Portuguese footballer
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O Supremo deu uma derrota pesada a Joe Berardo num dos maiores conflitos financeiros em Portugal. O que muda agora? Análise com João Godinho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Não deixe de ouvir este Debate 93 com uma importante reflexão sobre a resistência que as pessoas tem às mudanças. Como acreditar na mudança de alguém? Não perca!!!
Nota 5 para Luís Godinho no triunfo do Sporting frente ao Gil Vicente. Para Pedro Henriques, o árbitro esteve "bem no essencial", mas foi "irregular na disciplina". Hjulmand devia ter visto amarelo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
João Godinho, jornalista do Observador, considera inusitado Sócrates querer travar o seu único advogado e explica por que razão a juíza Suzana Seca manteve a sessão por falta de notificação oficial.See omnystudio.com/listener for privacy information.
ENTREVISTA REALIDADES DA SAFRA COM - Vicente Godinho - Pesq. da Embrapa Rondônia e Membro da Aprosoja/RO
Um protesto no 25 de Abril relançou o debate: há excesso de exposição na política? Portugal exige mais do que a Europa? Análise com João Godinho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Henriques diz que ficam 2 penáltis por marcar a favor do Porto: sobre Alberto Costa e Victor Froholdt. Fica por mostrar um 2.º amarelo e cartão vermelho a Pietuszewski. Nota 4 para Luís Godinho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
Craque da federação portuguesa de futebol durante 50 anos, de 1974 até 2024, elogia a capacidade organizativa de Carlos Queiroz, da humanidade de Scolari (murro a Dragutinovic, incluído), das luvas de Ricardo e da sugestão da GNR em levar de helicóptero os jogadores de Alcochete para o Estádio da Luz no dia da final do Euro-2004
Pedro Henriques elogia o árbitro de Évora e considera que está "bem fisicamente e a decidir bem os lances de arbitragem". Jogo entre Benfica e Vitória SC, "sem casos". Nota 7 (em 10) para Godinho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Atual, contundente e extremamente importante, este Debate 93 fala sobre o ataque das trevas sobre as crianças. Não deixe de ouvir e compartilhar!
Godinho na Luz. O que fazer?O inglês de Farioli é sedutor, o de Schmidt era rústico.Só o Benfica pode acabar com esta euforia do Sporting, foco no derby!Os miúdos do Benfica gritam desesperados: Estamos Aqui! A Europa ouviu e percebeu, está na altura do clube os aproveitar a sério.
Neste Debate 93 falamos sobre os perigos de uma consciência cauterizada. Ouça, aprenda e compartilhe!
Ryan Godinho is an Australian entrepreneur behind Dubai's Stomping Grounds café and Specialty Batch Coffee roastery. He played a critical role in the development of the specialty coffee scene in the UAE, setting origin trends, launching coffee competitions, and training the first generation of specialty baristas. We spoke to Ryan about the early days of specialty coffee in Dubai (a throwback to the 2010s), his Melbourne-inspired, hospitality-led approach to Stomping Grounds, and the role of AI in the future of coffee. Thank-you to Ryan for sharing your story, and to World of Coffee Dubai for making this episode possible. World of Coffee Dubai: https://www.instagram.com/worldofcoffeedubai/ Ryan Godinho: https://www.instagram.com/ryangodinho/ Stomping Grounds: https://www.instagram.com/stompinggroundsdxb/ Want more coffee content? IT'S JUST COFFEE: https://linktr.ee/itsjustcoffeepod?utm_source=linktree_profile_share<sid=4e8cead0-6644-4c4a-b419-28c825b1b236 Want to get in touch? Hit us up at hello@itsjustcoffeepod.com for any questions or comments. Proudly sponsored by Eco Barista: https://www.ecobarista.com.au/ Apax Lab: https://apaxlab.com/ Riverina Fresh: https://www.riverinafresh.com.au/ Thanks for listening! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O áudio-árbitro Pedro Henriques considera que os lances mais importantes do jogo foram bem decididos. Nota 9 para Luís Godinho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Debate de Bola
Pedro Henriques diz que no lance do penalti revertido há "um contacto mútuo entre os dois jogadores" e dentro da área "não há uma falta evidente". Nota 6 para a equipa comandada por Luís Godinho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Outro Olhar de hoje, entrevisto o especialista em Comunicação Política Leonardo Godinho. Falamos sobre seu livro Decifra: Os códigos Invisíveis. Acompanhe
Como ser aperfeiçoado em amor??? Este é o tema do primeiro Debate 93 de 2026!! Ouça, aprenda e avance em um ano de bênçãos!
