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Além de manter ações contra notícias falsas sobre o processo eleitoral, o novo compromisso aumenta o enfrentamento ao uso ilegal de inteligência artificial para manipular imagens e vozes de candidatos. O acordo foi firmado com plataformas como Google, Meta, X, TikTok, Telegram e empresas de IA.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
A investigadora Vian Bakir mostra como a IA generativa está a transformar a desinformação em campanhas de influência quase indistinguíveis da conversa humana — e porque já não basta ensinar a verificar factos.
Como proteger a reputação em um ambiente em que narrativas circulam em tempo real e a desinformação influencia diretamente a percepção sobre marcas, lideranças e instituições? No episódio 182 do Arena de Ideias, a conversa apresenta o Hub de Proteção Reputacional contra Desinformação, solução desenvolvida pela Oficina Consultoria em parceria com a Agência Lupa e a Tema Editorial para ajudar organizações a construir autoridade, sustentar a verdade sobre si mesmas e fortalecer a confiança pública. Liliane Pinheiro, sócia CEO da Oficina Consultoria, recebe Luciana Corrêa, editora-chefe da Agência Lupa, Beth Cataldo, fundadora da Tema Editorial, e Miriam Moura, consultora associada da Oficina. Juntas, elas discutem por que letramento midiático, monitoramento, SEO, GEO, influência digital e preparação de lideranças passaram a ser elementos centrais da gestão de reputação. Também entram em pauta os desafios de disputar e proteger a verdade nos buscadores, na mídia e na opinião pública, mostrando que, hoje, reputação não é apenas uma questão de imagem, mas um ativo estratégico que precisa ser construído e protegido continuamente.
A Organização Pan-Americana da Saúde, Opas, lançou texto com recomendações para identificar e contestar informações falsas sem reforçar boatos; orientações são para destacar evidências científicas, evitar confrontos pessoais e investir em alfabetização digital e pensamento crítico.
Atualmente, fala-se muito em desinformação, fakenews, notícias falsas. Isso costuma aparecer em discussões sobre a mentira na política, mas a mentira não é um expediente antigo na política? Qual é a novidade para se falar tanto em fakenews? Como as redes sociais e o uso de novas tecnologias interferem nesse quadro? Qual o papel do anonimato nessa história? As pessoas estão mais propensas a acreditar e divulgar aquilo que confirma o que elas pensam? Às vezes, uma notícia construída de maneira criteriosa é algo demorado e mais exigente ao público do que uma notícia produzida para enganar. Essa luta não é muito desvantajosa? Dá para enfrentar a desinformação? Para refletir sobre essas questões, o podcast Prosa de Servidor de julho entrevista a professora Geane Alzamora, pequisadora da UFMG e autora do livro “Sociedade da desinformação e infodemia”.
Vivemos rodeados de informação e nunca foi tão fácil aceder a conhecimento. Mas há quem diga que também nunca foi tão difícil distinguir factos de opiniões e evidência de desinformação. A Consulta Aberta tenta cruzar a ciência com a comunicação e, por isso mesmo, neste episódio Margarida Graça Santos quis quem tem como profissão comunicar a informação. Contamos com Ruben Tiago Pereira, jornalista do Expresso, para falar sobre literacia mediática, redes sociais, algoritmos e o impacto que o ambiente informativo tem na nossa saúde mental e nas nossas escolhas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há mais de uma década, as chamadas ameaças híbridas deixaram de ser apenas um conceito acadêmico para se tornar uma realidade capaz de influenciar sociedades em todo o mundo. Entre os momentos mais vulneráveis a esse tipo de ação estão os períodos eleitorais. Segundo especialistas, os seis meses que antecedem um pleito concentram os maiores riscos de interferência no debate público e na confiança dos eleitores. Júlia Valente, Correspondente da RFI em Helsinque Em uma sociedade cada vez mais digital e interdependente, os conflitos também assumem novas formas. Não se trata mais apenas de bombardeios, invasões ou ataques militares convencionais. Ciberataques, campanhas de desinformação e pressões econômicas também podem ser utilizados para influenciar países e sociedades. Esse conjunto de estratégias é conhecido como ameaças híbridas, ações capazes de comprometer a estabilidade política, a segurança nacional e a economia de países em todo o mundo. Em Helsinque, na Finlândia, está localizada a sede do Centro Europeu de Excelência para o Combate às Ameaças Híbridas (Hybrid CoE). Criada em 2017 em parceria com a União Europeia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), em um contexto de crescente preocupação dos governos com o avanço desse tipo de ação, a instituição apoia seus 35 países membros com pesquisas, treinamentos e análises voltados à prevenção e ao combate dessas ameaças. Martha Turnbull, diretora da área de Influência Híbrida do Hybrid CoE, ressalta que um dos cenários que mais tem registrado o aumento de ameaças híbridas é o período eleitoral. “Vemos