Podcasts about prefiro

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Best podcasts about prefiro

Latest podcast episodes about prefiro

Padre Pedro Quintela
Homilia | Domingo X do tempo comum - ano A

Padre Pedro Quintela

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 21:33


7 Junho 2026 | Paróquia de Nossa Senhora do Monte de Caparica Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São MateusNaquele tempo, Jesus ia a passar, quando viu um homem chamado Mateus, sentado no posto de cobrança dos impostos, e disse-lhe: «Segue-Me». Ele levantou-se e seguiu Jesus. Um dia em que Jesus estava à mesa em casa de Mateus, muitos publicanos e pecadores vieram sentar-se com Ele e os seus discípulos. Vendo isto, os fariseus diziam aos discípulos: «Por que motivo é que o vosso Mestre come com os publicanos e os pecadores?». Jesus ouviu-os e respondeu: «Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Ide aprender o que significa: ‘Prefiro a misericórdia ao sacrifício'. Porque Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores».

MELHOR DE MIM por Lu Pinheiro
EU PREFIRO SER LIVRE DO QUE SER AMADA

MELHOR DE MIM por Lu Pinheiro

Play Episode Listen Later May 15, 2026 12:50


Nesse episódio vc vai ouvir sobre liberdade e amor sem toxidade.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Eduardo Madeira (parte 2): “Já trabalhei com pessoas absolutamente execráveis, mas como artistas são brilhantes. Prefiro trabalhar com pessoas boas”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later May 9, 2026 48:12


Nesta segunda parte da conversa, o ator e autor de comédia Eduardo Madeira revela a personagem que mais gostava de representar no cinema, fala das inquietações que o assolam enquanto criativo e diz preferir trabalhar com boas pessoas, embora tenha atuado com artistas brilhantes, que pessoalmente, a seu ver, eram 'execráveis'. E ainda conta como é a sua relação com a fé e a religião, e como considera que o amor pode ser a revolução. No final, lê poemas de Sophia e Pessoa, deixa sugestões culturais e algumas das músicas que o acompanham. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conversas à quinta - Observador
Melhor é Difícil. Sobrinho Simões: “Não gosto da palavra excelência. Prefiro a competência”

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later May 8, 2026 39:24


Patologista excelente, especialista mundial em cancro da tiróide, professor, conversador vivo e criativo, o portuense Manuel Sobrinho Simões vive para “fazer a diferença.” Não tem feito outra coisa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Clube dos 52
Melhor é Difícil. Sobrinho Simões: “Não gosto da palavra excelência. Prefiro a competência”

Clube dos 52

Play Episode Listen Later May 8, 2026 39:24


Patologista excelente, especialista mundial em cancro da tiróide, professor, conversador vivo e criativo, o portuense Manuel Sobrinho Simões vive para “fazer a diferença.” Não tem feito outra coisa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Direto ao Assunto
Melhor é Difícil. Sobrinho Simões: “Não gosto da palavra excelência. Prefiro a competência”

Direto ao Assunto

Play Episode Listen Later May 8, 2026 39:24


Patologista excelente, especialista mundial em cancro da tiróide, professor, conversador vivo e criativo, o portuense Manuel Sobrinho Simões vive para “fazer a diferença.” Não tem feito outra coisa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Conversas de Fim de Tarde
Melhor é Difícil. Sobrinho Simões: “Não gosto da palavra excelência. Prefiro a competência”

Conversas de Fim de Tarde

Play Episode Listen Later May 8, 2026 39:24


Patologista excelente, especialista mundial em cancro da tiróide, professor, conversador vivo e criativo, o portuense Manuel Sobrinho Simões vive para “fazer a diferença.” Não tem feito outra coisa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Postal do Dia
Prefiro morrer a ficar vivo para sempre

Postal do Dia

Play Episode Listen Later Apr 1, 2026 3:14


Quero fazer-te uma pergunta: se pudesses viver para sempre, viverias? Assinavas um contrato para seres imortal? Uma pergunta inquietante. A minha resposta talvez te surpreenda.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alta Definição
“Eu quero ser o sítio que a minha mãe vai quando precisa de chorar. Eu não quero que ela chore sozinha”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Mar 28, 2026 47:33


Aos 31 anos, Mafalda Castro senta-se no estúdio que considera casa para um regresso às origens e uma viagem íntima pelas memórias, perdas, conquistas e fragilidades que a moldaram. “Ainda há muito da Mafalda miúda em mim”, confessa, entre sorrisos e recordações onde o baloiço do jardim e os domingos de família ganham ecos de eternidade. No olhar, traz a mãe – “era só mãe e pai, não havia espaço para fragilidades”, admite ao relembrar o impacto do diagnóstico de esclerose múltipla – e no colo cabe agora o filho, Manel: “A maternidade mudou tudo. A vida deixou de girar à minha volta para eu girar à volta dele, e isso fez-me ainda mais feliz”. Radialista, apresentadora, influenciadora, Mafalda revisita o engenho e a inocência, o nervo destemido de quem se apresentou à rádio de olhos postos nos ídolos e a vontade obstinada de “provar todos os dias que a autenticidade é o que fica”. Recusa fórmulas feitas ou rótulos: “Prefiro falhar sendo eu do que acertar sendo outra pessoa”. Nesta conversa sem rede, Mafalda revela a urgência de viver o presente e repete o conselho para si própria e para quem lê: “Não esperes que adivinhem o que queres. Passa tempo com as pessoas que amas”See omnystudio.com/listener for privacy information.

PURA CONNECTION
Fábio Giusti: "Prefiro ser chamado de FROUXO do que machucar alguém" | Pura Connection

PURA CONNECTION

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 100:35


Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Fábio Giusti, especialista em gerenciamento de conflitos, defesa pessoal e inteligência emocional aplicada à vida real.Fábio é praticante de artes marciais há mais de 30 anos, instrutor de Jiu-Jitsu e criador de um protocolo para antecipação, evasão e resolução de situações de conflito, tanto físicas quanto emocionais. Com uma abordagem prática e honesta, ele desmonta os mitos da cultura da briga de rua e traz uma reflexão profunda sobre masculinidade saudável, autoconhecimento e responsabilidade emocional.Se você quer entender o que é ser forte de verdade, como proteger quem você ama sem colocar tudo a perder, e por que a inteligência emocional é a arma mais poderosa que você pode ter, este episódio é essencial.

Podcast da Capela
Prefiro Ser Essa Metamorfose Ambulante - Dalber Estaneck

Podcast da Capela

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 38:23


Curtiu este conteúdo? Queremos te conhecer!Venha fazer parte desta família! .Rua Tupi, N°115 - Retiro, Volta Redonda - RJ. (Próximo à passarela da CSN na Beira-Rio). Encontros aos Domingos, às 10h!.Link do Google Maps: https://maps.app.goo.gl/yEwwqS4XVZwpT7vu5.Se você entende que o que estamos fazendo é importante de alguma forma para você ou para outras pessoas, por favor, contribua!O nosso pix é pelo e-mail eusou@capela.churchSeja Grato! Seja Generoso!.Nosso website: https://capela.church/.Nos siga nas redes sociais:https://www.youtube.com/@CapelaChurchhttps://www.instagram.com/capelachurchhttps://www.facebook.com/capelachurch.

Artes
“Não há culturas lusófonas: há memórias em disputa e uma língua de pertença múltipla”