Deus revela e impõe relacionamentos ou a escolha de namorar e casar deve ser feita com liberdade e responsabilidade pessoal?
É certo denunciar irmãos em Cristo ao Conselho Tutelar? Este Debate 93 traz uma importante reflexão que você não pode perder!!!
Pedro Henriques elogia a arbitragem de Luís Godinho no jogo entre Tondela e FC Porto, com dois golos bem anulados na primeira parte, mas com um cartão amarelo que ficou por mostrar. Nota 7See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em cada dia, Luís Caetano propõe um poema na voz de quem o escreveu.
No discurso de derrota, Ana Mendes Godinho deixa vários agradecimento e promete: "Contam sempre comigo". A candidata de PS e Livre diz que deseja o melhor para o concelho de Sintra. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O aúdio-árbitro Pedro Henriques analisa a noite "difícil" para Luís Godinho. Nota 4, depois de um golo mal validado (fora de jogo posicional) e um penálti que ficou por assinalar a favor do Estoril.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estamos a assistir nos nossos dias ao advento das primeiras gerações sintéticas. Seres que se pretendem ver desencarnados, a alcançar um plano de elevação que se prende com a hipótese de flutuar num plano etéreo no qual tudo será disponível, ilimitado. Mas como a internet já o demonstrou, esses oestes sem lei digitais são zonas onde há muito tudo foi já predeterminado. E se, como nos diz Bachelard, “querer, é querer o que não se pode”, esse é um campo de anulação dos próprios sonhos e das formas de resistência a partir do imaginário. Poderíamos mesmo sonhar desligados dos impulsos que o corpo nos oferece? Numa das melhores profecias sobre o inferno que nos aguarda, Borges lançou esta hipótese: “Sonhará um mundo sem a máquina e sem essa máquina, o corpo. A vida não é um sonho, mas pode chegar a ser um sonho.” Este sonho começa a configurar-se nos nossos dias, mas, longe de ser uma libertação, parece um projecto de anulação da experiência. O Talmude diz que mais vale um dia nesta vida que uma eternidade no mundo que se segue. Mas o facto é que a própria realidade começa a ser pensada cada vez mais como doença ou, pelo menos, como ameaça. Ora, para compreendermos esse além que hoje nos é prometido, devemos prestar atenção às fantasias mórbidas que por todo o lado saturam o nosso campo visual, deter um olhar cheio de suspeita diante desta sobre-imposição do design a todas as esferas da vida, num momento em que a aceleração dos efeitos de troca leva a que a desorientação geral sirva para reforçar os impulsos programadas. Assim, toda a incerteza, todos os elementos de fragilidade e auto-recriminação, bem como a sensação da falta de propósito das nossas existências, levam a que a interioridade e a própria consciência se tornem zonas demasiado dolorosas. Provocam uma vertigem com a qual estamos a deixar de saber lidar, restando este virar do avesso, esta tentação de buscar uma ordem de beatitude ao nível das superfícies. Num momento em que nos sentimos fulminados por esta devastação colectiva a que chamamos realidade, tudo nos empurra para dentro, para formas de isolamento, e o corpo torna-se o destino e parece consumir todo o quadro das nossas ansiedades. Dos cuidados constantes com a imagem às dietas e suplementos, ao esforço para atingir medidas ideais, o culto passou a ser exercido nos ginásios, nas mesas de operações, com as cirurgias e toda a panóplia de intervenções a assumirem o peso de uma nova liturgia. Bernard Andrieu escreveu que “o corpo é a nova religião do século XXI”: híbrido, desnaturalizado, sujeito a metamorfoses sem fim, tornou-se objecto de uma promessa de salvação. Em “Crimes do Futuro”, Cronenberg encena precisamente este culto: a carne aberta é o sacrário, os bisturis são as mãos sacerdotais, a beatitude já não se procura no invisível mas na pura visibilidade — no espectáculo do corte, na exibição da incisão, no êxtase do que a imagem retém e multiplica. A religião