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"¿Es necesario correr este riesgo por un puñetero calendario? LaLiga se dedica a hablar de invasiones e ignorar alertas", apunta el director de 'El Larguero'
No vídeo de hoje, analisamos por que alguns dos principais nomes da inteligência artificial começaram a defender uma desaceleração no desenvolvimento dos modelos mais avançados.Alertas de pesquisadores, incidentes envolvendo agentes autônomos e temores sobre superinteligência colocaram empresas como OpenAI e Anthropic no centro de um debate que pode transformar toda a indústria.Mas existe outra questão: quanto desse alarmismo representa um risco real e quanto pode servir aos interesses comerciais das próprias empresas que lideram essa corrida?Também analisamos a pressão por mais regulação, a concorrência dos modelos abertos, os possíveis impactos sobre IPOs e os reflexos dessa mudança para as grandes empresas de tecnologia e o mercado financeiro.00:00 – Os alertas sobre os perigos da inteligência artificial03:03 – Pesquisadores de IA fazem previsões catastróficas07:20 – O incidente de segurança que assustou a indústria13:05 – A IA realmente pode ameaçar a humanidade?16:46 – Anthropic, OpenAI e Musk defendem desacelerar a IA21:22 – O que realmente está por trás desse alarmismo?24:48 – Regulação, concorrência e interesses comerciais29:18 – David Sacks acusa empresas de captura regulatória32:04 – O impacto da crise da IA no mercado de tecnologia34:15 – Os riscos reais da inteligência artificial
O petróleo voltou a superar os US$ 100 por barril e aumenta a pressão sobre o diesel justamente no início da safra. Uma nova decisão da Justiça coloca o futuro do glifosato em discussão. Na pecuária, contratos futuros do boi atingiram preços recordes na B3.E há outros dois movimentos importantes: Flávio Bolsonaro avançou na disputa presidencial e já aparece à frente de Lula em algumas pesquisas, enquanto a NOAA elevou para 98% a probabilidade de ocorrência de um El Niño muito forte.Neste vídeo, analisamos 5 sinais que podem mudar decisões importantes no agro nos próximos meses.
La idea de un déficit permanente parece permear sobre los economistas de la 4T que hicieron el Paquete Económico 2027.En consecuencia, hay varias alertas: un déficit público de casi 1.4 billones de pesos, la caída prevista en la recaudación de impuestos, específicamente del ISR, y el valor del dólar.Una conversación con Mario Alavez, reportero de El Cronista con 15 años de experiencia en el sector financiero.Visita la sección de Finanzas de El Sol de México para estar al día del contexto económico. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Luis Herrero analiza la crisis de Ceuta con Ignacio Cembrero, Carmen Tomás y Javier Corbacho.
Luis Herrero analiza la comparecencia del presidente del Gobierno en el Congreso.
A 17ª Conferência da ONU de Combate à Desertificação, na Mongólia, chega à reta final em um impasse sobre a adoção de um instrumento internacional que envolva os países nesta pauta após 2030. Apesar da seca e ondas de calor recordes que afetam o hemisfério norte, os países desenvolvidos, com os Estados Unidos à frente, se opõem a um acordo diplomático à altura do problema. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Realizada a cada dois anos, a COP da Desertificação dá destaque para as regiões mais esquecidas do sul do globo – a conferência chegou a ter o apelido de “COP dos pobres”. Entretanto, as mudanças do clima estão ameaçando os solos e levando seca a muitos outros lugares, o que acabou por reforçar a importância da reunião. O próprio Brasil, que costumava participar timidamente do evento, desta vez desembarcou em Ulaanbaatar com uma delegação recorde de cerca de 100 pessoas, incluindo representantes do Ministério da Agricultura. As áreas de clima semiárido aumentaram, em média, cerca de 75 mil km² por década no país, conforme dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). O processo de aridez é mais avançado na Caatinga e em partes do Cerrado. “Me parece que alguns setores e países passam a olhar para essa conferência com um olhar um pouco mais de atenção, porque sabem que, se a gente seguir nessa rota de perda da capacidade produtiva, avançando na degradação da terra e no processo de desertificação, também haverá um prejuízo do ponto de vista das economias globais, da segurança alimentar, da disponibilidade de água”, constata Alexandre Pires, diretor do Departamento de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Ameaça de retrocesso Com grandes áreas ameaçadas pelos efeitos da seca, os Estados