Medical or veterinary device
POPULARITY
Jogadores de Portugal já tem números para o Mundial e a cor dos equipamentos para os três jogos iniciais. As curiosidades à volta de Canadá, Bósnia, Catar e Suíça.
Esta semana as perguntas dos ouvintes chegaram mais cedo. O teu sentido de humor é de nascença? Como lidas com as injustiças no trabalho? Num incêndio quem salvavas primeiro?
Smart Fit expõe dados de clientes após sistema de catraca inteligente ser vazado.Google permitirá a troca de endereço do Gmail; entenda o que muda. Disney+ amplia lista de benefícios para assinantes; confira novidades. Nubank ganha jogos que dão cupons e descontos na Shopee, Uber e Samsung. Streamer é suspensa da Twitch após jogar Dark Souls usando os pés em live. Zuckerberg e Priscilla Chan lançam IA para acelerar descoberta de medicamentos. CD Projekt Red revela Songs of the Past, nova expansão de The Witcher 3: Wild Hunt. Google inaugura centro de engenharia na USP com foco em privacidade, segurança e IA.
Quando se trata de cortes de emprego, trabalhadores mais velhos geralmente são desproporcionalmente mais afetados. Mas uma nova pesquisa com presidentes-executivos globais sugere que isso não será garantido conforme empresas adotam inteligência artificial.Mais de 40% dos CEOs planejam cortar cargos juniores nos próximos um a dois anos e mudar a composição de sua força de trabalho para posições de nível médio ou sênior, enquanto apenas 17% planejam tornar cargos juniores uma parte maior do mix, segundo pesquisa global da Oliver Wyman. Os números são essencialmente invertidos em relação aos de apenas um ano atrás.
Quem é que já meteu as roupas de Verão no armário e se arrependeu?
Oito anos de túnel de vento. Seguimos rijos. .Entrar na zara pela porta do amor. .O multiverso é um centro de fotocópias. .Entrevistas a escritores. .Máquinas de tortura, início. .Papagaios e manosfera. .Psicólogos de cães. .Freud, o apanhador de minhocas. .Dançarinas dos músicos pimba. .Considerandos sobre sopas. .Pêra bêbeda e pêra sóbria . .Há dias estive para comprar uns binóculos. .O humorista e metáfora. .Quando o comediante se torna guru motivacional. .O capitalismo no salão de estética. .Observador de aves principiante. .Depenar galinhas. .Charnecos. .Trocar mulheres por camelos. .Ourives e pega-rabuda. .Empresário português e o crocodilo. .Não há crocodilos inocentes. .Crocodilo e migração de gnus. .Retrato robot do bandido na era Vibe. .Domesticação de mosquitos para fins militares. .Plantações de painéis solares no Algarve. ---- O menino está aqui: Substack: robertogamito.substack.com Twitter: twitter.com/RobertoGamito Instagram: www.instagram.com/robertogamito Facebook: www.facebook.com/robertogamito Youtube: bit.ly/2LxkfF8 Threads: www.threads.com/@robertogamito
A carreira de João Peixe é capaz de dar um bom filme. E a vida? Uma série, várias temporadas. Por falar em temporadas, como é que o craque goleador da formação do Benfica, campeão da Europa de sub18, só faz uma na I Liga? E logo aos 19 anos, no primeiro ano de sénior. O que se passou depois? É isso que Peixe, o nazareno, explica na visita ao DESTINO: SAUDADE. Simpatia, memória perfeita e uma coleção invejável de camisolas, todas usadas oficialmente. Quantas? 27, veja bem, todas usadas entre 1992 e 2012, 20 anos resumidos nesta conversa na sala de estar do zerozero - com todas (!) as camisolas ao nosso lado.
Bruxelas aprovou a linha violeta do Metro de Lisboa, mas obrigou à troca de um fornecedor chinês por uma empresa europeia devido a suspeitas de concorrência deslealSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Quais são os sinais de demência? Trocar o nome dos filhos ou esquecer o nome de um ator, mas lembrar dois dias depois? Não, isso ainda não é sintoma de demência. Trata-se de um processo natural do envelhecimento, pois agora o cérebro demora um pouco mais para encontrar a informação. No entanto, ir ao supermercado e comprar muitos itens do mesmo produto, deixando outros de fora, ou pagar o mesmo boleto várias vezes, são sinais de preocupação. “Devemos nos preocupar quando essas pequenas coisas começam a impactar a independência e a autonomia”, diz a neurologista Raquel Molina, professora da Universidade Federal Fluminense. “Nunca é um episódio isolado; são coisas que acontecem de forma recorrente”.Nossa entrevistada falou de forma clara e objetiva sobre diagnóstico precoce – que o tratamento ainda não leva à cura – e enfatizou que sim, podemos atuar na prevenção. Segundo ela, a idade é um fator de risco não modificável, mas há fatores modificáveis que respondem por quase 50% do quadro. Esses riscos estão no início da vida (não ter acesso a educação de qualidade), no meio da vida (depressão, diabetes, obesidade, hipertensão, sedentarismo e perda auditiva) e no fim da vida (isolamento social, perda visual e surdez não tratadas). Em todas essas fases, a poluição do ar também é um risco. “As duas mais cruéis, porque não temos controle, são a educação e a poluição do ar”, diz a médica, que é doutora em Neurologia pela Faculdade de Medicina da USP. Ouça e compartilhe com uma amiga.
Duarte Cordeiro não aceita cargo na Comissão Política do PS... será uma porta aberta para a direção do partido? E ainda, a vereadora que quer distância de Ana Abrunhosa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Beto Louco entrega proposta de delação e denuncia magistrados na Carbono Oculto. Irã e Estados Unidos trocam ameaças na véspera de negociação sobre fim da guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: A menos de seis meses do pleito, 51,4% dos entrevistados da Pesquisa Meio/Ideia admitem não ter certeza do voto — a maioria na direita. EUA, Israel e Irã aceitam cessar-fogo de duas semanas, com reabertura do Estreito de Ormuz. Maria Bethânia dará show no Coala Festival para celebrar 60 anos de carreira. E Anthropic ultrapassa OpenAI em faturamento e projeta investimento bilionário em chips.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Érica Araújo fala sobre como fazer a transição da ração do seu pet, a troca errada pode ser prejudicial ao seu animal.
Especialistas apontam: o travesseiro pode acumular ácaros, fungos, bactérias, suor e células mortas da pele com o uso contínuo. Nesse cenário, nesta edição do "CBN Na Sua Casa", a comentarista Lucy Mizael ajuda na missão: como saber se está na hora de trocar o travesseiro? Como pode ser feita sua limpeza, enquanto o utilizo? Vamos às dicas.
Com todos os lançamentos Apple que rolaram nas ultimas semanas , nada mais justo do que trocarmos uma ideia sobre quando é o melhor momento para partir para algo novo, sempre levando em conta os 3 pilares de decisão: Necessidade; Oportunidade; Comodidade.Segue no Insta: www.instagram.com/applelogiasUm abraço, tchau!
