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Guillermo Arriaga es un escritor, guionista, director y productor de cine mexicano, nacido en Ciudad de México el 13 de marzo de 1958. Es conocido por su estilo narrativo fragmentado, sus personajes intensos y su exploración de temas como la violencia, la culpa, el destino y las segundas oportunidades. Estudió Comunicación en la Universidad Iberoamericana, donde también fue profesor. Inicialmente se dedicó a la literatura, publicando novelas como Escuadrón Guillotina (1991) y Un dulce olor a muerte (1994), pero alcanzó fama internacional como guionista al colaborar con el director Alejandro González Iñárritu en tres películas aclamadas:Amores perros (2000), que muestra tres historias entrelazadas unidas por un accidente automovilístico.21 gramos (2003), protagonizada por Sean Penn, Naomi Watts y Benicio del Toro.Babel (2006), una historia coral que conecta a personajes de distintos continentes.Tras su ruptura profesional con Iñárritu, Arriaga dirigió su propia película, Los tres entierros de Melquíades Estrada (2005), escrita por él y dirigida por Tommy Lee Jones, por la cual ganó el premio al Mejor Guion en el Festival de Cannes. Más tarde dirigió Fuego (2020), también conocida como The Burning Plain, con Charlize Theron y Jennifer Lawrence. En la literatura reciente, su novela El salvaje (2016) fue muy elogiada y consolidó su prestigio como narrador. En 2020 recibió el Premio Alfaguara de Novela por Salvar el fuego, obra que explora el amor y la violencia en el México contemporáneo.
São Tomé e Príncipe foi a votos no passado domingo, nomeadamente para eleger 55 deputados. Nesta segunda-feira, a Comissão Eleitoral anunciou resultados preliminares colocando o MLSTP, na oposição, em posição dianteira, mas com uma vantagem de apenas algumas centenas de votos em relação à ADI no poder, havendo agora indicação de que estariam numa situação de quase empate. A abstenção, o apelo ao boicote do escrutínio, os critérios para a indigitação de um governo e o futuro relacionamento institucional com quem irá governar, foram alguns dos assuntos que a RFI abordou em entrevista exclusiva nesta terça-feira com o Presidente São-Tomense, Carlos Vila Nova. RFI: Qual é a avaliação que faz da forma como decorreram as eleições? Carlos Vila Nova: É um exercício que se vai tornando cada vez mais frequente em São Tomé e Príncipe. Há cerca de 35 anos, optámos por viver em democracia e temos feito de cada acto eleitoral uma forma de consolidar a democracia em São Tomé. Nos últimos actos eleitorais, felizmente, vamos melhorando. Prevaleceu a serenidade neste concretamente, no dia 27 de Setembro. Penso que optou-se por muito mais mensagens do que outro tipo de comunicação. Por vezes a comunicação costuma ser mais folclórica, mais músicas, enfim. Há várias formas e em todas elas, o apelo à serenidade e à estabilidade. Portanto, foram panos de fundo que me deixaram bastante agradado. E quando vejo por parte dos observadores também que para São Tomé e Príncipe, não foram poucos, que quase os requisitos todos foram cumpridos e que, portanto, a transparência também faz parte, a Comissão Eleitoral Nacional já se pronunciou, embora não seja sua competência definir os mandatos. Já se pronunciou, o que mostra também celeridade. Também há algum profissionalismo e os meus apelos também têm sido sempre neste sentido e estou positivamente agradado com o acto eleitoral. RFI: Apesar dos apelos para uma grande participação dos eleitores. Estas eleições foram marcadas por uma abstenção de mais de 62%. Como é que interpreta este dado? Carlos Vila Nova: Bom, aí já não há regozijo. Pelo contrário, os apelos foram muitos, mas também, se recuarmos a actos eleitorais anteriores, a abstenção, sempre foi muito elevada. É verdade, desta vez ultrapassou. Mas quando nós olharmos para aquilo que é todo o processo eleitoral, nós olhamos para os progressos que temos feito em matéria de consolidação dos dados eleitorais. Repare que nas eleições presidenciais de 19 de Julho foi quando nós conseguimos fazer uma reconciliação entre os registos eleitorais, os dados existentes de forma electrónica com a Comissão Eleitoral Nacional. Nas presidenciais detectou-se um bocado mais de problemas técnicos e essa parte foi melhorada. Mas eu creio que a emigração também afectou. Não tenho a certeza, mas é algo que nesta legislatura vamos ter que trabalhar muito, entrar na lei eleitoral, fazer melhorias. Eu próprio pedi aos nossos parceiros da União Europeia que recebi para nos acompanharem neste processo, porque, ao que tudo indica, nem toda a movimentação emigratória para fora de São Tomé e Príncipe tomou-se em conta e os registos continuam nos cadernos eleitorais em São Tomé. Isto já é de si um motivo. E depois, politicamente, também houve apelos. Isto é antidemocrático. Deixe-me dizer-lhe que não vejo como é que alguém em perfeito estado normal, possa fazer apelo à abstenção. Portanto, não só é antidemocrático, mas é incorrer em erro enganar pessoas, eleitores. Nem todos nós temos o mesmo discernimento, mas temos de lidar com a questão. E nós vamos lidar positivamente com a questão. Eu tenho esperança que nesta legislatura conseguiremos, porque as forças políticas activas entenderam que não é um apelo que se faça. Tanto é que todos eles apelaram à votação em massa. Não aconteceu. Vamos lidar com a questão. Vamos olhar para ele e tentar corrigir para que os próximos actos sejam melhores. RFI: Precisamente, falou do apelo ao boicote a estas eleições. Pensa que Patrice Trovoada pode tirar algum benefício político desta situação? Carlos Vila Nova: Bom, eu nem consideraria boicote, porque quando num acto eleitoral um partido político quer boicotar, não é desta forma. Portanto, eu olho para os partidos políticos, para os seus dirigentes, para os seus representantes e não vejo a pessoa que falou. Portanto, não, não me diz nada. RFI: Ontem, a Comissão Eleitoral Nacional deu os primeiros resultados. São resultados provisórios destas eleições. E desde então, os partidos políticos têm andado a especular sobre o número de mandatos que têm, respectivamente. Inicialmente falou-se do MLSTP estar à frente e de ter mais mandatos do que a ADI. Depois, evoluiu para um empate e agora é um quase empate. Como é que avalia a forma como actuaram estes partidos políticos desde ontem? Carlos Vila Nova: Com alguma precipitação. Mas pronto, não vou entrar em muitos pormenores quanto a isso. Mas reconheço que com alguma precipitação da parte e de outra. Na mensagem que eu fiz à Nação, apelei à serenidade. A serenidade também diz aguardar calmamente pelo anúncio dos resultados. Eles ainda não são oficiais. A Comissão Eleitoral fez o seu papel, anunciou e nota-se que realmente há uma aproximação entre dois dos principais partidos. Há uma diferença. Respeitei. Agora cabe ao Tribunal Constitucional de facto, quem tem a competência de validar não só os mandatos, o vencedor das eleições e a partir deste momento, trabalharemos na Constituição, na formação e na organização de todas as instituições que foram democraticamente eleitas para que elas entrem em funcionamento. Falo da Assembleia Nacional, a sua composição, e dos governos. Sobretudo o Governo central, que é uma emanação directa do resultado das eleições. Portanto, eu penso que nos próximos dias, há um prazo legal a cumprir, o Tribunal Constitucional vai se pronunciar e a partir daí nós saberemos exactamente quem é o vencedor. Quais são os mandatos distritais, nacionais, para então constituirmos os órgãos democraticamente eleitos. RFI: Não receia que, dado o nervosismo que há entre certos partidos políticos, possa haver também alguma suspeita em relação ao Tribunal Constitucional que, ao longo deste processo, foi acusado de alguma parcialidade política? Carlos Vila Nova: Tem sido comum. Mas repare que eu dou-lhe um exemplo: qualquer cidadão individual ou, digamos, qualquer entidade individual ou colectiva, mas que encontra resposta nos culpados, que os terceiros são sempre os culpados dos seus problemas. Não é verdade. A lei não existe só quando ela nos é favorável. Ela existe para com serenidade, aceitarmos as decisões dos tribunais. E quando não concordamos, temos que encontrar espaço para recorrer e interpretar. Mas tudo quanto vier a acontecer, para responder directamente à sua pergunta, nada disso não poderá ser resolvido se continuarmos com o espírito aberto. O engajamento para o diálogo. Resolve-se tudo isso. Portanto, as suspeições, elas podem existir, mas é preciso respeitar as instituições e agirmos com base nas decisões que são de lei. RFI: Neste processo todo, tendo em conta que há um quase empate, pelo menos por enquanto, tem havido contactos políticos entre as várias forças para construir eventuais coligações para formar governo. Como é que vê precisamente esta perspectiva? Quais vão ser os seus critérios para aceitar uma ou outra coligação para governar? Carlos Vila Nova: Vejo como bom tom essa aproximação entre os partidos. Portanto, demonstra algum espírito de concertação e de diálogo que é bom. Não quer dizer que todos os contactos sejam traduzidos em resultados concretos. Pela minha parte, acompanho desde já com muita atenção. Se puder influenciar alguma coisa, todos os partidos sabem que estou à disposição para o fazer, mas a entrada em acção do Presidente da República é exactamente quando tiver o anúncio oficial dos dados, convidar o partido vencedor, ter uma conversa e pedir -eu sempre disse- a sustentabilidade do Parlamento. Ela tem que ser garantida. Antes de nomear o próximo governo, não é de todo factível que o próximo governo, no primeiro embate, seja um governo praticamente com os pés na rua. Não faz sentido. Nós não estaríamos a promover aquilo que todos apelamos, que é a estabilidade, um princípio de coesão nacional, um princípio de diálogo onde as pessoas conversem, tragam os problemas e pensem todos o país. Eu não vi nenhuma força política desde as eleições de 19 de Julho para as presidenciais e agora em Setembro, que não usasse um slogan que reflectisse ou colocasse São Tomé e Príncipe em primeiro lugar. Todos. E então temos que na prática demonstrar isso. Portanto, o próximo governo será uma emanação da sustentabilidade parlamentar que me for garantida. RFI: O que espera do futuro governo com o qual vai trabalhar, senhor Presidente? Carlos Vila Nova: Lealdade institucional. A primeira das condições. Espírito aberto para o diálogo permanente. Disponibilidade para trabalhar e coragem para reformar. Vamos ter que, de facto, introduzir muitas reformas para melhorar o funcionamento do país e a capacidade, ao nível da Assembleia, de se discutir honestamente, com sinceridade, as grandes questões do país. E não escondo, inclusive, a possibilidade de a revisão constitucional neste quadro, nesta legislatura. Através do diálogo. RFI: Uma das reformas que enunciou como sendo prioritárias quando tomou posse para o seu novo mandato foi precisamente a Justiça. Como é que encara essa reforma? Carlos Vila Nova: A justiça, de facto, tem sido meu denominador comum durante cinco anos. Foi onde eu mais intervim. Foi onde eu mais trabalhei, foi onde eu mais contribuí. Continuarei. Cheguei a fazer conselhos de Estado temáticos sobre a Justiça. Reuniões de alto nível. Várias delas. Mas repare. Ela é tão transversal, ela é tão importante para o Estado de Direito democrático e para a atracção de investimentos no nosso país que todos nós temos que nos dedicar. E foi também com bastante satisfação que eu vi nos programas e nas mensagens de muitos partidos políticos também o apelo à contribuição para melhorar a Justiça. Portanto, conto com o próximo governo para que juntos possamos melhorar ainda mais. Não é uma situação que pontualmente há um assunto concreto que se resolva. Ela é abrangente. Nós vamos ter que abordar de forma que ela seja mais célere, ela seja mais justa e que ela possa, sobretudo, ser mais orientada para a solução dos problemas, para o bem do país e do seu povo e dos investimentos. RFI: Tem havido muitos problemas aqui em São Tomé e Príncipe, nomeadamente no que tange ao fornecimento da electricidade, à saúde, ao acesso a água potável. O que é que pensa que se pode fazer juntamente com o futuro novo governo? Carlos Vila Nova: Sabe se ao longo desses anos tivéssemos pensado o país mais, digamos, nas pessoas, muitos destes problemas estariam resolvidos, porque São Tomé e Príncipe, como Estado, não é diferente de qualquer outro Estado. A nossa dimensão territorial não retira a capacidade de sermos um Estado com todas as suas instituições, todos os seus dados estatísticos, Mas a verdade é que há descontinuidade governativa. Houve diferentes interrupções, um factor que nos prejudicou bastante nos últimos anos. Em democracia, já temos conseguido uma estabilidade governativa melhor. Os últimos governos têm cumprido o seu mandato. Espero que este também o faça e que haja uma continuidade das acções do Estado. Eu recordo-me já com alguns dirigentes da oposição, com dirigentes ainda do actual governo, ter pedido uma lista de todos os projectos em curso, sobretudo no domínio das infra-estruturas, no domínio da saúde e da educação, para que, de facto, nós olhemos um bocado mais para dentro e não termos aquele apetite de criar coisas novas quando temos coisas em curso e que podem resolver o problema das pessoas. Isto é um primeiro passo. O segundo é preciso adaptar os recursos disponíveis às necessidades mais prioritárias das pessoas, das populações e do país. E é possível. A energia em concreto é algo que ao longo destes anos todos não conseguimos resolver. Mas é por aí. Não pode haver uma divergência de fundo entre as diferentes forças. O facto de eu estar na oposição, eu não posso estar contra um programa que o governo que está no poder queira fazer e que vá resolver o problema. Tenho que encontrar a forma de dar a minha contribuição. Eu também costumo dizer que o poder crítico dos cidadãos não deve ser usado para bloquear. Ele deve ser usado para construir. E é isso que eu espero. Sem a transição energética, este país não dará passos nenhuns. Sem olharmos devidamente para a saúde, repare, o nosso sistema Nacional de Saúde não é propriamente o que está em causa. É olharmos para o sector, porque o sistema que eu até considero bom em termos sustentabilidade económico-financeira e social para garantir. Este sistema a educação, nós temos índices muito bons, internacionalmente reconhecidos, mas será que a qualidade do ensino é aquela que desejamos? Portanto, são coisas que, dentro do poder, fora do poder, as forças políticas, que são o alicerce da democracia, têm que encontrar pontos de convergência para nós podermos avançar neste processo. RFI: Todo o país tem recebido o apoio do FMI e do Banco Mundial, que também fazem, preconizações. Até que ponto é que o futuro governo não vai estar bastante condicionado pelas preconizações das instituições internacionais? Carlos Vila Nova: Temos parceiros multilaterais que nos têm acompanhado ao longo desses anos, assim como os bilaterais. Há um conjunto, um quadro próprio que temos que respeitar para que possamos continuar a ter esses parceiros ao nosso lado. Não creio que qualquer que seja o governo que venha, que ponha directamente em causa, pode rever, pode encontrar outros mecanismos e, como digo, pode e deve sempre conversar. Se fechámos as portas do diálogo, então aí não avançaremos para lado nenhum. E este diálogo tem que ser com os parceiros e internamente também. Eu velarei para que internamente se abra um novo capítulo na história deste país, que é um diálogo mais permanente, mais sincero, mais directo. E depois, a partir daí, encontrarmos pontos de convergência para termos uma estratégia que possa pôr o país na rota do desenvolvimento. RFI: Por fim, senhor Presidente, qual é o seu apelo neste momento político que o país está a viver? Carlos Vila Nova: Serenidade, Confiança. O futuro é nosso. Depende de nós. Vamos construí-lo.
A G10 é a maior transportadora rodoviária de grãos do mundo. Seus mais de 2.200 caminhões percorrem, a cada ano, 120 milhões de quilômetros - algo como 3 mil voltas ao mundo. No ano passado, esse movimento rendeu mais de R$ 4 bilhões em faturamento.Esse império foi construído de grão em grão. Quem conta essa história é Claudio Adamuccio, diretor-presidente da G10 e diretor administrativo da Transpanorama (a maior das empresas que compõem o grupo). “Meu pai era uma pessoa evangélica e tinha três caminhões pequenos. Um belo dia, eu com 19 anos e meu irmão Valdecir com 16, ele disse: ‘Gostaria de lançar um desafio. Eu passo para vocês esses três caminhões e vocês têm o compromisso de cuidar da família, porque quero me dedicar à Igreja'. Falei: aceito o desafio. E fomos para a estrada".Em 1986, nasceu a Transpanorama. Inicialmente, com outros negócios além do transporte de carga. “Compramos uma serraria, exportamos madeira para a Itália e fornecemos os resíduos como carvão para siderurgia", disse Claudio, na conversa com Mariana Amaro, apresentadora do podcast Do Zero ao Topo.A empresa ganhou foco graças ao acaso. “A gente tinha conta no banco Bamerindus e, em 1997, ele foi vendido para o HSBC. Um belo dia, eles me disseram que não queriam ter empresas com atividades ligadas a carvão ou a madeira. Eu olhei aquilo e pensei: como alguém recusa cliente?”, diz Claudio. Em vez de mudar de banco, afirma, ele mudou de atividade – e de atitude. “Entendi que, sim, você deve fazer escolhas de acordo com o teu propósito, com o legado que você quer deixar. Foi quando eu quis mudar de madeireiro e carvoeiro para ser transportador. Eu vejo no transporte algo muito bonito, você transportar as riquezas do teu país”.Pouco tempo depois, no ano 2000, a Transpanorama formou um grupo com empresas concorrentes, a fim de trabalhar e negociar em conjunto. Assim nasceu a G10.Acompanhe o episódio e conheça mais sobre os desafios e os sucessos da G10. _________________________INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o diaReceba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
Boletín 28/09/26: Las cifras finales del presupuesto federal australiano mostraron que el déficit es menor al previsto inicialmente.#sbsaudiopodcastEscucha SBS Spanish | Australia en español:Por radio o internet todos los días a la 1:00 pm (AEST) en https://www.sbs.com.au/language/spanish/esTambién nos encuentras en Apple Podcasts, Spotify y YouTubeExplora nuestra extensa colección de podcasts en https://www.sbs.com.au/audio/collection/podcasts-in-spanishSíguenos en Facebook e Instagram
Inicialmente pensaba publicar esta historia en dos partes, debido a que así fue inicialmente como llego, pero creo merece un vídeo completo, que disfruten de la historia de hoy. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Nos visita Pedro del Pozo, director de inversiones financieras de Mutualidad. En esta edición especial de Tu Dinero Nunca Duerme para suscriptores de podcast de esRadio, el director de inversiones financieras de Mutualidad, Pedro del Pozo, analiza la trayectoria, el modelo de negocio y las estrategias de inversión de esta histórica entidad de previsión social. La Mutualidad, fundada en 1948, es una de las instituciones de previsión más antiguas de España. Inicialmente, nació con un enfoque puramente corporativista para dar cobertura y un seguro previsional a los abogados y a sus familias en una época en la que no existía un sistema público de seguridad social en el país. A finales de la década de los noventa, la situación cambió con el fin del monopolio, lo que permitió a los profesionales de la abogacía optar entre el sistema público, el RETA, y la alternativa privada que ofrecía Mutualidad. Hoy en día, la entidad se ha abierto a cualquier graduado universitario y gestiona un volumen que supera los 12.000 millones de euros para más de 200.000 mutualistas. La estrategia de inversión de Mutualidad destaca por ser notablemente conservadora. Un 82% de la cartera se encuentra invertido en renta fija, tanto pública (de países como España, Alemania, Francia e Italia) como privada (con más de 200 emisores diversificados). El 18% restante se divide en renta variable, tesorería y una cartera de inmuebles que representa aproximadamente el 6% del total. Uno de los puntos fuertes de la entidad es su excelente ratio de solvencia de 223%, lo que supone más del doble de lo exigido por la normativa europea. A diferencia de las aseguradoras tradicionales, al ser una mutualidad, los rendimientos obtenidos de la cartera gestionada se revierten directamente en los propios mutualistas, garantizando estabilidad y rentabilidades constantes a largo plazo. Durante el complejo año 2022, un ejercicio históricamente negativo para los mercados, Mutualidad demostró la solidez de su modelo al lograr una rentabilidad positiva del 4,65%. Esto fue posible gracias a que la entidad entró en la crisis con una elevada liquidez, lo que le permitió aprovechar la subida de los tipos de interés para adquirir activos de renta fija con rentabilidades muy atractivas. Entre los productos más destacados de su catálogo actual se encuentra el Plan Ahorro Multiplica, un producto a corto plazo con un rendimiento muy competitivo del 4,10%, ideal como alternativa a los depósitos bancarios. Para los perfiles que buscan algo más de riesgo, la entidad ofrece productos de tipo unit linked como el Unit Linked Explora, que permite diseñar diferentes cestas de inversión con exposición a la renta variable. En el plano macroeconómico, el director de inversiones señala que nos encontramos ante un cambio de paradigma con una inflación estructural más elevada y tipos de interés altos durante más tiempo. A esto se suman los complejos conflictos geopolíticos en Ucrania y Oriente Medio, que tensionan constantemente los mercados de materias primas y los presupuestos de defensa europeos. Como conclusión, Pedro del Pozo Vallejo aconseja centrar los esfuerzos en una correcta asignación de activos y en la calidad de los emisores. En el escenario actual, la renta fija de alta calidad se presenta como una oportunidad extraordinaria para los ahorradores que buscan seguridad a largo plazo y flujos de caja predecibles.
