Podcasts about mises

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Mises Media
Gold, Socialism, and the Crisis of the Dollar

Mises Media

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026


Mark Thornton opens this triple-header episode with a live Radio Rothbard appearance from Mises University, joining Ryan McMaken to discuss inflation, the K-shaped economy, asset prices, debt, the dollar, and why Austrian theory explains what mainstream accounts leave out. Thornton argues that monetary inflation benefits asset owners and government-connected interests first, while working households face higher prices long before wages catch up.On Side B, Mark joins Freedom Works interview on democratic socialism, where he explains why young Americans are drawn to socialism, how government intervention created many of their grievances, and why free markets remain the real path forward. The episode closes with Wall Street Bullion to discuss gold, silver, energy, debt service, the weakening dollar, BRICS, the petrodollar, and the economic fallout from war in the Persian Gulf.2026 is the Year of Rothbard—Murray's 100th birthday—and we're celebrating by giving away free copies of The Case for a 100 Percent Gold Dollar through August 31. Grab yours today at https://mises.org/issuesfree20% off listener offer on the insulated Minor Issues tumbler and three of Mark's books: https://mises.org/MinorIssuesTumbler. Use coupon code Thornton.Be sure to follow Minor Issues at https://Mises.org/MinorIssues

The
The Hidden Nature of Money That Connects Mind and Matter w/ Robert Gray & John Vervaeke

The "What is Money?" Show

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 157:55


// GUEST // John Vervaeke X: https://x.com/DrJohnVervaeke John Vervaeke Website: https://johnvervaeke.com // SPONSORS // Blockware Solutions: https://mining.blockwaresolutions.com/breedlove Mind Lab Pro: https://mindlabpro.com/products/mind-lab-pro/breedlove // PRODUCTS I ENDORSE // Protect your mobile phone from SIM swap attacks: https://www.efani.com/breedlove Lineage Provisions (use discount code BREEDLOVE): https://lineageprovisions.com/?ref=breedlove_22 Colorado Craft Beef (use discount code BREEDLOVE): https://coloradocraftbeef.com/ Salt of the Earth Electrolytes: http://drinksote.com/breedlove Jawzrsize (code RobertBreedlove for 20% off): https://jawzrsize.com // UNLOCK THE WISDOM OF THE WORLD'S BEST NON-FICTION BOOKS //https://course.breedlove.io/ // SUBSCRIBE TO THE CLIPS CHANNEL //https://www.youtube.com/@robertbreedloveclips2996/videos // JOIN THE COMMUNITY // Telegram: https://t.me/TheWiMCommunity // TIMESTAMPS // 0:00 – WiM Episode Trailer 1:34 – Podcast Begins 8:00 – Money as Language: Literacy, Numeracy, and the Language of Action 18:00 – Full Commitment and Why Reality Reorganizes Around Unequivocal Choices 28:00 – Entropy, Antifragility, and Why Time Tests All Structures 38:00 – The Entropy Fluency Hypothesis: Frame Breaking and the Cognitive Continuum 50:00 – Money, the Axial Age, and the Emergence of Universal Thought 59:23 – Mine Bitcoin with Blockware Solutions 1:00:30 – The Hindu-Arabic Numeral System, Zero, and the Rise of Universal Money 1:12:00 – Money as Meta-Perspectival Technology: The Silk Road and the One God 1:24:00 – Mises' Axiom of Action: Where Mind and Matter Make Contact 1:38:00 – Game Theory, Entrepreneurship, and Skating to Where the Puck Is Going 2:16:43 – Mind Lab Pro 2:17:50 – Primordial Presuppositions: Dao, Brahman, and the Unspeakable 2:35:21 – Protect Yourself From SIM Swaps 2:36:27 – Unlock the Wisdom of the Best Non-Fiction Books // PODCAST // Podcast Website: https://whatismoneypodcast.com/ Apple Podcast: https://podcasts.apple.com/us/podcast/the-what-is-money-show/id1541404400 Spotify: https://open.spotify.com/show/25LPvm8EewBGyfQQ1abIsE RSS Feed: https://feeds.simplecast.com/MLdpYXYI // SUPPORT THIS CHANNEL // Bitcoin: 3D1gfxKZKMtfWaD1bkwiR6JsDzu6e9bZQ7 Sats via Strike: https://strike.me/breedlove22 Paypal: https://www.paypal.com/paypalme/RBreedlove Venmo: https://account.venmo.com/u/Robert-Breedlove-2 // SOCIAL // Breedlove X: https://x.com/Breedlove22 WiM? X: https://x.com/WhatisMoneyShow Linkedin: https://www.linkedin.com/in/breedlove22/ Instagram: https://www.instagram.com/breedlove_22/ TikTok: https://www.tiktok.com/@breedlove22 Substack: https://breedlove22.substack.com/ All My Current Work: https://linktr.ee/robertbreedlove

Journal en français facile
Iran: deux mises à mort en public / Incendies en France: colère des habitants / La FIFA veut gagner plus d'argent...

