Podcasts about escravo

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Best podcasts about escravo

Latest podcast episodes about escravo

Rádio PT
BOLETIM | Projeto de apoio a vítimas de trabalho escravo vai à sanção

Rádio PT

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 3:58


A proposta do PT, aprovada pelo Senado, dá especial atenção ao trabalho doméstico, segmento historicamente relegado em políticas públicas e prevê medidas como alojamento para acolhimento às vítimas, atendimento psicossocial imediato e prioridade em programas de transferência de renda e habitação.Sonoras:

Resumão Diário
JN: Em novo tarifaço, EUA incluem Brasil e acusam país de falhar na fiscalização de trabalho escravo; governo brasileiro diz que ameaça é absurda

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 5:51


Os Estados Unidos ameaçaram aplicar um novo tarifaço mundial. Desta vez, com sobretaxas de até 12,5%. A lista americana incluiu o Brasil. A alegação foi de falha na fiscalização de trabalho forçado. O governo brasileiro disse que a nova ameaça é absurda, e falou em reciprocidade. Um estudo mostrou que o Brasil desperdiça, todo ano, água suficiente para abastecer 77 milhões de pessoas. O Oriente Médio teve mais um dia de ataques, apesar do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã. Na série especial, um tributo à ousadia da seleção brasileira.

Resumão Diário
EUA acusam Brasil de trabalho escravo na pecuária, mas poupam carne bovina de nova tarifa; Justiça manda soltar ex-fiscal acusado de liderar fraude de mais de R$ 1 bi em créditos de ICMS em SP e mais

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 4:38


EUA acusam Brasil de trabalho escravo na pecuária, mas poupam carne bovina de nova tarifa. Justiça manda soltar ex-fiscal acusado de liderar fraude de mais de R$ 1 bi em créditos de ICMS em SP. Entenda o esquema de pai e filhas que acumularam patrimônio de luxo com tráfico e lavagem de dinheiro em Uberlândia. Gilberto Gil, Luisa Arraes, Caetano Veloso e mais artistas participam de campanha contra 'jogo do tigrinho'.

Astrologia & Mindfulness - Astrólogo Saimagos
Aquário ♒️ - o signo mais escravo que quer ser livre

Astrologia & Mindfulness - Astrólogo Saimagos

Play Episode Listen Later May 22, 2026 8:16


Aquário ♒️ bota uma coisa na sua cabeça criatura: você não é livre porra nenhuma!E se você quiser entender isso, que você nunca vai entender, acesse Saimagos.com ou mande mensagem no (11) 96690 6266 pra fazer a leitura do seu mapa astral. Mas só tem vaga pra agosto e não adianta se rebelar.

Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Exploração e invisibilidade: o trabalho escravo em pauta

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later May 20, 2026 3:17


Boletim da ALMG - Edição n.º 6429

Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Novo episódio do Politiza discute o trabalho escravo contemporâneo

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later May 19, 2026 3:11


O programa debate a exploração no campo, nas cidades e no trabalho doméstico, além dos desafios para combater esse crime em Minas Gerais e no país.

Politiza
POLITIZA #77: TRABALHO ESCRAVO - DIGNIDADE NEGADA NO BRASIL

Politiza

Play Episode Listen Later May 18, 2026 36:37


Mais de 2,7 mil pessoas foram resgatadas em condições análogas à escravidão no Brasil em 2025. Minas Gerais lidera o número de casos identificados no país. Neste episódio do Politiza, a conversa é sobre o trabalho escravo contemporâneo, as formas de exploração no campo, nas idades e no ambiente doméstico, além dos desafios paracombater essa violação de direitos humanos. A convidada é Lívia Miraglia, doutora em Direito do Trabalho, coordenadora da Clínica de Trabalho Escravo da UFMG e referência no tema. Com apresentação dos jornalistas Grazielle Mendes e Heitor Peixoto.

Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Politiza #77: Trabalho escravo - dignidade negada no Brasil

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later May 18, 2026 36:37


Mais de 2,7 mil pessoas foram resgatadas em condições análogas à escravidão no Brasil em 2025. Minas Gerais lidera o número de casos identificados no país. Neste episódio do Politiza, a conversa é sobre o trabalho escravo contemporâneo, as formas de exploração no campo, nas cidades e no ambiente doméstico, além dos desafios para combater essa violação de direitos humanos. A convidada é Lívia Miraglia, doutora em Direito do Trabalho, coordenadora da Clínica de Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas da UFMG, referência no tema. Com apresentação dos jornalistas Grazielle Mendes e Heitor Peixoto. Clique no título ou ouça no seu tocador de podcast favorito.

Feijoada Completa
Marco da 1ª infância; maquiagem infantil; trabalho escravo; jazz

Feijoada Completa

Play Episode Listen Later May 15, 2026


Radioagência
Debatedores denunciam interferência política em lista suja do trabalho escravo

Radioagência

Play Episode Listen Later May 13, 2026


Bispa Cléo Rossafa
Não viva como escravo! Você é filho! | Mudança de Vida Hoje | 30 anos

Bispa Cléo Rossafa

Play Episode Listen Later May 10, 2026 30:00


10 DE MAIO DE 2026 - DOMINGO Ref.: Levítico 26.10-13

Josué Valandro Jr
Você é filho ou escravo do Senhor?

Josué Valandro Jr

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 43:01


Você é filho ou escravo do Senhor? by Josué Valandro Jr

Vozes de Cristo
Devocional #103 – Servo ou Escravo?

Vozes de Cristo

Play Episode Listen Later Apr 18, 2026 6:04


E, uma vez libertados do pecado, foram feitos servos da justiça.Romanos 6:18 Escravidão x Servidão Nada de bom é proveniente da escravidão, mas na servidão recebemos e doamos a benção de ser úteis a Deus na sua obra, sermos participantes ativos. Nosso Senhor maravilhoso, por sua misericórdia se fez sacrifício [...]

