectos culturais às crianças, às novas gerações, mas não só desde a primeira infância até aos mais velhos. Passamos pela universidade, temos projectos culturais em protocolo com a Universidade dos Açores e também para os seniores, e estamos a desenvolver projectos muito importantes que vão ficar para o futuro, porque é mais isso que me importa. No fundo, quando eu recebo este convite, eu não consegui voltar-lhe as costas, mesmo isso implicando eu reduzir alguma actividade artística minha. Porque é a minha terra. Tenho um grande amor pela minha terra e senti que era o momento de eu retribuir à minha terra tudo aquilo que ela me deu e me dá enquanto construção da minha identidade individual. É aquilo que eu me propus fazer. Foi levar toda a minha experiência, toda a minha visão do que eu tenho recebido pelo mundo fora, daquilo que a cultura pode oferecer e pode contribuir para um melhor desenvolvimento humano. E sim, eu acredito que a educação e a cultura são dois dos pilares fundamentais para o desenvolvimento humano. E neste momento, acho que acho que todos nós temos consciência da crise que existe, com uma certa aculturação das novas gerações que acabam por conduzir a seres humanos com menos sentido crítico, menos pensamento próprio, menos capacidade de decisão. Com a minha equipa -tenho uma equipa maravilhosa que constituí- tenho desenvolvido um trabalho que procura precisamente ir à raiz do problema, tentando deixar sementes para que as crianças, os jovens, tenham uma perspectiva de futuro diferente. Não nos esqueçamos que estamos a falar de um território ultraperiférico, muito isolado no meio do Atlântico, que tem menos acessibilidade a tudo aquilo que acontece no continente. E aquilo que nós nos propomos fazer é não só valorizar e projectar aquilo que se produz culturalmente no território que é muito rico, mas também promover no território projectos que dificilmente conseguem chegar, porque os custos para conseguir chegar, fazer levar projectos de grande envergadura ao território são muito, muito elevados. São quatro vezes superiores a fazer qualquer coisa no território continental. São as viagens, são os alojamentos, são as refeições. Tudo isto custa quatro vezes mais. E, portanto, este é o ano em que nós temos de aproveitar para oferecer à comunidade nos Açores uma programação diferenciadora e estamos muito orgulhosos pelo trabalho que estamos a desenvolver. O público está a aderir. Estão a querer acompanhar toda a nossa programação e mais do que isso, é chegar ao fim e dizerem "a vossa programação está a ser de excelência. Obrigada por isto". E portanto, ficamos mesmo muito felizes. O convite é: visitem Ponta Delgada, porque há muita oferta cultural a par da maravilha que é aquele lugar mágico em natureza e natureza humana também. RFI: Isto é o começo de um novo percurso. Katia Guerreiro: Não sei, não me parece. Eu acho que esta é uma experiência muito rica, muito enriquecedora. E acontece precisamente por eu querer, no fundo, contribuir para a minha terra, poder com tudo aquilo que eu tenho vivido, aprendido e crescido, poder contribuir, oferecer, devolver à minha terra um pouco daquilo que eu tenho ganho na vida. Não me parece que esse seja o percurso que eu vá seguir. Eu gosto muito do palco. Eu gosto muito de cantar e estar hoje aqui a cantar na ópera de Massy é de facto muito libertador, porque hoje tenho a possibilidade de libertar-me da responsabilidade de todo este trabalho, que é um trabalho minucioso, quase um trabalho de filigrana, que envolve muitas questões, nomeadamente contratação pública, temas com os quais eu nunca achei que ia ter de lidar na minha vida. Mas pronto, também estou a crescer com isto. Estou a aprender muita coisa, está a ser muito bonito. E mais do que tudo, é cruzar-me com pessoas maravilhosas. Tenho tido contacto com projectos culturais absolutamente incríveis. Acho que estou a crescer muito. Estou a ficar mais crescida ainda. RFI: Apesar de não haver planos. Há um plano relativamente, por exemplo, a essas gravações que vais fazendo. Há algo novo, que está a crescer, que está a nascer? Katia Guerreiro: Eu acho que sim. Este ano em que eu estou a seguir o não ter planos acaba por me ir ajudando a construir alguma coisa que é um caminho um bocadinho errático ou desconhecido. Agora apetece-me fazer isto. É o que eu vou fazer. Eu acabo de gravar o "Graças a la Vida" e cruzo-me com um fado tradicional que eu nunca tinha ouvido, porque são centenas de melodias tradicionais e já estou com vontade de explorá-lo e de encontrar palavras para ele e quiçá possa vir a ser o próximo tema que eu vou gravar. Mas é isto que eu estou a fazer e se calhar chego ao fim e gravo mais algumas coisas e posso lançar um álbum que é o resultado de tudo isto. Vamos ver se é coerente, se faz sentido. Mas eu acho que eu, estando neste momento com esta missão, quero dar asas de facto à minha criatividade, porque preciso muito dela para me alimentar e para ser feliz. Mas eu creio que também estou aos poucos a criar dentro de mim um plano para que depois eu volte à minha actividade regular artística. Eu não quero sair dos palcos, eu não quero desaparecer. Quero mesmo muito que as pessoas confiem que eu estou a fazer este caminho com um propósito. Ele está-se a definir. RFI: Quais são os próximos encontros no palco nestas próximas semanas, nestes próximos meses? Katia Guerreiro: Bom, agora estou aqui e estou muito feliz com o espectáculo que vou apresentar, mas tenho agora o que está previsto. Vou fazer uma turnê nas ilhas dos Açores. Não tem nada a ver com a programação da 'capital portuguesa da Cultura'. Foi um convite que me foi feito e vou cantar em sete ilhas dos Açores, o que é lindo, porque vou fazê-lo na minha terra. Aliás, vou cantar em ilhas onde nunca cantei e essa é uma turnê que me vai obrigar a estar de férias da capital, mais ou menos de férias porque nunca consigo estar de férias totalmente. Mas vou fazer essa turnê. Tenho várias coisas planeadas. Tenho também um concerto no Porto que me tem dado algum trabalho também, porque é algo complexo, mas depois disso tenho concertos pelo país. Vou a Roma também, vou voltar à Roma e vou seguindo!