uma grande quantidade de desinformação nos cerca de seis meses que antecedem a eleição. Isso se encaixa em um padrão mais amplo que temos observado, no qual esses atores procuram minar a confiança do público no sistema eleitoral e no governo atual”, afirma. Turnbull explica que, à medida que a eleição se aproxima, essas atividades passam a se concentrar em partidos políticos e candidatos específicos, além de tentar desencorajar a participação dos eleitores. “Isso não termina no dia da eleição. Essas atividades continuam nas semanas seguintes, buscando desacreditar os resultados”, complementa. Não são apenas atores externos que impõem ameaças, mas também internos. “No contexto eleitoral atual, observamos que existe uma ligação entre ameaças externas e atores domésticos em muitos países", afirma Turnbull. "Em alguns casos, essa ligação é direta, quando o ator externo orienta diretamente grupos ou indivíduos que estão dentro do país realizando algum tipo de atividade. Em outros casos, a ligação não é tão clara, mas, de forma geral, o que estamos vendo é uma conexão cada vez maior entre esses atores”, diz a especialista. O principal alvo das ameaças híbridas durante períodos eleitorais são justamente os eleitores. Por isso, de acordo com o Hybrid CoE, combater esse fenômeno também envolve fortalecer a educação midiática da população, para que as pessoas consigam identificar e resistir à desinformação. IA muda o cenário das ameaças híbridas Além do cenário eleitoral, o avanço da inteligência artificial (IA) vem transformando a forma como ameaças híbridas são produzidas e combatidas. Segundo Turnbull, atores envolvidos nesse tipo de atividade utilizam modelos de linguagem e outras ferramentas de IA para ampliar sua capacidade de atuação, aumentar a escala das operações e acelerar respostas. “Isso, obviamente, é muito desafiador. Além disso, algumas dessas tecnologias tornam essas atividades muito mais difíceis de rastrear e, consequentemente, mais difíceis de atribuir responsabilidade e de responder a elas”, ressalta. Também existe, no entanto, um aspecto positivo. Governos e instituições vêm utilizando a IA para fortalecer sistemas de monitoramento e resposta a ameaças híbridas. O saldo dessa transformação, porém, ainda é incerto. “Acho que, neste momento, a balança ainda não pendeu claramente para um lado ou para o outro", avalia Turnbull. Europa vê Rússia como principal preocupação O Hybrid CoE está localizado em um ponto simbólico. Helsinque fica a menos de 200 quilômetros da fronteira com a Rússia, país apontado por especialistas como a principal fonte de ameaças híbridas ao continente europeu na última década. “Consideramos que a principal ameaça para a Europa vem da Rússia, mas também observamos o aumento de ameaças por parte do Irã e da China”, afirma Martha Turnbull. Desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, em 2022, o Hybrid CoE afirma ter observado um aumento significativo das atividades relacionadas a ameaças híbridas. “Temos observado uma atividade concentrada, particularmente por parte da Rússia, no campo da desinformação, que busca enfraquecer o apoio à Ucrânia e minar a disposição do país de continuar lutando com o apoio que recebe de seus aliados”, diz Turnbull. Essas ações podem assumir diferentes formas. “Pode ser propaganda para tentar desgastar a população e conquistá-la para o seu lado. Também pode envolver ataques cibernéticos. Pode incluir ainda atividades militares de pequena escala, como cruzar fronteiras, violar espaços aéreos ou interferir em sinais de GPS”, ressalta. Brasil: a desinformação no centro das ameaças híbridas No Brasil, o tema também vem sendo acompanhado por pesquisadores. O professor de antropologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Piero Leirner, autor do livro “O Brasil no espectro de uma guerra híbrida”, afirma que, no contexto político brasileiro, a principal preocupação está em dinâmicas de desinformação. “Os principais atores que manejaram estratégias híbridas de desinformação e de manipulação política aqui são atores 100% internos, embora ligados a atores externos. Eu acredito que a desinformação não é apenas no sentido de fake news. Isso é uma parte ínfima do problema. Na verdade, é uma estrutura geral que eu chamo de dissonância cognitiva e que muita gente chama de polarização”, diz Leirner. À medida que o Brasil se aproxima das eleições presidenciais de 2026, marcadas para outubro, a desinformação retorna ao centro das atenções no cenário político. Embora as redes sociais tenham ampliado seu alcance e velocidade, o uso dessa estratégia para influenciar o debate público faz parte das campanhas há décadas. Para Leirner, em especial, ataques à credibilidade do sistema eleitoral devem voltar a ocupar espaço no debate público. O pesquisador avalia ainda que as instituições brasileiras não estão preparadas para prevenir e responder a esse tipo de ameaça. “A principal ameaça é o fato de que as nossas principais instituições políticas estão embebidas nesse ambiente, e elas próprias fazem uso disso [da desinformação]”, ressalta.
