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2025, o ano em que Moçambique assinalou os 50 anos da sua independência

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 33:37


Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem  fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.

Papo Pro ACBr
Como Unir Posicionamento, Conteúdo e Tráfego para Atrair os Leads Certos - Review do Dia do ACBr 2025

Papo Pro ACBr

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 76:39


Tem muita software house confundindo visibilidade com resultado. Aparecer por aparecer não paga boleto — e muito menos gera oportunidades qualificadas. Nessa palestra, você vai entender por que posicionamento, conteúdo e tráfego precisam estar conectados se a ideia é atrair os leads certos e gerar conversas que viram negócio. Você vai sair com uma rota clara: do conteúdo que atrai curioso, para uma estratégia que posiciona e aproxima clientes prontos pra comprar.Ouça agora e transforme sua forma de programar com ACBr!Convidados: By Flávia Pissolatto Especialista em Marketing para Software Houses, CEO da Byte Comunicação

Podcast da Capela
Conceitos Certos em Contextos Errados - Igor Rodrigues

Podcast da Capela

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 35:30


Curtiu este conteúdo? Queremos te conhecer!Venha fazer parte desta família! .Rua Tupi, N°115 - Retiro, Volta Redonda - RJ. (Próximo à passarela da CSN na Beira-Rio). Encontros aos Domingos, às 10h!.Link do Google Maps: https://maps.app.goo.gl/yEwwqS4XVZwpT7vu5.Se você entende que o que estamos fazendo é importante de alguma forma para você ou para outras pessoas, por favor, contribua!O nosso pix é pelo e-mail eusou@capela.churchSeja Grato! Seja Generoso!.Nosso website: https://capela.church/.Nos siga nas redes sociais:https://www.youtube.com/@CapelaChurchhttps://www.instagram.com/capelachurchhttps://www.facebook.com/capelachurch.

Jornada do Médico Empreendedor
T4 #106 - Captação assertiva: Como atrair pacientes certos no particular

Jornada do Médico Empreendedor

Play Episode Listen Later Aug 7, 2025 37:04


Você está cansado de encher a agenda, mas sentir que os pacientes não valorizam seu trabalho?Neste podcast, você vai entender como aplicar a captação assertiva no seu consultório particular, uma estratégia prática e ética para atrair pacientes que realmente precisam, valorizam e seguem o tratamento que você propõe.Ficha de aplicação CVM:https://l1nq.com/fichacvmWorkshop Médico Viver de atendimento particular.https://sl1nk.com/fxkWu

ADEGA Podcast
COMO ESCOLHER os VINHOS CERTOS PARA o SEU CASAMENTO

ADEGA Podcast

Play Episode Listen Later Jul 17, 2025 4:55


Os noivos costumam ter mil e uma coisas para fazer antes da celebração do casamento. Apesar de muitas delas serem estressantes, a escolha dos vinhos não precisa ser uma delas! Nesse novo vídeo mostramos como isso pode ser uma tarefa simples e prazerosa.Matéria na íntegra: https://revistaadega.uol.com.br/artigo/como-escolher-os-vinhos-certos-para-o-seu-casamento.html

BrunetCast
Como Mudar de Vida com Conselhos Certos | Thiago Nigro no Brunetcast

BrunetCast

Play Episode Listen Later Jul 16, 2025 84:04


MINIMAL CLUB, USE O CUPOM "BRUNET" https://djfy.short.gy/S8TLCUMentoria DestinyMind: https://forms.gle/EDcJzoAb3ZKPU7v86Como encontrar equilíbrio entre fé, dinheiro, propósito e sucesso profissional?Nesta entrevista reveladora, você vai descobrir:✅ O poder transformador de amizades conselheiras e mentores✅ A tríade da riqueza: destino, mentalidade e capacidade✅ Como a espiritualidade impacta diretamente seus resultados financeiros✅ Estratégias práticas para empreendedores, empresários e investidores✅ A verdade por trás dos "haters do dinheiro" e a mentalidade de prosperidade✅ Como delegar, investir, deixar herança e lidar com perdas sem perder o propósitoUma conversa profunda e prática sobre dinheiro, propósito, negócios, fé, emoções e legado.Assista até o fim e descubra como alinhar sua jornada profissional com os princípios eternos.

Amorosidade Estrela da Manhã
SE DEUS É TUDO, O QUE PARA TI AINDA NÃO É? TALVEZ O QUE AINDA NÃO FOR GERE CONFLITOS EM SUA MENTE ∙ TUDO É PERFEITO, O QUE EU DIGO QUE NÃO É, É O QUE DIVERGEM DOS MEUS CERTOS, DAS MINHAS VERDADES...

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 29, 2025 3:05


Made in Brasil Podcast
Como VENDER MAIS tendo os DADOS CERTOS do seu E-COMMERCE (Ferramenta Poderosa) | #179

Made in Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Jun 24, 2025 70:32


Como vender mais no e-commerce com os dados do seu negócio! Aprenda a usar métricas para escalar seu negócio com eficiência e lucro.Como vender mais no e-commerce com dados e inteligência de mercado? Neste episódio do Made In Brasil Podcast, recebemos Mateus Souza, sócio-fundador da ferramenta Plendi, para um papo direto e estratégico sobre mentalidade data driven, gestão por métricas, eficiência e eficácia no e-commerce, e como a análise de dados pode multiplicar seus resultados.Se você é empreendedor, gestor de e-commerce ou dono de marca própria e sente que está "no escuro" quando o assunto é tomada de decisão baseada em dados, este episódio é indispensável.Você vai entender, com profundidade, quais métricas realmente importam, como definir os KPIs certos, o impacto da recorrência de compra, como interpretar o Lifetime Value (LTV), e por que muitos negócios vendem muito, mas lucram pouco.Mateus também apresenta cases reais de marcas que aumentaram faturamento e margem ao usarem a Plendi — inclusive com aplicação de modelos preditivos, dashboards automatizados e integração com ferramentas como Shopify, Appmax, Google Analytics e marketplaces.Além disso, discutimos o papel da inteligência artificial nas operações e como pequenos e médios e-commerces podem competir com os grandes players do mercado por meio da tecnologia e da clareza nos dados.Ao final, você terá um panorama claro do que é necessário para profissionalizar sua operação, escalar com controle e tomar decisões com base em dados e não em achismos.