Bispa Cléo Rossafa
Escravo do entendimento | Palavra de Vida e Fé

Bispa Cléo Rossafa

Play Episode Listen Later Apr 12, 2026 63:18


Culto realizado domingo, 12 de abril de 2026.

Resumão Diário
Trump sobre Irã: 'Uma civilização inteira morrerá esta noite'; Amado Batista e BYD são incluídos na 'lista suja' do trabalho escravo

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 5:06


Trump sobre Irã: 'Uma civilização inteira morrerá esta noite'. Amado Batista e BYD são incluídos na 'lista suja' do trabalho escravo. PF faz operação em 11 estados para combater falsificação e venda ilegal de canetas emagrecedoras. Nova subvariante da Covid-19, ‘Cicada' tem 75 mutações e já circula em 23 países. Governo britânico impede Kanye West de viajar para o Reino Unido.

Convidado
Aprovação da resolução sobre a escravatura é "um processo gradual de descolonização mental"

Convidado

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 28:22


A Assembleia Geral da ONU aprovou nesta quarta-feira uma resolução que declara a escravatura como o "Crime mais grave contra a Humanidade" e defende o princípio de reparações históricas. Sobre os 193 Estados-membros da ONU, uma maioria de 123 votou a favor desta iniciativa lançada pelo Gana em nome da União Africana. 52 Estados, entre os quais países europeus como a França, o Reino Unido, Espanha e Portugal, antigos colonizadores, optaram pela abstenção, enquanto três outros países, os Estados Unidos, Israel e a Argentina votaram contra a resolução que, apesar de não ser vinculativa, abre a via para reparações, pedidos de desculpas, compensações para os descendentes das vítimas, restituição de obras de arte e objectos com significado documental, espiritual ou simbólico que foram pilhados. Reconhecida como "Crime contra a Humanidade" em 1998 pelo Tribunal Penal Internacional e em seguida pela ONU em 2001, a escravatura e o tráfico de seres humanos escravizados envolveu, segundo estimativas da UNESCO, 15 a 20 milhões de africanos que foram deportados para a América e as Caraíbas entre os séculos XV e XIX. Apesar de os países que colonizaram e praticaram o tráfico de seres humanos escravizados reconhecerem paulatinamente este passado, a França tendo votado em 2001 uma lei qualificando a escravatura como "Crime contra a Humanidade", enquanto o antigo Presidente português Marcelo Rebelo de Sousa pediu desculpa pela colonização em 2023, sobra muito caminho por percorrer. Para Benigna Zimba, historiadora moçambicana especialista da História da escravatura, o passo dado ontem é de grande importância. RFI: O que representa a resolução votada ontem na Assembleia Geral da ONU? Benigna Zimba: Esta aprovação de uma resolução com este conteúdo é um passo extremamente grande e eu diria, de uma dimensão quase que incalculável, porque nós estamos a falar de escravização. Este conceito, que é também relativamente novo, durante décadas, sempre viemos falando de escravos e são as próprias Nações Unidas que nos levaram a este passo de uma certa "Humanização" de todo este processo. A partir de agora, todo aquele crime, tudo aquilo que está ligado ao processo que nós, durante muitos anos, chamamos de escravização, de tráfico de escravos, de tráfico de pessoas, passa a ter o estatuto de crime agravado a nível mundial. Está certo que aqui em África e é em África onde nós temos a maior incidência para aquilo que a partir de agora é considerado como crime agravado. Mas este crime só se agrava com a intervenção dos outros intervenientes, para onde os escravos foram e eram levados. E aqui permitam-me que volte de novo, um pouco atrás. O primeiro passo que as Nações Unidas deram, não o primeiro, um dos passos importantes que as Nações Unidas deram neste processo que permite hoje que coloquemos este crime como um dos mais agravados para toda a Humanidade, foi precisamente esta conceptualização sobre a maneira de olhar para o assunto. Permitiu que nós passássemos a falar realmente de pessoas humanas, aquelas que em algumas enciclopédias, em alguns escritos, ainda não tinham estatuto de pessoa, passassem a ter o estatuto de pessoa e, tendo estatuto de pessoa, já lhes permite que elas possam entrar dentro de um quadro jurídico-legal que possa ser assumido e tratado como pessoa. De 2024 para 2025, a União Africana decretou todo um ano de "justiça e reparação" para este tipo de crimes. E agora este crime tem um quadro legal porque é um crime contra uma pessoa e não uma mercadoria, que é assim que era considerado. Isto é de uma importância incalculável. RFI: A escravatura foi já considerada Crime contra a Humanidade pela justiça internacional em 1998 e também foi reconhecida como Crime contra a Humanidade pela ONU em 2001. O que é que o facto de considerar que é o "Crime mais grave contra a Humanidade" acrescenta? Benigna Zimba: Acrescenta precisamente esta expressão "mais grave". E estas convenções de 1998 e 2001 não tinham este aspecto em que o escravo não era mera mercadoria especial, mas era pessoa humana. Então, quando nós já 2022 para cima, não foi exactamente num único momento, mas foi um momento gradual, relativamente rápido que nós passamos a ter este conceito. Tanto assim que a própria UNESCO também mudou o nome: já não é a "rota do escravo", mas a "rota de pessoas escravizadas". E trata-se também de assuntos sobre racialização, racismo agravado e etc. Um pouco neste contexto. Então, quando se diz que é o mais grave ou extremamente agravado, isto dá-nos a oportunidade de olhar e contextualizar historicamente de uma outra maneira. Quer dizer que se você escravizou, se você se tornou alguém escravizado, isto significa que a eventual forma de criminalizar este crime tem um quadro jurídico, mas também agravado. Tem penalizações com maior gravidade, é todo um contexto legal, jurídico e histórico. Coloca-se que aqueles que estiveram envolvidos, tanto pessoas individuais, instituições -pessoas individuais, não são muitas- nós estamos a falar aqui de sistemas económicos, de países para países. Estamos a falar de um quadro de colonização, nós estamos a falar de um sistema complexo, que é político, que é económico e social, com bases ideológicas fortes, que sustentaram todo este sistema da escravização e da venda de pessoas escravizadas a vários níveis, interno, intercontinental, internacional, etc. Então, quando nós chegamos a um ponto em que as Nações Unidas, que são a instituição e o organismo máximo que tem a palavra e o poder para dizer isto, nós atingimos um ponto analítico de máxima e extrema importância, permite-nos a nós também estudiosos, estudar este fenómeno de uma outra maneira, abordá-lo de uma outra maneira, e as eventuais "comissões de verdade e Justiça" que vão existindo cada vez mais ao nível dos países e a nível regional, principalmente em África, já tivemos uma nas Maurícias que praticamente cumpriu a sua missão, já tivemos uma parecida, no entanto ligada à escravização, mas de uma certa maneira ligada a estes fenómenos que na África do Sul, são os países expoentes máximos. Neste