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Tras la ansiada declaración hablamos con David Triguero, alcalde de Pozuelo y presidente de la Asociación para el Desarrollo del Campo de Calatrava.
La discriminación y la estigmatización contra las personas del colectivo LGTBIQ + persisten a nivel mundial. Según datos de 2024, más de 60 países continúan criminalizando las relaciones entre personas del mismo sexo y algunos imponen penas severas, incluida la pena de muerte.La Dra. Francisca Molero analiza las consecuencias psicológicas y los desafíos actuales, que plantea un artículo de una revista científica, publicado el pasado 26 de junio, en la última Asignatura pendiente de la temporada. Escuchar audio
La mesa de Punto Final analiza y debate, Argentina o España, ¿quién es favorito para alzar la Copa del Mundo? Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
5x41 - Nombres Cambiados. Ovnis y Contactados, con José Manuel Salafranca. Recibimos hoy en la Academia a José Manuel Salafranca (Alcañiz, 1970) para hablarnos de su libro “Nombres Cambiados, Ovnis y Contactados”. Miembro fundador del Colectivo para la Investigación de Fenómenos Extraños, C.I.F.E., nos presenta su trabajo y vivencias personales en el fenómeno del contactismo. Dejando para el libro el grueso de su historia, nos narra algunos episodios inexplicables de su vida como contactado e investigador de los no identificados. En su sección “Arqueología de los Medios”, Miguel Herrero nos habla de las danzas creadas por Loie Fuller, pionera americana del siglo XIX, que acompañaba su espectáculo de baile con todo tipo de efectos visuales avanzados para la época. Un verdadero montaje audiovisual que le generó fama mundial. Sobre su vestuario, aparentemente sencillo, se proyectaban imágenes de todo tipo que provocaban la fascinación del público. El afán por mejorar su puesta en escena la llevó a un inesperado final en el que algo tuvieron que ver los científicos Marie Curie y Edison. Bienvenidas y bienvenidos a la Academia. ________________________________________ Podcast Academia de los Nocturnos Dirige: Félix Friaza Presentan: Félix Friaza y Lola Velasco Colaboran: Javier Resines y Miguel Herrero Locución: Lola Velasco Edición y diseño: Juanca Romero Hasmen Edición de sonido: Gregorio Ruescas - Estudio McIntyre ________________________________________ Si te gusta nuestro programa, suscríbete en Ivoox, comenta y dale a Me gusta. Tu apoyo nos ayuda a seguir adelante y a mejorar. Y si lo compartes, nos ayudas a que llegue a más personas. • Suscríbete a nuestro podcast: https://go.ivoox.com/sq/1523888 • WhatsApp: (+34) 644 848 546 • Correo: tertuliasacademicas036@gmail.com • Facebook: https://www.facebook.com/AcademiaDeLosNocturnos ________________________________________ Las declaraciones y opiniones manifestadas por los invitados, colaboradores o miembros de la dirección son responsabilidad individual y no reflejan necesariamente la opinión institucional del programa. ________________________________________ Créditos musicales: - Tema inicio y final: Academia de los Nocturnos – José Manuel Durán Rain y Félix Friaza - Música sección “Caminando entre Monstruos”: “Cripto” – PC - "Frozen Star" Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 - Músicas de la sección “Arqueología de los medios”: BSO “El arte de la luz y la sombra” - Tsvetelina Lyubenova Avramova - “Fantasmagorías” y “Fuga fantasmagórica” - "Ethereal Relaxation" Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ - "Myst on the Moor" Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
NotiMundo Estelar - Juan Pablo Serrano, Elecciones y política, ¿abandono del interés colectivo? by FM Mundo 98.1
Lydia Pang is a creative director and the author of Eat Bitter: A Story About Guts, and Food. It's a memoir that connects to the Chinese cultural concept of 吃苦 (chi ku), “eating bitterness” or being resilient, to her own life, with each chapter rooted in a recipe. Today on the show, we chat about how the book began as a zine in 2020, being inspired by her Hakka-Welsh heritage, and more. And it's the return of Three Things, where Aliza and Matt discuss what's interesting in the food world, including Matt's trip to Chicago with visits to Maxwell Trading, Loaf Lounge, Best Intentions, and Colectivo. Aliza discusses her interaction with dirty soda in Utah, a recipe in the latest issue of Kismet Magazine, and a very good frozen drink at SAA in Brooklyn. Subscribe to This Is TASTE: Apple Podcasts, Spotify, YouTube Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Tras la reciente eliminación de la Selección Mexicana, el país atraviesa un sentimiento de pesadumbre que va más allá de lo deportivo. En entrevista para MVS Noticias con Ana Francisca Vega, la Dra. Angélica Larios, académica de la Facultad de Psicología de la UNAM, explicó que este fenómeno se define como un “duelo colectivo”, alimentado por una expectativa exacerbada y un contexto social de búsqueda de unidad,.See omnystudio.com/listener for privacy information.
