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TEMPO DE REFLETIR 01796 – 15 de junho de 2026 Mateus 5:29 – Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno. O nervo ótico é uma das avenidas através das quais o pecado penetra na mente humana. Cristo disse que o adultério, por exemplo, começa com um olhar impuro (Mt 5:28). Então a solução proposta seria arrancar o olho direito, que, no conceito popular antigo, enxergava melhor. Mas, será que o problema ficaria resolvido? E o olho esquerdo não pode fazer alguém tropeçar? Obviamente, esse conselho de Cristo não deve ser interpretado literalmente, pois nesse caso teríamos um mundo de caolhos. No versículo seguinte Cristo dá o mesmo conselho caso a mão direita fizer você tropeçar: Corte-a fora! Assim, além de caolhos, você teria também uma multidão de manetas. E se você continuar cortando tudo o que o faz pecar, o que sobraria? Orígenes, um dos maiores eruditos da igreja, no século III, combinou esses textos com a declaração de Cristo de que há alguns homens “que a si mesmos se fizeram eunucos, por causa do reino dos céus” (Mt 19:12), e se castrou. Isso mostra que a interpretação literal de um simbolismo pode afetar a a vida física. “Cristo usa aqui uma figura de linguagem. Ele não requer a mutilação do corpo [que é o templo do Espírito Santo], mas o controle dos pensamentos. O recusar-se a contemplar o mal é tão eficaz como o fazer-se cego, e tem a vantagem adicional de reter a visão e utilizá-la para aquilo que é bom. Uma raposa às vezes rói a própria pata, presa numa armadilha, a fim de escapar. De igual modo um lagarto sacrifica sua cauda, ou uma lagosta suas tesouras. “Cristo aconselha simbolicamente arrancar o olho ou amputar a mão para salientar que se deve tomar uma decisão resoluta para resguardar-se do mal. O cristão faria bem em seguir o exemplo de Jó, o qual disse: ‘Fiz aliança com meus olhos; como, pois, os fixaria eu numa donzela?'” (Jó 31:1) (SDA Bible Commentary, v. 5, p. 337). Como podemos evitar maus pensamentos? Veja o conselho inspirado: “Os que não querem cair presa dos enganos de Satanás, devem guardar bem as vias de acesso à alma; devem-se esquivar de ler, ver ou ouvir tudo quanto sugira pensamentos impuros” (Atos dos Apóstolos, p. 518). Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e a Pai: coloco os meus olhos, a minha boca, a minha mente, o meu coração, em Tuas mãos. Por favor. Toma conta de tudo isso. Toma conta de minha vida. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
This podcast covers episodes 11,864 to 11,872. Idris makes a decision to stay in Weatherfield and looks for new legal representation. Sarah is all out of sorts as she commemorates what would've been Billy's 22nd birthday. Todd assumes the police are still holding on to his phone and is surprised to learn that no phones were recovered from Theo's murder. Carl becomes convinced that Tyrone and Ronnie are in cahoots. Fiz continues to be concerned about Hope's interest in Will. Daniel's first day back at school does not go according to plan. Lily is not soz. Brody is mustached. Bertie calls the social (probably). Become a Friend of the Podcast: https://patreon.com/thetalkofthestreet Buy us a coffee: https://ko-fi.com/thetalkofthestreet Write to the show: The Talk of the Street, PO Box 12, Eaton Rapids, MI 48827, United States Email the show: thetalkofthestreet@gmail.com
1 - Mahareta hatramin'ny farany 2 - Jesosy ihany no tsy nanota 3 - Fitombona ara-panahy Fiz faharoa 4 - Ny fitiavan-tena 5 - Fibebahana sy famelankeloka, fianarana fanampiny
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Fiz um brinco, top concertos, torneio de ténis - Fora da Lei #293 by Tiago Almeida
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O cineasta Mawete Paciência e o produtor e actor Kayaya Júnior integraram uma delegação privada angolana ao Festival de cinema de Cannes. Eles estiveram nos estúdios da RFI para comentar os resultados da sua visita ao certame do sul da França e para abordar a produção angolana da sétima arte. O actor e produtor Kayaya Júnior e o cineasta Mawete Paciência comentaram com a RFI os resultados dos respectivos encontros no Festival de cinema de Cannes. Mawete Paciência começa por admitir que se trata da sua primeira vez neste prestigioso certame de cinema. Mawete Paciência: É a minha primeira vez. Cannes é uma terra de estreias, não é? Epa! É uma terra... É aquela coisa do tipo "Queria muito poder chegar cá nesta terra, queria muito poder conhecer esta cidade, queria muito poder estar cá nesta altura deste evento". Então são muitos anos à espera por uma oportunidade de trabalhar para podermos cá chegar. No entanto, está a ser muito bom para mim, está a ser maravilhoso. Enfim, todos os dias que saímos para as ruas temos estado a colher, a ver coisas diferentes, a perceber a dimensão deste evento, como ela movimenta a cidade em si. Então está a ser uma experiência magnífica mesmo ! Mas foi necessário prepará-lo. Isto foi longo, custoso, demorado também. Mas lá chegaram. Qual era o propósito mesmo de vir até cá? Kayaya Júnior: Olha, o propósito da verdade é simples é a vontade de profissionais ligados ao sector do cinema, do audiovisual, em querer descobrir caminhos, em querer perceber como é que as coisas funcionam, como é que as dinâmicas funcionam para nós podermos, quem sabe, num futuro próximo, termos uma presença mais consolidada aqui no Festival de Cannes. O Festival de Cannes está a fazer 79 anos, 79 edições. São muitos anos de experiência. E nós sentimos que também temos um lugar aqui, temos um espaço. Então, de forma particular, privada, cada um de nós com os nossos recursos, o Mawete é profissional de cinema e televisão. O Malef também. Eu faço produção, trabalho em rádio, televisão e sou actor. Então também mostrei interesse nesta ideia de vir descobrir o Festival de Cannes. Então começámos a trabalhar já há algum tempo atrás, em criar condições para podermos estar aqui. Não estamos aqui a título oficial. Vamos lá, se assim se pode dizer, de forma política. Mas estamos aqui, enquanto angolanos que querem descobrir como é que podemos, no próximo ano, nas próximas edições, marcar uma presença mais consolidada, tal como eu disse. Há várias formas possíveis. Se calhar talvez um pavilhão próprio, no futuro ? Quem sabe ! Estarmos numa varanda como esta, também a expor os nossos produtos, a produção nacional, a produção angolana, as nossas narrativas que há muitas e ainda bem que tem havido muitas produções. Nós, no primeiro dia, no dia de montagens e no primeiro dia do festival, já conseguimos fazer alguns contactos. Tivemos algumas reuniões com produtoras, com distribuidoras, por exemplo, falámos com a Loco Films, que é uma distribuidora francesa, falámos com a K Movie Entertainment, que é uma distribuidora da Coreia do Sul, e o interesse manifestado por eles ao verem o que nós fazemos, porque nós trouxemos alguns trailers de produções do Mawete e do Malef, do Bumbo Negro do Ngouabi Silva, que também são angolanos e também produzem e eles mostraram interesse, pelo menos mostraram curiosidade. Foi possível também já ter uma abordagem com uma equipa, uma delegação do Canadá com a escola de cinema que está em Paris, a Escola Internacional de Cinema. Tivemos uma boa conversa também com a realizadora americana, produtora realizadora, que é a Carole Copeland, que já se mostrou interessada e disponível para fazer uma formação ou presencial ou online connosco com Angola. Então é assim se nós conseguirmos sair daqui com uma ideia de como podemos trazer a produção nacional à produção angolana nas próximas edições, já terá valido a pena. Quais são os nomes que, apesar de tudo, ainda continuam a ecoar aqui do cinema angolano? Penso ainda em Zézé Gamboa, penso ainda em Dom Pedro. São esses nomes que vêm