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No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Intervenções na BR-471 e na ERS-409 exigem atenção dos motoristas em Santa Cruz* Obra de melhoria na rede de água pode afetar abastecimento hoje em bairros de Santa Cruz* Índice de Desenvolvimento da Educação Básica 2025 mostra avanço nas escolas estaduais da região* Em destaque na segurança pública: Polícia Rodoviária Federal apreende 2,5 toneladas de maconha em caminhão na BR-386, em Lajeado
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O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde analiso os recentes acontecimento da economia no Brasil e no Mundo e respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.No vídeo de hoje, discutimos o esgotamento do atual modelo econômico do Brasil. Com o varejo em queda, famílias endividadas e juros estressados, analisamos as recentes falas da equipe econômica que tentam minimizar o grave déficit primário e o prejuízo das estatais. Além do cenário interno, abordamos o panorama global: a forte intervenção do Tesouro americano no iene japonês, a disparada do ouro e os dados fracos de emprego do payroll nos EUA. Para fechar, avaliamos os gastos bilionários das Big Techs com inteligência artificial e respondemos dúvidas sobre eleições, carteiras de Bitcoin e até sobre a calvície no mercado financeiro.00:00 - O fim do modelo econômico do Brasil01:26 - A queda no varejo e nas Lojas Renner03:59 - A decisão do Copom e a taxa Selic06:01 - A narrativa fiscal do Ministério da Fazenda12:21 - O rombo bilionário nas empresas estatais federais14:37 - Dólar comportado e o risco cambial brasileiro16:52 - Intervenção americana e a disparada do ouro19:34 - Dados fracos do payroll e desemprego americano22:08 - O alto custo e as margens da IA26:03 - Venda de ações da SpaceX por insiders27:36 - Quais são as atualizações relacionadas à computação quântica?28:47 - Como o Japão ultra endividado consegue diminuir impostos de consumo?29:56 - A queda da Selic pode aliviar as contas públicas e o déficit no país?30:22 - Existe risco de disparada do dólar se o Copom baixar os juros?31:24 - Vale a pena trocar Bitcoins por ETFs por segurança e para zerar ganho de capital?32:45 - Flávio ou Renan contra o atual governo nas eleições?33:11 - Como se proteger do crescimento da calvície no mercado financeiro?
No vídeo de hoje, analisamos a recente e histórica intervenção cambial do Tesouro americano para comprar ienes japoneses, algo que não acontecia desde 1998. Entenda por que os EUA gastaram bilhões para defender a moeda do Japão e como isso se conecta ao endividamento público e aos juros dos títulos americanos (Treasuries). Discutimos também o fim do "carry trade" clássico e como essa nova era de ativismo cambial afeta o sistema financeiro global e a taxa de câmbio de moedas emergentes, incluindo o real brasileiro. O sistema monetário global está mudando e o preço será mais inflação.00:00 - A intervenção histórica do Tesouro dos EUA01:40 - Por que os EUA estão comprando Ienes?03:12 - O uso de liquidez do FED pelo Japão05:24 - O fracasso no leilão de dívida japonesa06:17 - Paralelos históricos: O Acordo de Plaza09:34 - Intervenções cambiais no Japão nas últimas décadas10:16 - A relação entre o Tesouro americano e o FED11:44 - O plano para enfraquecer o dólar globalmente13:41 - O fim do carry trade clássico do Iene15:14 - A crise fiscal no Japão16:04 - Ativismo cambial: Como o Brasil se beneficia17:23 - O futuro dos Treasuries como ativos de reserva19:10 - Conheça a Liberta Wealth19:59 - A ironia do destino: de Soros a Scott Bessent21:19 - Conclusão: o colapso do sistema monetário
Trump cancelou ataques contra o Irã e afirmou que negociações sobre um acordo começariam hoje.
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Don’t miss this massive SMB partner shift! Subscribe to our Newsletter: https://theultimatepartner.com/ebook-subscribe/ Check Out UPX: https://theultimatepartner.com/experience/ In this pivotal episode, we sit down with Jose Gomez Cueto, Microsoft’s SMB leader for the Americas, to uncover the monumental shifts happening within the partner ecosystem and the $20 billion cloud opportunity currently on the table. The discussion dives deep into Microsoft’s commitment to the CSP channel, the explosion of AI agents, and why shifting from traditional headcount growth to outcome-based results is critical for survival. From navigating the complexities of the marketplace to the urgency of becoming “Customer Zero” with AI tools, this conversation provides the roadmap every MSP needs to thrive in the new era of technology. https://youtu.be/QE-1w7GeyPM Key Takeaways Microsoft operates a $20 billion cloud revenue business in the Americas alone, with 80% driven by the channel. The Cloud Solution Provider (CSP) program is now Microsoft’s primary hero motion for the fourth region. The currency of SMB growth is shifting away from headcount and moving directly toward AI-driven outcomes. MSPs must transition from traditional IT outsourcing to strategic business process consulting to survive. Failing to proactively adopt and secure AI tools creates massive liability and shadow AI risks for organizations. IT providers are urged to become “Customer Zero” by deploying and testing Copilot and autonomous agents internally before selling them. If you're ready to lead through change, elevate your business, and achieve extraordinary outcomes through the power of partnership—this is your community. At Ultimate Partner® we want leaders like you to join us in the Ultimate Partner Experience – where transformation begins. Key Tags CSP, Agent 365, SMB cloud revenue, outcome-based selling, Copilot for business, Defender for business, shadow AI risks, AI agent deployment, Purview data security, Marketplace API integration, autonomous agents, Customer Zero, Microsoft Americas segment Transcript Jose Gomez Cueto AUDIO PODCAST [00:00:00] Jose Gomez Cueto: And, and you know, if I might say something that is confidential, avid Vince, uh, to be quite honest, please, please, uh, by definition, a marketplace is eliminating intermediaries. [00:00:11] Vince Menzione: You can feel it happening. [00:00:13] Vince Menzione: The ecosystem is shifting beneath us. The way Hyperscalers are partnering, how AI is remaking the channel and what it means to win in 2026. [00:00:23] Vince Menzione: Welcome to the Ultimate Partner Podcast. I’m Vince Menzi, own your host. And each week I sit down with leaders at the intersection of technology, partnerships and outcomes. The voices shaping how ecosystems actually work. We talk about what’s real, what’s changing, and what it takes to lead in this era where the partner channel isn’t just part of the strategy. [00:00:45] Vince Menzione: It is the strategy because being in the room changes everything. Let’s start. [00:00:55] Vince Menzione: I am absolutely thrilled for our, our next guest. Um, some of you heard me talk about this maybe earlier or in various pockets of conversation. Um, I believe both the SMB market is an, is an incredible opportunity. We’ve called it the Acre of Diamonds at Ultimate Partner at previous events. And then the MSP community, which I want to thank so many of you to for coming, coming on board now. [00:01:25] Vince Menzione: ’cause we’ve had some MSPs that have come to all our events. And doubled, tripled, quadruple the sizes of their business. From what they’ve learned in these rooms. And so we invited our next guest to come. Oh, Jose, come on up. Jose Gomez Cuerto is the leader of Microsoft’s SMB business for the Americas. Come on. [00:01:43] Vince Menzione: Come on over. Come on over. Sit down with me. And I was so thrilled to get this gentleman to come join us. His team is doing incredible work. I got to meet some of his team actually earlier this year. And we know each other for many years ago. [00:01:56] Jose Gomez Cueto: We do. [00:01:56] Vince Menzione: When I was at Microsoft, right? Yeah. So, so great to see you again. [00:01:59] Jose Gomez Cueto: It’s a pleasure to be here. Uh, thanks for the invitation. I’m thrilled to be here. And thank you all for making time, uh, or traveling here. Uh, this is the best time. To be in the industry. [00:02:10] Vince Menzione: It’s an incredible time. [00:02:11] Jose Gomez Cueto: Yeah, [00:02:11] Vince Menzione: it’s an incredible time. So sit down. Yeah, sit down. Let’s, yeah. So let’s talk about you and your organization. [00:02:17] Vince Menzione: Um, let’s talk, well, I, I, I wanna bring this up because it was like, the noise I heard in the room when I was, I went to Interven earlier this year. Yeah. Is, does Microsoft Care about this market? And, um, I was at Microsoft many years, we worked together when I was a, a gm. And, uh, it was run differently back in the day. [00:02:37] Vince Menzione: Yeah. And there’s been a lot of changes to what we call the SME and C business now. Mm-hmm. Uh, and the SMB business, which you run. So let’s talk a little bit about your organization, where you sit in the organization, and then I want to kind of dive in a little bit about what’s changed. ’cause a lot has changed for the better. [00:02:54] Jose Gomez Cueto: Yeah, it’s a great question and I think that that’s what a lot of people think about, uh, SMB and, and who’s SMB and, and who’s at Microsoft and who do I talk to. So, [00:03:02] Vince Menzione: yes. [00:03:02] Jose Gomez Cueto: Uh, even though I know a lot of, uh, friendly faces in the room, I think it’s a great, uh, starting point. Vince, so. Basically, uh, I am responsible for what we call the small and medium business, uh, segment. [00:03:15] Jose Gomez Cueto: Uh, we can also call it small and medium enterprises. Uh, I would say that it is not a monolith. Uh, we do have, uh, subsegmentation, I think that our friend Jay was talking about up to 20 subsegmentation. Uh, we think about it for simplifi simplification purposes on three. Uh, so we have, uh, the smaller organizations, the medium-sized organizations. [00:03:36] Jose Gomez Cueto: And then what we call top point manage, which is basically large enterprise that we simply don’t have an account management team, uh, assigned to. And we are the happy recipients of