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Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP entrega marginais, ciclovia e novos acessos urbanos na SP-326 em Barretos

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 2:09


Intervenções de R$ 4,1 milhões melhoram a mobilidade, reforçam a segurança viária e reorganizam a circulação no trecho urbano da Rodovia Brigadeiro Faria Lima

Em tempos de guerra, a esperança é vermelha
Episódio 451: Intervenção estadunidense nas eleições, o fim da escala 6x1, e a luta antimanicomial

Em tempos de guerra, a esperança é vermelha

Play Episode Listen Later May 30, 2026 30:05


Neste episódio, a companheira Guida Calixto comenta a importante vitória da aprovação na Câmara dos Deputados, do fim da escala 6x1. Valter Pomar trata da decisão do governo estadunidense de intervir no Brasil, após pedido dos bolsonaros. E Walkes Vargas (MS) fala sobre o dia Nacional da Luta Antimanicomial no Brasil.

Rádio PT
BOLETIM | PT denuncia articulação do clã Bolsonaro para intervenção no Brasil

Rádio PT

Play Episode Listen Later May 29, 2026 5:33


Lideranças petistas repercutiram nas redes sociais o comunicado norte americano de classificar organizações criminosas como terroristas e avaliam como essa medida, como ocorreu com o tarifaço no ano passado, pode prejudicar os brasileiros e afetar a economia e a soberania do país. Sonoras:

Economia
Possível proibição do foie gras no Brasil enfurece produtores franceses, que exigem ‘intervenção' da UE

Economia

Play Episode Listen Later May 27, 2026 5:49


A decisão da Câmara dos Deputados do Brasil de aprovar um projeto de lei que proíbe a produção e comercialização de foie gras no país enfurece os agricultores franceses, maiores produtores mundiais da iguaria. A categoria alega que a medida, se adotada, contraria o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que entrou em vigor recentemente, após 25 anos de negociações entre os dois blocos. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A maior vantagem do tratado para os europeus é poder vender bens industrializados e produtos agroalimentares processados, como queijos e vinhos, livres de tarifas para os países latino-americanos. Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, por sua vez, agora têm acesso facilitado para a exportação principalmente de matérias-primas, como carne e minerais, para a Europa. O foie gras francês se beneficia, portanto, da abertura comercial. As vendas para o Brasil representam cerca de € 1 milhão, um mercado “importante", salienta a Associação Interprofissional de Patos e Gansos para Foie Gras (Cifog). Em um comunicado, a entidade denunciou “um primeiro desvio” do acordo bilateral entre os blocos. O texto alega que a medida “entra em contradição com o espírito do tratado”. “Para além do foie gras, os profissionais da área estão preocupados com o precedente que tal proibição criaria, sem uma resposta da União Europeia e das autoridades francesas. Se o Brasil pode proibir um produto europeu reconhecido e protegido dentro de suas fronteiras, outros setores agrícolas poderiam ser alvo de medidas semelhantes no futuro”, alegam os produtores. “A Cifog solicita uma intervenção diplomática imediata da Europa junto às autoridades brasileiras para obter, ao menos, um veto parcial." Projeto de 2020 contra a alimentação forçada de animais O texto aprovado pelos deputados veta no país produtos oriundos de alimentação forçada de animais. O projeto de lei, de autoria do senador Eduardo Girão (Podemos-CE) e em trâmite parlamentar desde 2020, seguiu para sanção presidencial. O foie gras, ou fígado gordo, é um ingrediente típico da culinária francesa, obtido por meio da ingestão à força de ração à base de milho diretamente no estômago de patos e gansos. A fase de engorda ocorre, em média, durante 12 dias, no final do ciclo de vida do animal, antes do abate. O comunicado dos produtores franceses salienta que “o ganso de foie gras do sudoeste está entre as indicações geográficas protegidas reconhecidas pelo acordo comercial" entre a UE e o Mercosul, e recorda a batalha dos agricultores franceses para barrar o acordo. “O presidente Lula tem poucos dias para vetar total ou parcialmente este texto. Essa proibição da venda de um produto emblemático da gastronomia francesa, um verdadeiro símbolo da tradição agrícola do nosso país, demonstra a validade das preocupações dos agricultores franceses”, afirma a categoria. “A Cifog alerta para esta situação, que corre o risco de se alastrar a outros produtos agrícolas, e apela a uma intervenção urgente dos representantes europeus nesta matéria”, reitera. Reciprocidade O tratado assinado em dezembro prevê um mecanismo de reequilíbrio comercial, para casos como este, observa Bruno Capuzzi, especialista em comércio internacional e pesquisador do Insper Agro Global. “Se após a entrada em vigor do acordo alguma das partes aplicar medidas que restrinjam os benefícios à outra parte, as partes podem invocar uma nova negociação e pensar em uma contrapartida, uma nova rodada de concessões direcionadas”, aponta. A França é a maior consumidora e produtora mundial da especiaria, com 60% do mercado, seguida por Espanha, Bélgica e Suíça. A produção europeia foi de cerca de 20,6 mil toneladas em 2024 e as exportações movimentaram € 69 milhões, segundo números da Eurostat citados pela entidade representante do setor Euro Foie Gras. A proibição brasileira, se for confirmada, poderia gerar uma nova onda de pressões do setor agrícola francês por contrapartidas, gerando uma dinâmica desfavorável para o cumprimento do acordo. Mas o especialista lembra que o princípio da reciprocidade de práticas, caro aos europeus para questões como combate ao desmatamento e uso de agrotóxicos nos países do Mercosul, também vale no sentido oposto. “Seria um contrassenso, porque os agricultores franceses pedem para a União Europeia aplicar as famosas cláusulas-espelho, ou seja, que as práticas mandatórias de serem cumpridas na União Europeia sejam espelhadas nas condicionalidades da exportação. Se a lei brasileira passar como está, estará fazendo exatamente isso”, indica. “Se houvesse uma forma de engordar a ave sem alimentação forçada, o foie gras por si só não seria proibido. É uma distinção importante”, avalia Capuzzi. Proibições pelo mundo Diversos países se mobilizam para acabar com a prática de alimentação forçada, em nome do bem-estar animal. A produção de foie gras é proibida em lugares como Dinamarca, Reino Unido, Alemanha, Itália e Argentina. Em 2014, a Índia se tornou o primeiro a banir também a comercialização e a importação da iguaria. Do lado dos consumidores, fora da Europa, o Japão, a China e os Estados Unidos são os maiores compradores, onde o ingrediente é encontrado em restaurantes de luxo e delicatessens.

Plano-Sequência
PS# 023 - João Moreira Salles

Plano-Sequência

Play Episode Listen Later May 26, 2026 129:10


Neste programa especial de aniversário, falamos sobre o tema que vocês, ouvintes, escolheram em votação no nosso Instagram e no Twitter. O tema vencedor foi Documentário Brasileiro Contemporâneo, e o cineasta escolhido foi João Moreira Salles.Portanto pegue seu fone de ouvido, prepare o café e nos acompanhe nesta jornada, pois a partir de agora você está em um plano-sequência!Ficha Técnica: Neste programa, Fernando Machado, Leandro Luz, Marina Oliveira e Pedro Tobias falam sobre o cinema de João Moreira Salles | Duração: 02h09min. | Pauta: Fernando Machado | Arte da Capa: Marina Oliveira | Edição: Pedro Tobias | Mixagem de Som e Trilha Sonora: Fernando MachadoCaso você queira ouvir os comentários apenas sobre um dos filmes, confira a minutagem em que cada um entra:00:22:26  - Notícias de uma guerra particular (1999)00:41:31  - Nelson Freire (2003)00:56:52  - Entreatos (2004)01:20:19  - Santiago (2007)01:34:54  - No intenso agora (2017)01:48:45  - Top 3, Considerações Finais, etcDúvidas, sugestões, críticas ou feedbacks podem ser enviados para o e-mail contato@plano-sequencia.com ou através de nossas redes sociais. Estamos no Twitter @planoseqcast, no Instagram @planoseqcast e no Facebook/planosequenciapodcast. Não deixe de avaliar o podcast no iTunes para que possamos ter mais visibilidade dentro da plataforma.Hyperlinks'Notícias de uma guerra particular' ainda gera debate sobre violência no Rio, 20 anos depois, por Alexandre Werneck'Intervenção não pode se resumir a envio de capitão do mato à senzala do século 21', diz ex-chefe da Polícia Civil (Hélio Luz), por Júlia Dias CarneiroLista dos 100 documentários essenciais do cinema brasileiro (ABRACCINE)Depois da revolução, a ressaca - João Moreira Salles (TRIP TV)