Artes

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 8:39


A crítica literária são-tomense Inocência Mata defende que falar de culturas lusófonas é simplificar um espaço marcado por línguas diversas e memórias em conflito. Entre disputas históricas, silêncios pós-coloniais e reapropriações da língua portuguesa, a académica sublinha o papel da escrita como resistência ao esquecimento e aponta para uma literatura contemporânea mais descomplexada, que assume a história comum sem a justificar nem a mitificar. A língua portuguesa atravessa geografias, histórias e memórias que nem sempre se conciliam. No espaço dos países que a usam, a cultura e a literatura tornaram-se lugares privilegiados para revisitar essas heranças, muitas vezes conflituosas. Para a ensaísta e crítica literária são-tomense Inocência Mata, pensar este universo implica começar por questionar a própria linguagem com que o nomeamos: “Eu não utilizo ‘culturas lusófonas'. Prefiro dizer culturas dos países de língua portuguesa, porque nem todas são lusófonas.” A recusa do termo não é apenas semântica. Aponta para uma realidade plural, marcada por línguas africanas e crioulas, e por uma permanente disputa de memórias. “Ainda é um campo de alguma disputa, e isso é natural”, afirma, lembrando que mesmo países com dois séculos de independência, como o Brasil, continuam a debater heranças coloniais: “Houve independência política, mas nunca houve verdadeira descolonização.” A persistência da escravatura décadas depois da independência é, para a académica, um exemplo eloquente dessa contradição histórica. Quando se alarga o olhar a vários países, a complexidade aumenta. A ideia de um manual único de história suscita-lhe reservas imediatas. “Eu torço o nariz, sou contra”, diz, evocando a dificuldade de conciliar narrativas opostas: “Como é que num mesmo manual se escreveria aquilo que os portugueses chamam campanhas de pacificação e os africanos chamam lutas de resistência?” A disputa de memória, sublinha, não exclui o diálogo, mas exige consciência crítica. Mais do que insistir numa retórica conciliadora, prefere uma abordagem pragmática: “Há muita coisa que separa. O importante é capitalizar aquilo que une.” Essa união não apaga conflitos, mas permite reconhecê-los como parte de uma história comum, sem hierarquias morais simplificadoras. Na literatura, essa tensão manifesta-se de forma particularmente nítida. A escrita surge como aquilo que mais resiste ao esquecimento. “O que continua a resistir é a escrita”, afirma, lembrando que, após o 25 de Abril, a África praticamente desapareceu da literatura portuguesa. “É como se os portugueses quisessem esquecer a África.” Só a partir da segunda metade dos anos 80 esse silêncio começou a ser quebrado. Esse reaparecimento resulta, em seu entender, de uma tomada de consciência identitária. “Portugal não se pode pensar sem a África”, afirma, rejeitando comparações com países sem passado colonial. A literatura começou então a integrar essa memória, primeiro marcada pela guerra, depois por narrativas mais complexas, em que a África surge como parte constitutiva da identidade portuguesa. Hoje, os sinais que mais a impressionam são outros. “Vejo uma atitude descomplexada sobre a história.” Já não predomina uma escrita justificativa ou exclusivamente anticolonial, necessária noutro tempo, mas superada como tendência. Escritores de diferentes origens escrevem a partir de uma história comum assumida como facto, não como culpa ou exaltação. No centro dessa transformação está a língua. “Foi imposta, sim, mas hoje é assumida, nativizada, apropriada.” Não pertence a um único país nem exige autorização simbólica. “Ninguém está a fazer favor a ninguém”, afirma, rejeitando a ideia de que uns salvam a língua dos outros. Para a crítica, o português é “uma língua de pertença múltipla, multicêntrica”, que aproxima povos sem apagar diferenças, e é nessa tensão que a literatura encontra o seu futuro.

Taverna do Lugar Nenhum
Prefiro o Inferno à renúncia dos pais

Taverna do Lugar Nenhum

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 8:27


Neste episódio, revisitamos Ogin, de Akutagawa Ryūnosuke, um dos contos kirishitanmono mais densos e perturbadores da literatura japonesa moderna. A narrativa nos conduz ao Japão das eras Genna e Kan'ei, período de perseguição implacável aos cristãos, para acompanhar o dilema espiritual de uma jovem dividida entre a promessa absoluta da salvação cristã e a fidelidade inegociável aos laços familiares.Mais do que um relato de martírio, Ogin encena um choque profundo entre duas lógicas éticas incompatíveis: de um lado, a exigência cristã de uma escolha individual, total e solitária da alma; de outro, a sensibilidade japonesa marcada pelo oyakōkō, onde a lealdade aos pais e aos antepassados se impõe como valor irredutível.Ao preferir o Inferno à renúncia dos pais, Ogin não rejeita Deus, mas expõe o custo espiritual de uma fé que exige a separação eterna daqueles que nos deram a vida. O episódio investiga esse impasse sem reduzi-lo a exotismo cultural, revelando a beleza, a força e os limites de uma fé que consola até o martírio, mas cobra, em troca, uma solidão impossível de aceitar.Um episódio sobre fé, herança, sacrifício e a dor silenciosa das escolhas absolutas.

Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
Ep. 248 - Jonathan Bailey, o mais sexy; Rosalía e Mayhem de Lady Gaga triunfantes

Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 25:57


MULHERES DE 50
T 16 - EPS 07: Prefiro ficar sozinha

MULHERES DE 50

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 60:32


Pesquisas mostram que muitas mulheres com mais de 50 anos decidem redescobrir o que realmente importa e optam por viver sozinhas. Os motivos podem incluir a dificuldade de encontrar parceiros compatíveis, o desgaste do processo de encontros ou a busca por autonomia e realização pessoal. A executiva Heloisa Ribeiro, 56 anos, é um exemplo: após a separação, tentou reencontrar o amor, mas se frustrou tanto nos aplicativos quanto na vida real. "Às vezes dá tanto trabalho que não vale o esforço." Atualmente, ela prefere investir seu tempo em amizades, trabalho, leitura e viagens. Para ela, a liberdade de escolher como viver é essencial. “Gosto muito da minha autonomia”, afirma. Heloisa não teme envelhecer sozinha e ressalta que não estar em um relacionamento não significa solidão, mas sim um estilo de vida consciente e pleno.Se você também se identifica, ouça, comente e compartilhe.

Tudo de Propósito
Comunicação com Propósito | #66 | Eu prefiro morrer.

Tudo de Propósito

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 18:09


Quantas vezes você já disse essa frase sem perceber o peso dela?Como pode uma cultura que tem tanto medo da morte também usá-la como jargão pra tudo? Nesse episódio do Tudo de Propósito, Gabriel Hatt e Luana Curti batem um papo sobre o que essa incoerência entre medo e vontade de morrer revela sobre a nossa mentalidade.Do que, na verdade, a gente tem medo de perder?E o que é que a gente realmente quer?Talvez esse papo te leve a rever tudo o que você pensa sobre si mesmo.Sobre os seus apegos, sobre a sua forma de amar, sobre o que você chama de vida.Tem coisa que tem cara de morte e você nem imagina.

Convidado
Guiné-Bissau: PAIGC apoia Fernando Dias para “combater tentativa de impor tiranias no país”

