Podcasts about tchau

  • 258PODCASTS
  • 384EPISODES
  • 34mAVG DURATION
  • 1MONTHLY NEW EPISODE
  • Jul 9, 2026LATEST

POPULARITY

20192020202120222023202420252026


Best podcasts about tchau

Show all podcasts related to tchau

Latest podcast episodes about tchau

Oxigênio
#222 – A autoria indígena da colonização às livrarias

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 33:06


A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil.  TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos.  CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez.  MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio.  LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos,  ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai.  CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas.  CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas.  LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas.  CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta.  CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas.  CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário.  CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço.  MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever.  [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música]  LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico.  TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai.  LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda  é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender.  MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena.  LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso.  TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho.  LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada  a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso.  CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso.  CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais.  LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade.  CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas.  CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso.  MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento.  MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada.  TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus.    TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio.  TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos.  MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto.  TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você.  LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela.  TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas.  MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista.  MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história.  [trilha sonora]  TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro.  LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz.  TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva  MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles.    TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas.  TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha]  LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês.  TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas.  TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha.  LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez.  MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima!  Trilhas:  Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027  Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385  Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621 

QueIssoAssim
QueIssoAssim 355 – Adeus Jaspion e Tchau Mídia Física

QueIssoAssim

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 74:31


Em mais um episódio do QueIssoAssim de temática livre, Brunão, Zitos e Andreia (Livros em Cartaz) conversam sobre amenidades da semana. Entre elas, o falecimento do ator e dublê japonês Hikaru Kurosaki que ficou famoso por eternizar o herói Jaspion. Entre memórias e nostalgia, comentamos também sobre o fim definitivo da mídia física por conta do anúncio da Sony de que não serão mais produzidos discos para os jogos de PS5. E o saudosismo bateu forte e fomos até a época do Atari. Não esqueça de comentar e compartilhar!

Investir com SIM
Compondo a Tese - 03/07/2026

Investir com SIM

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 14:46


Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Tchau, Bolsa: Time For Fun (SHOW3) lança edital para OPA em 20 de julhohttps://www.moneytimes.com.br/tchau-bolsa-time-for-fun-show3-lanca-edital-para-opa-em-20-de-julho-lmrs/Havaianas e P. Andrade lançam colaboração inédita em Parishttps://exame.com/casual/havaianas-e-p-andrade-lancam-colaboracao-inedita-em-paris/STF forma maioria para autorizar pagamento de parte de penduricalhos a magistradoshttps://podcasts.apple.com/br/podcast/stf-forma-maioria-para-autorizar-pagamento-de-parte/id203963267?i=1000774488496&l=en-GBPagamento de penduricalhos: ‘decisão do STF foi decepcionante'https://podcasts.apple.com/br/podcast/pagamento-de-penduricalhos-decis%C3%A3o-do-stf-foi/id203963267?i=1000774870299&l=en-GBBriga com Michelle será fardo na campanha de Flávio Bolsonarohttps://podcasts.apple.com/br/podcast/briga-com-michelle-ser%C3%A1-fardo-na-campanha-de-fl%C3%A1vio/id203963267?i=1000775000778&l=en-GBO lugar da mulher no bolsonarismohttps://podcasts.apple.com/br/podcast/o-lugar-da-mulher-no-bolsonarismo/id1477406521?i=1000775099041&l=en-GBTrump's $2B income in 2025 raises fresh questions about profiting off presidencyhttps://podcasts.apple.com/br/podcast/trumps-%242b-income-in-2025-raises-fresh-questions-about/id78304589?i=1000775076740&l=en-GBUOL Prime #129: Os bastidores do envolvimento de Cláudio Castro no escândalo Masterhttps://podcasts.apple.com/br/podcast/uol-prime-129-os-bastidores-do-envolvimento-de/id1574996957?i=1000775118296&l=en-GB'Carta de Flávio Bolsonaro ao governo americano tem tom altamente vassalo'https://podcasts.apple.com/br/podcast/carta-de-fl%C3%A1vio-bolsonaro-ao-governo-americano-tem/id1552208254?i=1000775220155&l=en-GBRequired Bible stories for Texas students challenge separation of church and statehttps://podcasts.apple.com/br/podcast/required-bible-stories-for-texas-students-challenge/id78304589?i=1000774768132&l=en-GBBlack Opera Project celebrates resilience and richness of the Black American experiencehttps://podcasts.apple.com/br/podcast/black-opera-project-celebrates-resilience-and/id78304589?i=1000774408866&l=en-GBYou're Wrong About Prohibitionhttps://podcasts.apple.com/br/podcast/youre-wrong-about-prohibition/id918896288?i=1000521368047&l=en-GB

Football Weekly
USA fall asleep in Seattle and it's tchau Ronaldo: World Cup Daily

Football Weekly

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 44:20


Max Rushden is joined by Barry Glendenning, Archie Rhind-Tutt, Nick Ames and Sid Lowe as error-prone USA are picked off by Belgium and Cristiano Ronaldo bids farewell to the World Cup for good. Help support our independent journalism at theguardian.com/footballweeklypod. Watch us on YouTube: https://www.youtube.com/@FootballWeeklyPodcast

Rádio Escafandro
162: Os bastidores da Vaza Flávio

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 63:36


Como foi o trabalho do Intercept Brasil a partir do vazamento de mensagens que mostraram uma proximidade inédita entre o candidato à presidência Flávio Bolsonaro e o dono do banco Master Daniel Vorcaro? Quais os desafios para conferir a veracidade do material enviado por fonte anônima? Como uma papinha quase impediu que a fatídica pergunta sobre o financiamento do filme Dark Horse fosse feita?Episódio relacionados86: a Vaza Jato e o mea culpa da imprensa134: Los golpistas fujones141: Tchau, Rio147: Um data center incomoda muita genteEntrevistados do episódioPaulo MotorynJornalista formado na PUC-SP, é repórter de política do Intercept Brasil e roteirista de não-ficção em Brasília. Trabalhou nas redações do site Poder360, do jornal Lance! e da revista Brasileiros.Leandro BeckerJornalista, editor no Intercept, tem 20 anos de experiência em reportagem, edição e gestão de equipes e projetos multimídia em jornal, rádio, TV e jornalismo digital, com passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, NSC TV, Globo Rural, Agência Lupa, Exame, UOL e O Estado de S. Paulo.Cecília OliveiraCecília Olliveira é autora de Como Nasce um Miliciano e jornalista investigativa dedicada a cobertura do tráfico de drogas e de armas e a violência. É cofundadora do Intercept Brasil, diretora fundadora do Instituto Fogo Cruzado e membro da The Global Initiative Against Transnational Organized Crime.Laís MartinsJornalista e repórter do Intercept Brasil,  formada pela PUC-SP e mestra em Comunicação Política pela Universidade de Amsterdam.  Foi fellow do Pulitzer Center, com um projeto sobre como a política armamentista do governo Bolsonaro impactou mulheres brasileiras, e do Rest of World, investigando a intersecção entre trabalho e tecnologia na América Latina.Thalys AlcântaraRepórter do Intercept em Brasília, trabalhou em O Popular e Metrópoles, foi vencedor do Prêmio de Jornalismo Investigativo da União Europeia e do Prêmio Dom Tomás Balduino de Direitos Humanos.Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.

Oxigênio
#213 – Curupira: da floresta à COP30

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 42:54


O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi.  ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará.  Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade.  Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial.  Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos.  Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso.  Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e  desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem.  Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos.  Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso.  Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar.  Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso  Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro  na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa  para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho,  para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói.   Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo.   Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas  de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele  retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia.  Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza.  Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida.  Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia.   Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias.  Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira?  Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta.  Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta.  Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária.  Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro?   Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia.  Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza.  Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto,  não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta.  Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia?  Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza.  Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável.  Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi.  A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau. 

Surra de Lúpulo
Tchau 2025. Apertem os cintos, 2026 vem aí! | Surra#291

Surra de Lúpulo

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 37:54


Chegamos ao final de 2025 com a energia no limite, a cabeça fervendo e o coração cheio.Neste último episódio do ano, Ludmyla Almeida e Henrique Boaventura abrem o jogo sobre tudo o que rolou no Surra de Lúpulo e no Plantão Cervejeiro: as vitórias, as tretas involuntárias, os acertos, os tropeços, a fusão com o Brassagem Forte e, claro, o nascimento desse fenômeno chamado Plantão Cervejeiro.Foram 48 episódios, mais de 43 horas de conteúdo, séries queridinhas, convidados internacionais, viagens inesperadas, histórias marcantes e um caminhão de trabalho nos bastidores.Mas também foi o ano de organizar a casa, profissionalizar processos e sonhar alto para 2026: com pesquisa gigante, novas pautas, mais conversas presenciais e aquela vontade absurda de continuar fazendo conteúdo que faz sentido.Dá o play e vem com a gente encerrar 2025 com honestidade, humor e planos ousados para o ano que vem.

Mix Tudo
05.12.25 - Obrigado por tudo... e tchau!