de forma corriqueira, que são citados pelos vossos interlocutores. O que é que já se conhece de Angola no cinema aqui? É assim: eu não consegui ainda perceber se há algum conhecimento ou não nas abordagens que temos estado a fazer. Acho que não houve ainda nenhuma referência. Há um cinema angolano que tenha passado por aqui, o que quer dizer que houve uma paragem, houve uma pausa. E estes interregnos, claro, apagam muita coisa, não é? Eu penso que a última vez que Angola teve profissionais aqui foi em 2007, se não estou em erro. E de lá para cá não houve mais ninguém a participar. Nós viemos a título particular, mas viemos com o sentimento de que o que nós conseguirmos descobrir, vamos partilhar com Angola. Para que, para o ano, se calhar, em vez de estarem aqui três profissionais, estejam aqui seis, nove ou doze, sei lá. E que tragamos as nossas bandeiras, a nossa produção, para poder mostrar porque nós estamos a fazer exactamente isso. Estamos com os nossos tablets e temos estado a abordar os stands, os pavilhões e os profissionais a mostrar: "Olha, conhece isto? Tem curiosidade sobre Angola? Veja isto." E a reacção tem sido muito positiva. E então, o cinema aqui, há cinema do mundo todo. No pouco tempo que ficaram cá, conseguiram ver outras propostas, por exemplo, cinema africano ? Conseguiram lidar com outras pessoas? O que é que conseguiram fazer? Mawete Paciência: Temos estado a conhecer muita gente, Conhecemos um realizador e produtor sul-africano africano e conversámos rapidamente. Porque aqui percebemos uma coisa, aqui em Cannes, tudo é muito rápido, as coisas são muito dinâmicas, então temos estado a conhecer pessoas no sector, temos estado a conhecer africanos. Vamos agora fazer aí a visita no espaço. O espaço africano agora criado. Enfim, já estivemos lá. Vamos voltar agora aqui, para então chegarmos até ao cinema africano. Tivemos há pouco tempo com o realizador e produtor africano também antes de virmos cá à rádio. No entanto, temos aquilo que disse e muito bem nosso objectivo aqui é, na verdade, virmos conhecer um pouquinho, fazermos um networking, vermos como é que podemos nos próximos anos também fazermos parte desta corrida, estarmos aqui expostos, trazermos aqui os nossos conteúdos. Então é muita coisa nova para nós. Está sendo uma experiência boa porque estamos a absorver, não é, boas informações, estamos a colher aqui no Cannes, enfim, no festival nesse contexto ? Então acreditamos, nós que ainda temos tempo, ainda vamos a tempo de conversarmos mais, de conhecermos mais pessoas. E esse é o nosso grande objectivo aqui mesmo. Pedir-vos -ia então que levantassem um pouco o véu sobre os projectos em que estão envolvidos e que estão a fazer. Se calhar começaria por si, Kayaya Júnior:. Pode apresentar-nos um pouco as obras em que já esteve implicado e aquelas em que pretende apostar ? Eu, enquanto actor, tenho participado ultimamente, nos últimos quatro, cinco anos, mais activamente e voltando um bocadinho ao passado, eu fiz uma participação na primeira co-produção Portugal Angola Angola/Portugal, do realizador Jorge António. Também já trabalhei com a Maria João Ganga, com o Zezé Gamboa, em produções mais antigas. Ultimamente estou no filme que está agora a ser disponibilizado para o mundo, que é o "Perverso" do Mawete Paciência que já esteve no Festival da Suécia da Cinema África. Esteve também num festival na Hungria. Já foi apresentado em Portugal em Setembro do ano passado e estamos agora a trabalhar na possibilidade de ir a Moçambique. Também já esteve em São Tomé. Para além disso, também participei no filme de uma Films, que é uma curta sobre a problemática de um mercado que em Luanda o mercado muito famoso que é o mercado da Mabunda. Então o Malé Filmes produziu o filme que é "A Faca e o Peixe", que é um filme que já esteve o ano passado no Festival de Marselha, foi apresentado no Festival de Marselha e outros filmes que tem estado também a participar, como por exemplo o Pequenos Sonhos de um Guabi Silva cataléptico do Bumbo Negro, que são realizadores angolanos e mais recentemente estamos em fase de rodagem de uma série assinada também pelo Mawete, que é "O preço da verdade", que é uma série com algum problema social muito grande. A abordagem de problemas sociais. Então tem um pé na televisão e no cinema, não é? Está a ser produzida com o objectivo de ser apresentado para a televisão ou para as plataformas, mas poderá ser também apresentado em cinema. E enquanto produtor, eu estou, tal como eu, quase toda a gente que trabalha em cinema em Angola, numa área ou noutra, faz um bocado de tudo. Os actores acabam também sem produtores associados porque às vezes facilitam o trabalho logístico de uma produção através dos seus conhecimentos, através do seu apoio, do seu interesse. Então, eu acho que estar aqui no Festival de Cannes dá-nos uma visão muito mais alargada daquilo que nós temos que realmente fazer. O que é que temos que fazer para trazer, para tirar as nossas produções de Luanda? Porque o que nós precisamos em Angola é que os filmes saiam do Luanda e sejam vistos. Precisam do mercado ! Precisamos do mercado, precisamos de ter oportunidade de mostrar. E é excatamente isso que nós viemos à procura fazer estes contactos para mostrar o nosso trabalho. Tivemos um breve encontro com um jornalista norte-americano que tem uma revista dedicada ao cinema e em cinco minutos de conversa ele ficou tão interessado que automaticamente fez logo questão de fazer ali uma nota. Lá está, se nós não tivemos a oportunidade de ir a estes mercados, estas feiras de conteúdos, estes eventos com a dimensão como um festival de Cannes, nós nunca poderemos dar nos a conhecer, porque viemos de forma muito intermitente, não é? Angola esteve aqui em 2007. De 2007 para cá nunca mais teve ninguém. Então este é o recado que nós vamos levar. Este é o desafio que nós queremos levar também para as nossas autoridades, principalmente para a cultura e para o turismo. Porque isto é turismo também. E agora nós temos um grande movimento à volta do desenvolvimento do turismo em Angola. Então vamos levar esta experiência e tentar partilhar com essas entidades para ver se para o ano nós estamos aqui com uma presença mais bonita, mais consolidada, mais dinâmica em Angola. Que se oiça música angolana aqui nos corredores do Festival de Cannes. Então fizemos muita referência a um projecto seu em curso, Mawete Paciência. Pode-nos levantar um pouco o véu sobre do que é que se trata? Sobre o que é que versa o seu filme? Mawete Paciência: Pois é, dentro de vários filmes que eu tenho, tem aí aproximadamente seis filmes. Tenho uma mini série, tenho algumas co-produções com países como Argentina, Brasil. Fiz agora em São Tomé um filme. Tenho também co-produção com México. No entanto, eu tenho filme que é "O Perverso", que já estaremos a ano passado e neste ano estamos agora a trabalhar a série, que é uma série televisiva que vai trazer conflitos nos lares. Como sempre, trazer problemas novos porque o nosso conceito de produção é mesmo identificar os nossos problemas, não é? Problemas que acontecem no nosso país e que acabam sendo transversais. São os perversos, as pessoas tóxicas, é isso ? Pode ser. Você vê, no entanto, na verdade, que é o seriado que nós vamos trazer, vai estar aí aproximadamente com 25 capítulos, não é? Trazendo todas essas histórias que acabei aqui falando, enfim, as nossas histórias, a nossa identidade, porque nós precisamos levar isso. Precisamos mostrar ao mundo quem nós somos. Angola é um país que eu sinto. Nós não nos mostramos muito ao mundo. Nós não temos uma presença muito fraca para o mundo. Então precisamos então activar esse lado. Precisamos, porque eu digo assim o mundo também não, não vai poder-nos localizar assim, do nada, se nós não nos mostrarmos efectivamente, criarmos