Convidado
As negociações e a proclamação da independência de Moçambique

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 21, 2025 20:46


Moçambique assinala neste 25 de Junho de 2025, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propõe-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. No quinto episódio desta digressão, evocamos a independência de Moçambique. Após vários anos em várias frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura no dia 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Óscar Monteiro, militante sénior da Frelimo e um dos membros da delegação que negociou os acordos de Lusaka juntamente com Portugal, recorda como recebeu a notícia. “No dia 25 de Abril, tenho a primeira notícia sobre o golpe de Estado em Portugal, quando procurava ouvir a Rádio França Internacional. Nós estávamos num curso político e eu estava à procura do noticiário da RFI quando ouço ‘Cette fois, c'est pour de bon' (desta vez, é a valer). Então parece que houve mesmo qualquer coisa em Portugal e a partir daí começamos a procurar informações. No dia 27, nós produzimos uma declaração que eu acho que foi dos mais bonitos documentos políticos em que participei. Continuamos a dar aulas porque era a nossa tarefa. A luta não termina só assim. Mas à tarde o Samora chamou-nos, nós tínhamos um telefone de campanha daqueles com manivela. ‘Venham cá porque a coisa parece ser séria'. Então fomos para lá e começamos a produzir. Devo dizer que estávamos num muito bom momento politicamente e por isso que não ficamos perturbados. Dissemos ‘Sim senhor, muito bem. Felicitamo-nos por esta vitória do povo português, mas a nossa luta é pela independência.' (...) Sabe que o Manifesto das Forças Armadas tinha só uma linha, a linha final, que dizia depois de 20 e tal pontos sobre a democratização de Portugal, dizia que ‘a solução do problema do Ultramar é política e não militar.' Quer dizer, foi agarrados nessa linha que nós começámos as primeiras conversações. Aí devo dizer e relevar que nós nunca falamos suficientemente do papel do Dr. Mário Soares, que propõe logo conversações com os movimentos de libertação. E, portanto, estamos a falar logo no dia 5 de Maio por aí. Ele vem a Lusaka. Nós ensaiamos esse momento. Então vamos para lá, mas como é que cumprimentamos? Então dissemos ‘Não vamos cumprimentar, dizendo o seguinte -até me recordo da frase- Apertamos a mão porque o senhor representa um Portugal novo'. Sabe que para evitar intimidades excessivas, até pedimos aos zambianos, porque as conversações foram em Lusaka para não os forçar a vir a Dar-es-Salaam, que era muito conotado com o apoio aos movimentos de libertação. E ele surpreendeu-nos quando nós começamos com a nossa expressão ‘saudamos o novo Portugal'. Ele disse ‘deixe-me dar-lhe um abraço' e atravessou a mesa que nós tínhamos posto para separar e dá um abraço ao Presidente Samora. Eu acho que isso foi de uma grande generosidade humana, porque a opinião pública portuguesa não estava preparada para aceitar a independência. Nós éramos os ‘terroristas', nós éramos ‘os pretos', nós éramos ‘os incapazes.' Como é que eles vão ser capazes de governar? O que explica depois o abandono em massa dos colonos. Portanto, nós começamos este período de negociações com muitos factores contra nós. Eu acho que foi a qualidade e a generosidade dos moçambicanos que permitiu que este processo tivesse andado bem. (...) Eu sei que a solidariedade da opinião pública portuguesa, não da classe política mais avançada, não do Movimento das Forças Armadas, foi mais para com os colonos do que para connosco. E houve a ideia de que nós, intimidamos os colonos. Não. Os colonos, intimidaram-se com o seu próprio passado. Quer dizer, cada um deles pensava como tinha tratado o seu empregado doméstico, como tinha tratado o negro no serviço e fugia, fugia de si-próprio, não fugia de perseguições. Nessa altura, e honra seja feita ao Presidente Samora, ele desdobrou-se em declarações até que, a um certo ponto algumas pessoas disseram Mas olha lá, vocês estão sempre a falar da população portuguesa que não deve sair, que são tratados como iguais. Vocês já nem falam muito a nós moçambicanos negros. Mas era deliberado, era deliberado porque nós sabíamos que a reconstrução do país só com moçambicanos negros ia ser muito difícil. E felizmente -é um ponto que vale a pena neste momento focar- houve muitos jovens, a nova geração, brancos, mulatos, indianos que eram estudantes da universidade, que tinham criado um movimento progressista e que foram eles, naquela fase em que era preciso pessoas com alguma qualificação, que foram os directores, os colaboradores principais dos ministros. E é momento também de prestar homenagem a essa nova geração. Foi um grupo progressista que se pôs declaradamente ao lado da independência. Também tiveram as suas cisões. Houve outros que foram embora. São transições sociais muito grandes. Nós próprios estamos a passar transições muito grandes”, diz Óscar Monteiro. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo lider politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. O estudioso moçambicano Calton Cadeado recorda esse momento. “Foi notório, naquela altura, que havia uma elite branca colonial que percebeu que ia perder os seus privilégios e ia perder poder. Isto é mais do que qualquer coisa, poder, influência, que eles tinham aqui, poder económico. Não estavam predispostos a negociar com a nova elite dirigente do Estado e temiam que eles fossem subalternizados. Então construíram toda uma narrativa de demonização da independência e das futuras lideranças, a tal ponto que criou um certo ódio dentro da sociedade portuguesa. E vale dizer que este ódio não era generalizado. Podemos ir ver nos jornais de 1974, temos o retrato de pessoas que vivenciaram abraços entre militares da Frelimo e militares portugueses que estavam a combater juntos e que diziam que não percebiam o motivo de tanta matança que existia entre eles, mas fizeram um abraço e estavam dispostos a fazer a reconciliação. Mas a elite branca e económica que tinha perdido e sentia que ia perder os privilégios, os benefícios, criou esta narrativa e esta narrativa foi consumida por algumas pessoas também dentro do círculo de defesa e segurança. Estou a falar da PIDE e da DGS a seguir. Não é toda a gente. Houve alguns círculos que conseguiram mobilizar algumas pessoas para fazer a desordem que aconteceu a seguir ao dia 7 de Setembro, que é a tomada do Rádio Clube. Depois tivemos o dia 21 de Outubro, que foi um dia sangrento, violento na história aqui em Moçambique. E quem estiver aqui em Maputo e for visitar a Praça 21 de Outubro e conversar com as pessoas que viviam naquelas zonas, percebem a violência que foi gerada. Infelizmente, essa foi uma violência que tomou conotações de cor de pele. Que era matar o branco, matar o negro. Mas foi uma coisa localizada, de curta duração, que não foi para além daqueles dias, porque a euforia da preparação e da visão da independência que vinha ali era mais forte do que o contágio de ódio que foi gerado entre estes grupos. Entretanto, não podemos menosprezar esse ódio que foi gerado. Essas perdas foram geradas porque as pessoas que perderam os privilégios não se resignaram, não se conformaram e, por causa disso, saíram de Moçambique. Foram se juntar a outros e fizeram o estrago que fizeram com a luta de desestabilização de 1976 a 1992, que aconteceu aqui”, conta Calton Cadeado. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Uma escolha explicada por Óscar Monteiro. “Pouco depois do 25 de Abril. Começam a pulular pequenos movimentos. Há sempre pessoas que, à última hora, juntam algumas iniciais e criam um partido político. Houve quantidades de organizações e uma parte poderia até ser genuína, mas nós sentimos que essa era a forma de tentar frustrar a independência. Isso foi a primeira fase. Depois, houve outra coisa. Agora é fácil falar dessa época, mas naquele momento, nós estávamos a cravar um punhal no coração da África branca, e essa África branca ia reagir. Portanto, tínhamos a oeste, à Rodésia, tínhamos a África do Sul, Angola tinha Namíbia e África do Sul. Então, é neste contexto que nós temos que preparar uma independência segura, uma independência completa, Porque esta coisa de querermos ser completamente independentes é um vício que nos ficou mesmo agora. Nós queremos ser independentes”, explica o membro sénior da Frelimo ao admitir que ao optarem pelo monopartidarismo os membros da sua formação demonstraram “um bocado de autoconfiança excessiva e mesmo uma certa jactância”.

