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"Se quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá acompanhado."Iniciamos este Drops de IA com esse provérbio africano para discutir um dos eventos mais impactantes recentemente no mundo da tecnologia: o vazamento do código-fonte do Claude Code (da Anthropic).Neste episódio, eu e o Thiago Vespa detalhamos como um erro humano, a inclusão acidental de um arquivo de mapeamento (source map) que "desofuscou" o código, permitiu que a comunidade tivesse acesso total às entranhas dessa ferramenta.O que discutimos:- O nascimento do Open Cloud: Como a comunidade se uniu para clonar o repositório e criar versões que rodam localmente na máquina;- Squads Artificiais na prática: O Thiago conta como usou essa tecnologia para criar um sistema de Planning Poker em menos de um dia, coordenando agentes de brainstorm, desenvolvimento e QA;- IA como "Programador Júnior": A necessidade crítica de revisão humana, já que a IA pode ser teimosa e insistir em soluções que nem sempre são as mais seguras ou baratas;- Spoiler do Futuro: O vazamento revelou recursos que ainda seriam lançados, como o Modo de Voz, o Proactive (IA que age sozinha) e o Bridge Mode (integração entre sistemas);- A Bolha da IA: Uma reflexão sobre o custo real dessas ferramentas e se estamos vivendo um momento de avaliação inflacionada.A tecnologia avança rápido, mas o diferencial ainda é o pensamento crítico e o tato humano para guiar essas máquinas.Se inscreva, deixe seu like e comente: você já conversou com um "patinho de borracha" ou com um agente de IA hoje?Notícia comentada: https://www.tecmundo.com.br/seguranca/412058-anthropic-confirma-vazamento-do-codigo-fonte-do-claude-code.htmNews do Papo https://papodeux.substack.comInstagram Papo de UX http://instagram.com/papodeux/LinkedIn Luan Mateus https://www.linkedin.com/in/luanmateus/LinkedIn Thiago Vespa https://www.linkedin.com/in/thiagovespa/Instagram Thiago Vespa https://instagram.com/thiagovespa
O que sustenta sua vida: fé ou ilusão? - Thiago Borba by Verbo da Vida Sede
Diante dos diversos problemas éticos, políticos e sociais causados pelas grandes corporações tecnológicas (big techs) na última década, cresce a busca por alternativas à estrutura digital moldada por estas empresas do Norte Global. O uso de softwares livres e de código aberto — replicáveis por qualquer pessoa, comunidade, instituição ou governo — reacende o debate sobre soberania digital no mundo. Nesse sentido, redes sociais alternativas, construídas sobre bases de código aberto surgem como saída plausível do monopólio das big techs e das estruturas opacas e dominantes. Neste episódio, Damny Laya e Rogério Bordini conversam com especialistas da comunidade do software livre e redes descentralizadas (Fediverso) sobre experiências concretas de tecnologias voltadas à soberania digital no Brasil e no mundo. __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO DAMNY: Rogério, eu queria começar com uma pergunta incômoda: o que significa, hoje, participar de uma rede social na internet? ROGÉRIO: Eu diria que é uma espécie de plataforma multiúso: serve pra gente se conectar com nossos amigos, familiares, compartilhar conteúdos diversos, como um vídeo interessante, um meme, participar de grupos de discussão, como no saudoso Orkut, lembra? Tudo isso como se fosse uma extensão das nossas interações sociais, só que no mundo virtual. Mas parece que a coisa hoje em dia tá BEM diferente. Hoje a gente não é só usuário dessas redes, mas também produto, audiência, e até alvo. E, diria mais, cada vez mais, reféns. DAMNY: Refém é uma palavra forte, mas talvez seja a mais adequada. Refém de um modelo de negócio que extrai nossos dados, monitora nossos passos, lê nossas conversas, mapeia nossos gostos e comportamentos, e depois vende tudo isso como se fosse mercadoria. ROGÉRIO: E o problema não é só econômico. Também é político. Nos últimos anos, as grandes plataformas deixaram claro de que lado estão. Em janeiro de 2025, por exemplo, Mark Zuckerberg, CEO da Meta e dono do Instagram, Facebook e WhatsApp, anunciou mudanças profundas nas políticas de moderação de conteúdo, alinhando a empresa à agenda da extrema-direita nos Estados Unidos. O próprio Donald Trump, que tinha sido banido das redes após os ataques ao Capitólio, foi readmitido com honrarias. DAMNY: E não foi só a Meta. O X, antigo Twitter, adquirido pelo Elon Musk, transformou a moderação num vale tudo. Discurso de ódio, desinformação organizada, ataques sistemáticos a cientistas e jornalistas. Tudo isso enquanto as plataformas investem pesado para inviabilizar qualquer tentativa de regulação, seja no Brasil, na Europa ou no mundo tudo. ROGÉRIO: Essas redes deixaram de ser espaços de encontro e se tornaram territórios hostis. E muitos usuários, insatisfeitos com essas políticas e mecanismos de uso destas plataformas, têm buscado por alternativas, como aconteceu com o êxodo quando Musk assumiu o X. DAMNY: Mas para onde ir? As alternativas pareciam muito semelhantes às já existentes com políticas de uso também questionáveis. Até que, nos últimos anos, um ecossistema silencioso começou a chamar a atenção. ROGÉRIO: Você tá falando do Fediverso? DAMNY: Exato. O Fediverso. Uma constelação de redes sociais descentralizadas, interconectadas, que funcionam numa lógica completamente diferente daquela das big techs. Sem um dono. Sem um algoritmo sombrio. Sem anúncios. Sem vigilância como modelo de negócio. [música] DAMNY: Eu sou Damny Laya, jornalista de ciência e tecnologia, pesquisador e bolsista Mídia Ciência do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri). Tenho me dedicado a estudar redes descentralizadas, governança da internet e soberania digital. O incômodo que a gente descreveu agora há pouco não é só profissional, é também de quem passa o dia pensando sobre esses sistemas e se pergunta: dá pra fazer diferente? ROGÉRIO: E sou Rogério Bordini, também jornalista de ciência. Pesquiso o Fediverso e o uso de ferramentas de acesso aberto como forma de emancipação dos algoritmos de controle. O tema do Fediverso tem aparecido cada vez mais nas conversas que a gente tem com colegas, estudantes e gestores públicos. DAMNY: Tanto que, para este episódio, a gente foi atrás de quem entende do assunto. Conversamos com especialistas do Fediverso, da cultura do software livre e da agenda da soberania digital. Queríamos entender não só o que é esse ecossistema, mas como ele funciona na prática. ROGÉRIO: Então, neste episódio, a gente vai explicar o que é o Fediverso, como ele está organizado e sobre algumas plataformas que fazem parte dele, além de como você pode fazer parte desse ecossistema. Mas também vamos discutir os desafios, a moderação de conteúdo, a governança comunitária e a barreira de entrada para quem não é familiarizado com a tecnologia. DAMNY: E, claro, vamos ouvir quem está na linha de frente. Nossos convidados vão ajudar a gente a entender também se o Fediverso pode ser, de fato, um caminho para a soberania digital ou o que falta para isso acontecer. ROGÉRIO: Pois bem. Respira que o Oxigênio tá só começando. [fim da música] [VINHETA DE ABERTURA OXIGÊNIO] ROGÉRIO: Imagine que as redes sociais comerciais são como grandes shopping centers. O Facebook, o Instagram, o X, o TikTok… Cada um é um centro comercial imenso, com suas próprias lojas, suas próprias regras, sua própria segurança. Pra entrar, você precisa aceitar o contrato deles. E, principalmente: o shopping é dono de tudo. Do estacionamento, das câmeras, dos corredores, do que você faz lá dentro. Você é visitante, mas não morador. DAMNY: Essa é uma boa analogia. Mas, nessa lógica, a gente pode comparar o Fediverso com o quê então? ROGÉRIO: O Fediverso é como uma cidade. Não tem um único dono. Tem ruas, praças, casas. Cada bairro tem suas próprias regras, sua própria administração. Mas as ruas se conectam, as praças são acessíveis a todo mundo, e você pode circular livremente. Melhor ainda: você pode morar num bairro, mas visitar os outros sem precisar mudar de endereço. THIAGO: O Fediverso é a tentativa de construção de uma praça pública digital, de fato, onde as pessoas podem realmente ter seus lugares de fala, seus púlpitos, seus vários púlpitos ali pra fazer seus discursos, suas falas, ou pra sentar no banco e ler um livro, enfim, ela é de fato essa possibilidade de criar uma praça pública digital. DAMNY: Esse aí é o ativista digital, comunicador e um dos fundadores da Fundação Alquimidia em Florianópolis, o Thiago Gonzaga, mais conhecido como Thiago Skarnio. Isso que ele acabou de falar é crucial: você pode ajudar a construir sua própria praça pública, seu próprio bairro. Soberania digital começa aí. ROGÉRIO: Exato. Mas vamos organizar isso. O Fediverso é formado por um conjunto de servidores independentes que se comunicam entre si. Cada um desses servidores é chamado de instância. Uma instância pode ser imensa, com dezenas de milhares de usuários, ou pode ser pequena, com meia dúzia de amigos. Pode ser administrada por uma universidade, por um coletivo de ativistas, por uma empresa, uma escola, ou só uma pessoa. DAMNY: O importante é que cada instância é autônoma. Ela define suas próprias regras de moderação, sua política de privacidade, seu código de conduta. E, ao mesmo tempo, ela conversa com as outras instâncias. Apesar de serem instancias independentes, elas conseguem conversar entre elas. Isso que é conhecido como universo federado. Além disso, precisamos falar de outra característica do Fediverso: a interoperabilidade. ROGÉRIO: Essa é uma palavra feia, mas o conceito é simples. Interoperabilidade é a capacidade de sistemas diferentes se entenderem. Imagina que o que você posta no X pudesse ser visto pelos usuários do Instagram ou vice-versa. Isso não é possível de se fazer nessas redes comerciais porque trabalham com protocolos e linguagens fechadas. No Fediverso, isso só funciona porque todas as plataformas e redes sociais utilizam o mesmo protocolo, chamado ActivityPub. DAMNY: Nestas redes sociais – sejam de blogs, microblogs, vídeos, imagens ou outros tipos de conteúdo – os sites do Fediverso que utilizam esse protocolo conseguem se conectar entre si, pois todos falam a mesma linguagem. ROGÉRIO: E isso é o oposto do que as Big Tech fazem. Elas constroem muralhas. Você não leva seus contatos do Instagram pro Threads, por exemplo. Você não exporta sua lista de seguidores do X pro Bluesky. Cada plataforma é uma ilha, e mudar de ilha significa recomeçar do zero. DAMNY: Enquanto isso, no Fediverso, você pode migrar de uma instância para outra, levar seus contatos, manter suas conversas. Neste caso, você é o dono dos seus contatos. Ou, no mínimo, é a comunidade que você escolheu. ROGÉRIO: Vamos dar um exemplo. O Mastodon é a plataforma mais popular do Fediverso, hoje com mais de 10 milhões de usuários. DAMNY: Essa rede costuma ser comparada ao X, já que também funciona como um micro‑blog. A interface lembra o X – com posts de até 500 caracteres, linha do tempo, reposts e favoritos – mas a lógica é totalmente diferente. ROGÉRIO: Diferente em pelo menos três aspectos fundamentais. Primeiro: não há um algoritmo influenciando no que você vê. O feed é cronológico reverso. O que seus contatos postam aparece na ordem em que publicaram. Se você está nas redes há mais tempo, deve lembrar que no começo o Facebook e o Instagram até seguiam essa lógica, mas mudaram completamente a entrega dos posts nos últimos anos. DAMNY: Segundo: a moderação é comunitária. Cada instância possui regras próprias, acessíveis e transparentes a todos os usuários. Se você não concorda com a moderação da sua instância, pode se mudar para outra. ROGÉRIO: Terceiro: não há anúncios. Mastodon, por exemplo, não é comercializado como um produto porque não tem acionistas. Seu financiamento vem de doações, campanhas de financiamento coletivo, apoio institucional e outras fontes. Isso transforma radicalmente a relação entre a plataforma e seus usuários. DAMNY: Agora, é importante deixar claro que descentralização não é sinônimo de solução para todos os problemas. Existem, sim, instâncias tóxicas no Fediverso, como de grupos extremistas, negacionistas e assediadores. A diferença é que, no Fediverso, as comunidades podem se desfederar. O Thiago explica um pouco: THIAGO: O Fediverso tem um pouco de autorregulação. Se uma instância é nociva, permite conteúdo tóxico, ela acaba sendo isolada de várias outras instâncias. Você pode bloquear aquela instância. Assim como o e-mail. Não quer mais receber e-mail de tal domínio. Você pode bloquear. ROGÉRIO: E isso nos leva a um ponto crucial. Nas redes centralizadas, você está sempre sujeito ao arbítrio unilateral de uma empresa. Se o X do Musk decide que você violou uma regra, mesmo que vaga e mal explicada, você pode perder sua conta. Recurso às vezes nem existe. No Fediverso, a relação já é outra. Você não é súdito, você é cidadão. DAMNY: Cidadão de uma federação. Pois a federação consiste exatamente nisso: unidades autônomas que decidem cooperar, servidores administrados por pessoas como eu e você, dispostos a criar verdadeiras redes sociais. Nenhum deles controla o outro, mas todos podem se comunicar. Se quiserem interromper a comunicação, podem silenciar ou bloquear mutuamente. ROGÉRIO: E a promessa é a de uma experiência online onde você não é o produto, onde o algoritmo não te manipula, onde suas conversas não são vigiadas para alimentar máquinas de perfilamento e publicidade comportamental. Mais do que uma promessa, é um ato de autonomia e de soberania digital. DAMNY: Mas como atrair pessoas para esse universo? Como encontrar uma instância ou comunidade que faça sentido? E como garantir que essas redes não repitam, em outra roupagem, os mesmos problemas de outras redes comerciais? E também, se o Fediverso é tão bom assim, por que todas as pessoas não estão o utilizando? ROGÉRIO: É sobre isso que a gente vai conversar no próximo bloco. Porque o Fediverso não é só tecnologia. É cultura, é política, é experimentação institucional. E tem gente aqui no Brasil construindo isso com as próprias mãos. [Música] ROGÉRIO: Instituições públicas e movimentos sociais no Brasil têm começado a experimentar o Fediverso como alternativa às plataformas comerciais, como é o caso de universidades, órgãos de pesquisa e equipamentos culturais. Gente que decidiu que não queria mais alimentar máquinas de vigilância com os dados da sua própria comunicação institucional. DAMNY: Exato. Porque uma coisa é a migração individual, a escolha pessoal de abandonar uma determinada rede. Outra coisa, é quando uma instituição pública ou um movimento social decide ocupar novos territórios. Aí a conversa ganha contornos de política pública, de infraestrutura, de projeto de país. ROGÉRIO: E essa questão se refere a isso que chamamos de soberania digital. Conceito que parece abstrato, mas que se materializa em decisões muito concretas. Quem guarda meus dados? Quem define as regras da minha conversa? Quem pode me expulsar de um espaço? E, mais importante: eu posso construir meu próprio espaço? DAMNY: O Fediverso oferece uma resposta possível para essas perguntas. Não por acaso tem atraído atenção de pesquisadores, ativistas, jornalistas e gestores públicos no Brasil e no mundo. Essa iniciativa de procurar o Fediverso como alternativa não surge isoladamente; ela responde a um movimento já em andamento ao redor do globo. Grandes instituições passaram a abandonar o X, por exemplo. ROGÉRIO: Pois é. O The Guardian, com 27 milhões de seguidores, anunciou sua saída do X, classificando a plataforma como tóxica e afirmando que o Elon Musk tem usado sua influência para moldar o discurso político. Mais de sessenta universidades na Alemanha e na Áustria também decidiram encerrar suas contas porque os algoritmos da plataforma, segundo elas, se opõem à integridade científica e democrática. DAMNY: Na França, 86 associações solidárias e ambientalistas também abandonaram o X. Na Espanha, a Greenpeace e a Conferência de Reitores das Universidades Espanholas também se despediram. O argumento se repete: a plataforma não reflete mais os valores das instituições que a ocupavam. São 60 mil contas desativadas por dia, e isso foi só em novembro de 2024. ROGÉRIO: E no Brasil a gente também tem sentido esse movimento. Milhões de usuários deixaram o X nos últimos meses, e a empresa perdeu entre 80 e 100 milhões de dólares anuais em receita no país. Mas, o boicote é louvável, porém ainda tá longe do ideal. DAMNY: Exato. A pergunta que fica é: para onde ir? Muita gente tem migrado para o Threads ou o Bluesky. Essa última é uma plataforma descentralizada, sim, mas mantida por bilionários, o antigo dono do Twitter, Jack Dorsey, que no fim das contas é mais um Tech Bro. Trocar um bilionário por outro, mesmo com arquitetura diferente, não resolve o problema estrutural da concentração de poder e da falta de controle comunitário. ROGÉRIO: É aí que entra o Fediverso. E o que a gente tem visto é que, paralelamente a esse êxodo, há um movimento de instituições públicas brasileiras, movimentos sociais, coletivos e ativistas que estão fazendo uma aposta diferente. Em vez de migrar para outra plataforma