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Convidado
Leão XIV em Lourdes: Entre as feridas da Igreja e a esperança dos peregrinos

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 28, 2026 9:02


Leão XIV passou o terceiro dia da sua deslocação a França em Lourdes, onde a agenda ficou marcada por dois temas particularmente sensíveis para a Igreja: o fim da vida e os abusos sexuais cometidos no seu seio. Entre os peregrinos que se deslocaram a Lourdes, a paz foi uma das principais intenções. No santuário de Nossa Senhora de Lourdes, o Papa defendeu o desenvolvimento dos cuidados paliativos e da investigação médica, rejeitou a ideia de uma "morte programada" e lembrou que os doentes e as pessoas com deficiência não são um peso para a Igreja. "Sei que, para alguns de vós, devido a determinadas patologias e a dores por vezes insuportáveis, o horizonte pode parecer sombrio, incerto e sem saída. Mas nenhuma lei humana deve fazer-vos perder a certeza da vossa dignidade", afirmou Leão XIV. "Em nome dessa dignidade inalienável da pessoa humana, a tentação de provocar a morte sob o pretexto de uma falsa compaixão deve ser firmemente rejeitada. É impossível considerar normal provocar a morte. O que é legal não é necessariamente moral." O Papa foi ainda mais longe ao afirmar que "ninguém tem o direito, com base em algoritmos laboratoriais, de decidir sobre a vida de determinados embriões ou de determinadas pessoas idosas". E deixou uma afirmação peremptória: "Nunca a medicina deverá tornar-se na serva de uma morte programada." Durante a visita a Lourdes, Leão XIV abordou também os abusos sexuais cometidos na Igreja. Num encontro à porta fechada com os bispos franceses, exortou a Igreja de França a prosseguir a sua acção perante o "flagelo" dos abusos sexuais e, durante a missa dominical, lançou um apelo à conversão para curar as feridas provocadas pelos erros cometidos no seio da própria Igreja. "É hoje e não amanhã que nos devemos converter", afirmou. "Essa exigência da conversão envolve a própria Igreja na sua peregrinação terrena. Ela deve ter coragem de viver essa conversão em primeiro lugar, para curar as feridas profundas, as infidelidades e os desvios causados pelos erros cometidos em seu seio." Leão XIV pediu ainda à Igreja que reconheça as suas próprias falhas: "Devemos colocar-nos humildemente sob o olhar purificador do Senhor, reconhecer as nossas próprias falhas, o que é indispensável para o nosso progresso espiritual". O tema dos abusos sexuais continua a ser particularmente sensível para a Igreja francesa, cinco anos depois de um relatório ter estimado em 330.000 o número de vítimas menores no seio da Igreja desde 1950. Em Lourdes, Leão XIV manteve também um encontro privado com sete vítimas de abusos sexuais cometidos por membros do clero. No final da reunião, durante uma conferência de imprensa, as vítimas descreveram um Papa simples e disponível para as ouvir, manifestando esperança de que o encontro possa representar o início de um processo de mudança. Entre os peregrinos que se deslocaram a Lourdes, a paz foi uma das principais intenções. Nuno, que vive em Lourdes, considerou a visita do Papa um acontecimento raro para a comunidade local. "Como somos católicos, temos o gosto de receber o Papa na nossa vila. Esperemos que acabem com a guerra e que tenhamos mais paz." Questionado sobre os erros cometidos pela Igreja, nomeadamente os abusos sexuais, reconheceu: "Sim, sim, isso é verdade." Sónia, a esposa, defendeu a necessidade de enfrentar directamente os abusos: "Eu penso que sempre existiram essas coisas na Igreja, não é? Só que agora é mais falado. E eu acho que se tem de lutar mesmo contra isso. Enfrentar o problema." Edivânia veio de Carcassonne para ver o Papa e levou consigo um pedido pela paz. "A paz no mundo. Que acabe a guerra e que todo o mundo abra o coração para Jesus." Para esta peregrina, Lourdes representa sobretudo uma mensagem de fé: "A grande mensagem que ela deixou para nós: escutar sempre o Filho dela, Jesus, sempre rezar o terço e fazer sacrifício pela conversão dos pecadores." Neuza, que já no sábado tinha passado o dia inteiro no santuário, este domingo chegou às cinco da manhã e não escondeu a emoção quando o Papa passou mesmo à sua frente: "Eu senti uma alegria tão forte que eu queria dar um beijo nele, mas não deu. Ele parou aqui, pegou em duas crianças, deu um beijo nelas. Foi uma emoção muito grande." Carlos, vive em França há cerca de dez anos, viu pela primeira vez um Papa. "Sente-se uma alegria muito grande para as pessoas católicas como eu. E foi bom ver o Papa. Nunca tinha visto o Papa em toda a minha vida. Então, foi bom vê-lo." Entre os pedidos que trouxe a Lourdes estão "ter sucesso na vida como qualquer pessoa", mas também "que o mundo tenha um pouco menos de guerras e que sejamos um pouco mais compreensivos do que o que somos hoje em dia". Para o padre Vítor Gomes, sacerdote da paróquia de Orthez, na diocese de Bayonne, a visita de Leão XIV foi marcada por uma mensagem de paz e também pela preocupação com as vítimas de abusos. "Para nós é uma grande felicidade e uma grande alegria. Uma mensagem de paz, de fazer Igreja e também um pensamento para as vítimas que sofreram muito." Sobre o encontro do Papa com as vítimas, considera que "é muito importante, para dizer que nem todos os padres são assim, e para dizer também a compaixão da Igreja pelas vítimas que ficam marcadas toda a vida". Oliver, estudante brasileiro que vive actualmente em Portugal, fez questão de viajar até Lourdes depois de saber da visita do Papa. "Quando soube que ia passar o semestre em Portugal e soube que o Papa viria a Lourdes, eu tive de vir para cá. Fiz questão de passar aqui o fim-de-semana com ele e participar em todos os eventos." Sobre a mensagem de Leão XIV, fala em esperança. "São palavras de muita esperança também para os jovens, para o povo francês e também para o mundo. De continuar firmes na Igreja, na fé, nunca desistir." E acrescenta que o Papa colocou como intenção "que cessem as guerras do mundo". Questionado sobre o papel da Igreja no combate aos abusos sexuais, Oliver considera que a instituição deve continuar a actuar. "A Igreja sempre tem de lutar contra todas as violências. Tem lutado. É difícil. A Igreja é santa. Os homens não." Na sua perspectiva, é necessário "acolher e punir o que acontece e tentar prevenir". José e Amália, um casal português residente em França há décadas, também se juntaram aos peregrinos. "Somos portugueses a 100%, mas vivemos em França, o meu marido há mais de 50 anos. Gostamos muito de vir a Lourdes." Sobre a mensagem do Papa, dizem ter ouvido sobretudo um apelo à união e à paz: "Ele fala da paz, que as pessoas sejam unidas e falou que a miséria deve acabar e que todo o mundo viva em paz." José destacou a importância das palavras de Leão XIV num mundo marcado pelos conflitos. "Eu acho que ele é um Papa moderno. Um Papa moderno que quer a paz. Que não haja guerra. Porque vivemos num tempo muito difícil." E recorda a experiência pessoal da guerra: "Eu já fiz a guerra, sei o que é tudo isso, fiz a guerra na Guiné. E sei o que é o bem e o mal-estar. E é triste sofrer. Matar pessoas inocentes. É triste. É triste." O domingo de Leão XIV terminou em Lourdes com uma procissão de velas entre a gruta de Massabielle, local onde, segundo a tradição católica, ocorreram as 18 aparições da Virgem Maria a Bernadette Soubirous, em 1858, e a grande esplanada do santuário.