many of those, uh, every year. Uh, so I would say that, uh, a best definition would be also anything that is unmanaged and is primarily driven through the channel. [00:03:54] Jose Gomez Cueto: Uh, we run in the Americas approximately more than $20 billion of revenue, uh, on cloud. Uh, that’s [00:04:01] Vince Menzione: crazy. [00:04:01] Jose Gomez Cueto: So, and 80% of that is done. Through companies that are here, [00:04:05] Vince Menzione: $20 billion of business. [00:04:07] Jose Gomez Cueto: Yeah. So, um, the, the Americas region that I’m, uh, representing and under my responsibility includes basically three sales units, the United States, Canada, and Latin America. [00:04:18] Jose Gomez Cueto: Yes. Latin America is more fragmented because we have multi-country and multi, uh, subsidiary, uh, structure. Just to recap a little bit of what you asked me rewinding on what has happened in the last two or three years. Yeah. We brought basically, uh, probably something that you might remember from you were there. [00:04:36] Jose Gomez Cueto: I, yes. Uh, which is bringing the segment, uh, with the channel together. So, uh, I think that, um, uh. Earlier in the morning, uh, Steven was, uh, talking about it, what we call S-M-U-N-C, which is, uh, this segment with the channel. And the main reason is to drive, uh, that synergy, uh, and making, uh, a very bold statement that many of you might remember in the last two years, uh, Judson and Ralph, uh, heter or, or new, uh, president for this, uh, fourth region. [00:05:05] Jose Gomez Cueto: Uh, ’cause we call it fourth region. Yeah. ’cause the other one is our enterprises. [00:05:08] Vince Menzione: Yeah. So Asia, Americas Exactly. And, and EMEA. Then you’re the fourth region. [00:05:13] Jose Gomez Cueto: We’re the fourth region. So, so, um, making CSP, uh, our hero motion, and that is fantastic news. I, I started, uh, part of my journey, uh, in, in the channel, uh, way earlier in distribution in the year 2000. [00:05:30] Vince Menzione: Yep. [00:05:30] Jose Gomez Cueto: Uh, and fast forward, I would say 2011, we were launching the first commercial SaaS offering, which was Office 365. Um, I had the privilege to be, uh, leading the launch globally for that. Uh, but then we, the first thing we did was build a channel, and that was called syndication. And basically the precursor of that, uh, became CSP, basically putting, uh, the partner or customer in the middle, the partner around it for the, not only the, the opportunity, but also the responsibility to serve the customer. [00:06:04] Jose Gomez Cueto: 360 from, uh, presales all the way to, uh, uh. Upsell cross sell, and in between deployment, uh, things, uh, around, um, servicing, bundling offers, uh, troubleshooting and support, et cetera. So, uh, back to your question was, this is a very important thing because we’re basically, uh, making our channel the scale and, and the vision that we have is, is that we are gonna be continuing to scale through the channel. [00:06:33] Jose Gomez Cueto: So, um, one last thing I say, uh, in terms of the organization that I think is important for everyone to understand, and I’m gonna go a little bit into more org structure, is that we, we have these three sales units that are geographic. But, uh, what we’ve done this year is to have, uh, more depth on the solution area. [00:06:50] Jose Gomez Cueto: So you might remember that, uh, we’ve simplified them, uh, same as we used to have 8, 13, 13 areas. Now we have only three Oh yeah, same, same, uh, in the solution area. So we have, uh, the AI business solutions. Uh, cloud and AI platforms. And then, uh, security and my team basically mirrors that structure. And we have, uh, team members, uh, primarily, um, our partner, solutions specialists that are, their job is to work with companies like you. [00:07:17] Jose Gomez Cueto: Uh, some few we do, uh, direct in others. What we do is work with, uh, our top distributors, and I think we have, uh, in the room many of those. I think Google is gonna follow up, uh, for PAX eight, and that’s, uh, how we’re going to market now. [00:07:31] Vince Menzione: So just a little bit of context too for me. ’cause I, I, I had heard this at another event. [00:07:36] Vince Menzione: Yeah. And I just wanted to share this. Um, when I was at Microsoft, we, we did not put the right emphasis and energy and resources in the s and b market when I was there, or, or it was fragmented. Every group did it differently. You remember those days too, right? Well, with public sector, we didn’t necessarily have a team focused, and every business did it a little bit differently. [00:08:00] Vince Menzione: Mm-hmm. And I think one of the contexts you, you mentioned Ralph and being in Ralph’s organization. Yeah. Pulling that all together and creating the fourth region created a lot of focus that didn’t exist. And consistency in terms of execution. I think that’s what you’re talking about here. Right? And then also the fact that like, we didn’t, I don’t think we had a sep, an SMB leader back in, back in the day. [00:08:22] Vince Menzione: Like we didn’t have somebody that we can go to to think about the MSP community the way we do today. Mm-hmm. Right. We were just, they were just almost like unmanaged entities out there. Yeah. Was that, would you, would you agree with that? [00:08:32] Jose Gomez Cueto: Yeah, I, we went through several iterations that, uh, you might argue, uh, were painful or not. [00:08:38] Jose Gomez Cueto: Uh, ultimately what we’re committed is to simplify the partner experience. And make that the same for the customers. But what we have is now one center of gravity, uh, a global SMB organization. We have three area leaders. And uh, and that helps us, uh, to be quite honest and in confidence. And you and I talked about it, Jose, this is a forum for, uh. [00:08:58] Jose Gomez Cueto: Speaking the truth. Uh, we, we, we have to fight the gravitational force of the managed space. The company has a big enterprise footprint, so, uh, many of us have become, uh, the chief agitators, uh, to fight the good fight, uh, for SMB. Uh, try to under unpack, uh, in every single conversation with senior Execut. [00:09:17] Jose Gomez Cueto: What is an MSP? And no, it’s not data consulting or one of the large, uh, global design. Uh, and then we explain what they do and then what is a two tier channel, how do distributors work? And, uh, and what about this and what about that? So I think that that has been, uh, a great, uh, progress and a lot of that can be reflected, uh, into how we’re, hopefully everyone in the room is seeing it in how we’re going to market. [00:09:40] Jose Gomez Cueto: I’ll give you two examples. [00:09:41] Guest: Yes. [00:09:42] Jose Gomez Cueto: Um, for, for quite some time. We, we have very limited, uh. Product truth. That’s what the lingo that we use internally, uh, related to offer that were targeted to SMB. And I would say that, uh, business premium, uh, for M 365, uh, was the fact to offer. But now we’ve been able to in, uh, increase, uh, the not so not only commitment, uh, but also the investment that we’re doing as a company into launching offers. [00:10:08] Jose Gomez Cueto: So we have a co compiler for business that is. At a lower price point that has, uh, the same capabilities at the enterprise, uh, that we’re, uh, doing that we also have some security, uh, offers, uh, that are now unattached to business premium, which is our hero motion for sub 300 space. So you start to see, uh, an important trend and it’s great to have jobson at a CEO, uh, of the commercial business capacity because, uh, we’re making things happen. [00:10:34] Jose Gomez Cueto: So what I would say is that I love coming here to these forums. A lot of my team members are here. We’re here to learn. We’re the learner. All we, we, we don’t know much. We need to learn more. Uh, and, and just keeping us honest in terms of bringing that, uh, ethos of, of the customer that most of you are serving and, and, and things that we can improve to get better to deliver value. [00:10:58] Vince Menzione: Yeah. And the speed at which you’re moving has been pretty fast. It’s been very nimble. Like I, I, I’ve been watching this progression. It’s really like you, you’re really leaning in. I was actually hoping because I could ask you a bunch of questions. Yeah. But we have such a great audience and for the first time we really have opened it up to a lot of MSPs in the room. [00:11:18] Vince Menzione: Yeah. And I know you, you wanna get some interaction with some of these folks as well. I thought maybe we would open if you’re okay with this. Yeah, absolutely. I’d rather than I go off script a little bit. I’d rather open it up to some of the MSPs in the room. We’re sitting here eager to learn how and, and what Microsoft is going to do to help. [00:11:35] Vince Menzione: Because I think the opportunity, I personally think the opportunity is huge right [00:11:38] Jose Gomez Cueto: now. Yeah. Let’s do that and well, we get, uh, warmed up. I would say that. [00:11:43] Vince Menzione: So we need some mics. Yeah. [00:11:43] Jose Gomez Cueto: Uh, something that I’m, that I’m seeing, uh, Vince, and, and, and a question that many of you might have is why now? And, and why this an, an exciting, an exciting time. [00:11:54] Vince Menzione: Yes. [00:11:54] Jose Gomez Cueto: Um, and I would say that, uh. Right now we’re seeing, obviously Jay talked about it and, and the big transformation, but it’s a once in a generation or one in a lifetime. Yeah. Uh, shift of the entire platform. Uh, and, and a lot of the scenarios are even maybe scary, but what we see is huge opportunity. And from an SMB perspective, uh, the biggest thing that excites me is moving from, um, something that was. [00:12:23] Jose Gomez Cueto: More related to size, and now we’re moving to outcomes. So, so think about the future of SMBs, uh, with agents and things being measured on outcomes. And, and what this leads to is, uh, Jay talked about it as well, and sorry Jay, it’s such a good job that I keep quoting you. Um, we do that a lot. Uh. You got it. [00:12:49] Jose Gomez Cueto: So you talked about, uh, I noticed that Bill Gates when he said, you know, uh, uh, a pc, uh, in