Journal en français facile

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 10:00


Le Journal en français facile du mercredi 29 juillet 2026, 18 h 00 à Paris. Retrouvez votre épisode avec la transcription synchronisée et des exercices pédagogiques pour progresser en français : http://rfi.my/CvGu.A

Les Essentiels du Bassin
L'Ostréiculteur Sébastien Barcessat nous présente toutes les initiatives mises en oeuvre pour aider les sapeurs-pompiers et les bénévoles du

Les Essentiels du Bassin

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 4:38


The Human Action Podcast
Rothbard vs. the Free Bankers

The Human Action Podcast

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026


Bob reviews Murray Rothbard's 1988 essay "The Myth of Free Banking in Scotland," his sharp response to Larry White's influential account of Scottish free banking.Related:Rothbard's Article, "The Myth of Free Banking in Scotland": Mises.org/HAP560aBob's Debate with George Selgin on Fractional Reserve Banking: Mises.org/HAP560bGeorge Selgin's Article, "Scottish Banks and the Bank Restriction, 1797–1821": Mises.org/HAP560cJoe Salerno's Article on Mises as Currency School Free Banker: Mises.org/HAP560d

Mises Media
Rothbard vs. the Free Bankers

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026


Bob reviews Murray Rothbard's 1988 essay "The Myth of Free Banking in Scotland," his sharp response to Larry White's influential account of Scottish free banking.Related:Rothbard's Article, "The Myth of Free Banking in Scotland": Mises.org/HAP560aBob's Debate with George Selgin on Fractional Reserve Banking: Mises.org/HAP560bGeorge Selgin's Article, "Scottish Banks and the Bank Restriction, 1797–1821": Mises.org/HAP560cJoe Salerno's Article on Mises as Currency School Free Banker: Mises.org/HAP560d

Oxigênio
Série Termos Ambíguos – #7 Globalismo

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 35:47


Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral:  Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização  começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar  agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria  Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio.  Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso…  Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo.⁠ No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração.  Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo.  Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor.  Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período.  Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas.  Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais.  Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade.    Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto  neoliberal  tem  como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a  própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política.  Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU.  Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU.  Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o  Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar.  Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas:  Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista.  Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora  de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos:  Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional.  Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando:  Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo.  Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado.  A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação:  Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano.  Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família  seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”.  Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet.  Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021.  Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências  econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China.  Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas.    Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai.  Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis.  Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos.  Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube.  Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!

Les Essentiels du Bassin
La Chaîne de la Solidarité se poursuit depuis la Cabane des SaHoutous avec Laurent Dauzou qui nous présente toutes les initiatives mises en

Les Essentiels du Bassin

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 3:51


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Part V: Applying the Treatise, 1956–1962

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026


The completion of the first draft of Man, Economy, and State enabled Murray Rothbard to move on to other activities and projects. He earned his doctorate in 1956 and reviewed papers and books for the Volker Fund, evaluating contemporary research using the body of economic theorems he had deduced. Focusing on the Chicago School, Rothbard criticized Israel Kirzner's attempt to fuse Austrian insights with neo-Marshallian production theory as well as Milton Friedman and others' neo-Fisherian monetary economics. Rothbard not only criticized new publications; he also continued to edit his treatise, adding new references and making other changes. In 1962, despite professional and institutional obstacles, Man, Economy, and State was finally published. With it, Rothbard greatly advanced the Austrian tradition and firmly positioned himself as Mises's heir.

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Part III: A Böhm-Bawerkian Treatise, 1953–1955

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026


Murray Rothbard's project drastically changed in mid-1953. Unable to rely on Mises's sparse treatment of production theory, Rothbard adopted his old Marshallian approach, focusing on an individual firm that faced fixed prices and restricted investment decisions. But he soon recognized the pitfalls of Marshallian partial equilibrium and discarded it for Austrian general equilibrium, emphasizing the Böhm-Bawerkian capitalist-entrepreneur's ability to invest in multiple firms across the structure of production and influence market prices. In doing so, Rothbard finished the Böhm-Baverkian system by integrating the pure time preference theory of interest of Frank A. Fetter and Ludwig von Mises into the production structure analysis of Knut Wicksell and F. A. Hayek. This interrelatedness approach led Rothbard to differentiate between factor incomes, apply Mises's theory of the impossibility of socialist economic calculation to a vertically integrated firm, and expose the flaws of neoclassical monopoly and competition theory. With these theoretical breakthroughs, by 1955 Rothbard moved beyond his initial goal of “bringing to the surface and clarifying” his mentor's “edifice” to deducing the architectonic edifice of praxeological economic theory along the lines of Mises's “great book” suggestion.