Diante dos diversos problemas éticos, políticos e sociais causados pelas grandes corporações tecnológicas (big techs) na última década, cresce a busca por alternativas à estrutura digital moldada por estas empresas do Norte Global. O uso de softwares livres e de código aberto — replicáveis por qualquer pessoa, comunidade, instituição ou governo — reacende o debate sobre soberania digital no mundo. Nesse sentido, redes sociais alternativas, construídas sobre bases de código aberto surgem como saída plausível do monopólio das big techs e das estruturas opacas e dominantes. Neste episódio, Damny Laya e Rogério Bordini conversam com especialistas da comunidade do software livre e redes descentralizadas (Fediverso) sobre experiências concretas de tecnologias voltadas à soberania digital no Brasil e no mundo. __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO DAMNY: Rogério, eu queria começar com uma pergunta incômoda: o que significa, hoje, participar de uma rede social na internet? ROGÉRIO: Eu diria que é uma espécie de plataforma multiúso: serve pra gente se conectar com nossos amigos, familiares, compartilhar conteúdos diversos, como um vídeo interessante, um meme, participar de grupos de discussão, como no saudoso Orkut, lembra? Tudo isso como se fosse uma extensão das nossas interações sociais, só que no mundo virtual. Mas parece que a coisa hoje em dia tá BEM diferente. Hoje a gente não é só usuário dessas redes, mas também produto, audiência, e até alvo. E, diria mais, cada vez mais, reféns. DAMNY: Refém é uma palavra forte, mas talvez seja a mais adequada. Refém de um modelo de negócio que extrai nossos dados, monitora nossos passos, lê nossas conversas, mapeia nossos gostos e comportamentos, e depois vende tudo isso como se fosse mercadoria. ROGÉRIO: E o problema não é só econômico. Também é político. Nos últimos anos, as grandes plataformas deixaram claro de que lado estão. Em janeiro de 2025, por exemplo, Mark Zuckerberg, CEO da Meta e dono do Instagram, Facebook e WhatsApp, anunciou mudanças profundas nas políticas de moderação de conteúdo, alinhando a empresa à agenda da extrema-direita nos Estados Unidos. O próprio Donald Trump, que tinha sido banido das redes após os ataques ao Capitólio, foi readmitido com honrarias. DAMNY: E não foi só a Meta. O X, antigo Twitter, adquirido pelo Elon Musk, transformou a moderação num vale tudo. Discurso de ódio, desinformação organizada, ataques sistemáticos a cientistas e jornalistas. Tudo isso enquanto as plataformas investem pesado para inviabilizar qualquer tentativa de regulação, seja no Brasil, na Europa ou no mundo tudo. ROGÉRIO: Essas redes deixaram de ser espaços de encontro e se tornaram territórios hostis. E muitos usuários, insatisfeitos com essas políticas e mecanismos de uso destas plataformas, têm buscado por alternativas, como aconteceu com o êxodo quando Musk assumiu o X. DAMNY: Mas para onde ir? As alternativas pareciam muito semelhantes às já existentes com políticas de uso também questionáveis. Até que, nos últimos anos, um ecossistema silencioso começou a chamar a atenção. ROGÉRIO: Você tá falando do Fediverso? DAMNY: Exato. O Fediverso. Uma constelação de redes sociais descentralizadas, interconectadas, que funcionam numa lógica completamente diferente daquela das big techs. Sem um dono. Sem um algoritmo sombrio. Sem anúncios. Sem vigilância como modelo de negócio. [música] DAMNY: Eu sou Damny Laya, jornalista de ciência e tecnologia, pesquisador e bolsista Mídia Ciência do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri). Tenho me dedicado a estudar redes descentralizadas, governança da internet e soberania digital. O incômodo que a gente descreveu agora há pouco não é só profissional, é também de quem passa o dia pensando sobre esses sistemas e se pergunta: dá pra fazer diferente? ROGÉRIO: E sou Rogério Bordini, também jornalista de ciência. Pesquiso o Fediverso e o uso de ferramentas de acesso aberto como forma de emancipação dos algoritmos de controle. O tema do Fediverso tem aparecido cada vez mais nas conversas que a gente tem com colegas, estudantes e gestores públicos. DAMNY: Tanto que, para este episódio, a gente foi atrás de quem entende do assunto. Conversamos com especialistas do Fediverso, da cultura do software livre e da agenda da soberania digital. Queríamos entender não só o que é esse ecossistema, mas como ele funciona na prática. ROGÉRIO: Então, neste episódio, a gente vai explicar o que é o Fediverso, como ele está organizado e sobre algumas plataformas que fazem parte dele, além de como você pode fazer parte desse ecossistema. Mas também vamos discutir os desafios, a moderação de conteúdo, a governança comunitária e a barreira de entrada para quem não é familiarizado com a tecnologia. DAMNY: E, claro, vamos ouvir quem está na linha de frente. Nossos convidados vão ajudar a gente a entender também se o Fediverso pode ser, de fato, um caminho para a soberania digital ou o que falta para isso acontecer. ROGÉRIO: Pois bem. Respira que o Oxigênio tá só começando. [fim da música] [VINHETA DE ABERTURA OXIGÊNIO] ROGÉRIO: Imagine que as redes sociais comerciais são como grandes shopping centers. O Facebook, o Instagram, o X, o TikTok… Cada um é um centro comercial imenso, com suas próprias lojas, suas próprias regras, sua própria segurança. Pra entrar, você precisa aceitar o contrato deles. E, principalmente: o shopping é dono de tudo. Do estacionamento, das câmeras, dos corredores, do que você faz lá dentro. Você é visitante, mas não morador. DAMNY: Essa é uma boa analogia. Mas, nessa lógica, a gente pode comparar o Fediverso com o quê então? ROGÉRIO: O Fediverso é como uma cidade. Não tem um único dono. Tem ruas, praças, casas. Cada bairro tem suas próprias regras, sua própria administração. Mas as ruas se conectam, as praças são acessíveis a todo mundo, e você pode circular livremente. Melhor ainda: você pode morar num bairro, mas visitar os outros sem precisar mudar de endereço. THIAGO: O Fediverso é a tentativa de construção de uma praça pública digital, de fato, onde as pessoas podem realmente ter seus lugares de fala, seus púlpitos, seus vários púlpitos ali pra fazer seus discursos, suas falas, ou pra sentar no banco e ler um livro, enfim, ela é de fato essa possibilidade de criar uma praça pública digital. DAMNY: Esse aí é o ativista digital, comunicador e um dos fundadores da Fundação Alquimidia em Florianópolis, o Thiago Gonzaga, mais conhecido como Thiago Skarnio. Isso que ele acabou de falar é crucial: você pode ajudar a construir sua própria praça pública, seu próprio bairro. Soberania digital começa aí. ROGÉRIO: Exato. Mas vamos organizar isso. O Fediverso é formado por um conjunto de servidores independentes que se comunicam entre si. Cada um desses servidores é chamado de instância. Uma instância pode ser imensa, com dezenas de milhares de usuários, ou pode ser pequena, com meia dúzia de amigos. Pode ser administrada por uma universidade, por um coletivo de ativistas, por uma empresa, uma escola, ou só uma pessoa. DAMNY: O importante é que cada instância é autônoma. Ela define suas próprias regras de moderação, sua política de privacidade, seu código de conduta. E, ao mesmo tempo, ela conversa com as outras instâncias. Apesar de serem instancias independentes, elas conseguem conversar entre elas. Isso que é conhecido como universo federado. Além disso, precisamos falar de outra característica do Fediverso: a interoperabilidade. ROGÉRIO: Essa é uma palavra feia, mas o conceito é simples. Interoperabilidade é a capacidade de sistemas diferentes se entenderem. Imagina que o que você posta no X pudesse ser visto pelos usuários do Instagram ou vice-versa. Isso não é possível de se fazer nessas redes comerciais porque trabalham com protocolos e linguagens fechadas. No Fediverso, isso só funciona porque todas as plataformas e redes sociais utilizam o mesmo protocolo, chamado ActivityPub. DAMNY: Nestas redes sociais – sejam de blogs, microblogs, vídeos, imagens ou outros tipos de conteúdo – os sites do Fediverso que utilizam esse protocolo conseguem se conectar entre si, pois todos falam a mesma linguagem. ROGÉRIO: E isso é o oposto do que as Big Tech fazem. Elas constroem muralhas. Você não leva seus contatos do Instagram pro Threads, por exemplo. Você não exporta sua lista de seguidores do X pro Bluesky. Cada plataforma é uma ilha, e mudar de ilha significa recomeçar do zero. DAMNY: Enquanto isso, no Fediverso, você pode migrar de uma instância para outra, levar seus contatos, manter suas conversas. Neste caso, você é o dono dos seus contatos. Ou, no mínimo, é a comunidade que você escolheu. ROGÉRIO: Vamos dar um exemplo. O Mastodon é a plataforma mais popular do Fediverso, hoje com mais de 10 milhões de usuários. DAMNY: Essa rede costuma ser comparada ao X, já que também funciona como um micro‑blog. A interface lembra o X – com posts de até 500 caracteres, linha do tempo, reposts e favoritos – mas a lógica é totalmente diferente. ROGÉRIO: Diferente em pelo menos três aspectos fundamentais. Primeiro: não há um algoritmo influenciando no que você vê. O feed é cronológico reverso. O que seus contatos postam aparece na ordem em que publicaram. Se você está nas redes há mais tempo, deve lembrar que no começo o Facebook e o Instagram até seguiam essa lógica, mas mudaram completamente a entrega dos posts nos últimos anos. DAMNY: Segundo: a moderação é comunitária. Cada instância possui regras próprias, acessíveis e transparentes a todos os usuários. Se você não concorda com a moderação da sua instância, pode se mudar para outra. ROGÉRIO: Terceiro: não há anúncios. Mastodon, por exemplo, não é comercializado como um produto porque não tem acionistas. Seu