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Back in summer 2021 we welcomed actress, director and writer, the phenomenal Emerald Fennell round to Lennie's for Tarragon Chicken and banana ice cream! We chat everything from her time in Call The Midwife, to writing & directing the absolute must-see Promising Young Woman and her latest venture at the time, writing Andrew Lloyd Webber's new musical 'Cinderella'. She talks about meeting her husband in Paris, the art of getting a free Pret coffee and what she's working on next. We loved having you Emerald and we're still inviting ourselves over for a Fennell Eurovision / karaoke night!!Listen & watch Table Manners here - https://tablemanners.komi.io/Follow Table Manners on:Instagram - https://www.instagram.com/tablemannerspodcast/TikTok - https://www.tiktok.com/@tablemannerspodcastFacebook - https://www.facebook.com/tablemannerspodcastYouTube - https://www.youtube.com/@TableMannersPodcast Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
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RHLSTP #623 - Crystal In Her Pocket - Rich is back at the Podcast Room talking to writer and comedian Bella Hull. They talk about her early start at stand-up, talking about the worst things in your life, getting the writing job on SNL UK and whether this job needs to be as tricky and rock n roll as the Americans make out, whether the woman behind the counter at Pret should be asking you about religion and a ghost called Paula.See Bella at the Fringe https://www.edfringe.com/tickets/whats-on/bella-hull-mad-cow-diseaseSee RHLSTP at the Fringe/London http://richardherring.com/rhlstpSUPPORT THE SHOW!See details of the RHLSTP LIVE DATES Watch our TWITCH CHANNELBecome a badger and see extra content at our WEBSITE Buy DVDs and books from GO FASTER STRIPEAudio mix by Ben Evans (NTO)Recorded at the Podcast RoomThanks to Chris Evans (NTO) and Ben Walker Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
No recapitulativo desta semana em África, o primeiro destaque vai para Angola, onde no passado fim-de-semana se deram incidentes no Uíge, no norte do país, entre a polícia e membros da Unita que estavam a realizar uma actividade junto da sua sede. O balanço da repressão policial, segundo este partido de oposição, foi de 31 feridos, dez dos quais em estado grave. O superintendente-chefe Freitas Zama, argumentou que a Unita estava a realizar a sua actividade "em local impróprio". Já o deputado da Unita, Nelito Ekuikui, alegou que a repressão policial não se limitou ao comício do partido no sábado, este responsável afirmando que dias antes, as forças da ordem e também militantes do partido no poder tinham tentado perturbar as suas actividades. Noutra tónica da actualidade em África, na Guiné-Bissau, arrancou formalmente na quinta-feira e decorre até ao dia 28 de Agosto a campanha de informação sobre a nova Constituição que vai ser submetida a referendo no próximo dia 30. Esta nova lei suprema já adoptada pelo Conselho Nacional de Transição, alarga as prerrogativas do Presidente da República. Este projecto de nova Constituição, bem como o próprio 'timing' do referendo, estão longe de fazer a unanimidade. Em vésperas de arrancarem as sessões de sensibilização, o dirigente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Bubacar Turé, sublinhou que este referendo é ilegal por decorrer entre a marcação e a realização das próximas eleições gerais de Dezembro. Este responsável também considerou que dado o tempo que falta até à votação e dada a época em que decorre, não haverá condições para os cidadãos estarem plenamente esclarecidos. Em São Tomé e Príncipe, terminou nesta sexta-feira o período para os partidos políticos formalizarem as suas candidaturas para as legislativas, autárquicas e regionais do próximo dia 27 de Setembro. As instâncias competentes devem agora analisar os documentos e, caso não haja reclamações, a 28 de Agosto, será conhecida a lista definitiva de candidatos habilitados a participar no pleito eleitoral. Esta também foi a semana em que o partido no poder em São Tomé e Príncipe, a ADI, elegeu os seus órgãos de direcção, num contexto de divisão, pouco depois de o Tribunal Constitucional ter legitimado a ala dirigida pelo actual primeiro-ministro Américo Ramos, face à outra ala dirigida pelo antigo chefe do governo Patrice Trovoada. Este último reagiu apelando ao boicote das legislativas de Setembro. Américo Ramos, não deixou de criticar esse posicionamento do seu adversário mais directo. Em Moçambique, o recente anúncio pela petrolífera francesa Total de que os jovens que integrar o megaprojecto de exploração de gás em Cabo Delgado vão seguir formação em Maputo e não naquela província, provocou descontentamento nos sectores económicos da zona. Noutra actualidade, continuaram ultimamente a regressar ao país centenas de moçambicanos vítimas de xenofobia na vizinha África do Sul. De acordo com o governo, na semana passada, chegaram quase 600 cidadãos moçambicanos, Maputo indicando ainda que Pretória pediu desculpa pelos ataques de que os imigrantes, nomadamente moçambicanos, têm sido alvo. Para finalizar, em Cabo Verde, um ano depois de São Vicente ter sido varrida pela tempestade Erin, as autoridades fizeram esta semana um balanço positivo do andamento das operações de reabilitação e realojamento. Depois de um ano em suspenso, também regressou à ilha o famoso festival 'Baia das Gatas' que terminou no passado domingo.
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Pretória deixou muito mais do que vencedores. Entre resultados inesperados, exibições de alto nível e várias confirmações, o torneio mostrou que as peças começam a mexer no circuito. Neste rescaldo, analisamos as maiores surpresas da semana, quem saiu reforçado, quem desiludiu e o que estes resultados podem significar para os próximos torneios.
Een roerige week want bij Ype werd een kies getrokken. Terwijl de pijnstillers rijkelijk vloeien bespreken Botte en Ype dit verlies. Maar er valt gelukkig ook iets te vieren: de release van de “nieuwe” Popdorian-single You break it, you own it. Verder: een terugblik op de Wild Night, vaatwasserdromen en heldenepen (dat is het meervoud van heldenepos) op het witte doek. Luister de nieuwe EP 'You break it, you own it' op Spotify!