Today, I'm thrilled to announce my interview with Tony-nominated composer, lyricist, and librettist Laurence O'Keefe, author of the musical HEATHERS, which is currently playing at New World Stages. Tune in to hear some of the stories of his legendary career, including developing BAT BOY at the Actors' Gang, revising the show for productions at Harvard and Encores!, deconstructing the title song of LEGALLY BLONDE, what he learned from the Hasty Pudding Show, what Lorne Michaels says about high school musicals, why he initially said no to HEATHERS, doing musical research for the show, making the film effective for modern audiences, what he learned from Annie Tippe, crafting a uniquely American story with HUZZAH!, why musical theater is inherently preachy, writing harmony for “Seventeen,” looking for moments to musicalize, performing cut songs at Birdland, casting the role of Elle Woods, working with Hal Prince on THE MICE, premiering THE LIFE OF THE PARTY at LaGuardia, why he cut “Blue,” his favorite compositional principles, working with David Shiner and Cirque Du Soleil, his new project involving Fado music, and so much more. Don't miss this masterclass in musical theater writing with one of the best in the business.
Wie die Luft zum Atmen empfindet Mariza den Fado. Gesangsstunden hatte sie nie – Mariza hat das Singen auf der Strasse aufgeschnappt in ihrer Kindheit im traditionellen Quartier Moureria in der Nähe des Hafens in Lissabon. Heute ist die 52jährige Sängerin die wichtigste Fado-Stimme Portugals. Sie bleibt den Wurzeln des Fado treu, öffnet aber das Genre weit über Portugal hinaus, indem sie Elemente von Jazz, Flamenco, Bossa Nova und afrikanische Einflüsse in den Fado integriert. Mariza hat das traditionelle Genre erneuert und global relevant gemacht. 00:18 – Talk Mariza erzählt von ihrer unbändigen Liebe für den Fado und teilt ihre Kindheitserinnerungen in Mosambik und Lissabon. Sie verrät, dass sie sich immer stärker nach einem ruhigen Familienleben sehne. Und warum es dann dennoch nicht infrage kommt, aufzuhören. 26:47 – Musikfrage Mit der Sopranistin Sylvia Nopper: Wann und wo wird im Gesang heutzutage Vibrato als Gestaltungsmittel eingesetzt? 34.21 – Wochenrückblick (Zeitpunkt der Aufnahme: Freitag, 13.03., 12 Uhr) Wenn Timothée Chalamet über Ballett und Oper schnödet, dann schiessen die Opernhäuser kreativ zurück: Wie die unbeabsichtigte Beleidigung zum PR-Erfolg wurde. 45:36 – Neu in meiner Playlist Shabaka – Of the Earth: Der Londoner Jazzmusiker produziert sich sein eigenes spannendes Klanguniversum zwischen allen Genres. 45:16 – Konzert-Tipp Extraterrestrisch: Robert Laidlows Werk «Exoplanets» am Interfinity Festival verspricht moderne Orchestermusik der Spitzenklasse.
O fadista João Braga partilha episódios decisivos da sua infância, como o acidente que marcou a sua saúde e a educação rígida do pai, mas também o precoce fascínio pelo universo da música. O fado surge não só como vocação, mas como espaço de autodescoberta e de emoção partilhada — tanto mais significativo quando o artista recorda a sua fuga para Espanha após o 25 de Abril, e relata como a sua casa foi arrombada e assaltada, confessando que “foi das piores sensações de toda a minha vida”. Ainda assim, Braga não esquece o papel agregador e transformador do fado: “O fado é sobretudo emoção, muito mais do que gingão”. O Alta Definição foi exibido a 28 de fevereiro na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
#sessionLive qui voyage de Salvador de Bahia à Lisbonne, en passant par Barcelone ! Tigana Santana, 1er invité de la #SessionLive en trio Chanteur, compositeur, guitariste, né dans la ville afro-brésilienne de Salvador à Bahia, Tiganá Santana excelle de talents tant dans la musique que dans sa carrière de philosophe et chercheur. L'ancestralité et la culture africaine inspirent la musique de cet artiste polyglotte, premier artiste brésilien à chanter et composer en langues africaines comme le kikongo et kimbundu d'Angola et du Congo. Sa plume et sa voix s'exercent aussi, avec le même brio, dans les sonorités de sa langue portugaise natale, en espagnol ou encore en anglais, ou français. S'il est souvent appelé « le Nick Drake brésilien », c'est certainement grâce à son univers très intimiste et à sa voix chaude et rauque. Caçada Noturna, septième album de Tiganá Santana, enregistré à Serpa, dans les terres portugaises, avec les musiciens et amis Leonardo Mendes et Ldson Galter, est basé sur des instruments à cordes, concrétisant ainsi un projet que Tiganá attendait depuis un certain temps. Titres interprétés au grand studio - Muloloki Live RFI - Nkongo, extrait de Caçada Noturna (2024) - Flor Destinada (effleurer le destin) Live RFI. Line Up : Tigana Santana (chant, guitare), Zé Luis Nascimento (percussions) et Leonardo Mendes (guitare). Son : Mathias Taylor, Benoît Letirant ► Album Caçada Noturna (Ajabu ! 2024) Site - YouTube - Instagram. Puis nous recevons Lina & Marco Mezquida pour la sortie de O Fado. La rencontre entre LINA_, l'une des voix les plus incarnées du fado contemporain, et Marco Mezquida, pianiste catalan virtuose, s'est imposée comme une évidence. Tous deux partagent un amour de la liberté musicale, une exigence artistique sans compromis et une sensibilité à fleur de peau. Dès leur première session en studio, la magie opère : le piano devient le prolongement naturel de la voix, et la voix se déploie dans le souffle du clavier. « Marco a apporté une grande légèreté à ma musique. Avec lui, je me sens libre et profondément écoutée », confie LINA_. De cette alchimie, naît un premier EP, O Fado, sorti en mars 2025, salué pour sa manière de faire dialoguer tradition et modernité. Portés par cet élan, les deux artistes prolongent leur collaboration avec un album du même nom de douze titres où ils explorent un répertoire mêlant compositions originales, réinterprétations et morceaux méconnus. Ils proposent une nouvelle lecture de Fado da Defesa (avec un poème d'António Calém, une musique de José António Sabrosa, rendu célèbre par Maria Teresa de Noronha), ainsi que de Gota d'Água de Flávio Gil. LINA_ signe également des compositions sur des textes de Florbela Espanca, Miguel Torga, Sueli Costa, Álvaro Duarte Simões ou encore Luís de Andrade et explore même la langue castillane avec El Rosario de Mi Madre (Mário Cavagnaro) et No Volveré (Ernesto Cortázar / Manuel Esperón), où elle perçoit des affinités naturelles avec le fado. Titres interprétés au grand studio - O Fado Live RFI - Lisboa Dos Menjericos, extrait de l'labum - Não é Fácil o Live RFI. Line Up : Lina (chant), Marco Mezquida (piano). Son : Mathias Taylor, Benoît Letirant. ► Album O Fado (Galileo 2025). Viavox - YouTube - Marco Mezquida site. Mezquida Instagram - LINA site.