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autora do podcast: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani, bolsista PIPC da FCRB e integrante do grupo de pesquisa EPCC.Podcast sobre o artigo "Fake news sobre a Lei Rouanet: pensando a divulgação científica em cultura”. O texto, de autoria de Breno da Silva Carvalho, integra os Anais do 48º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, publicado em 2025. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.CabralAnálise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.CabralConheça o nosso grupo de pesquisa:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.com
O laboratório de comunicação Projeto Brief fez uma pesquisa sobre inteligência artificial e o resultado revela que 70% dos entrevistados acreditam que a IA pode ser usada para influenciar as eleições. Menos de metade dos participantes conseguiram identificar a origem de um vídeo como sendo de IA. A antropóloga e especialista em comportamento digital, Carol Luck, destaca a dificuldade das pessoas em diferenciar um conteúdo real de um gerado por IA e as consequências disso. Ela aponta os segmentos da população mais vulneráveis à manipulação e de que forma Justiça Eleitoral deve fiscalizar o uso da IA nas eleições deste ano.
A justiça informacional no Brasil é um conceito que busca garantir o acesso equitativo, a participação e o reconhecimento na produção do conhecimento. Para entendermos melhor o termo e suas principais implicações, entrevistamos Thais Siqueira, mestre em Ciências da Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação Comunicação, Cultura e Amazônia da Universidade Federal do Pará (UFPA). Conversamos sobre o padrão de desinformação direcionado a essas comunidades e a influência das big techs no consumo de notícias e checagem dos fatos.Reportagem: Leticia LourençoEdição: Thiago Kropf
O presidente Lula assinou decretos que ampliam a fiscalização sobre grandes empresas de tecnologia, mas o avanço da Inteligência Artificial generativa impõe desafios. Durante o evento promovido pela Associação de Jornalismo Digital (Ajor), ouvimos Natalia Viana, diretora executiva da Agência Pública, Cecília Olliveira, do site The Intercept Brasil, Juliana Dal Piva, colunista do UOL, e Fabiana Moraes, professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sobre as dificuldades de fiscalizar plataformas em um ano eleitoral.Reportagem: Luiza Reis e Julie DrumondEdição: Thiago Kropf
Enquanto informações falsas sobre saúde, vacinas e crises sanitárias se espalham com rapidez via redes sociais, o jornalismo científico ganha papel central na mediação entre ciência e sociedade. Na mesa “Porque a ciência importa”, organizada pelo Festival LED - Luz na Educação, o médico Drauzio Varella e a pesquisadora Jaqueline Goes comentaram sobre como a divulgação científica ajuda no combate à desinformação e no fortalecimento do letramento científico da população.Reportagem: Sophia Santana e Vitória MatosEdição: Thiago Kropf
Dois centros de tratamento foram incendiados na República Democrática do Congo; informações falsas limitam investigações dos casos e capacidade das equipes de saúde de chegar às comunidades afetadas.