Unidos participam da conferência. Trata-se da única das três grandes convenções ambientais da ONU da qual Washington não se retirou. No entanto, os americanos mantêm uma postura de bloqueio que ameaça uma das principais expectativas do evento na Mongólia: adotar um marco global para o enfrentamento da seca, a exemplo dos que existem para as mudanças climáticas e a biodiversidade. “Tem um contexto geopolítico que está alterando as decisões do multilateralismo de um modo geral. Eu tenho muita dúvida se nós vamos conseguir construir um instrumento vinculante”, lamenta Pires. “A diplomacia do Brasil segue com o cuidado de não perder aquilo que nós já avançamos na COP16, em Riad, na Arábia Saudita. O que nós estamos buscando é não retroceder ao que já foi decidido pelas partes.” A discussão sobre o financiamento das medidas de combate à desertificação, em especial nos países pobres, é um dos principais focos de atrito nas negociações. Enquanto as nações africanas têm pressa por soluções, as desenvolvidas alegam que já disponibilizam bilhões em recursos para a descarbonização das economias. O Brasil tem defendido um melhor equilíbrio nos investimentos internacionais, de modo que as verbas também beneficiem a conservação e regeneração dos solos. A COP17 da Desertificação se encerra nesta sexta-feira (28), ao fim de duas semanas de reuniões entre os 197 países participantes. Brasil apresenta metas O governo brasileiro formalizou no evento as metas do país para a pasta, mais de 10 anos depois da adoção do primeiro compromisso global sobre o tema. O objetivo será beneficiar 367 milhões de hectares de terras com políticas de preservação ou neutralização do processo de degradação. Entre as medidas, estão a demarcação de territórios indígenas e de unidades de conservação, além de programas de combate a incêndios e de promoção da agricultura sustentável. Um dos primeiros desafios para a implementação será a captação de recursos, aponta Carlos Magno de Moraes (Brasil), coordenador executivo do Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabiá, na Caatinga, e observador da COP17. “O Brasil coloca uma meta bastante ambiciosa, ficou entre os top 20 de mais ambição. Tem alguns recursos alocados, e é importante também puxar os bancos para essa conversa, só que a gente não tem um fundo que destine recursos para a degradação. É algo que a gente tem sugerido”, aponta Moraes. “Mesmo assim, eu tendo a acreditar que o Brasil, que está entre as 10 economias do mundo, tem a obrigação de destinar recursos nacionais para isso.” De acordo com dados oficiais, cerca de 28% do território brasileiro apresentam algum nível de degradação e mais de 55 milhões de hectares já apresentam tendência à deterioração, com impacto na vida de 39 milhões de pessoas no país.
¿Qué es realmente la muerte?¿Por qué le tememos tanto si es la única certeza que tenemos? ¿Cuánto tiempo dura realmente un duelo? ¿Cómo hablarles a nuestros hijos sobre la muerte?En este episodio de El Club del Caos, nos sentamos a conversar con el experto Jorge Gómez sobre el dolor de perder a un ser querido.
En este vídeo hablo de algo que ojalá no tengamos que necesitar nunca, pero que conviene conocer: cómo puede ayudarnos el móvil a recibir avisos relacionados con terremotos.Primero explico qué opciones existen en Android y en iPhone para recibir alertas en tiempo real cuando hay un terremoto cerca, siempre dependiendo del país, la cobertura y los sistemas oficiales disponibles.Después presento una aplicación llamada Earthquake, disponible para iPhone y Android, que permite hacer seguimiento de movimientos sísmicos, consultar información sobre terremotos, avisos de tsunami y otros datos útiles. La app se puede usar con VoiceOver y puede resultar interesante para quienes quieran estar informados desde el móvil de forma accesible.No se trata de vivir con miedo, sino de saber qué herramientas tenemos a mano cuando la tierra decide moverse sin pedir permiso.
EBD 08ª LIÇÃO “DESPEDIDA EM ÉFESO ENTRE LÁGRIMAS E ALERTAS”
Daniel Muñoz y el equipo de La Mañana repasan las noticias centradas en la fábrica de coches en Ferrol y la ola de incendios.
Qualidade dos grãos ganha importância na cadeia do amendoim. Alertas de desmatamento atingem 2.874 quilômetros quadrados na Amazônia e 5.119 quilômetros quadrados no Cerrado. Evento promovido pela ApexBrasil e pelo Mapa debate comércio internacional, segurança alimentar e inteligência de mercado. Alta dos insumos reduz poder de compra do avicultor. No tempo, massa de ar polar derruba as temperaturas, enquanto o Paraná segue com previsão de temporais.
