Podcasts about Caldeira

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Best podcasts about Caldeira

Latest podcast episodes about Caldeira

Atualpa - Palestra Pública
A Morte e o Morrer - palestra: 05/02/2026

Atualpa - Palestra Pública

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 66:11


Caldeira, Wesley. A morte e o morrer. Reformador. Brasília, ano 140, n. 2324, p. 20-22, nov. 2022. Obras básicas e complementares da Doutrina Espírita. (live no YouTube). Palestrante: Luiz Afonso

Livros para empreendedores
Eucorp | André Caldeira

Livros para empreendedores

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 15:24


Um livro com muitas reflexões sobre a nossa vida profissional e principalmente, como avaliamos as nossas iniciativas, crenças, valores e muito mais. Espero que gostem!Garanta o seu livro também: https://amzn.to/4kgiJFq

Atualpa - Palestra Pública
Função da Riqueza - palestra: 01/02/2026

Atualpa - Palestra Pública

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 69:16


Caldeira, Wesley. As funções da riqueza. Reformador. Brasília, ano 140, n. 2315, p. 17-21, fev. 2022. (live no YouTube). Palestrante: Lucimar Constâncio

Igreja Manaim
FCP | O legado da missão | Pr. Renato Caldeira

Igreja Manaim

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 46:34


25 de Jan 2026 | Igreja Manaim Mooca

Expresso - Money Money Money
Manuel Caldeira Cabral: “As tarifas de que se falam teriam efeitos absolutamente destrutivos no comércio com os EUA”

Expresso - Money Money Money

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 26:48


O ex-ministro da Economia sublinha que as empresas portuguesas tem conseguido resistir ao impacto das tarifas de Trump. Mas avisa que os estragos podem ser grandes se a nova dose, agora anunciada a propósito da Gronelândia, podem ser bastante sérios. Este episódio teve moderação de João Silvestre, editor executivo do Expresso, e contou com a participação de João Vieira Pereira, diretor do Expresso, e Manuel Caldeira Cabral, economista e ex-ministro da Economia. A edição esteve a cargo de Salomé Rita.See omnystudio.com/listener for privacy information.

GP3S - Divórcio Consciente
Mariana Caldeira e Nuno Cardoso-Ribeiro em REDE apoiamos e somos apoiados – ep. 195

GP3S - Divórcio Consciente

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 64:04


Hoje temos dois convidados muito especiais: a Mariana Caldeira e o Nuno Cardoso-Ribeiro, que desafiámos para falar connosco sobre trabalho interdisciplinar na área das famílias e crianças.Pensar o apoio às famílias exige diálogo entre áreas de intervenção, cooperação profissional e coragem para desconstruir mitos e ultrapassa barreiras conceptuais — a Mariana e o Nuno fazem tudo isto.O mote para a conversa foi o nosso livro REDE – Manual de apoio à Parentalidade Não Conjugal, mas a conversa foi muito mais do que isso. Foi um ensaio do que pode ser o encontro da área do direito, da psicologia, da parentalidade e do desenvolvimento infantil. A Mariana Caldeira psicóloga, autora do livro «Tudo o Que se Passa Aqui Dentro» e criadora da Clínica ProfundaMente.Trabalha no território onde o amor e a dor se confundem, onde ser família nem sempre é sinónimo de cuidado. Fá-lo com uma ética rara: sem romantizar e sem diabolizar.O Nuno Cardoso-Ribeiro é advogado, com mais de duas décadas de experiência dedicadas ao Direito da Família, Fundador e atualmente Presidente da Associação dos Advogados de Família e das Crianças. Tem tido um papel ativo na transformação da forma como os processos de divórcio são conduzidos em Portugal. É também mediador familiar, formador e autor de vários textos e obras na área do Direito da Família. Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas. Consulta o Índice do livro REDE, no nosso site, para conheceres o seu conteúdo. FOTO: @doglifeproject O episódio foi GRAVADO COM O APOIO @comuna_studios e está disponível no Spotify, Apple Podcasts, ⁠Youtube e nas outras plataformas de distribuição de Podcasts habituais. Para mais informações sobre AS NOSSAS FORMAÇÕES segue o ⁠link⁠Podes adquirir o nosso livro através do nosso ⁠site⁠,directamente da ⁠editora⁠ ou qualquer outra livraria física ou online

Pergunta Simples
Como comunicam os bebés antes das palavras? Pedro Caldeira da Silva

