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El origen de la puerta de los tres cerrojos, ser víctima con Beatriz Izquierdo, maridajes de huevos de oca con Félix Lanz y cromos con David Vinuesa.
Num mundo de guerras e pressas, basta uma saqueta de cromos para tudo parar. Porquê? E o que é que isso diz sobre a infância que vamos perdendo pelo caminho? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Miguel Ribeiro apresenta "SALTILLO Cromos de 86", uma viagem ao Mundial de 1986 em formato podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
⚽El mundial de fútbol es la competición deportiva más importante del mundo, que ha consagrado a los mejores jugadores de la historia, y que ha convertido en leyendas a estadios, ciudades, camisetas, botas, celebraciones de goles y hasta peinados. Un acontecimiento único que se celebra cada 4 años y que ha tenido históricamente un compañero de batallas que también se ha convertido en icónico para generaciones enteras: el album de cromos.
A fotografia viking da Noruega continua a fazer furor, o estado de saúde de Eriksen... e o jogo de Portugal com o Chile.
Jogadores de Portugal já tem números para o Mundial e a cor dos equipamentos para os três jogos iniciais. As curiosidades à volta de Canadá, Bósnia, Catar e Suíça.
Um estudo do Instituto Português de Administração de Marketing (IPAM) estima que o campeonato do mundo, que começa a 11 de junho nos Estados Unidos, Canadá e México, possa gerar entre 378 e 945 milhões de euros em PortugalSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Perigos da Esperteza Saloia ArtificialSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No programa desta semana, tempo para Inês Rogeiro confessar a sua vontade em completar a caderneta de cromos do Mundial de 2026, mas garantindo que tal é "impossível" dado o volume de pessoas interessadas. Perante tal, a advogada chega a contar: "Cheguei a estar numa loja onde havia carros em segundas e terceiras filas para ir tentar comprar cromos. Uma loucura, o espaço disse que recebeu mais de mil pessoas". Luís Pedro Nunes comenta uma 'outra loucura' com a Swatch AP, com José de Pina visivelmente chateado com quem "guarda mesas" antes de ter comprado os produtos a consumir. Já Luana do Bem lança um repto à prática do clickbait: "Está a condicionar tudo e todos. (...) As pessoas vão deixar de falar porque estão sempre a enganar-nos". Com moderação de Pedro Boucherie Mendes, o Irritações foi emitido a 22 de maio, na SIC Radical. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IASee omnystudio.com/listener for privacy information.
Novo Mundial de Futebol, nova coleção. São cada vez mais difíceis de completar e mais caras, mas a procura só aumenta. De onde vem este gosto e que memórias de cadernetas passadas temos?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os leitores do DESTINO: SAUDADE pedes e, muitas das vezes, têm. Desta vez, a ordem suplicava por um programa sobre jogadores da I Liga que depois se tornaram treinadores no principal escalão. E aqui estamos, a agradecer a ideia e a servir quem nos segue. A recolha e escolha de nomes é da responsabilidade de Rui Miguel Tovar. Há histórias do arco da velha, mas uma não nos sai da cabeça. György Orth. Já ouviu falar? Era húngaro, disputou as Olimpíadas de 1924 e morreu depois de dar um treino do... FC Porto. Venha daí para mais histórias contadas pelo nosso Rui, com passagem pelo 'Domingo Desportivo' (Jaime Pacheco) e o 'Ficheiros do Tovar' (O Rui num doa de Volta a Portugal). Fechamos com a 'Caderneta de Cromos' e uma histórica edição da revista «Dragões».
Inspirado por las continúas citas electorales, Paco de Cromos decide hacer de su vida una permanente experiencia electoral. "Que hable el pueblo", dice el pesao que consulta con su entorno cada puta cosa que hace
Inspirado por las continúas citas electorales, Paco de Cromos decide hacer de su vida una permanente experiencia electoral. "Que hable el pueblo", dice el pesao que consulta con su entorno cada puta cosa que hace
Inspirado por las continúas citas electorales, Paco de Cromos decide hacer de su vida una permanente experiencia electoral. "Que hable el pueblo", dice el pesao que consulta con su entorno cada puta cosa que hace
Inspirado por las continúas citas electorales, Paco de Cromos decide hacer de su vida una permanente experiencia electoral. "Que hable el pueblo", dice el pesao que consulta con su entorno cada puta cosa que hace
Cromos do Mundial 2026: custo ou investimento? Completar o álbum pode sair-te por €1.500 — ou por €280. A diferença não é sorte, é estratégia. E a pergunta certa nem sequer é "vale a pena": é o que estás mesmo a comprar quando compras uma saqueta.Neste vídeo ponho a matemática toda em cima da mesa — sem moralizar e sem te dizer o que fazer. Só te dou a régua para decidires. O que vais encontrar:→ A estratégia híbrida que corta o custo em 75-80%→ Os 4 activos invisíveis que justificam parte do gasto: ritual offline, microeconomia no recreio, skills cognitivas e memória física→ A notícia que a FIFA deu há dias e que muda o enquadramento
No episódio desta semana falamos sobre a nova pandemia, cadernetas de cromos, desigualdades, ilusões e burlas. Isto e muito mais.
