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A nova encíclica do Papa Leão XIV chama-se “Magnífica Humanidade” e é um pedido para “desarmar a inteligência artificial”. Funciona como uma actualização da doutrina social da Igreja, que resultou da encíclica de Leão XIII, “Das Coisas Novas”, em que a Igreja Católica se colocava ao lado dos trabalhadores no apogeu da revolução industrial. Neste episódio, conversamos com o comentador da SIC, Jorge Botelho Moniz. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O próspero país nórdico tem uma das redes de energia menos poluentes do mundo, mas ganha muito dinheiro com a exportação de combustíveis fósseis.
O próspero país nórdico tem uma das redes de energia menos poluentes do mundo, mas ganha muito dinheiro com a exportação de combustíveis fósseis.
Será que a Inteligência Artificial vai destruir todos os empregos? Neste vídeo, desmistificamos o alarmismo digital com base na teoria econômica e na história. Entenda o Paradoxo de Jevons , como o Excel revolucionou carreiras e por que a IA é a ferramenta definitiva para aumentar sua produtividade.
João Marçal nasceu em Santarém, em 1980.Cresceu e viveu em Coruche até 1999. Nesse ano, mudou-se para o Porto, onde iniciou a licenciatura em Artes Plásticas, vertente Pintura, na Faculdade de Belas Artes, concluída em 2004. Ainda durante a sua formação, começou a expor o seu trabalho no contexto dos espaços geridos por artistas do Porto. A sua primeira exposição individual Oll Korrect, em 2003, no PêSSEGOpráSEMANA, foi o catalisador para uma sequência de oportunidades de exposição e determinante para a disseminação e desenvolvimento consistente da sua prática. Após uma estadia em Nova Iorque em 2017, no âmbito de uma residência artística apoiada pelo Atelier Júlio Pomar/EGEAG, mudou-se para Lisboa em 2018, cidade onde atualmente vive e trabalha.O seu trabalho desenvolve-se sobretudo através da pintura, recorrendo pontualmente a outros meios como o desenho e a ilustração, o mural, a instalação, o som, o ready-made ou a cerâmica. Para o artista, a pintura é em si um instrumento dinâmico de reflexão, onde prática e teoria se cruzam de forma indistinta. Pintar implica sempre uma investigação simultaneamente visual, ótica, espacial, narrativa e simbólica, e conceptual, filosófica, histórica e cultural. A sua abordagem aproxima-se de uma compreensão de natureza fenomenológica, em que a pintura pode ser entendida como uma continuidade sensível com o sujeito.O seu trabalho estabelece relações de equivalência e intersecção entre elementos do quotidiano banal, muitas vezes invisíveis pela sua própria irrelevância, e a dimensão mais “nobre” dos objetos-imagem no contexto artístico. Detalhes provenientes de transportes públicos, padrões de tecidos, design de embalagens, logótipos ou elementos arquitetónicos são deslocados do seu contexto original e reconfigurados nas suas obras. Estes elementos emergem de um arquivo mnemónico afetivo que, por vezes, se expande para um imaginário coletivo mais específico, sobretudo associado às décadas de 1980 e 1990, introduzindo assim um vetor temporal significativo no trabalho.Os padrões assumem um papel central enquanto solução compositiva, na medida em que a repetição coerente das unidades sugere uma possibilidade de continuidade infinita, criando o paradoxo de inscrever a ideia de infinito dentro dos limites de uma imagem autónoma. Links: https://joaomarcal.com/ https://residencyunlimited.org/residencies/joao-marcal/ https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12/joao-marcal-oh-my-dog https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/inner-8000er/ https://marcaldoscampos.bandcamp.com/album/nova-emo-o https://soundcloud.com/marcal-dos-campos https://www.publico.pt/2025/06/19/culturaipsilon/entrevista/pintura-joao-marcal-faz-desaparecer-tela-acolhe-2136774 https://zedosbois.org/en/programa/pizza-space-time/ Episódio gravado a 17.04.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Inovação não é (só) sobre ter boas ideias.A gente cresceu ouvindo histórias sobre momentos de genialidade: um insight brilhante, uma ideia fora da caixa, aquele “clique” que muda tudo. Mas… será que é assim que a inovação realmente acontece?Neste episódio do Podcast Mulheres de Produto, conversamos com Cíntia Ribeiro sobre o que existe entre a ideia e a inovação de verdade.Spoiler: não é mágica.Falamos sobre:A diferença entre criatividade e inovaçãoPor que boas ideias morrem antes de virar produtoO papel (real) de uma área de inovaçãoE como estruturar times, processos e cultura para que a inovação aconteça de forma sustentávelSe você trabalha com produto, tecnologia ou inovação, esse episódio vai mudar a forma como você enxerga o tema.Dá o play!Convidada: Cíntia RibeiroHost: Rúbia MacedoEdição: Isabela Yoshimura****Este episódio é patrocinado pelo Itaú!Se você, assim como a gente aqui na Mulheres de Produto, é fã de cultura de produto forte e quer saber como é Jeito Itaú de Produtar, dá uma olhada em: carreiras.itau.com.br/produto.