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Part II: A Misesian Textbook, 1949–1953

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026


Murray Rothbard's economic perspective changed significantly in 1949 when he met Ludwig von Mises and read his magnum opus, Human Action. With the financial support of the Volker Fund, Rothbard accepted Mises's offer to write a textbook rendition of his treatise. Early on, Rothbard evinced a thorough understanding of Mises's monetary transmission mechanism and praxeological method. This allowed him to further develop the theories of value and price formation the emerging neoclassical synthesis had neglected. In particular, Rothbard used the means-ends relationship to deduce the law of ordinal marginal utility rankings and contrasted it with modern theories of utility. He then showed how this law logically resulted in demand schedules that always sloped downward, which in turn led to a theory of pricing that explained the process of equilibration to the market clearing price. Finally, he extended his analysis to price formation in a monetary economy. In addition to exhibiting his own intellectual progress, Rothbard's developments significantly advanced economic science because Mises assumed these logical deductions but never actually derived them.

Radio Rothbard
Gold, Inflation, and our K-Shaped Economy

Radio Rothbard

Play Episode Listen Later Jul 25, 2026


In this episode of Radio Rothbard, recorded live at Mises University 2026, Ryan sits down with Mark Thornton to talk through the economic trends fueling today's unrest.Be sure to follow Radio Rothbard at https://Mises.org/RadioRothbardRadio Rothbard mugs are available at the Mises Store. Get yours at https://Mises.org/RothMug PROMO CODE: RothPod for 20% off

Mises Media
The Rothbardian Revolution Against Neoliberalism

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 25, 2026


Is neoliberalism a real intellectual tradition or just an insult? Tho Bishop argues it is real and precise: a program for a regulated market economy running on technocratically managed, socialized money. He traces it from Henry Simons's 1934 "A Positive Program for Laissez-Faire" into the Mont Pelerin Society—where Mises watched enthusiasm for antitrust and credit expansion take root, and where the vacuum left by Hayek was filled by Chicago rather than by libertarians—and forward through Friedman's career to Greenspan and Bernanke. The Rothbardians, he concludes, have been the only sustained non-socialist opposition.Recorded at the Mises Institute in Auburn, Alabama, on July 25, 2026.Mises University is the world's leading instructional program in the Austrian School of economics, and is the essential training ground for economists who are looking beyond the mainstream.

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Gold, Inflation, and our K-Shaped Economy

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 25, 2026


In this episode of Radio Rothbard, recorded live at Mises University 2026, Ryan sits down with Mark Thornton to talk through the economic trends fueling today's unrest.Be sure to follow Radio Rothbard at https://Mises.org/RadioRothbardRadio Rothbard mugs are available at the Mises Store. Get yours at https://Mises.org/RothMug PROMO CODE: RothPod for 20% off

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Stocks, Manure, Gold, and Socialism: Markets and Bad Ideas

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 25, 2026


Mark Thornton opens with an update on the “Stocks versus Manure” prediction contest, where agricultural stocks are beating the S&P 500 year to date. He then joins Maggie Lake on Wealthion to discuss gold, silver, mining stocks, Kevin Warsh, Fed policy, interest rates, the dollar, and why the long-term thesis for precious metals rests on debt, deficits, monetary inflation, and financial repression.On Side B, Thornton appears on NTD to discuss the rising appeal of democratic socialism among younger Americans. He argues that young voters are reacting to real burdens—debt, unaffordable education, healthcare, housing, and Social Security promises—but are being drawn toward policies that cannot solve them. Mark also explains why socialism fails in theory and practice, from the calculation problem to incentives, and why education is essential to reversing the trend.2026 is the Year of Rothbard—Murray's 100th birthday—and we're celebrating by giving away free copies of The Origins of the Federal Reserve through July 31. Grab yours today at https://mises.org/issuesfree20% off listener offer on the insulated Minor Issues tumbler and three of Mark's books: https://mises.org/MinorIssuesTumbler. Use coupon code Thornton.Be sure to follow Minor Issues at https://Mises.org/MinorIssues

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The Making of an Austrian Economist

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026


Patrick Newman presents the book he and Joseph Salerno have written, Murray N. Rothbard: The Making of an Austrian Economist. He traces Rothbard's path from a Columbia PhD steeped in the neoclassical synthesis, through his 1949 encounter with Mises and Human Action, to the writing of Man, Economy, and State—a project that began as a beginner's textbook and grew into the treatise that stands beside Human Action at the core of the Austrian tradition. Along the way: Rothbard's neglected theory of production, his reconstruction of welfare economics, and Mises's own remarkable assessment of his heir.Recorded at the Mises Institute in Auburn, Alabama, on July 24, 2026.Mises University is the world's leading instructional program in the Austrian School of economics, and is the essential training ground for economists who are looking beyond the mainstream.