algum barulho. Não é que desperte a atenção, nós não vamos ser localizados de nada. Então há esta vontade, É esta força toda que trabalhando nos nossos conteúdos. Enfim. E este é um seriado que acreditamos, nós que eu acredito, temos estado a fazer com muito gosto, de forma a podermos não produzir algo que se fixou por Angola, mas que vá para o mundo, que esteja disponível. Nas plataformas, nem que for para o YouTube. Quem sabe talvez conseguirmos outras plataformas de streaming e poderemos então colocar lá este conteúdo, inserir os conteúdos ? Acreditamos nisso. Nós acreditamos que o empresariado angolano precisa ser um pouco mais incentivado, porque tudo isso que nós temos estado a fazer tem sido por um esforço particular e não tem sido pelas nossas próprias lutas. É mesmo, também, alguma forma de inconsciência ?! Sim, de inconsciência. Timidamente vão aparecendo uma ou outra empresa a disponibilizar um pouquinho, mas nós, olhando para esse universo, olhando para esta realidade, começamos a perceber que o cinema não é um cinema mesmo muito para fazer. Cinema é uma industria e para fazer o cinema requer mesmo este pensamento do empresariado. Olhar aquilo como uma indústria e não olhar aquilo como uma mera diversão. Não é aonde ele pode colocar qualquer coisa, não. No entanto, esta visão, este conceito que nós estamos a beber aqui, estamos a ver aqui claramente. Nós vamos partilhar em Angola. Vamos replicar em Angola a informação e poder talvez começar a atiçar. E nós temos de atiçar um pouquinho mais o empresariado local, começar a perceber que é possível fazer alguma coisa que chegue até aqui. É possível, porque para um filme, chegar até aqui implica uma logística, implica uma mecânica, implica qualidade, implica um investimento e muita das vezes, os investimentos nós não conseguimos tirar do nosso Estado, do Estado. Nós não conseguimos ter esses investimentos e mesmo privado, quem nós vamos ter que contar para conseguirmos, talvez nas próximas edições, estarmos aqui com um produto que realmente nos dignifica e que possamos olhar e dizer "Viva Angola! Estamos presentes em Cannes, um festival de Cannes vai ser bom para nós". Vamos trabalhar para isso. Muito obrigado a ambos. Resta me desejar vos um bom festival de Cannes. Obrigado por terem vindo até aqui. Kayaya Júnior: Queria só deixar mais uma nota, porque é fundamental e nós também temos estado a trabalhar sobre isso. Eu já fiz algumas participações em anos anteriores em produções portuguesas e eu acredito que até parece estranho. Tão próximos que nós somos, mas não temos histórias contadas sobre nós. Então, eu creio que é fundamental começarmos a pensar neste intercâmbio. A primeira co-produção Portugal Angola foi feita em 92 do Jorge António e de lá para cá, não creio que tenha havido muito mais. Então é também o objetivo encontrar, por exemplo, caminhos que nos levem a essas coproduções, porque as nossas histórias, as nossas narrativas, acabam por se interligar numa intersecção qualquer do Oceano Atlântico, por exemplo. E é isso, pronto, vamos estar disponíveis, estamos disponíveis. Bem hajam e voltem sempre. Mawete Paciência: Obrigado, Obrigado mesmo pelo convite e é uma honra fazermos parte deste momento que é marcante para nós também.
Certo dia, um professor aplicava uma prova.A sala estava em silêncio. O relógio corria. E cada aluno, entre a ansiedade e a concentração, tentava encontrar as respostas certas antes que o tempo acabasse.Faltando poucos minutos para o fim, um jovem levantou a mão e pediu:— Professor… o senhor pode me dar uma folha em branco?O professor estranhou. Levou a folha até ele e perguntou:— Mais uma? O que aconteceu?E o rapaz respondeu, quase sem jeito:— Eu tentei responder tudo… mas me perdi. Rabisquei demais. Fiz uma confusão danada. Quero começar outra vez.O professor entregou a folha e, enquanto caminhava de volta, ficou torcendo em silêncio para que aquele aluno conseguisse recomeçar.E talvez… seja exatamente isso que Deus faz conosco todos os dias.Porque toda manhã, quando abrimos os olhos, recebemos do céu uma nova folha em branco.Uma nova chance.Um novo começo.Uma nova oportunidade de escrever diferente.Mas quantas vezes a gente rabisca a própria história?Quantas vezes mistura medo, pressa, mágoa, orgulho… e transforma a vida numa confusão difícil de entender?Há dias em que amassamos sonhos.Dias em que desperdiçamos tempo.Dias em que deixamos a esperança escorrer pelos dedos.Mesmo assim… Deus continua nos entregando outra folha.O hoje.E talvez hoje seja o dia de passar a vida a limpo.Escrever com mais calma.Com mais verdade.Com mais amor.Talvez hoje seja o momento de trocar palavras pesadas por gestos de dignidade…De substituir a tristeza pela fé…A indiferença pela amizade…E o egoísmo pela fraternidade.Porque no fim das contas, a vida não exige que sejamos perfeitos.Ela apenas espera que façamos o melhor que pudermos com a página que recebemos.Não importa a idade.Não importa o dinheiro.Não importa quantas vezes você já tenha errado.Enquanto existir hoje… existe oportunidade.Por isso, não desperdice esta folha em branco.Escreva nela abraços sinceros.Escreva perdão.Escreva coragem.Escreva esperança.E acima de tudo… escreva amor.Porque conjugar o verbo amar é permitir que a nossa história seja lembrada não pelas quedas… mas pela luz que deixamos no caminho de alguém.A felicidade não cai do céu pronta.Ela nasce da busca.Da fé.Da coragem de continuar mesmo depois dos rabiscos.Deus já entregou a página de hoje nas suas mãos.Agora… a caneta é sua.
Certo dia, um professor aplicava uma prova.A sala estava em silêncio. O relógio corria. E cada aluno, entre a ansiedade e a concentração, tentava encontrar as respostas certas antes que o tempo acabasse.Faltando poucos minutos para o fim, um jovem levantou a mão e pediu:— Professor… o senhor pode me dar uma folha em branco?O professor estranhou. Levou a folha até ele e perguntou:— Mais uma? O que aconteceu?E o rapaz respondeu, quase sem jeito:— Eu tentei responder tudo… mas me perdi. Rabisquei demais. Fiz uma confusão danada. Quero começar outra vez.O professor entregou a folha e, enquanto caminhava de volta, ficou torcendo em silêncio para que aquele aluno conseguisse recomeçar.E talvez… seja exatamente isso que Deus faz conosco todos os dias.Porque toda manhã, quando abrimos os olhos, recebemos do céu uma nova folha em branco.Uma nova chance.Um novo começo.Uma nova oportunidade de escrever diferente.Mas quantas vezes a gente rabisca a própria história?Quantas vezes mistura medo, pressa, mágoa, orgulho… e transforma a vida numa confusão difícil de entender?Há dias em que amassamos sonhos.Dias em que desperdiçamos tempo.Dias em que deixamos a esperança escorrer pelos dedos.Mesmo assim… Deus continua nos entregando outra folha.O hoje.E talvez hoje seja o dia de passar a vida a limpo.Escrever com mais calma.Com mais verdade.Com mais amor.Talvez hoje seja o momento de trocar palavras pesadas por gestos de dignidade…De substituir a tristeza pela fé…A indiferença pela amizade…E o egoísmo pela fraternidade.Porque no fim das contas, a vida não exige que sejamos perfeitos.Ela apenas espera que façamos o melhor que pudermos com a página que recebemos.Não importa a idade.Não importa o dinheiro.Não importa quantas vezes você já tenha errado.Enquanto existir hoje… existe oportunidade.Por isso, não desperdice esta folha em branco.Escreva nela abraços sinceros.Escreva perdão.Escreva coragem.Escreva esperança.E acima de tudo… escreva amor.Porque conjugar o verbo amar é permitir que a nossa história seja lembrada não pelas quedas… mas pela luz que deixamos no caminho de alguém.A felicidade não cai do céu pronta.Ela nasce da busca.Da fé.Da coragem de continuar mesmo depois dos rabiscos.Deus já entregou a página de hoje nas suas mãos.Agora… a caneta é sua.