O episódio de hoje aborda avanços preventivos e tecnológicos cruciais para a prática médica, começando por um estudo que demonstra a superioridade da vacina recombinante contra a influenza em adultos com obesidade grave, oferecendo uma resposta imunitária significativamente mais robusta. Analisamos os resultados revolucionários da terapia génica reni-cel, que utiliza a nuclease CRISPR-Cas12a para elevar os níveis de hemoglobina fetal e eliminar crises vaso-oclusivas na anemia falciforme. Por fim, discutimos os dados da nova pesquisa da AMA sobre a adoção da Inteligência Artificial: embora o uso profissional tenha dobrado, cresce a preocupação dos médicos com a perda de competências clínicas fundamentais e com a privacidade dos dados.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/10-04-2026
Educação e desenvolvimento económico: Portugal entre o progresso e os desafiosHá uma pergunta que devia incomodar-nos mais do que incomoda: por que razão um país que triplicou a percentagem de licenciados em duas décadas continua a crescer menos do que os seus vizinhos europeus? Foi exatamente esta tensão — entre os números que nos consolam e a realidade que nos interpela — que esteve no centro de um painel de debate recente sobre políticas educativas em Portugal. Três vozes diferentes, com percursos distintos, chegaram a um diagnóstico comum: fizemos muito, mas continuamos a enganar-nos sobre o que ainda falta fazer.
com Ana Balcão Reis, António Nogueira Leite e Sérgio Sousa Pinto, moderados por Anselmo CrespoA relação entre o investimento em capital humano e o progresso económico não é apenas uma teoria académica; é o motor crítico da soberania e do bem-estar de um Estado. No debate moderado por Anselmo Crespo, a premissa foi clara: sem uma educação de qualidade, Portugal continuará a debater-se com um crescimento medíocre. O exemplo da Estónia, citado no painel, serve de bússola: após o colapso da União Soviética, o país não se limitou a reformar o ensino; fez dele um ato de afirmação nacional e transformação económica. Portugal, embora tenha percorrido um caminho notável de expansão escolar, enfrenta agora o obstáculo de um sistema que produz diplomas, mas que ainda falha em traduzir esse esforço num desempenho económico verdadeiramente “incrível”.
Neste episódio semanal do nosso podcast, você irá conhecer mais um paradoxo estatístico, o Paradoxo da Amizade. Você irá se surpreender com a relação entre esse paradoxo e a estatística.
O currículo local: ponto de partida para novas aprendizagens? por Camões Gouveia | conferência
Nesta edição, analisamos as novas regras aprovadas pela Câmara dos Deputados para o chocolate no Brasil, que elevam os percentuais mínimos de cacau e exigem mais transparência nos rótulos — e o que isso significa para o mix da sua bomboniere nesta Páscoa. Discutimos também a ciência do unboxing e por que a embalagem do seu e-commerce pode ser mais decisiva para a fidelização do que qualquer campanha de marketing.Abordamos o paradoxo da IA no varejo: enquanto o setor acelera a adoção tecnológica, metade dos consumidores ainda resiste a interações puramente automatizadas por falta de confiança e falhas na experiência. E mostramos como a combinação da Páscoa com o St. Patrick's Day está criando uma janela dupla de oportunidades para o varejo alimentar, do setor de pescados às cervejas premium e artesanais.Entre os destaques:
Um episódio especial para todos os OA (original askers), em que regressa uma dinâmica muito utilizada entre 2017 e 2023 - responder a perguntas de utilizadores da internet, mas desta vez em vídeo e com as vozes de Tony, José e Raquel ao fundo. Além de perguntas sobre tipos de arrozes, a polémica com Chris D'Elia, ser mais cara que nome, também se relembram atuações clássicas do Got Talent e descobre-se a verdadeira utilidade do ChatGPT.(00:00) Intro(00:23) Beatbox é o cubo de Rubik do Hip Hop(01:47) Episódio a solo remembering ask.tm(04:48) Novo conceito: Paradoxo do egoísmo(07:17) Não saber distinguir tipos de arroz(13:17) Dentes de alho nunca são demais(15:30) Chris D'Elia continua a ser a maior referência?(17:22) Separar a arte do artista não faz sentido(19:38) Conceito ser mais nome do que cara/mais cara do que nome(23:12) Pessoas que são mais fixes na vida real do que na net(27:56) Top 1 de coisas para se fazer sozinho(32:22) Top 3 lembranças de infância: dar pão a patos(34:23) Brincar com bulldozer(37:31) Colecionar cromos(39:40) Inventar joguinhos sempre que é possível(43:05) Pessoas que fazem apontamentos durante leituras casuais(47:01) Usar auriculares com fios em 2026 é pose?(51:53) A partir de que idade é mais fixe oferecer presentes do que receber?(55:38) Updates e recomendações de leitura(57:56) 3 livros para ler este mês(1:00:06) Recordar vídeo de beatbox no Got Talent(1:00:52) Que atuações de Got Talent nos marcaram?(1:04:51) Grupo de dança português consegue Golden Buzzer no Got Talent Espanha(1:07:56) Rever algo antigo e ficar com perspetiva diferente(1:08:25) Rever Scary Movie 3(1:12:07) A verdadeira utilidade do ChatGPT
Neste episódio semanal do nosso podcast, você entenderá a importância de uma análise mais apurada num conjunto de dados conhecendo o Paradoxo de Simpson.