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The Economics of AI

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Play Episode Listen Later Jul 24, 2026


There is no separate "economics of AI," Peter Klein argues, any more than there was an economics of the internet—there's just economics, applied to specific goods and services. He demystifies what today's models actually do (predict the next word), places them in a long history of "new economy" hype that never required new economic theory, and works through the industry with standard tools: subjective value, the theory of the firm, network effects, and the incumbents' lobbying for regulation to raise rivals' costs. He closes on the deeper question—whether an AI can act in Mises's sense—and argues it cannot: an AI exercises what he calls derived judgment, executing tasks on an entrepreneur's behalf, but it can never decide whether to be an entrepreneur at all.Recorded at the Mises Institute in Auburn, Alabama, on July 24, 2026.Mises University is the world's leading instructional program in the Austrian School of economics, and is the essential training ground for economists who are looking beyond the mainstream.

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What Do Austrians Think of Equilibrium?

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Play Episode Listen Later Jul 24, 2026


What do Austrians think of equilibrium? Jonathan Newman's answer is "always and never." Rather than treating equilibrium as an unreachable ideal against which real markets are judged failures—the trap Mises warned against—he walks through a realistic market process asking at each step what has been settled and what remains open. That yields several distinct equilibrium constructs: the plane state of rest that occurs after every single exchange (where markets always clear), the Wicksellian state of rest where competitors' prices converge, and the final state of rest that the economy forever tends toward but never reaches. The payload is a quiet demolition of "sticky price" and "sticky wage" reasoning—and with it, the Keynesian account of depressions.Recorded at the Mises Institute in Auburn, Alabama, on July 24, 2026.Mises University is the world's leading instructional program in the Austrian School of economics, and is the essential training ground for economists who are looking beyond the mainstream.

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Private Property as the Cornerstone of Liberty

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Play Episode Listen Later Jul 24, 2026


Dr. Wanjiru Njoya argues that private property is the indispensable cornerstone of liberty and civilization, and that anti-discrimination laws—however well-intentioned—are a form of aggression against property that nudges society along the continuum toward socialism. Drawing on Rothbard, Hoppe, and Mises, she defends property rights as absolute, carefully distinguishes political philosophy from personal morality, and warns that eroding property will, in Mises's words, cause civilization itself to perish.Recorded at the Mises Institute in Auburn, Alabama, on July 24, 2026.Mises University is the world's leading instructional program in the Austrian School of economics, and is the essential training ground for economists who are looking beyond the mainstream.

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The Dehomogenization of Mises and Hayek

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026


Tate Fegley uses Joseph Salerno's work to draw out the fundamental differences between Mises and Hayek—on society, law, the family, and above all the calculation problem versus the knowledge problem—arguing that treating the two as interchangeable obscures the distinctly Misesian paradigm.Recorded at the Mises Institute in Auburn, Alabama, on July 23, 2026.Mises University is the world's leading instructional program in the Austrian School of economics, and is the essential training ground for economists who are looking beyond the mainstream.

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Mises's Theory of the Promoter-Entrepreneur

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026


Per Bylund takes up Mises's claim that the entrepreneur-promoter cannot be defined praxeologically and argues the opposite—that the promoter can be pinned down as the actor who breaks the economy free from what Bylund calls the "specialization deadlock." Drawing on his own work, he shows how genuine innovation (not mere task-splitting or arbitrage) drives economic growth in spasmodic leaps, placing the promoter, and the firm as an "island of specialization," at the very core of the Misesian market process.Recorded at the Mises Institute in Auburn, Alabama, on July 23, 2026.Mises University is the world's leading instructional program in the Austrian School of economics, and is the essential training ground for economists who are looking beyond the mainstream.