O Chade anunciou esta semana a decisão de sair do Tribunal Penal Internacional, alegando a eficácia limitada da instituição e uma actuação excessivamente centrada em África. A decisão surge depois de a Venezuela também ter anunciado o abandono do TPI, numa altura em que o procurador Karim Khan foi afastado na sequência de alegações de conduta sexual imprópria, acusações que o próprio nega. André Thomas, professor jubilado de Direito Internacional e Direito Constitucional da Universidade da África do Sul, em Pretória, considera que estas saídas eram previsíveis e reflectem a urgência de as Nações Unidas reformarem o Tribunal Penal Internacional, que, na sua opinião, se tornou num instrumento de justiça ao serviço dos interesses da União Europeia. O que representa a saída do Chade do Tribunal Penal Internacional? Penso que este é o início de um êxodo. Muitos outros países poderão seguir o mesmo caminho e abandonar o Tribunal Penal Internacional. Além disso, como sabemos, os Estados Unidos estão determinados a contribuir para o enfraquecimento, ou mesmo o eventual encerramento, do Tribunal Penal Internacional. Falámos aqui da saída do Chade, mas a Venezuela também já disse que vai sair. Poderá haver aqui uma certa pressão do Presidente dos EUA, quando se sabe que a presidente interina, Delcy Rodríguez, é muito próxima de Donald Trump, Este novo mundo depende essencialmente de cinco pessoas: o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump; o Presidente da China, Xi Jinping; o primeiro-ministro da Índia; e, possivelmente, também o rei da Arábia Saudita. São estas as potências que, na minha perspectiva, exercem maior influência e determinam o rumo dos acontecimentos no mundo. Desde que chegou à Casa Branca, Donald Trump anunciou que pretendia desmantelar o Tribunal Penal Internacional (TPI). Estes anúncios de saída surgem numa altura em que os 125 Estados Partes do TPI se preparam para votar a destituição do procurador Karim Khan, acusado de conduta sexual imprópria. Karim Khan nega as acusações. Pode falar-se de uma tentativa de amordaçar o TPI, precisamente quando este passou a centrar a sua atenção também no Ocidente, emitindo acusações, nomeadamente contra o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, por alegados crimes cometidos em Gaza, e investigando ainda alegados crimes cometidos por militares norte-americanos no Afeganistão? O Tribunal Penal Internacional tem sido, desde a sua criação, uma instituição muito controversa. Foi uma iniciativa europeia e é financiado, em grande medida, pelos Estados Partes, entre os quais se encontram os Estados da União Europeia, que constituem uma parte significativa do seu orçamento. O trabalho do TPI tem sido desenvolvido por pessoas que se auto-intitulam juízes, mas que, na minha opinião, não possuem as qualificações jurídicas adequadas. São nomeadas pelos Estados Partes, num processo em que as preferências políticas dos Estados desempenham um papel relevante. Os alvos do TPI têm sido, em grande medida, dirigentes africanos e outras personalidades que, na perspectiva de alguns críticos, não representam uma ameaça significativa para o Tribunal. O Tribunal admite determinados tipos de prova, incluindo prova indirecta, cuja admissibilidade é regulada pelo seu Estatuto e pelas respectivas regras processuais. Além disso, entendo que o sistema de recursos é insuficiente para assegurar plenamente os direitos dos arguidos. Na minha perspectiva, deveria existir um mecanismo de recurso mais amplo, garantindo uma dupla apreciação das decisões, como sucede em muitos sistemas judiciais nacionais. Das investigações abertas pelo Tribunal Penal Internacional, desde a sua entrada em vigor, nove dizem respeito a Estados africanos. O Chade diz que abandona esta instituição porque existe uma justiça de geometria variável. Estes argumentos são válidos? Sempre considerei a criação do TPI demasiado política. Pretendia, na realidade, dar uma força brutal à política externa da União Europeia, castigando aqueles que eram considerados um obstáculo aos objectivos políticos europeus. E pretendendo que não existem outros criminosos. Há criminosos terríveis neste mundo em relação aos quais o TPI nunca sequer ponderou actuar. Basta falar do Irão, onde regularmente são executadas raparigas de 14 ou 16 anos, após serem chicoteadas em público. São coisas absolutamente horrorosas. Como é que se justifica essa falha do TPI? Penso que sempre houve oportunismo por parte da pessoa encarregada de instaurar os processos, ultimamente o senhor Karim Khan. Já há anos se falava das alegadas vítimas dos seus abusos sexuais. Não é novidade nenhuma. Mesmo assim, manteve-se em funções e começou a emitir mandados de captura contra presidentes e chefes de governo, como o primeiro-ministro Netanyahu, o que, em si, constitui um abuso do Direito Internacional, porque uma das regras mais antigas do Direito Internacional é a imunidade absoluta de um rei ou de um Presidente enquanto estiver no exercício das suas funções. A existência do Tribunal Penal Internacional está ameaçada? Qual será o futuro desta organização? Penso que vai desaparecer, porque os países estão cansados de uma autoridade que se autoproclama detentora da autoridade moral do mundo. Os Estados têm igual direito à soberania, que é o fundamento das relações internacionais e das Nações Unidas, bem como o princípio da igualdade entre os Estados. A maior parte dos países não tolera que um pequeno grupo de países - os países europeus - assuma a responsabilidade de julgar o resto do mundo apenas porque este não obedece às regras da democracia multipartidária europeia. Nem a China, nem a Índia, nem a Rússia, nem a maioria dos países da Ásia o fazem. Assim, será muito difícil haver futuro para este tribunal. A única possibilidade será uma reforma profunda do TPI, sob a responsabilidade do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Isso, sim, é uma possibilidade. Esperemos que aconteça. Eventualmente, dentro de alguns anos, poderá abrir-se esse debate. Quais seriam, na sua opinião, as reformas prioritárias? Deve ser restabelecida a imunidade absoluta dos chefes de Estado, para salvaguardar a paz internacional. Não é possível que um grupo de países determine que um chefe de Estado, eleito ou não eleito, em exercício de funções, deva ser levado a tribunal e, eventualmente, preso. Isso retiraria uma grande parte da controvérsia. De resto, têm de existir todas as garantias processuais próprias de um direito penal moderno e devem ser excluídas as chamadas provas de segunda ou terceira mão, que não são provas. Não vale a pena. Houve um tribunal especial que julgou Charles Taylor, antigo Presidente da Libéria, com base em relatos publicados por jornalistas nos jornais. Não havia qualquer prova directa. Considera que devem ser os próprios países a julgar? Essa justiça deve pertencer aos Estados? Não. Tem de ser uma justiça sob a autoridade das Nações Unidas, que é a única instituição verdadeiramente global que poderá assumir essa responsabilidade de aplicar o Direito Penal Internacional, reservado aos crimes mais graves. E é necessário ter consciência da evolução moderna do Direito Penal. Por exemplo, o TPI aceita o princípio da responsabilidade de comando. Ou seja, um comandante ou um general, que pode estar muito longe das tropas que eventualmente tenham cometido abusos contra os direitos humanos, fica pessoalmente responsabilizado perante o TPI. Parece-me uma situação algo absurda, sobretudo quando esse comandante não dispõe de meios para comunicar com as suas tropas. E isso tem acontecido. Quando diz que a reforma do TPI tem de passar pelas Nações Unidas, considera que a organização está, neste momento, em condições de a concretizar? Existe hoje uma nova multipolaridade, constituída por cinco grandes nações que detêm poder militar e capacidade nuclear. As Nações Unidas têm servido como o fórum capaz de moderar a actuação dos mais poderosos. Esperemos que, no futuro, especialmente com a influência de um novo secretário-geral, a organização possa voltar a desempenhar um papel muito activo e importante no mundo, porque estamos a assistir a uma escalada do uso da força. De repente, países pequenos e grandes começam a recorrer à força militar. Ora, foi precisamente para impedir a ameaça do uso da força e o recurso à força que as Nações Unidas foram criadas. Daí a importância de existir um Tribunal Internacional capaz de julgar os crimes num mundo cada vez mais marcado por conflitos? Absolutamente. Um Direito Penal Internacional pode ser muito importante e muito útil. Mas não se servir apenas os interesses privilegiados ou exclusivos da União Europeia. O TPI não pode continuar a funcionar como um instrumento da União Europeia. Tem de ser verdadeiramente global. Além disso, a falta de boa governação e de mecanismos eficazes de controlo ficou bem patente neste escândalo relacionado com alegados abusos de natureza sexual envolvendo uma das figuras-chave da instituição. Que vergonha!
La Slovaquie en direct, Magazine en francais sur la Slovaquie
Bulletin d´informations. L'ere des prets hypothécaires a moins de 1 % est révolue. Les emprunteurs dont le pret arrive a échéance verront leurs taux d'intéret grimper brutalement, passant de 1 % a 3 % supplémentaires / Vous utilisez votre voiture de société pour faire vos courses pour la maison, aller chercher les enfants a l´école ou meme partir en week-end ou en vacances ? Nan,nan, nan, c´est fini tout ça. La Direction générale des Finances publiques lance un contrôle national pour vérifier dans quelle mesure la voiture de fonction est utilisée / Pour la premiere fois en 30 années de festival Pohoda, un mariage y fut célébré. Deux amoureux qui se sont rencontrés au festival.
Dzīvnieks nav manta vai priekšmets – šādas izmaiņas Civillikumā jau vairākus mēnešus tiek apspriestas Saeimā. Tagad sākusies arī diskusija, vai nepieciešams pastiprināt atbildību par cietsirdīgu un nepiedienīgu izturēšanos pret dzīvniekiem. Par to plašāk spriežam Krustpunktā. Analizē Tieslietu ministrijas Krimināltiesību departamenta direktore Indra Aizupe-Dzintare, Zemkopības ministrijas Dzīvnieku veselības, audzēšanas, aizsardzības un pārtikas nekaitīguma departamenta Dzīvnieku aizsardzības, tirdzniecības un barības nodaļas vadītāja Agija Mediņa, Veterinārārstu biedrības pārstāve Lita Konopore un juriste, dzīvnieku tiesību eksperte Inese Bāra. Raidījumā Krustpunktā daudz ir diskutēts un runāts par vardarbību - vardarbību pret bērniem, pret sievietēm, vardarbību ģimenē, arī emocionālo vardarbību interneta komentāros un citos aspektos. Mazāk esam apsprieduši tematu par vardarbību pret dzīvniekiem. Vidēji gadā pēc Krimināllikuma 230. panta par cietsirdīgu izturēšanos pret dzīvnieku un dzīvnieku spīdzināšanu tiek sākti aptuveni 50 kriminālprocesi. Visbiežāk cietsirdība vērsta pret mājdzīvniekiem - suņiem un kaķiem, taču mocības piedzīvojuši arī zirgi, govis, truši, putni un pat bruņurupucis. Mēneša sākumā medijos izskanēja ziņa, ka vairāku gadu garumā kādā Pierīgas stallī notikusi zirgu seksuāla izmantošana, šīs perversijas arī filmētas. Policija šobrīd veic izmeklēšanu, vainīgās personas ir noskaidrotas, un dzīvnieki tagad ir drošībā. Pēc šī gadījuma Latvijas Veterinārārstu biedrība jau atkārtoti aicina likumā skaidri noteikt, ka dzīvnieku seksuāla izmantošana ir noziedzīgs nodarījums,. Arī policija uzskata, ka tas atvieglotu šādu lietu izmeklēšanu. Tikmēr Tieslietu ministrijā skaidro, ka pašreizējais Krimināllikuma regulējums ir pietiekams, bet būtu jāievieš izmaiņas Dzīvnieku aizsardzības likumā. Un paralēli arī Saeimas deputāti šī sasaukuma izskaņā spriež par šo jautājumu, kas ir dzīvnieks - dzīva būtne vai tikai manta un priekšmets?
