Podcasts about andamos

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Podcast Rezandovoy
Viernes, 20 de febrero

Podcast Rezandovoy

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026


Andamos a la búsqueda de una alegría plena y verdadera, no de alegrías de saldo

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 232 - Más allá de la diversión

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 54:16


¿Que perdemos cuando el juego solamente es placentero? Esta es la pregunta que el Neanderthal nos pone en la mesa y que trataremos de dar respuesta en un nuevo episodio de #Rolosofía.No os lo perdais porque seguramente os arrepentireis.

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 231 - ¡Esto es serio! 1ra Parte

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 52:29


¿Cuál es el papel del humor en una sesión de humor que no va de comedia? ¿O es la comedia un elemento intrínseco e inevitable en todas las sesiones de rol? En este episodio abordamos una reflexión personal acerca del alivio cómico que creemos es parte fundamental de, no solo el rol, sino cualquier interacción social de esparcimiento.

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 230 - El Noticiero Arcano

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 60:51


Juego de Rol de las Tortugas Ninja y Thundercats, Diogo Nogeira se va a White Wolf, todo lo que viene para DnD y Daggerheart y mucho mas en este episodio donde repasamos las noticias roleras de la semana!

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 229 - Pathfinder

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 84:05


Pathfinder es uno de nuestros juegos de rol favoritos pero ¿sabías que tambien es uno de los sistemas contra el que más prejuicios tienen los jugadores? Incluso nosotros nos tardamos en darle una oportunidad, pero ahora estamos muy contentos de haberlo hecho. Así que dedicamos este episodio a platicarte un poco de como nació uno de los principales contendientes de Dungeons & Dragons.

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 228 - Nos merecemos algo mejor

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Jan 24, 2026 56:50


Este espisodio de rolosofía es una mirada personal al periodismo rolero actual; cómo nos llegan las noticias, a través de quién y en qué forma influye en nuestra manera de consumir rol.

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 227 - Reyes Magos Roleros

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 58:09


En 2025 no pudimos hacer nuestra tradicional lista de regalos navideños, así que les presentamos las cosas que los Reyes Magos le podrían traer a tus amistades roleras.Sí, ya sabemos que tambien ya pasó el Dia de Reyes, pero siempre queda por ahí algun desbalagado que se quedó sin obsequio y que puedes alegrarle el dia :D

Enterrados no Jardim
Cada Narciso tem um lago no bolso. Outra conversa com Changuito