#sessionLive qui voyage de Salvador de Bahia à Lisbonne, en passant par Barcelone ! Tigana Santana, 1er invité de la #SessionLive en trio Chanteur, compositeur, guitariste, né dans la ville afro-brésilienne de Salvador à Bahia, Tiganá Santana excelle de talents tant dans la musique que dans sa carrière de philosophe et chercheur. L'ancestralité et la culture africaine inspirent la musique de cet artiste polyglotte, premier artiste brésilien à chanter et composer en langues africaines comme le kikongo et kimbundu d'Angola et du Congo. Sa plume et sa voix s'exercent aussi, avec le même brio, dans les sonorités de sa langue portugaise natale, en espagnol ou encore en anglais, ou français. S'il est souvent appelé « le Nick Drake brésilien », c'est certainement grâce à son univers très intimiste et à sa voix chaude et rauque. Caçada Noturna, septième album de Tiganá Santana, enregistré à Serpa, dans les terres portugaises, avec les musiciens et amis Leonardo Mendes et Ldson Galter, est basé sur des instruments à cordes, concrétisant ainsi un projet que Tiganá attendait depuis un certain temps. Titres interprétés au grand studio - Muloloki Live RFI - Nkongo, extrait de Caçada Noturna (2024) - Flor Destinada (effleurer le destin) Live RFI. Line Up : Tigana Santana (chant, guitare), Zé Luis Nascimento (percussions) et Leonardo Mendes (guitare). Son : Mathias Taylor, Benoît Letirant ► Album Caçada Noturna (Ajabu ! 2024) Site - YouTube - Instagram. Puis nous recevons Lina & Marco Mezquida pour la sortie de O Fado. La rencontre entre LINA_, l'une des voix les plus incarnées du fado contemporain, et Marco Mezquida, pianiste catalan virtuose, s'est imposée comme une évidence. Tous deux partagent un amour de la liberté musicale, une exigence artistique sans compromis et une sensibilité à fleur de peau. Dès leur première session en studio, la magie opère : le piano devient le prolongement naturel de la voix, et la voix se déploie dans le souffle du clavier. « Marco a apporté une grande légèreté à ma musique. Avec lui, je me sens libre et profondément écoutée », confie LINA_. De cette alchimie, naît un premier EP, O Fado, sorti en mars 2025, salué pour sa manière de faire dialoguer tradition et modernité. Portés par cet élan, les deux artistes prolongent leur collaboration avec un album du même nom de douze titres où ils explorent un répertoire mêlant compositions originales, réinterprétations et morceaux méconnus. Ils proposent une nouvelle lecture de Fado da Defesa (avec un poème d'António Calém, une musique de José António Sabrosa, rendu célèbre par Maria Teresa de Noronha), ainsi que de Gota d'Água de Flávio Gil. LINA_ signe également des compositions sur des textes de Florbela Espanca, Miguel Torga, Sueli Costa, Álvaro Duarte Simões ou encore Luís de Andrade et explore même la langue castillane avec El Rosario de Mi Madre (Mário Cavagnaro) et No Volveré (Ernesto Cortázar / Manuel Esperón), où elle perçoit des affinités naturelles avec le fado. Titres interprétés au grand studio - O Fado Live RFI - Lisboa Dos Menjericos, extrait de l'labum - Não é Fácil o Live RFI. Line Up : Lina (chant), Marco Mezquida (piano). Son : Mathias Taylor, Benoît Letirant. ► Album O Fado (Galileo 2025). Viavox - YouTube - Marco Mezquida site. Mezquida Instagram - LINA site.
Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/the-good-morning-portugal-podcast-with-carl-munson--2903992/support."The one you're thinking of is Good Morning Portugal! hosted by Carl Munson. It's an English-language live show/podcast aimed at expats (especially 50+ folks) settling into or loving life in Portugal. It's streamed live on YouTube weekdays around 8-9 AM (often with a cheerful Olá Bom Dia ALEGRIA! vibe), covering news, weather, culture, wellbeing, property tips, moving advice, and fun chats. Carl helps people buy, rent, or scout homes—contact him at +351 913 590 303 or carl@carlmunson.com if you need that. You can catch full episodes on YouTube (channel: Good Morning Portugal!), as a podcast on Spotify/Apple, and join the free Portugal Club community at theportugalclub.com for more support and connection. It's super positive, community-focused, and still going strong in 2026!" - Grok
It's that time of year again! In this special episode of the Polyhedron Collider Cast, we look back at 2025 and count down the best board games and roleplaying games that hit our tables over the past twelve months. From heavyweight Euros and razor-sharp two-player duels to narrative epics and unforgettable RPG moments, we break down the games that stood out, surprised us, and refused to leave our gaming tables. Whether you're building your wish list, arguing with your friends, or just enjoying a bit of end-of-year tabletop reflection, this episode is a celebration of everything that made 2025 a great year to be a gamer. And don't forget—you can join the discussion over on our [Discord server]! Podcast Contents 00:04:00 The Lord of the Rings: Fate of the Fellowship 00:08:15 Fighting Fantasy Adventures 00:13:37 Andy's Insert of Choice Award - Altay, Luthier, Rival Cities, Leaders 00:16:53 Nemesis Retaliation 00:20:10 Molly House 00:25:16 Star Wars: Battle of Hoth 00:29:03 Ponzi Scheme 00:33:56 Inventions: Evolution of Ideas and House of Fado 00:37:30 Ayar 00:39:59 Fateforge: Chronicles of Kaan 00:46:52 Call of Cthulhu: The Sutra of Pale Leaves - Twin Suns Rising 00:51:16 Covenant 00:58:09 The White Castle Duel 01:01:03 Galactic Cruise For a 10% discount at Tabletop Dominion (the amazing makers of the dice cubes), go to tabletopdominion.com/POLYHEDRONCOLLIDER or use the code POLYHEDRONCOLLIDER at checkout ⭐Show Sponsor: Kienda When you sign up to an account with Kienda use this link to bag yourself a wee discount and help support the show. Let's face it, you were going to buy a board game anyway
El pianista Júlio Resende con Bruno Chaveiro en el reciente 'Piano português namora guitarra portuguesa' y fados como 'Rua do capelão', 'Estranha forma de vida', 'Amor de mal, amor de fel' y 'Fado menor do Porto' junto a 'Carolina' del brasileño Chico Buarque. La portuguesa Carminho en 'Falando de amor' -dúo con Chico Buarque-, 'A felicidade', 'O que tinha de ser' e 'Inútil paisagem' de su disco de hace casi diez años 'Canta Tom Jobim'. La hija de Rodrigo Leão, Sofía, con 18 años, ha grabado ella sola 'Mar' con composiciones como 'Pedra', 'Umineu' o 'Valsa'. Y las guitarras clásicas y eléctricas de José Peixoto y Nuno Cintrão en 'Verdes anos', 'Marionetas' y 'Sede e morte' de su homenaje a una figura fundamental de la guitarra portuguesa: Carlos Paredes. Escuchar audio
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Née dans les bas quartiers du bord du Tage, Amalia Rodrigues a gravi tous les échelons par la seule force de sa voix. Elle est devenue la reine du fado, l'impératrice de la saudade.Mention légales : Vos données de connexion, dont votre adresse IP, sont traités par Radio Classique, responsable de traitement, sur la base de son intérêt légitime, par l'intermédiaire de son sous-traitant Ausha, à des fins de réalisation de statistiques agréées et de lutte contre la fraude. Ces données sont supprimées en temps réel pour la finalité statistique et sous cinq mois à compter de la collecte à des fins de lutte contre la fraude. Pour plus d'informations sur les traitements réalisés par Radio Classique et exercer vos droits, consultez notre Politique de confidentialité.Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Alfama je stara lizbonska četrt, po kateri vozi tudi legendarni tramvaj številka 28. Razgledi s strmih ulic so fantastični, Alfama pa je tudi eno izmed središč za fado - unikatno portugalsko glasbeno zvrst. Felip Rebel je fizik, deloval je tudi kot novinar. Leta 2019 se je odločil, da zamenja svojo profesijo. Skupaj z ženo Claudio sta odprla majhen fado klub. Oba sta velika ljubitelja fada in sama ob pomoči prijateljev glasbenikov tudi igrata in pojeta.
Há nove anos morando em Portugal, Fernanda Maciel calcula que não passa de cinco o número de mulheres que tocam profissionalmente este tipo de guitarra no país. Considerado um dos símbolos da identidade musical portuguesa, o instrumento é essencial no acompanhamento dos fadistas. É ele que dialoga com a voz e ajuda a evocar as emoções dos fados. Fábia Belém, correspondente da RFI em Portugal Neta de um português nascido no arquipélago dos Açores, a carioca Fernanda Maciel, que também tem nacionalidade portuguesa, fez graduação em guitarra clássica na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ela conta à RFI que a primeira vez que ouviu fado foi pelo rádio, na casa dos pais. “Me interessei, pesquisei e fui achando que tinha muitas coisas parecidas com o choro, com a música brasileira. Comecei a achar [o fado] muito interessante”, explica. Fernanda lembra que, quando percebeu o som da guitarra portuguesa, se deu conta de que havia encontrado o instrumento da sua vida. “Eu me apaixonei pela guitarra”, diz. Uma tia da musicista, que costumava viajar com frequência para Portugal, ajudou a sobrinha a realizar o sonho levando uma guitarra portuguesa para ela no Brasil. Ao falar sobre o instrumento de doze cordas, tocado com a mão direita, Fernanda destaca que a técnica utilizada é muito interessante [porque] “usamos o polegar e o indicador; não usamos os outros dedos, como no violão”. Neste tipo de guitarra, “a gente diz que tem um bocadinho da alma portuguesa”, completa. A mudança para Portugal Decidida a aprofundar os conhecimentos sobre fado, em 2016, Fernanda se mudou para Portugal. Na Universidade NOVA de Lisboa, ela iniciou o mestrado em Ciências Musicais e, no Museu do Fado, começou a ter aulas com António Parreira, um dos grandes mestres da guitarra portuguesa. Com ele, a aluna talentosa começou a frequentar casas de fado e associações culturais e comunitárias. “Qualquer lugar onde ele fosse tocar, ele me levava, porque eu precisava aprender o repertório. A gente tem que conhecer, sei lá, quinhentos, seiscentos, setecentos fados. Então, temos que reconhecer o repertório, saber tocar os fados em todos os