Há 38 anos, durante duas semanas, Perpignan, cidade catalã no sul da França, transforma-se na capital internacional do fotojornalismo. Criado por Jean-François Leroy, o festival Visa pour l'Image nasceu com a missão de defender uma profissão cada vez mais frágil: a do jornalista fotográfico. Patrícia Moribe, enviada especial a Perpignan Ao longo das décadas, o festival tornou-se um ponto de encontro entre veteranos e novos nomes da fotografia documental. As exposições, espalhadas por diferentes espaços da cidade, são gratuitas, e os fotógrafos participam de encontros com o público e de visitas guiadas. A proposta é aproximar os espectadores não apenas das imagens, mas também de quem esteve por trás delas. Neste ano, um dos trabalhos apresentados é Sangre Blanca – A Geografia da Cocaína, do dinamarquês Mats Nissen, um projeto que o fotógrafo desenvolve há cerca de dez anos. A reportagem acompanha diferentes etapas da cadeia internacional da cocaína: dos campos de produção na Colômbia, passando pelos cartéis mexicanos, até chegar aos consumidores na Europa. Para Nissen, a principal dificuldade de um trabalho de longa duração como esse é conseguir acesso às pessoas e aos lugares. Para isso, ele conta com uma rede de profissionais e moradores locais. “O que foi mais difícil ao realizar este trabalho foi o acesso, abrir as portas. Trabalho muito com pessoas locais – jornalistas, fotógrafos, defensores dos direitos humanos, pessoas envolvidas em programas para jovens – que têm me ajudado a abrir essas portas”, contou o fotógrafo. Mas conseguir entrar é apenas o primeiro passo. O desafio seguinte, segundo o fotógrafo, é estabelecer uma relação de confiança com as pessoas fotografadas. “Uma vez que a porta é aberta, você precisa permanecer ali e abrir o coração das pessoas, o que, às vezes, é ainda mais difícil”, relatou Nissen. Entrevistado por Isabelle Marinetti, da RFI, Nissen define a empatia como sua principal ferramenta de trabalho. Não como uma técnica, mas como uma postura diante dos personagens. “É simplesmente ser um ser humano muito transparente e honesto, sem segundas intenções, com um interesse sincero e genuíno pela vida das pessoas.” A tentativa de compreender sem necessariamente justificar é, para ele, fundamental para entrar em universos muitas vezes distantes da experiência do fotógrafo. “Essa empatia significa tentar compreender a vida que elas levam, as razões pelas quais fazem o que fazem, sem justificar suas ações, mas simplesmente tentando, de coração aberto, imaginar que você está no lugar delas.” Veterano do fotojornalismo internacional e vencedor de importantes prêmios, Mats Nissen ficou também conhecido por uma imagem realizada em São Paulo durante a pandemia de Covid-19. A fotografia, vencedora do World Press Photo em 2021, mostra uma mulher idosa recebendo seu primeiro abraço em cinco meses através de uma cortina plástica de proteção. Síria pós-Assad Outro destaque desta edição é o francês Philémon Barbier, que apresenta dois trabalhos: um sobre o Ebola na República Democrática do Congo e outro sobre a Síria no período posterior à queda de Bashar al-Assad. Este último recebeu o prêmio de melhor reportagem do festival, concedido por um júri formado por editores internacionais. Barbier começou a acompanhar a Síria após a queda de Assad e, entre o início de janeiro de 2025 e o final de fevereiro de 2026, passou entre sete e oito meses no país, em diferentes períodos. Inicialmente trabalhando como freelancer, o fotógrafo posteriormente recebeu encomendas e apoio de grandes veículos de imprensa, entre eles o jornal Le Figaro. Para Barbier, apresentar o trabalho em Perpignan significa ampliar o alcance de uma reportagem que normalmente circularia sobretudo entre leitores da imprensa. “Apresentar este trabalho aqui é, antes de tudo, uma ótima visibilidade para o projeto, tanto no âmbito profissional quanto, principalmente, para o público”, diz. “É um festival em que todas as exposições são gratuitas, então é extremamente acessível. Para mim, isso é algo muito importante, porque acho fundamental que todo mundo possa ter acesso a essas histórias”, acrescenta o jovem fotojornalista, de 25 anos. O festival também mantém uma forte programação voltada às escolas da região, com visitas acompanhadas de alunos. “É muito bom poder alcançar pessoas que nem sempre leem a imprensa, que nem sempre veem essas fotografias nos meios de comunicação.” Inteligência artificial Mas, em 2026, a discussão sobre o futuro da profissão passa também pela inteligência artificial. A tecnologia esteve presente nos debates do festival e levanta questões sobre direitos autorais, utilização de arquivos fotográficos e o próprio papel do fotógrafo. Para Philémon Barbier, um dos principais problemas está na utilização de imagens e do trabalho de profissionais por grandes empresas de tecnologia para alimentar modelos de inteligência artificial, sem remuneração aos autores. “Geralmente são grandes empresas privadas que utilizam os dados e o trabalho, principalmente de fotógrafos, para enriquecer seus modelos de treinamento de IA e que, aliás, não remuneram por direitos autorais nem os fotógrafos, nem ninguém mais – nem escritores, nem artistas, nem ilustradores.” Barbier reconhece que a inteligência artificial traz ferramentas que precisarão ser compreendidas e incorporadas. “Há coisas novas na IA que precisam ser exploradas, porque, de qualquer maneira, ela existe. Vamos ter que nos adaptar.” Mas estabelece um limite quando se trata do jornalismo de campo. “Na nossa profissão, a IA não poderá substituir um jornalista de campo. E precisamos nos agarrar a isso para não sermos engolidos.” Sua posição é clara: a utilização da inteligência artificial deve ser evitada no jornalismo e, especialmente, no fotojornalismo. “É importante preservar o rigor, a dinâmica humana e também o olhar humano.” Homenagens A 38ª edição do Visa pour l'Image foi marcada ainda por uma ausência. Jean-François Leroy, fundador do festival e uma das figuras mais importantes na defesa do fotojornalismo, morreu no dia 31 de agosto, de câncer. Sua morte provocou comoção entre fotógrafos, jornalistas e profissionais que construíram suas trajetórias com apoio do festival. Mas a mensagem deixada por sua equipe foi justamente a de continuidade: apesar das transformações tecnológicas, das dificuldades econômicas da imprensa e da precarização da profissão, o fotojornalismo continua vivo.
Growth Diaries é uma publicação apoiada pelo leitor. Para receber novas postagens e apoiar meu trabalho, considere se tornar um assinante gratuito ou pago.A desvalorização do design e da comunicação no Brasil reflete escolhas econômicas estruturais. Entenda o impacto real dessas profissões.Faz poucos dias que recebi na minha caixa de mensagens do Instagram um conteúdo peculiar. Era um meme, claro. Para quase todos na rede aquilo serviu como uma piada, um acalento durante um dia confuso ou até mesmo para gerar uma certa camada de risos autodepreciativos.O que recebi foi uma imagem retirada de um infográfico de um jornal que circulou pelas redes sociais brasileiras. Era uma daquelas pesquisas informais que rapidamente se transformam em meme. O tema? O ranking das “profissões menos essenciais do mercado”. Em tempos de IA e revolução industrial 4.0 (é esse mesmo o número, já me perdi nos números), o que mais vemos ultimamente são rankings de profissões que perderão espaço no mercado.No topo da lista, figuravam funções como designer gráfico, social media, assessor de imprensa (RP) e analista de branding. Inicialmente, confesso que me arrancou um riso autodepreciativo de canto de boca, afinal, praticamente todas as minhas ocupações profissionais figuravam na lista.Mas após algum tempo, colocando minha capacidade intelectual para pensar e usando meus conhecimentos de economia, política e filosofia; percebi o problema.O veredito da internet foi rápido: seriam essas profissões, ao primeiro contato, “inúteis” — ou, como se brinca na internet, “white people problems”: ocupações gourmetizadas, criadas para satisfazer as demandas de uma bolha corporativa que não produz “nada de tangível” — que iriam desaparecer do mercado ou que seriam comprimidas rapidamente.É fácil rir do meme. Afinal, quem trabalha no setor criativo e digital já se acostumou a ouvir de parentes no almoço de domingo a clássica pergunta: “Mas você trabalha com isso ou é só um hobby?”.No entanto, quando damos um passo para trás, essa piada perde a graça rapidamente. A percepção de que a economia criativa e digital é supérflua não é apenas uma questão cultural; é o reflexo de um problema macroeconômico profundo. Essa lista revela o retrato de uma economia brasileira reprimida, que ainda não aprendeu a gerar valor.Este vídeo analisa a relevância da produção profissional no mercado atual. Utilizando dados e gráficos, comparo carreiras classificadas como essenciais versus aquelas frequentemente subestimadas, como o design gráfico e o telemarketing. O objetivo é demonstrar como o mercado de trabalho brasileiro prioriza certas atividades em detrimento de outras e o que isso revela sobre nossa economia.Se você busca entender a dinâmica entre a economia brasileira e as áreas criativas, este conteúdo oferece uma análise crítica baseada em dados concretos. A discussão sobre a desvalorização do design é fundamental para profissionais que desejam compreender seu posicionamento no mercado.Inscreva-se para análises semanais sobre o mercado de trabalho e economia, e comente: você sente que sua profissão é valorizada no cenário atual?Episódios do Vídeo0:00 O desafio da carreira no cenário atual1:49 Um meme que revelou uma verdade dura5:39 O descompasso entre educação e mercado9:53 Como fugir da corrida dos ratos12:26 A desindustrialização e o impacto real To hear more, visit victormignone.substack.com
Inicialmente contactamos con Marcelo, usuario de una residencia en Madrid. Marcelo, lleva muchos meses busca que la comida en su residencia sea de una calidad aceptable. Destacar que desde que Marcelo empezo esta cruzada, todos los medios de comunicación se han hecho eco de sus circunstancias, y de la huelga de hambre que protagonizó hace ya un tiempo. Nos trasladamos a Barcelona, allí hablaremos con la neuro logopeda, Olga Perea, madre de un chico con discapacidad el cual está atravesando por serias dificultades para recibir de la administración, los cuidados que necesita, dado su nivel cognitivo. En nuestros estudios, contamos con la participación de nuestra invitada, la licenciada en Derecho por La Universidad de La Laguna, Dña. María Carolina Perera García, encargada del Registro de las manifestaciones Anticipadas de Voluntades de la Provincia de Santa Cruz de Tenerife, desde el año 2008. Jefa del Servicio de Estudios y Normativas de la Secretaría Técnica de la Consejería de Sanidad del Gobierno de Canarias.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA III TRIMESTRE DEL 2026Narrado por: Eddie RodriguezDesde: Guatemala, GuatemalaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchDOMINGO 06 DE SEPTIEMBREEL EJEMPLO DE JESÚS El contexto de 2 Corintios 8 y 9 tiene que ver con el hecho de que Pablo animaba a los miembros de Corinto a recaudar fondos para las iglesias empobrecidas de Judea. Al parecer, ya se habían comprometido a hacerlo (2 Cor. 8:10-11; 2 Cor. 9:5; ver también 1 Cor. 16:1-4), pero los problemas de relación entre ellos y Pablo habían provocado complicaciones. Después de lidiar con estos problemas (2 Cor. 1-7), Pablo pasa ahora a la conclusión de esa tarea (2 Cor. 8-9). Inicialmente, el apóstol apeló al ejemplo de los macedonios (2 Cor. 8:1-7), cuya extrema pobreza no les impidió desbordarse «en riquezas de generosidad» (2 Cor. 8:2). La pobreza y la generosidad pueden ir de la mano. Sin embargo, esta admirable generosidad de los macedonios no es más que una réplica de la generosidad de Jesús al entregarse por nosotros (2 Cor. 8:8-15). Lee 2 Corintios 8:9. ¿Qué nos dice este pasaje acerca del ejemplo de Jesús? La declaración de Pablo en 2 Corintios 8:9 es una de las más sorprendentes, poderosas y profundas de toda la Biblia. Él narra la historia de la misión de Jesús, pero con una increíble economía de palabras. Hay mucha teología aquí. Esta es la historia de la redención, pero en un solo versículo. Aún más impresionante es que esta historia se relata usando lenguaje financiero. Sí, Jesús era rico. Su riqueza se refiere a su preexistencia en el cielo (Juan 17:5). Sin embargo, decidió hacerse pobre: renunció a la gloria celestial y vino a este mundo de aflicciones. Se hizo literalmente pobre (Luc. 9:58). Aunque era igual a Dios, «se despojó de sí mismo, tomó la condición de siervo y se hizo semejante a los hombres» (Fil. 2:7) y «al tomar la condición de hombre, se humilló a sí mismo y se hizo obediente hasta la muerte, y muerte de cruz» (Fil. 2:8). Jesús dio su propia vida para que pudiéramos vivir para siempre con él. Su ofrenda tenía como propósito nuestra salvación. La mayordomía y la misión van de la mano. Los capítulos 8 y 9 de la segunda carta a los corintios cuentan la historia de una ofrenda monetaria en particular, pero esta historia se basa en Jesús. Durante esta semana, veremos los principios teológicos relacionados con la dadivosidad basados en la ofrenda que Cristo hizo de sí mismo. Reflexiona sobre el nacimiento, la vida, la muerte y la resurrección de Jesús. Cuando te das cuenta de que todo esto lo hizo por ti, para que puedas tener esperanza en algo que trasciende la miserable existencia presente, ¿cuál es tu reacción?