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Jan 3, 2026 333:35


Por toda a parte esta lama de palavras a nascer, coisas atravessadas, e, nisto, talvez consigamos já antecipar essas frases sem nexo perante uma catástrofe desconhecida. Viramo-nos para as obscenidades porque estas ainda conseguem espicaçar a carne solitária, mas, de resto, o que podemos saber nós? Andamos doentes com as palavras, com esta sensação de possuir uma parte cada vez mais limitada do seu significado, e há esses ruídos de fundo, o burburinho que nos dá a sensação de estarem atacadas de qualquer coisa, bichadas. Talvez venham daí os usos poéticos, o esforço de dar trinta passos nalguma outra direcção antes de ser atingido por alguma caótica premonição, impor-lhe rimas de modo a dominar a respiração, avistando bárbaros, pedindo este ou aquele sinal. O que era suposto conseguirmos fazer dela? Derrotar o tempo, detê-lo de um modo encantador… derrotar a linguagem e o valor de uma sociedade existente…? Mas pertencemos já a um tempo que soa tão no futuro (dois mil e vinte e seis) e, no entanto, ninguém supunha que pudesse ser algo tão miserável e confuso, e as distâncias se medissem cada vez mais pelo apagamento, sendo que olhamos para as estrelas como sinais de trânsito frios, e os horizontes da ficção-científica deram lugar apenas a formas de usura calculada antecipadamente, enquanto o pequeno ecrã se multiplicou e nos segue por toda a parte, já não vomita o mundo apenas para dentro do quarto, mas, por entre a parada de zombies varada de spots publicitários, acelera tudo e no mais pequeno detalhe somos capazes de pressentir esse calafrio que nos provocam os escombros, a ruína das nossas existências, que cada vez se aproxima mais da superfície. Somos os mortos da guerra que amanhã irá rebentar. E em razão de uma convivência tomada pelo absurdo, no seio desta claridade débil, cada um de nós se desgosta e se entrega a um abandono pouco profundo, andando à deriva, investigando os próprios sonhos e, assim, lemos, escrevemos e conversamos, mas o que nos dizemos verdadeiramente? “Os loucos fazem parte de uma nação qualquer, e a sua linguagem, por incoerente que seja nas palavras, é sempre articulada em sílabas”, nota Edgar Allan Poe. De algum modo um excesso de sensibilidade, uma predisposição para se deixar perder, impede um tipo de levar uma frase até ao fim, enredando-se nela, preferindo não a deixar impor sobre nada o peso de uma sentença. Voltamos ao cuidado de brincar com as coisas… “Acaso nos lembramos de quão facilmente os nossos jogos poderiam decompor, reformar ou tornar a descrever a realidade? O procedimento mágico era sempre e em primeiro lugar a repetição: qualquer criança conhece o fenómeno a que os psicólogos chamam ‘saturação semântica', onde uma palavra é repetida até parecer esvaziada de sentido e se tornar apenas som – ‘repetir, monotonamente, uma palavra comum, até que o som, por força da repetição insistente, deixe de transmitir qualquer ideia, qualquer que ela seja, à mente', tal como descreve Poe na sua história Berenice” (Ben Lerner, “Ódio à Poesia”). A maioria de nós orientamo-nos menos pelo significado das palavras do que pelos sinais daqueles em quem aprendemos a confiar. Precisamos da voz dos outros para saber onde fomos ou estamos, aquilo em que nos tornámos ou quem costumávamos ser. Nunca deixámos de jogar ao quente e frio, ao Marco Polo. A razão da grande desorientação em que vivemos prende-se com esta coisa imensa que se interpôs entre nós. Pasolini, nos anos 50, mostrava ainda a sua confiança nas pessoas, afirmando que não se trata de que sejam estúpidas ou más, mas que tendem a ficar surdas. “O estrondo da máquina que puseram em movimento, e que as transporta para o precipício, é de tal forma alto que o choro distante daqueles que se encontram excluídos da máquina porque não têm bilhete nunca chega aos ouvidos ensurdecidos do agrupamento alegre.” Também é difícil levar a sério aqueles que poderiam ter alguma coisa para nos dizer de importante, de transformador, aqueles que são capazes de vislumbrar os contornos dessa coisa inaudita que há muito deixou de nos pedir licença, e que se introduz sem nenhuma timidez, mas de forma avassaladora, impondo-se pela devastação da realidade como a conhecíamos até ali. Aqueles que se dão contam disto, como assinala Poe, são muitas vezes os espíritos que arriscam passar por idiotas. “A faculdade de análise não deve ser confundida com a simples engenhosidade porque, enquanto o analista é necessariamente engenhoso, sucede muitas vezes que o homem engenhoso é absolutamente incapaz de análise. A faculdade de combinação ou construtividade, através da qual se manifesta geralmente esta engenhosidade, (…) apareceu em seres cuja inteligência era limítrofe da idiotia (…)”. Neste primeiro episódio de um ano que de modo nenhum consegue desentranhar-se da couraça enferrujada em que já nasceu, e que tão dificilmente exprime algo de novo, quisemos regressar a algo parecido com uma casa da partida, ou pelo menos uma zona de muitas confluências, um porto inseguríssimo onde um farrapo de Shakespeare se mistura com bactérias das mais antigas, vindas de toda a parte, um local coberto por nuvens de arquitectura instável, um sítio onde se pode ir ao encontro de muitos mais do que aqueles que por lá passam, enfiar as mãos pelos livros sem fundo, tocar esses reflexos mais e menos mortais, dependendo de quem olha de cada um dos lados. Uma livraria que é um comboio para sempre parado na estação, cheio desse riso dos porões, de um modo de corrigir os lábios pelo que se lê em páginas onde respiram tantos mortos e vivos, sem ser clara a diferença. Ali, espreitando à volta e através do Changuito, que trabalha no osso para nunca deixar de ser um mestre desta infinita e generosa cerimónia, entre outros textos e percursos que nos deu a ver, lemos um texto que é hoje um desses raros faróis que conseguem atravessar este medonho limbo crepuscular. “A Mitificação da Realidade”, de Bruno Schulz, autor do magnífico Lojas de Canela, abatido com duas balas na cabeça por um oficial da Gestapo numa rua do gueto da sua cidade natal, Drohobycz, isto para ajustar contas com um rival, um outro oficial nazi, que admirava os desenhos de Schulz e o tinha tomado sob sua protecção. “O essencial da realidade é o sentido. Para nós, o que não tem sentido não é real. Cada parcela da realidade vive consoante aquilo de que participa num sentido universal. Exprimiam-no velhas cosmogonias ao sentenciarem que ‘ao princípio era o Verbo'. Para nós o que não tem nome não existe. Nomear uma coisa equivale a englobá-la num sentido universal. Uma palavra isolada, peça de mosaico, é produto recente e resultado – já – da técnica. A palavra primitiva era divagação que girava em redor do sentido da luz, um grande todo universal. Hoje, na sua acepção corrente, a palavra não passa de fragmento, rudimento de antiga e integral mitologia. Daqui a sua tendência para se regenerar, repelir, completar-se para regressar ao integral sentido. A vida da palavra. A vida da palavra é tender para milhares de combinações como os pedaços do corpo truncado da serpente lendária, que se procuravam nas trevas. Este organismo complexo foi rasgado em vocábulos solitários, sílabas, discursos quotidianos; utilizado sob esta forma nova, fez-se instrumento de comunicação. A vida e o desenvolvimento do verbo foram arrastados pelo caminho utilitário, submetidos a regras estranhas. Mas há neles uma regressão, mal as exigências da prática abrandam, mal a palavra, liberta daquilo que a constrange, é abandonada a si própria e restabelecida de acordo com as suas próprias leis: tende assim a completar-se, a reencontrar antigos laços, o seu sentido, o seu primordial estado na prática original das palavras. Só então nasce a poesia. Poesia é um curto-circuito de sentido entre as palavras, inesperado fluxo de mitos primitivos. Utilizando as palavras correntes, esquecemos que são fragmentos de histórias antigas e eternas, que estamos – como os bárbaros – a construir a casa com destroços de estátuas dos deuses. Os nossos termos e os nossos conceitos mais concretos são velhos derivados seus. Nas nossas ideias, nem um só átomo deixa de descender deles, deixa de ser uma mitologia transformada, estropiada, alterada. A mais primitiva das funções do espírito é criar contos, ‘histórias'. A ciência sempre foi buscar a sua força motriz à convicção de encontrar, depois de fazer esforços e chegar ao cimo dos seus andaimes artificiais, o derradeiro sentido do mundo. No entanto, os elementos que utilizava já serviram e provêm de antigas e desmontadas histórias. A poesia reconhece o sentido perdido, restitui as palavras ao seu lugar, liga-as segundo significados vários. Manejado por um poeta, o verbo recupera consciência do seu primeiro sentido, se assim podemos dizê-lo, floresce espontaneamente e recupera, de acordo com leis próprias, a sua integralidade. Por isto há-de toda a poesia ser criação mitológica, tender a recriar os mitos do mundo. A mitificação do mundo não terminou. O seu progresso só foi travado pelo desenvolvimento da ciência, empurrado a uma via lateral onde vegeta porque se extraviou de sentido. A ciência não passa, também ela, de um esforço para construir o mito do mundo, pois o mito está contido nos elementos que ele utiliza, e não podemos ultrapassar o mito. A poesia atinge o sentido do mundo por dedução e antecipação, a partir de grandes atalhos e audaciosas aproximações. A ciência visa o mesmo objectivo metodicamente, por indução, levando em conta todo o material da experiência. No fundo, ambas procuram o mesmo. Infatigável, o espírito humano acrescenta à vida as suas glosas – mitos –; infatigável, procura ‘conferir um sentido' à realidade. O sentido é o que leva os homens ao progresso da realidade. É um dado absoluto, impossível de deduzir de outros dados. Não podemos explicar por que razão uma coisa nos parece ‘sensata'. Conferir ao mundo um sentido é função indissociável da palavra. A palavra é o órgão metafísico do homem. Com o tempo, a palavra fica congelada, deixa de veicular novos sentidos. O poeta confere às palavras a sua virtude de corpo condutor criando acumulações onde nascem tensões novas. Os símbolos matemáticos são um alargamento da palavra a outros domínios. Também a pintura é um derivado do verbo, do que não era ainda sinal mas apenas mito, história, sentido. Em geral, considera-se a palavra como sombra da realidade, como seu reflexo. Mais justo seria dizer o contrário! A realidade é sombra da palavra. No fundo, a filosofia é filologia, estudo profundo e criador do verbo.”