Dzīvnieks nav manta vai priekšmets – šādas izmaiņas Civillikumā jau vairākus mēnešus tiek apspriestas Saeimā. Tagad sākusies arī diskusija, vai nepieciešams pastiprināt atbildību par cietsirdīgu un nepiedienīgu izturēšanos pret dzīvniekiem. Par to plašāk spriežam Krustpunktā. Analizē Tieslietu ministrijas Krimināltiesību departamenta direktore Indra Aizupe-Dzintare, Zemkopības ministrijas Dzīvnieku veselības, audzēšanas, aizsardzības un pārtikas nekaitīguma departamenta Dzīvnieku aizsardzības, tirdzniecības un barības nodaļas vadītāja Agija Mediņa, Veterinārārstu biedrības pārstāve Lita Konopore un juriste, dzīvnieku tiesību eksperte Inese Bāra. Raidījumā Krustpunktā daudz ir diskutēts un runāts par vardarbību - vardarbību pret bērniem, pret sievietēm, vardarbību ģimenē, arī emocionālo vardarbību interneta komentāros un citos aspektos. Mazāk esam apsprieduši tematu par vardarbību pret dzīvniekiem. Vidēji gadā pēc Krimināllikuma 230. panta par cietsirdīgu izturēšanos pret dzīvnieku un dzīvnieku spīdzināšanu tiek sākti aptuveni 50 kriminālprocesi. Visbiežāk cietsirdība vērsta pret mājdzīvniekiem - suņiem un kaķiem, taču mocības piedzīvojuši arī zirgi, govis, truši, putni un pat bruņurupucis. Mēneša sākumā medijos izskanēja ziņa, ka vairāku gadu garumā kādā Pierīgas stallī notikusi zirgu seksuāla izmantošana, šīs perversijas arī filmētas. Policija šobrīd veic izmeklēšanu, vainīgās personas ir noskaidrotas, un dzīvnieki tagad ir drošībā. Pēc šī gadījuma Latvijas Veterinārārstu biedrība jau atkārtoti aicina likumā skaidri noteikt, ka dzīvnieku seksuāla izmantošana ir noziedzīgs nodarījums,. Arī policija uzskata, ka tas atvieglotu šādu lietu izmeklēšanu. Tikmēr Tieslietu ministrijā skaidro, ka pašreizējais Krimināllikuma regulējums ir pietiekams, bet būtu jāievieš izmaiņas Dzīvnieku aizsardzības likumā. Un paralēli arī Saeimas deputāti šī sasaukuma izskaņā spriež par šo jautājumu, kas ir dzīvnieks - dzīva būtne vai tikai manta un priekšmets?
Olá! Tudo bem? O seu podcast 100% em português desejando uma ótima semana para todos os ouvintes. Eu sou a professora Juliana, avoz que fala no seu ouvido ao reproduzir este conteúdo! Nós, você e eu, somos o podcast Falar Português Brasileiro. Seja bem-vindo! Aumente o seu volume, pegue o seu caderno e prepare-se!O episódio de hoje é sobre … um tema não tão comum, pelo menos não tão presente na fala cotidiana, no entanto, se você for um leitor assíduo da literatura clássica brasileira sem dúvida já se deparou – deparar significa encontrar alguém ou algo de forma inesperada, por acaso ou ser surpreendido com alguma situação. Então, retomando sem dúvida você já se deparou com esse tempo verbal do modo indicativo, vou falar sobre o pretérito mais-que-perfeito é isso mesmo!Pegue o seu caderno, o seu bloco de notas e aprenda uma pouco mais de português! Vamos lá? O pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo é um dos tempos verbais menos utilizados na fala cotidiana do português brasileiro. No entanto, ele continua sendo muito importante para a compreensão de textos literários, documentos históricos, obras clássicas e até mesmo para ainterpretação de alguns textos jurídicos e religiosos.Sua principal função é indicar uma ação passada que ocorreu antes de outra ação também passada.Veja:
Nas últimas semanas, a África do Sul tem conhecido uma nova onda de xenofobia, com ataques directos, assaltos, agressões físicas, incêndios nas residências e locais de trabalho dos imigrantes, com um balanço de pelo menos quatro mortos, entre os quais dois moçambicanos. Também foram organizadas manifestações em vários pontos do país, nomeadamente Pretória, Joanesburgo, Durban ou ainda a Cidade do Cabo, para exigir medidas do governo para combater a imigração clandestina. Com uma taxa de desemprego a ronda os 33% e um Estado com dificuldades em responder às necessidades básicas da sua população, nomeadamente em termos de saúde e segurança, certas franjas da população sul-africana acabaram por ficar mais sensíveis às mensagens de incitação ao ódio por parte de organizações como 'March and March', ou ainda 'Operação Dudula', que peritos acreditam ser financiadas por partidos políticos. Apesar de já ter terminado no passado dia 30 de Junho, o prazo fixado por estas organizações para os imigrantes em situação irregular deixarem o país, há relatos de que a situação continua tensa. Perante os riscos cada vez maiores para a sua segurança, desde o começo do mês de Junho, dezenas de milhares de migrantes designadamente oriundos da Nigéria, Zimbabué, Maláui e Moçambique regressaram aos seus países pelos seus próprios meios ou com apoio dos seus respectivos governos. Com cerca de 300 mil cidadãos residentes na África do Sul, o executivo moçambicano refere que “milhares” já regressaram ao país, sendo que uns 1.400 nacionais foram repatriados com o apoio de Maputo. Nestes últimos dias, o governo evocou a eventualidade de se propor às pessoas repatriadas trabalhos nos megaprojectos, ou mobilidade laboral em Portugal e nos Emirados Árabes Unidos, ao abrigo de acordos estabelecidos com estes países. Foi sobre a situação vigente na África do Sul e as condições em que os emigrantes moçambicanos regressam ao seu país que a RFI conversou com Wilker Dias, coordenador da plataforma Decide, que divide o tempo entre Maputo e a África do Sul e tem acompanhado este processo. RFI : Passados 10 dias do fim do ultimato das organizações anti-imigração, qual é a situação vigente na Árica do Sul? Wilker Dias : Em alguns bairros a situação ainda continua tensa, principalmente se formos olhar em alguns pontos em Joanesburgo continuam com alguns focos e temos situações, na maior parte dos casos, claramente visíveis contra os imigrantes ilegais, mas também há alguns outros aspectos. Nós acabamos verificando que existem alguns bairros em que, mesmo sendo o cidadão legal, acaba sofrendo com as represálias desta questão da xenofobia que tem sido recorrente na África do Sul. Um outro aspecto que nós poderíamos aqui levantar é que além das pessoas estarem a serem vitimas, também nós temos estabelecimentos comerciais que acabam levando por tabela esta questão ligada a xenofobia, em que também por um lado, demonstra que não é apenas um acto que é provocado por conta da pressão de estrangeiros no país, mas também ligados àqueles que são os factores de pobreza ou de desemprego, que acaba assolando um pouco parte daquela que é a comunidade sul-africana. RFI : Como é que se explica que, apesar de ter terminado esse ultimato, a violência continua? Wilker Dias : É claramente por isso, porque eles deram um ultimato e claramente que depois deste ultimato, já se previa que seria o início de uma fase mais violenta, em que poderíamos ter feridos e poderíamos ter mortos. E é basicamente isso que ainda continuamos a verificar. Do outro lado, temos moçambicanos mortos, alguns deles contabilizados obviamente pelo Estado. Mas existe também algum número que é difícil de contabilizar e a gente vai recebendo algumas informações com os familiares próximos que habitam daquele lado. RFI : Consta que haverá partidos políticos que financiam essas organizações. Wilker Dias : Essa teoria é quase que normal, que existe até uma altura