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Game Theory

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026


Game theory has Austrian roots—Oskar Morgenstern was Mises's doctoral student—but the way it's taught leads almost everywhere to the same conclusion: individuals left alone reach bad outcomes, so the state must intervene. Lucas Engelhardt argues the reasoning has a hole in it. Standard analysis treats the game as fixed, when real people are entrepreneurial: alert to opportunity, able to see a bad equilibrium coming and restructure the payoffs before it arrives. Working through the tragedy of the commons, public goods, tariffs, and Huerta de Soto's account of why bankers lobbied for a central bank, he offers a better question—not what should government impose, but how will entrepreneurs change the game, and if they haven't, what's stopping them?Recorded at the Mises Institute in Auburn, Alabama, on July 23, 2026.Mises University is the world's leading instructional program in the Austrian School of economics, and is the essential training ground for economists who are looking beyond the mainstream.

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Race and Discrimination

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Play Episode Listen Later Jul 22, 2026


Wanjiru Njoya applies praxeology to debates about race and discrimination. She starts with Mises on polylogism—the doctrine, shared by Marxists and Nazis alike, that logic itself varies by class or race—and his insistence that reason is common to all human beings. From there she turns to causation: drawing on Nozick, Walter Williams, and Thomas Sowell, she argues that research claiming discrimination causes economic inequality establishes correlation at best, and that unequal outcomes call for no special explanation in the first place.Recorded at the Mises Institute in Auburn, Alabama, on July 22, 2026.Mises University is the world's leading instructional program in the Austrian School of economics, and is the essential training ground for economists who are looking beyond the mainstream.

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Tariffs vs. Free Trade

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026


Economists have agreed on free trade for two centuries; the public and the politicians haven't caught up. Lucas Engelhardt rebuilds the case from scratch—mutual benefit, comparative advantage, and the simple point that drawing a border between two traders destroys none of the gains—then takes apart the arguments for tariffs one by one. Most timely is his treatment of trade deficits: following Mises, he shows a deficit isn't a "loss" but the natural result of Americans choosing goods over cash, and explains why "Liberation Day" tariffs actually made the deficit spike.Recorded at the Mises Institute in Auburn, Alabama, on July 21, 2026.Mises University is the world's leading instructional program in the Austrian School of economics, and is the essential training ground for economists who are looking beyond the mainstream.

Mises Media
Calculation and Socialism

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026


Timothy Terrell revisits Mises's 1920 bombshell: under socialism, rational economic calculation isn't just hard—it's impossible. Without market prices for the means of production, a central planner is blind, unable to tell whether he's creating wealth or destroying it. Terrell traces the argument from Soviet railroads and steel-bodied fighter jets to a strikingly modern target: the U.S. government's central planning of the American West.Recorded at the Mises Institute in Auburn, Alabama, on July 21, 2026.Mises University is the world's leading instructional program in the Austrian School of economics, and is the essential training ground for economists who are looking beyond the mainstream.

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Mises Media
Praxeology

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026


David Gordon lays out praxeology—the science of human action—and the deductive method that sets Austrian economics apart. With characteristic wit, he distinguishes valid arguments from sound ones, weighs Rothbard's "it's just self-evident" grounding of the action axiom against Mises's a priori approach, and shows why economic truths deduced by pure logic can still be genuinely surprising.Recorded at the Mises Institute in Auburn, Alabama, on July 20, 2025.Mises University is the world's leading instructional program in the Austrian School of economics, and is the essential training ground for economists who are looking beyond the mainstream.

Mises Media
Subjective Value and Market Prices

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026


Jeffrey Herbener builds Austrian price theory from the ground up—starting with the single acting person weighing ends against means, and arriving at Mises's calculation argument. Value is purely subjective, he shows, so no producer can gauge whether he's serving consumers well by feeling alone. What makes economizing across a division of labor possible is money prices—and the profit-and-loss accounting they enable.Recorded at the Mises Institute in Auburn, Alabama, on July 20, 2025.Mises University is the world's leading instructional program in the Austrian School of economics, and is the essential training ground for economists who are looking beyond the mainstream.

The Propaganda Report
Thomas Paine: Liberty's Hated Torchbearer w/ George Ford Smith

