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O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi. ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade. Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial. Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos. Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso. Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem. Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos. Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso. Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar. Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho, para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói. Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo. Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia. Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza. Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida. Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia. Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias. Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira? Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta. Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta. Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária. Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro? Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia. Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza. Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto, não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta. Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia? Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza. Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável. Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi. A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau.
Chegamos ao final de 2025 com a energia no limite, a cabeça fervendo e o coração cheio.Neste último episódio do ano, Ludmyla Almeida e Henrique Boaventura abrem o jogo sobre tudo o que rolou no Surra de Lúpulo e no Plantão Cervejeiro: as vitórias, as tretas involuntárias, os acertos, os tropeços, a fusão com o Brassagem Forte e, claro, o nascimento desse fenômeno chamado Plantão Cervejeiro.Foram 48 episódios, mais de 43 horas de conteúdo, séries queridinhas, convidados internacionais, viagens inesperadas, histórias marcantes e um caminhão de trabalho nos bastidores.Mas também foi o ano de organizar a casa, profissionalizar processos e sonhar alto para 2026: com pesquisa gigante, novas pautas, mais conversas presenciais e aquela vontade absurda de continuar fazendo conteúdo que faz sentido.Dá o play e vem com a gente encerrar 2025 com honestidade, humor e planos ousados para o ano que vem.
Papo Delas #87 – Tchau 2025 Olá Amigos e Inimigos do Papo Delas! Conforme combinado, graças aos nossos apoiadores de novembro de 2025 , temos o Papo Delas #87 – Tchau 2025. No Ep. 87 do Papo Delas Podcast, Cafeína e Patsy fazem o tradicional episódio anual de despedida do ano conversando com os #OuvintesIncríveis sobre perrengues, vitórias, sonhos e afins.
Ele não conquistou títulos ou vitórias na Fórmula 1, mas hoje, o ex-piloto é um capítulo importante da história do automobilismo mundial. Nascido em Paris, filho de pai brasileiro e mãe francesa, ele carregava no macacão e em seus carros a bandeira brasileira na maioria das corridas. Nano, como é carinhosamente chamado pela família e amigos, vai completar 100 anos no próximo dia 7 de dezembro. Ele é um pioneiro do Brasil no automobilismo mundial. Marcio Arruda, da RFI em Paris Conhecido pelos europeus como Da Silva desde os tempos em que entrava nos cockpits e acelerava os mais diversos carros de competição, Nano foi o terceiro piloto do Brasil na história da Fórmula 1. Ele se aventurou nos gloriosos, e não menos perigosos, anos 50 da F1. Antes dele, apenas Chico Landi e Gino Bianco tinham representado o Brasil na categoria. Fritz D'Orey, que também competiu na F1 naquela década, estreou oficialmente na categoria apenas em 1959, quatro anos depois de Hermano. Numa Fórmula 1 tecnológica, com investimentos milionários e pilotos famosos, Hermano destoa do que a categoria se transformou. Vive sossegado num balneário francês, aproveitando o que a vida tem de melhor: viver! De sua residência em Biarritz, cidade com 26 mil habitantes no litoral Atlântico, no sudoeste da França, a 40 quilômetros da fronteira com a Espanha, o ex-piloto de F1 gentilmente concedeu uma entrevista exclusiva e falou sobre automobilismo. Mesmo com a idade quase centenária, Hermano da Silva Ramos lembrou episódios marcantes de sua carreira no automobilismo e corridas de Fórmula 1 que disputou nos anos 50. Ele concedeu a entrevista em francês, já que mora na França há 60 anos. Nano alinhou em sete Grandes Prêmios oficiais de F1 em 1955 e 1956, todos pela antiga equipe Gordini. Ele acelerou em circuitos lendários, como Silverstone, o antigo traçado de Monza, com as curvas inclinadas, Reims, local do primeiro GP da França na história da categoria, e Monte Carlo, local do seu melhor resultado na Fórmula 1. Primeiros pontos “Eu fiz o quinto lugar no Grande Prêmio de Mônaco de 1956. Foi formidável!”, lembra Nano, que foi o piloto da escuderia Gordini mais bem classificado naquela corrida. Por 14 anos, Hermano foi o piloto do Brasil com mais pontos na Fórmula 1; a marca só foi superada no GP da Alemanha de 1970, quando Emerson Fittipaldi, que fazia sua segunda corrida na F1, terminou em quarto lugar em Hockenheim. Curiosamente, antes dos dois pontos conquistados por Hermano pela quinta colocação em Mônaco, Chico Landi havia terminado o GP da Argentina na quarta colocação, o que daria a ele três pontos no campeonato mundial de 1956. O detalhe é que, naquela corrida em Buenos Aires, a última de Landi na F1, ele precisou dividir a pilotagem da Maserati com o italiano Gerino Gerini. De acordo com o regulamento da época, em situações assim, cada piloto receberia metade dos pontos. Por isso, Landi ficou apenas com 1,5 pontos. Além dessas sete corridas, Nano disputou outros oito GPs não oficiais entre 1956 e 1959; ora com um Gordini, ora com uma Maserati. Da Silva também acelerou nos circuitos de Aintree e Goodwood, ambos na Inglaterra. Leia tambémJustiça britânica acolhe ação de Felipe Massa sobre título da F1 de 2008 e indenização milionária Na década dominada pelo pentacampeão Juan Manuel Fangio, com pilotos espetaculares, como Alberto Ascari, Jack Brabham e Stirling Moss, e grandes nomes como Mike Hawthorn, Giuseppe Farina, Luigi Musso, Luigi Villoresi, Birabongse Bhanubandh – filho do rei da Tailândia e popularmente conhecido como príncipe Bira – e Peter Collins, Hermano da Silva Ramos lembra das amizades que fez nas pistas. “Eu era muito amigo do Fangio, que era o maior piloto de todos. Mas o Stirling Moss também era muito bom. Para mim, ele era melhor. Fora da Fórmula 1, lembro que venci o Stirling Moss