destas, porque estamos em ano eleitoral na África do Sul. Complica ainda mais. Primeiro, para que o governo tome alguma medida relativamente ao aspecto e alguns partidos políticos também saem contra algumas medidas que podem eliminar esses movimentos. Eu digo isto porquê? Porque se nós formos a ver, há um grande peso da comunidade africana e zulu e esses movimentos anti-imigração são também liderados por zulus. É por esse motivo que nós temos o MK (partido fundado pelo antigo Presidente Jacob Zuma), que decerto apoia o movimento anti-imigração. Já vimos a filha do Jacob Zuma a proferir algumas palavras ‘Também vou apoiar este movimento' e por aí vai. Mas é tudo por uma táctica eleitoral, porque estamos num ano eleitoral. RFI : Tem-se a sensação que o ANC no poder não tem tido propriamente mão firme relativamente a estas violências. Wilker Dias : Sim, o ANC, aquilo que se fala pelos corredores aqui na África do Sul é que o ANC não tem tido esta mão firme por conta deste quesito que é o ‘factor ano eleitoral', porque as coisas nas últimas eleições não correram bem, porque ganharam, obviamente, mas não foram naqueles números desejados. E o facto de não ter ganho os números desejados é a fragilidade que o ANC foi enfrentando ao longo dos tempos. Se tivermos este ir contra estes que defendem os movimentos, neste caso anti-imigração, isto poderá ter consequências ainda piores para o próprio ANC. Então, por isso tem que fazer um jogo um pouco mais neutro para encontrar alguma solução para tudo isto. RFI : Wilker Dias anda entre a África do Sul e Moçambique e tem estado atento a todo este processo de repatriamento dos moçambicanos que estavam radicados na África do Sul. Como é que eles chegam? Em que situação é que eles se encontram? O que é que eles contam? Wilker Dias : Temos visto pessoas em diferentes situações. Há aqueles que chegam de facto, sem nenhuma documentação, alguns não por serem propriamente ilegais, mas porque naquele processo de saídas às pressas e etc, acabaram perdendo os seus documentos. Nesse caso concreto, o passaporte. E há uma complicação enorme, por vezes do lado sul-africano, em que há denúncias de que para passar do outro lado precisa-se de valores monetários. Estás a voltar para o teu país e mesmo assim precisas de ter algum valor, que é para poder praticamente subornar a polícia ou a imigração para poder passar. Então isto acaba sendo um dos factores que deixa as pessoas muito frustradas com isso. São várias pessoas que já contabilizamos, acho que mais de 50 ou 100 pessoas que já passaram por esta situação a nível da fronteira do lado sul-africano, o que é um factor um pouco negativo. RFI : O governo esta semana disse que tinha ajudado a repatriar cerca de 1400 pessoas provenientes da África do Sul. Tem-se alguma ideia de quantas outras é que terão saído da África do Sul pelos seus próprios meios? Wilker Dias : É um número muito grande. Eu só posso adiantar isso porque é um facto praticamente histórico. A África do Sul, durante anos, sempre foi tido como um eldorado por parte dos moçambicanos e de certeza nós temos lá muitos, principalmente nas zonas ou em regiões mineiras. E isto faz com que nós, a uma altura destas, tenhamos vários moçambicanos que vão atravessar. é só nós irmos a terminal da Junta Rodoviária em Maputo, nós vamos ver lá várias pessoas, tanto moçambicanos e também malauianos que estão daquele lado e que infelizmente uma das coisas que me deixou meio triste com o governo do Maláui é não era haver uma mobilização também forte por parte do governo para tirar aqueles que são os seus cidadãos. Este facto também mostra um pouco daquela que é a falta de união ou preparação por parte dos países da SADC no que diz respeito a esse fenómeno da xenofobia. A diplomacia não está a funcionar a nível da nossa região como deve ser. A própria sociedade está muito tímida relativamente a esse aspecto. Era altura de se unir e aí também olhar-se não só para aqueles que vão sair da África do Sul, mas que olham para Moçambique como o ponto mais próximo para tentar ver o que é que se pode fazer e voltar. Temos muitos cidadãos, a título de exemplo, que também conseguiram ir para a Beira para depois apanhar um comboio e seguir para os outros países próximos. O que revela também um número grande de imigrantes que Moçambique está a receber. E isso também pode trazer consequências para Moçambique, que para além de os cidadãos moçambicanos que estão a vir do outro lado, nós teremos que se calhar encontrar uma medida para aqueles cidadãos malauianos e também de outras nacionalidades que estão a vir para Moçambique e que até podem estar numa situação ilegal. RFI : O Governo comunica bastante sobre o apoio que tem dado aos moçambicanos que têm que sair da África do Sul. Transportam essas pessoas e depois dão-lhes algum apoio, um kit, alguma informação para tentar restabelecer-se. E também falam em projectos para estas pessoas, para serem colocadas em novos postos de trabalho, nomeadamente nos megaprojectos no Norte ou nos Emirados ou em Portugal. O que é que constata no terreno? Wilker Dias : Eu constato que isso é uma miragem. Primeiro ponto : não é só o governo que está a prestar este apoio. Temos, além dos partidos político, temos também visto grupos de cidadãos que se têm mobilizado e também dirigido a estes pontos para poder distribuir refeições e ajudar as pessoas que vêm da África do Sul. Por conta da xenofobia, muitos cidadãos tem-se mobilizado, sensibilizado para este efeito. Relativamente à questão de empregabilidade a nível dos megaprojectos aqui em Moçambique, por aí vai. Eu lhe digo que isto é uma autêntica ilusão. Só para ter uma ideia, antes de ontem nós tivemos uma situação em Maputo, a título de exemplo, onde mais de 1000 pessoas foram concorrer para 30 lugares num supermercado. Ontem tivemos também pessoas que queriam concorrer para a Rádio Moçambique. Mais de 1000 pessoas que estavam a tentar entrar para oito vagas de serventes. Aí vem a seguinte questão. Só para estas oito vagas de servente, lá temos essas 1000 pessoas que nem sequer conseguimos colocar. Agora imagine o nível de desemprego em todo o país. E com estas pessoas que estão a vir, será que vão conseguir alcançar este objectivo? Obviamente que não. E como é que as pessoas vão para Portugal? Com que meios serão mandadas para Portugal? O Governo vai custear os vistos? O Governo vai custear as passagens? Então são essas questões que nós devemos colocar antes de poder proferir esse tipo de coisas. Eu acho que foi mais um discurso politicamente bonito, que é para tentar sacudir a poeira de cima do capote. Mas é ilusório. Isso não vai acontecer. RFI : E a seu ver o que é que pode ser melhorado? Wilker Dias : Eu acho que uma das coisas que nós deveríamos tentar fazer era um comité de gestão para este caso em específico, em que colocaríamos se calhar não só a componente financeira, mas também a componente diplomática, como falei, a questão da assistência alimentar, pelo menos garantir o regresso às suas residências. Eu acho que isso poderia ter sido feito ou poderá se fazer de uma forma muito mais forte. Mas, infelizmente, às vezes nós não temos este hábito de lidar bem com questões ligadas à gestão de crise.