La Tertulia - Uruguayos, el himno y la bandera: ¿cuándo volveremos a vivir un patriotismo colectivo? by En Perspectiva
En plena semana del orgullo, abrimos el Juzgado de Guardia con Félix Martín para hablar de un fenómeno muy preocupante: los bulos que se fabrican contra el colectivo LGTBIQ+, en concreto contra las personas trans.
Entrevista - Francis Fernández - Vocera de Colectivo Cantineros Unidos del Uruguay by En Perspectiva
#ResilienciaEnLinea es un espacio donde interpretamos juntos nuestro entorno bajo una perspectiva.En el episodio de hoy: La verdadera aceptación del colectivo LGBTQ+Invitados: María de la Luz Merino y José Guadalupe CortesCon Carlos TéllezSíguenos en Instagram como:https://www.instagram.com/codigolibre.radioEscúchanos: https://www.codigolibreradio.com#SomosLoQueDecimos
O colectivo de rappers guineenses ‘Fartudibos' acaba de lançar em Junho o seu primeiro álbum intitulado ‘Sissoco Na Kai ‘. Como os nomes do colectivo e do próprio disco indicam, trata-se aqui de usar o vector da música para abanar as consciências e dar uma visão da situação política da Guiné-Bissau. Fundado em 2023, o colectivo ‘Fartudibos' que reivindica a ausência de qualquer elo com partidos políticos, junta músicos e rappers dispersos por diferentes partes, nomeadamente a França, a Alemanha, o Brasil e Portugal. A RFI falou com dois dos sete membros do colectivo : Jada Imperatriz que vive e trabalha em Portugal, assim como Slim Drácula que mora em Curitiba no Brasil, país para onde foi há quase nove anos. Ao evocar a génese do grupo, este último recorda que o projecto surgiu "num período em que o regime autoritário sangrento buscava calar a todas e todos para encobrir os seus actos criminosos". "Todos nos sentimos convidados, de certa forma, a uma reflexão", conta o artista referindo-se às circunstâncias em que foi convidado a integrar o colectivo. "Como guineense comprometido com a causa social, tornou-se muito preocupante ver o rumo desastroso que a Guiné-Bissau vem tomando desde a época que estava na Guiné-Bissau. (…) Não podia ficar indiferente vendo tudo aquilo acontecendo. Ainda que estou num espaço e tenho uma ferramenta onde eu posso dar a voz para o meu povo, afirmando o meu descontentamento com tudo o que está a acontecer. Por isso, quando recebi esse convite eu me identifiquei logo e aceitei a proposta e seguimos em frente", diz o rapper que revela ter sempre vivido no universo da arte. A morar em Portugal desde 2017, Jada Imperatriz, única mulher do colectivo, trabalha na área da administração em Lisboa. Apesar da distância, continua atenta à vida do seu país. Ao descrever-se como "cidadã consciente", ela refere ter "sempre sentido a necessidade de abordar as coisas que se passavam no país". "No meu ‘stories' escrevia coisas, às vezes fazia ‘freestyle' e punha nas minhas redes sociais. Depois, fui abordada por um colega a perguntar se eu tinha interesse e uma vez que eles compartilhavam a mesma vontade de estar à frente e ser a voz de alguma forma das pessoas que estão no momento, porque nós, como não estamos aí, é diferente a forma como nos atinge, mas não deixam de ser os nossos. Então eu acho que seria um pouco mau da nossa parte tapar os olhos e fingir simplesmente que não se passa nada. Então senti a necessidade de entrar lá e dar o meu contributo da maneira que eu consigo, que é fazendo a arte", diz a rapper. A consciência no exílio Em quase uma década fora do seu