every desk and what we see is every human empowered with agents. Yeah. Especially in work. And what does that mean, that the currency changes being, because what you’re gonna be able to, to envision. Not in the, in the, in the near future, but now is an agentic explosion where then, uh, the currency is outcomes? [00:13:14] Jose Gomez Cueto: Yes. So if you think of an SMB growing, it’s not growing on, on, on full-time employees or headcount. It’s growing on the ability to do more through agents. So, so I think that’s an important thing and, and that’s something that we’re working very closely with our all, all our channel and the offerings that we’re launching to market as well. [00:13:32] Vince Menzione: I also think about the MSPs as being perfectly positioned because what you described, the new, the new model, the future customer and the outcomes is gonna require hands on the steering wheel at all times. [00:13:44] Jose Gomez Cueto: Yes. Yeah. So on that one, and still waiting for some, uh. Someone that is not shy to ask questions, but we’ll, we’ll keep going in the meantime. [00:13:52] Jose Gomez Cueto: Uh, I, I think that, uh, we are learning, all the [00:13:55] Vince Menzione: MSPs are lined up over here. I’m marching them all. [00:13:57] Jose Gomez Cueto: We, and, and I almost know by name all everyone in the first two rows. Yes. Uh, so, so, uh, I might pick on them. Uh, they’re too shy, but, but we’re learning together. Uh, Vince, uh, the important thing is, is the transformation, uh, and the opportunity, but also the risk of, uh, not acting. [00:14:17] Jose Gomez Cueto: Uh, what we were seeing, uh, for the first, uh, year or two was kicking tires, people testing, uh, ai. And now what we’ve seen is basically, uh, a full adoption. Uh, of the agentic technology, not even adoption of the tools, but embracing the technology. So I, I want to give you, uh, two specific, uh, examples or data points we have, uh, just in the Americas, more than almost 9 million, uh, people using copilot chat. [00:14:49] Vince Menzione: Wow, that’s amazing. [00:14:50] Jose Gomez Cueto: So imagine, uh, the, the potential that is there for people that are actively using the tool. Yeah. Uh, to en enable new scenarios of doing things. Uh, another example, and I think I have, uh, someone in my team here, is Amber in the room. Amber Kinney? No, she left. Okay. So Amber runs, uh, cloud and ai, uh, uh, or Azure platform. [00:15:12] Jose Gomez Cueto: Uh, her team has deployed, uh, more than, uh, 11 agents internally for our partner solution specialist, uh, from. Simple agents that will, uh, tell is if a specific deal is eligible for a pre-sales or post-sales program. And comparing all the complexity of our programs, oh my [00:15:29] Vince Menzione: goodness. [00:15:30] Jose Gomez Cueto: All the way to, to, to managing a pipe more effectively of opportunities. [00:15:34] Jose Gomez Cueto: So what we’re seeing is real. This is not something that people are just kicking the tires. It’s like this is the opportunity. So back to, to the point of m ms. P uh, is, is about learning together on how to transition. To, uh, a model that is gonna be based on outcomes. And, and we were discussing, uh, I was with some of our distributors, uh, many of them in the last two months in, in a specific partner advisory, uh, councils and, and some people were just sharing their experiences. [00:16:04] Jose Gomez Cueto: Oh, I decided to charge X amount for an agent. And how do you come up with that number? I don’t know. We’re just testing. Okay. And what about their current revenue? Uh, and, but what about the tokens? What if, uh, the agents start to consume and they’re gonna do the metering? So, so I think that we’re learning together in this space. [00:16:22] Jose Gomez Cueto: Um, but what it is important is just to think about the important, the, the, the critical role that the MSPs are gonna have in leading. And the biggest challenge that we’re seeing and, and we see it over and over and over is, uh, the part about scaling. [00:16:38] Vince Menzione: Yes. [00:16:39] Jose Gomez Cueto: The skilling is not, uh, about learning how to use the copilot tool or to do, uh, some, uh, you know, tuning and that, because thankfully our, at least our, our technology as a platform, uh, pretty much carries the same, uh, security, uh, and compliance configurations that you have in your Microsoft 365 tenant. [00:17:00] Jose Gomez Cueto: But it is more the, the, the skilling about understanding how to do. Customer outcome conversation. What is your AI strategy? What [00:17:08] Vince Menzione: that’s scaling? Yes. [00:17:09] Jose Gomez Cueto: What really matters? Not [00:17:10] Vince Menzione: the technical skill. It’s, it’s really the approach that they’re taking. [00:17:14] Jose Gomez Cueto: Yeah. [00:17:14] Vince Menzione: With the organization. I, it seems that MSPs for many years were down in the weeds. [00:17:20] Jose Gomez Cueto: Yeah. [00:17:20] Vince Menzione: They were turning the, the wrench, so to speak, in the organization, and yet now it seems like this. Kevin Piker, your old boss used to use this term. The, the CIO. The CEO is the new CIO. In other words, you need to be selling upstream. You need, you need to be having the conversations in the organization that are strategic [00:17:40] Jose Gomez Cueto: Yeah. [00:17:40] Vince Menzione: To that organization. [00:17:41] Jose Gomez Cueto: So, two, two twofold on, on that, uh, point, which is very important. One is, uh, not our, a lot of our MSPs are equipped right now. [00:17:49] Vince Menzione: Yeah. [00:17:49] Jose Gomez Cueto: To have a, a conversation about business strategy. Because traditionally has been more outsource it. [00:17:56] Vince Menzione: Yes. [00:17:56] Jose Gomez Cueto: Uh, we started with, you know, managing the networks, then adding services, support tickets, et cetera. [00:18:03] Jose Gomez Cueto: So being able to have that conversation is important. Uh, we, we see through a lot of our tooling that, uh, the shadow AI is everywhere. And what I always tell in any MSP conversation that I have is risk security. You’re on the hook if something happens. That’s right. So if you’re not acting. Uh, then it is a liability. [00:18:22] Vince Menzione: You’re letting things take off in your own organization. Yeah. People are using [00:18:25] Jose Gomez Cueto: philanthropic on their own. The company can go, uh, bankrupt or get sued or get, uh, if they’re in a regulated industry, they can be taken out, et cetera. So, so that’s an important point, uh, related to, to that transformation. Uh, and, and the other part of the skilling that you mentioned that is super important is being in the weeds. [00:18:45] Jose Gomez Cueto: That is where the innovation is happening. Yeah. The later research that we have is being in the front line because it’s all about, uh, reinventing those processes. So I think that it’s a, it’s a good combination that if we have the MSPs, um, and we’re working, uh, not only internally but with our distributors to develop the right skilling around those other type of, uh, consulting skills. [00:19:07] Jose Gomez Cueto: Uh, data skills, uh, business process, uh, redesign and flows. Uh, that is where, where we see the big opportunity. [00:19:14] Vince Menzione: So it’s balancing out the technical skills with the business process skills, the consulting skills. Yeah, exactly. I think we have a question over here. Yeah. [00:19:22] Guest: Good afternoon, Vince. Good. Sorry. Thanks for the great content. [00:19:26] Guest: The question is around small medium businesses and the cost around cybersecurity. So. Basically, as new tools are coming up that are AI based, such as co-pilot for security, defender for AI, are also consumption based, is there a risk that SMEs will be left out under that cybersecurity poverty line? [00:19:52] Jose Gomez Cueto: I don’t think, uh, it is, uh, a risk to being left out, uh, in the country that the, the SMBs, I would say are more help is needed. And, and the way we think about it from a perspective of, of ai and specifically I’m want to talk about agents, uh, it was mentioned by Steven in, uh, in the morning, and I’m gonna talk a little bit high level and then I’m gonna try to bring it down to, to more tangible is this concept of intelligent and trust. [00:20:19] Jose Gomez Cueto: So on the intelligence, what, what we’re, what we’re trying to say here is that your AI is not just generic stuff that you just prompt and you get like anything that is on the web, but there’s contextual. Data, and, and that’s what we do, uh, with what you might be familiar with, which is the iq. Uh, so we have, um, iq, uh, also in Foundry and on our different data products. [00:20:40] Jose Gomez Cueto: So basically bringing the context of your work, of your contacts, of the people you interact, uh, of the meetings of, of the emails, of the SharePoint files, but also important connectors that are in line of business applications that you can bring to copilot. And then. That intelligence, uh, is relevant and that that basically increases innovation. [00:21:01] Jose Gomez Cueto: And the part about trust, uh, uh, not exactly in cybersecurity, but, but related is basically, uh, agent 365. Uh, can I see, show of hands, who’s aware of Agent 365? Maybe like [00:21:14] Vince Menzione: in the front two rows, [00:21:15] Jose Gomez Cueto: 20%? Yeah. So, um, that is basically, uh, an, an amazing opportunity for our MSP channel because it gives you opportunity to. [00:21:25] Jose Gomez Cueto: Basically observe, uh, govern and apply security to the, the agent activity that is happening. So we think in the context of ai, I think that that’s a, a, a super important, uh, aspect to mitigate any risk of, of what can happen if there’s not, uh, the right, uh, posture. Uh, and then, uh, on, on, on the other part of security, I would say that something, I mentioned something about offers. [00:21:51] Jose Gomez Cueto: We brought the capabilities of the enterprise, uh, SKUs and solutions into these add-ons to N 365. So I would say that with, uh, defender for business, uh, plan two, and sorry to go into the SKU language, uh, it, it is important to, to understand that you have those