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Únase a nuestra anfitriona Solange Echeverria junta a invitados especiales y expertos que compartirán información y recursos en el condado de Marín. Sintonice la transmisión en vivo de Cuerpo Corazón Comunidad, un programa de entrevistas en español que ofrece recursos, información, y soluciones sobre salud y seguridad. Todos los miércoles a las 11 am. En vivo por Facebook https://www.facebook.com/cuerpocorazoncomunidad, en YouTube, y en la radio a KBBF 89.1 FM y KWMR 90.5 FM, y como podcast en Spotify. También síganos en nuestra cuenta de TikTok. El programa se retransmite en Marin TV canal 26 en varias fechas. Tema de la semana: Trastorno de estrés postraumático (TEPT) en comunidades migrantesInvitadas:Juanita F. Zúñiga, PsyD., Psicóloga clínica bilingüe, Servicios de recuperación y salud conductual del condado de Marín (BHRS) Claudia Portugal, Interna predoctoral con el programa de salud mental y recuperacion del Condado de MarinMarisol Ramirez-Camacho, Interna predoctoral con el programa de salud mental y recuperacion del Condado de Marin►Escuche o vea los programas anteriores en Website: http://www.cuerpocorazoncomunidad.org/ Facebook: https://www.facebook.com/cuerpocorazoncomunidad YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCdOpLdVlWQWQUVHnYLFCwWA Spotify: (https://open.spotify.com/show/2TjYutchA23Uzqdy1DgKR0?si=d186b5f151d2489c) TikTok: CuerpoCorazonComunidad ►Visite nuestra página del Centro Multicultural de Marin para obtener recursos e información: http://multiculturalmarin.org/
Los violentos operativos migratorios en Charlotte tienen a la comunidad bajo temor y aseguran que las autoridades migratorias están detenciones de acuerdo a la raza, el idioma o el lugar donde trabajan. En Carolina del Norte más de 250 personas han sido detenidas en operativos migratorios y más de 30 mil estudiantes no han asistido a clases por miedo a las detenciones.En otras noticias: Hijos de inmigrantes se han visto obligados a ejercer labores de sus padres detenidos o deportados, como por ejemplo cuidar a sus hermanos menores.Luego de la firma del presidente el Departamento de Justicia tendrá 30 días para publicar los archivos del caso Epstein pero analistas dudan que este sea un proceso rápido.
Diante dos blocos em alto-mar de onde a Petrobras sonha em extrair petróleo, está a maior faixa contínua de manguezais do mundo, na costa norte do Brasil. A cerca de 100 quilômetros de Belém e da Conferência do Clima das Nações Unidas, na ilha de Marajó, uma pequena comunidade de pescadores se mobiliza contra o projeto de prospecção do governo federal na bacia da foz do rio Amazonas – com potencial de abalar ainda mais uma localidade já duramente afetada pelas mudanças climáticas. Lúcia Müzell, enviada especial da RFI a Belém Ecossistemas complexos, mas também extremamente vulneráveis a um vazamento de óleo, os manguezais estão na linha de frente dos riscos do projeto. Enquanto o mundo se levanta para defender a ameaça à floresta amazônica, os mangues são as vítimas esquecidas, observa o professor Marcus Fernandes, diretor do Laboratório de Ecologia de Manguezal da UFPA (Universidade Federal do Pará). "Na Amazônia, a gente sempre se voltou para terra firme, e esqueceu de que nós temos uma costa. O Brasil tem a segunda maior área de manguezal do mundo, e a Amazônia tem 85% dessa área”, salientou. Nesses 85%, está a maior área contínua de manguezal do mundo, entre a Baía do Marajó e a Baía de São José, no Maranhão. Diferentemente de uma praia, onde uma catástrofe ambiental pode ser melhor controlada, em zonas úmidas e pantanosas o impacto é quase irreversível. “Você não tira o petróleo, na verdade. Você forma uma camada impermeável sobre o sedimento lodoso do manguezal”, explicou o professor. "Isso faz uma espécie de bloqueio da troca gasosa e reduz o oxigênio disponível nas raízes, a respiração da planta, que leva a uma asfixia radicular e à consequente morte das árvores. É uma grande catástrofe, que dura por décadas, até centenas de anos”, complementou. Presidente do Ibama ameniza os riscos A autorização para os testes da Petrobras foi o processo ambiental "mais longo” já feito pelo Ibama, argumenta o presidente do órgão federal, Rodrigo Agostinho. Ele defende um procedimento “muito exigente” e ameniza os riscos do projeto. “Todas as modelagens apontam que, em mais de 90% dos momentos, se tiver um vazamento de óleo, esse óleo vai para mar aberto em vez de vir para a nossa costa. Mas sempre existe risco”, reconheceu à RFI, à margem dos eventos da COP30. O bloco FZA-M-059, alvo da autorização do Ibama, fica a 175 quilômetros da costa do Amapá e a 500 