sentido, permite que outros países também possam começar politicamente a abordar este aspecto. Aqui não se trata de estar a apontar dedos acusadores. Pelo menos não é essa a perspectiva que eu, como estudiosa, defendo. Eu defendo a perspectiva analítica, segundo a qual permite uma interacção diferente entre aqueles que foram os actores do processo de escravização e os que foram escravizados. E permite colocar os termos justiça e reparação num outro quadro interactivo mais positivo. RFI: Relativamente à questão das reparações, fala-se, por exemplo, de um pedido de desculpas formais, compensações para os descendentes das vítimas, políticas de luta contra o racismo, restituição de bens culturais e espirituais. Como é que encara precisamente este processo de restituição e de reconhecimento do que foi a escravatura? Benigna Zimba: Indo ao fundo da questão que é a escravatura, agora considerada como crime mais agravado com este quadro todo ele complexo, há uma outra maneira de conversar entre as partes envolvidas. Primeiro, não olhar, não apontar. Era isto que eu estava a dizer. Não apontar o dedo acusador. Esta não é melhor forma de interagir, mesmo que seja considerado o crime mais agravado, mas uma forma interactiva, onde é possível e onde realmente se justifica, que não é a maior parte dos casos, reparações financeiras devidamente identificadas, justificadas e que não criem lugar e espaço para outros problemas que normalmente o dinheiro costuma provocar. As instituições, sob o ponto de vista de arquivos, documentos, objectos de arte, que é uma parte substancial de um legado cultural que acabou indo para fora, principalmente do continente africano, nestas condições, de todo o processo de escravização e tráfico de seres humanos escravizados que se encontra a abordagem, primeiro "sentar de igual para igual". Quando digo "entre aspas", quero dizer que deve se olhar como ser humano. Não somos nós, não sou eu, Benigna Zimba, que fui escravizada. Eu estou a falar em memória dos antepassados que sofreram isto. Mas quando alguém olha para mim ainda neste patamar, é isto que dificulta a interacção. E a agravação do crime chama uma maior responsabilidade daqueles que têm toda esta herança da colonização e do processo de escravatura. Chama a uma maior responsabilidade, porque, afinal de contas, não foi só levar alguém. Isto é o crime mais grave que pode existir em toda a Humanidade no âmbito dos sistemas políticos e, assim sendo, permite também que a África, os antigos colonizados, também tenham formas mais interactivas e mais positivas de olhar para esta questão. Pode parecer pouco, mas a restituição dos documentos, isto é extremamente importante. Se o documento pertence a um determinado país, então que volte para lá. Se este monumento, este objecto de arte, deve ir para lá. Se há um acordo entre as partes que isto deve ser restituído, vai ser restituído, Não vai restituir a pessoa que morreu durante o tráfico transatlântico. Mas vai restituir uma parte de todo um processo que criou toda esta mentalidade colonial. É um processo gradual de descolonização mental por parte dos antigos colonizados e também dos antigos colonizadores, para que sentem numa mesa onde os dois têm as mesmas cadeiras, o mesmo patamar, isto é, que poderá fazer com que se possa olhar para uma forma de restituição, construção económico-cultural com base numa reconstrução cultural, por assim dizer, da própria Humanidade. RFI: Como é que encara o facto de esta resolução não ser vinculativa? Esta é uma resolução que, concretamente, corre o risco de ficar por aí e não ser seguida de efeitos, uma vez que não é obrigatória. Benigna Zimba: Este tem sido um dos grandes assuntos. Eu não diria problema. Tem a ver com a natureza das próprias Nações Unidas. Hoje em dia, muito do que está escrito nas Nações Unidas, as nações não cumprem. Para este caso depende muito, principalmente dos próprios países, que são, "as vítimas". A União Africana decretou praticamente um ano e, para mim, um ano não é praticamente nada. Se olharmos para trás, o que é que foi feito neste ano da "reparação e justiça" neste sentido? Em termos palpáveis, eventualmente criaram-se bases para passos seguintes, mas não é tempo suficiente para que todas as nações africanas tenham aquilo que em inglês se diz "awareness", que tenham consciência e seja o momento oportuno. Debatem-se com tantos constrangimentos para o desenvolvimento económico e cultural, para que possam olhar para este assunto com a devida atenção. Então, aqui é mesmo uma questão de contexto e de oportunidade e nós podermos dizer já existe este instrumento tal e qual quando surgiram as abolições da escravatura. Para o caso do Império colonial português, houve várias abolições. Havia decretos de abolição que muitos dos traficantes de escravos nunca chegaram a conhecer e eles achavam que estavam dentro da legalidade, porque eles tinham papéis. Eles faziam este comércio. Então, quando surgem estes documentos, o papel da disseminação, o papel da normatização, o papel da conscientização, é o faz com que os Estados estejam politicamente interessados e cria mecanismos para que isto seja uma norma. Para que isto seja adquirido, para que isto seja uma prática, depende muito de nós. Também não interessa estar somente no papel, interessa é a maneira como nós encontramos criativamente, positivamente, uma maneira de implementar, porque o instrumento está lá e se ele não é vinculativo legalmente, nós temos aqui uma base para o torná-lo vinculativo legalmente. Há alguém acima das Nações Unidas neste sentido que pode falar para as nações? Não tem. RFI: Evocou precisamente Portugal. Portugal fez parte dos países europeus que se abstiveram durante a votação de ontem. Qual é a sua reacção? Benigna Zimba: Aqui é um pouco difícil dizer quais seriam os motivos. Portugal é um país soberano e Portugal é aquele que, nos tempos que já lá vão, teve um dos maiores, senão o maior império colonial em termos de tempo, foi o maior império colonial de todos os tempos, extensão também, se olharmos para os continentes que abrangeu ao mesmo tempo num determinado período histórico. O país terá tido as suas razões, que não cabe a mim, na qualidade de moçambicana, eventualmente fazer algum juízo e eu seria um pouco cautelosa em comentar esta questão. Em alguns momentos históricos, os países podem não sentir-se em condições de se pronunciar sobre determinados eventos. Portugal foi um dos que mais escravos fez. As abolições de Portugal levaram vários tempos. Eventualmente, Portugal ainda não tenha encontrado as palavras e o momento para subscrever algo de tamanha envergadura, onde ele próprio, como antigo país colonizador, esteve envolvido. Então também não estou aqui a defender Portugal. Mas gostaria de ser o mais neutra e cautelosa possível e respeitar a posição de Portugal que certamente como país idóneo que é e com excelentes relações que tem com os antigos países colonizados, terá os seus motivos para ter tomado esta posição. RFI: Também houve três países que se