Convidado

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 9:54


O PAIGC formalizou o apoio ao candidato presidencial independente Fernando Dias da Costa. O acordo surge depois da rejeição da candidatura do presidente do PAIGC às presidenciais e da coligação PAI-Terra Ranka às legislativas. Em entrevista à RFI, Domingos Simões Pereira, presidente do partido PAIGC, explica que “perante a supressão quase total dos direitos fundamentais, não há sacrifício que não possa ser consentido” para “combater esta tentativa de impor tiranias no nosso país”. O Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo verde, PAIGC, formalizou esta segunda-feira, 03 de Novembro, o apoio ao candidato presidencial independente Fernando Dias da Costa, herdeiro do barrete vermelho de Kumba Ialá e dirigente de uma das alas do PRS, Partido da Renovação Social. O acordo surge depois da rejeição da candidatura do presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira, às presidenciais e da coligação PAI-Terra Ranka às legislativas. RFI Português: Em que é que consiste este acordo? Domingos Simões Pereira, presidente PAIGC: Quem acompanha a actualidade política guineense deve saber que através de uma manipulação flagrante e escandalosa da nossa Corte Suprema, o PAIGC, os partidos que constituem a coligação e o seu respectivo candidato às eleições presidenciais, que era eu próprio, foram impedidos de participar nas eleições marcadas para o dia 23 de Novembro. Durante as últimas semanas, demos a conhecer o carácter escandaloso dessa decisão porque, por exemplo, no caso do candidato presidencial, a sua candidatura nem chegou à plenária do Supremo Tribunal de Justiça. Portanto, é este o quadro político actual na Guiné-Bissau. O PAIGC e, mais uma vez, os partidos que constituem a nossa condição compreendem que têm uma missão, têm uma missão de representar o povo guineense, de convocar o povo guineense para resgatar a liberdade, os direitos fundamentais e repor a normalidade constitucional. Para esse efeito, dos cinco candidatos que manifestaram interesse de poder contar com o nosso apoio, a nossa análise conduziu-nos à retenção do Fernando Dias da Costa, como o que está melhor posicionado, o que reúne os critérios que nós estabelecemos para decidir aportar-lhe o nosso apoio. Prefiro precisar da seguinte forma: em vez de dizer que nós estamos a aportar o nosso apoio, nós achamos que o Fernando Dias da Costa é a personalidade que neste momento encaixa melhor na nossa estratégia para continuar esta luta e poder resgatar o Estado de Direito Democrático na Guiné-Bissau. Quais foram os compromissos estabelecidos com esta formalização do apoio do PAIGC ao candidato Fernando Dias da Costa? Há aqui um compromisso para a campanha eleitoral, mas para o pós-eleitoral, em caso de vitória, também há? Sim. No pré-eleitoral nós aportamos o apoio possível, convocamos os nossos apoiantes, militantes, simpatizantes, o povo em geral a se juntar a nós e a votar no candidato Fernando Dias da Costa. E o Fernando Dias da Costa se compromete a repor a normalidade constitucional: a permitir que a Assembleia Nacional Popular possa ser restabelecida e, uma vez estabelecida, os outros órgãos de soberania possam funcionar em estrito respeito da nossa Constituição, o que não tem sido o caso. Portanto, temos todos os órgãos da soberania ameaçados ou condicionados no seu funcionamento. Mas quem é que ganha com este acordo? É o PAIGC ou é Fernando Dias? Espero que seja o povo guineense a quem nós estamos a dar uma opção. Porque não participar seria pedir ao povo guineense que seja o próprio a decidir de que forma enfrentar este quadro ditatorial. Sabemos que estamos perante um quadro difícil de explicar. Sabemos que estamos constrangidos a realidades que não são as normais. Compete a partidos políticos, neste caso com a missão histórica que o PAIGC tem, apresentar um quadro que facilite essa decisão junto do povo. É o que nós tentamos fazer. Portanto, não estamos aqui numa avaliação de quem ganha. Estamos numa lógica de propor ao povo guineense uma solução que possa manter-nos activos na luta política para o restabelecimento da normalidade. É a primeira vez que o PAIGC se vê impedido de participar numas eleições na Guiné-Bissau. Estavam esgotadas todas as diligências na Justiça? E porque não o boicote em vez de apoiarem um candidato? Se estavam esgotadas? Eu estou inclinado em dizer-lhe que não. Até porque até este momento, enquanto falamos, não há nenhuma decisão do Supremo Tribunal de Justiça a dizer por que razão é que eu não sou candidato e a participar das eleições presidenciais. Portanto, nós conhecemos as regras e se há uma entidade que se devia sentir obrigada a respeitar as regras, devia ser o Supremo Tribunal de Justiça. Mas esta é a realidade que nós vivemos na Guiné-Bissau. Uma realidade em que é impossível convencer a plenária do Supremo, uma vez que os dossiers não chegam à plenária do Supremo. Portanto, esta é a realidade.  Fala-me em boicote e eu garanto-lhe que nós consideramos essa opção. Mas o fenómeno boicote funciona bem e tem impacto nos países onde há uma prestação de contas, onde há um acompanhamento, onde a ética e a moral acompanham o exercício político. E, portanto, a partir de uma determinada fasquia de abstinência, se consideraria pouco legitimada a decisão popular. Mas nós sabemos o que temos em frente e sabemos que, mesmo que fossem só 10% dos guineenses a votar, Umaro Sissoco Embaló iria se autoproclamar como legítimo, plenamente reconhecido no cargo.  Por isso é que depois de analisar todas as opções, os partidos que constituem a nossa coligação entendem manter-se no activo neste processo político e escolher ir ao combate e tentar, por via do Fernando Dias da Costa, que o povo guineense tenha a opção de poder derrotar Umaro Sissoco Embaló nas urnas. Esta decisão não pode, eventualmente, deixar o eleitorado guineense confuso. Como é que o PAIGC vai convencer os seus eleitores a votar em Fernando Dias? Trata-se de uma candidatura independente, mas Fernando Dias é o herdeiro do barrete vermelho de Kumba Ialá e representa uma ala do PRS. Até agora; PRS e PAIGC eram rivais políticos, deixaram de o ser? Obviamente que não. Até porque se estivéssemos a falar de eleições legislativas, estaríamos a falar de outra forma. Mas deixe-me expandir esta minha análise em três grandes momentos. Penso que há uma coisa que não deve surpreender aos guineenses, desde 2014 que eu fui escolhido para dirigir o PAIGC, em três ocasiões vencemos eleições legislativas e eu nunca deixei de convidar outros partidos, nomeadamente o PRS, a nos acompanhar na governação. Tanto em 2014 como em 2018, como em 2023. Portanto, há aqui um princípio estabelecido de juntar a família guineense e propor soluções que sejam nacionais. Por outro lado, é importante que as pessoas conheçam a própria resenha histórica, o PRS sai do PAIGC. No período da luta de libertação, aquele a que nós designávamos por combatente, juntava, de um lado, o político e, do outro, o guerrilheiro. Com o evento da independência e posteriormente com o fenómeno democrático, o PAIGC foi o partido que se sentiu obrigado a separar de novo o político do combatente, aquele que passou a ser membro das Forças Armadas. Essa imposição foi exclusiva ao PAIGC, o que levou a que muitos militantes do PAIGC, por força da sua pertença às Forças Armadas, abandonassem o PAIGC e isso favoreceu a criação do PRS. Portanto, pode ser que até esta circunstância venha a favorecer uma reunificação que poderia ter um impacto político importante. Há ainda um outro elemento que eu não considero menos importante: todo o guineense é obrigado a acompanhar os últimos seis anos, que são os anos do mandato de Umaro Sissoco Embaló. E compreender que, perante aquilo que nós temos vivido, que é a supressão quase total dos direitos fundamentais, não há sacrifício que não possa ser consentido. Nós estamos a convocar a nação guineense para, todos juntos, esquecermos um bocado as nossas diferenças e salvarmos aquilo que é essencial.   Ou seja, pôr de lado as diferenças em nome de um bem maior. Absolutamente. Eu penso que não encontro dificuldade nenhuma em sustentar esta tese, porque esta tese corresponde àquilo que eu sempre representei no contexto político da Guiné-Bissau. Enquanto presidente do PAIGC vai participar na campanha eleitoral? Absolutamente. Sou um cidadão livre e militante de um partido que está a aportar o seu apoio a um candidato. E, portanto, obviamente que vou participar da campanha eleitoral. E não é uma campanha com sabor amargo por ter sido excluído da corrida? É muito amargo. Mas, tal como estou a convidar a nação guineense, devemos transformar esse amargo numa determinação para lutar e não o contrário. Devemo-nos mobilizar, devemos compreender que há uma coisa que não nos conseguem tirar, que é o direito ao voto. E esse voto deve servir de arma para, de facto, combater esta tentativa de impor tiranias no nosso país.

Podcast JR Entrevista
‘Estávamos com o sistema de previdência aberto a roubo', diz relator da CPMI do INSS

Podcast JR Entrevista

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 25:10


O convidado do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (29) é o deputado federal Alfredo Gaspar (União-AL). À jornalista Tainá Farfan, ele fala sobre a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), da qual é relator. Também comenta a Operação Contenção, realizada nessa terça-feira (28) pelas forças de segurança do Rio de Janeiro nos complexos do Alemão e da Penha. A ação resultou em ao menos 119 mortes.Instalada em 20 de agosto, a CPMI do INSS investiga um esquema de descontos ilegais em benefícios de segurados do Instituto. Gaspar afirma que a comissão está na primeira fase dos trabalhos. "Estamos na apuração do roubo bilionário — mais de R$ 6 bilhões de reais, de quase 9 milhões de aposentados e pensionistas. E, quando acabarmos essa etapa, iremos para a segunda linha de investigação, os desvios dos empréstimos consignados que envolvem diretamente instituições financeiras", declara. O relator ressalta que o esquema de desvios não tem cor partidária, pois, segundo ele, há décadas, não há fiscalização sobre a atuação de entidades associativas e financeiras em relação a beneficiários do INSS. "Desde 1993, 1994, quando começou a questão do acordo de cooperação técnica entre o Estado brasileiro e a Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura); e de 2003, quando começou a questão dos descontos e empréstimos consignados, nunca tinha havido fiscalização. Ou seja, eram as entidades e os bancos que diziam o valor e de quem descontar”, detalha o deputado. Na entrevista, Alfredo Gaspar — ex-promotor de Justiça e ex-secretário de Segurança Pública de Alagoas — também defende a megaoperação realizada por agentes de segurança na Zona Norte do RJ. Para ele, “havia a necessidade do embate”. "Não dá para o RJ ser um local para abrigar criminosos. Morreu muita gente envolvida em criminalidade, que já matou também nos tribunais de crime das organizações criminosas milhares de pessoas. Prefiro 1 milhão de bandidos mortos do que um policial de bem tombado pelas mãos assassinas da criminalidade", diz. O JR Entrevista também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.