Welcome to Brand of the Match, a new series from The Marketing Hustle. Lottie Unwin is joined by co-host Joel Bjarni Marlinarson (founder of Coldest Creative) to debate which brands are playing the partnership game best, red cards, yellow cards and all.This week's category: Partnerships. Lottie and Joel go head to head on Diet Coke x The Devil Wears Prada, Kit Kat's "stolen lorry" stunt, the London Marathon activations from Adidas, Nike and Hoka, Poppi's launch into Pret, Lucky Saint x Lime Bike, Unplugged x Damson Madder and Zendaya x Law Roach for On. One winner gets crowned Brand of the Match.Thank you to our sponsor Stickybeak — rapid consumer research built for FMCG marketers. Test packaging, concepts and campaigns with real people in under 48 hours.Find out more: stickybeak.co0:00 — Intro: Lottie's background and the new co-host format0:26 — Joel introduces Coldest Creative and the "brands as football teams" idea0:47 — How the show works: red cards, yellow cards, the whistle and Brand of the Match1:44 — Kick-off: Round one, PartnershipsDiet Coke x The Devil Wears Prada, and why it works when partnerships are the core of the idea, not an afterthoughtKit Kat's "stolen lorry" stunt and moving at social speedLondon Marathon 2026: Adidas, Nike, Hoka and Wild Deodorant's last-minute activationWhy behind-the-scenes content is now outperforming the polished final asset10:22 — Half-time: the Stickybeak ad break11:35 — Second half: Poppi's launch into Pret, and whether it's a smart distribution play or a brand riskLucky Saint x Lime Bike, and building partnerships around habits people already haveUnplugged x Damson Madder's single-cabin collaborationM&S's compliments campaign and the power of employees posting before the brand doesZendaya x Law Roach for On, and the satirical "assistant" framingJacquemus and his grandmother: legacy as a partnership hookPredictions: employee-led campaigns and the rise of "pay to access an audience" partnerships23:05 — Final whistle and verdict26:13 — On, with the Zendaya x Law Roach campaign, is crowned Brand of the Match26:22 — Outro and how to follow the showDrop us a follow!Joel Bjarni Marlinarson — Instagram & TikTok: @coldestjoel | LinkedIn: Joel Bjarni MarlinarsonLottie Unwin — Instagram: @lottieunwinmarketing | TikTok: @lottieupworld | LinkedIn: Lottie UnwinSubscribe wherever you listen, and drop a comment if you think we got the verdict wrong.
As manifestações anti-imigração na África do Sul já levaram à saída de mais de 25 mil estrangeiros do país. Por enquanto, as autoridades têm tolerado estas manifestações, mas a amplitude da violência, com várias mortes registadas, merece a intervenção das organizações regionais e continentais. Milhares de pessoas estão a fugir diariamente da África do Sul devido às marchas anti-imigração que já duram há quatro meses, com grupos organizados a perseguir, incendiar casas e matar estrangeiros um pouco por todo o país. Os moçambicanos constituem a maior comunidade estrangeira que reside no país e todos os dias a fronteira de Ressano Garcia acolhe centenas de pessoas que fogem à violência na África do Sul. Para José Gomes, jornalista e analista político angolano instalado em Pretória, os imigrantes são o bode expiatório dos problemas do país, uma situação que parece não desagradar às autoridades sul-africanas que assim se desresponsabilizam de flagelos como a enorme taxa de desemprego na África do Sul. "O que acontece é que os imigrantes tem sido um bode expiatório, porque sempre que há eleições ou ano eleitoral, esta narrativa anti-imigrantes tende a aumentar e há também aproveitamento de alguns partidos políticos. Nós tivemos as últimas eleições gerais, que houve um partido político que usou a bandeira mesmo da xenofobia. Agora, este ano, como vamos ter as eleições autárquicas no final do ano. A África do Sul tem problemas sociais, tem problemas económicos e taxas altas de desemprego. Cerca de 60% da juventude está no desemprego. Quando esta mesma população invoca que os seus problemas de desemprego são os estrangeiros, isso desafoga o poder político. Então ele vai para as eleições, já não tem muito trabalho para fazer como promessas de empregos. Porque o próprio povo, a própria população, já elegeu um culpado que são os imigrantes. Então eles vão culpar os imigrantes e vão desresponsabilizar, neste caso, o próprio governo do ANC e o governo de coligação em vigor no país. Então, isto é uma vantagem para o poder político", indicou José Gomes, que acrescenta que não tem havido grandes discursos para desencorajar esta violência. Para este jornalista angolano, esta violência pode degenerar e generalizar-se mesmo entre sul-africanos. De forma a permitir o restabelecimento da ordem no país, José Gomes considera que as organizações regionais e continentais têm se exprimir para proteger todos os estrangeiros em solo sul-africano. "Há governos como o de Moçambique, do Botswana, mas sobretudo Moçambique está muito activo. Porque Moçambique é um dos países que tem a maior comunidade estrangeira na África do Sul. É um país que tem cerca de cinco consulados em todo o território sul-africano, então tem uma presença forte. É o mais activo. Agora, esta é uma agenda que já se deveria levar a nível da SADC, a nível da União Africana e não está a acontecer. Isso devia acontecer para a África do Sul tomar posição de preservar a vida das pessoas que estão no seu território, porque embora só estejam a atacar um determinado número de estrangeiros que são moçambicanos, os zimbabueanos, alguns somalis ou etíopes, mas isso depois vão começar a atacar todo mundo porque o discurso está a ser usado por esses manifestantes é contra aqueles que não têm os documentos com que estão ilegais, mas bem, nessa altura de euforia, ninguém vai ter tempo de ver quem está ilegal ou não. Este é um assunto africano, porque isso está a mexer com a imagem da África Austral, está a mexer com a imagem também de África e isso não está a ser muito bom", garantiu. Nos últimos meses já terão saído da África do Sul cerca de 25 mil pessoas, originárias do Malawi, Zimbabwé, Moçambique, Gana ou ainda Nigéria. Dezenas de pessoas terão sido mortas pelos manifestantes nos últimos meses e na terça-feira, data limite dada pelos manifestantes para todos os imigrantes ilegais abandonarem o país, foram detidas 900 pessoas que participaram nos motins xenófobos.
E aí, tudo bem por aí?Profa Ju chegando para mais um episódio do nossopodcast Falar Português Brasileiro, o podcast 100% em português para você aprender a língua com histórias, contexto, cultura e explicações que realmente fazem sentido na sua vida. Onde quer que você esteja agora — caminhando, dirigindo, lavando a louça, trabalhando, organizando a casa ouapenas aproveitando alguns minutos de descanso — seja muito bem-vinda, seja muito bem-vindo.No episódio de hoje, nós vamos continuar a nossa viagem pelos tempos verbais do passado.
Vārds "radiācija" daudziem saistās ar ko bīstamu, taču medicīnā radiācija sniedz cerību uz izveseļošanos onkoloģijas pacientiem. Kā mums izdevies savaldīt šo unikālo radiācijas procesu un pakļaut to mūsu vēlmēm — medicīnā? Un kā mainījusies staru terapija gadsimta laikā? Par to saruna raidījumā Zināmais Nezināmajā, kurā piedalās Rīgas Austrumu klīniskās universitātes slimnīcas radioloģe-terapeite, Latvijas Terapeitiskās radiololoģijas valdes locekle Zane Ruduša un Paula Stradiņa Klīniskās universitātes slimnīcas Staru terapijas centra vadītājs, Latvijas Universitātes pasniedzējs Gints Rausis. Raidījumā arī par ķirurģijas un ķirurģiskā griezuma pirmsākumiem sarunā ar Paula Stradiņa Klīniskās universitātes slimnīcas Ķirurģijas klīnikas vadītāju un Rīgas Stradiņa universitātes profesoru Jāni Gardovski. Modernā ķirurģija ir jauna nozare, lielākoties par tās attīstību runājam 19. un 20. gadsimta kontekstā, tomēr sapratne par cilvēka ķermeni veidojusies krietni agrāk. Viduslaikos, kas renesanses perioda iespaidā tika apzīmēti kā tumši laiki, ķirurģiskus griezumus veica bārdziņi — bez anestēzijas un instrumentu sterilizācijas. Nākamie gadsimti nesīs padziļinātas zināšanas par anatomiju, idejas par veiksmīgiem griezumiem operāciju laikā un, protams, atsāpināšanu. Šobrīd medicīnā tiek izmantotas arī robotizētas iekārtas. Paļauties tikai uz robotiem nevaram un nevarēsim, bet roboti ir precīzi, tie nenogurst, var strādāt saudzīgi un kvalitatīvi. Vadošā robotizētā ķirurģiskā sistēma pasaulē ir "Da Vinci". Kā stāsta Jānis Gardovskis, “Da Vinci” robotu vēl gaidām, taču Latvijas medicīnā jau krietnu laiku tiek lietotas citas noderīgas tehnoloģijas, un viena no tādām ir lāzeris.