Sie führen den Haushalt, unterstützen ältere Menschen und betreuen Kinder: Viele ausländische Hausangestellte arbeiten in der Schweiz illegal in privaten Haushalten – oft unter prekärsten Bedingungen. Dahinter steckt nicht selten Menschenhandel, ein Problem mit hoher Dunkelziffer. Die Fachstelle für Frauenhandel und Frauenmigration (FIZ) betreute im vergangenen Jahr 228 Opfer von Frauenhandel. Viele betroffene Frauen werden in der Schweiz als Sexarbeiterinnen oder als günstige Arbeitskräfte in Privathaushalten ausgebeutet. Häufig stammen sie aus finanziell und strukturell schwierigen Verhältnissen, sagt Fanie Wirth von der FIZ. In dieser Podcast-Folge zeigen wir anhand eines konkreten Beispiels, wie Frauenhandel in der Schweiz aussieht – und warum er so schwer zu erkennen ist. ____________________ Habt Ihr Fragen oder Themen-Inputs? Schreibt uns gerne per Mail an newsplus@srf.ch oder sendet uns eine Sprachnachricht an 076 320 10 37. ____________________ In dieser Episode zu hören: - Fanie Wirth von der Fachstelle für Frauenhandel und Frauenmigration FIZ ____________________ Team: - Moderation: Vanessa Ledergerber - Produktion: Martina Koch - Mitarbeit: Julius Schmid ____________________ Das ist «News Plus»: In einer Viertelstunde die Welt besser verstehen – ein Thema, neue Perspektiven und Antworten auf eure Fragen. Unsere Korrespondenten und Expertinnen aus der Schweiz und der Welt erklären, analysieren und erzählen, was sie bewegt. «News Plus» von SRF erscheint immer von Montag bis Freitag um 16 Uhr rechtzeitig zum Feierabend.
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Hoy hemos estrenado premio: hemos sorteado un menú en Bakh. También hemos charlado con Óscar Uzquiano y hemos felicitado al campeón de la Martín Fiz
Las zapatillas ganadoras del maratón Martín Fiz, aún con sangre ya son nuestras... a cambio, invitamos a un chuletón al ganador de la prueba. "No estaría mal un gel de chuleta"
Tres nombres propios hoy en el programa: markel Beloki, Martín Fiz y Magno Mocelín, que... ¡Nos ha cogido el teléfono desde Brasil a las 4 de la mañana! También hemos hablado con Loli de Centro de Jardinería Gorbeia y hemos sorteado las hamburguesas de Larrain Bus.
Escuchamos a Quique Sánchez Flores, a Otto a Galbiati y a Markel Beloki y conocemos los detalles de la 22ª edición de la Elproex Martín Fiz.
Martín Fiz a los Kiroleros: "Si corréis la edición 25 os regalo las zapatillas"
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Veio aí o episódio anual comigo comentando sobre os filmes que estão na seleção oficial de Cannes de 2026.O festival começa no dia 12 de maio.Fiz uma introdução relembrando os filmes da edição passada do festival e fazendo um levantamento de quantos eu consegui ver e quantos estão disponíveis aqui no Brasil.Me sigam no Instagram @filme.da.semanaBluesky @lalarilandEmail: podcastfilmedasemana@gmail.com
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Bri's bracket looks very good through 2 rounds (only UF and UVA are out) and Fiz wins the Valspar
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O Brasil representado este ano na Berlinale ilustra bem a tradição do Festival de Cinema de Berlim: um evento engajado e atento às múltiplas facetas do mundo. Entre os filmes brasileiros exibidos em diferentes seções, muitos exploram dilemas existenciais, revelando como o cinema nacional aborda, à sua maneira, temas universais. As questões da família, da velhice e, principalmente, do luto permearam as narrativas apresentadas na capital alemã nos primeiros dias de programação. Silvano Mendes, enviado especial da RFI a Berlim Coincidência ou não, o luto esteve presente em ao menos três produções brasileiras exibidas no festival. Uma delas é “Nosso Segredo”, primeiro longa-metragem de Grace Passô, que mergulha na intimidade de uma família mineira lidando com a morte do pai, enquanto fenômenos misteriosos mantêm o espectador em alerta até o último minuto. A trama, que flerta com o surrealismo, expõe a dificuldade de enfrentar perdas – que podem se manifestar das maneiras mais inesperadas. “'Nosso Segredo' é um filme que fala sobre a capacidade das pessoas de se juntarem dentro de um universo afetivo para tentar vencer seus traumas, seus problemas. Fala da capacidade de união”, comentou Grace pouco antes da estreia mundial do longa, na noite de sábado (14). Outro filme que aborda essa temática, ainda que de forma secundária, é “Feito Pipa”, de Allan Deberton, que acompanha a história de um garoto criado pela avó desde a morte da mãe. A relação entre os dois é abalada quando a avó adoece, e o menino tenta esconder a situação temendo ter que morar com o pai – alguém que, segundo ele, “deveria ter morrido no lugar da mãe”, como esbraveja o pequeno Gugu, interpretado com grande sensibilidade por Yuri Gomes, um ator baiano de 11 anos. O luto em um road movie introspectivo A questão do luto e as formas de enfrentá-lo também estão no centro de “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha”, dirigido por Janaina Marques. Rodado no Ceará, o longa começa com ares de Thelma & Louise: duas mulheres na estrada, fugindo e, ao mesmo tempo, se reencontrando. Entre sonho e realidade, Rosa revisita sua relação com a irreverente mãe, Dalva, que passou anos presa por matar um homem prestes a cometer feminicídio. Juntas, embarcam em uma viagem delirante, buscando reencontrar memórias de um período em que poderiam ter sido felizes. Aqui, a perda é vivida como uma imersão no inconsciente da protagonista. Rosa deseja “matar essa mulher que já não se reconhece na vida, para fazer renascer uma nova mulher”, resume a diretora, que enxerga nessa busca uma forma própria de elaborar o luto. Em “Se eu fosse vivo… vivia”, de André Novais Oliveira, a morte de um ente querido é o mote inicial. “O projeto veio do luto que a gente viveu, com minha família e meus amigos, com a morte da minha mãe”, conta o cineasta, que se inspirou nessa dor para retratar um casal que segue apaixonado após 50 anos juntos. O filme começa nos anos 1970, com uma cuidadosa reconstituição da época em que os protagonistas – interpretados na juventude por Jean Paulo Santos e Tainá Evaristo – ainda namoravam. Em seguida, o espectador acompanha o casal já idoso, refletindo sobre como cada um lidaria com a ausência do outro. Entre as cenas mais marcantes, está o momento em que Jacira, a personagem principal, sugere que o marido Gilberto poderia se casar com a cunhada após sua morte. O longa de André Novais é um verdadeiro projeto familiar: o personagem de Gilberto é interpretado pelo próprio pai do diretor, Norberto Novais Oliveira, cuja atuação impressiona pelo realismo. Ele dá vida, com extrema delicadeza, a um idoso como tantos encontrados nas famílias brasileiras, que enfrenta o luto pela companheira de décadas. Ator não profissional, ele contracena com a escritora Conceição Evaristo, que também surpreende em sua estreia como atriz. “Ter ela na equipe foi bem especial. Mesmo não tendo experiência como roteirista, ela ajudou bastante a pensar também o roteiro”, comenta o diretor. A Berlinale continua até o próximo sábado (21).