financiamento vem de doações, campanhas de financiamento coletivo, apoio institucional e outras fontes. Isso transforma radicalmente a relação entre a plataforma e seus usuários. DAMNY: Agora, é importante deixar claro que descentralização não é sinônimo de solução para todos os problemas. Existem, sim, instâncias tóxicas no Fediverso, como de grupos extremistas, negacionistas e assediadores. A diferença é que, no Fediverso, as comunidades podem se desfederar. O Thiago explica um pouco: THIAGO: O Fediverso tem um pouco de autorregulação. Se uma instância é nociva, permite conteúdo tóxico, ela acaba sendo isolada de várias outras instâncias. Você pode bloquear aquela instância. Assim como o e-mail. Não quer mais receber e-mail de tal domínio. Você pode bloquear. ROGÉRIO: E isso nos leva a um ponto crucial. Nas redes centralizadas, você está sempre sujeito ao arbítrio unilateral de uma empresa. Se o X do Musk decide que você violou uma regra, mesmo que vaga e mal explicada, você pode perder sua conta. Recurso às vezes nem existe. No Fediverso, a relação já é outra. Você não é súdito, você é cidadão. DAMNY: Cidadão de uma federação. Pois a federação consiste exatamente nisso: unidades autônomas que decidem cooperar, servidores administrados por pessoas como eu e você, dispostos a criar verdadeiras redes sociais. Nenhum deles controla o outro, mas todos podem se comunicar. Se quiserem interromper a comunicação, podem silenciar ou bloquear mutuamente. ROGÉRIO: E a promessa é a de uma experiência online onde você não é o produto, onde o algoritmo não te manipula, onde suas conversas não são vigiadas para alimentar máquinas de perfilamento e publicidade comportamental. Mais do que uma promessa, é um ato de autonomia e de soberania digital. DAMNY: Mas como atrair pessoas para esse universo? Como encontrar uma instância ou comunidade que faça sentido? E como garantir que essas redes não repitam, em outra roupagem, os mesmos problemas de outras redes comerciais? E também, se o Fediverso é tão bom assim, por que todas as pessoas não estão o utilizando? ROGÉRIO: É sobre isso que a gente vai conversar no próximo bloco. Porque o Fediverso não é só tecnologia. É cultura, é política, é experimentação institucional. E tem gente aqui no Brasil construindo isso com as próprias mãos. [Música] ROGÉRIO: Instituições públicas e movimentos sociais no Brasil têm começado a experimentar o Fediverso como alternativa às plataformas comerciais, como é o caso de universidades, órgãos de pesquisa e equipamentos culturais. Gente que decidiu que não queria mais alimentar máquinas de vigilância com os dados da sua própria comunicação institucional. DAMNY: Exato. Porque uma coisa é a migração individual, a escolha pessoal de abandonar uma determinada rede. Outra coisa, é quando uma instituição pública ou um movimento social decide ocupar novos territórios. Aí a conversa ganha contornos de política pública, de infraestrutura, de projeto de país. ROGÉRIO: E essa questão se refere a isso que chamamos de soberania digital. Conceito que parece abstrato, mas que se materializa em decisões muito concretas. Quem guarda meus dados? Quem define as regras da minha conversa? Quem pode me expulsar de um espaço? E, mais importante: eu posso construir meu próprio espaço? DAMNY: O Fediverso oferece uma resposta possível para essas perguntas. Não por acaso tem atraído atenção de pesquisadores, ativistas, jornalistas e gestores públicos no Brasil e no mundo. Essa iniciativa de procurar o Fediverso como alternativa não surge isoladamente; ela responde a um movimento já em andamento ao redor do globo. Grandes instituições passaram a abandonar o X, por exemplo. ROGÉRIO: Pois é. O The Guardian, com 27 milhões de seguidores, anunciou sua saída do X, classificando a plataforma como tóxica e afirmando que o Elon Musk tem usado sua influência para moldar o discurso político. Mais de sessenta universidades na Alemanha e na Áustria também decidiram encerrar suas contas porque os algoritmos da plataforma, segundo elas, se opõem à integridade científica e democrática. DAMNY: Na França, 86 associações solidárias e ambientalistas também abandonaram o X. Na Espanha, a Greenpeace e a Conferência de Reitores das Universidades Espanholas também se despediram. O argumento se repete: a plataforma não reflete mais os valores das instituições que a ocupavam. São 60 mil contas desativadas por dia, e isso foi só em novembro de 2024. ROGÉRIO: E no Brasil a gente também tem sentido esse movimento. Milhões de usuários deixaram o X nos últimos meses, e a empresa perdeu entre 80 e 100 milhões de dólares anuais em receita no país. Mas, o boicote é louvável, porém ainda tá longe do ideal. DAMNY: Exato. A pergunta que fica é: para onde ir? Muita gente tem migrado para o Threads ou o Bluesky. Essa última é uma plataforma descentralizada, sim, mas mantida por bilionários, o antigo dono do Twitter, Jack Dorsey, que no fim das contas é mais um Tech Bro. Trocar um bilionário por outro, mesmo com arquitetura diferente, não resolve o problema estrutural da concentração de poder e da falta de controle comunitário. ROGÉRIO: É aí que entra o Fediverso. E o que a gente tem visto é que, paralelamente a esse êxodo, há um movimento de instituições públicas brasileiras, movimentos sociais, coletivos e ativistas que estão fazendo uma aposta diferente. Em vez de migrar para outra plataforma comercial, estão ocupando o Fediverso, criando instâncias, desenvolvendo comunidades, experimentando soberania digital na prática. DAMNY: Sobre isso falará Thiago Skarnio, o único latino-americano no conselho do FediForum, o maior evento mundial dedicado a pensar e melhorar o Fediverso. THIAGO: Ano passado a gente conseguiu articular, fez uma sugestão também para o Comitê Gestor da Internet, que tivesse o domínio social.br para que tivesse uma extensão de domínio específica para mídias sociais, focando nas instâncias do Fediverso. Foi acatado isso, a gente achou bem legal, então dá para registrar o social.br hoje, indica que aquilo é uma mídia social. A gente fez o Websocial.br, né, o Dam participou, falando das universidades, iniciativas, e tem feito algumas ações que eu chamo de ações estruturantes para o Fediverso né? Criou um fórum online para os organizadores de instâncias trocarem informações e debaterem, e documentarem, né, tirarem suas dúvidas, para quem está mais tempo no Fediverso, isso é para focar em quem mantém a instância. E recentemente articulou também para que existisse uma instância chamada Orgânica.social, que é uma instância que está aberta hoje, é uma instância feita junto com a Pop Solutions, ela está hospedada em território nacional, e ela é feita para acolher um grande volume de pessoas no Brasil, se o Twitter saiu do ar, o Instagram, se precisar de algum lugar para correr hoje existe a Orgânica.social. Essa iniciativa coletiva também tem muitas pessoas ali, tem uma comunidade cada vez mais crescente, tem o coletivo Onda, que está ajudando também com a moderação, junto com as pessoas da própria comunidade, e a Alquimidia tem ajudado a construir isso. ROGÉRIO: Entre essas ações estruturantes para o Fediverso que o Thiago acabou de mencionar, a que mais tem tido impacto é a criação da instância da Organica.Social, uma rede social descentralizada no Brasil, com a infraestrutura do Mastodon. Hoje a Orgânica tem quase 2 mil usuários e continua crescendo graças à campanha #vemprofediverso, impulsionada pela Alquimidia e outros parceiros nas redes sociais corporativas. THIAGO: Porque eu considero que a gente está hoje prototipando uma web social brasileira, o que a gente está fazendo hoje é meio que prototipando, a gente sabe que tem ainda pouca gente relacionada à população brasileira inteira, mas a gente sabe que o que a gente está fazendo hoje está sendo feito para ficar grande, para que seja ocupado e utilizado por toda a população. Tem feito várias frentes também com governos para ver se eles implementam, e tem acompanhado essas iniciativas universitárias, que é muito legal também, e a gente sabe que uma hora isso vai acabar crescendo bastante. DAMNY: O Thiago também falou como é gerenciada a instância da Organica e as diferenças na governança em relação com as redes sociais comerciais. THIAGO: a proposta da orgânica é ser uma instância comunitária. A gente meio que lançou uma proposta que é para ser coletiva, cada vez mais. Ela é coletiva e vai ser mais. A gente participa da governança da instância junto com outras organizações e pessoas. A gente participa da moderação, nós criamos os termos de uso, depois de muita pesquisa, as regras a gente também organizou baseado nas experiências anteriores do Fediverso e outras instâncias. E a gente participa hoje também da parte do acolhimento. A gente tem tutoriais sobre o Fediverso e manda para as pessoas, disponibiliza. Então, a gente tem feito essa atuação na orgânica de cultivar a cultura federada. A diferença disso para uma rede como o Instagram é porque o Instagram está na mão de uma empresa bilionária, na mão de um bilionário e que o código é fechado, então, a gente não tem como participar da governança do Instagram. A gente não tem como definir as regras de funcionamento, a gente não tem como participar. ROGÉRIO: Quando Thiago fala sobre código fechado, ele toca num tema fundamental para as redes descentralizadas: o software livre e o código aberto. Esses princípios permitem que conheçamos o funcionamento das plataformas — por exemplo, como o Mastodon, que foi construído com código aberto justamente para que possa ser replicado e adaptado por qualquer pessoa. THIAGO: O código da orgânica é um código do Mastodon. A pessoa pode olhar o código, como é que funciona, ver o que está acontecendo