O Major-General do exército português Carlos Branco que tem partilhado periodicamente na RFI as suas análises sobre os conflitos vigentes no Médio Oriente e entre Kiev e Moscovo, lançou no passado mês de Julho um livro especificamente dedicado às raízes da guerra na Ucrânia. Intitulado "Ucrânia, variações de uma guerra inacabada", este livro compila uma série de artigos que o Major-General publicou nestes últimos anos sobre a história recente da Ucrânia. Autor de cinco livros publicados sobre a Guerra Fria, o Afeganistão, ou ainda sobre o conflito na ex-Jugoslávia, o Major-General Carlos Branco analisa ao pormenor e desfaz o discurso oficial em torno do conflito na Ucrânia, baseando-se em fontes documentais e na sua experiência em diversas organizações internacionais, nomeadamente a Aliança Atlântica, no seio da qual ocupou o cargo de Director da Divisão de Cooperação e Segurança Regional, do Estado-Maior Militar Internacional da NATO, em Bruxelas. Em entrevista à RFI, o Major-General Carlos Branco começa por apresentar no que consiste a sua obra sobre a Ucrânia. RFI: Do que fala concretamente o seu livro? Major-General Carlos Branco: Este livro é a compilação de mais de 70 artigos que eu fui publicando sobre o tema da guerra na Ucrânia, com uma série de artigos anteriores ao início da guerra propriamente dita em 2022, artigos publicados a seguir a 2014. Porque, na prática, a guerra não começa em 2022, começa em 2014 e é fundamentalmente uma reflexão no seu conjunto, claro, de uma uma interpretação realista das relações internacionais aplicadas ao caso concreto da guerra na Ucrânia. Basicamente, é uma análise centrada no papel das grandes potências na cena internacional. Neste caso concreto, o papel dos Estados Unidos e da Rússia e, no fundo, apresentar este conflito fundamentalmente com duas vertentes: a vertente internacional que envolve a afirmação hegemónica dos Estados Unidos. É apenas um capítulo, a guerra na Ucrânia, como outros, o Irão, como agora mais recentemente estas iniciativas para a Gronelândia, o controlo da Venezuela, o controlo do Canal do Panamá, etc. Portanto, uma dinâmica de conflito entre grandes potências e, nesse caso, uma tentativa dos Estados Unidos chegarem às fronteiras da Rússia, algo que uma grande potência não autoriza, não autoriza a Rússia, como também não autorizam os Estados Unidos, como também não autoriza a China. E depois há a outra dinâmica, que é um conflito que é fundamentalmente interno na Ucrânia, entre os diferentes grupos ucranianos. Porque a Ucrânia não é um país uno, é um país multinacional, é um país com vários grupos étnicos. E o que nós estamos a assistir é a tentativa de um grupo prevalecer relativamente aos outros, impondo-lhes uma série de coisas que para eles são inaceitáveis. Podíamos começar pelo exemplo da língua. O grupo que nesta altura se encontra no poder na Ucrânia, tenta que a língua ucraniana seja a única língua falada na Ucrânia. Quando nós sabemos perfeitamente que por toda a Europa democrática existem vários países multilingues e isso não é de modo nenhum uma excepção. São vários os países em que isso acontece. Não se compreende porque é que isto também não acontece na Ucrânia, um país que tem vários grupos étnicos e linguísticos. Portanto, a estes dois confrontos, este segundo confronto acabou por ser um confronto Ucrânia-Rússia. Uma vez que a esmagadora maioria da população do leste da Ucrânia é a população russa. Quando a população russa começou a ser atacada no rescaldo de um golpe de Estado de 2014 que derrubou um governo, um Presidente da República democraticamente eleito e instrumentalizado, sem qualquer margem para dúvidas e com a imensa evidência, por parte dos Estados Unidos, essas populações naturalmente reagiram. E houve, portanto, depois, uma solidariedade russa entre Moscovo e os seus 'irmãos' russos, que se encontravam inseridos na Ucrânia. Portanto, o livro elabora muito à volta dessas duas dinâmicas. Como é que elas se interceptam, como é que elas se influem mutuamente e como é que, em última análise, uma acaba por servir de instrumento à materialização da outra. Concretamente, refiro-me ao projecto hegemónico norte-americano que procura impor à Rússia uma derrota estratégica. Uma derrota estratégica essa que terá seguramente várias matizes, mas que fundamentalmente passa por colocar um governo que lhe seja favorável no Kremlin. E, portanto, a partir daí, desenvolver todas as suas acções, nomeadamente no domínio económico, do controlo energético, etc, etc. Se isso acontecesse, seria um controlo mundial por parte dos Estados Unidos e isso não vai acontecer. O que é de salientar, é mais um erro de cálculo estratégico dos Estados Unidos que nos tem vindo a habituar. Tiveram erros de cálculo no Vietname, no Afeganistão, no Iraque, na Líbia. É mais um erro de cálculo estratégico no Irão, porque as coisas saíram quase que diametralmente opostas àquilo que eles queriam fazer. E é sempre a mesma tentativa de substituir um governo por outro que lhe seja favorável. E a partir daí, conseguem manobrar. Foi o que fizeram em Kiev. E portanto, Kiev, na prática, é peão deste grande xadrez entre as grandes potências. RFI: Precisamente, desfaz uma série de mitos em torno das raízes da guerra, aquilo que foi apresentado como uma revolução em 2014, também desfaz os mitos sobre o que acontece dentro da própria Ucrânia, também sobre o estado da oposição dentro da Rússia e também dos próprios interesses, não só dos Estados Unidos, como também da Europa. No meio deste conflito, como é que está a Europa no meio disto tudo? Major-General Carlos Branco: A Europa está num beco sem saída porque com estes dirigentes que estão no poder nesta altura, é difícil ver uma saída para este conflito. Inicialmente, a Europa acabou por aliar-se aos Estados Unidos e apoiar os Estados Unidos neste esforço contra a Rússia. Temos presente, por exemplo, a questão das sanções, etc. Mas a Europa, no meio disto tudo, foi extremamente prejudicada. Por exemplo, a questão energética. O modelo de desenvolvimento industrial europeu baseava-se muito na energia barata que era fornecida pela Rússia e isso acabou. E nós sabemos quem é que fez isso. Os Estados Unidos não permitiram que existisse essa relação entre a Europa, mas fundamentalmente, entre a Alemanha e a Rússia. Isso não é nada de agora, é uma coisa antiga. E a Europa, nesta altura, acaba por, em termos energéticos, consumir muito mais caro. O gás natural, vai comprá-lo aos Estados Unidos e não só, mas é muito mais caro e está a ter grandes dificuldades do ponto de vista do desenvolvimento económico e industrial, fundamentalmente porque não tem as matérias-primas que são indispensáveis para o novo paradigma económico, que passa fundamentalmente pela computação, a computação quântica, grande consumo de dados e a Europa não tem terras raras, para não falar na questão energética. Portanto, tem uma grande dependência. Mas o que é curioso é que a Europa está a falar para dentro, porque quando fala de autonomia, tem que perceber que não é autónoma e portanto, tem que considerar este elemento no processo de decisão e provavelmente terá que se adaptar do ponto de vista das políticas. Mas eu acho que o problema da Europa não é só a questão das matérias-primas. Repare, se nós tivermos em consideração as grandes tecnológicas mundiais, as 'sete magníficas' são todas americanas e nenhuma delas é europeia. E além disso, temos também a juntar-se a este grupo de grandes tecnológicas, também as chinesas. E quando falamos, por exemplo, de 'chips', a Europa é absolutamente deficitária nessa matéria. E se quisermos fazer uma análise mais profunda e verificarmos, por exemplo, as patentes nos mais variados domínios registadas pelos europeus e registadas pelos americanos e pela China, então pela China, muito mais, nós cada vez percebemos que existe uma 'décalage' aí. Repare, há cerca de talvez 20 anos, o PIB agregado da Europa era muito semelhante ao dos Estados Unidos. Hoje é cerca de dois terços. Portanto, quando falamos em dados concretos, nós podemos ter uma dimensão despida de preconceitos ideológicos e perceber que a Europa está numa regressão. Portanto, devia ter tomado uma série de medidas que pudessem inverter esse caminho. Mas as pessoas que estão nesta altura à frente da União Europeia e também dos países da Europa, não são pessoas qualificadas e, portanto, o caminho é escuro. Por exemplo, o comportamento da Europa relativamente a esta guerra na Rússia é uma coisa absolutamente difícil de explicar. RFI: Precisamente, no seu livro fala da deterioração das relações da Europa não só com a China, mas também com a Rússia. E, portanto, tendo em conta que a Europa, ou pelo menos os seus dirigentes, conhecem qual é a agenda dos Estados Unidos relativamente a este conflito, como é que se explica que hoje em dia, os líderes europeus, nomeadamente do Reino Unido, da Alemanha e da França, estejam actualmente com um discurso que tende a dar crédito à possibilidade de um conflito aberto com a Rússia? Major-General Carlos Branco: A explicação é difícil. Há várias possíveis. Uma delas é o facto de terem prometido às suas populações mundos e fundos e agora têm um nada para lhes dar. Não têm nada para lhes dar porque andaram a enganar as suas populações. Andaram a dizer que a Rússia não tinha mísseis, não tinha tecnologia, era apenas uma estação de serviços com armas nucleares. Portanto, deram uma imagem absolutamente errada da situação. Inclusivamente alinharam também num erro de cálculo estratégico, descurando a história. E nós sabemos o que tem sido o comportamento dos europeus relativamente às diferentes Rússias desde o século XVII que tem havido sempre tentativas de invasão da Rússia. A última foi no século XX, esta levada a cabo pelo presidente Biden. Era mais uma aventura, mas essa aí a iniciativa vinha do outro lado do Atlântico. A situação dos europeus relativamente à Rússia é diferente de país para país. Há um ódio visceral entre os russos e os ingleses. Relativamente à Alemanha, a situação tem outros matizes. Mas para responder à sua questão, esta gente andou a dizer que o caminho era a vitória, que íamos ser todos muito felizes e iriam fazer-se grandes negócios na Rússia, aliás, preferencialmente provocando a implosão da Federação e fazer negócios com as diferentes federações e ganhar muito dinheiro. Onde é que estamos? Agora estamos passados cinco anos numa Rússia que está na mó de cima do ponto de vista militar, como do ponto de vista económico, independentemente dos ataques que sofreu na sua profundidade, fundamentalmente nos últimos dois meses, o que é um facto, é que a Rússia não vai claudicar. E cada vez apresenta uma capacidade bélica maior. Como se está a verificar agora, há quase uma semana que Kiev está em permanente ataque e parece que estes dirigentes não perceberam ainda que se atingiu o 'impasse doloroso' e que se calhar, era altura de negociar. Era a altura de falar, era altura de pôr a diplomacia em cima da mesa. Mas isso não vai acontecer porque não estou a ver a Kaja Kallas (chefe da diplomacia da UE) com os requisitos mínimos para se encontrar na função em que se encontra. Tivemos, aliás, uma coisa absolutamente chocante. Houve uma reunião dos ministros das Finanças do G20 (esta semana) nos Estados Unidos. Repare bem nisto: o ministro das Finanças russo foi convidado pelo ministro das Finanças americano porque os Estados Unidos eram a nação anfitriã do evento e os países europeus recusaram-se a tirar uma fotografia dos participantes na reunião. Portanto, com esta gente, não vai haver nunca diplomacia. A situação vai-se agravar ou vai continuar. A isto acrescentam-se as iniciativas de Trump relativamente ao Médio Oriente, o petróleo, independentemente daquelas tiradas de Trump para que o petróleo afinal suba menos um bocadinho. O que é um facto é que continua a subir a inflação na Europa, salvo erro, já vai na casa dos 3% e eu não vejo como é que isto vai ser revertido, porque os europeus parecem estar empenhados em ir para o confronto militar. E hoje tivemos este caso absolutamente estúpido o argumento do tal drone que os alemães não conseguiram descobrir quem e que lhes rebentou com o Nord Stream (gasoduto Alemanha-Rússia), mas descobriram agora, passado um mês, que teria sido a Rússia, mas não apresentaram provas. Eu não estou a dizer que não foram os russos que fizeram aquilo, embora eu não perceba para quê. Eu não entendo. Mas não vamos excluir a possibilidade de terem sido os russos. Apresentem provas. Isso é a primeira questão. Mas isto só está a ser trazido ao de cima, porque Merz (o chanceler alemão) leva nesta altura cerca de 20 pontos de atraso relativamente à AFD (partido de extrema-direita) e vai ter eleições dentro de menos de uma semana. Isto é que é o problema e portanto estão a utilizar uma situação destas para procurar tirar benefícios em termos de política interna. Não há outra palavra. Mas isto cria dinâmicas. Por exemplo, ouvimos o secretário-geral da NATO a fazer uma série de afirmações absolutamente ignóbeis que, no fundo estava a alinhar com esta farsa toda e no fundo a criar situações que depois são extremamente difíceis de serem revertidas. RFI: No seu livro diz que no começo do conflito tinha havido uma possibilidade de eventualmente se chegar a um acordo de paz que foi impossibilitada, nomeadamente por líderes europeus, que convenceram Zelensky de que poderiam ter um acordo melhor e, portanto, relativamente a esta situação, quais são as possibilidades que existem neste momento de eventualmente negociar, sentar à mesa, discutir, chegar a um acordo? Major-General Carlos Branco: Eu vejo isso de forma muito remota. Isso só será possível, isso que eu vou dizer é incómodo, mas penso que nesta altura não há outra volta que é a vitória militar de uma das partes. Só haverá negociações quando se atingir aquilo que se chama de 'impasse doloroso', quando as partes perceberem que têm mais a ganhar à mesa das negociações do que no campo de batalha. Quando psicologicamente interiorizarem essa situação -e é o que nós dizemos- atingiu-se a maturidade e, portanto, há portas abertas para se avançar nesse caminho. Agora estamos longe de isso acontecer, porque a Ucrânia está a ser partida todos os dias. Há um sofrimento brutal para o povo ucraniano, mas os seus dirigentes estão a alimentar uma situação que está perdida. E eu sublinho isto. Mas vai ser até ao último ucraniano. Exactamente. Estes líderes não têm maturidade para perceber isto que eu estou a dizer e portanto vão continuar até ao fim. Para isto contribui também o papel dos europeus, porque se os europeus não dessem fogo a esta fornalha, se não criassem nos ucranianos o sonho de que isto pode ser revertido, de que podem derrotar a Rússia, quer dizer, eu não consigo perceber como é que isso acontece. O próprio chefe de gabinete do presidente Zelensky, Kyrylo Budanov, mas não só, foi também o seu lugar-tenente, que vieram dizer que a Ucrânia precisa de 30.000 soldados por mês. Não sou eu que digo. Portanto, um país que se encontra numa situação destas, que tem largos milhões de cidadãos fora das suas fronteiras, que está a recrutar da forma que é conhecida, que as pessoas são apanhadas no meio da rua e levadas à força, um país que está numa situação destas, a meu ver, está numa situação de grande vulnerabilidade. Mas os seus dirigentes continuam a achar que não. 'Não, isto ainda a gente ainda pode ganhar'. Portanto, é exactamente por causa disso e pela irresponsabilidade do estímulo que é dado pelos presidentes europeus. Aliás, vimos agora quando foi das comemorações do 35.º aniversário da independência da Ucrânia e que foram lá uma série de dirigentes a Kiev. E eles estavam com uma cara muito sorridente a tirar uma fotografia com o presidente. E eu interrogo-me: estão sorridentes porquê? Quer dizer, isto é de uma falta de senso e de uma falta de capacidade de análise da situação. Esta gente não sabe o que é que está a acontecer. Vivem numa bolha exactamente por causa disso. O futuro não pode ser brilhante. Para já, veremos se não há nenhuma movimentação incauta por parte de determinados países da Europa e que venham depois chamar a NATO. Até porque a tentativa de envolver a NATO com este argumento do ataque directo e na tentativa de provocar o artigo quinto (defesa colectiva no caso de um membro ser atacado), já houve várias. Portanto, nós estamos recordados quando houve o míssil ucraniano que caiu na Polónia e que matou, salvo erro, dois agricultores (em Novembro de 2022). O ministro dos Negócios Estrangeiros polaco e a Ucrânia começaram logo a dizer 'isso foi à Rússia, foi à Rússia' e, portanto, já abriu portas para Zelenksy, porque sabe que não consegue sozinho ganhar a guerra. Precisa dos europeus. E o Biden veio mandá-los calar. Objectivamente, foi isso que aconteceu. Portanto, não alinhou nesse projecto porque o que queria, não era criar uma guerra na Europa. O que queria era remover o Putin do poder e colocar lá um seu apaniguado. Mas é que as pessoas às vezes não conseguem distinguir uma coisa da outra. Aliás, isso é outra coisa importantíssima. Biden nunca esteve muito empenhado na vitória militar da Ucrânia. Isso é outra questão que está profusamente documentada. O que ele queria era provocar uma alteração do poder em Moscovo. São coisas diferentes. poderão ter caminhos paralelos, poderão interceptar-se nalgumas fases, mas são coisas diferentes porque, em última análise, o objectivo estratégico é distinto. Portanto, não ter clarividência sobre esta matéria é dramático. RFI: Outro aspecto também importante do seu livro tem a ver com a forma como também são apresentados os acontecimentos pela comunicação social aqui na Europa. É bastante crítico relativamente ao papel da comunicação social. Major-General Carlos Branco: Sim, é verdade. A comunicação social está, com algumas excepções, mas muito reduzidas, plenamente alinhada com uma das partes, está entrincheirada e, portanto, não é um espaço de debate sobre o que está a acontecer, mas é fundamentalmente um espaço onde se divulga de uma forma exclusiva e frequentemente propagandística, os pontos de vista de uma das facções. E o espaço de debate está extremamente reduzido. E muitas das vezes quem tem uma opinião que não coincide com a do meio, acaba por ser marginalizado. Associado a isso, a União Europeia tem-se tornado cada vez mais um organismo autoritário, porque há indivíduos que tiveram maior protagonismo no espaço público e o que lhes aconteceu foi inclusivamente congelarem-lhes as contas bancárias. Portanto, isto que está a acontecer é uma deriva autoritária na qual a comunicação social está a alinhar. Relativamente a estas matérias, não vi estas notícias na televisão e muito menos manifestação de desconforto e de discussão destes assuntos, porque estes assuntos são cruciais. Os americanos saberão muito bem o que aconteceu no rescaldo do 11 de Setembro e as tentativas de calar opiniões, críticas e outras opiniões, vamos pôr isto nesses termos, e a Europa vai por esse caminho.
No dia 18 de fevereiro de 2026, a soldado Gisele Alves Santana foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apê onde morava com o marido, o tenente coronel Geraldo Neto. Inicialmente tratado como suicídio, o caso virou mistério após novas perícias apontarem lesões suspeitas e contradições no depoimento do marido. O que realmente aconteceu naquela manhã? Será suicídio ou feminicídio?#crimesreais #investigacaocriminal #casosreaisAssista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAN4HeD8Xh_QQV1QyDpBzJeSe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
A sessão foi marcada pela redução da percepção de risco geopolítico global, com sinalizações de um possível acordo de paz entre Estados Unidos e Irã. O ambientefavoreceu o enfraquecimento generalizado do dólar nos mercados mais líquidos, com o DXY recuando 0,13%, aos 98,876 pontos.No câmbio local, o dólar à vista fechou cotado a R$ 5,13, queda de 0,25%. O Ibovespa iniciou o pregão em território negativo, mas reverteu ao longo do dia e ampliou os ganhos na reta final, encerrando em alta de 1,61%, aos 174.668 pontos, após oscilar entre as mínimas de 171.179 pontos e as máximas de 174.631 pontos. Entre as bluechips, destaque para a alta de 5,22% nas ações ON do Banco do Brasil e de 2,04% nasON da Vale. As PN da Petrobras recuaram 1,80%, na contramão do movimento, emlinha com a queda dos preços do petróleo.Em Wall Street, os principais índices fecharam em leve alta, sustentados pelo alívionos preços do petróleo e pela descompressão dos juros dos Treasuries, em sessãocom poucos indicadores econômicos relevantes. O Dow Jones encerrou em alta de0,30%, aos 53.577,40 pontos; o S&P 500 subiu 0,32%, aos 7.677,26 pontos; e o Nasdaqavançou 0,66%, aos 26.151,30 pontos, com o setor de tecnologia contribuindo comvalorização de 0,98% após o ajuste de posições observado na véspera. As atençõesseguem voltadas para a divulgação do resultado trimestral da Nvidia e para o índicede preços de gastos com consumo (PCE) de julho. No Brasil, o destaque é a prévia dainflação de agosto, medida pelo IPCA-15.Análise de Ações - BrasilPrograma do iFood pode ampliar demanda por imóveis de Tenda, MRV eDirecionalO iFood lançou um programa para facilitar o acesso de entregadores ao financiamentoimobiliário e firmou parcerias com Tenda, MRV e Direcional. A iniciativa permitirá quetrabalhadores elegíveis gerem, pelo aplicativo, um histórico oficial dos rendimentosobtidos na plataforma para apresentar na análise de crédito. As construtoras, por sua vez,poderão oferecer condições específicas, como facilidades na entrada, redução do custototal, simplificação do pagamento e auxílio com móveis em determinadosempreendimentos. Inicialmente, o programa será destinado a entregadores quetrabalham pelo menos 40 horas semanais na plataforma.Vale vê espaço para dobrar produção de cobre no BrasilA Vale afirmou que vê espaço para praticamente dobrar sua capacidade de produção decobre no Brasil no médio e longo prazo. Hoje, a companhia produz cerca de 380 miltoneladas por ano e já desenvolve projetos para ampliar esse volume. O cobre ganhourelevância crescente nos resultados e chegou a responder por quase um terço dodesempenho da empresa no último mês, embora ainda represente uma parcela menor doportfólio quando comparado ao minério de ferro. A estratégia é aumentar gradualmente aparticipação do metal sem abandonar o crescimento das operações tradicionais.