advanced capabilities. And then another one that we’re pushing, uh, hard and, and is had great receptionist, um, uh, purview, uh, and purview. [00:22:15] Jose Gomez Cueto: What allows you is just to really do everything related to data. Data security policies of what data should be prompted by the model, what information to stay or, or, or not stay. Uh, and I think that’s, that’s also a good opportunity that we’re seeing to bring those, uh, advanced capabilities into the SMBs. [00:22:33] Jose Gomez Cueto: The challenge that we have is how do we get them faster, uh, to everyone, especially when there’s, uh, you know, competing, uh, so solutions around it. [00:22:44] Vince Menzione: We have one more question, and I think we’re probably gonna have to break after that. I know we’re over time already and you’ve got a busy rest of your day. I got, well, we got one back there and we’ve got a mic up here, so, so we have two questions. [00:22:57] Vince Menzione: Yeah. We’ll do Tim first and then we’ll get the [00:22:59] Vince Menzione: mic up. I’ll go for the first 30 minutes and we’ll go from there. Yes. Long time listener. Great to see you again. Jose. Um, business premium, we did E seven. We talked about getting a voice from the MSP space. To build out a business premium, like additional offering. [00:23:13] Vince Menzione: Is there any context to that you have any vision in your crystal ball for October? [00:23:17] Jose Gomez Cueto: Uh, I cannot say or, or deny. Uh, but yeah, I think that what, what you I love it in, in all seriousness team. Uh, thanks for the question. Uh, I think that what you should expect is, uh, I call it product truth, uh, more, uh, SMB built purpose built for solutions. [00:23:35] Jose Gomez Cueto: So an equivalent of, of any seven as well. Yeah. [00:23:40] Vince Menzione: You still have, we have another question in the back? Yeah. Yeah. Okay. [00:23:43] Guest: Yeah. Uh, Jeremy here with Integral, um, there’s this kind of idea going around that while CSP has been very successful for many of us as MSPs and, and since the beginning, it’s been a great program that was focused on s and b and it’s come up now. [00:23:57] Guest: There’s this kind of shift saying, and CSPs and you think about being marketplace companies where CSP is, the plumbing and marketplace is, is the lead. If that is true, or maybe you comment on that, that idea. How does marketplace strategy playing into kind of, I guess I’m plugging serials piece now from behind, but how does marketplace strategy then play into the s and b market if CSPs are focused on that marketplace mechanism? [00:24:21] Guest: Where CSPs now are and the, and the modern work and all the things that we’ve been doing really well for a long time become, maybe plumbing is too far down the stack, but really marketplace being a focus, is that a strategy piece that we should be thinking about for CS p strategy overall? [00:24:36] Jose Gomez Cueto: Yeah, it’s a great question and I’ll try to keep it brief. [00:24:39] Jose Gomez Cueto: Uh, I think you need my v The vision that we have is we’re doing both. Uh, we’re empowering, uh, and customers to find what they need. Uh, in the marketplace. Uh, zero talked about also the opportunity for resellers to get enrolled and start to add services and other things. There’s also, another part of the is, is multifacet, uh, to work with ISVs to make it easier and recruit them to bring the right offers. [00:25:03] Jose Gomez Cueto: For SMBI would say that the feedback that we need is to make sure that the right SA ISVs are the ones that serving SMV are represented. Then from another front, I would accept that yes, we have some, uh, plumbing work to do because right now, uh, some part of the billing is not really that nimble for a two tier model if you’re working through a distributor. [00:25:23] Jose Gomez Cueto: So we made some great progress. Uh, we, we, uh, have, uh, announced something and Ignite, if you missed it, I think we might talk about it, uh, soon. Uh, but we have that, that connection via APIs with, uh, the four largest, uh, global distributors. So we’re making progress towards something that will be seamless. Uh, but I think that the biggest opportunity that we have is, is to crack the code, uh, for marketplace. [00:25:46] Jose Gomez Cueto: And, and, you know, if I might say something that is confidential, avid Vince, uh, to be quite honest, please, uh, by definition a marketplace is eliminating intermediaries. So that’s the dilemma. How do you bring the channel in between to help you expand, [00:26:02] Vince Menzione: right? [00:26:03] Jose Gomez Cueto: That that is really the, the, the, the, the holy grail, if I may use those words. [00:26:07] Jose Gomez Cueto: Uh, but that’s something that, that we’re working towards. And I think, uh, we have a great opportunity ahead and, and you should expect, uh, more announcements as we head into the summer events on how we’re gonna make that more seamless. [00:26:19] Vince Menzione: And REO really lit up the channel Yeah. In, in a big way. ’cause that a hundred percent, that was a blocker before. [00:26:24] Jose Gomez Cueto: Yeah. [00:26:24] Vince Menzione: Yeah. But CSP is also an incredible opportunity if it, you know, I know, I know there’s other sessions and conversations around it. And it does feel, and I’ve heard this before, like I wanna buy from my MSP because they’re the ones I trust. [00:26:37] Jose Gomez Cueto: Yes. [00:26:37] Vince Menzione: But yet I go, I have to go around the system in order to transact my Microsoft licenses. [00:26:43] Vince Menzione: Right. Yeah. And that’s, [00:26:45] Jose Gomez Cueto: I think the scenario getting the gentleman was mentioning is related to marketplace. But yeah. Vince, uh, uh, I just wanted to perhaps close, uh, please. Because I think we’re outta time, right? Yeah, we [00:26:54] Vince Menzione: are. [00:26:54] Jose Gomez Cueto: Yeah. Uh, just in terms of what to expect, uh, we are continuing to be, uh, partner centric. [00:27:01] Jose Gomez Cueto: You should expect as we go into the next fiscal year, uh, more refinement into the customer subsegmentation, we have this concept of above 300 and below 300, uh, working even closer with our distributors to help us scale and amplify the efforts that we do around recruitment, scaling, go to market, uh, co-sell, et cetera. [00:27:22] Jose Gomez Cueto: Uh, and then, uh, obviously expect, uh, we, we, a call to action that I have for everyone is become customer zero. Vince, I’m gonna put you on the spot here. How many agents did you use today? [00:27:37] Vince Menzione: None. [00:27:37] Jose Gomez Cueto: Okay. [00:27:38] Vince Menzione: I, I’ve been in the room leading the room today, [00:27:41] Jose Gomez Cueto: even with more reason. [00:27:42] Vince Menzione: No, I, in, I need to do [00:27:43] Jose Gomez Cueto: more. Put your autonomous agents. [00:27:44] Vince Menzione: I do. [00:27:45] Jose Gomez Cueto: I’m not kidding you and I didn’t, I need to be [00:27:47] Vince Menzione: more of [00:27:47] Jose Gomez Cueto: a frontier for myself. The answer I get usually is like one hand raiser, by the way. Uh, but, but, uh, jokes aside, uh, I think. Becoming customer zero is critical. We cannot be deploying and selling what we’re not using. Uh, we have, uh, great tooling for low-code scenarios, uh, in, in, in, now, I don’t wanna say like in a few months now we have no one, uh, people that have zero knowledge and coding already developing and deploying agents into a secure environment. [00:28:19] Jose Gomez Cueto: It is happening. [00:28:20] Vince Menzione: Yeah. [00:28:20] Jose Gomez Cueto: So, uh, then, uh. Copilot. It is not a competitor charge, GVP or cloud. It is a platform we have both included. [00:28:29] Vince Menzione: Yes. [00:28:29] Jose Gomez Cueto: Do we have multimodal, we have iq. That is everything, uh, closed in terms of, uh, your intelligence. It is secure by default. Uh, and then allowing you to, to do, um, agents and then agents 365 to manage it. [00:28:41] Jose Gomez Cueto: So basically those three stages, customer zero. Uh, copilot agents and Agents 365 as your tool to, to manage them [00:28:50] Vince Menzione: and don’t go rogue and start doing your own things with anthropic and setting up your own instances because you’re gonna compromise your, your instance in your environment. [00:28:59] Jose Gomez Cueto: Well, actually, uh, if you do it in the copilot interface [00:29:02] Vince Menzione: Oh, well, I’m saying do it. [00:29:03] Vince Menzione: Yeah. I’m, I’m at RO going off, off, off, uh, [00:29:06] Jose Gomez Cueto: off. Yeah. Yeah, [00:29:07] Vince Menzione: yeah. Great. Well, thank you, sir. Appreciate you. Thank you. Thanks for listening to the Ultimate Partner Podcast. If today’s conversation resonated, share it with a partner leader in your network. Subscribe where you listen, and head over to the Ultimate partner.com for show notes related content and the resources for this episode. [00:29:29] Vince Menzione: And if you haven’t already, now’s the time to register for the Ultimate Partner Live event in Reston, Virginia, October 26th through October 28th. Until next time. Keep showing up in the rooms that matter because being in the room changes everything.
O Aos Fatos desta sexta-feira (23) destaca a nova interdição da BR-324, na altura do km 604, sentido Feira de Santana, para dar continuidade ao reparo de um vazamento em uma manilha da rede de drenagem, no mesmo local onde uma cratera foi registrada anteriormente.Outro destque é a defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para mais investimentos no setor de Defesa, endurecendo o discurso sobre soberania nacional. A pauta tem ganhado espaço nas manifestações recentes do petista e deve ser um dos temas explorados durante a campanha pela reeleição neste ano.
Letné horúčavy predstavujú pre ľudský organizmus obrovskú záťaž a pred kardiologickými problémami by sa mali mať na pozore všetky vekové kategórie. Intervenčná kardiologička Karin Molnárová z Fakultnej nemocnice Trnava v rozhovore približuje, ako vyzerá skutočný infarkt a kedy nám ide o život. Dozviete sa tiež, prečo je ranná káva pre srdce prospešná a čo sú najväčší tichí zabijaci nášho zdravia.