O documento do Center for Curriculum Redesign examina a complexa relação entre a evolução tecnológica e as mudanças na cognição humana. Através de uma síntese histórica, o texto analisa como inovações que vão do fogo à inteligência artificial expandiram as capacidades sociais e de planeamento, embora frequentemente à custa de competências tradicionais e autonomia individual. O conceito de descarga cognitiva é central na discussão, sugerindo que, embora a tecnologia alivie o esforço mental, pode também criar uma dependência que fragiliza o pensamento crítico. Na era da IA generativa, os autores defendem que a educação deve priorizar a meta-competência epistémica, permitindo que os indivíduos orquestrem ferramentas digitais sem perder a capacidade de discernimento. Em suma, as fontes propõem que a adaptabilidade e a gestão da atenção são fundamentais para garantir que o progresso tecnológico não resulte num empobrecimento intelectual humano.
Programa Caminhos da Consciência - Rádio Vibe Mundial 95.7FMNeste programa, conversamos sobre o que chamo de Paradoxo 2026: um tempo em que caos e criação caminham juntos, onde o fim de antigos valores pode ser o nascimento de uma nova consciência.
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
QUANDO A LIDERANÇA CLÍNICA EXCLUI A CONFUSÃO SOBRE O QUE FAZER NO TRATAMENTO CAPILARQuanto mais opções surgem para quem sofre com queda de cabelo, menor é a capacidade de decidir bem.O excesso de escolhas não liberta. Ele paralisa, gera ansiedade e interrompe processos que precisariam de tempo para funcionar.Tratamento capilar não falha por falta de recursos, falha por falta de direção, constância e condução clínica firme.Menos ruído. Mais clareza. Mais continuidade.QUANDO A LIDERANÇA CLÍNICA EXCLUI A CONFUSÃO SOBRE O QUE FAZER NO TRATAMENTO CAPILARQuanto mais opções surgem para quem sofre com queda de cabelo, menor é a capacidade de decidir bem.O excesso de escolhas não liberta. Ele paralisa, gera ansiedade e interrompe processos que precisariam de tempo para funcionar.Tratamento capilar não falha por falta de recursos, falha por falta de direção, constância e condução clínica firme.Menos ruído. Mais clareza. Mais continuidade.SEU TRATAMENTO É O SEU MELHOR PARCEIRO PARA O SUCESSO CAPILAR.
No episódio de hoje, Ribas e Léo batem um papo sobre a teoria paradoxal criada por Enrico Fermi!=== ACESSE NOSSO CANAL NO YOUTUBE ===https://www.youtube.com/@paranormalfm=== LOJA DE CAMISAS OFICIAS PNFM ===https://reserva.ink/paranormalfm=== APOIE O PARANORMAL FM ===Quer se tornar um apoiador deste projeto e nos ajudar a continuar melhorando a qualidade, além e se tornar uma peça importante na viabilização muitos outros projetos em diferentes mídias? Entre no nosso Apoia-se e faça parte da família Paranormal FM!https://apoia.se/paranormalfm=== Siga Paranormal FM nas redes sociais ===Instagram, Twitter e Facebook: @ParanormalFMEmail: paranormalfmpodcast@gmail.comSiga e avalie o Paranormal FM nas plataformas de streaming!Apresentação: Fernando Ribas e Leonardo MarquesVinhetas e Formato: Fernando RibasPauta: Luana MachadoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Onde se explora como a inteligência artificial generativa está a transformar o trabalho dos designers instrucionais, facilitando tarefas desde o planeamento de cursos até à criação de conteúdos multimédia e acessibilidade digital. Embora a tecnologia promova uma maior eficiência e ajude na dinamização de tarefas repetitivas, o texto alerta para riscos críticos como a erosão da criatividade, a persistência de preconceitos e questões éticas relativas a direitos de autor. Através da análise de vários estudos, observa-se que os profissionais oscilam entre o otimismo pela inovação e o receio da desprofissionalização da área. O autor defende que, no futuro, as competências humanas essenciais residirão na gestão de contextos complexos e na liderança estratégica, elementos que a automação ainda não consegue replicar com precisão. Em última análise, a ferramenta deve ser vista como um suporte modular que exige supervisão humana constante para garantir a qualidade pedagógica.