pronunciaram contra esta resolução. Os Estados Unidos fazem parte dos países que votaram contra, apesar de nos próprios Estados Unidos, a questão da escravatura ser de facto, também uma questão essencial. Há textos de lei também que estão na gaveta à espera de serem aprovados para também haver esse reconhecimento. Como é que encara esse voto contra dos Estados Unidos? Benigna Zimba: Talvez para os Estados Unidos seja relativamente mais fácil a nossa compreensão. Nós estamos aqui, do lado de fora do teatro jurídico, ali dentro. Nós olhamos para os Estados Unidos do hoje, para o papel que têm dentro e fora do seu território. Seria relativamente um pouco mais fácil entender o voto contra dos Estados Unidos à luz daquilo que tem sido a sua política. E não estamos a falar nada contra, não estamos a criticar, simplesmente estamos a olhar para o papel dos Estados Unidos hoje. Para ir hoje ou daqui a alguns dias, para os Estados Unidos, vai ser necessário pagar um visto de 15.000 Dólares, em moeda moçambicana é um milhão de Meticais. Isto é uma restrição imediata e são 50 países envolvidos. Países lusófonos estão nesta lista. Estaremos vedados a ir para lá eventualmente. Os que estão lá vão ter que encontrar um meio relativamente rápido de voltar para as suas terras, por causa da falta de mobilidade que irá existir. Então, temos elementos palpáveis da actual política interna e externa dos Estados Unidos que nos abre uma janela para entendermos por que eventualmente não concordar com esta qualificação. E eles, concordando, estariam no lugar de concordar com um grande processo dos Estados Unidos que aconteceu por causa do tráfico das escravaturas. A Carolina do Sul de hoje não existiria sem o tráfico de escravos e o tráfego também triangular. Aqueles que não pararam na América do Sul. Estamos a falar do Brasil, que é um autêntico continente e seguiram depois para as Américas, para os Estados Unidos. Uma boa parte da população que é conhecida como afro-americana, não existiria se não fosse esta escravatura, este tráfico dinâmico para lá. Então a posição dele, a ter sido eventualmente mais clara e mais transparente, dizem que não concordam. Os Estados Unidos são soberanos e tiveram a coragem de dizer que não. Nestes acórdãos internacionais, à medida que o tempo vai passando, nós temos hoje "muitas guerras no prato" que nos fazem entender muito melhor como surgiu uma Primeira Guerra Mundial, como surgiu uma Segunda Guerra Mundial. É-nos mais fácil este entendimento e o entendimento também de cada país neste teatro. Então, neste momento, para mim, é fácil entender a posição dos Estados Unidos. Acho que eles foram corajosos, foram transparentes, falaram que não, que não concordam, porque eles fazem parte disto. Não têm como. Isto teria algumas implicações, eventualmente, sob o ponto de vista do respeito das normas do Direito Internacional, que aparentemente neste momento não estão a respeitar. Eles defendem-se da maneira como eles se defendem. RFI: Outro país que também votou contra esta resolução é Israel. E aí coloca-se nomeadamente a questão da concorrência das memórias, que é falada já há muito tempo. Benigna Zimba: No teatro político, Israel e Estados Unidos, neste momento, pelo menos da porta para fora, são aliados. Pode ser uma aliança temporária, mas são aliados. Podem ter os seus pontos de desacordo, mas são aliados. E grandes aliados para determinados propósitos. Então é muito fácil perceber, na minha opinião, porque é que os Estados Unidos, votando contra, também Israel vota contra. Pode ter havido até um pré-consenso, que é o que muitas vezes acontece quando se trata de votação para este tipo de acordos. E estes são países, tanto Israel como Estados Unidos, nós não estamos aqui a falar da memória popular, não estamos aqui a falar de heranças, de tradições, etc, estamos a falar de sistemas políticos que estão ali no poder neste momento. É isto que conta ali no teatro das Nações Unidas. Não é um voto popular, não é uma voz que se está a levantar. Eventualmente também Portugal terá sido cauteloso ao colocar-se como neutro ou abster-se. Nós temos que olhar aquilo que é o hoje, os interesses políticos e de expansão e de territorialização e de afirmação do poderio político e monopólio a nível internacional. Onde é que estão os principais focos e como é que eles olham para algo do passado que, se eles aprovassem, não estaria a colocá-los numa situação extremamente complicada se eles aceitassem que isto é o "crime mais grave"? Eventualmente iriam ter que aceitar amanhã que a invasão a um determinado país também é o crime mais grave. É claro que eles não vão votar a favor. RFI: Mas para falarmos, por exemplo, de um argumento que foi ouvido durante a sessão de ontem, que foi expressado nomeadamente pelo Reino Unido, era a questão de recusar estabelecer uma hierarquia entre os Crimes contra a Humanidade. Julga que aí está-se de facto a estabelecer uma hierarquia e que isto está a prejudicar outras memórias que, por exemplo, têm a ver com o genocídio dos judeus na Europa durante a Segunda Guerra Mundial, ou outros acontecimentos trágicos da história da Humanidade? Benigna Zimba: Eu não percebi porque é que o Reino Unido colocou esta questão de hierarquização. Não concordo com este termo por uma razão muito simples: as Nações Unidas estão a partir do princípio de que isto é realmente generalizado. Não há continente neste planeta Terra que, directa ou indirectamente, não tenha sido afectado pelo tráfico de pessoas escravizadas. Nesse sentido, nós estaríamos a globalizar positivamente este fenómeno. Ela aconteceu em todo lugar. Também temos genocídios, infelizmente, em muitos países do mundo. Mas este é um ponto comum e, de certo modo, de partida. E foi este ponto que fez também que muitos se desenvolvessem à custa do subdesenvolvimento do outro. E hoje somos chamados de países subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento. E essas conotações duram décadas. Nunca se sai daí. Então, ao globalizar este crime, eu penso que aqui não se deve estabelecer hierarquia. Porquê hierarquizar? Eu confesso que eu não entendi. Eles também fizeram parte. Os primeiros abolicionistas foram os britânicos. Então todos estes países estão dentro deste contexto e são as maiores potências hoje. Então, respondendo de novo à questão, eu não concordo com esta questão da hierarquização. Foi colocado com base numa determinada constatação. Foi bem fundamentado. Era difícil fundamentar melhor, porque também quem faz a fundamentação tem heranças que estão dentro deste processo. Isto é um pouco complicado. Eu de facto não concordo que este termo seja objecto de discussão. Isto desvia os focos daquilo que as Nações Unidas querem atingir e as Nações Unidas também sabem que vão ter dificuldades, que isto simplesmente leva anos. Pode levar décadas, mas em algum momento nós temos que ter a capacidade de cada vez mais que o tempo passa, de utilizar estes instrumentos para que nós possamos fazer jus a tal verdade e justiça que se quer atingir.