comercial, estão ocupando o Fediverso, criando instâncias, desenvolvendo comunidades, experimentando soberania digital na prática. DAMNY: Sobre isso falará Thiago Skarnio, o único latino-americano no conselho do FediForum, o maior evento mundial dedicado a pensar e melhorar o Fediverso. THIAGO: Ano passado a gente conseguiu articular, fez uma sugestão também para o Comitê Gestor da Internet, que tivesse o domínio social.br para que tivesse uma extensão de domínio específica para mídias sociais, focando nas instâncias do Fediverso. Foi acatado isso, a gente achou bem legal, então dá para registrar o social.br hoje, indica que aquilo é uma mídia social. A gente fez o Websocial.br, né, o Dam participou, falando das universidades, iniciativas, e tem feito algumas ações que eu chamo de ações estruturantes para o Fediverso né? Criou um fórum online para os organizadores de instâncias trocarem informações e debaterem, e documentarem, né, tirarem suas dúvidas, para quem está mais tempo no Fediverso, isso é para focar em quem mantém a instância. E recentemente articulou também para que existisse uma instância chamada Orgânica.social, que é uma instância que está aberta hoje, é uma instância feita junto com a Pop Solutions, ela está hospedada em território nacional, e ela é feita para acolher um grande volume de pessoas no Brasil, se o Twitter saiu do ar, o Instagram, se precisar de algum lugar para correr hoje existe a Orgânica.social. Essa iniciativa coletiva também tem muitas pessoas ali, tem uma comunidade cada vez mais crescente, tem o coletivo Onda, que está ajudando também com a moderação, junto com as pessoas da própria comunidade, e a Alquimidia tem ajudado a construir isso. ROGÉRIO: Entre essas ações estruturantes para o Fediverso que o Thiago acabou de mencionar, a que mais tem tido impacto é a criação da instância da Organica.Social, uma rede social descentralizada no Brasil, com a infraestrutura do Mastodon. Hoje a Orgânica tem quase 2 mil usuários e continua crescendo graças à campanha #vemprofediverso, impulsionada pela Alquimidia e outros parceiros nas redes sociais corporativas. THIAGO: Porque eu considero que a gente está hoje prototipando uma web social brasileira, o que a gente está fazendo hoje é meio que prototipando, a gente sabe que tem ainda pouca gente relacionada à população brasileira inteira, mas a gente sabe que o que a gente está fazendo hoje está sendo feito para ficar grande, para que seja ocupado e utilizado por toda a população. Tem feito várias frentes também com governos para ver se eles implementam, e tem acompanhado essas iniciativas universitárias, que é muito legal também, e a gente sabe que uma hora isso vai acabar crescendo bastante. DAMNY: O Thiago também falou como é gerenciada a instância da Organica e as diferenças na governança em relação com as redes sociais comerciais. THIAGO: a proposta da orgânica é ser uma instância comunitária. A gente meio que lançou uma proposta que é para ser coletiva, cada vez mais. Ela é coletiva e vai ser mais. A gente participa da governança da instância junto com outras organizações e pessoas. A gente participa da moderação, nós criamos os termos de uso, depois de muita pesquisa, as regras a gente também organizou baseado nas experiências anteriores do Fediverso e outras instâncias. E a gente participa hoje também da parte do acolhimento. A gente tem tutoriais sobre o Fediverso e manda para as pessoas, disponibiliza. Então, a gente tem feito essa atuação na orgânica de cultivar a cultura federada. A diferença disso para uma rede como o Instagram é porque o Instagram está na mão de uma empresa bilionária, na mão de um bilionário e que o código é fechado, então, a gente não tem como participar da governança do Instagram. A gente não tem como definir as regras de funcionamento, a gente não tem como participar. ROGÉRIO: Quando Thiago fala sobre código fechado, ele toca num tema fundamental para as redes descentralizadas: o software livre e o código aberto. Esses princípios permitem que conheçamos o funcionamento das plataformas — por exemplo, como o Mastodon, que foi construído com código aberto justamente para que possa ser replicado e adaptado por qualquer pessoa. THIAGO: O código da orgânica é um código do Mastodon. A pessoa pode olhar o código, como é que funciona, ver o que está acontecendo ali, e pode entrar em contato com os moderadores, pode questionar, pode enfim, tem várias formas hoje de participar da gestão da orgânica. A ideia é criar um conselho mesmo dos moderadores. Então tem várias formas de participar da orgânica, enquanto no Instagram não tem como. Não tem como você participar de nada você só consome aquilo que está ali, e no máximo você vai gerir teus contatos. DAMNY: Esse movimento de grupos que fazem acontecer a Organica.Social, que atrai outras pessoas pro Fediverso e geram novas redes sociais e comunidades, é o que o Rafael Evangelista enxerga como a possibilidade sociotécnica das redes federadas e descentralizadas. Que não é mais do que a possibilidade de fazer uma transição desse modo de uso de redes sociais, como acontece hoje nas redes centralizadas, para um modo que aponte para a ideia de apropriação tecnológica por parte de grupos sociais organizados. ROGÉRIO: O Rafael, pra quem não sabe, é professor do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp (Labjor) e conselheiro do Comitê Gestor da Internet (CGI), ele quem teve a ideia de criar uma instância no Mastodon pro Nudecri, núcleo do qual o Labjor faz parte. RAFAEL: O Nudecri é um núcleo de pesquisa que é uma estrutura que não existe tipicamente em outras universidades, outras universidades estão estruturadas em institutos que dão cursos de graduação e pós, etc., e nós somos um núcleo de pesquisa que porventura dá cursos de pós-graduação, mas nós somos essencialmente um núcleo de pesquisa. Esse núcleo de pesquisa que é o Nudecri, por teimosia de algumas pessoas do próprio núcleo, a gente sempre insistiu em manter um conjunto de ferramentas tecnológicas próximas a nós, a gente sempre foi refratário a ideia de, por exemplo, pegar sites jornalísticos que nós fazemos e colocar em grandes provedores, a gente sempre gostou de ter essa estrutura conosco, então temos o nosso servidor no laboratório, então a gente tem um servidor nosso no laboratório não porque a gente resolveu ter agora, a gente tem isso desde os anos 2000, e isso foi ficando e a gente foi brigando pra manter. E essa briga por manter envolve essa percepção de pesquisadores de que era importante ter controle da tecnologia, de conhecer a tecnologia. Da tecnologia ser um tema pra nós e a gente sentir que tem que estar próximo dela com a capacidade de experimentar e também porque a gente desde o começo foi muito claro de que nos cabia ter e que não nos cabia ter. DAMNY: Existe também um aspecto super importante, ter uma pessoa técnica no campo da TI, como bem destaca o Rafael. RAFAEL: Nós temos um funcionário nosso que é um TI, temos um TI integrado, isso é altamente importante pra esse processo da gente ter isso mais próximo, foi por ter essa relação próxima que eu pude pegar e falar com o técnico, poxa, será que a gente consegue experimentar? E aí preciso tirar o chapéu pro André que é o nosso TI, porque além de tudo, a gente não basta ter um TI, a gente precisa ter um TI que esteja interessado em ser parceiro nas experimentações tecnológicas. ROGÉRIO: E se você tá dentro de uma universidade, deve ter acesso ao drive do Google pelo seu e-mail institucional, por exemplo. Só que essa “parceria” é algo que acaba fragilizando a soberania e a autonomia universitária. É algo que o coletivo Rede pela Soberania Digital Brasileira apontou no manifesto entregue ao presidente Lula em setembro de 2023. A experiência que vem desenvolvendo o Nudecri é tanto um exercício de apropriação tecnológica quanto uma forma de ir contra esse movimento. DAMNY: Nesse contexto, o Rafael convida a gente a refletir. RAFAEL: Como é que as universidades podem ser também um lugar para a produção dessa sociabilidade em torno da tecnologia para a produção dessa apropriação tecnológica num contexto de resistência à terceirização das infraestruturas tecnológicas para as Big Techs? Então, ter uma instância do Mastodon no nosso servidor é importante porque é um sinal de que um desses lugares de apropriação tecnológica podem ser os grupos de pesquisa. ROGÉRIO: E podem ser mesmo, né, Dam? Você precisa saber que o Damny e o Rafael levantaram um projeto de pesquisa sobre Fediverso nas Universidades, certo? DAMNY: Exatamente. O projeto leva por nome “O Fediverso nas Universidades