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
Série: A igreja que sou ! - Amor e Cuidado, nosso DNA | Bp Marcelo Toschi

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Sep 21, 2026 70:00


CURTA e COMENTE se essa mensagem falou com você.COMPARTILHE e AJUDE essa mensagem a alcançar ainda mais vidas.CONHEÇA A IGREJA AMOR E CUIDADO:linktr.ee/amorecuidadoLINKS ÚTEIS:Entregar sua vida a Jesus - https://bit.ly/Fiz-a-decisão-por-JesusACPedir uma oração - https://bit.ly/pedidodeoraçãoACParticipar de uma célula - http://e.uall.ai/bd3d6badContribuir e ofertar - https://bit.ly/49XjJZb#culto #cultoonline #deus #jesus #bíblia #igreja

The Talk of the Street: A Coronation Street Podcast
September 18, 2026 - The Vampires Benevolent Fund

The Talk of the Street: A Coronation Street Podcast

Play Episode Listen Later Sep 19, 2026 103:34


This podcast covers episodes 11,943 to 11,946. Jodie begins a campaign to make Shona believe that she's losing her mind. Summer is furious when she discovers that one of her drawings has been stolen by the local tattoo shop. Ross shares a story about UFOs with Tyrone but is outraged when Tyrone goes on to tell the blokes in the pub. Suzie's minor hit on social media frustrates Ben and Eva but makes her a potential star for Little Big Shotz. Debbie lies when she forgets about a dinner date with Ronnie. Kit hides his diagnosis while life at the flat becomes increasingly difficult to bear. Fiz remembers Phill With Two Ls. Dev is Pizzaman. Dorin does not care for Grandad Ross. Become a Friend of the Podcast: https://patreon.com/thetalkofthestreet Buy us a coffee: https://ko-fi.com/thetalkofthestreet Write to the show: The Talk of the Street, PO Box 212, Eaton Rapids, MI 48827, United States Email the show: thetalkofthestreet@gmail.com 

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
O Palco do Milagre| Pr Giovanni Eduardo

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Sep 14, 2026 70:45


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AWR Malagasy / Malgache
1 - Inona ny soa azon'ny olona na mahazo izao tontolo izao nefa very 2 - Jeremia toko 1 3 - Ny Bokin'i Daniela sy ny vanin'andro misy antsika-02 4 - Misy lanjany amin'Andriamanitra tokoa ve ny fiainako Fiz 02 5 - Ny amin`ny mpampianatra sandoka

AWR Malagasy / Malgache

Play Episode Listen Later Sep 12, 2026 59:00


1 - Inona ny soa azon'ny olona na mahazo izao tontolo izao nefa very 2 - Jeremia toko 1 3 - Ny Bokin'i Daniela sy ny vanin'andro misy antsika-02 4 - Misy lanjany amin'Andriamanitra tokoa ve ny fiainako Fiz 02 5 - Ny amin`ny mpampianatra sandoka

AWR Malgache
1 - Inona ny soa azon'ny olona na mahazo izao tontolo izao nefa very 2 - Jeremia toko 1 3 - Ny Bokin'i Daniela sy ny vanin'andro misy antsika-02 4 - Misy lanjany amin'Andriamanitra tokoa ve ny fiainako Fiz 02 5 - Ny amin`ny mpampianatra sandoka

AWR Malgache

Play Episode Listen Later Sep 12, 2026 59:00


1 - Inona ny soa azon'ny olona na mahazo izao tontolo izao nefa very 2 - Jeremia toko 1 3 - Ny Bokin'i Daniela sy ny vanin'andro misy antsika-02 4 - Misy lanjany amin'Andriamanitra tokoa ve ny fiainako Fiz 02 5 - Ny amin`ny mpampianatra sandoka

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
Corra! ou perderá o jantar! | Bp. Marcelo Toschi

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Sep 7, 2026 79:51


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Roberto Gamito
Asma na primeira pessoa

Roberto Gamito

Play Episode Listen Later Sep 5, 2026 18:17


Fiz anos e há gente a aproveitar-se disso Ensaios humorísticos: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://robertogamito.substack.com⁠⁠Penúltimo habitat:https://penultimohabitat.com

asma fiz ensaios primeira pessoa
Roberto Gamito
Fiz anos e há gente a aproveitar-se disso

Roberto Gamito

Play Episode Listen Later Aug 29, 2026 7:21


Fiz anos e há gente a aproveitar-se disso Ensaios humorísticos: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://robertogamito.substack.com⁠⁠

Paizinho, Vírgula!
Amor de Pai: Meu novo livro chegou! | Paizinho, Vírgula!

Paizinho, Vírgula!

Play Episode Listen Later Aug 28, 2026 4:55


Ah, que alegria, gente! Receber aqui pela primeira vez meu novo livro, "Amor de Pai", é uma emoção indescritível! Fiz questão de abrir com vocês!⠀Este livro foi pensado com muito carinho para ser provocativo e gostoso de ler, com muita história, afeto e reflexão crítica sobre a paternidade. É um convite para falarmos sobre paternidade de uma forma responsável, consciente e, acima de tudo, com muito amor.⠀Muito feliz de estar aqui nesse momento e compartilhar essa jornada com vocês. Garanta sua cópia e me ajude a fazer este lançamento bombar!

Wirtschaft – detektor.fm
Nagelstudios: Zwischen Ausbeutung und Menschenhandel

Wirtschaft – detektor.fm

Play Episode Listen Later Aug 28, 2026 28:01 Transcription Available


Gepflegte Nägel als kleiner Alltagsluxus — dahinter stecken leider manchmal Ausbeutung und Menschenhandel. Die Sozialpädagogin Claudia Robbe erzählt, warum Betroffene kaum Hilfe annehmen und was ein neues Gesetz daran ändern könnte. (00:00:00) Intro (00:01:05) Begrüßung Gästin (00:01:38) Seit wann Fokus auf Thema Nagelstudio? (00:01:54) Warum gibt es Boom im Nagelsektor? (00:02:15) Wie wird ein Fall aufgedeckt? (00:03:48) Kontakt Betroffener mit Anlaufstelle (00:05:02) Wie kamen Menschen nach Europa? (00:06:08) Kriminelle Schleuserstruktur (00:10:20) Arbeitsweise (00:12:01) Gründe für hohe Rückfallquote (00:13:27) Wie viele Studios dieser Art gibt es? (00:15:02) Arbeitseinsätze auch in anderen Sektoren – warum? (00:16:06) Wie gelingt die eigene Motivation? (00:17:09) Welche Veränderungen braucht es für nachhaltigen Schutz? (00:18:53) Größere Sicherheit für Betroffene schaffen (00:20:28) Reformen in Straftatbeständen – hilft das? (00:21:45) Formen der Präventionen? Hier entlang geht's zu den Links unserer Werbepartner: https://detektor.fm/werbepartner/brand-eins-podcast Und hier entlang geht's zum aktuellen brand eins Magazin: https://www.brandeins.de/products/brand-eins-08-2026 Ihr seid noch auf der Suche nach der passenden Sommer-Lektüre? Dann empfehlen wir das brand eins Sommer-Abo. 3 Ausgaben – Print und Digital – für unschlagbare 12 Euro (statt 25 Euro): https://www.brandeins.de/abo/sommer-abo Hier geht’s zum kompletten brand eins Artikel von Julia Lauter, „Der Preis der schönen Hände“: https://www.brandeins.de/magazine/brand-eins-wirtschaftsmagazin/2026/schoenheit/nageldesign-der-preis-der-schoenen-haende Und hier können Betroffene Hilfe finden: https://anlaufstelle-menschenhandel.assisto.online/  und hier auch der Link zum FiZ, Fraueninformationszentrum in Stuttgart: https://www.vij-wuerttemberg.de/beratung-fuer-betroffene-von-menschenhandel-fiz ➡️ Artikel zum Nachlesen: https://detektor.fm/wirtschaft/brand-eins-podcast-claudia-robbe-ueber-ausbeutung-und-menschenhandel-in-nagelstudios