O Brasil representado este ano na Berlinale ilustra bem a tradição do Festival de Cinema de Berlim: um evento engajado e atento às múltiplas facetas do mundo. Entre os filmes brasileiros exibidos em diferentes seções, muitos exploram dilemas existenciais, revelando como o cinema nacional aborda, à sua maneira, temas universais. As questões da família, da velhice e, principalmente, do luto permearam as narrativas apresentadas na capital alemã nos primeiros dias de programação. Silvano Mendes, enviado especial da RFI a Berlim Coincidência ou não, o luto esteve presente em ao menos três produções brasileiras exibidas no festival. Uma delas é “Nosso Segredo”, primeiro longa-metragem de Grace Passô, que mergulha na intimidade de uma família mineira lidando com a morte do pai, enquanto fenômenos misteriosos mantêm o espectador em alerta até o último minuto. A trama, que flerta com o surrealismo, expõe a dificuldade de enfrentar perdas – que podem se manifestar das maneiras mais inesperadas. “'Nosso Segredo' é um filme que fala sobre a capacidade das pessoas de se juntarem dentro de um universo afetivo para tentar vencer seus traumas, seus problemas. Fala da capacidade de união”, comentou Grace pouco antes da estreia mundial do longa, na noite de sábado (14). Outro filme que aborda essa temática, ainda que de forma secundária, é “Feito Pipa”, de Allan Deberton, que acompanha a história de um garoto criado pela avó desde a morte da mãe. A relação entre os dois é abalada quando a avó adoece, e o menino tenta esconder a situação temendo ter que morar com o pai – alguém que, segundo ele, “deveria ter morrido no lugar da mãe”, como esbraveja o pequeno Gugu, interpretado com grande sensibilidade por Yuri Gomes, um ator baiano de 11 anos. O luto em um road movie introspectivo A questão do luto e as formas de enfrentá-lo também estão no centro de “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha”, dirigido por Janaina Marques. Rodado no Ceará, o longa começa com ares de Thelma & Louise: duas mulheres na estrada, fugindo e, ao mesmo tempo, se reencontrando. Entre sonho e realidade, Rosa revisita sua relação com a irreverente mãe, Dalva, que passou anos presa por matar um homem prestes a cometer feminicídio. Juntas, embarcam em uma viagem delirante, buscando reencontrar memórias de um período em que poderiam ter sido felizes. Aqui, a perda é vivida como uma imersão no inconsciente da protagonista. Rosa deseja “matar essa mulher que já não se reconhece na vida, para fazer renascer uma nova mulher”, resume a diretora, que enxerga nessa busca uma forma própria de elaborar o luto. Em “Se eu fosse vivo… vivia”, de André Novais Oliveira, a morte de um ente querido é o mote inicial. “O projeto veio do luto que a gente viveu, com minha família e meus amigos, com a morte da minha mãe”, conta o cineasta, que se inspirou nessa dor para retratar um casal que segue apaixonado após 50 anos juntos. O filme começa nos anos 1970, com uma cuidadosa reconstituição da época em que os protagonistas – interpretados na juventude por Jean Paulo Santos e Tainá Evaristo – ainda namoravam. Em seguida, o espectador acompanha o casal já idoso, refletindo sobre como cada um lidaria com a ausência do outro. Entre as cenas mais marcantes, está o momento em que Jacira, a personagem principal, sugere que o marido Gilberto poderia se casar com a cunhada após sua morte. O longa de André Novais é um verdadeiro projeto familiar: o personagem de Gilberto é interpretado pelo próprio pai do diretor, Norberto Novais Oliveira, cuja atuação impressiona pelo realismo. Ele dá vida, com extrema delicadeza, a um idoso como tantos encontrados nas famílias brasileiras, que enfrenta o luto pela companheira de décadas. Ator não profissional, ele contracena com a escritora Conceição Evaristo, que também surpreende em sua estreia como atriz. “Ter ela na equipe foi bem especial. Mesmo não tendo experiência como roteirista, ela ajudou bastante a pensar também o roteiro”, comenta o diretor. A Berlinale continua até o próximo sábado (21).
TEMPO DE REFLETIR 01674 – 13 de fevereiro de 2026 Neemias 2:2 – Por que está triste o teu rosto, se não estás doente? Tem de ser tristeza do coração. Não é agradável conviver com alguém que está a maior parte do tempo com a testa franzida e a expressão carregada, denotando tristeza, preocupação ou mau humor. As pessoas percebem, é claro, que algo não vai bem e ficam se perguntando: “Será que é comigo? Fiz alguma coisa errada?” Em alguns casos é melhor perguntar à pessoa, para tirar a dúvida. Foi o que fez o rei Artaxerxes, ao observar o rosto de Neemias. Ele lhe perguntou: “Por que está triste o teu rosto, se não estás doente? Tem de ser tristeza do coração”. Bom observador, esse rei. Num relance, ele percebeu que Neemias não estava bem e que seu problema não era físico, mas emocional. Neemias ficou com medo, pois como copeiro real ele não podia se dar ao luxo de se apresentar diante do rei com a expressão facial abatida ou mal-humorada. “Um servo que mostrasse mau humor perante o rei poderia ser considerado um conspirador, ou um mau empregado. Uma fisionomia triste nunca era tolerada na presença do rei” (Champlin). Por um momento Neemias pensou que perderia a cabeça, pois cabeças de servos não tinham muito valor na corte real, naquele tempo. Por isso, apressou-se a responder: “Viva o rei para sempre!” Ele queria que o rei soubesse que por trás de seu semblante triste não havia nenhum plano para envenená-lo. “Como não me estaria triste o rosto se a cidade, onde estão os sepulcros de meus pais, está assolada e tem as portas consumidas pelo fogo?” (Ne 2:3) Poucos monarcas se incomodariam com os problemas pessoais de seus servidores, e menos ainda em solucioná-los. Mas Artaxerxes era um homem sensível e bondoso, e perguntou a Neemias: “Que me pedes agora?” (v. 4). Neemias então fez uma breve oração, pois temia a reação do rei à solicitação que iria fazer, o que implicaria uma mudança na política do império persa para com os judeus de Jerusalém. Ele pediu permissão para ir a Jerusalém, a fim de restaurar as muralhas da cidade. O rei concordou. Foi a tristeza do rosto de Neemias que deu início a todo esse processo. Mas certamente foi a interferência divina na disposição do rei, como resposta à oração de Neemias, que resultou no sucesso da missão do servo do rei, pois tristeza e mau humor geralmente não resolvem dificuldades. Seja qual for o problema que você está enfrentando, peça ajuda a Deus para colocar-lhe no rosto um sorriso. O resultado é que a vida também irá sorrir para você. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, em meio aos nossos problemas do dia a dia, ajuda-nos a enfrentá-los com segurança, otimismo e um sorriso no rosto. Toma conta de nossa vida! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
¹ Senhor, não me repreendas no teu furor nem me disciplines na tua ira.² Pois as tuas flechas me atravessaram, e a tua mão me atingiu.³ Por causa de tua ira todo o meu corpo está doente; não há saúde nos meus ossos por causa do meu pecado.⁴ As minhas culpas me afogam; são como um fardo pesado e insuportável.⁵ Minhas feridas cheiram mal e supuram por causa da minha insensatez.⁶ Estou encurvado e muitíssimo abatido; o dia todo saio vagueando e pranteando.⁷ Estou ardendo em febre; todo o meu corpo está doente.⁸ Sinto-me muito fraco e totalmente esmagado; meu coração geme de angústia.⁹ Senhor, diante de ti estão todos os meus anseios; o meu suspiro não te é oculto.¹⁰ Meu coração palpita, as forças me faltam; até a luz dos meus olhos se foi.¹¹ Meus amigos e companheiros me evitam por causa da doença que me aflige; ficam longe de mim os meus vizinhos.¹² Os que desejam matar-me preparam armadilhas, os que me querem prejudicar anunciam a minha ruína; passam o dia planejando traição.¹³ Como um surdo, não ouço, como um mudo, não abro a boca.¹⁴ Fiz-me como quem não ouve, e em cuja boca não há resposta.¹⁵ Senhor, em ti espero; Tu me responderás, ó Senhor meu Deus!¹⁶ Pois eu disse: "Não permitas que eles se divirtam à minha custa, nem triunfem sobre mim quando eu tropeçar".¹⁷ Estou a ponto de cair, e a minha dor está sempre comigo.¹⁸ Confesso a minha culpa; em angústia estou por causa do meu pecado.¹⁹ Meus inimigos, porém, são muitos e poderosos; é grande o número dos que me odeiam sem motivo.²⁰ Os que me retribuem o bem com o mal caluniam-me porque é o bem que procuro.²¹ Senhor, não me abandones! Não fiques longe de mim, ó meu Deus!²² Apressa-te a ajudar-me, Senhor, meu Salvador! Salmos 38:1-22Youtube: youtube.com/c/PrRomuloPereiraInstagram: @PrRomuloPereiraFacebook: facebook.com/PrRomuloPereiraSpotify: Evangelho Puro e Simpleshttps://podcasters.spotify.com/pod/show/PrRomuloPereira
1 - Efa tonga ny famonjena 2 - Mbola mitombina ve ny zava-padiana, Fiz 2 3 - Fiaikena sy famelan-keloka 4 - Enjehina nefa tsy nafoy
David Fizdale joins Mo Mooncey & Coach Suhr on the Hoop Genius Podcast. Step inside the real NBA inner circle as David Fizdale reveals never-before-told stories from two decades coaching the biggest stars in basketball. From the origins of the USD “mafia” that quietly shaped modern coaching, to building trust with Hall of Famers through ruthless preparation, Fizdale breaks down exactly how elite relationships are formed in the NBA. He explains how Dwyane Wade opened the door to LeBron James, how the Miami Heat rebuilt their entire system after the 2011 Finals loss, and how one simple adjustment in Boston became the turning point that saved the Big Three era and transformed LeBron's legacy. Fizz details the film sessions, the spacing changes, the post-up demands, and the exact mindset LeBron walked into Game 6 with. The episode also dives into the unseen dynamics between coaches and stars — why great players test you, why trust matters more than talent, and how Fizdale earned the respect of legends like LeBron, Wade, Bosh, KD, and more. He breaks down the most difficult players and teams he ever had to prepare for, including Dirk's Mavericks, Popovich's Spurs, Rondo's Celtics, and the peak Suns offense under Monty Williams. Fizz gives candid insight into Chris Paul's current situation with the Clippers, what actually goes into defining roles behind the scenes, and how front-office communication shapes outcomes long before the public ever finds out. He also shares rare stories about Pat Riley's leadership, including the closed-door moment that stabilized Miami when the Heat were 8–9 and the fanbase was calling for Spoelstra to be fired. From the evolution of Erik Spoelstra, to the internal strategy behind the early Big Three struggles, to the grind of the video room and the craft of coaching itself — this episode is a masterclass in NBA culture, team dynamics, and elite performance. If you want the untold truth about LeBron's rise in Miami, championship-level preparation, and what really happens inside NBA locker rooms, this is the definitive interview.