No Comentário Final de hoje, Dr. Assad comenta a intervenção determinada pela Justiça na Irmandade Santa Casa de Londrina, uma das instituições de saúde mais tradicionais da cidade.A medida vale por 180 dias, afasta diretores das áreas administrativa e financeira e busca garantir a continuidade dos atendimentos pelo SUS. Dr. Assad demonstra preocupação com o momento vivido pelo hospital e espera que a intervenção ajude a reorganizar a instituição, preservando os serviços prestados à população londrinense.#ComentárioFinal #SantaCasa #Londrina #SaúdePública #PaiquerêFM
Hugo Motta também manifestou confiança no trabalho dos servidores da Câmara e afirmou que a atuação das equipes parlamentares.
Mostre que Você Apoia o Toca: https://apoia.se/atocadodragao#rpg #russia #URSS #ficçaocietifica #ficçaohistorica #scify #rpgdemesa #maddragonturbo #MDT #RPGdoToca #RPGSeguro #FarolDaHistoria"1966. O auge da Guerra Fria. A KGB designa três dos seus melhores agentes para desvendar o Mistério do desaparecimento da Dra. Alekseeva no Complexo de Pesquisa B12. Paranoia, traição e medo, rondam os jogadores a todo instante, nada é o que parece ser. A equipe Sigma-4 conseguirá descobrir o que houve no trágico evento, ou tudo ficará encoberto pela União Soviética? Descubra."Um RPG Do Toca Do Dragão
Aulas sobre temas diversos pela ótica espiritual
Confira no Jornal da Record News desta segunda-feira (6): audiência pública para discutir tarifaço começa nos EUA. Itamaraty diz à Câmara que classificar facções como terroristas pode acabar em intervenção americana no Brasil. E mais: Donald Trump confirma que interferiu para tirar cartão vermelho de atacante americano.
Convidado: Guilherme Casarões, cientista político, professor da Florida International University (EUA) e um dos coordenadores do Observatório da Extrema Direita. A investigação da "Seção 301" pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA concluiu que o Brasil mantém práticas desleais na economia – casos do Pix e da 25 de Março, centro popular de São Paulo. O resultado disso é a ameaça de taxar os produtos brasileiros em 25%. De um lado, o Ministério das Relações Exteriores enviou ao governo americano um documento para defender os interesses brasileiros e negociar uma solução. De outro, o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro também despachou aos Estados Unidos uma carta com algumas propostas para sensibilizar Trump e adiar a aplicação das tarifas – acontece que Flávio pediu para postergar o tarifaço por um prazo de 180 dias, ou seja, para depois das eleições, sob o argumento de que as taxas dariam vantagem política para o atual governo. Neste episódio, Natuza Nery entrevista o cientista político Guilherme Casarões, que fala diretamente dos Estados Unidos. Casarões analisa as propostas de Flávio Bolsonaro (que envolvem limitações ao Pix e à participação do Brasil no Mercosul) e avalia os ruídos que uma “diplomacia paralela” pode provocar em meio a uma negociação entre representantes dos Estados nacionais.
Câmeras instaladas em condomínios, empresas e estabelecimentos comerciais poderão ser integradas ao sistema de videomonitoramento da polícia no Espírito Santo. A conexão com esses equipamentos, que atualmente operam isoladamente, vai permitir que informações e alertas relevantes cheguem mais rapidamente às forças de segurança, via Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes). De acordo com informações do governo do Estado, "atualmente, existem milhares de câmeras de monitoramento espalhadas pelo Espírito Santo, mas muitas operam de forma isolada. O 'Projeto Sentinela ES' busca conectar essas estruturas, permitindo que informações e alertas relevantes cheguem mais rapidamente às forças de segurança. A proposta é formar uma rede colaborativa de inteligência e tecnologia, fortalecendo a prevenção, o monitoramento e a proteção da população capixaba", explica o governo.Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp), podem aderir ao projeto entidades públicas e privadas que administrem ou operem sistemas de monitoramento, sensores, câmeras, plataformas analíticas, soluções de videomonitoramento ou infraestrutura tecnológica relacionada à segurança. "As instituições interessadas deverão encaminhar a documentação à Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp), que avaliará a viabilidade da integração ao Parque Tecnológico da Segurança Pública Capixaba".Ainda, segundo a secretaria, "a adesão é voluntária e, após a integração, o ente público ou privado poderá enviar metadados, imagens, e vídeos relevantes para as atividades de segurança pública. Todo o conteúdo será recebido pelo Núcleo de Intervenções Rápidas (NIR) do Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes) e tratado conforme os mesmos protocolos já utilizados no Cerco Inteligente e nos Totens de Segurança"."A integração não busca o monitoramento contínuo de pessoas, mas o envio de dados para a composição de informações e alertas para eventos relevantes na segurança pública. Assim como ocorre atualmente com os recursos de reconhecimento facial e leitura automática de placas, a tecnologia analisará os dados recebidos e, ao identificar situações de interesse para a Segurança Pública, acionará automaticamente os protocolos de resposta das forças policiais". Em entrevista à CBN Vitória, o subsecretário de Comando e Inovação da Sesp, Guilherme Pacífico, fala sobre o assunto.
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No Click Valvar de hoje temos grandes insights sobre sobrevida e a intervenção precoce na tricúspide.
Guerra Fria da Inteligência Artificial! Descubra como modelos chineses ganham o mercado de IA com custos menores. Entenda os desafios da OpenAI e Anthropic, que enfrentam falta de lucratividade e adiam seus IPOs. Veja os impactos da intervenção do governo americano e os alertas sobre uma possível bolha. Assista e proteja seus investimentos!00:00 - Introdução: Competição chinesa e IPO da OpenAI01:12 - O avanço chinês na corrida tecnológica02:50 - Vantagens dos modelos chineses abertos e baratos03:54 - Modelos chineses dominam quase 50% do mercado04:55 - A falta de vantagem competitiva americana06:00 - Guerra de preços e esgotamento de orçamentos08:33 - O desafio financeiro e a falta de lucratividade10:05 - Consultoria financeira da Liberta Wealth11:22 - Bastidores e possível adiamento do IPO da OpenAI12:57 - Críticas sobre privacidade e uso de dados15:58 - Intervenção do governo americano e segurança nacional18:00 - Interesse do governo em participação nas empresas19:58 - Meta aluga capacidade ociosa e possíveis riscos22:08 - Conclusões sobre a corrida tecnológica e mercado
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Intervenção altera trânsito no acesso a Linha Santa Cruz* Alunos da região recebem prêmio em dinheiro por desempenho escolar* Santa Cruz tem mais de 10 mil veículos com IPVA 2026 em atraso* Em destaque na segurança pública: Santa-cruzense é preso em Bagé ao transportar 30 mil dólares sem comprovação; e Adolescentes são atropeladas por ônibus em faixa de pedestres de Vera Cruz
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Intervenção altera trânsito no acesso a Linha Santa Cruz* Alunos da região recebem prêmio em dinheiro por desempenho escolar* Santa Cruz tem mais de 10 mil veículos com IPVA 2026 em atraso* Em destaque na segurança pública: Santa-cruzense é preso em Bagé ao transportar 30 mil dólares sem comprovação; e Adolescentes são atropeladas por ônibus em faixa de pedestres de Vera Cruz
Donald Trump chegou à Europa, para a Cimeira do G7, trazendo na bagagem um esboço de paz que os mercados receberam bem, mas as diplomacias receberam com cautelas, porque ainda há muita coisa para decidir. Os interesses eleitorais divergentes de Netanyahu e Trump são um dos factores que podem colocar em perigo o processo de paz. Conversamos neste episódio com Daniel Pinéu, especialista em Relações Internacionais, professor e investigador na Universidade de Amesterdão, comentador da SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares comenta a mais recente proposta de Montenegro que funde várias prestações sociais numa única, com novas obrigações de trabalho social, "quem não cria hábitos de trabalho, dificilmente vai gostar de trabalhar". Analisa ainda as consequências da saída de imigrantes do país, "quem é que os vai substituir?", o caos "impensável" no aeroporto de Lisboa, a falta de reformas do Governo e as criticas de Passos Coelho: "Uma pessoa que geriu tão bem o silêncio, deu cabo dessa imagem". Falamos das Praias, na Arrábida e não só, "Só espero que não se transformem numa batalha campal" e acabamos a falar de Trump que se terá enfurecido com o amigo israelitaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Intervenções de R$ 4,1 milhões melhoram a mobilidade, reforçam a segurança viária e reorganizam a circulação no trecho urbano da Rodovia Brigadeiro Faria Lima
Neste episódio, a companheira Guida Calixto comenta a importante vitória da aprovação na Câmara dos Deputados, do fim da escala 6x1. Valter Pomar trata da decisão do governo estadunidense de intervir no Brasil, após pedido dos bolsonaros. E Walkes Vargas (MS) fala sobre o dia Nacional da Luta Antimanicomial no Brasil.