Não Conto Calorias - O podcast
Paladar infantil

Não Conto Calorias - O podcast

Play Episode Listen Later May 25, 2026 85:34


“Meu filho é chato pra comer”, “Paladar infantil” e “Criança minha não come porcaria” são frases que a gente escuta muito de mães, pais e cuidadores. E eu entendo a aflição que é tentar alimentar uma criança que se recusa a experimentar ou comer da forma que julgamos correto. Mas entre nossa percepção e a realidade objetiva existe um longo caminho. Será mesmo que seu filho é chato pra comer ou ele está aprendendo a se relacionar com a comida no tempo de uma criança? Será que ele come pouco ou não come o prato enorme que você monta pra ele? E será mesmo que ele ama ‘porcarias' ou não tem acesso a variedade alimentar? Essas e outras perguntas foram feitas e respondidas pela nutricionista Daniela Marchioreto. A Dani é especializada em transtornos alimentares pelo Ambulim e nutricionista voluntária no Grupo de Pesquisa e Intervenção em TARE do PROTAD/Ambulim. @danielamarchioreto.nutriO Clube CCAFE é apoiador desse podcast. Se você é nutricionista, faça parte do Clube: www.ccafe.com.br. E tem cupom de desconto: CALORIAS10Siga o Não Conto Calorias:no instagramhttp://www.instagram.com/naocontocaloriasno Substackhttps://naocontocalorias.substack.com/

TheValveCast
Click Valvar #739 - Intervenção em valva tricúspide

TheValveCast

Play Episode Listen Later May 25, 2026 5:46


No Click Valvar de hoje temos grandes insights sobre intervenção em valva tricúspide.

Convidado
"Legado de Mário Pinto de Andrade faz a intersecção entre a cultura e política"

Convidado

Play Episode Listen Later May 25, 2026 12:49


Por ocasião da celebração hoje do Dia da Libertação de África, esta segunda-feira e nos dias 28, 29 e 30 de Maio, decorre em Lisboa, um colóquio sobre o legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade, líder independentista angolano, intelectual de vulto, contemporâneo de Aimé Césaire e Leopold Sédar Senghor, que escreveu obras designadamente sobre literatura e história e foi ministro da cultura da Guiné-Bissau, país onde se exilou em 1975. O evento que abrange conferências, projecções de filmes ou ainda exposições em Picoas, na Cidade Universitária e no Espaço Cultural Mbongi 67 nas imediações da Lisboa, é organizado nomeadamente pela associação dos amigos de Sarah Maldoror e Mário Pinto de Andrade, o Centro de Estudos Internacionais, a Casa da Cultura da Guiné-Bissau, ou ainda o Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral. Entre os estudiosos que participam no evento, estão presentes os sociólogos Cristina Roldão e Miguel de Barros, a universitária Inocência Mata ou ainda o historiador Julião Soares Sousa. Em entrevista à RFI, Sumaila Djaló, activista e estudioso guineense membro da organização desta série de encontros, evocou a figura de Mário Pinto de Andrade e o seu enorme legado intelectual. RFI: Nesta data em que se celebra o Dia da Libertação de África, o que os levou a escolher organizar um colóquio específico em torno de Mário Pinto de Andrade? Sumaila Djaló: Mário Pinto de Andrade é uma figura interessante, incontornável das lutas de libertação dos países africanos colonizados por Portugal. Nasceu em Angola, mas teve uma passagem por Portugal entre as décadas de 40 e 50 do século passado, onde conheceu com toda aquela malta da Casa dos Estudantes do Império, que veio das várias colónias portuguesas para estudar em Portugal e onde também esses encontros forjaram a consciência para o anticolonialismo. Liderou não só o MPLA como o seu primeiro presidente e um dos seus fundadores, mas as organizações unitárias das ex-colónias portuguesas em África. A partir destes espaços, também abriu possibilidades de alianças internacionais na Europa, na Ásia e em outros cantos do mundo desses movimentos de libertação. Por isso, a sua figura é muito importante não só para a independência de Angola, mas também para as independências de todos os outros países. Aliás, depois da independência, logo em 1975, exilado na Guiné-Bissau, desempenharia funções governamentais muito importantes nesse país também, para além de mais tarde, outras funções em organizações internacionais como a UNESCO. Portanto, a sua figura, na sua vertente militante, revolucionária, política, intelectual e cultural, é toda esta diversidade em torno do intelectual que é e é muito importante para as gerações actuais e para a historiografia, mas também a memória das lutas de libertação das ex-colónias de Portugal em África. RFI: Não dá, com certeza, para evocar, todos os acontecimentos que estão a ser organizados em torno da figura de Mário Pinto de Andrade. Mas se pudesse citar alguns, quais vão ser os pontos altos dessa série de eventos? Sumaila Djaló: Logo no dia 25 de Maio, em que é celebrado também o Dia da Libertação Africana, temos a abertura de uma exposição no Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral - CITAC, em Lisboa, Picoas, onde às 17 da tarde abre-se um painel em debate sobre a memória e os arquivos que também conduzem a esse legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade. Uma exposição em que estará disponível para investigadores, para pessoas interessadas, estudantes e também jornalistas e todas as pessoas interessadas. Uma exposição que conduz ao arquivo do CITAC sobre Mário Pinto de Andrade. Livros, artigos sobre Mário Pinto de Andrade. Comunicações que também ajudam a compreender todo este seu percurso multifacetado. Depois, no dia 28 e dia 29, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, teremos durante esses dois dias conferências mesas redondas em torno desse mesmo legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade, juntando investigadores, historiadores, ensaístas e pessoas que estudam o percurso político e cultural de Mário Pinto Andrade, mas também activistas e outras pessoas que se contactam com o seu legado de outra forma. No último dia, no dia 30, teremos na parte da manhã um passeio histórico intitulado de 'Itinerários de Mário Pinto de Andrade', que passa por diferentes espaços frequentados por Mário Pinto de Andrade durante a sua estadia em Lisboa nos anos 40 e 50. E, finalmente, à tarde, temos uma sessão cultural no Espaço Cultural Mbongi 67, no Monte Abraão, em Lisboa, também onde o contacto será com textos da literatura oral e tradicional angolana, mas também da literatura moderna angolana ao ritmo de Kora, uma mesa redonda de diálogo a partir do seu livro 'As origens do Nacionalismo Africano' e a partir desse livro debater o panafricanismo, desde as suas origens até hoje. São estas actividades que fazem o conjunto do colóquio a acontecer em quatro dias, que também visa a resgatar esta memória importante para os povos africanos de língua oficial portuguesa, mas para os povos que combateram o colonialismo português em África. RFI: Relativamente a, lá está, resgatar esta memória, Mário Pinto de Andrade marcou a época em que viveu. E como é que ele marca a nossa época hoje em dia? Sumaila Djaló: Mário de Andrade tem um legado interessante e diverso. Esse legado faz a intersecção entre a cultura e política. Ele não concebia a cultura fora de uma intervenção política que visa a transformação da vida das pessoas na sociedade e de toda a humanidade. Isto é um legado muito importante para os nossos dias, em que se tende a separar a acção cultural com a vida social e política que até certo ponto mais interessa a transformação da vida das pessoas e ao progresso da própria humanidade. Para ele não havia essa dicotomia entre política e cultura. Na medida em que se acrescentam, se complementam estas duas áreas e o seu legado intelectual, passando pela intersecção destas duas áreas, leva nos à literatura, à militância política, ao pensamento intelectual que não dissocia o acto de pensar a sociedade, o acto de reflectir sobre a vida das pessoas nas sociedades, da intervenção para a transformação dessas mesmas sociedades e para o bem da humanidade. Eu julgo que é o principal ensinamento que podemos retirar do legado de Mário de Andrade, mas também o esforço para a construção da união num sentido panafricano em termos de unidade entre os povos africanos, para a concretização do grande objectivo da construção do progresso de todos os povos africanos e a partir de África, para o benefício da humanidade. Isto é uma questão também muito presente no seu pensamento, pensar a partir de África. RFI: Isto é um evento de vulto em torno de África, em torno de uma figura africana de primeiro plano que está a acontecer em Lisboa. Como é que estamos em Portugal relativamente a este passado? Sumaila Djaló: Portugal tem vários desafios a enfrentar em relação às suas responsabilidades. Também com um passado colonial muito marcado por violências de vária ordem e por subalternizações que persistem até aos dias de hoje. O passado colonial ajuda a configurar questões muito presentes, como o racismo e o neocolonialismo que também se expressa de alguma maneira nas relações entre o Estado português e as suas ex-colónias. Por isso, a figura de Mário Pinto de Andrade, tendo passado por Portugal, onde estudou e onde iniciou a primeira fase da sua militância política, mas também passado por outros países da Europa, como a França, onde teve grande impacto nos círculos panafricanos que também viriam a influenciar os movimentos de libertação na sua construção ideológica, os movimentos de libertação africanos, mas também as dinâmicas do envolvimento directo no processo das lutas de libertação a partir de Conacri, a partir de Angola, a partir da Guiné-Bissau e do envolvimento com todas estas redes transnacionais de lutas anticoloniais, ajudam-nos hoje, a partir de Portugal, também a reflectir sobre o papel que o Estado português e a sociedade portuguesa têm para a sua mobilização no sentido de superar os resquícios do colonialismo manifestados hoje regularmente, através do racismo que é muito marcado na sociedade portuguesa e que tem esse desafio de superar o racismo, mas também nas relações do Estado português com as ex-colónias africanas, onde a relação de subalternização destas ex-colónias permanece nos nossos dias e onde o espaço chamado Lusofonia tem servido como um antro da manutenção desta relação de subalternização entre Portugal e as ex-colónias. Portanto, evocar Mário Pinto de Andrade nos dias de hoje também tem esse papel, essa função de chamar a sociedade portuguesa na sua pluralidade, ao diálogo que contraria os legados do colonialismo presentes na sua sociedade. RFI: Este colóquio conta com a participação de diversos intelectuais de primeiro plano a nível de África. Há um fervilhar em termos de estudos em torno da questão pós colonial. E há também uma passagem de testemunho. Há cada vez mais estudiosos jovens que vão tentar estudar de outra forma a história de África. Sumaila Djaló: Penso que o movimento intelectual que ajudou a configurar o espaço ideológico anticolonial em África e de que fez parte numa das suas fases mais salientes, Mário Pinto de Andrade tem um legado que persiste até aos nossos dias e por isso é que tudo o que jovens estudantes, investigadores e estudiosos africanos, mas também estudiosos e investigadores da Europa e de outros cantos do mundo vão fazer a partir dos legados destas figuras proeminentes das lutas de libertação, tem também a ver com uma forma de continuidade, uma linha de pensamento que pauta pelas sociedades mais plurais e democráticas, onde a liberdade do homem e da mulher nessas sociedades estará sempre no centro, mas também um pensamento que contraria todas as formas de subalternização de povos e de menorização de culturas. E por isso, a partir deste colóquio, mobiliza-se também pessoas de várias geografias, obviamente a partir de África. Como podemos ver no programa, assinalo aqui duas conferências, a da abertura e do encerramento, a serem dirigidas por dois intelectuais africanos que passam muito pelos estudos das várias formas de pensamento africano anticolonial a partir da literatura, a partir da cultura, como a professora Inocência Mata e a partir da história e da historiografia, com o professor Jean-Michel Mabeko Tali e de outros intelectuais que vão fazer os painéis, quer da nova geração, quer de uma geração mais antiga, de intelectuais africanos e de outros cantos do mundo.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Caravana 3D: SP entrega duplicação de mais de 22 km da SP-333 e reforça segurança viária na região de Bauru