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 226 - Beto Trejo y Condado20

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 52:10


Y para cerrar las festividades nos trajimos una ultima vez (este año, esperamos que vuelva muchas más) al estudio de grabación a Beto Trejo, a que nos platicara de su vida, sus hobbies, el rol y como es que surgió Condado20.

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 225 - ReRoll presenta: Escorias Mercenarias

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 70:04


Desde las lejanas tierras regiomontanas nos visitan los chicos de ReRoll y nos trajimos al buen Chok para que nos platique del nuevo y recien sacadito del horno (cuando grabamos este episodio) suplemento para Médula titulado "Escorias Mercenarias". Rol fragmentado, buen cotorreo e historias de la Americana, ¿qué más pueden pedir en un episodio?

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 224 - Cotorreo post boda y pre Aniv de la Kob

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 48:13


Crudos y en vivo pero todavia enteros y preparados para las festividades de ese fin de semana, aprovechamos que varios creadores de contenido estaban en la ciudad y grabamos este episodio especial! Con Jonas Bedlam, Xanic Zondo, Ibozuke, Otto Garay e Irving de Role Per Second!

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 223 - 3er Aniv. de la Kob El Post Mortem

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 50:24


Y el 3er aniversario de la KoboldCon vino y se fué. Todavía no terminamos de recuperarnos, pero aqui nos juntamos con los organizadores para platicarles un poco de que tal estuvo este gran evento!Con Irvin Morales, de RolePerSecond, Hugo de TheDeathDieClub, Beto Trejo de Condado20 y Kihen del Mimic Errante.

Pamela Cerdeira
'Los que andamos en bici vemos que 30 pesos se van en impuestos': Saúl Gómez

Pamela Cerdeira

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 7:51


En entrevista con Pamela Cerdeira, para MVS Noticias, Saúl Gómez, vocero de Repartidores Unidos de México y fundador de Ni un Repartidor Menos, abordó el tema de por qué la SCJN avala impuesto de 2% a apps de mensajería por aprovechamiento de la infraestructura capitalina.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 222 - Cotorreando con roleros mexicanos

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 63:11


En el 3er aniversario de la Koboldcon se dieron cita muchos creadores de contenido rolero mexicanos y aprovechamos para traerlos al estudio y platicar con ellos de sus impresiones de la escena rolera, sus proyectos y que traian para el evento. En este programa nos acompaño Astrid Duskhowler, Otto Garay y Beto Trejo de Condado 20.

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 221 - KoboldCon 3er Aniversario: El Previo

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 64:00


Este fin de semana es el 3er aniversario de la KoboldCon, la convencion de rol independiente mas grande de México! y lo festejamos desde ahorita con un programa de lujo con algunos de los expositores locales y el mero mero organizador platicándonos de qué podemos esperar en este jolgorio.

El gran quilombo
El gran quilombo - 1975. Así sonaba Abya Yala - 15/11/25

El gran quilombo

Play Episode Listen Later Nov 15, 2025 62:10


Andamos estos días recordando el "Horses" de Patti Smith o el "Nuevo día" de Lole y Manuel. Tremendos discos que supusieron para muchas de nosotras un descubrimiento hacia nuevas maneras de entender la música y por qué no, también la vida.Hemos querido recuperar hoy en nuestro Gran Quilombo alguno de los muchos discos que se editaron en 1975 al otro lado del charco. La lista propuesta es como suele ocurrir cuando te debes ceñir a un tiempo determinado reducida y probablemente injusta.Os animamos a completarla.LOS JAIVAS El IndioLOS MIRLOS Los Charapas de oroGILBERTO GIL RefazendaJORGE BEN JOR Solta o PavàoSILVIO RODRIGUEZ Días y floresMERCEDES SOSA A que florezca mi puebloAMPARO OCHOA El cancionero popular 1TIGRES DEL NORTE Contrabando y traiciónWILLIE COLON The good, the ugly and the badEDDIE PALMIERI Unfinished MasterpieceEL GRAN COMBO DE PUERTO RICO Número 7HECTOR LAVOE LA VOZAZUQUITA Y SU ORQUESTA MELA En casa Siña JacintaEscuchar audio

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 220 - Vacios Productivos

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 53:22


En esta entrega de #ROLOSOFIA el Neanderthal se adentra en los recovecos de algo que denomina "Vacios Productivos" en los juegos de rol. ¿Qué son? ¿Para que sirven? ¿Con qué se comen? Todo esto y menos, lo tendrás en este morrocotudo episodio!