quilômetros da foz do Amazonas. “O pré-sal é muito mais próximo, e em acidentes na região do pré-sal, o óleo tende a vir para o litoral, por conta da corrente do Brasil. É diferente da margem equatorial onde, na maior parte do tempo, as modelagens apontam que a maior probabilidade é que esse óleo vá para o alto mar”, assinalou Agostinho. O bloco em questão localiza-se a cerca de 600 quilômetros da Reserva Extrativista Marinha de Soure, administrada pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). Na pacata Vila dos Pesqueiros, moram menos 400 pessoas que sobrevivem de serviços e da pesca, principalmente de caranguejos e moluscos no manguezais. ‘O mangue é vida' "O mangue é o nosso sustento. É a nossa segunda casa”, sublinhou Patricia Faria Ribeiro, ex-pescadora, cozinheira e liderança comunitária. "O mangue é vida para a gente, porque esse território é nosso. Então, quem tem que cuidar dele somos nós." A notícia da liberação caiu como uma bomba – ninguém estava a par dos planos da companhia de petróleo na região. "Estamos mobilizando agora todas as comunidades que antes não estavam sabendo e agora, sabendo, juntando forças com estratégia, com cartazes, dizendo 'não queremos, não queremos'”, disse pescador artesanal Jorge Gabriel. “Somos contra a destruição de uma fauna, uma flora que é a nossa vivência, a nossa vida toda. Com poucos recursos, nós conseguimos sobreviver, porque aqui temos rio, temos o manguezal, que é riquíssimo, berçário para muitos peixes. Então, se isso acontecer, serão poucos ficando ricos e muitos ficando pobres", destacou. As estatísticas são deficientes, mas em toda a costa, são milhões de pessoas dependendo da pesca e da coleta de moluscos e frutos do mar. "A gente sempre viveu tranquilo aqui. Pegou o caranguejo direto do mangue e comeu. Pegou o peixe direto do mar e comeu”, complementou Patricia, “nascida e criada” na Vila dos Pesqueiros. Ela exige a mais transparência sobre o que poderá acontecer com a ilha se o projeto de exploração de petróleo seguir adiante. "Nós precisamos saber o que realmente vai acontecer. Não pensar só nos royalties, mas pensar no nosso futuro”, insistiu. Impacto no turismo Agente comunitário de saúde há 35 anos, Alfredo Leal dos Santos hoje só pesca nas horas vagas, mas também vê com preocupação o futuro da ilha onde nasceu. "Nós temos uma vida saudável aqui. Respiramos esse ar puro, a nossa água não é nem tratada, ela vem direto do poço. Ainda temos esse privilégio”, disse. "Imagine acontecer um vazamento desses? Não estão pensando nos praianos, nos ribeirinhos que dependem desse sustento, e no próprio turismo. Se vem a acontecer alguma coisa, vai também afastar o turista: ele jamais vai querer vir para uma área que está contaminada.” No dia em que a reportagem visitou a localidade, a associação Nem um Poço a Mais promovia um debate público sobre o assunto, com a participação de lideranças comunitárias, moradores e pesquisadores, mas também vítimas de vazamentos de petróleo na Bahia, no Rio de Janeiro ou no México. "Já tem muita perfuração. Continuem fazendo o que já destruíram, mas continuem sugando para lá, e não destruindo mais e mais e mais”, destacou o pescador João Gabriel. Isabel Brito, moradora do bairro vizinho de Tucunduva, ajudou a organizar o evento, que buscou ser o estopim de uma mobilização maior dos comunitários contra o projeto da Petrobras. “Muitos classificam estes lugares como pobres porque não circula dinheiro, mas circula alimento, e alimento de qualidade. As pessoas moram bem, vivem bem”, destacou. "É muito difícil, para quem não enxerga isso, entender que a exploração do petróleo aqui, independente de vazamento ou não, ele vai destruir milhares de postos de produção de riqueza." Transição energética é questionada Apesar de ser eleitora de Lula, ela rejeita o argumento do governo federal de usar os recursos da exploração do petróleo para combater a pobreza e financiar a transição ecológica no Brasil. "Não precisa destruir o modo de vida das pessoas para destruir a pobreza junto. Quanto à transição energética, quem consome muito que pare de consumir tanto. Por que nós e a Amazônia temos que ser sacrificados?”, indagou. "Por que os indígenas, os povos tradicionais têm que ser sacrificados para garantir o modo de vida de quem está destruindo e continuar consumindo do jeito totalmente perdulário que consomem hoje?”, questionou. O consumo intenso de petróleo no mundo nos últimos 150 anos já causou impactos bem reais na região: o aumento do nível do mar, consequência do aquecimento global. Em uma década, o avanço das águas sobre a terra já decepou mais de 500 metros da área costeira da Vila dos Pesqueiros, destruída