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later May 22, 2026 3:09


Intervenções do programa SP pra Toda Obra modernizam infraestrutura, facilitam mobilidade e impulsionam logística regional

CEI DE CABO FRIO
A intervenção da GRAÇA - Pr. Rafael Lemos

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later May 20, 2026 36:28


Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em II Samuel, capítulo 9, versículos a ao 11, nos traz uma reflexão sobre a intervenção da graça de Deus na vida de Mefibosete, e na nossa hoje.A história de Mefibosete é uma das maiores demonstrações da graça na Bíblia. Um homem marcado pela dor, pela limitação e pelo esquecimento recebe um convite inesperado do rei Davi. O que parecia impossível aconteceu por causa de uma aliança e de uma decisão de amor.Mefibosete não tinha forças para mudar sua própria história. Ele era aleijado dos pés, vivia escondido em Lo-Debar — um lugar sem expressão, sem esperança e sem futuro. Mas a graça o encontrou.A graça sempre intervém quando tudo parece perdido.1. A graça nos procura quando estamos escondidosDavi perguntou: “Resta ainda, porventura, alguém da casa de Saul, para que eu use de bondade para com ele, por amor de Jônatas?”Mefibosete não procurou o rei. Foi o rei quem o procurou.Assim também acontece conosco. Muitas vezes estamos escondidos na dor, no medo, no pecado ou na decepção, mas a graça de Deus sabe exatamente onde nos encontrar. Deus não se esquece de nós, mesmo quando as pessoas se esquecem.Lo-Debar pode representar fases da nossa vida em que tudo parece seco e vazio, mas a graça de Deus entra até nos lugares mais improváveis.2. A graça nos chama pelo nomeQuando Mefibosete chegou diante do rei, Davi disse: “Mefibosete!”A graça não trata pessoas como números. Deus conhece nossa história, nossas feridas e nossas limitações. O Senhor nos chama pelo nome porque Ele se importa conosco de maneira pessoal.Mesmo carregando marcas do passado, Mefibosete foi lembrado pelo rei.Talvez as circunstâncias tenham tentado definir quem você é, mas a graça de Deus redefine destinos.3. A graça remove o medoMefibosete chegou com medo, achando que seria condenado. Afinal, ele era descendente de Saul, antigo perseguidor de Davi. Porém, as primeiras palavras do rei foram:“Não temas.”A graça não chega para destruir; ela chega para restaurar.Quantas pessoas vivem assustadas, presas ao passado e esperando julgamento? Mas quando Deus intervém, Ele traz paz ao coração aflito.A graça interrompe ciclos de culpa e libera um novo começo.4. A graça nos tira de Lo-Debar e nos leva para a mesa do reiDavi restituiu a Mefibosete as terras de Saul e ainda declarou que ele comeria continuamente à mesa do rei.Que transformação poderosa!Quem vivia esquecido agora sentava-se à mesa real.Quem vivia na escassez agora desfrutava da provisão.Quem carregava vergonha agora recebia honra.É isso que a graça faz: Ela pega pessoas quebradas e lhes dá um lugar de honra.Na mesa do rei, os pés aleijados de Mefibosete ficavam escondidos. Isso nos lembra que, quando estamos em Cristo, a graça é maior do que nossas limitações.5. A graça muda nossa posiçãoMefibosete disse: “Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu?”Ele se via sem valor, mas Davi o via pela ótica da aliança.Muitas vezes nos enxergamos apenas pelas nossas falhas, mas Deus nos vê através da graça. A intervenção da graça muda nossa identidade, nossa posição e nosso futuro.Conclusão: A intervenção da graça transforma histórias improváveis.Deus ainda visita “Lo-Debares”.Ele ainda chama pessoas esquecidas.Ele ainda restaura dignidade.Ele ainda prepara mesas para quem achava que nunca mais teria lugar.A graça nos alcança não porque merecemos, mas porque o amor de Deus decidiu nos amar.E quando a graça intervém, o impossível deixa de ser o fim da história.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

Vichyssoise
“Intervenção de Seguro foi um pouco infeliz”

Vichyssoise

Play Episode Listen Later May 8, 2026 28:11


Em entrevista ao Observador, Pedro Silva Martins, antigo secretário de Estado do Emprego de Passos, lamenta a forma como o então candidato presidencial condicionou a discussão sobre a reforma laboral.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Caça ao Voto
Vichyssoise. “Intervenção de Seguro foi um pouco infeliz”

Caça ao Voto

Play Episode Listen Later May 8, 2026 28:11


Em entrevista ao Observador, Pedro Silva Martins, antigo secretário de Estado do Emprego de Passos, lamenta a forma como o então candidato presidencial condicionou a discussão sobre a reforma laboral.See omnystudio.com/listener for privacy information.

TheValveCast
Click Valvar #734 - Intervenções percutâneas e Escores de risco clínicos

TheValveCast

Play Episode Listen Later May 7, 2026 4:52


No Click Valvar de hoje temos grandes insights sobre intervenções percutâneas e escores de risco clínicos.