1 - Atsipazo 2 - Jeremia toko fahatelo 3 - Faminaniana azo antoka, fiz voalohany 4 - Drafitra ho an39;ny fiainanao Fiz faharoa 5 - Monina eo amin`ny tany
On our latest podcast, we chat about the episodes of Coronation Street shown between the 24th and the 28th November (Episodes #11,729 - 11,734). This week, every Swarla fan's worst nightmare comes true as Carla finally walks out on Lisa, her patience with Becky's constant interference pushed beyond breaking point. Lisa's habit of siding with her undead wife certainly isn't a great look - so does she deserve some serious grovelling time in the weeks ahead, or is any of her behaviour even slightly justified? There's more relationship turmoil for Todd and Theo too, as things take a violent turn and a shaken Todd ends up in A&E - still showing no sign of having the strength to walk away from his abusive partner… Also this week, Carl and Ryan clash over who's second in command at the hotel, Chesney catches Fiz sneaking off for some much-needed R&R, and Asha begins to piece her life back together. For this week's Kabin segment, we've tracked down all the places you can see past Corrie cast member in panto this Christmas, and we finish off the show with a spot of feedback. Street Talk - 00:23:44 The Kabin - 02:51:44 Listener Feedback - 03:03:04
This podcast covers episodes 11,729 to 11,734. Becky continues to worm her way into number six as Carla comes to the end of her tether. Carl manufactures an unpaid account to hasten his access to the hotel's business accounts. Fiz has to rush off after learning that Cilla is undergoing an operation, but all is not as it seems. As Kev decides to turn his house into a pub, Dev worries about Asha's readiness to come home. Theo pushes Todd into a strict training regime and cuts him adrift from his friends. Roy explains jigsaws. Summer's fainting again. Sarah attacks.
1 - Tiako fona hianao 2 - Jeremia toko faharoa 3 - Iza no nanova?, fiz faharoa 4 - Drafitra ho an39;ny fiainanao Fiz voalohany 5 - Ilay tena Josoa
A presença brasileira voltou a estremecer Hollywood nesta semana. Depois que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou nas redes sociais uma foto de Wagner Moura no Governors Awards, o público fez história, novamente: foram mais de 156 mil comentários, um número que superou, de longe, as reações dedicadas a outras grandes estrelas da noite. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Esse mar de engajamento, que havia acontecido também no ano passado com a foto de Fernanda Torres, marcou simbolicamente o início da campanha “para valer” de Moura nos Estados Unidos. Um dia antes de ir à festa, ele conversou com a RFI e já falava do poder dos brasileiros nas redes sociais. “Eu estava com a Nanda [Fernanda Torres] no Governors Awards ano passado. Eu lembro da gente conversando ali e lembro dela falando assim: 'eu não tirei a foto ainda, vou lá tirar'. A foto da Nanda teve um milhão de likes. As fotos de todas as estrelas americanas que estavam lá não tiveram nem um milésimo do que ela teve. Eu acho maravilhoso!", lembrou o protagonista de “O Agente Secreto”. Wagner Moura agora vê a história se repetir no engajamento e no favoritismo do filme de Kleber Mendonça Filho na categoria de produção internacional. Após finalizar uma temporada teatral no Brasil, o ator desembarcou em Los Angeles e já iniciou uma agenda intensa de campanha para o Oscar. Paralelamente, como é padrão na temporada, ele também faz campanha para o Globo de Ouro, Critics' Choice e demais premiações dos sindicatos que moldam o rumo da corrida. “Fiquei um tempo afastado dessa parte. Kleber Mendonça Filho viajou muito, e agora estou totalmente comprometido com isso. É muito bom, porque você senta com os outros atores, escuta seus colegas também de outros lugares, que fizeram outros filmes maravilhosos esse ano. Isso é uma troca muito boa. Você poder ouvir outras pessoas, de outras latitudes no mundo, falando do seu filme. Estamos aqui nos Estados Unidos, e depois vou para muitos países europeus, Inglaterra, Itália, Espanha, França. É campanha, é isso, é viajar e falar do filme pelo mundo”, diz. A perna cabeluda Nesta última semana, Wagner Moura participou da primeira sessão paga de “O Agente Secreto” em território americano. No dia 26 o filme entra em circuito comercial nos Estados Unidos. O ator também comentou quais são as conversas mais frequentes após as sessões. “Eu acho muito engraçadas as perguntas sobre a perna cabeluda. A primeira vez que eu ouvi falar da perna cabeluda foi na música de Chico Science, que inclusive é a música que eu botei na abertura do Marighella, que diz que 'Galeguinho do Coque não tinha medo da perna cabeluda'. Só agora, trabalhando com o Kleber, fui entender que a perna cabeluda virou uma lenda urbana no Recife porque jornalistas, para driblar a censura, em vez de denunciar a brutalidade policial, diziam que quem tinha feito aquelas coisas havia sido essa perna saltitante. Ela virou notícia no jornal e as pessoas trancavam a porta da casa por medo da perna cabeluda", explicou o ator. “É muito bom isso, você ver um pedaço do seu país sendo mostrado. Acho muito importante que o público fora do Brasil veja aquilo, mas acho mais importante que nós brasileiros também vejamos. Não consigo entender ainda a lógica de quem não acha que o governo deveria apoiar a cultura, de que a cultura não é uma coisa importante para o desenvolvimento do país. Fico querendo ver algum argumento", reitera. Favoritismo Wagner não é apenas favorito nas redes: as listas iniciais de possíveis indicados a melhor ator ao Oscar 2026 já colocam o ator brasileiro ao lado de nomes como Ethan Hawke (Blue Moon), Leonardo DiCaprio (Uma Batalha Após a Outra), Timothée Chalamet (Marty Supreme) e Michael B. Jordan (Pecadores). Mas foi a atualização mais recente do The Hollywood Reporter que surpreendeu até os fãs mais otimistas. Wagner Moura aparece como o número 1 entre os favoritos. “Mostra que você está num momento muito bonito da trajetória como artista, tendo esse tipo de reconhecimento. Essa indicação ainda não veio e não gosto de ficar falando disso, mas é maravilhoso. É um filme brasileiro, um ator brasileiro. Eu acho maneiro. Na Bahia, o pessoal tem orgulho”, brinca. O filme "O Agente Secreto" não nasceu para entrar na corrida do Oscar, mas do desejo de entregar um filme sólido, impactante, com identidade brasileira e potência universal. Quando um trabalho é feito com essa qualidade, o Oscar deixa de ser um objetivo distante e passa a ser uma consequência possível. Mas envolve muitas camadas, entre elas a de ter um distribuidor poderoso, como a Neon, que aposta na campanha nos Estados Unidos. “Já fiz tanto filme. Fiz muito filme ruim, sempre com o intuito de fazer bem, mas é difícil. Quando vem um bom, você fica querendo que aquilo esteja nas discussões, nas conversas, como 'O Agente Secreto' está. Não digo que o Oscar é um sonho, mas é claro que às vezes você pensa que o filme poderia estar ali. Já fiz alguns filmes em que pensei nisso, como o próprio 'Tropa de Elite', o 'Guerra Civil', que foi um filme que fiquei muito surpreso de ter passado batido, no ano passado, na premiação dos Oscars”, lamenta. O reconhecimento crítico, o carinho do público e a empolgação dos brasileiros que têm um engajamento sem igual em qualquer lugar do mundo, apenas aceleraram um movimento que já está em curso, apesar de ter ainda muito chão pela frente e muita coisa pode acontecer no meio do caminho. A festa do Oscar acontece em 15 de março. “Eu gostei tanto de fazer 'O Agente Secreto', foi uma coisa tão importante para mim, e as pessoas gostam dele. Então, para mim, para Kleber, é incrível a gente poder estar falando, viajando o mundo, conversando com as pessoas, ouvindo o tipo de pergunta que as pessoas fazem sobre o filme em diferentes partes do mundo, sobre a cultura brasileira, de Pernambuco, do Recife, do Nordeste. É maravilhoso", resume Wagner Moura.