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 219 - Tragones y más morras (una)

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 60:24


En varias ocasiones hemos hablado de series y animes que estan basadas (o al menos eso parece) en partidas de rol. En esta ocasión nos acompaña MiliMych de Amiguis y Onigiris para platicar de Dungeon Meshi, tambien conocido como Tragones y Mazmorras.

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 218 - The NOPE Syndrome

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 59:39


¿Qué pasa cuando el grupo de aventureros esta tan asustado que prefiere dejar pasar el tesoro con tal de no seguir explorando? ¿Es una falla narrativa? ¿Es falta de experiencia de los jugadores? En este episodio hablamos de este tema y de por qué nos estan quitando los botes de basura.

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 217 - Despedida de Ñoñero

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 46:40


Ulises Martinez de Tirando Rol es uno de los Dungeon Masters mas conocidos de habla hispana, y el pasado fin de semana nos fuimos a Silent Hill... perdón, las montañas de Mazamitla para festejar su despedida de soltero y las cosas se salieron de control.Nah, no es cierto, fueron solo una bola de ñoños haciendo cosas de ñoños en la montaña :D

Convidado
Um ano depois da morte a tiro de Odair Moniz pela polícia, "continuamos na mesma"

Convidado

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 12:08


Fez esta semana um ano que Odair Moniz, cidadão luso cabo-verdiano de 43 anos foi morto a tiro por um agente da Polícia de Segurança Pública na noite de 21 de Outubro de 2024 na Cova da Moura, na Amadora, nas imediações da capital portuguesa. Este acontecimento provocou na altura, vários dias de incidentes na zona de Lisboa, com os habitantes dos subúrbios a expressarem o seu descontentamento com o tratamento que lhes era reservado pelas autoridades. Um ano depois, são várias as organizações da sociedade civil que acusam o governo de nada ter feito para restabelecer a confiança entre os habitantes das periferias e as forças da ordem. A crispação é tanto mais palpável que o país tem estado a debater nestes últimos meses uma série de restrições a serem introduzidas tanto na lei de imigração como na lei de nacionalidade. É neste contexto particular que começou na quarta-feira o julgamento dos agentes policiais envolvidos na morte de Odair Moniz, um processo que cristaliza expectativas mas também questionamentos, com o réu principal a invocar que a vitima tinha na sua posse uma lâmina e que ele se sentiu ameaçado. Um dado que até agora não tinha vindo ao de cima e que na óptica de Rui Pena Pires, investigador ligado ao Observatório da Imigração em Portugal, é o prenúncio de que nunca se saberá ao certo o que aconteceu. RFI: O que se pode esperar do julgamento do caso Odair Moniz? Rui Pena Pires: Eu espero que o julgamento esclareça o que se passou. Prefiro sempre pronunciar-me sobre os resultados do julgamento e não a priori, e não fazer um incidente de suspeição antes do julgamento começar. Espero que esclareça bem o que se passou e que explique porque é que foi necessário recorrer a uma arma de fogo para resolver um problema que aparentemente não exigia nenhuma intervenção desse tipo. O Estado, nas sociedades democráticas, é a única entidade que tem poder de vida ou de morte, mas tem que usar com muita, muita parcimónia. Quando algum agente está envolvido na morte de alguém, essa morte tem que ser muito, muito bem explicada. Nós somos um país em que todas as polícias andam armadas com armas de fogo. Nem em todo o lado é assim. E essa é mais uma razão para que se exijam responsabilidades pelo uso das armas que são usadas no exercício das funções policiais. RFI: Durante o primeiro dia de julgamento, surgiu um dado novo: um dos réus afirmou que Odair Moniz tinha consigo uma lâmina e que ele considerou que ele representava uma ameaça à segurança dos agentes presentes. Rui Pena Pires: As versões que têm vindo a público sobre o que aconteceu têm mudado muito. E isso, por si só, não é uma boa notícia. Significa que nunca saberemos bem qual é o valor dessas declarações. Mas para isso existe o julgamento. Agora, há várias coisas que o julgamento não poderá fazer. Não faz parte do âmbito do julgamento. Não será no julgamento que se irá avaliar o treino e a formação que são dados aos agentes policiais para saberem reagir em situações em que haja alguma tensão, mesmo que resulte mais de percepções do que de perigos reais. Como sabemos, não será no julgamento que será discutido o uso sistemático de armas de fogo em todos os contextos, pelas forças de segurança e por aí adiante. E esses assuntos mereciam uma discussão, para além de se saber o que é que aconteceu naquele caso. Importava evitar que aqueles casos se repetissem. E para isso, se envolve outro tipo de discussões sobre o modelo de policiamento, sobre a formação dos agentes policiais, etc. etc. RFI: Na altura deste acontecimento houve uma série de manifestações e movimentos, inclusivamente, de revolta, nas imediações de Lisboa. Perante esta situação, o Governo prometeu ter mais atenção à situação dos habitantes dos subúrbios das grandes cidades, nomeadamente de Lisboa. Um ano depois, qual é o balanço que se pode fazer? Rui Pena Pires: Infelizmente, um ano depois, continuamos na mesma. Ou seja, houve um conjunto de revoltas que evidenciaram uma coisa, evidenciaram que as populações não têm confiança na actuação das forças policiais. E para ganhar essa confiança, eu não vi nenhuma iniciativa. Pelo contrário, o que se viram foram muitas vezes intervenções com transmissão em directo para as televisões e acções muito musculadas das forças policiais em contextos que não o justificavam e que estão a criar uma percepção de insegurança não só sobre a vida na cidade, mas sobretudo sobre a vida nos subúrbios, que não corresponde à realidade e que, no contexto de um aumento do discurso de ódio que caracteriza a ascensão da extrema-direita em Portugal, como noutros países da Europa, só irá agravar