A sessão foi marcada pela redução da percepção de risco geopolítico global, com sinalizações de um possível acordo de paz entre Estados Unidos e Irã. O ambientefavoreceu o enfraquecimento generalizado do dólar nos mercados mais líquidos, com o DXY recuando 0,13%, aos 98,876 pontos.No câmbio local, o dólar à vista fechou cotado a R$ 5,13, queda de 0,25%. O Ibovespa iniciou o pregão em território negativo, mas reverteu ao longo do dia e ampliou os ganhos na reta final, encerrando em alta de 1,61%, aos 174.668 pontos, após oscilar entre as mínimas de 171.179 pontos e as máximas de 174.631 pontos. Entre as bluechips, destaque para a alta de 5,22% nas ações ON do Banco do Brasil e de 2,04% nasON da Vale. As PN da Petrobras recuaram 1,80%, na contramão do movimento, emlinha com a queda dos preços do petróleo.Em Wall Street, os principais índices fecharam em leve alta, sustentados pelo alívionos preços do petróleo e pela descompressão dos juros dos Treasuries, em sessãocom poucos indicadores econômicos relevantes. O Dow Jones encerrou em alta de0,30%, aos 53.577,40 pontos; o S&P 500 subiu 0,32%, aos 7.677,26 pontos; e o Nasdaqavançou 0,66%, aos 26.151,30 pontos, com o setor de tecnologia contribuindo comvalorização de 0,98% após o ajuste de posições observado na véspera. As atençõesseguem voltadas para a divulgação do resultado trimestral da Nvidia e para o índicede preços de gastos com consumo (PCE) de julho. No Brasil, o destaque é a prévia dainflação de agosto, medida pelo IPCA-15.Análise de Ações - BrasilPrograma do iFood pode ampliar demanda por imóveis de Tenda, MRV eDirecionalO iFood lançou um programa para facilitar o acesso de entregadores ao financiamentoimobiliário e firmou parcerias com Tenda, MRV e Direcional. A iniciativa permitirá quetrabalhadores elegíveis gerem, pelo aplicativo, um histórico oficial dos rendimentosobtidos na plataforma para apresentar na análise de crédito. As construtoras, por sua vez,poderão oferecer condições específicas, como facilidades na entrada, redução do custototal, simplificação do pagamento e auxílio com móveis em determinadosempreendimentos. Inicialmente, o programa será destinado a entregadores quetrabalham pelo menos 40 horas semanais na plataforma.Vale vê espaço para dobrar produção de cobre no BrasilA Vale afirmou que vê espaço para praticamente dobrar sua capacidade de produção decobre no Brasil no médio e longo prazo. Hoje, a companhia produz cerca de 380 miltoneladas por ano e já desenvolve projetos para ampliar esse volume. O cobre ganhourelevância crescente nos resultados e chegou a responder por quase um terço dodesempenho da empresa no último mês, embora ainda represente uma parcela menor doportfólio quando comparado ao minério de ferro. A estratégia é aumentar gradualmente aparticipação do metal sem abandonar o crescimento das operações tradicionais.
Hacer click aquí para enviar sus comentarios a este cuento.Juan David Betancur Fernandezelnarradororal@gmail.comHabía una vez, en una época remota donde las fronteras entre el cielo y la tierra aún no se habían cerrado del todo, un rey llamado Tántalo.Tántalo Gobernaba las fértiles tierras de Lidia, y según decían todos los vecinos de Lidia era bendecido con una riqueza que desafiaba a la de cualquier otro monarca del mundo antiguo. Y se decía además que la razón era muy superior a lo norma., ya que Tántalo no era un hombre común; por sus venas corría la sangre del mismísimo Zeus, y esa herencia le concedía un honor inaudito que ningun otro mortal podía tener: las puertas de las cumbres del monte Olimpo se abrían de par en par para él.Tántalo solía subir a los palacios dorados en el monte olimpo y se sentaba junto a los dioses inmortales y participaba de sus festines celestiales. Allí con todos los dioses a su alrededor tenía el privilegio de probar la ambrosía que alejaba la muerte y bebía el néctar que perfumaba el aire divino. Escuchaba los secretos del cosmos, las deliberaciones sobre el destino de los hombres y los designios de las estrellas. Pero la cercanía a la divinidad no lo llenó de reverencia, sino de una soberbia oscura y corrosiva. Tántalo comenzó a creerse un igual, un dios entre mortales, y la arrogancia nubló su juicio.Primero vinieron las faltas menores, fruto de su vanidad. Escondía porciones de ambrosía entre sus ropajes para repartirlas entre sus amigos en su propio palacio, vanagloriándose de poder otorgarles un destello de inmortalidad. Revelaba en banquetes terrenales las conversaciones privadas de su padre Zeus, deleitándose con la admiración de sus cortesanos. Sin embargo, su ambición pedía más. Quería probar si la clarividencia de los olímpicos era absoluta o si, tras sus mantos de luz, eran seres fáciles de engañar.Ideó entonces el más atroz de los experimentos. Tántalo organizó un majestuoso banquete en su propio palacio terrenal e invitó a todos los dioses del Olimpo. Para la ocasión, preparó un guiso oscuro y monstruoso: mandó llamar a su propio hijo, el joven Pélope, a quien amaba pero al que sacrificó sin piedad. Descuartizó el cuerpo del muchacho, hirvió su carne en calderos sazonados con especias finas y la presentó en fuentes de oro puro ante la mesa celestial.Cuando los dioses tomaron asiento, un silencio gélido cayó sobre el salón. La ofensa no pasó desapercibida para la omnisciencia divina. Zeus, Poseidón, Apolo y Atenea retrocedieron horrorizados al descubrir el sacrilegio. Solo Deméter, que vagaba sumida en una profunda pena por la pérdida de su hija Perséfone, no advirtió el engaño de inmediato y probó distraída un trozo de la carne, devorando parte del hombro del muchacho.La furia de Zeus sacudió los cimientos de la tierra. Con un solo trueno, fulminó el palacio de Lidia. Los dioses recompusieron el cuerpo de Pélope sumergiéndolo en un caldero sagrado; la diosa Moira Cloto lo devolvió a la vida y Hefesto le forjó un hombro resplandeciente de marfil para sustituir la parte perdida.Para Tántalo, sin embargo, la muerte común no era suficiente. Su pecado sobrepasaba cualquier consideración y debía ser castigado de manera ejemplar. Zeus ordenó que fuera arrastrado a las profundidades más oscuras del Tártaro, donde se le reservó un tormento eterno diseñado a la medida de su deseo insaciable. Este lugar más abajo que el reino de hades era una prisión perfecta que que era tan profundo que se decía que un yunque tardaría nueve días y nueve noches en caer desde la tierra. Allí habían sido encerrados cronos y los titanes después de perder la guerra contra Zeus. Una vez allí en el Tartaro donde los peores personajes iban iban a pagar su castigo cuando estos ofendían de manera grave a los dioses. Tantalo fue sumergido en un lago de aguas cristalinas que le llegaba hasta la barbilla. A su alrededor, las ramas de frondosos árboles frutales se inclinaban cargadas de peras maduras, granadas brillantes, higos dulces y racimos de uvas lustrosas. Inicialmente a este Rey Soberbio y cruel el lugar donde había sido llevado no le parecio un gran castigo ya que tendría agua y comida. Cuando paso el primer día sin embargo Tántalo comenzó a sentir una sed voraz y un hambre desesperada que le quemaba las entrañas. Sabiendo que el agua de aquel lago cristalino le llegaba hasta la barbilla decidio que tomaría un pequeño sorbo. Pero cual seria su sorpresas. Cada vez que bajaba la cabeza para dar un sorbo al agua fresca, esta se retiraba al instante, filtrándose bajo tierra y dejando a sus pies un fango seco y agrietado. Tantano espero que el agua regresara a la altura de su barbilla y lo intento de nuevo y de nuevo el agua se retiro. Así que se le hacia imposible beber agua de aquel lago. Para calmar su ambre decidio alzar sus manos temblorosas para arrancar un fruto de aquellos frondosos arboles frutales que le ofrecían sus fabulosos frutos. Pero cuando estaba justo a milímetros de alcanzar alguna pera, o granada o higo o uvas, un viento violento agitaba las ramas, elevándolas hacia las nubes fuera de su alcance. De nuevo espero que el viento pasara y de nuevo trataba de alcanzar alguna fruta para que de nuevo apareciera el viento y le apartara las frutas de su alcance. Así que su sed y hambre parecían imposibles de ser saciadas.Para coronar su suplicio, sobre su cabeza colocaron una enorme roca en precario equilibrio, amenazando con caer y aplastarlo en cualquier segundo, condenándolo a vivir en un pánico perpetuo.Así quedó Tántalo por toda la eternidad: rodeado de abundancia inmediata a sus ojos, pero incapaz de tocarla, convirtiéndose en el símbolo eterno del deseo tortuoso y de la ruina que trae desafiar lo sagrado con la soberbia humana.
El candidato de ultraderecha propuso en primera instancia celebrar la ceremonia en unas instalaciones militares, pero el presidente saliente, Gustavo Petro, rechazó esta idea. Tras una serie de polémicas sobre el lugar de la ceremonia, Abelardo de la Espriella, el candidato de la derecha trumpista, quien triunfó en la elección presidencial, asumirá su cargo en Cali y no en la capital colombiana. Una decisión que no sorprende al politólogo Andrés Dávila, de la Universidad Javeriana de Bogotá. "De la Espriella sigue un poco la tónica que propuso en un comienzo para su Gobierno, que es romper con las formas existentes, con los lugares desde donde se gobernaba. Eso, en principio, es un símbolo de que él no es parte de la política tradicional, de que él es un outsider; aunque, la verdad, para mí no lo es tanto, teniendo en cuenta de dónde proviene y la cantidad de relaciones que ha tenido con políticos narcotraficantes y paramilitares. Pero esto es lo que él está tratando de demostrar. Su campaña fue muy diferente, más parecida a la puesta en escena de un cantante, utilizando mucho los símbolos futbolísticos, aun sabiendo lo que hacen las barras de fútbol aquí en Colombia y en América Latina", cuenta Andrés Dávila. Un desafío a la izquierda Inicialmente, de la Espriella quería tomar posesión en un cuartel. Decisión a la que se opuso el mandatario saliente Gustavo Petro. El presidente electo optó finalmente por una investidura en Cali como símbolo de la descentralización del poder, o como acto de desafío político, según el politólogo. Dávila considera que la elección de Cali "consiste en meterse en el territorio que es más petrista y en donde ha habido más movilización social. Recordemos que allí la movilización en 2021 fue fuertísima y es donde está el monumento de Puerto Resistencia. Yo creo que es también una manera de desafiar a la izquierda y al petrismo". Cierre de embajadas en Cuba y Nicaragua Uno de los primeros anuncios de Abelardo de la Espriella ya tras su elección fue el cierre de 14 embajadas y la suspensión de las relaciones diplomáticas con Cuba y Nicaragua. Una decisión más política que económica, opina Andrés Dávila. "El cuento de que entonces hay que reducir las embajadas, eso ahí no produce ahorros significativos, eso no impacta en el problema fiscal. Eso es solo para mostrar cosas, y en este caso yo creo que se va a utilizar para cerrar aquellas que para la derecha resultan incómodas en una mirada de las relaciones internacionales y de la política exterior. Que es un poco provincial a mi gusto", apunta el politólogo de la Universidad Javeriana de Bogotá. Por su parte, el candidato de izquierda, Iván Zepeda, quien perdió la elección por menos de un punto porcentual, llamó a movilizarse en las calles para defender los avances sociales del Gobierno de Gustavo Petro.
El candidato de ultraderecha propuso en primera instancia celebrar la ceremonia en unas instalaciones militares, pero el presidente saliente, Gustavo Petro, rechazó esta idea. Tras una serie de polémicas sobre el lugar de la ceremonia, Abelardo de la Espriella, el candidato de la derecha trumpista, quien triunfó en la elección presidencial, asumirá su cargo en Cali y no en la capital colombiana. Una decisión que no sorprende al politólogo Andrés Dávila, de la Universidad Javeriana de Bogotá. "De la Espriella sigue un poco la tónica que propuso en un comienzo para su Gobierno, que es romper con las formas existentes, con los lugares desde donde se gobernaba. Eso, en principio, es un símbolo de que él no es parte de la política tradicional, de que él es un outsider; aunque, la verdad, para mí no lo es tanto, teniendo en cuenta de dónde proviene y la cantidad de relaciones que ha tenido con políticos narcotraficantes y paramilitares. Pero esto es lo que él está tratando de demostrar. Su campaña fue muy diferente, más parecida a la puesta en escena de un cantante, utilizando mucho los símbolos futbolísticos, aun sabiendo lo que hacen las barras de fútbol aquí en Colombia y en América Latina", cuenta Andrés Dávila. Un desafío a la izquierda Inicialmente, de la Espriella quería tomar posesión en un cuartel. Decisión a la que se opuso el mandatario saliente Gustavo Petro. El presidente electo optó finalmente por una investidura en Cali como símbolo de la descentralización del poder, o como acto de desafío político, según el politólogo. Dávila considera que la elección de Cali "consiste en meterse en el territorio que es más petrista y en donde ha habido más movilización social. Recordemos que allí la movilización en 2021 fue fuertísima y es donde está el monumento de Puerto Resistencia. Yo creo que es también una manera de desafiar a la izquierda y al petrismo". Cierre de embajadas en Cuba y Nicaragua Uno de los primeros anuncios de Abelardo de la Espriella ya tras su elección fue el cierre de 14 embajadas y la suspensión de las relaciones diplomáticas con Cuba y Nicaragua. Una decisión más política que económica, opina Andrés Dávila. "El cuento de que entonces hay que reducir las embajadas, eso ahí no produce ahorros significativos, eso no impacta en el problema fiscal. Eso es solo para mostrar cosas, y en este caso yo creo que se va a utilizar para cerrar aquellas que para la derecha resultan incómodas en una mirada de las relaciones internacionales y de la política exterior. Que es un poco provincial a mi gusto", apunta el politólogo de la Universidad Javeriana de Bogotá. Por su parte, el candidato de izquierda, Iván Zepeda, quien perdió la elección por menos de un punto porcentual, llamó a movilizarse en las calles para defender los avances sociales del Gobierno de Gustavo Petro.
Em 2002, o Brasil acompanhou o desfecho do assassinato do casal Manfred e Marísia von Richthofen, crime planejado por Suzane von Richthofen e executado pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos. Décadas após o julgamento e o cumprimento parcial das penas em regime fechado, a trajetória dos envolvidos continua a gerar intensas discussões sobre segurança pública, reinserção social e o impacto do interesse público em torno de casos criminais. Recentemente, reportagem do jornalista Ullisses Campbell — colunista de true crime d'O Globo e autor especializado em investigações policiais — revelou que Cristian Cravinhos, atualmente em regime aberto, passou a comercializar fotografias e vídeos de conteúdo adulto por meio de mensagens privadas. Inicialmente reticente, Cravinhos confirmou a negociação do material e relatou os obstáculos financeiros enfrentados no processo de readequação à vida em liberdade após sua passagem pela Penitenciária de Tremembé. O caso traz à tona uma reflexão profunda sobre o papel das produções audiovisuais na projeção de figuras condenadas por crimes de grande repercussão e como a notoriedade pode ser convertida em engajamento nas plataformas digitais. O programa analisa o histórico penal de Cristian Cravinhos, os episódios de reincidência, a legislação sobre progressão de regime e as implicações sociológicas do fenômeno.
Na Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da USP, a biotecnologista Awana da Silva Lima, realizou pesquisas com o fungo termofílico Thermothielavioides terrestris. “O objetivo foi verificar o potencial do microrganismo de ser a base de uma ‘cell factory' para a produção de enzimas capazes de degradar de forma mais eficiente a biomassa lignocelulósica de biorrefinarias”, contou a pesquisadora, que foi a entrevistada desta quinta-feira (6) no podcast Os Novos Cientistas. Em seu trabalho de doutorado intitulado Desenvolvimento de uma cell factory a partir do fungo termofílico Thermothielavioides terrestris, Awana contou com a orientação do professor Fernando Segato, da EEL. “Meu trabalho envolve a manipulação genética do fungo T. terrestris a fim de se obter um 'organismo chassi' para a construção de uma cell factory, ou uma ‘fábrica de células', numa tradução literal”, descreveu a pesquisadora. O objetivo, de acordo com Awana, é atingir rendimentos mais elevados de blocos construtores que serão utilizados para produção de biocombustíveis e compostos de alto valor agregado a partir deste resíduo. As pesquisas de Awna mostraram que o fungo termofílico Thermothielavioides terrestris apresenta potencial para se tornar uma cell factory para a produção de um coquetel enzimático, pois possui em seu genoma uma vasta gama de genes que codificam enzimas ativas em carboidratos, conferindo uma alta capacidade degradadora de compostos lignocelulósicos. “Exploramos e desenvolvemos ferramentas para manipular geneticamente o fungo visando a construção de uma cell factory. Inicialmente, foi realizado o cultivo do fungo em diferentes meios alternativos para obter melhores taxas de esporulação, que é o processo biológico que serve como um método de reprodução assexuada em fungos, algas e plantas”, contou Awana. Segundo ela, dentre os meios avaliados, o cultivo em extrato de tomate e trigo para quibe apresentou melhores resultados. Disponível também na plataforma Spotify
Neste episódio do VDCast, você vai conhecer Thiago Martins, empresário à frente da China Fácil e do Grupo Martins. Ele conta como uma empresa familiar, que começou com poucos funcionários, cresceu até movimentar mais de R$ 6 bilhões em cargas por ano, operar mais de 2 mil contêineres por mês e construir uma estrutura com aproximadamente 400 profissionais e mais de 270 caminhões.
Texto “String of Precious Jewels”, de Nagarjuna.Nāgārjuna foi um influente filósofo e mestre budista indiano.Nagarjuna viveu por volta do século II d.C. Embora os detalhes exatos de sua vida sejam envoltos em lenda, acredita-se que tenha nascido no sul da Índia e recebido uma educação profunda em diversas tradições. Inicialmente envolvido com estudos védicos e científicos, Nagarjuna mais tarde se voltou ao budismo, ingressando em um mosteiro e aprofundando-se nos ensinamentos do Buda, especialmente da escola Mahayana.Seus ensinamentos centram-se na doutrina da vacuidade (śūnyatā), a ideia de que todos os fenômenos são vazios de existência inerente. Por meio de sua principal obra, o Mūlamadhyamakakārikā (Versos Fundamentais do Caminho do Meio), Nagarjuna demonstrou que todos os conceitos são dependentes de causas e condições, rejeitando extremos de existência ou não existência. Ensinou que a sabedoria surge ao reconhecer essa vacuidade, levando à libertação do sofrimento.Nagarjuna é considerado o fundador da escola Madhyamaka (Caminho do Meio) do budismo Mahayana e uma das figuras mais importantes da filosofia budista. Seu pensamento influenciou profundamente as tradições budistas tibetanas, chinesas e japonesas, sendo reverenciado como um segundo Buda por muitos, devido à profundidade e precisão de seus ensinamentos.