No episódio de hoje, Ribas e Léo batem um papo sobre a teoria paradoxal criada por Enrico Fermi!=== ACESSE NOSSO CANAL NO YOUTUBE ===https://www.youtube.com/@paranormalfm=== LOJA DE CAMISAS OFICIAS PNFM ===https://reserva.ink/paranormalfm=== APOIE O PARANORMAL FM ===Quer se tornar um apoiador deste projeto e nos ajudar a continuar melhorando a qualidade, além e se tornar uma peça importante na viabilização muitos outros projetos em diferentes mídias? Entre no nosso Apoia-se e faça parte da família Paranormal FM!https://apoia.se/paranormalfm=== Siga Paranormal FM nas redes sociais ===Instagram, Twitter e Facebook: @ParanormalFMEmail: paranormalfmpodcast@gmail.comSiga e avalie o Paranormal FM nas plataformas de streaming!Apresentação: Fernando Ribas e Leonardo MarquesVinhetas e Formato: Fernando RibasPauta: Luana MachadoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Por que seu investimento em IA gera produtividade, mas não impacta no balanço financeiro? Neste Enzimas, nosso host Pedro Rangel, Account Manager na dti digital, reflete sobre o grande paradoxo que afeta 80% das organizações, segundo os relatórios da McKinsey e DORA: alta adoção de IA com retorno financeiro insatisfatório. Ele explica como a Inteligência Artificial atua como amplificadora dentro das empresas e por que sistemas organizacionais são mais determinantes para o sucesso que as próprias ferramentas. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: O paradoxo adoção vs. retorno da IA IA como amplificador organizacional Sistemas vs. ferramentas de IA Pilares para o sucesso da IA Da IA reativa à IA agêntica Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Não entendeu nada desse podcast de 1 minuto? Escute o episódio #1 que eu explico tudo, bem rapidinho também.Quer mais conteúdos para cuidar melhor do seu tempo?Veja mais em ricodetempo.com.brSiga @lara.branco no instagram e se quiser falar comigo manda um e-mail para oi@ricodetempo.com.br ou me adiciona no Linked In
Vivemos correndo atrás do dinheiro, acreditando que ele trará paz e eliminará nossas angústias. Mas a realidade psicológica é bem diferente.Neste vídeo, eu analiso esse paradoxo.A "sombra" de quem tem pouco é clara: é a ânsia constante de possuir, a luta diária contra a escassez e o desejo daquilo que não se tem.Mas o que acontece quando você finalmente chega lá? A sombra não desaparece; ela se multiplica. O rico continua com o desejo de ter mais, mas agora carrega um fardo novo e, muitas vezes, mais pesado:O terror de perder tudo o que conquistou. O medo constante de ver seu status ruir.A riqueza não elimina a ansiedade, ela apenas muda a natureza do sofrimento. Assista até o final para entender essa armadilha mental.
As tarifas prometem punir países “injustos”, mas quem paga é o consumidor americano. O custo se dilui nos preços, pesa mais sobre os mais pobres e mantém a sensação de vida cara. Thiago de Aragão, analista político No contexto da economia americana de 2025, o novo pacote tarifário funciona, na prática, como um imposto invisível sobre o consumo. Ele é apresentado ao público como uma cobrança sobre países “injustos” ou empresas estrangeiras, mas a mecânica é bem mais simples e menos glamourosa: tarifas entram na estrutura de custos das importações e, direta ou indiretamente, acabam embutidas no preço que o consumidor paga na loja ou no comércio eletrônico. Em vez de aparecer numa linha separada, como imposto de renda ou imposto sobre vendas, esse custo se dilui na etiqueta, o que torna politicamente mais fácil aumentá-lo e muito mais difícil para o eleitor perceber quanto está desembolsando. Do ponto de vista da inflação, o impacto não é explosivo, mas é relevante. As estimativas disponíveis convergem para um efeito de alguns décimos de ponto na inflação anual e, mais importante, para um nível de preços permanentemente mais alto do que num cenário sem tarifas. A inflação pode até desacelerar depois que o choque inicial se esgota e o banco central reage com juros, mas os preços não voltam para trás; o que muda é apenas a velocidade com que continuam subindo. Para quem acompanha o debate de longe, isso pode parecer detalhe técnico; para quem vive de salário, significa algo bem concreto: o aumento de preços acumula ao longo do tempo, enquanto o salário real patina. Esse efeito se concentra sobretudo em bens, como eletroeletrônicos, vestuário, parte dos alimentos processados e itens domésticos em geral, justamente porque são segmentos mais expostos a importações ou a insumos importados. Empresas