pela erosão. “Derrubou muita área onde tínhamos plantações de coqueiros, muito muricizeiro, goiabeiras, e hoje a gente não tem mais nada”, contou a cozinheira Lucileide Borges. "Tinha uma ilha por trás, de mangues, e hoje a gente não tem mais. A praia nunca vai voltar como era antes. Agora, a gente está preservando o que a gente ainda tem. Imagine se vem um poço de petróleo?”, afirmou. Os moradores mais antigos já trocaram até cinco vezes de endereço, na esperança de fugir das águas. Em fevereiro de 2014, mais 35 casas foram levadas pela maré. A de Lucileide, onde ela mora há 50 anos, salvou-se por pouco. “Por enquanto, a casa ainda não caiu e a gente permanece lá. A gente tem bastante medo, mas a gente vai sobrevivendo. É uma tristeza muito grande”, relatou. "A nossa situação é crítica porque, sem recursos financeiros, a gente não pode fazer outra casa." A COP30 e o aumento dos recursos de adaptação A comunidade é um exemplo flagrante da necessidade de aumento dos recursos para adaptação às mudanças do clima, um dos principais focos da COP30, em Belém. O objetivo da presidência brasileira do evento é triplicar o financiamento global para medidas de resiliência aos impactos do aumento das temperaturas no planeta. Os manguezais, com árvores de grande porte essenciais para proteger as comunidades costeiras, também precisam de políticas específicas para serem preservados, inclusive pelo importante papel que exercem na mitigação das mudanças do clima. Os mangues absorvem da atmosfera até três vezes mais carbono do que uma floresta de terra firme e ainda estocam 80% deste gás no solo. As projeções mais pessimistas indicam que a metade da ilha do Marajó poderá afundar – justamente a a costa onde estão os manguezais, salienta o pesquisador Marcus Fernandes, da UFPA. “Eles têm um aviso prévio”, lamenta. “Isso é uma das funções da COP: a gente está tentando discutir essas questões, para um processo que está encaminhado. Esses próximos passos vão ter que ser muito direcionados para a resiliência, tanto da população, das comunidades quanto do ambiente.”
Liz Dahiana Nenning es una diseñadora e investigadora en diseño de experiencia en Argentina. En esta entrevista Liz nos cuenta sobre la comunidad de diseño ético, sus actividades y sus herramientas. Ahora están desarrollando una herramienta que puede medir la responsabilidad y contenido en relación al diseño ético, para educar a diseñadores. También hablamos de Más mujeres en UX, un colectivo feminista de diseñadoras que abren espacios de aprendizaje de pares para mujeres y disidencias. Esta entrevista es parte de las listas: Diseño inclusivo, Comunidades y colectivos de diseño, Diseño UX, Más mujeres en UX, Diseño feminista, Diseño con perspectiva de género y Argentina y diseño. Liz nos recomienda: Diseño ético comunidad en YoutubeModo Diseño de Franco PelegrinoClima, del Gato y la cajaPersonas para seguir: Ofelia PastranaEmi GarzónHijas de Internet- podcast
¿Se pueden proteger las mecánicas de un juego de mesa? ¿Qué pasa si una editorial “toma prestado” tu prototipo o si una comunidad mantiene vivo un juego descatalogado?En este monográfico de Vis Lúdica, Arribas charla con Violeta Arnaiz, abogada especializada en derechos de autor y propiedad intelectual en PONS IP, sobre cómo funciona realmente la protección legal en los juegos de mesa.Hablamos de ejemplos reales del sector (Dominion, Magic, Catán, Knizia, Wallace…), de las diferencias entre propiedad intelectual y patentes, y de por qué la famosa distinción entre “yema” (la idea) y “clara” (arte, reglamento, marca, etc.) es clave para entender qué se puede registrar y qué no.Además, entramos en temas muy prácticos para autores y editoriales:Qué partes de un juego se pueden proteger (ilustraciones, reglamento, marca…) y cuáles no (ideas, mecánicas en abstracto).Cómo funcionan los contratos de edición, las cláusulas de reversión de derechos y los problemas típicos que han tenido autores conocidos.El papel de los acuerdos de confidencialidad (NDAs) cuando compartes prototipos con editoriales u otros autores.Comunidades, fanmade y módulos en Tabletop Simulator / Vassal: cuándo ayudan a la marca y cuándo chocan con los derechos legales.Qué pasa si usas inteligencia artificial para crear ilustraciones o componentes del juego y cómo afecta eso a la protección de tu obra.Cerramos con una serie de consejos claros para autores y editoriales sobre cómo proteger sus juegos desde el primer momento: contratos, marcas, registros y buenas prácticas para evitar sustos más adelante.Si eres autor, editas juegos o simplemente te interesa entender el lado legal del hobby, este episodio te va a resultar especialmente útil.