numa corrida de Gran Turismo. Naquela prova, eu tinha um bom carro da Ferrari”, lembrou. “O Fangio é considerado o melhor, mas para mim o melhor é Stirling Moss. Quando ele correu contra o Fangio, o argentino já era mais velho e experiente. Aí deram preferência ao Fangio com os carros que dominavam na época; as Mercedes sobravam nas corridas. Então, deram a Fangio o melhor carro e ele ganhou aquele campeonato mundial”, explicou Nano, se referindo à temporada de 1955, que teve Fangio como campeão – o terceiro dos cinco títulos do argentino – e Moss como vice, ambos pilotos da Mercedes. Aliás, o pentacampeonato de Fangio foi um recorde que durou 46 anos. Somente em 2003 é que a marca do sul-americano foi quebrada; naquele ano, o alemão heptacampeão mundial Michael Schumacher alcançou seu sexto título de F1. Fórmula 1 atual Engana-se quem pensa que o ex-piloto não acompanha mais a Fórmula 1. Ele ainda assiste a corridas e faz críticas; positivas e negativas. “A Fórmula 1 hoje é muito mais segura. Mas na época em que eu competi, a categoria era mais divertida. Hoje, a F1 se tornou monótona; são sempre os mesmos que ganham as corridas”, afirmou o mais velho piloto vivo da história da Fórmula 1, que vai completar 100 anos no domingo, dia 7 de dezembro. Em sua carreira no automobilismo, além do Gordini e da Maserati, Hermano também guiou outro lendário carro italiano de corridas. “Eu guiei para a Ferrari em competições de Gran Turismo e ganhei corridas, uma inclusive contra o Stirling Moss, que estava de Aston Martin. Em Le Mans, eu quebrei o recorde de melhor volta da pista na época. Fui melhor que todo mundo, mas infelizmente o carro quebrou”, contou Nano, que em 1959 competiu nas 24 Horas de Le Mans com a Ferrari 250 Testa Rossa em parceria com o britânico Cliff Allison. Além dessa corrida, Nano disputou outras três edições das 24 Horas de Le Mans, no circuito de La Sarthe, na França, naquela década. Na segunda vez que competiu na lendária pista francesa, em 1955, aconteceu a maior tragédia do automobilismo mundial – o acidente fatal do francês Pierre Levegh, que guiava uma Mercedes 300 SLR, provocou a morte de mais de 80 pessoas e ferimentos em outras 120 que estavam no circuito. Hermano saiu ileso daquela prova. Conselho de Enzo Ferrari Apesar de ter sido piloto oficial da Gordini, tendo vencido quatro corridas fora da F1 pela equipe francesa (Paris Cup/1955, Montlhery/1955, Montlhery/1956 e Tour de France/1956), Nano demonstra orgulho de ter guiado para a Ferrari. Até hoje lembra uma conversa que teve com Enzo Ferrari, fundador da lendária equipe italiana. “O Enzo me chamou para conversar. Ele me deu dois conselhos: mantenha-se na pista e seja rápido. Ele me disse que não iria falar sobre isso novamente. Ele falou que se eu quisesse ganhar deveria fazer dessa forma ou, então, ele me colocaria para fora. Eu fui lá e ganhei a corrida seguinte”, recordou. Leia tambémJovem brasileiro Rafael Câmara é aposta da Ferrari para futuro da F1 “No Gran Turismo, todos os carros eram equivalentes. Havia 15 carros da Ferrari e eu superei todos. Eu pude correr e fazer meu melhor. Eu ganhei na Bélgica, em Spa, que era o mais difícil do mundo”, lembra com orgulho. Brasileiro parisiense? Nascido na capital francesa em 1925, Hermano passou a infância e adolescência no Rio de Janeiro. Perguntado se disputava corridas com as cores da França ou do Brasil, o ex-piloto não ficou em cima do muro: “Eu corria pelo Brasil.” O fato de ter nascido fora do Brasil não faz dele “menos” brasileiro do que outros que aceleraram na F1, como os campeões Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna. Nelsinho Piquet, que já competiu na F1, e Max Wilson, que foi piloto de testes na categoria, nasceram na Alemanha e são incrivelmente brasileiros. Outros estrangeiros também nasceram em um país e vestiram a bandeira de outro, como o holandês Max Verstappen, que nasceu na Bélgica. Outro campeão da F1, Jochen Rindt nasceu na Alemanha, mas carregava a bandeira da Áustria. A paixão pelo esporte a motor foi despertada em Hermano ainda no Rio de Janeiro nos anos 40. Uma das primeiras corridas que disputou foi o Circuito da Praça Paris, no Rio de Janeiro, em 1948. A curiosidade daquela prova foi que a competição precisou ser interrompida para que o então presidente do Brasil, Eurico Gaspar Dutra, pudesse passar pelo local para viajar a Petrópolis. Naquela época, o Rio de Janeiro era a capital da República e abrigava o poder executivo federal. Retomada a corrida, Hermano terminou na quarta colocação. Na década seguinte, foi convidado a disputar corridas na Europa. O que aconteceu depois já faz parte da história. Hermano da Silva Ramos deixou o automobilismo aos 35 anos. Depois de pendurar o capacete, se dedicou a outras áreas de trabalho, longe das pistas. Mas a paixão pelo esporte a motor perdura até hoje. No final da entrevista exclusiva concedida à RFI, Hermano mandou um recado em português para os torcedores e amantes da velocidade. “Sinto que sou muito mais brasileiro do que francês no automobilismo. Muito obrigado e até logo, amigos da Fórmula 1. Tchau!”, disse Nano, um dos pioneiros a erguer a bandeira brasileira a muitos quilômetros por hora nas pistas europeias.
CRÔNICA PALAVRA DE HONRA COM J TANNUS 012 DE NOVEMBRO DE 2025 OI E TCHAU! - VEICULADA PELA JOVEM PAN NEWS CAMPINAS
E aí, gostou desse episódio? Hoje você aprendeu como reagir em português de forma natural — dizendo que legal, que pena, nossa, ah, entendi e muitas outras expressões que os brasileiros usam todos os dias. Lembre-se: aprender uma língua é também aprender a reagir, não só a falar. Compartilhe esse episódio com seus amigos que também estão aprendendo português e me conte lá no Instagram do Brasil Fácil quais expressões você mais usa no dia a dia. Para aulas online por favor enviar e-mail para diegolavegafarias@brasilfacilmx as aulas sao por pacote de horas! No geral o valor da hora é de Mx$350/hora pesos mexicanos os pagamentos podem ser feitos via paypal na sua moeda local. Até o próximo episódio! Tchau, tchau!
Hoje, o Bola Laranja inicia uma série antes do início da temporada 2025/26 da NBA analisando os cinco times da Divisão Sudoeste: Houston Rockets, Memphis Grizzlies, Dallas Mavericks, San Antonio Spurs e New Orleans Pelicans.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!Aposte na Donald Bet!DicasCongonhas: Tragédia Anunciada (2025), de Angelo DefantiLive Forever (2011 (gravado em 1980)), de Bob Marley & The WailersO melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!0:00 Contagem0:32 Introdução1:05 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL1:37 Tema do episódio2:32 Impressões iniciais6:41 Investigação da possível fraude do salary cap de Kawhi Leonard8:25 Arremessos no estouro do cronômetro não serão mais erros10:29 Ações contra a possível fraude do salary cap de Kawhi Leonard12:37 Atratividade do novo método de medição de erros13:43 Boas-vindas à audiência14:30 As divisões da NBA16:35 Cenário geral dos times da divisão sudoeste18:10 New Orleans Pelicans25:47 Comentários da audiência27:10 San Antonio Spurs35:35 Memphis Grizzlies44:09 Seja membro do Bola Laranja46:15 Dallas Mavericks55:30 Houston Rockets1:00:45 Classificação da divisão sudoeste1:04:43 Dicas1:06:55 Tchau coletivo