desloca-se do mundo espiritual para o terreno da estética, e esta é quase invariavelmente de ordem narcísica. O corpo submete-se inteiramente ao design, surge como interface. Baudrillard parece ter profetizado a forma como a simulação absorve o real até que o corpo não é senão um ecrã onde se projecta a ilusão da vitalidade. Em breve, e face a um horizonte definido pela carência, pela decadência, pela violência, pelo entretenimento extremo e por catástrofes ambientais desencadeadas por nós, já não haverá margem para nos reconciliarmos com a natureza, restando apenas a reprogramação infinita, a carne como software. As vísceras tornam-se design de interiores, um mobiliário íntimo a ser remodelado. Nega-se a transcendência, restando-nos a imanência absoluta da imagem, a vertigem de um narcisismo que se alimenta do vazio. Este culto do corpo pós-natural é a contrapartida simbólica da devastação planetária. Com o adensar da catástrofe, em vez de enfrentá-la, a energia é deslocada para a construção narcísica de uma pele artificial, de um rosto filtrado, de um corpo reprogramado. Multiplicam-se as próteses, desenhamos novos contornos, fazemos dele um laboratório de constantes mutações, um objecto de culto devotado à ilusão de permanência no regime das imagens. A operação cirúrgica devém assim sacramento, inscrição visível da fé na técnica, tatuagem de um mundo que só se reconhece no brilho do artifício. O paradoxo é que esta fuga não conduz a um renascimento, mas a uma duplicação infinita: o corpo já não é carne, é simulacro, vitrina, holograma de si mesmo. O humano apaixona-se apenas pela imagem que reflecte, já não pelo sopro da vida que a atravessa. Com tudo isto, a natureza perde consistência, é um ruído distante, um pano de fundo em dissolução. Ao mesmo tempo, toda a degradação planetária se traduz em espectáculo, e cada catástrofe ambiental encontra o seu correlato narcísico no desejo de remodelação. Quanto mais o mundo apodrece, mais se purifica o corpo-imagem. O delírio é este: acreditar que se sobrevive ao colapso não protegendo a terra, mas cultivando a aparência. É um culto sem transcendência, e a cada incisão, a cada retoque, acredita-se que se derrota a morte. Na verdade, apenas se escava mais fundo a distância em relação ao real, essa devastação que continua a corroer o planeta. A religião do corpo é, afinal, a máscara última de uma civilização que escolheu amar a sua própria simulação e abandonar a terra que a sustenta. Mas tudo são reflexos condicionados, e a impotência, a sensação de separação, de diminuição do alcance, de incapacidade de ter uma acção decisiva, tudo isso é programado. O vazio no que toca à esperança, como nos diz David Graeber, não é natural. “Precisa de ser produzido. Se quisermos realmente compreender esta situação, temos de começar por entender que os últimos trinta anos assistiram à construção de um vasto aparelho burocrático para a criação e manutenção do desespero, uma espécie de máquina gigantesca concebida, antes de mais, para destruir qualquer sentido de futuros alternativos possíveis.” Esta frase surge em epígrafe ao livro de Paula Godinho, “O Impossível Demora Mais”, e às tantas a autora estende esta reflexão: “Numa ordem do mundo actual marcada pela teologia da neoliberalização, o futuro parece uma condenação, enquanto as práticas de resgate de outras possibilidades são encaradas como desordem, numa caminhada para o abismo. Agita-se a bandeira do final de todos os processos que pretenderam construir novos projectos de sociedade que terminaram em distopias, vistos como sinais de ingenuidade de alguns.” Antropóloga com vários anos de experiência em campo, Godinho tem-se aplicado em recolher testemunhos e experiências daqueles povos que não se renderam nem ao fim da história nem às coacções do ideário apocalíptico que trabalha para nos convencer da nossa impotência, e veio trazer-nos o seu catálogo com ramos de oliveira e outras espécies, avistamentos de terras futuras.