Durante dos años, desde 1994 a 1996, Enrique Morente y Lagartija Nick dieron forma al disco que en su día nadie entendió y que con el paso de los años, 30 ya, se ha convertido en una de las principales obras de la música española. Reunía los textos de Lorca, las letras y la música de Leonard Cohen, el cante jondo de Morente, el rock punk de los Lagartija y todo confluía en un poema a los muertos que Jesús Arias enseñó a Morente. ¿Cómo surgió el disco? ¿Por qué sigue siendo tan especial?
Se gestó en 1996, se tituló "Omega" y fue obra de Enrique Morente y Lagartija Nick, un disco excepcional que vendría a encabezar y liderar una nueva época musical para el flamenco, con aquella fusiones con el rock, el punk y la poesía de Federico García Lorca. Todo aquel álbum, innegociable, ha protagonizado nuestro Pretérito Pluscuamperfecto de esta mañana. En La Charla de los miércoles hemos recibido a una de las grandes estrellas del pasado Festival de Cannes, Aina Clotet, quien con su primer largometraje, "Viva" (que también protagoniza), ha superado todas las expectativas... Una historia que rompe con los clichés y los lugares comunes cuando hablamos del cáncer, con la premisa de que nada fomenta más la vida que la cercanía objetiva y palpable de la muerte. Antes, con la escritora Marta Sanz y el antropólogo Manuel Delgado, en "El rincón y la esquina", hemos hablado de todo lo que tiene que ver o recuerda con un término muy utilizado a diario o casi: Los Gilipollas.
E aí, tudo bem por aqui?Profa Ju aqui. Sejam todos bem-vindos, semana começando e mais um episódio do nosso podcast Falar Português Brasileiro para você aprender mais um pouquinho de português. Onde quer que você esteja neste momento sinta-se abraçado! Estamos aqui para mais uma semana.Onde quer que você esteja, caminhando, dirigindo, lavando a louça, organizando a casa, trabalhando ou simplesmente aproveitando alguns minutos para estudar português — nós estamos com você.Neste episódio vamos falar sobre um detalhe relevante entre dois tempos verbais do modo indicativo. Detalhe que faz toda a diferença e que por sinal, em uma das aulas do curso de gramática eu fiz uma orientação sobre esse ponto que distingue os verbos no pretérito perfeito e no futuro do presente. Essa diferença é capaz de mudar completamente o tempo de uma ação e gerar problemas de comunicação, tudo isso por causa de uma única sílaba. Veja a diferença entre “eles falaram e eles falarão. Você percebeu a diferença?
www.spanishwithpedro.com
Profa Ju chegando.Seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda a mais um episódio do nosso podcast Falar Português Brasileiro o podcast que ensina português contando histórias. O podcast existe porque você está aquicomigo semanalmente! Mais uma vez, desejo uma boa semana! Hoje é um episódio especial. Hoje, a gente encerra um ciclo. Deve estar se perguntando qual, né?
Moçambique e África do Sul preparam a transladação de seis moçambicanos mortos em ataques xenófobos. Maputo condena a violência e Pretória promete reforçar o repatriamento de imigrantes ilegais. Em Lichinga, escolas carecem de carteiras, livros e muros de proteção, e na Zambézia extinção do ensino noturno preocupa alunos e encerregados de educação.
¿Cuál es exactamente la diferencia entre decir: "¡¡ Esto es vida!!" de... ¡¡La vida era esto!!? ¿Qué difiere de una sensación placentera, efímera y puntual de las cosas que, para bien e inevitablemente también para mal, nos suceden a lo largo de los años vividos? De ello hemos hablado en `El rincón y la esquina ´con la escritora Marta Sanz y el antropólogo Manuel Delgado. En el "Pretérito Pluscuamperfecto" hemos vuelto a los tiempos bochornosos de Luis Roldán, en los que el director general de la Guardia Civil, que a punto estuvo de ser nombrado por Felipe González nada menos que ministro del Interior, fue desenmascarado por las investigaciones periodísticas lideradas por el periodista (entonces en Diario 16) José María Irujo. En nuestra `Charla´ de los miércoles, hemos conversado con la neurocientífica, Sara Mederos para saber qué pasa por nuestras atribuladas cabezas y cómo el miedo, la ansiedad y el estrés condicionan nuestra capacidad de decidir.
Recordamos cómo descubrimos que el que era Jefe de la Guardia Civil se apropió de 435 millones de pesetas de los Fondos Reservados y otros 1800 millones por comisiones ilegales. Fue en el inicio de los años 90 cuando supimos cómo una pista, una foto, una entrevista, un reportaje... podía cambiar el curso de los acontecimientos.
Rīgas rajona tiesa Jūrmalā imunologam Jevgēnijam Ņikiforenko par seksuālu vardarbību pret pacientēm piespriedusi 13 gadu cietumsodu un septiņu gadu liegumu strādāt par ārstu. Prokurore iepriekš lūdza tiesu piemērot par gadu ilgāku cietumsodu. Pēc pilna sprieduma sagatavošanas to būs iespējams pārsūdzēt Rīgas apgabaltiesā. Ņikiforenko ir Latvijā pirmais zināmais ārsts, kurš tiek tiesāts par šādiem noziedzīgiem nodarījumiem. Tiesas procesa laikā savu vainu viņš neatzina, un arī šodien no komentāriem medijiem atteicās. Šīs lietas izmeklēšana tika sākta pēc tam, kad Latvijas Radio sadarbībā ar Baltijas pētnieciskās žurnālistikas centru „Re:Baltica” ziņoja par vairākām sievietēm, kas imuno-loga veiktās darbības vērtēja kā seksuālu izmantošanu.
#430 The Imp from Impington - Rich has a problem with his daughter's favourite song, and shows that he is up to date with all the music playing at the discos nowadays. His guest is the irrepressible timkey, back for a third time in 18 months!. They talk about Tim's time as a white van man, a woman who survived eight days in a snow drift (for a bit), the places that Tim is and isn't going for his (basically sold out) tour https://www.plosive.co.uk/events/tim-key-mulberry-tour-2023, where he gets his crazy ideas, the incredible baguette deal in Pret, which comedian would make the best Prime Minister, being the answer to a question of University Challenge and what it's like to do a gig to a mainly Malaysian audience.There's a new and exciting instalment of the adventures of timkey the monkey and the pair compare cancers and then Rich asks the occasionally dynamite question, “What's it like being Tim Key?” Who can be sure. All I know is it's always a rollercoaster of fun and danger to be in his company!Come and see us live http://richardherring.com/rhlstpSUPPORT THE SHOW!See details of the RHLSTP LIVE DATES Watch our TWITCH CHANNELBecome a badger and see extra content at our WEBSITE Buy DVDs and books from GO FASTER STRIPE Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
E aí, tudo bem por aqui?Profa Ju chegando. Sejam todos bem-vindos, Semanacomeçando e mais um episódio do nosso podcast Falar Português Brasileiro para você aprender mais um pouquinho de português, o podcast que te acompanha enquanto você caminha, lava a louça, dirige, passeia com o cachorro, organiza a casa ou simplesmente tira alguns minutos do dia para estudar português.Vamos continuar falando sobre os verbos? Contudo, diferente dos episódios anteriores, vou contar uma história. Não vamos começar falando das regras, vamos começar falando sobre uma sensação. Sabe aquele momento em que você percebe que algo já mudou, acabou… e não tem mais volta? Talvez tenha sido uma conversa. Talvez uma decisão. Talvez um dia comum… que terminou diferente.Esse momento tem um tempo verbal. E é sobre ele que a gente vai falar hoje.O pretérito perfeito do indicativo. Não vou falar como gramática, vou falar como vida, experiência. Quero que feche os olhos por um segundo ... bom, se puder, se não estiver dirigindo ou fazendo qualquer outra coisa que possa colocar em risco a sua vida. Fecha os olhos por um segundo… se puder
Recordamos cómo un coche hizo realidad el sueño de muchas familias españolas; tener un automóvil, poder viajar, trabajar más y mejor, subir montañas, llegar al pueblo, aprender a conducir, llevar a toda la familia... El Renault 4L fue bautizado por los españoles como "El 4 Latas", mantuvo ese nombre durante las 3 décadas en las que se fabricó en la fábrica de Valladolid y lo mantiene en el recuerdo porque es uno de los coches más populares y queridos. ¿Qué cambió y por qué?
Mortos, feridos e milhares a fugir, muitos apenas com a roupa do corpo. Enquanto isso, Pretória é acusada de silêncio. O Governo sul-africano quer mesmo travar esta violência?