O programa do Conselho Nacional de Saúde amplia o acesso a informações seguras e confiáveis para enfrentar notícias falsas e proteger a saúde da população.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A entrevista de Leila Pereira gerou debate, mas o que chamou atenção foi a repercussão dentro da própria Cazé TV. A análise mudou o sentido da fala? Houve tentativa de reinterpretar o que foi dito?Neste vídeo, destrinchamos o debate, o papel da mediação e o impacto real da proposta sobre clubes e o futebol brasileiro.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @SiteSerFlamengoINSTAGRAM I @SiteserFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #CazeTV
Podcast 089 - Com Frater Hadoon - A Guilda Oculta da Desinformação https://projetomayhem.com.br/ O vídeo desta conversa está disponível em: https://youtu.be/_gWHeYGpGUQ Bate Papo Mayhem é um projeto extra desbloqueado nas Metas do Projeto Mayhem. Todas as 3as, 5as e Sabados as 21h os coordenadores do Projeto Mayhem batem papo com algum convidado sobre Temas escolhidos pelos membros, que participam ao vivo da conversa, podendo fazer perguntas e colocações. Os vídeos ficam disponíveis para os membros e são liberados para o público em geral duas vezes por semana, às segundas e quintas feiras e os áudios são editados na forma de podcast e liberados uma vez por semana. Faça parte do projeto Mayhem: https://www.catarse.me/tdc
Estudo recente ressalta poder inexplorado de grandes marcas para definirem o futuro da inteligência artificial; inovação deve garantir benefícios da promoção com esse meio para empresas e para a sociedade.
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor(a) do podcast: Maria Luiza de Paiva Cruz, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.Podcast sobre o capítulo "Desinformação: múltiplos aspectos de um conceito em disputa.”, de autoria de Rosangela de Jesus Fernandes. O texto integra a obra “Economia Política da Comunicação, da Cultura e da Informação”, organizada por Eula Dantas Taveira Cabral e publicada pela Meus Ritmos Editora em 2025. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.CabralAnálise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.CabralConheça o nosso grupo de pesquisa:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.com
O podcast Disrupting Peace apresenta uma discussão com especialistas do News Literacy Project sobre os perigos da desinformação e a importância da literacia mediática. Os convidados explicam como o atual ecossistema digital, saturado por algoritmos e inteligência artificial, dificulta a distinção entre factos e conteúdos enganadores. A conversa destaca a atitude cínica dos jovens perante o jornalismo tradicional e a necessidade urgente de integrar estas competências no sistema educativo. São oferecidas estratégias práticas, como o controlo das emoções ao navegar nas redes sociais e a verificação da credibilidade das fontes originais. O objetivo final é capacitar os cidadãos para serem consumidores ativos e críticos, combatendo a polarização e protegendo os valores democráticos.
Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #TaxaDasBlusinhas #Lula #Choquei #MadeleineLacsko #FakeNews #Brasil #Economia #Impostos #Consumo #Narrativas #Politica #Varejo #Shein #Shopee #Importação #Desinformação #PodcastBrasil #Urgente #Noticias #LiberdadeDeExpressao
A temporada de gripe no Brasil começou mais cedo neste ano. Segundo o Instituto Todos pela Saúde, com base em dados de diversos laboratórios, os casos de síndrome respiratória aguda grave pelo vírus influenza quase dobraram entre janeiro e meados de março em relação ao mesmo período de 2025: foram 3.584 ante 1.838 no ano anterior. No mesmo período, mais de 800 pessoas morreram em decorrência de vírus respiratórios no País, de acordo com o Ministério da Saúde. Ainda segundo a pasta, o Brasil registrou cerca de 14 mil casos de síndrome respiratória aguda grave até meados de março. Por isso, a campanha nacional de vacinação contra a gripe foi antecipada e já começou no fim de março. As doses estarão disponíveis até 30 de maio nas unidades públicas de saúde para um público prioritário: crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos de 60 anos ou mais, gestantes, puérperas, profissionais da saúde, da segurança pública, professores, caminhoneiros, povos indígenas e quilombolas, além de caminhoneiros e pacientes com comorbidades e pessoas em situação de rua. Em entrevista à Rádio Eldorado, o médico infectologista Ralcyon Teixeira, do Hospital Emilio Ribas, em São Paulo, apontou a desinformação e o negacionismo como fatores que prejudicam a saúde