Voces de Ferrol - RadioVoz
Olaia Ledo dá un paso ao lado: renuncia a ser candidata do BNG en Narón pero seguirá como voceira municipal

Voces de Ferrol - RadioVoz

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 21:19


Co aplauso da plana maior do BNG comarcal, Olaia Ledo anunciou esta mañá oficialmente a súa renuncia a ser candidata nacionalista en Narón. Non se presentará á alcaldía nas vindeiras municipais de 2027 pero de momento manterá a súa acta de concelleira e o seu cargo de voceira do grupo na corporación. «Non vimos a vivir da política, temos claro que as persoas van e veñen pero os proxectos permanecen», asegurou, acompañada da responsable local Marta Grandal e da comarcal Pilar Lozano. A decisión de Olaia Ledo, despois de sete anos como concelleira, é «persoal e moi reflexionada, xa a puxen en coñecemento do Bloque hai tempo e ao longo prazo será o mellor para o partido en Narón». Iniciarase agora un proceso para nos vindeiros meses elixir a unha nova candidata ou candidato, «cando o BNG local está no mellor momento da súa historia a nivel de resultados, insisto en que non vimos a vivir da política senón a transformar a realidade; por iso é mellor marcharse cando as cousas van ben». Esta produtora audiovisual (Corcubión, 1981), que traballou en proxectos como o filme Prefiro condenarme de Margarita Ledo, asegura de todos modos que seguirá na política a nivel local e nacional: «Sabemos que no futuro Narón será un concello BNG», citando os casos de Fene ou San Sadurniño. Olaia Ledo, acompañada pola plana maior do BNG comarcal Torrente Con Ledo estiveron hoxe precisamente os alcaldes destas dúas localidades, Sandra Permuy e Secundino García Casal. Permuy tomou posesión como alcaldesa a metade do actual mandato, nun traspaso de poderes por parte do anterior rexedor Juventino Trigo. A responsable comarcal do partido, Pilar Lozano, recoñece que «a nivel nacional estamos traballando nas novas candidaturas e na comarca intentamos sacar o maior número de listas mesmo cun traballo de formación de candidatos desde hai xa dous anos; o BNG non ten teito e quere dar un paso de xigante». E sobre o actual mandato, Olaia Ledo recalca que «o goberno local de Terra Galega non ten ideas e perdeu investimentos, pero a oposición do PP e PSOE practica o canto peor para Narón mellor para eles... e nós apostamos por unha oposición construtiva que beneficie á veciñanza». Hoxe, tras falar con ela, Ledo insistiu en que o BNG local está “no mellor momento da súa historia” e que é tempo de abrir paso a novas lideranzas sen perder o rumbo político nin o compromiso coa veciñanza. Produtora audiovisual e militante de fondo, seguirá implicada na política local e nacional: “Narón será un concello BNG”.

Convidado
Um ano depois da morte a tiro de Odair Moniz pela polícia, "continuamos na mesma"

Convidado

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 12:08


Fez esta semana um ano que Odair Moniz, cidadão luso cabo-verdiano de 43 anos foi morto a tiro por um agente da Polícia de Segurança Pública na noite de 21 de Outubro de 2024 na Cova da Moura, na Amadora, nas imediações da capital portuguesa. Este acontecimento provocou na altura, vários dias de incidentes na zona de Lisboa, com os habitantes dos subúrbios a expressarem o seu descontentamento com o tratamento que lhes era reservado pelas autoridades. Um ano depois, são várias as organizações da sociedade civil que acusam o governo de nada ter feito para restabelecer a confiança entre os habitantes das periferias e as forças da ordem. A crispação é tanto mais palpável que o país tem estado a debater nestes últimos meses uma série de restrições a serem introduzidas tanto na lei de imigração como na lei de nacionalidade. É neste contexto particular que começou na quarta-feira o julgamento dos agentes policiais envolvidos na morte de Odair Moniz, um processo que cristaliza expectativas mas também questionamentos, com o réu principal a invocar que a vitima tinha na sua posse uma lâmina e que ele se sentiu ameaçado. Um dado que até agora não tinha vindo ao de cima e que na óptica de Rui Pena Pires, investigador ligado ao Observatório da Imigração em Portugal, é o prenúncio de que nunca se saberá ao certo o que aconteceu. RFI: O que se pode esperar do julgamento do caso Odair Moniz? Rui Pena Pires: Eu espero que o julgamento esclareça o que se passou. Prefiro sempre pronunciar-me sobre os resultados do julgamento e não a priori, e não fazer um incidente de suspeição antes do julgamento começar. Espero que esclareça bem o que se passou e que explique porque é que foi necessário recorrer a uma arma de fogo para resolver um problema que aparentemente não exigia nenhuma intervenção desse tipo. O Estado, nas sociedades democráticas, é a única entidade que tem poder de vida ou de morte, mas tem que usar com muita, muita parcimónia. Quando algum agente está envolvido na morte de alguém, essa morte tem que ser muito, muito bem explicada. Nós somos um país em que todas as polícias andam armadas com armas de fogo. Nem em todo o lado é assim. E essa é mais uma razão para que se exijam responsabilidades pelo uso das armas que são usadas no exercício das funções policiais. RFI: Durante o primeiro dia de julgamento, surgiu um dado novo: um dos réus afirmou que Odair Moniz tinha consigo uma lâmina e que ele considerou que ele representava uma ameaça à segurança dos agentes presentes. Rui Pena Pires: As versões que têm vindo a público sobre o que aconteceu têm mudado muito. E isso, por si só, não é uma boa notícia. Significa que nunca saberemos bem qual é o valor dessas declarações. Mas para isso existe o julgamento. Agora, há várias coisas que o julgamento não poderá fazer. Não faz parte do âmbito do julgamento. Não será no julgamento que se irá avaliar o treino e a formação que são dados aos agentes policiais para saberem reagir em situações em que haja alguma tensão, mesmo que resulte mais de percepções do que de perigos reais. Como sabemos, não será no julgamento que será discutido o uso sistemático de armas de fogo em todos os contextos, pelas forças de segurança e por aí adiante. E esses assuntos mereciam uma discussão, para além de se saber o que é que aconteceu naquele caso. Importava evitar que aqueles casos se repetissem. E para isso, se envolve outro tipo de discussões sobre o modelo de policiamento, sobre a formação dos agentes policiais, etc. etc. RFI: Na altura deste acontecimento houve uma série de manifestações e movimentos, inclusivamente, de revolta, nas imediações de Lisboa. Perante esta situação, o Governo prometeu ter mais atenção à situação dos habitantes dos subúrbios das grandes cidades, nomeadamente de Lisboa. Um ano depois, qual é o balanço que se pode fazer? Rui Pena Pires: Infelizmente, um ano depois, continuamos na mesma. Ou seja, houve um conjunto de revoltas que evidenciaram uma coisa, evidenciaram que as populações não têm confiança na actuação das forças policiais. E para ganhar essa confiança, eu não vi nenhuma iniciativa. Pelo contrário, o que se viram foram muitas vezes intervenções com transmissão em directo para as televisões e acções muito musculadas das forças policiais em contextos que não o justificavam e que estão a criar uma percepção de insegurança não só sobre a vida na cidade, mas sobretudo sobre a vida nos subúrbios, que não corresponde à realidade e que, no contexto de um aumento do discurso de ódio que caracteriza a ascensão da extrema-direita em Portugal, como noutros países da Europa, só irá agravar o mal-estar que existe na relação com a polícia. RFI: Um ano depois, Portugal está em pleno debate sobre a Lei de Imigração, a Lei de nacionalidade e há poucos dias ainda, foi adoptada na generalidade uma lei proibindo o uso da burca em locais públicos. O que é que se pode dizer sobre esta crescente crispação a nível político? Rui Pena Pires: Esta foi uma crispação que foi introduzida pelo crescimento da extrema-direita em Portugal. A extrema-direita em Portugal, como noutros sítios da Europa, encontrou na emigração bodes expiatórios para os problemas de mal-estar social que existem em qualquer sociedade mais ou menos desenvolvida. É um pouco irrelevante e tem vindo a produzir sobre a emigração um discurso de responsabilização dos emigrantes por tudo o que de mal acontece na sociedade portuguesa. As revisões das leis a que estamos a assistir são sobretudo o reflexo da adesão que este discurso de extrema-direita tem conseguido suscitar em importantes sectores do eleitorado. Primeiro, uma pequena minoria do eleitorado, mas hoje já numa fatia bastante maior do eleitorado nacional. Infelizmente, o centro-direita tem vindo a adoptar parcialmente como suas estas formas de actuação da extrema-direita. Um bom exemplo é o que aconteceu com a Lei da burca, aprovada na generalidade. O problema da burca não tem em Portugal qualquer dimensão social que justifique sequer que seja tratado. Já nem estou a falar sobre a forma como foi tratado. Não justifica pura e simplesmente ser tratado. Se o Estado intervém e produz leis, quando há, sobretudo todo e qualquer tipo de processo social microscópico, como é o caso burca em Portugal, rapidamente teríamos um Estado completamente totalitário no país. Portanto, esta utilização do discurso sobre a imigração para criar bodes expiatórios, para criar distracções, nós não estamos a discutir problemas complicados que existem em Portugal, como por exemplo, o problema do alojamento, que é um dos problemas mais importantes. Andamos entretidos com a agenda da extrema-direita que tem marcado a agenda política. Não havia nada que justificasse a alteração da lei da nacionalidade. A lei da nacionalidade pode ser mais perfeita, menos perfeita. Mas não há nada que vá melhorar com as mudanças que se estão a fazer ou discutir sobre a lei da Nacionalidade. Não é por as pessoas terem nacionalidade mais um ano depois ou um ano antes, que vai mudar qualquer coisa na integração dos imigrantes. Quer dizer, quando muito, aquelas mudanças que estão a fazer à lei da nacionalidade, o que evidencia é uma má vontade do Estado em relação à imigração e aos imigrantes, que terá consequências nos processos de integração dos imigrantes, que se sentirão mais afectados em relação à coesão nacional quando enfrentam este tipo de discurso negativo sobre si próprios. A lei da imigração precisaria de pequenos ajustes cirúrgicos, mas não de grandes alterações. E as alterações estão a ser feitas todas num clima emocional crispado, que era completamente desnecessário para resolver os problemas que existem na imigração, porque no caso, a imigração, a maior parte dos problemas têm pouco a ver até com a lei. Têm muito mais a ver com as políticas públicas de imigração. Há uma grande imigração irregular em Portugal. Porquê? Basicamente porque o sistema de vistos em Portugal nunca funcionou. Porque a regulação do mercado de trabalho em Portugal é fraca. E nenhum desses problemas encontra resposta nas alterações feitas à lei da nacionalidade. Aliás, não se resolve através da lei. Resolve-se através dos modos de funcionamento da administração pública. São leis que entraram no debate por esta capacidade que extrema-direita tem demonstrado em Portugal, infelizmente, de comandar a construção de uma agenda política. RFI: E lá está, o facto de a direita conservadora ter vindo a colar-se cada vez mais à agenda da extrema-direita é uma questão de convicção ou é um cálculo político? Rui Pena Pires: Às vezes não sei. Eu penso que, nalguns casos, nalguns agentes da direita conservadora, é uma questão de cálculo. Mas às vezes, não sei se noutros casos, para alguns outros dirigentes da direita clássica, não é mesmo uma mudança de convicções. E isso é algo que, apesar de tudo, me assusta mais do que a primeira alternativa. Acho que a primeira alternativa é um erro de cálculo. Acho que a segunda é mais grave, porque significa que começam a ser mais generalizadas as ideias que ainda há pouco tempo eram de uma minoria, mesmo muito pequena, dos actores políticos. RFI: Qual é o papel que têm desempenhado os contrapoderes, nomeadamente não só as associações, como também, e sobretudo, os órgãos de comunicação social em Portugal? Rui Pena Pires: O movimento associativo em Portugal é fraco e, portanto, tem procurado responder, mas não tem tido grande poder para construir uma resposta mais robusta. O papel dos órgãos de comunicação social é muito variado. Agora, aquilo que são alguns dos órgãos de comunicação social com maiores audiências, quer ao nível de imprensa, quer ao nível televisivo, para falar apenas dos media tradicionais, tem facilitado o desenvolvimento da extrema-direita e a extrema-direita procura sempre criar situações de grande tensão emocional que dão um bom espectáculo e muitos órgãos de comunicação social têm andado atrás desse espectáculo. E isso de uma forma completamente desequilibrada. Há uma jornalista no Público que faz o levantamento de vários modos de operação de outros jornais e de outros órgãos de comunicação social e que está farta de chamar a atenção para o peso completamente desproporcionado, por exemplo, que tem a exposição mediática do André Ventura, líder do Chega, quando comparada com a intervenção dos outros líderes partidários, mesmo quando esses líderes partidários lideram movimentos mais fortes que aqueles que são liderados pelo André Ventura. E, portanto, eu espero que os media no futuro não sejam apontados ou pelo menos uma parte dos média, para ser rigoroso, não venha a ser apontada como tendo contribuído para a erosão da democracia que é provocada por este crescimento da extrema-direita.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | A MÁSCARA ABENÇOADA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Sep 3, 2025 3:00


LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 CORÍNTIOS 3:1-6 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 140–142; 1 CORÍNTIOS 14:1-20   Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Madalena Sá Fernandes (parte 2): “O autor usa uma lupa sobre o mundo. Gosto de escrever sobre o minúsculo. Como Manoel de Barros, prefiro insetos a aviões”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Aug 23, 2025 46:46


Nesta segunda parte da conversa do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a escritora e cronista Madalena Sá Fernandes fala dos seus próximos livros, do que lá vai dentro e de como escreve contra o relógio, contra o ruído, contra a dispersão, e como cada parágrafo exige uma negociação com a vida prática. Discorre também sobre a importância do silêncio, da solidão e dos retiros de escrita, momentos raros de fuga às rotinas da maternidade e outros compromissos que lhe devoram o tempo. E dá conta de como ninguém está a salvo de repetir padrões familiares, como chegou a acontecer consigo numa relação amorosa abusiva que viveu há uns anos, já na idade adulta. Um tema sobre o qual Madalena promete refletir mais na sua literatura. A escritora revela estar a viver uma fase mais luminosa e assume vivenciar a alegria como um ato de resistência. A autora desvela como vive a angústia da crónica em branco e como a tragédia dos fogos no país chegou a atingir uma parte da família, que viu o seu ganha pão destruído. No final, Madalena partilha as músicas que a acompanham e lê um excerto de um dos seus autores preferidos. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.

t3n Podcast – Das wöchentliche Update für digitale Pioniere
Sind Roboter die zukünftigen Erntehelfer?

t3n Podcast – Das wöchentliche Update für digitale Pioniere

Play Episode Listen Later Jul 25, 2025 38:36 Transcription Available


Landwirte leiden unter steigenden Erntekosten: Prefiro will die Ernte durch Automatisierung vergünstigen. Das Startup hat sich auf grünen Spargel spezialisiert. Der ist laut dem Mitgründer und CEO von Prefiro, Lorenzo Di Leo, ein Wachstumsmarkt. Wie die Technologie der Gewinner des t3n Startup Awards bei data:unplugged 2025 funktioniert und welche Ziele sie haben, erzählt Di Leo im Gespräch mit t3n-Interview-Host Stella-Sophie Wojtczak. _Hinweis: Dieser Podcast wird von einem Sponsor unterstützt. Alle Infos zu unseren Werbepartnern findest du [hier](https://linktr.ee/t3npodcast)_.

Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
Ep. 238 - Linhas de Apoio LGBTQ+; Prevenção do VIH; Jonathan Bailey Jurássico & Scissor Sisters + FKA Twigs

Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI

Play Episode Listen Later Jun 25, 2025 22:19


IBN PLENITUDE
Prefiro morrer do que perder a vida - Jhony Mendes | Estação

IBN PLENITUDE

Play Episode Listen Later Jun 24, 2025 52:22


Ministração realizada no dia 21 de Junho de 2025

Dois na Lona
DNL #192 - Eu prefiro sem PAUTA mesmo ft. CESCON

Dois na Lona

Play Episode Listen Later Apr 26, 2025 69:47


"Deixa acontecer, naturalmente"Poucos sabem, mas esse trecho da música foi inspirado numa formação de pauta do DNL.E nesse não foi diferente.Filmografia de Nicolas Cage, Calabreso alcoólico, Black Mirror, açougueiro de peixe e até o famoso Matigão.Tá bom ou quer mais?Apoie o DNL e obtenha benefícios - https://www.apoia.se/doisnalonaContribua de forma livre com qualquer valor para ajudar a manter o DNL, através da chave pix:doisnalona@gmail.comVista o Dois na Lona - https://www.royalbrandstore.com.br/dois-na-lonaPara apoiar o DNL, adquirir nossas camisas e nos seguir nas outras redes sociais, acesse o link da bio no IG!ANUNCIE no DNL ou mande seu email para o Fala que eu te chuto:doisnalona@gmail.comEdição por Adonias Marques @marques_editorLista dos apoiadores mais porradeiros: Adriano Belaguarda de Aquino, Antonio Ochôa, Colombo Dionatan, Eraldo Luiz Lehmann, Roberto Higino Leite, Estênio da Silva Leite, Paulo Henrique Dizioli Novelletto, Thiago Ferenz Martins, Guilherme Loures Martins, José Carlos Cazarin Filho, Michele dos Santos, Ricardo Rocha, Jaqueline de Souza Oliveira, Eduardo Rufino de Sena Gastal, Rubens Chagas Júnior, Jaime de Lima Geraldo Junior, Diego Vasconcelos Belmont, Elian de Oliveira Duarte.