Fernando Ulrich
Lula é derrotado; o grande risco subestimado; o mercado de combustíveis mudou pra sempre

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later May 4, 2026 50:05


O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começou00:25 - A rejeição de Messias e desdobramentos na eleição06:07 - Decisão do Copom sobre a queda da Selic09:15 - Conflitos no Oriente Médio e bloqueio de Ormuz12:55 - Saída dos Emirados Árabes da OPEP15:57 - Resiliência da Rússia frente às sanções17:42 - Possível interferência dos EUA na política brasileira20:12 - Financiamento de IPOs e sinais de topo de mercado22:21 - Intervenção do Japão para defender o Iene25:50 - Recomendação e diversificação em fundos imobiliários FII27:07 - Concentração de portfólio por fator (Bitcoin)28:33 - Riscos subestimados pelo mercado30:50 - O que fazer com a queda do dólar32:10 - Próxima indicação ao STF32:42 - Impacto da guerra no preço dos alimentos33:38 - Novidades sobre a OranjeBTC (OBTC3)35:19 - Como é criada a moeda bancária (M1)36:23 - Economics dos tokens e futuro da IA39:15 - Existe inflação cultural de preços?41:22 - Inflação do Milei não caiu por que?43:07 - Imigração para China vs. Estados Unidos43:54 - O ouro perderá valor para o Bitcoin no futuro?45:22 - Opinião sobre o livro "A Revolta de Atlas"47:13 - Principais teóricos sobre ciclos de mercado

PQU Podcast
Episódio #351 – Intervenção precoce em psicoses

PQU Podcast

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 55:29


No episódio 351 do PQU Podcast recebi o psiquiatra Gabriel Correa de Oliveira, especialista em intervenção precoce em psicoses e supervisor de um dos serviços mais conceituados do país. Gabriel veio nos contar detalhes da 1ª Jornada de Intervenção Precoce em Psicoses, que acontece no dia 16 de maio. Aproveitei a oportunidade para uma conversa rica sobre a ciência por trás da intervenção precoce, a importância de reduzir a duração da psicose não tratada e a experiência consolidada do serviço do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, sob coordenação da Profa. Cristina Del Ben. Gostei muito do papo — foi denso, prático e cheio de insights clínicos relevantes. Tenho certeza de que você também vai apreciar.

TheValveCast
Click Valvar #729 - Resultados de uma intervenção em regurgitação tricúspide

TheValveCast

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 4:35


No Click Valvar de hoje temos grandes insights sobre os resultados de uma intervenção em regurgitação tricúspide.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Com 97% concluída, obra da Hidrovia Tietê-Paraná entra na fase final de vistoria

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 1:21


Intervenção no trecho paulista deve triplicar a capacidade da hidrovia, reduzir custos logísticos e garantir navegabilidade mesmo em períodos de estiagem

Sem Precedentes - JOTA
O que o STF decidirá sobre as eleições no Rio de Janeiro?

Sem Precedentes - JOTA

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 45:34


O STF e o imbróglio do Rio de JaneiroO julgamento sobre as eleições no Rio de Janeiro, desencadeado pela renúncia do governador Cláudio Castro, expôs o Supremo Tribunal Federal como ele é — partido ao meio, marcado pela desconfiança mútua entre os ministros e pressionado por contornos políticos que nem sempre ficam fora do raciocínio jurídico.- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonzeNeste episódio, Felipe Recondo, Thomaz Pereira e Luiz Fernando Esteves analisam as duas sessões de julgamento e o que elas revelam sobre o momento atual do STF. A discussão passa pelas questões centrais do caso — eleição direta ou indireta, voto aberto ou fechado, os efeitos da renúncia de Cláudio Castro sobre o processo no TSE — e chega ao que está por trás de tudo isso: a desconfiança entre os ministros, o pedido de vista de Flávio Dino, os recados trocados em plenário e o papel do TSE numa crise que poderia ter sido evitada.O episódio discute também por que o STF, ao se colocar como resolvedor geral dos problemas da República, acaba se expondo a críticas que minam sua própria legitimidade — e o que esse julgamento, em particular, diz sobre o tribunal que temos hoje.Posso ajustar o tamanho, o tom ou destacar outros aspectos do episódio, se preferir.Capítulos:00:00 Contexto Político e Judiciário no Rio de Janeiro02:57 Desafios da Decisão do Supremo06:09 Voto Aberto vs. Voto Fechado09:05 Intervenção Federal e a Renúncia de Claudio Castro12:10 Implicações da Legislação Eleitoral15:09 Confusão no Julgamento e a Questão da Renúncia17:57 Consequências Políticas e Eleitorais20:54 Reflexões Finais sobre o Supremo e o Rio de Janeiro24:23 A Influência Política no Supremo28:17 A Percepção Pública do Supremo30:34 Desafios da Decisão Judicial35:31 A Indefinição no Governo do Rio de Janeiro39:00 O Poder do STF nas Eleições43:55 Desconfiança e Clima no Supremo

Expresso - Expresso da Manhã
João Maria Jonet: “Acabar a guerra do Irão sem uma vitória clara, pode ser a intervenção militar mais desastrosa da história dos EUA”

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 15:33


A incerteza tomou conta de um cessar-fogo que pretendia abrir caminho às negociações pela paz no Médio Oriente. Trump está à procura de uma saída para uma guerra que teima em não lhe dar uma vitória clara e em que Israel tem objectivos diferentes. Neste episódio, conversamos com o comentador da SIC João Maria Jonet.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Resposta Pronta
Nuno Gouveia: “Intervenção dos EUA ficará para a história”

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 3:34


Nuno Gouveia alerta que cessar-fogo pode representar recuo dos EUA. O especialista internacional acrescenta que não há garantias sobre fim do programa nuclear iraniano e do impacto político interno.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Maconhômetro
Educação | Álcool e Outras Drogas nas Escolas, com Maria Elena Goroso

Maconhômetro

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 43:18


Tá nos ares +1 episódio do Maconhômetro Educação, um projeto do Cannabis Monitor em parceria com o Grupo de Pesquisa Educação e Drogas (GPED), vinculado à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).Neste episódio, os pesquisadores do GPED, Francisco Coelho e Cauê Galvão, recebem para uma troca a Psicóloga Maria Elena Goroso, que é Mestre e Doutora em Psicologia, com ênfase em Processos Psicossociais em Saúde, e Pós-doutora em Psicologia na área de prevenção ao uso de álcool nas escolas. Ela também é integrante dos grupos de pesquisa: Centro de Referência em Pesquisa, Intervenção e Avaliação em Álcool e Outras Drogas da UFJF, do Núcleo de Estudos ÁNCORA, da Universidade de Tucumán (ARG) e também do GPED, tendo como horizontes de pesquisa a saúde do adolescente, prevenção e promoção da saúde em contexto escolar, consumo de álcool e outras drogas em jovens.Neste papo, ela compartilha sua trajetória no campo da educação sobre álcool e outras drogas no contexto escolar, a incorporação da Redução de Danos nos seus trabalhos, suas vivências nesse campo tanto no Brasil quanto na Argentina, entre outras brisas... Confira!Conheça mais sobre o GPED: ww.gped.net | educacaosobredrogas.com.brConsidere apoiar o Cannabis Monitor: http://apoia.se/cannabismonitor---O ep. Educação #15 | Álcool e Outras Drogas nas Escolas, com Maria Elena Goroso, contou com apresentação de Francisco Coelho (GPED) e Cauê Galvão (GPED), direção, roteiro e produção de Gustavo Maia (CM) e edição e finalização de Antonio Said (Pinzeiro).

Clube da Cardio Podcast
204 - Jornal do Clube - 36ª edição, com Luís Augusto Carvalho | Pocket Pill

Clube da Cardio Podcast

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 20:17


No Pocket Pill desta semana, Luís Augusto Souza de Carvalho, apresenta os principais destaques da 36ª edição do Jornal do Clube, nossa newsletter semanal publicada toda terça-feira, às 7h da manhã. Em poucos minutos, você confere quatro temas atuais e relevantes, com impacto direto na prática clínica: ✅ Intervenção coronariana percutânea na doença arterial coronariana✅ Manejo da insuficiência cardíaca ✅ Novidades no tratamento da doença coronária ✅ Insuficiência tricúspide: quando e como intervir? 

Gabinete de Guerra
Irão. Quando é que os EUA vão esclarecer objetivos?

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 18:02


Intervenção militar dos EUA no Irão continua a não ser clara nos objetivos. A sensação de insegurança e a perda de credibilidade da Europa no Direito Internacional na análise de Pedro Ponte e Sousa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Gabinete de Guerra
"Intervenção russa no Médio Oriente? Será apenas simbólica"

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 11:34


Especialista em relações internacionais, João Albuquerque, não acredita numa intervenção direta da Rússia no Médio Oriente. Destaca ainda o impacto económico devido ao fecho do estreito de Ormuz. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aleixo FM
Intervenção Militar no Irão

Aleixo FM

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 5:40


Os EUA efetuaram um ataque/ um bombardeamento/ uma operação militar/ intervenção/ etc. Ninguém sabem bem que nome dar a aquilo... Mataram o Aiatotlá, pornto. Foi mais isso.