This podcast covers episodes 11,717 to 11,722. David and Shona are brought down to earth with a scene-repeating bang when they learn that their baby's life is in danger before it's begun. Tensions continue to brew in the Dobbs household as Fiz and Tyrone struggle to cope with his disability. Carla is sick to the back teeth of Becky and forces the issue by throwing her out. Kev attempts to cheer himself up with a poker night exclusively for the inhabitants of the Island of Misfit Toys. Tim and Sally receive news that Joanie will be coming home while Lou won't be for another four months. Theo reacts badly when Todd expresses his disapproval of him working with Pete again. Will's illicit relationship with Megan struggles under the weight of the distance between Hull and Manchester. Michael can't play poker. Mary's hair is lopsided. Costello's racking up the air miles.
1 - Misy Andriamanitra 2 - Jeremia toko faharoa 3 - Manazava ny ho avy ny Baiboly 4 - Misy lanjany amin39;Andriamanitra tokoa ve ny fiainako Fiz fahatelo 5 - Fahatokiana tanteraka, fiankohofana ao anatin`ny ady
This podcast covers episodes 11,693 to 11,698. Kev now lives in dark rooms while Abi does her best to convince herself that she and Carl are moving forward. Theo's jealousy of Todd and his relationships sends him to Canal Street on a Monday night with one of Gary's sub-contractors. Cassie and Fiz compete with each other to see how much they can leave Tyrone to his own devices. Tim warns Sally to stop her attempts to ruin his memories of his childhood, no matter how dodgy those memories are. Bethany hasn't been back for a week and she's been set up working at the salon, but the work experience is out to cause drama. Asha is released from hospital and into the caring and smothering arms of her father. Carla leaves for a funeral in Ireland and asks Roy to keep an eye on Becky sniffing around Swain. Bucket hats are back. Naomi runs a mean career's fair. Kirk has a big & on his shirt.
1- Manatona Azy 2- Fahaiza-miaina ivelan`ny trano Fiz voalohany 3- Ary isika mba ahoana 4- Fikarakarana sy fanatsarana fiompiana akoho gasy Fiz voalohany 5- Ilay Andriamanitra velona sady Mpanao fahagagana
Eduardo Sá, psicólogo clínico e psicanalista, é o convidado de Daniel Oliveira no Alta Definição. Recorda a infância e o sonho de ser escritor, até que uma professora o fez despertar para a psicologia. Com vários livros publicados sobre educação, acredita que um bom pai é “alguém que faz uma asneira de oito em oito horas, um bocado como os antibióticos”. “Os pais às vezes educam as crianças para serem grandes, quando as deviam educar para serem capazes de crescer”, reforça o psicólogo, que aponta ser essencial as crianças brincarem. Durante a pandemia, um acidente em casa fez com que ficasse numa cadeira de rodas. “Fiz questão de ter alta numa sexta-feira 13. É uma maneira de dizer: ‘Se isto foi uma questão de azar, vamos ver quem manda nisto’”, afirma Eduardo Sá. O psicólogo critica ainda a falta de acessibilidade que existe por todo o país para quem está numa cadeira de rodas. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 11 de outubro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fiz um post no Instagram para responder suas perguntas e aqui respondo várias! Espero repetir isso todas as terças-feiras. Sono de qualidade também faz parte da corrida: reduza dores e tensões musculares com o Coluna Relax.
This podcast covers episodes 11,675 to 11,680. Todd finds it impossible to judge Theo's moods as they await a decision from the family court about Theo's access to his awful kids. Swain is coerced into helping Becky move into a flat but when their car runs out of petrol, Becky seizes a chance to reconnect. After Kev gets the all-clear from his oncologist, Abi has some important news of her own. Fiz is pulled in multiple directions as she tries to keep the house running while Tyrone is in hospital. Dee Dee is shocked when Ollie complains to Toyah about the Bistro's use of synthetic truffle oil, but the veg were fine. Jenny hasn't given up hope on getting together with George but Christina is constantly in the way. Asha is shocked when she runs into the woman who abused her during her paramedic shift. Adam is a punk. Cassie's not allowed a haircut. Millie hides in the toilet.
E n Mejor Correr nos damos el lujo de charlar con un campeón de Europa, del Mundo en Gotemburgo (Suecia) en 1995 y un atleta olímpico que pasó a ser un corredor popular. Orgullo de Vitoria, España, Martín Fiz nos cuenta cómo aprendió a valorar su diploma en los Juegos Olímpicos de Atlanta 96 luego de haberse decepcionado con ese cuarto lugar. También, revela sus planes a futuro. Porque sí, con 62 años, corre y piensa retirarse el próximo año ¿En Buenos Aires?
Download Episode 1059 – We’ve got a batch of reviews to tackle and a little conversation about Final Fantasy as well, so let’s start!The show kicks off with Pernell Vaughan, Chris Taylor, and Aki on hand to hang out and chat about our weeks and some Final Fantasy. From the amazingness that is Final Fantasy VI, to the fact that Final Fantasy VI is the best in the series. We also discuss that Final Fantasy VI has the best music, characters, themes, and everything else. It’s a perfect game really. Final Fantasy VI is top to bottom the best Final Fantasy. We chat about some other ones too, but whatever. VI is the best. Plus reviews with Andy Sperry dropping by later in the show!0:00 - Intro/Banter21:49 - Somber Echoes - Rock Pocket Games, Lav Games (Aki)33:25 - Everdeep Aurora - Nautilus Games, Ysbryd Games (Chris)45:24 - Return to Ash - NomnomNami, Serenity Forge (Aki)52:06 - Fiz and the Rainbow Planet - Nijiiro Dragon, Forever Entertainment (Pernell)1:02:22 - DEADCAM - Joure Visser (Aki)1:09:30 - Mycopunk - Pigeons at Play, Devolver Digital (Andy)1:25:48 - Horror Night with Tung Tung Tung Sahur - Source Byte (Aki)The show ends with some Final Fantasy VI goodness from AILSEAN! Fun Fact: This song is what got me into OCRemix!1:35:44 - Ailsean - Terra in Black (Final Fantasy VI)https://www.rockpocket.games/https://lav-games.com/https://www.everdeepaurora.com/https://linktr.ee/nautilusgameshttps://campsite.bio/ysbrydgameshttps://serenityforge.com/https://nijidra.com/https://forever-entertainment.com/https://jourev.wixsite.com/joure2017https://www.mycopunkgame.com/https://www.devolverdigital.com/https://source-byte.com/https://ailsean.net/https://ocremix.org/https://www.keymailer.co/https://itunes.apple.com/us/podcast/the-sml-podcast/id826998112https://open.spotify.com/show/6KQpzHeLsoyVy6Ln2ebNwKhttps://terraplayer.com/shows/the-sml-podcasthttps://bsky.app/profile/thesmlpodcast.comhttps://www.facebook.com/theSMLpodcast/https://thesmlpodcast-shop.fourthwall.com/ALL REVIEWED GAMES HAVE BEEN PROVIDED FOR FREE FOR THE PURPOSE OF ANY COVERAGE ON THE SHOW
This podcast covers episodes 11,609 to 11,616. Todd confronts Millie about his suspicions of her pregnancy. Kev is worried about the gulf growing between him and Abi and contrives a foolhardy plan to keep her. Dee Dee has trouble respecting the boundaries of the adoption agreement with James. Steve panics when he lets slip that he's falling for Cassie. Aadi feels responsible for Racist Kelly when she is finally released from hospital. Conflicted by Tinker and Becky's deaths, Swain struggles to open up during her first therapy session. Maria's concerns for Gary grow while Nina continues to worry about her own involvement. Fiz can't change a flat. Jack takes a penalty. Carla puts cheese in her bath.