país, Jada Imperatriz não voltou a estar na Guiné-Bissau, por considerar que "ainda não é o momento oportuno". Também para Slim Drácula, ainda não chegou a altura de ir novamente ao encontro das suas raízes, mesmo no caso de ter a possibilidade material para tal. "Não sinto que seja muito diferente das pessoas que estavam fora da Guiné-Bissau e foram para lá. Tenho muitos colegas que estavam fora. Foram para lá. Foram perseguidos, raptados, espancados. (…) Por isso prefiro esperar mais um tempo para ver o que é que acontece, se realmente todas as nossas denúncias ao sistema vão construir um caminho menos perigoso para a gente andar para as próximas lutas que a gente tem", justifica. Por estarem dispersos geograficamente, os membros do grupo, não se conhecem todos fisicamente. Isto não os impede de trocar ideias e trabalhar juntos à distância. "Todas as reuniões são feitas online, num espaço de concertação que criámos no WhatsApp. Ali acontece. Todas as reuniões, todas as decisões são tomadas ali, em conjunto. Quanto à produção, nós decidimos não aceitar apoio de nenhuma pessoa claramente alinhada a algum partido político. E todas as músicas foram gravadas com custos próprios. Temos um produtor que faz mixagem e masterização e também faz instrumental, que no caso é o Marlon C. Temos dois editores de vídeos e temos um responsável pelo design. Hoje, com essa tecnologia que a gente tem, ficou muito mais fácil. Mesmo estando em situações geográficas diferentes, a pessoa pode gravar aqui e enviar para o produtor e depois de receber todas as vozes, ele compila tudo numa única música", explica Slim Drácula que, para além de rapper é também um dos editores dos vídeos do grupo. Um álbum marcadamente crítico Após divulgar gradualmente algumas músicas ao longo destes últimos meses, o colectivo lançou o seu álbum na internet no passado mês de Junho. São 17 faixas em que denunciam a situação política do seu país, a corrupção, a pobreza, a violência política, os raptos, espancamentos e assassínios destes últimos anos. Dado o teor fortemente crítico do disco, Jada Imperatriz considera que o seu impacto é abafado pelo medo que o público sente. "A impressão que tenho é que as pessoas ouvem. As pessoas ouvem, tem uns que comentam, mas lá está, existe aquela coisa do medo, do medo de partilhar, do medo do ouvir em público. Aqui (em Portugal) não. Mas na Guiné-Bissau, por exemplo, tem familiares e amigos que dizem ouvir a vossa música. ‘Interessante, mas eu não posso partilhar ou eu não posso ouvir em público.' Ou ‘Tu não podes voltar para o país por teres cantado isto'. Então existe sempre um bocadinho de receio nas pessoas partilharem o álbum ou partilharem as nossas músicas", descreve a artista. Esta análise é partilhada por Slim Drácula. "Por ser um um trabalho de denúncia para um país onde a liberdade de expressão é negada, nós recebemos feedback mais direto das pessoas que nos conhecem. Alguns vêm dizendo ‘Por favor, afasta-te disso. Tu és um jovem, um jovem talentoso. Tem muitas coisas para fazer, então não vale a pena denunciar esse sistema'. E tem alguns que ouvem, aplaudem dizendo ‘Sim, senhor, vale a pena'. E entre todo esse universo também do feedback que nós recebemos e ainda estamos a receber, em termos de consumo e de partilha do trabalho, entendemos que muitas pessoas ainda têm receio de partilhar ou consumir em público, sobretudo pelo conteúdo que o álbum tem", considera. Enquanto Slim