Aproveitando o momento de intertemporada, o Bola Laranja faz um episódio especial em conjunto com Marcelo Rodrigues, do Papai Lebrão, com as perguntas da audiência realizadas através das contas oficiais de ambos os canais no Instagram.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!Aposte na Donald Bet!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!0:00 Contagem0:32 Introdução1:51 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL2:24 Impressões iniciais5:05 Novo formato do All-Star Game12:16 Boas-vindas à audiência13:18 Dono do Clippers teria empresa fantasma20:56 Comentários da audiência22:25 Como as perguntas para o episódio foram selecionadas24:07 Thunder conseguirá manter a pegada na temporada 2025/26?28:56 Qual franquia vai surpreender na temporada 2025/26?34:34 Quais times se classificarão diretamente aos playoffs no Leste e Oeste?39:01 Top 3 jogadores da história da NBA40:09 Terá excursão do Bola Laranja para a NBA House 2026?40:39 A redução dos 82 jogos é factível? Vocês são a favor?43:57 Qual é o melhor Space Jam?44:35 LeBron James fica no Lakers?45:40 Lakers chegará com quantos lesionados ao fim da temporada 2025/26?46:32 Marcus Smart pode assumir a titularidade no lugar de Rui Hachimura?48:14 Lakers teria passado do Wolves se a troca Davis-Luka não tivesse acontecido?51:50 Como começaram a torcer para o Lakers?55:52 Se pudessem fazer uma troca no seu time para tentar o campeonato, qual seria?56:29 Qual é o melhor time da história da NBA?57:34 Comentários da audiência58:01 Vocês veem algum brasileiro com condições de NBA?59:56 Seja membro do Bola Laranja1:00:41 Qual é a expectativa para a temporada do Lakers?1:04:30 Banco do Lakers e expectativa para a temporada1:06:00 Tchau coletivo
O Golden State Warriors fez mais uma investida por LeBron James. Apesar da pouca chance de êxito, o Warriors mantém o desejo de unir LeBron e Stephen Curry na mesma franquia.Neste um ano e meio, o GSW fez três ofertas ao Los Angeles Lakers, que recusou todas. As propostas realizadas pelo Golden State envolveram, por exemplo, a cessão de Jimmy Butler e Jonathan Kuminga ao Lakers, que não se interessou pelos atletas de 36 e 22 anos, respectivamente.Para dificultar ainda mais a vida da equipe de São Francisco, James tem uma cláusula de não-troca firmada em contrato, que o permite vetar qualquer negociação, diferentemente do que é comum na NBA.Hoje, é dia do Bola Laranja conversar sobre os possíveis rumos da carreira de LeBron James.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!Aposte na Donald Bet!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!Dica: Vozes da Segunda Guerra (2023), de Rob Coldstream0:00 Contagem0:32 Introdução1:20 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL2:09 Temas do episódio3:01 Impressões iniciais4:19 Brasil está na semifinal da Copa América de Basquete14:04 EuroBasket começou20:07 Jogadores da NBA que estão participando do EuroBasket27:04 Seja membro do Bola Laranja29:42 GSW fez nova investida por LeBron34:15 Butler e Kuminga são boas moedas de troca?38:15 Negociação para LeBron ir para o GSW é possível?42:55 Impacto da dupla LeBron e Curry para a NBA46:30 Movimento mais natural para LeBron é ir para o Cavaliers48:28 Comentários da audiência49:25 É possível imaginar Stephen Curry fora do Warriors?50:24 EUA será o adversário do Brasil na semifinal da Copa América de Basquete54:05 Isiah Thomas diz que Kevin Durant salvou o legado do Warriors55:23 Dica1:00:01 Tchau coletivo
No episódio 270, André Fantato e Fábio Caetano mergulham nas projeções de vitórias da Conferência Oeste da NBA para a temporada 2025/26, baseadas na análise de Kirk Goldsberry, redator, membro do movimento de métricas avançadas no basquete e um dos maiores especialistas em estatísticas da NBA, que colocou o atual campeão Oklahoma City Thunder em primeiro e o Utah Jazz em último.Do Utah Jazz com a pior previsão até o Oklahoma City Thunder com a mais promissora, passando por surpresas como Houston Rockets, Portland Trail Blazers e a queda acentuada do Phoenix Suns, o Bola Laranja explorou os destaques e os times que tiveram ascensão ou descenso em relação a 2024/25.Veja como Los Angeles Clippers, Golden State Warriors, Dallas Mavericks, New Orleans Pelicans, Denver Nuggets, San Antonio Spurs, Sacramento Kings e outros foram projetados, com comentários sobre o que esses números podem significar para a próxima temporada.Confira a projeção realizada por Kirk GoldsberryRedes sociais de Kirk GoldsberryInstagramX (ex-Twitter)Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!Aposte na Donald Bet!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!0:00 Contagem0:30 Introdução1:56 Impressões iniciais3:45 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL4:08 Quem é Kirk Goldsberry?5:53 Previsão de vitórias das equipes da conferência Oeste6:46 Utah Jazz é previsto como o time com menos vitórias10:47 Oklahoma City Thunder é previsto como o time mais vitórias11:58 Rockets e Cavaliers estão empatados em segundo na previsão12:31 Clippers, Blazers e Rockets são os que mais têm vitórias projetadas em relação a 2024/2514:22 Analisando a projeção para o Houston Rockets14:46 Analisando a projeção para o Portland Trail Blazers17:44 Analisando a projeção para o Houston Rockets20:05 Phoenix Suns é o time que teve maior descenso em relação a 2024/2523:12 Deixe o like e comente23:36 Dallas Mavericks teve oito vitórias subtraídas em relação a 2024/2526:44 San Antonio Spurs é o quarto time que tem mais vitórias projetadas em relação a 2024/2528:57 New Orleans Pelicans teve 15 vitórias subtraídas em relação a 2024/2530:03 Memphis Grizzlies teve cinco vitórias subtraídas em relação a 2024/2530:26 Projeções para Wolves, Warriors, Nuggets e Lakers31:35 Los Angeles Clippers teve 14 vitórias adicionadas em relação 2024/2532:25 Analisando a projeção para o Los Angeles Lakers34:01 Comentando a projeção para o Golden State Warriors34:25 Comentando a projeção para o Denver Nuggets35:03 Golden State Warriors precisa reforçar seu elenco36:14 Comentando a projeção para o Sacramento Kings36:51 Considerações finais sobre a projeção de Kirk Goldsberry37:39 Tchau coletivo