Pergunta Simples

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 54:01


Hoje abrimos uma porta especial: a porta para o momento em que a comunicação ainda não tem palavras. É ali, naquele segundo primordial, que tudo aquilo que somos, sentimos e esperamos cabe num olhar, num ritmo, num gesto que ninguém nos ensinou — mas que todos reconhecemos. Antes de falarmos, já comunicamos. Antes de dizermos “mamã” ou “papá”, já perguntamos: “Estás aí para mim?” Este é um dos territórios mais fascinantes e menos compreendidos da vida humana: a comunicação dos bebés. Intuímos muita coisa. A investigação ilumina ainda mais. Mas a cada novo estudo percebemos que a comunicação nos primeiros dias de vida é infinitamente mais complexa, sofisticada e decisiva do que imaginávamos. Para nos guiar, contamos com o olhar de Pedro Caldeira da Silva, fundador da Unidade da Primeira Infância do Hospital D. Estefânia e pioneiro da psiquiatria dos bebés em Portugal. Um clínico que passou décadas a observar esta dança silenciosa entre bebés e adultos — e que nos ajuda a ver o que tantas vezes nos escapa. Como é que os bebés comunicam quando ainda não têm palavras? Um tema que merece reflexão é: Como é que os bebés comunicam antes das palavras? Pedro Caldeira da Silva A comunicação de um bebé recém-nascido não é um acaso nem um reflexo automático. É intenção. É relação. É um corpo que chama o outro. E há sinais claros dessa comunicação precoce: A imitação involuntária de expressões faciais. A procura insistente do rosto humano. A preferência pela voz da mãe entre todos os sons. A capacidade de criar padrões rítmicos e emocionais. A repetição — o primeiro esboço de diálogo. Antes de falar, o bebé já pergunta, já espera, já testa. E, sobretudo, já organiza emocionalmente o mundo que o recebe. E quando um bebé não comunica? O que significa o silêncio? Se a comunicação precoce é natural, a sua ausência levanta perguntas. Um bebé que não procura, não repara ou não repete, pode estar a emitir um sinal tão forte quanto o choro mais intenso. Nem todo o silêncio é igual. Há o silêncio que acalma — e há o silêncio que preocupa. Pedro Caldeira da Silva ajuda a distinguir: O silêncio protetor: o bebé recolhe-se, mas volta. O silêncio sinal: o bebé não volta, não responde, não entra no jogo relacional. E aqui entramos num dos temas mais sensíveis da atualidade: o aumento dos diagnósticos do espetro do autismo. O episódio não traz alarmismo — traz clareza. O que sabemos. O que ainda não sabemos. O que precisamos de observar com atenção genuína. Da primeira infância à adolescência: o que muda na forma de comunicar? A conversa leva-nos num arco completo: do recém-nascido ao adolescente. E percebemos algo essencial: a comunicação humana é um contínuo, não um salto. O bebé imita porque precisa de relação. A criança repete porque precisa de segurança. O adolescente contesta porque precisa de autonomia. E nestas fases, pais, mães e cuidadores vivem um misto de responsabilidade, dúvida, exaustão e culpa. É por isso que o episódio fala também dos “tutores de resiliência” — figuras decisivas que surgem quando a família não chega: professores, treinadores, amigos, adultos significativos que seguram o chão emocional de uma criança. Os ecrãs fazem mal? Ou faz mal a ausência do adulto? Este é um dos mitos mais persistentes. E a resposta surpreende. O problema não é o ecrã. É o bebé que passa horas a olhar para uma televisão que não o olha. É a criança que perde ritmo, toque, olhar e reciprocidade. É a relação que desaparece enquanto a tecnologia ocupa o espaço. Um ecrã nunca é prejudicial por si só. Prejudicial é a negligência, a ausência emocional do adulto, o vazio relacional. O tédio também comunica Vivemos uma infância hiperorganizada: horários, atividades, vigilância constante. E, com isso, quase eliminámos um elemento crucial: o tédio. O tédio é fértil. É a matéria-prima da criatividade, da descoberta, da exploração. É onde se inventa. É onde se cresce. Ao retirar o tédio, retiramos à criança uma das primeiras formas de autonomia interior. A ausência emocional: o silêncio que fere Talvez o ponto mais duro — e mais urgente — do episódio: a indisponibilidade emocional. Não é ausência física. É presença sem vínculo. É um adulto que está, mas não responde. Que ouve, mas não devolve. Que vê, mas não repara. Esse silêncio cava um buraco na criança — e as marcas chegam muitas vezes à adolescência e à idade adulta. Falar deste tema é desconfortável, mas necessário. Porque só nomeando podemos reparar. Podemos reparar aquilo que falhou? Sim. E é uma das mensagens mais luminosas da conversa. Mesmo quando falhou vínculo, tempo ou atenção, nada está perdido. A experiência molda-nos, mas não nos fixa para sempre. Basta uma relação capaz, um adulto atento, alguém com disponibilidade emocional para realinhar o caminho. Humanamente, isto é extraordinário. E é profundamente esperançoso. O que fica desta conversa? Que os bebés dizem muito antes das palavras. Que as crianças comunicam mesmo quando não explicam. Que os adolescentes falam mesmo quando parecem calados. E que comunicar continua a ser uma arte de observar, responder e reparar. No fundo, a pergunta que atravessa toda a vida — da primeira infância à idade adulta — é sempre a mesma: “O que precisas de mim agora?” LER A TRANSCRIÇÃO DO EPISÓDIO Esta transcrição foi gerada automaticamente. Por isso, ela pode não estar totalmente precisa. 0:12 Ora, vivam bem vindos ao pergunta simples, o vosso podcast sobre comunicação? Os abrimos uma porta rara, a porta para o momento em que a comunicação ainda não tem palavras. Um instante em que tudo aquilo que somos, sentimos e esperamos. Cabe num olhar, num ritmo, num gesto minúsculo que ninguém nos ensinou, mas que todos reconhecemos. 0:35 Antes de falarmos, já dizemos, muito antes de dizermos, mamã ou Papá, já perguntamos, estás aí? Para mim, isto é um dos territórios mais fascinantes e talvez dos menos compreendidos da vida humana, a comunicação dos bebés. 0:51 Pelo menos para mim, todos intuímos algumas coisas. Há muita investigação e há a cada passo. Factos novos sobre a comunicação dos bebés não a fala, mas a intenção de comunicar a forma como um recém nascido convoca o adulto, cria padrões, imita expressões e constrói de forma surpreendentemente sofisticada, o seu primeiro mapa emocional do mundo. 1:13 E entramos acompanhados por alguém que passou décadas a observar esta dança invisível. Pedro Caldeira da Silva, fundador da unidade da primeira infância do hospital dona Estefânia e pioneiro da psiquiatria dos bebés. Ele ajuda nos. A ver o que normalmente não vemos, o choro como mensagem, o sorriso como reforço, a imitação. 1:33 Como o pedido de relação mostra nos como um bebé antes de falar, já está a estabelecer expectativas, a construir memória e organizar o pensamento, testando se o mundo responde e porque. A comunicação não é só técnica, é, sobretudo, vínculo. 1:50 Vamos também perceber como é que estas primeiras conversas deixam marcas. Na forma como olhamos, na forma como escutamos, na forma como nos relacionamos mais tarde, já, adolescentes ou adultos. Isto episódio é sobre bebés, mas também é sobre nós. Sobre aquilo que herdamos, aquilo que aprendemos, aquilo que continuamos a tentar reparar. 2:19 É desconcertante perceber que um bebé de poucos dias já vem equipado com competências impressionantes, imitar expressões faciais, procurar um rosto, preferir a voz da mãe no meio de todos os solos do mundo, organizar padrões, criar uma espécie de música emocional interior que o ajuda a antecipar o que aí vem e, acima de tudo, comunicar ativamente antes de ter uma linguagem, uma linguagem, falar de bem entendido. 2:46 Mas. Também é inquietante perceber o oposto, quando o bebé não procura, não repete, não repara, não responde. O silêncio pode ser um pedido, pode ser um sinal, pode ser o início de algo que precisa de atenção. Pedro Caldeira da Silva explica nos como distinguir o silêncio que protege do silêncio que preocupa e fala abertamente sobre o aumento dos diagnósticos do espectro do autismo, sobre o que sabemos, sobre o que suspeitamos e sobre aquilo que ainda estamos a tentar compreender ao longo desta conversa. 3:14 Viajamos da primeira infância até à adolescência, entre os bebés que imitam sem saber e os adolescentes que contestam. Sabendo demasiado, falamos do não como o Marco da autonomia de tensão entre Pais e filhos, do peso da responsabilidade parental e da culpa permanente de quem acompanha e cuida. 3:32 Falamos do papel das mães e dos pais e de todos aqueles que, ao longo da vida, funcionam como tutores de resiliência. Professores, treinadores, amigos, aquelas figuras que nos seguram quando a família não consegue e falamos dos ecrãs. Mas aqui a resposta surpreendeu. 3:48 Me não é o ecrã que faz mal, é a negligência. O problema não é a tecnologia, é a ausência do adulto, é o bebé que passa horas em frente a uma televisão que não vê, é a criança que perde a interação, o toque, o olhar ou o ritmo. O ecrã não substitui em definitiva relação, a relação é o que mais conta. 4:07 Um outro tema central desta conversa é o tédio. Hoje quase não deixamos as crianças entediar. Se entre a escola, atividades, horários e vigilância constante, a infância perdeu o vazio fértil onde se inventava, explorava, construía e até se errava. 4:22 O tédio é uma forma de Liberdade e uma das matérias primas da criatividade recuperá lo. Pode ser um dos maiores gestos educativos do nosso tempo. Por fim, chegamos ao ponto que atravessa toda a conversa, a indisponibilidade emocional que é mais destrutiva que o abandono físico, é o estar presente no corpo, mas ausente no vínculo. 4:44 Uma presença que não responde, que não repara, que não devolve. Uma espécie de silêncio que cava um buraco dentro da criança. Um tema duro, sensível, mas absolutamente necessário. Pedro Caldeira da Silva, pioneiros da psiquiatria da primeira infância em Portugal, conhecido como a psiquiatra dos bebés pode ser isto, posso apresentá lo assim? 5:06 Bom, já levou alguns antes de mim, mas. Já levou outros antes de ti, então? Mas porque é que porque é que ficou? Porque é que ficou conhecido como como o psiquiatra dos bebés? Bem, porque a minha vida profissional no hospital foi sempre com bebés, trabalhei sempre na unidade da primeira infância. 5:26 Da primeiro do centro de saúde mental infantil Lisboa e depois do do hospital dona Estefânia, portanto, que era uma unidade de saúde mental para bebés e suas famílias, portanto, atendi bebés e crianças pequeninas até aos 3 anos. E o que nos dizem os bebés antes de falar? 5:44 Porque é um problema, não é. Quer dizer, como é que, como é que é, como é que como é que se fala com eles antes na antes deles dizerem Papá e mamã? Pois é a questão. Eu penso que é um bocadinho. Ao contrário, como é que eles falam connosco? Como é que eles falam connosco? E isto é que às vezes é necessário algum cuidado e alguma atenção e algum alguma observação continuada para para percebermos o que é que o que é que eles nos dizem? 6:10 E como é que eles falam, como é que eles nos falam? Bom, os bebés, os bebés têm competências que hoje em dia sabe se muito sobre isso, sobre as competências com que os bebés vêm já equipados de nascença. E que nos dizem genericamente isto, os bebés não são uns agentes passivos que recebem coisas de de nós. 6:32 Os bebés são agentes ativos na comunicação. Logo desde que nascem. E antes de nascerem e antes de nascerem. Portanto, aquela ideia de que a gente fala para a para a barriga da grávida é é uma ideia que faz sentido. É, é, é os bebés. 6:48 Os fetos já estabelecem padrões e, portanto, já se sabe, isto é, enfim, são observações e experientes, relativamente fáceis de fazer, que os bebés, quando nascem, têm uma preferência pela voz da mãe. Ah, lá estão os pais, depois é isso? Está mais próximo, não? 7:04 É e ouviram a mãe durante muito tempo e. Portanto, já lá está nasceram no fundo, quando têm uma consciência inicial de si próprio. Já é com esse ruído de fundo, com esse, com esse, com essa música de fundo. Não quero usar a palavra ruído. Sim, eu não sei se é bem a consciência de si próprio. 7:20 Isso está se a está, se a construir. Mas os bebés, como todos nós, somos fazedores de padrões, não é o nosso. A experiência repetida organiza a memória e a memória depois permite nos formar expectativas. Enfim, EE, isto depois leva nos ao pensamento. 7:39 É essa a maneira, portanto, a gente consegue começar a ver que aquilo é redondo. E que redondo, por acaso também é uma bola, por acaso também é uma roda. É desta maneira de associação. Pode ser, pode ser assim, mas em termos da comunicação e, portanto, através do som. Mas não só do som. 7:54 Depois, há uma série de outras de outras maneiras de os bebés comunicarem e receberem a informação da nossa parte. Então, e como é que um bebé comunica antes de falar, antes da verbalização, antes do verbo? Então, uma das coisas muito importantes que os bebés têm que fazer é assegurar que os grandes se interessam por eles e estão dispostos a cuidar deles. 8:17 E para isso, os bebés vêm com uma série de equipamentos para para nos fazer aproxima deles. Tem o radar? Têm, por exemplo, uma maneira de fazer com que o adulto se aproxime, que é chorar. Parece me um método bastante eficiente, muito. Eficiente e. 8:32 E eles, quando quando abrem aquela goela que aquilo é uma sirene, aquilo nota se muito. É uma coisa que nos incomoda sempre, portanto, é muito difícil nós não nos incomodarmos com o choro de bebé. Eu costumo dizer por brincadeiras, os meus colegas pediatras, só os pediatras é que já não se. 8:50 Porque ele? Porque ele vem muito, mas qualquer de nós se ouve um bebé chorar, sente que tem que fazer qualquer coisa ou fazer ou dar uma justificação. O que é que será? E todos os shows são são iguais. E não. E os os shows são diferentes. E os cuidadores, como é que chamamos mães? 9:07 Mas os pais relativamente rápido conseguem distinguir que se é um choro de fome, se é de dor, se é. Incómodo, enfim. Portanto, o chorar é uma maneira de aproximar Oo grande, mas o sorrir em resposta também é outra maneira de pronto reforçar a aproximação. 9:27 E nos atrair não é atrair. Olha o bebé está só. Olha o bebé que sorri. Eu estou a ter sucesso. Nós sabemos hoje em dia que os bebés recém nascidos têm uma competência de imitar as expressões faciais. Que no fundo tem este sentido. Também penso eu que tem este sentido que é reforçar bem. 9:45 Eu estou a ser reconhecido, estou a receber uma mensagem do bebé. O bebé recém nascido imita expressões sociais do do adulto. É um espanhol. É um, é como se fosse um. Espelho que a grande tática. É extraordinário e sobretudo porque é transitório. Depois isto desaparece até parecer a verdadeira comunicação, mas é 11 repetição em espelho e mais do que imitar o bebé, depois toma a iniciativa, pede. 10:08 A repetição da expressão facial para para nós fazermos outra vez, quando? Nós fazemos aquilo, o cucu, por exemplo, para para ver se. Por exemplo, abrir a boca, fazer assim com os lábios, deitar a língua de fora. E se nós conseguimos estabelecer um padrão com o bebé muito pequenino, uma semana e conseguimos envolvê lo, fazemos uma pausa e depois é o próprio bebé que. 10:31 Portanto, há uma dialética de comunicação, logo, desde o nascimento, há um. Equipamento de série. Bastante sofisticado, já, já, já percebi. Então como é que se cria um vínculo com esse pequeno ser antes das palavras? Então é como? É que a gente se desenrasca. 10:46 É com a repetição. É com a repetição. Quer dizer, nós, os cuidadores, têm alterações hormonais que também os predispõem um bocado para serem cuidadores, não é? A famosa ocitocina, que é. Hormona do amor. Que é uma hormona do cuidado, mas curiosamente é uma hormona de obsessão dos comportamentos obsessivos. 11:07 Então, e por isso é que nós temos que ter, estamos preocupados, os bebés está bem? Se está, está com o calor, se está a dormir bem, se está tudo a correr bem. Então, aqueles pais que são excessivamente preocupados, que estão quase imagino que que muitas vezes deu consultas AA bebés e aos pais. 11:26 Sim, bebé faz parte. Bebés e pais, sim. Estarem mais preocupados? Pode acontecer sim. Aqueles outros que não estão nada preocupados também. Pronto, também pode acontecer. Também, e isso e isso depois tem um impacto na no desenvolvimento da conferência. Um desapego não querer saber. 11:43 Com certeza, porque enfim, voltamos à à repetição da experiência, não é? Tudo isto tem que ser experimentado várias vezes para o bebé começar a antecipar o que é que pode esperar dos outros. E há bebés que crescem com, enfim, com esta ideia de que os outros não servem para nada. 12:04 Logo, desde tenra idade. Pois desde muito tenra idade. É uma espécie de quê de desamora? Que eles não conseguem ter a sessão sobre o outro e portanto, isto não conseguem construir depois esta ligação. E como se fossemos estranhos, é como se o bebé percebesse que não há ali um cordão umbilical emocional. 12:20 Sim. Sim, podemos pensar assim, e como é que isso cura? Depois, mais tarde, como é que se cura essa ferida? Com a modificação da experiência. E vamos a tempo. Vamos sempre a tempo, porque vamos sempre a tempo. No início, o disco está ali, está ali. 12:36 Virgem não é EE com uma grande capacidade, há. Um há um, enfim, há um conjunto de processos que nós sabemos que são específicos dos 3 primeiros anos de vida. E que são críticos. Em termos da arquitetura cerebral do tipo de ligações que se estabelece. 12:52 Dos neurónios que sobrevivem e dos que se desativam e, portanto, os 3 primeiros anos de vida são, digamos, nucleares para isto. Então temos que começar a perdoar aqueles adultos que, afinal, são uns estupores e que provavelmente não receberam esse. Esse perdoar, não se perdoar. 13:12 Não. Mas pode se compreender agora. Eu não sou radical desse ponto de vista. Eu acho que nós continuamos a ter experiências de toda a vida. Ao longo da vida, temos experiências fundamentais. E, portanto, não, não me agrada esta ideia fundamental que é ou é até aos 3 anos, ou estamos todos tramados ou. 13:32 Não há nada a fazer. Ainda bem que não é assim, porque ainda enfim, com certeza que nós temos mecanismos vicariantes de substituição das das redes nacionais para isto ser de alguma maneira recuperado agora que há pessoas que não são más, há. E estão aqui, bom o tom de vós e o ritmo. 