Drácula admite ter recebido pressões indirectas no sentido de não expressar a sua opinião publicamente, Jada Imperatriz refere ter optado por bloquear as mensagens nas redes sociais. Uma esperança adiada Questionada sobre a situação vigente desde a desestabilização militar do final do ano passado, com a instalação de um governo de transição, as detenções de vozes de oposição, a perspectiva de presidenciais em Dezembro, assim como um possível referendo sobre a Constituição da Guiné-Bissau, Jada Imperatriz mostra-se pouco optimista. "Eu acho que estamos a sair do mau para o pior, porque o Sissoco não está lá fisicamente, mas ele está na mesma. Porque o comando militar que assumiu esta farsa do golpe, isto tudo é uma coisa planeada. Então está a piorar. O comando militar está a fazer o que bem entende. As pessoas não conseguem falar e isto de mexerem com a Constituição é um absurdo", lamenta a artista para quem a comunidade internacional pouco fez para ajudar a Guiné-Bissau. "A impressão que tenho é que embora a CEDEAO já tenha lá ido e tenha havido intervenções também de Portugal, eu sinto que estamos sozinhos e este problema é nosso e nós é que temos que resolver", comenta. O activismo através da arte, um salto no escuro Sobre a experiência do activismo através da música, Jada Imperatriz reconhece estar assustada. "Sou mãe de dois meninos pequeninos e tenho sempre os familiares a dizer que ‘não estou a fazer bem. Estou a pôr em risco a minha família, Estou a arriscar-me imenso. Isto nunca vai mudar. Não há nada a ser feito. Isto sempre foi assim'. Mas eu acredito o contrário. Então eu sinto quando faço alguma coisa, embora sinta medo, mas faço na mesma, porque eu não quero sentir que estou a trair a minha nação. Não quero sentir que estou a aplaudir com o meu silêncio o opressor. Porque eu acho que é mais insatisfatório para mim sentir isso do que sentir medo. Então esta experiência está a ser boa. Estou a compartilhar com pessoas que acreditam no mesmo que eu", conclui. Slim Drácula também não vive essa experiência de forma serena. Todavia, para ele, o importante é fazer passar mensagens. "Para mim, está sendo uma experiência muito dolorosa. A Guiné-Bissau faz mais de meio século de independência e em todo esse tempo vivenciamos muitas situações em que o povo pedia o básico. O governo prometia. Não cumpria. Não fazia praticamente nada. Nem as justificativas eram convincentes. E o povo vive mal o tempo todo. Então, ser um activista usando a música, para mim dói muito. De sentar, pegar na folha e caneta, escrever sobre uma coisa básica e, sobretudo, ver que aquela situação poderia ser resolvida, sobretudo se o ministro decidir não comprar carros para ir agradar os deputados na Assembleia, ao escrever sobre esse tipo de situação, dá uma raiva e essa raiva cansa e dá uma tristeza enorme. Essa tristeza cansa. Por isso que eu falo que é uma experiência muito horrível. Agora me alegra também que a minha mensagem chegue ao meu povo. E não sou mais um que ficou preso numa caixinha, comportando e agindo de acordo com o que é que o sistema espera de nós", remata Slim Drácula. Podem ouvir o álbum de Fartudibos aqui : https://www.youtube.com/watch?v=ZQrtmhx9aKU&list=PLcp-0zXmNItxrDtlHmfQztBaqMTILbg4B&index=1
Manejo de la atencion y los grandes movimientos de energia que se dan en eventos deportivos y socialesConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/conexion-pineal--3574623/support.