Com Joana Azevedo e Diogo Beja
Maruja Mallo con Isabel SanJuan, Yo soy mi casa con Jon Elajebeitia, Cromos de artista con Luis Pérez Calvo en CentroCentro y propósitos de Año Nuevo.
No dia em que a Sonae cortar a benemérita linha de vida que estende ao jornalismo português e o Público deixar de ir para as bancas, o Ípsilon ainda poderá fazer o pitch à Panini, safando-se de forrar o túmulo do jornalismo cultural, e com aquele sebo de rodízios que lhe é característico ser-lhe-á dada a oportunidade de produzir as várias temporadas do álbum de família da enxofrada cena cultural a que vamos tendo direito. Irradiando por meio de um sinal cada vez mais débil e para uma comunidade desintegrada ou submetida às lógicas de reprodução acríticas do consumo de massas, este suplemento vive graças à lógica de agenciamento das “figuras, figurantes e figurões” que compõem esse quadro, e o sistema agradece-lhe pela forma como consegue estabilizar tudo a um mesmo nível, naquela linha flutuante e deambulatória com que se ligam os dias e os juízos, segundo uma pretensão cosmopolita, fornecendo as fantasias em regime prêt-à-porter para a afectação de uma pose nos adros do nosso pequeno recreio social onde essas coisas contam. A propósito daquele número especial, que não deixou de nos fornecer matéria para algumas facécias, o que se mostra mais persistente nestas iniciativas é a jactância triunfalista. Dá a sensação que sempre que há a necessidade de corresponder a uma efeméride, nestas ocasiões só arregaçam as mangas para melhor se porem a cheirar a merda acumulada nas cavalariças. O que impressiona acima de tudo, e particularmente nos artigos que encenam uma panorâmica retrospectiva sobre o percurso do suplemento e o colam à própria evolução da cultura portuguesa no primeiro quartel deste século, que nunca chega a ser alvo de qualquer análise ou interrogação, é esse triunfalismo implicitamente e inutilmente publicitário. Aquilo que parecem ignorar estes promotores, tão habituados a despejar tinta sobre tudo o que prometa farra, é que o poder não precisa de propagandistas. “Se é poder”, assinala Alfonso Berardinelli, “impõe-se por si e, de facto, cada um já dele tomou nota”. “Alinhar-se com aquilo que se impõe é uma forma vácua ou perversa de moralismo”, adianta o crítico italiano. Em vez de uma capacidade de produzir um agenciamento de enunciados, de propostas que desafiem as expectativas, demasiadas vezes este suplemento parece resignar-se a uma postulação face ao que já se sabe. Daí a propensão para se auto-congratular por uma série de “apostas ganhas”, formulando mais umas quantas para seguir com esta lógica de casino. Se David Pontes reconhece que há hoje “sectores inteiros da cultura que correm o risco de desaparecer no silêncio”, e reforça que “sem eco não há cultura que, por falta de impacto, sobreviva”, depois, reclama para aquele suplemento um papel de enorme relevância no esforço de “relatar, descobrir e criticar expressões artísticas minoritárias, porque sabe que elas fazem parte da expressão máxima da diversidade humana”. Assim, é só por este suplemento desempenhar o seu trabalho de forma “quase solitária” que vimos retrocedendo, vendo a dificuldade de abrir o campo de possibilidades actuais de repensar este tempo, escapar do mundo que existe, criando as condições para a expressão de outros mundos possíveis. Com uma única excepção entre os textos que integram este volume, não há qualquer sinal de uma autocrítica, e mesmo o tom de certos artigos, quando parece neutro, é sempre promissor, tranquilizador e moderadamente profético. Só António Guerreiro abre um parêntesis em que vem denunciar que “o jornalismo cultural implodiu”: “pôs-se à mercê da publicidade cultural, com a qual passou a confundir-se” (…); “cúmplice da indústria cultural (dirá mesmo, com toda a convicção, que é impossível conquistar um lugar exterior a ela) e, por conseguinte, inscreve-se na sua lógica”. Ainda acrescenta que este género quase deixou de ser nomeado porque perdeu o seu antigo poder de irradiação, acabando por se submeter: “A ele sobrepôs-se a divulgação cultural, num