Arauto Repórter UNISC
Papa Francisco: partiu o homem, ficou o Santo

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Apr 22, 2025 2:26


Há vozes que não se apagam com o silêncio.Há presenças que permanecem, mesmo depois da partida.E há palavras que não foram feitas apenas para serem ouvidas… mas para serem vividas.Hoje, a mensagem do dia é um tributo à sabedoria deixada por um homem que marcou o mundo com gestos de humildade, compaixão e coragem: Papa Francisco. 1. “Não deixem que vos roubem a esperança.” 2. “A verdadeira fé em Jesus leva a sair de si mesmo, para ir ao encontro do outro.” 3. “Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, do que uma Igreja doente pelo fechamento e pela comodidade de se agarrar às próprias seguranças.” 4. “Cuidar da Terra é cuidar da humanidade.” 5. “Ser pobre no espírito é ter um coração livre de apegos, disponível para Deus e para os irmãos.”Palavras que não envelhecem.Que seguem, como luz em estrada escura.Se há um legado que vale ser lembrado, é aquele que nos convida a amar mais, julgar menos, e viver com propósito.Papa Francisco partiu. Mas o que ele disse… fica.

Assunto Nosso
Papa Francisco: partiu o homem, ficou o Santo

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Apr 22, 2025 2:26


Há vozes que não se apagam com o silêncio.Há presenças que permanecem, mesmo depois da partida.E há palavras que não foram feitas apenas para serem ouvidas… mas para serem vividas.Hoje, a mensagem do dia é um tributo à sabedoria deixada por um homem que marcou o mundo com gestos de humildade, compaixão e coragem: Papa Francisco. 1. “Não deixem que vos roubem a esperança.” 2. “A verdadeira fé em Jesus leva a sair de si mesmo, para ir ao encontro do outro.” 3. “Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, do que uma Igreja doente pelo fechamento e pela comodidade de se agarrar às próprias seguranças.” 4. “Cuidar da Terra é cuidar da humanidade.” 5. “Ser pobre no espírito é ter um coração livre de apegos, disponível para Deus e para os irmãos.”Palavras que não envelhecem.Que seguem, como luz em estrada escura.Se há um legado que vale ser lembrado, é aquele que nos convida a amar mais, julgar menos, e viver com propósito.Papa Francisco partiu. Mas o que ele disse… fica.

Cultos - Igreja Batista do Povo
09.03.25 (19h15) - "Prefiro morrer a me arrepender" - (Pr. Yago Martins)

Cultos - Igreja Batista do Povo

Play Episode Listen Later Mar 10, 2025 44:23


Culto de Celebração 19h15

Voces de Ferrol - RadioVoz
La Concejala de Igualdade e Muller de Ferrol organiza una variada programación de actividades en torno al 8-M

Voces de Ferrol - RadioVoz

Play Episode Listen Later Mar 6, 2025 19:21


El Concello de Ferrol, a través de la concellería de Igualdade e Muller, ha organizado una serie de actividades para conmemorar el Día Internacional de la Mujer, 8 de marzo. Las actividades comenzarán el viernes 7 de marzo con la lectura de la declaración institucional a las 12:00 horas, bajo el lema "Derechos, igualdad y empoderamiento: Para todas las mujeres y niñas". A lo largo del día, se llevará a cabo la actividad "Rompendo teitos de cristal" en el rocódromo de A Malata (18:00-20:00) y, a las 19:00 horas, se celebrará la entrega del XVII Galardón 8M al arquitecta y artista visual Ana Amado en el teatro Jofre. También habrá un espectáculo itinerante de microteatro en locales de hostelería el viernes 7 (21:00-23:45) y sábado 8 (12:00-15:00), y el 12 de marzo se representará la performance "VidAs AsomadAs" en el centro cultural Torrente Ballester. El jueves 13 de marzo, se proyectará el cortometraje "Lola, Lolita, Lolaza" en el Hospital Naval, seguido de un coloquio con su directora, Mabel Lozano. El mismo día, en el teatro Jofre, se podrán ver los cortometrajes "Ava" y "Biografía del cadáver de una mujer", ambos ganadores de los premios Goya. El 21 de marzo, la programación llegará al rural de Ferrol con la proyección del documental Prefiro condenarme en la asociación vecinal de Pazos. Además, hasta el 27 de marzo, se realizarán los roteiros Ferrol en Feminino dirigidos a centros educativos. Finalmente, los puntos violeta estarán activos el 8 de marzo en el Parque Ferrol y el 15 de marzo en la plaza de Armas. También se exhibirán pancartas conmemorativas en el Concello de Ferrol y el teatro Jofre, y varios equipos deportivos locales mostrarán su apoyo al 8M.

Presente Diário
"No escuro"

Presente Diário

Play Episode Listen Later Mar 1, 2025 3:30


Devocional do dia 01/03/2025 com o Tema: "No escuro" Não gosto de escuridão. Prefiro sempre que tenha alguma luz, mesmo que bem fraquinha, iluminando o ambiente. Nos dias mais tristes e angustiantes do luto e da pandemia, uma das coisas que mais me lembro era do escuro. Leitura bíblica: Salmo 31.7-16 Versículo Chave: Tu, SENHOR, manténs acesa a minha lâmpada; o meu Deus transforma em luz as minhas trevas (Sl 18.28).See omnystudio.com/listener for privacy information.

Larvas Incendiadas
Interseccionalidade [bii]

Larvas Incendiadas

Play Episode Listen Later Jan 7, 2025 17:00


Nos últimos anos, a interseccionalidade se popularizou. A palavra aparece no título de vários livros, em documentos oficiais de governos e até em artigos de opinião analisando o Big Brother, publicados em revistas de grande circulação, mas afinal o que é a interseccionalidade? Qual a origem dessa ideia? E como aplicá-la? Esse episódio, que inaugura nossa linha de breves introduções incendiadas, buscará responder essas questões. O objetivo não é esgotar o assunto, mas oferecer uma introdução rápida, porém de qualidade, além de indicar uma trilha de leitura. Para aprofundar o estudo: AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Pólen, 2019.BILGE, Sirma. Intersectionality Undone: Saving Intersectionality from Feminist Intersectionality Studies. Du Bois Review: Social Science Research on Race, v. 10, n. 2, p. 405–424, ed 2013. COLLINS, Patricia Hill. Intersectionality as critical social theory. Durham: Duke University Press, 2019. COLLINS, Patricia Hill; BILGE, Sirma. Interseccionalidade. São Paulo: Boitempo Editorial, 2021. CRENSHAW, Kimberlé. Demarginalizing the Intersection of Race and Sex: A Black Feminist Critique of Antidiscrimination Doctrine, Feminist Theory and Antiracist Politics. University of Chicago Legal Forum, v. 1989, n. 1, p. 139–167, 1989. CRENSHAW, Kimberlé. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Estudos feministas, Florianópolis, v. 1, 2002. CRENSHAW, Kimberlé. Mapping the Margins: Intersectionality, Identity Politics, and Violence against Women of Color. Stanford Law Review, v. 43, n. 6, p. 1241–1299, 1991. HANCOCK, Ange-Marie. Intersectionality: an intellectual history. New York, NY: Oxford University Press, 2016 HIRATA, Helena. Gênero, classe e raça Interseccionalidade e consubstancialidade das relações sociais. Tempo Social, v. 26, p. 61–73, jun. 2014. KERGOAT, Danièle. Dinâmica e consubstancialidade das relações sociais. Novos estudos CEBRAP, p. 93–103, mar. 2010. PUAR, Jasbir. “Prefiro ser um ciborgue a ser uma deusa”: interseccionalidade, agenciamento e política afetiva. Meritum, Revista de Direito da Universidade FUMEC, 2013. YUVAL-DAVIS, Nira. Intersectionality and Feminist Politics. European Journal of Women's Studies, v. 13, n. 3, p. 193–209, 1 ago. 2006.

Caio Carneiro - Podcast Fod*
EU PREFIRO SEGURAR MALUCO! | ✅ Comece Bem o Dia! #74

Caio Carneiro - Podcast Fod*

Play Episode Listen Later Dec 4, 2024 2:50


A vida recompensa quem se movimenta, quem erra tentando, quem sonha alto e age com intensidade. É melhor ter que moderar alguém cheio de energia, paixão e iniciativa do que empurrar alguém que não tem coragem de sair do lugar. Os "loucos" podem errar, mas ao menos estão na arena, lutando por algo. Já os "sonsos" ficam parados, esperando que algo aconteça. No fim, quem faz a diferença não é o mais perfeito, mas o mais disposto. Então, escolha ser intenso, correr riscos, ousar. Porque o mundo não muda com quem assiste, mas com quem age. Se for pra errar, que seja por excesso de vontade! Entra pra RACHAR!