The Propaganda Report

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 86:30


We've all heard of Thomas Paine and think of him as instrumental in the founding of this country, but did you know he may well have been the most critical man alive at the time in fostering and shaping American independence? And what did he get for his efforts and fortitude? Listen and learn as George Ford Smith adds something of real value on the one and only semiquincentennial of our once great country. Find George Ford Smith's work: ⁠⁠Mises.org profile⁠ Article Discussed: ⁠https://mises.org/mises-daily/thomas-paine-libertys-hated-torchbearer⁠ Exclusive Content and Ways to Support: Support me on Substack for ad-free content, bonus material, personal chatting and more!  ⁠⁠https://substack.com/@monicaperezshow⁠⁠ Become a PREMIUM SUBSCRIBER on Apple Podcasts for AD FREE episodes and exclusive content! True Hemp Science:  ⁠⁠https://truehempscience.com/⁠⁠ PROMO CODE: MONICA Find, Follow, Subscribe & Rate on your favorite podcasting platform AND for video and social & more... Website: ⁠⁠https://monicaperezshow.com/⁠⁠ Substack: ⁠⁠https://substack.com/@monicaperezshow⁠⁠ Rumble: ⁠⁠https://rumble.com/user/monicaperezshow⁠⁠ Youtube: ⁠⁠https://www.youtube.com/c/MonicaPerez⁠⁠ Twitter/X: @monicaperezshow Instagram: @monicaperezshow Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Mises Media
Major Party Realignment

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026


Mark Thornton looks at the growing strength of democratic socialism inside the Democratic Party and asks whether the United States may be entering another era of major party realignment. Drawing on Rothbard's analysis of long-term ideological change, Mark explains how younger voters, burdened by debt, unaffordable housing, healthcare, and education, are understandably angry—but are turning toward policies that helped create the crisis. Mark also examines how war, inflation, government intervention, and broken political promises are reshaping both major parties.On Side B, Thornton joins the Liberty and Finance podcast to discuss monetary disorder, central bank digital currencies, programmable money, AI-driven surveillance, the war on cash, and the need for education and resistance against the next monetary reset.Additional Resources"Keith Knight's Top Ten Problems with Democratic Socialism" (Human Action Podcast) with Bob Murphy: https://mises.org/MI_186_A"How Democratic Socialists of America Has Developed Into a Movement Party" by David Duhalde: https://mises.org/MI_186_B"The Myth of Democratic Socialism" by Murray Rothbard: https://mises.org/MI_186_C"How Democratic Socialism Created California's Housing Crisis" by Chris Calton: https://mises.org/MI_186_D"Democratic Socialism IS Totalitarianism" by Bill Anderson: https://mises.org/MI_186_E"How to Fix the Economics of Healthcare" by Bob Murphy: https://mises.org/MI_186_F2026 is the Year of Rothbard—Murray's 100th birthday—and we're celebrating by giving away free copies of The Origins of the Federal Reserve through July 31. Grab yours today at https://mises.org/issuesfree20% off listener offer on the insulated Minor Issues tumbler and three of Mark's books: https://mises.org/MinorIssuesTumbler. Use coupon code Thornton.Be sure to follow Minor Issues at https://Mises.org/MinorIssues

The Human Action Podcast
Does the Free Market Naturally Lead to Price Deflation?

The Human Action Podcast

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026


Bob uses U.S. economic history, centering on the greenback era, to work through some subtle but important distinctions in Austrian monetary theory. He also addresses whether free-market economies have a natural tendency toward price deflation under a commodity standard, why the stock-versus-flow distinction matters for understanding gold production and the price level, and how to distinguish "bad" policy-induced monetary deflation from the "good" price deflation that accompanies genuine productivity growth.Related:Patrick Newman, "The Depression of 1873-1879: An Austrian Perspective": Mises.org/HAP558aClarence Long, "The Course of Money Wages during 1860-1890": Mises.org/HAP558bBob's Understanding Money Mechanics: Mises.org/HAP558cBob's Article, "Hayek's Plan for Private Money": Mises.org/HAP558dThe Charts Shown in this Episode: Mises.org/HAP558e

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Does the Free Market Naturally Lead to Price Deflation?

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Play Episode Listen Later Jul 13, 2026


Bob uses U.S. economic history, centering on the greenback era, to work through some subtle but important distinctions in Austrian monetary theory. He also addresses whether free-market economies have a natural tendency toward price deflation under a commodity standard, why the stock-versus-flow distinction matters for understanding gold production and the price level, and how to distinguish "bad" policy-induced monetary deflation from the "good" price deflation that accompanies genuine productivity growth.Related:Patrick Newman, "The Depression of 1873-1879: An Austrian Perspective": Mises.org/HAP558aClarence Long, "The Course of Money Wages during 1860-1890": Mises.org/HAP558bBob's Understanding Money Mechanics: Mises.org/HAP558cBob's Article, "Hayek's Plan for Private Money": Mises.org/HAP558dThe Charts Shown in this Episode: Mises.org/HAP558e

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Theory of Price Controls

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026


Mises's focused analysis of price controls: why fixing prices produces shortages and demands for still more controls, and what that reveals for the theory of social organization as a whole.