Segundo capítulo de Energía en común en el que hablamos con Yael Lorea, responsable de Transición energética de Nasuvinsa y Zuhaitz Areitio, coordinador de Sostenibilidad del Ayuntamiento de Pamplona sobre la puesta en marcha de las comunidades energéticas en la capital y la cooperación entre instituciones para acompañarlas. En Navarra están en marcha 68 comunidades energéticas, la gran mayoría de ellas en zonas rurales. Pamplona cuenta con 6 en marcha y dos en proyecto
Arrancou esta segunda-feira a segunda e última semana da COP30, Cimeira das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, que decorre em Belém do Pará, Brasil, em plena Amazónia. Miguel de Barros, director da ONG guineense Tiniguena, sublinha que “apesar de 26% do território guineense serem áreas protegidas", o país "continua sem mecanismos de detecção, sem tecnologia para mitigação ou adaptação e altamente vulnerável”. Arrancou esta segunda-feira a segunda e última semana da COP30, Cimeira das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, que decorre em Belém do Pará, Brasil, em plena Amazónia. Em cima da mesa, continua a falta de ambição das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC, na sigla em inglês) e o financiamento climático. Entre os participantes, e longe da campanha eleitoral para as eleições gerais da Guiné-Bissau, está Miguel de Barros, director da ONG guineense Tiniguena, que sublinha que “apesar de 26% do território guineense serem áreas protegidas, [o país] continua sem mecanismos de detecção, sem tecnologia para mitigação ou adaptação e altamente vulnerável” às consequências do aquecimento global do planeta. Segundo Miguel de Barros, a primeira semana da COP30 foi marcada por “forte expectativa” após o discurso de Lula da Silva, que anunciou um novo mecanismo de financiamento directo para comunidades que preservam florestas tropicais. Uma “grande novidade”, afirma, por permitir que o acesso aos fundos seja feito pelos próprios beneficiários, e não apenas por doadores. O sociólogo sublinhou, ainda, que os protestos dos povos indígenas, junto à Zona Azul, onde decorrem as negociações oficiais, que reclamavam mais representatividade no processo, acabou por alertar para os “riscos de falta de legitimidade” das decisões. Esta contestação, veio somar-se à Marcha da Cúpula dos Povos, que reuniu milhares de pessoas e entregou à presidência da COP30 uma declaração com críticas mas também propostas de transição justa, solidária e sustentável. Ao entrar na segunda semana, Miguel de Barros identifica dois grandes impasses nesta COP30: o financiamento climático e os indicadores que deverão sustentar novos compromissos. Países africanos exigem metas claras e mecanismos de verificação, enquanto países desenvolvidos afirmam não haver tempo para tal nível de detalhe. Há, inclusive, quem interprete a posição africana como uma estratégia para adiar a implementação de compromissos até à COP32, marcada para a Etiópia. Questionado sobre o contexto nacional, Miguel de Barros é claro: apesar de 26% do território guineense serem áreas protegidas e das culturas locais favorecerem a preservação da natureza, o país continua sem mecanismos de detecção das mudanças climáticas, sem tecnologia para mitigação ou adaptação e altamente vulnerável. Ainda assim, Barros recusa o pessimismo. O activista lembra que, em 1992, após a Cimeira do Rio, as autoridades nem queriam ouvir falar de áreas protegidas, hoje fundamentais para a biodiversidade e segurança alimentar do país. A mudança, defende, virá do investimento contínuo em educação ambiental, do fortalecimento das capacidades comunitárias e da pressão civil para políticas e leis mais robustas. “Se conseguirmos avançar nestes três níveis, podemos ter um quadro muito mais favorável em 2030 do que o que temos agora”, conclui.
A Conferência aprovou agenda, mas deixou de fora o financiamento do Artigo 9.1 do Acordo de Paris, medidas comerciais unilaterais, relatórios de transparência e resposta ao novo ciclo das NDCs. As negociações de adaptação travaram após o grupo africano pedir mais tempo para definir indicadores, devido à complexidade técnica e à falta de financiamento.Comunidades indígenas protestaram na entrada da COP30 exigindo o fim de atividades extrativistas na Amazônia e maior atenção às suas pautas.O Giro COP30 é uma produção da RW Cast.Texto e apresentação: Késsy Balog. Edição: Alexandre Cavalcante.
Ventos de até 250km/h devastaram 90% da área urbana de Rio Bonito do Iguaçu; sete pessoas perderam a vida e mais de 800 ficaram feridas; OIM enviou especialistas em emergência, gestão de abrigos, saúde, proteção, gestão de informações e recuperação.
Espacio La Empresa, dedicado a Yebra y Martínez, que utiliza la IA y las últimas tecnologías para la administración de comunidades
El centro de interpretación y el yacimiento hellineros continúan la estela de Recópolis, para conocer, de la mano de la Junta de Comunidades y SER Castilla-La Mancha, la red de parques arqueológicos de la región
Alicia Chavero viene de las Ciencias empresariales y se dedica al diseño estratégico. En esta entrevista nos cuenta sobre este paso, y sobre Design for Permanence, diseño para la permanencia, una comunidad para la práctica de pensamiento crítico. Ella nos explica qué es el diseño crítico y por qué necesitamos más herramientas para destilar la información que recopilamos durante la investigación. Hablamos de falacias y sesgos cognitivos, facilitación, argumentos y tomas de decisión. Esta entrevista es parte de las listas: Comunidades y colectivos de diseñadores, España y diseño y Diseño UX. Alicia nos recomienda: El puente donde habitan las mariposas de Nazareth Castellanos:La civilización empática de Jeremy Rifkin
Saudações pessoas!A professora e multitarefas Ana Paula Salviatti - historiadora, economista, estudante de filosofia e manda-chuva do Kanal Marx - está conosco novamente, para falarmos da tendência para a primavera-verão 2025 que parece ser, ora vejam: o 'marxismo cultural'!De recuperações incessantes das lições marxianas e marxistas, passando pelo "comunismo" do "cara" do momento - o prefeito eleito de Nova Iorque, Zohran Mamdani - uma aula sobre defender questões básicas de humanidade e de economia não predatória pensando que esse, sim, poderia ser o normal da vida. Deve, aliás. Falando nisso, tinha um fera que pensou essas coisas, certa vez. **** E a BLACK FRIDAY da INSIDER que chega com TUDO, TUDO MESMO? Entre no site (AQUI) e aproveite a maior promoção da HISTÓRIA da Insider com o cupom VIRACASACAS! Possibilidades de soma de cupons e ofertas inacreditáveis! E, mais, claro: quer entrar nas Comunidades da Insider no Whatsapp para ficar sabendo no ato de promoções, flash promos e outras vantagens? É AQUI, então o seu lugar. #insiderstore
O presidente Lula voltou a criticar a intervenção militar em países da América Latina e do Caribe neste domingo. Sem citar os EUA, Lula afirmou que Velhas manobras retóricas são recicladas para justificar intervenções ilegais. A manifestação foi na Colômbia, durante a quarta Cúpula entre Comunidades de Estados Latino-Americanos e Caribenhos, Celac, e União Européia.
"Levantados": la nueva investigación de María Hinojosa habla de la represión contra los migrantes en Los Ángeles y Chicago y como las comunidades se han movilizado para protegerlos
✅Sheinbaum, persona non grata ✅Asesino de Carlos Manzo ✅Asesinan a regidora ✅Recortan tasa de interés ✅Comunidades incomunicadas
✅Sheinbaum, persona non grata ✅Asesino de Carlos Manzo ✅Asesinan a regidora ✅Recortan tasa de interés ✅Comunidades incomunicadas
Dia Mundial de Conscientização sobre Tsunamis destaca apelo das Nações Unidas para fortalecer sistemas de alerta precoce e investir na resiliência costeira; secretário-geral sublinha que “respeitar o oceano é reconhecer o seu poder”, e que a preparação é a chave para salvar vidas.
Las mujeres son las que trabajan la tierra, pero NO son dueñas de ella. En este episodio de Mujeres de Cambio en Climate Tech, conversamos con Almendra Ortiz-Tirado Aguilar, Directora General para América Latina en Sistema.bio, una empresa que transforma residuos orgánicos en energía limpia y fertilizante natural, empoderando a comunidades rurales y promoviendo una agricultura más sostenible. Almendra nos comparte su visión sobre el papel de las mujeres en la innovación climática, los retos que enfrentan en sectores rurales y STEM, y cómo la tecnología puede ser una herramienta para reducir desigualdades y regenerar el planeta desde lo local. Este episodio forma parte del programa Mujeres de Cambio en Climate Tech, impulsado por Fomento Social Banamex, la GIZ y Disruptivo.tv, que busca fortalecer el liderazgo de mujeres emprendedoras en toda América Latina que están desarrollando soluciones frente a la crisis climática. Escúchalo, inspírate y descubre cómo las mujeres están cambiando el futuro del clima.
En este episodio de Marketing Digital te revelo cómo funcionan los Reddit Ads en 2025: no se trata del anuncio más bonito, sino de aportar valor y sonar humano. La idea clave es simple pero poderosa: identifica tres comunidades donde ya se discuten tus temas, define un objetivo único y escribe el anuncio como si fuera un hilo de conversación. Mantén una creatividad ligera y un titular que invite a conversar, y asegúrate de que la landing continúe la conversación con un único botón claro. En Reddit, los comentarios también cuentan como parte del anuncio, así que responde rápido, con tono natural y fija la mejor respuesta. Mide con foco: costo por resultado y calidad de las respuestas, y ajusta sobre las dos primeras líneas si hace falta.Para verlo en acción, se comparte una historia real: una herramienta para autónomos entra en comunidades sobre facturación y bancos con un gancho tipo “Lo que aprendimos tras cambiar de banco tres veces en dos años”. Respondían dudas en menos de una hora, ofrecían una checklist y lograban leads a menor coste que en otras redes, con usuarios más cualificados. Las lecciones clave: probar dos ganchos, reducir fricción, elegir el timing adecuado, ser transparente y moderar según normas, y medir solo lo esencial cada semana. Si te animas, escribe tres inicios de anuncio en formato conversación, elige una comunidad, lanza 10€ al día durante tres días y conserva solo el gancho ganador durante una semana. ¿Qué gancho usarías tú para empezar a conversar ya?Conviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/marketing-digital--2659763/support.Newsletter Marketing Radical: https://marketingradical.substack.com/welcomeNewsletter Negocios con IA: https://negociosconia.substack.com/welcomeMis Libros: https://borjagiron.com/librosSysteme Gratis: https://borjagiron.com/systemeSysteme 30% dto: https://borjagiron.com/systeme30Manychat Gratis: https://borjagiron.com/manychatMetricool 30 días Gratis Plan Premium (Usa cupón BORJA30): https://borjagiron.com/metricoolNoticias Redes Sociales: https://redessocialeshoy.comNoticias IA: https://inteligenciaartificialhoy.comClub: https://triunfers.com
No podcast do PublishNews desta semana conversamos sobre a dinâmica dos fandoms e comunidades em torno da literatura com Adriana Amaral é professora do departamento de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense. É pesquisadora do CNPq e coordenadora do CULTPOP - Laboratorio de Pesquisa em Cultura Pop, Comunicação e Tecnologias e do projeto de extensão NEPF² - Núcleo de Estudos e Pesquisas de Fãs e Fanfic.Ela destaca a relação entre a experiência individual e coletiva da leitura, o papel das editoras e do mercado, a importância das fanfics e a representatividade nas narrativas. Este é um episódio 394 do Podcast do PublishNews do dia 7 de outubro de 2025 gravado no dia 223. Eu sou Fabio Uehara e esse episódio conta com a participação de Guilherme Sobota. E não se esqueça de assinar a nossa newsletter, nos seguir nas redes sociais: Instagram, Linkedin, YouTube, Facebook e TikTok. Todos os dias com novos conteúdos para você. Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks!Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.bre também com o apoio da CBLA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.brINDICAÇÕESNorwegian Wood - Haruki Murakami (Alfaguara). Traduzido por: Jefferson José TeixeiraGótico mexicano - Silvia Moreno Garcia (Darkside) Traduzido por: Marcia Heloisa e Nilsen Silva Turismo Literário - Alberto Roiphe (Relva)https://www.editorafolhasderelva.com.br/turismo-literario-sobre-cidades-e-escritores
Resumen informativo con las noticias más destacadas de Colombia y el mundo del domingo 26 de octubre.
Metrobús licita estudio para detectar daños en su infraestructura Confirma SRE la muerte de diez mexicanos bajo custodia del ICEDonación anónima salva sueldos de tropas durante cierre parcial en EUMás información en nuestro podcast
202 comunidadesya tienen conexión por carretera Detectan 200 tomas ilegales de agua en el Edomex La Auditoría Superior de la Federación detectó irregularidades en el Conahcyt Más información en nuestro podcast
Encuentro Nacional contra la discriminación por modificaciones corporales Lula da Silva anuncia que buscará la reelección Más información en nuestro Podcast
"O smart contract é como uma máquina de Coca-Cola: você coloca a moeda e sai a Coca. Se acontecer X, ele vai dar Y. Sem interação humana" - Fabiano Miranda No décimo episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA , CVO do Grupo Alun, conversa com FABIANO MIRANDA , CTO da Soul Up, sobre o uso real de blockchain nas empresas, smart contracts e como essa tecnologia está transformando programas de fidelidade. Uma conversa reveladora sobre blockchain além do hype, com aplicações práticas e um olhar para o impacto socioambiental. Prepare-se para um episódio cheio de conhecimento e inspiração! Espero que aproveitem :) Sinta-se à vontade para compartilhar suas perguntas e comentários. Vamos adorar conversar com vocês!
Hoje tenho o prazer de entrevistar uma convidada especial, Taís Lobato!Taís é streamer na plataforma Twitch. Mas ela não trabalha apenas com jogos. Seu foco principal é na formação de uma comunidade online segura e acolhedora para todos os públicos. Nesta entrevista, ela fala um pouco mais sobre seu trabalho, sobre sua moradia em Sete Lagoas e sobre a sua vida em geral. E ainda temos uma palhinha sobre o mineirês, que é o vocabulário e o sotaque de Minas Gerais.Para ler a transcrição completa da conversa, visite o seguinte link: https://buymeacoffee.com/elisousa/bate-papo-brasileiro-009-tas-fala-de-minas-e-de-streaming-onlineGet your trial lesson this week! Go to https://portuguesewitheli.com/gtc Shall we meet? Follow this link: https://social.portuguesewitheli.com/meetngreet Hey, wise person! Not everybody wants to read the whole description up to this point. And since you have, I've got a small gift for you to show my appreciation. It's a special report that will help you get rid of all frustrations you might have related to the Portuguese verb tenses.To grab it today, follow this link: https://social.portuguesewitheli.com/confidenceBut do it soon. One day without that is one day you'll still get angry at yourself because you don't know how to use the verb tenses in Portuguese.Do you want to understand more of what Brazilians say in Portuguese? Do you consider yourself at the intermediate level? Then grab one of our learning guides for free and see for yourself how much more you can understand after just one week. The grab your guide today, please follow this link: https://social.portuguesewitheli.com/understand HTML cleaned and optimized with WordToHTML.net
“Tenemos que estar unidos”: La legendaria activista Dolores Huerta describe cómo las comunidades se pueden proteger ante las redadas de inmigración que ella califica de “limpieza étnica”
Se restablece comunicación en 169 localidades afectadas por lluviasdomex realiza Jornadas Preventivas de Cáncer de MamaNiebla tóxica cubre Nueva Delhi con niveles de contaminación extremosMás información en nuestro podcast
Pedro Delgado Alves avisa que a proibição da utilização da burca em espaço público pode ter "efeito contraproducente". Admite que esperava que o PSD tivesse "dito não ao Chega" e pede ação a Marcelo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El IFT cierra oficialmente sus redes sociales tras su extinción Ecatepec aplica el programa “Mochila de Paz” en 129 escuelas Perú declara estado de emergencia tras protestas contra el presidente interino Más información en nuestro podcast
La defensora del Pueblo habló en 6AM sobre el recorte de presupuesto por parte del Gobierno a la Defensoría
Siguen incomunicadas más de 300 comunidades por lluvias Instalan centro de acopio en apoyo a damnificadosRécord histórico de CO₂ en la atmósfera durante 2024Más información en nuestro podcast
El Ministerio de Vivienda ha dado pasos para proteger la vivienda, presentando su plan hasta 2030 con una dotación histórica de 7.000 millones de euros, que permitirá crear un sistema público comparable al de otros países europeos. La ministra ha anunciado también un teléfono de información para orientar a los ciudadanos sobre cuestiones relacionadas con la vivienda. En este contexto, en el 24 Horas de RNE hemos hablado con David Lucas, secretario de Estado de Vivienda y Agenda Urbana.Lucas ha explicado que "hemos invitado a las comunidades autónomas a que aporten más recursos económicos, el Estado aportaría el 60% de sus 7.000 millones y estas, el 40%", destacando la colaboración entre administraciones como clave para garantizar su éxito. Además, ha señalado que "hemos venido acordando los diferentes parámetros del plan estatal de vivienda, incorporando sus propuestas y creo que estamos cerca de poder establecer mecanismos de entendimiento que lo posibiliten".El secretario de Estado ha insistido en la importancia de la protección a largo plazo: "es posible que podamos tener un parque público y protegido de vivienda que no se vea perturbado con el tiempo" y que "aquello que se financie con recursos públicos tendrá una protección permanente e indefinida, para que no solo las generaciones presentes, sino también las futuras, puedan beneficiarse de esas viviendas a precios limitados". Según Lucas, "este es un asunto fundamental para los jóvenes, que son el sector de la población que más padece la desigualdad de oferta que tenemos".Escuchar audio
Esta semana en El Atole Podcast, una producción de FIA Podcast, hablamos sobre las intensas lluvias que devastaron a cinco estados y los reclamos de la desaparición del Fonden.
Xinia Varela-Sojo es una diseñadora e investigadora de Costa Rica. Ella trabaja en el Tecnológico de Costa Rica. En esta entrevista nos contó de su investigación donde analizó los procesos proyectuales de los diseñadores industriales con pequeñas empresas. Xinia nos explica que es una mesa sectorial y cómo estas mesas informan las políticas públicas. También hablamos de su investigación con biomateriales para situaciones de emergencia. Esta entrevista es parte de las listas: Políticas públicas y diseño, Diseño de Servicios, Costa Rica y diseño, Investigación en diseño, Diseño industrial, Comunidades de diseñadores, Biomateriales, Diseño sostenible y Seguridad y diseño.Su tesis de doctorado: Concepciones proyectualesElla nos recomienda leer: Design Justice: Community-Led Practices to Build the Worlds We Need de Sasha Costanza-ChockSystemic Service DesignDecolonizing design: A Cultural Justice Guidebook
¡Más de mil familias evacuadas en SLP por lluvias! Israel destruye hospital infantil en Gaza antes de retirarseMás información en nuestro Podcast
Nuevo León envía apoyo a comunidades afectadas en Veracruz Fiscalía capitalina acompaña a víctimas de la volcadura de pipa en IztapalapaDetienen a implicado en el homicidio del párroco Bertoldo PantaleónMás información en nuestro podcast
¡Atención! CFE restablece energía al 74% a afectados por lluviasCae presunto líder del Tren de Aragua en CDMXFuerte sismo de 6.0 en FilipinasMás información en nuestro Podcast
Marcos Peckel- Representante de las comunidades judías en Colombia octubre 10 de 2025
En este episodio, Karina Silva continúa explorando el tema de la alfabetización bilingüe. Silva entrevista a Maria Elena Areola, una estudiante recién graduada del programa de educación bilingüe en la universidad Texas A&M en San Antonio.
Sheinbaum pide a legisladores quitar retroactividad en Ley de Amparo Arranca proyecto sexenal para sanear el río Lerma Damnificados de Iztapalapa denuncian irregularidades en apoyos Comunidades indígenas de Brasil combaten incendios con saber ancestral Más información en nuestro podcast
En NEGRAS, conversamos con Tania Rosario-Méndez sobre Taller Salud, una organización comunitaria que transforma con y desde las comunidades.Mujeres afrodescendientes conversan sobre proyectos, académicos y comunitarios, relacionados a la negritud y la racialización en Puerto Rico. Aprende de los saberes de mujeres afrodescendientes y desaprende mitos que, históricamente, han degradado a las personas visiblemente negras en la nación puertorriqueña. Una producción de Colectivo Ilé https://www.colectivoile.org/ para Radio Universidad de Puerto Rico. Viernes 3:00 pm a través del 89.7 FM en San Juan, el 88.3 FM en Mayagüez También podría ser de su interés el siguiente episodio del podcast Acción Comunitaria sobre PAYE en donde Taller Salud ha estado colaborando. #RADIOUPR #AFRO #GENERO #IUPI #NEGRAS #tallersalud #paye #PAYE #loiza #UPRRP #COLECTIVOILE
En este episodio analizamos la explosión de una pipa de gas en Iztapalapa que dejó 27 muertos, así como una red de huachicol fiscal que involucraba a marinos, aduanas y empresarios, con nexos con el Cártel Jalisco Nueva Generación. También comentamos la captura de Hernán Bermúdez, exsecretario de Seguridad de Tabasco y líder de “La Barredora”, un grupo criminal vinculado al CJNG, y reflexionamos sobre la corrupción en distintos niveles del gobierno mexicano.- Para tener acceso a episodios ad-free y para ver la transcripción completa (word for word) de este episodio visítanos en Patreon.- Nuestro sitio web: www.nohaytospodcast.com- ¡Si el podcast te es útil por favor déjanos un review en Apple Podcasts!- Venos en video en YouTube. No Hay Tos is a Spanish podcast from Mexico for students who want to improve their listening comprehension, reinforce grammar, and learn about Mexican culture and Mexican Spanish. All rights reserved.
Altos costos en tarifas por uso de energía, efectos por las altas temperaturas y una empresa local de utilidades públicas que cobró de más a algunos clientes, son parte del panorama que enfrentan consumidores de Nevada, incluyendo en la comunidad latina ¿Qué dicen defensores del medio ambiente? ¿Qué se está haciendo al respecto?
En este episodio, Karina Silva, estudiante de español en la universidad Texas A&M en San Antonio, comenta sobre su investigación y experiencia personal en las es escuelas de dual language en San Antonio.
En este episodio de Dale Cuéntame con PattyAgosto Presenta, ella conversa con Maira Solórzano, líder salvadoreña dedicada a transformar comunidades en su país y en otras partes del mundo. Desde proyectos educativos y deportivos en El Salvador, trabajando en consulados en Estados Unidos y Colombia, hasta la reciente creación de Fundación Manos Solidarias en Miami, FL, Maira comparte su experiencia empoderando migrantes, ofreciendo asesoría legal digna y fomentando oportunidades de desarrollo.Un episodio inspirador sobre solidaridad, resiliencia y liderazgo comunitario. Comparte este episodio con inmigrantes latinos alrededor del mundo. Te aseguramos que los inspirará.Suscríbete visitando: dalecuentame.com
En NEGRAS, conversamos con Tania Rosario-Méndez sobre Taller Salud, una organización comunitaria que transforma con y desde las comunidades.Mujeres afrodescendientes conversan sobre proyectos, académicos y comunitarios, relacionados a la negritud y la racialización en Puerto Rico. Aprende de los saberes de mujeres afrodescendientes y desaprende mitos que, históricamente, han degradado a las personas visiblemente negras en la nación puertorriqueña. Una producción de Colectivo Ilé https://www.colectivoile.org/ para Radio Universidad de Puerto Rico. Viernes 3:00 pm a través del 89.7 FM en San Juan, el 88.3 FM en Mayagüez #uprrp #colectivoile #negras #afro #iupi #riopiedras #radiouni #radiouniversidad
La artesanía mexicana es símbolo de identidad y orgullo, pero detrás de cada pieza hay historias de esfuerzo que pocas veces se cuentan. En este episodio de Efecto Disruptivo, Juan del Cerro y Cris Arias nos llevan a un recorrido por el corazón de la artesanía mexicana, un sector reconocido en todo el mundo por su valor cultural, pero que enfrenta enormes retos de desigualdad y precariedad. Acompañados de Sofía Cruz, fundadora de Tekiti, y Marisol del Campo, directora de Mitz, descubrimos cómo dos empresas sociales están revolucionando la manera en la que se produce, comercializa y valora la artesanía en México.
Luis Herrero entrevista a Ramón Izquierdo, secretario estatal de Acción Sindical de ANPE.