WGospel.com
Livra-me da ira, por favor, Pai!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Dec 2, 2024 1:40


Senhor, sei que, se tiver paciência, serei mais completo. Sei que a ira destrói minha vida. Prefiro ter paciência em todas as coisas para que consiga […]

Poiemeiros
Prefiro morrer, do que perder a vida - Henrique Ladenthim

Poiemeiros

Play Episode Listen Later Dec 1, 2024 53:16


Queimou com essa mensagem? Compartilhe com alguém que você conhece. Se inscreva pra não perder nenhum conteúdo. Quer conhecer mais sobre nós? Nos siga nas redes sociais @poiemataubate.

WGospel.com
Quero ser mais paciente, Pai!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jun 21, 2024 1:37


Pai, sei que, se tiver paciência, serei mais completo. Sei que a ira destrói minha vida. Prefiro ter paciência em todas as coisas para que consiga […]

Alta Definição
Aurea: “Prefiro morrer antes do meu irmão para não ter de passar pela dor de o perder”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jan 6, 2024 42:16


A cantora Aurea é a grande entrevistada de Daniel Oliveira no primeiro Alta Definição de 2024 em podcast. Numa conversa franca sobre o rumo da sua vida pessoal e profissional, a nova jurada do programa 'A Máscara' reflete sobre o papel da família e do amor no seu desenvolvimento. "Acredito que quando amas ou és amado por alguém, é impossível perderes esse amor inteiramente. Sinto que ele se transforma em algo diferente, mas que permanece sempre dentro de nós. Acredito que já fui amada à medida do precisava", afirma a cantora. O Alta Definição foi emitido a 06 de janeiro na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Trip FM
Andréa Beltrão só quer nadar e jogar bola

Trip FM

Play Episode Listen Later Dec 22, 2023


Atriz não esquiva do debate sobre envelhecimento, mas recusa rótulo de porta-estandarte contra o etarismo e tem muito a dizer Andréa Beltrão não tem medo de se posicionar quando o assunto é envelhecimento. Desde que deu vida à Rebeca, uma mulher de 50 anos que recusava qualquer caixinha que a limitasse na novela “Um Lugar ao Sol” (2021), na Globo, a atriz assumiu um lugar de destaque nesse debate. Mas ela tem muito mais a dizer. “Todo mundo começou a me chamar para falar de menopausa. Pera aí! É crucial discutir esse tema, mas não é legal designar uma pessoa para falar sobre isso apenas por causa de uma novela, que, embora tenha sido incrível, não me torna a embaixadora. Somos muitas, somos todas. Prefiro ser reconhecida como a ‘mulher que não sai da praia'. É assim que quero ser chamada", diz. E não sai mesmo. Entre a natação no mar de Copacabana e a altinha, seu novo vício, ela nem mais se incomoda com a presença dos paparazzi atrás de uma foto de biquíni. "Não me afeta, afinal, estou lá todos os dias; essa foto vai enjoar. Se começou valendo duzentos reais, hoje nem paga mais o Chicabon". Em uma conversa descontraída com o Trip FM, Andréa falou sobre maternidade, vida e morte, fama, empreendedorismo e seu novo trabalho, "Lady Tempestade". Com estreia marcada para janeiro, a peça conta a história da advogada Mércia Albuquerque, que lutou para defender presos políticos durante a ditadura e apoiar suas famílias. Você pode ouvir a conversa na íntegra no play aqui em cima ou no Spotify. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2023/12/65835e5c89187/andreia-beltrao-atriz-novela-natura-tpm-mh.jpg; CREDITS=Lucas Seixas (@retratoslucas); LEGEND=Andrea Beltrão; ALT_TEXT=Andrea Beltrão] Trip FM. Vamos falar sobre o assunto mais importante: a natação. A natação é uma parte muito importante da minha vida ordinária, é um lugar só meu. Não é um lugar do bem-estar, porque eu acho que na civilização não há esse lugar do bem-estar absoluto, é um lugar de entrega. Eu gosto muito de um certo anonimato possível que eu até consigo nas minhas idas à praia. Pode ter até alguém me fotografando, mas não me afeta, até porque eu tô todo o dia lá, essa foto vai enjoar, se começou valendo duzentos reias, hoje já não paga nem mais um Chicabon. Essa vidinha ordinária de nadar, ler um livro, jogar uma altinha que agora é a minha nova mania, é vital. Eu me sinto muito atraída pelo fazer, correr, subir em árvore. O tempo vai passando e os limite vão aparecendo. Tudo bem, mas a praia tem a ver com essa força, essa paixão pela vida. Como você avalia hoje o seu papel como mãe? Os filhos geralmente vêm em uma época em que você está com muita garra de trabalhar, coisas para fazer, desejos, impulsos. Então os pais ficam muito mais ausentes do que gostariam de estar. Mas eu gosto de trabalhar, do convívio, de estar com outras pessoas, do reconhecimento financeiro. É um equilíbrio delicado. Eu acho que me saí razoavelmente bem: meu filhos são pessoas legais. Mas precisa ter atenção, o chamado de fora é muito forte. Essa coisa tão prosaica de desenhar, fazer o carrinho andar, vestir a boneca, pode parecer quase nada, mas é muito grande. A gente nem sabe quando isso vai se transformar em uma explosão maravilhosa lá na frente. O afeto faz um caminho muito forte. Como você tem lidado com esse papel de ser a voz da mulher de 50/60 anos? Depois de “Um Lugar ao Sol” começaram a me chamar pra fazer matéria de capa para falar de menopausa. Pera aí. Eu não vou virar porta-estandarte para falar de menopausa e seus efeitos. Esse assunto tem que ser muito discutido, mas não é legal eleger uma pessoa para falar disso por conta de uma novela, que foi legal à beça, mas não me faz a embaixadora. Somos muitas, somos todas. Eu prefiro o posto da mulher que não sai da praia. Eu quero que me chamem assim.

O Antagonista
“Minha ordem de divergência política com o MST, eu prefiro dizer que elevarei para o cemitério”, diz José Rainha, líder da Frente Nacional de Lutas, na CPI do MST.

O Antagonista

Play Episode Listen Later Aug 3, 2023 1:00


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Portuguese For Listening With Eli And Friends
Episode 230: The Seventh-Year Crisis

Portuguese For Listening With Eli And Friends

Play Episode Listen Later Jul 19, 2023 40:18


If you’d like to join us in the conversation club, please visit: https://portuguesewitheli.com/cah for more information. And here is the monologue for your benefit. Minha esposa sempre adorou umas DRs, mas eu fugia disso como o diabo foge da cruz. Sei que a gente tem que discutir a relação de vez em quando para colocar os pingos nos “i”s e passar tudo a limpo, mas eu nunca fui muito de filosofar. Prefiro vivenciar: depois, se eu tiver algo a dizer, digo. Mas minha esposa, não. Com ela, tudo tem que ser minuciosamente analisado. E agora que a gente está dobrando a esquina dos sete anos, ela deu para ficar muito mais ressabiada. Acontece uma coisinha de nada e ela já quer se sentar à mesa, colocar nossas questões em pratos limpos e, se eu dou um passo em falso, ela vai logo ameaçando terminar o relacionamento. Bom, nunca fui o cara mais romântico, mas tentei dar um jeito nisso. Comecei a mandar flores para minha esposa. Comprei o chocolate predileto dela. Até fui deixar o café na bandeja para ela na cama. Ela ficou logo de orelha em pé. “Tá tendo caso?” foi a pergunta dela. “Porque homem para agir assim só quando tem outra.” Eu fiquei pensando: nossa, ela achava que eu podia ser infiel, mas ela era quem tinha fama de namoradeira. Além do mais, sempre fui da opinião de que se for para ter adultério num casamento, melhor é se separar logo. Não vale a pena o desgaste. Depois daquele balde de água fria, pensei que podia fazer algo para reacender a paixão de nossa relação. Quando conheci minha esposa, ela era fogosa e eu não ficava atrás. E uma coisa que a gente tinha era a espontaneidade. Daí, resolvi ser espontâneo e dei um presente para ela em junho, para comemorar o Dia dos Namorados. Sabe o que ela me disse? “Está vendo? Você nunca ligou mesmo para nossa vida conjugal. Nosso aniversário de casamento é só mês que vem!” Não adiantou eu tentar explicar que era presente de Dia dos Namorados. Ela me deixou falando com as paredes. Viu só? Eu tentando aqui fazer média com a patroa e a desgraçada ainda vem com desconfiança para cima de mim. Quer saber de uma coisa? Acho que essa tal crise dos sete anos é verdade mesmo. Antes a gente não estava em crise, mas agora a gente está. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/portuguesewitheli/message

Super Feed
Área de Trabalho - 056: Eu Prefiro Ver Barbie

Super Feed

Play Episode Listen Later Jul 19, 2023 60:53


A Bia faz uma confissão triste, mas ensina um novo hábito para te deixar mais feliz.