contexto em que os objectos e os acontecimentos culturais aspiram sobretudo a ser divulgados, publicitados, recomendados.” Quanto às restantes análises, as poucas vezes que mantêm um compromisso de leitura das convulsões da época, acabam por reconhecer que o novo milénio não trouxe verdadeiramente descobertas novas, nem produziu obras que pareçam características de uma nova época. A maior e mais sintomática novidade é quantitativa: há muitíssimos produtores, “novos criadores” que se limitam a recombinar ou retocar velhas fórmulas, de forma cada vez mais contingente. Assim, os actores culturais, mais prolíficos do que nunca, são coagidos a dar provas de vida e submeterem-se aos protocolos do espectáculo de modo a obterem o selo e o género de aclamações que significam uma extensão do crédito a essa espécie de agonia em que vão resistindo as práticas artísticas. Mas se há algum autor verdadeiramente digno desse título, alguém capaz de causar verdadeira perturbação na matéria já dada, este é convenientemente negligenciado. Tudo o que não se sagra segundo as dinâmicas do mercado fica dependente destes processos de homologação, e acaba a mendigar os apoios de inserção destes técnicos sociais da cultura. Tudo isto apenas intensifica o regime das indústrias culturais, com a produção em série de conteúdos de consciência, informação, entretenimento, publicidade e propaganda. Neste episódio, e para andarmos de volta destas questões, voltámos a importunar Vítor Belanciano, que esteve presente em 23 dos 25 anos do Ípsilon, e que reconheceu que, depois de um convite para ser co-editor, acabou por perceber que “um agitador com sentido de independência, muito mais do que um pacificador do colectivo”, nunca seria o perfil adequado para gerir um elenco em que cada um escreve em nome próprio, competindo apenas pelo espaço. No fundo, e para se tentar fazer um balanço dos fracassos das nossas propostas culturais, talvez seja necessário reconhecer que vai continuar tudo por fazer, na medida em que o público não está dado, pois se a gente está aí, e há uma ânsia de reconhecer sinais e propostas que a unam, lhe dêem ficções cativantes, e que a agenciem como comunidade, como colectividade ou como classe, falta um jornalismo crítico que esteja em condições de forjar enunciados, esses que “são como os germes do povo que virá e cujo alcance político é imediato e inevitável” (Deleuze).
O dérbi da Luz, duelo eterno entre Benfica e Sporting, é o tema central do DESTINO: SAUDADE: Rui Miguel Tovar e Pedro J. da Cunha selecionam dois «onzes» compostos exclusivamente por atletas com águias e leões no currículo, antes de partirem para histórias de heróis, dados, monstros e alguns flops. Uma antevisão à boa moda nostálgica deste podcast do mundo zerozero. No 'Domingo Desportivo' há a lembrança de um treinador mais feliz no Benfica do que no Sporting (Jimmy Hagan) e no 'Ficheiros do Tovar' recuperamos o irrepetível 'José Estebes', hilariante personagem representada por Herman José - aqui ao lado de Paulo Futre. Na Caderneta de Cromos, a época 83/84 está em destaque, em especial o saudoso Rui Jordão.
Meditaciones y reflexiones para hacer la oración especialmente dirigidas a jóvenes. || Pásate por nuestra WEB y lee los testimonios, artículos y suscríbete a los Podcast diarios de rezarhoy en: https://www.jovenescatolicos.es/Sigue el canal de Jóvenes Católicos en WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDQN04LY6d1sgDXEK3sPásate por nuestra cuenta de Instagram: https://www.instagram.com/catolicos_es/Twitter: https://twitter.com/catolicos_esFacebook: https://www.facebook.com/Catolicos.es/Pásate por la página web de Cobel Ediciones: http://www.cobelediciones.com/
Luis Pérez Calvo vuelve a CentroCentro con una exposición que lo mezcla todo: lo popular y lo culto, lo castizo y lo internacional, la infancia y la historia del arte. En Cromos de artista, que puede visitarse hasta abril de 2026, el dibujante madrileño reúne más de quinientas piezas en pequeño formato —collages, dibujos, cartones— que convierten una década de exposiciones vistas en Madrid en un álbum de recuerdos.