Das brand eins Magazin zum Hören – detektor.fm
Nagelstudios: Zwischen Ausbeutung und Menschenhandel

Das brand eins Magazin zum Hören – detektor.fm

Play Episode Listen Later Aug 28, 2026 28:01 Transcription Available


Gepflegte Nägel als kleiner Alltagsluxus — dahinter stecken leider manchmal Ausbeutung und Menschenhandel. Die Sozialpädagogin Claudia Robbe erzählt, warum Betroffene kaum Hilfe annehmen und was ein neues Gesetz daran ändern könnte. (00:00:00) Intro (00:01:05) Begrüßung Gästin (00:01:38) Seit wann Fokus auf Thema Nagelstudio? (00:01:54) Warum gibt es Boom im Nagelsektor? (00:02:15) Wie wird ein Fall aufgedeckt? (00:03:48) Kontakt Betroffener mit Anlaufstelle (00:05:02) Wie kamen Menschen nach Europa? (00:06:08) Kriminelle Schleuserstruktur (00:10:20) Arbeitsweise (00:12:01) Gründe für hohe Rückfallquote (00:13:27) Wie viele Studios dieser Art gibt es? (00:15:02) Arbeitseinsätze auch in anderen Sektoren – warum? (00:16:06) Wie gelingt die eigene Motivation? (00:17:09) Welche Veränderungen braucht es für nachhaltigen Schutz? (00:18:53) Größere Sicherheit für Betroffene schaffen (00:20:28) Reformen in Straftatbeständen – hilft das? (00:21:45) Formen der Präventionen? Hier entlang geht's zu den Links unserer Werbepartner: https://detektor.fm/werbepartner/brand-eins-podcast Und hier entlang geht's zum aktuellen brand eins Magazin: https://www.brandeins.de/products/brand-eins-08-2026 Ihr seid noch auf der Suche nach der passenden Sommer-Lektüre? Dann empfehlen wir das brand eins Sommer-Abo. 3 Ausgaben – Print und Digital – für unschlagbare 12 Euro (statt 25 Euro): https://www.brandeins.de/abo/sommer-abo Hier geht’s zum kompletten brand eins Artikel von Julia Lauter, „Der Preis der schönen Hände“: https://www.brandeins.de/magazine/brand-eins-wirtschaftsmagazin/2026/schoenheit/nageldesign-der-preis-der-schoenen-haende Und hier können Betroffene Hilfe finden: https://anlaufstelle-menschenhandel.assisto.online/  und hier auch der Link zum FiZ, Fraueninformationszentrum in Stuttgart: https://www.vij-wuerttemberg.de/beratung-fuer-betroffene-von-menschenhandel-fiz ➡️ Artikel zum Nachlesen: https://detektor.fm/wirtschaft/brand-eins-podcast-claudia-robbe-ueber-ausbeutung-und-menschenhandel-in-nagelstudios

Podcasts – detektor.fm
brand eins-Podcast | Nagelstudios: Zwischen Ausbeutung und Menschenhandel

Podcasts – detektor.fm

Play Episode Listen Later Aug 28, 2026 28:01 Transcription Available


Gepflegte Nägel als kleiner Alltagsluxus — dahinter stecken leider manchmal Ausbeutung und Menschenhandel. Die Sozialpädagogin Claudia Robbe erzählt, warum Betroffene kaum Hilfe annehmen und was ein neues Gesetz daran ändern könnte. (00:00:00) Intro (00:01:05) Begrüßung Gästin (00:01:38) Seit wann Fokus auf Thema Nagelstudio? (00:01:54) Warum gibt es Boom im Nagelsektor? (00:02:15) Wie wird ein Fall aufgedeckt? (00:03:48) Kontakt Betroffener mit Anlaufstelle (00:05:02) Wie kamen Menschen nach Europa? (00:06:08) Kriminelle Schleuserstruktur (00:10:20) Arbeitsweise (00:12:01) Gründe für hohe Rückfallquote (00:13:27) Wie viele Studios dieser Art gibt es? (00:15:02) Arbeitseinsätze auch in anderen Sektoren – warum? (00:16:06) Wie gelingt die eigene Motivation? (00:17:09) Welche Veränderungen braucht es für nachhaltigen Schutz? (00:18:53) Größere Sicherheit für Betroffene schaffen (00:20:28) Reformen in Straftatbeständen – hilft das? (00:21:45) Formen der Präventionen? Hier entlang geht's zu den Links unserer Werbepartner: https://detektor.fm/werbepartner/brand-eins-podcast Und hier entlang geht's zum aktuellen brand eins Magazin: https://www.brandeins.de/products/brand-eins-08-2026 Ihr seid noch auf der Suche nach der passenden Sommer-Lektüre? Dann empfehlen wir das brand eins Sommer-Abo. 3 Ausgaben – Print und Digital – für unschlagbare 12 Euro (statt 25 Euro): https://www.brandeins.de/abo/sommer-abo Hier geht’s zum kompletten brand eins Artikel von Julia Lauter, „Der Preis der schönen Hände“: https://www.brandeins.de/magazine/brand-eins-wirtschaftsmagazin/2026/schoenheit/nageldesign-der-preis-der-schoenen-haende Und hier können Betroffene Hilfe finden: https://anlaufstelle-menschenhandel.assisto.online/  und hier auch der Link zum FiZ, Fraueninformationszentrum in Stuttgart: https://www.vij-wuerttemberg.de/beratung-fuer-betroffene-von-menschenhandel-fiz ➡️ Artikel zum Nachlesen: https://detektor.fm/wirtschaft/brand-eins-podcast-claudia-robbe-ueber-ausbeutung-und-menschenhandel-in-nagelstudios

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
Entrando em Águas profundas | Pra Ester Eduardo

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Aug 23, 2026 55:53


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Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
O poder da Intimidade | Pra. Ester Eduardo

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 53:45


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Dia a dia com a Palavra
Qual a sua opinião sobre prometer coisas aos outros? Acha que é algo bom ou ruim?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 1:00


Promessas estão baseadas em palavras. E hoje, parece que as palavras estão em descrédito. Tudo em nosso tempo tem que estar escrito.As promessas são capazes de encher o coração de esperança ou de nos magoar profundamente, pois promessas não cumpridas machucam, mas algumas nos permitem sonhar.Políticos são do tipo que usam mal as promessas. Jogam palavras ao vento.Veja o que diz o Salmo 89 nos versos 3 e 4: "Tu disseste: “Fiz uma aliança com o meu escolhido e jurei a Davi, meu servo: Para sempre estabelecerei a sua posteridade e firmarei o seu trono de geração em geração".Não quero entrar no conteúdo da promessa, mas apenas no fato de que o salmo registra uma promessa feita por Deus a Davi.Tendo Deus como exemplo, podemos e devemos prometer coisas que estão ao nosso alcance e lutar para cumprir tais promessas. Promessas cumpridas podem restaurar relacionamentos e animar corações partidos. E elas também glorificam a Deus e isso é o mais importante.