O Antagonista
Deltan responde Gilmar: “Prefiro fundar igreja do que clube de proteção aos corruptos”

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jul 17, 2023 1:22


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Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Rafael Morais: “Quero ser um ator e uma pessoa em vertigem. Quero explorar os limites, correr riscos. Prefiro falhar seguindo o instinto”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Feb 3, 2023 84:51


No grande ecrã ele dá vida ao pintor modernista Amadeo de Souza-Cardoso, no filme biográfico “Amadeo”, realizado por Vicente Alves do Ó. Mas Rafael já provou ser camaleão. E se é convincente no corpo de Amadeo, foi igualmente brilhante a interpretar ‘Joca', um pequeno traficante cadastrado, em “Sangue do Meu Sangue”, de João Canijo, ou enquanto irmão apaixonado pela irmã no filme “Como Desenhar Um Círculo Perfeito”, de Marco Martins - que lhe valeram nomeações para os Globos de Ouro. Na Netflix deu que falar nas séries “White Lines” e “Glória”, entra agora em “Rabo de Peixe”, e poderá ser visto nos filmes de João Canijo “Mal Viver” e “Viver Mal”, no filme “Pátria”, de Bruno Gascon; e no filme “A Cup of Coffee and New Shoes On”, de Gentian Koçi, escolhido como candidato oficial da Albânia para os Óscares. O futuro é dele. “Gosto do cinema que vira o espelho, que incomoda, provoca e abana.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Portuguese For Listening With Eli And Friends
Episode 206: If I Won the Lottery

Portuguese For Listening With Eli And Friends

Play Episode Listen Later Jan 13, 2023 48:31


To grab a free learning guide, please visit: https://portuguesewitheli.com/school-invitation And here is the monologue for your benefit. Todo fim de ano é de lei: antes do dia 31, vou para a lotérica fazer minha fezinhana Mega da Virada. Compro um bilhete, só um para mim mesmo. Prefiro apostar sozinho que participar do bolão lá da firma. Imagina só, levar uma bolada de trocentosmilhões de reais sozinho, o que eu não faria com esse rio de dinheiro? Eu não aposto no bolão da empresa por dois motivos. Primeiro, não gosto de nenhum dos energúmenos que trabalham comigo. Naquela empresa, é cobra comendo cobra. Meu chefe é um tirano assumido – já disse que manda quem pode, obedece quem tem juízo. E no caso, ele manda, porque está por cima. Eu com dinheiro mandava logo o dono da empresa ir pastar. O segundo motivo é que, quanto menos gente ficar sabendo, melhor. O difícil ia ser esconder a coisa toda dos parentes e aderentes. Tem o Ferreirinha, que vive dando facada em mim. Tem a Miriam, que não ia caber em si se descobrisse que o irmão tirou a sorte grande. E ainda tem o Fernando, que vive chorando de barriga cheia. Assim que a notícia lhe chegasse aos ouvidos ele ia vir para cima de mim com aquela cantilenasobre a penca de filhos que tinha de sustentar e tal... Eu ia renegar todos eles. Ah, se eu ganhasse na loteria... ia estar feito na vida. Ia ser sopa no mel, eu ia poder me aposentar agorinha, ia sumir do mapa, ia mudar de nome e fazer tanta coisa que deixei de fazer... sei que não sou tão sortudoassim, porque nem prêmio de rifa de escola cheguei a ganhar, e nas raspadinhas sempre ficava na mesma – ou melhor, ainda perdia o dinheiro da cartela. O máximo de sorte que tive foi quando ganhei dois bombons de chocolate na empresa, mas aquilo foi brindepara quem participou do treinamento... bom, quem sabe eu não dou uma cagada e levo o grande prêmio? --- Send in a voice message: https://anchor.fm/portuguesewitheli/message

umdois Testando
Prefiro ficar sozinho com as minhas brisas EP#190

umdois Testando

Play Episode Listen Later Nov 16, 2022 77:06


| PARTICIPAÇÕES | Jessica Alves @jessiconha Miguel Horta @hermanitohorta Will Sassano @willmuitonerd Ygor Amendoim @ygoramendoim Nossa loja www.lojaumdois.com.br Nosso Site www.canalumdois.com.br Seja um apoiador! www.apoia.se/umdois Segue a gente também em todas as midias sociais em @canalumdois

Tribo Forte Podcast: Saúde. Boa Forma. Estilo De Vida!
TF Extra #358 - Caminhar vs Correr p/ EMAGRECER (5 Razões Pq Eu Prefiro Caminhar)

Tribo Forte Podcast: Saúde. Boa Forma. Estilo De Vida!

Play Episode Listen Later May 30, 2022 7:31


Enquanto cada vez mais gente começa a correr para emagrecer, neste vídeo vou te contar 5 razões pelas quais eu prefiro caminhar e porque esta é a escolha mais inteligente (e prazerosa) para queimar gordura. Emagrecimento vem primordialmente como resultado da sua alimentação, porém, o tipo correto de exercícios pode te ajudar a acelerar tudo. Vou comparar correr com caminhar em termos de estresse, metabolismo e ajuda para queimar gordura. Correr pode ser divertido pra muita gente que faz como esporte, porém, pode ser um problema para quem busca emagrecer com saúde e manter a boa forma depois. Se você quer saber qual atividade é mais proveitosa para queimar gordura e emagrecer naturalmente, sejam os benefícios de caminhar ou malefícios de correr, veja as 5 razões listadas neste vídeo! Forte abraço, Rodrigo Referência: https://bjsm.bmj.com/content/49/15/967 Vídeos recomendados: -Como o Estresse Engorda e Causa Resistência à Insulina https://www.youtube.com/watch?v=1XOw9... - 11 Dicas PORRETAS para Turbinar a Saúde (SEM DIETA!) https://www.youtube.com/watch?v=k38Z6... Quer emagrecer de vez com a ajuda do Rodrigo? Responda a 5 perguntas e saiba qual o programa mais recomendado pra você. Faça isso aqui: https://emagrecerdevez.com/meajude/   ✅ Meu programa de emagrecimento CÓDIGO EMAGRECER DE VEZ: Veja gratuitamente a apresentação dele aqui: http://codigoemagrecerdevez.com.br

Portuguese For Listening With Eli And Friends
Episode 162: Speaking of Fast and Slow

Portuguese For Listening With Eli And Friends

Play Episode Listen Later Mar 9, 2022 34:54


Grab one free learning guide + free report to improve your vocabulary retention: https://portuguesewitheli.com/school >>> Shall we meet? Follow this link: https://social.portuguesewitheli.com/meetngreet >>> Hey, wise person! Not everybody wants to read the whole description up to this point. And since you have, I've got a small gift for you to show my appreciation. It's a special report that will help you get rid of all frustrations you might have related to the Portuguese verb tenses. To grab it today, follow this link: https://social.portuguesewitheli.com/confianca But do it soon. One day without that is one day you'll still get angry at yourself because you don't know how to use the verb tenses in Portuguese. And here is the monologue for your benefit. O que começou com um simples “Vambora, amor, porque a gente já vai se atrasar” terminou feio. Trabalho sobextrema pressão – nós temos que cumprir prazos apertadíssimosna nossa empresa. Se o produto não sai no dia porque algum empregado lerdodemorou demais ou alguma lesma da administração não se lembrou de emitir a nota fiscal na hora, milhares de clientes ficam na mão. E o pior: a responsabilidade desse atraso recai em mim! Imagine eu, sempre tão caxias, levar a culpa pela vagarezados outros! E minha vida sempre andou num ritmo mais acelerado que a dos outros. No trânsito, gosto de dirigir a uma velocidade vertiginosa. Claro que não piso fundo quando estou numa rua cheia de gente, mas, de vez em quando, é gostoso sentir aquela injeção de adrenalinaquando a gente sai em disparada avenida abaixo. Quando vou ao shopping com minha esposa, sempre preciso pedir que ela apresse o passo. Ela nunca faz o que peço. Anda sem pressa, se demora na frente de uma loja ou outra... naquele passo de boia gente não chega a lugar nenhum nunca! Fico me perguntando se tenho tempo para jogar fora, para ficar vadiandopor aí. Claro que nunca digo isso alto e bom som, porque não quero botar tudo a perder. Prefiro me atrasar um pouquinho passeandocom minha esposa que andar desembestado pelo shopping e divorciado. No fim, não foi meu hábito de estar sempre esbaforido nem o de avançar o sinal vermelho que foram a gota d'água. Foi eu querer apressá-la, porque não queria me atrasar, e ela ficou assim. Antes que eu dissesse mais alguma coisa para irritá-la, chispei dali. E não volto tão cedo. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/portuguesewitheli/message