Lideranças petistas repercutiram nas redes sociais o comunicado norte americano de classificar organizações criminosas como terroristas e avaliam como essa medida, como ocorreu com o tarifaço no ano passado, pode prejudicar os brasileiros e afetar a economia e a soberania do país. Sonoras:
A decisão da Câmara dos Deputados do Brasil de aprovar um projeto de lei que proíbe a produção e comercialização de foie gras no país enfurece os agricultores franceses, maiores produtores mundiais da iguaria. A categoria alega que a medida, se adotada, contraria o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que entrou em vigor recentemente, após 25 anos de negociações entre os dois blocos. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A maior vantagem do tratado para os europeus é poder vender bens industrializados e produtos agroalimentares processados, como queijos e vinhos, livres de tarifas para os países latino-americanos. Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, por sua vez, agora têm acesso facilitado para a exportação principalmente de matérias-primas, como carne e minerais, para a Europa. O foie gras francês se beneficia, portanto, da abertura comercial. As vendas para o Brasil representam cerca de € 1 milhão, um mercado “importante", salienta a Associação Interprofissional de Patos e Gansos para Foie Gras (Cifog). Em um comunicado, a entidade denunciou “um primeiro desvio” do acordo bilateral entre os blocos. O texto alega que a medida “entra em contradição com o espírito do tratado”. “Para além do foie gras, os profissionais da área estão preocupados com o precedente que tal proibição criaria, sem uma resposta da União Europeia e das autoridades francesas. Se o Brasil pode proibir um produto europeu reconhecido e protegido dentro de suas fronteiras, outros setores agrícolas poderiam ser alvo de medidas semelhantes no futuro”, alegam os produtores. “A Cifog solicita uma intervenção diplomática imediata da Europa junto às autoridades brasileiras para obter, ao menos, um veto parcial." Projeto de 2020 contra a alimentação forçada de animais O texto aprovado pelos deputados veta no país produtos oriundos de alimentação forçada de animais. O projeto de lei, de autoria do senador Eduardo Girão (Podemos-CE) e em trâmite parlamentar desde 2020, seguiu para sanção presidencial. O foie gras, ou fígado gordo, é um ingrediente típico da culinária francesa, obtido por meio da ingestão à força de ração à base de milho diretamente no estômago de patos e gansos. A fase de engorda ocorre, em média, durante 12 dias, no final do ciclo de vida do animal, antes do abate. O comunicado dos produtores franceses salienta que “o ganso de foie gras do sudoeste está entre as indicações geográficas protegidas reconhecidas pelo acordo comercial" entre a UE e o Mercosul, e recorda a batalha dos agricultores franceses para barrar o acordo. “O presidente Lula tem poucos dias para vetar total ou parcialmente este texto. Essa proibição da venda de um produto emblemático da gastronomia francesa, um verdadeiro símbolo da tradição agrícola do nosso país, demonstra a validade das preocupações dos agricultores franceses”, afirma a categoria. “A Cifog alerta para esta situação, que corre o risco de se alastrar a outros produtos agrícolas, e apela a uma intervenção urgente dos representantes europeus nesta matéria”, reitera. Reciprocidade O tratado assinado em dezembro prevê um mecanismo de reequilíbrio comercial, para casos como este, observa Bruno Capuzzi, especialista em comércio internacional e pesquisador do Insper Agro Global. “Se após a entrada em vigor do acordo alguma das partes aplicar medidas que restrinjam os benefícios à outra parte, as partes podem invocar uma nova negociação e pensar em uma contrapartida, uma nova rodada de concessões direcionadas”, aponta. A França é a maior consumidora e produtora mundial da especiaria, com 60% do mercado, seguida por Espanha, Bélgica e Suíça. A produção europeia foi de cerca de 20,6 mil toneladas em 2024 e as exportações movimentaram € 69 milhões, segundo números da Eurostat citados pela entidade representante do setor Euro Foie Gras. A proibição brasileira, se for confirmada, poderia gerar uma nova onda de pressões do setor agrícola francês por contrapartidas, gerando uma dinâmica desfavorável para o cumprimento do acordo. Mas o especialista lembra que o princípio da reciprocidade de práticas, caro aos europeus para questões como combate ao desmatamento e uso de agrotóxicos nos países do Mercosul, também vale no sentido oposto. “Seria um contrassenso, porque os agricultores franceses pedem para a União Europeia aplicar as famosas cláusulas-espelho, ou seja, que as práticas mandatórias de serem cumpridas na União Europeia sejam espelhadas nas condicionalidades da exportação. Se a lei brasileira passar como está, estará fazendo exatamente isso”, indica. “Se houvesse uma forma de engordar a ave sem alimentação forçada, o foie gras por si só não seria proibido. É uma distinção importante”, avalia Capuzzi. Proibições pelo mundo Diversos países se mobilizam para acabar com a prática de alimentação forçada, em nome do bem-estar animal. A produção de foie gras é proibida em lugares como Dinamarca, Reino Unido, Alemanha, Itália e Argentina. Em 2014, a Índia se tornou o primeiro a banir também a comercialização e a importação da iguaria. Do lado dos consumidores, fora da Europa, o Japão, a China e os Estados Unidos são os maiores compradores, onde o ingrediente é encontrado em restaurantes de luxo e delicatessens.
Neste programa especial de aniversário, falamos sobre o tema que vocês, ouvintes, escolheram em votação no nosso Instagram e no Twitter. O tema vencedor foi Documentário Brasileiro Contemporâneo, e o cineasta escolhido foi João Moreira Salles.Portanto pegue seu fone de ouvido, prepare o café e nos acompanhe nesta jornada, pois a partir de agora você está em um plano-sequência!Ficha Técnica: Neste programa, Fernando Machado, Leandro Luz, Marina Oliveira e Pedro Tobias falam sobre o cinema de João Moreira Salles | Duração: 02h09min. | Pauta: Fernando Machado | Arte da Capa: Marina Oliveira | Edição: Pedro Tobias | Mixagem de Som e Trilha Sonora: Fernando MachadoCaso você queira ouvir os comentários apenas sobre um dos filmes, confira a minutagem em que cada um entra:00:22:26 - Notícias de uma guerra particular (1999)00:41:31 - Nelson Freire (2003)00:56:52 - Entreatos (2004)01:20:19 - Santiago (2007)01:34:54 - No intenso agora (2017)01:48:45 - Top 3, Considerações Finais, etcDúvidas, sugestões, críticas ou feedbacks podem ser enviados para o e-mail contato@plano-sequencia.com ou através de nossas redes sociais. Estamos no Twitter @planoseqcast, no Instagram @planoseqcast e no Facebook/planosequenciapodcast. Não deixe de avaliar o podcast no iTunes para que possamos ter mais visibilidade dentro da plataforma.Hyperlinks'Notícias de uma guerra particular' ainda gera debate sobre violência no Rio, 20 anos depois, por Alexandre Werneck'Intervenção não pode se resumir a envio de capitão do mato à senzala do século 21', diz ex-chefe da Polícia Civil (Hélio Luz), por Júlia Dias CarneiroLista dos 100 documentários essenciais do cinema brasileiro (ABRACCINE)Depois da revolução, a ressaca - João Moreira Salles (TRIP TV)
“Meu filho é chato pra comer”, “Paladar infantil” e “Criança minha não come porcaria” são frases que a gente escuta muito de mães, pais e cuidadores. E eu entendo a aflição que é tentar alimentar uma criança que se recusa a experimentar ou comer da forma que julgamos correto. Mas entre nossa percepção e a realidade objetiva existe um longo caminho. Será mesmo que seu filho é chato pra comer ou ele está aprendendo a se relacionar com a comida no tempo de uma criança? Será que ele come pouco ou não come o prato enorme que você monta pra ele? E será mesmo que ele ama ‘porcarias' ou não tem acesso a variedade alimentar? Essas e outras perguntas foram feitas e respondidas pela nutricionista Daniela Marchioreto. A Dani é especializada em transtornos alimentares pelo Ambulim e nutricionista voluntária no Grupo de Pesquisa e Intervenção em TARE do PROTAD/Ambulim. @danielamarchioreto.nutriO Clube CCAFE é apoiador desse podcast. Se você é nutricionista, faça parte do Clube: www.ccafe.com.br. E tem cupom de desconto: CALORIAS10Siga o Não Conto Calorias:no instagramhttp://www.instagram.com/naocontocaloriasno Substackhttps://naocontocalorias.substack.com/
No Click Valvar de hoje temos grandes insights sobre intervenção em valva tricúspide.