13:50 Qual? Qual é o papel que tem na segurança emocional? Desse pequeno ser, desse bebé. Oo tom de voz agradável. Sim, estou a partir do pressuposto que 11 gritaria provavelmente tem um efeito exatamente ao contrário. Também tem outro pronto, isto faz parte da mensagem, não é? Faz parte da mensagem. 14:05 Os bebés entendem estas, a melodia e o ritmo da voz como parte de algo agradável e que induz um desejo de continuar, digamos assim. Portanto, a mensagem nós depois, enfim, uma boa parte do meu trabalho é observar, observar o que se passa entre o bebé e os cuidadores EE aí quando quando há enfim o bebé já tem algum tempo devido, alguns meses depois forma se uma dança ou um jogo de serve and vitain como usando uma expressão do ténis, portanto um atira a bola e depois e. 14:44 Eu tenho 11 curiosidade que é? Como o médico fica lá atrás da sua secretária, está próximo de bebés, está sentado, como é que fisicamente, como é que é 111? Consulta depende das consultas, mas nas consultas com bebés eu muito frequentemente não estou sozinho. 15:05 Há um observador que regista por escrito o que se passa entre os bebés e o pai e os pais enquanto eu estou a. Para os pais? Para não perder? Tempo não perder nada do que se observa. Não perder pitada. Portanto, há alguém em geral é um observador que está em formação e, portanto, há uma ótima informação. 15:23 Bela, desculpa, não é estar. Apenas ali a observar, observar o que se passa na interação entre os. E que e que notas são essas? O que é que está lá? Está escrito? Nesse registo obsessivo do que se passa entre entre o bebé e os pais. Neste sentido, olha, não olha, afasta, se aproxima, se agita, se a mãe embala. 15:44 Toca, não toca. Toca, não toca. O bebé afasta, se já anda, gatinha, vai buscar qualquer coisa. Mostra os pais, não mostra os pais, os pais respondem, não respondem, enfim, há um conjunto muito grande de situações que nós registamos e depois ouvimos depois numa numa reunião para ver o. 16:05 Conseguimos identificar. Além disso, fazem se vídeos de da interação em situações padronizadas para isto tudo isto é informação clínica. Para ver como é que, como é que, portanto, no fundo, nós claro que não somos seres individuais, mas enquanto seres comunicantes e emocionais. 16:25 Nós somos nós, mas a relação a esse vínculo, essa ligação, obviamente conta na, na, na, na, naquele grupo de pessoas, com certeza eu pensar mais. Clássico, No No início, enquanto não há, o bebé não tem, digamos, um grande pensamento ou uma memória. 16:41 A interação confunde se com a relação, quer dizer, a vida relacional do bebé é a interação, pois à medida que. Vamos crescendo um pouco em temos pensamento, já temos memórias, já pensamos coisas em relação. É mais do que a interação, não é? 16:58 Mas ao princípio é a interação, é o é o principal. E a primeira vez que os pais entram com a criança com o bebé no consultório, tiro lhes a pinta logo. Ou esforça se por não fazer nenhum prejuízo, ou ou ou capta logo informação logo na entrada, ou até não ou até cá fora na sala de espera. 17:20 Capta a informação na sala de espera, mas isso é uma técnica para todos os médicos, EE. Vai lá ver o quê, o que é que, o que é que vem à procura? Eu observo a, portanto, observo o que se passa. Não, não tenho assim, nada de. 17:37 Pré definido o que é que o que é que procuro um contacto rápido com o bebé, portanto, e aí dá me logo a ideia se o bebé ou se criança pequena reaja ao estranho ou não reaja ao estranho intestino, se procura apoio nos nos cuidadores, se vem comigo ou se fica agarrado aos pais, enfim, há se uma quantidade de de informação que nos dá. 18:00 Logo, ideia do que do estado das coisas? E este programa chama? Se pergunta simples, mas eu tenho uma pergunta complicada, os bebés gostam de si? São uma resposta muito complicada porque eu, devido à minha modéstia, não posso. Não vou mudar a pergunta, como é que faz para que os bebés gostem de si? 18:20 Não faço nada, nem nem me interessa que eles gostem de mim. A Sério? A Sério? É uma coisa que eu tenho muito cuidado e todos nós sabemos que temos muito cuidado. Não podemos seduzir os bebés. E os bebés gostam de nós quando se sentem que nós estamos interessados neles. 18:40 Mas nunca usando técnicas de sedução em relação. Nunca chupa chupas, não é? Não é? Estou a pensar nos avós, não é que estão sempre com as suas crianças e com os gilbertos a fazer todas as táticas. Que isso não é uma situação clínica? Claro que sim. Se a vida real é outra coisa. Uma neutralidade sim, uma neutralidade não. 18:56 Um interesse no bebé ou na criança pequena? Não. É, e a criança sente isso. Percebe imediatamente? Imediatamente. Imediatamente. E isto é uma coisa. Por exemplo, nas creches ou na nos jardins infantis, é uma coisa fundamental. As crianças percebem logo se os adultos estão interessados nelas ou não. 19:15 E reagem, e reagem de acordo, uau. Reagem de acordo neste sentido. Pronto, as coisas estão a correr bem. Há aqui uma resposta, há um envolvimento. Há aqui uma troca de. Movimento. Ou mas não se dão Ah, ou dão se ou não se dão. 19:32 E há um envolvimento, ou então a gente faz asneiras, erra porque. Mas nós erramos sempre, não é ou não? Erramos sempre, sim. Dá uma ideia. Quando é que vamos? O bebé diz, nos não é isto, não é isto. Portanto, quando o bebé diz que não e que não é uma pura rabugice, sim é. 19:50 Uma manifestação é uma manifestação de que é pá. Isto não, não é bem isto que está a correr. Às vezes nós provocamos alguma. Algum obstáculo na interação com os bebés também para ver como é que os bebés resolvem problemas ou as crianças pequenas, não é? 20:05 Não é só bebés, teria mais frequentemente são crianças, não é? Como é que já andam que já têm acesso à à linguagem também, embora rudimentar, mas às vezes criamos algumas dificuldades para perceber como é que a criança reage e responde. 20:24 Vamos falar de uma coisa mágica? Que é o momento em que o bebé diz a primeira palavra, o Papá, o mamã ou outra qualquer. O que é que acontece? O que é que que coisa formidável é essa de um pequeno ser equipado com esses radares todos? 20:44 Subitamente encontra uma palavra lá dentro. Não só encontra a palavra. Como consegue dizê la? Porque são aqui coisas, o que é que é que está a acontecer ali ali dentro? Isto é um processo continuado, não é? Antes de muito antes de dizer a palavra dos sons, não é? 21:00 Outra coisa que os bebés vêm equipados é com essa capacidade para chamar. Localizar chamando, não é? Ah, Ah, eu faço isto. E aquela senhora que eu depois vou chamar mãe aparece, não é? E ele rapidamente liga os pontos, não é depois? Vou praticando, não é? Vou praticando, estabelecendo umas expetativas e depois lá passa a babá, mama laga e o bagagá. 21:23 Enfim, a quantidade de sílabas vai, se vai se desenvolvendo e, portanto, até dá. Se este processo duplo não é, vai se desenvolvendo na capacidade para fazer vários sons. E a capacidade dos adultos para dar significado aos sons? Nós entendemos o que eles estão a dizer no. 21:39 Nós damos sentido ao que eles estão a dizer. É diferente. Queres, papa? A AI a mamã, diz mamã. E ela vai confirmando. E vai se repetindo, não é? Isto é, também há. Há uma aprendizagem. Os sons começam a ter significado, não é? 21:55 E começam a ter sentido. E começam a ter sentido. Então, e. Como é que nós podemos ajudar os pais cujas crianças, num determinado momento, ou ou ou ou estão? Não sei, não sei se posso usar a palavra atrasadas nesse primeiro balbuciaram nestas primeiras palavras, ou o Papá ou a mamã e os pais começam a ficar ansiosos a pensar, então, mas quando? 22:18 Quando é que? Quando é que o meu bebé que diz qualquer há uns muito precoces que que são, são, mas, mas, mas outros que que que demoram o seu tempo ou que e que ficam muito ansiosos? Porque é que. O que é que o que é que nós podemos dizer? Depende da observação. Enfim, temos que pensar em 2 coisas, comunicação e fala. 22:38 Para falar, é preciso ter uma série de competências de comunicação já desenvolvidas e quando elas existem, a fala há uma margem relativamente grande para a fala aparecer. Quando é que é suposto 11 criança começar a falar, é? Isso mesmo, há uma margem relativa. 22:54 Pronto, podemos passar bem. Enfim, o ditado diz, lá ou anandarás aos 2, falarás, enfim, pronto. Há assim uns uns limites que os pediatras de desenvolvimento enfim, têm na cabeça e muito bem nas consultas de vigilância também. 23:12 Pronto, ele deve falar aos 2 anos, deve dizer palavras e entre os 2 e os 3, juntar palavras. Mas mais importante que isso, muitas vezes é. Como o bebé expressa o pensamento. Mesmo antes da palavra, nós conseguimos falar, falar com ele. 23:29 Mesmo que ele não diga palavras, nós dizemos, OK, onde é que está o livro? Ele percebe o que é que é? Compreende o que é que vai sempre à frente da expressão. Portanto, os bebés percebem, sempre entendem, sempre mais do que. Então, e o que é que nós podemos fazer para estes bebés que que que até têm competências e vão desenvolvê las mas está um bocadinho mais mais preguiçosos, mais renitentes, com menos vontade de de falar connosco o que é que o que é que a. 23:51 Gente está a fazer isso, está tudo bem? Temos que waiting Sea, portanto, esperar e ver para ver. Com paciência. Mas imagino que os pais não sejam de pacientes, não é? Quer dizer, EE é uma preocupação natural? Pode. Ser pai e mãe está as 2. 24:07 Está preocupado isso? Faz parte, pronto. E muitas vezes perguntam nos mas está tudo bem? Passa alguma coisa? E nós às vezes observamos e achamos que sim, não está tudo bem. Ou então achamos que há dificuldades muito importantes. E que tem a ver aqui com a escuta, tem a ver com com a maneira como. 24:24 Haver um défice sensorial não é. Quer dizer, pode não ouvir e isso tem que ser despistado. Mas hoje em dia é um. É uma situação que tem Aparecido muito, muito, muito. São as perturbações do espectro do autismo. É um quadro muito preocupante, que pode ser muito preocupante e que tem vindo a aumentar. 24:46 De forma impressionante. Uma estatística a apontar para isso. Nós, em Portugal, não temos estatísticas, não é? Mas as estatísticas mundiais apontam para isso, não é? Não é uma coisa portuguesa, é uma coisa mundial. Não é um aumento de casos das perturbações de espectros de autismo. 25:05 Tem sido um galopante tão galopante que não pode ser verdade. Portanto, pode haver aqui 11 excesso de medição, 111 demasiada até uma atenção muito próxima. Disto, isto tem várias razões. Por exemplo, os os menus de doenças, não é, digamos assim, tem que chegar, aumentar. 25:23 Aumentou os critérios, alargou muito os critérios para se classificar uma perturbação de espectro noutismo. Não, não sou isto. Faz com. Com que haja uma estatística que eventualmente tens a. Gerar isto tem razões. Há razões económicas para isto, porque havendo um diagnóstico em certos países civilizados com. 25:40 Diagnóstico há tratamento? Há direito ao tratamento? Não. É, passa a haver um padrão. Então EEEE, estou sempre a pensar aqui agora, não nestas perturbações do do espectro do do autismo, mas entre as e. Tivemos a experiência agora na pandemia, entre as crianças poderem estar até aos 3 anos em casa, com a mãe, com o pai, com os avós, cada vez mais difícil. 26:01 Mas enfim, com os avós às vezes acontece. Versos desde muito cedo serem estimulados ao contacto com outras crianças no Jardim infantil e assistimos todos. E aos vírus também, mas, mas aos estímulos que que estão disponíveis, há uma receita mágica. Há alguns princípios gerais não se podem aplicar a toda a gente, claro, mas, enfim, na sequência daquilo que eu disse, a importância para os bebés, para as crianças pequenas, é a interação individual. 26:31 Mas os os miúdos pequenos não precisam nada de estar em grupo. Não precisam. Não precisam nada. Então nós não aprendemos em grupo, nós aprendemos. Eles já não somos pequeninos, não é? Portanto, eles precisam de um. Primeiro, primeiro, precisam de uma boa relação individual, continuada no tempo. 26:50 É por isso que nalguns países civilizados. Mais uma vez, a licença parental é alargada. Agora, Ah, não, mas cá isto não é assim. Então vamos fazer aqui. Vamos inventar aqui uma coisa que é cresce feliz e tal, que é o que é bom é os miúdos todos estarem em grupo A ser cuidados com uma pessoa. 27:09 Isto não é a experiência natural, nem aquilo que que é melhor para os para os bebés. Idealmente, deviam ficar até quando com os peixes. Até aos 3 anos de idade, as crianças não precisam de estar em grupo A ser cuidadas por 11 estranho, por um estranho. 27:25 E como mais ou menos competências, mas em geral com muito pouco conhecimento da vida emocional dos bebés. Quando uma criança diz não, isto é um ato de Independência ou é um ato de amor? Não sabe se nós sabemos, já há muito tempo, que é um dos marcadores do bom de desenvolvimento. 27:42 A Sério, a Sério. Então, aquilo que nos irrita profundamente. Porque a criança decidir dizer, não, não quero comer, não quero dormir. Não, não, não. É um sinal de autonomia? É um é um sinal daquilo que me estava a perguntar há pouco da consciência de si próprio. Portanto, devíamos celebrar. 28:00 Não devemos celebrar, não devemos discutir, faz parte. E sermos mais diretivos ou mais compreensivos, isto é, onde é que? Onde é que está o aqui? O elástico da coisa quer dizer, qual é o momento em em que a gente deve deve impor a nossa vontade de deuses adultos? 28:17 Ou quando nós devemos ser mais condescendentes? E deixar as coisas? Fluir bom há muitas maneiras de de criar crianças, muitas maneiras diferentes. Podemos fazer uma lista? As culturas familiares diferentes, tens essas histórias das famílias. 28:33 As pessoas têm muito, muitas maneiras diferentes. Nós temos vindo a evoluir, acho que sempre no sentido positivo. Abandonando um bocado esta ideia de que é uma coisa que eu costumo dizer muito nas minhas Apresentações, há 3. 28:50 Nós somos sempre tributários de 3 modos de pensar na infância, primeiro modo é dos dos puritanos, nós nascemos maus e temos que ser educados por ser corrigidos, ter que ser formatados, portanto, ajudar a crescer, a educar e corrigir. 29:08 Portanto, não faço, não faço, está quieto, não sei quê, não é? Ou então a nossa senhora, os bebés nascem bonzinhos e depois o que os estraga é a sociedade e, portanto, coitadinhos, são inocentes e pobres, e não sei quê. A teoria do bom selvagem. Do bom selvagem, exatamente. 29:25 Ou então não, senhora. Os bebés são competentes e e nós temos que os apoiar no desenvolvimento. E então, e voto em qual? Eu voto nesta última. Mas somos tributárias das outras, não? É, portanto, levamos com elas de qualquer maneira. Também há ainda uma terceira. 29:40 Penso que há uma quarta versão, que eu, das 3 primeiras, havia uma que estava a passar, que é os bebés não sabem nada, não nascem com nada e, portanto, tudo o que são sobre somos nós que lá poucos. Isso é um bocado é o empirismo? É. É um bocado egocêntrico também, não. É, é o empirismo. 29:55 Quer dizer, eu posso fazer um bebé tudo o que eu quiser. Não me parece, não é? Também não tenho, não tenho essa edição. Portanto, nem zero, nem maus, nem bons são competentes, não. É, é. Até porque eu tenho. Quer dizer, normalmente, por exemplo, quando nós conhecemos bebés, gémeos, eles estão a ser educados pelas mesmas pessoas no mesmo sítio, no mesmo ambiente. 30:17 E chamadas EE. E, na realidade, eles desenvolvem maneiras de ser e de pensar que são completamente diferentes um do outro, não é? Em geral. Quando não acontece, se temos um problema? Não, não, não necessariamente, não podem ser bastante parecidos. 30:33 E há coisas em que são. Há coisas em que são muito parecidos mesmo estudos de gémeos que foram separados e que depois se reencontram mais tarde e identificam que afinal. Usam as mesmas gravatas ou gostam da mesma comida? Assim vou. Dar uma boa série de de de televisão. Ah, uns programas sobre isso, penso que sabe, e. 30:50 E podemos fazer aquela pergunta aos pais que é, qual é o teu? Qual é o teu bebé preferido? Qual é o teu filho preferido? Podemos, mas os pais não, não devem responder. Mas do ponto de vista das crianças, os os filhos devem ser sempre únicos para os pais, não é. Portanto, devem ter uma individualidade. 31:07 O que faz todo o sentido bom, há uma altura em que a criança. Não sabe falar? A criança aprende a falar. Depois vai para a escola e passa lá muitas horas sentado a ler e a escrever. Não sei se o método de ensino é o melhor de todos ou não. Mas subitamente, eis que a criança chega ao alto dos seus 1213 anos e se anuncia como adolescente. 31:27 E perderam as palavras outra vez. Os adolescentes voltam outra vez anão querer falar muita coisa connosco. Ah, não, mas falam com eles próprios, falam com falam. Com quem lhes interessa? Exato. Falam com quem lhes interessa. Há aí, há aí, mais uma vez. 31:42 Há aí um novo processo de aquisição da autonomia, agora já mais estabelecido e mais, enfim, eficaz, digamos assim. Acho que é muito que também vem buscar muitas coisas da infância. É assim há adolescência, digamos que há muitas vezes é o reviver este processo de autonomização também. 32:02 Porque é que é tão difícil para nós falar com os adolescentes ou entender a sua linguagem muito própria? Isso não também não faz muito sentido, não? Acho que a gente não os entende com ou ou aquela maneira como como se comportam, como se rebelam, como, como se opõem. 32:20 Eu não acho que a adolescência seja uma doença. Acho que pronto é um. É um período da vida com fantástico, fantástico, com coisas fantásticas, em que a posição dos pais, às vezes pronto, deixa de ter aqui um lugar tão central. Essa às vezes custa muito aos pais. 32:37 Já não és o meu menino e tal. Já não é o bebé? Pois às vezes, Ah, passou este tempo. Eu ainda estou a tratá lo, como uma criança eu já tenho. Aqui já tenho 1 m e 80 já. Tenho 1 m e 80, ainda me vêm para a consulta ver ou é uma criança que? EE, às vezes isto custa muito aos pais de facto, e isto gera tensão depois, não é porque? 32:57 Mas a tensão é normal, que és uma tensão. Empurra nos para o crescimento, não é para fora, pois é normal. Agora, isso às vezes fica tão fixado e os conflitos agonizam. Se tanto, que pronto. Temos um problema? Sim. Então eu eu quero levar daqui até para as pessoas que não estão a escutar umas táticas de abrelatas que é. 33:17 Como é que a gente consegue estabelecer um diálogo e conseguir ir lá ver com como é que, como é que aquele nosso filho ou sobrinho ou neto adolescente, quando a gente precisa de saber coisas dele, quer dizer, como é que? Como é que vai a vida na escola, A Exceção das notas? 