Aos 40 anos de idade, Chris Paul está de volta ao Los Angeles Clippers após oito anos, franquia onde passou seis temporadas. CP3 disputará sua 21ª temporada na NBA, que pode ser sua última e renderá US$ 3,6 milhões ao astro.No último fim de semana, o Los Angeles Lakers confirmou a contratação de Marcus Smart por dois anos. Ex-atleta do Boston Celtics, o ala-armador de 31 anos teve sua contratação possível pelas dispensas de Shake Milton e Jordan Goodwin, liberando a folha salarial da instituição, que pôde acertar com o jogador por US$ 11 milhões.De acordo com levantamento do Jumper Brasil, apenas seis jogadores estão no mesmo time da NBA há dez anos: Stephen Curry, Draymond Green, Giannis Antetetokounmpo, Dwight Powell, Devin Booker e Nikola Jokic estão há 16, 13, 12, 10, 10 e 10 temporadas em seus respectivos times. Outrora comum na liga, a identificação por muito tempo de casa está cada vez mais rara e o Bola Laranja vai conversar sobre as razões desta estatística.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!Aposte na Donald Bet!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!DicasOzzmosis (1995), de Ozzy OsbourneCanal Essa é Minha Cara, de Fábio Caetano0:00 Contagem0:33 Introdução1:44 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL2:30 Impressões iniciais4:02 Boas-vindas à audiência4:44 Chris Paul de volta ao Los Angeles Clippers7:52 Elenco do Los Angeles Clippers10:54 Números de Chris Paul no San Antonio Spurs11:22 Idade do elenco do Los Angeles Clippers14:41 Composição do time titular do Los Angeles Clippers16:51 Comentários da audiência17:36 Administração do elenco do Los Angeles Clippers18:30 Los Angeles Clippers quer ser um time mais midiático?21:01 Los Angeles Clippers pode trazer mais reforços?22:30 Deixe o like23:02 Comentários da audiência24:01 Marcus Smart chega ao Los Angeles Lakers28:23 Análise dos últimos anos de Marcus Smart 33:27 Marcus Smart será titular ou reserva?33:54 Comentários da audiência34:47 Análise do elenco do Los Angeles Lakers43:01 Rui Hachimura e Gabe Vincent podem ser trocados44:00 Los Angeles Lakers não tem time para brigar pelo título48:17 Como o Oklahoma City Thunder vai se comportar como atual campeão?49:48 Apenas seis jogadores estão no mesmo time da NBA há dez anos51:15 Os motivos que fizeram estes jogadores a permanecer em seus times54:45 A cultura do anel na NBA56:32 Os jogadores estão tendo cada vez menos identificação58:23 O Bola Laranja vê Stephen Curry saindo do Golden State Warriors?59:33 LeBron James teria ficado no Cleveland Cavaliers se tivesse sido campeão rápido?1:01:30 Seja membro do Bola Laranja1:02:20 Dicas em homenagem a Ozzy Osbourne, que nos deixou aos 76 anos1:04:29 Tchau coletivo
Hoje é dia de polêmica no Bola Laranja, que debate a eleição do Bleacher Report da última segunda-feira, 14, que colocou Stephen Curry à frente de Kobe Bryant na lista de maiores jogadores da história da NBA, sob os critérios de impacto em quadra, conquistas coletivas e individuais, longevidade, pico de performance e contexto geral.A lista de 100 nomes estabeleceu Stephen Curry em 10º e Kobe Bryant em 11º, com, na ordem, Michael Jordan, LeBron James, Kareem Abdul-Jabbar, Magic Johnson e Bill Russell de primeiro a quinto.O Bleacher Report, veículo estadunidense que está entre os mais influentes do cenário esportivo mundial, acertou em sua eleição? Os critérios fazem sentido? Kobe Bryant é subvalorizado pelos fãs do basquete americano? Confira e opine neste quente debate!A segunda principal pauta do dia é a possível insatisfação de LeBron James no Los Angeles Lakers, que estaria apostando no protagonismo de Luka Doncic daqui em diante e se distanciando da lenda, sendo estas as principais razões para que LeBron esteja estudando deixar Los Angeles até junho de 2026, segundo apuração da ESPN estadunidense.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!Aposte na Donald Bet!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!Dica: Kobe Doin' Work (2009), de Spike Lee0:00 Contagem0:30 Introdução1:08 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL1:55 Impressões iniciais4:09 Damian Lillard de volta ao Portland Trail Blazers9:27 Boas-vindas à audiência10:00 A volta de Lillard pode ser considerada bombástica?12:26 Análise do elenco do Los Angeles Clippers após a chegada de Bradley Beal24:31 LeBron James insatisfeito no Los Angeles Lakers31:48 LeBron James realmente vai sair do Los Angeles Lakers?34:39 LeBron James tem culpa pela situação?38:49 Comentários da audiência40:01 Seja membro do Bola Laranja41:41 Stephen Curry eleito maior que Kobe Bryant pelo Bleacher Report dos EUA43:49 Os 11 maiores jogadores da história da NBA segundo o Bleacher Report dos EUA44:47 Stephen Curry é realmente maior que Kobe Bryant?49:32 Opinião da audiência sobre a eleição do Bleacher Report dos EUA50:35 "Curry é top 10, mas com Kobe à frente dele"56:16 Impacto histórico de Stephen Curry1:00:09 Comentário de Shaquille O'Neal1:01:39 Considerações finais da eleição do Bleacher Report dos EUA1:04:35 Dica1:05:13 Quem é o maior ídolo do Lakers: Kobe, Magic ou Kareem?1:05:32 Tchau coletivo
Hoje, o Bola Laranja continuará falando sobre as últimas movimentações do mercado, com foco no novo contrato de Devin Booker, que agora terá o maior salário anual da NBA, em total que soma US$ 145 milhões até a temporada 2029/30, e na falta de ação do Golden State Warriors, que fez nenhum apontamento até o momento.Os grupos da Copa NBA também estão na pauta.Devin Booker assina contrato recorde de US$ 145 milhões com o Phoenix SunsSeja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!Aposte na Donald Bet!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!Dicas:Only Built 4 Cuban Linx... (1995), de RaekwonUntold: Defesa Armada (2025), de Walter Thompson-HernandezProcurados - EUA: Osama Bin Laden (2025), de Mor Loushy e Daniel SivanHomens Brancos Não Sabem Enterrar (White Men Can't Jump) (1992), de Ron Shelton0:00 Contagem0:32 Introdução1:17 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL1:47 Impressões iniciais5:19 Grupos da Copa NBA 2025 sorteados6:06 O que é e como funciona a Copa NBA7:53 Copa NBA será transmitida pelo Amazon Prime Video no Brasil9:29 Revezamento entre Prime e ESPN para a transmissão das finais da NBA no Brasil10:46 Análise dos grupos da Copa NBA12:55 Boas-vindas à audiência14:08 Grupos da Copa NBA 202514:45 O que faria a Copa NBA ficar mais atrativa?23:01 Novo acordo para direitos de transmissão da NBA nos EUA25:51 Novo contrato de Devin Booker com o Phoenix Suns47:52 Thunder estende contrato com Jalen Williams, Chet Holmgren e Shai49:52 Seja membro do Bola Laranja51:39 Golden State Warriors fez nenhum movimento nesta intertemporada1:06:27 Elenco atual do Golden State Warriors1:08:42 Dica1:13:01 Tchau coletivo
Uma semana intensa de ativações e brindes.Tudo das minas e nada deles, Molly e Lulu consertaram o que seria um evento pra ser esquecido.Vitória incontestável de um misógino que, entre Dennis Rodman e Luke Egan, parece escolher o primeiro.O genial argentino Lalo Schifrin em dois temas aqui nas trilhas da semana e no obituário.A trilha é com,Tema do filme Operação Dragão (Enter The Dragon), Free Ride do Dizzy Gillespie & Lalo Schifrin, encerrando com Gil Scott-Heron e B Movie.