Públicas: iniciativas para a construção de uma soberania digital nas universidades paulistas”. E a partir dele começamos um projeto de divulgação científica, com uma bolsa Mídia Ciência da Fapesp, graças à qual estamos aqui fazendo esse episódio hoje. Mas o Rafael pode nos falar melhor como tem sido isso. RAFAEL: A gente tentou fazer um processo de convencimento dos pesquisadores para que eles se apropriem do Fediverso, mas esse processo foi também de tentar trazer os veículos que esses pesquisadores gerenciam para dentro do Fediverso. ROGÉRIO: E graças ao esforço de vocês o Oxigênio e a revista ComCiência estão no Mastodon, e ouvi que os outros veículos do Nudecri também estão chegando né. DAMNY: Estão chegando e seguimos no processo de atrair e de convencer eles que aqui no Fediverso esses veículos têm audiência. ROGÉRIO: Definitivamente é tudo um desafio que precisa de estratégia para convencer às pessoas a entrarem pro Fediverso porque é algo diferente dentre nossa cultura de redes sociais. Mas, argumentos não nos faltam do ponto de vista ético e político, como já mencionamos. Ainda assim parece que falta alguma coisa. RAFAEL: mais do que trazer as pessoas para cá, para o Fediverso, eu acho que o desafio é trazer conteúdo para o Fediverso. Então, não é só que o pesquisador “x” tenha o seu perfil lá, não, é que essa produção que ele trabalha de graça para as redes comerciais, que ele trabalha de graça para o público para uma rede social que é um bem comum, uma rede social que é aberta, descentralizada, federada, etc., quer dizer, quando você tiver mais conteúdo no Fediverso as pessoas vão tender a entrar no Fediverso. Porque acho que as pessoas vão atrás não só das relações sociais que estão nas redes sociais, elas vão atrás dos conteúdos que estão nas redes sociais. DAMNY: Esse trabalho que estamos fazendo no Nudecri para divulgar e comunicar ciência no Fediverso é um esforço como o que vem fazendo, por exemplo, a Comissão Europeia, algumas organizações ambientais, os governos da França, Suíça, Holanda e Alemanha, e alguns veículos de comunicação como a BBC que decidiram também implementar seus próprios servidores em redes sociais descentralizadas como o Mastodon. Tudo isso num esforço por se desvencilhar das redes sociais nas mãos e sob completo controle das big techs. E nesse sentido eu gostaria de destacar o trabalho que está fazendo a Holanda. Lá a Cooperativa de TI da educação e pesquisa holandesa, a SURF (que em português é algo assim como “Instalações Colaborativas de Computação Universitária”) eles pararam de usar o X por causa das políticas antidemocráticas do Musk, e agora estão explorando o Mastodon como uma plataforma de código aberto para educação e pesquisa no país. O piloto foi lançado em fevereiro de 2023 e continua em andamento. Estudantes, pesquisadores, funcionários e instituições da Holanda podem experimentar o Mastodon de forma acessível. ROGÉRIO: E uma curiosidade: A SURF foi quem criou o sistema Eduroam, sabe? O Wi-Fi público que usamos aqui na Unicamp e na maioria das universidades do país e no mundo. E tem mais, lembra que a gente falou que a base destas ações estão no código aberto e o software livre? Bom, aqui no Brasil há uma experiência que está sendo implementada em outras partes do mundo. Uma demonstração de como funciona uma política pública baseada em software livre: o Tainacan. DAMNY: A gente conversou com um dos seus criadores, o José Murilo, especialista em políticas públicas voltadas para a tecnologia digital e a internet, e coordenador de Arquitetura da Informação Museal no Instituto Brasileiro de Museus, o Ibram. Ele vai nos explicar o que é e o que faz o Tainacan. MURILO: Ele é um repositório digital. Então, basicamente, ele trata da publicação de acervos digitais, de instituições de memória, arquivos, bibliotecas e museus. Agora, ele está pronto para publicar qualquer coleção. Se você tem uma coleção de chaveiros e você quer publicá-la na internet, você tem, e é muito fácil porque é um plugin, basta você, se você tem o WordPress já instalado rapidamente, você já começa a operar. E ele é uma ferramenta muito interessante, porque, por ser um plugin para WordPress, ele muito facilmente chupa arquivos, acervos. Por exemplo, ele chupa acervos do YouTube, ele chupa acervos do Flickr, e trazendo metadados. E, rapidamente, aquilo vira uma coleção que você está hospedando localmente, enfim. DAMNY: O Murilo tocou em dois conceitos importantes: o WordPress e plugins. Acho que vale a gente fazer um parêntese para entender melhor como funciona o Tainacan. Porque quando a gente fala em Fediverso, em instâncias, em protocolos, pode parecer que estamos falando de um mundo muito distante da experiência comum das pessoas. Mas existem pontes. Uma delas é o WordPress que é uma plataforma de publicação, originalmente para blogs, que hoje alimenta mais de 40% de todos os sites da internet. É um software livre, o que significa que qualquer pessoa pode baixar, instalar, modificar e usar sem pedir licença a ninguém. ROGÉRIO: E o que são plugins? São como aplicativos que você instala no seu site para adicionar funcionalidades novas. Quer uma loja virtual? Instala um plugin. Quer integração com redes sociais? Instala outro. Quer que seu site WordPress se torne parte do Fediverso? Existe um plugin para isso. Ele faz com que seu site passe a falar a língua do ActivityPub, aquele protocolo que a gente mencionou, e pronto. As pessoas podem seguir seu site diretamente no Mastodon e comentar seus posts, interagir como se estivessem na mesma rede. É uma forma de trazer a lógica do Fediverso para dentro de ferramentas que milhões de pessoas já usam, sem precisar aprender nada do zero. DAMNY: Então o Tainacan é esse plugin, que como bem falou o Murilo, é só adicionar ao seu site ou blog, e já faz o trabalho de criar um acervo do que você quiser. ROGÉRIO: O Tainacan é uma ferramenta maravilhosa, mas o mais importante é que é produto de uma política pública, feito em instituições públicas, numa relação entre o Ibram e as universidades federais. MURILO: Antes do MinC (Ministério da Cultura) ser extinto, a gente tinha iniciado, a partir do Fórum da Cultura Digital Brasileira, uma política para acervos digitais, pensando numa tecnologia que pudesse atender a interoperabilidade entre arquivos, bibliotecas e museus. E nisso surgiu o Tainacan. O Tainacan ele nasce lá em 2016, 2015, na verdade, quando a gente tinha feito uns editais de digitalização de cultura afro, e a gente queria um protótipo de tecnologia que pudesse atender a essa demanda, ou seja, de difundir acervos digitais, tratando dos modelos de dados de arquivos, bibliotecas e museus. DAMNY: Tem várias pessoas envolvidas nesse projeto, que integra o Programa Acervo em Rede, uma política pública baseada em software livre. Mas, uma que é central é o professor Dalton Martins, especialista em ciências da informação, quem iniciou o projeto na Universidade Federal de Goiás, e foi para o Ibram para ocupar o cargo de Coordenador-Geral de Sistemas de Informação Museal. Também, é importante, houve uma conexão muito forte com a Universidade Federal do Espírito Santo. ROGÉRIO: Vale destacar que esse desenho institucional proposto para essa cooperação Ibram-Universidade favoreceu o envolvimento de jovens museólogos, arquivistas e bibliotecários na formulação e implementação de aplicações, e na ativação de redes para o campo museal. E tudo isso movimentado pela cultura do software livre. Mas por que isso é importante? MURILO: Olha, o software livre é a única forma de você ter realmente uma garantia de que aquela aplicação vai continuar funcionando como ela funciona hoje, sem a interferência externa. Quando fala, por exemplo, quando a gente anuncia o Tainacan e faz a propaganda dele, é um pouco nesse sentido. Como é que você vai garantir que a informação pública que você está publicando numa plataforma proprietária vai continuar publicada com aquele mesmo tipo de acesso perenemente? Não tem como. A única forma de você garantir é com o software livre. Então, assim, eu acho muito importante que a gente tenha chegado nesse ponto no campo da cultura, com um projeto dessa natureza, mostrando o caminho. Acho que a gente não tem a visibilidade que a gente deveria ter, porque o acesso a esse software é muito fácil. Você baixar um plugin é muito fácil. Nós temos tutoriais da formação de utilização da ferramenta no YouTube, e temos uma equipe lá que está pronto para dar suporte para todo mundo. Tem muita gente fazendo o seu próprio Tainacan. A gente deu atendimento ao pessoal do Corinthians, o