33:33 Como é que vai a vida emocional? Como é que? OKA primeira coisa é que temos que ter confiança naquilo que já pudemos lá, portanto. Já pusemos desde o do princípio até eles chegarem à adolescência. Temos que ter confiança que já lá pusemos coisas boas. 33:49 Que criamos uma matriz? Sim, e ajudamos 11 bom desenvolvimento. Pode haver um medo que que que se alguma coisa não correr bem, que a responsabilidade é nossa, porque a gente não isso há sempre não fez uma programação. Boa sempre. Programação, se calhar, jogo da culpa é uma coisa fantástica, não é? 34:05 É uma coisa fantástica. Portanto, os pais sentem se sempre. Culpados ou há vias de ciclopados? De em princípio, assim não é na dúvida. Na dúvida, sim. Pronto. A culpa é tua, as mães queixam se muito. Isso não é a culpa, é das mães? Sim. Mas a gente sabe se é uma das das das nossas piadas. 34:22 Não é a culpa é sempre das mães. Porque é que a culpa é das mães? Porque as mães são o principal cuidador desde o início. E as mães e depois há pronto? Não sei. O que é que será? As mães são aquelas que estão mais em cima, que estão mais no direto. 34:38 Fazem a microgestão das coisas em geral. Nas famílias tradicionais, o pai sabe das coisas e estabelece a norma geral. Mas quem toma as decisões importantes? Da casa, das casas, sim. São as mulheres, sim. São as mães e, portanto, desse ponto de vista, é tradicional que se ache que aquilo que se passou entre as mães e os bebés e as crianças pequenas. 35:02 Tenha mais responsabilidade. E eu e eu estou de acordo com isso. Acho que as mães são as pessoas mais importantes na vida da dos bebés das crianças pequenas? Acho que acho que sim. Então, e os pais têm, têm papel? Têm muito papel? Têm. Os pais, têm muito papel, mas primeiro que suporta as mães, o primeiro papel dos pais é que suporta as mães e depois os pais. 35:26 Têm, enfim, várias, várias funções. Que fazem melhor que as mães. Uma delas é mostrar o mundo, apresentar o mundo. Também não podemos dizer isso muito alto, mas estamos, estamos quê? Estamos estamos sempre em risco e os pais estão? Sempre em risco, tirar a criança debaixo da saia das da da mãe. 35:42 EE empurrar para o. Mundo é uma maneira de dizer sim, sim, é uma maneira de dizer. Às vezes o pai pode ajudar a. A mostrar que há mais mundo para além da mãe, sim. Portanto, quase aquela ideia de a mãe enquanto cuidadora e aquela que quer abraçar a criança e protegê la de todos os males do mundo EEOEO pai, enquanto aquele que diz, OK, vamos agora sair daí. 36:06 Que é que há um mundo lá fora para ver? Sim, caricaturando e resumindo, mas as mães também, em geral também têm um desejo, que os filhos cresçam, que os filhos se autonomizam. Mas têm mais medo. Não. Mas partem de outro princípio, partem de outro, de outra situação. 36:21 Não. Não sei se têm mais medo. A função do pai, que é mais de puxar para fora. Nós estamos agora numa num num momento em que, em que obviamente há uma diversidade no mundo. Estou a pensar, por exemplo, nas, na, na adoção, mas não só, mas filhos. De não de um pai e de uma mãe mais clássico, biológico, mas de um pai e um pai, de uma mãe e uma mãe. 36:43 Há alguma diferença funcional e emocional aqui nesta, nessa formação destas novas famílias, eu acho, e dessas funções. Eu acho que, enfim, eu não sei. Não tenho estudos para dizer se, de facto, há diferenças assim muito grandes. 37:01 Aquilo que eu me tenha percebido e nas famílias com que tenho falado é que muitas vezes este papel oscila. Mas há vezes há casais em que um dos progenitores tem mais uma função paterna, digamos, apresentar o mundo, estabelecer as normas grandes, e outro mais de função cuidadora, mas eu acho que isto é muito oscilante e variável. 37:24 E as crianças podem. E os jovens podem ir à procura de um avô ou um tio ou uma tia. Um podem podem ir à procura desses referenciais também. Podem. E eu acho que todos nós na nossa vida, tivemos aquilo que podemos chamar 11, tutor da resiliência, portanto, alguém fora da família, que foi muito importante para nós e nos ajudou a crescer. 37:44 É um mestre, não? É um mestre, sim, por exemplo, um mestre, um professor, um treinador, enfim, alguém que foi muito significativo para nós no nosso crescimento. Mas esse é um bom processo, não é, é? Ótimo, é ótimo e muito protetor. 38:02 Porque sentimos que há ali um alguém que primeiro lugar confiou em nós e que nos mostrou se calhar. Que investiu em nós não é que investiu em nós. E é importante que invistam em nós. É claro, com certeza. Então, desde o princípio, por isso é que as crianças percebem que nós estamos interessados nelas, nas crianças pequenas e. 38:18 Os pais que desistem das crianças. É um drama, não é? Isto é um drama. Pode haver muitos motivos para isso, não é? Mas há pais que não têm a capacidade. Crónica ou momentânea de cuidar de crianças? 38:33 Sim, isso existe. E o que é que o que é que é? Abandonam las não podem, não as cuidam. Podem sim. Enfim, nós sabemos que a pior coisa que as crianças passam não é o abandono nem é o abuso. 38:52 Muito que custa ouvir, isto é a indisponibilidade emocional. Portanto, é a presença sem. Sem responsabilidade, digamos assim. É não estar lá. É o que afeta mais o desenvolvimento. Porque criam o quê? Uma ideia de vazio? Dá esta sensação de desesperança aprendida. 39:11 A partir de quando é que nós aprendemos a nomear as emoções no fundo, quando é que como é que nós aprendemos AAA distinguir? Raiva de frustração do medo da vergonha. Essa paleta toda de de como é que eu consigo descobrir inicialmente que isto que eu sinto é raiva. 39:28 O que eu sinto aqui é outra coisa qualquer. É vergonha. A partir de certa altura. É. Quer dizer, isto é uma coisa que nós vamos nomeando para as crianças, vamos explicando às às crianças o que é que quer dizer este sentimento. 39:46 Que me dispõe mal, que me obriga AA bater com a crença no chão ou que me obrigado a pô Los. E sabemos que é Alegria. Olha, isso é raiva, isto é frustração. Isso vai sendo nomeado. UI, estou tão zangado. UI, estamos mesmo contente? 40:01 Uau, que surpresa com. Portanto, esta comunicação muito emocional ajuda a nomear aquilo que nós sentimos ou que as crianças sentem. E isso ajuda depois a digerir a emoção também e. Os nossos professores passamos muito tempo na escola, estão AA conseguir fazer uma boa tradução desses, dessas emoções. 40:22 Eu acho que no geral, sim, mas eu só vejo os casos que correm mal. E isso é um viés. É claro que é claro que é. Portanto, eu não posso generalizar os professores, porque eu, em geral, eu. Isso é que queixas dos professores. Quando a coisa corre mal, pois e como é que, como é que quando? 40:40 Quando chega a casa depois de 1 dia exposto a um conjunto dos males do mundo, se consegue reequilibrar. Havia 111 médico que me ensinou algumas coisas, bastante psiquiatra e dizia que entre cada consulta eu tinha que ir ao espelho ver se ainda se reconhecia. 41:08 ESIM, isso é um, é um, é uma parte do trabalho, é uma das consequências do trabalho pesadas. Isso, sobretudo, sobretudo quem trabalha com crianças muito pequenas, porque nos afeta mais o sentimento de estarmos em confronto com crianças, em sofrimento e estar mesmo em contacto com o sofrimento de crianças muito pequenas carrega. 41:28 Na sua alma esse lá está, se interessa se tem. Esse exato que é muito importante termos. Possibilidade de falar disto com outras pessoas, com colegas, com enfim, com amigos também, mas, mas sim, acho que depois nós também conseguimos sair disto por esta tentativa de compreensão, de tentar perceber, de nos interrogarmos, de estudarmos, fazer sentido daquilo que que se passa. 41:58 Mas. Há sempre alguma coisa que também mexe connosco, porque também nós já fomos bebés crianças pequenas. Está implicado no fundo, naquela relação. Com certeza, então. E como é que e como é que consegue lidar quando quando as coisas correm bem? Obviamente, imagino que seja 11 Alegria e 1 e 1 satisfação profissional naqueles casos em que as coisas são mais complicadas e que não encontrou exatamente o que estava à procura em que não encontrou o tom em que as coisas parecem estar teimosamente anão progredir. 42:30 É a vida, volto a tentar, não é? E consegue estar pacificado com essa, com essa ideia ou. Sim, acho que uma das funções muito importantes eu vejo muitas crianças com estes quadros deste de início do autismo, perturbações de desenvolvimento intelectual. 42:47 Uma das funções muito importantes dos dos médicos, dos técnicos com estas crianças é não desistir. Mesmo quando nós às vezes temos a ideia que é pá, isto, já não estou aqui a fazer nada. Mas há alguma coisa sempre que se consegue. Há alguma coisa sempre se consegue e uma coisa que se consegue mesmo é servirmos de modelo para a família, portanto, para. 43:08 Que a família não desista. Exatamente, exatamente é, vamos continuar, nós estamos aqui, estamos juntos nesta Batalha. Exatamente. E esses essas crianças depois, quando crescem, encontras nalgum momento já desencontrou como é que ou não? Ou já me pede. Já encontrei várias, em várias situações e é muito gratificante e há outros que eu vou seguindo na vida adulta também porque. 43:32 Porque são mais públicas, porque se os. Pais querem manter? Não, os pais querem manter um seguimento. Pronto, voltam como se como se fosse 111, rotina de tempos a tempos. Pronto, estiveram comigo na infância e agora estão na idade da luta. 43:47 E surgiu um problema, não sei quê, eu só quero ir àquele. Eu já conheço e falei com ele, mas isso? É uma tremenda prova de confiança. É mais do que tudo, não é sim que é. Eu vou ali, vou falar com aquela pessoa, porque eu confio naquela pessoa. 44:03 E eu lembro, me tenho uma boa experiência, eu quando era pequeno, jogava futebol com ele lá no gabinete. Joga futebol também jogava futebol com as crianças. No gabinete, sim. A Sério, sim, faz parte. É 11 das armas terapêuticas. Umas táticas lá está há bocadinho. Não me quis dizer quais eram essas táticas que eu também quer dizer. 44:20 Nós todos gostamos dessa táticas. A jogarem futebol no gabinete, não. Vamos ao médico, ele joga à bola, connosco. Isso é uma coisa extraordinária. Estamos todos esse ato de comunicar, de falar, de nos tocarmos, de nos olharmos nos olhos, está a ser suspeito, fortemente prejudicada, porque agora estamos todos a olhar para uns pequenos ecrãs que estão aqui em particular, os mais novos, que estão ali muito presos. 44:42 O que é que nos está a acontecer, o que é que o que é que isto nos está a fazer à cabeça? Lamento dizer, mas eu não sou do plano dos dos que demonizam os ecrãs. Alto. Temos uma ressurreição. Quer dizer que, afinal, isto não pode não ser tão catastrófico como isto? Com certeza estamos a entrar agora na fase do vamos proibir tudo até agora, vamos na fase do vamos usar tudo agora na fase proibimos. 45:01 Tudo. O problema não é os ecrãs, o problema é a negligência. Esse é que é o problema, se a criança está horas sem fim. E eu vi bebés que estavam. Bebés. Bebés crianças muito pequenas, bebés que não andavam ainda, que estiveram horas e dias e dias na cadeira de baloiço, em frente à televisão e. 45:29 E isso prejudica o seu desenvolvido? Não é o ecrã, é os. É os adultos. É os adultos. É negligência, porque, apesar de tudo, estão em frente à televisão ainda, se calhar, ainda aprenderam alguma coisa, mas do ponto de vista relacional. Perderam muito. 45:44 Portanto, o que deviam estar, nós devíamos era era estar a falar com elas, a interagir com elas, a fazer coisas com. Certeza isso. Nas famílias normais isso acontece e depois há tempo de ecrãs e pronto. E os pais, enfim, com aquela ideia que têm que educar, AI já estás muitas horas, não sei quê, acabou, já fiz o meu papel, já já pus limites, já pus limites e tal. 46:10 Pronto. Mas eu não acho que as pessoas devam viver apavoradas com os ecrãs. Estas estas gerações nasceram com os ecrãs, vivem com os ecrãs. Vão viver com os ecrãs e vão usar os ecrãs. O melhor que nós. Essa também é boa notícia, não é? Quer dizer, eles, eles são nativos digitais. 46:26 São que podem causar dependência. Os ecrãs pode sim, senhora. Pode causar doenças, é verdade, mas doenças na generalidade das das situações. Não. Então ias a ideia da das redes sociais e dos ídolos das redes sociais, agora chamados de influenciadores, esta podem criar uma ilusão de intimidade, lá está de serem uma coisa ou não. 46:51 É verdade, sim. Acho que podemos refletir bastante sobre isso, quais são os significados destas, destas, destas novas tecnologias? Mas eu não me parece que sejam muito diferentes do que sempre houve por outros meios. Bom, devemos deixar as crianças em paz. 47:07 Ouvi dizer, li me uma frase que é, o que é que o que é que quer dizer quando defende, deixem as crianças em paz. Estou me a lembrar do dos Pink Floyd, do Living the Kid, hello. Não é. Deixem lá as crianças em paz. Não fui eu que disse isso. Acho eu não, não, não, não, não. Eu apanhei, 1111 frase que dizia isso, deixar as crianças em paz. 47:27 Defende isso? Ou não, de certa maneira, enfim. Mas se deixar as crianças em paz é deixá las sozinhas. Vamos com calma. Isso é regligente? Mas às vezes é preciso mais uma vez confiar nas crianças, não ser muito intrusivo, mas é preciso investir nas crianças também, dar lhes oportunidades de conhecerem coisas boas e experimentarem. 47:58 Mas é uma coisa que, enfim, deste ponto de vista, é uma coisa que está que está prejudicado e que eu acho que pode afetar o desenvolvimento das crianças. É a falta de tempo livre. Hoje em dia, há muito pouco tempo livre. É um inferno, não é? 48:14 Se as crianças hoje em dia é um inferno. Também não digamos isso, fazem coisas agradáveis. Não é, mas são muitas. Eu estou a pensar. Tem a escola, muita escola. Depois os professores inventam trabalhos de casa, como estão a ver amanhã, depois aos treinos do futebol, do voleibol ou de outra coisa qualquer, a música, mais um inglês mais. 48:31 É verdade, é isso. Portanto, há uma quantidade de atividades estruturadas ao longo do dia. São pessoas muito simpáticas e que fazem coisas agradáveis. Mas o que resulta daqui é que as crianças estão sempre a receber ordens e a cumprir instruções. 48:47 O que? Se nós pensarmos do ponto de vista do mercado de trabalho, OK, estamos aqui a criar robôs adultos obedientes. Não é robôs, é obediente. Sabem seguir instruções, sabem fazer coisas. Isso é muito pouco criativo. Muitas coisas que nós aprendemos na escola não tem sentido nenhum. Das crianças não faz sentido nenhum a gente aprender aquilo, mas. 49:05 Podemos fazer uma lista exato, uma lista grande. Pronto, estamos aqui. Também queremos agradar àquela senhora professora que pronto. E os nossos pais também ficam muito contentes e a gente faz aquilo. Mas hoje em dia as crianças passam muito tempo nisto e estão muito pouco tempo sem supervisão, porque há a ideia dos perigos, dos raptos dos pedófilos. 49:25 Não sei quê. E, portanto, há. Há sempre um fantasma. Tem que estar sempre jihad e sempre a fazer a serem entretidos. Portanto, o que está a prejudicado hoje em dia é o tédio, é o direito ao tédio. Precisamos do tédio. É no tédio que nós criamos coisas. 49:43 É no tédio que nós não temos nada que fazer. Não temos nada que fazer. Depois inventamos qualquer coisa. Temos que ocupar o espaço do tempo, a cabeça. Mas, mas criamos qualquer coisa muitas das vezes na infância, são aquilo que se chama asneiras. 50:00 Mas isto é fundamental, é fundamental. Fazer asneiras é fundamental. Claro que é com. Esta parede, estás estás a fazer o que é que estão muito calados, estão a fazer alguma coisa, alguma coisa. De mas esta esta possibilidade de criar coisas é é fundamental para o crescimento. 50:23 As aventuras na rua, quando se subia os telhados ou se IA para os bicos ou se. Fazia o que fosse. Hoje em dia isto está muito prejudicado porque há sempre alguém para andarmos a dizer nos como é que é e como é que deve ser e como é que não pode ser. 50:39 Estamos sempre no aquário. Estamos sempre sim. E depois há esta tradição da escola portuguesa de que errar é errado, não? É e não é. E não, é claro que não é. Vamos fechar esta nossa conversa, o que é que gostaria que as pessoas dissessem mais umas às outras? 51:00 Vai tudo correr bem? Não dizer, vou dizer. Vai a manifestação de otimismo? Otimismo, sim. Que é um Eu Acredito em ti. Sim, vai tudo correr bem. Isso é uma frase de grande potência, não é? 51:18 Então saímos bem, mas pronto. Isso é um cheque em branco? Não é uma confiança, é um. É uma confiança. Mas, enfim, vai tudo correr bem. Quer dizer que eu vou estar cá para ver se for preciso alguma coisa? 51:34 Eu estou cá? Eu estou cá? No fundo, é o manual dos bons pais, não é? Vai à tua vida, cresce, Conquista o mundo se alguma coisa correr mal. Eu estou aqui se. Precisares de alguma coisa compra, mas sim, mas eu acho que sim. 51:51 E a infância nunca esteve também, como agora. Na história, na história do mundo, apesar destas coisas todas. Portanto, nós achamos sempre que o mundo está sempre pior. Isto agora é uma desgraça. Isto não, mas não. As coisas estão a melhorar. Havia 11 pessoa que dizia que os jovens hoje em dia são horríveis, insultam, os professores não têm maneiras à mesa. 52:12 Não parece nada, pois não? Isto. Quem disse isto foi o Sócrates, o filósofo antigo, não? É o homem das perguntas. Pronto. Já dizia. Isso já dizia isto. Mas claro que elas são mais competentes, claro que elas são mais comportadas, claro que elas. Sobrevivem mais, não é? 52:28 Morrem muito menos. São melhores que nós, não é isto, está isto, está a correr bem? Sim, claro que está. No fim deste episódio, ficamos com uma certeza luminosa, nada está fechado? Nunca. Mesmo quando algo falhou nos primeiros anos, mesmo quando faltou o vínculo, quando faltou o tempo, quando faltou a presença, há sempre espaço para reparar a experiência molda, nos. 52:50 Mas não nos aprisiona e, se houver alguém disposto a escutar a relação, pode reencontrar um caminho. Ficamos também com um desafio, olhar com mais cuidado. Os bebés dizem muito antes de falar, as crianças dizem mesmo muito, mesmo quando não explicam, os adolescentes dizem muito quando parecem dizer nada. 53:08 A comunicação humana continua a ser, acima de tudo, uma arte de observar e responder uma dança, uma pergunta permanente, o que é que precisas de mim agora? Obrigado por estar desse lado, obrigado por. Ouvir com calma, curiosidade e atenção precisamente aquilo que salva todas as relações humanas. 53:24 Este é uma pergunta simples, o vosso podcast sobre comunicação. Hoje fomos ao princípio de tudo. Amanhã voltamos para continuar a falar e a ouvir melhor, até para a semana.

Flow Sport Club
FRED CALDEIRA - Flow Sport Club #263

Flow Sport Club

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 144:24


Fred Caldeira é correspondente da TNT Sports Brasil na Inglaterra e sabe tudo de Premier League.

Expresso - Humor à Primeira Vista
Quiseram os Anjos apenas intimidar Joana Marques? Leonor Caldeira analisa a sentença de um caso que nunca teve “pernas para andar”

Expresso - Humor à Primeira Vista

Play Episode Listen Later Oct 7, 2025 51:13


Joana Marques foi absolvida no processo que os Anjos levaram a tribunal no valor de mais de 1 milhão de euros. Em causa estava um vídeo publicado pela humorista nas redes sociais, que satirizava a interpretação do hino nacional por parte de Nelson e Sérgio Rosado. Na sentença, a juíza Francisca Preto afirma que “não há na publicação da Ré qualquer incentivo ao apedrejamento verbal” e adjetiva a crítica implícita ao post como “moderada”. Confirmou-se portanto que “não ficou provado que foi a publicação da Ré que deu origem à polémica que afetou a vida e o negócio” dos queixosos. Apesar da decisão a favor da liberdade de expressão, levantam-se algumas questões: Fez sentido sequer este caso chegar a tribunal? A sentença é esclarecedora para dissuadir futuras queixas semelhantes? Como alguns afirmam, esta decisão dá aos humoristas mais liberdade de expressão do que ao cidadão comum? No Humor À Primeira Vista, Gustavo Carvalho conversa com a advogada Leonor Caldeira, que tem trabalhado em vários processos relacionados com liberdade de expressão. A advogada considera que o processo “foi uma perda de tempo” e questiona, tendo em conta que o aconselhamento jurídico deve ter alertado os Anjos para a pouca probabilidade de sucesso, se o que os moveu foi a “vontade de intimidar a Joana Marques.” Explica ainda que mecanismos têm os tribunais para “cortar pela raíz processos que não têm pés nem cabeça” e sublinha que o discurso humorístico “tem mais amplitude para chegar a lugares de maior provocação, sátira e ironia.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Agrocast
ÓLEO DE AMENDOIM

Agrocast

Play Episode Listen Later Oct 7, 2025 33:57


Neste episódio do podcast "Amendoim & Prosa", Juliana Pertille e Luiz Vizeu recebem Rodrigo Chittarelli, CEO da CRAS Brasil, para uma conversa profunda sobre o mercado do óleo de amendoim. Rodrigo compartilha sua trajetória no setor e revela os bastidores da produção, exportação e desafios enfrentados pela cadeia produtiva. O episódio destaca o papel da China como principal compradora, os benefícios nutricionais do óleo, sua resistência ao calor e o potencial de reintrodução na culinária brasileira. Também exploramos o impacto da qualidade da matéria-prima, o processo de extração e o aproveitamento total do amendoim, incluindo o farelo e suas aplicações na nutrição animal. Uma prosa rica em conhecimento que valoriza o amendoim como protagonista global. APRESENTAÇÃO Juliana Pertille: https://www.linkedin.com/in/juliana-pertille-93558577/Luiz Vizeu: https://www.linkedin.com/in/luiz-antonio-vizeu-2a0a12a6/ REALIZAÇÃO A Indústrias Colombo é uma multinacional brasileira, que atua no desenvolvimento de soluções em máquinas para a colheita mecanizada de grãos, vagens e sementes e na fabricação de peças e componentes agrícolas. Com 51 anos de história, a Indústrias Colombo é um grupo empresarial familiar sólido e em constante crescimento, reconhecido por sua tradição em inovar. Site: https://industriascolombo.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/industriascolombo/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/industriascolombo/Facebook: https://www.facebook.com/IndustriasColombo/YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCRLC7wA3uBN3hSkPCDMGYNQ INTERAJA COM O AMENDOIM & PROSAInstagram: https://www.instagram.com/amendoimeprosa/ FICHA TÉCNICAApresentação: Juliana Pertille e Luiz VizeuDireção Geral: Thaís AlvesProdução: Agro ResenhaConvidado: Rodrigo ChitarelliEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Pastéis de Marketing's Podcast
Especial Cyber Segurança com Paulo Caldeira e Gustavo Silva - e314s01

Pastéis de Marketing's Podcast

Play Episode Listen Later Oct 2, 2025


Neste episódio 314, falamos de Cyber Segurança com Paulo Caldeira e Gustavo Silva.

Renascença - Extremamente Desagradável
Rebeca Caldeira vive com um Beto

Renascença - Extremamente Desagradável

Play Episode Listen Later Sep 10, 2025 15:56


Joana Marques apresenta-nos Rebeca Caldeira, o seu marido beto e a(s) sua(s) empregada(s).

Projeto Mayhem
A história marginal do tarot no Brasil, o lado nada glamouroso do esoterismo - Roberto Caldeira

Projeto Mayhem

Play Episode Listen Later Sep 8, 2025 88:43


Podcast Mayhem 021 - Com Roberto Caldeira - A história marginal do tarot no Brasil, o lado nada glamouroso do esoterismo. https://projetomayhem.com.br/ O vídeo desta conversa está disponível em: https://youtu.be/i5pGNo5WDEk Bate Papo Mayhem é um projeto extra desbloqueado nas Metas do Projeto Mayhem.  Todas as 3as, 5as e Sabados as 21h os coordenadores do Projeto Mayhem batem papo com algum convidado sobre Temas escolhidos pelos membros, que participam ao vivo da conversa, podendo fazer perguntas e colocações. Os vídeos ficam disponíveis para os membros e são liberados para o público em geral duas vezes por semana, às segundas e quintas feiras e os áudios são editados na forma de podcast e liberados uma vez por semana. Faça parte do projeto Mayhem: https://www.catarse.me/tdc

… em 40 minutos
Carina Caldeira: "Os meus filhos são a coisa mais importante da minha vida, mas a minha prioridade sou eu"

… em 40 minutos

Play Episode Listen Later Aug 24, 2025 40:04


Carina Caldeira vê o glitter como uma filosofia de vida. A apresentadora fala da maternidade real e sem filtros, da saída do Porto Canal e da importância de saber dizer "não" e trabalhar com paixão. See omnystudio.com/listener for privacy information.