Por ocasião da celebração hoje do Dia da Libertação de África, esta segunda-feira e nos dias 28, 29 e 30 de Maio, decorre em Lisboa, um colóquio sobre o legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade, líder independentista angolano, intelectual de vulto, contemporâneo de Aimé Césaire e Leopold Sédar Senghor, que escreveu obras designadamente sobre literatura e história e foi ministro da cultura da Guiné-Bissau, país onde se exilou em 1975. O evento que abrange conferências, projecções de filmes ou ainda exposições em Picoas, na Cidade Universitária e no Espaço Cultural Mbongi 67 nas imediações da Lisboa, é organizado nomeadamente pela associação dos amigos de Sarah Maldoror e Mário Pinto de Andrade, o Centro de Estudos Internacionais, a Casa da Cultura da Guiné-Bissau, ou ainda o Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral. Entre os estudiosos que participam no evento, estão presentes os sociólogos Cristina Roldão e Miguel de Barros, a universitária Inocência Mata ou ainda o historiador Julião Soares Sousa. Em entrevista à RFI, Sumaila Djaló, activista e estudioso guineense membro da organização desta série de encontros, evocou a figura de Mário Pinto de Andrade e o seu enorme legado intelectual. RFI: Nesta data em que se celebra o Dia da Libertação de África, o que os levou a escolher organizar um colóquio específico em torno de Mário Pinto de Andrade? Sumaila Djaló: Mário Pinto de Andrade é uma figura interessante, incontornável das lutas de libertação dos países africanos colonizados por Portugal. Nasceu em Angola, mas teve uma passagem por Portugal entre as décadas de 40 e 50 do século passado, onde conheceu com toda aquela malta da Casa dos Estudantes do Império, que veio das várias colónias portuguesas para estudar em Portugal e onde também esses encontros forjaram a consciência para o anticolonialismo. Liderou não só o MPLA como o seu primeiro presidente e um dos seus fundadores, mas as organizações unitárias das ex-colónias portuguesas em África. A partir destes espaços, também abriu possibilidades de alianças internacionais na Europa, na Ásia e em outros cantos do mundo desses movimentos de libertação. Por isso, a sua figura é muito importante não só para a independência de Angola, mas também para as independências de todos os outros países. Aliás, depois da independência, logo em 1975, exilado na Guiné-Bissau, desempenharia funções governamentais muito importantes nesse país também, para além de mais tarde, outras funções em organizações internacionais como a UNESCO. Portanto, a sua figura, na sua vertente militante, revolucionária, política, intelectual e cultural, é toda esta diversidade em torno do intelectual que é e é muito importante para as gerações actuais e para a historiografia, mas também a memória das lutas de libertação das ex-colónias de Portugal em África. RFI: Não dá, com certeza, para evocar, todos os acontecimentos que estão a ser organizados em torno da figura de Mário Pinto de Andrade. Mas se pudesse citar alguns, quais vão ser os pontos altos dessa série de eventos? Sumaila Djaló: Logo no dia 25 de Maio, em que é celebrado também o Dia da Libertação Africana, temos a abertura de uma exposição no Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral - CITAC, em Lisboa, Picoas, onde às 17 da tarde abre-se um painel em debate sobre a memória e os arquivos que também conduzem a esse legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade. Uma exposição em que estará disponível para investigadores, para pessoas interessadas, estudantes e também jornalistas e todas as pessoas interessadas. Uma exposição que conduz ao arquivo do CITAC sobre Mário Pinto de Andrade. Livros, artigos sobre Mário Pinto de Andrade. Comunicações que também ajudam a compreender todo este seu percurso multifacetado. Depois, no dia 28 e dia 29, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, teremos durante esses dois dias conferências mesas redondas em torno desse mesmo legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade, juntando investigadores, historiadores, ensaístas e pessoas que estudam o percurso político e cultural de Mário Pinto Andrade, mas também activistas e outras pessoas que se contactam com o seu legado de outra forma. No último dia, no dia 30, teremos na parte da manhã um passeio histórico intitulado de 'Itinerários de Mário Pinto de Andrade', que passa por diferentes espaços frequentados por Mário Pinto de Andrade durante a sua estadia em Lisboa nos anos 40 e 50. E, finalmente, à tarde, temos uma sessão cultural no Espaço Cultural Mbongi 67, no Monte Abraão, em Lisboa, também onde o contacto será com textos da literatura oral e tradicional angolana, mas também da literatura moderna angolana ao ritmo de Kora, uma mesa redonda de diálogo a partir do seu livro 'As origens do Nacionalismo Africano' e a partir desse livro debater o panafricanismo, desde as suas origens até hoje. São estas actividades que fazem o conjunto do colóquio a acontecer em quatro dias, que também visa a resgatar esta memória importante para os povos africanos de língua oficial portuguesa, mas para os povos que combateram o colonialismo português em África. RFI: Relativamente a, lá está, resgatar esta memória, Mário Pinto de Andrade marcou a época em que viveu. E como é que ele marca a nossa época hoje em dia? Sumaila Djaló: Mário de Andrade tem um legado interessante e diverso. Esse legado faz a intersecção entre a cultura e política. Ele não concebia a cultura fora de uma intervenção política que visa a transformação da vida das pessoas na sociedade e de toda a humanidade. Isto é um legado muito importante para os nossos dias, em que se tende a separar a acção cultural com a vida social e política que até certo ponto mais interessa a transformação da vida das pessoas e ao progresso da própria humanidade. Para ele não havia essa dicotomia entre política e cultura. Na medida em que se acrescentam, se complementam estas duas áreas e o seu legado intelectual, passando pela intersecção destas duas áreas, leva nos à literatura, à militância política, ao pensamento intelectual que não dissocia o acto de pensar a sociedade, o acto de reflectir sobre a vida das pessoas nas sociedades, da intervenção para a transformação dessas mesmas sociedades e para o bem da humanidade. Eu julgo que é o principal ensinamento que podemos retirar do legado de Mário de Andrade, mas também o esforço para a construção da união num sentido panafricano em termos de unidade entre os povos africanos, para a concretização do grande objectivo da construção do progresso de todos os povos africanos e a partir de África, para o benefício da humanidade. Isto é uma questão também muito presente no seu pensamento, pensar a partir de África. RFI: Isto é um evento de vulto em torno de África, em torno de uma figura africana de primeiro plano que está a acontecer em Lisboa. Como é que estamos em Portugal relativamente a este passado? Sumaila Djaló: Portugal tem vários desafios a enfrentar em relação às suas responsabilidades. Também com um passado colonial muito marcado por violências de vária ordem e por subalternizações que persistem até aos dias de hoje. O passado colonial ajuda a configurar questões muito presentes, como o racismo e o neocolonialismo que também se expressa de alguma maneira nas relações entre o Estado português e as suas ex-colónias. Por isso, a figura de Mário Pinto de Andrade, tendo passado por Portugal, onde estudou e onde iniciou a primeira fase da sua militância política, mas também passado por outros países da Europa, como a França, onde teve grande impacto nos círculos panafricanos que também viriam a influenciar os movimentos de libertação na sua construção ideológica, os movimentos de libertação africanos, mas também as dinâmicas do envolvimento directo no processo das lutas de libertação a partir de Conacri, a partir de Angola, a partir da Guiné-Bissau e do envolvimento com todas estas redes transnacionais de lutas anticoloniais, ajudam-nos hoje, a partir de Portugal, também a reflectir sobre o papel que o Estado português e a sociedade portuguesa têm para a sua mobilização no sentido de superar os resquícios do colonialismo manifestados hoje regularmente, através do racismo que é muito marcado na sociedade portuguesa e que tem esse desafio de superar o racismo, mas também nas relações do Estado português com as ex-colónias africanas, onde a relação de subalternização destas ex-colónias permanece nos nossos dias e onde o espaço chamado Lusofonia tem servido como um antro da manutenção desta relação de subalternização entre Portugal e as ex-colónias. Portanto, evocar Mário Pinto de Andrade nos dias de hoje também tem esse papel, essa função de chamar a sociedade portuguesa na sua pluralidade, ao diálogo que contraria os legados do colonialismo presentes na sua sociedade. RFI: Este colóquio conta com a participação de diversos intelectuais de primeiro plano a nível de África. Há um fervilhar em termos de estudos em torno da questão pós colonial. E há também uma passagem de testemunho. Há cada vez mais estudiosos jovens que vão tentar estudar de outra forma a história de África. Sumaila Djaló: Penso que o movimento intelectual que ajudou a configurar o espaço ideológico anticolonial em África e de que fez parte numa das suas fases mais salientes, Mário Pinto de Andrade tem um legado que persiste até aos nossos dias e por isso é que tudo o que jovens estudantes, investigadores e estudiosos africanos, mas também estudiosos e investigadores da Europa e de outros cantos do mundo vão fazer a partir dos legados destas figuras proeminentes das lutas de libertação, tem também a ver com uma forma de continuidade, uma linha de pensamento que pauta pelas sociedades mais plurais e democráticas, onde a liberdade do homem e da mulher nessas sociedades estará sempre no centro, mas também um pensamento que contraria todas as formas de subalternização de povos e de menorização de culturas. E por isso, a partir deste colóquio, mobiliza-se também pessoas de várias geografias, obviamente a partir de África. Como podemos ver no programa, assinalo aqui duas conferências, a da abertura e do encerramento, a serem dirigidas por dois intelectuais africanos que passam muito pelos estudos das várias formas de pensamento africano anticolonial a partir da literatura, a partir da cultura, como a professora Inocência Mata e a partir da história e da historiografia, com o professor Jean-Michel Mabeko Tali e de outros intelectuais que vão fazer os painéis, quer da nova geração, quer de uma geração mais antiga, de intelectuais africanos e de outros cantos do mundo.
Em entrevista ao Observador, Pedro Silva Martins, antigo secretário de Estado do Emprego de Passos, lamenta a forma como o então candidato presidencial condicionou a discussão sobre a reforma laboral.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começou00:25 - A rejeição de Messias e desdobramentos na eleição06:07 - Decisão do Copom sobre a queda da Selic09:15 - Conflitos no Oriente Médio e bloqueio de Ormuz12:55 - Saída dos Emirados Árabes da OPEP15:57 - Resiliência da Rússia frente às sanções17:42 - Possível interferência dos EUA na política brasileira20:12 - Financiamento de IPOs e sinais de topo de mercado22:21 - Intervenção do Japão para defender o Iene25:50 - Recomendação e diversificação em fundos imobiliários FII27:07 - Concentração de portfólio por fator (Bitcoin)28:33 - Riscos subestimados pelo mercado30:50 - O que fazer com a queda do dólar32:10 - Próxima indicação ao STF32:42 - Impacto da guerra no preço dos alimentos33:38 - Novidades sobre a OranjeBTC (OBTC3)35:19 - Como é criada a moeda bancária (M1)36:23 - Economics dos tokens e futuro da IA39:15 - Existe inflação cultural de preços?41:22 - Inflação do Milei não caiu por que?43:07 - Imigração para China vs. Estados Unidos43:54 - O ouro perderá valor para o Bitcoin no futuro?45:22 - Opinião sobre o livro "A Revolta de Atlas"47:13 - Principais teóricos sobre ciclos de mercado
No episódio 351 do PQU Podcast recebi o psiquiatra Gabriel Correa de Oliveira, especialista em intervenção precoce em psicoses e supervisor de um dos serviços mais conceituados do país. Gabriel veio nos contar detalhes da 1ª Jornada de Intervenção Precoce em Psicoses, que acontece no dia 16 de maio. Aproveitei a oportunidade para uma conversa rica sobre a ciência por trás da intervenção precoce, a importância de reduzir a duração da psicose não tratada e a experiência consolidada do serviço do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, sob coordenação da Profa. Cristina Del Ben. Gostei muito do papo — foi denso, prático e cheio de insights clínicos relevantes. Tenho certeza de que você também vai apreciar.