pública e as campanhas de vacinação. Ele também fez um alerta para as pessoas que dizem que ficaram doentes após a vacina e explicou que gripe é diferente de resfriado. “A vacina não causa doença, ela só protege. É importante que o grupo prioritário se vacine antes da circulação mais acentuada do vírus porque a vacina demora de duas a três semanas para proteger”, afirmou. Na entrevista, o especialista também deu orientações sobre a vacina contra a febre amarela em razão dos recentes registros de três casos, com uma morte, no Estado de São Paulo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta edição, analisamos riscos neurológicos emergentes e os desafios éticos da informação digital, começando por um estudo da Fiocruz que alerta para o facto de a infecção por dengue poder aumentar em até 17 vezes o risco de desenvolver a Síndrome de Guillain-Barré. Investigamos como agências governamentais e farmacêuticas acabam por financiar indiretamente sites de desinformação médica através de publicidade programática. Por fim, abordamos no Radar um estudo transversal que avaliou 21 Modelos de Linguagem Grande (LLMs), revelando que, embora acertem diagnósticos finais, falham em mais de 80% das vezes na elaboração de diagnósticos diferenciais e na gestão de incertezas clínicas.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/17-04-2026
A desinformação deixou de ser um fenómeno marginal: está nas redes sociais, nas mensagens privadas, nas campanhas eleitorais, nos debates públicos e na nossa vida, da qual entra sem pedir licença. Declarações:Telmo Gonçalves da Silva | Conselheiro da ERCSAlfredo Sousa de Jesus | Chefe de Gabinete do gabinete Europeu em PortugalGustavo Cardoso | SociólogoSofia Branco | JornalistaMaria Eduarda Borges | Advogada da Abreu AdvogadosSalomé Martins Leal | Diretora Executiva do PolígrafoMaria Maneta | Investigadora de desinformaçãoCanal: Antena 1Programa: Consulta públicaHorário: 10:17Duração: 01:42:52
Será que sabemos, mesmo, distinguir o que é verdade ou mentira do que vemos e lemos nos media? Segundo a Ordem dos Psicólogos, 1 em cada 3 portugueses vê informação falsa quase todos os dias. Vamos perceber como se proliferam as notícias falsa e como não cair nelas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nunca fomos bons a detectar mentiras, mas a situação é ainda mais grave na era dos deepfakes. Apenas 0,1% das pessoas consegue identificar deepfakes e a maior parte não reporta o facto por não saber como fazê-lo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) divulgou um vídeo em forma de clipe musical sobre desinformação e Fake News, mas nele as definições de “fake news” e de desinformação estariam erradas.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #TRE #JustiçaEleitoral #Desinformação #FakeNews #Eleições2026 #DireitoEleitoral #Noticias #Politica #Brasil #Viral #Debate #Atualidades #PodcastBrasil #Analise #FactChecking #Informação
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor do podcast: Carolina Fioravante, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.No episódio de hoje do Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC), debatemos o artigo "The Viral Engine of Disinformation: Antivax and Bolsonarist Mobilization and the Threat of Democracy in Brazil", de Camilla Cavalcante de Souza Machuy, refletindo sobre como a desinformação funcionou como motor de mobilização política durante a pandemia de COVID-19, articulando discursos antivacina e bolsonaristas, e culminando nos ataques às instituições democráticas brasileiras em 8 de janeiro de 2023. A discussão aborda os resultados de uma análise de mais de 500 mil mensagens em grupos públicos do Telegram, revelando padrões de convergência discursiva entre comunidades conspiratórias, a erosão da integridade da informação como condição para sustentabilidade democrática, e o conceito de desinformação como regime político. A conversa considera diferentes perspectivas teóricas que articulam economia política da informação, capitalismo de vigilância (Zuboff), desinformação digital em rede (Schneider) e a arquitetura infraestrutural das plataformas na amplificação de narrativas extremistas, demonstrando como a descontinuidade informacional e a normalização de narrativas antissistêmicas prepararam o terreno para a ruptura democrática.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Entre em contato conosco:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7nilPYHyPTpr24THJX-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC-Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.comSiga o podcast e acompanhe os próximos episódios!