ali, e pode entrar em contato com os moderadores, pode questionar, pode enfim, tem várias formas hoje de participar da gestão da orgânica. A ideia é criar um conselho mesmo dos moderadores. Então tem várias formas de participar da orgânica, enquanto no Instagram não tem como. Não tem como você participar de nada você só consome aquilo que está ali, e no máximo você vai gerir teus contatos. DAMNY: Esse movimento de grupos que fazem acontecer a Organica.Social, que atrai outras pessoas pro Fediverso e geram novas redes sociais e comunidades, é o que o Rafael Evangelista enxerga como a possibilidade sociotécnica das redes federadas e descentralizadas. Que não é mais do que a possibilidade de fazer uma transição desse modo de uso de redes sociais, como acontece hoje nas redes centralizadas, para um modo que aponte para a ideia de apropriação tecnológica por parte de grupos sociais organizados. ROGÉRIO: O Rafael, pra quem não sabe, é professor do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp (Labjor) e conselheiro do Comitê Gestor da Internet (CGI), ele quem teve a ideia de criar uma instância no Mastodon pro Nudecri, núcleo do qual o Labjor faz parte. RAFAEL: O Nudecri é um núcleo de pesquisa que é uma estrutura que não existe tipicamente em outras universidades, outras universidades estão estruturadas em institutos que dão cursos de graduação e pós, etc., e nós somos um núcleo de pesquisa que porventura dá cursos de pós-graduação, mas nós somos essencialmente um núcleo de pesquisa. Esse núcleo de pesquisa que é o Nudecri, por teimosia de algumas pessoas do próprio núcleo, a gente sempre insistiu em manter um conjunto de ferramentas tecnológicas próximas a nós, a gente sempre foi refratário a ideia de, por exemplo, pegar sites jornalísticos que nós fazemos e colocar em grandes provedores, a gente sempre gostou de ter essa estrutura conosco, então temos o nosso servidor no laboratório, então a gente tem um servidor nosso no laboratório não porque a gente resolveu ter agora, a gente tem isso desde os anos 2000, e isso foi ficando e a gente foi brigando pra manter. E essa briga por manter envolve essa percepção de pesquisadores de que era importante ter controle da tecnologia, de conhecer a tecnologia. Da tecnologia ser um tema pra nós e a gente sentir que tem que estar próximo dela com a capacidade de experimentar e também porque a gente desde o começo foi muito claro de que nos cabia ter e que não nos cabia ter. DAMNY: Existe também um aspecto super importante, ter uma pessoa técnica no campo da TI, como bem destaca o Rafael. RAFAEL: Nós temos um funcionário nosso que é um TI, temos um TI integrado, isso é altamente importante pra esse processo da gente ter isso mais próximo, foi por ter essa relação próxima que eu pude pegar e falar com o técnico, poxa, será que a gente consegue experimentar? E aí preciso tirar o chapéu pro André que é o nosso TI, porque além de tudo, a gente não basta ter um TI, a gente precisa ter um TI que esteja interessado em ser parceiro nas experimentações tecnológicas. ROGÉRIO: E se você tá dentro de uma universidade, deve ter acesso ao drive do Google pelo seu e-mail institucional, por exemplo. Só que essa “parceria” é algo que acaba fragilizando a soberania e a autonomia universitária. É algo que o coletivo Rede pela Soberania Digital Brasileira apontou no manifesto entregue ao presidente Lula em setembro de 2023. A experiência que vem desenvolvendo o Nudecri é tanto um exercício de apropriação tecnológica quanto uma forma de ir contra esse movimento. DAMNY: Nesse contexto, o Rafael convida a gente a refletir. RAFAEL: Como é que as universidades podem ser também um lugar para a produção dessa sociabilidade em torno da tecnologia para a produção dessa apropriação tecnológica num contexto de resistência à terceirização das infraestruturas tecnológicas para as Big Techs? Então, ter uma instância do Mastodon no nosso servidor é importante porque é um sinal de que um desses lugares de apropriação tecnológica podem ser os grupos de pesquisa. ROGÉRIO: E podem ser mesmo, né, Dam? Você precisa saber que o Damny e o Rafael levantaram um projeto de pesquisa sobre Fediverso nas Universidades, certo? DAMNY: Exatamente. O projeto leva por nome “O Fediverso nas Universidades Públicas: iniciativas para a construção de uma soberania digital nas universidades paulistas”. E a partir dele começamos um projeto de divulgação científica, com uma bolsa Mídia Ciência da Fapesp, graças à qual estamos aqui fazendo esse episódio hoje. Mas o Rafael pode nos falar melhor como tem sido isso. RAFAEL: A gente tentou fazer um processo de convencimento dos pesquisadores para que eles se apropriem do Fediverso, mas esse processo foi também de tentar trazer os veículos que esses pesquisadores gerenciam para dentro do Fediverso. ROGÉRIO: E graças ao esforço de vocês o Oxigênio e a revista ComCiência estão no Mastodon, e ouvi que os outros veículos do Nudecri também estão chegando né. DAMNY: Estão chegando e seguimos no processo de atrair e de convencer eles que aqui no Fediverso esses veículos têm audiência. ROGÉRIO: Definitivamente é tudo um desafio que precisa de estratégia para convencer às pessoas a entrarem pro Fediverso porque é algo diferente dentre nossa cultura de redes sociais. Mas, argumentos não nos faltam do ponto de vista ético e político, como já mencionamos. Ainda assim parece que falta alguma coisa. RAFAEL: mais do que trazer as pessoas para cá, para o Fediverso, eu acho que o desafio é trazer conteúdo para o Fediverso. Então, não é só que o pesquisador “x” tenha o seu perfil lá, não, é que essa produção que ele trabalha de graça para as redes comerciais, que ele trabalha de graça para o público para uma rede social que é um bem comum, uma rede social que é aberta, descentralizada, federada, etc., quer dizer, quando você tiver mais conteúdo no Fediverso as pessoas vão tender a entrar no Fediverso. Porque acho que as pessoas vão atrás não só das relações sociais que estão nas redes sociais, elas vão atrás dos conteúdos que estão nas redes sociais. DAMNY: Esse trabalho que estamos fazendo no Nudecri para divulgar e comunicar ciência no Fediverso é um esforço como o que vem fazendo, por exemplo, a Comissão Europeia, algumas organizações ambientais, os governos da França, Suíça, Holanda e Alemanha, e alguns veículos de comunicação como a BBC que decidiram também implementar seus próprios servidores em redes sociais descentralizadas como o Mastodon. Tudo isso num esforço por se desvencilhar das redes sociais nas mãos e sob completo controle das big techs. E nesse sentido eu gostaria de destacar o trabalho que está fazendo a Holanda. Lá a Cooperativa de TI da educação e pesquisa holandesa, a SURF (que em português é algo assim como “Instalações Colaborativas de Computação Universitária”) eles pararam de usar o X por causa das políticas antidemocráticas do Musk, e agora estão explorando o Mastodon como uma plataforma de código aberto para educação e pesquisa no país. O piloto foi lançado em fevereiro de 2023 e continua em andamento. Estudantes, pesquisadores, funcionários e instituições da Holanda podem experimentar o Mastodon de forma acessível. ROGÉRIO: E uma curiosidade: A SURF foi quem criou o sistema Eduroam, sabe? O Wi-Fi público que usamos aqui na Unicamp e na maioria das universidades do país e no mundo. E tem mais, lembra que a gente falou que a base destas ações estão no código aberto e o software livre? Bom, aqui no Brasil há uma experiência que está sendo implementada em outras partes do mundo. Uma demonstração de como funciona uma política pública baseada em software livre: o Tainacan. DAMNY: A gente conversou com um dos seus criadores, o José Murilo, especialista em políticas públicas voltadas para a tecnologia digital e a internet, e coordenador de Arquitetura da Informação Museal no Instituto Brasileiro de Museus, o Ibram. Ele vai nos explicar o que é e o que faz o Tainacan. MURILO: Ele é um repositório digital. Então, basicamente, ele trata da publicação de acervos digitais, de instituições de memória, arquivos, bibliotecas e museus. Agora, ele está pronto para publicar qualquer coleção. Se você tem uma coleção de chaveiros e você quer publicá-la na internet, você tem, e é muito fácil porque é um plugin, basta você, se você tem o WordPress já instalado rapidamente, você já começa a operar. E ele é uma ferramenta muito interessante, porque, por ser um plugin para WordPress, ele muito facilmente chupa arquivos, acervos. Por exemplo, ele chupa acervos do YouTube, ele chupa acervos do Flickr, e trazendo metadados. E, rapidamente, aquilo vira uma coleção que você está hospedando localmente, enfim. DAMNY: O Murilo tocou em dois conceitos importantes: o WordPress e plugins. Acho que vale a gente fazer um parêntese para entender melhor como funciona o Tainacan. Porque quando a gente fala em Fediverso, em instâncias, em protocolos, pode parecer que estamos falando de um mundo muito distante da experiência comum das pessoas. Mas existem pontes. Uma delas é o WordPress que é uma plataforma de publicação, originalmente para blogs, que hoje alimenta mais de 40% de todos os sites da internet. É um software livre, o que significa que qualquer pessoa pode baixar, instalar, modificar e usar sem pedir licença a ninguém. ROGÉRIO: E o que são plugins? São como aplicativos que você instala no seu site para adicionar funcionalidades novas. Quer uma loja virtual? Instala um plugin. Quer integração com redes sociais? Instala outro. Quer que seu site WordPress se torne parte do Fediverso? Existe um plugin para isso. Ele faz com que seu site passe a falar a língua do ActivityPub, aquele protocolo que a gente mencionou, e pronto. As pessoas podem