Jornada do Médico Empreendedor
T4 #92 - Como se tornar referência na sua área, atrair os pacientes certos e não ser visto como “só mais um”

Jornada do Médico Empreendedor

Play Episode Listen Later Jun 12, 2025 31:03


Em um mercado cada vez mais competitivo, não basta ser bom no que faz — é preciso ser percebido como a melhor escolha. Se você é profissional da saúde e quer deixar de depender apenas de indicações ou convênios, está na hora de construir uma marca forte, alinhada com seu propósito e com o tipo de paciente que você realmente deseja atender.Entre para o canal do Telegram do CVM: https://t.me/cvdamedicinaVocê também pode me encontrar: Instagram: @cvdamedicinaAcesse todos os meus links: https://linktr.ee/cvdamedicina/

Papo Pro ACBr
Quantidade vs. Qualidade: o Desafio de Atrair Leads Certos para sua Software House

Papo Pro ACBr

Play Episode Listen Later May 30, 2025 81:41


Assunto: Você prefere gerar muitos leads ou atrair os clientes certos? Um dos maiores desafios das Software Houses é entender que nem todo lead é bom, e que quantidade sem qualidade não paga boleto. Vamos falar sobre funil de vendas, estratégias de marketing, erros comuns e como construir um processo que traga não só mais leads, mas principalmente leads certos.Convidada: Flavia Pissolatto, CEO da Byte ComunicaçãoChecklist Qualidade do Leadhttps://bytecomunicacao.com.br/checklist-qualidade-do-lead/Site Bytehttps://bytecomunicacao.com.br/Instagramhttps://www.instagram.com/bytecomunicacaoAgendar Análise Personalizadahttps://calendly.com/bytecomunicacao/analise-guiada-byte

ADEGA Podcast
DESCUBRA o MUNDO PERFUMADO das TRUFAS e OS VINHOS CERTOS para a HARMONIZAÇÃO

ADEGA Podcast

Play Episode Listen Later May 9, 2025 6:25


Quem gosta de beber bem, também gosta de comer bem, e certamente se interessa por iguarias gastronômicas, como as trufas. Se esse é você, venha ver como as trufas negras são caçadas e harmonizadas com vinhos.Link da matéria completa: https://revistaadega.uol.com.br/artigo/descubra-o-mundo-perfumado-das-trufas-negras-e-os-vinhos-certos-para-harmonizacao.html

ADEGA Podcast
POR QUE CERTOS ALIMENTOS NÃO COMBINAM com VINHO?

ADEGA Podcast

Play Episode Listen Later May 2, 2025 6:01


A ideia de enogastronomia, ou seja, da harmonização é, em suma, fazer com que vinhos e comidas se unam, se completem, se equilibrem. Contudo, certos alimentos podem ser considerados "vilões" em harmonizações. Venham descobrir quais são esses certos alimentos que não combinam com vinho.Matéria apresentada: https://revistaadega.uol.com.br/artigo/por-que-certos-alimentos-nao-combinam-com-vinho.html

Os Sócios Podcast
Os Sócios 241 - AS GERAÇÕES ESTÃO FICANDO MAIS FRACAS? A CRISE DAS GERAÇÕES EXPLICADA (Guilherme Freire)

Os Sócios Podcast

Play Episode Listen Later May 1, 2025 111:59


Bitybank é a corretora do Bruno Perini para comprar Bitcoin - abra sua conta: https://r.vocemaisrico.com/0e566a9fffEntre para a lista de espera do Viver de Renda: https://r.vocemaisrico.com/1dce8c6a9f Certos aspectos da experiência humana são atemporais. No entanto, a cada geração, a forma como as pessoas pensam, sentem e vivem muda profundamente, assim como seus desafios, valores e forma de se comunicar. Enquanto alguns se opõe à mudança, outros demandam mudanças drásticas e todos vivem no mesmo tempo: é assim que surge uma crise geracional. Por isso, observando as últimas gerações, surge o questionamento: o que pode ter provocado tamanha ruptura entre elas? Teria sido a aceleração tecnológica, a crise de identidade, a suavização da realidade? Ou a mudança na educação, o fácil acesso à informação, a relativização da autoridade, do ‘certo e errado'? Pode uma geração ser considerada “superior” à outra - mais madura, mais preparada, mais conectada com a realidade, ou são apenas perspectivas (observando a mesma idade em diferentes gerações)?Para responder estas e mais perguntas, convidamos Guilherme Freire para o episódio 241 do podcast Os Sócios. Falamos sobre tradição, juventude, cultura, propósito e muito mais.Ele será transmitido nesta quinta-feira (01/05), às 12h, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidado: Guilherme Freire @guilhermefclfreire

Amorosidade Estrela da Manhã
DEIXA ACREDITAREM QUE ESTÃO CERTOS, QUE VAI SER DO JEITO QUE DIZEM QUE VAI SER, PORQUE NO FINAL MESMO VAI SER DO JEITO QUE DEUS QUISER E PRONTO. VAIS TU QUERER FICAR SE DESGASTANDO COM TODOS ESSES?

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Apr 30, 2025 1:57


Devocionais Pão Diário
Devocional Pão Diário | Amigo De Aluguel?

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Apr 8, 2025 2:25


Leitura Bíblica Do Dia: ECLESIASTES 4:7-12 Plano De Leitura Anual: 1 SAMUEL 10–12; LUCAS 9:37-62 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Para muitos mundo afora, a vida está ficando mais solitária. O número de americanos que não tem amigos quadruplicou desde 1990. Certos países europeus têm até 20% das pessoas se sentindo solitárias, enquanto no Japão, alguns idosos recorreram ao crime para ter companhia na cadeia. Os empreendedores chegaram a uma “solução” para essa epidemia de solidão: amigo de aluguel. Contratados por hora, essas pessoas o encontrarão em um café para conversar ou para acompanhá-lo a uma festa. Perguntaram a uma dessas “amigas” sobre sua clientela: “São profissionais de 30 a 40 anos”, disse ela, “que trabalham muito e não têm tempo para fazer amigos”. Em Eclesiastes 4, temos o relato de alguém solitário, sem “filho nem irmão”. Não há “fim” para a labuta desse trabalhador, no entanto, o sucesso não o satisfaz (ECLESIASTES 4:8). “Para quem trabalho…?”, ele se questiona, reconhecendo que é melhor investir em relacionamentos, o que tornará a carga de trabalho mais leve e lhe trará ajuda nas dificuldades (vv.9-12). Afinal, o sucesso desprovido de compartilhamento não “faz sentido” (v.8). Lemos que uma corda trançada com três fios não arrebenta facilmente nem é rapidamente tecida (v.12). Os verdadeiros amigos não podem ser alugados; invistamos o tempo necessário para formá-los, com Deus sendo o terceiro fio tecendo-nos firmemente juntos. Por: SHERIDAN VOYSEY

Amorosidade Estrela da Manhã
COMO A VIDA É UMA ETERNA MUDANÇA, ETERNO TAMBÉM SERÁ O SOFRIMENTO DAQUELES QUE POSSUEM CONDICIONAMENTOS: PADRÕES, CERTOS, ROTINAS, TEM QUÊS, QUERER O QUE NÃO SE TEM... E NÃO TEM RESIGNAÇÃO/ADAPTAB...

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Mar 26, 2025 3:33


Amorosidade Estrela da Manhã
FALTA DE AMOR-PRÓPRIO E DE LUCIDEZ QUE A VONTADE DE DEUS FOI O QUE ACONTECEU, E ERA O QUE O TODO PRECISAVA E MERECIA, GERANDO CULPA POR ERROS QUE ACHA QUE COMETEU, COM BASE EM CERTOS QUE CERTOS...

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Mar 16, 2025 4:01


Caio Carneiro - Podcast Fod*
Como Atrair os CLIENTES CERTOS nas Redes Sociais? | Isabela Matte

Caio Carneiro - Podcast Fod*

Play Episode Listen Later Feb 26, 2025 76:20


Se você não sabe como gerar leads qualificados, está deixando dinheiro na mesa. Descubra agora a estratégia que pode mudar o seu negócio! ||

BEN-YUR Podcast
KANYE E ESPOSA ESTÃO CERTOS? - GUARDA FLORESTAL #016

BEN-YUR Podcast

Play Episode Listen Later Feb 7, 2025 175:42


Cris Értel, Peixe Aquático, Douglas 'Batata' Barbosa & Yuri Moraes são da Guarda Florestal.