pessoal da Mangueira, enfim, a conversa está espalhando, e as pessoas estão vendo que publicar seus próprios acervos faz sentido no século XXI. DAMNY: Olha a magnitude deste bem público que é o Tainacan. Qualquer um pode fazer uso dele. Instituições do tamanho do Corinthians, da Mangueira, estão querendo usar ele para guardar seus acervos. E a questão não fica só aqui no Brasil. MURILO: Ah, eu quero dizer também que os museus federais do México já usam Tainacan e os museus da Colômbia também já estão utilizando Tainacan. O que está quase permitindo que a gente pense num agregador Americana. Já pensou? ROGÉRIO: Então o Tainacan tem impacto além das fronteiras brasileiras. Ele é quem permite o funcionamento de mais uma grande criação para os acervos culturais digitais: a Brasiliana Museus, um serviço de agregação de coleções museológicas desenvolvido a partir do Tainacan. MURILO: A Brasiliana, ela vem de um desafio que a gente sempre colocou quando a gente pensava a política para acervos digitais. A gente falava que a gente deveria ter como meta um agregador e uma máquina de busca nos conteúdos da cultura brasileira. Que não fosse o algoritmo do Google, ou seja, que a gente pudesse de alguma forma trabalhar essa instância da pesquisa e exploração em busca como política pública, como uma forma que o algoritmo que você pensasse para isso estivesse dando visibilidade aos conteúdos da cultura brasileira, enfim. Então a brasiliana começa um pouco assim, como um agregador museológico, de instituições museológicas, mas o grande desafio era a gente estar trabalhando com esses índices de forma a produzir uma busca de qualidade, através desses indicadores. Então foi assim, a gente iniciou com os museus do Ibram, mas na medida em que a brasiliana foi lançada, ela já abriu para adesão de outras instituições, teve entrada do Museu da Pessoa, por exemplo. DAMNY: Com a Brasiliana, o Ibram inaugurou a iniciativa dos Museus brasileiros no Fediverso, quando ativaram o plugin ActivityPub no site WordPress da Brasiliana Museus, e publicaram o primeiro post de um domínio gov.br na web social, ou seja, no Fediverso. MURILO: A gente parte, eu acho que é um post que eu fiz na Brasiliana, em janeiro de 2024, era isso, ou seja, a gente estava constatando que o estado das redes sociais era uma coisa calamitosa e que, a partir da política pública, a gente gostaria de explorar possibilidades, alternativas, enfim, na perspectiva dos museus. E quando eu digo isso, eu quero dizer que, por exemplo, museus utilizam intensamente Instagram, já utilizaram mais, mas usam muito o Flickr. E a gente sempre teve essa ideia de que gostaria de, pelo menos, oferecer uma alternativa, oferecer uma possibilidade que um determinado museu quisesse usar algo alternativo, que houvesse essa possibilidade. Então, foi assim. Foi a possibilidade de criar contas para os museus no Fediverso. ROGÉRIO: O projeto do Fediverso do Ibram continua crescendo. Eles criaram a instância no Mastodon, chamada social.museus.gov.br, já ha mais de um ano. MURILO: Então, aí a gente lançou, mas a gente foi bem devagar, fazendo experimentos, a gente criou uma conta do Cadastro, que também publica os itens do Tainacan lá, a Brasiliana está publicando também os itens do Tainacan, mas isso a gente não está divulgando ainda, é tudo como experimento, aí a gente mostra para alguns parceiros, olha como é que está aí. E a gente estava com um plano, chegamos a conversar com o Comitê Gestor da Internet, de ter o domínio Museu.br, que ele não está ativado ainda, a ideia do comitê gestor era usar, tendo uma instituição como porteiro ali, e aí a gente falou, o Ibram pode ser esse porteiro, mas o que a gente queria mesmo era começar o social.museu.br, ser o primeiro, para que a partir dali a gente desse instâncias para os vários museus. O museu ganhava conta e aí, ou seja, essa instância seria para contas de museus. Isso está ainda encaminhando, hoje mesmo eu retomei essa conversa, o comitê gestor já deu ok, só está faltando a gente se organizar aqui. DAMNY: esse caso do Ibram com a criação do Tainacan e a Brasiliana Museus é mais uma evidência de como é possível construir política pública com uso do software livre, unindo esforços de diversas instituições públicas para obter um bem público e acesso à informação e à educação. MURILO: Para você ver, quando a política pública é integrada ela vai provocando novos desenvolvimentos que são correlacionados, e como está tudo software livre a coisa vai no mesmo nível, vai na mesma linha. Então é uma coisa assim, é um ciclo virtuoso que a gente tem que realmente incentivar. ROGÉRIO: E temos que incentivar mesmo, como as experiências que comentamos nesse episódio, a Organica.Social, o Tainacan, a Brasiliana Museus, e as instâncias do Nudecri para divulgar ciência. Essas são evidências de que é possível, sim, construirmos soberania digital e autonomia através da apropriação de tecnologias de código aberto e software livre. [música] ROGÉRIO: A pesquisa, entrevistas, roteiro, e apresentação desse episódio foi feita pelo Damny Laya e por mim, Rogério Bordini, que também fui responsável pela edição desse episódio. DAMNY: O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e apoio do Serviço de Auxílio ao Estudante da Unicamp. Agradecemos em especial a revisão da coordenadora do Oxigênio, Simone Pallone de Figueiredo, e a doutoranda Mayra Trinca. Além disso, contamos com o apoio da FAPESP, que financia bolsas como a que nos apoia neste projeto de divulgação científica. ROGÉRIO: Obrigado por ouvir até aqui, e se quiser, deixa um comentário sobre esse episódio na sua plataforma de áudio preferida ou nas redes sociais, sobretudo no Mastodon, que a gente está esperando por vocês lá. Você encontra a gente em todas as plataformas como Oxigênio Podcast. Obrigado, até mais. [VINHETA OXIGÊNIO] Créditos: Os sons de rolha e os loops de baixo são da biblioteca de loops do Garage Band. Roteiro: Damny Laya e Rogério Bordini Produção: Rogério Bordini Pesquisa: Damny Laya Narração: Damny Laya e Rogério Bordini Entrevistados: Rafael Evangelista, Thiago Skarnio, José Murilo Projetos citados Projeto Tainacan: https://tainacan.org/ Projeto Piloto da SURF (Holanda): https://www.surf.nl/en/about-the-mastodon-pilot Rede Organica.Social: https://organica.social/explore Observatório do Fediverso: alquimidia.org/fediverso/ Relatórios Técnicos SANTINI, R. M., BORGES, M., FERREIRA, F., SALLES, D. G., GRAEL, F., & BARROS, C. E. (2023). NETLAB. Estudo da campanha contra o PL 2630 e regulamentação das plataformas digitais. 2023. (p. 23). UFRJ. https://netlab.eco.ufrj.br/post/estudo-da-campanha-contra-o-pl-2630-e-regulamenta%C3%A7%C3%A3o-das-plataformas-digitais Notícias e Reportagens BONIFAZ, R. (2023, outubro 5). Redes libres y federadas: Construyendo el fediverso – Por una Internet Ciudadana. https://al.internetsocialforum.net/2023/10/05/redes-libres-y-federadas-construyendo-el-fediverso/ BLOOMBERG. Bloqueio do X no Brasil custa milhões de usuários a Musk, mas afeta pouco a receita dos negócios. O Globo, Rio de Janeiro, 5 set. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2024/09/05/bloqueio-do-x-no-brasil-custa-milhoes-de-usuarios-a-musk-mas-afeta-pouco-a-receita-dos-negocios.ghtml. CORREIO DA MANHÃ. Milhares de utilizadores abandonam a rede social X no dia da tomada de posse de Trump. Correio da Manhã, Lisboa, 20 jan. 2025. Disponível em: https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/milhares-de-utilizadores-abandonam-a-rede-social-x-no-dia-da-tomada-de-posse-de-trump. DEUTSCHE WELLE. German institutions depart X, a day after Musk’s Weidel talk. Deutsche Welle, Bonn, 10 jan. 2025. 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O mistério revelado: a Igreja que Deus planejou antes da criação - Thiago Borba by Verbo da Vida Sede
Olha só quem vai entrar em Pânico nesta sexta (05)! É o homem mais irrita… enfureci… mais Pilhado que a gente conhece! O Thiago, que é o craque das ruas, do asfalto e até do Asmar, vai participar do programa para falar sobre os títulos do Flamengo em cima do Palmeiras, a reta final do Brasileirão e a final da Libertadores — será que o Reginaldo vai meter o atestado?Ele ainda vai falar sobre suas expectativas para o sorteio da Copa do Mundo, a seleção de Ancelotti, se o menino Ney vai trazer o hexa ou se vai ter alguma farofa do Delari para ir, e muito mais… mas tudo sempre dentro das quatro linhas! Assista ao vídeo ou seu time vai ter que imitar o 13º salário e cair no final do ano.
Celebração à noite | 26 de outubro de 2025.Venha ser comunidade da Fé e da Vida com a gente!