¿Qué pasa cuando un emprendedor pasa de un solo local a construir una cadena presente en varias ciudades? En este episodio conversamos con Abraham Otero sobre financiamiento, crecimiento acelerado, expansión, errores de gestión, pandemia, cierres de locales y las lecciones que aprendió construyendo una de las marcas gastronómicas más reconocidas de su sector. Una conversación llena de aprendizajes para cualquier emprendedor que sueña con escalar su negocio.02:14 Quién era Abraham hace cinco años03:09 De la banca al emprendimiento07:08 El nacimiento de la idea12:02 Cómo validar un nuevo negocio17:15 El sistema para abrir nuevos locales24:18 Financiamiento para crecer29:55 Cómo consiguió inversionistas35:40 La expansión de la marca40:14 El golpe de la pandemia43:03 Innovación y adaptación46:03 Aperturas, cierres y aprendizajes52:53 Errores al diversificar negocios57:57 Consejos para emprendedores
Raquel Méndez repasa figuras vinculadas a la provincia que han destacado por su aportación a la diversidad desde distintos ámbitos
Raquel Méndez repasa figuras vinculadas a la provincia de Ciudad Real que han destacado por su aportación a la diversidad desde distintos ámbitos.
Colectivo en Jalisco usa álbum del Mundial para visibilizar desaparecidosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
En entrevista con Pamela Cerdeira, para MVS Noticias, Héctor Rodolfo Flores González, cofundador del Colectivo Luz de Esperanza Desaparecidos Jalisco, mencionará todo sobre que el Colectivo de búsqueda en Jalisco pega carteles tipo estampas del álbum del Mundial, pero con rostros de desaparecidos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoxe no tempo de Corpus Christi temos novo programa no cal seguiremos tendo coma referencia en parte a revista Fusquenlla e algunha cousiña máis pero principalmente este episodio do Podcast Annavalaina Edición Galicia está adicado a Unidade 14 do libro de 2º BUP de "ANDAINA 2". Libro preparado para la Editorial Bruño polo Colectivo Frouseira. Tamén aproveitarase para falar dalgunha cousa miuda respecto ó que se di nas presentación de libros e semellantes se é posible. O programa coma sempre esta feito baixo guión, dirección e locución de Miguel A. Mateos Carreira. Bibliografia de citas: 1. Por referencia a esta publicación orixinal en citas. Frouseira, Colectivo (1990). "ANDAINA 2. LINGUA GALEGA. 2º BUP". 2. Apuntes Orixinais en Citas. Miguel a. Mateos Carreira
En esta edición de No Hay Derecho abordaremos, entre otros temas: - Partidos, políticos y colectivos se suman al apoyo a Roberto Sánchez. - Roberto Sánchez cerró su campaña electoral con multitudinario mitin en la Av. De la Peruanidad. - Lourdes Flores y Rafael López Aliaga piden votar por Keiko Fujimori. - Colectivo e hinchas organizados de Universitario rechazan y deslindan del uso político del tras mitin de Keiko Fujimori en explanada del Monumental. - Salvador del Solar anunció que votará por Juntos por el Perú en segunda vuelta electoral. - Exclusiva: Las alianzas partidarias a pocos días de la segunda vuelta electoral.