Filosofia Vermelha
Oh, Fortuna!

Filosofia Vermelha

Play Episode Listen Later Jan 21, 2025 25:35


Certos eventos em nossas vidas parecem imprevisíveis. Algumas vezes somos surpreendidos pela alternância entre bons e maus momentos, os quais podem durar dias, meses ou anos. Às vezes desfrutamos de uma boa fase em nossa vida para, de repente, nos vermos envoltos em um pesadelo que nem de longe poderíamos prever. - Curso "Filosofia para a vida: refletir para viver melhor": https://www.udemy.com/course/filosofia-para-a-vida-refletir-para-viver-melhor/?couponCode=889E04F7F1E9D6BDC77D - Curso "Introdução à filosofia - dos pré-socráticos a Sartre": https://www.udemy.com/course/introducao-a-filosofia-dos-pre-socraticos-a-sartre/?couponCode=6B00725CB1380A980C28 - Curso "Crítica da religião: Feuerbach, Nietzsche e Freud": https://www.udemy.com/course/critica-da-religiao-feuerbach-nietzsche-e-freud/?couponCode=2569F0282B781B040B0E - Curso "A filosofia de Karl Marx - uma introdução": https://www.udemy.com/course/a-filosofia-de-karl-marx-uma-introducao/?couponCode=B98C3C7B14582E39D2E8 - Inscreva-se gratuitamente em nossa newsletter: https://filosofiavermelha.org/index.php/newsletter/ - Apoia.se: seja um de nossos apoiadores e mantenha este trabalho no ar: https://apoia.se/filosofiavermelha - Nossa chave PIX: filosofiavermelha@gmail.com - Adquira meu livro: https://www.almarevolucionaria.com/product-page/pr%C3%A9-venda-duvidar-de-tudo-ensaios-sobre-filosofia-e-psican%C3%A1lise - Meu site: https://www.filosofiaepsicanalise.org - Clube de leitura: https://www.youtube.com/watch?v=WWEjNgKjqqI Foi para compreender por que as coisas em nossas vidas acontecem como acontecem que os antigos recorriam à deusa Fortuna. Esta ideia foi muito presente até mesmo na Idade Média, não obstante o predomínio da religião cristã. Um dos principais registros sobre a deusa Fortuna e como ela controla nosso destino se encontra na obra Consolação da filosofia, de Boécio, e também nos poemas intitulados Carmina Burana, do século XI, sobre os quais falaremos na sequência.

Mensagem do dia!
20241203 - Escolha os presentes certos

Mensagem do dia!

Play Episode Listen Later Dec 3, 2024 2:39


Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia A Escritura de hoje está em Mateus 2:11, NVI - "Ao entrarem em casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram. Então abriram os seus tesouros e lhe deram presentes ..." Escolha os presentes certos Você pode imaginar como os sábios se sentiram ao olhar pela primeira vez a nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo? Como parte de sua adoração, eles lhe deram presentes. Eles deram presentes valiosos para simbolizar o amor, a honra e a apreciação em seus corações. Da mesma forma, você demonstra seu amor e apreço a Deus com dons de adoração e pode mostrar todo seu amor e apreço aos outros pelos dons que você também possui. Ao celebrar o nascimento de Jesus Cristo durante as festas de fim de ano, não se dedique apenas nos presentes que você pode e consegue comprar; concentre-se em presentes de amor, bondade e encorajamento. Faça um esforço para mostrar honra aos que te cercam, assim como os sábios se esforçaram para mostrar honra a Jesus. Quando você anda em amor e paz, você transforma os lugares e as ocasiões em bênçãos. Vamos fazer uma oração "Pai, hoje coloco minha mente e meu coração em você. Ajude-me a escolher os presentes certos neste final de ano - presentes de amor, bondade e de paz. Mantenha o seu caminho em meu coração, deixe sua bondade e sua presença brilhar através de mim em nome de Jesus! Amém."

Saúde
O que são as ruminações mentais e como elas afetam os jovens adultos?

Saúde

Play Episode Listen Later Nov 26, 2024 10:05


As ruminações são pensamentos repetitivos negativos, às vezes inócuos, mas que podem estar relacionados a quadros de depressão e ansiedade. Elas decorrem muitas vezes de decepções ou frustrações que levam algumas pessoas a “remoer” situações sem conseguir superá-las, explica o psiquiatra Jean-Luc Martinot, pesquisador do Inserm (Instituto de Pesquisas Médicas da França). Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Segundo o especialista francês, as ruminações são um fenômeno subjetivo, vivenciado pela maior parte das pessoas e “difícil” de ser estudado. Mas algumas características desses pensamentos repetitivos já puderam ser estabelecidas pelos cientistas, como mostra um recente estudo dirigido pelo psiquiatra francês e publicado na revista científica Molecular Psychiatry.Um dos objetivos dessa pesquisa era identificar sinais no cérebro de jovens adultos entre 18 e 22 anos de que essas ruminações poderiam desencadear doenças mentais no futuro. A equipe focou nessa faixa etária porque esses pensamentos "invasivos", explica o psiquiatra francês, surgem principalmente na passagem da adolescência para a fase adulta. “As ruminações são algo frequente e não são uma característica da infância ou do início da adolescência”, explica o psiquiatra francês. “É um fenômeno da vida mental que pode até existir antes, mas que se torna mais frequente quando os jovens viram adultos”, completa.Descrição do estudoDurante a pesquisa, os cientistas franceses analisaram os dados de centenas de jovens europeus que responderam, durante vários anos, a questionários online sobre esses pensamentos frequentes, que causam desconforto e ansiedade.Periodicamente, eles eram submetidos a exames de ressonância magnética para detectar se havia mudanças na atividade cerebral quando os pensamentos repetitivos surgiam espontaneamente.Os pesquisadores então identificaram, no grupo de 600 jovens acompanhados pela equipe, aqueles que descreveram ruminações depressivas. Eles foram submetidos a uma ressonância magnética “livre”, que mede a atividade cerebral sem instruções dadas pela equipe médica.“O estado mental dos pacientes que tinham tendência às ruminações foi naturalmente captado pelo aparelho”, explica. O registro foi possível graças a um algoritmo que permite diferenciar a maneira como a atividade mental evolui no cérebro e conecta ao mesmo tempo diferentes regiões. “Por exemplo, durante as ruminações 'preocupantes', percebemos que havia regiões frontais que variavam ao mesmo tempo que algumas áreas dos gânglios da base, ou seja, áreas envolvidas na gestão das emoções”.Ruminações são divididas em três tiposA equipe do psiquiatra francês dividiu os pensamentos repetitivos em três tipos. As chamadas ruminações reflexivas têm uma conotação positiva e consistem na busca da solução para um problema. Os outros dois tipos estão relacionados às emoções negativas e às preocupações cotidianas, ou podem estar associadas à depressão. “A ruminação depressiva, pode, se persistir, pode ser primeiro sinal de um problema psiquiátrico mais grave”, diz o psiquiatra. Os pacientes que apresentavam ruminações negativas aos 18 anos tinham uma tendência maior ao desenvolvimento de sintomas de ansiedade e depressão, às vezes graves, quatro anos depois.A gravidade dos sintomas estava relacionada às modificações nas configurações cerebrais medidas durante as ressonâncias magnéticas. “Certos tipos de ruminações, como as relacionadas às preocupações, ou depressivas, anunciam o surgimento de sintomas internos, ou seja, de ansiedade ou depressão, ou externos, como agressividade, uso de drogas ou dependência química”.Isso pode ajudar a prevenir doenças mentais em jovens adultos com fatores de risco – e este é um dos interesses concreto do estudo. Segundo o psiquiatra, a gestão das emoções, certas características de personalidade, o padrão de sono, a existência de traumatismos e a puberdade precoce influenciam no surgimento de doenças psiquiátricas e podem prevenir seu aparecimento.