Thiago Aguiar disse que se a PL da Devastação estivesse em vigor, a Vale não teria sido responsabilizada pelos crimes de Mariana e Brumadinho
O Fluminense é o time brasileiro com a melhor participação na Copa do Mundo de Clubes, nos Estados Unidos. Com a vitória sobre o Al Hilal, da Arábia Saudita, por 2 a 1, na última sexta-feira (4), o Tricolor carioca vai disputar a semifinal. O duelo será contra o Chelsea, na terça-feira (8), em Nova Jersey. Dos quatro times que restam no torneio, o Flu é o único não europeu. Tiago Leme, correspondente da RFI em Nova Jersey Também na sexta, o Palmeiras foi eliminado nas quartas de final ao perder para o Chelsea por 2 a 1. Já Flamengo e Botafogo caíram nas oitavas, ao perderem para o Bayern de Munique e Palmeiras respectivamente. No caminho para a semifinal, o Tricolor surpreendeu alguns favoritos. Nas oitavas de final, ganhou por 2 a 0 da Inter de Milão, atual vice-campeã da Europa. Na fase de grupos, venceu o Ulsan, da Coreia do Sul, e empatou com o Borussia Dortmund e o Mamelodi Sundowns, da África do Sul. Com ambiente leve e mudanças táticas, o trabalho do técnico Renato Gaúcho tem dado bons resultados. O colombiano John Arias, um dos grandes destaques do Fluminense no torneio, falou sobre o feito histórico do time até aqui. “Tenho certeza de que todos estão muito orgulhosos no Rio, no Brasil, os tricolores no mundo todo. Foi uma campanha linda. A gente sabe da nossa realidade, sabe do clube que somos. Então, isso gera um sentimento de orgulho, de conseguir um feito tão grande. Não tem como esconder a diferença monetária, a diferença de estrutura com os times que estamos enfrentando. Mas a gente tem demonstrado também ser um grande clube, ter grandes jogadores, a gente tem demonstrado que está em um bom caminho. Então a gente tem certeza que está todo mundo muito feliz. E eu acho que o trabalho ainda não termina aqui”, afirmou Arias. Além disso, o Flu tem veteranos que resolvem. Os três jogadores mais velhos da equipe têm sido decisivos na Copa de Clubes. O goleiro Fábio tem 44 anos. O zagueiro Thiago Silva, 40. E o atacante Cano, 37. Revelado pelas categorias de base do Tricolor, Thiago Silva passou 15 temporadas seguidas na Europa antes de voltar ao time carioca, em 2024. Destaque no Milan, Paris Saint-Germain e Chelsea, ele já conquistou o Mundial pelo clube inglês em 2021. O lateral Samuel Xavier destacou a importância da experiência de Thiago. “O Thiago tem uma visão diferenciada, ele é um grande líder, um grande capitão e ele tem uma visão tática muito acima de qualquer outro jogador dentro de campo. Isso é muito importante, ele consegue enxergar, ele consegue mudar algumas coisas ali dentro de campo, algum posicionamento, e isso é importante. Você tem um grande líder, um cara que consegue ver o jogo. Ele tem feito coisas ali que têm ajudado bastante a gente”, disse Samuel Xavier. No Chelsea, o defensor espanhol Cucurella falou sobre a oportunidade de reencontrar o ex-companheiro de time Thiago Silva, agora como adversário, na semifinal de terça-feira. “Acho que eles (clubes brasileiros) são muito bons, estão mostrando isso neste torneio, estão indo até o fim. E bem, agora temos mais uma partida certamente difícil contra o Fluminense, vamos jogar contra o Thiago Silva de novo. Acho que vai ser muito bom, mas agora vamos tentar descansar, nos preparar bem para a partida e encará-la da melhor maneira possível”, disse o espanhol. Quem avançar deste confronto vai encarar na grande decisão, no domingo que vem, dia 13 de julho, o vencedor de Paris Saint-Germain e Real Madrid.
Salve, camaradas!João Thiago, professor, historiador, músico e percussionista, detalhou alguns dos diversos maracatus pernambucanos, destacando a importância da tradição e da resistência que envolve o maracatu.Ouça agora!
Os relatos de quaresma não param e, por isso, convidei uma dupla que sabe (e pesquisa) muitas lendas e histórias, envolvendo este período. O Thiago de Souza, do projeto O Que Te Assombra e o folclorista, Rogério do canal Sem Tempo.
Somos uma igreja Cristã de fé reformada em Poá-SP, manifestando o reino de Deus através da palavra e do testemunho, crescendo em graça e conhecimento. Acreditamos que não existe uma igreja forte se as famílias são fracas, citando o pacto de Lausane, buscamos compartilhar: O evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens. Cada casa uma igreja, cada homem um pastor e cada quarto um cenáculo. Acreditamos que todo cristão deve estar comprometido em missões já que o ide é para todos, seja em campo ou financeiramente, estamos comprometidos financeiramente com os projetos missionários: AME, MCM e Missão Jiu-Jitsu Sertão. Venha nos conhecer, estamos localizados na Rua Prefeito Francisco Rodrigues Filho, 310 - Centro, Poá - SP, 08561-200 Se inscreva no nosso canal do Youtube e nos acompanhe nas redes sociais: Youtube: https://www.youtube.com/@IgrejaCristadoCalvario Instagram: https://www.instagram.com/icalvario_oficial/ Dízimos e Oferta via pix: ofertas@icalvario.com.br
Simples Igreja | Não volte ao lugar de condenação | Thiago Dantas by Simples igreja
O Thiago e a Rayssa começaram a namorar na faculdade e 10 anos depois, eles foram morar juntos. Logo em seguida, ele foi demitido do trabalho e eles descobriram que estavam grávidos. Foi um perrengue e o Dante nasceu com Síndrome de Down, mas o amor superou tudo. Depois veio o segundo filho e na pandemia a Rayssa engravidou de gêmeos. Os desafios pareciam não acabar, mas com quatro filhos ela ainda foi diagnosticada com câncer de estômago em estágio avançado. Apesar de lutar, ela partiu, e o Thiago teve que se reerguer pelas crianças. Hoje ele usa as redes sociais para compartilhar o seu dia-a-dia e ajudar outras famílias com dicas e ensinamentos sobre a dádiva de ser Pai.
Projeto Energia Crônica: Medicina Integrativa Quântica⚡- Saúde - Longevidade -Bem estar- VIBRE +⚡
Fala, Fala minha Amiga, meu Amigo BIOENERGÉTICO! Você sente algum tipo de DOR?
A canção de Luiz Melodia interpretada pelo cantor, ator, psicanalista, dramaturgo
Os tipos de oração - Thiago Freitas by Verbo da Vida Sede
O Sala de Redação desta segunda-feira (11) projetou as semifinais do Gauchão: Inter x Juventude e Grêmio x Caxias. O programa também trouxe a entrevista coletiva de Thiago Maia, novo volante do Colorado. No Tricolor, o debate foi sobre Cristaldo, que teve boa atuação contra o Brasil-PEL.
Futebol, informação, humor, opinião e corneta! Rodrigo Adams, Rapha Gomes, Lelê, Pedro Espinosa, Rafael Diverio e convidados, debatem tudo sobre futebol de um jeito descontraído e animado.
A GRANDE CONSOLAÇÃO - Thiago Braglia
Fala Carlão conversa com Thiago Falda, Presidente Executivo da ABBI, a Associação Brasileira de Bioinovação, durante a COP28, em Dubai. Saiba o que faz a entidade que ele dirige agora aqui no Fala Carlão. Fala aí, Thiago!
Mensagem 03 da série: Fechado para BalançoAqui estão alguns links para facilitar sua interação durante todo nosso encontro:Links ÚteisEu quero entregar a minha vida para Jesus! #EuQueroJesus:️ https://hangar7church.com/euquerojesusContribua com a expansão dessa mensagem, seja generoso(a):https://hangar7church.com/contribuaConta Bancária:SantanderAG 0157CC 13005309-2Hangar 7 Comunidade CristãCNPJ: 21.315.199/0001-17Qual seu Motivo de Oração ou Motivo de Gratidão? Queremos orar por você:https://bit.ly/oracaoH7Conheça a Estação Rocket, o espaço ideal para as as crianças se abastecerem com o combustível do céu.https://bit.ly/EstacaoRocketQueremos te Conhecer! Acesse e cadastre-se em nosso Lounge e bem vindo a Família:https://landing.hangar7church.com/loungeLove My City - Doe cestas básicas para outras famílias.️ https://hangar7church.com/lovemycityNaves são como chamamos nossos Pequenos Grupos, conheça uma Nave agora mesmo:️ https://hangar7church.com/nave
Uma das coisas que torna uma pessoa "Sombria" é ser imprevisível. E o Host favorito incorporou isso no seu aniversário, deixando o episódio desta semana totalmente fora de ordem! Vem curtir! Tópicos de Interesse: Bola fora bilíngue; Mario e o Corinthians, Mindset vencedor, como ser sombrio, renúncia de cargo público por engano. Quer Fazer parte do nosso Grupo VIP no Zap, ter acesso a conteúdos exclusivos, e ainda ajudar nosso podcast a melhorar e produzir cada vez mais conteúdo bacana? Padrim.com.br/escapismopodcast. O quanto você puder contribuir nos ajuda bastante! E a partir de R$5,00 você pode participar de sorteios! E se você não pode contribuir mensalmente, mas quer nos ajudar de alguma forma, temos PIX! escapismopodcast@gmail.com! sinta-se à vontade para doar, significa muito pra gente!