Da vigilância internacional ao cruzeiro Hondius afectado por um surto de hantavírus, ao agravamento da violência xenófoba na África do Sul que já provoca o regresso de moçambicanos ao país, a semana ficou marcada pela persistência da ameaça terrorista em Cabo Delgado e pelo reaproximar diplomático entre França e Argélia. A OMS afastou o cenário de uma nova pandemia e considerou o risco “baixo” e “limitado”. O navio Hondius seguiu da Praia para Tenerife, onde os passageiros devem ser evacuados sob vigilância médica. Cabo Verde garante que todos os procedimentos seguiram as normas internacionais. Na África do Sul, a violência xenófoba voltou a provocar tensão regional. O Governo sul-africano reagiu às críticas internacionais depois de protestos contra migrantes, defendendo que a instabilidade política e a má governação em vários países africanos estão na origem dos fluxos migratórios. O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, exigiu o fim da violência contra estrangeiros durante um encontro com Cyril Ramaphosa, em Pretória. Em resposta ao aumento de cidadãos em fuga, Moçambique anunciou medidas de acolhimento em Ressano Garcia, principal fronteira entre os dois países. Ainda em Moçambique, o ministro da Defesa, Cristóvão Chume, reconheceu a continuação dos ataques armados em Cabo Delgado. O governante admitiu dificuldades no controlo das fronteiras e no combate às redes de apoio logístico dos grupos armados. Entretanto, França e Argélia continuam a aproximar-se diplomaticamente após meses de tensão. Emmanuel Macron anunciou o regresso do embaixador francês a Argel e o envio de representantes franceses às cerimónias evocativas do massacre de Sétif, símbolo da memória colonial argelina. Apesar do degelo diplomático, continuam pendentes vários pontos de divergência entre os dois países.
Profa Ju chegando. e este é o seu podcast 100% em português chegando para desejar uma ótima semana! Uma ótima semana para todos vocês que escutam o Podcast Falar Português Brasileiro. Nós, você e eu, somos o podcast Falar Português Brasileiro. Lembre-se: sem luta, não há vitória! Nada cai do céu! Nem a sua fluência em português! Hoje eu quero te convidar para um tipo de experiência diferente. Vou contar duas histórias, com o mesmo personagens, com as mesmas ações, mas em tempos diferentes. Este episódio será sobre o pretérito perfeito e o imperfeito juntos. Espero que dê certo! Lembrando que os tempos verbais explicam ações… constroem mundos.Então, eu te faço um convite agora.Se você puder, diminua o ritmo.Se você estiver caminhando, caminhe um pouco mais devagar.Se estiver em casa, apenas escute.Porque na minha história…ninguém tem pressa e estamos em construção.
Onda de ataques xenófobos na África do Sul gera preocupação em Moçambique. Presidente Daniel Chapo a caminho de Pretória à procura de soluções para uma "convivência pacífica".
Recordamos cómo el 1972 se consiguió estrenar, en pleno tardofranquismo, una película única. Dirigida por Jaime de Armiñán y coescrita con José Luis Borau, que también la produjo y montó, "Mi querida señorita" abordó una realidad que se desconocía en aquellos años, que no sabíamos ni nombrar: la intersexualidad. La película contaba sin contar, ha generado confusión durante décadas en los espectadores, pero rompió el silencio y sacó otras realidades sexuales de la intimidad, el silencio y los estigmas. José Luis López Vázquez, el actor del momento, la protagonizó y llegó a Hollywood porque fue una de las cinco películas elegidas como nominadas a Mejor película de habla no inglesa en 1973. Hoy una nueva película, una "Mi querida señorita", sitúa a Adela en tiempos actuales.
Ocurrió en 1972 y cambió la historia de nuestro cine. "Mi querida señorita", con José Luis López Vásquez, supuso uno de los mayores terremotos en las salas de cine ya entonces, en un tema como ese, el del cambio de género, con una nominación a los Oscar de Hollywood. Esta mañana lo recordamos en el Pretérito pluscuamperfecto. También hemos recibido la visita de la extenista, una de las mejores de la historia de nuestro país, Garbiñe Muguruza, en la actualidad codirectora del Madrid Open Mutua. En "El rincón y la esquina" hemos charlado sobre todo lo que sucede cuando llegan los postres....
Sean Farrington hears from the CEO of Pret a Manger amidst rising cost pressures. Meanwhile, Asian economies are on the front line of the energy crisis, and there's the next instalment of Wake Up To Money's election interviews, this time with Plaid Cymru.
Pano Christou, CEO of Pret, joins Sean Farrington for this episode of Big Boss Interview to discuss fuel volatility, salads, and subscriptions.Pret is starting to see inflation from the war in the Middle East, with fuel price volatility affecting the business. Prices aren't currently set to rise, but he says they may have to if disruption continues. Some exports into the Middle East business are taking longer, but that's not hampering Pret's growth ambitions in the region.He says Pret's revised £5-a-month drinks subscription has grown by close to 25% over the past year, after the original COVID-era offer had to “evolve”. Its newer large salad range has been a “roaring success”, selling 40% more units than expected, especially in the evening, as consumers move away from bread.He says he never set out to become chief executive, having worked his way up from assistant manager after earlier roles at Pret and McDonald's, and says career progression comes from focusing on the job in front of you.Presenter: Sean FarringtonProducer: Jeevan NerwanEditor: Henry Jones00:12 Fliss and Sean set up the interview 01:58 Pano Christou joins the pod/return to the office 09:12 Pret's subscription offer 14:12 Career history - from assistant manager to CEO 31:15 Impact of the US-Israel war with Iran 38:15 Salad success/Brits moving away from bread 43:38 Weight-loss drugs 45:07 Listing
Era el inicio del verano del año 1980, era Usera, el extrarradio de Madrid entonces, era un viernes por la noche, era la tercera vez que Lou Reed visitaba España. Cinco años antes la censura no le dejó cantar "Heroin" y los grises se liaron a porrazos en su concierto en Barcelona. Lo que pasó en el estadio Román Valero, el del Club de Fútbol Moscardó, superó todo lo anterior. El concierto comenzó con un gran retraso y en solo 7 canciones terminó porque el público, desatado y enfadado por la espera lanzó insultos y objetos al cantante. Cuenta la leyenda que el público enfadado se llevó sus instrumentos, que las bandas de aquel entonces les sacaron más partido que Lou Reed y su banda
Marta Sanz Y Manuel Delgado en "El rincón y la esquina" se han ocupado de los premios: los logrados y los que se escaparon; los que se consiguieron con dificultad, pero merecimiento; aquellos que fueron injustos y, por tanto muy cuestionados y los que están por llegar y puede que se pierdan en el camino. En el "Pretérito Pluscuamperfecto" hemos recordado el infortunado concierto de Lou Red en Madrid en el 19 de mayo de 1980, conocido como "El motín del Mosca", cuando su actuación en el campo de fútbol "Román Valero" en la Colonia de Moscardó, en el barrio madrileño de Usera, la actuación se convirtió en un caótico y violento espectáculo marcado por la sinrazón. Ya en La Charla de los miércoles, hemos puesto la pausa para conocer a la atleta paralímpica; Sara Andrés, quien gracias a un accidente que le dejó sin pies y la posterior superación de un cáncer, aprendió a ser más feliz de lo que lo había sido nunca.