Dash Dinheiro Digital Podcast
A Importância De Escolher Os Investidores Certos

Dash Dinheiro Digital Podcast

Play Episode Listen Later Nov 21, 2024 32:51


Escolher os investidores ideais e elaborar contratos eficazes são passos fundamentais para startups que buscam crescimento sustentável. Luiz Fernando convida empreendedores a se unirem ao grupo do Telegram da Synchro Finance para obter mais dicas sobre captação de recursos estrangeiros. Episódio 2: “A Importância de Escolher os Investidores Certos e Assinar os Melhores Contratos” Objetivo: Discutir como selecionar os investidores ideais e as melhores práticas contratuais para garantir alinhamento e benefícios a longo prazo. ⚠️ Atenção: Devido ao aumento de bots e tentativas de golpes, os comentários estão desativados para garantir a segurança de todos. Para perguntas dúvidas e sugestões, por favor, utilize o grupo no Telegram.

O Marketeiro
Freelancing em Marketing de Varejo: Como Atrair os Clientes Certos

O Marketeiro

Play Episode Listen Later Nov 20, 2024 8:31


Título: Freelancing em Marketing de Varejo: Como Atrair os Clientes Certos Descrição: No novo episódio do podcast O Marketeiro, Luiz Claudio Zenone revela estratégias para freelancers em marketing de varejo que estão enfrentando dificuldades para atrair clientes. Saiba como se destacar no mercado, construir uma marca pessoal sólida e criar um portfólio que impressione. Este é o momento de transformar seus desafios em oportunidades e expandir seu negócio. Hashtags: #Freelancing #MarketingDeVarejo #AtraçãoDeClientes #BrandingPessoal #OMarketeiro #LuizClaudioZenone #MonitoriaZenone

Amorosidade Estrela da Manhã
PAIXÃO POR CERTOS ARQUÉTIPOS DE ENTIDADE, ALEGANDO SEREM ARQUÉTIPOS “CERTOS”, DAÍ, AUTOMATICAMENTE, AVERSÃO PELOS DIFERENTES DESTES

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Nov 19, 2024 2:28


Gotas do Dharma
# 380 Gotas de Sabedoria - Os que Sabem que Estão Certos

Gotas do Dharma

Play Episode Listen Later Oct 1, 2024 11:13


Uma Gota de Sabedoria Voz: Monge Chûdô ------ Site: daissen.org.br Instagram: @zendaissen e @mongegensho Youtube: Zen Budismo por Monge Genshō Aplicativo do Daissen na Play Store e App Store: Zen Daissen https://linktr.ee/zendaissen

Amorosidade Estrela da Manhã
OS CERTOS QUEREREM TRANSFORMAR OS DIFERENTES EM CERTOS TAMBÉM, SE ELES NÃO QUISEREM DAÍ SERÃO ERRADOS. POIS SE TIVER SÓ DIFERENTES, E NÃO MELHORES E PIORES, COMO É QUE ELES VÃO SE VANGLORIAR?

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Sep 10, 2024 3:23


Convidado
Comité para a Protecção dos Jornalistas denuncia situação na Guiné-Bissau