Mix Tudo

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 29:10


Papo Delas Podcast
Papo Delas #87 – Tchau 2025

Papo Delas Podcast

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 80:59


Papo Delas #87 – Tchau 2025 Olá Amigos e Inimigos do Papo Delas!   Conforme combinado, graças aos nossos apoiadores de novembro de 2025 , temos o Papo Delas #87 – Tchau 2025.  No Ep. 87 do Papo Delas Podcast, Cafeína e Patsy fazem o tradicional episódio anual de despedida do ano conversando com os #OuvintesIncríveis sobre perrengues, vitórias, sonhos e afins.

Esportes
Hermano da Silva Ramos, piloto mais velho da história da F1, chega aos 100 anos

Esportes

Play Episode Listen Later Nov 30, 2025 6:27


Ele não conquistou títulos ou vitórias na Fórmula 1, mas hoje, o ex-piloto é um capítulo importante da história do automobilismo mundial. Nascido em Paris, filho de pai brasileiro e mãe francesa, ele carregava no macacão e em seus carros a bandeira brasileira na maioria das corridas. Nano, como é carinhosamente chamado pela família e amigos, vai completar 100 anos no próximo dia 7 de dezembro. Ele é um pioneiro do Brasil no automobilismo mundial. Marcio Arruda, da RFI em Paris Conhecido pelos europeus como Da Silva desde os tempos em que entrava nos cockpits e acelerava os mais diversos carros de competição, Nano foi o terceiro piloto do Brasil na história da Fórmula 1. Ele se aventurou nos gloriosos, e não menos perigosos, anos 50 da F1. Antes dele, apenas Chico Landi e Gino Bianco tinham representado o Brasil na categoria. Fritz D'Orey, que também competiu na F1 naquela década, estreou oficialmente na categoria apenas em 1959, quatro anos depois de Hermano. Numa Fórmula 1 tecnológica, com investimentos milionários e pilotos famosos, Hermano destoa do que a categoria se transformou. Vive sossegado num balneário francês, aproveitando o que a vida tem de melhor: viver! De sua residência em Biarritz, cidade com 26 mil habitantes no litoral Atlântico, no sudoeste da França, a 40 quilômetros da fronteira com a Espanha, o ex-piloto de F1 gentilmente concedeu uma entrevista exclusiva e falou sobre automobilismo. Mesmo com a idade quase centenária, Hermano da Silva Ramos lembrou episódios marcantes de sua carreira no automobilismo e corridas de Fórmula 1 que disputou nos anos 50. Ele concedeu a entrevista em francês, já que mora na França há 60 anos. Nano alinhou em sete Grandes Prêmios oficiais de F1 em 1955 e 1956, todos pela antiga equipe Gordini. Ele acelerou em circuitos lendários, como Silverstone, o antigo traçado de Monza, com as curvas inclinadas, Reims, local do primeiro GP da França na história da categoria, e Monte Carlo, local do seu melhor resultado na Fórmula 1. Primeiros pontos “Eu fiz o quinto lugar no Grande Prêmio de Mônaco de 1956. Foi formidável!”, lembra Nano, que foi o piloto da escuderia Gordini mais bem classificado naquela corrida. Por 14 anos, Hermano foi o piloto do Brasil com mais pontos na Fórmula 1; a marca só foi superada no GP da Alemanha de 1970, quando Emerson Fittipaldi, que fazia sua segunda corrida na F1, terminou em quarto lugar em Hockenheim. Curiosamente, antes dos dois pontos conquistados por Hermano pela quinta colocação em Mônaco, Chico Landi havia terminado o GP da Argentina na quarta colocação, o que daria a ele três pontos no campeonato mundial de 1956. O detalhe é que, naquela corrida em Buenos Aires, a última de Landi na F1, ele precisou dividir a pilotagem da Maserati com o italiano Gerino Gerini. De acordo com o regulamento da época, em situações assim, cada piloto receberia metade dos pontos. Por isso, Landi ficou apenas com 1,5 pontos. Além dessas sete corridas, Nano disputou outros oito GPs não oficiais entre 1956 e 1959; ora com um Gordini, ora com uma Maserati. Da Silva também acelerou nos circuitos de Aintree e Goodwood, ambos na Inglaterra. Leia tambémJustiça britânica acolhe ação de Felipe Massa sobre título da F1 de 2008 e indenização milionária Na década dominada pelo pentacampeão Juan Manuel Fangio, com pilotos espetaculares, como Alberto Ascari, Jack Brabham e Stirling Moss, e grandes nomes como Mike Hawthorn, Giuseppe Farina, Luigi Musso, Luigi Villoresi, Birabongse Bhanubandh – filho do rei da Tailândia e popularmente conhecido como príncipe Bira – e Peter Collins, Hermano da Silva Ramos lembra das amizades que fez nas pistas. “Eu era muito amigo do Fangio, que era o maior piloto de todos. Mas o Stirling Moss também era muito bom. Para mim, ele era melhor. Fora da Fórmula 1, lembro que venci o Stirling Moss numa corrida de Gran Turismo. Naquela prova, eu tinha um bom carro da Ferrari”, lembrou. “O Fangio é considerado o melhor, mas para mim o melhor é Stirling Moss. Quando ele correu contra o Fangio, o argentino já era mais velho e experiente. Aí deram preferência ao Fangio com os carros que dominavam na época; as Mercedes sobravam nas corridas. Então, deram a Fangio o melhor carro e ele ganhou aquele campeonato mundial”, explicou Nano, se referindo à temporada de 1955, que teve Fangio como campeão – o terceiro dos cinco títulos do argentino – e Moss como vice, ambos pilotos da Mercedes. Aliás, o pentacampeonato de Fangio foi um recorde que durou 46 anos. Somente em 2003 é que a marca do sul-americano foi quebrada; naquele ano, o alemão heptacampeão mundial Michael Schumacher alcançou seu sexto título de F1. Fórmula 1 atual Engana-se quem pensa que o ex-piloto não acompanha mais a Fórmula 1. Ele ainda assiste a corridas e faz críticas; positivas e negativas. “A Fórmula 1 hoje é muito mais segura. Mas na época em que eu competi, a categoria era mais divertida. Hoje, a F1 se tornou monótona; são sempre os mesmos que ganham as corridas”, afirmou o mais velho piloto vivo da história da Fórmula 1, que vai completar 100 anos no domingo, dia 7 de dezembro. Em sua carreira no automobilismo, além do Gordini e da Maserati, Hermano também guiou outro lendário carro italiano de corridas. “Eu guiei para a Ferrari em competições de Gran Turismo e ganhei corridas, uma inclusive contra o Stirling Moss, que estava de Aston Martin. Em Le Mans, eu quebrei o recorde de melhor volta da pista na época. Fui melhor que todo mundo, mas infelizmente o carro quebrou”, contou Nano, que em 1959 competiu nas 24 Horas de Le Mans com a Ferrari 250 Testa Rossa em parceria com o britânico Cliff Allison. Além dessa corrida, Nano disputou outras três edições das 24 Horas de Le Mans, no circuito de La Sarthe, na França, naquela década. Na segunda vez que competiu na lendária pista francesa, em 1955, aconteceu a maior tragédia do automobilismo mundial – o acidente fatal do francês Pierre Levegh, que guiava uma Mercedes 300 SLR, provocou a morte de mais de 80 pessoas e ferimentos em outras 120 que estavam no circuito. Hermano saiu ileso daquela prova. Conselho de Enzo Ferrari Apesar de ter sido piloto oficial da Gordini, tendo vencido quatro corridas fora da F1 pela equipe francesa (Paris Cup/1955, Montlhery/1955, Montlhery/1956 e Tour de France/1956), Nano demonstra orgulho de ter guiado para a Ferrari. Até hoje lembra uma conversa que teve com Enzo Ferrari, fundador da lendária equipe italiana. “O Enzo me chamou para conversar. Ele me deu dois conselhos: mantenha-se na pista e seja rápido. Ele me disse que não iria falar sobre isso novamente. Ele falou que se eu quisesse ganhar deveria fazer dessa forma ou, então, ele me colocaria para fora. Eu fui lá e ganhei a corrida seguinte”, recordou. Leia tambémJovem brasileiro Rafael Câmara é aposta da Ferrari para futuro da F1 “No Gran Turismo, todos os carros eram equivalentes. Havia 15 carros da Ferrari e eu superei todos. Eu pude correr e fazer meu melhor. Eu ganhei na Bélgica, em Spa, que era o mais difícil do mundo”, lembra com orgulho. Brasileiro parisiense? Nascido na capital francesa em 1925, Hermano passou a infância e adolescência no Rio de Janeiro. Perguntado se disputava corridas com as cores da França ou do Brasil, o ex-piloto não ficou em cima do muro: “Eu corria pelo Brasil.” O fato de ter nascido fora do Brasil não faz dele “menos” brasileiro do que outros que aceleraram na F1, como os campeões Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna. Nelsinho Piquet, que já competiu na F1, e Max Wilson, que foi piloto de testes na categoria, nasceram na Alemanha e são incrivelmente brasileiros. Outros estrangeiros também nasceram em um país e vestiram a bandeira de outro, como o holandês Max Verstappen, que nasceu na Bélgica. Outro campeão da F1, Jochen Rindt nasceu na Alemanha, mas carregava a bandeira da Áustria. A paixão pelo esporte a motor foi despertada em Hermano ainda no Rio de Janeiro nos anos 40. Uma das primeiras corridas que disputou foi o Circuito da Praça Paris, no Rio de Janeiro, em 1948. A curiosidade daquela prova foi que a competição precisou ser interrompida para que o então presidente do Brasil, Eurico Gaspar Dutra, pudesse passar pelo local para viajar a Petrópolis. Naquela época, o Rio de Janeiro era a capital da República e abrigava o poder executivo federal. Retomada a corrida, Hermano terminou na quarta colocação. Na década seguinte, foi convidado a disputar corridas na Europa. O que aconteceu depois já faz parte da história. Hermano da Silva Ramos deixou o automobilismo aos 35 anos. Depois de pendurar o capacete, se dedicou a outras áreas de trabalho, longe das pistas. Mas a paixão pelo esporte a motor perdura até hoje. No final da entrevista exclusiva concedida à RFI, Hermano mandou um recado em português para os torcedores e amantes da velocidade. “Sinto que sou muito mais brasileiro do que francês no automobilismo. Muito obrigado e até logo, amigos da Fórmula 1. Tchau!”, disse Nano, um dos pioneiros a erguer a bandeira brasileira a muitos quilômetros por hora nas pistas europeias.