Luis Pérez Calvo vuelve a CentroCentro con una exposición que lo mezcla todo: lo popular y lo culto, lo castizo y lo internacional, la infancia y la historia del arte. En Cromos de artista, que puede visitarse hasta abril de 2026, el dibujante madrileño reúne más de quinientas piezas en pequeño formato —collages, dibujos, cartones— que convierten una década de exposiciones vistas en Madrid en un álbum de recuerdos.
No dia 5 de agosto, o mundo do futebol foi surpreendido com a chocante notícia da morte de Jorge Costa. Volvidos dois meses, o DESTINO: SAUDADE faz a homenagem mais do que justa ao oitavo homem com mais jogos oficiais pelo FC Porto, campeão do mundo de sub20 e defesa indiscutível no Euro2000 e Mundial de 2002. Um bravo, um guerreiro e um homem cheio de histórias magníficas por contar. No Domingo Desportivo temos a evocação de João Pinto, o lateral que endossou o '2' histórico a Jorge Costa, e no Ficheiros do Tovar recordámos uma entrevista feita pela mão de Rui Miguel Tovar a Paulo Futre. Fechamos com a Caderneta de Cromos do Euro96, com Jorge Costa lá pelo meio.
A quarta temporada de Destino: Saudade no zerozero arranca com duas novidades: os segmentos «Ficheiros do Tovar» (pensem no genérico dos X-Files) e «Caderneta de Cromos» entram de caras na equipa titular e vão connosco semana após semana. Há o «Domingo Desportivo» com Michel PreudHomme, mas antes fazemos a autópsia da qualificação falhada de Portugal para o Mundial de 1994 - por culpa, claro, do início da qualificação para o Mundial de 2026, também nos EUA.
Desde tiempos inmemoriales, coleccionar estampas o pequeños fragmentos de papel ha sido un hobby. Este coleccionismo no tardaría en convertirse en una forma de promoción de empresas tabacaleras, chocolateras o de golosinas. Así, poco a poco el cromo o la trading card anglosajona se han ido ganando un espacio en la cultura popular. Gigantes del cromo como Panini y Topps todavía son una referencia y su coleccionismo es la base de los juegos de cartas como Magic o Pokemon. Recorremos la historia del cromo, desde el asociado a deportes mayoritarios como el fútbol, béisbol o baloncesto, pasando por todo tipo de licencias como Marvel, DC o Star Wars, rostros de la TV y del cine o conexiones con autores de cómic como Robert Crumb o Spiegelman. Por supuesto nos detenemos en colecciones míticas como Historia Ficción, Otros mundos o Monstruos y recordamos qué cromos eran más y menos cotizados y cómo los pegamos. ¿Cuáles eran los más repes? No faltará, claro está, la mítica Pandilla Basura, hay un cromo con tu nombre en las colecciones. Búscalo aquí: https://geepeekay.com/findyourname.html Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
Desde tiempos inmemoriales, coleccionar estampas o pequeños fragmentos de papel ha sido un hobby. Este coleccionismo no tardaría en convertirse en una forma de promoción de empresas tabacaleras, chocolateras o de golosinas. Así, poco a poco el cromo o la trading card anglosajona se han ido ganando un espacio en la cultura popular. Gigantes del cromo como Panini y Topps todavía son una referencia y su coleccionismo es la base de los juegos de cartas como Magic o Pokemon. Recorremos la historia del cromo, desde el asociado a deportes mayoritarios como el fútbol, béisbol o baloncesto, pasando por todo tipo de licencias como Marvel, DC o Star Wars, rostros de la TV y del cine o conexiones con autores de cómic como Robert Crumb o Spiegelman. Por supuesto nos detenemos en colecciones míticas como Historia Ficción, Otros mundos o Monstruos y recordamos qué cromos eran más y menos cotizados y cómo los pegamos. ¿Cuáles eran los más repes? No faltará, claro está, la mítica Pandilla Basura, hay un cromo con tu nombre en las colecciones. Búscalo aquí: https://geepeekay.com/findyourname.html
Comunión entre el chat y la pareja de contertulios para plantear las dudas y esperanzas puestas en una plantilla y un entrenador que nos ha dejado varios motivos para soñar en apenas un par de semanas de competición. Madridismo entre madridistas de la mano de este tándem tan bien engrasado: @SirBugzilla @alpr97 *Meritocracia Blanca no se hace responsable de las opiniones de sus colaboradores Nos podéis seguir en: Web: https://meritocraciablanca.com/ Twitter/Facebook: @MeritoRMCF Twitch: www.twitch.tv/meritocraciablanca
"Hace cinco años estaba haciendo la colección de cromos de la Liga" "Soy un crío". La joven promesa nos hace un hueco en su día de descanso.