tons e ter a facilidade de, quando a pessoa pedir o fado, a gente começar a tocar”, revela. Fernanda Maciel já participou de importantes eventos. Em Lisboa, ela se apresentou, em 2019, na inauguração da Oficina da Guitarra Portuguesa, que pertence ao Museu do Fado, e em 2022, no Festival Santa Casa Alfama, dedicado ao famoso gênero musical português. Em 2020, participou, como solista, do 11º Festival Internacional de Guitarra Clássica de Calcutá, que teve sua edição online em decorrência da pandemia de Covid-19. A artista, que fez parte de dois projetos de fado compostos exclusivamente por mulheres (“As Mariquinhas” e “Amara Quartet”), também já levou sua guitarra portuguesa para Itália, França e Brasil. No ano passado, na Casa Portugal de São Paulo, ela e mais três músicos abriram o show da banda de rock brasileira IRA, no âmbito das comemorações dos 50 anos da Revolução dos Cravos. “O artista tem de ir aonde o povo está” Todos os domingos, Fernanda Maciel é presença constante numa conhecida casa de fados em Vila Nova de Gaia, cidade do distrito do Porto, mas tem tocado de norte a sul do país, principalmente, nas casas de fado, à noite. “Às vezes, temos espetáculos, que eu também faço, claro. Às vezes, nós temos noites de fado, que podem ser uma associação que quer angariar fundos para alguma coisa", diz. "Quando alguém quer fazer uma festa e nós somos contratados para cantar uns fados, nós vamos. Casamentos, às vezes, também vamos. O artista tem de ir aonde o povo está”, acrescenta. Quando questionada sobre o que sente ao tocar e viver em uma cultura que, teoricamente, não é dela, a artista responde: "Quando eu toco, sinto essa sensação de que pertenço a esse local.” O desafiar de uma tradição Em Portugal, ainda não existem estatísticas oficiais sobre o número de mulheres que tocam profissionalmente guitarra portuguesa, mas sabe-se que são poucas. Contando com ela, Fernanda calcula que não passam de cinco e lamenta o fato de o meio do fado e da guitarra portuguesa ainda ser predominantemente masculino. “Ainda há muito preconceito e é simplesmente estúpido”. Por outro lado, reflete, “é muito bom o fato de nós mulheres existirmos e resistirmos nesse meio”. Nos espaços mais conservadores, por exemplo, a sua presença ainda causa “estranhamento”. “Falam: ‘Ah, uma guitarrista? Ah, mulher?', descreve Fernanda com bom humor. Depois pensam: ‘Brasileira? O que ela está fazendo aqui? E como assim ela toca fado?'”, diz. Mas nos lugares onde se apresenta, ela também tem recebido muito apoio. Quanto ao que vem pela frente, Fernanda segue otimista. “Vejo um futuro mais interessante com a entrada de mais mulheres no mercado”, acredita a guitarrista.
durée : 02:28:59 - France Musique est à vous du samedi 08 novembre 2025 - par : Gabrielle Oliveira-Guyon - Ce samedi, un programme mêlant Debussy, la soprano Nadine Sierra, Fauré, Scriabine, Bach, Rossini, ou encore Spohr. Également au programme : Samy Thiébault et du Fado. - réalisé par : Emmanuel Benito Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
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The Portuguese singer and songwriter Carminho is one of the leading singers in the style known as fado – the deeply soulful, melancholy music that is somewhat akin to Spanish flamenco or American blues. She has collaborated with the iconic Brazilian musician Caetano Veloso, performed for the late Pope Francis, recorded with Steve Albini, and made a special appearance in the film Poor Things, by Yorgos Lanthimos, where she sings from a balcony accompanying herself on the teardrop-shaped Portuguese guitar. Carminho has a new album called Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir – I'll die of love, or I'll resist. Accompanied by classical guitar, Portuguese guitar, and acoustic bass guitar, she performs in-studio.Set list: 1. Canção à ausente 2. Saber 3. Lá vai Lisboa
Þórarinn Eldjárn, rithöfundur og ljóðskáld, kom í þáttinn í dag. Hann þarf auðvitað ekki að kynna fyrir hlustendum, hann hefur sent frá sér fjölda ljóðabóka, smásagna og skáldsagna sem eru samofin menningu okkar. Auk þess hefur hann þýtt mikið úr Norðurlandamálum og ensku, en hann lærði í Svíþjóð og bjó þar nánast allan áttunda áratuginn. Þórarinn hefur þýtt fjögur leikrita Shakespeare og við ræddum við hann um það í dag, því það er ekkert smá verkefni, enda eru þau að mestu í bundnu máli. Stakhendur Shakespeare og flókinn orðaforði þeirra er ekki bara hristur fram úr erminni, og í ljósi umræðna um stöðu íslenskunnar var mjög áhugavert að heyra hvernig Þórarinn fer í slíkar glímur. Slagdagurinn svokallaði er núna á laugardaginn, þetta er dagur alþjóðlegs átaks gegn slagi eða heilablóðfalli. Slagdagurinn verður í Kringlunni í Reykjavík og á Glerártorgi Akureyri frá kl.13-15. Dr. Anna Bryndís Einarsdóttir taugasérfræðingur og yfirlæknir taugadeildar Landspítalans, og Þórir Steingrímsson formaður Heilaheilla komu í þáttinn og fóru meðal annars yfir þau einkenni sem við þurfum að vera vakandi fyrir og gætu bent til slags. Kristjana Arngrímsdóttir söngkona og José Manuel Neto, einn virtasti gítarleikari samtímans á portúgalskan gítar, koma saman á fadotónleikum í Hörpu 1. nóvember. Það er ekki á hverjum degi sem tækifæri gefst á að heyra Fado tónlist á Íslandi á tónleikum en og hér gefst tækifæri til þess að heyra portúgalska örlagatónlist og íslensk ljóð og lög fléttast saman. Kristjana kom í þáttinn í dag. Tónlist í þættinum í dag: Dagar og nætur / Björgvin Halldórsson (Jóhann G. Jóhannsson) Þakka þér fyrir / Stefán Hilmarsson (Gunnar Þórðarsson, texti Stefán Hilmarsson) One of These Things First / Nick Drake (Nick Drake) Lítið ástarljóð / Kristjana Arngrímsdóttir (Kristjana Arngrímsdóttir, texti Elísabet Geirmundsdóttir) UMSJÓN: GUÐRÚN GUNNARSDÓTTIR OG GUNNAR HANSSON
Neue Podcast-Folge: Horror, Atomkrise, DDR-Flucht & gallischer Humor In unserer aktuellen Episode tauchen wir tief ein in die Welt des Films, der Serien und Comics. Diese Woche mit dabei: Black Phone 2: Die Fortsetzung des Horror-Hits bringt Ethan Hawke zurück als maskierten Kindermörder. Regisseur Scott Derrickson inszeniert einen düsteren Rachethriller mit übernatürlichen Elementen. House of Dynamite: Kathryn Bigelow meldet sich mit einem packenden Politthriller zurück. Eine Atomrakete rast auf die USA zu – und ein unerfahrener Präsident muss entscheiden. Jenseits der blauen Grenze: Ein DDR-Fluchtdrama über zwei Jugendliche, die durch die Ostsee in den Westen schwimmen. Basierend auf dem Roman von Dorit Linke. GEN V Staffel 2: Die jungen Supes kämpfen gegen alte Feinde und bereiten den Showdown mit Homelander vor. Die Serie verknüpft sich direkt mit The Boys. Asterix in Lusitanien: Im neuen Comicband reisen Asterix und Obelix ins heutige Portugal. Dort treffen sie auf Kabeljau, Fado und neue Römer.