Welcome to the Visual Intonation Podcast, where storytelling meets the art of visual expression. In this episode, we sit down with the talented filmmaker Fisayo Olajide, also known as Fiz, whose award-winning documentaries capture the profound impact of human stories. From her roots in London to her Nigerian heritage, Fiz's perspective as a Black female filmmaker has shaped her career and led her to amplify voices often overlooked. Her work continues to break boundaries, whether through branded films for global companies like Google and Burberry, or through the powerful lens of her documentary work, which has earned her accolades at prestigious film festivals like SXSW and the New York Film Festival.Fiz's latest project is an ambitious and heartfelt endeavor—Underground Railroad Ride, a feature-length documentary that follows five young Black and brown cyclists on a powerful journey, attempting to ride a route inspired by the Underground Railroad. This raw, intimate film explores not just the history of the Underground Railroad, but the strength, solidarity, and resilience of a new generation of storytellers. It's a project deeply personal to Fiz, reflecting her drive to connect people through stories that transcend cultural boundaries.Throughout her career, Fiz has become known for her passionate and empathetic approach to filmmaking. Her work blends documentary filmmaking with immersive storytelling, creating experiences that resonate deeply with audiences. With a unique blend of curiosity and compassion, she delves into topics that connect individuals to the heart of the human experience, showing that storytelling isn't just about capturing moments—it's about elevating voices and fostering connection in a fragmented world.In this episode, Fiz opens up about her journey, her challenges, and the lessons she's learned along the way. She discusses her work mentoring the next generation of filmmakers, sharing how important it is to invest in oneself and to embrace vulnerability in the creative process. Tune in for an inspiring conversation about passion, resilience, and the power of storytelling in creating lasting change. Fisayo Olajide's Website: https://www.fizolajide.com/ Fisayo Olajide's Instagram: https://www.instagram.com/fizzleandgems/Support the showVisual Intonation Website: https://www.visualintonations.com/Visual Intonation Instagram: https://www.instagram.com/visualintonation/Vante Gregory's Website: vantegregory.comVante Gregory's Instagram: https://www.instagram.com/directedbyvante/ To support me on Patreon (thank you): patreon.com/visualintonations Tiktok: www.tiktok.com/@visualintonation Tiktok: www.tiktok.com/@directedbyvante
Revelação da MPB, o artista fala sobre racismo, redes sociais, resistências e desistências “Na primeira vez que fiz mercado com dinheiro que ganhei tocando violão, eu chorei. Porque ouvi a vida inteira que música não dava dinheiro”, disse o cantor e compositor Jota.Pê. No Trip FM, ele compartilha detalhes de sua trajetória artística, das noites tocando para ninguém em bares ao Grammy Latino. Nascido em Osasco (SP), o artista participou do The Voice Brasil em 2017 e, apesar de não ter vencido o programa, conquistou em 2024 três estatuetas do Grammy Latino — entre elas, a de Melhor Canção em Língua Portuguesa por Ouro Marrom. A música nasceu da raiva, mas virou força: “Comecei escrevendo a letra com raiva, mas lembrei que a negritude não é só dor. Também somos celebração, cultura, saber. No fim, a música diz: que a gente suba o tom se for preciso, mas que nossas filhas vejam mais amor do que nós.” No papo com Paulo Lima, Jota.Pê fala com franqueza sobre os desafios de viver de arte no Brasil. “Existe um tipo de sorte que acontece quando o talento encontra uma oportunidade. E essas oportunidades estão sempre na mão das mesmas pessoas. Até a gente virar esse jogo, vai demorar muito”, reflete. O artista também compartilhou episódios marcantes de sua vida, como o racismo e a violência policial que sofreu na adolescência: “Eu tinha uns 13 anos e estava indo comprar pão quando fui parado pela polícia com uma arma apontada para a minha cabeça. Foram 15 minutos tentando convencer que eu só estava indo à padaria. Aquilo moldou muita coisa em mim.” O programa fica disponível no Spotify e no play aqui em cima. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2025/06/685efd21607f1/jotape-musica-artista-cantor-trip-fm-mh.jpg; CREDITS=Dani Ferreira / Divulgação ; LEGEND=Jota.Pê (@jota.peoficial), cantor e compositor; ALT_TEXT=Jota.Pê (@jota.peoficial), cantor e compositor] Você tentou não ser músico. O que fez você desistir de desistir? Jota.Pê. Cara, eu realmente tentei muito não ser músico. Fiz faculdade de design, publicidade, trabalhei em gráfica, produtora de vídeo, na IBM… Mas não era bom em nada disso como sou tocando violão. Chegou um ponto em que pensei: a música vai ter que me dar dinheiro mesmo, porque eu não sou feliz fazendo outra coisa. Tinha que dar certo, não tinha outra opção. Na música “Ouro Marrom”, você transformou a raiva em outra coisa. Como foi esse processo? Foi exatamente isso. Eu comecei escrevendo com raiva — porque ser preto no Brasil traz indignação. Mas me lembrei que a gente não é só dor, somos também celebração, cultura, saber. Fiz questão de manter as duas coisas, mas no final deixar a mensagem: a gente enfrenta e vai ser feliz sim; que a gente suba o tom se for preciso, mas que nossas filhas vejam mais amor que nós. Você acha que só talento basta? Tem uma frase que parece de coach, mas eu acredito muito: existe um tipo de sorte que acontece quando o talento encontra uma oportunidade. Conheço artistas geniais que desistiram porque, se fossem tocar naquele barzinho de graça, no dia seguinte não comiam. Eu tive o privilégio de ter pai e mãe, uma casa pra voltar, alguém que dissesse “vem gravar, paga como puder”. Sem oportunidade, a gente não chega lá.
Fiz um collab com o @meltedvideos e esse foi o ápice da minha carreira. Venham refletir comigo sobre a cultura do gay de meia idade a partir do post que fizemos juntos! -
Survival of the Toothiest (Cable #75) In which we begin our coverage of The Twelve; Scott and Jean get sucked back in AGAIN; Apocalypse probably doesn't tip; and we have become awfully fond of Cable. X-PLAINED: A codename that deviates from common patterns The story so far Uncanny X-Men #376 Cable #75 X-Men #96 Fiz the Skrull (again) The Twelve Foreshadowing, both accurate and otherwise The Living Monolith (more) (again) That one font Time-travel logic Cable vs. eyes Fabian Cortez (more) (again) A trap Why the Twelve are the Twelve The evolution of Cable NEXT EPISODE: The Twelve continues! Check out the visual companion to this episode on our blog. Find us on Apple Podcasts or Spotify! Jay and Miles X-Plain the X-Men is 100% ad-free and listener supported. If you want to help support the podcast–and unlock more cool stuff–you can do that right here! Buy rad swag at our TeePublic shop!