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
Hoy analizamos cromo a cromo no de los álbumes más míticos de los años 80, el famoso "Monstruos", un básico en toda infancia de la época. En él cabe todo, desde cromos en los que no se encuentra ni un ápice de vergüenza, a otros en los que la dignidad rebosa más allá de los bordes mal guillotinados. ¡Vamos a verlo!
Hoy analizamos cromo a cromo no de los álbumes más míticos de los años 80, el famoso "Monstruos", un básico en toda infancia de la época. En él cabe todo, desde cromos en los que no se encuentra ni un ápice de vergüenza, a otros en los que la dignidad rebosa más allá de los bordes mal guillotinados. ¡Vamos a verlo! Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
No se sabe si es cuestión de telepatía o simplemente de, una vez más, tirarse a la piscina para de esta manera rellenar minutos y más minutos de radio. El hecho es que, con sólo dos entrenamientos, ya hay quien conoce los integrantes del once titular del Real Madrid para la próxima temporada. No para el Mundial de Clubs que comienza en unos días, no, para las competiciones que se disputarán a partir del mes de agosto. Lo más divertido es que dos de esos titularísimos ni tan siquiera forman parte de la actual plantilla del Madrid. Min. 01 Seg. 46 – Intro Min. 11 Seg. 26 – Ya esta decidida la alineación Min. 20 Seg. 57 – Siempre hay algún damnificado Min. 28 Seg. 54 – Cromos repetidos para generar ilusión Min. 36 Seg. 48 – La mano dura no sienta bien Min. 40 Seg. 22 – Se pondrán las pilas... por ahora Min. 45 Seg. 58 – El defensa antiguo y el defensa anárquico Min. 52 Seg. 14 – Un fichaje totalmente innecesario Min. 58 Seg. 12 – Despedida The Band of Heathens (Mansfield, TX 13/10/2012) Transit Wind Don't Call On Me Should Have Known Second Line Polaroid Pictures Bumblebee Unsleeping Eye LA Country Blues Ghost - Year Zero (Manchester, UK 15/04/2025)
En el programa de hoy hemos hablado de muchas cosas típicas de cuando se acaba la temporada, de nada. Hemos hablado de camisetas ya que hemos tenido un unboxing de camisetas pedidas, también de los cromos que hemos tenido y bueno, de muchas más cosas como comentaristas italianos del mundo del motor. Con Iván Martínez y Héctor Morcillo. Presentado por Ferran Jaime.
João Brites é um dos fundadores do afamado blog «O Cromo dos Cromos». Ávido colecionador, detentor de mais de 600 cadernetas, João junta o gosto pelo jogo ao conhecimento de algumas das suas personagens maiores. Neste DESTINO: SAUDADE a viagem faz-se por aí, a saltitar entre as páginas gastas de coleções mais antigas e os nomes mais próximos do nosso convidado especial. O episódio acaba com o «Football is Coming Home» a dar o tom. Afinal, não é isso que todos queremos?