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
Série: Uma vida abençoada - Abençoados para abençoar | Bp Marcelo Toschi

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 50:41


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Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
Série: Uma vida abençoada - Princípios da Multiplicação | Bp Marcelo Toschi

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 80:16


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Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
Série: Uma vida abençoada - Um coração que derrama ou um coração que retém? | Pr Fausto Piperno

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 57:08


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Gama Revista
Paulliny Tort: Literatura, imaginação e ciência em "Os Imortais"

Gama Revista

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 31:00


Foram cinco anos de trabalho para que a escritora e jornalista Paulliny Tort concluísse “Os Imortais”, romance que narra o encontro de um clã de neandertais com um grupo de homo sapiens. O livro, lançado no começo deste ano, já é a maior febre literária do ano e Tort é uma das presenças mais esperadas na edição de 24ª Flip, a Festa Literária Internacional de Paraty.Na entrevista ao Podcast da Semana, a escritora conta como chegou à linguagem crua e precisa do livro. “Limpei o texto de todos os anacronismos. Por exemplo, não tem o verbo sapatear porque, embora eles usem calçados, não são sapatos. Fiz uma pesquisa etimológica e limpei as figuras de linguagem. Foi um processo bem interessante e foi importante ele ter passado por esse estado de crueza. Mas depois eu fui voltando com as figuras de linguagem e com o que era mais sonoro e mais fluído para mim.”Mestre em Comunicação e Sociedade pela UnB, Tort é também autora de “Erva Brava” (Fósforo, 2024), seu primeiro livro de contos, que foi vencedor do prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA) e finalista do prêmio Jabuti 2022; e de “Allegro ma non troppo” (Oito e Meio, 2016), semifinalista do Prêmio Oceanos de Literatura.Ainda recente, “Os Imortais” já pode ser descrito como uma febre. Original e surpreendente, virou tema frequente nas redes sociais e fora delas. “A literatura toca no outro pela sensibilidade. Você pode se emocionar com um personagem que talvez você não concordasse com a forma como ele vive. Esse lugar da imaginação e do sentir que a literatura oferece é o que mais me interessa”, diz.Estudiosa da biologia (Tort fez cursos na área e um estágio em primatologia), conta que não pesquisou exatamente para escrever o livro, mas chegou a passar dias caminhando e fazendo jejum para reproduzir o que vivem seus personagens. “O jejum é um processo fisiológico e psíquico muito interessante, que não acontece só no corpo, mas na mente também, e muda a nossa percepção e a nossa relação com o tempo”, afirma.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima

Os 3 Consultores
Reforço do crédito habitação para comprar um carro elétrico? Fiz a conta

Os 3 Consultores

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 19:02


"Qual é a tua opinião sobre pedir um reforço do crédito habitação para comprar um elétrico e poupar 250€/mês de combustível?" — pergunta real de um seguidor. Fiz a conta. E a resposta não depende da taxa de juro.Durante anos analisei a vida financeira de centenas de famílias — foi daí que nasceu o Bofetada Financeira. Neste episódio mostro os três cenários: o do stand, o do banco e o da realidade — incluindo o que acontece quando a disciplina falha a meio.

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
Série: Uma vida abençoada - Quebrando o espírito de Mamom | Bp Marcelo Toschi

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 65:19


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Oxigênio
#222 – A autoria indígena da colonização às livrarias

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 33:06


A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil.  TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos.  CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez.  MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio.  LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos,  ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai.  CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas.  CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas.  LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas.  CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta.  CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas.  CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário.  CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço.  MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever.  [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música]  LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico.  TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai.  LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda  é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender.  MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena.  LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso.  TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho.  LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada  a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso.  CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso.  CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais.  LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade.  CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas.  CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso.  MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento.  MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada.  TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus.    TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio.  TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos.  MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto.  TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você.  LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela.  TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas.  MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista.  MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história.  [trilha sonora]  TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro.  LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz.  TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva  MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles.    TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas.  TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha]  LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês.  TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas.  TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha.  LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez.  MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima!  Trilhas:  Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027  Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385  Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621 

Carla Gamba
Fragmentos Evangelho Segundo Maria Madalena - Ep.3

Carla Gamba

Play Episode Listen Later Jul 5, 2026 10:28


Quantas formas existem de romper um ciclo de violência?Às vezes lutar é enfrentar.Às vezes lutar é não participar.Fiz aquilo que esperavam de mim.Porque deixar-se conduzir é fácil.Difícil é existir.Quais são as suas histórias? Quais são as suas marcas na alma? O que você veio para curar e a que vc escolher pertencer nesta sua historia? Música: Ave Maria - Maria Betânia