o mal-estar que existe na relação com a polícia. RFI: Um ano depois, Portugal está em pleno debate sobre a Lei de Imigração, a Lei de nacionalidade e há poucos dias ainda, foi adoptada na generalidade uma lei proibindo o uso da burca em locais públicos. O que é que se pode dizer sobre esta crescente crispação a nível político? Rui Pena Pires: Esta foi uma crispação que foi introduzida pelo crescimento da extrema-direita em Portugal. A extrema-direita em Portugal, como noutros sítios da Europa, encontrou na emigração bodes expiatórios para os problemas de mal-estar social que existem em qualquer sociedade mais ou menos desenvolvida. É um pouco irrelevante e tem vindo a produzir sobre a emigração um discurso de responsabilização dos emigrantes por tudo o que de mal acontece na sociedade portuguesa. As revisões das leis a que estamos a assistir são sobretudo o reflexo da adesão que este discurso de extrema-direita tem conseguido suscitar em importantes sectores do eleitorado. Primeiro, uma pequena minoria do eleitorado, mas hoje já numa fatia bastante maior do eleitorado nacional. Infelizmente, o centro-direita tem vindo a adoptar parcialmente como suas estas formas de actuação da extrema-direita. Um bom exemplo é o que aconteceu com a Lei da burca, aprovada na generalidade. O problema da burca não tem em Portugal qualquer dimensão social que justifique sequer que seja tratado. Já nem estou a falar sobre a forma como foi tratado. Não justifica pura e simplesmente ser tratado. Se o Estado intervém e produz leis, quando há, sobretudo todo e qualquer tipo de processo social microscópico, como é o caso burca em Portugal, rapidamente teríamos um Estado completamente totalitário no país. Portanto, esta utilização do discurso sobre a imigração para criar bodes expiatórios, para criar distracções, nós não estamos a discutir problemas complicados que existem em Portugal, como por exemplo, o problema do alojamento, que é um dos problemas mais importantes. Andamos entretidos com a agenda da extrema-direita que tem marcado a agenda política. Não havia nada que justificasse a alteração da lei da nacionalidade. A lei da nacionalidade pode ser mais perfeita, menos perfeita. Mas não há nada que vá melhorar com as mudanças que se estão a fazer ou discutir sobre a lei da Nacionalidade. Não é por as pessoas terem nacionalidade mais um ano depois ou um ano antes, que vai mudar qualquer coisa na integração dos imigrantes. Quer dizer, quando muito, aquelas mudanças que estão a fazer à lei da nacionalidade, o que evidencia é uma má vontade do Estado em relação à imigração e aos imigrantes, que terá consequências nos processos de integração dos imigrantes, que se sentirão mais afectados em relação à coesão nacional quando enfrentam este tipo de discurso negativo sobre si próprios. A lei da imigração precisaria de pequenos ajustes cirúrgicos, mas não de grandes alterações. E as alterações estão a ser feitas todas num clima emocional crispado, que era completamente desnecessário para resolver os problemas que existem na imigração, porque no caso, a imigração, a maior parte dos problemas têm pouco a ver até com a lei. Têm muito mais a ver com as políticas públicas de imigração. Há uma grande imigração irregular em Portugal. Porquê? Basicamente porque o sistema de vistos em Portugal nunca funcionou. Porque a regulação do mercado de trabalho em Portugal é fraca. E nenhum desses problemas encontra resposta nas alterações feitas à lei da nacionalidade. Aliás, não se resolve através da lei. Resolve-se através dos modos de funcionamento da administração pública. São leis que entraram no debate por esta capacidade que extrema-direita tem demonstrado em Portugal, infelizmente, de comandar a construção de uma agenda política. RFI: E lá está, o facto de a direita conservadora ter vindo a colar-se cada vez mais à agenda da extrema-direita é uma questão de convicção ou é um cálculo político? Rui Pena Pires: Às vezes não sei. Eu penso que, nalguns casos, nalguns agentes da direita conservadora, é uma questão de cálculo. Mas às vezes, não sei se noutros casos, para alguns outros dirigentes da direita clássica, não é mesmo uma mudança de convicções. E isso é algo que, apesar de tudo, me assusta mais do que a primeira alternativa. Acho que a primeira alternativa é um erro de cálculo. Acho que a segunda é mais grave, porque significa que começam a ser mais generalizadas as ideias que ainda há pouco tempo eram de uma minoria, mesmo muito pequena, dos actores políticos. RFI: Qual é o papel que têm desempenhado os contrapoderes, nomeadamente não só as associações, como também, e sobretudo, os órgãos de comunicação social em Portugal? Rui Pena Pires: O movimento associativo em Portugal é fraco e, portanto, tem procurado responder, mas não tem tido grande poder para construir uma resposta mais robusta. O papel dos órgãos de comunicação social é muito variado. Agora, aquilo que são alguns dos órgãos de comunicação social com maiores audiências, quer ao nível de imprensa, quer ao nível televisivo, para falar apenas dos media tradicionais, tem facilitado o desenvolvimento da extrema-direita e a extrema-direita procura sempre criar situações de grande tensão emocional que dão um bom espectáculo e muitos órgãos de comunicação social têm andado atrás desse espectáculo. E isso de uma forma completamente desequilibrada. Há uma jornalista no Público que faz o levantamento de vários modos de operação de outros jornais e de outros órgãos de comunicação social e que está farta de chamar a atenção para o peso completamente desproporcionado, por exemplo, que tem a exposição mediática do André Ventura, líder do Chega, quando comparada com a intervenção dos outros líderes partidários, mesmo quando esses líderes partidários lideram movimentos mais fortes que aqueles que são liderados pelo André Ventura. E, portanto, eu espero que os media no futuro não sejam apontados ou pelo menos uma parte dos média, para ser rigoroso, não venha a ser apontada como tendo contribuído para a erosão da democracia que é provocada por este crescimento da extrema-direita.