El pianista Júlio Resende sigue explorando las posibilidades del fado en el disco que ha grabado a dúo con Bruno Chaveiro, 'Piano português namora guitarra portuguesa', con fados que cantaba Amália Rodrigues como 'Rua do capelão', 'Noite de Santo António', 'Amor de mel, amor de fel o 'Estranha forma de vida' además de 'Carolina' una antigua canción de Chico Buarque. De Portugal también el primer disco de la hija de Rodrigo Leão, Sofia, titulado 'Mar' que contiene composiciones propias como 'Pedra' o 'Valsa'. De un concierto que el saxofonista Stan Getz ofreció en el Teatro San Martín de Buenos Aires, en septiembre de 1980, inédito hasta ahora en disco, 'Wave' y 'Desafinado' de Jobim. Y un adelanto de 'Edge of blue' ('First rays', 'The lonely city'), disco con el que el dúo Da Lata celebra 25 años de la edición de su primer disco. Despide Nelson Ângelo con 'The red blouse'. Escuchar audio
Amália Rodrigues volta a brilhar em Nova Iorque. Para celebrar os 40 anos da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), três nomes maiores do fado – Cristina Branco, Raquel Tavares e Ricardo Ribeiro – deram voz aos êxitos eternos da artista que levou Portugal ao mundo.
This week we each share the heaviest board game that we've played and actually enjoy and then share some of our favourite heavy games. We talk about what we've been playing including first thoughts on Wanted Wombats and Castle Raisers and have more thoughts on Tea Witches. We wrap up with two detailed reviews of some heavier games, Kutna Hora from CGE and House of Fado from Eagle-Gryphon Games. Tabletop Bellhop Gaming Podcast Episode 284, was recorded on October 10th, 2025. We usually try to record Wednesdays at 8 PM Eastern at https://www.twitch.tv/tabletopbellhop. Find full, detailed show notes at https://tabletopbellhop.com/podcast/ep284/ Disclosure: Links may be affiliate links. As an Amazon Associate, we earn from qualifying purchases. Games mentioned may be review copies provided by publishers. (00:00:00) Checking In (00:02:35) Announcements (00:04:21) Ask the Bellhop (00:37:26) The Bellhop's Tabletop (01:00:17) The Game Room - Kutná Hora: The City of Silver Learn more about Re-wood: https://www.czechgames.com/news/re-wood-a-new-material-for-board-game-components Pick up Kutná Hora: The City of Silver: https://amzn.to/4nLnKqb Check out the CGE Amazon Store: https://amzn.to/3KNsIEo Check out our other CGE Reviews and Unboxings: https://tabletopbellhop.com/search/?q=CGE (01:24:55) The Game Room - House of Fado Tabletop Bellhop 268 - Board gaming at the Gamers Ranch, why ATOM 2025 was awesome: https://tabletopbellhop.com/podcast/ep268/ Pick up House of Fado: https://www.nobleknight.com/P/2148257439/House-of-Fado?awid=1091 For another great Vital Lacerda game check out our Vinhos Deluxe review: https://tabletopbellhop.com/game-reviews/vinhos-deluxe/ (01:46:53) Closing the Doors TIP THE BELLHOP: Get bonus content by becoming a Patron: https://www.patreon.com/tabletopbellhop Shop Tabletop Bellhop merch https://tabletopbellhop.com/merch Buy us a coffee https://ko-fi.com/tabletopbellhop FIND US: Webpage: https://tabletopbellhop.com Discord: https://discord.tabletopbellhop.com Blue Sky: https://bsky.app/profile/tabletopbellhop.com Instagram: https://www.instagram.com/tabletopbellhop/ Facebook: https://www.facebook.com/tabletopbellhop/ YouTube: https://www.youtube.com/tabletopbellhop Twitch: https://twitch.tv/tabletopbellhop
Maxine Chernoff and Paul Hoover talk with Roxi Power in this second part of our interview, revealing their mutual love of film and poetry inspired by it. From Chernoff's surreal meditations on François Truffaut's French New Wave film, Jules et Jim, toHoover's weaving of Wim Wenders' Lisbon Story into his dreamlike language, we look through the lenses of other artforms—including the deep and unsettling Brazilian musical genre, Fado—to experience the strange and gorgeous interior worlds of these prolific and beloved Bay Area poets. Listen to Part 1 of our interview from 8-9-25 here. Maxine Chernoff is professor emeritus of creative writing at San Francisco State University. She is the author of 19 books of poetry and six of fiction, including recent collections from MadHat Press: Light and Clay: New and Selected Poems (2023)and Under the Music: Collected Prose Poems (2019). Peter Johnson called her the most important prose poet of her generation. She is a recipient of a 2013 National Endowment for the Arts in Poetry and, along with Paul Hoover, the 2009 PEN Translation Award for their translation of The Selected Poems of Friedrich Hölderlin. In 2016 she was a visiting writer at the American Academy in Rome. A former editor of New American Writing, she lives in Mill Valley. Paul Hoover is the author of over a dozen collections of poetry; his most recent book of poetry is O, and Green: New and Selected Poems (MadHat Press, 2021). He has also published a collection of essays and a novel, and translated or co-translated a few books, including Black Dog, Black Night: Contemporary Vietnamese Poetry. Founding and current Editor of the literary annual, New American Writing–now published by MadHat Press–and two editions of the indispensable Postmodern American Poetry: A Norton Anthology, Hoover teaches at San Francisco State University. He's also won an NEA and numerous awards, including the Carl Sandberg Award in poetry which Chernoff has also won.