Com a aproximação do prazo final para as convenções, em 5 de agosto, o Partido Liberal avalia disputar a Presidência com uma chapa formada exclusivamente por integrantes da própria legenda. A possibilidade ganhou força diante das dificuldades para atrair partidos de centro para a candidatura do senador Flávio Bolsonaro.Inicialmente, o PL pretendia usar a vaga de vice como instrumento para negociar alianças e ampliar o tempo de televisão e a presença da candidatura entre eleitores moderados. As negociações, porém, enfrentaram resistências e foram prejudicadas pelo cenário político envolvendo o candidato.União Brasil e PP indicam tendência de neutralidade na disputa presidencial, enquanto integrantes do Podemos também sinalizam a mesma posição. O Republicanos, que era considerado o partido preferido para indicar a vice, ainda depende de sua convenção para definir o posicionamento.O calendário eleitoral estabelece 5 de agosto como prazo para definição das alianças e candidaturas em convenção. O registro das candidaturas termina em 15 de agosto, e a propaganda eleitoral começa oficialmente em 16 de agosto.
Neste Bitalk vamos perceber porque é que tantas empresas falham na implementação da Inteligência Artificial, o que está realmente por detrás da revolução dos LLMs e como a IA vai transformar o futuro do trabalho e dos negócios com Jorge Pessoa, Co-Founder da Noxus. É verdade que a maioria das empresas está a falhar na IA?
O município de Nova Veneza deu mais um passo na ampliação do programa de monitoramento contínuo de glicose para pacientes com diabetes tipo 1. Inicialmente voltada para crianças e adolescentes de até 18 anos, a iniciativa passa agora a contemplar pessoas de até 25 anos e gestantes diagnosticadas com a doença. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, o secretário municipal de Saúde, Kristian Mazzucco, explicou que a ampliação ocorre de forma planejada para garantir a sustentabilidade do programa. "A gente está tendo esse cuidado de ir gradativamente ampliando, porque uma vez ofertado para a população, é um serviço que precisa ser mantido constantemente", afirmou. Segundo o secretário, o programa foi implantado no ano passado e, após um período de seis a oito meses de avaliação da adesão dos beneficiários, a administração municipal decidiu ampliar o público atendido. Atualmente, cinco crianças e adolescentes participam do programa. Com a nova etapa, a expectativa é que o número de beneficiados chegue a 13 pessoas. No entanto, a Secretaria de Saúde acompanha com cautela a demanda devido à possibilidade de subnotificação dos casos de diabetes tipo 1 no município. "A gente não quer ampliar demais a faixa etária e depois vir uma demanda que o município não consiga absorver. Estamos dando um passo de cada vez", destacou. Embora a expansão ocorra gradualmente, o objetivo da administração municipal é disponibilizar o monitoramento para todos os pacientes com diabetes tipo 1. "O objetivo da gestão é atingir 100% da população, desde que isso caiba no orçamento e que a gente consiga manter esse serviço de forma contínua." Com base em indicadores nacionais, a Secretaria de Saúde estima que Nova Veneza tenha entre 40 e 50 moradores com necessidade do monitoramento contínuo de glicose. O equipamento utilizado faz o monitoramento contínuo da glicemia e envia informações em tempo real para um aplicativo no celular. Pais, familiares e até professores podem receber alertas quando há alterações importantes nos níveis de glicose do paciente. Além disso, a Secretaria de Saúde também acompanha os dados por meio de um portal, permitindo uma análise detalhada do comportamento glicêmico dos pacientes e facilitando o encaminhamento para nutricionistas ou especialistas quando necessário. Para o secretário, a tecnologia representa um ganho significativo, principalmente para crianças. "É um pecado uma criança de dois ou três anos precisar furar o dedo várias vezes por dia para medir a glicose. Hoje os pais têm muito mais tranquilidade sabendo que qualquer alteração será comunicada imediatamente." Segundo Mazzucco, o retorno das famílias atendidas tem sido extremamente positivo. "Foi uma repercussão muito positiva. Os pais relatam mais segurança e tranquilidade no dia a dia." Investimento é de cerca de R$ 600 por paciente O secretário informou que o custo atual do programa é de aproximadamente R$ 600 por mês para cada paciente atendido, valor que inclui o fornecimento do equipamento e dos insumos necessários para o monitoramento. A expectativa da Secretaria de Saúde é que, com o surgimento de novos equipamentos no mercado, os custos diminuam, permitindo novas ampliações do programa. "Nossa expectativa é que esse custo venha a baixar. Isso acontecendo, teremos condições de ampliar ainda mais o atendimento." O programa foi criado por iniciativa do Poder Executivo Municipal e deverá ser transformado em projeto de lei para consolidar a política pública de monitoramento contínuo de glicose em Nova Veneza.
Nesta edição do "Direção Segura", o assunto em destaque é a suspensão e ou a cassação da CNH (Carteira Nacional de Habilitação). A suspensão do direito de dirigir é uma penalidade que impede que o condutor dirija por determinado período de tempo. Após o prazo, para reaver seu direito, o condutor deverá passar por curso teórico de reciclagem. A cassação é uma penalidade mais grave que a suspensão. Isto porque ela leva o condutor ao fato perder a habilitação. Inicialmente, ele é impedido de dirigir por dois anos. Após este período, será necessário ser submetido a todo o processo de habilitação, assim como feito da primeira vez. Quem explica é o Policial Rodoviário Federal, Maurício Belshoff.
Duas semanas após os terremotos, equipes internacionais deixam a Venezuela e familiares voltam a assumir as buscas por milhares de desaparecidos sob os escombros. Pedro Pannunzio, correspondente em Caracas Passadas mais de duas semanas desde o duplo terremoto que destruiu o Estado de La Guaira, no litoral venezuelano, a possibilidade de encontrar sobreviventes sob os escombros praticamente inexiste. Por isso, nesta nova etapa da tragédia, as buscas se concentram principalmente na recuperação dos corpos das vítimas. Na tarde desta quinta-feira, Scarly Rojas, de 32 anos, buscava, no que restou de um prédio que tinha cinco andares, por sua mãe, uma das milhares de desaparecidas não computadas pelos dados oficiais divulgados diariamente pelo governo venezuelano. Ela havia se mudado ao prédio desde a operação dos Estados Unidos que resultou no sequestro do então presidente Nicolás Maduro. Mas, no dia 24 de junho, quando os tremores atingiram o país, a jovem estava em Caracas. “Com tudo que aconteceu no país, eu decidi morar com minha mãe, porque ela morava aqui e eu morava lá em Caracas. Estávamos distantes, então decidimos nos unir e voltar a morar juntas”, conta. Mãe e filha dividiam um apartamento no primeiro andar de um apartamento na região de Praia Grande, uma das áreas em La Guaira mais atingidas pelos terremotos de magnitudes 7,2 e 7,5. Outros familiares de desaparecidos também buscam por parentes que viviam no edifício. Contra todas as probabilidades, alguns deles ainda mantêm a esperança de encontrar sobreviventes. Rojas, no entanto, não alimenta o mesmo otimismo. “Desde o primeiro dia, quando cheguei e vi a maneira como o prédio caiu, como nosso apartamento foi afetado, achei quase impossível que ela tivesse sobrevivido.” Críticas contra lentidão do governo O governo venezuelano é alvo de críticas pela demora no início do resgate de possíveis sobreviventes da tragédia. Rojas diz que, nos primeiros dois dias, cruciais para o resgate de pessoas com vida, eram os próprios familiares que realizavam os trabalhos de buscas – situação que só mudou, segundo seu relato, a partir do terceiro dia, com a chegada das primeiras equipes internacionais de socorristas. Com a janela para encontrar sobreviventes praticamente fechada, quase todas as equipes já deixaram o país. Os familiares, que haviam conduzido as buscas nos primeiros dias, voltaram aos escombros – desta vez, para procurar os corpos de seus parentes. “Foi no terceiro, ou quarto dia, que as equipes estiveram aqui para fazer as buscas, mas depois de uma semana, a ajuda parou. Agora não tem ninguém”, lamenta Rojas, que, diariamente vai ao local onde morava com a mãe para, junto com outros voluntários, procurar o que as equipes de resgate não encontraram. Retorno da missão brasileira Nesta sexta-feira (10), parte da missão brasileira, uma das últimas a permanecer no país, voltará para casa. A previsão é que o voo com as equipes de resgate desembarque em Brasília às 17h no horário local. Inicialmente, a previsão era de permanência até o dia 13, próxima segunda-feira. O hospital de campanha montado em La Guaira pela Marinha, porém, permanecerá na Venezuela por prazo indeterminado. Ontem, equipes de buscas da Argentina, que devem ficar na Venezuela até sábado, ainda procuravam por sobreviventes. “É verdade que, a esta altura, com os dias que já se passaram, as possibilidades de encontrar alguém com vida diminuem muito. Mas, bem, esse é o trabalho que fazemos. Vamos tentar até o último momento”, disse María Florencia Pizarro, chefe das operações de busca da Brigada ARG 10, durante uma breve pausa nos trabalhos, enquanto esperava uma retroescavadeira remover alguns blocos de concreto para que as buscas pudessem continuar. Respeito pelos mortos Mesmo quando as chances de encontrar sobreviventes se esgotam, Pizarro diz que as operações não perdem a importância. “Talvez não consigamos resgatar alguém com vida, mas também é importante devolver às famílias seus entes queridos, para que possam se despedir e realizar os rituais que cada povo tem para se despedir de seus mortos.” Apesar da saída de boa parte dos socorristas internacionais, nesta quinta-feira, o Comando Sul dos Estados Unidos anunciou a chegada do USS San Antonio, navio de transporte anfíbio da Marinha norte-americana, que atracou no Porto de La Guaira, para “apoiar as operações de ajuda humanitária.” No início do mês, o comandante da estrutura militar norte-americana responsável pelas operações na América Latina e no Caribe, general Francis Donovan, havia informado que cerca de dois mil militares dos Estados Unidos tinham desembarcado na Venezuela.
Guillermo Arriaga es un escritor, guionista, director y productor de cine mexicano, nacido en Ciudad de México el 13 de marzo de 1958. Es conocido por su estilo narrativo fragmentado, sus personajes intensos y su exploración de temas como la violencia, la culpa, el destino y las segundas oportunidades. Estudió Comunicación en la Universidad Iberoamericana, donde también fue profesor. Inicialmente se dedicó a la literatura, publicando novelas como Escuadrón Guillotina (1991) y Un dulce olor a muerte (1994), pero alcanzó fama internacional como guionista al colaborar con el director Alejandro González Iñárritu en tres películas aclamadas:Amores perros (2000), que muestra tres historias entrelazadas unidas por un accidente automovilístico.21 gramos (2003), protagonizada por Sean Penn, Naomi Watts y Benicio del Toro.Babel (2006), una historia coral que conecta a personajes de distintos continentes.Tras su ruptura profesional con Iñárritu, Arriaga dirigió su propia película, Los tres entierros de Melquíades Estrada (2005), escrita por él y dirigida por Tommy Lee Jones, por la cual ganó el premio al Mejor Guion en el Festival de Cannes. Más tarde dirigió Fuego (2020), también conocida como The Burning Plain, con Charlize Theron y Jennifer Lawrence. En la literatura reciente, su novela El salvaje (2016) fue muy elogiada y consolidó su prestigio como narrador. En 2020 recibió el Premio Alfaguara de Novela por Salvar el fuego, obra que explora el amor y la violencia en el México contemporáneo.“La siguiente pieza es Susurros de tranquilidad de I.A. Esta obra pertenece al dominio público. La grabación utilizada en este podcast proviene de una fuente libre de derechos y autorizada para uso público.”
"Sección Oficial" completa su entrega número 35. Este programa puede verse en el canal Film&Co. en varias multidifusiones durante la semana. El programa mantiene así su apuesta por acercar al espectador la actualidad cinematográfica desde una mirada cercana, combinando entrevistas, rodajes, festivales, alfombras rojas y estrenos. Entrevista: El Festival PUFA (Pucela Fantástica) Conversamos con Daniel Farriol, codirector del Festival Internacional de Cine Fantástico y de Terror de Valladolid (PUFA), cuya tercera edición se celebra del 4 al 11 de julio [09:04]. El proyecto nació de una idea "loca" entre Daniel y David Pérez. Inicialmente planeado para durar un fin de semana y proyectar 10 cortos, ha crecido hasta convertirse en un evento de 7 días con 26 largometrajes y 27 cortometrajes. El certamen rinde un premio de honor póstumo a Chicho Ibáñez Serrador (asistirá su hijo Alejandro a recogerlo) y también otorgará un premio de honor a Paco Plaza. Habrá mesas redondas por las mañanas, exposiciones de props y presentaciones de libros. La inauguración correrá a cargo de la película comercial Insaciable (Diamond Films). También albergarán secciones como Aquelarres (dedicada al cine más independiente y autoral) y una maratón gamberra el viernes por la noche patrocinada por cervezas, donde se proyectará Pinocho Strong. Destaca la incorporación del premio de distribución con el sello Panic House y el premio Fundos Nuevos Talentos. Sección de Rodajes: "Silencio, se rueda" Repasamos varias producciones nacionales e internacionales que están en desarrollo o han finalizado su filmación: - Los Silenciados: Un thriller de terror sobrenatural rodado durante 5 semanas en localizaciones naturales de Tenerife, centrado en la mitología canaria [50:53]. - Antonia: Largometraje ambientado en Sevilla (Utrera), protagonizado por Nadia de Santiago, Pedro Casablanc y Mercedes San Pietro. Supone el debut en el formato largo del director Tony Martín [52:41]. - A tu vera: Cinta dirigida por Rubén Sánchez rodada en el barrio de Gracia de Barcelona y la Costa Brava [56:05]. Aborda una reflexión sobre las complejas dinámicas de poder en la industria del cine [54:41]. - La paradoja de Fermi: Un cortometraje de comedia romántica rodado en Valladolid por Manuel Martínez Velasco, protagonizado por Roberto Álamo e Itziar Miranda [56:27]. Cartelera: Estrenos de la semana [58:01] Detallamos los principales títulos cinematográficos que llegan a las salas de cine el 26 de junio. - Obsesión (Curry Barker): Película triunfadora en el Festival de Sitges (Premio Especial del Jurado y del Público). Una historia de terror sobre los oscuros deseos de un romántico empedernido [01:00:02]. - Supergirl: Woman of Tomorrow: La segunda película del nuevo universo de DC Studios liderado por James Gunn, protagonizada por Milly Alcock y que incluye la aparición del personaje Lobo [01:01:54]. - Viaje al país de los blancos: Dirigida por Dani Sancho, basada en la historia real e inspirada en el libro homónimo de Uzman Umar, un joven ghanés que emprende una dura travesía hacia Barcelona [01:04:36]. El programa incluye un breve extracto de una entrevista con el director y el protagonista [01:05:45]. - Letras robadas (John Carney): Comedia musical protagonizada por Paul Rudd y Nick Jonas, que trata sobre las casualidades y los presuntos plagios en la industria del pop [01:08:38]. - Jackass, lo mejor para el final: Anunciada como la última y definitiva aventura de caídas y acrobacias extremas del grupo liderado por Johnny Knoxville [01:11:06]. - Los últimos días de María Antonieta: Drama de época de producción francesa que retrata los días de cautiverio de la familia real en 1792 antes de ser ejecutados en la guillotina [01:13:07]. - Pálida luz en las colinas: Drama de corte pausado ambientado en la Inglaterra de 1982, que explora a través de saltos temporales los secretos y traumas familiares nacidos en Nagasaki tras la bomba atómica [01:15:26]. - Nino: Ópera prima de Pauline Loquès que se centra en una historia de transición y reconciliación personal por las calles de París, premiada previamente en Cannes [01:16:43]. Sección Oficial es un programa realizado en colaboración con Film&CoTV, consolidando una sinergia que acerca la actualidad cinematográfica a la pequeña pantalla. El formato continúa afianzándose como una ventana para descubrir entrevistas, rodajes, festivales, premieres y estrenos desde una perspectiva cercana al espectador y muy atenta al cine independiente, de autor y documental. #PucelaFantastica #estrenos2026 #Rodajes
Guillermo Arriaga es un escritor, guionista, director y productor de cine mexicano, nacido en Ciudad de México el 13 de marzo de 1958. Es conocido por su estilo narrativo fragmentado, sus personajes intensos y su exploración de temas como la violencia, la culpa, el destino y las segundas oportunidades. Estudió Comunicación en la Universidad Iberoamericana, donde también fue profesor. Inicialmente se dedicó a la literatura, publicando novelas como Escuadrón Guillotina (1991) y Un dulce olor a muerte (1994), pero alcanzó fama internacional como guionista al colaborar con el director Alejandro González Iñárritu en tres películas aclamadas:Amores perros (2000), que muestra tres historias entrelazadas unidas por un accidente automovilístico.21 gramos (2003), protagonizada por Sean Penn, Naomi Watts y Benicio del Toro.Babel (2006), una historia coral que conecta a personajes de distintos continentes.Tras su ruptura profesional con Iñárritu, Arriaga dirigió su propia película, Los tres entierros de Melquíades Estrada (2005), escrita por él y dirigida por Tommy Lee Jones, por la cual ganó el premio al Mejor Guion en el Festival de Cannes. Más tarde dirigió Fuego (2020), también conocida como The Burning Plain, con Charlize Theron y Jennifer Lawrence. En la literatura reciente, su novela El salvaje (2016) fue muy elogiada y consolidó su prestigio como narrador. En 2020 recibió el Premio Alfaguara de Novela por Salvar el fuego, obra que explora el amor y la violencia en el México contemporáneo.