Mises Media
The Hampered Market Economy

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026


Mises examines the doctrine of a “hampered” or regulated market as a distinct third system and answers Schmalenbach's thesis that free enterprise was giving way to a bound economy.

Mises Media

Mises's 1929 preface, written in Vienna for the original German edition, presenting the essays as a sustained critique of interventionism, then the reigning economic policy across Europe and America.

Mises Media
Introduction

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026


Hans F. Sennholz, the translator, lays out Mises's target—the belief in a “third system” of a hampered market economy standing between capitalism and socialism—and why that middle way cannot hold.

Mises Media

Margit von Mises introduces the collection, recalling that these essays date from the 1920s and noting that the final essay was added to the later German edition.

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The Dupes of War: Mises on Statism, Propaganda, and Foreign Conflict

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026


On the latest episode of Minor Issues, Mark Thornton examines the “dupes of war”—citizens trained by government, schools, and historians to accept false stories about the causes, costs, and supposed benefits of war. Drawing on Ludwig von Mises, Mark argues that war is not caused by isolated incidents or sudden crises, but by statism, nationalism, interventionism, and state worship.He challenges the standard narratives around World War I, World War II, Pearl Harbor, wartime “prosperity,” and government-funded innovation, warning that war benefits politicians, bankers, the military-industrial complex, and global power elites while destroying lives, capital, trade, and civilization itself.On Side B, Thornton joins Kai Hoffmann to discuss the three Austrian “bust signals”: asset bubbles, price inflation, and the K-shaped economy. He also covers gold, silver, commodities, war-driven supply shocks, Fed propaganda, and why younger people are increasingly hungry for real economics.2026 is the Year of Rothbard—Murray's 100th birthday—and we're celebrating by giving away free copies of The Origins of the Federal Reserve through July 31. Grab yours today at https://mises.org/issuesfree20% off listener offer on the insulated Minor Issues tumbler and three of Mark's books: https://mises.org/MinorIssuesTumbler. Use coupon code Thornton.Be sure to follow Minor Issues at https://Mises.org/MinorIssues

Mises Media
Three Myths of American Healthcare

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026


Ryan McMaken dismantles three persistent myths of American healthcare before tracing the origins of social insurance to Bismarck's deliberate scheme to bind citizens to the state "by the chains of gratitude" and closing with Mises' 1944 prediction that a population half-dependent on government healthcare would never vote to dismantle it..Recorded in Windham, New Hampshire, on June 27, 2026. Special thanks to Joe and Tracy Matarese for sponsoring this event.

Mises Media
Is This Country Having Its Socialist Moment?

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Play Episode Listen Later Jul 9, 2026


Democratic socialist candidates are becoming a serious political challenge in Democratic Party primaries. Have Americans suddenly become convinced by the arguments in favor of command economies, or is there something deeper going on?Read the article here: https://mises.org/mises-wire/country-having-its-socialist-moment2026 is the Year of Rothbard—Murray's 100th birthday—and we're celebrating by giving away free copies of The Origins of the Federal Reserve through July 31. Grab yours today at https://mises.org/gabfreebookBe sure to follow the Guns and Butter podcast at https://Mises.org/GB

Mises Media
Mind, Materialism, and the Fate of Man

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026


Mises opens the philosophical half of the course by arguing that Marx's materialism—the claim that a person's economic class shapes his very ideas and logic—dominates modern thought, and he begins to dismantle it.

Mises Media
Introduction to Marxism Unmasked

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026


Richard M. Ebeling recalls the world of 1952, when socialism seemed ascendant everywhere, summarizes Marx's system of historical materialism and class struggle, and introduces Mises as one of its most formidable critics.

Mises Media
Appendix 2: On the Term “Liberalism”

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026


Mises defends his use of the word: true liberalism is defined by private ownership of the means of production, and he explains why he keeps the name despite its distorted modern usage.

Mises Media
Introduction

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026


Mises defines liberalism as a program for material welfare grounded in reason, ties it to capitalism, and examines the psychological roots of antiliberal resentment.

Mises Media
Class Conflict and Revolutionary Socialism

Mises Media

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026


Marx's doctrine of class and class conflict: the claim that class interests determine how people think and set the classes in irreconcilable conflict—with Mises noting that Marx never actually defined what a class is.

The Human Action Podcast
Greenspan's Legacy: Did the Fed Cause the Housing Bubble?