Dayana Blanco es una líder indígena en Boliva y fundadora del equipo Uru Uru Team, una iniciativa colectiva para restaurar el lago Uru Uru gracias al uso de la totora, una planta acuática nativa. Ganadora de varios premios, ahora forma parte de la promoción RE.GENERATION 2026 de la Fundacián Alberto II de Mónaco. Por Ivonne Sánchez Re.Generation Future Leaders Program es un programa para apoyar a futuros líderes del medio ambiente y así promover acciones en favor del planeta. Un programa de la Fundación Alberto II de Mónaco y que ya va por su cuarta edición. Dayana Blanco, entusiasta activista medioambiental Entre los 10 futuros líderes de esta promoción está Dayana Blanco. Ella es fundadora de Uru Uru Team, una iniciativa colectiva que busca restaurar los humedales del lago UruUru, afectado por la contaminación minera y por el plástico. Su enfoque combina conocimientos ancestrales de su comunidad y ciencia moderna, utilizando totoras, una caña nativa capaz de limpiar las aguas contaminadas. Este método ha logrado reducir hasta un 30 % la contaminación en zonas piloto y ha propiciado el regreso de los flamencos. Además, el proyecto involucra a siete comunidades indígenas, capacitando a mujeres y jóvenes en el ámbito de la restauración ecológica y de la educación ambiental. En entrevista para RFI, le preguntamos a Dayana Blanco cómo se siente de formar parte de este programa de futuros líderes del medio ambiente Re.Generation: Video hecho en el Lago Uru Uru de Bolivia, con motivo del Premio Ecuatorial 2023 (Equator Prize 2023 Winner). Uru Uru Team fue uno de los diez ganadores de este galardón:
Te invitamos a escucharnos todos los lunes y miercoles en punto de las 16 horas, en compañía de Juan Bobadilla, Susana Flores Lopez y Minerva Sanchez Alba presentando su programa, Nuetras Voces dandole voz a todos las leguanje Que existen en México, Espacio del movimiento indígena de la CDMX hoy platicamos sobre: Colectivo raices guerrerenses Te invitamos a escucharnos todos los lunes y miercoles en punto de las 16 horas, en compañía de Juan Bobadilla, Susana Flores Lopez y Minerva Sanchez Alba
5. Vías en Manizales. colectivo ciudadano pinta y tapa huecos, solución o riesgo. Responde la Alcaldía. Denuncie by LA PATRIA
Escucha "La patria es un sustantivo colectivo" un nuevo episodio de ¿Cómo cantan las cosas? de Natasha Zaiat.
Resumen de noticias de LA NACION de la mañana del 1 de junio de 2026
Recibimos a Imanol De los Reyes, estudiante avanzado y docente de Arquitectura, impulsor de Montevideo Más Linda, un movimiento ciudadano voluntario que organiza jornadas de limpieza, pintura y recuperación de espacios públicos.La iniciativa nació de una incomodidad cotidiana frente al deterioro urbano: basura, fachadas dañadas, carteles vandalizados y espacios públicos abandonados. En pocos meses, vecinos de distintas zonas comenzaron a organizarse para recuperar rincones de la ciudad desde el compromiso colectivo y sin banderas partidarias.Conversaremos sobre ciudadanía, estética, responsabilidad compartida, voluntariado y el vínculo entre vecinos y autoridades. También sobre una pregunta de fondo: ¿la ciudad es solamente algo que reclamamos o también algo que cuidamos?