Com concertos nos coliseus de Lisboa e Porto em outubro, Samuel Úria é o convidado desta semana do Posto Emissor, onde falou da sua paixão pelas palavras, do passado como professor e da admiração por Manuela Azevedo e Sérgio Godinho. Os concertos da próxima semana e a entrevista de Shaun Ryder foram outros temas da conversa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Casa de Portugal na Cidade Universitária de Paris, vai acolher, de 13 de Setembro a 31 de Outubro, uma exposição sobre a actividade musical dos exilados portugueses em França durante a ditadura do Estado Novo (1933-1974), em particular da geração que se opôs às guerras coloniais dos anos 60 e 70 em Angola, Moçambique e Guiné-Bissau. Neste programa, conversamos com Agnès Pellerin, uma das coordenadoras da exposição. A exposição “Chansons de l'Exil Portugais à l'Aube de la Révolution des Œillets” vai ser inaugurada a 13 de Setembro e fica patente até 31 de Outubro na Maison du Portugal-André de Gouveia, na Cité Universitaire Internationale de Paris. A mostra junta 13 painéis com cerca de cinquenta ilustrações, nomeadamente capas de discos, panfletos, fotografias, e é acompanhada por um guia que permite ouvir online alguns excertos sonoros com traduções em francês. Através da música, é apresentado o percurso de várias figuras da música de intervenção portuguesa que se exilaram em Paris, como José Mário Branco, Luís Cília, Tino Flores, Sérgio Godinho, Francisco Fanhais, que nas suas canções denunciam a ditadura, a pobreza em Portugal e a guerra colonial. “Esta exposição em francês é uma exposição documental que retoma elementos de uma exposição que já foi feita no âmbito do Observatório da Canção de Protesto, em Grândola, em 2020. É uma adaptação, tradução e inclui também novos elementos para atingir um público que não seja especialista e conhecedor da música portuguesa, nem lusófono. Também envolve excertos de canções online com traduções em francês. A ideia deste trabalho sobre música e exílio é interrogar os percursos dos músicos, a dimensão biográfica, mas também interrogar as narrativas individuais à luz das ligações deles com as culturas do país de acolhimento, incluindo as de outras comunidades exiladas. Os portugueses em França encontraram cá nos anos 1960, 1970, espanhóis que estavam a fugir do franquismo, depois gregos, chilenos, brasileiros”, conta à RFI Agnès Pellerin, investigadora em estudos culturais e uma das coordenadoras da exposição. Em França, o contexto é radicalmente diferente. Para começar, há liberdade de gravação, de criação e de difusão de canções de protesto que seriam imediatamente censuradas em Portugal e que denunciam abertamente as guerras coloniais, como, por exemplo, “A Bola” de Luís Cília, “Deserção” de Tino Flores, “Ronda do Soldadinho” de José Mário Branco. Criticam, ainda, a repressão, as prisões e a polícia política da ditadura, como “Vampiros” de José Afonso, “Queixa das almas jovens censuradas” e “Perfilados de Medo” de José Mário Branco e “Porque de Francisco Fanhais. Outras canções falam sobre a emigração, os seus sonhos e as suas desilusões, como “Por Terras de França” de José Mário Branco, “Cantar de emigração” de Adriano Correia de Oliveira ou “Que força é essa, amigo” de Sérgio Godinho