Sem Moderação
“A irresponsabilidade e a ilegalidade desta intervenção no Irão supera a do Iraque”

Sem Moderação

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 25:00


Após o ataque americano, Donald Trump afirmou que o Irão quer conversar, mas que é tarde demais. Na manhã de sábado, juntamente com Israel, os EUA lançaram uma ofensiva sobre o país do Médio Oriente, enquanto decorriam negociações entre Washington e Teerão. Ainda assim, não são claras as razões que levaram os EUA a atacar o Irão. Daniel Oliveira questiona se alguém acredita que “se muda um regime de avião”, com ataques aéreos; Francisco Mendes da Silva sublinha que ainda não foi explicado qual era o perigo iminente. A análise dos comentadores, no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 3 de março. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Fernando Ulrich
Ouro $5.000, dólar caindo e intervenção no iene, o que está acontecendo?

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 16:40


No vídeo de hoje, analisamos uma semana histórica nos mercados globais, marcada pela disparada do ouro acima de US$ 5.000, a forte alta das taxas de juros no Japão e os movimentos inéditos no câmbio internacional.Exploramos os rumores de intervenção entre Estados Unidos e Japão, a fraqueza recente do dólar e os impactos potenciais da repatriação de capitais por Europa e Japão.

Gabinete de Guerra
Intervenção dos EUA no Irão está mais longe de acontecer?

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Jan 17, 2026 17:59


Francisco Pereira Coutinho afirma que regime iraniano conseguiu controlar manifestações recorrendo a uma onda de repressão que nunca tinha havido. E como poderá a NATO ajudar a Gronelândia?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Diplomatas
“Trump já disse o suficiente” para uma intervenção militar dos EUA no Irão ser “praticamente inevitável”

Diplomatas

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 39:49


O episódio desta semana do podcast Diplomatas começou com uma análise à situação política e social no Irão, após semanas de protestos contra o regime, e aos planos dos Estados Unidos para forçar a queda dos líderes da República Islâmica. Carlos Gaspar e Teresa de Sousa debateram ainda as ambições da Administração Trump de se apoderar da Gronelândia e concordaram que as questões que envolvem o território autónomo dinamarquês podem pôr em causa o futuro da NATO. Por fim, o investigador do IPRI-NOVA e a jornalista do PÚBLICO reflectiram sobre a importância do papel do Presidente da República na execução da política externa de Portugal e deram nota do reduzido tempo de discussão sobre política internacional ou temas de defesa e de segurança na campanha para a primeira volta das eleições presidenciais de domingo. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Gabinete de Guerra
Estará iminente uma intervenção militar dos EUA no Irão?

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 15:32


A especialista em Relações Internacionais, Daniela Nunes, acredita que uma intervenção americana é um trunfo que ainda não será utilizado por Trump. Analisa ainda a situação na Gronelândia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

SBD
N528 - Impacto das crenças espirituais e intervenções baseadas na fé no manejo do DM - Françoise Cancio

SBD

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 5:33


N528 - Impacto das crenças espirituais e intervenções baseadas na fé no manejo do DM - Françoise Cancio by SBD