E TENHO DITO, PALAVRA DE HONRA!!!
OI! E TCHAU! - A CRÔNICA DE J TANNUS

E TENHO DITO, PALAVRA DE HONRA!!!

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 1:58


CRÔNICA PALAVRA DE HONRA COM J TANNUS 012 DE NOVEMBRO DE 2025 OI E TCHAU! - VEICULADA PELA JOVEM PAN NEWS CAMPINAS

tchau tannus
PORTUGUÉS FÁCIL
34#Portugues Facil - Conversas informais: como reagir em português no dia a dia

PORTUGUÉS FÁCIL

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 12:37


E aí, gostou desse episódio? Hoje você aprendeu como reagir em português de forma natural — dizendo que legal, que pena, nossa, ah, entendi e muitas outras expressões que os brasileiros usam todos os dias. Lembre-se: aprender uma língua é também aprender a reagir, não só a falar. Compartilhe esse episódio com seus amigos que também estão aprendendo português e me conte lá no Instagram do Brasil Fácil quais expressões você mais usa no dia a dia. Para aulas online por favor enviar e-mail para diegolavegafarias@brasilfacilmx as aulas sao por pacote de horas! No geral o valor da hora é de Mx$350/hora pesos mexicanos os pagamentos podem ser feitos via paypal na sua moeda local. Até o próximo episódio! Tchau, tchau!

Bola Laranja
Podcast #275 - Análise dos times da divisão sudoeste da NBA

Bola Laranja

Play Episode Listen Later Sep 10, 2025 67:16


Hoje, o Bola Laranja inicia uma série antes do início da temporada 2025/26 da NBA analisando os cinco times da Divisão Sudoeste: Houston Rockets, Memphis Grizzlies, Dallas Mavericks, San Antonio Spurs e New Orleans Pelicans.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga o Bola Laranja no Instagram!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBE⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Os melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aposte na Donald Bet!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠DicasCongonhas: Tragédia Anunciada (2025), de Angelo DefantiLive Forever (2011 (gravado em 1980)), de Bob Marley & The WailersO melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!0:00 Contagem0:32 Introdução1:05 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL1:37 Tema do episódio2:32 Impressões iniciais6:41 Investigação da possível fraude do salary cap de Kawhi Leonard8:25 Arremessos no estouro do cronômetro não serão mais erros10:29 Ações contra a possível fraude do salary cap de Kawhi Leonard12:37 Atratividade do novo método de medição de erros13:43 Boas-vindas à audiência14:30 As divisões da NBA16:35 Cenário geral dos times da divisão sudoeste18:10 New Orleans Pelicans25:47 Comentários da audiência27:10 San Antonio Spurs35:35 Memphis Grizzlies44:09 Seja membro do Bola Laranja46:15 Dallas Mavericks55:30 Houston Rockets1:00:45 Classificação da divisão sudoeste1:04:43 Dicas1:06:55 Tchau coletivo

Bola Laranja
Podcast #274 - Perguntas da galera, com Marcelo Rodrigues, do Papai Lebrão

Bola Laranja

Play Episode Listen Later Sep 4, 2025 66:31


Aproveitando o momento de intertemporada, o Bola Laranja faz um episódio especial em conjunto com Marcelo Rodrigues, do Papai Lebrão, com as perguntas da audiência realizadas através das contas oficiais de ambos os canais no Instagram.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga o Bola Laranja no Instagram!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBE⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Os melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aposte na Donald Bet!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!0:00 Contagem0:32 Introdução1:51 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL2:24 Impressões iniciais5:05 Novo formato do All-Star Game12:16 Boas-vindas à audiência13:18 Dono do Clippers teria empresa fantasma20:56 Comentários da audiência22:25 Como as perguntas para o episódio foram selecionadas24:07 Thunder conseguirá manter a pegada na temporada 2025/26?28:56 Qual franquia vai surpreender na temporada 2025/26?34:34 Quais times se classificarão diretamente aos playoffs no Leste e Oeste?39:01 Top 3 jogadores da história da NBA40:09 Terá excursão do Bola Laranja para a NBA House 2026?40:39 A redução dos 82 jogos é factível? Vocês são a favor?43:57 Qual é o melhor Space Jam?44:35 LeBron James fica no Lakers?45:40 Lakers chegará com quantos lesionados ao fim da temporada 2025/26?46:32 Marcus Smart pode assumir a titularidade no lugar de Rui Hachimura?48:14 Lakers teria passado do Wolves se a troca Davis-Luka não tivesse acontecido?51:50 Como começaram a torcer para o Lakers?55:52 Se pudessem fazer uma troca no seu time para tentar o campeonato, qual seria?56:29 Qual é o melhor time da história da NBA?57:34 Comentários da audiência58:01 Vocês veem algum brasileiro com condições de NBA?59:56 Seja membro do Bola Laranja1:00:41 Qual é a expectativa para a temporada do Lakers?1:04:30 Banco do Lakers e expectativa para a temporada1:06:00 Tchau coletivo

Bola Laranja
Podcast #273 - Golden State Warriors insiste em ter LeBron James

Bola Laranja

Play Episode Listen Later Aug 28, 2025 60:31


O Golden State Warriors fez mais uma investida por LeBron James. Apesar da pouca chance de êxito, o Warriors mantém o desejo de unir LeBron e Stephen Curry na mesma franquia.Neste um ano e meio, o GSW fez três ofertas ao Los Angeles Lakers, que recusou todas. As propostas realizadas pelo Golden State envolveram, por exemplo, a cessão de Jimmy Butler e Jonathan Kuminga ao Lakers, que não se interessou pelos atletas de 36 e 22 anos, respectivamente.Para dificultar ainda mais a vida da equipe de São Francisco, James tem uma cláusula de não-troca firmada em contrato, que o permite vetar qualquer negociação, diferentemente do que é comum na NBA.Hoje, é dia do Bola Laranja conversar sobre os possíveis rumos da carreira de LeBron James.⁠Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga o Bola Laranja no Instagram!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBE⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Os melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aposte na Donald Bet!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!Dica: Vozes da Segunda Guerra (2023), de Rob Coldstream0:00 Contagem0:32 Introdução1:20 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL2:09 Temas do episódio3:01 Impressões iniciais4:19 Brasil está na semifinal da Copa América de Basquete14:04 EuroBasket começou20:07 Jogadores da NBA que estão participando do EuroBasket27:04 Seja membro do Bola Laranja29:42 GSW fez nova investida por LeBron34:15 Butler e Kuminga são boas moedas de troca?38:15 Negociação para LeBron ir para o GSW é possível?42:55 Impacto da dupla LeBron e Curry para a NBA46:30 Movimento mais natural para LeBron é ir para o Cavaliers48:28 Comentários da audiência49:25 É possível imaginar Stephen Curry fora do Warriors?50:24 EUA será o adversário do Brasil na semifinal da Copa América de Basquete54:05 Isiah Thomas diz que Kevin Durant salvou o legado do Warriors55:23 Dica1:00:01 Tchau coletivo

Bola Laranja
Podcast #270 - Quem vai vencer mais jogos na conferência Oeste na temporada 2025/26 da NBA?