e recentemente adaptada por Capicua. O vento revolucionário de Maio de 68 também agita os exilados portugueses, muitos dos quais ocupam, por exemplo, a Casa de Portugal e se inspiram para criar canções como “Les Mille et Une Nuits” de Sérgio Godinho. Depois, é a própria “chanson française”, na forma e no conteúdo, que contaminam os músicos portugueses, como Luís Cília, apadrinhado por Georges Brassens e que viria a gravar, mais tarde, um tema de Brassens adaptado por ele, “A Má Reputação”. Incontornável é a história mais conhecida da gravação, em 1971, da música que é o emblema da "Revolução dos Cravos", “Grândola Vila Morena”. Uma das fotografias centrais da exposição evoca justamente essa altura, com Francisco Fanhais, José Afonso e José Mário Branco de braço dado, no Château d'Hérouville, nos arredores de Paris. Ainda que haja um foco na criação musical dos anos 60 e 70, a exposição também aborda o percurso de Fernando Lopes-Graça. É que, em Maio de 1937, fugindo à repressão política do Estado Novo, Fernando Lopes-Graça instalou-se em Paris, onde se manteve até à eclosão da 2ª Guerra Mundial. “Fernando Lopes-Graça é uma figura muito importante na música portuguesa mais erudita e também da militância ao lado do Partido Comunista Português clandestino. Ele foi também uma fonte de inspiração muito importante para os cantores dos anos 60 e 70. Também era muito importante dar a ouvir músicas diferentes e estarmos atentos a vários estilos musicais. Por exemplo, a exposição também trata de fado que era algo polémico dentro da geração de 60 e, sobretudo, 70, mas também fala do folclore”, acrescenta Agnès Pellerin. A exposição propõe uma abordagem inclusiva em termos musicais, mas também quer devolver a esta história a presença de mulheres, nomeadamente as autoras de letras, poetisas como Natália Correia e Sophia de Mello Breyner, mas também há uma alusão à cantora francesa de origem portuguesa Catherine Ribeiro. Na exposição vai haver, também, projecções de filmes, conferências e encontros. Na inauguração, a 13 de Setembro, é apresentado “O Salto”, de Christian de Chalonge, de 1967, o primeiro filme de ficção realizado sobre a imigração portuguesa em França e em que a música foi composta por Luís Cília. A 20 de Setembro, dois cantores da geração de Abril, Francisco Fanhais e Manuel Freire, vão cantar e conversar com os musicólogos Hugo Castro e Ricardo Andrade. Recorde-se que Francisco Fanhais esteve, em 1971, com José Afonso, José Mário Branco e Carlos Correia no Château d'Hérouville, nos arredores de Paris, a gravar “Grândola Vila Morena”. A 5 de Outubro, a Associação Memória Viva promove um debate em torno da música nos filmes que abordam a imigração portuguesa em França nos anos 60 e 70. A 9 de Outubro, o musicólogo Manuel Deniz Silva vai conversar com a historiadora Cristina Clímaco sobre o exílio, em Paris, do músico Fernando Lopes-Graça nos anos 1930. Também se pretende receber visitas de estudo. A exposição acontece no âmbito do projecto EXIMUS – Música e Exílio, do INET-md, uma unidade de investigação em música e dança na Universidade Nova de Lisboa, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Esta é uma parceria com a Maison du Portugal – André de Gouveia e a Associação Memória Viva.