The Human Action Podcast

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026


In the wake of Alan Greenspan's recent passing, Bob revisits two contested claims about his legacy: did the Fed under Greenspan fuel the housing bubble, and did that bubble cause the 2008 financial crisis? Related:Bob's Article from October, 2007, "The Worst Recession in 25 years?": Mises.org/HAP557aPeter Schiff was Right (2006-2007 Edition): Mises.org/HAP557bMark Thornton, 2004, "Housing: Too Good to Be True": Mises.org/HAP557cBob's 2008 Article, "The Importance of Capital Theory": Mises.org/HAP557dThe Charts Shown in this Episode: Mises.org/HAP557e

Deep Dives with Monica Perez
Thomas Paine: Liberty's Hated Torchbearer w/ George Ford Smith

Deep Dives with Monica Perez

Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 86:30


We've all heard of Thomas Paine and think of him as instrumental in the founding of this country, but did you know he may well have been the most critical man alive at the time in fostering and shaping American independence? And what did he get for his efforts and fortitude? Listen and learn as George Ford Smith adds something of real value on the one and only semiquincentennial of our once great country. Find George Ford Smith's work: ⁠Mises.org profile Article Discussed: https://mises.org/mises-daily/thomas-paine-libertys-hated-torchbearer Exclusive Content and Ways to Support: Support me on Substack for ad-free content, bonus material, personal chatting and more!  ⁠https://substack.com/@monicaperezshow⁠ Become a PREMIUM SUBSCRIBER on Apple Podcasts for AD FREE episodes and exclusive content! True Hemp Science:  ⁠https://truehempscience.com/⁠ PROMO CODE: MONICA Find, Follow, Subscribe & Rate on your favorite podcasting platform AND for video and social & more... Website: ⁠https://monicaperezshow.com/⁠ Substack: ⁠https://substack.com/@monicaperezshow⁠ Rumble: ⁠https://rumble.com/user/monicaperezshow⁠ Youtube: ⁠https://www.youtube.com/c/MonicaPerez⁠ Twitter/X: @monicaperezshow Instagram: @monicaperezshow Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Free Man Beyond the Wall
The Thought Crime Syndicate Complete (So Far) w/ Bonus - Part 1

Free Man Beyond the Wall

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 538:35


8 Hours 59 MinutesNSFWThis includes an episode not made public before.DE's Telegram ChannelJose's SubstackSubscribe to Jose's Newsletter10 Myths of Gun ControlJose's Mises.org PagePete and Thomas777 'At the Movies'Support Pete on His WebsitePete's PatreonPete's Substack Pete's SubscribestarPete's GUMROADPete's VenmoPete's Buy Me a CoffeePete on FacebookPete on TwitterBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/the-pete-quinones-show--6071361/support.

Free Man Beyond the Wall
The Thought Crime Syndicate Complete (So Far) w/ Bonus - Part 2

Free Man Beyond the Wall

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 513:33


8 Hours 34 MinutesNSFWThis includes an episode not made public before.DE's Telegram ChannelFundamental Principles PodcastJose's SubstackSubscribe to Jose's Newsletter10 Myths of Gun ControlJose's Mises.org PagePete and Thomas777 'At the Movies'Support Pete on His WebsitePete's PatreonPete's Substack Pete's SubscribestarPete's GUMROADPete's VenmoPete's Buy Me a CoffeePete on FacebookPete on TwitterBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/the-pete-quinones-show--6071361/support.

Free Man Beyond the Wall
The Thought Crime Syndicate (The 2025 Episodes) - Part 3

Free Man Beyond the Wall

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 531:48


8 Hours 52 MinutesNSFWThe 2025 episodes.DE's Telegram ChannelFundamental Principles PodcastCharles' Book - The Holistic Guide to SuicideJose's SubstackSubscribe to Jose's Newsletter10 Myths of Gun ControlJose's Mises.org PagePete and Thomas777 'At the Movies'Support Pete on His WebsitePete's PatreonPete's Substack Pete's SubscribestarPete's GUMROADPete's VenmoPete's Buy Me a CoffeePete on FacebookPete on TwitterBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/the-pete-quinones-show--6071361/support.

Free Man Beyond the Wall
The Thought Crime Syndicate (The 2026 Episodes) - Part 4

Free Man Beyond the Wall

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 246:42


4 Hours 7 MinutesNSFWThe 2026 episodes so far.DE's Telegram ChannelFundamental Principles PodcastCharles' Book - The Holistic Guide to SuicideJose's SubstackSubscribe to Jose's Newsletter10 Myths of Gun ControlJose's Mises.org PagePete and Thomas777 'At the Movies'Support Pete on His WebsitePete's PatreonPete's Substack Pete's SubscribestarPete's GUMROADPete's VenmoPete's Buy Me a CoffeePete on FacebookPete on TwitterBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/the-pete-quinones-show--6071361/support.