Como a evolução de surtos internacionais, a promoção da saúde cardiovascular materna e as reavaliações regulatórias impactam a conduta médica? Neste episódio do Afya News, analisamos o surto acelerado do vírus Ebola (espécie Bundibugyo) na República Democrática do Congo, apontando os desafios na contenção da transmissão comunitária e na biossegurança dos profissionais. Discutimos também os dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia apontando que a amamentação reduz em 11% o risco de doenças cardiovasculares na mãe. Por fim, apresentamos no Radar o processo da FDA e da EMA para revisão de registro e restrição do imunossupressor avacopana. O Afya News apresenta notícias da medicina com informação confiável e atualizada no seu tempo. Criado pela Afya, o maior hub de educação e soluções para a prática médica do Brasil, nosso propósito é transformar a saúde junto com quem tem a medicina como vocação.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/06-08-2026
Una semana después de la histórica entrada masiva en Ceuta, el Rey Felipe VI recibe hoy al presidente de la ciudad autónoma. Paralelamente, la Audiencia Nacional investiga a la Guardia Civil sobre posibles avisos previos a la avalancha, en medio del pulso político con el Partido Popular y Vox por la acogida de menores. Además, la violencia machista deja dos mujeres asesinadas en menos de 24 horas en Asturias y Murcia, e Isabel Díaz Ayuso esquiva dar explicaciones sobre la compra de su ático.
Una semana después de la histórica entrada masiva en Ceuta, el Rey Felipe VI recibe hoy al presidente de la ciudad autónoma. Paralelamente, la Audiencia Nacional investiga a la Guardia Civil sobre posibles avisos previos a la avalancha, en medio del pulso político con el Partido Popular y Vox por la acogida de menores. Además, la violencia machista deja dos mujeres asesinadas en menos de 24 horas en Asturias y Murcia, e Isabel Díaz Ayuso esquiva dar explicaciones sobre la compra de su ático.
Daniel Muñoz analiza las revelaciones de cómo el CNI avisó al Gobierno de la inminente invasión marroquí y cómo Marlaska sigue negándolo.
A Série B chegou à 20ª rodada, e o 45 Minutos monta a mais nova tier list definitiva da competição. Fred Figueiroa, Cassio Zirpoli, Kauê Diniz e Hathos Rildo separam os times por prateleiras: favoritos ao acesso direto, fortes candidatos aos playoffs, equipes que ainda podem crescer, clubes em queda, times em alerta e aqueles […]
Escuche en La Nube todo sobre los últimos avances tecnológicos del 28 de julio de 2026 en un lenguaje sencillo que todos entienden. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sobre los recientes proyectos parlamentarios impulsados por el partido del Presidente Kast y la polémica por la reconexión de servicios básicos en emergencias en medio de la discusión por el proyecto de Reconstrucción, Iván Valenzuela conversó con las editoras Paula Valenzuela y Marily Lüders en un nuevo Rat Pack de Mesa Central.
Un nuevo caso de intolerancia que enluta al Meta, la polémica por un chat del Centro Democrático, las preocupaciones por el futuro de la implementación del Acuerdo de Paz, las denuncias contra Asmet Salud, la ola de homicidios en Bucaramanga y el balance del sistema de salud.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Advierten por fuertes rachas de viento en CDMX IMSS-Bienestar abrirá centro pionero de partería en GuanajuatoMéxico marcó un hito con su primer trasplante de corazónMás información en nuestro podcast#grc
NotiMundo Al Día - Mónica Jaramillo, alertas de pre campaña electoral by FM Mundo 98.1
La tensa relación de seguridad entre México y la DEA llega a un punto crítico tras las alertas de EE.UU. y el bloqueo en el Estrecho de Ormuz. Analizamos el impacto de esta crisis geopolítica y el informe del FMI. En este programa en vivo de El Ajo Político, Desentrañamos la verdadera estrategia detrás de las acusaciones de la DEA contra el gobierno de México y la declaración del Estrecho de Ormuz como zona de guerra. ¿Es una presión legítima o una estrategia geopolítica para controlar los recursos energéticos y la soberanía nacional en tiempos de fragmentación económica? Analizamos también el último informe del FMI que pone en jaque al desarrollo global frente al auge de la Inteligencia Artificial y la encrucijada del modelo de seguridad interior en México: ¿causas estructurales o el auge del modelo punitivo y carcelario? En el programa: 0:00:00 Conectando Cables 0:02:00 Bienvenida 0:06:00 El Choque: México y la DEA, Marina y los Datos 01:07:00 CHAT 01:18:00 CO, Seguridad, Puebla, Santa Fé 1:40:00 Ex Director Pemex, CAso SAntafé, Jovene sy salud mental 2:33:00 CHAT 2:40:00 Petróleo en Llamas: El Estrecho de Ormuz y la Crisis Energética 2:58:00 Saludos TODO NUESTRO CONTENIDO: INVESTIGACIÓN Y ARCHIVOS: Blog Oficial: [www.elajoproducciones.com] ️ Podcast en iVoox: [go.ivoox.com/sq/2458] SUSCRIBETE: https://www.youtube.com/@ElAjoPolitica?sub_confirmation=1 COMUNIDAD Y CONTACTO: Ajófono (WhatsApp): (+52) 56.100.56.1.56 Sugerencias /Negocios/Prensa: elajo.producciones@gmail.com REDES: X: [@recetarioelajo] FB: [facebook.com/recetarioelajo] Tiktok: @recetarioelajoentiktok Instagram @recetarioelajo #ElAjo #ElAjoProducciones #Geopolítica #Investigación #DEAMéxico #EstrechodeOrmuz #Geopolítica2026 #SeguridadNacional #CrisisEconómica Mónica Maciel y Salvador Gaviño Romero los acompañan con todo el sazón en la mesa número 1 de El Ajo, Estamos en todos los moles. Animación Salida: cortesía de El Último Escriba Música de Fondo: El Ajo Producciones ***** Enlaces de Interés ***** Anacrónico ¡Ya Disponible! : https://a.co/d/8Z5OABJ PODCAST Dante: https://www.youtube.com/watch?v=rZkE2IKIJVc Dante Vanzetti spotify: https://open.spotify.com/artist/08MlOZSrQ6psjZbZWEVCgH?si=j6fSsfBATw-HwwjInMyOCg Dante Vanzetti YT: https://youtu.be/N8BJxFrRbGQ?si=ACbIH2GEOQoVzbkK https://www.youtube.com/@ExtrañoCabaret Yasfer Cuadrante Mágico: https://yasferlvx.wixsite.com/arcano-obscuro-radio Marcos Urbex: https://youtube.com/@markoz320?si=qH2JyDW1gX2ohDH_ Mónica Canal Misterio: https://www.youtube.com/@proyectoguionenblancomisterio Canal Vladimir Chargoy: https://www.youtube.com/@vladimirchargoy1711
As sucessivas ondas de calor que atingem a Europa, com intensidade e duração jamais vistas, além de inéditas para a época do ano, disparam o alerta sobre a aceleração das mudanças climáticas no mundo – uma advertência que vale também para países acostumados às altas temperaturas, como o Brasil. Especialistas apontam que, por ter um clima tropical, o fenômeno é menosprezado no país e carece de políticas públicas adequadas para ser enfrentado. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Os episódios designam os períodos de pelo menos cinco dias em que as temperaturas ultrapassam em 5°C ou mais os valores médios registrados em 30 anos, em cada região. As ondas de calor sempre existiram, porém estão se tornando mais frequentes e intensas, devido às mudanças climáticas. No Brasil, ainda são tratadas como "normais" para o clima tropical e têm até apelidos como “calorão”, “veranico de outono” ou “de inverno”. Entretanto, pouco se ouve falar sobre as mortes que elas causam, ao contrário da Europa. "Em países tropicais como o Brasil, uma onda de calor significa temperaturas muito elevadas e, normalmente, umidade muito baixa. Essa é uma condição bastante prejudicial para a saúde”, explica Marcelo Seluchi, coordenador-geral de Operações e Modelagens do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). "Em todos os estados brasileiros, desde o Rio Grande do Sul até o Rio Grande do Norte, nos últimos 40 ou 50 anos, o número de ondas de calor está aumentando sistematicamente. As mais perigosas talvez sejam aquelas da primavera, em setembro, outubro e novembro, que são meses típicos da estação seca, quando a umidade está muito baixa”, salienta. El Niño potencializa o aquecimento Essa condição climática pode levar à proliferação de incêndios florestais, que afetam a qualidade do ar e provocam doenças respiratórias. Além disso, costuma ocorrer em momentos de seca em que os reservatórios de água estão mais baixos. A menor evaporação eleva ainda mais as temperaturas, sem falar nos impactos para o consumo humano e a agricultura. No Norte e no Nordeste, o aumento do desmatamento provoca ondas de calor mais frequentes e intensas desde 2020, potencializadas por fenômenos naturais como o El Niño, que volta a ocorrer na Terra em 2026. "O El Niño é associado ao aquecimento do Pacífico. O oceano mais quente acaba atuando como se fosse um aquecedor 'nos pés' da atmosfera. É uma fonte de calor”, observa Seluchi. "Nas últimas décadas, tanto a atmosfera quanto os oceanos estão, de alguma forma, trabalhando no mesmo sentido para provocar ondas de calor mais frequentes”. 120 mil mortes em 20 anos Um estudo inédito publicado pela Fiocruz e pela Universidade da Bahia mostrou o amplo impacto das ondas de calor na saúde dos brasileiros: 120 mil pessoas morreram em decorrência das altas temperaturas nos últimos 20 anos. Pela primeira vez, os pesquisadores revisaram os dados de mortalidade e internações por doenças do aparelho circulatório e cardiovasculares no Sistema Único de Saúde (SUS) em quase todos os municípios do país, e compararam as informações com a ocorrência de calor extremo. "A gente normaliza esse risco de morrer por causa do calor porque nós somos um país tropical, então parece que nós somos acostumados, mas na verdade o país é muito extenso territorialmente, com perfis climáticos totalmente distintos e com vulnerabilidades também distintas”, afirma Beatriz Oliveira, especialista em saúde pública da Fiocruz e coordenadora do estudo. “A morte ou a internação por calor ocorre, e ela não é banal. O principal ponto é reconhecer isso como um problema de saúde pública”. Reduzir a exposição ao calor Os idosos são, de longe, os mais vulneráveis ao calor, tanto para internação quanto ao risco de morte. Na sequência, as crianças e as mulheres completam os três grupos prioritários para políticas públicas nos períodos prolongados de temperaturas extremas. Oliveira ressalta que os residentes em cidades pequenas – que compõem a grande maioria dos municípios brasileiros e têm baixa capacidade de adaptação ao calor – são os mais expostos. “As coisas estão acontecendo mais rápido do que a nossa capacidade de agir. A gente tem que procurar estratégias para reduzir a nossa exposição”, frisa a especialista. "A gente precisa pensar em cidades, sejam as menores ou maiores, mais arborizadas. Cidades em que suas residências possam ter ventilação, possam ter sombra, e em novos materiais que possam absorver esse calor. Ter transportes públicos de qualidade, com ar-condicionado, e que os locais onde as pessoas esperam o transporte tenham sombra”, exemplifica. Registros históricos confirmam tendência de aquecimento Nas últimas semanas, o calor extremo na Europa e também nos Estados Unidos reacendeu na internet a disseminação de teorias alternativas para subestimar o fenômeno, como a de que o planeta poderia estar próximo de um novo período de resfriamento. "Na comunidade científica séria, isso não está previsto”, garante Marcelo Seluchi, doutor em Ciências Meteorológicas pela Universidade de Buenos Aires. Ele lembra que os registros históricos dos últimos três séculos reafirmam a tendência de aquecimento da Terra, causado pelas emissões de gases de efeito estufa gerados, principalmente, pela industrialização e demanda global de energia. "Ao longo dos séculos, sempre tivemos oscilações do clima, como eras polares, a Pequena Era Glacial, nos séculos 17 e 18, com uma série de invernos mais rigorosos. Mas, se nós observarmos os últimos 100, 120 anos, é muito claro que a temperatura está agora aumentando numa taxa sem precedentes na história – inclusive, a taxa é maior do que a prevista algumas décadas atrás”, adverte Seluchi.
Hoy corazones tenemos un tema importante para revisar en estos tiempos, les dejo este podcast para darles esta perspectiva y trabajar en ello. Abranos puwrta a nuevas generaciones pensantes.Déjanos tus comentarios y siguenos: Patreon con audios subliminales para Reprogramación R3PR0 5D HACK3O M3NTAL.Acceso a todos nuestros eventos en nuestro Link en Biohttps://linktr.ee/QUANTUM_GDLÚnete a nuestra comunidad desde cualquiera de nuestros eventos del año para obtener beneficios extraCOMUNIDAD MANADA QUANTICA DE CENTRO QUANTUM Informes en Whatsapphttps://wa.me/523310202149Te invitamos a visitar nuestros canales, activar la campanita, dar like y repost para seguir ayudando a más personasNuestros canalesINSTAGRAM https://www.instagram.com/QUANTUM_GDLTIKTOKhttps://www.tiktok.com/@quantum_gdlYOUTUBE https://www.youtube.com/@CentroQuantum/podcastsFACEBOOK https://www.facebook.com/QuantumGDL https://t.me/centroquantum....#Quantum #applepodcasts #spotifypodcast #centroquantum #despertardeconsciencia #quantum #constelacionesfamiliares #fisicacuantica #cuantica #tupuedescrearturealidad #googlepodcasts #CentroQuantum #podcast #epigenetic #conciencia #spotify #taniaramón ##inteligenciaemocional #amor #magia #matrix #JacoboGrinberg #bioreprogramación
IMSS instala tomógrafos con inteligencia artificial Brugada pide no concentrar festejos en el Ángel EE.UU. mantiene alertas por calor y tormentas Más información en nuestro Podcast#grc
Diálogo entre países começa nesta segunda-feira, em Genebra, visando potencial benéfico da tecnologia, mas também contenção de riscos; copresidentes de Painel Científico alertam para propagação de mentiras e comportamento enganoso das máquinas.
NotiMundo A La Carta - Alberto Acosta Burneo, El mercado de valores enfrenta una reforma decisiva en la Asamblea Nacional, ¿alertas? by FM Mundo 98.1
NotiMundo Al Día - Pedro Velasco, Ecuador sale del sistema SUCRE, tras alertas de lavado de activos by FM Mundo 98.1
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se no nosso site www.teletime.com.br e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VbAulbCADTOEwFog2l1J Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Confira na edição do Jornal da Record deste sábado (20): Três são presos por morte de jovem lançada de ponte no interior de SP; total de detidos chega a seis. Governo aumenta mistura de etanol na gasolina para 32% e prevê queda no preço. Acidente com 14 veículos deixa um morto e cinco feridos na Grande BH. Criminosos usam mensagens de visualização única para enganar vítimas e se passar por policiais. Alertas falsos causam susto e levam governo a tirar sistema da Defesa Civil do ar.
Carlos Andrés Clavijo advierte que la política de “paz total” ha fortalecido a las estructuras criminales y denuncia intentos de constreñimiento electoral.
Dados do sistema Deter, divulgados pelos Ministérios do Meio Ambiente da Ciência e Tecnologia apontam para quedas de 61,4% na Amazônia e de 12,2% no Cerrado nos alertas em maio, o que confirma o esforço brasileiro no combate ao desmatamento ilegal, contrariando argumento usado pelo Escritório Comercial dos EUA.Sonoras:
Recuperan patrimonio prehispánico mexicano en Nueva YorkNueva Línea 5 reducirá tiempos de traslado al aeropuerto tapatíoONU respalda alto al fuego entre Israel y LíbanoMás información en nuestro Podcast#grc
Menos de dois anos depois da última ocorrência do fenômeno meteorológico El Niño, que contribuiu para as enchentes históricas no Rio Grande do Sul de 2024 e as secas inéditas na Amazônia, o Brasil progrediu no combate a desastres, mas não aprendeu as lições para avançar na resiliência climática. Os impactos de mais um El Niño devem começar a aparecer no país no segundo semestre, estendendo-se até 2027. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A configuração do fenômeno já está instalada nas águas do oceano Pacífico, salienta o doutor em meteorologia José Marengo, membro do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU) e coordenador-geral de pesquisas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). “Você vê o padrão de aquecimento no Pacífico Tropical, e está claro. O que nós não sabemos ainda é a intensidade”, frisa. “Estamos em início de junho, e fazer uma previsão em junho para um fenômeno cujo pico de intensidade seria mais ou menos novembro, é muito cedo.” Uma das interpretações dos modelos climáticos aponta para um aquecimento de 4°C das águas do Pacífico Central, o que seria um El Niño "super forte". A grande preocupação agora é se 2026 vai bater novamente os recordes globais de altas temperaturas, como tem ocorrido desde 2023. Os efeitos do fenômeno, que se repete no planeta há milhares de anos, são potencializados pelas mudanças do clima. Foi assim que, em 2024, o ano mais quente registrado na história até o momento, a ocorrência do El Niño impulsionou catástrofes climáticas ao redor do mundo. 