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Cultura

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 5:33


A cidade de Arles, no sul da França, se prepara para mais uma temporada como vitrine privilegiada da fotografia mundial. Sob o tema "Mundos para reler", são mais de 40 exposições espalhadas pela cidade, conhecida por importantes monumentos romanos e que também serviu de inspiração para Van Gogh. Os Encontros de Arles acontecem de 6 de julho a 4 de outubro. Patrícia Moribe, em Paris Na programação oficial, o fotógrafo carioca Gui Christ participa da coletiva "Nous ne sommes pas seuls – Images extraterrestres" (Não estamos sozinhos – Imagens extraterrestres). Apresentada na seção Croisière, a mostra tem curadoria de Philippe Baudouin e explora a "cultura da dúvida visual" por meio de arquivos da NASA e de obras contemporâneas que investigam o fenômeno dos OVNIs. Gui Christ contribui com imagens realizadas no Vale do Amanhecer, um complexo espiritual próximo a Brasília que reúne doutrinas de diferentes tradições em um cenário visualmente instigante, semelhante a um parque temático futurista e místico. "Fiz esse trabalho para a National Geographic em 2018. O Vale do Amanhecer é uma religião brasileira fundada por Tia Neia, uma médium, na década de 1960 em Planaltina, Goiás. É uma religião que possui uma característica muito presente na religiosidade brasileira, a capacidade de reunir diferentes tradições espirituais, diferentes formas de compreender o mundo", explica. "Dentro dessa religião, convivem referências do cristianismo, do espiritismo, dos saberes indígenas, de religiões afro-brasileiras e também a crença em extraterrestres. Mais do que fotografar a religião e as pessoas, o que me interessou foi entender como a fotografia pode tornar visíveis mundo que existem para além do olhar ocidental", acrescenta Gui Christ. Na categoria Prêmio Descoberta Fondation Louis Roederer 2026, o laboratório La.Ima, coordenado em Paris por Ioana Mello e Oleñka Carrasco, apresenta o trabalho do senegalês Souleymane Bachir Diaw. Sua série, intitulada "Sutura", será exibida no espaço Monoprix e investiga as "verdades não ditas" presentes nas estruturas patriarcais. Segundo a curadora Ioana Mello, o projeto aborda a masculinidade no Senegal e como ela "se revela dentro da estrutura patriarcal familiar e no deslocamento do artista, que hoje mora em Paris; de como ele vê essas verdades a partir desse novo olhar, desse novo contexto". Utilizando tecidos e imagens performáticas, a obra propõe uma "reparação das feridas íntimas e sociais". No festival Arles OFF, Carolina Arantes apresenta "First Generation". Com curadoria de Denise Camargo e Azu Nwagbogu, a mostra é resultado de uma pesquisa sobre mulheres francesas de ascendência africana. O projeto reúne depoimentos e entrevistas das mulheres retratadas, com design sonoro de Isadora Dartial e mixagem de Sulivan Clabaut. "O trabalho é sobre como essa identidade vai sendo construída por meio da vida privada delas, no cotidiano. É sobre como o espaço público da história de um país e a vida pessoal dessas mulheres se encontram nesse processo de construção de uma França contemporânea", explica Carolina Arantes. A exposição combina esses registros sonoros a retratos íntimos, arquivos de família e fotografia documental, criando um mosaico das pessoas que definem a nova geração da sociedade francesa. A Associação Iandé, organização francesa que estabelece pontes entre a fotografia brasileira e a Europa, organiza exposições imersivas de artistas brasileiras sob o tema "Os Arquivos e o Íntimo", com curadoria de Gláucia Nogueira e Jonathan Pierredon. "A partir de arquivos pessoais, Rochelle Zandavale, Melissa Flores e Luciana Petrelli constroem narrativas onde a memória vira imagem e o privado conversa um pouco a história coletiva. Também há uma série chamda 'I've Never Been to Japan', que fala sobre a imigração japonesa no Brasil a partir de arquivos pessoais. É uma forma também de celebrar o bicentenário da fotografia", explica Gláucia Nogueira. Retrospectivas e atividades paralelas A 57ª edição do festival propõe uma imersão em narrativas que atravessam o continente africano e a região do Mediterrâneo para questionar identidades e histórias. Além dos destaques individuais, o evento reúne grandes nomes da fotografia contemporânea e histórica, como Omar Victor Diop e Lee Shulman (com o projeto The Anonymous Project – Being There), Clément Cogitore (Memory Palace), além de mostras dedicadas a Paul Kodjo, Rebekka Deubner e Orianne Ciantar Olive. Há também novas releituras de nomes consagrados, como William Klein e Harry Gruyaert. O festival organiza ainda uma ampla programação paralela voltada tanto para profissionais quanto para amadores, incluindo leituras de portfólios, prêmio de edição, feira de livros, além de debates e conferências.

Chocolate & História
71 A História da Copa do Mundo | Chocolate e História

Chocolate & História

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 86:49


Venha conhecer e aprender sobre a Copa do Mundo e todas as suas edições até os dias de hoje! Fiz um grande apanhado sobre esse evento que é gigante tanto em tamanho quanto em História! instagram e tiktok: ⁠@elizabethmargot_Patisserie: ⁠@elizabethmargotpatisseriewww.chocolateehistoria.com.br

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
Série: Uma vida abençoada - A Prova| Bp Marcelo Toschi

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Jun 28, 2026 69:35


CURTA e COMENTE se essa mensagem falou com você.COMPARTILHE e AJUDE essa mensagem a alcançar ainda mais vidas.CONHEÇA A IGREJA AMOR E CUIDADO:linktr.ee/amorecuidadoLINKS ÚTEIS:Entregar sua vida a Jesus - https://bit.ly/Fiz-a-decisão-por-JesusACPedir uma oração - https://bit.ly/pedidodeoraçãoACParticipar de uma célula - http://e.uall.ai/bd3d6badContribuir e ofertar - https://bit.ly/49XjJZb#culto #cultoonline #deus #jesus #bíblia #igreja

AWR Malagasy / Malgache
1 - Aza ny fivavahana no anaronana ny ratsy atao 2 - Lesona tsara, Fiz voalohany 3 - faminaniana tanteraka 03(Babylona) 4 - Fisorohana ny fahadisoam-panantenana mialohan'ny fanambadiana 5 - Manaraka ny zanak`Ondry

AWR Malagasy / Malgache

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 59:00


1 - Aza ny fivavahana no anaronana ny ratsy atao 2 - Lesona tsara, Fiz voalohany 3 - faminaniana tanteraka 03(Babylona) 4 - Fisorohana ny fahadisoam-panantenana mialohan'ny fanambadiana 5 - Manaraka ny zanak`Ondry

AWR Malgache
1 - Aza ny fivavahana no anaronana ny ratsy atao 2 - Lesona tsara, Fiz voalohany 3 - faminaniana tanteraka 03(Babylona) 4 - Fisorohana ny fahadisoam-panantenana mialohan'ny fanambadiana 5 - Manaraka ny zanak`Ondry

AWR Malgache

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 59:00


1 - Aza ny fivavahana no anaronana ny ratsy atao 2 - Lesona tsara, Fiz voalohany 3 - faminaniana tanteraka 03(Babylona) 4 - Fisorohana ny fahadisoam-panantenana mialohan'ny fanambadiana 5 - Manaraka ny zanak`Ondry

Portuguese For Listening With Eli And Friends
Episode 272: Going to the Gas Station - part 2

Portuguese For Listening With Eli And Friends

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 42:10


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WGospel.com
Corte o mal pela raiz

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 5:19


TEMPO DE REFLETIR 01796 – 15 de junho de 2026 Mateus 5:29 – Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno. O nervo ótico é uma das avenidas através das quais o pecado penetra na mente humana. Cristo disse que o adultério, por exemplo, começa com um olhar impuro (Mt 5:28). Então a solução proposta seria arrancar o olho direito, que, no conceito popular antigo, enxergava melhor. Mas, será que o problema ficaria resolvido? E o olho esquerdo não pode fazer alguém tropeçar? Obviamente, esse conselho de Cristo não deve ser interpretado literalmente, pois nesse caso teríamos um mundo de caolhos. No versículo seguinte Cristo dá o mesmo conselho caso a mão direita fizer você tropeçar: Corte-a fora! Assim, além de caolhos, você teria também uma multidão de manetas. E se você continuar cortando tudo o que o faz pecar, o que sobraria? Orígenes, um dos maiores eruditos da igreja, no século III, combinou esses textos com a declaração de Cristo de que há alguns homens “que a si mesmos se fizeram eunucos, por causa do reino dos céus” (Mt 19:12), e se castrou. Isso mostra que a interpretação literal de um simbolismo pode afetar a a vida física. “Cristo usa aqui uma figura de linguagem. Ele não requer a mutilação do corpo [que é o templo do Espírito Santo], mas o controle dos pensamentos. O recusar-se a contemplar o mal é tão eficaz como o fazer-se cego, e tem a vantagem adicional de reter a visão e utilizá-la para aquilo que é bom. Uma raposa às vezes rói a própria pata, presa numa armadilha, a fim de escapar. De igual modo um lagarto sacrifica sua cauda, ou uma lagosta suas tesouras. “Cristo aconselha simbolicamente arrancar o olho ou amputar a mão para salientar que se deve tomar uma decisão resoluta para resguardar-se do mal. O cristão faria bem em seguir o exemplo de Jó, o qual disse: ‘Fiz aliança com meus olhos; como, pois, os fixaria eu numa donzela?'” (Jó 31:1) (SDA Bible Commentary, v. 5, p. 337). Como podemos evitar maus pensamentos? Veja o conselho inspirado: “Os que não querem cair presa dos enganos de Satanás, devem guardar bem as vias de acesso à alma; devem-se esquivar de ler, ver ou ouvir tudo quanto sugira pensamentos impuros” (Atos dos Apóstolos, p. 518). Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e a Pai: coloco os meus olhos, a minha boca, a minha mente, o meu coração, em Tuas mãos. Por favor. Toma conta de tudo isso. Toma conta de minha vida. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
Quando tudo parece perdido| Bp Marcelo Toschi