A ilha de Santo Antão destaca-se pela beleza natural e crescente relevância turística, sendo considerada uma das ilhas mais preservadas e autênticas de Cabo Verde. O desenvolvimento do turismo tem trazido impactos positivos para a economia local, reconhece o presidente da câmara da Ribeira Grande, Armindo Luz, que defende a necessidade de reforçar essas condições com a construção de um aeroporto, infra-estrutura essencial para o futuro da ilha. A Ponta do Sol é um dos principais cartões-de-visita de Santo Antão. O que torna esta localidade tão especial para quem visita a ilha? A Ponta do Sol é, na verdade, a localidade mais a norte de Cabo Verde. É uma cidade voltada para o mar, com uma forte tradição piscatória. Foi também a primeira porta de entrada e saída da ilha de Santo Antão, o que lhe confere uma enorme importância histórica. Há aqui uma particularidade muito apreciada por quem nos visita: é possível contemplar tanto o nascer como o pôr-do-sol. Muitas pessoas passam o dia a percorrer os trilhos da ilha e regressam à Ponta do Sol ao final da tarde para pernoitar. É uma cidade histórica, com uma beleza própria e um património muito interessante. O próprio edifício dos Paços do Concelho tem uma história curiosa. Inicialmente, estava destinado a ser construído na cidade da Ribeira Grande, mas, devido à interpretação de um despacho régio da época, acabou por ser edificado na Ponta do Sol. Com ele foi também transferida a sede administrativa, numa altura em que esta localidade assumia um papel central na administração de Santo Antão. As infra-estruturas actuais - hotéis, transportes e rede viária - conseguem responder ao aumento da procura turística? Estamos a crescer, e isso é positivo. Ano após ano, temos registado um aumento do número de turistas. Ainda estamos longe da situação ideal, mas já se sente uma pressão significativa ao nível do alojamento. Há uma necessidade clara de diversificar a oferta turística e de aumentar a capacidade de resposta. Temos ainda um longo caminho a percorrer, mas estamos conscientes desse desafio e a trabalhar para lhe dar resposta. Tem-se falado da possibilidade de construir um aeroporto em Santo Antão. A ilha precisa dessa infra-estrutura ou as ligações marítimas são suficientes? Sem um aeroporto, Santo Antão terá muitas dificuldades em alcançar o desenvolvimento que ambiciona. Acredito que esta é a infra-estrutura capaz de devolver novas perspectivas de crescimento à ilha. Santo Antão é uma ilha ainda muito preservada. É a segunda maior ilha de Cabo Verde em área e a terceira em população. Nunca teremos turismo de massas, nem esse é o nosso objectivo. Falo particularmente do concelho da Ribeira Grande: não temos condições nem interesse em apostar nesse modelo. O que vemos surgir são pequenas unidades de alojamento espalhadas por toda a ilha. Mesmo na cidade da Ponta do Sol, a maior unidade turística tem uma dimensão relativamente reduzida. Encontramos sobretudo alojamentos com dois, três, quatro, dez ou doze quartos. É raro encontrar estabelecimentos com mais de vinte quartos. Este modelo permite oferecer uma experiência mais personalizada e, ao mesmo tempo, impulsionar outros sectores da economia. O turismo é hoje o principal motor do desenvolvimento de Santo Antão e um dos mais importantes de Cabo Verde. É através dele que valorizamos os produtos agrícolas e os recursos do mar. Há quem tema que um aeroporto possa afectar a paisagem natural e o equilíbrio ambiental da ilha. Como responde a essas preocupações? O desenvolvimento traz sempre desafios. A nossa responsabilidade é garantir que esses desafios sejam enfrentados de forma sustentável. Estamos numa fase em que ainda é possível planear bem e integrar todas as preocupações ambientais desde o início. Temos procurado fazer esse trabalho e consideramos que isso é fundamental. Ao mesmo tempo, um aeroporto criaria novas oportunidades para os jovens. Seriam necessários gestores, engenheiros, técnicos especializados, economistas, informáticos e profissionais de várias áreas. Se permanecermos exactamente como estamos, muitos jovens continuarão a abandonar a ilha por falta de perspectivas de emprego. De que forma o turismo tem contribuído para a criação de emprego e para o desenvolvimento económico local? O impacto é visível em vários sectores. Na pesca, por exemplo, a procura aumentou significativamente. Isso valorizou o produto e incentivou novos investimentos. Na agricultura, temos assistido a melhorias importantes, nomeadamente através da introdução de sistemas de rega gota-a-gota e de técnicas de irrigação mais eficientes. Também na pesca se nota uma evolução. Cada vez mais pescadores investem em novas embarcações. A Câmara Municipal inaugurou recentemente um posto de abastecimento de combustível destinado exclusivamente aos pescadores e concluiu a primeira fase do complexo de pesca da Ponta do Sol, junto ao cais. Nesse espaço, os profissionais têm acesso a gelo a preços acessíveis, produzido com recurso à energia fotovoltaica. Além disso, temos apostado na motorização das embarcações através de linhas de financiamento em que 50% do investimento é concedido a fundo perdido e os restantes 50% através de microcrédito. Existe um período de carência de seis meses, sem encargos, antes do início da amortização. Estamos igualmente a incentivar a substituição gradual das embarcações mais pequenas por outras de maior dimensão, permitindo aumentar os rendimentos dos pescadores e melhorar o abastecimento da indústria conserveira de São Vicente. Apesar destes progressos, Santo Antão continua a perder população. Como inverter essa tendência e criar oportunidades para os mais jovens? A palavra-chave é conectividade. O aeroporto não é uma obra de luxo; é uma necessidade estratégica. Hoje, o turista que sai de Paris, Frankfurt, Lisboa ou Bruxelas quer chegar ao destino da forma mais rápida e cómoda possível. Nem todos estão disponíveis para efectuar uma travessia marítima. Há muitos visitantes que passam férias no Sal ou na Boa Vista e que gostariam de conhecer Santo Antão, mas não conseguem fazê-lo de forma simples devido à ausência de uma ligação aérea. O aeroporto permitiria ligar Santo Antão aos principais mercados emissores de turistas e reforçar a ligação às ilhas do Sal e da Boa Vista, que concentram mais de 80% das entradas turísticas em Cabo Verde. Acreditar que Santo Antão pode desenvolver-se apenas com as ligações marítimas é um erro. Basta olhar para o exemplo das Canárias, onde todas as ilhas possuem aeroporto e algumas têm mais do que um. Além disso, durante os meses de Novembro, Dezembro, Janeiro e Fevereiro, quando coincide a época alta do turismo com períodos de mar mais agitado, muitos visitantes sentem dificuldades na travessia marítima. O que defendemos é simples: quem quiser fazer a viagem de barco deve continuar a poder fazê-lo. Mas quem preferir chegar directamente à ilha também deve ter essa possibilidade.
En el Radar Empresarial de hoy destaca una de las compañías más mencionadas por nuestros oyentes, habitual en el Consultorio: Palo Alto Networks. En los últimos años se ha consolidado como un actor clave en el ámbito de la inteligencia artificial. En 2023, sus acciones subieron con fuerza un 113%. Aunque en los dos años siguientes el crecimiento se frenó, este ejercicio acumula cerca de un 40%. Hoy vuelve a ser noticia tras presentar los resultados del tercer trimestre fiscal de 2026, unas cifras que no convencen del todo al mercado. En el after hours sus acciones caen más de un 3%. Inicialmente llegaron a subir hasta un 12%, impulsadas por expectativas de mejora. Sus ingresos alcanzan los 3.000 millones de dólares y el beneficio por acción se sitúa en 85 centavos, por encima del consenso de analistas. Además, la compañía eleva su previsión de ingresos para el resto del ejercicio. La inteligencia artificial ha llegado para quedarse, una realidad ya incuestionable. Aunque ofrece múltiples beneficios, también ha abierto la puerta a nuevas formas de delito. Aprovechando vulnerabilidades y filtraciones de datos, los ciberdelincuentes emplean estas herramientas para chantajear a empresas y directivos. El ransomware, un tipo de malware que secuestra dispositivos o cifra archivos, provocó que en 2025 las compañías pagaran unos 800 millones de dólares en rescates. Esta cifra es inferior a la de 2024, ya que las empresas están mejor preparadas y más concienciadas. Además el sector del software enfrenta el llamado SaaSpocalipsis, crisis del modelo SaaS impulsada por la inteligencia artificial. La automatización abarata servicios y cuestiona su valor para muchos clientes. Anthropic se ha convertido en una amenaza relevante con “Claude for Legal”, que automatiza tareas jurídicas en firmas como Thomson Reuters o Harvey. Recientemente lanzó “Mythos”, herramienta señalada por instituciones como Comisión Europea, BCE y Fed por su capacidad detectar vulnerabilidades. En este contexto empresas Palo Alto ganan relevancia.
Para ajudar na fluidez do trânsito no trecho ao Norte de Linhares, a Ecovias Capixaba, concessionária que administra a BR 101 no Espírito Santo, vai implementar 41 quilômetros de terceiras faixas em pontos críticos. Inicialmente a entrega dessas terceiras faixas como áreas de ultrapasagem estava prevista para o período entre o sétimo e o nono ano de concessão, a contar a partir de agosto de 2025. A Eco iniciará, contudo, no segundo semestre deste ano, a implantação de 21,6 quilômetros de terceiras faixas na BR 101, no trecho Norte da rodovia, entre os quilômetros 50,3 e 134,1, abrangendo os municípios de Conceição da Barra, São Mateus, Jaguaré, Linhares e Sooretama.
Durante el Jurásico superior, hace unos 150 millones de años, el pequeño dinosaurio Compsognathus habitaba las islas tropicales del mar de Tetis, en lo que hoy es Europa. Descubierto en las calizas de Solnhofen, fue uno de los primeros dinosaurios conocidos a partir de esqueletos casi completos. Inicialmente confundido con un lagarto, más tarde se reconoció como un dinosaurio carnívoro muy próximo a las aves primitivas, gracias a los estudios de Thomas Henry Huxley. Aunque durante años se creyó el dinosaurio más pequeño, posteriores hallazgos revelaron que alcanzaba hasta 1,5 metros de longitud. Poseía patas largas, huesos ligeros y una cola muy extensa que le daban gran velocidad para cazar pequeños vertebrados y lagartos. Aunque no se han hallado plumas en sus fósiles, probablemente las tenía..
El juez Calama ha aceptado la propuesta del expresidente para atrasar su declaración. Inicialmente prevista para el dos de junio, Zapatero declarará finalmente entre los días 17 y 18 del mismo mes ante la Audiencia Nacional. Son 15 días más los que dispondrá el expresidente para revisar las miles de páginas de sumario a las que no ha tenido acceso hasta el pasado lunes. El sumario del caso Plus Ultra revela un informe de la Agencia Tributaria que revela que muchos clientes del amigo de Zapatero, Julio Martínez, aparecen en la Comunidad de Madrid y en la Junta de Andalucía. Ambos gobiernos, liderados por Ayuso y Moreno Bonilla, abonaron a las sociedades de Julio Martínez un total de 192.000 euros. El Congreso ha suspendido durante tres meses más la acreditación al agitador ultra, Vito Quiles. Esta vez, la razón ha sido haber grabado sin permiso al expresidente Zapatero en diciembre en una zona no autorizada del Congreso para después distribuir las imágenes. La mesa también ha acordado la suspensión de Bertrand Ndongo por intentar boicotear una rueda de prensa de Sumar.
Inicialmente, la zona recibirá a 100 integrantes de la organización, aunque los informes de inteligencia estiman que el grupo cuenta con aproximadamente 1.800 hombres en armas entre Nariño y Putumayo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Confira no Morning Show desta quinta-feira (12): O repórter Igor Damasceno informou que a CPI do INSS está reunida para discutir a quebra de sigilos e a possível convocação de pessoas ligadas ao executivo, incluindo sua ex-namorada, Marta Graeff. Além disso, a Câmara dos Deputados também está se movimentando para instalar uma nova Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com o objetivo de apurar exclusivamente o caso do grupo financeiro. Inicialmente, o pedido no STF havia sido sorteado para o ministro Dias Toffoli, mas ele se declarou suspeito e abriu mão da relatoria. Com o novo sorteio, a decisão final ficará a cargo do ministro Cristiano Zanin, que avaliará se a Câmara será forçada a abrir a investigação oficial. O governo de Donald Trump, líder dos Estados Unidos, e a gestão brasileira, liderada pelo presidente Lula (PT) debatem sobre a possibilidade dos EUA classificarem facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. O assunto repercutiu entre autoridades e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) fez uma declaração apoiando que o Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores facções criminosas do Brasil, seja considerada como um grupo terrorista. Dessa forma o governador pretende abrir caminhos para que o governo norte-americano auxilie no combate ao crime. Durante uma declaração para a imprensa,o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), criticou a gestão econômica do governo federal, afirmando que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT) aumenta impostos a cada trinta dias. Em resposta, o petista rebateu a acusação, dizendo que o governador não sabe a diferença entre aumento de impostos e corte de privilégios. A Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou um projeto de lei que autoriza a internação involuntária de dependentes químicos. A medida estabelece novas diretrizes para que o poder público municipal possa atuar em casos de extrema vulnerabilidade nas ruas da capital mineira. Para detalhar a iniciativa, o Morning Show recebe o autor do texto, o vereador Bráulio Lara. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, decidiu negar o pedido que tentava obrigar a Câmara dos Deputados a iniciar a comissão, devolvendo a decisão para os parlamentares. A comentarista Priscila Silveira avaliou a medida como surpreendente, uma vez que as CPIs possuem poderes investigatórios próprios e deveriam ser independentes. Thiago Abreu, conhecido como Belinho, pai da cantora Melody, relatou nas redes sociais ter sido vítima de agressões físicas por parte de sua ex-companheira, que também destruiu a lataria do seu carro de luxo, um Porsche, gerando um prejuízo estimado em R$300 mil. Imagens de câmeras de segurança mostram a mulher riscando o veículo na rua e, em outro momento, invadindo uma academia para agredir Belinho e a sua atual namorada. A Theoric surge no mercado com a proposta de transformar os cuidados com a pele e o cabelo em uma experiência única. A marca une beleza, ciência e tecnologia para revelar o melhor da sua pele, oferecendo produtos que simplificam a rotina diária de cuidados. Com foco em inovação e eficiência, a Theoric pretende conquistar espaço no setor de cosméticos e cuidados pessoais, proporcionando resultados visíveis e práticos aos consumidores. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (10): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que seu país bombardeará o Irã com intensidade “vinte vezes mais forte” caso Teerã tente bloquear o transporte de petróleo pelo estratégico Estreito de Ormuz. A ameaça foi publicada na rede social Truth Social e ocorre em meio à escalada da guerra no Oriente Médio. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a crise envolvendo o Banco Master deve entrar no debate das próximas eleições, embora não seja o único tema da disputa política. Na semana passada, dados obtidos pela Polícia Federal do Brasil em um celular do banqueiro Daniel Vorcaro indicaram possíveis relações com autoridades do meio político e do Judiciário. O senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, confirmou que terá uma audiência com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça na próxima quarta-feira (11). O objetivo é recorrer de decisões recentes do STF que desobrigaram investigados a comparecer à comissão, incluindo o banqueiro Daniel Vorcaro. Israel confirmou a morte de Abu Hussein Ragheb, chefe da Unidade Nasr do Hezbollah, durante um ataque noturno no sul do Líbano. A informação foi divulgada pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, que afirmou ter recebido a confirmação da operação. Segundo autoridades israelenses, Ragheb comandava a unidade responsável por operações na região ao sul do rio Litani e teria participado da coordenação de ataques transfronteiriços contra Israel após a ofensiva do Hamas em outubro de 2023. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, propôs uma possível solução diplomática para o conflito envolvendo o Irã durante uma ligação telefônica com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A conversa entre os dois líderes, que durou cerca de uma hora nesta segunda-feira (09), teve como foco a escalada das tensões no Oriente Médio e os desdobramentos do confronto na região. O ministro do STF, André Mendonça, autorizou que o banqueiro Daniel Vorcaro se reúna com seus advogados sem registro audiovisual das conversas na Penitenciária Federal de Brasília. A decisão atende a um pedido da defesa, que argumentou que a gravação dos encontros poderia comprometer a confidencialidade da comunicação entre cliente e advogados. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), marcou para esta terça-feira (10) uma reunião com ministros do governo Lula e parlamentares para tentar avançar em um acordo sobre a proposta de regulamentação do trabalho por aplicativos. O projeto busca estabelecer regras para a atuação de motoristas e entregadores que trabalham em plataformas digitais. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, anunciou nesta segunda-feira (09) a antecipação do prazo para a escolha do candidato do partido à Presidência da República. Inicialmente prevista para abril, a definição agora deve ocorrer até o dia 31 de março. A decisão ocorre em meio à divulgação de novas pesquisas de intenção de voto (Datafolha e Quaest) que mostram os nomes da legenda ainda distantes dos líderes Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Kassab ressaltou que a legenda está “madura” e que o lançamento de um nome próprio é vital para consolidar o PSD como a principal força de centro do país. A Polícia Federal deflagrou a Operação Costeau na manhã desta terça-feira (10), com ações no Porto de Santos, em São Paulo, para desarticular uma organização criminosa envolvida com tráfico transnacional de drogas e lavagem de dinheiro. A investigação começou em 2022, após a polícia francesa apreender 124 quilos de cocaína dentro de um navio que havia passado pelo porto santista. Na ocasião, as autoridades identificaram o envolvimento de brasileiros no esquema. Desde 2025, a PF conduz um inquérito para apurar a atuação da rede criminosa e identificar os responsáveis pelo envio da droga para o exterior. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2026“SUBLIME BELLEZA”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================28 DE ENEROEL NACIMIENTO DE UNA MISIONERAPero el que beba del agua que yo le daré no volverá a tener sed jamás (Juan 4:14).Vamos a llamarla Isabel. Ella era triste y llenaba su vacío entregándose a los hombres. Ya había tenido cinco maridos y últimamente estaba teniendo una aventura amorosa.Como Isabel, hay mujeres inteligentes, excelentes profesionales, bien vestidas, con el cabello impecable, que por detrás del maquillaje esconden el dolor y la amargura. Viven relaciones frustrantes, porque sus pesadas cargas o ahuyentan a sus compañeros o las hacen elegir mal. Cristo tiene algo especial para ellas.Jesús venía de Judea, donde había sido rechazado por los sacerdotes y rabinos, y pasó por Samaria. Al mediodía llegó al valle de Siquem. En la entrada estaba el pozo de Jacob. Mientras los discípulos iban a comprar alimento, se sentó junto al pozo, cansado y sediento. Ella llegó absorta en sus dolores, sin notar a Jesús. Llenó el cántaro y ya se estaba yendo cuando Jesús le pidió agua. En Oriente, es una cuestión de deshonra negar ese tipo de favor. Otro factor importante es que ella era samaritana, por lo tanto, era odiada por los judíos.Sorprendida, ironizó la valentía de Jesús en pedirle agua. Con palabras bondadosas, él le mostró que, incluso siendo judío, tenía algo grandioso para ofrecerle.Isabel percibió algo solemne en aquel sediento viajero. Cuando le dijo que solo él tenía el agua que podía llenarla, le pidió de esa agua. Pero, antes de recibirla, debía reconocer su pecado y a su Salvador. "Llama a tu marido y ven", le dijo Jesús.Jesús la abordó de manera progresiva: no tocó directamente en sus heridas. Primero se acercó, conquistó su confianza y, en el momento oportuno, le señaló el remedio, antes de señalarle su pecado. Inicialmente, Isabel evitó hablar de sí misma; pero, con la conciencia despertada hacia aquel que leía sus secretos, alivió la sed del alma: nació de nuevo, renovó su mente y purificó su corazón. ¡Una misionera acababa de nacer!Dejando el cántaro, corrió a la ciudad, para comunicar a otros la luz recibida. Estos corrieron para escuchar a Jesús, creyeron en él y lo invitaron a ir a su ciudad. Entonces muchos más creyeron en él.Isabel "demostró ser una misionera más eficaz que los propios discípulos, [...] Pero por medio de la mujer a quien ellos despreciaron, toda una ciudad llegó a oír del Salvador. Ella llevó enseguida la luz a sus compatriotas" (Elena de White, El Deseado de todas las gentes, pág. 166).¿Ya bebiste de esa agua? ¡Ofrécela a los demás!