Desde antes de empezar la temporada nos dijeron que era un problema. Desde el fichaje de Mbappe nos advirtieron de que todos jugaban por la izquierda. La cohabitación es imposible, repitieron día tras día, alguno sobre. Y ahora dicen que hay que fichar un jugador que juega en ese mismo sitio. ¿Hay algún problema? Ninguno, es bueno, barato y, sobre todo, español. Min. 01 Seg. 45 – Intro Min. 09 Seg. 37 – Las pistas que llevaban a la noticia Min. 16 Seg. 04 – Ilusionante, internacional y español Min. 27 Seg. 02 – Reactivar la operación Arabia Saudí (o no) Min. 36 Seg. 12 – El Mundial de Clubs lo acelera todo Min. 42 Seg. 32 – Ese cromo ya lo tenemos, pero es barato Min. 50 Seg. 47 – Hasta ahora todo era humo Min. 56 Seg. 46 – Dos informaciones contrapuestas Min. 62 Seg. 17 – Otra pregunta sin maldad Min. 67 Seg. 20 – Despedida Ed Sheeran - The A Team (Dublín 05/05/2014) Reckless Kelly (Austin, TX 31/03/2006) Motel Cowboy Show Revolution Sixgun Hay Say May > Guacamole Crazy Eddie's Last Hurrah Wicked Twisted Road Castanets 1952 Vincent Black Lightning Tool - Pneuma (Budapest 24/05/2022)
INTRO Min 0:00 Un poco de Roubaix, Valona y Lieja NUESTAS MOVIDAS: Min 32:58 Galicia, Bilbao, Anora, Logroño, cromos y Gijoe
Recorremos la historia del Imperio Español de una forma muy curiosa y diferente, de la mano de una colección de cromos muy especial que seguro hará las delicias de todos los coleccionistas. Lo hacemos con Fernando Álvarez, creador de Qromo Imperium
Recorremos la historia del Imperio Español de una forma muy curiosa y diferente, de la mano de una colección de cromos muy especial que seguro hará las delicias de todos los coleccionistas. Lo hacemos con Fernando Álvarez, creador de Qromo Imperium
Na estante do Governo Sombra, esta semana, encontramos a reedição do último livro de Joseph Roth, “A Lenda do Santo Bêbedo”; uma colecção de crónicas - “Prova de Vida”, de António Araújo - sobre figuras públicas afastadas de ribalta; um ensaio literário já antigo, mas só agora publicado em Portugal, da poeta canadiana Ann Carson intitulado “Eros”; e o catálogo da exposição “Livre”, dedicada a João Abel Manta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ahora que los niños y niñas empiezan la nueva colección de cromos de la liga recordamos cómo surgieron las colecciones en España, cómo llegaron a todas las casas, cómo eran y cómo aprendimos con ellos. Desde las tabletas de chocolate, a la televisión, las meriendas... Cada generación tiene los suyos y los hemos recordado con la ayuda de Josep Manuel Rafí, editor y autor de "La febre dels cromos".
En 'El rincón y la esquina' hemos intentado definir la lealtad con Manuel Delgado y Marta Sanz. Aunque también hemos hablado de la traición, de la amistad o de la fidelidad. Los subcontratados del programa, el equipo misterioso y secreto de Roberto Villar, han estado elaborando una nueva 'Biografía no autorizada'. Y esta semana hemos tenido especial cuidado porque hemos hecho la del Papa. Esta temporada volvemos a recordar algo que nos marcó a fuego. Hemos retrocedido en el tiempo, nuestro viaje más largo en el 'Pretérito pluscuamperfecto', para hablar de los cromos. Hemos terminado con la entrevista central de la semana a una escritora que acaba de cumplir su sueño: crear un nuevo proyecto editorial. Ha estado con nosotros Alba Carballal.
¿Cuándo fue la última vez que jugaste como un niño? ¿Cuánto hace que no te pierdes por completo en el proceso sin más objetivo que disfrutar, por el simple placer de aprender mientras haces y con la curiosidad como único motor? La cámara también puede ser un juguete, y las fotografías que hacemos con ella, por pura diversión, cromos con los que inventar una realidad a nuestra medida y con nuestras propias reglas. Hoy, en Calle Oscura, Enric Montes. NOTAS DEL PROGRAMA Todas las notas del programa, que incluyen los temas tratados y las referencias, están aquí: https://jotabarros.com/calle-oscura-enric-montes GRUPO DE TELEGRAM Si te apetece unirte a la conversación, pásate por el grupo de Telegram de Calle Oscura: https://t.me/calleoscura