com poder de mercado repassam boa parte da tarifa ao consumidor; as menores, com menos margem, ficam entre repassar e perder volume, ou segurar preço e sacrificar lucro. Em ambos os casos, o custo está em algum lugar da cadeia, e quase nunca é absorvido por países estrangeiros, como sugere a retórica política. Trata-se de uma combinação de preços mais altos para famílias e compressão de margens para certos negócios domésticos. Peso recai mais sobre famílias de baixa renda A dimensão distributiva é talvez a mais incômoda. Famílias de baixa renda gastam proporcionalmente muito mais em bens essenciais como comida, roupas, transporte básico e utilidades domésticas do que em serviços e lazer sofisticado. Quando tarifas encarecem exatamente esses itens, o resultado é regressivo: quem está na base da pirâmide entrega uma fatia maior da renda para o mesmo carrinho de compras, enquanto quem está no topo tem mais capacidade de absorver o aumento ou substituí-lo por alternativas. Na prática, o país está trocando um sistema tributário minimamente progressivo por um imposto indireto que pesa mais sobre quem tem menos, mas sem assumir isso de forma transparente. Há ainda o efeito sobre a sensação geral de bem-estar econômico. Mesmo que o impacto das tarifas na inflação agregada pareça moderado nos modelos, ele se soma a outros choques, como energia, habitação e crédito caro, num ambiente em que o crescimento do produto interno bruto é ligeiramente mais baixo do que poderia ser. A combinação de crescimento mediado, produtividade fraca e preços persistentemente mais altos gera o que muitos americanos descrevem como uma espécie de estagnação com carestia: não é uma crise aguda, mas um incômodo constante, a sensação de que tudo está um pouco mais caro e a vida um pouco mais apertada. Paradoxo político Esse quadro reforça o paradoxo político do “America First”. A narrativa oficial promete proteger o trabalhador americano, resgatar empregos industriais e fazer o resto do mundo pagar o preço dessa virada nacionalista. A realidade empiricamente observável, pelo menos até aqui, é menos heroica: alguns ganhos pontuais de receita fiscal, impactos limitados sobre retorno de fábricas ao território americano e uma conta difusa que recai, em grande medida, sobre o custo de vida do próprio eleitorado doméstico. Tarifas podem, sim, ter papel tático em disputas geopolíticas ou em setores estratégicos específicos; o problema é transformá-las em política econômica de primeira linha, quase permanente, sem um plano articulado de competitividade, inovação e qualificação que vá além da retórica. A questão que sobra, portanto, não é apenas se as tarifas funcionam em termos de relações comerciais, mas se a sociedade está confortável com o trade-off embutido: menos comércio e menos eficiência em troca de uma sensação de proteção, ao custo de salários reais comprimidos e de um imposto disfarçado nas prateleiras. Em última instância, o eleitor que apoia aumentos tarifários em nome de soberania econômica precisa saber que a conta desse projeto não é abstrata: ela aparece, mês a mês, na fatura do cartão, no supermercado, na loja de roupas e na prestação de cada bem durável comprado a prazo.
#858 - O Paradoxo da Pequenez | Pra. Rafa Abreu by Igreja do Amor
Excertos do relatório Flash Eurobarometer 564, datado de maio de 2025, que sintetiza as atitudes dos cidadãos europeus em relação à educação digital. Este inquérito, coordenado pela Comissão Europeia e realizado pela Ipsos European Public Affairs, examina a perceção da importância das competências digitais para a sociedade e o mercado de trabalho, além de abordar as barreiras ao seu desenvolvimento. O relatório também detalha as opiniões sobre o uso de tecnologias digitais e inteligência artificial (IA) no ensino, incluindo a necessidade de literacia em IA e a formação de professores. Por fim, explora as preocupações com a segurança dos dados pessoais na aprendizagem digital e as recomendações dos cidadãos para o apoio da União Europeia a uma educação digital bem-sucedida.
Hei… seus Trevosos! Sentiram saudades?Depois de idas e vindas — e alguns longos hiatos — estamos de volta.E claro, retornamos explorando um cenário diferente… Mago: A Ascensão.Você conhece esse jogo tão maravilhoso quanto misterioso?A partir deste episódio, vamos nos aprofundar nas Tradições, na Tecnocracia, nos Nefandi, nos Desauridos e em tudo o que esse universo insano tem a nos oferecer.Então, bora lá?Mas cuidado com o Paradoxo… porque esse aí machuca.