Bola Laranja

Play Episode Listen Later Jul 31, 2025 38:34


No episódio 270, André Fantato e Fábio Caetano mergulham nas projeções de vitórias da Conferência Oeste da NBA para a temporada 2025/26, baseadas na análise de Kirk Goldsberry, redator, membro do movimento de métricas avançadas no basquete e um dos maiores especialistas em estatísticas da NBA, que colocou o atual campeão Oklahoma City Thunder em primeiro e o Utah Jazz em último.Do Utah Jazz com a pior previsão até o Oklahoma City Thunder com a mais promissora, passando por surpresas como Houston Rockets, Portland Trail Blazers e a queda acentuada do Phoenix Suns, o Bola Laranja explorou os destaques e os times que tiveram ascensão ou descenso em relação a 2024/25.Veja como Los Angeles Clippers, Golden State Warriors, Dallas Mavericks, New Orleans Pelicans, Denver Nuggets, San Antonio Spurs, Sacramento Kings e outros foram projetados, com comentários sobre o que esses números podem significar para a próxima temporada.Confira a projeção realizada por Kirk GoldsberryRedes sociais de Kirk GoldsberryInstagramX (ex-Twitter)Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga o Bola Laranja no Instagram!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBE⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Os melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aposte na Donald Bet!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!0:00 Contagem0:30 Introdução1:56 Impressões iniciais3:45 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL4:08 Quem é Kirk Goldsberry?5:53 Previsão de vitórias das equipes da conferência Oeste6:46 Utah Jazz é previsto como o time com menos vitórias10:47 Oklahoma City Thunder é previsto como o time mais vitórias11:58 Rockets e Cavaliers estão empatados em segundo na previsão12:31 Clippers, Blazers e Rockets são os que mais têm vitórias projetadas em relação a 2024/2514:22 Analisando a projeção para o Houston Rockets14:46 Analisando a projeção para o Portland Trail Blazers17:44 Analisando a projeção para o Houston Rockets20:05 Phoenix Suns é o time que teve maior descenso em relação a 2024/2523:12 Deixe o like e comente23:36 Dallas Mavericks teve oito vitórias subtraídas em relação a 2024/2526:44 San Antonio Spurs é o quarto time que tem mais vitórias projetadas em relação a 2024/2528:57 New Orleans Pelicans teve 15 vitórias subtraídas em relação a 2024/2530:03 Memphis Grizzlies teve cinco vitórias subtraídas em relação a 2024/2530:26 Projeções para Wolves, Warriors, Nuggets e Lakers31:35 Los Angeles Clippers teve 14 vitórias adicionadas em relação 2024/2532:25 Analisando a projeção para o Los Angeles Lakers34:01 Comentando a projeção para o Golden State Warriors34:25 Comentando a projeção para o Denver Nuggets35:03 Golden State Warriors precisa reforçar seu elenco36:14 Comentando a projeção para o Sacramento Kings36:51 Considerações finais sobre a projeção de Kirk Goldsberry37:39 Tchau coletivo

Bola Laranja
Podcast #269 - Chris Paul de volta ao Clippers, Smart no Lakers e jogadores sem identificação?

Bola Laranja

Play Episode Listen Later Jul 24, 2025 64:50


Aos 40 anos de idade, Chris Paul está de volta ao Los Angeles Clippers após oito anos, franquia onde passou seis temporadas. CP3 disputará sua 21ª temporada na NBA, que pode ser sua última e renderá US$ 3,6 milhões ao astro.No último fim de semana, o Los Angeles Lakers confirmou a contratação de Marcus Smart por dois anos. Ex-atleta do Boston Celtics, o ala-armador de 31 anos teve sua contratação possível pelas dispensas de Shake Milton e Jordan Goodwin, liberando a folha salarial da instituição, que pôde acertar com o jogador por US$ 11 milhões.De acordo com levantamento do Jumper Brasil, apenas seis jogadores estão no mesmo time da NBA há dez anos: Stephen Curry, Draymond Green, Giannis Antetetokounmpo, Dwight Powell, Devin Booker e Nikola Jokic estão há 16, 13, 12, 10, 10 e 10 temporadas em seus respectivos times. Outrora comum na liga, a identificação por muito tempo de casa está cada vez mais rara e o Bola Laranja vai conversar sobre as razões desta estatística.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga o Bola Laranja no Instagram!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBE⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Os melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aposte na Donald Bet!⁠⁠⁠⁠⁠⁠O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!DicasOzzmosis (1995), de Ozzy OsbourneCanal Essa é Minha Cara, de Fábio Caetano0:00 Contagem0:33 Introdução1:44 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL2:30 Impressões iniciais4:02 Boas-vindas à audiência4:44 Chris Paul de volta ao Los Angeles Clippers7:52 Elenco do Los Angeles Clippers10:54 Números de Chris Paul no San Antonio Spurs11:22 Idade do elenco do Los Angeles Clippers14:41 Composição do time titular do Los Angeles Clippers16:51 Comentários da audiência17:36 Administração do elenco do Los Angeles Clippers18:30 Los Angeles Clippers quer ser um time mais midiático?21:01 Los Angeles Clippers pode trazer mais reforços?22:30 Deixe o like23:02 Comentários da audiência24:01 Marcus Smart chega ao Los Angeles Lakers28:23 Análise dos últimos anos de Marcus Smart 33:27 Marcus Smart será titular ou reserva?33:54 Comentários da audiência34:47 Análise do elenco do Los Angeles Lakers43:01 Rui Hachimura e Gabe Vincent podem ser trocados44:00 Los Angeles Lakers não tem time para brigar pelo título48:17 Como o Oklahoma City Thunder vai se comportar como atual campeão?49:48 Apenas seis jogadores estão no mesmo time da NBA há dez anos51:15 Os motivos que fizeram estes jogadores a permanecer em seus times54:45 A cultura do anel na NBA56:32 Os jogadores estão tendo cada vez menos identificação58:23 O Bola Laranja vê Stephen Curry saindo do Golden State Warriors?59:33 LeBron James teria ficado no Cleveland Cavaliers se tivesse sido campeão rápido?1:01:30 Seja membro do Bola Laranja1:02:20 Dicas em homenagem a Ozzy Osbourne, que nos deixou aos 76 anos1:04:29 Tchau coletivo

Bola Laranja
Podcast #268 - Stephen Curry eleito maior que Kobe Bryant & LeBron James insatisfeito no Lakers

Bola Laranja

Play Episode Listen Later Jul 17, 2025 66:27


Hoje é dia de polêmica no Bola Laranja, que debate a eleição do Bleacher Report da última segunda-feira, 14, que colocou Stephen Curry à frente de Kobe Bryant na lista de maiores jogadores da história da NBA, sob os critérios de impacto em quadra, conquistas coletivas e individuais, longevidade, pico de performance e contexto geral.A lista de 100 nomes estabeleceu Stephen Curry em 10º e Kobe Bryant em 11º, com, na ordem, Michael Jordan, LeBron James, Kareem Abdul-Jabbar, Magic Johnson e Bill Russell de primeiro a quinto.O Bleacher Report, veículo estadunidense que está entre os mais influentes do cenário esportivo mundial, acertou em sua eleição? Os critérios fazem sentido? Kobe Bryant é subvalorizado pelos fãs do basquete americano? Confira e opine neste quente debate!A segunda principal pauta do dia é a possível insatisfação de LeBron James no Los Angeles Lakers, que estaria apostando no protagonismo de Luka Doncic daqui em diante e se distanciando da lenda, sendo estas as principais razões para que LeBron esteja estudando deixar Los Angeles até junho de 2026, segundo apuração da ESPN estadunidense.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga o Bola Laranja no Instagram!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBE⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Os melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aposte na Donald Bet!⁠⁠⁠⁠⁠O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!Dica: Kobe Doin' Work (2009), de Spike Lee0:00 Contagem0:30 Introdução1:08 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL1:55 Impressões iniciais4:09 Damian Lillard de volta ao Portland Trail Blazers9:27 Boas-vindas à audiência10:00 A volta de Lillard pode ser considerada bombástica?12:26 Análise do elenco do Los Angeles Clippers após a chegada de Bradley Beal24:31 LeBron James insatisfeito no Los Angeles Lakers31:48 LeBron James realmente vai sair do Los Angeles Lakers?34:39 LeBron James tem culpa pela situação?38:49 Comentários da audiência40:01 Seja membro do Bola Laranja41:41 Stephen Curry eleito maior que Kobe Bryant pelo Bleacher Report dos EUA43:49 Os 11 maiores jogadores da história da NBA segundo o Bleacher Report dos EUA44:47 Stephen Curry é realmente maior que Kobe Bryant?49:32 Opinião da audiência sobre a eleição do Bleacher Report dos EUA50:35 "Curry é top 10, mas com Kobe à frente dele"56:16 Impacto histórico de Stephen Curry1:00:09 Comentário de Shaquille O'Neal1:01:39 Considerações finais da eleição do Bleacher Report dos EUA1:04:35 Dica1:05:13 Quem é o maior ídolo do Lakers: Kobe, Magic ou Kareem?1:05:32 Tchau coletivo

Bola Laranja
Podcast #267 - O que está acontecendo com o Warriors, os grupos da Copa NBA e o contrato de Booker