A temporada acabou e o foco agora é o mercado de trocas da NBA!Hoje, o Bola Laranja faz um apanhado geral das movimentações dos últimos dias, especialmente as que levaram Jrue Holiday e Kristaps Porziņģis do Boston Celtics para Portland Trail Blazers e Atlanta Hawks, respectivamente, e Kevin Durant do Phoenix Suns para o Houston Rockets, em mais um pedido de saída, que está virando marca registrada do duas vezes MVP da liga.Como costumamos brincar, o episódio 265 é também o da "vergonha anual" da nossa equipe: a tradicional revisão dos famigerados palpites para a temporada.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!Aposte na Donald Bet!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!Dicas:The Beatles 1962–1966 (Álbum Vermelho) (1973), de The BeatlesThe Beatles 1967–1970 (Álbum Azul) (1973), de The BeatlesOs Oitos Odiados (The Hateful Eight) (2015), de Quentin Tarantino0:00 Introdução1:08 Curta, compartilhe, se inscreva e seja membro do BL1:39 Impressões iniciais4:23 Draft 202510:17 Boas-vindas à audiência10:31 Cooper Flagg11:44 Movimentação no Lakers12:57 Copa do Mundo de Clubes de basquete14:40 Considerações finais sobre o Draft15:07 Revisão dos palpites para a temporada 2024/2525:35 Seja membro do Bola Laranja28:32 Troca entre Kevin Durant e Jalen Green/Dillon Brooks43:22 Troca entre Jrue Holiday e Anfernee Simons50:38 Troca entre Kristaps Porziņģis, Giorges Niang e Terance Mann57:17 Troca entre CJ McCollum e Jordan Poole59:17 Jalen Brown e Derrick White podem sair do Celtics?1:00:04 Jrue Holiday no Lakers?1:01:07 Altas lesões por rompimento do tendão de Aquiles1:02:39 Movimentações de Pacers e Thunder1:03:16 Curiosidade do Bola Laranja1:06:16 Dica do Bola Laranja1:08:41 Tchau coletivo
Este episódio explica como as milícias cresceram, evoluíram e se tornaram uma parte do que é o Rio de Janeiro, e analisa como isso se relaciona com o restante do Brasil.Com a desculpa de combater a criminalidade durante os anos 60, policiais começaram a formar equipes para matar criminosos (ou supostos criminosos) das periferias e subúrbios. O primeiro destes grupos a se tornar conhecido foi a Scuderie Le Cocq, formada em 1964 por doze policiais que decidiram "fazer justiça" com as próprias mãos. A população gostou da ideia, e os grupos de extermínio cresceram.Esses grupos, hoje conhecidos como milícias, evoluíram e se modificaram com o tempo. Hoje, o leque de serviços é maior, e matar deixou de ser a única atividade comercial. O dinheiro pode vir do monopólio do gás, da TV a cabo, e da segurança, por exemplo. Milicianos cobram taxas de comerciantes e até de moradores, e o não pagamento delas é motivo para a violência.De acordo com levantamento feito pelo Instituto Fogo Cruzado e pelo Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF), o número de áreas dominadas por milicianos cresceu 387% entre 2006 e 2021. Atualmente as milícias são o maior grupo criminoso do RJ, e são responsáveis por metade dos territórios sob controle do crime organizado. Não parece que há escapatória - a expansão pode até ir além do Rio.Episódios relacionados#30: Polícia pra quem?#40: Mil dias de Marielle presente#81: Sobre chacinas e milíciasMergulhe mais fundoComo nasce um miliciano: A rede criminosa que cresceu dentro do Estado e domina o Brasil (link para compra)Entrevistados do episódioCecília OlliveiraJornalista, pós graduada em Criminalidade e Segurança Pública pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Fundadora do Instituto Fogo Cruzado e cofundadora do The Intercept Brasil.Coronel Adilson Paes de SouzaTenente coronel da reserva da Policia Militar do Estado de São Paulo. Bacharel em direito, mestre em Direitos Humanos pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo. Autor do livro "O Guardião da Cidade".Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariProdução, direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Varal Celeste está no ar!E aí cruzeirense, tudo bem com vc?No episódio de hoje tivemos:Pré-jogo — Cruzeiro x Union de Santa Fé.RelacionadosDesfalquesPreocupaçõesEncerrar a participação na Sudamericana de 2025.Dar minutagem e rodagem para todos os que precisam.Fala do Raul Palssmann e o momento que falarei disso.Portais de notícias: https://ge.globo.com/futebol/times/cruzeiro/ https://deusmedibre.com.br/cruzeiro/ https://noataque.com.br/clubes/cruzeiro/https://www.itatiaia.com.br/editoria/cruzeiro https://www.otempo.com.br/superfc/cruzeiro https://www.youtube.com/@CanalSamuelVenancio/featuredhttps://www.youtube.com/@FelipeBarrosTVE aí, curtiu o episódio?Compartilhe com a galera!Se cuidem pessoal!Abraços!Redes sociais: Twitter pessoal: @VaralCeleste https://twitter.com/VaralCeleste?s=09Instagram da coleção/podcast: @varalceleste https://instagram.com/varalceleste?utm_medium=copy_link
Chegou a hora de definir os finalistas da NBA 2024/25!As finais de conferência começam nesta terça-feira, 20, com Oklahoma City Thunder e Minnesota Timberwolves se enfrentando, em Oklahoma, pelo jogo 1 das finais da conferência Oeste. Dono da melhor campanha geral da temporada regular, com 68 vitórias, o Thunder chega para confirmar o favoritismo contra o ótimo time do Wolves. Vai dar a lógica?Já na quarta-feira, New York Knicks e Indiana Pacers iniciam a série no Madison Square Garden para definir o campeão da conferência Leste. Terceiro e quarto colocados, respectivamente, na fase de classificação, o duelo sugere equilíbrio. O confronto irá até o jogo 7?André Fantato e Fábio Caetano hoje conversam sobre tudo o que envolve ambas as finais em mais um episódio do Podcast do Bola Laranja. Não perca!Thunder nos playoffs: Grizzlies (4-0) e Nuggets (4-3)Wolves nos playoffs: Lakers (4-1) e Warriors (4-1)Knicks nos playoffs: Pistons (4-2) e Celtics (4-2)Pacers nos playoffs: Bucks (4-1) e Cavaliers (4-1)Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!Dica: That Peter Crouch Film (2023), de Benjamin Hirsch0:00 Contagem0:32 Introdução1:39 Curta, compartilhe e se inscreva no BL2:01 Impressões iniciais3:50 Surpresas nas finais5:06 Sete campeões diferentes em sete anos11:22 Boas-vindas à audiência12:24 DEN 93 @ 125 OKC (3-4) (18/05/2025)17:22 Denver Nuggets21:05 Prévia: Thunder x Wolves35:50 Palpites: Thunder x Wolves38:22 Transmissão da ESPN38:57 BOS 81 @ 119 NYK (2-4) (16/05/2025)42:47 Boston Celtics48:42 Prévia: Knicks x Pacers1:01:05 Seja membro do Bola Laranja1:03:06 BL Store1:03:25 Palpites: Knicks x Pacers1:05:09 Dica1:06:10 Tchau