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Join us as we venture through the Wind Temple in the Legend of Zelda: The Wind Waker! Be on the lookout for special new enemy types and what is possibly the best boss soundtrack.Shoutout to luigis_apartment for joining us this season!
01. Adriatique, Bipolar Sunshine - Love's A Game (Extended Mix) 02. Faros - Say It Right (Extended Mix) 03. Charlie Spot, Ricky Sky, Cafe De Anatolia - Flamenco (Extended Mix) 04. Divolly & Markward - Your Loving Arms (Extended Mix) 05. Dacti - What You Gonna Do (Extended Mix) 06. Chris IDH, Valeron, Fado - Seven Nation Army (feat. FADO) 07. Wade - I Was Made For Lovin' You (Extended Mix) 08. Lesgo - Rhythm (Extended) 09. Fulltone, Parallelle - Without Any Doubt (Original Mix) 10. Solardo - Outta Space (Extended Mix) 11. Ellie Goulding, Anyma (ofc) - Hypnotized (Extended Mix) 12. Prana Flow - Perunuka (Extended Mix) 13. Sebastien Leger, Lost Miracle - Mistily (Extended Mix) 14. Moby, BLOND_ISH, Kiko Franco - Natural Blues (Extended Mix) 15. Novak - Sippin (Extended Mix) 16. Kevin McKay, Pupa Nas T, Denise Belfon, Broken Hill - Work (feat. Denise Belfon) (Broken Hill Extended Remix) 17. Anyma (ofc), SCRIPT - In My Mind (Extended Mix) 18. Sama (US) - EY (Extended Mix) 19. Dennis Cruz - Monochrome Feat. Pumpkin (Original Mix) 20. Bruno Be, Diego Druck - Desire (Original Mix) 21. Stone Van Brooken - INSOMNIA (Extended)
01. Adriatique, Bipolar Sunshine - Love's A Game (Extended Mix) 02. Faros - Say It Right (Extended Mix) 03. Charlie Spot, Ricky Sky, Cafe De Anatolia - Flamenco (Extended Mix) 04. Divolly & Markward - Your Loving Arms (Extended Mix) 05. Dacti - What You Gonna Do (Extended Mix) 06. Chris IDH, Valeron, Fado - Seven Nation Army (feat. FADO) 07. Wade - I Was Made For Lovin' You (Extended Mix) 08. Lesgo - Rhythm (Extended) 09. Fulltone, Parallelle - Without Any Doubt (Original Mix) 10. Solardo - Outta Space (Extended Mix) 11. Ellie Goulding, Anyma (ofc) - Hypnotized (Extended Mix) 12. Prana Flow - Perunuka (Extended Mix) 13. Sebastien Leger, Lost Miracle - Mistily (Extended Mix) 14. Moby, BLOND_ISH, Kiko Franco - Natural Blues (Extended Mix) 15. Novak - Sippin (Extended Mix) 16. Kevin McKay, Pupa Nas T, Denise Belfon, Broken Hill - Work (feat. Denise Belfon) (Broken Hill Extended Remix) 17. Anyma (ofc), SCRIPT - In My Mind (Extended Mix) 18. Sama (US) - EY (Extended Mix) 19. Dennis Cruz - Monochrome Feat. Pumpkin (Original Mix) 20. Bruno Be, Diego Druck - Desire (Original Mix) 21. Stone Van Brooken - INSOMNIA (Extended)
À l'occasion des 10 ans de Laurent Ruquier aux commandes des "Grosses Têtes", RTL vous propose chaque jour de revivre en podcasts les meilleures séquences de l'émission ! Aujourd'hui, découvrez un extrait du 21 avril 2022 ! Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Distribué par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Yes, yes, it's Blasterjaxx and you're locked into Maxximize On Air! 01 unfazed - A Gira (David Guetta Remix) 02 Matt Hawk, CANCUN?, I.D.O. - LIVIN' LIFE 03 Bingo Players - Rattle (Vion Konger Remix) 04 Galoski, Felipe Zona - Emotion 05 Lesgo - Rhythm 06 Calvin Harris 'Blessings' ft. Clementine Douglas 07 Adem Bogoceli x Farenthide - Yimanya 08 MARNIK x SMACK x Frankyeffe - Under Teika 09 Axwell ft. CARMA - Until The Lights Go Out 10 Blasterjaxx - The Power Of Love [ 11 Morgan Page x Will Sparks - The Longest Road Ahead 12 Ian Carey Project - Get Shaky (GRMR Remix) 13 Armin van Buuren & Seth Hills feat. Alessia Labate - Gimme The Love 14 FOVOS - Freak In Me (ft Loosie Grind) 15 Chris IDH & Valeron - Seven Nation Army ft. FADO 16 Renaissance - Hurricane 17 New World Sound & DJ Thomas Newson - Flute 18 Camo & Krooked x Tiga, Zyntherius - Sunglasses At Night Have a great weekend and keep it maxximized!