GPMAT-UFMT
5 - A condenação da Volkswagen do Brasil por trabalho escravo.

GPMAT-UFMT

Play Episode Listen Later Mar 22, 2026 7:48


15 Minutos - Gazeta do Povo
EUA investigam Brasil: trabalho escravo e o risco de novas tarifas

15 Minutos - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 14:41


Este episódio do podcast 15 Minutos da Gazeta do Povo analisa as mais recentes possíveis tensões diplomáticas e comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Desta vez, motivadas por investigações sobre trabalho escravo.

Inteligência Ltda.
QUANDO O ESCRAVO VIRA IRMÃO - Bom dia, Jesus! 70/365 (2026)

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 5:43


O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus.LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.

IB Atitude
Você é filho ou escravo do Senhor? | pr. Josué Valandro Jr.

IB Atitude

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 43:01


Paulo, na passagem de Gálatas 4, fica decepcionado com a atitude que a igreja estava tendo. Eles serviam na igreja por obrigação e não por amor, eles eram legalistas. Paulo estava preocupado com a forma errada de pensar da igreja, pois Deus quer o melhor de nós e Ele não merece o descaso com a obra dEle. Ele queria que a igreja entendesse que eram filhos e não escravos de Deus.

Rádio Batente
Histórias de Combate ao Trabalho Escravo #5: Cuidando como mãe

Rádio Batente

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 19:27


Há registros de casos de trabalho escravo em todos os estados do Brasil. Nas grandes cidades, ele já foi flagrado em oficinas de costura, na construção civil e até em restaurantes. O problema está mais perto do que você pode imaginar. Neste episódio, baseado na vida e no trabalho da auditora fiscal do trabalho Giuliana Cassiano, vamos saber um pouco de casos de trabalho escravo em um restaurante, numa oficina de costura e numa boate. Essa história fala também dos desafios de conciliar o trabalho de resgate com as demandas da maternidade.Créditos:Idealização: Natália SuzukiRoteiro: Natália Suzuki, Lucia NascimentoEdição:  Natália SuzukiMontagem, sonorização, trilha sonora e mixagem: Victor OliveiraGravação: Estúdio da Repórter BrasilApoio: Laudes Foundation, Fundação Avina, Fundo Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo do Mato Grosso

Rabino Avraham Stiefelmann
1339 Você é o dono do seu tempo ou escravo do relógio?

Rabino Avraham Stiefelmann

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 29:27


Descubra por que a primeira Mitsvá nos deu o domínio sobre o tempo, Parshat Hachôdesh, revelando que o judeu vive acima das leis da natureza.Aprenda como santificar seus dias e usar o poder da Teshuvá para transformar o passado em um futuro sagrado.

Rádio Batente
Histórias de Combate ao Trabalho Escravo #4: Casas de família

Rádio Batente

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 26:58


As trabalhadoras domésticas levaram séculos para ter as mesmas garantias trabalhistas de outros trabalhadores. A regulamentação da profissão só aconteceu em 2015. E não é coincidência que o primeiro resgate de trabalhadoras domésticas escravizadas só tenha acontecido dois anos depois, em 2017. Muitas passam décadas sendo exploradas em casas de família, sem nenhum direito, sem nenhum laço social, tendo apenas constituídos os vínculos de exploração com seus exploradores. Este episódio é baseado nas histórias de vida e trabalho das auditoras fiscais do trabalho Juliana Vilela e Cynthia Saldanha, responsáveis por resgatar mulheres nessas condiçõesCréditos:Idealização: Natália SuzukiRoteiro: Natália SuzukiEdição: Lucia Nascimento e Vitor CamargoMontagem, sonorização, trilha sonora e mixagem: Victor OliveiraGravação: Estúdio da Repórter BrasilApoio: Laudes Foundation, Fundação Avina, Fundo Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo do Mato Grosso

GPMAT-UFMT
3 - O combate ao trabalho escravo em perspectiva.