Manel Cruz é o convidado do Posto Emissor desta semana. A experiência enquanto presidente da associação do STOP, o momento vivido pela cultura em Portugal e os novos “temperos” da digressão “Cru”, que em breve passará por Lisboa e Porto, foram temas da conversa com a voz dos Ornatos Violeta e senhor de uma respeitável carreira a solo, na primeira edição do Posto Emissor após a pausa estival. Falámos ainda do 80º aniversário de Sérgio Godinho e do regresso de David Byrne aos discos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Casa de Portugal na Cidade Universitária de Paris, vai acolher, de 13 de Setembro a 31 de Outubro, uma exposição sobre a actividade musical dos exilados portugueses em França durante a ditadura do Estado Novo (1933-1974), em particular da geração que se opôs às guerras coloniais dos anos 60 e 70 em Angola, Moçambique e Guiné-Bissau. Neste programa, conversamos com Agnès Pellerin, uma das coordenadoras da exposição. A exposição “Chansons de l'Exil Portugais à l'Aube de la Révolution des Œillets” vai ser inaugurada a 13 de Setembro e fica patente até 31 de Outubro na Maison du Portugal-André de Gouveia, na Cité Universitaire Internationale de Paris. A mostra junta 13 painéis com cerca de cinquenta ilustrações, nomeadamente capas de discos, panfletos, fotografias, e é acompanhada por um guia que permite ouvir online alguns excertos sonoros com traduções em francês. Através da música, é apresentado o percurso de várias figuras da música de intervenção portuguesa que se exilaram em Paris, como José Mário Branco, Luís Cília, Tino Flores, Sérgio Godinho, Francisco Fanhais, que nas suas canções denunciam a ditadura, a pobreza em Portugal e a guerra colonial. “Esta exposição em francês é uma exposição documental que retoma elementos de uma exposição que já foi feita no âmbito do Observatório da Canção de Protesto, em Grândola, em 2020. É uma adaptação, tradução e inclui também novos elementos para atingir um público que não seja especialista e conhecedor da música portuguesa, nem lusófono. Também envolve excertos de canções online com traduções em francês. A ideia deste trabalho sobre música e exílio é interrogar os percursos dos músicos, a dimensão biográfica, mas também interrogar as narrativas individuais à luz das ligações deles com as culturas do país de acolhimento, incluindo as de outras comunidades exiladas. Os portugueses em França encontraram cá nos anos 1960, 1970, espanhóis que estavam a fugir do franquismo, depois gregos, chilenos, brasileiros”, conta à RFI Agnès Pellerin, investigadora em estudos culturais e uma das coordenadoras da exposição. Em França, o contexto é radicalmente diferente. Para começar, há liberdade de gravação, de criação e de difusão de canções de protesto que seriam imediatamente censuradas em Portugal e que denunciam abertamente as guerras coloniais, como, por exemplo, “A Bola” de Luís Cília, “Deserção” de Tino Flores, “Ronda do Soldadinho” de José Mário Branco. Criticam, ainda, a repressão, as prisões e a polícia política da ditadura, como “Vampiros” de José Afonso, “Queixa das almas jovens censuradas” e “Perfilados de Medo” de José Mário Branco e “Porque de Francisco Fanhais. Outras canções falam sobre a emigração, os seus sonhos e as suas desilusões, como “Por Terras de França” de José Mário Branco, “Cantar de emigração” de Adriano Correia de Oliveira ou “Que força é essa, amigo” de Sérgio Godinho e recentemente adaptada por Capicua. O vento revolucionário de Maio de 68 também agita os exilados portugueses, muitos dos quais ocupam, por exemplo, a Casa de Portugal e se inspiram para criar canções como “Les Mille et Une Nuits” de Sérgio Godinho. Depois, é a própria “chanson française”, na forma e no conteúdo, que contaminam os músicos portugueses, como Luís Cília, apadrinhado por Georges Brassens e que viria a gravar, mais tarde, um tema de Brassens adaptado por ele, “A Má Reputação”. Incontornável é a história mais conhecida da gravação, em 1971, da música que é o emblema da "Revolução dos Cravos", “Grândola Vila Morena”. Uma das fotografias centrais da exposição evoca justamente essa altura, com Francisco Fanhais, José Afonso e José Mário Branco de braço dado, no Château d'Hérouville, nos arredores de Paris. Ainda que haja um foco na criação musical dos anos 60 e 70, a exposição também aborda o percurso de Fernando Lopes-Graça. É que, em Maio de 1937, fugindo à repressão política do Estado Novo, Fernando