Julian Metcalfe OBE is the founder of Itsu and Pret. Alongside these, he is also founder of the Metcalfe Food Company and NED at Knoops Chocolate. Tune into this episode to here about: Why traditional ideas of good governance frustrate Julian (01:26) Why it's important that board members are willing to be unpopular (04:54) One key lesson Julian would pass on to his successor (07:14) The actual purpose of boards (09:22) How obsessive quality control built and sustained Pret and Itsu (12:33) The Pret ritual that kept the whole business honest (14:12) The counterintuitive Pret rules that built a loyal customer base (14:58) The short–termism trap that's killing most boardrooms (18:19) How to balance the focus vs. choice dynamic (25:24) Why two 24 year olds gave away 30% of Pret for free (27:56) The detail behind Itsu's most affordable product (31:31) How Julian would describe his approach to building successful companies (35:15)⚡The Lightning Round ⚡(40:10)Host: Oliver CummingsProducer: Will FeltonEditor: Penelope CoumauMusic: Kate MacAudio: Nick KoldEmail: podcast@nurole.comWeb: https://www.nurole.com/nurole-podcast-enter-the-boardroom
W/C 6th April 2026As we were driving to Manchester Airport last week we realised we had left the newly-purchased suncream at home. Even though we had only been travelling a few minutes we decided not to turn back, but risk picking some up at the departure lounge, irrespective of the fact it would probably be at an eye-watering supplement.As it turned out it was pretty much the same as buying from Boots on the high street, and another thing I noted was that the coffee and sandwich that I got from Pret was not only the same cost, but I was able to get my Club Pret discount. So kudos to everybody at T2 for not taking advantage of those passing-through.Surprisingly, and in sharp contrast, it cost eleven euros for 2 small cervazas on the way back - which is exactly what I wasn't expecting in GC. This was followed by sixty-five euros for a family Burger King (there really wasn't much more in the way of choice) which really did seem like profiteering.A tale of two departure lounges.Stay safe.Richard Hawley - As The Dawn BreaksTherapy For Me (or TFM as I now refer to it) is a bit of an audio curiosity. It started out as a mechanism for me to clear my head, with the hope that by saying stuff out loud it would act as a little bit of self-help. It's remains loose in style, fluid in terms of content and raw - it's a one take, press record and see what happens, affair.If you want to keep in touch with TFM and the other stuff I do then please follow me on Facebook, Insta, Twitter or Patreon. Thanks for getting this far.
Tapis pētījums par pilsētas pļavām – gan to ekoloģisko nozīmi dabas daudzveidībā, gan sabiedrības attieksmi pret šo jaunievedumu pilsētas ainavā un pilsētplānojumā. Kas aug šādās pļavās un vai pļava var iedzīvoties industriālā cilvēka veidotā vidē? Pilsēta un pļava šķiet tik atšķirīgas vides, tomēr tās prot līdzāspāstāvēt, vismaz to redzam pēdējos gados, kad urbānās pļavas sāk ziedēt jau vairākās Latvijas pilsētās. Par to, kā šīm pļavām klājas, un to, kā tās sadzīvo ar dažādu pilsētu plānojumu un vietējo iedzīvotāju attieksmi, stāsta botāniķe, Latvijas Dabas fonda eksperte, projekta "Pilsētas pļavas" autore un vadītāja Rūta Sniedze-Kretalova un Latvijas Biozinātņu un tehnoloģiju universitātes profesore un ainavu arhitekte Natālija Ņitavska.
En marzo de 1981 durante 25 días tres jóvenes mecánicos de Zaragoza tuvieron secuestrado al pichichi de la liga; Enrique Castro, Quini. Recordamos qué pasó, descubrimos quiénes y por qué llevaron a cabo este delito y nos acercamos a la adaptación de la historia a la ficción con la miniserie "Por cien millones"
En “El Rincón y la Esquina”, Marta Sanz y Manuel Delgado han puesto el foco en la santidad: qué significa hoy, quién la encarna, qué hace falta para ser santo, quiénes son los santos que nos rodean... Ana Uslé ha conjugado el "Pretérito Pluscuamperfecto" para revisitar el secuestro de Enrique Castro 'Quini', un episodio tan surrealista como revelador de la España de la época. Y en 'La Charla' de la semana, conversamos con José Mari Bakero, un hombre de fútbol que tiene claros los valores con lo que uno debe de saltar al campo y jugar en la vida.
En este video, aprendes el pretérito imperfecto en español. Vas a aprender a: describir el pasado hablar de hábitos (lo que hacías antes) usar el español de forma más natural y educada Es una lección para nivel A2 con ejemplos fáciles. Join the Spanish learning program• Small group lessons focused on speaking, listening, and reading• Individual sessions for a more tailored experience• Ideal for A1–A2 learners who want to improve quickly in a fun, supportive environment Book a consultation session:https://calendly.com/davidalexandercantu
Todays guest is Eve Salvail, a Canadian model who was one of the most iconic androgynous faces of the '90s. Unlike the Cindys, Lindas and Naomis of the day, Eve exuded a punk attitude that was only magnified by the fact she had a Chinese dragon tattooed on her scalp. Her truly unique appearance made her the perfect muse to iconic French fashion designer Jean Paul Gaultier, who would drape and design directly onto Eve's body.As well as standing out on the runway, Eve also stood out in cult films such as The Fifth Element and Pret a Porter and when I first sat down to chat with her I had no idea she would be so completely honest and open.In this episode Eve opens up about so many of her experiences during the '90s and while many of them make for an entertaining listen, she also shares on darker times. As such we do cover issues such as mental health, addiction and eating disorders, so if that's something you don't need right now, please listen to another episode.Other than reading her memoir – Sois toi et ‘tes belle – which roughly translates to be yourself and you are beautiful – this is the most upfront and honest take on being a supermodel you can get.If you want to see just how stunning Eve is, head to my Substack. You can read it for free at thecharissereport.substack.com but do please subscribe!Also, I've made a couple of videos about Eve so check them out on my Instagram @charisse_kenion or on TikTok orYouTube.See you next time and thanks for being here.
En 1966 se quería crear un programa para la FM de Radio Madrid. Un programa para yeyés, para esos jóvenes que querían encontrar color en la música a través de la radio y olvidarse del blanco y negro que reinaba en la España de entonces. Los 40 Principales era una traducción aproximada del "Top 40" de los americanos, Rafael Revert, plasmó la idea en un papel y la llevó a antena: repasar las mejores canciones de la semana, actualizarlas cada 7 días con novedades, subidas y bajadas. El proyecto fue creciendo y con la juventud, la creatividad, la capilaridad territorial que sumaban las emisoras de la Cadena SER y una grupo de locutores que se fue renovando década tras década, llegaron a tener 5 millones de oyentes en 1988. Han pasado 6 décadas, pero rejuvenecen, porque los 60 son los nuevos 40. Recordamos como ha sido la historia de una lista que nos enseñó a medir el éxito y a recordar nuestra vida por las canciones que sonaban en la radio
RHLSTP #597 - University of Bee-Keeping - Richard is back at the Podcast Room where he is chatting with one-liner king, Mark Simmons. They discuss the difficulties of producing a good succinct joke, how rarely Richard manages it, how the language used can serve as a hidden copyright sign in the DNA of the thing and what can be done if someone nicks a good one to make into a greetings card. Plus the perils of being the support act for a sore-throated Seann Walsh, whether the man at Pret fancied or pitied Richard, living with a poltergeist and the importance of giving your audience something to laugh at. Plus why it's fun to punctuate one-liners with patience testing nonsense. See Mark on tour - https://marksimmons.co.uk/live-dates/See RHLSTP live - http://richardherring.com/rhlstpSUPPORT THE SHOW!See details of the RHLSTP LIVE DATES Watch our TWITCH CHANNELBecome a badger and see extra content at our WEBSITE Buy DVDs and books from GO FASTER STRIPE Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Practicamos el uso del pretérito e imperfecto con ejemplos reales, situaciones naturales y explicaciones claras para ayudarte a entender cuándo usar cada uno y hablar español con mayor seguridad.- Para ver el PDF de este episodio visítanos en Patreon.- Venos en video en YouTube.- ¡Si el podcast te es útil por favor déjanos un review en Apple Podcasts!- Donate: https://www.paypal.me/nohaytos No Hay Tos is a Spanish podcast from Mexico for students who want to improve their listening comprehension, reinforce grammar, and learn about Mexican culture and Mexican Spanish. All rights reserved.
En este episodio vamos a hacer un repaso de los 16 tiempos verbales en español, que son: Presente, Pretérito, Imperfecto, Futuro, Condicional, Presente perfecto, Pasado perfecto, Futuro perfecto, Formas progresivas, Subjuntivo (presente, imperfecto, pluscuamperfecto y perfecto) e Imperativos. Veremos muchos ejemplos y también haremos algunos ejercicios de traducción. ¡Vamos a ver qué tan bien manejas todos los 16 tiempos! También compartiremos 10 cosas por las que están agradecidos. Ya que estamos celebrando Acción de gracias, queremos aprovechar para dar gracias y animarte a reflexionar sobre las cosas buenas de la vida. - Black Friday Weekend Deals - Solo por este fin de semana tenemos grandes descuentos en nuestros cursos de Dialogues pack, Subjunctive Course y 15 Songs Course. Da click aquí para ver los deals: https://spanishlandschool.com/deals Aprovecha esta oportunidad de adquirir estos curso que te ayudarán a mejorar muchísimo tu español.