O presidente dos EUA quer criar a sua própria ONU para supostamente negociar a paz em conflitos mundiais. Trump anunciou no sábado a intenção de fundar o Conselho da Paz para, inicialmente, gerir a crise em Gaza. Só que ele seria o líder e teria poder de decisão final sobre os países membros. Além disso, está vendendo cargos vitalícios no órgão por US$ 1 bilhão.O Brasil iniciou no final de semana a vacinação contra a dengue com um imunizante 100% nacional. Inicialmente, a vacina será aplicada na população de três cidades para depois ser ampliada para todo o país.Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
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Pero, como te he dicho en otras ocasiones, no podemos quejarnos, porque hay personas que sí lo pasan realmente mal, sobre todo ahora. Me refiero a la gente que no tiene un hogar en el que refugiarse. Y aunque puedas pensar lo contrario, aquí en Luxemburgo también hay personas que duermen en la calle todos los días. No son muchas, pero sí las hay. De hecho, cerca del gimnasio al que vamos, siempre hay un hombre mayor en una esquina, tapado con mantas y cartones para refugiarse del frío. Te cuento esto porque hoy he seleccionado una noticia relacionada con las personas sin techo. Pero antes de escucharla, quiero contarte cómo está la situación de las personas sin hogar en España, porque es un tema muy importante y muchas veces no conocemos los datos reales. ¿Sabías que cada vez hay más personas viviendo en la calle o en condiciones muy difíciles? De hecho, según los últimos estudios, más de 34.000 personas son atendidas cada día en centros sociales. Esto significa un aumento de más del 50 % en los últimos años. Es un problema que no deja de crecer. ¿Quiénes son estas personas? Pues la mayoría son hombres, pero también hay mujeres y jóvenes. De hecho, más de la mitad tienen menos de 45 años. ¿Y por qué pierden su casa? Las causas son varias: desahucios, cuando alguien no puede pagar el alquiler o la hipoteca; falta de trabajo, porque sin ingresos es imposible mantener una vivienda; y también problemas personales como enfermedades mentales o adicciones. Además, muchas personas migrantes llegan sin recursos y terminan en esta situación. Pero no hablamos solo de quienes duermen en la calle. Hay millones de personas que viven en casas muy malas o que tienen miedo de perder su vivienda. En total, casi 8 millones de personas en España sufren algún tipo de problema para tener una casa segura. Esto se llama exclusión residencial. ¿Por qué ocurre esto? Una de las razones es que en España hay muy pocas viviendas sociales, muchas menos que en otros países europeos. También los alquileres son cada vez más caros y los trabajos son más precarios, o sea, el salario que se recibe es muy pequeño. Todo esto hace que muchas personas queden fuera del sistema y necesiten ayuda. Es una situación complicada y triste. Y, como te decía, hoy vamos a escuchar una noticia relacionada con este tema, que nos hará reflexionar sobre cómo tratamos a las personas más vulnerables. Una vez más, la información pertenece a un programa de Radio Nacional de España, que es la emisora que escucho nada más levantarme, cuando me preparo para ir al trabajo cada día. Normalmente, después de la ducha, mientras me visto y desayuno, suelo escuchar el primer informativo del día para tener una idea de lo que está sucediendo en mi país. Pero venga, vamos ya con lo importante, que es la noticia. Apenas dura un minuto, por eso te pido que prestes mucha atención, porque hay palabras y expresiones complicadas. Aquí la tienes. “Empezamos con una noticia que acabamos de conocer hace tan solo unos minutos. La Guardia Civil ha abierto diligencias al salir a la luz un vídeo en el que al menos dos menores de edad se mofan de una persona sin hogar hasta tal punto que llegan a quemarle el pelo. Los hechos ocurrieron en un parque de Benacazón en Sevilla. Ahora las autoridades intentan identificar a los presuntos agresores y también a la víctima que quiere denunciar, Rocío Muñoz. Los hechos se han conocido a través de un vídeo difundido en redes sociales, donde se observa cómo los menores queman el pelo de la víctima tras haberse burlado previamente del peinado que llevaba. A lo largo de la grabación, los jóvenes se hacen pasar por agentes que están cumpliendo órdenes y se refieren a la agresión como si fuera una prueba de fuego o un reto que deben superar por órdenes de la central. Inicialmente la investigación la desarrollan agentes del puesto de Sanlúcar la Mayor, pero el caso podría ser transferido a otra especialidad, ya que puede ser tramitado como delito de odio con el agravante de agresión física. Las autoridades trabajan ahora por identificar a los participantes y cuándo y dónde fue grabado el vídeo.” Por desgracia, no es la primera vez que ocurre esto en España, e imagino que en tu país también habrá sucedido algo similar. Y es que, las personas que viven en la calle son muy vulnerables, y cualquiera pueda aprovecharse de esa situación para hacerles daño. Bien, vamos con las palabras y expresiones que pueden resultar algo más complicadas. Abrir diligencias: Iniciar una investigación oficial por parte de la policía o la justicia. Ejemplos: -La policía ha abierto diligencias por el robo en el banco. -El juez abrió diligencias para investigar el accidente. Salir a la luz: Hacerse público algo que estaba oculto. Ejemplos: -Salió a la luz un vídeo del concierto que nadie había visto. -La verdad salió a la luz después de muchos años. Mofarse de alguien: Burlarse de alguien de manera cruel o con desprecio. Burlarse es reírse de alguien de forma ofensiva. Ejemplos: -Se mofaron de su forma de hablar en clase. -No es correcto mofarse de las personas por su aspecto. Quemar: Destruir algo con fuego. Ejemplos: -Quemaron papeles viejos en la chimenea. -El sol quema la piel si no usas protección. -Difundir un vídeo: Compartir un vídeo para que muchas personas lo vean. Ejemplos: -Difundieron el vídeo en redes sociales. -El vídeo se difundió rápidamente por WhatsApp. Peinado: Forma en que se arregla el cabello. Ejemplos: -Me gusta tu peinado, es muy moderno. -El peinado de la actriz fue tendencia en la gala. Hacerse pasar por alguien: Fingir ser otra persona. Ejemplos: -Se hizo pasar por policía para entrar en el edificio. -En la película, el actor se hace pasar por millonario. Prueba de fuego: Situación difícil que demuestra la capacidad de alguien. Ejemplos: -El examen final será una prueba de fuego para los estudiantes. -Su primer concierto fue una prueba de fuego para la banda. Transferir: Pasar algo de un lugar o persona a otra. Ejemplos: -Voy a transferir dinero a tu cuenta. -El caso se transfirió a otra unidad policial. Tramitar: Gestionar un proceso oficial o administrativo. Ejemplos: -Necesito tramitar mi pasaporte. -Están tramitando la denuncia en la comisaría. Delito de odio: Crimen motivado por discriminación hacia una persona o grupo. Ejemplos: -Los insultos racistas son un delito de odio. -La agresión se investiga como posible delito de odio. Bueno, después de estas explicaciones deberías entender la noticia mucho mejor. Vamos a comprobar si es así. Aquí la tienes de nuevo. “Empezamos con una noticia que acabamos de conocer hace tan solo unos minutos. La Guardia Civil ha abierto diligencias al salir a la luz un vídeo en el que al menos dos menores de edad se mofan de una persona sin hogar hasta tal punto que llegan a quemarle el pelo. Los hechos ocurrieron en un parque de Benacazón en Sevilla. Ahora las autoridades intentan identificar a los presuntos agresores y también a la víctima que quiere denunciar, Rocío Muñoz. Los hechos se han conocido a través de un vídeo difundido en redes sociales, donde se observa cómo los menores queman el pelo de la víctima tras haberse burlado previamente del peinado que llevaba. A lo largo de la grabación, los jóvenes se hacen pasar por agentes que están cumpliendo órdenes y se refieren a la agresión como si fuera una prueba de fuego o un reto que deben superar por órdenes de la central. Inicialmente la investigación la desarrollan agentes del puesto de Sanlúcar la Mayor, pero el caso podría ser transferido a otra especialidad, ya que puede ser tramitado como delito de odio con el agravante de agresión física. Las autoridades trabajan ahora por identificar a los participantes y cuándo y dónde fue grabado el vídeo.” Ahora mejor, ¿verdad? Pues venga, te cuento la noticia con otras palabras. Comienza con una información que acaban de conocer hace solo unos instantes. La Guardia Civil ha iniciado una investigación tras hacerse público un vídeo en el que, al menos, dos adolescentes se burlan de una persona sin techo hasta el punto de prenderle fuego en el cabello. Los hechos ocurrieron en un parque del municipio de Benacazón, en Sevilla. Ahora las autoridades intentan localizar a los presuntos responsables y también a la víctima, que quiere presentar una denuncia. El suceso se ha dado a conocer gracias a un vídeo compartido en redes sociales, donde se observa cómo los menores prenden fuego al pelo de la víctima después de reírse del modo de la condición en la que llevaba sus cabellos. Durante la grabación, los jóvenes fingen ser agentes que cumplen órdenes y describen la agresión como si fuera una prueba difícil o un desafío que deben superar por instrucciones de la central. En un primer momento, la investigación la llevan agentes del puesto de Sanlúcar la Mayor, pero el caso podría pasar a otra unidad especializada, ya que podría tratarse como un delito de odio y, además, con el uso de violencia física. Las autoridades trabajan ahora para identificar a los implicados y determinar cuándo y dónde se grabó el vídeo. Perfecto, pues escuchamos la noticia por última vez y te doy más datos interesantes. “Empezamos con una noticia que acabamos de conocer hace tan solo unos minutos. La Guardia Civil ha abierto diligencias al salir a la luz un vídeo en el que al menos dos menores de edad se mofan de una persona sin hogar hasta tal punto que llegan a quemarle el pelo. Los hechos ocurrieron en un parque de Benacazón en Sevilla. Ahora las autoridades intentan identificar a los presuntos agresores y también a la víctima que quiere denunciar, Rocío Muñoz. Los hechos se han conocido a través de un vídeo difundido en redes sociales, donde se observa cómo los menores queman el pelo de la víctima tras haberse burlado previamente del peinado que llevaba. A lo largo de la grabación, los jóvenes se hacen pasar por agentes que están cumpliendo órdenes y se refieren a la agresión como si fuera una prueba de fuego o un reto que deben superar por órdenes de la central. Inicialmente la investigación la desarrollan agentes del puesto de Sanlúcar la Mayor, pero el caso podría ser transferido a otra especialidad, ya que puede ser tramitado como delito de odio con el agravante de agresión física. Las autoridades trabajan ahora por identificar a los participantes y cuándo y dónde fue grabado el vídeo.” Para terminar el episodio, quiero contarte tres historias reales que muestran que cualquiera puede quedarse sin hogar. La primera es la historia de Inma y Jaume, y sucedió en Barcelona. Inma tenía solo 15 años cuando se fue a la calle con sus padres por problemas familiares y adicciones. Hoy, gracias a la ayuda de una Fundación, ambos tienen una vida diferente y ayudan a otras personas. La segunda historia es de José Ramón, que vivió unos meses en su coche tras una crisis personal y problemas con el alcohol. Contactó con Cruz Roja porque tenía hambre y pudo quedarse en una pensión mientras se recuperaba. También está el caso de Elianis, una joven colombiana que llegó a España para estudiar, pero perdió su beca y terminó en la calle. Cruz Roja la ayudó a regularizar su situación. Y la tercera historia es la de Marina, en Madrid. Marina tenía estudios universitarios y una vida estable en Venezuela, pero tras una crisis personal perdió su empleo y fue desalojada. Vivió meses en la calle, con frío y miedo. Gracias a otra Fundación, hoy está reconstruyendo su vida. Como te decía, son historias reales y nos recuerdan que nadie está libre de pasar por una situación así. Las causas son muchas: problemas familiares, pérdida de trabajo, migración, salud mental… Pero también nos muestran que la recuperación es posible con apoyo y solidaridad. Me quedo con este último mensaje. Y ahora vamos a repasar las palabras y expresiones que hemos visto hoy: Abrir diligencias: Iniciar una investigación oficial por parte de la policía o la justicia. Salir a la luz: Hacerse público algo que estaba oculto. Mofarse de alguien: Burlarse de alguien de manera cruel o con desprecio. Burlarse es reírse de alguien de forma ofensiva. Quemar: Destruir algo con fuego. Difundir un vídeo: Compartir un vídeo para que muchas personas lo vean. Peinado: Forma en que se arregla el cabello. Hacerse pasar por alguien: Fingir ser otra persona. Prueba de fuego: Situación difícil que demuestra la capacidad de alguien. Transferir: Pasar algo de un lugar o persona a otra. Tramitar: Gestionar un proceso oficial o administrativo. Delito de odio: Crimen motivado por discriminación hacia una persona o grupo. Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214
No primeiro episódio do ano, Aurélio Pena, Marcos Ferreira e Rogério Bordini retomam os eventos do 8 de janeiro de 2023 para pensar como a destruição de obras de arte reflete a forma de pensar que motivaram as ações golpistas nesse dia. E depois, como o restauro dessas obras pode ajudar a elaborar a reconstrução da democracia no país? No episódio, você escuta pesquisadores que explicam os impactos dos atos golpistas e também como foi o processo de restauro das obras danificadas. _________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO “Série – Reparos de um Ataque – 8 de Janeiro” – Ep.1 Restauros de um golpe Golpistas: Quebra tudo. Vamos entrar e tomar o que é nosso. Chega de palhaçada. Marcos: Quebradeira, gritaria e confusão. Ouvindo essa baderna, pode-se imaginar que estamos falando de um cenário de guerra. Mas esse foi o som ouvido durante os ataques antidemocráticos do 8 de janeiro de 2023 em Brasília. Golpistas: Entremos no Palácio dos Três Poderes. Telejornalista: Milhares de pessoas invadiram a sede dos três poderes em 8 de janeiro de 2023. Elas não aceitavam a derrota de Jair Bolsonaro e pediam um golpe de Estado. Golpistas: Intervenção federal. Intervenção federal. Telejornalista: De lá pra cá, investigações da Polícia Federal descobriram que a tentativa de golpe começou meses antes. Políticos e militares alinhados a Bolsonaro se reuniram e elaboraram planos para permanecer no poder. Para eles, era importante que os manifestantes se mantivessem exaltados. Aurélio: Durante o atentado, os golpistas danificaram diversas obras de arte do Acervo Nacional, sendo elas de valor inestimável para a cultura, memória e história do nosso país. Quadros como o Mulatas à Mesa, do pintor Emiliano di Cavalcanti, o retrato de Duque de Caxias, do artista Oswaldo Teixeira e o Relógio de Baltasar Martinot são apenas alguns dos itens danificados e destruídos. Marcos: Os escombros de toda essa devastação não foram simplesmente abandonados. Hoje, tais obras estão restauradas, quase como se nada tivesse acontecido naquele dia fatídico. E é isso que a gente vai contar pra você nesta série, com dois episódios. No episódio de hoje, vamos rememorar como foi o dia da invasão à Brasília. Vamos também conhecer um pouco sobre as etapas do processo de restauro das obras que pertencem ao nosso Acervo Nacional, que você já consegue visitar novamente. E no próximo episódio, vamos explorar mais detalhes dos desafios técnicos e científicos em se estudar e restaurar as obras raras no Brasil, de forma mais aprofundada. Aurélio: Eu sou Aurélio Pena. Marcos: E eu sou o Marcos Ferreira. Aurélio: Nosso editor é Rogério Bordini. E este é o podcast Oxigênio. Vinheta: Você está ouvindo Oxigênio. Aurélio: Para entender a importância desse restauro, primeiro a gente precisa saber um pouquinho sobre o que foi o 8 de janeiro. Marcos: A mudança do ano de 2022 para 2023 foi o período de troca entre governos presidenciais no Brasil. Em 2022, o atual presidente Lula foi eleito com 50,9% dos votos contra 49,1% para o agora ex-presidente Bolsonaro, durante o segundo turno das eleições. Essa disputa acirradíssima representa uma enorme divisão política no Brasil, como nunca tivemos antes na nossa história. Aurélio: O cenário era de tensão. Durante anos, Bolsonaro vinha questionando a legitimidade das eleições e dando declarações favoráveis a um golpe de Estado, caso não vencesse as eleições. Bolsonaro: Nós sabemos que se a gente reagir depois das eleições vai ter um caos no Brasil, vai virar uma grande guerrilha, uma fogueira. Nós não podemos, pessoal, deixar chegar as eleições, acontecer o que tá pintado, tá pintado. Eu parei de falar em votos, em eleições há umas três semanas… Cês tão vendo agora que acho que chegaram à conclusão, a gente vai ter que fazer alguma coisa antes. Aurélio: Dessa forma, quando o ex-presidente foi derrotado nas urnas, ele já havia plantado as sementes de uma revolta antidemocrática que explodiu nos ataques do 8 de janeiro de 2023. Marcos: Vale ressaltar que as inúmeras alegações de fraude eleitoral feitas por Bolsonaro nunca foram confirmadas. Pelo contrário, segundo um relatório encomendado pelo TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, que contou com uma análise de nove organizações internacionais independentes, o sistema eleitoral brasileiro é, abre aspas, ”seguro, confiável, transparente, eficaz, e as urnas eletrônicas são uma fortaleza da democracia”, fecha aspas. E ainda mais, o próprio ex-presidente nunca forneceu evidências que suportassem essas alegações. Aurélio: Em 8 de janeiro de 2023, uma semana após a posse de Lula, alguns grupos alinhados ao bolsonarismo, insatisfeitos com o resultado da eleição e, claro, influenciados por discursos de contestação ao processo eleitoral, organizaram as manifestações que culminaram na invasão de prédios dos três poderes da república na cidade de Brasília. Trajados de verde e amarelo, os golpistas invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto, que é a sede do Executivo, e o Supremo Tribunal Federal, que a gente conhece como STF. Esses edifícios são símbolos da democracia brasileira e abrigam as principais instituições políticas do nosso país. Marcos: Durante os ataques, os golpistas destruíram janelas, móveis, obras de arte históricas, documentos e equipamentos. Além disso, realizaram pichações, roubaram objetos e tentaram impor sua insatisfação por meio de atos de vandalismo e intimidação. Hoje sabemos que uma parcela das Forças Armadas foi conivente com os atos antidemocráticos e, por conta disso, a devastação causada pelos bolsonaristas foi imensa, principalmente ao acervo histórico e cultural nacional. Aurélio: No próprio dia desses ataques, centenas de manifestantes foram detidos e investigações subsequentes foram e vêm sendo conduzidas para identificar os organizadores e os financiadores dessas ações. Marcos: Em março de 2025, Bolsonaro se tornou réu em ação penal sobre a acusação dos crimes: Organização criminosa armada; Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; Golpe