Bola Laranja

Play Episode Listen Later Jul 10, 2025 73:24


Hoje, o Bola Laranja continuará falando sobre as últimas movimentações do mercado, com foco no novo contrato de Devin Booker, que agora terá o maior salário anual da NBA, em total que soma US$ 145 milhões até a temporada 2029/30, e na falta de ação do Golden State Warriors, que fez nenhum apontamento até o momento.Os grupos da Copa NBA também estão na pauta.Devin Booker assina contrato recorde de US$ 145 milhões com o Phoenix SunsSeja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga o Bola Laranja no Instagram!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBE⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Os melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aposte na Donald Bet!⁠⁠⁠⁠O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!Dicas:Only Built 4 Cuban Linx... (1995), de RaekwonUntold: Defesa Armada (2025), de Walter Thompson-HernandezProcurados - EUA: Osama Bin Laden (2025), de Mor Loushy e Daniel SivanHomens Brancos Não Sabem Enterrar (White Men Can't Jump) (1992), de Ron Shelton0:00 Contagem0:32 Introdução1:17 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL1:47 Impressões iniciais5:19 Grupos da Copa NBA 2025 sorteados6:06 O que é e como funciona a Copa NBA7:53 Copa NBA será transmitida pelo Amazon Prime Video no Brasil9:29 Revezamento entre Prime e ESPN para a transmissão das finais da NBA no Brasil10:46 Análise dos grupos da Copa NBA12:55 Boas-vindas à audiência14:08 Grupos da Copa NBA 202514:45 O que faria a Copa NBA ficar mais atrativa?23:01 Novo acordo para direitos de transmissão da NBA nos EUA25:51 Novo contrato de Devin Booker com o Phoenix Suns47:52 Thunder estende contrato com Jalen Williams, Chet Holmgren e Shai49:52 Seja membro do Bola Laranja51:39 Golden State Warriors fez nenhum movimento nesta intertemporada1:06:27 Elenco atual do Golden State Warriors1:08:42 Dica1:13:01 Tchau coletivo

Boia
Boia 310 - Se foi por falta de adeus, tchau!

Boia

Play Episode Listen Later Jul 1, 2025 121:11


Uma semana intensa de ativações e brindes.Tudo das minas e nada deles, Molly e Lulu consertaram o que seria um evento pra ser esquecido.Vitória incontestável de um misógino que, entre Dennis Rodman e Luke Egan, parece escolher o primeiro.O genial argentino Lalo Schifrin em dois temas aqui nas trilhas da semana e no obituário.A trilha é com,Tema do filme Operação Dragão (Enter The Dragon), Free Ride do Dizzy Gillespie & Lalo Schifrin, encerrando com Gil Scott-Heron e B Movie.

Bola Laranja
Podcast #265 - Revisão dos palpites para a temporada 2024/25, mercado agitado na NBA e mais!

Bola Laranja

Play Episode Listen Later Jun 26, 2025 69:52


A temporada acabou e o foco agora é o mercado de trocas da NBA!Hoje, o Bola Laranja faz um apanhado geral das movimentações dos últimos dias, especialmente as que levaram Jrue Holiday e Kristaps Porziņģis do Boston Celtics para Portland Trail Blazers e Atlanta Hawks, respectivamente, e Kevin Durant do Phoenix Suns para o Houston Rockets, em mais um pedido de saída, que está virando marca registrada do duas vezes MVP da liga.Como costumamos brincar, o episódio 265 é também o da "vergonha anual" da nossa equipe: a tradicional revisão dos famigerados palpites para a temporada.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga o Bola Laranja no Instagram!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBE⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Os melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aposte na Donald Bet!⁠⁠O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!Dicas:The Beatles 1962–1966 (Álbum Vermelho) (1973), de The BeatlesThe Beatles 1967–1970 (Álbum Azul) (1973), de The BeatlesOs Oitos Odiados (The Hateful Eight) (2015), de Quentin Tarantino0:00 Introdução1:08 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL1:39 Impressões iniciais4:23 Draft 202510:17 Boas-vindas à audiência10:31 Cooper Flagg11:44 Movimentação no Lakers12:57 Copa do Mundo de Clubes de basquete14:40 Considerações finais sobre o Draft15:07 Revisão dos palpites para a temporada 2024/2525:35 Seja membro do Bola Laranja28:32 Troca entre Kevin Durant e Jalen Green/Dillon Brooks43:22 Troca entre Jrue Holiday e Anfernee Simons50:38 Troca entre Kristaps Porziņģis, Giorges Niang e Terance Mann57:17 Troca entre CJ McCollum e Jordan Poole59:17 Jalen Brown e Derrick White podem sair do Celtics?1:00:04 Jrue Holiday no Lakers?1:01:07 Altas lesões por rompimento do tendão de Aquiles1:02:39 Movimentações de Pacers e Thunder1:03:16 Curiosidade do Bola Laranja1:06:16 Dica do Bola Laranja1:08:41 Tchau coletivo

Rádio Escafandro
141: Tchau, Rio

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Jun 25, 2025 56:13


Este episódio explica como as milícias cresceram, evoluíram e se tornaram uma parte do que é o Rio de Janeiro, e analisa como isso se relaciona com o restante do Brasil.Com a desculpa de combater a criminalidade durante os anos 60, policiais começaram a formar equipes para matar criminosos (ou supostos criminosos) das periferias e subúrbios. O primeiro destes grupos a se tornar conhecido foi a Scuderie Le Cocq, formada em 1964 por doze policiais que decidiram "fazer justiça" com as próprias mãos. A população gostou da ideia, e os grupos de extermínio cresceram.Esses grupos, hoje conhecidos como milícias, evoluíram e se modificaram com o tempo. Hoje, o leque de serviços é maior, e matar deixou de ser a única atividade comercial. O dinheiro pode vir do monopólio do gás, da TV a cabo, e da segurança, por exemplo. Milicianos cobram taxas de comerciantes e até de moradores, e o não pagamento delas é motivo para a violência.De acordo com levantamento feito pelo Instituto Fogo Cruzado e pelo Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF), o número de áreas dominadas por milicianos cresceu 387% entre 2006 e 2021. Atualmente as milícias são o maior grupo criminoso do RJ, e são responsáveis por metade dos territórios sob controle do crime organizado. Não parece que há escapatória - a expansão pode até ir além do Rio.Episódios relacionados#30: Polícia pra quem?#40: Mil dias de Marielle presente#81: Sobre chacinas e milíciasMergulhe mais fundoComo nasce um miliciano: A rede criminosa que cresceu dentro do Estado e domina o Brasil (link para compra)Entrevistados do episódioCecília OlliveiraJornalista, pós graduada em Criminalidade e Segurança Pública pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Fundadora do Instituto Fogo Cruzado e cofundadora do The Intercept Brasil.Coronel Adilson Paes de SouzaTenente coronel da reserva da Policia Militar do Estado de São Paulo. Bacharel em direito, mestre em Direitos Humanos pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo. Autor do livro "O Guardião da Cidade".Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariProdução, direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini

Varal Celeste
Pré-jogo - Cruzeiro x Union de Santa Fé - 6ª rodada da Copa Sudamericana de 2025 - Chegou a hora de dar tchau

Varal Celeste

Play Episode Listen Later May 28, 2025 15:44


Varal Celeste está no ar!E aí cruzeirense, tudo bem com vc?No episódio de hoje tivemos:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Pré-jogo — Cruzeiro x Union de Santa Fé.RelacionadosDesfalquesPreocupaçõesEncerrar a participação na Sudamericana de 2025.Dar minutagem e rodagem para todos os que precisam.Fala do Raul Palssmann e o momento que falarei disso.Portais de notícias: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://ge.globo.com/futebol/times/cruzeiro/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://deusmedibre.com.br/cruzeiro/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://noataque.com.br/clubes/cruzeiro/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.itatiaia.com.br/editoria/cruzeiro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.otempo.com.br/superfc/cruzeiro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/@CanalSamuelVenancio/featured⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/@FelipeBarrosTV⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠E aí, curtiu o episódio?Compartilhe com a galera!Se cuidem pessoal!Abraços!Redes sociais:  Twitter pessoal: @VaralCeleste⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://twitter.com/VaralCeleste?s=09⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram da coleção/podcast: @varalceleste⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://instagram.com/varalceleste?utm_medium=copy_link

Bola Laranja
Podcast #257 - Prévia das finais de conferência

Bola Laranja

Play Episode Listen Later May 19, 2025 67:03


Chegou a hora de definir os finalistas da NBA 2024/25!As finais de conferência começam nesta terça-feira, 20, com Oklahoma City Thunder e Minnesota Timberwolves se enfrentando, em Oklahoma, pelo jogo 1 das finais da conferência Oeste. Dono da melhor campanha geral da temporada regular, com 68 vitórias, o Thunder chega para confirmar o favoritismo contra o ótimo time do Wolves. Vai dar a lógica?Já na quarta-feira, New York Knicks e Indiana Pacers iniciam a série no Madison Square Garden para definir o campeão da conferência Leste. Terceiro e quarto colocados, respectivamente, na fase de classificação, o duelo sugere equilíbrio. O confronto irá até o jogo 7?André Fantato e Fábio Caetano hoje conversam sobre tudo o que envolve ambas as finais em mais um episódio do Podcast do Bola Laranja. Não perca!Thunder nos playoffs: Grizzlies (4-0) e Nuggets (4-3)Wolves nos playoffs: Lakers (4-1) e Warriors (4-1)Knicks nos playoffs: Pistons (4-2) e Celtics (4-2)Pacers nos playoffs: Bucks (4-1) e Cavaliers (4-1)Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga o Bola Laranja no Instagram!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBE⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Os melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!⁠⁠⁠⁠⁠O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!Dica: That Peter Crouch Film (2023), de Benjamin Hirsch0:00 Contagem0:32 Introdução1:39 Curta, compartilhe e se inscreva no BL2:01 Impressões iniciais3:50 Surpresas nas finais5:06 Sete campeões diferentes em sete anos11:22 Boas-vindas à audiência12:24 DEN 93 @ 125 OKC (3-4) (18/05/2025)17:22 Denver Nuggets21:05 Prévia: Thunder x Wolves35:50 Palpites: Thunder x Wolves38:22 Transmissão da ESPN38:57 BOS 81 @ 119 NYK (2-4) (16/05/2025)42:47 Boston Celtics48:42 Prévia: Knicks x Pacers1:01:05 Seja membro do Bola Laranja1:03:06 BL Store1:03:25 Palpites: Knicks x Pacers1:05:09 Dica1:06:10 Tchau