Adorando al Rey con Yasmira
E-187 Por fe andamos

Adorando al Rey con Yasmira

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 41:32


En este episodio exploramos una verdad poderosa: “Porque por fe andamos, no por vista” (2 Corintios 5:7). Aunque la vista es uno de nuestros sentidos más valiosos, Dios nos llama a confiar en lo que no vemos. La fe nos guía cuando el camino parece incierto, nos conecta con lo eterno y nos permite caminar con seguridad, aun en medio de la oscuridad. Acompáñame en esta reflexión sobre cómo vivir guiados por el Espíritu, más allá de lo que nuestros ojos pueden percibir.

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 216 - Record of Lodoss War

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 61:34


Uno de los animes que nos marcó en nuestra adolescencia y que (algunos) no teníamos ni idea de lo fuertemente basado que estaba en juegos de rol, es Record of Lodoss War, y en este episodio nos vuelve a acompañar MiliMych de Amiguis y Onigiris, para hablar de este gran título.

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El Podcast de JF Calero
JAIME GÓMEZ-OBREGÓN SIN FILTROS "ME PUSIERON UNA QUERELLA CRIMINAL POR SEÑALAR A LA ADMINISTRACIÓN"

El Podcast de JF Calero

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 73:37


Hoy viajamos hasta Cantabria para encontrarnos, en un entorno paradisiaco y bucólico, con el gran Jaime Gómez-Obregón, un ingeniero de datos que, como si de un pepito grillo se tratara, utiliza la tecnología y el sentido común para escudriñar en los intrincados negocios que el estado hace con docenas de miles de proveedores: Su actividad lo ha convertido en una referencia absoluta a la hora de señalar la ineptitud, la ineficiencia, los errores y la falta de calidad de la actividad económica de la administración pública en sus múltiples niveles. Un tema del que hablamos poco, per absolutamente crucial si queremos tener una sociedad plena y eficiente. Andamos muy lejos todavia de eso, pero el trabajo de Jaime es absolutamente encomianble. En esta charla nos adentramos en los recovequeos y meandros de la actividad económica de la administración del estado en us múltiples órganos legales.

Amorosidade Estrela da Manhã
Áudio - Andamos no Passado, Presente e Futuro, LÚCIFER Tecnológico Satânico Espírito do Tempo

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Oct 12, 2025 191:18


Amorosidade Estrela da Manhã
Vídeo - Andamos no Passado, Presente e Futuro, LÚCIFER Tecnológico Satânico Espírito do Tempo

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Oct 12, 2025 191:18


Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 215 - La mesa de Teseo

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 66:20


Que un grupo de rol dure muchos años es, sin duda, una de las metas mas comunes en este hobby; y tambien una de las menos frecuentes. ¿Qué sucede cuando una mesa logra sobrevivir el paso del tiempo, a costa de la permanencia de sus miembros? Si los que comenzaron el grupo ya no esta, ¿sigue siendo el mismo grupo? En este episodo nos pusimos filosóficos y nostálgicos con este tema cuchicuchesco.

Igreja Evangélica Luterana Redentor
VIVENDO O PENTECOSTES – “Andamos pela fé, não pelo que vemos, na paz do perdão de Cristo”

Igreja Evangélica Luterana Redentor

Play Episode Listen Later Oct 7, 2025 24:17


VIVENDO O PENTECOSTES – “Andamos pela fé, não pelo que vemos, na paz do perdão de Cristo”, mensagem proferida pelo Pr. Iderval no CULTO DA CEL REDENTOR, 17º Domingo após Pentecostes, 05 de outubro de 2025, 9h30.

Oasis de Gracia Podcast
Por fe andamos, no por vista...

Oasis de Gracia Podcast

Play Episode Listen Later Oct 6, 2025 67:52


- Por Raúl Villarreal - Octubre 05, 2025 

Hoy por Hoy
La mirada | Ignacio Peyró: "Andamos ya como si se fuera a votar mañana"

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Oct 3, 2025 1:44


Se supone que aquí no se vota hasta que Castilla y León inaugure la temporada de comicios, pero eso es en el mes de marzo, lo que, en la práctica, nos condena a casi medio año de hiperventilación. Y nuestra ansiedad pide campo para correr, no morderse las ganas hasta 2027. Pero, si me preguntan, yo recomiendo beber tila y valeriana y respirar hondo, que aquí no se vota hasta 2027.

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 214 - Cuando los jugadores hacen trampa

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Oct 2, 2025 68:59


Se habla mucho de cuando los narradores cambian resultados detrás de la pantalla, y de si esto es ético o válido o no, pero nadie dice nada de las marrullerias y triquiñuelas que algunos jugadores hacen para inclinar las probabilidades a su favor.¿Que pasa cuando los roleros se olvidan de que este no es un juego de ganar, si no de narrar? En este episodio lo sabremos!