Lopes-Graça instalou-se em Paris, onde se manteve até à eclosão da 2ª Guerra Mundial. “Fernando Lopes-Graça é uma figura muito importante na música portuguesa mais erudita e também da militância ao lado do Partido Comunista Português clandestino. Ele foi também uma fonte de inspiração muito importante para os cantores dos anos 60 e 70. Também era muito importante dar a ouvir músicas diferentes e estarmos atentos a vários estilos musicais. Por exemplo, a exposição também trata de fado que era algo polémico dentro da geração de 60 e, sobretudo, 70, mas também fala do folclore”, acrescenta Agnès Pellerin. A exposição propõe uma abordagem inclusiva em termos musicais, mas também quer devolver a esta história a presença de mulheres, nomeadamente as autoras de letras, poetisas como Natália Correia e Sophia de Mello Breyner, mas também há uma alusão à cantora francesa de origem portuguesa Catherine Ribeiro. Na exposição vai haver, também, projecções de filmes, conferências e encontros. Na inauguração, a 13 de Setembro, é apresentado “O Salto”, de Christian de Chalonge, de 1967, o primeiro filme de ficção realizado sobre a imigração portuguesa em França e em que a música foi composta por Luís Cília. A 20 de Setembro, dois cantores da geração de Abril, Francisco Fanhais e Manuel Freire, vão cantar e conversar com os musicólogos Hugo Castro e Ricardo Andrade. Recorde-se que Francisco Fanhais esteve, em 1971, com José Afonso, José Mário Branco e Carlos Correia no Château d'Hérouville, nos arredores de Paris, a gravar “Grândola Vila Morena”. A 5 de Outubro, a Associação Memória Viva promove um debate em torno da música nos filmes que abordam a imigração portuguesa em França nos anos 60 e 70. A 9 de Outubro, o musicólogo Manuel Deniz Silva vai conversar com a historiadora Cristina Clímaco sobre o exílio, em Paris, do músico Fernando Lopes-Graça nos anos 1930. Também se pretende receber visitas de estudo. A exposição acontece no âmbito do projecto EXIMUS – Música e Exílio, do INET-md, uma unidade de investigação em música e dança na Universidade Nova de Lisboa, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Esta é uma parceria com a Maison du Portugal – André de Gouveia e a Associação Memória Viva.
Parabéns àquele que marca, há muitas décadas, com as suas palavras e a sua música o panorama cultural nacional.
O medo de tomar decisões é o tema encarado neste Debate 93!!! Não deixe de ouvir e ser encorajado!!!
Leve, mas extremamente didático, com esse Debate 93 você vai rir e também aprender sobre amar o próximo, perdão e andar junto. Não perde!!
É possível se sentir mal dentro de uma igreja? Este Debate 93 vai trazer até você uma importante e incrível reflexão!
Fernando Alvim conversou com Sérgio Godinho sobre a sua vida, carreira e o seu mais recente livro.
Tiago Martins transformou o 2-0 em vitória do Sporting.Godinho não queria que se falasse de arbitragem. Imaginem se quisesse... Matheus Reis não sabe conjugar verbos e adora Pepe.Os sonsinhos afinal adoram ganhar assim.Centralização de direitos de televisão fica para os outros.Circo do CR7 na Luz acabou.
Qual o segredo para se tomar decisões sábias? Descubra neste podcast do Debate 93, curta e compartilhe!
Sérgio Godinho é a Quarta da Manhã, a Joana Marques fala sobre o português do português Sam the Kid e uma dedeira perdida no fogão da Ana dá origem ao maior mistério da manhã.
A vaidade está nas roupas ou nas atitudes? Não perde este Debate 93, você vai aprender muito!!!
Ele é um dos grandes trovadores do nosso país. As suas letras são tão preciosas que deveriam ser ensinadas nas escolas como, noutra geração, as de Sérgio Godinho, José Mário Branco ou Zeca Afonso. Samuel Úria reflete sobre o mundo e sobre si próprio num balanço entre o sagrado e o profano, com o coração na boca e na guitarra, a anca bem colocada na pop e a prosa muito afiada com reflexão, crítica, protesto, mas também fé, amor e esperança. No final de 2024, o cantautor das patilhas lançou o disco 2000 A.D., um álbum que foi beber à sua própria inquietação e que é um espelho dos tempos nebulosos e turbulentos que vivemos. No próximo dia 12 de fevereiro, formará dupla com Manel Cruz em mais uma edição do “Conta-me uma Canção” e em Outubro irá lançar-se à prova de fogo dos Coliseus. Ouçam-no na primeira parte da conversa com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Como ter paz com quem não quer paz?? Não perde mais um incrível Debate 93!!