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 53:34


CURTA e COMENTE se essa mensagem falou com você.COMPARTILHE e AJUDE essa mensagem a alcançar ainda mais vidas.CONHEÇA A IGREJA AMOR E CUIDADO:linktr.ee/amorecuidadoLINKS ÚTEIS:Entregar sua vida a Jesus - https://bit.ly/Fiz-a-decisão-por-JesusACPedir uma oração - https://bit.ly/pedidodeoraçãoACParticipar de uma célula - http://e.uall.ai/bd3d6badContribuir e ofertar - https://bit.ly/49XjJZb#culto #cultoonline #deus #jesus #bíblia #igreja

The Talk of the Street: A Coronation Street Podcast
June 5, 2026 - You Had Me at Piles

The Talk of the Street: A Coronation Street Podcast

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 105:14


This podcast covers episodes 11,864 to 11,872. Idris makes a decision to stay in Weatherfield and looks for new legal representation. Sarah is all out of sorts as she commemorates what would've been Billy's 22nd birthday. Todd assumes the police are still holding on to his phone and is surprised to learn that no phones were recovered from Theo's murder. Carl becomes convinced that Tyrone and Ronnie are in cahoots. Fiz continues to be concerned about Hope's interest in Will. Daniel's first day back at school does not go according to plan. Lily is not soz. Brody is mustached. Bertie calls the social (probably). Become a Friend of the Podcast: https://patreon.com/thetalkofthestreet Buy us a coffee: https://ko-fi.com/thetalkofthestreet Write to the show: The Talk of the Street, PO Box 12, Eaton Rapids, MI 48827, United States Email the show: thetalkofthestreet@gmail.com 

AWR Malagasy / Malgache
1 - Mahareta hatramin'ny farany 2 - Jesosy ihany no tsy nanota 3 - Fitombona ara-panahy Fiz faharoa 4 - Ny fitiavan-tena 5 - Fibebahana sy famelankeloka, fianarana fanampiny

AWR Malagasy / Malgache

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 59:00


1 - Mahareta hatramin'ny farany 2 - Jesosy ihany no tsy nanota 3 - Fitombona ara-panahy Fiz faharoa 4 - Ny fitiavan-tena 5 - Fibebahana sy famelankeloka, fianarana fanampiny

AWR Malgache
1 - Mahareta hatramin'ny farany 2 - Jesosy ihany no tsy nanota 3 - Fitombona ara-panahy Fiz faharoa 4 - Ny fitiavan-tena 5 - Fibebahana sy famelankeloka, fianarana fanampiny

AWR Malgache

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 59:00


1 - Mahareta hatramin'ny farany 2 - Jesosy ihany no tsy nanota 3 - Fitombona ara-panahy Fiz faharoa 4 - Ny fitiavan-tena 5 - Fibebahana sy famelankeloka, fianarana fanampiny

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
Quando Deus te chama para vencer| Bp Marcelo Toschi

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 82:50


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Fora da Lei
Fiz um brinco, top concertos, torneio de ténis - Fora da Lei #293

Fora da Lei

Play Episode Listen Later May 25, 2026 42:21


Fiz um brinco, top concertos, torneio de ténis - Fora da Lei #293 by Tiago Almeida

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
Série: Poder de Deus - Cheios do Espí­rito |Bp. Marcelo Toschi

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later May 25, 2026 81:41


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News Plus
Nicht nur Sexarbeit: Menschenhandel auch in Schweizer Haushalten

News Plus

Play Episode Listen Later May 11, 2026 15:37


Sie führen den Haushalt, unterstützen ältere Menschen und betreuen Kinder: Viele ausländische Hausangestellte arbeiten in der Schweiz illegal in privaten Haushalten – oft unter prekärsten Bedingungen. Dahinter steckt nicht selten Menschenhandel, ein Problem mit hoher Dunkelziffer. Die Fachstelle für Frauenhandel und Frauenmigration (FIZ) betreute im vergangenen Jahr 228 Opfer von Frauenhandel. Viele betroffene Frauen werden in der Schweiz als Sexarbeiterinnen oder als günstige Arbeitskräfte in Privathaushalten ausgebeutet. Häufig stammen sie aus finanziell und strukturell schwierigen Verhältnissen, sagt Fanie Wirth von der FIZ. In dieser Podcast-Folge zeigen wir anhand eines konkreten Beispiels, wie Frauenhandel in der Schweiz aussieht – und warum er so schwer zu erkennen ist. ____________________ Habt Ihr Fragen oder Themen-Inputs? Schreibt uns gerne per Mail an newsplus@srf.ch oder sendet uns eine Sprachnachricht an 076 320 10 37. ____________________ In dieser Episode zu hören: - Fanie Wirth von der Fachstelle für Frauenhandel und Frauenmigration FIZ ____________________ Team: - Moderation: Vanessa Ledergerber - Produktion: Martina Koch - Mitarbeit: Julius Schmid ____________________ Das ist «News Plus»: In einer Viertelstunde die Welt besser verstehen – ein Thema, neue Perspektiven und Antworten auf eure Fragen. Unsere Korrespondenten und Expertinnen aus der Schweiz und der Welt erklären, analysieren und erzählen, was sie bewegt. «News Plus» von SRF erscheint immer von Montag bis Freitag um 16 Uhr rechtzeitig zum Feierabend.