GP3S - Divórcio Consciente
Momento 62: «agora é sobre ti» - Mariana Caldeira

GP3S - Divórcio Consciente

Play Episode Listen Later Jun 24, 2025 12:07


Neste Momento, a Mariana fala-nos da importância do auto-conhecimento e do reconhecimento da nossa incapacidade de desencadear a mudança em pessoas que não o desejam, de como os nossos automatismos e condicionamentos nos mantêm reféns de relações pouco saudáveis e satisfatórias. A Mariana é Psicóloga Clínica. Desde cedo que se interessou pelo tema das "famílias tóxicas", dedicando-se ao seu estudo, divulgando informação acessível, sensibilizando e, sobretudo, trazendo para a "luz do dia" uma realidade tão comum, que continua a ser escondida, camuflada...  Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas. Se não ouviste o episódio completo, podes fazê-lo, porque este foi mesmo só um momento…#165 Mariana Caldeira: tudo o que tens dentro de ti Episódio anterior:#73 Mariana Caldeira: Famílias Tóxicas  Podes seguir o trabalho da Mariana no Instagram @marianacaldeira.psi e no seu ⁠website⁠  https://www.profundamente.pt/⁠  Para adquirires o livro “tudo o que se passa aqui dentro – como curar feridas emocionais e reconstruir relações em famílias tóxicas”, da @contrapontoeditores procura-o em qualquer livraria física ou onlineO episódio está disponível no Spotify, ApplePodcasts, Google Podcasts... e nas outras plataformas de distribuição de Podcasts habituais. Também podes ver o vídeo do episódio no Spotify ou no nosso canal do Youtube. Para saberes mais sobre nós:* na página https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/  * nas redes sociais @gp3s.divorcioconsciente; e* adquire o nosso livro nosso site https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/livrodirectamente na editora ou em qualquer outra livraria física ou online

Fidelidade Studio - People F1rst
T4 EP 5 - Noites Descansadas, Dias Produtivos

Fidelidade Studio - People F1rst

Play Episode Listen Later Jun 18, 2025 31:07


Neste episódio, Isabel Silva conversa com a Dra. Vânia Caldeira, pneumologista e especialista em sono, para falar sobre o impacto do descanso na nossa saúde. Juntas, exploram como uma boa noite de sono pode ser determinante para o bem-estar físico e mental, produtividade e envelhecimento saudável.

… em 40 minutos
Helena Caldeira: "Às vezes sinto que não me levam a sério porque sou jovem e mulher"

… em 40 minutos

Play Episode Listen Later Jun 15, 2025 45:53


Da fama repentina com Rabo de Peixe à importância de saber abrandar, Helena Caldeira partilha como tem resistido às pressões da visibilidade e ainda o peso de ser jovem e mulher no meio artístico.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conversas de Fim de Tarde
Helena Caldeira: "Às vezes sinto que não me levam a sério porque sou jovem e mulher"

Conversas de Fim de Tarde

Play Episode Listen Later Jun 15, 2025 45:53


Da fama repentina com Rabo de Peixe à importância de saber abrandar, Helena Caldeira partilha como tem resistido às pressões da visibilidade e ainda o peso de ser jovem e mulher no meio artístico.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Inteligência Ltda.
1522 - OS OUTROS DEUSES DA BÍBLIA: HENRIQUE CALDEIRA

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later May 7, 2025 184:45


HENRIQUE CALDEIRA é historiador. Henrique é dono do canal Estranha História, e vai trocar uma ideia sobre os outros deuses da Bíblia. O Vilela gosta de ouvir esses tipos de história, pois o faz lembrar de sua infância.CHEGOU A HORA DE PRESENTEAR SUA MÃE COM ESTILO!!! #InsiderStoreUse o cupom INTELIGENCIA e ganhe até 15% de desconto em todo o site - https://creators.insiderstore.com.br/... JOGOS DO APOCALIPSE | LIGUE OS PONTOS & ACORDES - Rogério Vilelahttps://jamboeditora.com.br/produto/j...Linha de óculos do Vilela:https://www.dutyotica.com.br/duty-by-...

Follow your Spark
101: Your four bodies have the answer: the key to unlocking your next step with Nelly Caldeira

Follow your Spark

Play Episode Listen Later Apr 30, 2025 58:35


What if the key to your next level isn't pushing harder—but pausing long enough to listen to the wisdom within?In this episode, I'm joined by transformation coach and Brazilian Zouk teacher Nelly Caldeira for a conversation about clarity, self-trust, and what it really takes to step into the version of yourself you're meant to be.We dive into tuning into your mental, emotional, physical, and spiritual bodies—and how checking in with all four can shift your decisions and direction.Nelly shares powerful insights on ownership, boundaries, and regret, plus how everyday moments—like dance, movement, or conversations—can become mirrors for deep growth and alignment.If you're ready for some real talk on trust, growth, and finding your way, this episode is for you!IN THIS EPISODE YOU'LL HEAR ABOUT:How checking in with your four bodies—mental, emotional, physical, and spiritual—could be the clarity practice you didn't know you needed.A fresh perspective on self-trust: how to own your choices and forgive yourself when things don't go as planned.Why honoring your future self and your “why” can help you move through resistance and choose growth.A powerful reframe on boundaries, regret, and how to move forward without getting stuck in self-judgment.How everyday experiences—like dance, movement, or conversation—can become powerful metaphors for self-discovery, alignment, and growth.MORE ABOUT NELLY CALDEIRA: Nelly Caldeira is a Brazilian Zouk Instructor and Personal Transformation Coach based in the Bay Area, California. She combines dance, emotional intelligence, NLP, and various growth modalities to help clients—dancers and non-dancers alike—overcome old patterns and unlock their full potential. She believes true success stems from becoming your best self, and that growth, though challenging, is always worth the journey. Nelly's approach helps clients embrace transformation on and off the dance floor where she empowers her clients to build confidence, develop meaningful relationships, and achieve their goals. STAY CONNECTED WITH NELLY:INSTAGRAM: @nelly.caldeiraREADY TO BET ON YOURSELF AND BLAZE YOUR OWN PATH?Join us for the Masterclass!

Rádio Comercial - Ouvir Falar de Amor
"Acabaste de contar um segredo nosso!": A história de Rebeca e Martim Caldeira

Rádio Comercial - Ouvir Falar de Amor

Play Episode Listen Later Mar 27, 2025 50:47


Quando aceitou a custo sair à noite com as amigas, Rebeca estava longe de imaginar que ia conhecer o grande amor! Até porque tanto ela como ele estavam ainda noutras relações. Mas houve qualquer coisa na forma descontraída como ela estava - "sem maquilhagem, com um top básico e uma fita com as chaves do Opel Corsa ao peito" - que chamou a atenção de Martim. Rapidamente ele percebeu que tinha de ficar desempedido para viver esta história. "Ela deu a ideia que ia voltar, mas não voltou". Ela precisou de mais tempo. Mas pouco...! No podcast Ouvir Falar de Amor, o casal revela alguns segredos e partilha sem medo algumas peripécias mais íntimas. Fique a saber o que é que Rebeca pede ao Martim, de noite, já com a luz apagada...!

GP3S - Divórcio Consciente
#165 Mariana Caldeira: tudo o que tens dentro de ti

GP3S - Divórcio Consciente

Play Episode Listen Later Dec 2, 2024 65:14


Hoje eu vou estar à conversa com a Mariana Caldeira. A Mariana é Psicóloga Clínica. Desde cedo que se interessou pelo tema das "famílias tóxicas", dedicando-se ao seu estudo, divulgando informação acessível, sensibilizando e, sobretudo, trazendo para a "luz do dia" uma realidade tão comum, que continua a ser escondida, camuflada... No primeiro episódio que a Mariana esteve connosco, falámos sobre famílias tóxicas, desta vez, vamos falar de como curar feridas emocionais e reconstruir relações nestas famílias, porque este é o tema do seu recente livro: “tudo o que se passa aqui dentro”, da @contrapontoeditores   Qualquer pretexto é um bom pretexto para falar com a Mariana, mas falar sobre o seu livro é mesmo espetacular!   Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas.     Conteúdos abordados: · para quê reconstruir (DENTRO DE NÓS) relações com familiares tóxicos?; . realidade REAL VS realidade CONSTRUIDA; · a infância marca a nossa vida adulta; . o caminho da consciência enquanto processo; . normalizar os limites; · vinculação enquanto mecanismo de sobrevivência.   Episódio anterior: ⁠#73⁠ Mariana Caldeira: Famílias Tóxicas    Podes seguir o trabalho da Mariana no Instagram @marianacaldeira.psi e no seu ⁠⁠website⁠⁠ ⁠ https://www.profundamente.pt/⁠⁠   Para adquirires o livro “tudo o que se passa aqui dentro – como curar feridas emocionais e reconstruir relações em famílias tóxicas”, procura-o em qualquer livraria física ou online   O episódio está disponível no Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts... e nas outras plataformas de distribuição de Podcasts habituais. Também podes ver o vídeo do episódio no Spotify ou no nosso canal do ⁠Youtube⁠.   Para saberes mais sobre nós: * na página ⁠https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/⁠  * nas redes sociais @gp3s.divorcioconsciente; e * no Youtube ⁠https://www.youtube.com/@gp3s.divorcioconsciente382⁠   Para adquirir o nosso livro vai ao nosso site ⁠https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/livro⁠ directamente à ⁠editora⁠ ou a qualquer outra livraria física ou online

Renascença - Extremamente Desagradável
Os conhecimentos de Pedro Caldeira JR

Renascença - Extremamente Desagradável

Play Episode Listen Later Oct 8, 2024 15:26


Joana Marques fala-nos (mais) de Pedro Caldeira Jr, e serão citados mais hotéis e restaurantes do que no guia "Boa Cama Boa Mesa".

Renascença - Extremamente Desagradável

Joana Marques fala-nos da luxuosa vida de Pedro Caldeira Júnior.

Lutz Podcast
Historiador Revela Novas Evidências da Existência de Jesus! - Henrique Caldeira | Lutz Podcast #265

Lutz Podcast

Play Episode Listen Later Jul 30, 2024 95:44


Sugar Coated
How Well Being and Compassionate Therapy Helps Women Entrepreneurs with Dr. Nathilee Caldeira

Sugar Coated

Play Episode Listen Later Jul 12, 2024 41:29


Therapy is for everyone, including entrepreneurs, and not something to be ashamed of.Dr. Nathilee Caldeirais a licensed psychologist and the founder and CEO of Let's Talk Psychological Wellness. Dr. Caldeirashares her journey from emigrating from Guyana at 19 to becoming a successful psychologist in New York. She started studying business, but she switched to psychology after a beautiful class experience and working at a camp for children who experienced trauma.Bringing together the two disciplines of business and therapy, she created her hugely successful NYC private practice to gain more flexibility and positively impact more lives directly.  However, Dr. Caldeira soon faced overwhelming demand, leading her to expand and hire additional therapists - which was very challenging.Nathilee now seeks a more balanced approach to business as she is focused on optimally serving both clients and her employees. For her, there is great importance in defining personal success, valuing time over constant growth, and honoring the different seasons of life when making business decisions. Nathilee's experience with the importance of self-reflection, adaptability, and prioritizing well-being is a great lesson for all entrepreneurs. As women, we're often conditioned to keep pushing forward without considering how our goals and circumstances evolve. We have the freedom to redefine success and shape our businesses in a way that aligns with our personal values and life stages. Let's use our inner power and command of our choices to create the life we desire! Show notes:

Endörfina com Michel Bögli
#360 Wilson Caldeira

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Jun 27, 2024 111:00


Meu convidado começou a jogar tênis aos 4 anos de idade, por influência do pai, na Sociedade Harmonia de Tênis, um tradicional clube paulistano. Aos 12 anos decidiu ingressar no polo aquático, atraído pela imagem e fama de bad boy dos jogadores. Durante dois anos ele ainda manteve o tênis, até se dedicar exclusivamente ao polo aquático. Sob o comando do lendário técnico Alexandre “Alemão” Pflug ele se tornou um talentoso jogador. Foi hexa Campeão Brasileiro e Sul-Americano. Também praticou jiu-jitsu por alguns anos. Formou em economia, trabalhou no ramo da incorporação imobiliária e manteve-se jogando polo até os 27 anos de idade, quando decidiu retornar ao tênis. Quando seu primeiro filho, Pedro, tinha um ano de idade, foi diagnosticado com a doença de Parkinson. Isso foi 20 anos atrás, e os prognósticos do médicos não foram muito otimistas. Sentenciaram que se ele continuasse a praticar esportes, sua doença se agravaria. Foi justamente através do esporte que ele ganhou confiança não apenas para expor a sua nova condição, mas para enfrenta-la com uma atitude positiva e vencer o preconceito, que vinha de dentro e de fora. Aos poucos ele retornou com o tênis, depois o squash, beach tennis e também o polo aquático, pelo qual disputou 6 mundiais Master e conquistou três honrosas medalhas bronze. Conosco aqui um parkisoniano que não se deixou vencer, que tem como missão de vida inspirar e motivar as pessoas que assim como ele são vítimas do medo, do preconceito e da desconfiança, o paulistano Wilson Mendes Caldeira. Inspire-se! Um oferecimento de @BOVEN_ENERGIA. Quando a paixão pelo esporte se une à energia transformadora, grandes histórias acontecem. E você, já sentiu a adrenalina de estar no controle? Conheça o Mercado Livre de Energia, a escolha certa para empresas que buscam eficiência e economia. Com a Boven, especialista há mais de uma década, você não só migra para essa revolução, como também garante segurança em todo o processo. Não deixe essa oportunidade escapar. Abra as portas para o sucesso com a Boven e eletrize seu futuro. De energia, a Boven entende! boven.com.br      

Rádio Gaúcha
#58 -"Dobramos a aposta": Instituto Caldeira reafirma compromisso pós-enchente

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Jun 13, 2024 49:23


#58 -"Dobramos a aposta": Instituto Caldeira reafirma compromisso pós-enchente by Rádio Gaúcha

Portugueses no Mundo
Duarte Caldeira Quaresma: Jönköping, Suécia

Portugueses no Mundo

Play Episode Listen Later May 13, 2024 40:20


O Duarte Caldeira Quaresma está na Suécia há quase 8 anos. O Duarte confessa que na altura não imaginou que a experiência iria durar tanto tempo. Hoje a Suécia é casa e vai continuar a ser.

Portugal em Direto
Duarte Caldeira Quaresma: Jönköping, Suécia

Portugal em Direto

Play Episode Listen Later May 13, 2024 40:20


O Duarte Caldeira Quaresma está na Suécia há quase 8 anos. O Duarte confessa que na altura não imaginou que a experiência iria durar tanto tempo. Hoje a Suécia é casa e vai continuar a ser.

No Vacancy The Podcast with Natalie Palmer | Airbnb
108. How This Tech Director Went from 0 to 60 Units in Three Years - Interview with Felipe Caldeira

No Vacancy The Podcast with Natalie Palmer | Airbnb

Play Episode Listen Later May 8, 2024 46:14


Welcome, and thanks for checking in today to No Vacancy The Podcast! This week I got to interview Felipe, who has grown his own portfolio and a cohosting business, fast! Now, he's in the works of renovating a boutique motel. In just a few short years, Felipe has gained experience with several different investing asset classes, and his cohosting business has taken off thanks to the management skills he picked up along the way. This episode is a great listen for anyone who feels like they might be starting "too late". You'll see by the end of this chat just how quickly you can start and scale your business with the right mindset and guidance! Connect with Felipe @investwithfelipe Thank you to my sponsors! Start using Turno today! Get 3 months of HostGPO for free!  Connect: Show Notes | Start Your Airbnb  Instagram Podcast Producer: Kelsey Tran | kelsey@hospitality.fm Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Inteligência Ltda.
1180 - AS ORIGENS DA BÍBLIA: HENRIQUE CALDEIRA (ESTRANHA HISTÓRIA)

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later May 8, 2024 124:33


HENRIQUE CALDEIRA é historiador. Ele vai trocar uma ideia sobre a história e as origens da Bíblia. O Vilela gosta de ouvir esses tipos de coisas, pois o faz lembrar de sua infância.

Dance No Cap Podcast
Dance No Cap Podcast: Season 3: Episode 5 "Social Dance: Peeling Back The Layers" (ft. Nelly Caldeira)"

Dance No Cap Podcast

Play Episode Listen Later Apr 26, 2024 99:41


featuring Nelly Caldeira, this week she walks through a lot of thoughts she has about how to increase the quality, dynamics, and roles within the dance scene. And how that is very much connected to communication, mindset, & emotional intelligence. We literally just sit back and let her cook, cause she was definitely cooking this entire episode. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/dancenocappodcast/message

Rádio Gaúcha
Diretor - Executivo Do Instituto Caldeira, Pedro Valério - 25/04/2024

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Apr 25, 2024 9:05


Diretor - Executivo Do Instituto Caldeira, Pedro Valério - 25/04/2024 by Rádio Gaúcha

Wanderlust Wealth Show
[Interview] Ex-Amazon, Uber, and Peloton employee turned HOTELLIER w/ Felipe Caldeira

Wanderlust Wealth Show

Play Episode Listen Later Apr 15, 2024 51:22


Okay fam, get ready for another amazing inspirational story this week from Felipe Caldeira! Felipe shares his journey from arriving in the U.S. for high school to marrying his sweetheart and navigating the complexities of being an international student in the workforce. He discusses his transition from corporate America (Uber, Amazon, AND Peloton!) to becoming a full-time real estate investor, covering his initial investments in long-term rentals through the BRRRR method to pivoting to short-term rentals and eventually acquiring a boutique hotel. Follow Felipe on IG: https://www.instagram.com/investwithfelipe/ Book mentioned: 10X is Easier than 2X by Dan Sullivan https://amzn.to/4a57wBs Book a call to see if you would be a good fit for Wanderlust Wealth Academy: https://calendly.com/theoliviatati/wanderlustwealthacademy Learn more about WWA here: https://www.oliviatati.com/wwa Hang out with me on IG: @theoliviatati / @wanderlustwealth.show Watch this episode on Youtube: https://www.youtube.com/@Theoliviatati/

The Proximo Energy & Infrastructure Podcast
Proximocast: Industry News - 27 March

The Proximo Energy & Infrastructure Podcast

Play Episode Listen Later Mar 27, 2024 9:56


Proximo's top stories this week across project & infrastructure finance: Rio Tinto to invest $350m in Argentina lithium project Zenobe upping electric bus portfolio financing? NEOM project financings take shape US Ex-Im issues $250m LoI for Caldeira rare earth project UKEF, US DoE partner on export and infrastructure financing Greenvolt finances Hungarian solar park Viridi Energy acquires legacy biosolids digester US pledges $4bn to support Romania's Doicesti SMR project Nokomis Energy planning sale of community solar assets CapturePoint closes carbon capture tax credit deal Plus, don't forget to check out our Proximo Global 2024: Energy & Infrastructure Finance event in June. This year, from Lisbon to Athens, the torch of Global 2024 will burn bright in an all-new city!  

Rádio Gaúcha
Pedro Valério, CEO do Instituto Caldeira - 18/03/2024

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Mar 18, 2024 14:47


Pedro Valério, CEO do Instituto Caldeira - 18/03/2024 by Rádio Gaúcha

História em Meia Hora
Extrema Direita

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Jan 20, 2024 37:32


Nesse podcast, você já aprendeu sobre as origens e diferenças da esquerda e da direita. Agora é a hora de conhecer um pouco mais de uma ideologia cada vez mais frequente no nosso cotidiano.  Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a Extrema Direita. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora  - Compre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"! https://www.loja.literatour.com.br/produto/pre-venda-livro-historia-em-meia-hora-grandes-civilizacoesversao-capa-dura/  - Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/  -  PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com  Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)   -   REFERÊNCIAS USADAS:   - BOBBIO, Norberto. Direita e Esquerda: razões e significados de uma distinção política. São Paulo: Editora Unesp, 2012. - LOWY, Michael. Conservadorismo e Extrema-Direita na Europa e no Brasil. Serv. Soc. Soc., São Paulo, n. 124, p. 652-664, out./dez. 2015 - NETO, Odilon. Caldeira. (2020). Neofascismo, “nova república” e a ascensão das direitas no Brasil. Conhecer: Debate Entre O Público E O Privado, 10(24), 120–140. (@odilon.caldeira) - MORAIS, Argus Romero Abreu de. O discurso político da extrema-direita brasileira na atualidade. Cadernos de Linguagem e Sociedade, 20(1), 2019 - SILVA, Adriana Brito; BRITES, Cristina Maria. A extrema-direita na atualidade. Serv. Soc. Soc., São Paulo, n. 119, p. 407-445, jul./set. 2014 - PAXTON, Robert. A Anatomia do Fascismo. Editora Paz e Terra, 2008 - VIZENTINI, Paulo Fagundes. Neonazismo, Negacionismo e Extremismo Político. UFRGS; 1ª edição, 2001 - ZIBLATT, Daniel; LEVITSKY, Steven. Como as democracias morrem. São Paulo: Editora Zahar, 2018.

Hora América
Hora América - 'Messi: La leyenda de oro', de José Antonio Caldeira

Hora América

Play Episode Listen Later Jan 11, 2024 4:37


José Antonio Caldeira es el autor del libro Messi: La leyenda de oro, sobre la carrera de Lionel Messi, considerado el futbolista número uno del mundo, con testimonios, relatos, anécdotas y entrevistas. El prólogo es de Fernando Signorini, quien fuese el histórico preparador físico personal de Diego Armando Maradona (11/01/24).Escuchar audio

Forever Blue
Fred Caldeira, Joe Corrigan & Peter Barnes on Club World Cup & Palace draw

Forever Blue

Play Episode Listen Later Dec 17, 2023 59:13


Ian Cheeseman was the BBC's Manchester City correspondent for nearly 25 years and has been a fan all of his life. Here he hosts his weekly podcast, Forever Blue, where all things Man City are discussed. Sponsored by Property Developers Eamar Development Uk & Counting King, experts in business finance Ian talks to Toby, Sam & Harlan immediately after the 2-2 draw with Crystal Palace. You'll also hear the views of former Manchester City players Joe Corrigan & Peter Barnes on the upcoming Club World Cup and Brazilian journalist Fred Caldeira, who reports on City but is a Fluminensa fan, talks about the prospect of the teams meeting in the Final. If you'd like to support Ian's work you can message him by DM on twitter @iancheeseman

O Sargento na Cela 7
Episódio 6: A reviravolta

O Sargento na Cela 7

Play Episode Listen Later Dec 12, 2023 46:39


Último episódio. Pedro Caldeira decide que chegou ao fim da linha. Depois de oito meses em fuga nos Estados Unidos planeia entregar-se na Embaixada portuguesa em Washington. O corretor faz-se à estrada com a família mas nunca chega ao destino: acaba por ser preso após uma operação lançada pelo FBI num hotel em Atlanta. Caldeira é extraditado para Portugal e é libertado ao fim de três meses de prisão preventiva. O julgamento só acontece anos depois e, para surpresa de muitos, Caldeira acaba por chegar a acordo com a maioria dos clientes ricos, muitos dos quais vão mesmo a tribunal para o defender.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Sargento na Cela 7
Episódio 5: O fugitivo

O Sargento na Cela 7

Play Episode Listen Later Dec 4, 2023 34:01


Pedro Caldeira está em fuga e é procurado pelo FBI. Uma família rica contrata um detetive privado para tentar localizar o corretor e recuperar o dinheiro perdido. Caldeira instala-se com a família em Palm Beach, na Florida. O advogado do corretor em Lisboa descobre que está sob escuta. E a apreensão de uma mala suspeita no aeroporto reforça as pistas sobre a localização do fugitivo. Mas quando o rasto leva finalmente a uma casa, a polícia vai ser surpreendida.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Sargento na Cela 7
Episódio 2: O grande estouro

O Sargento na Cela 7

Play Episode Listen Later Nov 14, 2023 38:31


No início dos anos 80, o clima é de euforia. Em Portugal, o dinheiro não é um problema e o sítio onde esse dinheiro está é a bolsa de valores. Todos querem jogar na bolsa como se de um casino se tratasse, à procura de ficarem milionários de um dia para o outro. Ninguém aproveitou tanto esse momento e ganhou tanto como Pedro Caldeira, que em pouco tempo se torna no corretor mais poderoso. Caldeira é jovem, bonito, sedutor, move-se nos círculos da alta sociedade de Cascais e aparece com frequência nas revistas cor-de-rosa ao lado da mulher, Cristina. Nada o parecia conseguir travar. Até ao dia em que um acontecimento inesperado veio mudar tudo. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Sargento na Cela 7
Estreia. “O Encantador de Ricos”. Episódio 1: A máquina de fazer dinheiro

O Sargento na Cela 7

Play Episode Listen Later Nov 6, 2023 36:32


Depois de meses em fuga, o homem que chocou o país ao desaparecer misteriosamente acaba por ser preso pelo FBI num quarto de hotel nos Estados Unidos, em março de 1993. Vinte anos antes, Pedro Caldeira tinha entrado na Bolsa de Lisboa pela primeira vez. Era uma época de euforia e de enorme crescimento económico, em que a bolsa funcionava como um casino onde todos queriam entrar na esperança de fazer fortuna de um dia para o outro. Ninguém como Caldeira soube aproveitar esse momento, e a ascensão foi fulgurante: tornou-se mesmo no “Príncipe da Bolsa”. Nessa altura, nunca ninguém poderia ainda imaginar que acabaria na ruína. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conversas à quinta - Observador
Estreia. “O Encantador de Ricos”. Episódio 1: A máquina de fazer dinheiro

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Nov 6, 2023 36:32


Depois de meses em fuga, o homem que chocou o país ao desaparecer misteriosamente acaba por ser preso pelo FBI num quarto de hotel nos Estados Unidos, em março de 1993. Vinte anos antes, Pedro Caldeira tinha entrado na Bolsa de Lisboa pela primeira vez. Era uma época de euforia e de enorme crescimento económico, em que a bolsa funcionava como um casino onde todos queriam entrar na esperança de fazer fortuna de um dia para o outro. Ninguém como Caldeira soube aproveitar esse momento, e a ascensão foi fulgurante: tornou-se mesmo no “Príncipe da Bolsa”. Nessa altura, nunca ninguém poderia ainda imaginar que acabaria na ruína. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aprender a Comer
Estreia. “O Encantador de Ricos”. Episódio 1: A máquina de fazer dinheiro

Aprender a Comer

Play Episode Listen Later Nov 6, 2023 36:32


Depois de meses em fuga, o homem que chocou o país ao desaparecer misteriosamente acaba por ser preso pelo FBI num quarto de hotel nos Estados Unidos, em março de 1993. Vinte anos antes, Pedro Caldeira tinha entrado na Bolsa de Lisboa pela primeira vez. Era uma época de euforia e de enorme crescimento económico, em que a bolsa funcionava como um casino onde todos queriam entrar na esperança de fazer fortuna de um dia para o outro. Ninguém como Caldeira soube aproveitar esse momento, e a ascensão foi fulgurante: tornou-se mesmo no “Príncipe da Bolsa”. Nessa altura, nunca ninguém poderia ainda imaginar que acabaria na ruína. See omnystudio.com/listener for privacy information.