Bola Laranja
Podcast #256 - Wolves elimina o Warriors, Celtics sobrevive e Cavs fora

Bola Laranja

Play Episode Listen Later May 15, 2025 69:02


O Minnesota Timberwolves, aproveitando o embalo e a ausência de Stephen Curry, fechou a série em 4-1 contra o Golden State Warriors, se classificando à final da conferência Oeste para enfrentar Oklahoma City Thunder ou Denver Nuggets, série esta que pode ter seu desfecho a favor do Thunder no jogo 6 hoje, 15 de maio.No Leste, o Indiana Pacers que, contra a maioria das previsões, eliminou o Cleveland Cavaliers também em cinco jogos, está à espera de New York Knicks ou Boston Celtics, que venceu o quinto embate da série, sobrevivendo à sexta partida, que será realizada nesta sexta-feira, 16, em Nova Iorque. O Celtics conseguirá cumprir o favoritismo e eliminar o Knicks vencendo os próximos dois jogos?No episódio de hoje, o time do Bola Laranja fala sobre as classificações de Wolves e Pacers, as eliminações de Warriors e Cavs e as séries ainda em andamento entre Knicks e Celtics e Thunder e Nuggets.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga o Bola Laranja no Instagram!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBE⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Os melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!⁠⁠⁠⁠O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!Dica: My Generation (1965), de The Who0:00 Contagem0:32 Introdução1:42 Curta, compartilhe e se inscreva no BL2:35 Impressões iniciais3:42 Marcelinho Huertas eleito MVP da Liga ACB4:21 Cleveland Cavaliers eliminado8:34 Playoffs não refletem a temporada regular13:40 Boas-vindas à audiência14:09 Possível final entre Pacers e Knicks16:55 O que fazer com Donovan Mitchell?24:09 Comentários da audiência26:35 Wolves classifica-se à final do Oeste37:00 Deixe o like38:13 Anthony Edwards campeão aos 23 anos?39:29 Warriors com Stephen Curry seria diferente?47:19 O que o Warriors deve fazer para 2025/26?50:36 Comentários da audiência51:46 NBA passa por uma troca de gerações54:35 Celtics sobrevive na série contra o Knicks1:00:35 Seja membro do Bola Laranja1:02:43 Comentários da audiência1:03:03 Palpites para a série entre Celtics e Knicks1:05:34 Série Thunder x Nuggets (3-2)1:06:53 Comentários da audiência1:07:34 Dica1:08:24 Tchau

Bola Laranja
Podcast #254 - Playoffs mais insano da história? & Stephen Curry fora

Bola Laranja

Play Episode Listen Later May 8, 2025 66:08


Os playoffs da NBA seguem com grandes emoções e reviravoltas inesperadas. Sem Stephen Curry, o Golden State Warriors enfrenta novo cenário, e o impacto dessa ausência pode mudar o rumo da competição.Hoje, o Bola Laranja vai analisar os destaques, discutir as possibilidades e conversar sobre Indiana Pacers e New York Knicks, visitantes que roubaram dois mandos de quadra em suas respectivas séries.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!⁠⁠⁠⁠Siga o Bola Laranja no Instagram!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBE⁠⁠⁠⁠Os melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!⁠⁠O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!Dica: Wu Tang Clan Live In San Bernadino0:00 Contagem0:25 Introdução1:41 Curta, compartilhe e se inscreva no BL2:10 Impressões iniciais5:02 Warriors sem Stephen Curry13:08 Bola Laranja fará cinco anos15:14 Boas-vindas à audiência17:02 Ausência de Curry desequilibra a série?24:30 Deixe o like24:47 Projeção da série Wolves x Warriors em uma semana26:27 Comentários de audiência27:57 Série Celtics x Knicks (0-2)44:09 Comentários da audiência45:09 Knicks vai varrer o Celtics?46:30 Seja membro do Bola Laranja48:22 Série Cavaliers x Pacers (0-2)1:01:29 Pacers vai varrer o Cavaliers?1:02:04 Série Thunder x Nuggets (1-1)1:04:45 Quem será eleito MVP?1:05:07 Dica1:05:37 Seja membro do Bola Laranja1:05:55 Tchau

Bola Laranja
Podcast #253 - Análise completa dos confrontos de semifinais de conferência

Bola Laranja

Play Episode Listen Later May 5, 2025 65:56


As semifinais de conferência dos playoffs da NBA 2024/25 começaram ontem, 4 de maio, com a vitória do Indiana Pacers sobre o Cleveland Cavaliers por 121 a 112 no jogo 1 do confronto.Hoje é dia do Bola Laranja conversar e analisar todos os quatro confrontos que compõem esta fase. Além de Cavs x Pacers, temos Oklahoma City Thunder x Denver Nuggets, Minnesota Timberwolves x Golden State Warriors e New York Knicks x Boston Celtics, todos duelos que ainda terão o primeiro jogo da série.Quais os quatro times que avançarão às finais de conferência, quais times podem surpreender e quais séries irão até o emocionante jogo 7? Saiba tudo no episódio de hoje.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!⁠⁠Siga o Bola Laranja no Instagram!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBE⁠⁠Os melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!⁠O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!0:00 Introdução0:58 Curta, compartilhe e se inscreva no BL1:17 Impressões iniciais2:48 Warriors 103 @ 89 Rockets (4-3)10:39 Seja membro do Bola Laranja10:51 Pacers 121 @ 112 Cavaliers (1-0)14:53 A maior surpresa das semifinais16:09 Jalen Green deve ser trocado?16:31 Melhor série das semifinais17:39 Deixe o like18:02 Thunder x Nuggets vai definir o MVP?18:54 Cavaliers x Pacers: projeção dos próximos jogos 24:01 Cavaliers x Pacers: palpites para a série24:37 Comentários da audiência26:37 Projeção da série Celtics x Knicks37:11 Palpites para a série Celtics x Knicks38:01 Projeção da série Thunder x Nuggets47:28 Palpites para a série Thunder x Nuggets49:05 Seja membro do Bola Laranja51:13 Projeção da série Wolves x Warriors1:02:21 Palpites para a série Wolves x Warriors1:04:35 Dicas1:051:18 Tchau

Bola Laranja
Podcast #252 - Fim da Era Giannis no Bucks? & A loucura dos playoffs

Bola Laranja

Play Episode Listen Later Apr 30, 2025 72:28


Os rumores sobre o futuro de Giannis Antetokounmpo no Milwaukee Bucks estão fervendo, e os playoffs da NBA estão cada vez mais insanos! Será que o astro grego está de saída? O que esperar do desenrolar desta pós-temporada eletrizante?No episódio de hoje, o Bola Laranja conversa sobre as últimas movimentações, analisar os confrontos mais quentes e debater os impactos que possíveis mudanças podem ter no cenário da liga.⁠Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!0:00 Introdução1:02 Curta, compartilhe e se inscreva no BL1:20 Impressões iniciais2:42 2Pac3:56 Deixe o like4:07 Pacers elimina o Bucks11:40 Seja membro do Bola Laranja13:51 Boas-vindas à audiência14:41 Pascal Siakam e C. J. McCollum15:20 Provocação de John Haliburton a Giannis18:06 Futuro de Giannis Antetokounmpo26:10 Seja membro do Bola Laranja27:12 Comentários da audiência27:44 Série Nuggets x Clippers (3-2) (1)31:45 Primeiro Superchat33:12 Série Nuggets x Clippers (3-2) (2)37:44 Melhores séries38:30 Oklahoma City Thunder40:10 Palpites para a série Nuggets x Clippers (3-2)41:01 Seja membro do Bola Laranja42:29 Balanço dos times já classificados43:09 Thunder 4-0 Grizzlies45:29 Cavaliers 4-0 Heat47:18 Celtics 4-1 Magic48:00 Possibilidade de Celtics x Knicks48:53 Cavs e Celtics fizeram o dever de casa49:34 A 1ª fase dos playoffs era em cinco jogos50:54 SwishTV BR51:41 Por que eram cinco jogos à época?52:31 Destino ideal para Giannis Antetokounmpo53:23 NBA dos anos 199054:04 Giannis no Pistons, Thunder ou Rockets?55:52 Lakers pode virar a série contra o Wolves?1:04:55 Rockets pode virar a série contra o Warriors?1:06:28 Motivação dos jogadores em partidas contra o Lakers1:07:16 Seja membro do Bola Laranja1:07:58 Os melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store1:10:45 Dicas1:12:00 Tchau