seguir seu site diretamente no Mastodon e comentar seus posts, interagir como se estivessem na mesma rede. É uma forma de trazer a lógica do Fediverso para dentro de ferramentas que milhões de pessoas já usam, sem precisar aprender nada do zero. DAMNY: Então o Tainacan é esse plugin, que como bem falou o Murilo, é só adicionar ao seu site ou blog, e já faz o trabalho de criar um acervo do que você quiser. ROGÉRIO: O Tainacan é uma ferramenta maravilhosa, mas o mais importante é que é produto de uma política pública, feito em instituições públicas, numa relação entre o Ibram e as universidades federais. MURILO: Antes do MinC (Ministério da Cultura) ser extinto, a gente tinha iniciado, a partir do Fórum da Cultura Digital Brasileira, uma política para acervos digitais, pensando numa tecnologia que pudesse atender a interoperabilidade entre arquivos, bibliotecas e museus. E nisso surgiu o Tainacan. O Tainacan ele nasce lá em 2016, 2015, na verdade, quando a gente tinha feito uns editais de digitalização de cultura afro, e a gente queria um protótipo de tecnologia que pudesse atender a essa demanda, ou seja, de difundir acervos digitais, tratando dos modelos de dados de arquivos, bibliotecas e museus. DAMNY: Tem várias pessoas envolvidas nesse projeto, que integra o Programa Acervo em Rede, uma política pública baseada em software livre. Mas, uma que é central é o professor Dalton Martins, especialista em ciências da informação, quem iniciou o projeto na Universidade Federal de Goiás, e foi para o Ibram para ocupar o cargo de Coordenador-Geral de Sistemas de Informação Museal. Também, é importante, houve uma conexão muito forte com a Universidade Federal do Espírito Santo. ROGÉRIO: Vale destacar que esse desenho institucional proposto para essa cooperação Ibram-Universidade favoreceu o envolvimento de jovens museólogos, arquivistas e bibliotecários na formulação e implementação de aplicações, e na ativação de redes para o campo museal. E tudo isso movimentado pela cultura do software livre. Mas por que isso é importante? MURILO: Olha, o software livre é a única forma de você ter realmente uma garantia de que aquela aplicação vai continuar funcionando como ela funciona hoje, sem a interferência externa. Quando fala, por exemplo, quando a gente anuncia o Tainacan e faz a propaganda dele, é um pouco nesse sentido. Como é que você vai garantir que a informação pública que você está publicando numa plataforma proprietária vai continuar publicada com aquele mesmo tipo de acesso perenemente? Não tem como. A única forma de você garantir é com o software livre. Então, assim, eu acho muito importante que a gente tenha chegado nesse ponto no campo da cultura, com um projeto dessa natureza, mostrando o caminho. Acho que a gente não tem a visibilidade que a gente deveria ter, porque o acesso a esse software é muito fácil. Você baixar um plugin é muito fácil. Nós temos tutoriais da formação de utilização da ferramenta no YouTube, e temos uma equipe lá que está pronto para dar suporte para todo mundo. Tem muita gente fazendo o seu próprio Tainacan. A gente deu atendimento ao pessoal do Corinthians, o pessoal da Mangueira, enfim, a conversa está espalhando, e as pessoas estão vendo que publicar seus próprios acervos faz sentido no século XXI. DAMNY: Olha a magnitude deste bem público que é o Tainacan. Qualquer um pode fazer uso dele. Instituições do tamanho do Corinthians, da Mangueira, estão querendo usar ele para guardar seus acervos. E a questão não fica só aqui no Brasil. MURILO: Ah, eu quero dizer também que os museus federais do México já usam Tainacan e os museus da Colômbia também já estão utilizando Tainacan. O que está quase permitindo que a gente pense num agregador Americana. Já pensou? ROGÉRIO: Então o Tainacan tem impacto além das fronteiras brasileiras. Ele é quem permite o funcionamento de mais uma grande criação para os acervos culturais digitais: a Brasiliana Museus, um serviço de agregação de coleções museológicas desenvolvido a partir do Tainacan. MURILO: A Brasiliana, ela vem de um desafio que a gente sempre colocou quando a gente pensava a política para acervos digitais. A gente falava que a gente deveria ter como meta um agregador e uma máquina de busca nos conteúdos da cultura brasileira. Que não fosse o algoritmo do Google, ou seja, que a gente pudesse de alguma forma trabalhar essa instância da pesquisa e exploração em busca como política pública, como uma forma que o algoritmo que você pensasse para isso estivesse dando visibilidade aos conteúdos da cultura brasileira, enfim. Então a brasiliana começa um pouco assim, como um agregador museológico, de instituições museológicas, mas o grande desafio era a gente estar trabalhando com esses índices de forma a produzir uma busca de qualidade, através desses indicadores. Então foi assim, a gente iniciou com os museus do Ibram, mas na medida em que a brasiliana foi lançada, ela já abriu para adesão de outras instituições, teve entrada do Museu da Pessoa, por exemplo. DAMNY: Com a Brasiliana, o Ibram inaugurou a iniciativa dos Museus brasileiros no Fediverso, quando ativaram o plugin ActivityPub no site WordPress da Brasiliana Museus, e publicaram o primeiro post de um domínio gov.br na web social, ou seja, no Fediverso. MURILO: A gente parte, eu acho que é um post que eu fiz na Brasiliana, em janeiro de 2024, era isso, ou seja, a gente estava constatando que o estado das redes sociais era uma coisa calamitosa e que, a partir da política pública, a gente gostaria de explorar possibilidades, alternativas, enfim, na perspectiva dos museus. E quando eu digo isso, eu quero dizer que, por exemplo, museus utilizam intensamente Instagram, já utilizaram mais, mas usam muito o Flickr. E a gente sempre teve essa ideia de que gostaria de, pelo menos, oferecer uma alternativa, oferecer uma possibilidade que um determinado museu quisesse usar algo alternativo, que houvesse essa possibilidade. Então, foi assim. Foi a possibilidade de criar contas para os museus no Fediverso. ROGÉRIO: O projeto do Fediverso do Ibram continua crescendo. Eles criaram a instância no Mastodon, chamada social.museus.gov.br, já ha mais de um ano. MURILO: Então, aí a gente lançou, mas a gente foi bem devagar, fazendo experimentos, a gente criou uma conta do Cadastro, que também publica os itens do Tainacan lá, a Brasiliana está publicando também os itens do Tainacan, mas isso a gente não está divulgando ainda, é tudo como experimento, aí a gente mostra para alguns parceiros, olha como é que está aí. E a gente estava com um plano, chegamos a conversar com o Comitê Gestor da Internet, de ter o domínio Museu.br, que ele não está ativado ainda, a ideia do comitê gestor era usar, tendo uma instituição como porteiro ali, e aí a gente falou, o Ibram pode ser esse porteiro, mas o que a gente queria mesmo era começar o social.museu.br, ser o primeiro, para que a partir dali a gente desse instâncias para os vários museus. O museu ganhava conta e aí, ou seja, essa instância seria para contas de museus. Isso está ainda encaminhando, hoje mesmo eu retomei essa conversa, o comitê gestor já deu ok, só está faltando a gente se organizar aqui. DAMNY: esse caso do Ibram com a criação do Tainacan e a Brasiliana Museus é mais uma evidência de como é possível construir política pública com uso do software livre, unindo esforços de diversas instituições públicas para obter um bem público e acesso à informação e à educação. MURILO: Para você ver, quando a política pública é integrada ela vai provocando novos desenvolvimentos que são correlacionados, e como está tudo software livre a coisa vai no mesmo nível, vai na mesma linha. Então é uma coisa assim, é um ciclo virtuoso que a gente tem que realmente incentivar. ROGÉRIO: E temos que incentivar mesmo, como as experiências que comentamos nesse episódio, a Organica.Social, o Tainacan, a Brasiliana Museus, e as instâncias do Nudecri para divulgar ciência. Essas são evidências de que é possível, sim, construirmos soberania digital e autonomia através da apropriação de tecnologias de código aberto e software livre. [música] ROGÉRIO: A pesquisa, entrevistas, roteiro, e apresentação desse episódio foi feita pelo Damny Laya e por mim, Rogério Bordini, que também fui responsável pela edição desse episódio. DAMNY: O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e apoio do Serviço de Auxílio ao Estudante da Unicamp. Agradecemos em especial a revisão da coordenadora do Oxigênio, Simone Pallone de Figueiredo, e a doutoranda Mayra Trinca. Além disso, contamos com o apoio da FAPESP, que financia bolsas como a que nos apoia neste projeto de divulgação científica. ROGÉRIO: Obrigado por ouvir até aqui, e se quiser, deixa um comentário sobre esse episódio na sua plataforma de áudio preferida ou nas redes sociais, sobretudo no Mastodon, que a gente está esperando por vocês lá. Você encontra a gente em todas as plataformas como Oxigênio Podcast. Obrigado, até mais. [VINHETA OXIGÊNIO] Créditos: Os sons de rolha e os loops de baixo são da biblioteca de loops do Garage Band. Roteiro: Damny Laya e Rogério Bordini Produção: Rogério Bordini Pesquisa: Damny Laya Narração: Damny Laya e Rogério Bordini Entrevistados: Rafael Evangelista, Thiago Skarnio, José Murilo Projetos citados Projeto Tainacan: https://tainacan.org/ Projeto Piloto da SURF (Holanda): https://www.surf.nl/en/about-the-mastodon-pilot Rede Organica.Social: https://organica.social/explore Observatório do Fediverso: alquimidia.org/fediverso/ Relatórios Técnicos SANTINI, R. M., BORGES, M., FERREIRA, F., SALLES, D. G., GRAEL, F., & BARROS, C. E. (2023). NETLAB. Estudo da campanha contra o PL 2630 e regulamentação das plataformas digitais. 