Último programa regular de la temporada antes de empezar con la Eurocopa Paquete. Invitamos a uno de los miembros de ese sanedrín, el coleccionista de todo Albert Valor. Y ahora también escritor. Albert nos habla de su libro sobre el Mundial 94 y aprovechamos para recordar ese torneo. También sobre los cromos de la Eurocopa 2024, como experto en la materia. Y terminamos con Sergio Cortina que viene a hablarnos de los narradores sosos en Cortina y al pie. Y si queréis haceros con Viejas Promesas: https://amzn.eu/d/hIflfuj Penalti Pop: Un recorrido divertido y nostálgico por aquellos temazos que mantienen viva nuestra memoria futbolera: https://amzn.eu/d/iLxLZTJ
Quarta, 8 de maio
Nos podrás escuchar en Edenex Radio, Radio 4G Nacional, MiamiTV Radio y en el selecto canal Misterios de Ivoox. PROGRAMA PATROCINADO POR PERLA MANICURA: Tengui-Falti, Sile-Nole o como más te guste decirlo, lo que importa es que Gerald Dean nos visita para hablarnos de la historia de los cromos. Tambien hablaremos de colecciones misteriosas, malditas y prohibidas. Como siempre colaboran con más contenidos: José Manuel García Bautista, Luis Cerezo Samperiz, Laura Vivancos, Juan Ignacio Cuesta Millán,, Adrián Sánchez, Paco Buitrago, Alfonso Fernández Castillo y Carlos Horrillo Gomez nos traen cada uno desde su peculiar punto de vista. En los Edipots nuestra querida Noly Encinas nos repasa la actualidad del mundo del misterio en la radio. Dirige y presenta: Carlos Dueñas NOTA: Os recordamos que TONDI finaliza el 22 de febrero. Todos los que queráis seguir en contacto con nosotros lo podéis hacer a través de la página de Facebook/todonosdaigual o Instagram: #cduenascine
TONDI 6x 41 "Tengui-Falti: Noche de cromos:". 300G Nos podrás escuchar en Edenex Radio, Radio 4G Nacional, MiamiTV Radio y en el selecto canal Misterios de Ivoox. PROGRAMA PATROCINADO POR PERLA MANICURA: Tengui-Falti, Sile-Nole o como más te guste decirlo, lo que importa es que Gerald Dean nos visita para hablarnos de la historia de los cromos. Tambien hablaremos de colecciones misteriosas, malditas y prohibidas. Como siempre colaboran con más contenidos: José Manuel García Bautista, Luis Cerezo Samperiz, Laura Vivancos, Juan Ignacio Cuesta Millán,, Adrián Sánchez, Paco Buitrago, Alfonso Fernández Castillo y Carlos Horrillo Gomez nos traen cada uno desde su peculiar punto de vista. En los Edipots nuestra querida Noly Encinas nos repasa la actualidad del mundo del misterio en la radio. Dirige y presenta: Carlos Dueñas NOTA: Os recordamos que TONDI finaliza el 22 de febrero. Todos los que queráis seguir en contacto con nosotros lo podéis hacer a través de la página de Facebook/todonosdaigual o Instagram: #cduenascine
¿Crees que es posible ganar dinero invirtiendo en cromos?En este vídeo te detallaré todo lo que necesitas saber para empezar con el coleccionismo de cromos como inversión.Descubrirás cómo funciona, qué aspectos se tienen en cuenta para la valoración de cromos y qué alternativas existen para ganar dinero con cromos de calidad, tratando de minimizar el riesgo de tu inversión.Aprenderás a identificar cromos raros o exclusivos, así como la importancia de su estado de conservación.Además, sabrás por qué debes considerar los autógrafos y las piezas graduadas, lo que aumentará su valor.Los cromos, ya sean en formato físico o representados con la tecnología NFT, pueden representar un pequeño porcentaje de tu cartera de inversión.Eso sí: debes tener pleno conocimiento del sector.Asimismo, lograrás mejor rentabilidad si, más allá de una inversión, lo tomas como algo de disfrute personal.Por último, también te puntualizaré otros objetos de colección que pueden ser interesantes para invertir, como los relojes, muebles antiguos, sellos, monedas, libros antiguos o de primeras ediciones, juguetes, vino y whisky.¡Conoce las ventajas y desventajas de invertir en cromos y empieza a ganar dinero con el coleccionismo de calidad!
Este sábado nos ponemos nostálgicos con Guillem Medina. El autor de Cromos, cromos y cromos hace un recorrido a lo largo de cien años de historia de este universo del coleccionismo. Después, Sergio Martín repasa la actualidad informativa en su sección 'Si yo tuviera un programa...'. El cuentista Pep Bruno nos narra La luna en peligro, y otras historias aragonesas sacadas del libro Cuentos de calzón corto, de Alberto Casañal. El astrofísico Javier Armentia nos explica por qué no es oro todo lo que reluce. Y, por último, nuestro cocinero Sergio Fernández, nos enseña recetas para no complicarnos el fin de semana y quedar como reyes. Escuchar audio