'El Niño Godzilla' Mas apesar das perspectivas preocupantes, o coordenador do Cemaden rejeita os discursos alarmantes sobre o tema que, segundo ele, contribuem para desacreditar a ciência. “Você escuta na internet os influencers e qualquer pessoa falando sobre ‘El Niño Godzilla', ‘Super El Niño', fazem shows com nuvens caindo e o capeta aparecendo. Nós, cientistas, tentamos participar em todo tipo de debate possível, para convencer a população de que realmente é um fenômeno, mas que não é o fim do mundo”, afirma. Segundo ele, o discurso alarmista sobre o tema pode gerar o efeito contrário do desejado: o de imobilismo dos gestores. “Depende de nosso papel, como seres humanos, para poder enfrentar. Uma das coisas importantes é a percepção de risco de desastre. Não adianta ter os melhores modelos, os melhores supercomputadores, se as pessoas ainda não entendem a mensagem final”, argumenta Marengo. A memória dos recentes desastres no Brasil aumentou a tomada de consciência de governantes, comunidades e populações, principalmente nos estados mais afetados há dois anos. O Rio Grande do Sul acelera a conclusão de obras para combater novas enchentes, e a vizinha Santa Catarina está em alerta climático. Uma série de medidas para enfrentar incêndios florestais estão previstas pelos governos federal e estaduais no centro e norte do país, mas também no Sudeste, onde o maior problema tende a ser as altas temperaturas. Vulnerabilidade continua Entretanto, de forma geral pelo país, Marengo constata que pouco foi feito contra a vulnerabilidade das populações, que determina qual será a proporção de uma tragédia. É também o que afirma a professora de Urbanismo Maria Fernanda Lemos, da PUC-Rio. Membro do IPCC, ela coordenou um capítulo do último relatório do painel da ONU sobre as cidades. “Não adianta eu só focar num problema de drenagem para diminuir o impacto de chuvas intensas se eu não resolver o fato de que as pessoas moram em situações precárias”, ressalta Lemos. “Eu vou atuar sobre aquele alagamento específico naquele lugar, mas outras situações iguais vão se reproduzir pelo território todo, porque as pessoas continuam vulneráveis: continuam tendo que morar em áreas de risco, de maneira informal, sem acesso à tecnologia, à informação”, acrescenta. É por isso que, apesar de avanços importantes, como a adoção do Plano Clima de Mitigação e Adaptação, o Brasil “não aprendeu as lições” da última passagem do El Niño, avalia a especialista. A professora não vê ações transformativas à altura dos desafios, ou seja, que ajudem a diminuir a exposição das pessoas aos riscos climáticos. Maria Fernanda Lemos menciona a redução da precariedade e das desigualdades como um pilar fundamental da adaptação, assim como a educação ambiental e a inclusão das populações na tomada de decisões. “O que há de pior é que a gente continua fazendo cidade, infraestrutura, habitação e saneamento da mesma forma que a gente sempre fez, que não é resiliente, não é adaptado ao clima. E aí só gera mais vulnerabilidade ainda para esses ambientes, que já são muito ameaçados”, lamenta. “Não tem uma visão abrangente do problema. Só no longo prazo é possível fazer uma adaptação que vai ter resultados de fato concretos”, aponta. Para ouvir a entrevista completa, clique no podcast, acima.
Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/30-05-2026Nesta edição de resumo semanal, analisamos os fatos que movimentaram a medicina, desde alertas de biossegurança até saltos na inovação digital. Discutimos o avanço do monitoramento do Ebola e a ampliação da cobertura contra o VSR pela ANS no Brasil. No campo terapêutico, destacamos as aprovações da Anvisa para diabetes e Parkinson, além das novidades personalizadas da ASCO e diretrizes da OMS. Por fim, abordamos os dilemas éticos da IA na saúde suplementar, a engenharia proteica do Biohub e o peso do comportamento na longevidade e em doenças inflamatórias. Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.
La Cámara de Diputados aprobó en única lectura y convirtióen ley el proyecto que establece el Sistema Nacional de Alertas, una iniciativa diseñada para eficientizar los procesos de búsqueda de personas desaparecidas en el territorio nacional.