Convidado

Play Episode Listen Later Aug 27, 2024 11:16


O Comité para a Protecção dos Jornalistas (CPJ) anunciou que vai muito em breve informar as Nações Unidas sobre que tem acontecido em termos de liberdade de imprensa na Guiné-Bissau. Este anúncio surge numa altura em que se tem instalado alguma desconfiança entre o poder na Guiné-Bissau e os jornalistas. No começo do ano, o Presidente guineense acusou os profissionais da classe de "serem oposição". Certos jornalistas queixam-se de terem sido impedidos de cobrir determinados eventos, como por exemplo declarações de Braima Camará, coordenador da ala tradicional do MADEM-G15, que se dissociou recentemente de Umaro Sissoco Embaló.Em meados de Julho, um jornalista que questionava o Presidente da República sobre a eventualidade de se organizar ainda este ano eleições presidenciais foi insultado publicamente, o que levou o Sindicato dos Jornalistas Guineenses a apelar ao boicote dos eventos organizados pelo poder. Agora, na semana passada, a própria presidente do sindicato da classe, Indira Correia Baldé, foi impedida de cobrir um evento do governo, por "ordens superiores" que a profissional afirma terem vindo do próprio Presidente da República.Perante este cenário, a jornalista sul-africana Ângela Quintal, coordenadora para África do Comité para a Protecção dos Jornalistas, com sede em Nova Iorque, refere que vai reportar esta situação ao Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas no próximo mês de Outubro, altura em que a sociedade civil tem oportunidade de informar aquele órgão sobre situações que considere anómalas.RFI: Vai relatar a situação nas Nações Unidas. Como vai fazer isso e quando? Ângela Quintal: Em Outubro, as organizações da sociedade civil terão a oportunidade de enviar requerimentos escritos ao Conselho de Direitos Humanos. É o período chamado de "Revisão Periódica Universal" em que que vamos passar em revista o que se passou ao longo dos últimos cinco anos mais em particular, porque começamos realmente a acompanhar a situação na Guiné-Bissau desde 2022. Vamos focar-nos nesses anos, apenas para dar conta da nossa preocupação quando se trata de jornalistas e meios de comunicação na Guiné-Bissau e, em geral, do estado da liberdade de imprensa. RFI: Quais poderiam ser as consequências para o governo da Guiné-Bissau?Ângela Quintal: Bem, eu acho que o que é importante não são necessariamente as consequências, mas eu acho que também é importante informar a comunidade internacional, que pode não estar necessariamente atento ao que está a acontecer na Guiné-Bissau. Para a imprensa, eu acho que é importante, nesse sentido, tornar isso público. Ao longo dos anos, o que fazemos é investigar as violações da liberdade de imprensa em países e, na Guiné-Bissau, temos feito isso. Então, o que eles terão é a nossa pesquisa, e obviamente vamos associar-nos com outras organizações e vamos colocar esse registo lá. Cabe realmente aos Estados-membros decidir se querem tomar isto em consideração, se vão fazer recomendações ao governo da Guiné-Bissau, e se o governo da Guiné-Bissau está disposto a aceitar algumas das recomendações e garantir que se mude de rumo. Vamos falar apenas de 2024: tem sido um ano mau para os jornalistas na Guiné-Bissau. Este foi também o caso no ano passado, mas acho que depois de vermos o Presidente da Guiné-Bissau, dissolver o parlamento e depois governar por decreto, vimos sinais muito, muito preocupantes dessa relação que o governo e o próprio Presidente têm com a imprensa. Notamos um aumento das violações dos direitos. O Presidente declarou, em Janeiro deste ano, que era necessário ter "brigadas" para monitorar o que os órgãos de comunicação dizem nas transmissões de rádio e assim por diante. Recentemente, todos nós sabemos, ele insultou um jornalista. E por que é que ele insultou o jornalista? Simplesmente porque o próprio jornalista estava a fazer uma pergunta de interesse público. E eu acho que esse é o ponto. Era uma questão de interesse público: 'Quando é que o Senhor Presidente vai realizar presidenciais ?' O mandato dele termina em Fevereiro. Obviamente, relativamente à legislatura que ele dissolveu, haverá eleições em Novembro e é uma pergunta perfeitamente normal. E como reagiu o Presidente? Ele reagiu insultando o jornalista. Eu acho que, em última análise, quando o chefe de Estado tem uma relação tão difícil com os jornalistas e mostra total desrespeito, apenas pela decência comum, isso envia o sinal errado para os outros. E é por isso que também vimos ataques contra jornalistas. Nós vimos a polícia este ano, quando os jornalistas foram impedidos de cobrir protestos. Mas também vimos apoiantes do Presidente. E isso tem sido uma grande preocupação para nós em termos de como é que eles estão a utilizar as redes sociais para assediar, em particular, mulheres jornalistas. Vimos os ataques contra mulheres jornalistas, incluindo ameaças de violação e assim por diante. É totalmente inaceitável. Eu acho que o ambiente é criado para isso acontecer porque o próprio Presidente está a enviar o sinal errado de que 'os jornalistas são os inimigos'. Os jornalistas fazem o trabalho que eles devem fazer, isto é garantir que a população da Guiné-Bissau seja informada. Eles devem estar em condições de relatar o que está a acontecer em termos de actualidade. E o dever da liberdade de imprensa e da livre expressão é de tal ordem que se não for discurso de ódio e se não for incitação à violência, não há nada de errado em ser crítico em relação ao governo. Qualquer governo que sinta que está a fazer o que é suposto fazer e que está do lado do povo, não sente necessidade de atacar a imprensa ou não se sente ameaçado quando os jornalistas são críticos relativamente a ele. A nossa expectativa é de que na Guiné-Bissau, vamos ver uma melhoria na relação entre o governo e a imprensa e em particular, o Presidente. Eu sei que houve uma reunião com jornalistas e a presidência disse-nos que esta foi uma boa reunião. Mas o facto é que há alguns jornalistas que estão a ser individualmente impedidos de cobrir eventos do governo porque o Presidente acredita que têm sido críticos em relação a ele e ao seu governo.RFI: Como se sente relativamente ao período que está a chegar agora na Guiné-Bissau, em que o Presidente diz que vai organizar novas eleições em Novembro? Ângela Quintal: Estamos preocupados porque constatamos uma atitude em relação à imprensa que realmente abre caminho para que outros ataquem jornalistas. E sempre que há alguma eleição e é em todo o mundo, não só no continente africano, mesmo aqui (nos Estados Unidos), você vê um aumento de ataques contra jornalistas, porque os jornalistas são frequentemente aqueles que estão a cobrir protestos ou a cobrir comícios. Portanto, é um período de tensão, como vimos com outras eleições em todo o continente este ano. Portanto, há preocupação e é por isso que apelamos para que o Presidente, o partido no poder e outros responsáveis políticos  possam garantir que, no final do dia, os jornalistas possam fazer o seu trabalho, informar livremente e sem medo de represálias. Porque, em última análise, trata-se de garantir que os cidadãos da Guiné-Bissau tenham a informação necessária para fazerem uma escolha informada quando forem às urnas. RFI: Ninguém reagiu até agora a toda esta situação com os jornalistas na Guiné-Bissau. Não ouvimos falar, por exemplo, de nenhum país de África ou de Portugal que está ciente da situação na Guiné-Bissau. Como explica isso? Ângela Quintal: Explico isso muito facilmente porque há países que, no final do dia, vão focar-se em questões de política externa ou de geopolítica da região, que eles podem sentir que é do seu interesse. E francamente, vejo isso não só com a Guiné-Bissau, mas em muitos países do continente africano. Vamos olhar para o que está a acontecer no Afeganistão e vamos ver, por exemplo, o que acontece no Sudão. Se pensar na grande crise humanitária que existe no Sudão, como as pessoas fugiram, como as pessoas estão a viver lá, não vê a mesma indignação contra o que está a acontecer no Sudão em oposição ao que está a acontecer no Afeganistão ou mais recentemente, em Gaza. Não estou a dizer que o que está a acontecer em Gaza, que é terrível, é algo para ser ignorado. Mas muitas vezes penso 'bem, não seria óptimo se o tipo de atenção e oposição às violações dos Direitos Humanos que estão a ocorrer em Gaza, pudesse ser visto em outros lugares do continente?' Falo sobre os Camarões: desde o final de 2016, temos visto violência nas regiões de língua inglesa dos Camarões, onde os jornalistas foram presos, onde os jornalistas foram atacados, onde as próprias pessoas que vivem nessas regiões são sujeitas a violações dos Direitos Humanos diariamente. No entanto, a comunidade internacional não tem visto isso como uma prioridade. E isso é lamentável. E é por isso que organizações como o Comité para a Protecção dos Jornalistas e outros, não estamos sozinhos, estão a tentar usar todos os meios e todos os fóruns internacionais possíveis para pelo menos sublinhar que existem motivos graves de preocupação em países específicos, porque no final do dia, você não pode ser membro das Nações Unidas, subscrever o pacto, ou ser um membro da União Africana e subscrever a carta da União Africana, em que estão consagrados os Direitos Humanos, incluindo a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa e o direito do público de saber e não cumprir. Como Estados-membros, seria de esperar que eles realmente garantissem que não assinem algo sem significado, que realmente cumprissem o que assinaram, e eu acho que esse é o problema. Podem ouvir aqui a entrevista na íntegra e na versão original:

#DNACAST
OUÇA CONSELHOS CERTOS - PONTO DE VISTA #371

#DNACAST

Play Episode Listen Later Aug 12, 2024 3:55


CRIE AGORA SUA LOJA GRÁTIS NUVEMSHOP: ⁠⁠https://bit.ly/nuvemshopj⁠⁠ No ponto de vista de hoje: Um princípio que mudou drasticamente minha vida é não aceitar conselhos construtivos de quem nunca construiu nada. Mesmo que essa pessoa seja alguém que você ama, como sua mãe, é crucial lembrar que nem todos estão capacitados para aconselhar em todas as áreas. O amor que você tem por alguém não significa que você deva aceitar todos os conselhos dessa pessoa. Dizer "não" a um conselho que não ressoa com seu propósito não é desrespeito, é respeito por si mesmo. Compartilhe e siga para mais reflexões sobre autoconhecimento e sucesso. #Conselhos #AltaPerformance #EscolhaBem #Autoconhecimento

Devocionais Pão Diário
Devocional Pão Diário | Discernindo os caminhos certos

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Aug 8, 2024 2:25


Leitura bíblica do dia: Provérbios 22:6,17-21 Plano de leitura anual: Salmos 74-76; Romanos 9:16-33; Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Ninguém teria acreditado que o skatista brasileiro Felipe Gustavo, 16, se tornaria “um dos mais lendários do planeta”. Seu pai acreditava que ele precisava perseguir seu sonho de ser skatista profissional, mas eles não tinham dinheiro. Então o pai vendeu o carro e levou o filho à famosa competição de skate na Flórida. Ninguém tinha ouvido falar de Gustavo até ele vencer. E a vitória o projetou a uma carreira incrível. O pai de Gustavo teve a capacidade de entender o desejo e a paixão de seu filho. “Quando me tornar pai”, disse Gustavo, “só quero ser pelo menos 5% do que meu pai foi para mim”. Provérbios descreve a oportunidade que os pais têm de ajudar os filhos a discernir a maneira única como Deus os criou, com energia e personalidade, e então orientá-los e encorajá-los para serem quem Deus os criou para ser. “Ensine seus filhos no caminho certo”, disse o escritor, “e, mesmo quando envelhecerem, não se desviarão dele” (22:6). Podemos não possuir vastos recursos ou conhecimentos profundos. Contudo, com a sabedoria de Deus (vv.17-21) e nosso amor atencioso, podemos oferecer aos nossos filhos e a outras crianças dentro da nossa esfera de influência um imenso presente. Podemos ajudá-los a confiar em Deus e a discernir os caminhos que podem seguir por toda a vida (3:5-6). Por: Winn Collier

Amorosidade Estrela da Manhã
“PERTURBADO” TALVEZ SEJA UMA ADJETIVAÇÃO DADA PELO OBSERVADOR, O OUTRO PODE ATÉ SER FELIZ COM O QUE OBSERVADOR ACHA SER DISTÚRBIO. TALVEZ O OBSERVADOR ESTEJA LIMITADO PELOS CERTOS HUMANOS

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 11, 2024 1:19


Amorosidade Estrela da Manhã
O PROBLEMA DE COLOCAR UM DEUS FORA, SANTO, E ACHAR QUE ESSE DEUS TEM PREFERÊNCIAS POR CERTAS POSTURAS, EU NÃO FAZENDO ESSE CERTOS DELE, NÃO SOU UM DE SEUS PREFERIDOS, NÃO SOU DIGNO, CABE ENTÃO SÓ ...