Oxigênio
#210 – Restauros de um golpe – Ep. 1

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 18:34


No primeiro episódio do ano, Aurélio Pena, Marcos Ferreira e Rogério Bordini retomam os eventos do 8 de janeiro de 2023 para pensar como a destruição de obras de arte reflete a forma de pensar que motivaram as ações golpistas nesse dia. E depois, como o restauro dessas obras pode ajudar a elaborar a reconstrução da democracia no país? No episódio, você escuta pesquisadores que explicam os impactos dos atos golpistas e também como foi o processo de restauro das obras danificadas. _________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO “Série – Reparos de um Ataque –  8 de Janeiro” – Ep.1 Restauros de um golpe Golpistas: Quebra tudo. Vamos entrar e tomar o que é nosso. Chega de palhaçada. Marcos: Quebradeira, gritaria e confusão. Ouvindo essa baderna, pode-se imaginar que estamos falando de um cenário de guerra. Mas esse foi o som ouvido durante os ataques antidemocráticos do 8 de janeiro de 2023 em Brasília. Golpistas: Entremos no Palácio dos Três Poderes. Telejornalista: Milhares de pessoas invadiram a sede dos três poderes em 8 de janeiro de 2023. Elas não aceitavam a derrota de Jair Bolsonaro e pediam um golpe de Estado. Golpistas: Intervenção federal. Intervenção federal. Telejornalista: De lá pra cá, investigações da Polícia Federal descobriram que a tentativa de golpe começou meses antes. Políticos e militares alinhados a Bolsonaro se reuniram e elaboraram planos para permanecer no poder. Para eles, era importante que os manifestantes se mantivessem exaltados. Aurélio: Durante o atentado, os golpistas danificaram diversas obras de arte do Acervo Nacional, sendo elas de valor inestimável para a cultura, memória e história do nosso país. Quadros como o Mulatas à Mesa, do pintor Emiliano di Cavalcanti, o retrato de Duque de Caxias, do artista Oswaldo Teixeira e o Relógio de Baltasar Martinot são apenas alguns dos itens danificados e destruídos. Marcos: Os escombros de toda essa devastação não foram simplesmente abandonados. Hoje, tais obras estão restauradas, quase como se nada tivesse acontecido naquele dia fatídico. E é isso que a gente vai contar pra você nesta série, com dois episódios. No episódio de hoje, vamos rememorar como foi o dia da invasão à Brasília. Vamos também conhecer um pouco sobre as etapas do processo de restauro das obras que pertencem ao nosso Acervo Nacional, que você já consegue visitar novamente. E no próximo episódio, vamos explorar mais detalhes dos desafios técnicos e científicos em se estudar e restaurar as obras raras no Brasil, de forma mais aprofundada. Aurélio: Eu sou Aurélio Pena. Marcos: E eu sou o Marcos Ferreira. Aurélio: Nosso editor é Rogério Bordini. E este é o podcast Oxigênio. Vinheta: Você está ouvindo Oxigênio. Aurélio: Para entender a importância desse restauro, primeiro a gente precisa saber um pouquinho sobre o que foi o 8 de janeiro. Marcos: A mudança do ano de 2022 para 2023 foi o período de troca entre governos presidenciais no Brasil. Em 2022, o atual presidente Lula foi eleito com 50,9% dos votos contra 49,1% para o agora ex-presidente Bolsonaro, durante o segundo turno das eleições. Essa disputa acirradíssima representa uma enorme divisão política no Brasil, como nunca tivemos antes na nossa história. Aurélio: O cenário era de tensão. Durante anos, Bolsonaro vinha questionando a legitimidade das eleições e dando declarações favoráveis a um golpe de Estado, caso não vencesse as eleições. Bolsonaro: Nós sabemos que se a gente reagir depois das eleições vai ter um caos no Brasil, vai virar uma grande guerrilha, uma fogueira. Nós não podemos, pessoal, deixar chegar as eleições, acontecer o que tá pintado, tá pintado. Eu parei de falar em votos, em eleições há umas três semanas… Cês tão vendo agora que acho que chegaram à conclusão, a gente vai ter que fazer alguma coisa antes. Aurélio: Dessa forma, quando o ex-presidente foi derrotado nas urnas, ele já havia plantado as sementes de uma revolta antidemocrática que explodiu nos ataques do 8 de janeiro de 2023. Marcos: Vale ressaltar que as inúmeras alegações de fraude eleitoral feitas por Bolsonaro nunca foram confirmadas. Pelo contrário, segundo um relatório encomendado pelo TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, que contou com uma análise de nove organizações internacionais independentes, o sistema eleitoral brasileiro é, abre aspas, ”seguro, confiável, transparente, eficaz, e as urnas eletrônicas são uma fortaleza da democracia”, fecha aspas.  E ainda mais, o próprio ex-presidente nunca forneceu evidências que suportassem essas alegações. Aurélio: Em 8 de janeiro de 2023, uma semana após a posse de Lula, alguns grupos alinhados ao bolsonarismo, insatisfeitos com o resultado da eleição e, claro, influenciados por discursos de contestação ao processo eleitoral, organizaram as manifestações que culminaram na invasão de prédios dos três poderes da república na cidade de Brasília. Trajados de verde e amarelo, os golpistas invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto, que é a sede do Executivo, e o Supremo Tribunal Federal, que a gente conhece como STF. Esses edifícios são símbolos da democracia brasileira e abrigam as principais instituições políticas do nosso país. Marcos: Durante os ataques, os golpistas destruíram janelas, móveis, obras de arte históricas, documentos e equipamentos. Além disso, realizaram pichações, roubaram objetos e tentaram impor sua insatisfação por meio de atos de vandalismo e intimidação. Hoje sabemos que uma parcela das Forças Armadas foi conivente com os atos antidemocráticos e, por conta disso, a devastação causada pelos bolsonaristas foi imensa, principalmente ao acervo histórico e cultural nacional. Aurélio: No próprio dia desses ataques, centenas de manifestantes foram detidos e investigações subsequentes foram e vêm sendo conduzidas para identificar os organizadores e os financiadores dessas ações. Marcos: Em março de 2025, Bolsonaro se tornou réu em ação penal sobre a acusação dos crimes: Organização criminosa armada; Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; Golpe de Estad; Dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União; Deterioração de patrimônio tombado. E em novembro de 2025, o ex-presidente foi condenado pelo ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, a 27 anos e 3 meses de cumprimento de pena em regime fechado, tornando Bolsonaro inelegível até 2060. Pelo menos essas são as últimas informações até a gravação deste episódio. Aurélio: Para ter uma maior noção do significado político dos atos do 8 de janeiro, conversamos com o Leirner, professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos. Ele fez uma análise desse crescente cenário antidemocrático desde o ano de 2013 até hoje. Marcos: Professor Piero, como a nossa democracia chegou ao ponto de termos vivenciado esses atos golpistas no 8 de janeiro de 2023? Piero: Esse é um ponto que eu acho que talvez divirja um pouco de algumas leituras, porque eu acho que o fenômeno Bolsonaro é secundário em relação ao fenômeno do desajuste institucional que a gente começou a viver no pós-2013. Após junho de 2013, houve uma espécie de janela de oportunidade, uma condição para que certos atores institucionais promovessem uma desorganização desses parâmetros que a gente está entendendo como parâmetros da democracia. Basicamente, esses atores são muitos e estão ramificados pela sociedade como um todo, mas me interessa, sobretudo, quem foram os atores estatais que produziram esse desarranjo, lembrando que eles são atores que têm muito poder. Basicamente, eu acho que esses atores estatais vieram de dois campos, o judiciário de um lado e os militares de outro. Ambos contribuíram de maneira absolutamente problemática para esse desarranjo institucional. Marcos: As investigações relacionadas à invasão de Brasília, realizadas pelo STF, responsabilizaram cerca de 900 pessoas por participação nos ataques. Os crimes realizados pelos golpistas estão nas categorias de: Associação criminosa; Abolição à violência do Estado Democrático de Direito; e danos ao patrimônio público. Aurélio: Além de Bolsonaro, outros dois grandes envolvidos na trama golpista chegaram a ser presos. O Tenente-Coronel Mauro Cid, em março de 2024, por coordenar financiadores privados dos ataques e manifestações golpistas. E o General Walter Braga Neto, preso em dezembro de 2024, por dar suporte estratégico aos golpistas, fornecendo estrutura para que eles não fossem interceptados. Piero: Eu não quero tirar, evidentemente, o caráter golpista do que aconteceu no dia 8 de janeiro de 23, mas eu queria chamar a atenção para um aspecto que eu só vi considerado nas reflexões de um livro chamado “Oito de Janeiro, A Rebelião dos Manés”. Eu acho que eles trabalham um lado, que é um lado que é bastante interessante, do ponto de vista de quem está pensando a questão simbólica do que foi a conquista do Palácio. E do fato desse grupo ter sequestrado todo o potencial antissistêmico e iconoclasta, que é, vamos dizer assim, tradicionalmente, um potencial atribuído àquilo que a gente pode entender como, vamos dizer assim, a potência virtual da massa revolucionária da esquerda. Há muito tempo a gente vê essa ideia da direita sequestrando, primeiro, a ideia de linguagem antissistêmica.  Aurélio: Conforme nos conta Piero, a destruição do acervo nacional possui também um aspecto simbólico de destruição da democracia e da cultura por uma massa que se imagina antissistema.   Marcos: Meses após a triste destruição do acervo nacional em Brasília, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, junto com instituições parceiras, iniciou o projeto de recuperação das obras danificadas. Aurélio: A equipe do projeto contou com diversos restauradores profissionais, da Universidade Federal de Pelotas, a UFPel, que hoje é uma das instituições com grande tradição em formar restauradores no nosso país. O projeto durou cerca de 10 meses, sendo que todos os restauros foram entregues em janeiro de 2025. Marcos: E para entender como é realizado esse processo de resgatar um patrimônio vandalizado, a gente conversou com uma especialista que coordenou esse enorme desafio. Andréa: Bem, eu sou a professora Andréa Lacerda Bachettini, sou professora do departamento de museologia, conservação e restauro do Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Pelotas, na qual também sou vice-diretora do Instituto do ICH. E atualmente eu coordeno esse projeto que se chama LACORP, Laboratório Aberto de Conservação e Restauração de Pintura, que coordenou então as restaurações das obras vandalizadas no 8 de janeiro do Palácio do Planalto, em Brasília. Contando um pouquinho a história desse projeto, ele começa justamente lá no 8 de janeiro de 23, quando aconteceu o ataque às instituições em Brasília. O nosso grupo de professores ficou muito estarrecido com tudo que a gente estava acompanhando nas mídias e nas redes sociais e pela televisão ao vivo, a destruição das praças e das instituições dos três poderes. Marcos: E Andréa, como que foi o início desse processo e o seu primeiro contato com as obras danificadas? Andréa: Inicialmente a gente recebeu um dossiê de 20 obras danificadas no 8 de janeiro, muito minucioso, com detalhamento enorme do estado de degradação que elas se encontravam. E aí foi nessa oportunidade que a gente viu as obras pessoalmente. Eu fico emocionada e arrepiada até hoje quando eu lembro da gente ver, por exemplo, a obra do Flautista do Bruno Jorge, que é uma obra em metal, ela é um bronze, e ela tem uns 2,8 metros de altura, e ela tem uma barra de ferro maciça por dentro, e ela estava fraturada em quatro pedaços. Aurélio: Conforme nos contou Andréa, a equipe de restauração realmente fez um trabalho bem impressionante, que demandou construir um laboratório todo lá em Brasília para conseguir trabalhar com as obras. Andréa: Então, o projeto tinha inicialmente cinco metas, a meta 1, que era a restauração das obras de arte, das 20 obras, com também a montagem de um laboratório em Brasília. Por que a montagem de um laboratório em Brasília? Pelo custo do seguro dessas obras de arte. O seguro das obras de arte inviabilizaria o projeto, levando essas obras para a Pelotas. Até porque, para vocês terem uma ideia, o laboratório foi montado, então, dentro do Palácio do Alvorada, que é a residência do presidente da República, e nós tivemos que levar uma série de equipamentos, produtos solventes, reagentes químicos, que são usados até para outras substâncias, fazer bombas, então a gente tinha que ter uma série de autorizações para poder entrar com esses insumos dentro da casa do presidente. Então, era uma rotina de trabalho bem difícil logo no início, até por questões de segurança mesmo da presidência, por causa desse atentado. E hoje a gente descobre que existiam até outros planos de assassinato do presidente, vice-presidente… Então, hoje a gente fica pensando, ainda bem que existiu toda essa segurança no início. Marcos: E você pode contar para a gente como se deu a finalização desse projeto? Nós ficamos sabendo que vocês estiveram em Brasília com o presidente Lula. Como foi isso? Andréa: Na finalização do projeto, agora no dia 8 de janeiro de 25, lá em Brasília, a gente então presenteou os alunos das escolas que participaram de oficinas, presentearam o presidente Lula com uma réplica da miniânfora e também a releitura da obra do Di Cavalcanti. Tudo foi muito gratificante, tudo muito emocional, a gente montou uma exposição na sede do Iphan em Brasília, em agosto, quando a gente fez também um seminário para apresentar as nossas etapas da restauração e todos os colegas, o desenvolvimento do projeto como um todo, foi aberto ao público, foi transmitido também pelos canais do Iphan, pelo YouTube, para nossos alunos em Pelotas também poderem acompanhar. Eu nunca imaginei que hoje, depois de 16 anos, a gente ia fazer um trabalho tão lindo, tão maravilhoso. Para a carreira da gente é muito bacana, mas como cidadã apaixonada pelo patrimônio cultural, pela arte, eu fico muito realizada, estou muito feliz. Aurélio: É muito lindo ver a paixão que a Andréa tem pelas obras e pela cultura brasileira, mas infelizmente a gente percebe que há muito descaso com a conservação do nosso patrimônio material. Pensando nisso, professora, qual é a importância da conservação e do restauro de acervos artísticos e culturais no Brasil? Andréa: A importância dessas obras restauradas é extremamente importante para a preservação da nossa memória, da nossa cultura, da nossa identidade. Pensar por que essas obras foram vitimizadas, foram violentadas. É importante também a democratização dessas obras, que as pessoas tenham acesso, que elas tenham representatividade. Muitas pessoas não conheciam essas obras, porque elas também ficam dentro de gabinetes. Como é importante a valorização da arte, do nosso patrimônio cultural, para a preservação da memória do nosso povo. E, sem isso, a gente não é um povo civilizado, porque isso é a barbárie que a gente passou. Eu fico pensando, a gente está devolvendo agora para a população brasileira essas obras que foram muito violentadas, dentro da sua integridade física, com uma pesquisa que mostra também a força das universidades, que foram também muito atacadas. Então, é a valorização disso tudo, da ciência, da arte, da cultura, do povo brasileiro. E mostrando que a gente tem resiliência, que a gente é forte, que a gente resiste. Que não é só uma tela rasgada, ela representa a brasilidade, a história da arte do nosso país. Marcos: Chegamos ao final do nosso primeiro episódio. No próximo, vamos nos aprofundar ainda mais nos inúmeros desafios enfrentados pela equipe de restauradores, e refletir sobre o estado da nossa democracia. Se você gostou, não se esqueça de deixar 5 estrelas para o nosso podcast. Isso nos ajuda muito a chegar em mais ouvintes. E também, compartilhe Oxigênio com seus amigos e em suas redes sociais. Aurélio: Esse episódio foi produzido por Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Foram utilizados trechos de áudios de matérias jornalísticas da internet. Marcos: Agradecemos a todos os especialistas que conversaram com a gente neste episódio. Também agradecemos ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas, LabJor da Unicamp. Em especial, a professora Simone Pallone de Figueiredo e a doutoranda Mayra Trinca. Um grande abraço e até o próximo episódio! Vinheta: Você ouviu Oxigênio, um programa de jornalismo científico-cultural produzido pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, LabJor da Unicamp. – Roteiro, produção e pesquisa: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Narração: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira e Aurélio Bianco Pena. Capa do episódio: Andréa Lacerda Bachettini trabalhando na restauração do quadro ‘As mulatas', de Di Cavalcanti. A obra levou sete cortes nos ataques do em 8 de janeiro — Foto: Nauro Júnior/UFPel. Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone. Entrevistados: Piero de Camargo Leirner, Andréa Lacerda Bachettini. Edição: Rogério Bordini. Vinheta: Elias Mendez Para saber mais:  Reportagem “Entre Tintas, Vernizes e Facadas” | Revista ComCiência: https://www.comciencia.br/entre-tintas-vernizes-e-facadas/ Documentário “8 de Janeiro: Memória, Restauração e Democracia” (Iphan): https://youtu.be/CphWjNxQyRk?si=xcIdb26wQTyTmS5m