'Mediterranean Guitar', nuevo ciclo del Colectivo de Músicos Valencianos', que arranca este miércoles 20 de mayo
Con más de 10 años en emisión, Canal del Misterio, dirigido y presentado por Nuria Mejías, es un espacio dedicado a explorar los grandes enigmas del universo, la conciencia y la espiritualidad, uniendo misterio, crecimiento personal y nueva conciencia en cada programa. En esta edición comenzamos con Eva Expósito, que nos habla del subconsciente colectivo, explorando cómo la mente humana podría estar conectada a niveles más profundos de conciencia compartida. También interviene Cristina Molina en La Frontera del Conocimiento, explorando los límites entre ciencia, tecnología y conciencia, abriendo nuevas preguntas sobre la realidad que percibimos. Ricard Salom nos guía a través de una meditación para conectar con el agua y armonizar nuestra energía interior. En Recetario de Salud, Javier Akerman comparte claves para el bienestar físico y energético. Esta semana nos habla del IMO y su relación con el equilibrio del organismo. Con Cristina Cuesta hablamos de rescate animal, una labor llena de humanidad, empatía y compromiso con los seres vivos. Nuria Pérez nos lleva Al Otro Lado del Velo, compartiendo historias de señales recibidas desde el más allá y experiencias que invitan a reflexionar sobre la realidad espiritual. Cerramos con Juan Perdomo y El Consejo de la Semana, una guía simbólica para encarar los próximos días a través de cartas, runas y oráculos. Canal del Misterio es un programa de referencia para quienes desean comprender los misterios de la vida, el alma y las realidades que se encuentran más allá de lo visible. #SubconscienteColectivo #Conciencia #Espiritualidad #Misterio #Meditacion #CanalDelMisterio
LAPATRIARADIO LAPATRIA Noticias News Manizales Caldas Colombia JustIn Developing EnDesarrollo BreakingNews Breaking AlInstante World Info Data Clima Radio Flash Sports Depo rtes Listen AlAire OnAir Economics Report Periodismo Music Online Trending
Resumen de noticias de LA NACION de la mañana del 4 de mayo de 2026
En entrevista con Pamela Cerdeira, para MVS Noticias, Jacqueline Palmeros, fundadora del Colectivo Una Luz en el Camino y madre de Yael Montserrat Uribe Palmeros, habló sobre la continuidad de la búsqueda de restos humanos en los límites de Tláhuac y Chalco.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Roberto Lazzeri: qué enfrenta como embajador de México en EU, Colectivo localiza mil 467 restos humanos en TláhuacSee omnystudio.com/listener for privacy information.
La deuda histórica es contra los niños sostiene María Magdalena Cruces Galán, de “Mujeres por la Igualdad” ¿Se ha sistematizado esta tendencia? César Contreras del “Colectivo por las niñas y los Niños de Tabasco” invita a la marcha: Soy papá, no criminal. ¿De dónde surgió la idea? ¿Cuándo será? ¿Cuál es el recorrido? ¿Habrá un discurso tras la caminata? ¿Hay evidencia de denuncias falsas de mujeres contra hombres? Sigue aquí los detalles.
En este programa les tenemos preparados temas muy interesantes ¡No se lo pierdan! 'Soy papá, no criminal': Colectivo denuncia vacíos legales y vulneración a los derechos de la infancia. Infraestructura 'en pedazos' y chivos expiatorios: La verdad tras el derrame masivo de Pemex en el Golfo. 'Desconfíe del Gobierno': El fuerte mensaje de las familias a Volker Türk en su visita a México. Esto y más aquí con LUIS CÁRDENAS.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En entrevista para MVS Noticias con Luis Cárdenas, Víctor Urbina, presidente de “En Defensa del Interés Superior de la Niñez”; Dave Harris, del Colectivo Nacional de Mujeres por la Igualdad; y el académico Alex Flores, detallaron los objetivos del movimiento “Soy papá, no criminal”, una iniciativa surge como una protesta ante los vacíos legales en torno a la violencia vicaria, señalando que la legislación actual ha dejado a miles de padres en la indefensión y ha vulnerado el derecho de los niños a convivir con sus progenitores.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Jaume Peiró presenta su última locura en Mauritania: "Te pueden matar por pertenecer al colectivo LGTBI"
Buscan que Pemex explique derramesArranca reconstrucción de infraestructura tras lluviasConvocan a cascarita por los desaparecidos en CDMXMás información en nuestro Podcast#grc
Desaparecidos de NL llegarán simbólicamente a la LunaEU releva a alto mando militar en plena tensión con IránMás información en nuestro Podcast#grc
Pepe Cuironi y Nacho Taboada, Colectivo Panamera, visitan 'La Ventana de la Música' con Marta del Vado.