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 29, 2024 4:44


Igreja Presbiteriana Peregrinos
09-06-2024 - Efésios 6.5-8 - "Certos de que ..."

Igreja Presbiteriana Peregrinos

Play Episode Listen Later Jun 24, 2024 49:44


Efésios 6.5-8 por Pastor Bruno Melo

Amorosidade Estrela da Manhã
INTOLERANTE, O QUE NÃO TEM TOLERÂNCIA, ENTÃO SE NÃO ESTÁ NA MEDIDA PREDEFINIDA PELOS SEUS CERTOS, ESTÁ ERRADO. ENTÃO DEUS TEM QUE SER DEMITIDO, JÁ QUE FAZ QUASE TUDO DISCONFORME AO PADRÃO DE CERTO

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 12, 2024 1:23


Flow Games
BOAS NOTÍCAS para GTA 6 e o JOGO CANCELADO do BATMAN - #FGN #118

Flow Games

Play Episode Listen Later Apr 7, 2024 137:39


Muitos rumores sobre o possível adiamento de GTA 6, mas desta vez tudo esclarecido: Rockstar confirma que o desenvolvimento do jogo está indo bem. Será que vem em 2025 mesmo? Tem também o jogo cancelado do Batman, com Sistema Nêmesis e tudo. E será que o mundo tem espaço para mais um console? Certos governos acreditam que sim. Vem conferir tudo isso no Flow Games News de hoje!

Isabela Matte Podcast
#74 - Esteja nos lugares certos. (te falo aqui quais são eles)

Isabela Matte Podcast

Play Episode Listen Later Mar 11, 2024 22:41


Se você odeia certos tipos de eventos ligados a grupos, talvez você só não tenha achado seu lugar certo ainda. Digo isso porque eu era exatamente essa pessoa, até encontrar um lugar que me senti confortável e que aprendi mais do que ensinei. Esse é o poder do seu lugar, e tem uma forma fácil de você encontrar ele. Espero que ajude! CREATORS by Imatize (curso de produção de conteúdo): ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://imatize.com/creators⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ PALESTRAS: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://encurtador.com.br/lrG19⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ IMATIZE (curso de empreendedorismo digital) : ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://imatize.com/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ O Jovem Digital - meu livro: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://encurtador.com.br/tvPV4⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ • Instagram: @isabelamatte • TikTok: @isabela.matte • Perken: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://perken.com.br/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ • Loja de roupas Isabela Matte (Últimas peças): ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.isabelamatte.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ • Coluna Forbes BR: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://forbes.com.br/forbes-colunas/colunista/?nome=isabela-matte⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir
Princípios certos movendo atitudes certas

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir

Play Episode Listen Later Jan 21, 2024 45:43


Eu Quero Ver o Filme
Episódio 84 - Unseen (2023)

Eu Quero Ver o Filme

Play Episode Listen Later Dec 1, 2023 75:03


Certos filmes dividem a opinião do nosso cast, e nesse episódio Rafael, Leonardo e Wagner se deparam com um filme desses. O pouco falado Unseen de 2023 (não confundir com The Unseen de 2023), acompanhe nossa discussão sobre o filme e decida por si mesmo de que lado você fica! Próximo Episódio: Clube de Luta Para Meninas (2023) Fale conosco: euqueroverofilme@gmail.com Youtube: @euqueroverofilme Instagram: @euqueroverofilme

Chicotadas
[VÍDEO] Chicotinho #22 – Chicopapo: Ginger (uma conversa sobre edge play, fear play, masoquismo, riscos em práticas BDSM e erros e certos na jornada)

Chicotadas

Play Episode Listen Later Nov 24, 2023 78:31


[EPISÓDIO EM VÍDEO!] Hoje é dia de Chicopapo, quando rola uma entrevista com foco nas vivências de um praticante, e hoje eu converso com a Ginger, que é switcher, masoquista e apaixonada por práticas de alto risco, aquilo que chamamos de “edge play”. Ela e a Ada conversam sobre práticas que envolvem agulhas, respiração, água, fogo, além de shibari, CNC, fear play e muitas mais. O que acontece quando dá tudo certo? E quando as coisas dão errado? Como lidar com riscos nas nossas práticas? Vem ouvir sobre a jornada e os aprendizados de alguém com 15 anos de comunidade e que tem muita história para contar.   Aviso de gatilho: O tema é risco, então falamos de muitas práticas arriscadas física e psicologicamente e de riscos de acidentes ou dos acidentes em si. Temas: estado alterado de consciência, marcas e lesões permanentes, CNC e simulação de falta de consentimento, breath play, jogos de respiração e asfixia, água e afogamento, needle play e fobia de agulhas, jogos que envolvem fogo e queimaduras. Se forem temas sensíveis para você, fique atente ao escutar ou pule este episódio.   Nossas arrobas no Instagram: @ada.chicotadas (desativado, o perfil caiu) @ginger.feelings @ginger.toys   Envie sua dúvida ou feedback pelo formulário: https://forms.gle/x3HUheP52BkALn989   Apoie o Chicotadas! https://apoia.se/chicotadas   A vitrine do episódio é uma arte com um desenho feito pela Roxy/Roxanne. Com um fundo roxo, ela contém o desenho de um flogger, o logotipo do Chicotadas (a silhueta de um chicote posicionado para lembrar o formato de uma onda sonora), uma tarja com o texto “Episódio em vídeo!” e o título do episódio (Chicotinho #22 – Chicopapo: Ginger, uma conversa sobre edge play, fear play, masoquismo, riscos em práticas BDSM e erros e acertos ao longo da jornada.).   Minutagens:   1m Introdução, o que é edge play? Episódio que a Ginger já gravou com a gente: 30, “Jogos de Impacto I: Spanking (Masoquismo, dor e prazer com as mãos no BDSM)”   3m Aviso de gatilho: estado alterado de consciência, erros e acidentes, marcas e lesões permanentes, CNC, breath play, asfixia, água, afogamento, needle play, fobia de agulhas, jogos que envolvem fogo e queimaduras.   3m50s Edge play x edging   4m30s Apresentação da Ginger, relação com edge play, início no BD e primeira sessão Termos: soft limit (limite flexível), SSC x RACK, CNC, needle play, fear play, breath play, fisting   17m Práticas edge play favoritas e mais praticadas Termos: breath play, máscara de gás (gas mask)   22m20s Jornada no masoquismo e na submissão   27m30s Outras práticas edge e avaliação de riscos, mesmo em práticas relativamente seguras Citados: shibari, bondage, lesão de nervo (espessamento do ulnar), filme "Jogo Perigoso" (2017), SSC e RACK, flogger, wax play   35m40s Recado do Apoia.se   37m10s Histórias de sessões e brincadeiras edge play que deram certo Citado: máscara de gás (gas mask), água, afogamento, fetlife, fire play   43m35s E quando dá errado? Duas histórias como bottom (space, needle) e uma como top (wax) Citados: definições e perigos do space, luxúria, importância de verbalizar, needle play, perda de consciência, wax play.   1h05m40s Conselhos pra quem quer explorar o mundo edge play Citado: knife play   1h09m25s Indicação de conteúdos relacionados Fetlife www.fetlife.com Filme "Regra 34" (2023) (streaming na Telecine, locação Amazon, Google Play e Apple TV) Filme "Juiz S&M" (SM Rechter) (2009) Loja da Ginger: https://gingertoys.com.br/   1h17m50s Encerramento e aftercare   Envie sua dúvida ou feedback de forma anônima (ou não) pelo formulário! https://forms.gle/x3HUheP52BkALn989   Nossos perfis: https://linktr.ee/chicotadas