O Minnesota Timberwolves, aproveitando o embalo e a ausência de Stephen Curry, fechou a série em 4-1 contra o Golden State Warriors, se classificando à final da conferência Oeste para enfrentar Oklahoma City Thunder ou Denver Nuggets, série esta que pode ter seu desfecho a favor do Thunder no jogo 6 hoje, 15 de maio.No Leste, o Indiana Pacers que, contra a maioria das previsões, eliminou o Cleveland Cavaliers também em cinco jogos, está à espera de New York Knicks ou Boston Celtics, que venceu o quinto embate da série, sobrevivendo à sexta partida, que será realizada nesta sexta-feira, 16, em Nova Iorque. O Celtics conseguirá cumprir o favoritismo e eliminar o Knicks vencendo os próximos dois jogos?No episódio de hoje, o time do Bola Laranja fala sobre as classificações de Wolves e Pacers, as eliminações de Warriors e Cavs e as séries ainda em andamento entre Knicks e Celtics e Thunder e Nuggets.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!Dica: My Generation (1965), de The Who0:00 Contagem0:32 Introdução1:42 Curta, compartilhe e se inscreva no BL2:35 Impressões iniciais3:42 Marcelinho Huertas eleito MVP da Liga ACB4:21 Cleveland Cavaliers eliminado8:34 Playoffs não refletem a temporada regular13:40 Boas-vindas à audiência14:09 Possível final entre Pacers e Knicks16:55 O que fazer com Donovan Mitchell?24:09 Comentários da audiência26:35 Wolves classifica-se à final do Oeste37:00 Deixe o like38:13 Anthony Edwards campeão aos 23 anos?39:29 Warriors com Stephen Curry seria diferente?47:19 O que o Warriors deve fazer para 2025/26?50:36 Comentários da audiência51:46 NBA passa por uma troca de gerações54:35 Celtics sobrevive na série contra o Knicks1:00:35 Seja membro do Bola Laranja1:02:43 Comentários da audiência1:03:03 Palpites para a série entre Celtics e Knicks1:05:34 Série Thunder x Nuggets (3-2)1:06:53 Comentários da audiência1:07:34 Dica1:08:24 Tchau
Os playoffs da NBA seguem com grandes emoções e reviravoltas inesperadas. Sem Stephen Curry, o Golden State Warriors enfrenta novo cenário, e o impacto dessa ausência pode mudar o rumo da competição.Hoje, o Bola Laranja vai analisar os destaques, discutir as possibilidades e conversar sobre Indiana Pacers e New York Knicks, visitantes que roubaram dois mandos de quadra em suas respectivas séries.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!Dica: Wu Tang Clan Live In San Bernadino0:00 Contagem0:25 Introdução1:41 Curta, compartilhe e se inscreva no BL2:10 Impressões iniciais5:02 Warriors sem Stephen Curry13:08 Bola Laranja fará cinco anos15:14 Boas-vindas à audiência17:02 Ausência de Curry desequilibra a série?24:30 Deixe o like24:47 Projeção da série Wolves x Warriors em uma semana26:27 Comentários de audiência27:57 Série Celtics x Knicks (0-2)44:09 Comentários da audiência45:09 Knicks vai varrer o Celtics?46:30 Seja membro do Bola Laranja48:22 Série Cavaliers x Pacers (0-2)1:01:29 Pacers vai varrer o Cavaliers?1:02:04 Série Thunder x Nuggets (1-1)1:04:45 Quem será eleito MVP?1:05:07 Dica1:05:37 Seja membro do Bola Laranja1:05:55 Tchau
As semifinais de conferência dos playoffs da NBA 2024/25 começaram ontem, 4 de maio, com a vitória do Indiana Pacers sobre o Cleveland Cavaliers por 121 a 112 no jogo 1 do confronto.Hoje é dia do Bola Laranja conversar e analisar todos os quatro confrontos que compõem esta fase. Além de Cavs x Pacers, temos Oklahoma City Thunder x Denver Nuggets, Minnesota Timberwolves x Golden State Warriors e New York Knicks x Boston Celtics, todos duelos que ainda terão o primeiro jogo da série.Quais os quatro times que avançarão às finais de conferência, quais times podem surpreender e quais séries irão até o emocionante jogo 7? Saiba tudo no episódio de hoje.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!0:00 Introdução0:58 Curta, compartilhe e se inscreva no BL1:17 Impressões iniciais2:48 Warriors 103 @ 89 Rockets (4-3)10:39 Seja membro do Bola Laranja10:51 Pacers 121 @ 112 Cavaliers (1-0)14:53 A maior surpresa das semifinais16:09 Jalen Green deve ser trocado?16:31 Melhor série das semifinais17:39 Deixe o like18:02 Thunder x Nuggets vai definir o MVP?18:54 Cavaliers x Pacers: projeção dos próximos jogos 24:01 Cavaliers x Pacers: palpites para a série24:37 Comentários da audiência26:37 Projeção da série Celtics x Knicks37:11 Palpites para a série Celtics x Knicks38:01 Projeção da série Thunder x Nuggets47:28 Palpites para a série Thunder x Nuggets49:05 Seja membro do Bola Laranja51:13 Projeção da série Wolves x Warriors1:02:21 Palpites para a série Wolves x Warriors1:04:35 Dicas1:051:18 Tchau
Os rumores sobre o futuro de Giannis Antetokounmpo no Milwaukee Bucks estão fervendo, e os playoffs da NBA estão cada vez mais insanos! Será que o astro grego está de saída? O que esperar do desenrolar desta pós-temporada eletrizante?No episódio de hoje, o Bola Laranja conversa sobre as últimas movimentações, analisar os confrontos mais quentes e debater os impactos que possíveis mudanças podem ter no cenário da liga.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!0:00 Introdução1:02 Curta, compartilhe e se inscreva no BL1:20 Impressões iniciais2:42 2Pac3:56 Deixe o like4:07 Pacers elimina o Bucks11:40 Seja membro do Bola Laranja13:51 Boas-vindas à audiência14:41 Pascal Siakam e C. J. McCollum15:20 Provocação de John Haliburton a Giannis18:06 Futuro de Giannis Antetokounmpo26:10 Seja membro do Bola Laranja27:12 Comentários da audiência27:44 Série Nuggets x Clippers (3-2) (1)31:45 Primeiro Superchat33:12 Série Nuggets x Clippers (3-2) (2)37:44 Melhores séries38:30 Oklahoma City Thunder40:10 Palpites para a série Nuggets x Clippers (3-2)41:01 Seja membro do Bola Laranja42:29 Balanço dos times já classificados43:09 Thunder 4-0 Grizzlies45:29 Cavaliers 4-0 Heat47:18 Celtics 4-1 Magic48:00 Possibilidade de Celtics x Knicks48:53 Cavs e Celtics fizeram o dever de casa49:34 A 1ª fase dos playoffs era em cinco jogos50:54 SwishTV BR51:41 Por que eram cinco jogos à época?52:31 Destino ideal para Giannis Antetokounmpo53:23 NBA dos anos 199054:04 Giannis no Pistons, Thunder ou Rockets?55:52 Lakers pode virar a série contra o Wolves?1:04:55 Rockets pode virar a série contra o Warriors?1:06:28 Motivação dos jogadores em partidas contra o Lakers1:07:16 Seja membro do Bola Laranja1:07:58 Os melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store1:10:45 Dicas1:12:00 Tchau
Valeu demais pela companhia! A gente se vê por aí! GRUPOS MAU ACOMPANHADO
Final de ano é tempo de pausa, reflexão e recomeço! O que você aprendeu, conquistou e quer levar para o próximo ano? Vamos falar sobre isso no nosso episódio especial!
As notícias de hoje incluem a Google comprando geradores de energia nuclear para alimentar a IA, mais de 200 apps maliciosos com 8 milhões de downloads encontrados na Play Store, um executivo de alto-escalão da Xiaomi explicando por que o celulares de ponta estão ficando tão mais caros, a NASA revelando detalhes da missão que deve levar humanos a Marte em 2035, a Amazon finalmente lançando o Kindle com tela colorida, além de novas versões do seu e-reader, e o Android 15 oficialmente lançado para o público! Boa noite e bem-vindos ao Hoje no TecMundo, o seu resumo diário de tecnologia!