GPMAT-UFMT

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 5:03


Rádio Batente
Histórias de Combate ao Trabalho Escravo #3: O trabalhador que ousava ser pai

Rádio Batente

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 21:51


O Estado começou a fiscalizar denúncias de trabalho escravo somente em 1995.  Alguns dos piores casos aconteciam em carvoarias, onde trabalhadores, inclusive crianças, passam as suas vidas inteiras em  meio ao calor e a fuligem dos fornos. Na época, os resgates eram feitos com poucos recursos por agentes do Estado, que aprenderam a enfrentar o problema, na prática. Créditos: Idealização: Natália Suzuki Roteiro: Vitor Camargo Edição: Natália Suzuki e Lucia Nascimento Montagem, sonorização, trilha sonora e mixagem: Victor Oliveira Gravação: Estúdio da Repórter Brasil Apoio: Laudes Foundation, Fundação Avina, Fundo Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo do Mato Grosso

Rádio Batente
Histórias de Combate ao Trabalho Escravo #2: Severinos iguais em tudo na vida

Rádio Batente

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 18:29


Muitos trabalhadores resgatados são homens, negros, com baixa escolaridade e provenientes do estado do Maranhão. Neste segundo episódio, baseado na história da auditora fiscal do trabalho, Claudia Ribeiro, contamos o triste fim de trabalhadores explorados, encontrados por  ela em uma das suas fiscalizações realizadas na década de 1990.  Créditos: Idealização: Natália Suzuki Roteiro: Vitor Camargo Edição: Natália Suzuki e Lucia Nascimento Montagem, sonorização, trilha sonora e mixagem: Victor Oliveira Gravação: Estúdio da Repórter Brasil Apoio: Laudes Foundation, Fundação Avina, Fundo Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo do Mato Grosso

Igreja em Porto Alegre
Telmo Weber - O patrão e o escravo

Igreja em Porto Alegre

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 50:50


Ministrada em 02/01/2026

Rádio Batente
Histórias de Combate ao Trabalho Escravo #1: O dia em que vi um peão de trecho chorar

Rádio Batente

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 21:43


É responsabilidade do Estado inspecionar as condições laborais de todos os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil e garantir os seus direitos, como determina a Constituição Federal de 88. E quem deve fazer isso é um conjunto de funcionários públicos, os chamados auditores fiscais do trabalho. Neste primeiro, episódio você vai conhecer a história de um deles, André Roston. Ele compartilha sobre suas reflexões docomeço da sua carreira e conta a respeito de uma fiscalização de uma fazenda na Amazônia, localizada no município de de São Félix do Xingu, no estado do Pará, no começo dos anos 2000.Créditos: O podcast Histórias de Combate ao Trabalho Escravo é uma realização da Repórter Brasil, com distribuição do portal UOL.Idealização: Natália SuzukiRoteiro: Lucia NascimentoEdição: Natália Suzuki e Vitor CamargoMontagem, sonorização, trilha sonora e mixagem: Victor OliveiraGravação: Estúdio da Repórter BrasilApoio: Laudes Foundation, Fundação Avina, Fundo Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo do Mato Grosso

Devocional Diário
Você tem agido com filho de Deus ou como escravo?

Devocional Diário

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 2:14


“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome;” João 1:12 ARA Você tem agido com filho de Deus ou como escravo?Depender do que os outros lhe dão, mendigar um reconhecimento e um apoio das pessoas, viver enclausurado em um sina de qua nada em sua vida pode melhorar, são atitudes e pensamentos de escravo e não de filho de Deus.A qualidade de ser filhos de Deus, não é apenas para termos um título ou uma paternidade, mas junto a esta qualificação de filho, temos o poder, O poder de sermos filhos de Deus.Poder este que age em nós e através de nós, que nos faz termos autoridade, não para sermos agentes passivos do acaso, mas homem e mulheres de Deus, que são protagonista de oração e fé. Quando você recebe Jesus em sua vida, como único e suficiente salvador, você passa a ter o poder de um filho de Deus!Pensamento do dia:Você já recebeu Jesus em sua vida?Oração: Senhor, queremos receber a ti, todos os dias como nosso Salvador, não queremos mais agir como escravo, mas sim como filho de Deus.Em nome de Jesus, amém!Que você tenha hoje um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo #SouFilhoDeDeus#NaoSouEscravo#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio

Alta Definição
Carlos M. Cunha: “Quando não tens nada, não tens nada a perder. Foi quando me senti mais livre, não ser escravo de coisa nenhuma. Esse foi o maior ensinamento que tive”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jan 17, 2026 57:48


Ator e improvisador, Carlos Cunha é convidado de Daniel Oliveira neste Alta Definição em podcast, onde revisita a sua história pessoal, fala da infância vivida no meio rural, marcada pela liberdade, pela natureza e por uma forte ligação à família. Nesta longa conversa intimista, Carlos Cunha destaca a educação exigente da mãe, a influência determinante dos mais velhos e os valores de honestidade, trabalho e perseverança que o moldaram desde cedo. O ator recorda a escola como espaço de descoberta, mas também de confronto, e explica como percebeu cedo que teria de construir o seu próprio caminho. Fala do medo de falhar, da responsabilidade de formar família e da relação profunda com a filha, que assume como referência pessoal. Ao longo da conversa com Daniel Oliveira, emitida na SIC a 17 de janeiro, Carlos Cunha sublinha a importância da resiliência, da curiosidade e da capacidade de adaptação, traçando o retrato de um percurso feito de escolhas difíceis, trabalho persistente e fidelidade às origens.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio Batente
Histórias de Combate ao Trabalho Escravo - Teaser