Não tem mais volta, estamos entrando em uma economia onde Inteligência Artificial e robótica otimizarão cada vez mais nosso tempo neste planeta. O mundo está mudando em passos acelerados para novas fronteiras onde o ciberespaço altera profundamente a nossa realidade física e onde o Bitcoin terá um papel cada vez mais central. Vamos falar sobre isso no vídeo de hoje!https://inbitcoinwetrust.substack.com/p/the-missing-piece-how-bitcoin-solvesGravado no bloco 926805________________APOIE O CANALhttps://bitcoinheiros.com/apoie/⚡ln@pay.bitcoinheiros.comPara agendar uma CONSULTA PRIVADA com o Dov: https://consultorio.bitcoinheiros.com/Consulta pública: https://ask.arata.se/bitdov
Hoje a conversa é sobre um daqueles momentos raros na nossa cultura: o cinema brasileiro está brilhando lá fora como nunca — Oscar, Cannes, Berlim — mas, aqui dentro, quem faz cinema continua preso num sistema lento, imprevisível e cheio de gargalos. Como é que a gente vive o melhor ano da nossa história… em cima de uma estrutura que ainda patina? Pra ajudar a entender esse paradoxo e olhar pro futuro, Carlos Merigo conversa com três pessoas que vivem essa indústria por ângulos diferentes: Paulo Barcellos, CEO da O2 Filmes; Igor Kupstas, diretor da O2 Play; e Bruno D'Angelo, fundador da WIP e especialista em narrativa para marcas e entretenimento. A ideia parece simples, mas tem muitas camadas: entender onde realmente estamos, por que chegamos até aqui e o que precisa mudar pra esse momento virar uma indústria sólida de verdade. 06:31 - Pauta 01:28:29 - QEAB -- PESQUISA E GERAÇÃO DE CONHECIMENTO POR UM FUTURO MAIS SUSTENTÁVEL O ITV desenvolve soluções baseadas na ciência para os desafios da sociedade, fortalecendo a bioeconomia amazônica, e contribuindo com novas possibilidades de futuro. Quer ver esse futuro acontecendo agora? Acesse itv.org e saiba mais. -- APOIO CERTO – HISTÓRIAS REAIS DE QUEM FAZ ACONTECER Uma série do Itaú Empresas em parceria com o Braincast e o g1. Assista em https://g1.globo.com/especiais-publicitarios/a/itau/alemdonegocio e veja como o conhecimento certo transforma negócios de verdade. -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --
Navegando no Paradoxo da Solidão na Era DigitalNo mundo hiperconectado de hoje, é irônico como muitas pessoas se sentem isoladas, apesar de estarem rodeadas por outras online. Neste episódio, eu mergulho fundo no conceito de solidão no contexto da cultura da internet, compartilhando anedotas pessoais e reflexões que ressoam com muitos que se encontram questionando suas conexões no panorama digital.
Gilbert Keith Chesterton (1874–1936) é frequentemente celebrado como um dos mais espirituosos defensores do cristianismo tradicional no início do século XX. Sua prosa brilhante, sua teologia paradoxal e sua crítica ao racionalismo moderno conquistaram admiradores de diversas tradições religiosas. Convertido ao catolicismo em 1922, Chesterton tornou-se um apologista fervoroso da fé cristã clássica, da ortodoxia doutrinária e da centralidade da tradição ocidental. No entanto, embora seu zelo religioso e suas críticas ao secularismo ofereçam contribuições importantes ao debate cultural, o pensamento social e eclesiológico de Chesterton também traz perigos específicos à fé adventista. Seu apego à tradição e à imaginação como vias primárias para a ordem, sua exaltação do catolicismo romano e seu romantismo histórico sobre a Igreja institucionalizada confrontam aspectos fundamentais da missão profética, da escatologia bíblica e da estrutura representativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Este episódio busca uma análise crítica e equilibrada. Em cada parte, será destacado tanto o que há de útil no pensamento de Chesterton para a manutenção da ordem na comunidade de fé quanto os riscos que sua teologia tradicionalista e sua visão cultural de Igreja representam para a missão escatológica adventista.
Seu time de produto passa mais tempo em tarefas operacionais do que na criação de valor estratégico? Neste episódio, Sofia Orsini, Designer Líder na dti digital, reflete sobre o papel importante do Product Ops em ser a ponte para transformar visão em execução eficiente. Descubra práticas que resolvem a perda de disciplina operacional e eliminam trabalhos duplicados entre times, permitindo uma visão mais holística do produto. Dê o play e ouça agora! Assuntos abordados: Definição e propósito do Product Ops; Os pilares do Product Ops; Implementação em diferentes escalas; Liberando PMs de tarefas administrativas; Paradoxo da produtividade operacional; Desafios na estruturação de dados; IA como ferramenta no Product Ops; Gestão da mudança e resistências; MVP para operação de produto. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Preencha aqui seu formulário de aplicação para o sparkz (mentoria empresarial focada em conteúdo e vendas): https://sparkzclub.com/podcastFaça o diagnóstico do seu negócio aqui (pra gente te ajudar da melhor forma): https://form.imatize.com.br/diagnostico
Vamos falar a verdade... Nutrição é uma profissão que nunca teria precisado existir se não fosse pela criação inescrupulosa de toxinas alimentares que infestam os mercados de hoje em dia... Hoje, a nutrição virou uma torre de babel onde tudo se fala e nada mais se entende... Por exemplo: A conversa entre margarina e manteiga é absolutamente ridícula... É como perder tempo debatendo se uma árvore de plástico é melhor que uma árvore natural, é um absurdo! E ver que a maior defesa da margarina sai dos próprios nutricionistas é ainda mais chocante... é como se os engenheiros florestais defendessem plantar árvores de plástico ao invés de árvores de madeira... Agora, o problema da toxicidade de margarina não se resume só a ela não, mas a um grupo muito maior de porcarias do tipo... verdadeiros venenos... Venenos este que você deve consumir diariamente e se não for diariamente, com certeza semanalmente de uma forma ou de outra... e o pior é que não é uma toxina que causa problemas rapidamente, é uma toxina que causa problemas lentamente, progressivamente ao longo dos anos... E hoje quero te mostrar como essa substância promovida por aí como saudável está destruindo a saúde de um país inteiro... Isso é conhecido como o Paradoxo Israelita, conforme publicado neste estudo ainda de 1996… País mediterrâneo, consumo calórico mais baixo que outros, consumo de gorduras no geral mais baixo que outros países europeus, consumo muito baixo de gordura saturada, consumo alto de gorduras poliinsaturadas como recomendado, Israel deveria ser, em teoria, um dos países mais saudáveis na opinião da nutrição tradicional, PORÉM, o contrário é verdade! Israel tinha há pouco tempo as taxas de mortalidade por diabetes mais altas do mundo e prevalência de doenças cardíacas e câncer também altas. O que está acontecendo e como saber disso pode ajudar VOCÊ a garantir uma saúde mais robusta e uma forma mais bonita ?