Mau Acompanhado
Mau Falado 144 - É hora de dar tchau

Mau Acompanhado

Play Episode Listen Later Mar 27, 2025 41:32


Valeu demais pela companhia! A gente se vê por aí! GRUPOS MAU ACOMPANHADO

Rádio BandNews BH
Adeus e Tchau

Rádio BandNews BH

Play Episode Listen Later Mar 20, 2025 3:15


Adeus e Tchau by Rádio BandNews BH

adeus tchau bandnews bh
Hoje no TecMundo Podcast
Amazon revela Kindle com tela colorida, NASA detalha missão para Marte, Android 15 chegou

Hoje no TecMundo Podcast

Play Episode Listen Later Oct 16, 2024 14:16


As notícias de hoje incluem a Google comprando geradores de energia nuclear para alimentar a IA, mais de 200 apps maliciosos com 8 milhões de downloads encontrados na Play Store, um executivo de alto-escalão da Xiaomi explicando por que o celulares de ponta estão ficando tão mais caros, a NASA revelando detalhes da missão que deve levar humanos a Marte em 2035, a Amazon finalmente lançando o Kindle com tela colorida, além de novas versões do seu e-reader, e o Android 15 oficialmente lançado para o público! Boa noite e bem-vindos ao Hoje no TecMundo, o seu resumo diário de tecnologia!

Estamos Bem?
#300 - Aquele sobre saber a hora de dar tchau (com Thiago Theodoro)

Estamos Bem?

Play Episode Listen Later Oct 14, 2024 86:32


Quem acompanha o podcast nas edições mais recentes já sabe. Este é o nosso último episódio. Depois de seis anos construindo essa relação linda, cheia de análises, desabafos e conselhos, estou com quem fez esse projeto crescer comigo na maior parte desse tempo: Thiago Theodoro! Conversamos sobre todos esses episódios que fizemos juntos, a necessidade de encerrar o podcast agora e até refletimos sobre o que pode vir por aí! Benzinhos, obrigado por estarem todos esses anos com a gente! Recebemos mensagens lindas sobre como nossos papos impactaram vocês e podemos afirmar com certeza: é recíproco! Ficam aqui os 300 episódios que fizemos com muito carinho e que sempre estarão no ar para quando vocês precisarem de um ombro amigo! Nos vemos em breve! --------- PRA FICAR MELHOR PODCAST: Episódios antigos do Estamos Bem LIVRO: O Caminho do Artista SÉRIE: You Are the Worst LIVRO: Gilberto Braga: O Balzac da Globo PODCAST: Armchair Expert LIVRO: Gente Pobre LIVRO: Cupom Falso LIVRO: Felicidade Conjugal LIVRO: A Morte de Ivan Ilitch --------- SIGA A GENTE NAS REDES SOCIAIS! Twitter: @estamosbempod | Instagram: @podcastestamosbem Bárbara dos Anjos: @dabarbara (Instagram) | @dabarbara (Twitter) Thiago Theodoro: @othiagotheodoro --------- COLABORE COM O PODCAST PELA ORELO! Na Orelo, além de ouvir o Estamos Bem?, você pode contribuir com nosso podcast e ganha acesso ao grupo do Telegram e um programa exclusivo toda terça-feira em que entrevisto convidados que já passaram por aqui. Bora? Acesse https://orelo.cc/podcast/5e7f01d761d8770ee8d20aa7?forum=false --------- MANDE O SEU CASO PARA A GENTE! E-MAIL: podcastestamosbem@gmail.com

Projeto Energia Crônica: Medicina Integrativa Quântica⚡- Saúde - Longevidade -Bem estar- VIBRE +⚡

Fala, Fala minha Amiga, meu Amigo BIOENERGÉTICO! Você provavelmente já ouviu falar na palavra DETOX, certo?! Agora… Existe uma outra palavrinha chamada REDOX que é 1,000 vezes mais importante…  …E que você provavelmente NÃO conhece! Foi pensando nisso que decidimos falar sobre isso neste episódio chamado

Fórum Onze e Meia
Bolsonaro indiciado por golpe antes da eleição | STF valida Moraes | Tchau, Musk | 02.09.24

Fórum Onze e Meia

Play Episode Listen Later Sep 2, 2024 103:41


No Fórum Onze e Meia de hoje: Bolsonaro indiciado por golpe antes da eleição. E ainda: STF valida Moraes no caso do bloqueio do X (antigo Twitter) do Brasil. Participam do programa o jurista Lênio Streck e a coordenadora do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Renata Mielli. Apresentação de Dri Delorenzo e Luiz Carlos Azenha.Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/forum-onze-e-meia--5958149/support.

Hoje no TecMundo Podcast
Tchau, Samsung e LG!? Hisense anuncia TVs no Brasil — NASA preocupada com Brasil

Hoje no TecMundo Podcast

Play Episode Listen Later May 29, 2024 9:34


Vamos acompanhar as melhores notícias de tecnologia do dia: Hisense reforça chegada ao Brasil com televisores, Microsoft Copilot já está disponível no Telegram, Anomalia magnética no Brasil cresce e preocupa cientistas da NASA e muito mais!  

Puravida CAST
Ep. 98: Estratégias para evitar a flacidez, com Sheila Mustafá

Puravida CAST

Play Episode Listen Later Nov 10, 2023 54:21


Chegou o Puravida PRIME, a plataforma de conhecimento em saúde e bem-estar da Puravida. Transforme sua saúde com a ajuda dos melhores profissionais do país. Acesse https://bit.ly/conheca-PV-PRIME para conhecer. A produção de colágeno vai reduzindo com o avanço da idade. Isso resulta em uma perda gradual da firmeza da pele ao longo do tempo. Dado que a flacidez da pele desagrada a maioria das pessoas, tratamentos estéticos estão sendo cada vez mais buscados e visam estimular a produção de colágeno e melhorar a firmeza da pele. A nutrição ocupa papel fundamental para a manutenção da saúde, integridade e beleza da epiderme. Para falar mais sobre esse tema, Alessandra Feltre e Roberta Carbonari recebem Sheila Mustafá, nutricionista e esteticista, docente há 16 anos. O novo episódio do Puravida CAST, “Estratégias para evitar a flacidez”, já está disponível. Acompanhe agora e compartilhe com seus amigos e familiares. E para complementar o seu conhecimento, algumas sugestões de leitura do Puravida Blog: 1. Colágeno Hidrolisado: Para que serve? Entenda as aplicações e usos 2. Tchau celulite: veja mudanças simples para dar adeus às ondulações na pele 

Hoje no TecMundo Podcast
Tchau, Android e iOS: Xiaomi HyperOS chegou! Telegram caça e bloqueia Hamas durante Guerra

Hoje no TecMundo Podcast

Play Episode Listen Later Oct 26, 2023 12:23


Vamos ver as principais notícias de hoje: Telegram bloqueia canais do Hamas no Android, Xiaomi apresenta HyperOS oficialmente e novos tops de linha Xiaomi 14. Confira!

Bola Presa
Tchau, Chris Paul! Beal é trocado para o Suns [15 Minutos]

Bola Presa

Play Episode Listen Later Jun 20, 2023 24:00


Logo depois do final da temporada, mas ainda antes do Draft, a NBA já tem bomba. O Washington Wizards, um ano depois de dar um dos maiores contratos da história para Bradley Beal, troca o ala para o Phoenix Suns por Chris Paul e Landry Shamet. Nesta semana, Denis Botana e Danilo Silvestre discutem os motivos que levaram os dois times a esse negócio e as suas consequências para a próxima temporada.