Bri The Sports Guy
939: Bri's bracket looks very good through 2 rounds (only UF and UVA are out) and Fiz wins the Valspar

Bri The Sports Guy

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 17:38


Bri's bracket looks very good through 2 rounds (only UF and UVA are out) and Fiz wins the Valspar

Brasil-Mundo
Produções brasileiras destacam temas íntimos e universais na Berlinale

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 6:12


O Brasil representado este ano na Berlinale ilustra bem a tradição do Festival de Cinema de Berlim: um evento engajado e atento às múltiplas facetas do mundo. Entre os filmes brasileiros exibidos em diferentes seções, muitos exploram dilemas existenciais, revelando como o cinema nacional aborda, à sua maneira, temas universais. As questões da família, da velhice e, principalmente, do luto permearam as narrativas apresentadas na capital alemã nos primeiros dias de programação. Silvano Mendes, enviado especial da RFI a Berlim Coincidência ou não, o luto esteve presente em ao menos três produções brasileiras exibidas no festival. Uma delas é “Nosso Segredo”, primeiro longa-metragem de Grace Passô, que mergulha na intimidade de uma família mineira lidando com a morte do pai, enquanto fenômenos misteriosos mantêm o espectador em alerta até o último minuto. A trama, que flerta com o surrealismo, expõe a dificuldade de enfrentar perdas – que podem se manifestar das maneiras mais inesperadas. “'Nosso Segredo' é um filme que fala sobre a capacidade das pessoas de se juntarem dentro de um universo afetivo para tentar vencer seus traumas, seus problemas. Fala da capacidade de união”, comentou Grace pouco antes da estreia mundial do longa, na noite de sábado (14). Outro filme que aborda essa temática, ainda que de forma secundária, é “Feito Pipa”, de Allan Deberton, que acompanha a história de um garoto criado pela avó desde a morte da mãe. A relação entre os dois é abalada quando a avó adoece, e o menino tenta esconder a situação temendo ter que morar com o pai – alguém que, segundo ele, “deveria ter morrido no lugar da mãe”, como esbraveja o pequeno Gugu, interpretado com grande sensibilidade por Yuri Gomes, um ator baiano de 11 anos. O luto em um road movie introspectivo A questão do luto e as formas de enfrentá-lo também estão no centro de “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha”, dirigido por Janaina Marques. Rodado no Ceará, o longa começa com ares de Thelma & Louise: duas mulheres na estrada, fugindo e, ao mesmo tempo, se reencontrando. Entre sonho e realidade, Rosa revisita sua relação com a irreverente mãe, Dalva, que passou anos presa por matar um homem prestes a cometer feminicídio. Juntas, embarcam em uma viagem delirante, buscando reencontrar memórias de um período em que poderiam ter sido felizes. Aqui, a perda é vivida como uma imersão no inconsciente da protagonista. Rosa deseja “matar essa mulher que já não se reconhece na vida, para fazer renascer uma nova mulher”, resume a diretora, que enxerga nessa busca uma forma própria de elaborar o luto. Em “Se eu fosse vivo… vivia”, de André Novais Oliveira, a morte de um ente querido é o mote inicial. “O projeto veio do luto que a gente viveu, com minha família e meus amigos, com a morte da minha mãe”, conta o cineasta, que se inspirou nessa dor para retratar um casal que segue apaixonado após 50 anos juntos. O filme começa nos anos 1970, com uma cuidadosa reconstituição da época em que os protagonistas – interpretados na juventude por Jean Paulo Santos e Tainá Evaristo – ainda namoravam. Em seguida, o espectador acompanha o casal já idoso, refletindo sobre como cada um lidaria com a ausência do outro. Entre as cenas mais marcantes, está o momento em que Jacira, a personagem principal, sugere que o marido Gilberto poderia se casar com a cunhada após sua morte. O longa de André Novais é um verdadeiro projeto familiar: o personagem de Gilberto é interpretado pelo próprio pai do diretor, Norberto Novais Oliveira, cuja atuação impressiona pelo realismo. Ele dá vida, com extrema delicadeza, a um idoso como tantos encontrados nas famílias brasileiras, que enfrenta o luto pela companheira de décadas. Ator não profissional, ele contracena com a escritora Conceição Evaristo, que também surpreende em sua estreia como atriz. “Ter ela na equipe foi bem especial. Mesmo não tendo experiência como roteirista, ela ajudou bastante a pensar também o roteiro”, comenta o diretor. A Berlinale continua até o próximo sábado (21).

WGospel.com
A tristeza do coração

WGospel.com

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 5:23


TEMPO DE REFLETIR 01674 – 13 de fevereiro de 2026 Neemias 2:2 – Por que está triste o teu rosto, se não estás doente? Tem de ser tristeza do coração. Não é agradável conviver com alguém que está a maior parte do tempo com a testa franzida e a expressão carregada, denotando tristeza, preocupação ou mau humor. As pessoas percebem, é claro, que algo não vai bem e ficam se perguntando: “Será que é comigo? Fiz alguma coisa errada?” Em alguns casos é melhor perguntar à pessoa, para tirar a dúvida. Foi o que fez o rei Artaxerxes, ao observar o rosto de Neemias. Ele lhe perguntou: “Por que está triste o teu rosto, se não estás doente? Tem de ser tristeza do coração”. Bom observador, esse rei. Num relance, ele percebeu que Neemias não estava bem e que seu problema não era físico, mas emocional. Neemias ficou com medo, pois como copeiro real ele não podia se dar ao luxo de se apresentar diante do rei com a expressão facial abatida ou mal-humorada. “Um servo que mostrasse mau humor perante o rei poderia ser considerado um conspirador, ou um mau empregado. Uma fisionomia triste nunca era tolerada na presença do rei” (Champlin). Por um momento Neemias pensou que perderia a cabeça, pois cabeças de servos não tinham muito valor na corte real, naquele tempo. Por isso, apressou-se a responder: “Viva o rei para sempre!” Ele queria que o rei soubesse que por trás de seu semblante triste não havia nenhum plano para envenená-lo. “Como não me estaria triste o rosto se a cidade, onde estão os sepulcros de meus pais, está assolada e tem as portas consumidas pelo fogo?” (Ne 2:3) Poucos monarcas se incomodariam com os problemas pessoais de seus servidores, e menos ainda em solucioná-los. Mas Artaxerxes era um homem sensível e bondoso, e perguntou a Neemias: “Que me pedes agora?” (v. 4). Neemias então fez uma breve oração, pois temia a reação do rei à solicitação que iria fazer, o que implicaria uma mudança na política do império persa para com os judeus de Jerusalém. Ele pediu permissão para ir a Jerusalém, a fim de restaurar as muralhas da cidade. O rei concordou. Foi a tristeza do rosto de Neemias que deu início a todo esse processo. Mas certamente foi a interferência divina na disposição do rei, como resposta à oração de Neemias, que resultou no sucesso da missão do servo do rei, pois tristeza e mau humor geralmente não resolvem dificuldades. Seja qual for o problema que você está enfrentando, peça ajuda a Deus para colocar-lhe no rosto um sorriso. O resultado é que a vida também irá sorrir para você. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, em meio aos nossos problemas do dia a dia, ajuda-nos a enfrentá-los com segurança, otimismo e um sorriso no rosto. Toma conta de nossa vida! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

AWR Malagasy / Malgache
1 - Efa tonga ny famonjena 2 - Mbola mitombina ve ny zava-padiana, Fiz 2 3 - Fiaikena sy famelan-keloka 4 - Enjehina nefa tsy nafoy

AWR Malagasy / Malgache

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 59:00


1 - Efa tonga ny famonjena 2 - Mbola mitombina ve ny zava-padiana, Fiz 2 3 - Fiaikena sy famelan-keloka 4 - Enjehina nefa tsy nafoy

The Hoop Genius Podcast
S6 Ep18: Dave Fizdale reveals the SECRET plan that SAVED LeBron's Legacy