2023. (p. 23). UFRJ. https://netlab.eco.ufrj.br/post/estudo-da-campanha-contra-o-pl-2630-e-regulamenta%C3%A7%C3%A3o-das-plataformas-digitais Notícias e Reportagens BONIFAZ, R. (2023, outubro 5). Redes libres y federadas: Construyendo el fediverso – Por una Internet Ciudadana. https://al.internetsocialforum.net/2023/10/05/redes-libres-y-federadas-construyendo-el-fediverso/ BLOOMBERG. Bloqueio do X no Brasil custa milhões de usuários a Musk, mas afeta pouco a receita dos negócios. O Globo, Rio de Janeiro, 5 set. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2024/09/05/bloqueio-do-x-no-brasil-custa-milhoes-de-usuarios-a-musk-mas-afeta-pouco-a-receita-dos-negocios.ghtml. CORREIO DA MANHÃ. Milhares de utilizadores abandonam a rede social X no dia da tomada de posse de Trump. Correio da Manhã, Lisboa, 20 jan. 2025. Disponível em: https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/milhares-de-utilizadores-abandonam-a-rede-social-x-no-dia-da-tomada-de-posse-de-trump. DEUTSCHE WELLE. German institutions depart X, a day after Musk’s Weidel talk. Deutsche Welle, Bonn, 10 jan. 2025. Disponível em: https://www.dw.com/en/german-institutions-depart-x-a-day-after-musks-weidel-talk/a-71266331. DEUTCH, J., ALBORNOZ, D., & JOHNSON, O. (2024). Resumen ejecutivo: Explorando una transición hacia plataformas de redes sociales alternativas para organizaciones de justicia social en el mundo mayoritario. The Engine Room. https://www.theengineroom.org/wp-content/uploads/2024/12/Resumen_Ejecutivo_Explorando-una-transicion_29-11-24.pdf JACOBS, E. (2024, novembro 22). Profissionais começam nos EUA abandono em massa de rede social X, de Elon Musk. Folha de S.Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/tec/2024/11/profissionais-comecam-abandono-em-massa-de-rede-social-x-de-elon-musk.shtml LEÓN, Lucas Pordeus. Big techs dos EUA influenciaram sanção de Trump contra o Brasil. Agência Brasil, Brasília, 10 jul. 2025. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/big-techs-dos-eua-influenciaram-sancao-de-trump-contra-o-brasil LIBERIA.SITE. Mastodon Statistics. libera.site, [S.l.], 6 mar. 2026. Disponível em: https://libera.site/channel/mastodon MORAES, Gabriel Boscardim de; SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. et al. Manifesto pela Soberania Digital nas Universidades Públicas Brasileiras. Soberania.Digital, [S.l.], 19 ago. 2024. Disponível em: https://soberania.digital/manifesto-pela-soberania-digital-nas-universidades-publicas-brasileiras-2/ PORTAL TELA. Associações ambientalistas abandonam X em protesto contra ‘perigo para a democracia’. Portal Tela, [S.l.], 17 jan. 2025. Disponível em: https://www.portaltela.com/noticias/internacional/2025/01/17/associacoes-ambientalistas-abandonam-x-em-protesto-contra-perigo-para-a-democracia/ SCOFIELD, Laura; VIANA, Natalia. Como as Big Techs mataram o PL das Fake News. Agência Pública, São Paulo, 9 set. 2025. Disponível em: https://apublica.org/2025/09/como-as-big-techs-mataram-o-pl-das-fake-news/
Este episódio tem o apoio da Salsa. Voltamos de férias e inesperadamente a primeira história que contamos tem a ver com o nosso regresso. Em relação ao nosso apagão em casa o que fariam: continuavam o banho com com a vossa música ou saiam em pânico para ajudar a donzela em perigo? Contamos tudo sobre a nossa viagem, o avião, os scams, tudo!! 00:37 ficar melhor ou pior depois das férias 01:40 apagão em nossa casa06:20 lavam o tornozelo? 09:00 nova forma de viajar e a nossa viagem a Miami 11:35 ter rotinas em viagem 12:50 andar de avião dá sono 13:50 inveja de quem dorme na boa no avião15:40 pior passageiro atrás de mim 19:30 duelo de braços no avião 23:36 explicar situações em inglês 24:00 perder dinheiro por não perceber bem inglês25:22 rabinho latino 27:50 comida nos Estados Unidos e culto do corpo29:30 Rui troca de personalidade com Mafalda 31:20 situações que sozinhos não nos safávamos32:00 americanos são interessados em nós e ajudam 33:15 piscina de crianças 35:15 carros sem condutor e robots de entregas 38:11 pior ressaca de sempre39:40 Manel tem preferências 40:00 tipo de pessoa no último dia de férias43:00 como foi entrar nos Estados Unidos 45:00 estar sempre a controlar o mapa no aviãoREDES SOCIAISMafalda Castro: / @mafaldacastro Rui Simões: /@ruisimoes10 Bate Pé instagram: /@batepeclips Bate Pé Tiktok: /@bate.pe
Você sabia que o Brasil, maior produtor de café do mundo, muitas vezes consome o 'refugo' do que é exportado? Neste episódio imperdível, mergulhamos na revolução do café especial em sachê sustentável com Paula Veloso, fundadora da Cafellow. Prepare-se para desmistificar o que você sabe sobre a bebida mais amada do país e descobrir como a inovação pode transformar um hábito tão enraizado, combatendo o café de baixa qualidade e o impacto ambiental das cápsulas tradicionais.Com uma herança familiar de três gerações no café, Paula compartilha sua jornada, desde as fazendas do Cerrado Mineiro até a criação da Cafellow, uma marca que desafia o status quo. Ela revela a diferença entre café commodity e o verdadeiro **café especial**, explicando as categorias e a importância da rastreabilidade e pontuação dos grãos (como a peneira 16 acima). Exploramos o método de infusão inovador dos sachês de fibra de milho 100% compostáveis, uma alternativa prática e ecológica às cápsulas de alumínio. Paula detalha os sabores únicos da Cafellow, como o "Determinado" e o sazonal "Encantado", e como a comunidade (Close Fellows, Cafellowship) é central para o desenvolvimento de novos produtos. A conversa também aborda os desafios do empreendedorismo, incluindo a superação de uma notificação da Anvisa que, através de criatividade e "upcycling", transformou embalagens descartadas em arte e doações para escolas, gerando impacto social e ambiental. Entenda como ela construiu uma marca digital forte e como a Cafellow está redefinindo o consumo de café no Brasil.A expertise de Paula Veloso, aliada à resiliência e visão de futuro, posiciona a Cafellow não apenas como uma marca de café, mas como um movimento. Se você busca um café de qualidade superior, conveniência e um impacto positivo, este episódio é um convite para fazer parte dessa história. Visite cafellow.com.br para conhecer os planos de assinatura Cafellowship e os sabores exclusivos. Siga @cafellow nas redes sociais para não perder nenhuma novidade e use o cupom de primeira compra para iniciar sua jornada no mundo do café especial. Não perca a chance de transformar sua rotina com um café que é bom para você e para o planeta!00:00:00 Café e Código: A Paixão Brasileira que Une Tech e Tradição00:02:07 Três Gerações de Café: Da Fazenda Familiar à Inovação da Cafellow00:03:52 O Segredo do Grão: Por Que o Café Brasileiro é Mais que Commodity00:08:35 Cafellow: Inovação em Cada Gole, do Puro ao Aromatizado pela Comunidade00:11:20 Sustentabilidade e Sabor: A Revolução do Sachê de Café Especial00:17:20 Desvendando o Café Global: Da Diluição Americana à Cultura do Expresso00:23:35 Mestres do Café: A Ciência da Torra e a Arte de Desadoçar00:29:59 Clubes de Assinatura: Como a Cafellow Conecta Fãs e Cresce no Mercado00:34:50 De Nova York ao Brasil: A Jornada Empreendedora de Exportar e Inovar Café00:46:00 MVP e Paixão: A Decisão de Trocar o Mercado Financeiro pelo Café00:56:00 E-commerce ou Loja Física? A Estratégia Omnichannel da Cafellow01:01:10 Crise do Café: Como um Negócio Novo Lida com a Volatilidade dos Preços01:05:10 Empreendedorismo e Legado: Lidando com Pressões e Expectativas Familiares01:12:00 Upcycling e Inovação: Transformando uma Crise da Anvisa em Impacto Social01:24:50 Conecte-se à Cafellow: Assinatura, Comunidade e Sabores Exclusivos01:31:50 Degustação Sabor Café: Pudim das Galáxias e Parcerias Criativas01:36:50 Futuro e Propósito: Conselhos para Empreendedores e a Visão da CafellowSpotify: Outras plataformas: https://linktr.ee/empreendacast Acompanhe nas redesInstagram e Twitter: @empreendacastProdução: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz
Gestão tática de MarketingNo marketing de performance, o deu errado é apenas o primeiro passo do ajuste.Fazer a gestão tática de marketing em A&B não é sobre esperar por uma ideia genial que vai salvar o mês, mas sobre o rigor da troca e da repetição. Se um criativo não performou ou uma abordagem falhou, o jogo não acaba; ele recomeça com uma nova variável.A performance voltada para o faturamento real exige resiliência tática. É desafiador? Sim. As ideias parecem esgotar? Frequentemente. Mas o diferencial de quem vende mais está na disciplina de:Trocar o criativo: Testar novas linguagens visuais e ganchos;Mudar a abordagem: Ajustar a oferta para entender o que o público realmente valoriza;Cultura do 1% melhor a cada dia: Entender que a campanha de amanhã precisa performar um pouco melhor que a de hoje.Marketing sem teste é palpite. Não adianta desistir no primeiro erro; a inteligência da campanha é construída justamente na análise do que não funcionou.Nesse episódio conversamos com o Marcelo Cruz, sócio e Head Marketing do Foodness que conta pra gente como os ajustes rápidos são fundamentais pro sucesso das campanhas.
Por trás dos grandes números de emprego e desemprego, o mercado de trabalho português é composto por imensos fluxos diários. Analisar o que acontece em cada transição é útil para perceber a economia portuguesa. Um estudo de economistas do Banco de Portugal foca-se nas passagens diretas de um emprego para outro e no impacto dessa transição nos salários. Neste episódio entrevistamos duas das autoras, Sónia Félix e Ana Catarina Pimenta.
Menores acusados de participar da morte do cão Orelha voltam ao Brasil e têm celulares apreendidos. Homem acusado de trocar mensagens com engenheiro morto no golpe do amor é preso em SP.