O Thiago talvez tenha uma das almas mais jovens entre os velhos que conheço. Thiago saiu da cidade natal, Ituiutaba, para se aventurar na maior cidade da américa latina antes dos 18 anos, com o objetivo de sair de lá formado em Comunicação Social pela ESPM. Depois disso, voltou para o interior, e fundou a Sic Works, uma empresa que oferece serviços de marketing e branding para empresas. O convidado é @thiagoschmidt Acompanhe pelo Instagram! @oquaseadulto
Mensagem do culto de domingo(23/07), da Família Jesuscopy, ministrada por Thiago Marques. Compartilhe com mais pessoas. Nos siga no instagram: www.instagram.com/familiajesu... Baixe nosso app na Play Store (bityli.com/celularesandroid) ou App Store (bityli.com/iphones : Família Jesuscopy INSCRIÇÃO PARA CAMPUS ONLINE: forms.gle/QrYrdrCs7utLt2Lh6 OUTROS LINKS: Familia Jesuscopy - linktr.ee/familiajesuscopyon QUERO OFERTAR - linktr.ee/familiajesuscopyon
Sabemos que a expansão do Reino é o Plano Deus, e Ele mesmo abre portas e oportunidades para que você alcance corações e transforme as esferas para Ele, e enquanto isso está acontecendo, as demais coisas estão sendo acrescentadas! Não fique de fora do que Deus está fazendo! Seja parte da Expansão do Reino!Aqui estão alguns links para facilitar sua interação durante todo nosso encontro:Links ÚteisEu quero entregar a minha vida para Jesus! #EuQueroJesus:️ https://hangar7church.com/euquerojesusContribua com a expansão dessa mensagem, seja generoso(a):https://hangar7church.com/contribuaConta Bancária:SantanderAG 0157CC 13005309-2Hangar 7 Comunidade CristãCNPJ: 21.315.199/0001-17Qual seu Motivo de Oração ou Motivo de Gratidão? Queremos orar por você:https://bit.ly/oracaoH7Conheça a Estação Rocket, o espaço ideal para as as crianças se abastecerem com o combustível do céu.https://bit.ly/EstacaoRocketQueremos te Conhecer! Acesse e cadastre-se em nosso Lounge e bem vindo a Família:https://landing.hangar7church.com/loungeLove My City - Doe cestas básicas para outras famílias.️ https://hangar7church.com/lovemycityNaves são como chamamos nossos Pequenos Grupos, conheça uma Nave agora mesmo:️ https://hangar7church.com/nave
O Thiago começou em administração de agronomia, mas não gostou da área e decidiu ir pra Irlanda trabalhar com atendimento ao consumidor. Conseguiu mudar pra área de testes dentro da própria empresa, e posteriormente mudou para a Apple. Atualmente continua na Apple, mas em Singapura, e nos conta como foi essa mudança, sobre os preços e o mercado nesse país asiático. Fabrício Carraro, o seu viajante poliglota Thiago Nunes, Engenheiro de Testes na Apple em Singapura Links: Garanta seu ingresso pra conferência Dev Leaders Formação "Carreira QA: processos e automação de testes" na Alura Curso "Python e TDD: explorando testes unitários" na Alura Curso "TDD e Java: testes automatizados com JUnit" na Alura TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/ e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo: Alura Língua Cursos online de Idiomas - https://www.aluralingua.com.br/ Alura Cursos online de Tecnologia - https://www.alura.com.br/ Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e Multimídia
Mensagem do dia 02 de Julho de 2023 por Thiago Grulha A Revelação de Deus | Tiago 5:13-16 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais: www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Conversa recente que tive com Cecília São Thiago no IG. Siga Cecília aqui: https://www.instagram.com/_klimtt/ Faça parte do NFoTo: https://www.enfbyleosaldanha.com/about-3-1
"SER UM RASCUNHO DO REINO DE DEUS " ____________________ Inscreva-se para nossas programações em https://igrejaporamor.com.br/programa... GENEROSIDADE: PIX 31.321.234/0001-64 (CNPJ) Banco Bradesco Ag 1997 C/C 23992-5a Igreja Por Amor CNPJ: 31.321.234/0001-64 - Banco Itaú Ag 0562 C/C 16233-9 Igreja Por Amor CNPJ: 31.321.234/0001-64 PAY PAL (Aceita também transações internacionais) https://www.paypal.com/cgi-bin/webscr... - SÉRIE "UM RASCUNHO DO REINO DE DEUS": https://bit.ly/3mJrnCt - ACESSE NOSSO INSTAGRAM: https://bit.ly/42bmiTC - ACESSE NOSSA LOJA: https://bit.ly/3Fg9e5N - INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL: http://bit.ly/2XjDllG - NOSSO PODCAST: Spotify - https://open.spotify.com/show/6ysyRrS... Deezer - https://deezer.page.link/8fwdrcpiLFMW... Apple podcast - https://podcasts.apple.com/br/podcast... #victorazevedo #igrejaporamor
Mensagem do culto de domingo(23/04), da Família Jesuscopy, ministrada por Thiago Marques. Continuando a série "AS EXCELÊNCIAS DE CRISTO" estudo baseado no livro de Alan Hood com o mesmo nome. Link para adquiri o livro: loja.jesuscopy.com/livros/excelenc…isto-allen-hood Compartilhe com mais pessoas. Nos siga no instagram: www.instagram.com/familiajesu... Baixe nosso app na Play Store (bityli.com/celularesandroid) ou App Store (bityli.com/iphones : Família Jesuscopy INSCRIÇÃO PARA CAMPUS ONLINE: forms.gle/QrYrdrCs7utLt2Lh6 OUTROS LINKS: Familia Jesuscopy - linktr.ee/familiajesuscopyon QUERO OFERTAR - linktr.ee/familiajesuscopyon
Subsecretário De Arrecadação Da Receita Federal, Mário José Dehon São Thiago Santiago by Rádio Gaúcha
#Mindset #Cérebro #AltaPerformance #ansiedade #Felicidade #MercadoFinanceiro #BolsaDeValores100% GRATUITO - Do dia 06 a 08/02, você tem um encontro marcado com grandes nomes do mercado trader. Os segredos que podem ajudar você a se tornar um PRO em 2023: https://bit.ly/GCIvy175 Giuliano Milan é especialista em meditação e se tem transformado o mindset de executivos e atletas famosos. Ele foi o responsável por ajudar o jogador de futebol Lucas Moura a lidar com a ansiedade durante a transferência do São Paulo para o PSG.Também foi ele a orientar o nadador Thiago Pereira antes das Olimpíadas. "Ele vinha de muitos quartos lugares e isso estava afetando o desempenho. O Thiago tinha o sonho de bater o Phelps. A gente trabalhou a mente dele e ele conseguiu realizar esse sonho".Neste episódio, Milan fala sobre suas técnicas, como elas podem ajudar o trader a melhorar seu desempenho e dá dicas práticas para serem aplicadas no dia a dia.Hosts: Andre Moraes e Roberto IndechConvidado: Giuliano MilanPodcast by Clear Corretora
Eduardo Bohn Da Fundação Thiago Gonzaga - 11/12/2022 by Rádio Gaúcha
Instagram @jonathan.rengi
Campanha de crowdfunding, divulgação por influenciadores, desenvolvimento no tempo livre, sucesso de vendas no lançamento… Tudo isso faz parte da história do novo jogo indie brasileiro Fobia - St. Dinfna Hotel. Nesse episódio eu converso com o Thiago Matheus, CEO do Pulsatrix Studios, para conhecer a produção desse jogo de survival horror. O Thiago compartilhou alguns marcos da produção e foi bem interessante ver como foi feita a validação do jogo com o público em diferentes estágios antes dos sócios largarem seus outros trabalhos para se dedicarem exclusivamente a essa produção. O episódio está super interessante para quem quer desenvolver os próprios jogos, então não perca! »» Fobia na Steam: https://store.steampowered.com/app/1298140/Fobia__St_Dinfna_Hotel/ »» Site da Pulsatrix Studios: https://www.pulsatrixstudios.com/
Nesse episódio eu converso com o Thiago Faria, Produtor de Jogos que atualmente trabalha na Sledgehammer Games, estúdio responsável pelo desenvolvimento do Call of Duty. O Thiago começou na área de produção ainda cedo na sua carreira e passou por diversos estúdios no Brasil trabalhando com jogos menores e jogos mobile até tomar a decisão de se mudar pro Canadá e tentar a sorte de trabalhar em uma empresa por lá. Nós conversamos sobre o papel do Produtor em jogos de diferentes tamanhos e como foi o processo de imigração para o Canadá sem ter nenhum emprego em vista até ser contratado para trabalhar no Watch Dogs na Ubisoft. Ele também compartilhou algumas diferenças no dia a dia de trabalho nas experiências que teve e deu dicas valiosas para quem quer ingressar ou migrar para a área de produção de games.