The Hoop Genius Podcast

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 58:00


David Fizdale joins Mo Mooncey & Coach Suhr on the Hoop Genius Podcast. Step inside the real NBA inner circle as David Fizdale reveals never-before-told stories from two decades coaching the biggest stars in basketball. From the origins of the USD “mafia” that quietly shaped modern coaching, to building trust with Hall of Famers through ruthless preparation, Fizdale breaks down exactly how elite relationships are formed in the NBA. He explains how Dwyane Wade opened the door to LeBron James, how the Miami Heat rebuilt their entire system after the 2011 Finals loss, and how one simple adjustment in Boston became the turning point that saved the Big Three era and transformed LeBron's legacy. Fizz details the film sessions, the spacing changes, the post-up demands, and the exact mindset LeBron walked into Game 6 with. The episode also dives into the unseen dynamics between coaches and stars — why great players test you, why trust matters more than talent, and how Fizdale earned the respect of legends like LeBron, Wade, Bosh, KD, and more. He breaks down the most difficult players and teams he ever had to prepare for, including Dirk's Mavericks, Popovich's Spurs, Rondo's Celtics, and the peak Suns offense under Monty Williams. Fizz gives candid insight into Chris Paul's current situation with the Clippers, what actually goes into defining roles behind the scenes, and how front-office communication shapes outcomes long before the public ever finds out. He also shares rare stories about Pat Riley's leadership, including the closed-door moment that stabilized Miami when the Heat were 8–9 and the fanbase was calling for Spoelstra to be fired. From the evolution of Erik Spoelstra, to the internal strategy behind the early Big Three struggles, to the grind of the video room and the craft of coaching itself — this episode is a masterclass in NBA culture, team dynamics, and elite performance. If you want the untold truth about LeBron's rise in Miami, championship-level preparation, and what really happens inside NBA locker rooms, this is the definitive interview.

Conversation Street
Conversation Street Podcast Episode 708

Conversation Street

Play Episode Listen Later Nov 29, 2025 196:44


On our latest podcast, we chat about the episodes of Coronation Street shown between the 24th and the 28th November (Episodes #11,729 - 11,734). This week, every Swarla fan's worst nightmare comes true as Carla finally walks out on Lisa, her patience with Becky's constant interference pushed beyond breaking point. Lisa's habit of siding with her undead wife certainly isn't a great look - so does she deserve some serious grovelling time in the weeks ahead, or is any of her behaviour even slightly justified? There's more relationship turmoil for Todd and Theo too, as things take a violent turn and a shaken Todd ends up in A&E - still showing no sign of having the strength to walk away from his abusive partner… Also this week, Carl and Ryan clash over who's second in command at the hotel, Chesney catches Fiz sneaking off for some much-needed R&R, and Asha begins to piece her life back together. For this week's Kabin segment, we've tracked down all the places you can see past Corrie cast member in panto this Christmas, and we finish off the show with a spot of feedback. Street Talk - 00:23:44 The Kabin - 02:51:44 Listener Feedback - 03:03:04 

The Talk of the Street: A Coronation Street Podcast
November 28, 2025 - Glenda Has Left the Building

The Talk of the Street: A Coronation Street Podcast

Play Episode Listen Later Nov 29, 2025 99:18


This podcast covers episodes 11,729 to 11,734. Becky continues to worm her way into number six as Carla comes to the end of her tether. Carl manufactures an unpaid account to hasten his access to the hotel's business accounts. Fiz has to rush off after learning that Cilla is undergoing an operation, but all is not as it seems. As Kev decides to turn his house into a pub, Dev worries about Asha's readiness to come home. Theo pushes Todd into a strict training regime and cuts him adrift from his friends. Roy explains jigsaws. Summer's fainting again. Sarah attacks.

The Talk of the Street: A Coronation Street Podcast
November 14, 2025 - Anything With Jason Statham

The Talk of the Street: A Coronation Street Podcast

Play Episode Listen Later Nov 15, 2025 104:11


This podcast covers episodes 11,717 to 11,722. David and Shona are brought down to earth with a scene-repeating bang when they learn that their baby's life is in danger before it's begun. Tensions continue to brew in the Dobbs household as Fiz and Tyrone struggle to cope with his disability. Carla is sick to the back teeth of Becky and forces the issue by throwing her out. Kev attempts to cheer himself up with a poker night exclusively for the inhabitants of the Island of Misfit Toys. Tim and Sally receive news that Joanie will be coming home while Lou won't be for another four months. Theo reacts badly when Todd expresses his disapproval of him working with Pete again. Will's illicit relationship with Megan struggles under the weight of the distance between Hull and Manchester. Michael can't play poker. Mary's hair is lopsided. Costello's racking up the air miles.

The Talk of the Street: A Coronation Street Podcast
October 17, 2025 - Emergency Crisp

The Talk of the Street: A Coronation Street Podcast

Play Episode Listen Later Oct 18, 2025 101:50


This podcast covers episodes 11,693 to 11,698. Kev now lives in dark rooms while Abi does her best to convince herself that she and Carl are moving forward. Theo's jealousy of Todd and his relationships sends him to Canal Street on a Monday night with one of Gary's sub-contractors. Cassie and Fiz compete with each other to see how much they can leave Tyrone to his own devices. Tim warns Sally to stop her attempts to ruin his memories of his childhood, no matter how dodgy those memories are. Bethany hasn't been back for a week and she's been set up working at the salon, but the work experience is out to cause drama. Asha is released from hospital and into the caring and smothering arms of her father. Carla leaves for a funeral in Ireland and asks Roy to keep an eye on Becky sniffing around Swain. Bucket hats are back. Naomi runs a mean career's fair. Kirk has a big & on his shirt.

The Talk of the Street: A Coronation Street Podcast
September 26, 2025 - Understatement Police

The Talk of the Street: A Coronation Street Podcast

Play Episode Listen Later Sep 27, 2025 110:16


This podcast covers episodes 11,675 to 11,680. Todd finds it impossible to judge Theo's moods as they await a decision from the family court about Theo's access to his awful kids. Swain is coerced into helping Becky move into a flat but when their car runs out of petrol, Becky seizes a chance to reconnect. After Kev gets the all-clear from his oncologist, Abi has some important news of her own. Fiz is pulled in multiple directions as she tries to keep the house running while Tyrone is in hospital. Dee Dee is shocked when Ollie complains to Toyah about the Bistro's use of synthetic truffle oil, but the veg were fine. Jenny hasn't given up hope on getting together with George but Christina is constantly in the way. Asha is shocked when she runs into the woman who abused her during her paramedic shift. Adam is a punk. Cassie's not allowed a haircut. Millie hides in the toilet.

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July 11, 2025 - Weatherfield's Top Cop

The Talk of the Street: A Coronation Street Podcast

Play Episode Listen Later Jul 12, 2025 104:59


This podcast covers episodes 11,609 to 11,616. Todd confronts Millie about his suspicions of her pregnancy. Kev is worried about the gulf growing between him and Abi and contrives a foolhardy plan to keep her. Dee Dee has trouble respecting the boundaries of the adoption agreement with James. Steve panics when he lets slip that he's falling for Cassie. Aadi feels responsible for Racist Kelly when she is finally released from hospital. Conflicted by Tinker and Becky's deaths, Swain struggles to open up during her first therapy session. Maria's concerns for Gary grow while Nina continues to worry about her own involvement. Fiz can't change a flat. Jack takes a penalty. Carla puts cheese in her bath.