Eslovaquia hoy, Magazín sobre Eslovaquia
Andamos olvidando la fruta del serbal común, a pesar de sus calidades preciosas. (1.10.2025 16:30)

Eslovaquia hoy, Magazín sobre Eslovaquia

Play Episode Listen Later Oct 1, 2025 25:17


Hoy continuaremos charlando con el músico de origen argentino, Cristian Estrella. ¿Qué encuentros interesantes le ha deparado nuestro país? Andamos olvidando la fruta del serbal común, a pesar de sus calidades preciosas. Y a pesar de que este árbol tiene las condiciones idóneas en Eslovaquia.

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 213 - Preguntas Arcanas Vol 9

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Sep 28, 2025 53:57


Una vez más (la novena, para ser exactos) y como ya es tradición cada 25 episodios, nos ponemos de peshito para contestar las preguntas de los podescuchas! Y tambien hicimos la rifa de los dados Kraken y el boxset de Riftwalkers!

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 212 - Autoridad y Confianza en los Juegos de Rol (revisitado)

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Sep 22, 2025 57:07


En este episodio revisitaremos uno de los temas de la 1ra temporada, donde exploraremos estos conceptos y su impacto en las mesas de rol... con mejor audio que hace 4 años :D :D

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 211 - Reparando al Ranger

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Sep 14, 2025 48:10


A todos nos gusta el homebrew. Bueno, a la mayoría. Y dentro de ese segmento, a la mayor parte le gusta entrarle al cacharreo y destripadero de mecánicas, pero ¿qué tanto es porque realmente podemos aportar algo nuevo al juego, y que tanto es simplemente porque no queremos voltear a ver las alternativas ya publicadas?Todo esto y menos, lo encontrarás en este episodio!

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 210 - Desconfianza y centralización.

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Sep 4, 2025 51:58


¿Qué es lo primero que piensas cuando hablan de desconfianza en el rol? ¿Habías considerado que fueran los juegos los que estuvieran diseñados de forma que no dependan de confiar en los jugadores? En este episodio hablamos de los sistemas trustless y como influyen en la experienca de rol

Andamos Arcanos
Andamos Arcanos 209 - Separar el arte del artista

Andamos Arcanos

Play Episode Listen Later Aug 31, 2025 59:25


¿Es posible separar el arte del artista, para poder seguir consumiendo las creaciones de aquellos que han sido señalados como deleznables? Spoiler: Sí.Pero, ¿es obligatorio? Eso es lo que vamos a tratar de esclarecer en este espisodio. Spoiler: No pudimos.

Porque Sim Não é Resposta
Andamos a adultizar as crianças?

Porque Sim Não é Resposta

Play Episode Listen Later Aug 22, 2025 11:27


Entre agendas cheias, preocupações de gente grande e pressões para crescer depressa, será que estamos a roubar às crianças o direito de serem… crianças?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Donas da P@#$% Toda
#275 - Você se sente uma pessoa interessante?

Donas da P@#$% Toda

Play Episode Listen Later Jun 3, 2025 47:36


O “molho”, o “borogodó”, “aquela coisa”. Você se sente uma pessoa interessante? Entende que sua vida é interessante? Andamos sondando algumas amigas e nos perguntando, a partir da negativa da maioria delas, o que motiva essa percepção, qual é a relação dela com a nossa autoestima e como é possível nutrir essa relação de interessança consigo própria. ------------------APOIE O PODCAST! ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠www.apoia.se/donasdaptoda⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠-----O ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Donas da P* Toda⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠www.donasdaptoda.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@donasdaptoda⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠. Vamos conversar?Larissa Guerra: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@larissavguerra⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marina Melz: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@marinamelz⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bruno Stolf: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@brunostolf⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Tadaima Live Podcast
¡Ya están a la venta los boletos para el concierto de DRAGON BALL!

Tadaima Live Podcast

Play Episode Listen Later May 17, 2025 193:47


Andamos emocionados ya que falta poco para el concierto DRAGON BALL -LIVE SYMPHONIC- y los boletos ya están a la veta; además de noticias, memes, waninews y mucho más.

30 minutos para mim
Será que andamos a comer demais?

30 minutos para mim

Play Episode Listen Later Apr 15, 2025 33:30


O que é a saciedade? Como sabemos quando devemos parar de comer? Neste episódio falo sobre as porções de comida que podem estar a impedir o nosso progresso e convido-vos a fazer um exercício que vos vai ajudar a perceber os níveis de saciedade sem ter de acabar o prato. Espero que gostem! Sam Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Sermones Bíblicos de la Iglesia en Lobos
Cuando andamos por el piso - Alejandro Peluffo - IBML

Sermones Bíblicos de la Iglesia en Lobos

Play Episode Listen Later Apr 6, 2025 75:45


Exposición de Salmos 119:25-32. Abatida hasta el polvo está mi alma;Vivifícame según tu palabra.26 Te he manifestado mis caminos, y me has respondido;Enséñame tus estatutos.27 Hazme entender el camino de tus mandamientos,Para que medite en tus maravillas.28 Se deshace mi alma de ansiedad;Susténtame según tu palabra.29 Aparta de mí el camino de la mentira,Y en tu misericordia concédeme tu ley.30 Escogí el camino de la verdad;He puesto tus juicios delante de mí.31 Me he apegado a tus testimonios;Oh Jehová, no me avergüences.32 Por el camino de tus mandamientos correré,Cuando ensanches mi corazón.Reina-Valera 1960 (RVR1960)

Rádio Comercial - Já se faz Tarde
Andamos um pouco "sismados"

Rádio Comercial - Já se faz Tarde

Play Episode Listen Later Feb 18, 2025 17:43


Com Joana Azevedo e Diogo Beja

pouco andamos diogo beja
La Corneta
Top10 #Andamos En Febrero Y Estoy De “Romántico”

La Corneta

Play Episode Listen Later Feb 17, 2025 8:37


- Mi amor,  ¿qué es eso que brilla en mi taco al pastor?- ¿Te quieres casar conmigo?