de Estad; Dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União; Deterioração de patrimônio tombado. E em novembro de 2025, o ex-presidente foi condenado pelo ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, a 27 anos e 3 meses de cumprimento de pena em regime fechado, tornando Bolsonaro inelegível até 2060. Pelo menos essas são as últimas informações até a gravação deste episódio. Aurélio: Para ter uma maior noção do significado político dos atos do 8 de janeiro, conversamos com o Leirner, professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos. Ele fez uma análise desse crescente cenário antidemocrático desde o ano de 2013 até hoje. Marcos: Professor Piero, como a nossa democracia chegou ao ponto de termos vivenciado esses atos golpistas no 8 de janeiro de 2023? Piero: Esse é um ponto que eu acho que talvez divirja um pouco de algumas leituras, porque eu acho que o fenômeno Bolsonaro é secundário em relação ao fenômeno do desajuste institucional que a gente começou a viver no pós-2013. Após junho de 2013, houve uma espécie de janela de oportunidade, uma condição para que certos atores institucionais promovessem uma desorganização desses parâmetros que a gente está entendendo como parâmetros da democracia. Basicamente, esses atores são muitos e estão ramificados pela sociedade como um todo, mas me interessa, sobretudo, quem foram os atores estatais que produziram esse desarranjo, lembrando que eles são atores que têm muito poder. Basicamente, eu acho que esses atores estatais vieram de dois campos, o judiciário de um lado e os militares de outro. Ambos contribuíram de maneira absolutamente problemática para esse desarranjo institucional. Marcos: As investigações relacionadas à invasão de Brasília, realizadas pelo STF, responsabilizaram cerca de 900 pessoas por participação nos ataques. Os crimes realizados pelos golpistas estão nas categorias de: Associação criminosa; Abolição à violência do Estado Democrático de Direito; e danos ao patrimônio público. Aurélio: Além de Bolsonaro, outros dois grandes envolvidos na trama golpista chegaram a ser presos. O Tenente-Coronel Mauro Cid, em março de 2024, por coordenar financiadores privados dos ataques e manifestações golpistas. E o General Walter Braga Neto, preso em dezembro de 2024, por dar suporte estratégico aos golpistas, fornecendo estrutura para que eles não fossem interceptados. Piero: Eu não quero tirar, evidentemente, o caráter golpista do que aconteceu no dia 8 de janeiro de 23, mas eu queria chamar a atenção para um aspecto que eu só vi considerado nas reflexões de um livro chamado “Oito de Janeiro, A Rebelião dos Manés”. Eu acho que eles trabalham um lado, que é um lado que é bastante interessante, do ponto de vista de quem está pensando a questão simbólica do que foi a conquista do Palácio. E do fato desse grupo ter sequestrado todo o potencial antissistêmico e iconoclasta, que é, vamos dizer assim, tradicionalmente, um potencial atribuído àquilo que a gente pode entender como, vamos dizer assim, a potência virtual da massa revolucionária da esquerda. Há muito tempo a gente vê essa ideia da direita sequestrando, primeiro, a ideia de linguagem antissistêmica. Aurélio: Conforme nos conta Piero, a destruição do acervo nacional possui também um aspecto simbólico de destruição da democracia e da cultura por uma massa que se imagina antissistema. Marcos: Meses após a triste destruição do acervo nacional em Brasília, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, junto com instituições parceiras, iniciou o projeto de recuperação das obras danificadas. Aurélio: A equipe do projeto contou com diversos restauradores profissionais, da Universidade Federal de Pelotas, a UFPel, que hoje é uma das instituições com grande tradição em formar restauradores no nosso país. O projeto durou cerca de 10 meses, sendo que todos os restauros foram entregues em janeiro de 2025. Marcos: E para entender como é realizado esse processo de resgatar um patrimônio vandalizado, a gente conversou com uma especialista que coordenou esse enorme desafio. Andréa: Bem, eu sou a professora Andréa Lacerda Bachettini, sou professora do departamento de museologia, conservação e restauro do Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Pelotas, na qual também sou vice-diretora do Instituto do ICH. E atualmente eu coordeno esse projeto que se chama LACORP, Laboratório Aberto de Conservação e Restauração de Pintura, que coordenou então as restaurações das obras vandalizadas no 8 de janeiro do Palácio do Planalto, em Brasília. Contando um pouquinho a história desse projeto, ele começa justamente lá no 8 de janeiro de 23, quando aconteceu o ataque às instituições em Brasília. O nosso grupo de professores ficou muito estarrecido com tudo que a gente estava acompanhando nas mídias e nas redes sociais e pela televisão ao vivo, a destruição das praças e das instituições dos três poderes. Marcos: E Andréa, como que foi o início desse processo e o seu primeiro contato com as obras danificadas? Andréa: Inicialmente a gente recebeu um dossiê de 20 obras danificadas no 8 de janeiro, muito minucioso, com detalhamento enorme do estado de degradação que elas se encontravam. E aí foi nessa oportunidade que a gente viu as obras pessoalmente. Eu fico emocionada e arrepiada até hoje quando eu lembro da gente ver, por exemplo, a obra do Flautista do Bruno Jorge, que é uma obra em metal, ela é um bronze, e ela tem uns 2,8 metros de altura, e ela tem uma barra de ferro maciça por dentro, e ela estava fraturada em quatro pedaços. Aurélio: Conforme nos contou Andréa, a equipe de restauração realmente fez um trabalho bem impressionante, que demandou construir um laboratório todo lá em Brasília para conseguir trabalhar com as obras. Andréa: Então, o projeto tinha inicialmente cinco metas, a meta 1, que era a restauração das obras de arte, das 20 obras, com também a montagem de um laboratório em Brasília. Por que a montagem de um laboratório em Brasília? Pelo custo do seguro dessas obras de arte. O seguro das obras de arte inviabilizaria o projeto, levando essas obras para a Pelotas. Até porque, para vocês terem uma ideia, o laboratório foi montado, então, dentro do Palácio do Alvorada, que é a residência do presidente da República, e nós tivemos que levar uma série de equipamentos, produtos solventes, reagentes químicos, que são usados até para outras substâncias, fazer bombas, então a gente tinha que ter uma série de autorizações para poder entrar com esses insumos dentro da casa do presidente. Então, era uma rotina de trabalho bem difícil logo no início, até por questões de segurança mesmo da presidência, por causa desse atentado. E hoje a gente descobre que existiam até outros planos de assassinato do presidente, vice-presidente… Então, hoje a gente fica pensando, ainda bem que existiu toda essa segurança no início. Marcos: E você pode contar para a gente como se deu a finalização desse projeto? Nós ficamos sabendo que vocês estiveram em Brasília com o presidente Lula. Como foi isso? Andréa: Na finalização do projeto, agora no dia 8 de janeiro de 25, lá em Brasília, a gente então presenteou os alunos das escolas que participaram de oficinas, presentearam o presidente Lula com uma réplica da miniânfora e também a releitura da obra do Di Cavalcanti. Tudo foi muito gratificante, tudo muito emocional, a gente montou uma exposição na sede do Iphan em Brasília, em agosto, quando a gente fez também um seminário para apresentar as nossas etapas da restauração e todos os colegas, o desenvolvimento do projeto como um todo, foi aberto ao público, foi transmitido também pelos canais do Iphan, pelo YouTube, para nossos alunos em Pelotas também poderem acompanhar. Eu nunca imaginei que hoje, depois de 16 anos, a gente ia fazer um trabalho tão lindo, tão maravilhoso. Para a carreira da gente é muito bacana, mas como cidadã apaixonada pelo patrimônio cultural, pela arte, eu fico muito realizada, estou muito feliz. Aurélio: É muito lindo ver a paixão que a Andréa tem pelas obras e pela cultura brasileira, mas infelizmente a gente percebe que há muito descaso com a conservação do nosso patrimônio material. Pensando nisso, professora, qual é a importância da conservação e do restauro de acervos artísticos e culturais no Brasil? Andréa: A importância dessas obras restauradas é extremamente importante para a preservação da nossa memória, da nossa cultura, da nossa identidade. Pensar por que essas obras foram vitimizadas, foram violentadas. É importante também a democratização dessas obras, que as pessoas tenham acesso, que elas tenham representatividade. Muitas pessoas não conheciam essas obras, porque elas também ficam dentro de gabinetes. Como é importante a valorização da arte, do nosso patrimônio cultural, para a preservação da memória do nosso povo. E, sem isso, a gente não é um povo civilizado, porque isso é a barbárie que a gente passou. Eu fico pensando, a gente está devolvendo agora para a população brasileira essas obras que foram muito violentadas, dentro da sua integridade física, com uma pesquisa que mostra também a força das universidades, que foram também muito atacadas. Então, é a valorização disso tudo, da ciência, da arte, da cultura, do povo brasileiro. E mostrando que a gente tem resiliência, que a gente é forte, que a gente resiste. Que não é só uma tela rasgada, ela representa a brasilidade, a história da arte do nosso país. Marcos: Chegamos ao final do nosso primeiro episódio. No próximo, vamos nos aprofundar ainda mais nos inúmeros desafios enfrentados pela equipe de restauradores, e refletir sobre o estado da nossa democracia. Se você gostou, não se esqueça de deixar 5 estrelas para o nosso podcast. Isso nos ajuda muito a chegar em mais ouvintes. E também, compartilhe Oxigênio com seus amigos e em suas redes sociais. Aurélio: Esse episódio foi produzido por Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Foram utilizados trechos de áudios de matérias jornalísticas da internet. Marcos: Agradecemos a todos os especialistas que conversaram com a gente neste episódio. Também agradecemos ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas, LabJor da Unicamp. Em especial, a professora Simone Pallone de Figueiredo e a doutoranda Mayra Trinca. Um grande abraço e até o próximo episódio! Vinheta: Você ouviu Oxigênio, um programa de jornalismo científico-cultural produzido pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, LabJor da Unicamp. – Roteiro, produção e pesquisa: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Narração: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira e Aurélio Bianco Pena. Capa do episódio: Andréa Lacerda Bachettini trabalhando na restauração do quadro ‘As mulatas', de Di Cavalcanti. A obra levou sete cortes nos ataques do em 8 de janeiro — Foto: Nauro Júnior/UFPel. Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone. Entrevistados: Piero de Camargo Leirner, Andréa Lacerda Bachettini. Edição: Rogério Bordini. Vinheta: Elias Mendez Para saber mais: Reportagem “Entre Tintas, Vernizes e Facadas” | Revista ComCiência: https://www.comciencia.br/entre-tintas-vernizes-e-facadas/ Documentário “8 de Janeiro: Memória, Restauração e Democracia” (Iphan): https://youtu.be/CphWjNxQyRk?si=xcIdb26wQTyTmS5m
La ciudad de Santander se vio sacudida en 1988 por la acción de un violador y asesino en serie que sentía predilección por mujeres ancianas. Las víctimas, además de su avanzada edad, compartían el hecho de vivir solas y de tener costumbres bastante fijas. Se supo que el aessino, después de estudiarlas, les ayudaba a subir la compra al piso o les hacía pequeñas reparaciones domésticas. Inicialmente, las autoridades se resistieron a admitir que había un criminal serial. Hubo familiares que reclamaron que se reconsideraran varias muertes de ancianas que inicialmente habían pasado como fallecimientos naturales y no lo eran. Cuando se confirmó la existencia de este gerontofílico criminal, la Guardia Civil y la Policía Nacional se pusieron a trabajar de forma conjunta. La reciente colocación de una puerta blindada en casa de la última víctima resultó ser la pista clave que conduciría a conocer la identidad del asesino de ancianas de Santander.
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====================================================SUSCRIBETEhattps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2025“HABLEMOS CLARO”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================30 de OctubreLa humildad"Entonces sus criados se acercaron para aconsejarle: 'Señor, si el profeta le hubiera mandado hacer algo complicado, ¿usted no le habría hecho caso? ¡Con más razón, si lo único que le dice a usted es que se zambulla, y así quedará limpio!" (2 Reyes 5:13).En la Biblia encontramos la historia de Naamán, un valiente general del ejército sirio, que sufría de lepra. A pesar de su posición y prestigio, Naamán no lograba encontrar cura para su enfermedad. La noticia de un profeta en Israel que podía sanar enfermedades llegó a sus oídos, y decidió buscar ayuda.Naamán llegó a Israel con una gran expectativa, pero su orgullo y arrogancia se interpusieron en el camino hacia la sanidad. Esperaba ser recibido por el profeta Eliseo y que este realizara un gran acto para sanarlo. Sin embargo, en lugar de eso, Eliseo simplemente le envió un mensaje a través de su sirviente diciéndole que se lavara siete veces en el río Jordán.Inicialmente, Naamán se sintió ofendido y desilusionado por la simpleza de la instrucción. Pero sus siervos le recordaron que si el profeta le hubiera pedido algo más grande, seguramente lo habría hecho. Naamán, finalmente, decidió humillarse y obedecer la palabra de Dios a través del profeta. Se sumergió siete veces en el río, y Naamán fue completamente sanado de su lepra.La historia de Naamán nos enseña la importancia de la humildad y la obediencia a la Palabra de Dios. A veces podemos vernos tentados a buscar soluciones complicadas y grandiosas para nuestros problemas espirituales o emocionales. Pero Dios nos llama a ser humildes y obedientes, y a confiar en sus instrucciones, incluso cuando no las entendemos del todo.Cuando Naamán se humilló y obedeció la palabra de Dios, experimentó la salvación de su enfermedad. Del mismo modo, cuando nos humillamos y obedecemos la Palabra de Dios, experimentamos su sanidad y salvación. Dios nos llama a confiar en él y a seguir sus instrucciones, incluso cuando parezcan simples o ilógicas.Que nuestra vida refleje la fe y la humildad de Naamán. Confía en Dios y sigue sus instrucciones, incluso cuando no entiendas bien el por qué.Oración: Querido Dios, permíteme experimentar tu sanidad y salvación. Ayúdame a confiar en ti y s seguir tus instrucciones. Amén.
Nadie duda que Estados Unidos pisa firme el "patio trasero". El término ciertamente es repudiado, empero quienes lo escuchan lo entienden perfectamente. Veamos solo algunos de los hechos más recientes: Javier Milei tuvo una contundente victoria en las legislativas del domingo. Se dice que los argentinos se enfrentaron a una elección entre dos miedos y que ganó el miedo de regresar a la era kirchnerista. Pero lo cierto es que, además, Donald Trump tuvo mucho que ver en la crucial votación. Tanto así que los analistas estiman que será inevitable que gravite en el ciclo electoral venidero que tiene escalas próximas en Chile, Perú, Colombia y Brasil. También Costa Rica, claro. El otro hecho es la presencia cada vez mayor en el Caribe. A este martes se contaban 57 muertos por la destrucción de las supuestas narcolanchas. Inicialmente, se dijo que las operaciones eran contra Venezuela. ¿Para terminar con el trasiego o para terminar con el régimen de Maduro? Eso no está claro aún. Lo que sí salta a la vista es que el operativo marítimo -que ya incluye operaciones terrestres encubiertas de la CIA- profundizó las severísimas desavenencias con Colombia. El presidente Gustavo Petro, el más vocal de los anti trumpistas, no solo se quedó sin visa, sino que fue sancionado financieramente por ser -según Trump- jefe del narcotráfico. Pero la cuestión va mucho más allá de la feroz guerra de palabras entre ambos. Estados Unidos suspendió todas las ayudas al país desertificó a Colombia como nación aliada en la lucha contra las drogas y amenaza con elevarle más los aranceles. Repasamos estos tópicos con el internacionalista Carlos Cascante.
El fenómeno de las relaciones sentimentales con inteligencia artificial ya es una realidad que se abre paso de forma acelerada. En la sección 'Al Rincón de Pensar' del programa 'Herrera en COPE', la colaboradora Mar Amate desgranó junto a Alberto Herrera un tema cada vez más presente: "Cupido lleva algoritmos", una situación que, según las cifras, está lejos de ser ciencia ficción. Los datos son reveladores: uno de cada cinco adultos en Estados Unidos ya ha mantenido conversaciones con un novio o novia basado en IA.El principal motor de este auge es la epidemia de soledad que afecta especialmente a los jóvenes. Según los datos compartidos, uno de cada tres jóvenes en Estados Unidos admite sentirse solo, un espejo en el que España también puede verse reflejada. En este contexto, la inteligencia artificial ha encontrado un nicho para ofrecer consuelo. El ejemplo más paradigmático es 'Replika', una aplicación que nació en 2017 como un homenaje de su creadora, ...
Inicialmente despreciado por mí, el iPhone 17 puede ser el tapado de esta generación, ofreciendo muchísimo más que sus predecesores por el mismo precio. Te lo cuento en este capítulo 2823.¿Quieres más de Emilcar Daily? Suscríbete a Emilcar Daily Premium desde emilcar.fm/daily y disfruta de capítulos exclusivos los lunes y viernes, además de sonido en HD, acceso anticipado y sin publicidad. Todo esto en tu aplicación de podcasts favorita.
On July 19, 2007, Timothy MacNeil, a 63-year-old defense attorney, was shot dead in his home. Initially, the scene was staged to appear as a robbery, with Timothy's stepdaughter, Brae Hansen, claiming she was bound and had called 911 using her tongue. As investigators worked the case, the truth was uncovered. — El 19 de julio de 2007, Timothy MacNeil, un abogado defensor de 63 años, fue asesinado a tiros en su casa. Inicialmente, la escena se montó para que pareciera un robo, y la hijastra de Timothy, Brae Hansen, afirmó que estaba atada y que había llamado al 911 con la lengua. A medida que los investigadores avanzaban en el caso, se descubrió la verdad. — Support Us: Donate $1 to the podcast (Patreon): https://patreon.com/CuentoCrimenPodcast?utm_medium=unknown&utm_source=join_link&utm_campaign=creatorshare_creator&utm_content=copyLink Shoutout to Our Patreons!!! Merily Diana Naveda Jackie Chata IIce Latoya Buy us a coffee: https://www.buymeacoffee.com/cuentocrimenpodcast — Follow us: Instagram: https://www.instagram.com/cuentocrimenpodcast/?hl=en Tiktok: https://www.tiktok.com/@cuentocrimenpodcast?lang=en Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCb-xq8FGsgxqDOyT4CsCfHA Twitter: https://twitter.com/CuentoCrimenPod Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=61550192066426 — Email us a personal true crime encounter at: cuentocrimenpodcast@gmail.com Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices