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No dia 9 de junho, data em que se celebra o Dia Nacional de São José de Anchieta, a herança cultural e espiritual da Companhia de Jesus ganha um relevo ainda maior na compreensão da formação nacional. No século XVI, a Europa enfrentava profundas transformações decorrentes da Reforma Protestante. Como resposta a esse cenário, a Igreja Católica testemunhou o surgimento da Companhia de Jesus, ordem fundada por Inácio de Loyola que se destacou por sua vanguarda intelectual e missionária. Em março de 1549, sob a liderança do Padre Manuel da Nóbrega, a primeira comitiva de jesuítas desembarcou na Bahia junto à frota do governador-geral Tomé de Sousa. O objetivo da ordem expandia-se para além da administração colonial, visando lançar as fundações espirituais, educacionais e culturais da nova terra. Neste vídeo, analisamos o impacto duradouro das missões jesuíticas na construção do território e da cultura do Brasil. O conteúdo detalha a criação dos primeiros colégios, a organização dos aldeamentos indígenas e a pioneira sistematização da língua tupi por José de Anchieta. São abordados, também, os frequentes conflitos com os colonos e os bandeirantes decorrentes da oposição jesuíta à escravização dos povos nativos. Por fim, examina-se a ascensão do Marquês de Pombal e o decreto de 1759 que determinou a expulsão dos jesuítas e o confisco de seus bens, encerrando um dos capítulos mais determinantes da história nacional.
In 1755, a massive earthquake, firestorm, and tsunami devastated Lisbon and sent shockwaves through European thought. The catastrophe shattered old religious certainties, ignited debates led by Voltaire and Kant, and reshaped the fate of Iberian Jews and “New Christians” long-bound by the Inquisition. In this episode, we trace how one morning of destruction helped usher in modern ideas of reason, justice, and identity—and how Lisbon's rebuilding reframed the Jewish story within Europe's emerging Enlightenment. Links for Additional Reading The Earthquake That Changed History – BBC REELhttps://www.youtube.com/watch?v=IVLGo_SgRfs The Jesuit and the Jew -The Lisbon Earthquake in Modern PerspectiveRevista by Kenneth Maxwell, 30 December 2007https://revista.drclas.harvard.edu/the-jesuit-and-the-jew/ Pombal and the Inquisition in PortugalHistory Today by Richard Cavendish, 5 May 2001https://www.historytoday.com/archive/months-past/pombal-and-inquisition-portugalFollow us on Facebook, Instagram, and LinkedIn!Find more at j2adventures.com Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Cerca de 200 adeptos azuis e brancos pararam o trânsito na Avenida da República e seguem em cortejo para o Marquês de Pombal. A marcha é escoltada pela polícia e deve durar toda a madrugada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Horácio Mota, da Associação Empresarial do Concelho de Pombal, diz que o fim da moratória de 3 meses estava já a criar stress nas empresas da região.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Natural de Pombal, Joana Oliveira destacou-se desde cedo no panorama musical português. Participou no The Voice Portugal aos 15 anos e, desde então, tem vindo a construir um percurso marcado por uma constante evolução artística. Com temas como “Juro” e “Sexto Sentido”, afirma cada vez mais a sua identidade, apostando na autenticidade e na emoção, naquilo que quer dizer. Nesta conversa, dá a conhecer o percurso, o processo criativo e os desafios de crescer na indústria musical em Portugal. Entrevista conduzida por Francisco Fernandes e Matilde Silva, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da Licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
“1001 Noites Irmã Santomense” é o espectáculo que valoriza a cultura de São Tomé e Príncipe e encerra a tetralogia colocada em cena pelo Teatro O Bando desde 2023. Depois de Irmã Persa, encenada por Suzana Branco, Irmã Palestina, encenada por Olga Roriz e João Brites, e de Irmã Mapuche, encenada por João Neca, agora coube a Miguel Jesus encenar Irmã Santomense. A cada nova Irmã, um novo olhar sobre o mundo que contém o desafio de um convite a outros públicos, um novo questionar sobre violência e poder. Irmã Santomense é elo de conexão com São Tomé e Príncipe. A actriz Adozia Cristo trás a experiência pessoal, trás a preservação do Tchiloli, a valorização da língua Forro e da cultura de São Tomé e Príncipe O espectáculo “1001 Noites Irmã Santomense” estreia a 8 de Maio, na Quinta do Teatro O Bando, em Palmela, 40 quilómetros a sul da capital portuguesa. A RFI esteve no espaço onde decorrem os ensaios, falou com o actor e músico Mick Trovoada, com a actriz Adozia Cristo (muito popular entre santomenses pela personagem Saco de Boxe), e falou também com o encenador Miguel Jesus, do Teatro O Bando, e com Isabel Mota, da Ilhéu Portátil, que começam por nos revelar como surgiu o espectáculo “1001 Noites Irmã Santomense”. Isabel Mota, Ilhéu Portátil: É um projecto do Teatro Bando, e a Irmã de Santomense surge aqui um pouco da relação que eu tenho com São Tomé, do meu trabalho na Ilhéu do Portátil e nas questões da literatura para crianças e de ter um dia chegado ao Bando com o vídeo de uma actriz de santomense, a Dozia Cristo. Mostrei ao João Brites e ao João Neca o trabalho daquela actriz de santomense, estive-lhes a falar um bocadinho da língua, do Forro, da sonoridade que esta língua tem, que é tão bonita, e a lembrar também a relação que o Teatro Bando tem com São Tomé, com o Tchiloli, com o facto de já terem estado em São Tomé. Entretanto, O Bando convidou a Adozia a vir cá em Dezembro do ano passado para passar uma semana lá no Bando, para conhecer as pessoas, para eles a conhecerem, e no final dessa semana decidiram que iriam fazer o projecto As Mil e Uma Noites e a Irmã Santomense. Agora ela está, neste momento, no espaço d'O Bando a fazer ensaios para esta peça que vai estrear agora em Maio. RFI: O trabalho da Isabel não ficou por aí, fez questão de juntar outros nomes de São Tomé e Príncipe. Isabel Mota: De facto, eu entusiasmo-me um bocadinho. Quando o Miguel Jesus me pediu nomes de músicos, porque queria também aqui algumas referências de músicos ligados a São Tomé, eu falei-lhe de vários músicos, nomeadamente o Mick Trovoada e o DJ Marfox. O Miguel Jesus gostou bastante do trabalho deles e, portanto, falou também com eles. Eles aceitaram participar desta peça. O Mick Trovoada participa como intérprete e também toca música ao vivo, e tivemos a grande sorte de conseguir que o DJ Marfox tivesse disponibilidade para ir ao Bando, conhecer O Bando, e fez um tema para esta peça. RFI: Depois há também a vertente das artes plásticas de São Tomé. Isabel Mota: Sim, eu convidei-os a irem conhecer o trabalho de alguns artistas plásticos. Havia artistas com exposições em Lisboa, exactamente naquela altura em que andavam a fazer pesquisas e a tentar perceber qual seria o ambiente da peça e o que iria entrar na peça. Nessa altura, o Emerson Quinda tinha a sua primeira exposição individual em Lisboa, ali no Camões, no Marquês de Pombal. Então, lá foi o Emerson Quinda passar três dias ao Bando, onde esteve a desenhar, a trabalhar, a fazer as suas figuras, que depois a Clara e o João Brites e o Miguel Jesus adaptaram às três carroças que fazem parte do cenário desta peça e que foram construídas pelo João Brites e que agora vão ter desenhos e trabalhos do Emerson Quinda. O que faz com que neste momento já tenhamos o Emerson Quinda na parte visual plástica do cenário, o Mick Trovada e o DJ Marfox na música e a Adozia Cristo, que é uma actriz muito conhecida em São Tomé por uma personagem que ela criou que é a Saco de Boxe, como uma das protagonistas da peça. Miguel Jesus, encenador: O Bando começou uma tetralogia há cerca de quatro anos. São quatro espectáculos encenados por quatro encenadores diferentes, todos a partir do texto das Mil e Uma Noites, pensando que este texto permite várias abordagens, permite vários pontos de vista, várias leituras. Logo desde o início, o João Brites estabeleceu esta ideia de que cada espectáculo, para além da Xerazade e do Xariar, que são digamos os personagens pivô, os personagens centrais, cada um dos espectáculos teria uma irmã vinda de um país diferente. No sentido de dizer que as Mil e Uma Noites são um livro que faz parte do património da humanidade, não é específico da cultura persa ou da cultura árabe, é de toda a humanidade e portanto pode ser adequado a qualquer contexto e nós podemos e temos irmãs teatrais em todos os cantos do mundo. Isto levou a que O Bando em 2023 trabalhasse com uma actriz de origem iraniana, num espectáculo que se chamava Irmã Persa, dirigido pela Susana Branco, que estabelecia um pouco o início da narrativa, o porquê do Xariar todas as noites escolher uma mulher para ter relações e depois de manhã mandá-la matar. Depois, no ano seguinte, o segundo espectáculo foi encenado pelo João Brites em conjunto com a Olga Roriz, com uma actriz vinda da Palestina, a Maria Dali, que por acaso vai estar agora no Bando a fazer uma residência artística para apresentar um outro trabalho. E o ano passado, em 2025, o João Neca dirigiu a Irmã Mapuche, com uma actriz e música e um actor músico vindo de uma zona do Uruguai, mas em que ela tem ainda origens também do povo Mapuche de cultura indígena. E este ano estamos aqui com a nossa Irmã Santomense. Irmã Santomense porquê? Porque estamos a trabalhar com a actriz Adozia Cristo, conhecida em São Tomé sobretudo como Saco de Boxe, uma personagem famosa, que ficou conhecida num programa televisivo de comédia. A vinda da Adozia trouxe-nos também ao encontro com outros artistas de São Tomé, portanto tivemos a sorte de poder ter connosco Emerson Quinda a fazer algumas pinturas, temos a sorte de ter connosco o músico Mick Trovoada, que apesar de não ser de São Tomé, ser angolano, tem forte influência e forte conhecimento daquilo que é também a música e os ritmos das danças de São Tomé. Portanto estamos aqui influenciados por uma diversidade de pessoas, de conhecimento, de cores, de ritmos, de texturas, que queremos que permeabilizem estas 1001 noites tão específicas, em que neste espectáculo, para além de ser a Irmã Santomense, é também o encerrar desta tetralogia. Portanto, agora temos mesmo de arranjar uma solução para o que é que se faz à Xerazade e ao Xariar. RFI: Adozia Cristo, o que é que, enquanto actriz, traz de São Tomé e Príncipe para esta peça? Traz a língua? O que é que traz? Adozia Cristo: Eu trago São Tomé e Príncipe. Trago a bandeira de São Tomé e Príncipe, a língua, os objectos, na peça há passagens em que eu falo o crioulo-forro, o crioulo de São Tomé, há objectos que nós vamos usar numa cena que são objectos que vêm de São Tomé, há gastronomia porque fala-se dos pratos típicos de São Tomé, a música de São Tomé, tem a dança, nós depois vamos dançar, dança de São Tomé, e também os nomes mais conhecidos das pessoas, principalmente as pessoas mais idosas de São Tomé, então, é muita coisa de São Tomé que está no espectáculo, a Irmã Santomense. RFI: E, enquanto actriz, como é que está a ser o trabalho com os outros atores que não são santomenses? Adozia Cristo: É fixe! As técnicas parecem semelhantes, mas não são. Então, há sempre uma troca. Eu, de alguma forma, transmito alguma coisa que é de lá e também aprendo muito com eles. Estou a trabalhar com encenadores, com atores formados. Então, está a ser bastante bom. RFI: O Mick Trovoada é um homem mais da música, mas aqui assume o papel de actor. Como é que foi abraçar esta experiência? Mick Trovoada: Fui convidado pelo Bando, através de uma terceira pessoa que está ligada a São Tomé, que é Isabel Mota. Fizeram essa ponte e eu vim cá com todo o gosto e com todo o prazer dar o meu contributo e também poder aprender, que é uma das coisas que eu abraço e que me leva por todo o mundo, a vontade de aprender e querer fazer coisas diferentes e que me enriquecem. RFI: Com a vontade de fazer coisas diferentes, aqui sobe ao palco na peça 1001 Noites Irmã Santomense. Mas depois há também o lado mais conhecido do MicK Trovoada, como é que foi trabalhar o som, a música para esta peça? Mick Trovoada: Durante o espectáculo há muitas 'nuances'. Portanto, procurei trazer esse lado de São Tomé, que eu também carrego em mim, e tentei transportar também um pouco da minha experiência do lado da música de São Tomé e Príncipe para aqui. Mas também trazer uma inovação, porque nós estamos constantemente a aprender e constantemente a absorver diversas sonoridades. Então, tentei trazer para aqui também outras sonoridades. Em São Tomé não se utiliza o steel drum, não se utiliza a kalimba, a sazula, mas eu tentei transportar também esses sons para aqui e eu penso que estão a se adaptar bem. Para além destes sons, vou criando também outras atmosferas que se enquadrem com o projecto. RFI: Tudo isso é apresentado ao vivo? Mick Trovoada: Sim, sim, sim! Os sons todos que eu faço são todos ao vivo, na hora, no momento. Não há inteligência artificial nem nada nisso. RFI: Voltamos a falar com Miguel Jesus… Miguel, então, para quem tiver a hipótese de ver este espectáculo, o que é que podes esperar? Miguel Jesus: Eu gostava que quem viesse ver este espectáculo, aquilo que viesse à espera, não encontrasse, mas que encontrasse aquilo que não estava à espera e que também gostaria. Quer dizer, nós estamos a tentar fazer um espectáculo que brinque também com esta ideia de teatro popular, de teatro na rua, um pouco influenciados naturalmente por aquilo que é o Tchiloli. Nós não estamos a fazer Tchiloli, nem nos compete e não sabemos, mas influenciados um pouco por aquilo que é a herança cultural e artística que o Tchiloli representa, das pessoas irem para o meio dos pátios, para os quintais, das casas, de fazerem desses espaços lugares de festa e de celebração e, ao mesmo tempo, também de ritual e de purga social. O espectáculo tenta, a partir de alguns dos contos das Mil e Uma Noites, a partir de algumas das histórias lá presentes, recuperar um bocadinho essa lógica, também ela festiva. E, portanto, nesta dramaturgia específica, estas personagens que o espectador é levado a conhecer são uma espécie de salto em bancos, uma trupe circense, se quisermos, que partiu em caravana e parou ali para passar a noite. E tem um rei, o seu pequeno tirano doméstico, que é o Xariar, sobre o qual eles estão a tentar inverter a ordem do poder, ou, pelo menos, tentar delapidá-la ligeiramente. Mas, também porque a nossa maneira de falar sobre as situações que todos estamos a viver, a situação que se passa no mundo, os líderes que estão presentes hoje em dia, a nossa maneira também é falar desta maneira um pouco jocosa, um pouco irónica, grotesca, às vezes