Quem acompanha o podcast nas edições mais recentes já sabe. Este é o nosso último episódio. Depois de seis anos construindo essa relação linda, cheia de análises, desabafos e conselhos, estou com quem fez esse projeto crescer comigo na maior parte desse tempo: Thiago Theodoro! Conversamos sobre todos esses episódios que fizemos juntos, a necessidade de encerrar o podcast agora e até refletimos sobre o que pode vir por aí! Benzinhos, obrigado por estarem todos esses anos com a gente! Recebemos mensagens lindas sobre como nossos papos impactaram vocês e podemos afirmar com certeza: é recíproco! Ficam aqui os 300 episódios que fizemos com muito carinho e que sempre estarão no ar para quando vocês precisarem de um ombro amigo! Nos vemos em breve! --------- PRA FICAR MELHOR PODCAST: Episódios antigos do Estamos Bem LIVRO: O Caminho do Artista SÉRIE: You Are the Worst LIVRO: Gilberto Braga: O Balzac da Globo PODCAST: Armchair Expert LIVRO: Gente Pobre LIVRO: Cupom Falso LIVRO: Felicidade Conjugal LIVRO: A Morte de Ivan Ilitch --------- SIGA A GENTE NAS REDES SOCIAIS! Twitter: @estamosbempod | Instagram: @podcastestamosbem Bárbara dos Anjos: @dabarbara (Instagram) | @dabarbara (Twitter) Thiago Theodoro: @othiagotheodoro --------- COLABORE COM O PODCAST PELA ORELO! Na Orelo, além de ouvir o Estamos Bem?, você pode contribuir com nosso podcast e ganha acesso ao grupo do Telegram e um programa exclusivo toda terça-feira em que entrevisto convidados que já passaram por aqui. Bora? Acesse https://orelo.cc/podcast/5e7f01d761d8770ee8d20aa7?forum=false --------- MANDE O SEU CASO PARA A GENTE! E-MAIL: podcastestamosbem@gmail.com
Projeto Energia Crônica: Medicina Integrativa Quântica⚡- Saúde - Longevidade -Bem estar- VIBRE +⚡
Fala, Fala minha Amiga, meu Amigo BIOENERGÉTICO! Você provavelmente já ouviu falar na palavra DETOX, certo?! Agora… Existe uma outra palavrinha chamada REDOX que é 1,000 vezes mais importante… …E que você provavelmente NÃO conhece! Foi pensando nisso que decidimos falar sobre isso neste episódio chamado
No Fórum Onze e Meia de hoje: Bolsonaro indiciado por golpe antes da eleição. E ainda: STF valida Moraes no caso do bloqueio do X (antigo Twitter) do Brasil. Participam do programa o jurista Lênio Streck e a coordenadora do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Renata Mielli. Apresentação de Dri Delorenzo e Luiz Carlos Azenha.Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/forum-onze-e-meia--5958149/support.
Vamos acompanhar as melhores notícias de tecnologia do dia: Hisense reforça chegada ao Brasil com televisores, Microsoft Copilot já está disponível no Telegram, Anomalia magnética no Brasil cresce e preocupa cientistas da NASA e muito mais!
Um aviso importante sobre o programa Siga o POUCAS TRANCAS nas redes sociais: Instagram: @ospoucastrancas / Twitter: @ospoucastrancas / Facebook: facebook.com/ospoucastrancas/ Um agradecimento especial aos nossos padrinhos: Saulo Andrioli, Masashi Inoue, Rogério B. de Miranda, Julián Catino, Will Cunha, Gabriel Ribas, Mayk Veras, Thais Munhoz, Alexandre G. de Carvalho , Luciano Rosa, Jaqueline Xavier, Felipe Leite, Zeno Bocardo, Adriano Santos, Evandro Pereira , Juan Lourenço, Arthur Lobo, Fabrício Luciano, Leonardo Gandolfi e Israel Requena Quer se tornar um padrinho do POUCAS TRANCAS? Acesse https://www.padrim.com.br/ospoucastrancas ou picpay.me/ospoucastrancas e conheça nossos planos e vantagens. Participaram deste episódio: @bellinescobar --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/ospoucastrancas/message
Entrevistas com Guillaume Canet,Telmo Churro, Dominik Moll, Cristèle Alves Meira
Chegou o Puravida PRIME, a plataforma de conhecimento em saúde e bem-estar da Puravida. Transforme sua saúde com a ajuda dos melhores profissionais do país. Acesse https://bit.ly/conheca-PV-PRIME para conhecer. A produção de colágeno vai reduzindo com o avanço da idade. Isso resulta em uma perda gradual da firmeza da pele ao longo do tempo. Dado que a flacidez da pele desagrada a maioria das pessoas, tratamentos estéticos estão sendo cada vez mais buscados e visam estimular a produção de colágeno e melhorar a firmeza da pele. A nutrição ocupa papel fundamental para a manutenção da saúde, integridade e beleza da epiderme. Para falar mais sobre esse tema, Alessandra Feltre e Roberta Carbonari recebem Sheila Mustafá, nutricionista e esteticista, docente há 16 anos. O novo episódio do Puravida CAST, “Estratégias para evitar a flacidez”, já está disponível. Acompanhe agora e compartilhe com seus amigos e familiares. E para complementar o seu conhecimento, algumas sugestões de leitura do Puravida Blog: 1. Colágeno Hidrolisado: Para que serve? Entenda as aplicações e usos 2. Tchau celulite: veja mudanças simples para dar adeus às ondulações na pele
Vamos ver as principais notícias de hoje: Telegram bloqueia canais do Hamas no Android, Xiaomi apresenta HyperOS oficialmente e novos tops de linha Xiaomi 14. Confira!
Het volkslied dat je nu hoort heet Yumi Yumi Yumi. Da's een beetje de staat waarin wij verkeerden tijdens ons onderzoek naar Vanuatu. Mocht je denken dat dit een 13-in-een-dozijn pacifisch eilandstaatje is waaraan de geschiedenis grotendeels voorbij is gegaan, dan heeft deze aflevering een flink appeltje met je te schillen. Het spookt namelijk, hier in het hart van Melanesië. Moeder natuur is een notoire onruststoker, wereldmachten brachten bommen en granaten, en de Vanuatuanen zijn zelf ook niet vies van een beetje magie. Hopelijk word jij, lieve luisteraar, vandaag ook betoverd door de schoonheid van deze eilanden!We zijn nooit volledig, wel origineel. Geen experts, maar wel liefhebbers. Hebben we tóch iets verkeerd gezegd of zijn we iets cruciaals vergeten? Volg ons en laat het weten.Ben je op zoek naar de shownotes? Die vind je op onze website.
Logo depois do final da temporada, mas ainda antes do Draft, a NBA já tem bomba. O Washington Wizards, um ano depois de dar um dos maiores contratos da história para Bradley Beal, troca o ala para o Phoenix Suns por Chris Paul e Landry Shamet. Nesta semana, Denis Botana e Danilo Silvestre discutem os motivos que levaram os dois times a esse negócio e as suas consequências para a próxima temporada.