Veja também em youtube.com/@45_graus Pedro Bingre do Amaral é professor na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) e presidente da Liga para a Protecção da Natureza (LPN). Estudou na Universidade Técnica de Lisboa, pela qual é licenciado em Engenharia Florestal e mestre em Planeamento Regional e Urbano. Desde 1998 foca o seu trabalho de docência, consultoria e investigação na temáticas do ambiente, conservação da natureza, florestas, ordenamento territorial e política de solos (rústicos e urbanos). _______________ Índice: (0:00) Introdução (3:39) Início: Porque arde tanto Portugal? | Causas naturais vs acção humana | História da paisagem em Portugal desde o Paleolítico até hoje | Processo de Haber-Bosch | A transição florestal e a governança do risco de incêndio em Portugal nos últimos 100 anos (37:45) Como os eucaliptais abandonados facilitam a propagação do fogo (40:46) O papel das Alterações Climáticas | Alentejo (44:12) Qual é a solução? Já conseguimos diminuir o nº de ignições, mas…. Paradoxo do fogoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em vez de nos deixar mais felizes, uma abundância de opções tende a nos bloquear, frustrar e provocar a sensação de que poderíamos ter escolhido melhor.
Ana Paula Martins esteve no Parlamento a responder aos deputados da oposição, que não a pouparam por causa dos problemas que acumula no INEM ou nas urgências de obstetrícia. Mas a ministra da Saúde, citando até Mário Soares, fez saber que nada a fará desistir. O apoio aparentemente inabalável do primeiro-ministro, mesmo com a sombra do Presidente a pairar sobre ela e baixos índices de popularidade, faz com que ela esteja mais forte politicamente. Quando o assunto é Saúde, a conversa faz-se com a jornalista do Expresso Vera Lúcia Arreigoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre a formação da identidade a partir da história da reconstrução da embarcação de Teseu.
Hoje Thais entrevista a empreendedora Thais Senna, ela começou compartilhando mesas bem-postas por paixão — e construiu um negócio que hoje dita tendência no mercado de luxo. Neste episódio, Thais Senna revela como deixou o Direito para empreender com elegância, fala sobre os bastidores do Vamos Receber e dá uma aula sobre transformar talento em marca, estilo em estratégia e detalhes em desejo.Vambora entender esse sucesso?CURSO – De Carona Na Carreirahttps://www.decaronanacarreira.com.br/Livro – De Carona Na Carreirahttps://amzn.to/4fGu271Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/thaisroque/Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Instagram DCNC: https://www.instagram.com/decaronanacarreira/TikTok: https://www.tiktok.com/@decaronanacarreiraYouTube: https://www.youtube.com/@Decaronanacarreira?sub_confirmation=1Thaís vesteVestido – Animale - https://www.instagram.com/animalebrasil/Sapatos – Ferragamo - https://www.instagram.com/ferragamo/Stylist – André Puertas Beleza – Cris DalleLink da Thais:Insta - https://www.instagram.com/vamosreceber/Mala de viagem:Paradoxo da escolha - https://www.ted.com/talks/barry_schwartz_the_paradox_of_choice?language=pt-brMãos talentosas - https://www.adorocinema.com/filmes/filme-189146/Equipe que faz acontecer:Criação, roteiro e apresentação: Thais RoqueConsultoria de conteúdo: Beatriz FiorottoProdução: José Newton FonsecaSonorização e edição: Felipe DantasIdentidade Visual: João Magagnin
Hoje vamos falar sobre o paradoxo de Fermi.