¿Son lo mismo? ¿Uno viene antes? ¿O tu transformación personal ya está cambiando el mundo?Este episodio nace de una pregunta que me llega mucho: "¿de qué sirve trabajarme yo si el mundo sigue igual?" Hoy la respondo a fondo.Aquí contrastamos las claves del despertar individual con las claves del despertar colectivo. No como conceptos abstractos, sino como señales concretas que puedes reconocer en tu propia vida y en el mundo que te rodea.La conexión de lo invisibleExploramos lo que no siempre se conecta:Por qué tu crisis de identidad espiritual.Tu necesidad de silencio.Tu intuición como brújula.Son el mismo lenguaje que el fenómeno de tribu espiritual, la aceleración del tiempo percibido y los nuevos liderazgos que están emergiendo en el mundo.Si quieres entender cómo saber si estás viviendo un despertar colectivo —y cuál es tu rol en él— este episodio es para ti.Este contenido es parte de la serie La Nueva Humanidad, donde comparto herramientas para navegar el ciclo 2025–2030 desde una espiritualidad adulta, encarnada y honesta.EN ESTE EPISODIO1. Despertar individual vs colectivo: 2. Las 5 claves del despertar individual 3. Las 5 claves del despertar colectivo 4. Señales de un despertar de conscienciaInscríbete y DESCARGA tu regalo Descubre tu ser intuitivo AQUÍ. ME ENCUENTRAS ENInstagram Web Alkimia Web Marcela Hede YouTube Facebook
Sonia Castañeda, psicóloga con más de 14 años de experiencia en intervenciones clínicas y psicosociales con enfoque de género y trauma, conversa con Luis Raúl Domínguez y Grecia Tovar sobre por qué la salud mental también es un tema colectivo. Juntos reflexionan sobre cómo la desigualdad, la violencia y la sobrecarga de cuidados impactan el bienestar emocional de las mujeres, y por qué sanar también requiere comunidad, escucha y responsabilidad social. Encuentra más recursos para tu bienestar en tqueremos.tec.mx
La crisis política en Nicaragua existe desde hace años y va a peor desde las protestas de 2018, cuando casi 400 personas murieron debido a la represión del régimen copresidencial de Daniel Ortega y Rosario Murillo. Hablamos de la situación en el país con dos exiliados nicaragüenses, Verónica Castañeda y Silvio Prado, que forman parte de la Asociación Nicaragua Libre, con sede en Madrid.Además, en nuestro repaso a la actualidad, seguimos muy pendientes de México tras la muerte del líder del cartel Jalisco Nueva Generación. También nos fijamos en el coste de la vida en América Latina con nuestra colaboradora externa, la periodista mexicana Kirely Macedo.Escuchar audio
Eres un therian?Estas a favor o en contra de la comunidad therian?Deja tu comentarioCualquier cosa o situación contactar a Diego Walker:diegowalkercontacto@gmail.com Redes Sociales Oficiales:► https://linktr.ee/DrakSpartanOficial►Fecha Del Video:[22-02-2026]#therian #therians #theriantropy #exposiciones #drak #drakspartan
¡Hola a todos! Soy Erika De La Vega y bienvenidos a un nuevo episodio de En Defensa Propia. Estoy muy emocionada de estar con ustedes, especialmente porque hoy traigo una conversación que creo que muchos necesitamos escuchar. A lo largo de los últimos tiempos, hemos vivido momentos complejos, llenos de incertidumbre y dolor, pero hoy vamos a hablar de cómo enfrentar ese dolor y transformarlo. En este episodio, tengo el honor de contar con una invitada muy especial: Edith Shiro, psicóloga, experta en trauma y autora de El inesperado regalo del trauma. Edith nos guía en una conversación profunda sobre cómo los venezolanos, tanto dentro como fuera del país, vivimos el trauma colectivo que nos afecta a todos, y sobre todo, cómo podemos sanar y superar esa herida colectiva. La idea es no quedarnos atrapados en el sufrimiento, sino entenderlo como una oportunidad de transformación personal y colectiva.
El secretario general del sindicato de maquinistas Semaf, Diego Martín Fernández, ha reivindicado en Más de uno la profesionalidad del sector y ha denunciado que sus demandas no tengan respuesta.