TV 247
Live do Conde! Tchau, querido: câmara celebra cassação de Dallagnol, o patinho feio do Congresso

TV 247

Play Episode Listen Later Jun 7, 2023 59:36


Live do Conde! Tchau, querido: câmara celebra cassação de Dallagnol, o patinho feio do Congresso by TV 247

The Movie Newbie
91. The "Yo, What's Up!" Show: The Season 4 Finale; Podcast Show 2023; Favourite Film of 2023 (so far)

The Movie Newbie

Play Episode Listen Later Jun 5, 2023 41:50


On this episode, we head outside to record in the sunny greens of Talacre Gardens (we apologise for the drop in audio quality - we don't apologise for the lols). On this one, we recap the last few weeks including attending The Podcast Show 2023, a few updates for what's going on with The Movie Newbie and where we want to take it from here, and the usual segment of what we've been watching. We'll be back with Season 5 very very soon, but until then..Tchau tchau for now my people.*** JABRIEL ALSUHAIMI is a multi-disciplinary creative, working on a multitude of projects in the audiovisual sphere. Hailing from Saudi Arabia and Singapore, Jabriel brings his international perspective and varying influences into his work, which includes podcasts like Curious Humans, Founders For Good & The Movie Newbie, music & radio as Rei.do.Nada, some video content and some writing as well. Links: https://linktr.ee/jabriel/If you're looking to start your own podcast and need an editor or producer please follow:https://www.jabrielalsuhaimi.com/podcastingservices/ RAPHAEL LECAT is an actor; some would say thespian, some would say clown; others would say human golden retriever (and by some, he means himself...) Raphael was born in France to French parents but quickly became a third-culture kid after his family moved to Singapore. This is where he discovered his passion for theatre and decided to make it his mission in life to be a vessel for stories old and new through the craft of acting. Website: https://raphaellecat.me/IMDb: https://www.imdb.com/name/nm8941524/ OLIVER MANGHAM is a represented screenwriter, producer, fundraiser and content creator across a range of media. A cinema obsessive from a young age, he channelled his passion for storytelling by co-founding the film and television production company Through The Lens Entertainment. When he's not navigating the shark-infested waters of Hollywood, Oliver likes to pen scripts, record podcasts, host musical events and consume large quantities of pasta. Twitter: https://twitter.com/olivermangham1Instagram: https://instagram.com/omangham92 Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Reprograme Seu Cérebro Cast
1147 – [Braintime] É isso que te traz PRODUTIVIDADE E FLOW (e um tchau para a procrastinação)

Reprograme Seu Cérebro Cast

Play Episode Listen Later Apr 11, 2023 16:57


Assista a nova série: https://controleseucerebro.com.br/talento Você está no podcast do BrainPower | A Sua Academia Cerebral. Aqui você receberá sacadas para conhecer mais e mais o seu cérebro, e ficar no controle das suas ações e emoções para deixar de lado a falta de energia, falta de foco, a procrastinação, e entrar em um novo mundo. O mundo de altos resultados, gerando valor para você mesmo e para as pessoas ao seu redor. E lembre-se sempre disso: "O Seu Futuro Começa HOJE"! #NoBrainNoGain Link do canal do Telegram para ouvir um novo Braintime todos os dias: brainpower.com.br/telegram

TV 247
Live do Conde! Tchau, querido: Bolsonaro foge para nunca mais voltar?

TV 247

Play Episode Listen Later Dec 28, 2022 61:10


Live do Conde! Tchau, querido: Bolsonaro foge para nunca mais voltar? by TV 247

Papo de Segunda
Hora de dar tchau | Intimidade é uma merd4 | Amigo revelado

Papo de Segunda

Play Episode Listen Later Dec 21, 2022 81:29


No último ao vivo do ano, o Papo fala sobre despedidas e fins de ciclos. Também fala sobre intimidade e química nas relações e faz um amigo secreto no final do programa.

The Lawfare Podcast
Tchau, Bolsonaro? What to Make of Brazil's Election Results with Brian Winter

The Lawfare Podcast

Play Episode Listen Later Nov 4, 2022 38:20


On October 30, Brazilians elected Luiz Inácio Lula da Silva as their next president. Within minutes, world leaders, including President Biden and Secretary Blinken, offered official congratulations. For Lulu supporters, the atmosphere was celebratory but tense, as many wondered if Lulu's opponent, incumbent Jair Bolsonaro—who once said the election would end either in his death, arrest, or victory—would accept the legitimate results of the election. To talk through that election and its aftermath, Lawfare managing editor Tyler McBrien sat down with Brian Winter, editor in chief of Americas Quarterly and a journalist with over a decade living and reporting across Latin America. They discussed whether warnings of an election crisis were alarmist or not, what's next for Bolsonaro and his movement, and what to watch for during Lulu's first 100 days.Support this show http://supporter.acast.com/lawfare. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Rádio Gaúcha
Giro Gre-Nal #93 - Tchau, Série B pro Grêmio e a vice-liderança da Série A pro Inter

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Nov 4, 2022 4:08


Giro Gre-Nal #93 - Tchau, Série B pro Grêmio e a vice-liderança da Série A pro Inter by Rádio Gaúcha

Cleveland Leisure Lodge
Episode 35: Venetian Leisure Lodge

Cleveland Leisure Lodge

Play Episode Listen Later Sep 8, 2022 59:58


Ciao! This week Alainna and Talia are feeling worldly and discuss the similarities between Cleveland, Ohio and Venice, Italy. Harry Styles and Olivia Wilde fans beware as our hosts are pulling out no stops when they talk about the newest celeb drama. You can also look forward to a brief lesson in Portuguese by Alainna. Tchau! Outro Music: Thoughts by Charli XCX

Faxina
T3-2. DO PARAÍSO A PEABODY

Faxina

Play Episode Listen Later Jul 26, 2022 70:00


DO PARAÍSO A PEABODY é o segundo episódio da terceira temporada do Faxina Podcast em co-produção com o Pelo-Avesso Podcast. Nesse episódio o Vinicius Luiz te leva para Padre Paraíso, uma cidade no interior de Minas Gerais que está mudando com as migrações para os EUA. Tu vais escutar a história de Flávia e Ana Claudia e de como as migrações afetam a vida das pessoas que partem, das pessoas que voltam, das pessoas que ficam e da cidade. CRÉDITOS: Produção, Roteiro e Edição: Jéssica Almeida e Vinicius Luiz Assistência de Roteiro e Produção: Heloiza Barbosa  Trilha sonora original: Paulo Pinheiro Trilha Adicional: Blue Dot Sessions,  Mixagem e Design de Som: Paulo Pinheiro O Hino de Padre Paraíso é de autoria de Eron Brasil.  Ilustrações e Animações: Natália Gregorini e Vinicius Cruz Mídia Social: Nick Magalhães Essa temporada é parcialmente financiada pelo departamento de Arts and Culture da cidade de Somerville Apoie o FAXINA Podcast no site do https://apoia.se/faxinapodcast (https://apoia.se/faxinapodcast) E no https://www.gofundme.com/f/faxina-podcast-ignored-stories-of-housecleaners (https://www.gofundme.com/f/faxina-podcast-ignored-stories-of-housecleaners) Segue a gente em todas as mídias sociais @faxinapodcast  E escreve pra gente no faxinapodcast@gmail.com Até o próximo episódio! Tchau!!!

Faxina
T3-1. RESPLENDOR EM PEABODY

Faxina

Play Episode Listen Later Jun 28, 2022 73:48


A nova temporada do Faxina Podcast vai tirar de debaixo do tapete cidades e colocá-las no mapa. Nós vamos te levar para cidades que talvez você nunca tenha ouvido falar; cidades que talvez você não encontre facilmente no mapa, mas não te preocupa porque a gente vai te ajudar a se localizar. E juntos a gente vai construir  CARTOGRAFIAS DE MIGRAÇÕES. No Episódio 1 “Resplendor em Peabody” nós vamos conhecer uma pequena cidade Americana que tem dentro dela uma pequena cidade Brasileira. Créditos: Produção, Roteiro e Edição: Heloiza Barbosa Assistência de Roteiro: Valquiria Gouvea, Jessica Almeida e Vinícius Luiz Trilha sonora original: Paulo Pinheiro Trilha Adicional: Blue Dot Sessions, Carlos Papel, Wagner Tiso, Alexandre Bateiras Mixagem e Design de Som: Paulo Pinheiro Ilustrações e Animações: Natália Gregorini e Vinicius Cruz Midia Social:Nick Magalhães Essa temporada é parcialmente financiada pelo departamento de Arts and Culture da cidade de Somerville Apoie o FAXINA Podcast no site do https://apoia.se/faxinapodcast (https://apoia.se/faxinapodcast) E no https://www.gofundme.com/f/faxina-podcast-ignored-stories-of-housecleaners (https://www.gofundme.com/f/faxina-podcast-ignored-stories-of-housecleaners) Segue a gente em todas as mídias sociais @faxinapodcast  E escreve pra gente no faxinapodcast@gmail.com Até o próximo episódio! Tchau!!!

Trivela
Trivela #443: Oitavas de final da Copa do Brasil e tchau Mané

Trivela

Play Episode Listen Later Jun 24, 2022 63:46


O podcast da Trivela continua de olho no mercado de transferências europeu, que teve a confirmação da saída de Sadio Mané do Liverpool para o Bayern de Munique, além de outros negócios menores e interessantes, e também falará sobre as oitavas de final da Copa do Brasil, com grande vitória do Corinthians e outra derrota do Flamengo.

Rede Geek podcasts
BRISAS DA LAURA - Tchau

Rede Geek podcasts

Play Episode Listen Later Apr 18, 2022 1:04


Este é o BRISAS DA LAURA, um podcast com mensagens de áudios reais, agora, compartilhadas com o mundo! Um retrato bem humorado do caos e comédia que permeiam a mente da Laura.  NA BRISA DE HOJE: baixou a Daniela! CRÉDITOS Produção e idealização - Laura Canteras Edição - Gustavo Costa Artes - Didi Tardelli Voz da vinheta - Mari Evangelista Gostou do episódio? Mande um comentário em áudio pelo WhatsApp +55 11 98765-6950. Seu comentário poderá aparecer no podcast Serviço de Atendimento à Cavalaria (SAC). Saiba mais em www.redegeek.com.br