exagerada, desbragada. Portanto, é um espectáculo em que as pessoas são convidadas a partilhar desse encontro, a céu aberto. É um espectáculo ao ar livre, em que as pessoas podem, à entrada para o espectáculo, comprar comida, porque faz parte do espectáculo, as pessoas poderem comer durante o espectáculo também, é parte da dramaturgia, portanto, é estarem disponíveis para uma linguagem de uma natureza distinta daquilo que é mais convencional em teatro e poderem tanto aprender a rir como aprender a chorar. Aprender todos sabemos, mas poder exercitar novamente. Porquê rir? Porquê chorar? E como? RFI: Enquanto encenador, qual foi o grande desafio? Miguel Jesus: Um dos grandes desafios foi unir todas estas sensibilidades diferentes. Temos aqui atores e actrizes com muita experiência, alguns deles aqui da malta mais do Bando, que está cá todos os dias, trabalham juntos já há alguns anos e, portanto, há uma espécie de códigos e de vocabulário partilhado e que, de repente, naturalmente, a Aduzir, o Mick, não o partilham tanto. E também há alguns atores muito novos aqui no bando. É um elenco com pessoas que vêm de vários quadrantes e com várias naturezas distintas. Isso é um desafio sempre prazeroso, encontrar a forma do espectáculo também corresponder àquilo que é a energia e vitalidade de cada um, sem uma espécie de uma receita estilística, mas, ao mesmo tempo, criando algum entendimento e alguns pontos de contacto. Quer dizer, estamos a fazer um espectáculo uno artisticamente. Para além disso, há aqui um desafio grande, que é: como dizer isto hoje e porquê? E, realmente, aí surgiram-nos algumas perguntas que nos ajudaram a esclarecer. Porque é fácil também cair numa representação das 1001 Noites em que, naturalmente, vamos a um Xariar misógino, opressivo, que resolve as coisas pela força, que já manda matar. Portanto, um criminoso que, facilmente, nós tornamos plano, por descrédito, e é uma Xerazade que é uma heroína, que quer salvar o povo, que se sacrifica em prol dos outros, que consegue seduzi-lo pela inteligência e que, portanto, que, também facilmente, também fica plana pela sua superioridade moral, até se quisermos. Portanto, um dos grandes desafios foi nós dizermos não, quer dizer, Xariare somos nós todos e Xerazades, quando correm bem, também. Portanto, o próprio espectáculo, se nos correr bem, tenta colocar o espectador face à decisão de, e tu, se tiveres possibilidade de fazer um bocadinho mal, fazes esse mal ou não fazes? Se tiveres a oportunidade de te vingar de alguma coisa, vingas-te? E, se te vingas, porquê? E, se não te vingas, porquê? Ou porquê não? Porque os Xariares somos nós, assim como Xerazade também somos nós. Há um pequeno tiraninho que vive junto do coração de todos.
Uma morte após um caso de intoxicação alimentar está sendo investigada na Paraíba. A servidora pública Raíssa Bezerra e Silva morreu depois de passar mal ao comer em uma pizzaria, na cidade de Pombal.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
A história da capital do Brasil, de sua idealização até sua concretização, é o tema da exposição Brasília: da Utopia à Capital, em cartaz no Palácio de Iéna, em Paris, até dia 21 de março. O objetivo da mostra é evidenciar a relevância geopolítica, histórica, social e cultural da cidade. Um projeto iniciado em 2010, que já passou por mais de 16 países, reunindo arquitetura e arte. “A gente trouxe uma coleção com mais de 300 obras sobre a história de Brasília. Então, a gente fala desde 1750 até os dias atuais”, explica a curadora Danielle Athayde. “É um relato histórico dessa saga que foi a construção da cidade nesse período”, diz. Toda a história de Brasília é retraçada, desde 1750, quando o Marquês de Pombal sugere ao príncipe-regente, em Portugal, mudar a capital da costa para o interior do Brasil, até a decisão do presidente Juscelino Kubitschek, que, em 1955, transformou a utopia em realidade. Além de croquis de Oscar Niemeyer, o acervo conta com documentos importantes, como o memorial descritivo do Plano Piloto, projeto de Lúcio Costa. “O Lúcio Costa participa do concurso de criação da cidade e escreve esse projeto, que foi selecionado. É um projeto simples, mas muito original e que dá origem ao Plano Piloto”, explica a curadora. Também estão expostas fotos históricas de Marcel Gautherot e Peter Scheier, fotógrafos que documentaram a construção da capital e cujos trabalhos mostram a utilização do concreto e do ferro nas cúpulas do Congresso Nacional, materiais pouco usados nas construções brasileiras da época. Cartas trocadas entre Oscar Niemeyer, Lúcio Costa e Le Corbusier mostram o entusiasmo do arquiteto franco-suíço, que afirma que os projetos do Palácio da Alvorada e da Catedral contêm algumas das formas mais ousadas da arquitetura. Le Corbusier também afirma que Brasília é a cidade “mais arrojada que o Ocidente já criou”. Passeio histórico A exposição faz um passeio histórico pelas obras dos escultores Bruno Giorgi, Alfredo Ceschiatti, Maria Martins e da artista francesa Marianne Peretti, autora dos vitrais da Catedral de Brasília. Também traz materiais do paisagista Roberto Burle Marx e do pintor, escultor e desenhista Athos Bulcão. Além de documentos arquitetônicos, a mostra conta com obras da Coleção Brasília do Acervo Izolete e Domício Pereira, que reúne grandes artistas modernistas de Brasília, entre eles os contemporâneos Alex Flemming, Carlos Bracher, Naura Timm — com as esculturas Mandrágoras do Cerrado — e João Facó. A Brasília de hoje é representada em uma grande maquete com imagens aéreas da capital, que mostram o desenvolvimento da cidade e de seu entorno nos últimos 65 anos. Danielle Athayde ressalta que “são três toneladas de acervo” que mostram ao visitante uma cidade menos conhecida que Rio de Janeiro e São Paulo, mas que tem muito a oferecer. “A importância dessa exposição é justamente mostrar que a capital do Brasil respira arte e cultura e que a gente está preparado para receber turistas para conhecerem o que temos de melhor, que é a nossa arquitetura, esse projeto tão maravilhoso que foi a construção de uma capital única no mundo”, salienta. “O público fica muito emocionado quando vem conhecer a nossa história, então é isso que dá vida ao projeto.” Local emblemático A exposição acontece no Palácio de Iéna, sede do Conselho Econômico, Social e Ambiental da França e um lugar emblemático. O arquiteto do edifício, Auguste Perret, foi um dos primeiros a compreender a linguagem arquitetônica do concreto armado, influenciando gerações de arquitetos, entre eles Oscar Niemeyer. Esta relação entre França e Brasil também está fortemente presente na exposição, por meio dos artistas expostos. “Lúcio Costa, por exemplo, nasceu em Toulon”, revela Danielle Athayde. “Marianne Peretti é francesa. Maria Martins teve uma relação de amizade muito forte com o (Marcel) Duchamp. Então, não existem coincidências, as coisas vão se ligando. E o público francês é muito aberto à arte, então essa exposição causa bastante impacto e presença também”, diz, salientando que, no primeiro dia, a exposição recebeu 600 visitantes. Brasília: Da Utopia à Capital também inclui a conferência Arquiteturas Utópicas, Auguste Perret e Oscar Niemeyer, que pode ser vista na página do YouTube Brasília Museu Aberto, e a mostra de cinema Brasília Viva, com os filmes Vik Muniz – A Arte no Caos, de Jimi Figueiredo, e JK – O Futuro Chamado ao Presente, de Fábio Chateaubriand, que acontece na Maison du Brésil nos dias 19 e 20 de março às 19h. A entrada para os eventos é gratuita.
Série histórica Nossas Origens, um recorrido desde os primórdios até o tempo dos nossos tataravós. Com produção e apresentação de Martim Cesar Gonçalves. Inéditos, quintas feiras, às 11:15h na Radiosul.net
Empresa nas Meirinhas conseguiu fornecer energia elétrica a algumas casas. Espera voltar à laboração normal até ao fim do verão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Horácio Mota, Presidente da Associação Empresarial de Pombal, diz ser importante incluir no PTRR medidas de apoio a fundo perdido. Estima que 80% do tecido empresarial foi, de algum modo, afetado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
On November 1, 1755, a massive earthquake took place on the floor of the Atlantic Ocean southwest of Lisbon, Portugal. The destruction in Portugal led to one of the first coordinated government responses to a natural disaster. Research: Algarve History Association. “The 1755 Lisbon Earthquake and the Algarve.” https://www.algarvehistoryassociation.com/en/portuguese-history/algarve-history/194-the-1755-lisbon-earthquake-and-the-algarve Blanc, P.-L.: Earthquakes and tsunami in November 1755 in Morocco: a different reading of contemporaneous documentary sources, Nat. Hazards Earth Syst. Sci., 9, 725–738, https://doi.org/10.5194/nhess-9-725-2009, 2009. Borlase, William. “The Natural History of Cornwall.” Oxford : printed for the author; by W. Jackson: sold by W. Sandby, London; and the booksellers of Oxford. 1758. Cavendish, Richard. “Pombal and the Inquisition in Portugal.” History Today. 5/5/2001. https://www.historytoday.com/archive/months-past/pombal-and-inquisition-portugal Dynes, Russell R. “The Lisbon Earthquake in 1755: The First Modern Disaster.” University of Delaware Disaster Research Center. Preliminary Paper #333. Joel, Lucas. “November 1, 1755: Earthquake Destroys Lisbon.” EARTH. November/December 2015. Lai, Dria. “The Great Lisbon Earthquake: A Journey through the First Modern Disaster.” https://storymaps.arcgis.com/stories/e30a2ea6401e4f2e8805dfbcfa604dc5 Lisbon Earthquake Museum. “Inquérito.” https://lisbonquake.com/en-GB/blog/inquerito Lisbon Earthquake Museum. “Providências.” https://lisbonquake.com/en-GB/blog/providencias Martínez-Loriente, S., Sallarès, V. & Gràcia, E. The Horseshoe Abyssal plain Thrust could be the source of the 1755 Lisbon earthquake and tsunami. Commun Earth Environ 2, 145 (2021). https://doi.org/10.1038/s43247-021-00216-5 Mascarenhas, J., Belgas, L., Branco, F.G., Vieira, E. (2024). The Pombaline Cage (“Gaiola Pombalina”): An European Anti-seismic System Based on Enlightenment Era of Experimentation. In: Endo, Y., Hanazato, T. (eds) Structural Analysis of Historical Constructions. SAHC 2023. RILEM Bookseries, vol 47. Springer, Cham. https://doi.org/10.1007/978-3-031-39603-8_5 Molesky, Mark. “The Vicar and the Earthquake: Conflict, Controversy, and a Christening during the Great Lisbon Disaster of 1755.” e-JPH, Vol. 10, number 2, Winter 2012. Penwith Local History Group. “The Mounts Bay Tsunami.” https://www.penwithlocalhistorygroup.co.uk/on-this-day/?id=269 Pereira, Alvaro S. “The Opportunity of a Disaster: The Economic Impact of the 1755 Lisbon Earthquake.” The Journal of Economic History , Jun. 2009. Via JSTOR. https://www.jstor.org/stable/40263964See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em Leiria, apesar da alteração nos locais de voto, a manhã fica marcada por uma grande afluência. Em São Simão de Litém, Pombal, apesar do apelo ao boicote, a votação decorre com normalidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Pombal e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE AIRBNBCarnaval com amigos é muito melhor num Airbnb. Reserve já a sua acomodação, junte seu grupo e escolha a estadia ideal para curtir a folia, para vocês relaxarem com conforto, com espaço para todo mundo, por um valor acessível e com privacidade.QUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A QUINTA-FEIRA: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani
A vice-presidente da Câmara de Pombal, Isabel Marto, admite que os geradores disponíveis não são suficientes para o município. Refere ainda que as quedas de árvores continuam a ser um problema.See omnystudio.com/listener for privacy information.
De visita a Pombal, Montenegro não foi a aldeias afetadas pela tempestade. "Gostava que ele tivesse visto a desgraça que aconteceu"
Na Motassis, em Pombal, Luís Montenegro promete para breve a entrada em vigor das linhas de crédito para as empresas. E nos próximos dias fica disponível a plataforma para pedir os 10 mil euros.See omnystudio.com/listener for privacy information.
À Rádio Observador, a vice-presidente da CM Pombal diz que a autarquia teve conhecimento de 30 desalojados, mas assume que o número possa ser maior, já que foram apoiadas cerca de duas centenas de famílias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Mais Lento do Que a Luz, o nosso convidado é o engenheiro electrotécnico Moisés Piedade, professor catedrático aposentado do Instituto Superior Técnico e investigador emérito do INESC. Nascido em 1947 na aldeia de Marquinho, no concelho de Ansião — na altura um lugar sem electricidade, rádio ou livros — Moisés Piedade cresceu num contexto em que estudar era uma excepção e seguir uma carreira científica uma improbabilidade. O seu percurso escolar levou-o a Pombal, Leiria e Lisboa, sempre com classificações de excelência, apoiado pelo esforço dos pais e por bolsas da Fundação Calouste Gulbenkian, até chegar ao Técnico, onde viria a ascender a professor catedrático, especializado na área da electrónica. Ao longo de décadas, acompanhou e ajudou a construir entre nós a revolução electrónica que transformou o mundo — dos primeiros rádios e circuitos analógicos aos aparelhos de electrónica digital e aos satélites miniaturizados. Depois da aposentação, em 2012, decidiu dedicar-se a outra sua grande paixão: o património tecnológico. A sua colecção pessoal de instrumentos históricos de ciência e tecnologia esteve na origem do Museu Faraday, inaugurado em 2017, do qual é hoje Director Honorário. A nossa conversa passou pela génese do museu, pelos seus objectos mais curiosos — como uma régua de cálculo gigante, um telefone do século XIX ou o minisatélite ISTSat-1 — e pelos desafios de conservar e divulgar este património.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nieves Concostrina recuerda la figura de Sebastián José de Carvalho, marqués de Pombal.
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Nieves Concostrina habla sobre la cruzada del marqués de Pombal contra los aristócratas y jesuitas.
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Nuno Pires junta-se a Carlos Geria para uma conversa que começa no jogo e acaba na proibição de assar leitão acima de Espinho e a sul de Pombal. Terá o Geria ganho o EuroDreams? Este rumor que Vasco Matos lançou no episódio anterior vai ser desvendado hoje! Entretanto o Nuno relata como a sua vida mudou no Retail Park de Taveiro, onde uma ida à Rádio Popular se transformou num "meet & greet" inesperado de 30 minutos entre frigoríficos.E ainda neste episódio revelamos também a técnica milenar da "bucha do pôr-do-sol" como meio de sobreviver a casamentos bem regados.
Neste episódio de aquecimento para a quadra festiva, Nuno Pires e Vasco Matos ignoram quase por completo o "Pinheirinho" para dissecar os verdadeiros mistérios da vida moderna e da ruralidade portuguesa.O que começa na busca por musgo para o presépio e na observação de ouriços-cacheiros, rapidamente escala para uma análise comparativa entre o Aldi e o Lidl, a sorte incerta do EuroDreams e as idiossincrasias de Pombal. Pelo caminho, ainda sobra tempo para viajar até à República Checa, discutir a importância da Vitamina D e contemplar a beleza (ou o mistério) dos velhos que se sentam apenas em silêncio.Uma conversa sem guião, onde o reflexo no espelho tanto nos mostra a logística de um supermercado como a filosofia de Carlos Geria.
Autarca de Pombal e novo líder da Associação Nacional de Municípios pede uma nova reprogramação do PRR para que prazo de execução possa esticar até dezembro de 2026, o que exige o acordo da Comissão Europeia.
Pedro Pimpão, presidente da câmara de Pombal, é candidato à liderança da Associação Nacional de Municípios portugueses. O novo líder é eleito este fim de semana no congresso de Viana do Castelo.
Neste vídeo, você vai mergulhar na incrível história do Vinho do Porto, um dos maiores símbolos da enologia portuguesa. Explicamos como essa bebida ganhou prestígio mundial, desde suas origens no Douro até sua evolução como vinho fortificado apreciado por séculos.Você vai descobrir por que o Vinho do Porto não é naturalmente doce, como a adição de aguardente vínica mudou sua produção e como os ingleses influenciaram a sua fama internacional. Também abordamos os marcos históricos, como o Tratado de Methuen e a criação da Companhia Geral das Vinhas do Alto Douro, que consolidaram sua reputação.Com uma abordagem clara e informativa, este vídeo é ideal para quem ama vinho, história e cultura gastronômica. Cada taça de Vinho do Porto carrega séculos de tradição — e neste conteúdo, você vai entender por quê.Neste vídeo, você vai descobrir:
Após o terramoto de 1755, Lisboa foi reconstruída. Marquês de Pombal planeou-a à semelhança do Templo de Salomão, erguendo assim uma “Lisboa Maçónica”. Visitamo-la e aos seus símbolos, em conversa.
Fernando Pessoa não era maçon mas opôs-se fortemente à sua proibição pelo Estado Novo (num artigo no Diário de Lisboa que escapou à Censura), conta Sérgio Luís de Carvalho em “Lisboa Maçónica”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Expresso da Meia-Noite desta semana dedicado ao rescaldo das eleições autárquicas do último domingo, Bernardo Ferrão e Ângela Silva moderam o debate com Ana Abrunhosa, presidente eleita da Câmara de Coimbra, Isaltino Morais, presidente reeleito da Câmara de Oeiras, Bruno Nunes, vencido em Loures e deputado do Chega, Pedro Pimpão, presidente reeleito da Câmara do Pombal e dos autarcas do PSD. Há uma semana o país reforçou a liderança de Luís Montenegro, entregando-lhe nas eleições autárquicas uma vitória em várias frentes. Na mesma noite, o PS teve de reconhecer a derrota. O Chega também esteve longe dos objetivos que o próprio líder definiu. Tudo isto enquanto os holofotes dos eleitores começam a virar-se para as próximas presidenciais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A história de Portugal e a dos seus vinhos são inseparáveis. Desde os romanos que plantaram as primeiras vinhas na Lusitânia até as demarcações pombalinas no Douro, o vinho acompanha cada capítulo da formação cultural, econômica e espiritual do país. Neste vídeo, mergulhamos na íntima ligação entre os vinhos portugueses e a história de Portugal — uma jornada que revela como a terra, a fé e o comércio moldaram uma das tradições vinícolas mais respeitadas do mundo.
O Aos Fatos desta segunda-feira (28) destaca a condenação do deputado federal Ricardo Maia (MDB) pelo Tribunal de Contas da União. O ex-prefeito de Ribeira do Pombal foi responsabilizado pelo desvio de cerca de R$ 160 mil destinados ao transporte escolar em 2016 e terá que devolver o valor aos cofres públicos com correção, além de pagar multa de R$ 54 mil. A decisão foi destaque na coluna Metropolítica, do jornalista Jairo Costa Júnior.
O episódio de hoje vai falar de novela e de fofoca! E por falar em fofoquinha, a convidada de hoje é Belize Pombal, atriz que interpreta a Consuêlo em 'Vale Tudo', uma fofoqueira de mão cheia, daquelas que a gente ama acompanhar os babados. Mas além de 'Maria Fifi, a personagem é uma mulher guerreira, amorosa, boa conselheira, amiga, entre muitas outras qualidades. Ouça o papo na íntegra!