➡️ Link para votar no prêmio: Estrela do Atlântico https://dashboard.premioestreladoatlantico.com➡️ Quero saber sobre trâmites em Portugal, Alemanhã, Austria, Polônia e Hungria:https://bit.ly/hiportugal ➡️ Quero saber sobre trâmites na Itália:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante➡️Sobre o episódio 161. Vale a Pena Trocar de Marido?Luna é casada há 15 anos, mãe de dois filhos e vive um casamento estável, porém vazio. Entediada e carente, ela se envolve virtualmente com um médico sírio que vive na Alemanha. O que começa como passatempo vira paixão, encontro real e uma escolha impossível: ficar com a família ou arriscar tudo por um amor incerto.➡️Se gostou dessa história vai se divertir também com essas...135. Senti e fui
Tema de abertura do Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece.
Nesta quarta-feira (28), Ari Aguiar e Guilherme Giovannoni analisam tudo sobre a rodada da NBA. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
É o fim da Era Giannis no Milwaukee Bucks? Os rumores de troca explodiram e analisamos o futuro do grego na NBA! Além dessa bomba, trazemos o resumo completo de tudo que rolou na semana 14 da temporada regular.A situação em Milwaukee está tensa. Com o desempenho recente da equipe, a pergunta que não quer calar é: chegou a hora do Bucks trocar Giannis Antetokounmpo e iniciar uma reconstrução? Discutimos os motivos da crise, os possíveis destinos para o "Greek Freak" e o impacto que uma troca dessa magnitude teria na liga.Mas não é só isso! O vídeo também está recheado com o melhor basquete da semana.Neste episódio você vai ver:Análise profunda sobre os rumores de troca de Giannis Antetokounmpo;O que está dando errado no Milwaukee Bucks nesta temporada;Resumo da semana 14 da NBA: os jogos mais insanos e resultados surpreendentes;Os jogadores que destruíram nas quadras (destaques e MVPs da semana);Atualização da corrida para os playoffs.Este é o "Cestou na Segunda!", quadro semanal do Bola Laranja que traz o resumo da semana anterior da NBA e as notícias mais importantes.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!
Falei sobre a carreira de Jimmy Butler (00:00) e o futuro do Golden State Warriors após a lesão do astro (11:02)Entre no grupo do Cara dos Sports no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/DBCkiq0Gg397h0kgRjzrVoApoie o Podcast Cara dos Sports e tenha acesso a conteúdos exclusivos: https://caradossports.com.br/Se torne membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UCZ3MkOrQx7444pm7tSZ-10Q/join
Feliz ano novo! E apesar do ano novo, as novelas são as mesmas! Trocar Trae Young e Anthony Davis. Ah! E claro, e o Lebron? Bem vindos a 2026! Mas vamos, claro, começar pelo começo. Não mudamos a ordem de nada no podcast, talvez tenhamos só aumentado um pouquinho (pouquinho?) a introdução (peço desculpas!). Mas começamos pela NBB onde tivemos jogos entre o natal e o ano novo e bons jogos, há de se destacar. A ótima vitória do Franca sobre o Brasília, em uma disputa direta. A batalha entre Unifacisa e Minas em Campina Grande, onde os mineiros precisaram buscar o empate no tempo normal para vencer na prorrogação. Ou o ótimo time do Pinheiros que continua voando? O importante é que o NBB está pronto e montado para o final de janeiro com bons jogos programados, como a derbi da capital, entre Pinheiros e Paulistano, ou o reencontro de Franca e Brasília? Vão ter ótimos jogos neste campeonato que acaba funcionando muito melhor (e valendo mais) que a cópia feita pela NBA. Comentamos também a preparação para a LBF que recebeu 13 inscrições para a temporada 2026, mas sem ter Ourinhos e Blumenau (que falamos anteriormente). Outra que não volta nesta próxima temporada ainda é o Ituano, aparentemente. Agora é ver se todas as inscrições estão em ordem e de acordo ao que é necessário para estar qualificado para o campeonato e podemos ter, mesmo com estas baixas, a maior LBF nos últimos tempos. A Euro deu uma paradinha, mas essa paradinha ainda permitiu 4 jogos antes da virada. Neles, tivemos o clássico francês com vitória do Lyon (o que será que aconteceu com o Paris??). Monaco venceu o Barcelona, o nosso cavalo lituano resolveu não desistir nesta temporada e bateu o ex líder Hapoel. Ex líder porque o Valencia bateu o Partizan e assumiu a ponta para virar o ano como líder da Euro. Mas ai chegamos a NBA e entre bons jogos, jogadores indo melhor do que a encomenda (como o nosso Cooper Flagg e o VJ Edgecombe), enquanto outros ressurgem (estamos falando de você mesmo Kwahi), as novelas continuam. O levantamento que o Lakers tem 7 derrotas em 11 jogos com Lebron mostra que o time não tem defesa quando as estrelas estão em quadra. O mesmo, claro, vale para o Atlanta que parece precisar desesperadamente trocar o Trae. Só que todo mundo sabia disso tem alguns anos e eles perderam o momento em que pagavam mais do que o Trae valia. Para fechar as novelas de sempre, hoje já se sabe que o AD mais não jogou do que jogou nos últimos anos. Apesar de ótimo jogador, ele virou um problema e está de novo na tábua de corte. O problema de todos estes nomes é a pergunta: Trocar por quem? Salários altos dificultam absurdamente qualquer possibilidade, a falta de interesse dos outros times piora o cenário. É o que GSW vai ter de começar a pensar também. Os Warriors tem mais de 100 milhões em apenas dois jogadores do time. E um deles é a maior lenda da equipe. Só que na posição que eles estão agora, com este time, eles não lutam mais por nada. Tem de se pensar se querem construir um time em torno do Curry para tentar uma última chance de título para ele, ou se começam o rebuild enquanto os jogadores ainda tem algum valor de mercado. Nenhuma escolha fácil de se fazer. Falamos disso, de filmes, de virada de ano e de muito mais no episódio, então aperta o play e vem começar o seu 2026 com a gente!
No episódio de hoje, Isabela Lapa faz uma reflexão sobre o ato de presentear e sugere uma possibilidade diferente de presente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta edição do "CBN Na Sua Casa", o assunto em destaque para a comentarista Lucy Mizael é sugestão do ouvinte Gerson Rabello. Ele pergunta: "Lucy, o que fazer para as roupas não ficarem com manchas brancas após a lavagem na maquina? Trocar o sabão em pó pelo líquido resolveria?". Pergunta feita, a comentarista responde. Ouça a conversa completa!
Bem-vindos à nova temporada do FAXINA FIRMESA! Esse programa só foi possível graças ao apoio da KTO, que acreditou na volta da nossa Toco Tuesday, agora firme na grade toda semana, e aos Mutombos, nossos apoiadores que nos ajudaram a montar nosso estúdio próprio, o que viabilizou a possibilidade deste programa e muitos outros porvirFaça suas brabas para na KTO, o site onde você encontra as mais completas probabilidades esportivas. Acesse o site pelo link abaixo para a KTO saber que você chegou lá através da nossa parceria - que ajuda demais o canal a crescer! https://kto.bet.br/tocotvAPOSTA NÃO É INVESTIMENTO! Proibido para menores de 18 anos. Jogue com Responsabilidade.AJUDE A TOCO TV A CRESCER!Colabore mensalmente com valores a partir de R$15 através da nossa campanha no apoia-se: https://apoia.se/tocotv e vire um firmembro com acesso a nossa comunidade no whatsapp, nossa liga de fantasy e nosso bolão dos playoffs.
Trocar de óculos pode ser complicado.
Muitos consumidores já se preparam para as promoções da Black Friday 2025, que neste ano acontecerá na sexta-feira, 28 de novembro. Se você pensa em aproveitar a oportunidade para trocar de celular é preciso preparar o aparelho antigo caso queira vendê-lo. Nesta edição do "CBN e a Tecnologia", com o comentarista Gilberto Sudré, vamos conhecer alguns procedimentos que ajudam tanto a garantir a proteção dos seus dados, quanto evitar problemas ao utilizar o dispositivo novo. Ouça a conversa completa!
Postos suspeitos de ligação com o PCC vendem combustível adulterado em São Paulo. Em Mato Grosso, bandidos usaram dados oficiais para legalizar carros roubados. A Primeira Turma do Supremo condenou os sete réus que espalharam fake news contra as eleições. O ministro Luiz Fux pediu transferência da Primeira para a Segunda Turma do STF. Está preso o ex-presidente da França Nicolas Sarkozy. Pela primeira vez, o Japão elegeu uma mulher primeira-ministra. Sanae Takaichi é nacionalista, conservadora e defensora de Donald Trump. O vice-presidente americano chegou a Israel com a missão de manter o cessar-fogo com o Hamas.
00:00 7 Hábitos financeiros de classe média00:50 Hábito 1 | Nunca falar de dinheiro02:05 Hábito 2 | Gastar em churrasco e cerveja03:27 Hábito 3 | Comprar carro zero 05:04 Hábito 4 | Aluguel é jogar dinheiro fora07:17 Hábito 5 | Ficar no relacionamento errado09:01 Hábito 6 | Trocar preço em dinheiro por preço em tempo10:36 Hábito 7 | Maior armadilha da classe média
Está no ar, o Data Hackers News !! Os assuntos mais quentes da semana, com as principais notícias da área de Dados, IA e Tecnologia, que você também encontra na nossa Newsletter semanal, agora no Podcast do Data Hackers !!Aperte o play e ouça agora, o Data Hackers News dessa semana !Para saber tudo sobre o que está acontecendo na área de dados, se inscreva na Newsletter semanal:https://www.datahackers.news/Conheça nossos comentaristas do Data Hackers News:Monique FemmeMatérias/assuntos comentados:Evento Mettup ItaúMatéria NetflixMatéria CEO da AWSDemais canais do Data Hackers:SiteLinkedinInstagramTik TokYou Tube
Esta é Uma Conversa de volta! Hoje a gente retoma um assunto bruto: Trocar o Deus vivo por imagens. Não tem como, né? Onde tem religião, tem o risco da corrupção, de não transcender e ficar preso nos símbolos. O maior perigo hoje, principalmente pra quem é católico, é absolutizar influenciadores, eles viraram os novos sacerdotes, mediadores das verdades virtuais. Mas a gente vai falar de muito mais, porque o risco da idolatria tá em todo canto. Ouve aí e depois conte pra gente: o que mais entra nessa conta?| Site: https://umaconversa.com.br/| Apadrinhe: https://apoia.se/patraodoumaconversa| E-Mail: conversaconosco@gmail.com| Redes Sociais: @1Conversa
Surgical techniques in gynecology vary widely between surgeons, creating both excitement and frustration for residents trying to learn the "right way" to perform procedures. Howard and guest host Maddie White discuss this and more:• Trocar placement during laparoscopy requires careful consideration of patient factors and potential adhesions• Elevating the abdomen during trocar placement remains standard practice, though definitive evidence on its necessity would require studies of over 100,000 patients• Surgeons should understand power analysis to recognize when studies are underpowered to detect meaningful differences in rare complications• Visceral slide technique using ultrasound can identify adhesions and determine the safest entry point for laparoscopic surgery• Palmer's point may no longer be the safest entry point for many patients given the prevalence of bariatric surgeries• Jain's point (lateral to the umbilicus) may now be statistically safer for many patients with complex surgical histories• Vaginal cuff dehiscence rates are 6-10 times higher with laparoscopic/robotic hysterectomy compared to vaginal approaches• The higher dehiscence rate stems from using energy devices for colpotomy rather than cold scalpel techniques• Barbed sutures simplify cuff closure but don't reduce dehiscence rates compared to standard suturing techniques• Surgery consists of "a thousand little things done well" - mastering these micro-skills distinguishes excellent surgeons00:00:00 Surgical Techniques: Excited and Frustrated00:08:00 Elevation During Trocar Placement 00:17:00 Evidence and Power Analysis00:21:35 Visceral Slide Technique00:35:10 Alternative Trocar Entry Points00:40:10 Cuff Closure and Dehiscence Risk00:51:45 Laparoscopic vs Vaginal Colpotomies01:03:00 First Accredited OB-GYN Residency ProgramFollow us on Instagram @thinkingaboutobgyn.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (25/06/2025): Em busca de marca da atual gestão na área da saúde e a um ano e meio das eleições, o governo vai permitir que hospitais privados e filantrópicos que queiram aderir ao programa “Agora tem Especialistas” troquem até 50% de seus débitos com a União por atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os hospitais que aderirem deverão oferecer no mínimo R$ 100 mil por mês em procedimentos de oncologia, ginecologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia, otorrinolaringologia e saúde da mulher. No caso de hospitais em regiões com menos instituições aptas a oferecer exames e cirurgias, o valor poderá ser de R$ 50 mil. E mais: Internacional: Análise dos EUA indica que ataque não destruiu centrais nucleares do Irã Economia: Ata do Copom mostra que, sem ajuste fiscal, juros ficam altos até as eleições Política: Durante acareação no Supremo, Cid reitera acusações contra Braga Netto Metrópole: Polícia vê elo entre dinheiro desviado do Corinthians, PCC e o ‘Careca do INSS’See omnystudio.com/listener for privacy information.
A migração do software de gestão muitas vezes é necessária para adotar soluções mais alinhadas com as tecnologias mais recentes, ganhar eficiência e acompanhar o crescimento de um negócio. No entanto, o processo de migração pode ser traumático e caro. Para falar um pouco sobre esse verdadeiro transplante de coração da empresa, vou receber Jean Paul Vieira, diretor-executivo de Marketing e Produto da Senior Sistemas. Entenda como a Senior Sistemas pode transformar a gestão da sua empresa. Saiba mais por aqui https://hubs.ly/Q03b5wNv0 Sobre o entrevistado Jean Paul Vieira é Diretor de Marketing e Produto da Senior Sistemas e atua há mais de duas décadas no setor de tecnologia, com forte expertise em estratégia, inovação e desenvolvimento de soluções digitais. Já ocupou cargos de liderança em empresas como Linx, TOTVS e Datasul. Na Senior desde 2015, lidera a evolução do portfólio de produtos e o posicionamento de mercado, com foco em experiências inteligentes e geração de valor para os clientes. É graduado pela UDESC em Processamento de Dados e Engenharia de Produção, com MBAs em Marketing (FGV), Administração Global ( Universidade de Lisboa), Gestão Comercial (INPG) e formação executiva pela Fundação Dom Cabral. Também integra o Conselho de Administração da Novasoft SAS.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Criado nos anos 1970 no Japão, projeto do banco de tempo se expandiu em iniciativas locais por diferentes países e agora, com o envelhecimento da população, tenta ganhar escala em gigantes como a China As apresentadoras Luciana Garbin e Carolina Ercolin falam do tema nesta edição. O Mulheres Reais vai ao ar às segundas-feiras, a partir das 8h, no Jornal Eldorado. O podcast é apresentado por Carolina Ercolin e Luciana Garbin e está disponível em todas as plataformas de áudio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bolsonaro desdenha da possibilidade de ser preso após denúncia da PGR e Vaticano diz que Papa Francisco tem leve melhora e não apresenta febre.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Joana Marques esteve a assistir à troca de ideias entre Filipe Vilarinho e Gustavo Santos, e traz-nos o essencial.
Com Evaldo Macarrão, o Papo fala sobre o humor como cura. Também debate se o amor se aprende ou é instintivo e fala dos presentes mais improváveis de dar ou receber.
Diogo Schelp, jornalista e mestre em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo, repercute a política interna e externa do Brasil às 2ªs, 4ªs e 6ªs, 8h30, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Garcia fala sobre uma ação movida pelo PT para que a Declaração de Nascido Vivo seja alterada de modo que desapareça o termo "mãe".
Send us a Text Message.Hi there, friends!We're back with an episode featuring the much-asked for, long and patiently waited for, Taggart Notes!Credit goes to: The Taggart Notes: PDFNational Board Examination Review Book For Students of Funeral Service Education/Mortuary Science : SCIENCESDr. Thomas R. TaggartThe Taggart Notes for Science on my computer looks to only be about 60 pages long, and all of said pages are all very useful information for preparing yourself for the Science NBE, but I will be skipping the out-of-date content for you. I just ask for your continued patience because it is A LOT!In this episode I cover the following topics:Raising Vessels and Incision TypesTypes of SuturesTrocar GuidesTypes of PurgeGases that Cause DistensionInjection Types and Embalming Pressure PLEASE understand that as wonderful as his notes are, they are incredibly outdated. We're talking 2005. The man that has created the D.E.A.D Program made an updated set of study guides to replace the Taggart Notes, and if you go to the D.E.A.D website and hit Resource Materials, you can either buy one or both. Enter MEG25 and you will get a nice $25 off discount from EACH book!I have also started a YouTube Channel to coincide with this Podcast that I highly suggest following and subscribing to if you have not already! I will be offering in-depth visual aids of the various places of worship, casket construction and parts, etc.!The link to my channel is:https://www.youtube.com/@MeghanOpocenskyAs always, thank you all so much for you continued support and I immensely appreciate your continued patience! :)This upcoming week David and I intend to blow through those Conference Glossary Terms y'all enjoy so much and getting those knocked out for you. We just did Pathology AND Microbiology and I will upload them both once he sends them to me! So stay tuned, things will be getting good! I will also be revisiting Arts here and there as I want to offer visual aids for a few things, as I know David wants to do for certain Science topics- so please look at my "seasons" as really more of an "Arts" and "Sciences" divider to help with any confusion, ok?Season 1: Arts - Season 2: Sciences maybe a Season 3 for random funeral professionals to share their wisdom, practices, etc. but that's a ways away!Check out my Patreon to support my show, too; https://www.patreon.com/MeghanOpocensky?utm_campaign=creatorshare_creatorI'll be updating it later!As always, thank you all so much for you continued support!*MAKE SURE YOU LISTEN TO MY HINTS.*I CANNOT DO MUCH ELSE TO HELP YOU!I will continue looking at what to do next, I have yet to touch on still and I appreciate your continued patience!To support this show through the channel platform, please visit:https://www.buzzsprout.com/2355990/supporters/newIf you're interested in supporting the show but don't want to subscribe, my info is as follows:@MegOpocensky / $MegOpocenskySupport the Show.
Arnaldo Ribeiro, Danilo Lavieri, Eduardo Tironi, José Trajano, Juca Kfouri e Mauro Cezar Pereira analisam a possível troca entre Flamengo e Palmeiras de Gabigol por Dudu, o Botafogo na vice-liderança e se aproximando do rubro-negro, enquanto Corinthians e Fluminense perdem e seguem na zona de rebaixamento do Brasileirão. O que o futebol brasileiro aprendeu 10 anos após o 7 a 1?See omnystudio.com/listener for privacy information.