Jason's journey is a masterclass in resilience, purpose, and transformation. From navigating the challenges of entrepreneurship across industries like credit card processing, real estate, and cannabis, to overcoming personal and legal setbacks, Jason shares how faith and perseverance became his guiding lights. Discover how he turned obstacles into opportunities, rebuilt his life, and created a business that reflects his true passion and purpose. This episode is packed with lessons for entrepreneurs, leaders, and anyone striving to create a meaningful impact.
Vida de aparência é o tema deste Debate 93 que você não pode perder!!!
No quarto show da turnê do Boia por terras lusitanas, tivemos como convidados especialíssimos MP, vulgo Miguel Pedreira, o paralelo português de Bruno Bocayuva no quesito nomes, números e datas do surfe, e Tito Rosemberg, em áudio no Pra Lá de Marrakesh e ao vivo, comentando suas próprias palavras. O impacto econômico da WSL em Portugal, o Festival de Curtas da Lourinhã, a entrega de prêmios das ondas grandes na Nazaré, a nova edição da ressuscitada SURFER, gaita de foles, os segredos da Margem Sul do Tejo e muito mais em maís um episódio antológico do podcast mais delirante dos sete mares. O episódio começa com o velho canalha Serge Gainsbourg cantando Vielle Canalle, segue com Jamie Hinckson e uma versão jazz de Waiting In Vain e a novidade portuguesa A Garota Não, com Dilúvio e encerra com o encontro luso-tupiniquim de Sérgio Godinho e Caetano Veloso com uma versão de Lisboa Que Amanhece de fazer inveja a Burt Bacharach.
Os filhos estão fadados a repetirem o erro dos pais para o resto de suas vidas?? Não deixe de ouvir este Debate 93 e aprender!!!
Todas as vidas têm uma banda sonora. Músicas que nos dizem quem somos, que nos põe os pés na terra ou a cabeça no ar. A cada semana um convidado estende-se na nossa chaise longue. Com Miguel Ribeiro
As pessoas realmente mudam ou apenas fingem melhorar? Não perde este Debate 93!!!
In this thought-provoking episode, Jeff Fenster sits down with Katryn Godinho, founder of Catalyst Wellness, to discuss the power of personalized healthcare in revolutionizing the path to optimal wellness. Katryn shares her journey from relying on traditional medicine for anxiety to becoming a champion of tailored solutions. She emphasizes the importance of understanding one's body before turning to pharmaceuticals and highlights the benefits of hormone replacement therapy for women's health and longevity. The conversation explores the balance between pharmaceutical interventions and lifestyle modifications for long-term health benefits. Katryn also shares her experience in personal growth that she achieved through faith and resilience. Tune in to gain insights on personalized healthcare and the transformative potential it holds for your well-being!
In this episode of "Real Business Owners”, entrepreneur Kat Godinho shares her inspiring journey of resilience and growth. From navigating the complexities of business ownership to overcoming personal challenges, Kat's story is a testament to the power of mindset and determination. Tune in as she discusses the importance of embracing discomfort, prioritizing wellness, and leveraging adversity to propel oneself forward. Want to learn more about Kat? Follow her on Instagram: the_katalyst_kat Video of this podcast is available at YouTube.com/RealBusinessOwners. Connect with us on Instagram and Facebook @RealBusinessOwners. Need bookkeeping or accounting services for your business?Reach out to Easier Accounting at 888-620-0770 or by visiting EasierAccounting.com. Interested in fixing your credit? Visit SixtyDayCreditRepair.com.
No episódio de hoje trazemos Alexandre Santos Godinho, que é CEO da Godmix Tintas. Uma história de empreendedorismo brasileiro, mais um daqueles que começam com nada e vão crescendo na prática. Alexandre começou em vendas e hoje é um industrial, à frente de uma fábrica que produz 60 toneladas de tintas e impermeabilizantes por semana, que cresceu exponencialmente durante a pandemia e lançou em 2022 seu carro chefe, o VedaMaster Borracha Líquida Incolor, um impermeabilizante revolucionário. Uma história de mais um brasileiro simples, o Cão, que continua assumindo riscos e não tem medo dos desafios. Inspirador.