Live do Conde! Tchau, querido: câmara celebra cassação de Dallagnol, o patinho feio do Congresso by TV 247
On this episode, we head outside to record in the sunny greens of Talacre Gardens (we apologise for the drop in audio quality - we don't apologise for the lols). On this one, we recap the last few weeks including attending The Podcast Show 2023, a few updates for what's going on with The Movie Newbie and where we want to take it from here, and the usual segment of what we've been watching. We'll be back with Season 5 very very soon, but until then..Tchau tchau for now my people.*** JABRIEL ALSUHAIMI is a multi-disciplinary creative, working on a multitude of projects in the audiovisual sphere. Hailing from Saudi Arabia and Singapore, Jabriel brings his international perspective and varying influences into his work, which includes podcasts like Curious Humans, Founders For Good & The Movie Newbie, music & radio as Rei.do.Nada, some video content and some writing as well. Links: https://linktr.ee/jabriel/If you're looking to start your own podcast and need an editor or producer please follow:https://www.jabrielalsuhaimi.com/podcastingservices/ RAPHAEL LECAT is an actor; some would say thespian, some would say clown; others would say human golden retriever (and by some, he means himself...) Raphael was born in France to French parents but quickly became a third-culture kid after his family moved to Singapore. This is where he discovered his passion for theatre and decided to make it his mission in life to be a vessel for stories old and new through the craft of acting. Website: https://raphaellecat.me/IMDb: https://www.imdb.com/name/nm8941524/ OLIVER MANGHAM is a represented screenwriter, producer, fundraiser and content creator across a range of media. A cinema obsessive from a young age, he channelled his passion for storytelling by co-founding the film and television production company Through The Lens Entertainment. When he's not navigating the shark-infested waters of Hollywood, Oliver likes to pen scripts, record podcasts, host musical events and consume large quantities of pasta. Twitter: https://twitter.com/olivermangham1Instagram: https://instagram.com/omangham92 Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Assista a nova série: https://controleseucerebro.com.br/talento Você está no podcast do BrainPower | A Sua Academia Cerebral. Aqui você receberá sacadas para conhecer mais e mais o seu cérebro, e ficar no controle das suas ações e emoções para deixar de lado a falta de energia, falta de foco, a procrastinação, e entrar em um novo mundo. O mundo de altos resultados, gerando valor para você mesmo e para as pessoas ao seu redor. E lembre-se sempre disso: "O Seu Futuro Começa HOJE"! #NoBrainNoGain Link do canal do Telegram para ouvir um novo Braintime todos os dias: brainpower.com.br/telegram
Vamos ver as principais de notícias de tecnologia de hoje, e enquanto isso, vai deixando o like amigão: Bing com ChatGPT ganha espaço no mercado de buscas, Canal do YouTube Flow Games é hackeado, Usina nuclear de Angra é multada por omitir vazamento de água contaminada e muito mais!
Live do Conde! Tchau, querido: Bolsonaro foge para nunca mais voltar? by TV 247
No último ao vivo do ano, o Papo fala sobre despedidas e fins de ciclos. Também fala sobre intimidade e química nas relações e faz um amigo secreto no final do programa.
On October 30, Brazilians elected Luiz Inácio Lula da Silva as their next president. Within minutes, world leaders, including President Biden and Secretary Blinken, offered official congratulations. For Lulu supporters, the atmosphere was celebratory but tense, as many wondered if Lulu's opponent, incumbent Jair Bolsonaro—who once said the election would end either in his death, arrest, or victory—would accept the legitimate results of the election. To talk through that election and its aftermath, Lawfare managing editor Tyler McBrien sat down with Brian Winter, editor in chief of Americas Quarterly and a journalist with over a decade living and reporting across Latin America. They discussed whether warnings of an election crisis were alarmist or not, what's next for Bolsonaro and his movement, and what to watch for during Lulu's first 100 days.Support this show http://supporter.acast.com/lawfare. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Giro Gre-Nal #93 - Tchau, Série B pro Grêmio e a vice-liderança da Série A pro Inter by Rádio Gaúcha
Ciao! This week Alainna and Talia are feeling worldly and discuss the similarities between Cleveland, Ohio and Venice, Italy. Harry Styles and Olivia Wilde fans beware as our hosts are pulling out no stops when they talk about the newest celeb drama. You can also look forward to a brief lesson in Portuguese by Alainna. Tchau! Outro Music: Thoughts by Charli XCX
DO PARAÍSO A PEABODY é o segundo episódio da terceira temporada do Faxina Podcast em co-produção com o Pelo-Avesso Podcast. Nesse episódio o Vinicius Luiz te leva para Padre Paraíso, uma cidade no interior de Minas Gerais que está mudando com as migrações para os EUA. Tu vais escutar a história de Flávia e Ana Claudia e de como as migrações afetam a vida das pessoas que partem, das pessoas que voltam, das pessoas que ficam e da cidade. CRÉDITOS: Produção, Roteiro e Edição: Jéssica Almeida e Vinicius Luiz Assistência de Roteiro e Produção: Heloiza Barbosa Trilha sonora original: Paulo Pinheiro Trilha Adicional: Blue Dot Sessions, Mixagem e Design de Som: Paulo Pinheiro O Hino de Padre Paraíso é de autoria de Eron Brasil. Ilustrações e Animações: Natália Gregorini e Vinicius Cruz Mídia Social: Nick Magalhães Essa temporada é parcialmente financiada pelo departamento de Arts and Culture da cidade de Somerville Apoie o FAXINA Podcast no site do https://apoia.se/faxinapodcast (https://apoia.se/faxinapodcast) E no https://www.gofundme.com/f/faxina-podcast-ignored-stories-of-housecleaners (https://www.gofundme.com/f/faxina-podcast-ignored-stories-of-housecleaners) Segue a gente em todas as mídias sociais @faxinapodcast E escreve pra gente no faxinapodcast@gmail.com Até o próximo episódio! Tchau!!!
A nova temporada do Faxina Podcast vai tirar de debaixo do tapete cidades e colocá-las no mapa. Nós vamos te levar para cidades que talvez você nunca tenha ouvido falar; cidades que talvez você não encontre facilmente no mapa, mas não te preocupa porque a gente vai te ajudar a se localizar. E juntos a gente vai construir CARTOGRAFIAS DE MIGRAÇÕES. No Episódio 1 “Resplendor em Peabody” nós vamos conhecer uma pequena cidade Americana que tem dentro dela uma pequena cidade Brasileira. Créditos: Produção, Roteiro e Edição: Heloiza Barbosa Assistência de Roteiro: Valquiria Gouvea, Jessica Almeida e Vinícius Luiz Trilha sonora original: Paulo Pinheiro Trilha Adicional: Blue Dot Sessions, Carlos Papel, Wagner Tiso, Alexandre Bateiras Mixagem e Design de Som: Paulo Pinheiro Ilustrações e Animações: Natália Gregorini e Vinicius Cruz Midia Social:Nick Magalhães Essa temporada é parcialmente financiada pelo departamento de Arts and Culture da cidade de Somerville Apoie o FAXINA Podcast no site do https://apoia.se/faxinapodcast (https://apoia.se/faxinapodcast) E no https://www.gofundme.com/f/faxina-podcast-ignored-stories-of-housecleaners (https://www.gofundme.com/f/faxina-podcast-ignored-stories-of-housecleaners) Segue a gente em todas as mídias sociais @faxinapodcast E escreve pra gente no faxinapodcast@gmail.com Até o próximo episódio! Tchau!!!
O podcast da Trivela continua de olho no mercado de transferências europeu, que teve a confirmação da saída de Sadio Mané do Liverpool para o Bayern de Munique, além de outros negócios menores e interessantes, e também falará sobre as oitavas de final da Copa do Brasil, com grande vitória do Corinthians e outra derrota do Flamengo.
Este é o BRISAS DA LAURA, um podcast com mensagens de áudios reais, agora, compartilhadas com o mundo! Um retrato bem humorado do caos e comédia que permeiam a mente da Laura. NA BRISA DE HOJE: baixou a Daniela! CRÉDITOS Produção e idealização - Laura Canteras Edição - Gustavo Costa Artes - Didi Tardelli Voz da vinheta - Mari Evangelista Gostou do episódio? Mande um comentário em áudio pelo WhatsApp +55 11 98765-6950. Seu comentário poderá aparecer no podcast Serviço de Atendimento à Cavalaria (SAC). Saiba mais em www.redegeek.com.br