* Sheinbaum reclama: Estados Unidos no extradita* Cancelan parque acuático de Mahahual* Brote de Ébola enciende las alertas
El Gobierno anunció medidas para evitar riesgos de apagones ante la posible llegada del fenómeno de El Niño en 2026. También crecieron las alertas por la venta ilegal de productos para adelgazar, un derrame de hidrocarburos en Barrancabermeja y varios hechos de inseguridad en Bogotá, Pereira y Medellín. Mientras tanto, la industria manufacturera registró su mejor arranque de año en quince años.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Edomex ofrecerá vacunas y esterilización gratuita Álvaro Obregón abrirá vacantes en su Feria del EmpleoPapa León XIV llama a cuidar el planeta y construir la pazMás información en nuestro Podcast#grc
¿Cómo prevenir caer en un cruel adiós emocional? El Dr. César Lozano te dice las señales para no caer en el ghosting. Disfruta el podcast de Por el Placer de Vivir con Cesar Lozano en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, Uforia Podcasts en YouTube y en ViX. ¿Cómo te sentiste al escuchar este Episodio? Déjanos tus comentarios, suscríbete y cuéntanos cuáles otros temas te gustaría oír en #porelplacerdevivir
La Procuraduría respaldó parcialmente la emergencia económica decretada por el Gobierno por la ola invernal, aunque pidió eliminar apartados sobre energía y tierras. También aumentan las alertas por presunto constreñimiento electoral en el Cauca, violencia en Guaviare y amenazas del Clan del Golfo en el Valle del Cauca.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ministerio de Trabajo dispone flexibilización laboral por alertas de inundaciones en el país. El Ministerio de Trabajo de la República Dominicana informa la adopción de medidas laborales especiales en provincias bajo alerta amarilla y verde, según el boletín del COE. Exhortamos a los empleadores a flexibilizar la jornada laboral, implementar el teletrabajo cuando sea posible y considerar como justificadas las tardanzas o inasistencias por esta situación, para este lunes 13 de Abril de 2026. Éstas disposiciones tienen como finalidad proteger la seguridad, la salud y la vida de los trabajadores, sin afectar sus derechos laborales. Favor mantenerse atentos a los canales oficiales y seguir las orientaciones de las autoridades competentes.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/radio-ebenezer-rd--3279340/support.ESCUCHAR RADIO
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Crecen las alarmas tras una inspección al centro de detención de Dilley donde congresistas están denunciando un preocupante aumento de arrestos de familias con menores. El cese al fuego entre Irán y Estados Unidos está en la cuerda floja debido a los intensos bombardeos de Israel en el Líbano. El vicepresidente JD Vance aseguró que no habrá tregua si Irán no abre el estrecho de Ormuz. La nueva reforma fiscal de la administración Trump elevó el crédito por hijo hasta los $2200 dólares, pero ahora con condiciones más estrictas.
En este Penthouse Especial llegan de España Las Rewis conocidas en Tik Tok por su video viral de las Alertas de Emergencias de Puerto Rico y por que llegaron a nuestra isla para conocerla y vivirla. Hoy Las Rewis son nuestras invitadas de este episodio. Grabado desde GW-Cinco Studio como parte de GW5 Network #tunuevatelevisión. Puedes ver toda la programación en www.gwcinco.com. síguenos en instagram @gw_cincoPatreon: patreon.com/bienabiertaspatreon.com/gw5networkpatreon.com/hablandopop
En el episodio de hoy hablaremos de dos temas que pueden salvarte la vida literalmente. Abordaremos el tema del cáncer de próstata, un enemigo silencioso que sigue siendo el número uno en hombres y que muchos prefieren ignorar por miedo, vergüenza o machismo. Junto al urólogo Anel Aragón, ex presidente del Consejo Nacional Mexicano de Urología, se rompe el tabú del tacto rectal, del antígeno prostático y de la importancia de revisarte a partir de los 40 años.Aquí se habla claro, el antígeno elevado no siempre es cáncer, pero ignorarlo sí puede costarte caro. También descubrirás que hoy existen múltiples tratamientos y que detectarlo a tiempo puede marcar la diferencia entre una vida normal y una batalla complicada.Pero eso no es todo, en la segunda parte, nos metemos de lleno en otro tema igual de impactante, tu intestino es tu segundo cerebro, con la especialista en medicina regenerativa Alicia Lozano, se revela por qué puedes estar tomando vitaminas y literalmente estar tirándolas al baño.Hablaremos de la importancia de la fibra, del psyllium, la linaza, la desparasitación anual y hasta de la hidroterapia de colon. Porque sí, limpiar tu intestino puede mejorar tu energía, tu piel, tu sistema inmune y hasta tu estado de ánimo.*