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros
Assine a Brasil Paralelo: https://sitebp.la/bp-face-oculta ___________ Por trás de aclamadas personalidades há um lado obscuro que ninguém está olhando. Neste programa documental e cheio de mistérios, abordaremos a face oculta das principais personalidades e instituições. Nesta edição: Marquês de Pombal.__________ Precisa de ajuda para assinar? Fale com nossa equipe comercial: https://sitebp.la/yt-equipe-de-vendas Já é assinante e gostaria de fazer o upgrade? Aperte aqui: https://sitebp.la/yt-equipe-upgrade __________ Siga a #BrasilParalelo: Site: https://bit.ly/portal-bp Instagram: / brasilparalelo Facebook: / brasilparalelo Twitter: / brasilparalelo Produtos oficiais: https://loja.brasilparalelo.com.br/ ___________ Sobre a Brasil Paralelo: Somos uma empresa de entretenimento e educação fundada em 2016. Produzimos documentários, filmes, séries, trilogias, cursos, podcasts e muito mais. Nosso foco é o conteúdo informativo e educativo relacionado ao contexto social, político e econômico brasileiro.
Miguel Herdade trabalha em inovação social, gestão de organizações sem fins lucrativos, e implementação de políticas públicas, com especial interesse por desigualdades, educação e integração social. Radicado em Londres há vários anos, fundou e dirigiu organizações sem fins lucrativos em Portugal e no Reino Unido. No RU, foi Director Associado no Ambition Institute e “governador” de uma escola primária. Em Portugal, foi co-fundador e Director na Orquestra Sem Fronteiras, co-fundador e Diretor Executivo da Academia do Johnson e foi assistente na Nova SBE. É membro (independente) do Grupo de Reflexão Sobre o Futuro de Portugal junto do Presidente da República e cronista na revista SÁBADO. -> Apoie este podcast e faça parte da comunidade de mecenas do 45 Graus em: 45grauspodcast.com -> Deixe o seu email aqui para ser informado(a) do próximo Curso de Pensamento Crítico [a anunciar em breve]. _______________ Índice: (0:00) Introdução (3:58) Retrato dos portugueses a nível de escolaridade. | Expulsão dos Jesuítas pelo Marquês de Pombal. (20:17) A proeza de Portugal ter conseguido aumentar, ao mesmo tempo, a quantidade e qualidade do ensino. (28:03) Evolução dos rankings PISA: problema da falta de professores e impacto da Pandemia (34:28) Quando Portugal é capaz de ter boas políticas públicas — e como aprender com isso | Somos o país do Mundo em que menos crianças passam fome na escola (dados: OECD, PISA 2022 Database, Tables I.B1.4.46) e dos que têm refeições com maior qualidade nutricional (fonte: O'Connell, R. and Brannen, J. 2021. Families and Food in Hard Times: European comparative research. London: UCL) (41:25) Quem são os heróis não celebrados desta revolução no ensino? | Números do ensino profissional (45:48) O lado bom dos exames -- e como exigência é boa para as crianças mais pobres | Cultura de desrespeito pelos dados entre os decisores políticos (53:43) O lado mau dos exames | cognitive load theory | Lei de Goodhart (1:04:51) A importância subvalorizada do ensino Pré-escolar | Curva de Heckman | Impacto da pobreza equivalente a QI | Polémica nos Açores: filhos de desempregados discriminados no acesso às creches gratuitas | Dados OCDE. em Portugal, cash benefits vão sobretudo para quem ganha mais (tabela 6.12) | Porque o Reino Unido decidiu aumentar propinas e criar bolsas generosas (1:16:19) Porque é que as mães são mais importantes do que os pais para os resultados escolares dos filhos? | Estudo do convidado sobre a pandemia (em co-autoria) (1:17:42) O problema do crescente fosso nas notas entre rapazes e raparigas | John Locke e a educação das raparigas | Problemas identitários | Desigualdade | Livro: The Spirit Level: Why More Equal Societies Almost Always Do Better, de Richard G. Wilkinson e Kate Pickett (1:28:08) Ensino pre-escolar | Ras Chetty - estudo sobre amigos no Facebook (1:38:22) Como dar mais condições aos professores? Livros recomendados: Hillbilly Elegy, de J.D. Vance | Regresso a Reims, de Didier Eribon | Trilogia de Copenhaga, de Tove Ditlevsen | Submissão, de Michel Houellebecq ______________ Esta conversa foi editada por: Hugo Oliveira
14h Atrasos INEM: mais duas mortes em Pombal
15h CRISE NO INEM: mais duas mortes em Pombal
This episode explores the catastrophic Great Lisbon Earthquake of 1755, detailing its devastating impact on the city and its profound influence on European socio-political, economic, and philosophical landscapes. The earthquake led to major reconstruction efforts led by the Marquis of Pombal, sparking debates on human suffering, divine providence, and nature's power, while reshaping Portugal's imperial ambitions and initiating early seismological inquiries.
Esta semana, na estante para as férias, há o humor agridoce de um refugiado bósnio chamado Volibor Colic, que se tornou um escritor francês e escreveu O Livro das Despedidas; há o primeiro volume da obra completa do Marquês de Pombal; há o Diário Incontínuo, com algum mexerico literário à mistura, do escritor Mário Cláudio; e há dois poetas para o Verão: o brasileiro Eucanaã Ferraz, com Sob a Luz Feroz do Teu Rosto, e Rita Taborda Duarte, Não Desfazendo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
José Eduardo Franco conversa com Fernando Alvim sobre Marquês de Pombal, a propósito do seu mais recente livro "O Marquês de Pombal e a Unificação do Brasil".