Temp. 1 - Ep. 9 - Informação e Desinformação | MOMENTO SÃO CARLO ACUTIS
Onde se detalham as orientações atualizadas de 2026 da União Europeia destinadas a docentes que pretendem fortalecer a literacia digital e a resiliência contra a desinformação no ensino primário e secundário. O guia oferece estratégias práticas para abordar temas complexos, como a inteligência artificial generativa, o impacto dos influenciadores digitais e técnicas de prevenção como o prebunking. Através de planos de aula e conselhos pedagógicos, o documento incentiva a criação de ambientes escolares seguros onde o pensamento crítico permita distinguir factos de ficção. O objetivo central é capacitar os jovens para uma cidadania digital ativa, promovendo o uso ético da tecnologia e a defesa dos valores democráticos. Além de apoiar os professores, o texto fornece recomendações para que líderes escolares e decisores políticos implementem mudanças sistémicas na educação.
Onde se detalham as orientações atualizadas de 2026 da União Europeia destinadas a docentes que pretendem fortalecer a literacia digital e a resiliência contra a desinformação no ensino primário e secundário. O guia oferece estratégias práticas para abordar temas complexos, como a inteligência artificial generativa, o impacto dos influenciadores digitais e técnicas de prevenção como o prebunking. Através de planos de aula e conselhos pedagógicos, o documento incentiva a criação de ambientes escolares seguros onde o pensamento crítico permita distinguir factos de ficção. O objetivo central é capacitar os jovens para uma cidadania digital ativa, promovendo o uso ético da tecnologia e a defesa dos valores democráticos. Além de apoiar os professores, o texto fornece recomendações para que líderes escolares e decisores políticos implementem mudanças sistémicas na educação.
A conversa de hoje é um convite para tirar o peso da culpa das nossas costas e olhar para a saúde de um jeito mais honesto e científico. Nas redes sociais, o debate sobre obesidade, emagrecimento e saúde mental virou um campo minado. De um lado, a ditadura da força de vontade e os "protocolos" milagrosos vendidos por influenciadores. Do outro, uma revolução real na medicina com os novos tratamentos, mas que muitas vezes são sugados pela lógica da estética e do mercado paralelo.Mas afinal, por que a ciência tem tanta dificuldade de competir com o charlatanismo digital? Onde termina a busca por bem-estar e começa a pressão social adoecedora? E, o mais importante: como a gente entende, de uma vez por todas, que obesidade é uma doença crônica multifatorial?Para nos guiar por esse cenário complexo, recebemos duas especialistas no assunto: Dra. Clara Lapa, médica psiquiatra, mestre e doutoranda em Neurociências, e Marie Santini, professora da Escola de Comunicação da UFRJ e diretora do NetLab, especialista em desinformação e ecossistema de mídia.Passa um café e vem dialogar de peito aberto com a gente!*Este episódio tem o patrocínio da Lilly, que apoia o Mamilos na missão de promover debates baseados em ciência, combatendo a desinformação e incentivando o tratamento sério e sem estigmas.A obesidade é uma doença crônica e multifatorial, e a informação de qualidade é o primeiro passo para o cuidado adequado. Para saber mais e acessar conteúdos confiáveis sobre o tema, acesse:
Em um mundo marcado pela velocidade das informações e pela multiplicação de opiniões, como discernir o verdadeiro do aparente? Neste episódio do podcast da Nova Acrópole do Brasil, o professor voluntário Fabiano Camillo, da sede de Porto Alegre, propõe uma reflexão filosófica sobre os desafios da desinformação na atualidade. Partindo do conceito de comunicação como a capacidade de transmitir ideias de forma clara e compreensível, o diálogo aprofunda a diferença entre opinião e conhecimento, à luz da teoria platônica do conhecimento. Inspirados por Sócrates e Platão, os participantes analisam como a busca sincera pela verdade exige humildade para reconhecer a própria ignorância, disposição para ouvir com atenção e coragem para fazer perguntas profundas. A conversa também aborda o contexto contemporâneo das redes sociais, das polarizações ideológicas e da aceleração mental que dificulta a reflexão serena. Resgatando o sentido clássico da Filosofia como amor à sabedoria, o episódio destaca a necessidade de revisar constantemente nossas ideias, experimentar o conhecimento na prática e buscar aquilo que conduz ao desenvolvimento das virtudes humanas. Como antídoto à desinformação, são apresentados critérios inspirados nos princípios universais da fraternidade, do estudo comparado e da promoção do bem, do belo, do justo e do verdadeiro. Mais do que oferecer respostas prontas, o episódio convida cada ouvinte a assumir uma postura filosófica diante das informações que recebe e compartilha, contribuindo para uma sociedade mais consciente, ética e fraterna. Uma reflexão atual e necessária sobre o papel da Filosofia na construção de um pensamento livre, responsável e comprometido com a verdade. Participantes: Fabiano Camilo e Danilo Gomes Trilha Sonora: Sinfonia nº 45 – Minueto, de Joseph Haydn
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autora do podcast: Carolina Fioravante, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB. Podcast sobre o capítulo "Cultura em disputa: políticas culturais no Brasil sob o olhar da integridade da informação", de Priscila Seixas da Costa e Pedro Henrique Conceição dos Santos. O texto integra a obra “Economia Política da Comunicação, da Cultura e da Informação”, organizada por Eula Dantas Taveira Cabral e publicada pela Meus Ritmos Editora em 2025. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Entre em contato conosco:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7nilPYHyPTpr24THJX-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC-Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.comSiga o podcast e acompanhe os próximos episódios!