A incerteza tomou conta de um cessar-fogo que pretendia abrir caminho às negociações pela paz no Médio Oriente. Trump está à procura de uma saída para uma guerra que teima em não lhe dar uma vitória clara e em que Israel tem objectivos diferentes. Neste episódio, conversamos com o comentador da SIC João Maria Jonet.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Intervenção militar dos EUA no Irão continua a não ser clara nos objetivos. A sensação de insegurança e a perda de credibilidade da Europa no Direito Internacional na análise de Pedro Ponte e Sousa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Especialista em relações internacionais, João Albuquerque, não acredita numa intervenção direta da Rússia no Médio Oriente. Destaca ainda o impacto económico devido ao fecho do estreito de Ormuz. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os EUA efetuaram um ataque/ um bombardeamento/ uma operação militar/ intervenção/ etc. Ninguém sabem bem que nome dar a aquilo... Mataram o Aiatotlá, pornto. Foi mais isso.
Após o ataque americano, Donald Trump afirmou que o Irão quer conversar, mas que é tarde demais. Na manhã de sábado, juntamente com Israel, os EUA lançaram uma ofensiva sobre o país do Médio Oriente, enquanto decorriam negociações entre Washington e Teerão. Ainda assim, não são claras as razões que levaram os EUA a atacar o Irão. Daniel Oliveira questiona se alguém acredita que “se muda um regime de avião”, com ataques aéreos; Francisco Mendes da Silva sublinha que ainda não foi explicado qual era o perigo iminente. A análise dos comentadores, no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 3 de março. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No vídeo de hoje, analisamos uma semana histórica nos mercados globais, marcada pela disparada do ouro acima de US$ 5.000, a forte alta das taxas de juros no Japão e os movimentos inéditos no câmbio internacional.Exploramos os rumores de intervenção entre Estados Unidos e Japão, a fraqueza recente do dólar e os impactos potenciais da repatriação de capitais por Europa e Japão.
O episódio desta semana do podcast Diplomatas começou com uma análise à situação política e social no Irão, após semanas de protestos contra o regime, e aos planos dos Estados Unidos para forçar a queda dos líderes da República Islâmica. Carlos Gaspar e Teresa de Sousa debateram ainda as ambições da Administração Trump de se apoderar da Gronelândia e concordaram que as questões que envolvem o território autónomo dinamarquês podem pôr em causa o futuro da NATO. Por fim, o investigador do IPRI-NOVA e a jornalista do PÚBLICO reflectiram sobre a importância do papel do Presidente da República na execução da política externa de Portugal e deram nota do reduzido tempo de discussão sobre política internacional ou temas de defesa e de segurança na campanha para a primeira volta das eleições presidenciais de domingo. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Jhonatan de Jesus determina inspeção no Banco Central após considerar insuficiente nota técnica sobre o caso.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
No primeiro “Estadão Analisa” do ano Carlos Andreazza comenta sobre a captura do presidente da Venezuela, o ditador Nicolás Maduro, e a esposa, Cilia Flores, na madrugada do sábado, 3 de janeiro, pelos Estados Unidos numa ação militar jamais vista no continente americano. A Venezuela informou que os bombardeios atingiram também a população civil. Ao menos quatro localidades venezuelanas teriam sido atacadas por militares americanos: além da capital Caracas, foram alvejadas La Guaira, Miranda e Aragua. No dia anterior, Maduro tinha afirmado estar pronto para negociar com os Estados Unidos sobre combate a narcotráfico. Trump recrudescia cada vez mais o cerco à Venezuela nos dias anteriores ao ataque. A Casa Branca havia aplicado sanções a empresas e frotas ligadas ao setor petrolífero do país sulaemericano. E o governo americano vinha destruindo barcos supostamente ligados ao narcotráfico no Caribe e em território venezuelano. A operação para prender Maduro foi deflagrada na madrugada de sábado. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No 3 em 1 desta segunda-feira (15), o destaque foi o voto do ministro Gilmar Mendes, que declarou inconstitucional o Marco Temporal. A lei, aprovada pelo Congresso Nacional, utiliza a data de 5 de outubro de 1988 como critério para a posse de terras. O ministro Flávio Dino acompanhou o voto de Mendes. Reportagem: Janaína Camelo. Carol Apolinário, moradora da Zona Oeste de São Paulo, relata estar há seis dias sem energia elétrica e afirma que a Enel “não cumpre com a parte deles”. Após a ventania, 53 mil imóveis seguem sem luz, e deputados pedem intervenção federal na concessionária. Reportagem: Julia Fermino. A deputada licenciada Carla Zambelli (PL) renunciou ao mandato. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, afirmou que a decisão foi “estratégica”. A renúncia ocorre após a condenação por invasão ao CNJ e em meio à detenção da parlamentar na Itália. Com a saída, o suplente Adilson Barroso (PL) assume a vaga na Câmara. Reportagem: André Anelli. O senador Otto Alencar (PSD), presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), declarou que o PL da Dosimetria não tem “chance de passar na comissão”. Segundo ele, o projeto, que deve ser pautado nesta semana, pode favorecer facções criminosas. Reportagem: André Anelli. Senadores discutem um projeto de lei que pretende facilitar o processo de impeachment de presidentes da República. A proposta prevê, entre outros pontos, que um presidente reeleito possa responder por atos cometidos durante o primeiro mandato. Reportagem: Janaína Camelo. O governo Lula (PT) criou 4,4 mil cargos comissionados em três anos de mandato, totalizando cerca de 50 mil funcionários — um recorde histórico. O número supera os totais registrados em governos anteriores, apesar de o governo Bolsonaro (PL) ter criado 13 mil cargos apenas em 2022. Reportagem: Matheus Dias. José Antonio Kast foi eleito presidente do Chile com mais de 58% dos votos, consolidando uma guinada política à direita no país. Após a vitória, ele afirmou que será presidente de todos os chilenos e pediu apoio da oposição no combate ao crime organizado. Reportagem: Eliseu Caetano. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Pesquisa feita pelo Instituto Genial/Quaest na quinta-feira (30) mostrou que 64% dos fluminenses aprovaram operação policial mais letal da história do Rio de Janeiro, que ocorreu no dia 28 de outubro nos complexos do Alemão e da Penha. Outro levantamento, divulgado pelo Datafolha no sábado (1º), indicou que 76% dos entrevistados defendem a intervenção do Exército na segurança pública do Rio. A megaoperação gerou uma das cenas mais emblemáticas do histórico de segurança pública do Rio, com corpos enfileirados em praça pública, e falhou no cumprimento da maioria dos 100 mandados de prisão e na captura do líder do Comando Vermelho, Doca, que segue foragido. O Rio de Janeiro já testou inúmeras ações ostensivas semelhantes no passado, e teve poucos resultados no enfrentamento à violência e na retomada de territórios dominados por organizações criminosas. O Durma com Essa desta quarta-feira (5) recupera duas medidas: a das as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) , adotada em 2008, e a intervenção federal na segurança, em 2018, e conta, com a ajuda de pesquisadores, como elas refletiram nas condições de segurança pública do Rio em 2025. O programa tem também Mariana Vick falando sobre a COP30 direto de Belém, e João Paulo Charleaux comentando sobre a prisão da procuradora israelense que investigava militares acusados de violência sexual. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (31):O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acusa a oposição de direita de abrir brecha para uma possível intervenção militar dos Estados Unidos no Brasil. O Planalto teme que o projeto de lei que classifica facções como o Comando Vermelho (CV) e o PCC como “terroristas” — pauta ligada ao governo Donald Trump — possa violar a soberania nacional.O governo Cláudio Castro (PL-RJ) divulgou o perfil criminal dos mortos na megaoperação contra o Comando Vermelho. Segundo a Polícia Civil, dos 99 identificados, 78 possuíam histórico criminal relevante e 42 tinham mandados de prisão em aberto.A megaoperação policial no Rio de Janeiro também revelou o arsenal de guerra utilizado pelo Comando Vermelho, com fuzis de uso militar provenientes dos exércitos do Brasil, Argentina, Peru e Venezuela.A negociação para suspender o tarifaço imposto pelo governo Donald Trump esfriou, apesar do encontro amistoso entre os presidentes Lula e Trump.A escalada de tensões na América do Sul coloca os Estados Unidos à beira de uma ação militar contra o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela. Apuração: Eliseu Caetano.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
ACABOU DE SAIR O JOGO DE TABULEIRO DO HISTÓRIA EM MEIA HORA!Garanta o seu através do apoia.se/imperialismoamericaSepare trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) -Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- CHOMSKY, Noam. Hegemonia ou sobrevivência: a estratégia imperialista dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.- GLEIJESES, Piero. Conflicting Missions: Havana, Washington, and Africa, 1959–1976. Chapel Hill: University of North Carolina Press, 2002.- JONES, Howard. The Bay of Pigs. Oxford: Oxford University Press, 2008.- KORNBLUH, Peter. Bay of Pigs Declassified: The Secret CIA Report on the Invasion of Cuba. New York: The New Press, 1998.- PÉREZ JR., Louis A. Cuba: Between Reform and Revolution. 5. ed. New York: Oxford University Press, 2014.- PATERSON, Thomas G. Contestando a Guerra Fria: ideias e política externa dos EUA. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1997.- RABE, Stephen G. A Era das Intervenções: a América Latina e os Estados Unidos. São Paulo: Paz e Terra, 2005.- ROHDEN, João Francisco. A Revolução Cubana. São Paulo: Editora Contexto, 2015.