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Jesus abriu mão da Sua glória, entregando-se por nós, pecadores. Ele buscava mais do que seguidores — queria um relacionamento profundo com o Seu povo. Enquanto isso, nós exigimos de Deus “nossos direitos”, como se fôssemos reis, buscando conforto e não comunhão. O verdadeiro Rei ensinou, não só com palavras, como viver o Reino mesmo em tempos difíceis. Em meio ao ódio, Ele trouxe amor. Diante da arrogância, viveu em humildade. Onde havia conflito, Ele semeou paz. Neste Domingo de Ramos, lembramos deste paradoxo: o Rei veio montado num jumentinho, não para dominar, mas para servir. __ #FAMILIADOSQUECREEM #DOMINGODERAMOS Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Conheça nossa escola: http://escolanovamente.com Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Hoje falo sobre o paradoxo do micro-ondas, sobre a ilusão do tempo livre e sobre ser turista na minha própria cidade.——————————————————00:00 - Introdução01:46 - O paradoxo do micro-ondas07:57 - A ilusão do tempo livre14:23 - Turista na minha própria cidade21:28 - Conclusão
Alexandre Garcia comenta sobre a política econômica do governo Lula, destacando o aumento da taxa de juros, a elevação de impostos e o crescimento dos gastos públicos e também sobre a postura da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do seu diretor-geral, Tedros Adhanom, destacando uma aparente contradição em suas declarações sobre medidas adotadas durante a pandemia.
Talvez você não saiba disso, FIVE, mas eu estudo disciplina, procrastinação, produtividade, foco, há quase uma década. O primeiro programa de produtividade que eu tive foi em 2016. Então eu treino pessoas para serem mais disciplinadas e terem mais resultados nas suas vidas há quase 10 anos… E o que eu aprendi nessa jornada, é que existe o Paradoxo da Disciplina. Parece até um jogo de palavras, mas você vai entender nessa explicação… Olha que interessante: “Eu quero ser disciplinado, porque não tenho disciplina. Mas como não tenho disciplina nem para me tornar disciplinado, eu permaneço indisciplinado”. Faz sentido? O que eu notei então, é que pra muita gente é difícil se tornar disciplinado porque elas ainda não identificaram os 3 maiores inimigos da disciplina e por isso não sabem como vencê-los. Então eu preparei um conteúdo para ajudar qualquer pessoa a conquistar esse hábito (porque sim, disciplina é hábito, e por isso qualquer um consegue ter ele na própria vida). Se você quiser descobrir como fazer isso também, para ter mais disciplina, assista ao episódio #215 do “Sai da Média”, o Podcast de produtividade MAIS OUVIDO DO BRASIL: “Os 3 maiores INIMIGOS da disciplina (e como VENCÊ-LOS)”. Dá o play e confere! → Para mais conteúdos gratuitos sobre produtividade e desenvolvimento pessoal, se inscreve aqui no canal e me segue no Instagram: https://www.instagram.com/geronimotheml/ → Segue a Paty no Instagram se quiser descobrir os segredos de um evento ao vivo que gera alta transformação e conversão em vendas: https://www.instagram.com/patyaraujo.oficial/ #SaiDaMédia #VidaNoComando #GeronimoTheml
Talvez você não saiba disso, FIVE, mas eu estudo disciplina, procrastinação, produtividade, foco, há quase uma década. O primeiro programa de produtividade que eu tive foi em 2016. Então há pelo menos 8 anos eu treino pessoas para serem mais disciplinadas e terem mais resultados nas suas vidas… E o que eu aprendi nessa jornada, é que existe o Paradoxo da Disciplina. Parece até um jogo de palavras, mas você vai entender nessa explicação… Olha que interessante: “Eu quero ser disciplinado, porque não tenho disciplina. Mas como não tenho disciplina nem para me tornar disciplinado, eu permaneço indisciplinado”. Faz sentido? O que eu notei então, é que pra muita gente é difícil se tornar disciplinado justamente porque é preciso ter disciplina no processo. Algo desafiador para quem está nessa missão. Então eu preparei um conteúdo para ajudar qualquer pessoa a pegar o muro da indisciplina, que é gigante, e transformá-lo em um tijolinho, deixando o processo simples e sem esforço! Se você quiser descobrir como fazer isso também, para ter mais disciplina, assista ao episódio #210 do “Sai da Média”, o Podcast de produtividade MAIS OUVIDO DO BRASIL: “3 atitudes simples para você multiplicar sua disciplina todos os dias”. E olha, FIVE, pelo nível de estudo que eu trouxe aqui e pelo nível de pesquisa que eu fiz, esse vai ser o melhor podcast sobre disciplina que já fiz até agora… Então dá o play e confere! → Inscreva-se grátis no Treinamento “A Melhor Profissão do Mundo”, que acontece online e ao vivo nos dias 28, 30 e 31/10: https://geronimotheml.site/podcast-210-melhor-profissao → Para mais conteúdos gratuitos sobre produtividade e desenvolvimento pessoal, se inscreve aqui no canal e me segue no Instagram: https://www.instagram.com/geronimotheml/ → Segue a Paty no Instagram se quiser descobrir os segredos de um evento ao vivo que gera alta transformação e conversão em vendas: https://www.instagram.com/patyaraujo.oficial/ #SaiDaMédia #VidaNoComando #GeronimoTheml