E o Resto é História
Estreia. “O Encantador de Ricos”. Episódio 1: A máquina de fazer dinheiro

E o Resto é História

Play Episode Listen Later Nov 6, 2023 36:32


Depois de meses em fuga, o homem que chocou o país ao desaparecer misteriosamente acaba por ser preso pelo FBI num quarto de hotel nos Estados Unidos, em março de 1993. Vinte anos antes, Pedro Caldeira tinha entrado na Bolsa de Lisboa pela primeira vez. Era uma época de euforia e de enorme crescimento económico, em que a bolsa funcionava como um casino onde todos queriam entrar na esperança de fazer fortuna de um dia para o outro. Ninguém como Caldeira soube aproveitar esse momento, e a ascensão foi fulgurante: tornou-se mesmo no “Príncipe da Bolsa”. Nessa altura, nunca ninguém poderia ainda imaginar que acabaria na ruína. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Piratinha do Ar
Estreia. “O Encantador de Ricos”. Episódio 1: A máquina de fazer dinheiro

Piratinha do Ar

Play Episode Listen Later Nov 6, 2023 36:32


Depois de meses em fuga, o homem que chocou o país ao desaparecer misteriosamente acaba por ser preso pelo FBI num quarto de hotel nos Estados Unidos, em março de 1993. Vinte anos antes, Pedro Caldeira tinha entrado na Bolsa de Lisboa pela primeira vez. Era uma época de euforia e de enorme crescimento económico, em que a bolsa funcionava como um casino onde todos queriam entrar na esperança de fazer fortuna de um dia para o outro. Ninguém como Caldeira soube aproveitar esse momento, e a ascensão foi fulgurante: tornou-se mesmo no “Príncipe da Bolsa”. Nessa altura, nunca ninguém poderia ainda imaginar que acabaria na ruína. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Private Talk With Alexis Texas
SARAH CALDEIRA | EP 144

Private Talk With Alexis Texas

Play Episode Listen Later Oct 10, 2023 59:16


Famous social media influencer and Tik Tok content creator, Sarah Caldeira sits down with your favourite Big Booty for a very exciting interview. Enjoy

45 Graus
#144 João Zilhão - Uma revolução no nosso entendimento dos Neandertais (e de nós próprios)

45 Graus

Play Episode Listen Later May 3, 2023 78:52


(A 2ª parte da conversa sobre nutrição com Vítor Hugo Teixeira e Pedro Carvalho sai no episódio #145.) João Zilhão é arqueólogo, actualmente Investigador Coordenador na Universidade de Lisboa. Anteriormente, foi professor em várias universidades, incluindo a de Bristol e de Barcelona. Em 1996, foi nomeado pelo governo português para coordenar a criação do Parque Arqueológico do Vale do Côa e, em 1997, tornou-se Diretor do Instituto Português de Arqueologia. É conhecido por suas pesquisas sobre a arte rupestre paleolítica e por descobertas importantes, como os mais antigos restos de humanos anatomicamente modernos da Europa, encontrados na Roménia.  -> Apoie este projecto e faça parte da comunidade de mecenas do 45 Graus em: 45grauspodcast.com _______________ Índice (com timestamps): (4:46) Qual é, verdadeiramente, a relação entre sapiens e neandertais? | o problema de faltarem fosseis ‘no meio' | Richard Dawkins e a tirania da mente descontinua | Aborígenes da Tasmânia | América nunca esteve isolada? (um, dois, três) | Criança do Lapedo | Artigo de Trenton Holliday sobre o tempo necessário para a formação de uma espécie diferente (36:52) A importância da História para entender as ideias que se formaram sobre os Neandertais (frenologia) | Os Neandertais eram menos inteligentes? | Capa da revista Science | Porque predominam em nós os genes Neandertais? (56:26) Quando os geneticistas se juntaram ao jogo. (Svante Pääbo) ADN mitocondrial (1:06:36) Temos mais antepassados neandertais XX ou XY? | Houve confrontos entre sapiens e neandertais? (1:14:06) Grandes descobertas que podemos esperar no futuro? Enigmáticos vestígios Neandertais na gruta de Bruniquel, em França Filme recomendado: The Neanderthal Man (1953) _______________ O modo como olhamos para os Neandertais é das áreas da ciência em que as coisas mais mudaram ao longo das últimas décadas. Até há não muito tempo (e é essa ainda a imagem que persiste em muito do imaginário popular), acreditava-se que os neandertais eram, basicamente, hominídeos primitivos e abrutalhados, uns antepassados remotos da nossa espécie, ainda com um intelecto mais próximo dos animais do que do da nossa cognição avançada. Nas últimas décadas, várias descobertas arqueológicas (e a própria mudança mais ‘cultural' no modo como olhamos para a diversidade humana) têm vindo a mostrar que esse entendimento estava errado, de pelo menos duas formas. Primeiro, sabemos hoje que os Neandertais não são nossos antepassados, mas sim nossos primos: coexistiram com os humanos que vieram de África, e cuja morfologia se parece mais com a nossa. Segundo, e relacionado com isto, os Neandertais estavam longe de ser estúpidos, como até ali se pensava, e há cada vez mais vestígios arqueológicos, como arte rupestre, a mostrar que tinham cultura e eram capazes de pensamento simbólico. Mas talvez tenhamos de levar esta revisão do nosso entendimento sobre os Neandertais ainda mais longe. É isso que propõe o convidado deste episódio. João Zilhão é arqueólogo e um dos principais investigadores mundiais na área da paleoarquologia. Actualmente, é investigador coordenador na Universidade de Lisboa e foi anteriormente professor em várias universidades, incluindo Bristol e Barcelona. Em 1996, foi nomeado pelo governo português para coordenar a criação do Parque Arqueológico do Vale do Côa (onde estão as famosas gravuras) e, em 1997, tornou-se o primeiro Diretor do Instituto Português de Arqueologia.  O convidado propõe, então, uma interpretação ainda mais radical da nossa relação com o Neandertais. Primeiro, argumenta que quanto mais evidência arqueológica encontramos mais percebemos que os Neandertais não eram assim tão diferentes da população de sapiens da que veio de África, e, por isso, não os podemos verdadeiramente considerar uma espécie diferente. Segundo, diz que se olharmos sem preconceitos para os vestígios neandertais que nos chegaram, não há nenhuma razão para supor que fossem menos sofisticados cognitivamente do que os sapiens vindos de África. E, por isso, faz também sentido que tenha havido cruzamentos. É verdade que os genes que prevalecem no nosso genoma (entre 96 a 98%) são os dos sapiens vindos de África, mas isso, segundo o João, é meramente resultado da discrepância de números entre as duas populações. Esta tese do convidado é provocadora e está longe de ser consensual no meio da paleoarqueologia (a ver vamos o que as próximas descobertas trazem). Mas os argumentos em que ele a sustenta são, na minha opinião, um exemplo prático de pensamento crítico aplicado à Ciência e, também, já agora, dos deméritos da hiper-especialização que já abordei noutros episódios. _______________ Obrigado aos mecenas do podcast: Carla Caçote, Ana Rita Nogueira, Henrique Pais, Francisco Hermenegildo Diogo Ramos, Bruno Heleno, João Almeida Coelho, Henrique Valente, Catarina Pechincha, Paulo Encarnação , Sandra Ferreira , Hélio Bragança da Silva, João Domingues, Carlos Pires, Tiago Goncalves, Manuel Canelas, Fernando Nunes, Luis Fernambuco, Cesar Carpinteiro, Helder Miranda, João Ribeiro, Nuno e Ana, Miguel Marques, Corto Lemos, Galaró family, Carlos Martins, Tiago Leite, Abilio Silva, João Baltazar, BFDC, António Mexia Santos, Pedro Gaspar, Ivo Loureiro, Rita Carvalho Rodrigo Antunes, Pedro Lemos Silva, Andre Soares, Rui Caetano Garcês, Inês Águas, João Morais, Zé da Radio, Tiago Sequeira, Lígia Violas, Nuno Brites, Paulo Barros, Bernardo Vidal Pimentel, Carlos Nobre, Armindo Martins , João Vieira dos Santos, Ruben de Bragança, António Rocha Pinto, Alberto Alcalde, Joao Alves, Geoffrey Marcelino, Luis, Maria Pimentel, RB, Mário Lourenço, ARUNE BHURALAL, Ana Teresa Mota, Andreia Esteves, Rafael Santos, Francisco Fonseca, João Nelas, Carmen Camacho, Tiago Queiroz, António Padilha, Rita Mateus, Daniel Correia, Joao Saro, Tomás Costa, Bernardo Cortez Ana Padilha, Alexandre Pinto, Luís Viegas, Josué Amoroso, Miguel Santos, Nuno Germano, Rui Rodrigues, Luís Caldeira, Bruno Maia, afonsori 00, Luis, Pedro Manuel da Eira Coelho, Nuno Barbosa Morais, Margarida Pontes, Cristiana Campos, Elsa Caetano, Márcia Filipa Alves Serra, Miguel Duarte, Tiago Rodrigues, Cristina Loureiro, Joao Gama, José Alberto Gomes, Rodrigo Silva, Duarte Cameirão, Teresa Painho, Marta Mendonca, Paloma Nunes, Paulo Rafael, Filipa Portela, Diego Goulart, Andrzej Stuart-Thompson, Mariana Portela , Luís Machado, Ricardo Trindade, Ana Leal, Cláudia Gomes Batista, Alexandre Alves, Carlos Castro, David Palhota, Carlos Branco, Francisco Seabra Guimarães, RJ, Ricardo Sousa, Tomás Lucena, Fábio Videira Santos, Rui, Helena Pinheiro, Margarida Costa Almeida, Tiago Agostinho, Miguel Jacinto, Inês Ribeiro, Sofia Ferreira, JC Pacheco, Catarina Fonseca, Pedro On The Road, tati lima, Gonçalo Baptista, Joana Pereirinha, João Lopes, Bruno Pinto Vitorino, Zé, miguel farracho, Rita Noronha, Teresa Pimentel, Tiago Pedroso, Sérgio Nunes, Telmo Gomes, Inês Inocêncio, Hugo Ramos, Antonio Loureiro, Pedro Bravo, Beatriz Bagulho, Tiago Stock, Fábio Monteiro, paulo matos, Joao Barbosa, Cloé Leal de Magalhães, Tomás Saraiva, Rui Antunes, Nuno Malvar, Pedro L, Ana Rita Laureano, João Diamantino, João Farinha, Henrique Vieira, André Abrantes, Hélder Moreira, José Losa, João Ferreira, Rui Vilao, João Pereira, Maria Oliveira, Pedro Gaspar, Cristiano Tavares, Cesar Correia, Luis Gomes, Patrícia Esquível , Daniel Almeida, Bruno Lamas, Francisco Manuel Reis, Diogo Rombo, Paulo Ferreira, Macaco Quitado, Manuel Martins, Lara Luís, Francisco Santos, Ana Sousa Amorim, Antonio Albuquerque, Maria Francisca Couto, Renato Mendes, João Barbosa, Robertt Valente, Afonso Martins, João Pinho , João Crispim, Joao Diogo, Jose Pedroso, José Oliveira Pratas, Telmo , Vasco Lima, Tomás Félix, Duarte , Ricardo Duarte, Miguel Palhas, Pedro Rebelo, Nuno Gonçalves, Mariana Barosa, Francisco Arantes, João Raimundo, Luis Marques, Joana Margarida Alves Martins, Tiago Pires, David , Salvador Cunha, Vasco Sá Pinto, Ana Cantanhede, Artur Castro Freire, Rui Passos Rocha, Pedro Costa Antunes, Sofia Almeida, Ricardo Andrade Guimarães, Daniel Pais, Miguel Bastos, Luís Santos, Ricardo Migueis, Margarida Santos, João Ribeiro, Paolo Dal Maso, Nuno Costa _______________ Esta conversa foi editada por: Hugo Oliveira _______________ Bio: João Zilhão (Lisboa, 1957) é, desde 1 de Setembro de 2022, Investigador Coordenador na Universidade de Lisboa. Antes da actual nomeação, foi ICREA Research Professor na Universidade de Barcelona (2011-2022) e Professor of Palaeolithic Arqchaeology na Universidade de Bristol (2005- 2010). Anteriormente, leccionou na Universidade de Lisboa e, temporariamente, nas Universidades de Bordéus I, Paris I e Toulouse Le Mirail. Em Janeiro de 1996, foi nomeado pelo governo português para organizar a criação do Parque Arqueológico do Vale do Côa, coordenar a investigação científica realizada para estabelecer a cronologia da arte rupestre paleolítica do vale, e preparar a candiatura do sítio a Património Mundial (estatuto que viria a ser alcançado em Dezembro de 1998). Ainda em regime de comissão de serviço no Ministério, assumiu de seguida, em Maio de 1997, as funções de Director do Instituto Português de Arqueologia (IPA), direcção-geral então criada para supervisar a atividade arqueológica no país, funções que exerceu até regressar à vida académica a tempo inteiro, em Maio de 2002. Em 1998, dirigiu a escavação de salvamento da sepultura infantil de Lagar Velho (Portugal), datada do Paleolítico Superior inicial e, em 2004-2005, a investigação arqueológica da Peştera cu Oase (Roménia), onde foram encontrados os mais antigos restos de humanos anatomicamente modernos da Europa. Foi o Conference Organiser do Congresso Anual da Associação Europeia de Arqueólogos, realizado em Lisboa no ano 2000, e foi membro da Comissão Executiva dessa associação entre 2003 e 2006. Em 2003, foi galardoado com um Humboldt Foundation Research Award (instituição anfitriã: Universidade de Colónia) em reconhecimento dos seus "êxitos académicos (no ensino e na investigação)". Em 2005, foi galardoado com o Prémio Europa da Sociedade Pré-Histórica de  Londres, em reconhecimento pelo seu "contributo significativo e duradouro para o estudo da Pré- História europeia". Em 2012, o seu perfil de investigador foi publicado na revista "Science"  (https://doi.org/10.1126/science.337.6095.642).