Rádio Batente

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 2:05


O Histórias de Combate ao Trabalho Escravo é um programa da Rádio Batente, a central de podcasts da ONG Repórter Brasil. Neste programa, ouvimos histórias de pessoas que combatem ou já combateram essa grave violação dos direitos humanos no Brasil. Ao longo de cinco episódios, vamos entrar no dia a dia dos resgates, escutar sobre as dúvidas, os medos e as motivações de quem realiza esse trabalho difícil, mas, muitas vezes, com finais felizes. Ficha técnica IdealizaçãoNatália SuzukiApresentaçãoNatália Suzuki e Lucia NascimentoProduçãoGerência de Educação e Políticas Públicas da Repórter BrasilRoteirosLucia Nascimento, Natália Suzuki e Vitor CamargoDesenho sonoro e mixagemVictor OliveiraDesignRodrigo Bento

Superior Tribunal de Justiça
STJ No Seu Dia: crime de redução a condição análoga à de escravo

Superior Tribunal de Justiça

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 13:29


Já está no ar o novo episódio do podcast STJ No Seu Dia, que traz uma análise sobre o crime de redução à condição análoga à de escravo, previsto no artigo 149 do Código Penal, e a forma como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem consolidado sua jurisprudência sobre o tema.Em conversa com o jornalista Thiago Gomide, a advogada de direito previdenciário e trabalhista Daniela Gomez Naves explica que, ao contrário do que muitos pensam, não é necessário haver restrição à liberdade de ir e vir para que o crime seja caracterizado. Condições degradantes de trabalho, jornadas exaustivas ou submissão forçada já são suficientes para configurar a violação, conforme entendimento firmado pelo STJ.O episódio aborda decisões importantes, como a de um recente caso julgado pela Sexta Turma, no qual foi reconhecido o crime mesmo sem cerceamento físico dos trabalhadores. STJ No Seu Dia       Com entrevistas em linguagem acessível sobre questões institucionais ou jurisprudenciais do Tribunal da Cidadania, o podcast é veiculado às sextas-feiras, às 21h30, na Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília), e também está disponível no canal do STJ no Spotify e em outras plataformas de áudio.

CEI DE CABO FRIO
O Rei que se fêz escravo - Pr. Glauter Ataide

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 37:22


Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Filipenses, capítulo 2, versículos 1 ao 11, nos traz uma reflexão sobre a humildade de Jesus, nosso exemplo.O texto acima, nos conduz ao centro da fé cristã: o mistério da humildade de Cristo. Paulo convida a igreja a viver em unidade, mansidão e serviço — mas não a partir de uma força humana, e sim inspirada no próprio Jesus, o Rei eterno que se fez servo.Quando Paulo diz: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus”, ele nos apresenta o maior paradoxo da história: Aquele que era Deus não se agarrou ao Seu lugar de glória, mas desceu até a forma de escravo. Ele não apenas assumiu a humanidade; assumiu a posição mais baixa dentro dela. Ele não veio para ser servido, mas para servir — e servir até o fim, até a morte, e morte de cruz.Esse movimento de Cristo — da glória ao serviço, do trono à cruz — revela uma verdade profunda: a grandeza no Reino de Deus não é conquistada pelo poder, mas pela humildade. Ele é o Rei, mas um Rei que lava pés. Ele é soberano, mas escolheu a cruz. Ele é Senhor, mas tomou o avental do servo.Enquanto o mundo exalta quem sobe, Cristo é exaltado justamente porque desceu. “Pelo que Deus o exaltou soberanamente…” — Sua exaltação vem como resposta à Sua rendição. Isso nos ensina que, no Reino, o caminho para cima passa por descer; o caminho para a glória passa pelo serviço; o caminho para a vida passa pela entrega.E Paulo aplica isso diretamente a nós: se Cristo se humilhou, como nós poderíamos insistir em viver de forma orgulhosa?Se Ele serviu, como não serviríamos uns aos outros?Se Ele abriu mão de Seus direitos, como temos dificuldade em abrir mão dos nossos?O texto nos desafia:A deixar de lado disputas e vaidades.A colocar os interesses dos outros acima dos nossos.A viver não para sermos reconhecidos, mas para reconhecermos a Cristo em tudo.No final, quando confessamos que “Jesus Cristo é Senhor”, estamos dizendo mais que uma frase: estamos reconhecendo o Senhor que reina porque serviu, o Rei que venceu porque se entregou, o Deus que se fez escravo para nos libertar.Se esta mensagem edificou a sua via, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

IBN PLENITUDE
O escravo da orelha furada - Pr. César Dransfeld

IBN PLENITUDE

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 63:39


Ministração realizada no dia 30 de Novembro de 2025

Carlos McCord
#306 - 03/Nov | ESCRAVO DE JESUS | Tudo Para Ele (Oswald Chambers) | Permanecer

Carlos McCord

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 9:24


Amorosidade Estrela da Manhã
O COISO VIVIA COISANDO ATRÁS DAS COISAS (NO BOM SENTIDO), E UM DIA ACONTECEU UMA COISA, CANSOU DE SER ESCRAVO DA COISARADA

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Oct 25, 2025 3:32


Conversas com as Entidades sobre temas diversos

Cumprir
Escravo do Tempo - Cristiano Miranda

Cumprir

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 59:51


Escravo do Tempo - Cristiano Miranda by Cumprir Ministérios

tempo escravo cristiano miranda
Para que o amor dê certo
QUEM NÃO TOMA DECISÃO, SE TORNA ESCRAVO DA CONDIÇÃO

Para que o amor dê certo

Play Episode Listen Later Oct 20, 2025 15:42


As pessoas não têm medo de mudar, elas têm medo de sentir o que a mudança vai despertar.Você percebe que precisa tomar decisão, mas algo rouba as suas forças? Vamos descobrir o que está por trás disso?