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Samuel Úria (parte 1): “Andamos para trás e de forma atroz. A música pode ajudar-nos. Ela congrega, amacia corações, enquanto escancara ouvidos”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Feb 7, 2025 75:03


Ele é um dos grandes trovadores do nosso país. As suas letras são tão preciosas que deveriam ser ensinadas nas escolas como, noutra geração, as de Sérgio Godinho, José Mário Branco ou Zeca Afonso. Samuel Úria reflete sobre o mundo e sobre si próprio num balanço entre o sagrado e o profano, com o coração na boca e na guitarra, a anca bem colocada na pop e a prosa muito afiada com reflexão, crítica, protesto, mas também fé, amor e esperança. No final de 2024, o cantautor das patilhas lançou o disco 2000 A.D., um álbum que foi beber à sua própria inquietação e que é um espelho dos tempos nebulosos e turbulentos que vivemos. No próximo dia 12 de fevereiro, formará dupla com Manel Cruz em mais uma edição do “Conta-me uma Canção” e em Outubro irá lançar-se à prova de fogo dos Coliseus. Ouçam-no na primeira parte da conversa com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Agarró Fuego La Milpa
#345 Feliz Navidad y la nostalgia de los que andamos lejos!!

Agarró Fuego La Milpa

Play Episode Listen Later Dec 20, 2024 61:18


como inmigrantes estas fechas son tristes para los que andamos en la diaspora la nostalgia y la tristeza nos abruman

De Dios Para Ti Hoy - Nueva Esperanza
LUNES 18 DE NOVIEMBRE DEL 2024

De Dios Para Ti Hoy - Nueva Esperanza

Play Episode Listen Later Nov 18, 2024 1:11


LUNES 18 DE NOVIEMBRE DE 2024 TU DOSIS DIARIA DE ESPERANZA “Yo pues, preso en el Señor, os ruego que andéis como es digno de la vocación con que fuisteis llamados…” (Efesios 4:1) Los discípulos eran pescadores por profesión. Era su medio de subsistencia. Pero el Señor los llamó a una vocación: Pescadores de hombres (Mateo 4:19). Él sabía que llevaría tiempo cambiar la mentalidad de negociantes por una diferente de sacrificio y entrega que hace tesoros en el cielo. Cuando se sirve por vocación, aún la persecución se transforma en un honor. (Hechos 5:41) Cuando Dios nos llama a su Cuerpo, la vocación la instala el Espíritu Santo sin que apenas estemos conscientes de ello (Efesios 4:11). ¿Andamos como es digno del Dios a quien servimos? (Gina Sánchez) -- Te damos la bienvenida a nuestras reflexiones diarias. Cada día leemos y meditamos en una porción bíblica, para encontrar revelación de Dios que encamine nuestros pasos y haga próspero nuestro camino. Esto es… DE DIOS, PARA TI, HOY. ....... http://www.findnewhope.com/nueva-esperanza ....... www.facebook.com/PastoresRobertoyYamiley ....... Pastores Roberto y Yamiley, De Dios Para Ti Hoy - New Hope en Español , Brandon, FL (813) 689-4161

Un Minuto Con Dios
090124 - Caminando En La Luz

Un Minuto Con Dios

Play Episode Listen Later Sep 1, 2024 1:53


Qué desafiante es caminar en la oscuridad, ¿verdad? Imagínate manejar por un camino sin ninguna luz; la oscuridad por sí sola puede llenar nuestros corazones de temor, ansiedad, inseguridad e incertidumbre. Caminar en medio de la oscuridad nos expone a tropezar, caer y herirnos. Incluso puede llevarnos a un abismo del que podríamos no salir ilesos. La oscuridad, en su extremo, puede llevarnos hasta la muerte. El reverendo Martin Luther King Jr. expresó una profunda verdad al decir: "Cada hombre debe decidir si va a caminar en la luz del altruismo creativo o en la oscuridad del egoísmo destructivo". ¿Pero qué significa caminar en la oscuridad en el ámbito espiritual? Andamos en tinieblas cuando no reconocemos a Dios ni decidimos seguir Su camino. También nos adentramos en la oscuridad cuando, aun conociendo a Dios, escogemos la desobediencia y rechazamos la luz que intenta brillar en medio de nuestra terquedad y pecado. En los momentos más oscuros de la vida, debemos recordar la importancia de buscar la luz. Es mi oración que Dios ilumine tu vida con Su luz de justicia y verdad, guiando cada uno de tus pasos día tras día. La Biblia dice en Efesios 5:8, “8 Porque en otro tiempo erais tinieblas, mas ahora sois luz en el Señor; andad como hijos de luz”, (NTV).

Hablando a 24 Frames
Sin Chavos para el Concert de RaiNao / HPoP EP 242

Hablando a 24 Frames

Play Episode Listen Later May 14, 2024 66:36


Andamos pelaos pero con ganas de concierto. Tiranos con algo o disfruta de este contenido semanal del PoPa. Grabado desde GW-Cinco Studio como parte de GW5 Network #tunuevatelevisión. Puedes ver toda la programación en www.gwcinco.com. siguenos en instagram @gw_cinco

El Show de Andrés Gutiérrez Podcast
Causa clave por que andamos tan mal con el dinero

El Show de Andrés Gutiérrez Podcast

Play Episode Listen Later Feb 23, 2024 43:37


Causa clave por que andamos tan mal con el dinero by Andres Gutierrez