O Antagonista
Ministro do TCU tenta intervenção no Banco Master

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 10:19


Jhonatan de Jesus determina inspeção no Banco Central após considerar insuficiente nota técnica sobre o caso.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.   Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h.   Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília   https://bit.ly/meiodiaoa   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Passando a Limpo
A rotina em Roraima após intervenção norte-americana

Passando a Limpo

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 23:16


Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta terça-feira (06), apresentado pela comunicadora Natalia Ribeiro, entre os principais assuntos abordados, o acordo para indenizar Roraima em R$ 115 milhões pelas ações de recepção de venezuelanos. A bancada contou com a presença de Romoaldo de Souza , Terezinha Nunes e Pedro Silveira.

Podcasts epbr
Petróleo indica intervenção de longo prazo dos EUA na Venezuela I comece seu dia

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 4:06


NESTA EDIÇÃO. Restauração prometida por Trump na Venezuela indica que intervenção deve ser longa. China pode ficar mais reticente em fazer negócios na América Latina, indicam especialistas. Produção brasileira de petróleo chega a 4,9 milhões de boe/dia em novembro. ***Locução gerada por IA

Estadão Notícias
A intervenção americana na Venezuela: dúvidas e precedentes | Estadão Analisa

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 58:16


No primeiro “Estadão Analisa” do ano Carlos Andreazza comenta sobre a captura do presidente da Venezuela, o ditador Nicolás Maduro, e a esposa, Cilia Flores, na madrugada do sábado, 3 de janeiro, pelos Estados Unidos numa ação militar jamais vista no continente americano. A Venezuela informou que os bombardeios atingiram também a população civil. Ao menos quatro localidades venezuelanas teriam sido atacadas por militares americanos: além da capital Caracas, foram alvejadas La Guaira, Miranda e Aragua. No dia anterior, Maduro tinha afirmado estar pronto para negociar com os Estados Unidos sobre combate a narcotráfico. Trump recrudescia cada vez mais o cerco à Venezuela nos dias anteriores ao ataque. A Casa Branca havia aplicado sanções a empresas e frotas ligadas ao setor petrolífero do país sulaemericano. E o governo americano vinha destruindo barcos supostamente ligados ao narcotráfico no Caribe e em território venezuelano. A operação para prender Maduro foi deflagrada na madrugada de sábado. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Passando a Limpo
Intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela

Passando a Limpo

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 24:19


Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta segunda-feira (05), apresentado pela comunicadora Natalia Ribeiro @nataliaribeiroradio, a repercussão da intervenção militar nos Estados Unidos na Venezuela foi o principal assunto abordado. A bancada contou com a presença de Romoaldo de Souza, Fernando Castilho e Ricardo Rodrigues.

Noticiário Nacional
14h Carga retida em Leixões: Madeira pede intervenção do PM

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 11:26


3 em 1
Gilmar Mendes vota para derrubar Marco Temporal / Deputados pedem intervenção na Enel

3 em 1

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 117:02


No 3 em 1 desta segunda-feira (15), o destaque foi o voto do ministro Gilmar Mendes, que declarou inconstitucional o Marco Temporal. A lei, aprovada pelo Congresso Nacional, utiliza a data de 5 de outubro de 1988 como critério para a posse de terras. O ministro Flávio Dino acompanhou o voto de Mendes. Reportagem: Janaína Camelo. Carol Apolinário, moradora da Zona Oeste de São Paulo, relata estar há seis dias sem energia elétrica e afirma que a Enel “não cumpre com a parte deles”. Após a ventania, 53 mil imóveis seguem sem luz, e deputados pedem intervenção federal na concessionária. Reportagem: Julia Fermino. A deputada licenciada Carla Zambelli (PL) renunciou ao mandato. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, afirmou que a decisão foi “estratégica”. A renúncia ocorre após a condenação por invasão ao CNJ e em meio à detenção da parlamentar na Itália. Com a saída, o suplente Adilson Barroso (PL) assume a vaga na Câmara. Reportagem: André Anelli. O senador Otto Alencar (PSD), presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), declarou que o PL da Dosimetria não tem “chance de passar na comissão”. Segundo ele, o projeto, que deve ser pautado nesta semana, pode favorecer facções criminosas. Reportagem: André Anelli. Senadores discutem um projeto de lei que pretende facilitar o processo de impeachment de presidentes da República. A proposta prevê, entre outros pontos, que um presidente reeleito possa responder por atos cometidos durante o primeiro mandato. Reportagem: Janaína Camelo. O governo Lula (PT) criou 4,4 mil cargos comissionados em três anos de mandato, totalizando cerca de 50 mil funcionários — um recorde histórico. O número supera os totais registrados em governos anteriores, apesar de o governo Bolsonaro (PL) ter criado 13 mil cargos apenas em 2022. Reportagem: Matheus Dias. José Antonio Kast foi eleito presidente do Chile com mais de 58% dos votos, consolidando uma guinada política à direita no país. Após a vitória, ele afirmou que será presidente de todos os chilenos e pediu apoio da oposição no combate ao crime organizado. Reportagem: Eliseu Caetano. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

SBD
N484 - EASD 2025 - Demência: que intervenções têm benefício comprovado? - Marcio Lauria e Fernando Valente

SBD

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 3:40


N484 - EASD 2025 - Demência: que intervenções têm benefício comprovado? - Marcio Lauria e Fernando Valente by SBD