Julgamento de constitucionalidade do bafômetro e venda de bebidas alcoolicas em estradas. relator Fux votou a favor das duas ações e julgamento foi suspenso
If you'd like to learn more about the Conversation Club After Hours, in which we meet many times a week to discuss the podcast episodes, go to https://portuguesewitheli.com/cah And here is the monologue for your benefit: O Thiago sempre foi um cara muito focadoe aplicado no trabalho. Me espelhava nele para desenvolver meu trabalho aqui na empresa. Mas recentemente o Thiago deu um cavalo de pau na carreira dele e está indo de mal a pior. E tudo começou com uns lapsos de memória. Aqui e ali ele se esquecia de um pedido de um cliente. Ficava olhando para o nada por minutos até que alguém batesse no ombro dele e dissesse: “ei, cara, tá desligado por quê? É melhor voltar ao trabalho.” Ele sorria desconcertado e replicava que estava pensando nos jogos que tinha comprado. Jogos! Mais essa agora. Fui conversar com ele. Disse ao Thiago que ele tinha sido um modelo para mim, mas que agora eu estava estranhando a conduta dele no ambiente de trabalho. Ele me perguntou se eu sabia o que era um streamere eu respondi que sabia por alto, mas nunca me deu vontade de ir a fundo no assunto. Ele confessou que estava planejando iniciar uma carreira de streamer, porque era essa a sua paixão. Paixão... estava mais para recreação. E então ele começou a divagar, falando que nunca tinha seguido seus sonhos, que a vida era muito curta para ser desperdiçada a serviço de uma empresa e tal e tal e tal. Ainda tentei dar uns conselhos a ele, que procurasse um psicólogo, porque, pelo andar da carruagem, ele ia acabar no olho da rua rapidinho. Mas foi tudo em vão: ele se fez de surdo e continuou com aquela ideia na cabeça. Não vou mentir: comecei a pensar nos meus sonhos também. Até tentei me inteirar um pouco daquele negócio de streaming, mas estava muito aturdido com o volume de trabalho que comecei a ter depois que o Thiago passou a trabalhar menos. Os dias foram passando e ele estava mais apático e descuidado, até que, em plenasegunda-feira, ele pediu demissão. Tinha conseguido um contrato supimpacom uma empresa de jogos. E eu fiquei lá, chupando dedo. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/portuguesewitheli/message
O Thiago fez 40 anos em dia de gravação de Wanda e o que preparamos? Uma festa surpresa com participação rápida da Bárbara! Teve bolo, salgadinhos e tudo. Então, aproveitamos a bagunça para falar de aniversários: a gente ama fazer? Como é a festa ideal? Qual foi o aniversário mais bafo e o mais flopado que já fomos? LOTUS Pessoas que falam “emóji” Gente que faz pergunta estúpida Elon Musk de olho no Twitter Culpa materna Se desculpar demais MERYL Pabllo e Anitta no Coachella TVZ da Gloria Groove Show da Alcione Show da Maria Bethânia Thread do multiverso da crucificação Minx: Uma Para Elas Xuxa não tirando foto com fã bolsominion INTERESSANTENEY INSTAGRAM: @coreyjbradford CINEMA: Filmes do John Hughes SÉRIE: Eu, a Patroa e as Crianças FILME: Falando de Amor REALITY: Amazing Race ME AJUDA, WANDA! Eu sou a poby da relação, Wanda! Acho que meu boy pega meu melhor amigo, e agora? Será que me rendo a esse pornôzão com o gerente da firma? Podcast #391 apresentado por: @phelipecruz @eusousamir @santahelena @luxoeriqueza Edição / Produção: Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas) Quer ter seu caso lido em nosso podcast? Mande um desabafo, uma rapidinha, ou pergunte curiosidades para o e-mail redacao@papelpop.com. Coloque qualquer coisa com "Wanda" no assunto! Toda quinta-feira, às 13h17, um episódio novo, exclusivamente no Spotify Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
O Thiago é um mineiro que atravessou o mundo, primeiramente para fazer o Ciência Sem Fronteiras na Austrália, e posteriormente para fazer um Mestrado e se casar na China, onde ele está até hoje trabalhando com processamento de linguagem natural. […]
O Thiago foi da engenharia para a Medicina, foi aprovado na UFPA e UEPA. Hoje ele nos conta como foi esse processo, quais foram suas dificuldades e fala sobre seu método de estudo.Compartilhe esse episódio com seus amigos.Conheça o Sniper:O Sniper de Questões é um método comprovado, que aprova nas faculdades mais concorridas do Brasil.Comece 2022 com o método Sniper de Questões!https://www.sniperdequestoes.com.br/___________________________________Blog: https://www.resumov.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/susaneribeiro/Curso https://www.sniperdequestoes.com.br/
Culto do dia 13/03/2022 Tema: O caminho do perdão. Por Rev. Thiago Thomé
Marco Pavão é diretor, cartunista e animador, formado em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Cáper Líbero. Foi criador e diretor das séries de animação da MTV Brasil. Ao lado de Cacá Marcondes criou a Megaliga MTV de VJs Paladinos, e outras séries animadas. Fonte: pavao.tv Thiago Moraes Martins, autor e desenhista por trás de Johnny Canivete, começou sua carreira na MTV Brasil. Como quadrinista, publicou em 2016, A Sereia de Mongaguá, pela editora Veneta. Atualmente faz direção, direção de arte e design de personagens da série que co-criou chamada, Gigablaster, Fonte: originals.omelete.com.br/bruttal/autores/thiago-martins Marco Pavão e Thiago Martins, criaram e dirigiram as séries Fudêncio e Seus Amigos, Infortúnio com a Funérea, Rockstar Ghost, The Jorges e Gigablaster. Em 2007, juntos com Cazé Pecini, fundaram a Estricnina Desenhos Animados, que desenvolve séries de animação para a TV. Gigablaster, a série infantil dirigida por Pavão e Thiago Martins. A Estricnina Desenhos Animados é uma produtora brasileira de desenhos animados, começou como Drogaria MTV de Desenhos Animados em 2003.
Como ser ator ou atriz no Brasil? O curso online do Thiago Carvalho ensina o mesmo método que formou os melhores atores e atrizes do mundo: O Método Stanislavsky, também conhecido como Method Acting. O Thiago (@thiago.carvalho.nts) é Ator e Diretor do Instituto Stanislavsky. O instituto já ensinou mais de 4.000 alunos, possui várias produções premiadas e hoje você vai conhecer como o Instituto Stanislavsky migrou das aulas presenciais para as aulas online. Vai descobrir também por que ele pretende nunca mais voltar a dar aulas presenciais. Você vai descobrir como a maior escola de atuação do país consegue entregar um curso de formação de atores e atrizes pela internet e dominar um mercado ainda inexplorado pelos co-produtores do marketing digital. Quais são as estratégias de vendas para vender uma formação em atuação? O que um ator premiado pode te ensinar sobre gravar vídeos na frente da câmera? Estratégias serão reveladas. Funis serão abertos na sua frente. E muita cultura espera por você no Kiwicast de hoje. ________________________________________________________________________________________________ Visite o instagram do Thiago: https://www.instagram.com/thiago.carvalho.nts/ Visite nosso instagram: https://www.instagram.com/kiwify.br/ Comece a vender seu curso online com a Kiwify: https://kiwify.com.br/
A Kokku é uma empresa brasileira referência mundial em desenvolvimento externo tendo atuado em grandes jogos como Call of Duty, Horizon Zero Down e Sniper Ghost Warrior. Nesse episódio do Behind The Game Podcast eu conversei com o Thiago de Freitas, co-fundador e CEO do estúdio. Já são quase 10 anos da Kokku no mercado com muitos períodos de altos e baixos. O Thiago compartilhou os muitos desafios e situações difíceis que enfrentou no início dessa jornada empreendedora que trouxeram a Kokku até aqui - e que ainda promete ir muito mais longe. Se você está pensando em empreender com games, seja com jogos AAA ou mesmo com jogos indie, esse episódio está imperdível.