Estadão Verifica, núcleo de checagem de informações do jornal, ajuda o ouvinte a identificar o que é verdade, mentira, exagero ou conteúdo enganoso em conteúdos divulgados na Internet.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estadão Verifica, núcleo de checagem de informações do jornal, ajuda o ouvinte a identificar o que é verdade, mentira, exagero ou conteúdo enganoso em conteúdos divulgados na Internet.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Editorial: Supremo reforça a autocracia ao criminalizar “desinformação”
Lula adia indicação de novo ministro do Supremo para semana que vem. E Governo decide fatiar medidas para compensar MP dos impostos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Primeira Turma do STF julga, nesta terça-feira (21), os sete réus do chamado "núcleo da desinformação", no caso da tentativa de golpe de Estado. O placar está 3 a 1 pela condenação. O julgamento foi retomado na manhã desta terça-feira. O relator Alexandre de Moraes e o ministro Cristiano Zanin votaram pela condenação dos réus envolvidos na tentativa de golpe. E ainda: Mais de 40 cidades baianas estão em alerta para temporais após chuvas intensas que duram 24h.
Seis novos materiais apoiam identificação de informações falsas; desinformação ameaça progresso na imunização; objetivo é reforçar a confiança e adesão à vacinação nas Américas.
Analgésico mais comum no mundo é contraindicado para pacientes com doenças hepáticas crônicas e consumidores habituais de bebidas alcóolicas
Neste episódio falamos de como podemos combater a desinformação e 5 insights da Google sobre IA com Vanessa Amaral.
Link promocional para audiência do Narrativas. Beway Idiomas: https://mkt.bewayidiomas.com.br/?a=16517723 Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Narrativas https://bit.ly/narrativasoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
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No novo episódio de O Tempo Virou, a gente recebe a bióloga e criadora de conteúdo Mari Krüger, que transformou sua paixão pela ciência em um espaço enorme de diálogo nas redes, alcançando milhões de pessoas. A conversa passa pela forma como a indústria inventa padrões de consumo, pelas promessas milagrosas sem pé nem cabeça e pelo impacto da desinformação — da pandemia ao negacionismo climático. Tudo isso costurado com humor, contradições e boas histórias, que fazem da Mari uma das vozes mais interessantes do nosso tempo.
Desinformação sobre a doença pode levar pacientes a abandonarem tratamentos comprovadamente eficazes
Alberto Gonçalves lembra a legitimidade de Pedro Sánchez no combate à desinformação a propósito dos tumultos em Múrcia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A inteligência artificial facilita a criação e estudos mostram que também prejudica nossa capacidade de pensar. Chatbots espalham desinformação, STF quer responsabilizar plataformas por conteúdos e governos querem proteger menores nas redes.É boa ideia deixarmos as máquinas pensarem por nós?No RESUMIDO #318: a chegada da IA inaugura a era das ideias, chatbots espalham desinformação, ChatGPT perde para Atari no xadrez, STF quer responsabilizar redes sociais por posts e muito mais!--Todos os links comentados no episódio estão no https://resumido.cc/podcasts/a-era-das-ideias-chatbots-da-desinformacao-o-carro-do-futuro-manda-em-voce--Faça uma assinatura do RESUMIDO, receba conteúdo extra e garanta o futuro do podcast: www.resumido.cc/assinatura