SantoFlow Podcast
FATOS E CONTEXTO: A INTERVENÇÃO NOS ARAUTOS DO EVANGELHO | IR. JULIANE E PE. ALEX | SANTOFLOW #377

SantoFlow Podcast

Play Episode Listen Later Nov 30, 2025 145:14


O SantoFlow recebe o Pe. Alex Brito e a Ir. Juliane de Vasconcelos para uma conversa profunda sobre os Arautos do Evangelho, sua missão e o processo de intervenção iniciado em 2017. Reconhecida por São João Paulo II, a instituição sempre se destacou pela evangelização através da arte, da música e da vida comunitária, mas nos últimos anos enfrentou questionamentos, silêncio institucional e impactos diretos sobre membros, jovens e formandos.A Ir. Juliane, que participou da elaboração do livro “O Comissariado dos Arautos do Evangelho”, apresenta os bastidores da obra, os documentos reunidos e o contexto que motivou sua publicação — um material que busca esclarecer fatos, preencher lacunas e dar voz a quem viveu de perto esse período. Ao lado dela, o Pe. Alex oferece uma leitura pastoral e serena sobre os acontecimentos, ajudando a compreender o que tudo isso significa para a vida da Igreja hoje.Neste episódio ao vivo, os convidados revisitam os fatos, compartilham perspectivas e explicam por que o tema voltou ao centro das atenções, aprofundando-se nas consequências, nos desafios e no compromisso com a verdade que permeia todo o processo. Uma conversa necessária para quem deseja entender esse capítulo recente da história eclesial.-----------------------------------------------------------------------------------------------------Clique no link e entre para o Aprofundamento Armas Espirituais agora:https://pay.kiwify.com.br/fDNO5I0Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAumente o Dízimo da sua paróquia - DIZIFYhttps://dizify.com.br/?utm_source=san...Viaje com a S2 Viagens:https://s2viagens.com/contato/Agenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuHallow: O Aplicativo de Oração Nº 1 do MundoReze todos os dias com o Hallow, o aplicativo de oração número um do mundo. Experimente 90 dias grátis através deste link especial: https://www.hallow.com/santoflowArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545ACN Brasil: Apoie os cristãos que mais precisam ao redor do mundoA Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre tem por missão sustentar a presença da Igreja em locais de extrema necessidade ou perseguição. É uma ponte de amor que liga quem pode ajudar àqueles mais necessitados. Com sua ajuda, muitos conseguem manter viva a fé diante dessas realidades. Doe agora e faça a diferença!✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br

Explicador
Até onde deve ir a intervenção presidencial?

Explicador

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 14:39


Paulo Muacho acredita que discurso de Cotrim espelha alguém que quer ser primeiro-ministro e não PR. Já Liliana Reis acusa o candidato apoiado pelo Livre, Jorge Pinto, de abusar do poder presidencial.See omnystudio.com/listener for privacy information.

CARROSSEL
CARROSSEL #312 taças emprestadas, futebol de praia, intervenção

CARROSSEL

Play Episode Listen Later Nov 22, 2025 34:40


taças emprestadas, futebol de praia, intervenção

Diplomatas
Angola “é o único caso” da descolonização africana que foi decidido “por uma intervenção externa”

Diplomatas

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 38:24


No episódio desta semana do podcast Diplomatas, Teresa de Sousa e Carlos Gaspar olharam para as comemorações dos 50 anos da independência de Angola e analisaram o contexto geopolítico da época, o papel desempenhado por Portugal, o processo de descolonização de África e a evolução da governação do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), com José Eduardo dos Santos e João Lourenço. A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA reflectiram ainda sobre o estado do multilateralismo no âmbito da 30.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP30), a decorrer em Belém do Pará, no Brasil, e da 4.ª Cimeira União Europeia-Comunidade dos Estados da América Latina e Caraíbas (UE-CELAC), realizada em Santa Marta, na Colômbia. Para o final do programa ficou a discussão sobre o caso do documentário da BBC em que partes diferentes de um discurso que Donald Trump fez em 2021 foram apresentadas de forma a dar a entender que o actual Presidente dos Estados Unidos estava a incentivar abertamente os seus apoiantes a invadirem o Capitólio, no dia 6 de Janeiro, para travarem a certificação da vitória de Joe Biden na eleição de 2020. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Durma com essa
Rio: por que nem UPP nem intervenção resolveram a violência

Durma com essa

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 27:10


Pesquisa feita pelo Instituto Genial/Quaest na quinta-feira (30) mostrou que 64% dos fluminenses aprovaram operação policial mais letal da história do Rio de Janeiro, que ocorreu no dia 28 de outubro nos complexos do Alemão e da Penha. Outro levantamento, divulgado pelo Datafolha no sábado (1º), indicou que 76% dos entrevistados defendem a intervenção do Exército na segurança pública do Rio. A megaoperação gerou uma das cenas mais emblemáticas do histórico de segurança pública do Rio, com corpos enfileirados em praça pública, e falhou no cumprimento  da maioria dos 100 mandados de prisão e na captura do líder do Comando Vermelho, Doca, que segue foragido.  O Rio de Janeiro já testou inúmeras ações ostensivas semelhantes no passado, e teve poucos resultados no enfrentamento à violência e na retomada de territórios dominados por organizações criminosas. O Durma com Essa desta quarta-feira (5) recupera duas medidas: a das as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) , adotada em 2008, e a intervenção federal  na segurança, em 2018, e conta, com a ajuda de pesquisadores, como elas refletiram nas condições de segurança pública do Rio em 2025. O programa tem também Mariana Vick falando sobre a COP30 direto de Belém, e  João Paulo Charleaux comentando sobre a prisão da procuradora israelense que investigava militares acusados de violência sexual. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Os Pingos nos Is
Governo Lula acusa oposição de incentivar intervenção militar dos EUA

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Nov 1, 2025 118:01


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (31):O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acusa a oposição de direita de abrir brecha para uma possível intervenção militar dos Estados Unidos no Brasil. O Planalto teme que o projeto de lei que classifica facções como o Comando Vermelho (CV) e o PCC como “terroristas” — pauta ligada ao governo Donald Trump — possa violar a soberania nacional.O governo Cláudio Castro (PL-RJ) divulgou o perfil criminal dos mortos na megaoperação contra o Comando Vermelho. Segundo a Polícia Civil, dos 99 identificados, 78 possuíam histórico criminal relevante e 42 tinham mandados de prisão em aberto.A megaoperação policial no Rio de Janeiro também revelou o arsenal de guerra utilizado pelo Comando Vermelho, com fuzis de uso militar provenientes dos exércitos do Brasil, Argentina, Peru e Venezuela.A negociação para suspender o tarifaço imposto pelo governo Donald Trump esfriou, apesar do encontro amistoso entre os presidentes Lula e Trump.A escalada de tensões na América do Sul coloca os Estados Unidos à beira de uma ação militar contra o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela. Apuração: Eliseu Caetano.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

História em Meia Hora
Invasão da Baía dos Porcos

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Oct 11, 2025 32:15


ACABOU DE SAIR O JOGO DE TABULEIRO DO HISTÓRIA EM MEIA HORA!Garanta o seu através do apoia.se/imperialismoamericaSepare trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) -Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- CHOMSKY, Noam. Hegemonia ou sobrevivência: a estratégia imperialista dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.- GLEIJESES, Piero. Conflicting Missions: Havana, Washington, and Africa, 1959–1976. Chapel Hill: University of North Carolina Press, 2002.- JONES, Howard. The Bay of Pigs. Oxford: Oxford University Press, 2008.- KORNBLUH, Peter. Bay of Pigs Declassified: The Secret CIA Report on the Invasion of Cuba. New York: The New Press, 1998.- PÉREZ JR., Louis A. Cuba: Between Reform and Revolution. 5. ed. New York: Oxford University Press, 2014.- PATERSON, Thomas G. Contestando a Guerra Fria: ideias e política externa dos EUA. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1997.- RABE, Stephen G. A Era das Intervenções: a América Latina e os Estados Unidos. São Paulo: Paz e Terra, 2005.- ROHDEN, João Francisco. A Revolução Cubana. São Paulo: Editora Contexto, 2015.

Pânico
Roberto Motta

Pânico

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 122:30


O convidado do programa Pânico desta quinta-feira (11) é Roberto Motta.Roberto Motta é engenheiro civil pela PUC-RJ e mestre em Gestão pela FGV-RJ. Tem mais de 35 anos de experiência como executivo, incluindo cinco anos como consultor do Banco Mundial nos EUA.Há mais de 10 anos, Roberto estuda segurança pública, com centenas de palestras e seminários realizados em todo o país, além de milhares de textos, artigos e vídeos publicados.Em 2018, participou da transição do governo do estado do Rio de Janeiro, coordenando a transferência da segurança estadual do Gabinete de Intervenção Federal para as Secretarias de Polícia Civil e Militar, e exerceu por um curto período o cargo de secretário de Segurança.Também foi suplente de deputado federal e de vereador, além de ter publicado quatro livros: Ou Ficar a Pátria Livre (2016), Jogando para Ganhar: Teoria e Prática da Guerra Política (2018), Os Inocentes do Leblon (2021) e A Construção da Maldade, sobre a crise de segurança pública no Brasil (2022).Roberto participou da produção do documentário Entre Lobos, da Brasil Paralelo, e é colunista da Revista Oeste e da Gazeta do Povo, além de comentarista da Rede Jovem Pan.É ainda um dos criadores do Partido Novo, do qual se desligou em 2016.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/robertomottaoficial/