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo
Milei pode ser futuro incerto, mas Massa é continuação do passado e presente certos

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Oct 24, 2023 5:38


Alexandre Garcia comenta o primeiro turno da eleição presidencial argentina e a ação das milícias no Rio, em represália à morte do sobrinho de um chefão miliciano.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Filipe Sambado (parte 1): “Não grito no café ´Sou uma pessoa não binária! Tratem-me pelos pronomes certos!' Gostamos é que nos tratem bem e que possamos ver a bola juntos”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Oct 20, 2023 63:01


Se há artistas que são constante reinvenção, metamorfose e faísca musical, Filipe Sambado faz parte dessa constelação, com um lugar bem firmado na pop nacional. No seu novo quarto álbum de originais "Três Anos de Escorpião em Touro", Filipe Sambado volta a surpreender e revela-se num registo mais intimista e melancólico depois da experiência da pandemia e de várias mudanças: a reafirmação de género enquanto pessoa não binária, os desafios de ser “pai ou papita” da filha Celeste, junto com a ansiedade e depressão. E aqui se revela, sem interesse em pedestais. “Não me sinto corajosa. Tenho muito medo no geral. Mas percebo que para fazer certas coisas tenho de o enfrentar.” Qual o poder de uma canção? “Ouvirmos o que estávamos a precisar de compreender e não conseguimos explicar. E pode ter o valor de uma dança.” See omnystudio.com/listener for privacy information.

Comentário de Ralph de Carvalho
SANTA CRUZ: nem errados, nem certos

Comentário de Ralph de Carvalho

Play Episode Listen Later Oct 6, 2023 7:47


Comentário de Ralph de Carvalho: O comentarista do Escrete de Ouro fala sobre o cenário de desentendimentos internos no time Coral.

Boa Noite Internet
O trabalho que ninguém vê

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later May 28, 2023 26:38


Certos trabalhos no mundo são daquele tipo que se forem bem-feitos, ninguém fica sabendo que existe. O resultado é que acabam sendo justamente os menos valorizados. É sobre isso que vamos falar no Boa Noite Internet, de volta ao formato de ensaio esta semana — incluindo um esportista que era tão respeitado pela sua torcida que os fãs iam embora quando ele entrava em campo.➡️ Em agosto vai acontecer a Dev_Leaders Conference e se você usar o código BOANOITEINTERNETDLC vai levar um desconto para a gente se encontrar lá no evento que vai falar sobre os desafios de liderar equipes no mundo da tecnologia.➡️ Apoie o Boa Noite Internet e ajude a gente a seguir contando histórias por aqui toda semana. Assinantes recebem uma newsletter semanal sobre o mundo da tecnologia e do trabalho, com direito a acesso às mais de 230 edições já lançadas, incluindo "cenas deletadas" deste episódio.

SBS Portuguese - SBS em Português
Austrália oferece serviço gratuito de tradução e interpretação para imigrantes; veja como acessar

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Jan 30, 2023 6:39


Certos residentes permanentes e alguns portadores de visto temporário podem usar o Serviço de Tradução Gratuito para tradução de até 10 documentos pessoais, incluindo portadores de visto de estudante. Além disso, serviços de interpretação estão disponíveis sem custo para auxiliar os imigrantes no processo de comunicação.

Boia
Boia 173

Boia

Play Episode Listen Later Nov 8, 2022 116:37


#173 Hitchcock dizia “Certos filmes são fatias de vida, os meus são fatia de bolo”. Pois o boia é um pedaço gordo de bolo de rolo, pra comer acompanhado dum cafezinho tirado na hora. Puxa uma cadeira, Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva prosearam sobre o CS de Saquarema, CBD nas grandes ligas esportivas, esse intervalo maluco de 4 meses da WSL e, claro!, o ano de 1973. Sapecamos um vídeo de pranchão feito aqui no Brasil no Almanaque e lavamos a égua no Imagem falada com a capa da revista Cruzeiro estampando o maior surfista do Brasil (em 1973!). A trilha todinha é trabalhada na numerologia capenga e caolha do podcast menos ouvido e mais escutado dos sete mares, começa com os australianos do Mental as Anything com 1973 e termina com Ouro de Tolo do bom Baiano, Raul Seixas. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/boia/message

BrunetCast
BrunetCast #181 - O poder de estar nos ambientes certos

BrunetCast

Play Episode Listen Later Aug 9, 2022 33:31


Inscreva-se na Conferência Destino: https://conferenciadestino.com.br

Reflexões sobre os ensinamentos de Jesus à luz do Espiritismo.

Reflexões sobre o capítulo 81 do livro "Vinha de Luz", Espírito Emmanuel, psicografia Francisco Cândido Xavier.

Café Brasil Podcast
Café Brasil 817 - Exibicionismo moral

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Apr 13, 2022 24:57


Acho que você já é que uma das grandes crises que não tem objetivos é uma crise moral, Certos foram atingidos em valores em cheque, ao que parece que entram onde vale tudo, desde que o seja. O povo só quer saber de trocar seus produtos por dinheiro e vice-versa, sem distração moral com troca. Pois é. Mas é aí que se abre espaço para o exibicionismo moral. Para a arrogância moral. Vamos nessa hoje https://cafebrasilpremium.com.br/app/podcast-cafe-brasil-premium/cafe-brasil-premium-817-exibicionismo-moral

Senhor Tanquinho Podcast
Podcast #108 — Como Treinar Sem Medo Em Casa E Na Academia, Com Os Exercícios Certos, Com Gigi Kaupe

Senhor Tanquinho Podcast

Play Episode Listen Later Jun 21, 2021 52:52


Treinar força é essencial se você deseja ter um corpo bonito e definido. Mas não apenas isso: porque a força física também é necessária para realizar tarefas simples do dia a dia, como carregar as compras, não se cansar ao subir escadas, e colocar a mala de viagem no compartimento de cima do ônibus ou avião. Além disso, a força física é fundamental para quem deseja envelhecer com saúde, preservando sua independência até o final da vida. E é claro: como a Gigi menciona na entrevista “se a gente não treina força, fica muito difícil desenvolver força”. Neste episódio, a treinadora Gigi Kaupe fala sobre os pilares que você precisa conhecer para ter resultados no seu treino, seja ele em casa ou na academia. E por que é importante que ele seja um treino com elementos funcionais — isto é, como desenvolver capacidades que têm transferência real para o seu dia a dia. ---------- Agradecimento a nossos patrocinadores: - Loja online Tudo Low Carb: https://materiais.senhortanquinho.com/tudo-low-carb - Medidor de corpos cetônicos via hálito uaiKeto: http://uaiketo.com.br - Programa Guia Dieta Cetogênica: https://go.hotmart.com/S6849571V?src=podcast --- Support this podcast: https://anchor.fm/senhortanquinho/support