Focus Concursos
NÃO SEJA ESCRAVO DO HUMOR - Do Zero à Alta Performance

Focus Concursos

Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 2:48


Nem sempre você vai se sentir motivado, e isso é normal. Mas o sucesso não espera por disposição momentânea: ele é construído quando você age mesmo nos dias difíceis. Mantenha o foco, controle suas emoções e transforme cada desafio em passo firme rumo à aprovação.Segue a gente e ativa o sininho pra não perder nenhum conteúdo sobre o mundo dos concursos.Apresentado pelo professor Júlio Raizer, formado em História e Especialista em Neuropsicopedagogia.

Palavra do Dia
Escravo,

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 1:22


Escravo,

Sabedoria para o Coração
Você É Escravo de Quem?

Sabedoria para o Coração

Play Episode Listen Later Jun 11, 2025 27:11


A verdade é que ninguém vive totalmente livre — todos servem a algum senhor. Em Romanos 6.15–19, o apóstolo Paulo nos lembra que, mesmo sob a graça, continuamos obedecendo a alguém: ou somos escravos do pecado ou escravos da justiça. Neste episódio, Stephen Davey explica como a obediência revela a quem pertencemos. Você vai entender por que a graça não elimina a obediência, mas transforma o coração para desejar aquilo que agrada a Deus. Ser escravo de Cristo não é opressão, é liberdade verdadeira. Você foi comprado por um novo Mestre, resgatado do pecado, e chamado a viver para a glória de Deus. Ouça esta mensagem desafiadora e descubra o que significa viver uma vida de santidade — não por obrigação, mas por amor. Afinal, a grande pergunta permanece: de quem você é escravo? Para mais ensinamentos bíblicos, visite nosso site: https://www.wisdomonline.org/?lang=Portuguese

Bispos Lucas e Priscila Rodovalho Cunha
Pare de ser escravo! - Hugo de Jesus

Bispos Lucas e Priscila Rodovalho Cunha

Play Episode Listen Later Jun 2, 2025 47:31


Pare de ser escravo! - Hugo de Jesus by Sara Sede Brasília

Fora da Lei
Escravo da Teresa, despedida de solteiro em lisboa, sporting benfica - Fora da Lei #239

Fora da Lei

Play Episode Listen Later May 12, 2025 44:52


Escravo da Teresa, despedida de solteiro em lisboa, sporting benfica - Fora da Lei #239 by Tiago Almeida

Expresso - Expresso da Manhã
Episódio Especial: Uma viagem pela Liberdade, a ideia mais transformadora na história da Humanidade

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later May 1, 2025 55:15


A ideia de liberdade tem milhares de anos de vida, mas foi apenas na Antiguidade Clássica, com os filósofos gregos, que o conceito começou a ganhar forma. Na Idade Média foi a religião que acrescentou uma complexidade que foi crescendo na Idade Moderna, com pensadores como Locke ou Rousseau, até chegarmos aos dias de hoje e encontramos, entre muitos outros filósofos que inovaram sobre o conceito de liberdade, José Gil, considerado pelo Le Nouvel Observateur como um dos 25 grandes pensadores do mundo contemporâneo. É com ele que conversamos neste episódio especial.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ORVALHO.COM
Luciano Subirá | ESCRAVO POR AMOR

ORVALHO.COM

Play Episode Listen Later Mar 5, 2025 57:00


Receba nossos conteúdos por e-mail: https://bit.ly/3HZLj9B Orvalho.com é um ministério de ensino bíblico ao corpo de Cristo. Escute, reflita e compartilhe!

Sabedoria para o Coração
Filipenses: 20 ”O Soberano Se Tornou Um Escravo,” 2.8

Sabedoria para o Coração

Play Episode Listen Later Mar 2, 2025 29:18


Se gostou do nosso programa, pedimos que deixe sua avaliação. Ela nos ajuda muito!Para baixar os estudos em formato escrito e conhecer mais sobre o ministério Sabedoria para o Coração, acesse nosso site: www.sabedoriaportugues.org.Para nos ajudar por meio de ofertas, clique aqui. Agradecemos seu apoio e será uma alegria tê-lo como parceiro. Nosso ministério é mantido exclusivamente pelas ofertas dos ouvintes.Acompanhe-nos também através das redes sociais no Facebook e Instagram!Se preferir, pode ouvir as mensagens do Sabedoria para o Coração pelo nosso canal no YouTube.Se desejar receber nosso informativo trimestral, cadastre seu e-mail aqui.

História de Imigrante
108. Fui Vítima de Trabalho Escravo nos EUA

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Jan 16, 2025 25:52


Uma família brasileira se muda para os Estados Unidos em busca de uma vida melhor, mas logo se depara com promessas falsas e condições de trabalho desumanas. Morando num quartinho de uma tia, enfrentam longas jornadas sem receber salário e descobrem abusos em cada passo. Sem alternativas, eles chegam ao limite, enquanto a dívida e o medo de serem denunciados aumentam. ** É imigrante e tem história pra contar? Então manda pra gente. Whats app: +1 650.834.9209 Instagram: @historiadeimigrante E-mail: historiadeimigrante@gmail.com

Rádio PT
BOLETIM | Câmara aprova projeto de apoio a domésticas resgatadas de trabalho escravo

Rádio PT

Play Episode Listen Later Dec 4, 2024 5:09


De autoria do deputado Reimont (PT-RJ), o Projeto de Lei 5760/23 estabelece medidas de apoio e proteção para o trabalhador ou trabalhadora doméstica resgatado de condição análoga à de escravo. O PL foi aprovado com substitutivo da relatora, deputada Benedita da Silva (PT-RJ), e garante direitos como a inscrição em cadastros de programas sociais e cria mecanismos para acesso à justiça, responsabilizações e acolhimento das vítimas. Sonoras:

JB Carvalho
#530 - Redenção - A mais doce palavra para um escravo | JB Carvalho

JB Carvalho

Play Episode Listen Later Jul 23, 2024 55:54


#530 - Redenção - A mais doce palavra para um escravo | JB Carvalho by JB Carvalho