Yes, yes, it's Blasterjaxx and you're locked into Maxximize On Air! 01 unfazed - A Gira (David Guetta Remix) 02 Matt Hawk, CANCUN?, I.D.O. - LIVIN' LIFE 03 Bingo Players - Rattle (Vion Konger Remix) 04 Galoski, Felipe Zona - Emotion 05 Lesgo - Rhythm 06 Calvin Harris 'Blessings' ft. Clementine Douglas 07 Adem Bogoceli x Farenthide - Yimanya 08 MARNIK x SMACK x Frankyeffe - Under Teika 09 Axwell ft. CARMA - Until The Lights Go Out 10 Blasterjaxx - The Power Of Love [ 11 Morgan Page x Will Sparks - The Longest Road Ahead 12 Ian Carey Project - Get Shaky (GRMR Remix) 13 Armin van Buuren & Seth Hills feat. Alessia Labate - Gimme The Love 14 FOVOS - Freak In Me (ft Loosie Grind) 15 Chris IDH & Valeron - Seven Nation Army ft. FADO 16 Renaissance - Hurricane 17 New World Sound & DJ Thomas Newson - Flute 18 Camo & Krooked x Tiga, Zyntherius - Sunglasses At Night Have a great weekend and keep it maxximized!
Hey Now Cabalists! The Founders are back at it again with another episode jam-packed with tabletop gaming mayhem! The gang kicks things off by talking about their plans for Origins and how they're using Chaz Marler's new website, GameNightPicks.com. Then it's on to the games they've been playing including Corps of Discovery, Tales of the Arthurian Knights, Galileo Galilei, House of Fado, Agemonia, and a feature review of the epic Cyclades Legendary Edition by Bruno Cathala and Ludovic Maublanc. Tony T delivers the best damn tabletop gaming news segment in all of podcasting followed by a juicy discussion about player interaction. Corps of Discovery: 00:05:25, Tales of the Arthurian Knights: 00:14:12, Galileo Galilei: 00:28:38, House of Fado: 00:35:56, Agemonia: 00:41:29, Cyclades Legendary Edition: 00:57:13, News with Tony T: 01:32:45, Short Topic Extravaganza: 02:34:10. Check out our sponsors Restoration Games at https://restorationgames.com/. Game Toppers at https://www.gametoppersllc.com/. And CGE at https://czechgames.com/.
Dan has returned from ATOM 25 and has the latest roundup of gaming news for you! Show your thanks to Major Spoilers for this episode by becoming a Major Spoilers Patron at http://patreon.com/MajorSpoilers. It will help ensure Munchkin Land continues far into the future! Join our Discord server and chat with fellow Spoilerites! (https://discord.gg/jWF9BbF) Contact us at podcast@majorspoilers.com NEWS Czech Edition Games has announced an expansion AND storage solution in one, Lost Ruins of Arnak: Adventure Chestout Q3 '25 ($80) Preorder Steamforged Games announced the tabletop version of their massively popular PC game. Helldivers 2 Board Game will be on crowdfunding next month (Gamefound). More on it once it is up on next month's Munchkin Land Eagle Gryphon has Released House of Fado, a lighter version of Vital Lacerda's Gallerist. Order ($60) After a successful KS Paverson Games will release Luthier a followup to their amazing 1st game Distilled into retail Q2 '25 (~$70) Restoration Games previewed Battle Monsters, to go up on Kickstarter 25 (Sign up to be reminded). Link to BGG for Battle Masters to see what it was like. AllPlay has announced Sail Legacy, which is a take on their regular 2p coop trick-taker. They haven't said a whole lot more other than a KS campaign later in the year and some details on the game. Hachette games will release Mythical Dice, a version of the original Mino Dice by Iello here in US May '25 (~25) I will give 2 a show till I cover them all. 1st up today NerdIncorrect which is the Twitch Channel who does Codenames Live! Tim Riel hosts this 2 on 2 Codenames each week with a regular cast and a new cast which is guests to it. And it's great to watch, NSF (language) but amazing. And our 2nd creator today is Tabletop Vibes This one is a youtube channel doing some reviews, unboxings top 10 lists a lot of great content Crowdfunding KICKSTARTER Marrakesh Expansion 2: Gems & Experts Formaggio -- Fromage reprint and stand alone expansion Tiny Epic Dungeons Adventures Alpha Clash Cosmic Conquest
Dan has returned from ATOM 25 and has the latest roundup of gaming news for you! Show your thanks to Major Spoilers for this episode by becoming a Major Spoilers Patron at http://patreon.com/MajorSpoilers. It will help ensure Munchkin Land continues far into the future! Join our Discord server and chat with fellow Spoilerites! (https://discord.gg/jWF9BbF) Contact us at podcast@majorspoilers.com NEWS Czech Edition Games has announced an expansion AND storage solution in one, Lost Ruins of Arnak: Adventure Chestout Q3 ‘25 ($80) Preorder Steamforged Games announced the tabletop version of their massively popular PC game. Helldivers 2 Board Game will be on crowdfunding next month (Gamefound). More on it once it is up on next month's Munchkin Land Eagle Gryphon has Released House of Fado, a lighter version of Vital Lacerda's Gallerist. Order ($60) After a successful KS Paverson Games will release Luthier a followup to their amazing 1st game Distilled into retail Q2 ‘25 (~$70) Restoration Games previewed Battle Monsters, to go up on Kickstarter 25 (Sign up to be reminded). Link to BGG for Battle Masters to see what it was like. AllPlay has announced Sail Legacy, which is a take on their regular 2p coop trick-taker. They haven't said a whole lot more other than a KS campaign later in the year and some details on the game. Hachette games will release Mythical Dice, a version of the original Mino Dice by Iello here in US May ‘25 (~25) I will give 2 a show till I cover them all. 1st up today NerdIncorrect which is the Twitch Channel who does Codenames Live! Tim Riel hosts this 2 on 2 Codenames each week with a regular cast and a new cast which is guests to it. And it's great to watch, NSF (language) but amazing. And our 2nd creator today is Tabletop Vibes This one is a youtube channel doing some reviews, unboxings top 10 lists a lot of great content Crowdfunding KICKSTARTER Marrakesh Expansion 2: Gems & Experts Formaggio -- Fromage reprint and stand alone expansion Tiny Epic Dungeons Adventures Alpha Clash Cosmic Conquest [su_signoff]
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